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A AD V O C AC I A T R AB AL H I S T A E M P RE S AR I AL .
O S D E S AF I O S D O AD V O G AD O P AT R O N AL F R E NT E
AO P RO TE CI O N I S M O E S T AT AL .

George Luiz Souto Medina


Pós-graduando no curso de
ADVOCACIA TRABALHISTA da
Rede de Ensino LFG/Anhanguera.
Advogado. Diretor Jurídico do
Centro de Educação e Ensino de
Teresópolis, Advogado da Rede
Progresso de Ensino e Diretor da
Unidade LFG Teresópolis.
georgemedinaadvogado@hotmail
.com

R E S UM O

O presente artigo tem como objetivo analisar o embate no


contencioso trabalhista, segundo a ótica da defesa das empresas
reclamadas, questionando o excesso protecionismo da Justiça do
Trabalho, mormente frente ao rigor ideológico que a mesma
apresenta. Pretende adentrar na atividade do advogado patrona l
confrontando seu desempenho frente aos desafios que o mesmo
encontra na defesa das empresas reclamadas, notadamente se
tratando de um ambiente extremamente paternal, como é o da
Justiça do Trabalho . Se baseia na experiência de quase 20 anos do
Pós-Graduando exercendo a advocacia trabalhista na defesa
patronal.

Palavras-chave: Contencioso Trabalhista; defesa empresa;


advocacia patronal;
ambiente paternal e empresas reclamadas.

I NT RO D U Ç ÃO

Como se sabe, o viés paternalista da Justiça do Trabalho


permeia a dificuldade que os profissionais da advocacia encontram
quando abraçam a defesa das empresas reclamadas nos embates
contenciosos trabalhistas

No que tange a atividade profissional deste causídico, de


mais de dezessete anos, muito pouco mudou, especialmente no
lançamento das empresas ao rol de vilãs no âmbito dessa justiça
especializada.
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A Justiça do Trabalho não é “oceano de águas calmas” para


o advogado trabalhista patronal posto que o empregado é tratado
como coitado e a empresa como a “ba ndida”.

Diante das mais desmedidas situações que o advogado


patronal encontra, muitas delas violam direitos e garantias
fundamentais, que não servem apenas à proteção do empregado,
mas, também, da empresa, notadamente, as garantias fundamentais
à ampla defesa, ao contraditório e ao devido processo legal,
praticadas, diuturnamente, por juízes trabalhistas que, em sua
preparação, foram tragados pelo viés protecionista das políticas
públicas, alavancadas por ideologias sociais -trabalhistas.

O tema traz à baila a discussão referente ao conflito entre os


princípios orientadores do nosso sistema jurídico, principalmente
no que concerne à segurança jurídica e à concretização da justiça,
impondo ao julgador, diante das peculiaridades do caso concreto,
o emprego da técnica da ponderação de interesses com o fito de
determinar o princípio preponderante.

A formação do operador do direito, mormente o trabalhista,


sempre foi a de dar ao empregado o caráter de hipossuficiente, uma
vez que, nos primórdios das lutas de classes, em que o trabalhismo
foi cunhado, o acesso à informação era precário, detendo o
empregador quase que a totalidade do poder, culminando em
absurdos cometidos contra todo o tipo de trabalhador, como cargas
excessivas de trabalho, salários indigno s, necessitando da
proteção às relações do trabalho que eram extremamente
desiguais.

Porém, em pleno século XXI, em que o acesso à informação


disponível para todos, impede que , com esse exacerbado
protecionismo ao empregado , este seja tratado como parte mais
fraca da relação de trabalho. Ainda que as empresas detenham o
capital, a proteção ao empregado faz com que esta, especialmente
quando tem que se defender em uma reclamação trabalhista , se
torne a parte mais fraca na relação ju rídico processual iniciada.

É comum termos reclamatórias iniciadas sem qualquer


embasamento, sem provas, sem documentos, uma vez que, sendo
o empregado tratado como hipossuficiente, à ele é dada toda a
vantagem, especialmente com a inversão automática d o ônus da
prova, o que possibilita que o mesmo, agindo com total má -fé,
desvirtue a verdade dos fatos, inventando jornadas laborais irreais
e impossíveis, sem que, ainda que existindo o instituto da litigância
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de má-fé, raramente essa é aplicada ao emprega do reclamante, o


que fomenta esse tipo de aventura processual.

Em toda a sistemática da CLT, são poucos os institutos que


protegem ao empregador. Ora, fora criada com forte viés social -
trabalhista, com fulcro à proteção do empregado e não das relações
de trabalho. Esse viés foi adotado pela esmagadora doutrina do
Direito do Trabalho e, obviamente, é a corrente dominante nas
diversas instâncias dessa Justiça especializada.

Como a CLT foi baseada na Carta del Lavoro fascista,


surgindo no Brasil na Ditadura de Vargas, traz em seu bojo a visão
paternalista do Direito do Trabalho. Essas deformações da visão
protecionista do direito trabalhista, faz com que seja engessado o
mercado laboral.

O paternalismo das leis trabalhistas brasileiras é tal que


chegou a inspirar-se nas leis penais que privilegiam o réu: in dubio,
pro reu, ou seja, havendo dúvida, é o trabalhador que deve ser
privilegiado, em detrimento do empregador.

O presente trabalho tem como finalidade demonstrar de


maneira técnica e objeti va que, diante do aludido protecionismo,
não existe uma justificação plausível para que o processo
trabalhista não tenha uma imediata e equilibrada prestação
jurisdicional, ainda que parcial, mas que não pode ser alheio as
mais amplas garantias constitucio nais.

Vale ressaltar que, essa visão protecionista é a que leva à


gritaria geral dos que defendem com unhas e dentes a
paternalidade para com o empregado, os quais tendem a
desrespeitar a reforma trazida pela Lei 13.467/2017, todos
questinando sua constitucionalidade.

A mesma for a editada em uma época em que praticamente


desaparecera a “segurança jurídica” das relações laborais,
mormente quando desembarcam no judiciário trabalhista. Vale
exemplificar com um caso em que eu venho trabalhando, na defesa
de uma empresa em que a Reclamante pediu demissão
voluntáriamente, entregando sua carta de demissão, e,
posteriormente entrou com a reclamatória alegando sua nulidade.

Se não houvesse a reforma, o risco para a empresa


reclamada era enorme de ver uma condenação absurda psto que,
antes, a reclamante poderia ingressar com qualquer aventura sem
risco de uma sucumbência ou litigância de má -fe, posto que não
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previstas na CLT. No entanto, com a criação dos art. 793 -B, I, II e


III (litigância de má -fé) bem como o art. 791 -C (honorários de
sucumbência), o reclamante e seu patrono pensam duas vezes em
pedir os mais variados absurdos, pois pode sair bem caro aos
mesmos.

DESENVOLVIMENTO

A a t i v i d a de do Ad v o g a d o P a t r o n a l .

Temos que a Advocacia Patronal é o ramo de atuação do


advogado trabalhista que visa, em uma primeira vertente, agir de
forma preventiva, sendo essa a de minimizar ou até mesmo prevenir
situações em que o empresário venha a sofrer algum tipo de
prejuízo em razão de uma decisão que não teve um resultado
satisfatório, podendo ser esta a contratação ou demissão de
funcionários, advertência e inclusive a rescisão de contratos de
trabalho.

A atividade precípua do Advogado Patronal é de caráter


preventivo pois procura assegurar evitar danos ao patrimônio
empresarial, servindo a atuação do Advogado Patronal para o
diagnóstico antecipado de um problema, evitando que o mesmo não
se torne um processo jurídico desvantajoso para a empresa.

Diante da esmagadora maioria dos contenciosos trabalhistas


terem como sucumbente o empregador, tem -se a problemática da
defesa deste prejudicada pelos mecanismos processuais laborais,
especialmente os previstos na Consolidação, que mitigam, muitas
vezes, a ampla defesa do Empregador, seja dificultando -lhe a
produção de provas, tolhendo a sua garantia ao duplo grau de
jurisdição, quando imputa -lhe a obrigatoriedade de funestos
depósitos recursais, quando juízes arbitram absurdas condenações
a fim de impossibilitar que o mesmo recorra de tais decisões, sendo
maior crítica feita ao famigerado depósito recursal, que, muitas
vezes, é impossível para um microempresário recolher.

Nesse âmbito, os profissionais especialistas na área do


direito do trabalho patro nal vão realizar defesas extrajudiciais e
judiciais, bem como a elaboração de recursos perante todas as
varas e tribunais da justiça do trabalho , inclusive com a realização
de sustentação oral.

Além das defesas em primeiro e segundo graus, realiza a


defesa patronal trabalhista em recuperação de empresas, bem como
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a realização de consultoria jurídica patronal, garantindo às


empresas a segurança jurídica necessária para que não venham
sofrer prejuízos na sua atividade econômica, tendo que arcar com
pagamentos de indenizações e multas tanto pelo não cumprimento
das normas e leis trabalhistas como, também, pelo pagamento de
indenizações decorrentes de acidentes de trabalho e estabilidade
gestacional, sindical ou doença, assim como demais situações que
venham a afetar o lucro e a credibilidade da mesma.

A Ad v o c a c i a P a t r o n a l e a Re f o r m a Tr a ba l hi s t a d e 2 . 0 1 7 .

Com a aprovação das Reformas do Direito do Trabalho,


aprovadas e sancionadas, as quais entram em vigor no mês de
novembro de 2.017, a atuação do advogad o patronal contencioso
obteve algumas facilidades, uma vez que muitas mudanças foram
feitas em prol da modernização das relações de trabalho, o que,
por sua vez, retirou do empregador diversos ônus, bem como
possibilita uma maior relativização dos direitos trabalhistas
existentes.

Tem-se que resaltar que o presente artigo for a redigido


antes da vigência da lei 13.467/2107 e que, por isso, fez alusão às
futuras reformas (hoje em vigor).

Na atuação do Advogado Patronal, com tais mudanças, tem -


se a possibilidade de auxiliar o empregador na rescisão, uma vez
que, com o fim da obrigação da homologação da mesma junto aos
sindicatos e Ministério do Trabalho, podendo ser a mesma feita
através de acordo entre as partes , patrão e empregado, o Advogado
Patronal terá grande responsabilidade na mesma, orientando a
empresa como deverá ser procedida a rescisão evitando problemas
jurídicos posteriores, uma vez que ao Advogado Patronal, espera -
se uma atuação voltada à prevenção.

Como não era de se duvidar, muitas entidades sindicais bem


como associações de juízes criticam a sua criação sob o argumento
de que garantias da CLT seriam extintas.

No entanto, tais mudanças modernizam as relações de


trabalho, as quais eram baseadas, como já dito, em institutos da
Era Vargas. A flexibilização das relações trabalhistas, haja vista
que, agora, os termos fixados na contratação e demissão, bem
como na negociação dos acordos e convenções coletivas, dá a
essas, caráter superior à normatização contida na CLT.
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As principais reformas, no que afetam a rotina do Advogado


Trabalhista patronal são:

a) a mudança na contagem dos prazos processuais que deixam


de ser contados em dias corridos para se adequarem as
regras do CPC/15, ou seja, contam -se em dias úteis;
b) a sucumbência por parte do Reclamante podendo este ser
condenado de 5% à 15%;
c) a existência de homologação de acordo extrajudicial que
será incluída no Processo Judicial Eletrônico, aumentando a
importância da ativida de do Advogado Patronal quando da
elaboração do acordo, uma vez que a homologação da
rescisão de contrato de trabalho poderá ser feita na
empresa, acabando com a obrigatoriedade de ocorrer nos
sindicatos ou nas Superintendências Regionais do Trabalho;
d) deixa de ser obrigatório o vínculo empregatício do preposto
da Reclamada, ou seja, pode ser um outro advogado do
escritório do Advogado Patronal.

Na defesa da empresa, ainda em sede de contestação, deve


atentar o profissional sobre o respeito ao que determina o art. 840,
§1º da CLT que determina que os pedidos devem ser liquidos e
certos, ou seja, faz-se obrigatório que o Reclamante indique o valor
em cada um dos seus pedidos, sob pena de extinção do processo
sem julgamento do mério, como já ocorria n os ritos do procedimento
sumaríssimo, em que as causas não ultrapassavam 40 salários
mínimos.

Diante disso, as reformas que entraram em vigor no dia 11


de novembro, tornaram a atuação do advogado patronal, que antes
era, na maioria dos casos, de caráter precipuamente defensivo e
buscando paleativos para uma menos condenação menos onerosa,
em caráter primordialmente preventivo, atuando em conjunto com a
direção da empresa para evitar transtornos com a justiça
trabalhista.

Para melhor defesa da empresa reclamada, temos que grande


atenção o advogado patronal deverá dar às iniciais das ações que
por ventura forem propostas, pois, com a redação do art. 840 da
CLT alterado pela reforma, o reclamante se vê obrigado a fazer o
pedido certo, determinado e líqui do, ou seja, indicando, em cada
um dos pedidos, o valor reclamado, sob pena de extinção do feito,
como já se exigia no rito do procedimento sumaríssimo, e, agora,
no rito ordinário. Isso obrigará ao mesmo colocar o valor da causa
com a obrigação de liquida r todos os pedidos da petição inicial.
Com esse cuidado, o advogado patronal poderá se ater a
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peculiaridades da inicial que antes não necessitava, aumentando


as teses de defesa.

Essa nova situação, no entanto, causará uma grande


diminuição do ajuizamento das ações trabalhistas, pois, além das
novas exigências, o que terá relação com a atuação dos advogados
dos reclamantes, os quais, por sua vez, deverão informar ao seus
clientes que haverá um maior risco na sua demanda, evitando as
lides temerárias traba lhistas, pois evitará que ingresse com a
reclamatória sem um mínimo de preparação, sem provas factíveis,
contanto apenas com a inversão do ônus, e com a obrigação de ter
que pagar custas processuais, perícias que vier a solicitar.

Essa nova situação obrigará uma maior vigilância do


advogado patronal, mesmo que devidamente atualizado e
preparado, utilizando de sua geralmente maior experiência, e, com
esta reforma, maior incentivo terá e vai se manter, principalmente
agora que vai receber honorários de sucumbência e lidará com um
adversário menos armado como antes.

C O N CL US ÃO
O desenvolvimento desse trabalho tem como base principal a
experiência de quase 20 anos de advocacia do Autor, especialmente
na defesa patronal junto à Justiça do Trabalho. Nesses anos,
diversas vertentes enfrentou o Autor na sua jornada profissional,
desde juízes extremamente paternais sendo bem obtusos quando
da defesa do empregado bem como, esses quase em caráter de
excepcionalidade, vertidos na proteção de quem fomenta a
economia nacional, o empregador.

O Autor não se desnuda de sua posição de proteção ás


empresa e ao empregador, mormente em se tratando, a empresa,
da fomentadora e criadora das vagas de emprego, principal fonte
de arrecadação fiscal e, acima de tudo, quem, efetivamente torna
viável a alocação de toda a mão -de-obra nacional.
Não se pode deixar de olvidar que a atuação do Advogado Patronal
é paralela ao do Advogado Empresarial, ainda que em ramos do
direito diversos. Porém ambos buscam a melhor situação para a
sobrevivência da empresa. Por via de consequência, essa atuação
garante a existência dos postos de emprego criados por elas.

Há que se destacar, nesse estudo da atividade da advocacia


patronal, que mais de 80% das empresas em que o advogado
prestará seus serviços é formado por micro e pequenas empresas
as quais, normalmente, não possuem condições financeiras de
manter um departamento jurídico em suas dependências,
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contratando advogados sempre quando acionadas judicialmente


pois, devido aos custos da ati vidade advocatícia, lhes é
impraticável buscar a advocacia preventiva, o que poderia lhes
evitar muitos passivos trabalhistas.

Portanto, em se tratando de ramo profissional da advocacia


que age em razão preventiva e não profilática, vez que busca
impedir, em primeira mão, danos desastrosos para a empresa
patrocinada, temos que compete ao advogado patronal, zelar como
linha de defesa primordial, evitando ações trabalhistas
desnecessárias, prejuízos financeiros causados por um passivo
trabalhista que, muit as vezes, causaria o impedimento da
continuidade do empreendimento empresarial, e, em último caso,
buscar, já dentro do contencioso, uma melhor saída economia para
a empresa, mormente em um acordo em condições favoráveis para
a mesma, a ser homologado pelo juiz da causa.

A prática forense trabalhista, demostra que a maioria


esmagadora das ações trabalhistas se resolvem através da
composição. É cediço que quando vão à julgamento e, por fim, a
espera de uma execução, normalmente, tem -se que o reclamante
se vê na difícil e árdua situação de buscar meios para satisfazer
seu crédito, o que mais que demonstrado está que, com o passar
dos anos, se torna muito mais difícil. Esse argumento é válido
quando o advogado patronal busca propor um acordo factível e
executável, seja com um valor mais baixo, seja com um
parcelamento mais vantajoso, não sendo tal situação voltada para
a geração de lucros da empresa, mas na mitigação dos prejuízos
causados pela certa sentença trabalhista desfavorável.

Imediatamente após a entrada em vigor da reforma, viu -se


um decréscimo significativo do ajuizamento das Reclamações
Trabalhista em todo o País, inversamente proporcional ao
ajuizamento no dia que antecedeu o início da vigência. Isso se
percebe pelo fato de que o acesso ao judi ciário trabalhista tornou-
se mais arriscado e custo ao reclamante, pois, agora, caso vencido,
corre o risco de ver-se condenado em custas e sucumbência, sem
contar que será obrigado a arcar com as despesas dos atos que
solicitar, como perícias, por exemplo .

Dessa forma, a atuação mais viril do advogado patronal, na


defesa da empresa que o constitui, deixou de ser tão fragilizada
como outrora, onde tudo era em prol do empregado e contra o
empregador.
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A vigilância do advogado patronal tornou -se mais factível,


uma vez que melhoraram os instrumentos e ferramentas para a
defesa da empresa.

Concluindo, de tudo que se vislumbrou nesse artigo, no que


tange a vida profissional do Advogado Patronal, tendo iniciado esse
estudo sob a égide da CLT fascista e, em seu percurso, findado
com a novel legislação trabalhista, tem -se que a sua atuação
profissional continua considerada de suma importância na vida da
empresa, seja no trato das situações cotidianas que demandem
atenção jurídica preventiva, seja quando se tornar necessária a
defesa contenciosa, mormente em época de crise financeira
nacional, lastreada em uma nunca conhecida depressão como o
brasil vive, sendo a combativa atuação do Advogado Patronal
necessária para a mantença da vida da própria empresa, se jam elas
as grandes empresas, as médias e, principalmente, as micro e
pequenas empresas, que respondem por mais de 80% da empresas
registradas em território nacional.

R E FE RÊ N CI AS
1- CLT Com A Reforma Trabalhista - Comparada e Atualizada
Cassar, Vólia Bomfim, 2017, Ed. Método/Gen ;
2- BOMFIM, Vólia et al. Direito do Trabalho . [S.l.: s.n.], 2017. p.
v. 1.
3- SCHIAVI, Mauro. Direito Processual do Trabalho . [S.l.]: RT,
2017. v. 1.
4- MARTINS, Sérgio. Direito do Trabalho . Rio de Janeiro: Atlas,
2017. v. 1
5- BOMFIM, Vólia. Reforma trabalhista . Rio de Janeiro: [s.n.],
2017.