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A Historia da Maçonaria no Reino de


Portugal.
A história da maçonaria lusitana, da fundação da
primeira loja maçónica até a proclamação da república.

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May 31 · 13 min read

Antes de nos aprofundarmos nesse assunto, devemos ter ciência da


aproximação milenar do povo inglês com o povo português através da
aliança anglo portuguesa ou luso britânica que fortalece os laços
comerciais, diplomáticos e militares entre Inglaterra e Portugal.

1717, um grupo de renomados britânicos fundam a primeira loja


maçónica e de lá começam a exportar seus ideais revolucionários não
só para a nobreza e membros importantes da alta sociedade britânica
como pro resto do mundo.

Apenas uma década depois, o escritor e historiador portuguesa Oliveira


Marques relata que a primeira loja maçónica de Lisboa já tinha sido
fundada por mercadores ingleses sob o nome de ‘’os mercadores
heréticos’’, tal loja é registrada como oficial e recebe da grande loja de
Londres como a loja maçónica de numero 135, vindo depois a se tornar
a loja de numero 120.
Em 1733 se tem noticia de mais uma loja maçónica do rito escocês
sendo fundada em Portugal pelo britânico George Gordon sob o nome
de:

‘’Casa Real dos Pedreiros-Livres da Lusitânia’’ e passa a se tornar o centro


maçónico de Portugal, respondendo diretamente a grande loja de
Londres

Em 1738, o Papa Clemente escreve a bula In Eminent Apostulatur


Especulatae, proibindo católicos de participarem de seitas maçónicas
sob a pena de excomunhão.

Isso não impede John Coustos, um famoso mercador de diamantes e


protestante suíço de fundar a 3° loja maçónica e talvez a mais
importante de Portugal. Acredita-se que os primeiros nobres
portugueses a aderirem a seita maçónica pertenciam a essa loja.

A imperatriz Maria Theresa da Austria, bisavó da primeira imperatriz


do Brasil, D.Leopoldina, acatando as vontades do papa, patrocinava
inquisidores para perseguir e coletar informações sobre a maçonaria,
pois, acreditava-se que as lojas maçónicas eram de antros de
espionagem protestante e britânica.

Graças a pressão exercida pela Bisavó de nossa primeira imperatriz


brasileira, Coustos foi detido junto de outros maçons famosos como
Mouton, Bruelé, Richard e Boulanger, todos julgados pelo tribunal do
Santo Oficio onde Coustos afirma que possuía intenções de vir ao
Brasil.

Foi condenado a pena de 5 anos de trabalhos forçados, mas por


intervenção britânica do embaixador Lorde Charles Compton, que por
sua vez estava sob ordens diretas do rei George II da Inglaterra, emitiu
ao rei de Portugal João V o desejo pessoal do Rei George da Inglaterra
para que o maçom Coustos fosse liberto e mandado a Inglaterra no
lugar de cumprir sua pena, e assim foi feito.

Coustos veio a escrever um livro relatando o que sofreu pela inquisição


portuguesa e o publicou, o livro é conhecido e publicado até os dias de
hoje como:
 
‘’ The Unparalleled Sufferings of John Coustos ‘’.
Livro Escrito por John Coustos

A perseguição por parte da imperatriz da Austria fez com que as lojas


maçónicas cessassem suas atividades e permanecessem nas sombras,
pelo menos por enquanto.

Após D.João V ter extraditado o fundador da 3° loja maçónica de


Portugal, Coustos não conseguiu concluir seu objetivo de vir para o
Brasil, tendo que viver na Inglaterra ao lado de seus amigos maçons, já
que a Austria estava a financiar perseguições inquisitoriais contra
maçons nos Estados Católicos da Europa.

Em 1751, surge uma nova condenação de um novo papa contra a


maçonaria, Bento XIV emite a bula Providas Romanorum, reafirmando
as condenações da bula de Clemente e intensificando os esforços
inquisitoriais contra as ações da seita.

A Europa Católica parecia se ver livre da maçonaria, Portugal podia


respirar tranquilamente desde a extradição de Coustos e a o reino de
Portugal permanecia com estritas proibições em relação a seita.

Até que um embaixador de Portugal em Londres assume o cargo de


primeiro ministro em 1755, seu nome era Sebastião José de Carvalho e
Melo, mas é mais conhecido aqui no Brasil pelo seu titulo, Marques de
Pombal.

Marques de Pombal reestruturou Portugal, reformando o exercito,


marinha e politicas internas com punho de ferro e em 1760 a
maçonaria já não era mais perseguida por nenhuma autoridade
portuguesa, o historiador português Borges Grainha atesta que durante
o governo de Pombal nenhum tipo de coerção contra a maçonaria foi
feita.

Do contrario, A maçonaria ganhou forças e devido as reformas, muitos


maçons foram incluídos no exercito e na marinha de Portugal durante
elas, Pombal convidou o conde alemão Schaumburg de Lippe para
comandar e reorganizar o exercito inteiro da nação portuguesa, Conde
Guilherme (Ou Willhelm) Schaumburg era maçom e protestante.

Com isso inúmeros oficiais portugueses do exercito e marinha


começaram a aderir a seita maçónica que também começou a se
popularizar entre a nobreza.

Durante esse período, Pombal possuía apoio suficiente para assumir o


maior dos ataques contra a Igreja Católica, expulsou e confiscou os
bens dos padres jesuítas assim como fechou as universidades católicas
de Portugal sem cerimonia alguma.

A Igreja Católica não mais possuía papel na educação do povo


português, escolas seculares foram abertas no lugar e de 1750 até 1777
as politicas nacionais eram tomadas pela Maçonaria, até Maria I, mãe
de D.João VI e desafeto de Pombal assumir o trono e Pombal ser
afastado de suas funções.

A Maçonaria é contida pelas politicas de D.Maria e as lojas param de


organizar encontros públicos e cessam suas atividades a vista de todos,
contidos apenas a encontros secretos, mais uma vez a maçonaria
portuguesa parecia ter sido derrotada.

Pelo menos até as chamas da revolução francesa serem acessas.


Parte II

A censura de D.Maria I contra as raízes da maçonaria plantadas por


Coustos e incentivadas pelo marques de Pombal sobreviveram nas
sombras, o exercito e a marinha já estavam corrompidos pelas reformas
do marques e Portugal por viver sob fortes influencias britânicas jamais
poderia se livrar por completo desse mal.

Pombal pode ter sido afastado de seu cargo, mas seus filhos foram
encarregados de levar sua tocha adiante como o duque de Saldanha,
que irá se tornar uma figura importante na historia da maçonaria em
Portugal e que será relatada no futuro.

Em 1789 cai a bastilha e as chamas da revolução francesa se espalham


não só pela França como por toda Europa, através das guerras
revolucionarias de 1792 o conflito chega a peninsula Ibérica e logo
atinge Portugal.

O império britânico, visando conter o avanço francês que já tinha


tomado a Espanha toma uma medida intervencionista na peninsula
Ibérica em 14 de fevereiro 1797 para assegurar sua posição na Europa,
o almirante britânico John Jervis é enviado para o auxilio de Portugal,
derrotando a frota espanhola aliada aos revolucionários na batalha de
Cape St.Vincent, liberando por completo os portos portugueses, pondo
em prática a alianço luso britânica.

No mesmo período acontece o desembarque do contingente militar


expedicionário britânico em terras lusas, essa medida ajudou não
somente a Portugal a conter as tropas francesas como também
revitalizou o papel ativo da maçonaria em território luso.

D.Maria de Portugal nada podia fazer contra os britânicos que


inauguraram 4 novas lojas maçónicas em Lisboa, todas elas foram
fundadas por oficiais militares britânicos e portugueses como diz o
historiador português José Maria Latino Coelho que presenciou tais
feitos e publicou em seu livro. Essas lojas segundo o escritor Oliveira
Marques foram registradas sob a jurisdição direta da Grande Loja da
Inglaterra e possuem a numeração 94,112, 179 e 315.

Na altura das guerras revolucionarias, Portugal já possuía sua própria


Grande Loja sob a jurisdição britânica e inúmeras lojas irregulares
funcionavam em território luso, sendo essas especializadas em atender
imigrantes britânicos, alemães e franceses.

A revolução francesa inegavelmente foi o iluminismo maçónico em


Portugal, sob influencia dos britânicos, em 1801 acontece um enorme
encontro maçónico em um lugar chamado Calvário, em Lisboa, o
anfitrião era um general do exército português chamado Gomes Freire
de Andrade, o encontro contou com a participação de 200 maçons e lá
foi decidido através da comissão formada por Hipólito Furtado de
Mendonça, José Monteiro de Carvalho e Oliveira, José Ferrão de
Mendonça e Soares e Rodrigo Sousa Coutinho, que eles iriam fundar
em Portugal a primeira loja maçónica independente, com jurisdição
própria sob o nome de: GRANDE ORIENTE LUSITANO.

A partir do momento em que receberam a aprovação da Grande Loja


Inglesa para a inauguração do grande oriente lusitano, a maçonaria
lusitana assumiu a obrigação e o dever de se expandir por todas as
colonias portuguesas e é nesse momento que os portugueses
inauguram no Brasil a primeira loja maçónica.

Já em 1804, a maçonaria era algo tão trivial que inúmeras lojas foram
criadas exclusivamente para atender oficiais do exercito, mercadores,
industrialistas e famosos intelectuais portugueses como Ribeiro
Sanches, Abbey Correia da Serra, Filinti Elísio e Domingos Vandelli.

A maçonaria podia agir livremente mais uma vez em Portugal, Félix da


Silva Avela Brotero, um importante maçom português que antes
precisou fugir da Santa Inquisição em Portugal, agora era agraciado
pela universidade de Coimbra vindo a receber cargos do próprio D.João
VI.

Em um ato de vingança contra a rainha Maria I de Portugal, Sebastião


José de São Paio de Melo foi eleito pelos maçons como o primeiro
grande mestre de Portugal, este era ninguém menos que neto do
Marques de Pombal que sob a tutela do marechal Beresford,
comandante do exercito luso-britanico, podia agir da mesma forma que
seu avô agia.

Pelo menos, até Napoleão aparecer.

O impacto de Napoleão trouxe consigo não foi somente politico, a


maçonaria estava dividida e a Grande Loja francesa em conflito com a
loja britânica, cada um apoiava um lado do conflito.

As relações de Napoleão com a maçonaria eram conturbadas e por mais


que não haja evidencias de que ele era maçom. Seus irmãos, Louis, José
e Jerome Bonaparte que vieram a se tornar reis da Holanda, Nápoles e
Westhpalia respectivamente eram assumidamente maçons, assim como
o chanceler do império francês Jean-Jacques Régis de Cambaceres e
boa parte de sua corte.

E por sua família e corte estarem infestada de maçons o governo


napoleónico começou tratou de confrontar abertamente o papel da
Igreja Católica na sociedade e de fortalecer o da maçonaria.

A guerra travada entre Napoleão e Império Britânico faz com que


Napoleão erga um bloqueio continental contra a Inglaterra e Portugal
logo se nega a acatar tais ordens, isso faz com que o exercito francês se
locomova até Portugal para fazer cumprir o decreto napoleónico,
chegando lá, a corte portuguesa já tinha abandonado Lisboa em
direção ao Brasil.
Napoleão organiza um governo português paralelo ao de D.João VI
sendo composto por sete membros.

Portugal passa a se submeter diretamente as vontades do governo


maçónico de Napoleão e a maçonaria francesa começa suas atividades
e ideias republicanas divergentes do ideal maçónico absolutista de
Pombal começam a ser propagados em Portugal.

Enquanto Napoleão se torna lider absoluto da Europa, os refugiados da


corte portuguesa chegam ao Brasil, trazendo consigo não somente a
família real como pelo menos quinze mil imigrantes portugueses,
mudando completamente a atuação da maçonaria no Brasil.

Com a corte portuguesa vindo para o Brasil e abandonando Portugal.


Portugal se encontrava dividida entre os simpatizantes de Napoleão e a
resistência liderada pelo britânico e Duque de Sussex, filho de George
III que vivia em Lisboa desde 1801, ele ajudou a organizar a resistência
contra a ocupação napoleónica em Portugal.

Portugal era mais uma vez liderada inteiramente por britânicos,


Portugal dessa vez estava nas mãos de William Carr Beresford, um
nobre inglês encarregado de administrar Portugal e de liderar o
exercito português em batalha contra napoleão.

Após a derrota de Napoleão, William Beresford se torna líder do


governo provisório e sob sua gestão adota medidas pacificas a
maçonaria, em 1812 já existiam treze centros maçónicos somente em
Lisboa, sendo o mais ativo a de nome Regeneração e virtude, segundo
Borges Grainha, José Andrade Camões, capitão de infantaria do
exercito luso foi iniciado lá.

A ausência da família real tornava Portugal uma verdadeira anarquia,


ambiente propicio para as tramas da maçonaria que começou a tramar
um golpe contra os Bragança e contra o líder britânico de Portugal.

Um dias antes da insurreição maçónica que viria dar fim a dinastia de


Bragança e da ocupação britânica ser colocada em pratica, o General
Gomes Freire de Andrade, responsável por liderar as tropas contra os
britânicos e grão mestre da loja maçónica de Portugal foi dedurado por
3 de seus colegas, sendo eles:José Andrade Corvo de Camões, Morais
Sarmento e João Sequeira Ferreira Soares.

General Andrade foi preso com outros 11 conspiradores e enforcado na


torre de St.Julião da Barra.
General Andrade hoje, possui uma estatua em sua honra no exato local
onde foi enforcado.

A falha tentativa de golpe por parte da maçonaria fez com que D.João
VI do Brasil emitisse um mandato proibindo que cidadãos portugueses
fossem filiados a sociedades secretas.

A maçonaria volta a atuar nas sombras e a grande loja passa a se reunir


em uma loja maçónica clandestina chamada ‘’Segurança
Regeneradora’’ lá, começa a ser planejada um episodio crucial para a
historia de Portugal e do Brasil.

A revolução do Porto.

A tentativa de golpe atraiu liberais, republicanos e entusiastas do


pensamento iluministas a se reunirem na cidade do Porto, incluindo
Manuel Fernandes Tomás, um juiz. José da Silva Carvalho, advogado.
João Ferreira Viana, Duarte Lessa, José Maria Lopes, José Gonçalves
dos Santos e João da Cunha Souto Maior foram os responsáveis por
organizar um grupo conhecido como Sinédrio, um grupo similar a
carbonaria italiana.

Há um encontro secreto entre os representantes de todas as lojas


maçónicas de Portugal em 1820, a maioria militares liberais e
positivistas entram em um acordo e com o apoio da organização
Sinédrio, é posto em prática a revolução do Porto, que diferente da
conspiração de dois anos atrás, triunfa.

E com isso é criado o comité supremo do governo e do reino, liderado


por maçons, seu objetivo é tomar as decisões por Portugal enquanto o
rei permanecia em exílio, as cortes adotaram um novo modelo liberal
de constituição e Portugal sucumbe ante as tropas liberais e maçónicas,
sendo marcado no dia 15 de setembro de 1820 o dia da vitoria da
Maçonaria.

O Rei D.João VI, não teve outra escolha senão voltar para Portugal, e
em 24 de junho de 1821 ele jurou lealdade em frente a assembleia
vitoriosa e assinou a nova constituição elaborada inteiramente pela
maçonaria.

Assim como também sancionou a medida tomada pela assembleia de


reduzir o Brasil mais uma vez ao estado colonial, acabando com a
soberania brasileira e fazendo com que o Brasil só possa vir a negociar
com Portugal e ninguém mais, essa medida desencadeou o processo de
independência e formação do Império do Brasil.
Os autores do bem-sucedido golpe, João Maria Soares Castelo Branco e
Agostinho José Freire
foram surpreendidos por D.Miguel que com o apoio politico de Carlota
Joaquina formulam um contra golpe, expulsando momentaneamente
os liberais da corte.

D.Miguel retira os direitos de primogénito de seu irmão D.Pedro I que


já era maçom a essa altura e se coloca como herdeiro da Coroa de
Portugal, recebendo a alcunha de o usurpador.

A maçonaria mais uma vez parece ter sido derrotada em Portugal, mas
a prole de um enorme fantasma viria a atormentar o reinado de
D.Miguel, Pombal mesmo morto reestabelece o reinado da maçonaria
através de seu neto, duque de Saldanha.

Que desembarca em Portugal com o exercito liberal do Azores na


espera de D.Pedro. Que voltava furioso na intenção de punir seu irmão
por ter usurpado o trono de sua filha Maria II.
Duque de Saldanha, neto do marques de Pombal se reúne com outros
oficiais militares maçons em Azores e reorganizam um exercito no
intuito de acabar com o absolutismo e depor D.Miguel do trono.

O exercito liberal desembarcou em Algarves e partiu em marcha para a


capital, Lisboa, capturando-a em 24 de agosto de 1833, poucos dias
depois desembarca D.Pedro IV, filho primogénito de D.João VI.

Marcando mais uma vez o triunfo da maçonaria e do liberalismo em


Portugal, foi estabelecida um monarquia constitucional
parlamentarista em Portugal e os dois lideres da maçonaria em
lusitana, José da Silva Carvalho e o Duque de Saldanha foram
considerados os herói e estatuas foram erguidas e praças foram
nomeadas em Lisboa em suas homenagens.

A maçonaria não possuía mais opositores e governava livremente


através do parlamento.

D.Pedro IV vem a falecer em 1834 devolvendo o trono para sua filha


Maria II.

Em 17 de Maio de 1848 é fundada uma unidade de propaganda


republicana pelos maçons António de Oliveira Marreca, António
Rodrigues Sampaio, José Estevão de Magalhães com o nome de
Comissão Revolucionaria de Lisboa.

A maçonaria começou a financiar jornais de cunho democrático e


republicano exemplos: jornal futuro, Politicas Liberais e República,
fundadas por Antero de Quental e Eça de Queiroz.

E em 1908 o rei Carlos I é assassinado junto de seu filho e príncipe


regente de Portugal D.Luis Filipe, o assassinato foi orquestrado pelo
partido republicano através da Carbonaria, um ramo militar da
maçonaria famoso por ter cometido atentados terroristas na Itália
durante a guerra de unificação italiana.

Manuel II assume o trono português e reina por dois anos, em 4 de


outubro se inicia outra revolução liberal e em 05 de outubro a
residência oficial do rei é bombardeada, o monarca decide ir ao Porto
oferecer resistência a revolução, mas os oficiais a bordo o raptaram e o
levaram junto de sua família para Gibraltar, ao chegarem lá, recebem a
noticia de que a cidade do Porto também aderiu a revolução.

Partem para o Reino Unido onde são recebidos pelo Jorge V da


Inglaterra, onde vivem até o final de suas vidas.

E assim, seguindo os mesmos passos do Brasil, através das mãos da


maçonaria se acaba a monarquia portuguesa e se inicia o período
republicano, batizado com violentas perseguições aos conservadores,
tradicionalistas, fieis católicos, clero e qualquer um que se opunham
aos ideais liberais da época
Referências:

-Oliveira Marques e Borges Grainha, A historia da maçonaria em


Portugal

- Oliveira Marques, Historia da Maçonaria vol I

-Maria da Graça Silva Dias, Anglinismo na maçonaria em Portugal

• Haques-Olivier Boudron, Napoleão, Imperados dos francos


maçons