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LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS

EMBRIOLOGIA

Por

ARTHUR SALAROLLI RUIS

Campos dos Goytacazes/RJ

Junho/2010

TURMA: 3005
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OLIGOLÉCITOS / ISOLÉCITOS / ALÉCITOS

São aqueles que possuem pequena quantidade de vitelo uniformemente distribuída pelo
citoplasma. São próprios das espécies nas quais o embrião não obtém alimento do ovo,
mas do corpo materno ou do meio ambiente. Aparecem em espongiários, celenterados,
protocordados e mamíferos.

HETEROLÉCITOS / MEDIOLÉCITOS

Apresentam nítida polaridade, distinguindo-se o pólo animal com pequena quantidade


de vitelo, e o pólo vegetativo com abundante quantidade de vitelo, permitindo a nutrição
do embrião durante algum tempo. Aparecem em platelmintos, moluscos, anelídeos e
anfíbios.

TELOLÉCITOS / MEGALÉCITOS

Com grande quantidade de vitelo ocupando quase todo o ovo, ficando o citoplasma e o
núcleo reduzidos a uma pequena área, há a cicatrícula ou disco germinativo, situado no
pólo animal. Ocorrem em cefalópodes, peixes, répteis e aves.
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CENTROLÉCITOS

O vitelo concentra-se no centro do óvulo e separa-se em duas zonas de protoplasma:


uma central, contendo o núcleo, e a outra periférica, circundando o vitelo. São óvulos
típicos dos artrópodes.

SEGMENTAÇÃO

O começo do processo embrionário consiste na divisão mitótica do zigoto, que dá


origem a duas células que voltam a dividir-se. O processo se repete à medida que
aumenta o número de células (2, 4, 8, 16...) até formar uma densa esfera de células, a
mórula. O resultado final desse processo, chamado segmentação, é o estado da blástula
(nos mamíferos, blastocisto), formada por um conjunto de células denominadas
blastômeros e que normalmente contêm uma cavidade, o blastocele (lecitocele nos
mamíferos).

GASTRULAÇÃO

O estado da blástula dá lugar a outro mais desenvolvido, o da gástrula, mediante o


processo chamado gastrulação, em que se formam as três camadas celulares
fundamentais dos embriões dos animais superiores: o ectoderma na parte externa, o
endoderma na interna e o mesoderma entre ambas. Durante a gastrulação, desaparece o
blastocele (se existia) e forma-se uma nova cavidade, o arquêntero, que dará lugar ao
intestino do animal. O arquêntero comunica-se com o exterior por um orifício dito
blastóporo, onde têm origem a boca do animal (nos protostomados) e o ânus (nos
deuterostomados).

O ectoderma e o endoderma podem formar-se mediante diferentes mecanismos, os mais


comuns dos quais são a embolia, em que uma parte da blástula se invagina e cresce até
entrar em contato com a parte não invaginada, e a epibolia, em que uma parte da
blástula cresce e recobre o resto. Uma vez formados o ectoderma e o endoderma, o
mesoderma origina-se a partir das células de um deles ou de ambos.

ORGANOGÊNESE

Os embriões de répteis, aves e mamíferos encontram-se protegidos por uma série de


membranas. O cório acha-se imediatamente debaixo da casca do ovo nos répteis, aves e
mamíferos monotremados e une-se à parede do útero da mãe nos mamíferos superiores,
para formar a placenta. A segunda membrana é o âmnio, que contém o líquido
amniótico.

As duas camadas restantes são invaginações do tubo digestivo: o saco vitelino, cheio de
vitelo (exceto nos mamíferos superiores), que serve de alimento ao embrião, e o
alantóide, que nos animais que põem ovos se liga à casca por meio de vasos e serve
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tanto para a respiração como para o acúmulo de substâncias rejeitadas. Nos mamíferos
superiores, liga-se à placenta, serve às mesmas funções e ao transporte de alimentos
fornecidos pelo sangue da mãe. Nesses animais, o alantóide e a vesícula vitelina (muito
reduzida) são rodeados por tecido conectivo e pela pele, constituindo o cordão
umbilical.

FOLHETOS EMBRIONÁRIOS

Ectoderma, mesoderma, endoderma.

ANEXOS EMBRIONÁRIOS

Córion: É uma membrana fina que envolve os outros anexos embrionários. Se junta
com o alantóide para formar o alantocórion com função respiratória em aves e répteis.
Nos mamíferos divide-se em córion liso e córion frondoso e vai formar as vilosidades
coriônicas, que se prendem a mucosa uterina, formando a placenta.

Cordão Umbilical: É uma exclusividade dos mamíferos. É o elemento de ligação entre


o feto e a placenta materna. Apresentam duas artérias e uma única veia, estruturas que
garantem a nutrição e respiração do embrião. É formado a partir do alantóide e da
vesícula vitelínica.

Placenta: Não é considerada por muitos autores como anexo embrionário já que tem
uma parte materna e outra fetal. É uma estrutura de origem mista, exclusiva dos
mamíferos. Permite a troca de substâncias entre o organismo materno e o fetal. Nos
primeiros meses de gestação, a placenta trabalha produzindo hormônios, além de
substâncias de defesa, nutrição, respiração e excreção.

Barreira Hemato - placentária: O sangue da mãe nunca se mistura ao sangue fetal


porque os vasos sanguíneos de ambos não são contíguos, ou seja, não se encontram. Isto
gera uma barreira natural que impede a passagem de algumas substâncias
principalmente as de maior peso molecular.

Âmnio: É uma fina membrana que delimita uma bolsa repleta de líquido - o líquido
amniótico que tem por funções:
Evitar o ressecamento do embrião
Proteger contra choques mecânicos.

ANIMAIS DIBLÁSTICOS

Diblásticos - animais com apenas dois folhetos embrionários, isto é, aqueles animais
que possuem apenas o ectoderma e o endoderma. Nesse grupo só encontramos os
Poríferos e Cnidários.
Exemplos: hidras, medusas, corais.

ANIMAIS TRIBLÁSTICOS

Triblásticos - animais com três folhetos embrionários, isto é, animais que apresentam o
ectoderma, o mesoderma e o endoderma. É o grupo em que encontramos todos os
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demais grupos de animais pluricelulares.


Exemplos: os vermes, os moluscos, os artrópodes, os equinodermos e os cordados.

CELOMA

O Celoma (cele - "cavidade") é uma cavidade originada da mesoderme. No adulto, o


celoma formará a cavidade geral do corpo, situada entre a derme/epiderme e o tubo
digestivo. Tal cavidade aloja diversos órgãos do animal, que neste caso recebe o nome
de celomado (com cavidade central totalmente revestida pela mesoderme).
Seres protostômios apresentam celoma esquizocélico (do grego schizos, dividido,
fendido), pois ele se forma a partir de fendas internas que surgem da mesoderme do
embrião; já seres deuterostômios apresentam celoma enterocélico (do grego enteron,
intestino), já que ele surge a partir de bolsas que brotam do teto do intestino primitivo.
Nos animais inferiores, como celenterados (águas-vivas ou corais), a gástrula só
desenvolve os dois primeiros folhetos embrionários: (ectoderme e endoderme). Não há
a fase de gástrula tridérmica. Por esta razão, o corpo desses animais, mesmo nos
adultos, tem apenas duas camadas fundamentais de células. Entre elas, ocorre uma
camada mediana de substância gelatinosa, com células móveis; porem esta camada -
a mesogléia – é de origem endodérmica.
Animais com essa organização tão elementar são classificados como diblásticos ou
diploblásticos. Evidentemente, não poderiam revelar celoma, já que este nasce do
mesoderma.
Existem, animais que, embora desenvolvam o mesoderma embrionariamente, não
chegam a revelar celoma. São triploblásticos ou triblásticos, e, no entanto, conservam-
se acelomados. É que as células mesodérmicas, nestes animais, não se organizam
originando os folhetos somáticos e esplâncnicos, os quais, por separação, delimitam o
celoma. Isso ocorre com platelmintos que conservam um mesoderma maciço por toda a
vida.
Em outros seres, o mesoderma adere ao ectoderma e se afasta do endoderma. Surge,
então, um espaço entre o endoderma e o mesoderma que, no indivíduo adulto, simula o
celoma. Na realidade, não passa de um falso celoma. É o que verifica com
os nematelmintes. Esses animais são classificados
como pseudocelomados ou apocelomados.
Na sua grande maioria, os animais são triploblásticos e celomados, desenvolvem,
durante a formação embrionária, o mesoderma e depois organizam
as células mesodérmicas em folhetos somáticos e folheto esplâncnico, delimitando o
surgimento do celoma.

ANIMAIS ACELOMADOS

Característico de animais diblásticos, pois não apresentam mesoderma, e alguns


triblásticos onde o mesoderma não desenvolve. Como exemplos têm os espongiários,
celenterados e platelmintos.

ANIMAIS CELOMADOS

São os animais que apresentam uma cavidade interna revestida pôr um tecido originado
a partir do mesoderma, o que caracteriza o celoma. Os demais animais são celomados
(anelídeos, equinodermas, artrópodes e cordados)
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ANIMAIS PSEUDOCELOMADOS

O mesoderma adere-se ao ectoderma e se afasta do endoderma. Surge, então,


um espaço entre o endoderma e o mesoderma que, no indivíduo adulto, simula o
celoma. Os asquelmintos são o principal exemplo.

BIBLIOGRAFIA:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/embriologia/reproducao12.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Celoma
http://www.cynara.com.br/embriologia.htm
http://www.grupoescolar.com/materia/embriologia.html
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071201140452AA0Vqy8