Sei sulla pagina 1di 21
INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE SONGO CURSO ENGENHARIA TERMOTÉCNICA CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS METAIS (3º NÍVEL)

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE SONGO

CURSO ENGENHARIA TERMOTÉCNICA CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS METAIS (3º NÍVEL) TEMA Corrosão nos tubos de
CURSO
ENGENHARIA TERMOTÉCNICA
CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS METAIS
(3º NÍVEL)
TEMA
Corrosão nos tubos de escape e proteção contra corrosão

DISCENTE:

Punguane, Ildo Alberto

Songo, Abril 2014

DOCENTE:

Eng o : Rupava, Maulana Júlio

Índice

1. Introdução

1

 

2. Objetivos

2

2.1.

Objetivos Específicos

2

3. Metodologia do trabalho

2

 

4. Corrosão

3

4.1.

Impactos da corrosão

3

4.2.

Meios corrosivos

4

4.3.

Classificação da corrosão

5

5.

Considerações

5

5.1.

Sistema de escape

5

5.1

Constituição do sistema de escape

5

5.2

Para o sistema em análise que é o caso de sistema de escape de Toyota

8

5.3

Método de obtenção

9

5.4

Localização

9

5.5

Condições de funcionamento

9

6.

Causa da corrosão nesse escape conforme a figura abaixo

10

6.1

Outros tipos de corrosão que podem acontecer no sistema de escape

11

6.2

Fatores que originaram a corrosão no sistema de escape

12

7.

Outros fatores responsáveis pela corrosão do tubo de escape em causa

12

8.

Agentes corrosivos do sistema de escape responsável pela formação de produtos de

corrosão e perfuração do

13

9. Mecanismo de corrosão no caso em

14

10. Impacto da corrosão na estrutura

15

11. Proteção contra corrosão do sistema de escape

15

 

11.1.

Visão geral

15

11.2.

Preparação da superfície do tubo de escape

16

11.2.

Método de proteção do tubo de aço na fase de projeto

16

12.

Método de proteção

17

12.1. O método de proteção baseada

17

13. Conclusão

 

18

14. Bibliografia

19

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

1.

Introdução

A cada dia novos materiais são desenvolvidos a partir da combinação de elementos,

formando-se as mais variadas ligas. Com essa iniciativa o que se busca nada mais é do que materiais mais resistentes, que exerçam por cada vez mais tempo suas funções sem

falhar. Quando falamos de resistência, não nos referimos apenas a mecânica, mais também a química e a resistência do próprio material em voltar a sua forma mais estável

na natureza (processo de oxidação). Em outras palavras, os materiais também precisão

cada vez mais apresentar resistência à corrosão. Ela é a responsável por alterar as propriedades dos materiais quando esses interagem com os mais variados meios a que são expostos. A corrosão atua provocando mudanças, não somente visuais nos materiais, mas também em suas propriedades mecânicas e físicas. O corpo (peça, componente, etc.) que sofre corrosão geralmente apresenta perda de material e de resistência. Ao contrário do que pode-se pensar, a corrosão não afeta somente os materiais metálicos, sendo que

alguns autores preferem usarem o termo degradação, quando esse tipo de desgaste provocado pelo meio, ocorre em polímeros e cerâmicos. Por essa razão irei abordar nesse trabalho o funcionamento, do sistema de escape e identificar o mecanismo, forma e o tipo de corrosão que ataca esse sistema de escape método de proteção contara a corrosão. Visto que desde muito pretende se evitar a poluição atmosférica. Esse sistema é a linha

de escape do motor vai para a parte traseira do veículo, que é a sua única parte visível. A

montagem dos elementos que constituem a linha de escape é de aproximadamente 3 metros, e está ligado por baixo do corpo do veículo. Sua forma varia dependendo do tipo

de motor e do veículo.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

2. Objetivos

O objetivo desse trabalho é desvendar o motivo pelo qual um escapamento fura, e identificar o mecanismo e o tipo de corrosão acontece no escapamento ajudando a esclarecer a causas reais desse fenómeno. Indicar os métodos de proteção contra a

corrosão identificada.

2.1. Objetivos Específicos

Finalizado o trabalho será capaz de:

Fazer uma análise tendo em consideração a atmosfera do songo.Objetivos Específicos Finalizado o trabalho será capaz de: Identificar as diferenças entre corrosão e oxidação em

Identificar as diferenças entre corrosão e oxidação em metais;uma análise tendo em consideração a atmosfera do songo. Distinguir as formas de corrosão em metais;

Distinguir as formas de corrosão em metais;as diferenças entre corrosão e oxidação em metais; Descrever os mecanismos de deterioração de sistema de

Descrever os mecanismos de deterioração de sistema de escape;em metais; Distinguir as formas de corrosão em metais; Falar de definição tipos e a classificação

Falar de definição tipos e a classificação da corrosão dos metais;os mecanismos de deterioração de sistema de escape; Saber que tipo de corrosão surge no sistema

Saber que tipo de corrosão surge no sistema de escape de automóvel Toyota;tipos e a classificação da corrosão dos metais; Saber identificar as causas de corrosão no sistema

Saber identificar as causas de corrosão no sistema de escape de automóvel Toyota;corrosão surge no sistema de escape de automóvel Toyota; Conhecer os impactos que a corrosão cria

Conhecer os impactos que a corrosão cria na estrutura de ponto de vista económico, social e ambiental;de corrosão no sistema de escape de automóvel Toyota; Avaliar a ação corrosiva para prever o

Avaliar a ação corrosiva para prever o comportamento do material em campo;estrutura de ponto de vista económico, social e ambiental; De falar dos métodos de proteção contra

De falar dos métodos de proteção contra corrosão.corrosiva para prever o comportamento do material em campo; 3. Metodologia do trabalho Para a recolha

3. Metodologia do trabalho

Para a recolha de dados para a realização deste trabalho usei quatro (4) métodos, sendo:

Análise temática e a efetividade do tema; Análise prática no âmbito da estrutura que se encontra no parque da instituição (tubo de escape de Toyota); Consulta bibliográfica, Consulta eletrónica Formulação de conclusões.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

4.

Corrosão

Corrosão pode ser definida como a deterioração, que ocorre quando um metal reage com o meio ambiente. Segundo o livro de GENTIL, V. Corrosão, 3ed " A corrosão sendo a deterioração de um material metálico por ação química ou eletroquímica do meio, podendo ou não estar associada a esforços mecânicos". A corrosão é um processo de deterioração do material que produz alterações prejudiciais e indesejáveis nos elementos estruturais.

4.1. Impactos da corrosão

Os impactos de corrosão subdividem em 3 grupo nomeadamente:

Impactos económicos;Os impactos de corrosão subdividem em 3 grupo nomeadamente: Impactos ambientais; Impactos sociais. a) Impactos

Impactos ambientais;subdividem em 3 grupo nomeadamente: Impactos económicos; Impactos sociais. a) Impactos económicos Os impactos

Impactos sociais.nomeadamente: Impactos económicos; Impactos ambientais; a) Impactos económicos Os impactos económicos dividem se

a) Impactos económicos

Os impactos económicos dividem se em 2 grupos

Perdas diretas são aqueles que estão atribuídos normalmente aos proprietários. Os custos de substituição das pecas de equipamentos que sofrerão corrosão, incluindo-se energia e mão-de-obra Os custos de manutenção dos processos de proteção (proteção catódica, recobrimento, pinturas, etc.).

Perdas indiretas

Essas perdas são mais difíceis de avaliar e podem totalizar custos mais elevados que as perdas diretas e nem sempre podem ser quantificados. Também os custos indiretos são os custos não pagos pelos donos ou operadores e frequentemente ignorados.

São perdas indiretas.

As paralisações acidentais;e frequentemente ignorados. São perdas indiretas. Perda de produtos, como perdas de óleo, soluções, gás ou

Perda de produtos, como perdas de óleo, soluções, gás ou água através de tubulações corroídas ate se fazer o reparo;donos ou operadores e frequentemente ignorados. São perdas indiretas. As paralisações acidentais; ILDO PUNGUANE 3

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Perdas de eficiências Contaminação de produtos;Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel Troca do equipamento corroído; Utilização de maiores

Troca do equipamento corroído;Perdas de eficiências Contaminação de produtos; Utilização de maiores coeficientes de segurança;

Utilização de maiores coeficientes de segurança;Contaminação de produtos; Troca do equipamento corroído; Manutenção corretiva e preventiva (p.ex., através da

Manutenção corretiva e preventiva (p.ex., através da pintura);Utilização de maiores coeficientes de segurança; Parada do equipamento; Contaminação de produto (que pode

Parada do equipamento;corretiva e preventiva (p.ex., através da pintura); Contaminação de produto (que pode ocorrer, p.ex., na

Contaminação de produto (que pode ocorrer, p.ex., na indústria alimentícia ou farmacêutica);(p.ex., através da pintura); Parada do equipamento; Perda de eficiência (p.ex., em trocadores de calor); Gastos

Perda de eficiência (p.ex., em trocadores de calor);p.ex., na indústria alimentícia ou farmacêutica); Gastos com energia elétrica e combustíveis, como

Gastos com energia elétrica e combustíveis, como consequência de perdas dePerda de eficiência (p.ex., em trocadores de calor); vapor água, ou ar comprimido; Danos em equipamentos

vapor

água, ou ar comprimido;

Danos em equipamentos adjacentes;consequência de perdas de vapor água, ou ar comprimido; Maior capital de giro (pela manutenção de

Maior capital de giro (pela manutenção de estoques e sobressalentes).água, ou ar comprimido; Danos em equipamentos adjacentes; Sociais: Exaustão dos recursos naturais. Foi calculado, na

Sociais:

Exaustão dos recursos naturais. Foi calculado, na Inglaterra do início dos anos 70, que uma tonelada de aço seria convertida em ferrugem a cada 90 segundos. Além da perda metálica (que inclui os elementos de liga presentes no aço, cujas reservas são limitada s ), a energia requerida para produzir uma tonelada de aço, a partir de minério, s), a energia requerida para produzir uma tonelada de aço, a partir de minério, seria suficiente, naquela época, para fornecer energia para uma família inglesa por três meses;

Problemas de saúde. A poluição causada pelo vazamento de produtos tóxicos, ou o próprio produto de corrosão, pode causar a contaminação da água, do solo e do ar, incêndios, explosões, etc.fornecer energia para uma família inglesa por três meses; 4.2. Meios corrosivos Os ambientes corrosivos incluem

4.2. Meios corrosivos

Os ambientes corrosivos incluem a atmosfera, águas naturais, solo, produtos químicos, substancias fundidas e solventes:

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

4.3. Classificação da corrosão

A corrosão classifica-se em:

a)

Quanto ao mecanismo pode ser: Químico Eletrolítico Eletroquímico

b)

Quanto a forma pode ser: Uniforma Localizada

c)

Quanto a tipo pode ser: Corrosão por placa; Corrosão por pites; Corrosão alveolar; Corrosão intergranular e intragranular; Corrosão filiforme; Corrosão por esfoliação,

5.

Considerações gerais.

5.1. Sistema de escape

À primeira vista pode parecer que o sistema de escapamento do veículo não envolve maiores complexidades técnicas. A peça oferece escape aos gases residuais do motor e serve também para atenuar o ruído das ondas sonoras, produzidas pelo movimento dos gases que saem do motor sob alta pressão.

movimento dos gases que saem do motor sob alta pressão. Figura1: sistema de escape de um

Figura1: sistema de escape de um automóvel imagem retirada da www.google.com

5.1 Constituição do sistema de escape

O sistema de escape e constituído por: Catalisador, Silencioso intermediário (ou abafador),Silencioso traseiro E tubo traseiro.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

1.

Silencioso

Um silencioso ou panelas de escapamento refreia ou absorve as ondas sonoras, reduzindo o ruído a um nível aceitável e de acordo com as normas legais. A velocidade

dos gases é normalmente reduzida por deflectores, ou placas metálicas, existentes no interior do silencioso e que se destinam a afrouxar e dificultar a ação das ondas sonoras.

O silencioso perfurado ou de absorção, no qual os gases passam, através de furos abertos

num tubo, para o material que absorve o som, é uma variante deste sistema frequentemente utilizada em automóveis de competição para proporcionar uma maior potência aos motores, já que os furos não dificultam tanto a saída dos gases como os defletores.

não dificultam tanto a saída dos gases como os defletores. Figura:2 a imagem ilustra um silencioso

Figura:2 a imagem ilustra um silencioso Font. Bíblia de automóvel

2. Coletor de escape

O coletor de escape é atribuído à cabeça do cilindro e leva o escape de cada cilindro e o

combina em um tubo. O tubo de distribuição pode ser feito de ferro fundido para suportar

as temperaturas elevadas dos gases de escape.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel
Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel Figura 3 : ilustra o coletor de escape

Figura 3: ilustra o coletor de escape feito de aço inoxidável Font. Sistemas de Escape em Motores de Combustão Interna

3. Sensor De Oxigénio

Todos os carros com injeção de combustível utilizam um sensor de oxigénio para medir

a quantidade de oxigénio que está presente no escapamento. O módulo pode adicionar ou

diminuir combustível para obter a mistura correta para a máxima economia de

combustível. O sensor de oxigénio é instalado no coletor de escape ou próximo dele no

tubo de escape.

4. Catalisador

Este silencioso converte o monóxido de carbono e hidrocarbonetos prejudiciais como

parte em vapor de água e dióxido de carbono. Alguns conversores também reduzem os

nocivos óxidos de azoto. O conversor é montado entre o coletor de escape e o silencioso.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel
Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel Figura 4: a imagem ilustra um catalisador. Font:

Figura 4: a imagem ilustra um catalisador. Font: www.google.com \catalisador do sistema de escape.

5.2 Para o sistema em análise que é o caso de sistema de escape de Toyota

O sistema de escape em análise mostrado na figura a baixo e feito de aço ao carbono

Tem o mesmo princípio de funcionamento com os outros sistemas de escape que é oferece

escape aos gases residuais do motor e serve também para atenuar o ruído das ondas

sonoras, produzidas pelo movimento dos gases que saem do motor sob alta pressão. 1-

tubo de escape, 2- coletor de escape

1 2
1
2
Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Figura 5: tubo de escape em análise a imagem tirada pelo telefone no parque de estacionamento de ispsongo no lar.

5.3 Método de obtenção

Os silenciosos e os sistemas de escapamento são normalmente fabricados com tubos e

chapa de aço macio. O Tubo de escape é geralmente feito de aço, mas pode ser de aço

inoxidável (que dura mais tempo devido à sua resistência à corrosão) ou tubo de aço

aluminado. O aço aluminado tem melhor resistência à corrosão que o aço simples, mas

não melhor do que o aço inoxidável. No entanto, é mais barato do que o aço inoxidável.

Paro o sistema de escape em estudo ele e feito de aço galvanizado que corresponde a parte

entre o coletor e catalisador e a pois o catalisador que tem melhor resistência a corrosão

O catalisador e feito de aço ao carbono tendo seus componentes feitos de metais ativos

(platina, paládio e rádio).

5.4 Localização

O sistema de escape em causa localiza-se no carro Toyota da instituição. A linha de

escape do motor vai para a parte traseira do veículo, que é a sua única parte visível.

A montagem dos elementos que constituem a linha de escape é de aproximadamente 3

metros, e está ligado por baixo do corpo do veículo. No distrito de Songo.

5.5 Condições de funcionamento

O tubo de escape ou escapamento, é um sistema composto por um sistema de tubulações

que são conectadas ao coletor de escape do motor, ajudando a abafar os ruídos

provenientes do mesmo e desde os anos 90, se tornou obrigatório o uso de um catalisador

que ajuda a oxidar os poluentes dos gases, fazendo com que assim eles sejam emitidos

menos nocivos. Entretanto, a principal função do escapamento é evacuar os gases

fabricador pelo motor e influenciar seu desenvolvimento.

O tubo de escape serve para:

os gases fabricador pelo motor e influenciar seu desenvolvimento.  O tubo de escape serve para:
Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Canalizar e evacuar os gases da combustão de combustível. Num motor de combustão interna, os gases de combustão são recolhidos pelo coletor de escape, e em seguida encaminhado para o silenciador, catalisador e depois expelidos para o ambiente. Assegurar a redução de descontaminação da fumaça A combustão irá desenvolver quatro tipos de poluentes nocivos: O monóxido de carbono, Óleos, resultante da combustão incompleta Os óxidos de nitrogênio, O catalisador é responsável pela redução destes poluentes, por reação química.

Reduzir as emissões térmicas

No coletor de admissão, os gases de combustão tem uma temperatura da ordem dos 900 ° C. Isto iria apresentar um perigo se o calor foi evacuado diretamente. O contacto com o ar, a totalidade da superfície da linha de escape, a temperatura contribui para reduzir.

Diminuir o nível sonoro

As explosões causadas pelo ruído produzido ciclo do motor. O papel do silenciador ou silenciador acústico é atenuar essas perdas.

6. Causa da corrosão nesse escape conforme a figura abaixo

6. Causa da corrosão nesse escape conforme a figura abaixo Figura 6: tubo de escape em

Figura 6: tubo de escape em análise

1-juncao entre o coletor e o tubo de escape

1
1

O principal tipo de corrosão verificada na imagem (fig.2) a qual representa um tubo traseiro de escape de carro Toyota da instituição a corrosão galvânica. Devido a

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

constituição do próprio sistema de escape onde encontramos vários metais ligados entre se.

Designa-se de corrosão galvânica a um tipo de corrosão na qual para efeito envolvem-se dois materiais metálicos com potenciais diferentes que estando em contacto em presença

de

um eletrólito, ocorre uma diferença de potencial e consequentemente a transferência

de

eletrões.

Esta corrosão acontece no tubo devido ao envolvimento de dois materiais com potenciais diferentes aço e ferro fundido que colocados em contacto a presença do ar neste caso o eletrólito, fazem com que surja uma zona anódica e outra catódica. Sendo assim a tubagem de aço constitui a zona anódica e o coletor de escape de ferro fundido zona catódica, por isso que a tubagem desgasta se mais relativamente nas zonas onde há união.

Na estrutura a corrosão galvânica caracteriza-se por apresentar uma forma localizada que esta próxima a região de acoplamento ocasionado assim desgaste na tubagem de aço que funciona como ânodo. O mecanismo é eletroquímico. Como mencionado anteriormente,

esta seletividade das reações é devido às heterogeneidades existentes no material, no meio

ou nas condições físico- químicas da interface.

A corrosão devida ao acoplamento galvânico de dois materiais dependerá de muitos

parâmetros, tais como a composição das ligas, presença de produtos de corrosão,

composição, pH e agitação do eletrólito, e, muito importante, a razão de áreas ânodo/cátodo.

6.1 Outros tipos de corrosão que podem acontecer no sistema de escape

Para além da corrosão galvânica, antes foi referenciada como a tipo principal patente na tubu de escape acima, na mesma podem também ocorrer mais outros tipos de corrosão como nomeadamente:

Corrosão com cavitaçãoocorrer mais outros tipos de corrosão como nomeadamente: Corrosão bacteriológica Corrosão por correntes de fuga

Corrosão bacteriológicade corrosão como nomeadamente: Corrosão com cavitação Corrosão por correntes de fuga Corrosão em torno do

Corrosão por correntes de fugaCorrosão com cavitação Corrosão bacteriológica Corrosão em torno do cordão de solda ILDO PUNGUANE 11

Corrosão em torno do cordão de soldacomo nomeadamente: Corrosão com cavitação Corrosão bacteriológica Corrosão por correntes de fuga ILDO PUNGUANE 11

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

6.2 Fatores que originaram a corrosão no sistema de escape

Basicamente, o entupimento do sistema de escape é explicado por uma sedimentação do carbono que transporta os gases de escape nas várias partes do sistema de escape. Isto pode resultar em anormalidades motoras, tais como o consumo de combustível aumentado, aumento da velocidade de saída dos ditos gases, maior dificuldade para evacuar os gases (que promove a corrosão).

O movimento nas áreas urbanas é o principal fator de desgaste em silêncio. Ao contrário do que se poderia pensar, há longos trechos de rodovia que aceleram a deterioração do silêncio. O pior dano que ocorre no trânsito urbano. Uma vez que a linha de escape só atinge a sua temperatura normal de funcionamento após um mínimo de 5 quilômetros, pequenos percursos urbanos são adequados para condensar gases.

Silenciadores preenchidos com ataques de água ácidos carregados dentro placas. Isso adiciona descargas térmicas, devido à sucessão de arranques e paragens do motor com frequência. Em contraste, quando neva, o sal propagação em estradas gera corrosão. Também não esquecer o golpe que recebe qualquer silêncio sob a carroceria do veículo.

7. Outros fatores responsáveis pela corrosão do tubo de escape em causa

As variações cíclicas de temperatura em quase todas estações do ano verifica-se na vila de Songo as variações de temperatura este facto provocam a heterogeneidade no meio circundante causando assim a corrosão, sendo que esse sistema funciona a altas temperaturas

Arejamento diferencial é de notar que a parte exterior do tubo terá maior concentração do produto de corrosão, por isso o maior problema ou a corrosão desenvolveu com maior velocidade na parte exterior visto que no interior a condessado de água e residios solido dos gases e a parte da união entre o tubo de escape e o coletor de escape visto que esta parte tem uma concentração menor do meio circundante (atmosfera).

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Presença de partículas sólidas existente na atmosfera devido a presença de partículas sólidas no meio circundante que se fixam na superfície do tubo provocando assim uma corrosão por erosão. Temos o caso de lama e capim e outros.

Humidade relativa a vila do songo localiza-se numa altitude maior relativamente a outros pontos circunvizinhos e é caracterizada por ser uma região montanhosa e estes são fatores bastante influentes na humidade visto que a pressão atmosférica diminui com a profundidade conclui-se assim que a humidade relativa neste ponto esta cima dos 60% e o aço ao carbono em atmosfera com esta humidade relativa sofre corrosão de forma acelerada.

Tempo de permanência do filme eletrólito na superfície da tubo de escape - é o tempo pelo qual a tubo ficou exposta na atmosfera até a ação corrosiva pois quanto maior é o tempo maior é ação corrosiva.

Problemas mais comum no sistema de escape devido a corrosão

O problema mis comum no sistema de escape de furar o tubo. Isto acontece da seguinte maneira: o furo pode ser de dentro pra fora ou de fora pra dentro. Quando o furo é de fora pra dentro conclui-se que houve a ação de algum agente externo, por exemplo. Quando o furo é de dentro pra fora, temos um caso claro de acúmulo de água no interior do escapamento.

8.

Agentes corrosivos do sistema de escape responsável pela formação de produtos de corrosão e perfuração do escape.

Dentre tantos, os agentes corrosivo responsável pala maioria dos casos de perfuração é a água. O acúmulo de água no interior do escape é o maior causador de furos, corrosão perfurativa (pites) em um sistema de escape. Essa água vem do combustível que seu motor queima. Isto ocorre porque além dos gases provenientes da queima do combustível, são eliminados também vapores de água saturados. Estes vapores, ao entrarem em contacto com a superfície mais fria do escapamento, condensam, acumulando-se no interior da tubulação. Devido baixa quilometragem diária que apresentam maior incidência de

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

formação de pontos de corrosão, pois, o menor tempo de uso do motor impede a eliminação dos vapores de água, acumulando no interior da tubulação, acelerando ainda mais o processo de degradação do escapamento.

Traduzindo em poucas palavras, quanto menos você anda, e quanto menos você acelera, mais água se acumula no escapamento, e consequentemente maior quantidade de perfurações surgirá. Podendo dessa maneira considerarmos o furo por “corrosão perfurativa”. Mas, seja furo ou corrosão, o que importa é que os dois são o resultado do ataque químico à camada protetora do escapamento, e as causas podem ser as mais diversas.

A exposição constante aos grãos de areia da estrada, aos materiais corrosivos, ao barro e à lama reduz a duração de um sistema de escapamento tipo médio a pouco mais que um ou dois anos. Figura abaixo

Os silenciosos e a tubulação do sistema de escapamento enferrujam-se, quer interna ou externamente. Cada litro de gasolina queimada produz 1.1 L de água contendo sais de chumbo e ácidos -, que passa para o sistema de escapamento sob a forma de gás ou de vapor. Se o silencioso ou o tubo de escapamento estiverem frios, como sucede no primeiro arranque do dia, estes elementos corrosivos condensam-se nas superfícies interiores do sistema de escapamento, onde atuam como ácidos fracos que acabam por atacar o metal. Assim cada vez que um automóvel arranca com o motor frio, dá-se uma pequena corrosão interior. É por esta a razão que um automóvel utilizado em pequenos trajetos necessita de substituições mais vezes no sistema de escapamento do que outro utilizado normalmente em longos percursos. Bem, o pior inimigo de seu sistema de exaustão é a corrosão, mais conhecida como ferrugem. A Ferrugem é causada pela reação com a umidade do ferro no aço, que forma o óxido de ferro.

A umidade ou vapor de água está presente nos gases de escape como um subproduto da combustão. A umidade pode também vir do exterior, sob a forma de chuva.

9. Mecanismo de corrosão no caso em análise.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Desta forma vendo para abordagem acima chega-se a conclusão de que o tipo de corrosão

que surge nos sistemas de escape de automóvel é a corrosão por pite e galvânica e o

mecanismo e eletroquímico, químico.

10. Impacto da corrosão na estrutura

No ponto de vista ambiental e social

Quando o sistema de escape fura. Os gases de escape dos carros são prejudiciais para a

sua saúde em grandes concentrações, por isso um sistema de escape em bom

funcionamento é vital. As emissões de monóxido e dióxido de carbono, bem como os

óxidos de azoto e os hidrocarbonetos.

Impacto económicos

A necessidade de substituição de pecas corroídas Manutenção Poluição de meio

ambiente.

11. Proteção contra corrosão do sistema de escape

11.1. Visão geral

Proteção- é um processo que consiste na criação de uma barreira entre o meio e a superfície do metal a ser protegido.

Para a proteção do tubo de escape em causa podem ser usados vários métodos possíveis

tendo em conta o meio onde se encontra a tubo, bem como o tipo de fluido que circula no

seu interior neste caso a o vapor de água, os gases, os residios sólidos não só mas também

o material do tubo de escape (aço ao carbono, ferro fundido, aço ao carbono aluminado,

radio).

Para evitar a corrosão galvânica é necessário a utilização vedante de escapamento

denominado ORBI VEDA ESCAPE nas junções, flanges e juntas de escapamentos.

Elimina ruídos e vazamentos da tubulação do escape. Resiste há vibrações e altas

temperaturas Não inflamável. Deste modo evitando contacto directo entre os dois

materiais (aço ao carbono e ferro fundido) evitando assim a corrosão galvânica. O

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

mecanismo básico de proteção mais adequado é por criação de barreira nesse caso o revestimento metálico.

O revestimento metálico consiste na interposição de uma pelicula metálica entre o meio

corrosivo e o substrato. Neste caso proponho o uso de alumínio, cromo, níquel.

Podemos usar o revestimento metálico catódico para o aço ao carbono no caso de tubo de escape em análise usamos níquel, e aço inoxidável. Sendo que este tipo de revestimento em relação ao material revestido, devem ser perfeitamente livres de falhas porque, em presença de eletrólitos, forma-se uma pilha galvânica, ocorrendo rápida corrosão do material revestido, principalmente se existir pequena área anódica para grande área catódica. Efetuar este revestimento na parte exterior do tubo de modo a proteger a tubulação contra a corrosão devido os efeitos atmosféricos (ventos, chuvas, substancias solidas como a lama, humidade relativa).

11.2.Preparação da superfície do tubo de escape

Limpeza da superfície

Por se tratar de impurezas do tipo óxidos e ou produtos de corrosão para a sua remoção na superfície da tubulação deverá ser usada a decapagem manual (que consiste na limpeza por meio de ferramentas manuais). Pelo facto de este processo ser aplicado para remoção de impurezas do tipo óxidos e pela facilidade de aplicação sem que haja necessidade de desmontar a estrutura em causa.

Ferramentas utilizadas: lixas, raspadeiras e escovas de aço.

11.2.Método de proteção do tubo de aço na fase de projeto

É

importa salientar que a fase de projeto é a mais importante de todas porque esta antecede

as

restantes fases não só mas também é nesta fase onde são feitos todos estudos inerentes

a

tubos de sistema de escape que se pretende fabricar e são acauteladas todas as medidas

e

critérios de capacidade de trabalho ou etapas a considerar desde a obtenção da matéria-

prima, transformação e obtenção do produto acabado (tubo de escape).

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

12. Método de proteção

12.1. O método de proteção baseada na.

12.1.1 Modificação do processo

Visto que o combustível usado não e muito eficiente contem impurezas estes impedem a queima total do mesmo levando os a sair do tubo de escape provocando corrosão. No entanto para a proteção devemos melhorar a qualidade do combustível usado.

12.1.2 Modificação das propriedades dos metais

Este método baseia se na formação de ligas para a proteção dos metais.

Neste caso para o tubo de escape que e feito de aço ao carbono aluminado ou (galvanizado) este ira sofrer significativa queda de durabilidade em função de altas temperaturas que este e submetido. Proponho a substituição do ferro fundido usado no coletor de escape pelo aço inoxidável ferrítico pois este apresenta boas caraterísticas de resistência a corrosão essa mudança terá como vantagens a redução do peso do veículo visto que o escape ira reduzir 40% de peso.

Sendo outros pares feita de aço ao carbono. Visto que a vila de songo é suscetível a variações cíclica de temperatura proponho a adição de elementos de liga como nióbio o cromo visto que o nióbio e responsável pela resistência a altas temperaturas e o cromo e o responsável em proporcionar maior resistência a corrosão criando camada de oxido protetor.

Sendo que os componentes do abafador são feitos de aço aluminado esse são suscetível a corrosão por fresta devido aos condessados com ph inferior a 4 proponho o uso de aço inoxidável ferrítico com aumento de teor de cromo que proporciona maior resistência a corrosão por pites ou fresta. Também a adição de molibdénio melhora a resistência a

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

corrosão aos aços ao carbono aluminados com revestimento de 91% de alumínio e 9% de silício.

13. Conclusão

Com base no que foi observado e posteriormente comparado com a literatura, a corrosão evidenciada na estrutura metálica dos sistemas de escape, aparenta ser ocasionada pelo processo de corrosão eletroquímica e química. E como resultado desse processo de corrosão tornam-se visíveis furos de configuração alveolar, apresentando profundidade menor que o diâmetro do mesmo e pites. São apresentados como catalisadores desse processo de corrosão a presença de água contendo sais e ácidos proveniente da queima do combustível, e a condessado de vapor de água no tubo de escape no abafador, além da falta de reposição de um inibidor outrora presente, o revestimento.

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

Analise e Proteção Contra Corrosão do Sistema de Escape de Automóvel

14. Bibliografia CARACTERIZAÇÃO DA RESISTÊNCIA A CORROSÃO POR PITE DO AÇO UNS S31803 APÓS SOLDAGEM; Izabela Ferreira Girão, 2008.

CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS; Neusa Alonso-Falleiros. Fundamentos da corrosão; Universidade Federal do Paraná (UFPR); Prof. Dr. Haroldo de Araújo Ponte, 2003. Causas e Formas de corrosão na Unidade de Recuperação de Enxofre da Refinaria Gabriel Passos (REGAP/PETROBRAS);

Eliana Moreira Guimarães, 2006.

%20Tecn%F3logo_Agosto%202010.pdf acesso em 13/11/2013 as 08h18min.

ESTUDO COMPARATIVO DO PROCESSO CORROSIVO DO AÇO PATINÁVEL E DO AÇO CARBONO COMUM;

Eduardo Amélio de Farias Arruda, 2009 ALBUQUERQUE, Bárbara Costa. et al.

Corrosão e Degradação de Materiais. Ceará, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, 2010, p.3-25. CALLISTER, William D.

Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. COELHO, Pedro.

Diferentes tipos e formas de corrosão.

Disponível em: < http://www.engquimicasantossp.com.br/2015/06/diferentes-tipos-e- formas-decorrosão.html#ixzz3pifVxVa8>. Acesso em: 26 nov. 2015. GENTIL, Vicente. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.