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Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
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Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene
Sumário História da confeitaria no mundo 03 Confeitaria no Brasil 11 O confeiteiro 13 Higiene

Sumário

História da confeitaria no

mundo

03

Confeitaria no Brasil

11

O confeiteiro

13

Higiene na cozinha

17

Ferramentas da confeita ria

19

Cake design

22

Decoração de bolos

25

Recheios

40

Merengues

54

Congelamento de bolos

58

Pasta americana

64

Defeitos no bolo

76

Doces

78

Petit Gateau: um pouco de história e receita

82

Trufas

91

64 Defeitos no bolo 76 Doces 78 Petit Gateau: um pouco de história e receita 82
64 Defeitos no bolo 76 Doces 78 Petit Gateau: um pouco de história e receita 82
64 Defeitos no bolo 76 Doces 78 Petit Gateau: um pouco de história e receita 82
64 Defeitos no bolo 76 Doces 78 Petit Gateau: um pouco de história e receita 82
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se

HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO

HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m
HISTÓRIA DA CONFEI TARIA NO MUNDO Você já imaginou como é viver num mundo se m

Você já imaginou como é viver num mundo se m doces?

Descontrole emociona l, sudoreses e ansiedade.

Pois bem, nem sempre a

humanidade tinha

hábito de consum ir doces, muito menos d e confeitá-los. Pa ra conhecermos um pouc o mais sobre a origem d a confeitaria, falarei u m pouquinho quanto a su a história.

o

Os doces em sua maior ia

surgiram vinculados

comemorações, história s de amor, vitórias e assi m por diante, porém não p odemos comparar as receitas anteriore s a 1200-1300

d.C. aos doces que co nhecemos hoje. Foi um longo caminh o, literalmente

séculos de histó ria, para chegarmos aos

Antigamente os pratos existia o conceito sobremesa.

Os primeiros registros q uanto aos doces datam o sé culo I a.C: o grande filósofo ro mano Cícero cita ter comid o na Sicília um “Tubusfarin arius,

dulcissimo, edulioex

factus”, ou seja, deli ciosos

tubinhos de massa de fa rinha,

lacte

de

misturavam sabores doces e salgado s, já que não

dias atuais.

à

sabores doces e salgado s, já que não dias atuais. à muito doces, recheados com leite,

muito doces, recheados

com

leite, descrição

que

imediatamente faz pen sar a um dos doces mais fa mosos do mundo, o cannolo sic iliano.

com leite, descrição que imediatamente faz pen sar a um dos doces mais fa mosos do
com leite, descrição que imediatamente faz pen sar a um dos doces mais fa mosos do
com leite, descrição que imediatamente faz pen sar a um dos doces mais fa mosos do
com leite, descrição que imediatamente faz pen sar a um dos doces mais fa mosos do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do
cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos, leite, mel e pimenta do

cremes e pudins, feitos através da mi stura de ovos,

leite, mel e pimenta do r eino, que eram assados ou cozidos até f icarem densos. Existia o hábito tradicio nal de caramelizar amêndoas e ave lãs com mel,

rechear frutas

secas com nozes p ara festividades. O sabor doce a parecia mais

hidromel, que

ainda hoje é consumid o em algumas regiões. Entre os pov os etruscos e germânicos, se produzia o

frequentemente nas be bidas, das quais a mais comum era o

obtendo algo semelhan te ao nosso pé-de-moleque, além de

Era comum receitas de

te ao nosso pé-de-moleque, além de Era comum receitas de vinho de frutas, obtido da leve

vinho de frutas, obtido

da

leve fermentação

de

várias frutas.

O

a

descendente ma is

conhecido dessas bebid as

é a cidra, logo, não

desmereça só por não s er Champanhe!

Acho que ficou claro qu e, até então, NÃO hav ia açúcar na Europa. A

doçura vinha das frutas

ou

do mel; somente em 90 0 d.C. os europeus tiveram contato com

que era importado como especiaria do mundo árabe, mas tinha preço altíssimo para a maior parte da po pulação.

o ingrediente,

para a maior parte da po pulação. o ingrediente, em meio ao hábito d os banquetes,

em

meio ao hábito d os banquetes, a sobreme sa

foi incluída ao cardáp io,

A partir de 1.200 d.C.,

porém, servida antes

da

refeição principal, pois

se

acreditava que abria

o

estômago e a alma d os comensais (os primórd ios do Biotônico Fontour a!). As receitas derivavam d as

tradições culinár ias

as

Cruzadas passaram a te r influência árabe.

romanas e com

Finalmente, no século X IV a humanidade dá um salto em direçã o à confeitaria! Com a expansão ma rítima e as diversas expedições pa ra o Oriente, ingredientes fundamenta is começaram a chegar às cortes: o açú car de cana, o

cacau, a canela, o

acessível e a

descobrimento da Amé rica, o açúcar passa a ter preço mais

arroz, a noz-moscada e o cravo-da -índia. Com o

e a descobrimento da Amé rica, o açúcar passa a ter preço mais arroz, a noz-moscada
e a descobrimento da Amé rica, o açúcar passa a ter preço mais arroz, a noz-moscada
e a descobrimento da Amé rica, o açúcar passa a ter preço mais arroz, a noz-moscada
e a descobrimento da Amé rica, o açúcar passa a ter preço mais arroz, a noz-moscada
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda
história: o bolo genovês (pai do nosso Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda

história: o bolo

genovês (pai do nosso

Giobatta Cabona. Atravé s dele, inicia a moda dos bolos fofos, le ves e aerados, muito diferente dos pre parados anteriormente, que na realidad e seriam mais bem classificados como pães doces.

conhecido pão-de-ló), criado pelo con feiteiro italiano

prática da confeitaria de slancha! Surge o doce que marcará a

Devido ao açúcar de can a ser um ingrediente importado, em 174 7 descobriu-se que na beterraba era e ncontrado o mesmo teor de açúcar q ue na cana de

açúcar. Em 1801

foi

construída a primeira u sina de extração de beterrab a de açúcar do mundo. Tal
construída a primeira u sina
de extração de beterrab a de
açúcar do mundo.
Tal
substituição permitiu qu e os
profissionais pudessem
das cortes e abrir
sair
seu
próprio negó cio.
Quantidades imensas
de
receitas surgiram, e na I tália
apareceu o sorvete
massa.
de
A partir do século XIX
com
Petit fours
a
adição do açúcar da
beterraba, surgiu
“cultura da fornalha”
em toda Europa: não
somente a aparência
artística contava,
como a qualidade e o
sabor das receitas.
Foram descobertas as
massas de “biscuit”,
as folhadas, os
“petitfours”, massas
amanteigadas,
massas de amêndoas

e tantas outras, que era m servidas como acompanhamento pa ra a mais nova moda europeia: o café , o chá e o chocolate quente. Surge m os “Cafés e Confeitarias” e o hábito t ão comum na atualidade do cafezinho.

o chá e o chocolate quente. Surge m os “Cafés e Confeitarias” e o hábito t
o chá e o chocolate quente. Surge m os “Cafés e Confeitarias” e o hábito t
o chá e o chocolate quente. Surge m os “Cafés e Confeitarias” e o hábito t
o chá e o chocolate quente. Surge m os “Cafés e Confeitarias” e o hábito t
Em meados dos anos houve uma melhora 50, no poder aquisitivo e u ma recuperação
Em meados dos anos houve uma melhora 50, no poder aquisitivo e u ma recuperação
Em meados dos anos
houve uma melhora
50,
no
poder aquisitivo e u ma
recuperação da qualid ade
de vida da populaç ão,
ocorreu um aume nto
considerável
de
estabelecimentos
comerciais impulsiona dos
pela procura de produ tos
cada vez mais finos
elaborados. E assim,
e
a
confeitaria se estabel ece
como conhecemos hoje!
e a confeitaria se estabel ece como conhecemos hoje! possui em sua vitória ou, até mesmo,

possui em sua vitória ou, até

mesmo, o medo de jo ovens aprendizes, que tentavam esco nder de seus mestres os erros come tidos e, sem querer, descobriam receit as geniais que hoje viraram clássicos in substituíveis.

Infelizmente, falar de co nfeitaria (e de gastronomia em geral) do ponto de vista

histórico, não é das tar efas mais fáceis; são pouquíssimos os

que falam do assunto.

importância que era da da ao assunto. Os poucos relatos que

sua época, considerado s uma ociosa perda de tempo de glu tões, já que o

prazer da mesa foi, po r muito tempo, associado ao pecado

ponto que não podemo os esquecer é que o analfabetismo e ra a regra até mesmo para profissiona is de alto nível, o que inclui confeiteiros e cozinheiros. Assim, a tradição da c onfeitaria sobreviveu de maneira empí rica, passando quase secretamente de um confeiteiro ao seu sucessor.

Desenvolvimento da at ividade: o confeiteiro

da gula. Outro

textos originais parte, a pouca temos eram, a

A história da confeitaria origem uma história de

é sem dúvidas fascinante, cada doce amor, a comemoração de uma grande

Essa escassez de fontes se deve, em

A

atual

atividade

na

confeitaria é medida

por

várias funções, como

por

exemplo o de pa deiro, sorveteiro, chocol ateiro,

boleiro etc. Porém poss ui um longo percurso até che gar o

que é hoje denominad o de

confeiteiro. A atividad e de confeiteiro teve a sua o rigem

um longo percurso até che gar o que é hoje denominad o de confeiteiro. A atividad
um longo percurso até che gar o que é hoje denominad o de confeiteiro. A atividad
um longo percurso até che gar o que é hoje denominad o de confeiteiro. A atividad
um longo percurso até che gar o que é hoje denominad o de confeiteiro. A atividad
um longo percurso até che gar o que é hoje denominad o de confeiteiro. A atividad
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas
na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas

na panificação, como c onsequência do aprimoramento no pe ríodo da idade média de suas técnicas de manipulação, assim como o refiname nto de receitas com a adição de ingred ientes como o mel, frutas secas e cond imentos; antes

escassos na cozinha. Estes espe cialistas eram

denominados como pad eiros do mel. Em 1643 eles fundaram e m Nüremberg, Alemanha, a fabricação do pão de mel. Além da produção de pã es de mel, eles paralelamente trabalhav am com a cera, obtida da retirada dos fa vos de mel.

Com isso criou-se a pro dução de velas, quadros, e imagens de

eram obtidos com molde s de madeira que eram esculpidos e tra nsformados em

magníficas formas que eram retirados e Tais artesanatos eram altares e paredes. Até

realizado por confeiteiro s de localidades na Alemanha. Dos pa deiros do mel,

há muito pouco tempo atrás, este of ício ainda era

santos. Estes

raros ou totalmente

recebiam a cera derretida e depois d e endurecidos dados os devidos acabamento s artesanais.

distribuídos nas igrejas e residências

para enfeitar

originou-se uma outra (Zuckerbäcker) e mais decora e confeita).

A Profissão

Os confeiteiros

considerados os arte sões do

açúcar e incluídos no

grandes artistas. Por e sta razão

corte de

rol dos

eram

atividade denominada de padeiro s do açúcar

que também

tarde os confeiteiros (aquele padeiro

açúcar que também tarde os confeiteiros (aquele padeiro eram empregados na grandes nobres. No século XVII
açúcar que também tarde os confeiteiros (aquele padeiro eram empregados na grandes nobres. No século XVII

eram empregados na grandes nobres.

No século XVII era figu ra central

nas festas da nobreza.

Eram eles

que preparavam as

grandes

decorações de mesa c om peças

no estilo barroco, tão que hoje seria muito

reproduzir semelhante a rte.

Inspirados na arquitetur a barroca,

de

refinadas

difícil

eram desenvolvidas

peças e

estruturas em açúcar e

“tragant”,

uma espécie de mass a elástica

massa de

marzipan, eram esculpi das flores,

feita de geleia. Com a

e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita

7

e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
e “tragant”, uma espécie de mass a elástica massa de marzipan, eram esculpi das flores, feita
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada
frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó. profissionais não era brecada

frutas e animais que rec eberam a inspiração do estilo rococó.

profissionais não era brecada por nen huma barreira eram incentivados pelo estilo extravaga nte das cortes

europeias. A atividade d e confeiteiro se estabelece: mestres e m decoração e

arquitetura de mesas de banquetes, com suas estruturas magníf icas decoradas

refinavam e

embelezavam suas cria ções. Obras, as quais não ficavam aq uém de outros profissionais da arte.

as entradas de

em recepções de casamentos e ba tizados, como

o sabor e a principalmente admiração nos

convidados. A confeitari ia ficava na ponta da hierarquia da co zinha da corte, muitas vezes mais impo rtante do que as carnes, os peixes ou me smo as aves.

mostrar toda a pompa

qualidade dos alimento s e sim com o luxo, a elegância e

Na grande maioria das vezes, eram contratados para decorar

bailes, principalmente também em velórios.

com peças açucarad as e que com corantes vegetais,

A criatividade desses financeira, ao contrário,

A preocupação principal não era com

e riqueza do contratante, gerando

Açúcar de beterraba

Em 1747 descobriu-se

beterraba se encontrava o mesmo

teor de açúcar que na

açúcar. Em 1801 foi co nstruída a primeira usina de ext ração de

beterraba de açúcar do mundo. A Europa podia assim, s ubstituir o caro açúcar de ca na, pelo

cana de

que na

acessível açúcar da

beterraba.

Assim, o profissional

pôde sair

da beterraba. Assim, o profissional pôde sair das cortes e abrir se u próprio negócio. Quase
da beterraba. Assim, o profissional pôde sair das cortes e abrir se u próprio negócio. Quase

das cortes e abrir se u próprio negócio. Quase na mes ma época, quantidades imensas de rec eitas surgiram. Na Itália apareceu o s orvete de

massa, que logo foi a dotado na confeitaria.

No verão, os c onfeiteiros misturavam frutas fre scas nas

suas produções. No ou tono, eles

aproveitavam as frutas

maduras e

as transformavam em

geleias e

compotas para uso d urante os

meses frios. O creme d e leite foi

apresentado na versão

do famoso creme chantilly. Inúmero s bolos foram

d urante os meses frios. O creme d e leite foi apresentado na versão do famoso
d urante os meses frios. O creme d e leite foi apresentado na versão do famoso
d urante os meses frios. O creme d e leite foi apresentado na versão do famoso
d urante os meses frios. O creme d e leite foi apresentado na versão do famoso
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,
lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895,

lançados com essa d elícia. Uma das primeiras receitas de conhecimentos vem de 1 895, a “Prinzregententorte”.

que

se têm

Confeitaria-Café.

Final do século XIX,

muitas

confeitarias passaram a

servir

e

XIX, muitas confeitarias passaram a servir e em seus estabeleci mentos cafés, sendo conh ecidos como

em seus estabeleci mentos

cafés, sendo conh ecidos

como os “Cafés

Confeitarias” muito apre ciadas até hoje em Viena, pe lo seu

aconchego. Eram locai s que

exalavam a cultura e o Estabelecimentos frequentados por

conhecidas, onde Fre ud se encontrava com Breue r para discutir as problemátic as da psicanálise. Com o fim da Se gunda Guerra Mundial, mais precisam ente à partir dos anos cinquenta, on de houve uma

melhora no poder aqui sitivo e uma recuperação da qualida de de vida da

aumento considerável de estabelecimen tos comerciais

impulsionados pela proc ura de produtos cada vez mais finos e el aborados.

História da Confeitaria Artística

população, ocorreu um

luxo.

figuras

também

como cak e design

de

com

pastas de açúcar e glac ês reais,

decorar

A confeitaria artística,

conhecida

ou sugarcraft,

decorar A confeitaria artística, conhecida ou sugarcraft, é e a arte bolos doc es produzindo peças

é

e

a

arte

bolos

doc es

produzindo

peças

espetaculares.

Os re sultados

podem

realmente

ser

surpreendentes, alguma s vezes

quase

desafiando

as

leis da

física.

que

foi

Este é mais um exe mplo de

produto estrangeiro

melhor. Foram

desenvolvidas receitas e técnicas de decoração que nos permite m ter, hoje, um

adaptado à realidade b brasileira, fazendo nascer algo ainda

e técnicas de decoração que nos permite m ter, hoje, um adaptado à realidade b brasileira,
e técnicas de decoração que nos permite m ter, hoje, um adaptado à realidade b brasileira,
e técnicas de decoração que nos permite m ter, hoje, um adaptado à realidade b brasileira,
e técnicas de decoração que nos permite m ter, hoje, um adaptado à realidade b brasileira,
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações
países parece muito firmes e secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações

países parece muito firmes e

secos para conseguir a guentar todo o peso das decorações d e açúcar, algo que vemos ainda hoje e m muitos lugares.

Apesar de ter aume ntado

bolo macio, úmido e fin amente decorado, algo que em outros uma contradição. Realm ente, os bolos antes precisavam ser

uma contradição. Realm ente, os bolos antes precisavam ser muito o interesse pela confeitaria artística no

muito o interesse

pela

confeitaria artística no

Brasil

nos últimos anos, esta é é uma

festas

e casamentos brasileir os há muito tempo. Já em 19 04, o Barão da Aliança ofe receu

arte que faz parte das

um banquete em sua fa zenda

Brasil,

ao futuro presidente do

Nilo Peçanha. Ao fin al do

bolo

jantar foi servido um

recheado com ganach e, batizado de Gâteau Suprême, m inuciosamente decorado com pasta de açúcar e glacê real.

Embora a Inglaterra se ja muitas vezes apontada como berço artística, acredita-se qu e tenha sido a Itália a precursora na

decorados. Assim com o o sorvete e incontáveis outros doces , a decoração artística foi introduzida p or Caterina de Medici na corte francesa quando ela se

casou com o duque de foram seus talentosos

grandiosidade do evento , o primeiro bolo em andares da história . Futuramente, já no século XX, surgi ria a tradição dos bolos de três and ares, cada um

representando uma ali ança entre o casal: o noivado, o c asamento e a eternidade.

Orleans (que depois se tornou rei da Fra nça). Seu dote confeiteiros, os quais criaram, de mane ira a refletir a

da confeitaria arte dos bolos

de mane ira a refletir a da confeitaria arte dos bolos Somente em 1660 es sa

Somente em 1660 es sa arte

chegou à Inglaterra, qu ando o

pátria

para reclamar seu trono e levou

consigo um grup o de habilidosos con feiteiros

franceses. A partir de e ntão, a

rei Charles II voltou à

Inglaterra passou

a

desenvolver cada vez

mais as

técnicas de decoraçã o com

glacê real, que era inclusive para revestir o

usado bolo. Daí o costume de os noivos cor tarem juntos a

o com glacê real, que era inclusive para revestir o usado bolo. Daí o costume de
o com glacê real, que era inclusive para revestir o usado bolo. Daí o costume de
o com glacê real, que era inclusive para revestir o usado bolo. Daí o costume de
o com glacê real, que era inclusive para revestir o usado bolo. Daí o costume de
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
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primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era
primeira fatia de bolo, a precisava de ajuda para rompê-la. rígida cobertura de açúcar era

primeira fatia de bolo, a

precisava de ajuda para rompê-la.

rígida cobertura de açúcar era muito

dura e a noiva

CONFEITARIA NO BRA SIL

A história da confeitaria e especificamente dos bolos, no Brasil, s e desenvolveu

nosso país. A

princípio, os doces con ventuais portugueses se difundiram, m as logo foram sendo enriquecidos por i ingredientes nativos, como frutas em ge ral e mandioca.

O constante contato co m Portugal fazia com que chegasse ao Brasil todas as

influências da

tendo como pano de fun do a miscigenação tão característica de

novidades e modas na confeitaria francesa.

corte portuguesa, vindo daí as primeiras

francesa. corte portuguesa, vindo daí as primeiras O ciclo da cana-de-açúc ar teve também papel funda

O ciclo da cana-de-açúc ar teve

também papel funda mental, pois havia abundânc ia de matéria prima para a pr odução de doces.

Nos engenhos e fa zendas,

fazia parte do lazer das Sinhás

o preparo de doces,

bolos e

compotas, além de s er uma

habilidade fundamental

para as

jovens. Surgiram receit as desenvolvidas pelas ricas famílias

do nordeste,

conservadas à sete cha ves:Bolo Souza Leão, Bolo Fonseca Ra mos, Bolo Luís

Felipe, e outras feitas em

As ordens re ligiosas

homenagem à personalidades em gera l.

As ordens re ligiosas homenagem à personalidades em gera l. portuguesas tiveram grande influência. Trouxeram o

portuguesas tiveram

grande

influência. Trouxeram o

hábito

de produzir doces

nos

conventos, que se jus tificava

por variados motivo s: Em Portugal, foram os co nventos

os responsáveis

pelo

desenvolvimento das m elhores

técnicas de cozinha, p pois há

de

hospedagem para Reis e Rainhas quando viajavam. Por outro

séculos serviam

lado, quando o

Marques de Pombal im pôs sérias restrições financeiras às ord ens religiosas, estas começaram a prod uzir doces para vender e garantir sua so brevivência.

financeiras às ord ens religiosas, estas começaram a prod uzir doces para vender e garantir sua
financeiras às ord ens religiosas, estas começaram a prod uzir doces para vender e garantir sua
financeiras às ord ens religiosas, estas começaram a prod uzir doces para vender e garantir sua
financeiras às ord ens religiosas, estas começaram a prod uzir doces para vender e garantir sua
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de
No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição à farinha de

No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes e m substituição

à farinha de trigo, ingr ediente escasso. A massa de mandio ca tornou-se o

ingrediente principal de

coco, costume trazido p elos escravos de Moçambique, também confeitaria.

Segundo o livro “Histó ria da

Confeitaria no Mundo”,

das

princesa

d´Eu, em outubro de 18 89, foi

um

mandioca:

“Massa de mandioca m ole ou

carimã, leite de coco, g ema e clara de ovos, açúcar b ranco, sal e manteiga. Mist ura-se bem e peneira-se a massa,

forma

untada de manteiga. Un s quarenta minutos, em forno esperto.

levando-a a assar em

Está no ponto

palito, este sai enxuto. Tira-se com cui dado da forma

quando, metendo-se um

uso do leite de marcou nossa

bolos absolutamente espetaculares. O

leite de marcou nossa bolos absolutamente espetaculares. O o bolo da Bodas bolo de Prat a

o bolo

da

Bodas

bolo

de

Prat a

Isabel,

de

com

Conde

de

mass a

porque o bolo pode par tir-se. A ciência é conseguir a crosta b em assada e o conteúdo ligado mas ten ro por igual.”

Os primeiros doces gen uinamente brasileiros foram o pé-de-mol eque, a paçoca

a rapadura, a mãe b enta

(espécie de broa), a coc ada,

os Quindins de Iaiá,

dos bolos de mandioca.

a coc ada, os Quindins de Iaiá, dos bolos de mandioca. além O primeiro bolo de

além

O

primeiro bolo de farin ha a

se

adaptar no Brasil f oi o

Pão-de-ló, de ori gem

portuguesa. Rapidam ente, tornou-se bastante pop ular,

dos

preferidos para b olos

recheados. Antigament e, e

era

hábito consumir o pão- de-ló

em fatias, torradas, aco mpanhando o chá, café ou vinho do Porto .

Os imigrantes europeu s tiveram enorme influência nos hábi tos brasileiros,

introduzidas a

e até

hoje,

é

um

sobretudo em Portugal,

inclusive na confeitaria.

Ingredientes, técnicas e receitas foram

partir do início de século XX.

em Portugal, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram partir do início de século XX.
em Portugal, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram partir do início de século XX.
em Portugal, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram partir do início de século XX.
em Portugal, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram partir do início de século XX.
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as
Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem as

Mudanças que produzira m uma riqueza de paladar que não seri a possível sem

as índias, essas sim

africanas. A farinha, qu e era um ingrediente escasso, era s ubstituída pela

já a grande

nossa culinária. Com o tempo, começ aram a surgir

receitas novas e origina lmente brasileiras, como o quindim-de- iaiá, a cocada,

os bolos de mandioc a e as broas de milho. Muitas r eceitas foram

bolos e doces

como uma afirmação d e status social, para maravilhar os con vidados e, por isso, eram secretas, pas sadas de geração em geração.

com

o fim da escravidão v imos

de

estrangeiros que vinha m ao Brasil com suas cult uras,

por

incrível que pareça, m udas de plantas das terras n atais. Eram europeus e árabe s no início, que logo f oram

por

memórias culinárias e,

uma nova safra

desenvolvidas pelas rica s famílias nordestinas, que serviam seus

massa de mandioca e influência africana da

as primeiras cozinheiras do Brasil, o u as escravas

as amêndoas pelo coco, apontando

No final do século XIX,

as amêndoas pelo coco, apontando No final do século XIX, seguidos também japoneses. Toda essa diversidade

seguidos também japoneses.

Toda essa diversidade f oi se espalhando pelo Brasil, que acolhe u as novidades

e tomou-as para si.

gosto do brasileiro durante todo o s éculo XX. Nos

últimos anos, o Brasil

plano, voltam

como protagonistas, alé m de receitas que já tinham saído de m oda como, por

exemplo, o brigadeiro e

produtos gourmet. Fora am necessários quinhentos anos para entendermos que o que a nossa grama é tão verde quanto a do vi zinho.

prateleiras de

Ingredientes brasileiríssi mos, que se viam relegados a segundo

adaptadas e

reinventadas, caindo no

As receitas foram aos poucos sendo

tem passado por um verdadeiro re descobrimento.

o bolo-de-rolo, que hoje são vistas em

re descobrimento. o bolo-de-rolo, que hoje são vistas em O CONFEITEIRO Confeitar é uma arte na

O CONFEITEIRO

Confeitar é uma arte na qual um profissional,

devidamente treinado, p põe em prática não apenas

seus dons culinários,

misturas guardados à s sete chaves. O resultado é maravilhoso e pode ser notado pela expressão facial daqueles que experim entam suas maravilhosas

criações.

como também segredos e

pode ser notado pela expressão facial daqueles que experim entam suas maravilhosas criações. como também segredos
pode ser notado pela expressão facial daqueles que experim entam suas maravilhosas criações. como também segredos
pode ser notado pela expressão facial daqueles que experim entam suas maravilhosas criações. como também segredos
pode ser notado pela expressão facial daqueles que experim entam suas maravilhosas criações. como também segredos
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados
É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais qualificados

É fato afirmar, no en tanto, que é escasso o número d e profissionais

qualificados que se enq uadrem nos parâmetros ideais para o tr abalho na área

de produção de aliment os e, principalmente, de profissionais a ptos à praticar

a confeitaria. Sendo as sim, a devida capacitação trará aos p rofissionais da área grandes perspectiv as de trabalho e um futuro promissor.

não possuem

conhecimento sobre ess a arte, é que em se tratando de receita s, não há lugar

O grande segredo da

confeitaria, para aqueles que ainda

para chutes. Os ingred ientes devem ser rigorosamente medid os e pesados para que nada dê errado .

Portanto, é fundamenta l que o confeiteiro saiba que na arte

da confeitaria

as

receitas são muito ba lanceadas e não cabem improvisações.

Balanças e recipientes g raduados são materiais indispensáveis.

Na arte da confeitaria

as receitas são muito balanceadas

e não cabem

improvisações

Para que se tenha suce sso na profissão, o confeiteiro precisa dominar certas técnicas. Entre elas destacam-se:

compreender e

Matéria-prima

Entre elas destacam-se: compreender e Matéria-prima O confeiteiro não dev e estocar muitos alimentos, poi s

O confeiteiro não dev e estocar

muitos alimentos, poi s muitos

envelhecem e perdem o frescor e

a qualidade. Arroz, f arinha e

amido devem ser guard ados em

recipientes fechados

hermeticamente. Os ma is frágeis como o creme de l eite e o chocolate só deve m ser

comprados no último

No caso das frutas, el as devem

ser compradas principalmente quando

compradas de culturas o rgânicas, principalmente quando for utili zar a casca.

Organização

momento.

maduras for preparar geleias. As frutas cítric as devem ser

O confeiteiro capacitado sabe da importância do pré-preparo, ou seja, preparar,

no final do dia, as receit as que serão executadas apenas no dia seguinte, como

recheios, massas e até

mesmo deixar a manteiga em tempera tura ambiente.

executadas apenas no dia seguinte, como recheios, massas e até mesmo deixar a manteiga em tempera
executadas apenas no dia seguinte, como recheios, massas e até mesmo deixar a manteiga em tempera
executadas apenas no dia seguinte, como recheios, massas e até mesmo deixar a manteiga em tempera
executadas apenas no dia seguinte, como recheios, massas e até mesmo deixar a manteiga em tempera
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque
Para isso, é preciso qu e ele tenha uma gr ande capacidade organizaci onal. Estoque

Para isso, é preciso qu e ele

tenha

uma

gr ande

capacidade

organizaci onal.

Estoque

O chef confeiteiro deve sempre conferir quais sã o as receitas que irá elabor ar e se possui, em esto que, todos os ingredie ntes necessários para exe cutá- las.

todos os ingredie ntes necessários para exe cutá- las. Planejamento Etapa fundamental par a a execução

Planejamento

Etapa fundamental par a a execução e o sucesso do traba lho. Nada de

improvisos. Tudo deve

para a perfeita elaboraçã ão das receitas.

Para que se tenha suce sso na profissão, o confeiteiro precisa dominar certas técnicas

compreender e

antecedência

ser pensado, revisado e certificado com

Qualidade

Indiscutivelmente, a bo a qualidade dos alimentos depende do s ingredientes, que deverão ser os me lhores possíveis. Além disso, as preocu pações com a higiene, os cuidados dur ante a manipulação e a execução corre ta das técnicas de elaboração são os f atores que levam à obtenção de um p roduto de boa qualidade.

Este

levam à obtenção de um p roduto de boa qualidade. Este ofício não é tão moderno

ofício

não

é

tão

moderno

quanto

mu itas

pessoas

podem

crer.

A

profissão

de Confeit eiro,

que

exige

m uita

engenhosidade e o dom

de

criar e recriar, remete

ao

período

do

Imp ério

Romano,

durante

o

qual

este

povo

aprendeu

a

produzir

bolos

e

do ces

confeitados, valendo-se

de

ingredientes

saborosos

e

este povo aprendeu a produzir bolos e do ces confeitados, valendo-se de ingredientes saborosos e 15
este povo aprendeu a produzir bolos e do ces confeitados, valendo-se de ingredientes saborosos e 15
este povo aprendeu a produzir bolos e do ces confeitados, valendo-se de ingredientes saborosos e 15
este povo aprendeu a produzir bolos e do ces confeitados, valendo-se de ingredientes saborosos e 15
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em
inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus quitutes em

inusitados, como farin ha, aveia e vinhos, na tentativa de c onverter seus

quitutes em obras sem gastronômica.

O trabalho do conf eiteiro afeta diretamente os sentid os humanos,

ma obrigação e

tanto, pois com seus pro dutos ele vai atrair ou afastar possíveis consumidores.

principalmente o palada r, portanto ele detém em suas mãos u

igual, atraindo assim inúmeros adep tos desta arte

Embora haja um certo árduo.

glamour em torno desta profissão, ela

exige trabalho

Nas padarias, principal mente, os profissionais principiam sua

jornada às 23

horas e só deixam o po sto por volta das cinco da manhã, par a disponibilizar

aos clientes, logo cedo,

esforçam para deixar se us confeitos semelhantes, muitas veze s, a uma peça de arte.

uma série de guloseimas. Sem falar no quanto eles se

Também nos super mercados estão presentes estes

especialistas,

desenvolvendo suas re ceitas com base nas orientações de

nutricionistas.

Neste ramo há muito lu cro, mas também muitas perdas, pois a

matéria-prima

utilizada na confecção

dos produtos confeitados é altamente

suscetível ao

perecimento. Eles deve m, portanto, ser consumidos em apenas três ou quatro dias.

Além de zelar pela qual idade dos produtos e sua validade, os p rofissionais de

mercados pequenos tam bém verificam como as coisas estão se na seção de co nfeitaria, fiscalizam as ven das, o esbanjamento de produt os, entre

outros setores

estabelecimento relacio nados ao seu trabalho. Este ca mpo é o

que mais depende das

do talento dos profissio nais que

atuam em um super mercado, portanto demanda inve ntividade e a criação de condiç ões mais favoráveis ao rendimen to desta área.

precisam

também experimentar c onstantemente novas receitas, visando a ssim distinguir

as que produzem me lhores resultados e quais ingredien tes são mais

agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios

Os profissionais

desenrolando

agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios Os profissionais desenrolando do mãos

do

mãos e

agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios Os profissionais desenrolando do mãos
agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios Os profissionais desenrolando do mãos
agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios Os profissionais desenrolando do mãos
agradáveis para os con sumidores. Apenas nos supermercado s os cardápios Os profissionais desenrolando do mãos
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante
seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha. Esta profissão requer u ma incessante

seguem um roteiro pré -estabelecido pelos nutricionistas ou cozinha.

Esta profissão requer u ma incessante dedicação aos estudos, p ois o mercado

especializados, além de não contar co m produtos de

alta qualidade e recurso s específicos.

É recomendável estar s empre se atualizando, se vestir bem, a presentar uma boa aparência, ser intré pido, audaz e empreendedor, além de e star disposto a trabalhar duro, para con quistar um espaço cada vez maior nesta área.

carece de trabalhadores

por chefes de

HIGIÊNE NA COZINHA

Produtos de Limpeza

Os produtos de l impeza industrial não são os m esmos da limpeza dom éstica. Empreendedores deve m ficar atentos aos p rodutos específicos para sua co zinha e

mantê-los longe dos ali mentos.

não se

Na cozinha industrial

usa produtos com cheiro forte e tudo deve ser bem enxa guado.

Fique atento ao uso dos produtos corretos para cada superfície,

produtos abrasivos a s uperfície pode sofrer corrosão e começ ar a acumular restos de comida difícei s de limpar.

pois se utilizar

restos de comida difícei s de limpar. pois se utilizar Detalhes Importantes As lixeiras devem lavadas
restos de comida difícei s de limpar. pois se utilizar Detalhes Importantes As lixeiras devem lavadas

Detalhes Importantes

As lixeiras devem

lavadas com água e sab ão e

ser

ser bem secas. T odas

devem ser acionadas

com

pedais (nunca com as m ãos)

e

precisam,necessariamen nte,

ao

lixinho de pia, pois ele p rovoca contaminações.

ter tampa. Diga adeus

as m ãos) e precisam,necessariamen nte, ao lixinho de pia, pois ele p rovoca contaminações. ter
as m ãos) e precisam,necessariamen nte, ao lixinho de pia, pois ele p rovoca contaminações. ter
as m ãos) e precisam,necessariamen nte, ao lixinho de pia, pois ele p rovoca contaminações. ter
as m ãos) e precisam,necessariamen nte, ao lixinho de pia, pois ele p rovoca contaminações. ter
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização
Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre após cada utilização

Os utensílios usados na cozinha devem ser lavados com água quente sempre

após cada utilização e poeira e gordura.

ao abrigo de

todas as peças devem ser guardadas

e gordura. ao abrigo de todas as peças devem ser guardadas Alimentos devem ter sua área
e gordura. ao abrigo de todas as peças devem ser guardadas Alimentos devem ter sua área

Alimentos devem ter sua

área

de higienização com

pia

Evite

com

separada e esse local pr recisa

ser limpo diariamente.

contato de alimentos la vados

com não lavados ou bancadas e pias sujas.

Quem trabalha na co zinha deve ter local próprio pa ra se trocar e se lavar e ta mbém usar uniforme adequad o, com touca, avental ou bata e ca lçado,mantidos sempre limpos.

Os vestiários e sanitári os também devem ser

limpos com a mesma

pois germes e bactéria s podem passar de um

ambiente para o outro. a limpeza da cozinha,

frequência da cozinha,

Além dos cuidados com é preciso cuidar da

bastante água e sabão

géis anticépticos não

limpeza das mãos de to dos os que manipulam

alimentos e utensílios. L ave as mãos a partir do

antebraço, sempre com

e mantenha unhas curt as e limpas e cabelos

presos com touca. Os

substituem a lavagem, m as são úteis.

O combate às pragas d eve ser feito com dedetização profission al autorizada e

com cuidados no armaz enamento dos alimentos e também no de scarte do lixo.

o lixo pelo menos 2 vezes por dia e in stale telas nas

janelas, que também de vem ser lavadas com frequência.

em cozinhas

industriais, consulte a r esolução RDC 216 de 15/09/04 da ANV ISA quanto às

boas práticas no pre paro de refeições e manutenção d a limpeza da suacozinha.

Remova completamente

Para saber mais sobre

as normas de higiene e segurança

e manutenção d a limpeza da suacozinha. Remova completamente Para saber mais sobre as normas de
e manutenção d a limpeza da suacozinha. Remova completamente Para saber mais sobre as normas de
e manutenção d a limpeza da suacozinha. Remova completamente Para saber mais sobre as normas de
e manutenção d a limpeza da suacozinha. Remova completamente Para saber mais sobre as normas de
FERRAMENTAS DA CO NFEITARIA Utensílios para Confeit aria: O Essencial para o seu Negócio Trabalhar
FERRAMENTAS DA CO NFEITARIA Utensílios para Confeit aria: O Essencial para o seu Negócio Trabalhar
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FERRAMENTAS DA CO NFEITARIA

Utensílios para Confeit aria: O Essencial para o seu Negócio

Trabalhar com a venda

grande desafio. Um pas so importante é adquirir os utensílios p ara confeitaria necessários.

É claro que se você ent rar em uma loja encontrará uma infinida de de opções. Existem diversos uten sílios com funcionalidades maravilho sas que são

vendidos em todas as confeitaria.

Você não vai precisar n o início de seus trabalhos de um a cozinha equipada com cent enas de utensílios para confei taria. No

lojas de

de doces e chocolates sem ter experiênc ia pode ser um

de de doces e chocolates sem ter experiênc ia pode ser um início dos negócios de

início dos negócios de

venda de

doces e chocolates

é comum

trabalhar com uma d iversidade menor de produtos. O q ue requer uma quantidade m enor de utensílios.

Outro ponto a avaliar é

de seu negócio é semp re importante reduzir custos. Por isso, q uanto menor o número de utensílios co mprados, menor será seu custo inicial p ara começar a produzir.

menos. Não é

Para o sucesso

o investimento financeiro em utensílios.

Coloque como um prin cípio de seu negócio: fazer mais com

necessário gastar rios d e dinheiro para fazer seu negócio dar cer to.

Utensílios para Confeit aria – O Essencial

1 – Onde Comprar

Você encontrará todos você more no interior, e

faça uma pesquisa na I nternet. Não tenha dúvidas em utilizar comprar seus utensílios, hoje em dia, é muito seguro e simples.

As lojas mais famosas vendem seus produtos.

algumas lojas só aceita am a retirada no local, enquanto oura s lojas enviam pelos Correios.

a Internet para

não consiga algum destes produtos e m sua cidade,

os produtos indicados em lojas para co nfeitaria. Caso

para confeitaria possuem sites especi alizados, onde Antes de comprar veja a disponibilida de de entrega,

Caso para confeitaria possuem sites especi alizados, onde Antes de comprar veja a disponibilida de de
Caso para confeitaria possuem sites especi alizados, onde Antes de comprar veja a disponibilida de de
Caso para confeitaria possuem sites especi alizados, onde Antes de comprar veja a disponibilida de de
Caso para confeitaria possuem sites especi alizados, onde Antes de comprar veja a disponibilida de de
2 – Invista em qualidad e É importante investir em barato pode sair caro. C
2 – Invista em qualidad e É importante investir em barato pode sair caro. C
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2 – Invista em qualidad e

É importante investir em

barato pode sair caro. C ompre

poderá

utilizar por um longo tem po.

Pesquise a qualidad e da marca que você vai co mprar,

alguma

reclamação na Intern et da marca em questão. Pe rgunte em grupos do Facebo ok se alguém já utilizou a mar ca que você deseja comprar.

veja se existe

utensílios que você

utensílios de qualidade. Existem situa ções em que o

utensílios de qualidade. Existem situa ções em que o 3 – Pesquise preços m elhores Não

3 – Pesquise preços m elhores

Não deixe de pesquisa r e comparar os preços dos utensílios . É importante verificar também o valo r do frete, caso você compre pela inter net. O valor do frete pode fazer com qu e determinados utensílios saiam mais ca ro pela Internet do que a loja próxima da sua casa.

4 – Utensílios Básicos Para você que deseja vender doces e chocola tes, a seguir

4 – Utensílios Básicos

Para você que deseja

vender doces e chocola tes, a seguir deixo uma lista com o s principais utensílios:

começar a

Para você que deseja vender doces e chocola tes, a seguir deixo uma lista com o
Para você que deseja vender doces e chocola tes, a seguir deixo uma lista com o

01

Panela de fundo gros so;

 

01

Espátula de silicone

pão duro;

01 Jogo de colhere s e xícaras

medidoras;

 
medidoras;  

01

Termômetro de uso c ulinários;

01

Espátula

para

cho colate

(aço

ou

plástico);

 

01 Garfo de alumínio de ponta dupla;

Papel manteiga.

 
cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  

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cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
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cho colate (aço ou plástico);   01 Garfo de alumínio de ponta dupla; Papel manteiga.  
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
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5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos
5 – Tipos de forminhas Você também vai preci sar de forminhas para alguns tipos

5 – Tipos de forminhas

Você também vai preci sar de forminhas para alguns

tipos de produtos. Veja

quais os tipos básicos que

você vai encontrar no m ercado:

Formas de acetat o;

Formas de acetat o com silicone;

Formas de silicon e;

Formas de plástic o ou polipropileno;

Formas de polica rbonato.

O preço das formas vari a muito conforme o material. As

baratas. Você deve avaliar a

sua disponibilidade fi nanceira para adquirir suas formas.

de acetato são as mais

6 – Dicas de embalage ns

Para você que quer util izar embalagens mais simples,

ns Para você que quer util izar embalagens mais simples, você encontra as seguin tes opções:

você encontra as seguin tes opções:

Papel chumbo;

Embalagens

brigadeiro;

de

papel

Embalagens quat ro pétalas;

Tapetinho para do oces;

Embalagens para trufas;

Saquinhos de cel ofane.

 Embalagens para trufas;  Saquinhos de cel ofane. Com estes utensílios receitas. Agora é coloca
 Embalagens para trufas;  Saquinhos de cel ofane. Com estes utensílios receitas. Agora é coloca
 Embalagens para trufas;  Saquinhos de cel ofane. Com estes utensílios receitas. Agora é coloca
 Embalagens para trufas;  Saquinhos de cel ofane. Com estes utensílios receitas. Agora é coloca

Com estes utensílios

receitas. Agora é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos.

para confeitaria você poderá desenv olver diversas

é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você

21

é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
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é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
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é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
é coloca r a mão na massa e começar a fazer seus produtos. para confeitaria você
Seja eficiente não hora compre com qualidade. CAKE DESIGN Em português, “Cak e Design” significa
Seja eficiente não hora compre com qualidade. CAKE DESIGN Em português, “Cak e Design” significa
Seja eficiente não hora compre com qualidade. CAKE DESIGN Em português, “Cak e Design” significa
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Seja eficiente não hora compre com qualidade. CAKE DESIGN Em português, “Cak e Design” significa
Seja eficiente não hora compre com qualidade. CAKE DESIGN Em português, “Cak e Design” significa

Seja eficiente não hora compre com qualidade.

CAKE DESIGN

Em português, “Cak e Design” significa “Design d e Bolos”. Portanto, os Cake Desig ners tem o poder de transformar bo olos, tortas,

doces em

verdadeiras obras de art e. Eles são

cupcakes e outros

de comprar seus utensílios, reduza

seus custos e

e outros de comprar seus utensílios, reduza seus custos e para por aí! É a versão

para por aí!

É

a

versão moderna dos

confeiteiros

e

possuem um vasto co nhecimento

em técnicas de decoraçã ão.

Entre os materiais utiliza dos está a famosa pasta americ ana, que permite modelar tudo a quilo que a

criatividade

puderem alcançar, co m formas,

cores e sabores para corações, listras. Tudo conhecida como pasta inclusive, materiais não

Onde Surgiu?

imaginação e a

os mais variados estilos de festa. Fl ores, estrelas, pode ser moldado com a pasta americ ana – também

possível usar,

comestíveis para deixar a sobremesa lin da de se ver.

de açúcar. Mas não

Ma rzipã
Ma rzipã

O Cake Design como co nhecemos

teve origem na Inglater ra durante

o reinado da Rainha Eli zabeth I –

de 1558 a 1603 – onde a pasta de amêndoa (marzipã) foi u sada pela primeira vez para deco rar bolos.

Durante o século 17,

os bolos

decorados eram símbolo

do status

bolos, ao

e do poder financeiro da s famílias.

A arte da decoração de

longo do tempo, evol uiu e se modernizou, além de de mandar cada vez mais conhecimento d os confeiteiros. Estrela das cerimônias, os bolos decorados possuem uma aceit ação sem igual dos consumidores.

O mercado está em bus ca de itens que vão muito além do seu s abor, mas que

façam parte de uma ex periência sensorial, unindo o paladar

e a visão para

vão muito além do seu s abor, mas que façam parte de uma ex periência sensorial,
vão muito além do seu s abor, mas que façam parte de uma ex periência sensorial,
vão muito além do seu s abor, mas que façam parte de uma ex periência sensorial,
vão muito além do seu s abor, mas que façam parte de uma ex periência sensorial,
impressionar os convida dos e agradar as crianças. Essa liberd ade permite ao Cake Designer
impressionar os convida dos e agradar as crianças. Essa liberd ade permite ao Cake Designer
impressionar os convida dos e agradar as crianças. Essa liberd ade permite ao Cake Designer
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impressionar os convida dos e agradar as crianças. Essa liberd ade permite ao Cake Designer

impressionar os convida dos e agradar as crianças. Essa liberd ade permite ao Cake Designer a criaç ão de bolos singulares, com combina ções exóticas,

coberturas impecáveis,

arremates elegantes e vários elementos decorativos.

arremates elegantes e vários elementos decorativos. O que é sugarcraft? Em uma tradução br uta, sugarcraft

O que é sugarcraft?

Em uma tradução br uta, sugarcraft

açúcar”, ou de “artesanato em consiste na

utilização de uma pasta de açúcar para

para obras da total liberdade criar bonecos, etc. Tudo vai

da criatividade e proc ura do cliente. Com origem na Inglaterr a, essa técnica já é bastante desmistifi cada no Brasil, Estados Unidos e no C anadá, além de alguns países na Europa .

confecção de adornos confeitaria, permitindo a do confeiteiro, que pode flores, objetos, animais,

significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica

que pode flores, objetos, animais, significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica 23
que pode flores, objetos, animais, significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica 23
que pode flores, objetos, animais, significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica 23
que pode flores, objetos, animais, significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica 23
que pode flores, objetos, animais, significa “confecção de uma forma mais bela, açúcar”. Essa técnica 23
Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
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Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
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Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade
Como me tornar um ca ke designer? Se você tem interesse o u apenas curiosidade

Como me tornar um ca ke designer?

Se você tem interesse o u apenas curiosidade em como entrar no universo da modelagem dos con feitos, saiba desde já que essa tarefa

é trabalhosa e lhe re nderá

desde já que essa tarefa é trabalhosa e lhe re nderá boas horas de curso. Primeiramente,

boas horas de

curso.

Primeiramente, antes

de

procurar um curso ou a lguém

para lhe ensinar, come ce do básico. Aprenda a faz er um bolo. Sim, muitas pe ssoas querem se tornar apen as as

“maquiadoras” do bolo

saber nem para que s ervem os ovos na receita. Apr enda a criar bolos de um andar, simp les. Comece a fazer coberturas, invent e! O segredo de todo e qualquer tipo d e designer é a capacidade de ver o q ue os outros não enxergam. Saiba ent ender o que o

bem e não

decepcionar. Na hora de

sendo mais difícil a inte ração do mestre com aprendiz, eles co stumam ser de

boa qualidade e mais em

Com criatividade, os bo los e doces se tornam verdadeiras esc ulturas. E seja

casamento, aniversário ou uma celeb ração com os

o pensamento

criativo para o evento. E ainda deixam a sua festa mais divertida e animada.

qual a for a sua festa, amigos, investir nesses

cliente pede, tenha u ma boa interpretação para começar

fazer um curso, invista em cursos onlin e, pois mesmo

sem

conta.

elementos demonstra a dedicação e

Bolos que mais parece m esculturas

A técnica, criada n a Inglaterra, permitiu

abandonar o bolo simpl es com glacê branco por verdadeiras obras de ar te coloridas e divertidas, com a cara dos noivos.

A criação é feita de aco rdo com o estilo da festa e o tamanho de bolo des ejado.

Sobre o topo dos bolos:

A ideia dos bolos pers onalizados é realmente

deixar com a cara dos

estilo de vida deles o u do estilo da festa. É

possível fazer bolos t otalmente temáticos ou

deixar as brincadeiras

noivos, de acordo com o

apenas para o topo do

É possível fazer bolos t otalmente temáticos ou deixar as brincadeiras noivos, de acordo com o
É possível fazer bolos t otalmente temáticos ou deixar as brincadeiras noivos, de acordo com o
É possível fazer bolos t otalmente temáticos ou deixar as brincadeiras noivos, de acordo com o
É possível fazer bolos t otalmente temáticos ou deixar as brincadeiras noivos, de acordo com o
É possível fazer bolos t otalmente temáticos ou deixar as brincadeiras noivos, de acordo com o
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em
bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em

bolo. Com estas ideias s eja criativo e faça você mesmo o design er em cake!.

DECORAÇÃO DE BOL OS

1) Decoração de bolos com papel de arroz

Fazer papel de arroz co mestível pode ser uma ótima ideia de decoraçã o de bolo para festas de aniversários. O pap el é feito com água e

farinha de arroz, transformarem em uma fazer essa receita

ter escumilha, aro de co stura, rolo de cozinha e grelha de resfriamen to. O papel de arroz pode ser colorido artific ialmente dando mais charme à decoração!

misturadas até se pasta branca. Para será necessário

misturadas até se pasta branca. Para será necessário 2) Decorar com raspas de chocolate As raspas

2) Decorar com raspas de chocolate

As raspas de choco late são bastante comuns em bolos de fes tas de aniversário. São muito fáceis de faz er e são “coladas” no bolo com chantili. Ta mbém podem ser

usadas como cobertura.

Para fazer, basta

segurar a barra de ch ocolate com uma das mãos e, com a outra , passar uma faca ou espátula no chocol ate de cima para

baixo. É

chocolate esteja gelado.

importa nte

que

o

3) Cobertura simples

Uma cobertura simples

que o seu bolo prec isa para ter um aspecto clean e atraente . Muitas vezes o simples é o mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura. Bas ta colocar 400

pode ser tudo o

mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.

25

mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
mais sofist icado. Você pode fazer um Ganache, qu e leva creme de leite na mistura.
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em
gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em

gramas de chocolate e 1 lata de creme de leite, levados ao fo go em banho- maria.

4) Confeites e granulad os

Uma alternativa

bastante

prática, barata e que

não dá

muito trabalho, é decora ar o bolo

com confetes e chocolat es granulados. A cobertu ra com granulados deve est ar mais acentuada na parte de c ima.

com granulados deve est ar mais acentuada na parte de c ima. 5) Decoração de bo

5)

Decoração

de

bo los

com

biscoitos e chocolates

O uso de biscoitos na

decoração

de bolos tornou-se

bastante

popular pela aceitação

que teve,

além de serem delicio sos. Hoje

com

biscoitos champanhe, chocolates kit-Kat, Sonh o de Valsa, entre outros te m sido a pedida da maioria de cli entes.

em dia, decorar um

bolo

a pedida da maioria de cli entes. em dia, decorar um bolo 6) Utilize pasta america
a pedida da maioria de cli entes. em dia, decorar um bolo 6) Utilize pasta america

6) Utilize pasta america na

A pasta americana é um a peça- chave na decoração de qualquer bolo sofisticado que s e preze. A pasta americana é também conhecida como covap aste e é feita a base de açúcar. É muito utilizada na de ecoração

de bolos artísticos pois

elasticidade, ela permite a modelagem mais facilmente.

pela sua

utilizada na de ecoração de bolos artísticos pois elasticidade, ela permite a modelagem mais facilmente. pela
utilizada na de ecoração de bolos artísticos pois elasticidade, ela permite a modelagem mais facilmente. pela
utilizada na de ecoração de bolos artísticos pois elasticidade, ela permite a modelagem mais facilmente. pela
utilizada na de ecoração de bolos artísticos pois elasticidade, ela permite a modelagem mais facilmente. pela
7) Chantili Decorar bolos com caseiro é simples. É chantili feito com creme de leite
7) Chantili Decorar bolos com caseiro é simples. É chantili feito com creme de leite
7) Chantili
Decorar bolos com
caseiro é simples. É
chantili
feito com
creme de leite sem so ro, açúcar,
manteiga e fermento e m pó, além
da essência. Coloque o Chantili em
um saco para confeitar e enfeite. É
simples e fácil de fazer.
para confeitar e enfeite. É simples e fácil de fazer. 8) Decoração de b olos com

8)

Decoração

de

b olos

com

frutas

Usar frutas para o enfeit e de bolos

decorados agrada a

paladares e devem com binar com

o sabor do bolo. É u ma técnica

que deixa a sobremesa charmosa. Deixa o bolo c om uma

aparência alegre e viva,

todos os

além das

o bolo c om uma aparência alegre e viva, todos os além das frutas complementarem o

frutas complementarem o sabor do quitute. Podem ser usadas e m combinação com o Chantily.

9)

Decoração

de

bo los

com

Glacê Real

O Glacê

que seca e endurec e bastante rápido, é preciso mantê -la coberta

o tempo todo. É feita co m clara de

ovos, limão e açúcar con feiteiro.

cobertura

Real é

uma

10)

Creme

de

Manteiga

(Buttercream)

 

Este tipo de cobertura

é uma das

mais clássicas. É basta nte usada

de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte

27

de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
de Manteiga (Buttercream)   Este tipo de cobertura é uma das mais clássicas. É basta nte
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é
nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é

nos Estados Unidos e é composta de manteiga e açúcar de con feiteiro. Depois é acrescentada a gordur a vegetal e usados corantes vegetais pa ra colorir.

11) Bolo naked

Ou bolo nu. É o tipo de d ecoração

que

atualmente. O

bolo

cobertura nenhuma, o re cheio fica

que atualmente. O bolo cobertura nenhuma, o re cheio fica está é mais e m moda

está

é

mais

e m

moda

diferenc ial deste

ele

é

feito sem

que

exposto.

Assim,

é

possível

rechear

com

frutas,

geleia ou

outros

produtos

que

deixem o

bolo atraente.

de fazer bolos e tortas com várias co mbinações de

recheios, enfeites e cob erturas que dão aquele toque de person alidade a essa delícia.

Alguns bolos decorados

material e de trabalho qu e as pessoas têm na hora de prepará-lo .

Porém, podemos decora r bolos e tortas de maneiras mais simpl es e que ficam

tão interessantes quant o os que são feitos pelos confeiteiros.

pouquinho de criatividad e que o resultado será divertido e super gostoso.

1 – Use cereal colorido para dar um toque divertido ao bolo

Há inúmeras maneiras

custam muito caro, até mesmo pela

quantidade de

Basta ter um

dar um toque divertido ao bolo Há inúmeras maneiras custam muito caro, até mesmo pela quantidade
dar um toque divertido ao bolo Há inúmeras maneiras custam muito caro, até mesmo pela quantidade
dar um toque divertido ao bolo Há inúmeras maneiras custam muito caro, até mesmo pela quantidade
dar um toque divertido ao bolo Há inúmeras maneiras custam muito caro, até mesmo pela quantidade
dar um toque divertido ao bolo Há inúmeras maneiras custam muito caro, até mesmo pela quantidade
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –
2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 –

2 – Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível

Faça o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s

3 – Desembrulhe algun s pirulitos e coloque-os no seu bolo

o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s pirulitos
o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s pirulitos
o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s pirulitos
o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s pirulitos
o seu bolo bri lhar com listras de glitter comestível 3 – Desembrulhe algun s pirulitos
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel
4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel

4 – Crie um bolo col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel

col orido utilizando corante alimentício em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as

5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os em um jardim comestível

em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os
em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os
em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os
em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os
em gel e um pincel 5 – Corte algumas gom as coloridas em pedacinhos, transfor mando-os
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize
6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize

6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo

6 – Faça flores de cook ies para enfeitar seu bolo 7 – Ou utilize “flores

7 – Ou utilize “flores re ais” do tipo comestível

7 – Ou utilize “flores re ais” do tipo comestível 8 – Você pode colorir chantilly

8 – Você pode colorir chantilly ou qualquer outra cobertur a pronta para

bolo com corante alim entício e fazer a sua arte sobre o bol o com a ajuda de um saco de confeite iro ou um saquinho plástico com um pequeno furo

e fazer a sua arte sobre o bol o com a ajuda de um saco de
e fazer a sua arte sobre o bol o com a ajuda de um saco de
e fazer a sua arte sobre o bol o com a ajuda de um saco de
e fazer a sua arte sobre o bol o com a ajuda de um saco de
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu

9 – E que tal fazer um para decorá-lo

bolo frutado? Escolha as frutas qu e mais gosta

9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu e
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu e
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu e
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu e
9 – E que tal fazer um para decorá-lo bolo frutado? Escolha as frutas qu e
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir
10 – Utilize creme de de estrelinhas colorida s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir

10 – Utilize creme de

de estrelinhas colorida s.

manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo

s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u

11 – Que tal encher se u bolo de ursinhos de gelatina? ?

s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u
s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u
s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u
s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u
s. manteiga (buttercream) ou glacê para cobrir o bolo 11 – Que tal encher se u
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com
12 – Faça um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com

12 – Faça um bolo

utilizando cereais colo ridos

que

combina

café

da

manhã

com

sobremesa,

um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer

13 – Qualquer cereal di vertido

um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer
um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer
um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer
um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer
um bolo utilizando cereais colo ridos que combina café da manhã com sobremesa, 13 – Qualquer
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35

14 – Até mesmo Froot Loops

14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35

15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos

14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
14 – Até mesmo Froot Loops 15 – “Borde” seu bolo com granulados coloridos 35
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use
16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use

16 – Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo

Combine M&M’s d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa

17 – Use um stencil pa ra fazer os números utilizando açúcar pulverizado

d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa ra fazer
d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa ra fazer
d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa ra fazer
d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa ra fazer
d e várias cores para enfeitar seu bolo 17 – Use um stencil pa ra fazer
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua
18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com parece com a lua

18 – Surpreenda algu ém que quer ser um astronauta com

parece com a lua apen as pincelando pó perolado por cima

um bolo que

a lua apen as pincelando pó perolado por cima um bolo que 19 – Utilize cortadores

19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para

deixar o bolo mais bon ito

cima um bolo que 19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para
cima um bolo que 19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para
cima um bolo que 19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para
cima um bolo que 19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para
cima um bolo que 19 – Utilize cortadores como moldes e preencha-os com gr anulados para
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate
20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate

20 – Faça os seus próp rios enfeites de chocolate para bolo c om chocolate

derretido

Derreta o chocolate e fa aça desenhos numa folha de papel man teiga ou placa de silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente.

silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo

21 – Cubra o bolo com granulados coloridos

silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo
silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo
silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo
silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo
silicone. Quando ele estiver frio, as formas se desprenderão f acilmente. 21 – Cubra o bolo
22 – Crie um bolo co lorido e criativo utilizando papel comestível e corante a
22 – Crie um bolo co lorido e criativo utilizando papel comestível e corante a
22 – Crie um bolo co lorido e criativo utilizando papel comestível e corante a