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A Trilha Para o Trono

Por David Wilkerson

De acordo com Paulo, nós que cremos em Jesus fomos levantados da morte
espiritual e assentados com Ele no reino espiritual. "Estando nós mortos em nossos
delitos, (Deus) nos deu vida juntamente com Cristo...e, juntamente com ele, nos
ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus" (Efésios 2:5-
6).

Então, onde é esse lugar celestial onde estamos assentados com Jesus? É nenhum
outro senão a própria sala do trono de Deus - o trono da graça, a habitação do
Todo-Poderoso. Dois versículos adiante, lemos como fomos levados a esse lugar
maravilhoso: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós;
é dom de Deus” (2:28).

Essa sala do trono é a moradia de todo poder e domínio. É de onde Deus governa
sobre todos os principados e potestades, e reina nas coisas dos homens. Aqui da
sala do trono, Ele monitora cada movimento de Satanás e examina todo
pensamento do homem.

E Cristo está assentado à destra do Pai. As escrituras nos dizem: “Todas as cousas
foram feitas por intermédio dele” (João 1:13), e, “nele, habita, corporalmente, toda
a plenitude da Divindade” (Colossenses 2:9). Em Jesus reside toda a sabedoria e
paz, todo poder e toda energia, tudo que é necessário para viver uma vida vitoriosa
e frutífera. E nos é concedido acesso à todas essas riquezas que estão em Cristo.

Paulo está nos dizendo, “Tão certo quanto Cristo foi levantado dentre os mortos,
nós fomos levantados com Ele pelo Pai. E, tão certo quanto foi levado para o trono
de glória, fomos levados com Ele ao mesmo glorioso lugar. Porque estamos nEle,
estamos também onde Ele está. Esse é o privilégio de todos os crentes. Quer dizer
que estamos sentados com Ele no mesmo lugar celestial onde habita”.

É claro que o mundo tem todo o direito de questionar esse conceito. Como um
cristão poderia estar vivendo no espaço celestial, assim como na terra? Mesmo
crentes admitem que não compreendem o ensinamento de Paulo aqui. E confessam
não experimentar essa verdade em suas vidas diárias.

Nem temos de olhar para o exemplo de uma igreja confusa e desesperada para
vermos isso. Só temos de examinar o nosso próprio caminhar com Cristo. Multidões
de cristãos estão derrubados e com medo; vão à igreja, cantam louvores a Deus, e
testificam do poder vitorioso em suas vidas. Mas para muitos dentre estes mesmos
cristãos, a vida é uma constante série de altos e baixos. Eles são aniquilados pelos
cuidados e problemas do mundo; ao enfrentar provações são quebrados, e a fé
some em um instante.
Eu lhe pergunto: isso reflete a vida celestial que Paulo descreve? Essa é a idéia que
você tem em relação à vida do trono? Lemos que o próprio Cristo nos levou à uma
posição celestial com Ele. Mas se é assim, então muitos cristãos estão vivendo
muito abaixo das promessas concedidas por Deus. Pense nisso: se estamos
efetivamente vivendo em Cristo, assentados com Ele na sala do trono celeste,
então como algum crente pode ainda estar escravizado à carne? Recebemos uma
posição nEle com um objetivo. Mas muitos no corpo de Cristo não a reivindicaram
ou não se apropriaram dela.

Leia cuidadosamente as palavras de Paulo: “O qual exerceu ele em Cristo,


ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares
celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo
nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E
pôs todas as cousas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, o
deu à Igreja” (Efésios 1:20-22).

A maioria dos cristãos não tem nenhuma dificuldade em crer que Cristo está lá. A
gente prega: “Jesus está agora no trono. Está acima de toda potestade e poder,
muito acima do alcance de Satanás”. Contudo achamos difícil aceitar a verdade que
se segue: “E, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares
celestiais em Cristo Jesus” (2:6). Podemos crer que Cristo já está nesta posição
celestial, assentado com o Pai. Mas não conseguimos aceitar que nós também
estamos assentados lá, na mesmíssima sala do trono. No entanto, o próprio Jesus
já nos disse: “Vou preparar-vos lugar” (João 14:2), não apenas na glória, mas
agora mesmo.

Para muitos, isso soa como fantasia, uma ilusão teológica: “Você quer dizer que
não tenho de viver uma vida quente e fria, um dia no alto, outro lá embaixo? Quer
dizer que quando for abalado pela tribulação, não preciso hesitar? Que eu posso
manter intacta a minha intimidade com Cristo?”.

Sim, exatamente. Paulo declara, “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus
Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões
celestiais em Cristo” (Efésios 1:3). Note onde Paulo diz é concedida toda bênção
espiritual: na sala do trono. Todas as riquezas de Cristo estão à nossa disposição
lá: firmeza, poder, descanso, paz crescente.

Então, por que há tantos cristãos bem intencionados perdendo essas coisas? Seria
porque não estamos ocupando a nossa posição no lugar celestial com Cristo? Será
porque ouvimos tanta falação atualmente quanto à necessidade de avivamento?
Seria porque multidões de crentes simplesmente não estão vivendo a vida
ressurrecta?

Paulo deixa claríssimo: para ter as bênçãos de Cristo fluindo através de nós, temos
de estar assentados com o Senhor na sala do trono nos céus.

Algo de Terrível Acontece Atualmente na Casa de Deus,


Um Problema que Vejo Como "Queda de Força"
Satanás está devastando a casa de Deus, e não está sendo desafiado. Pelo
contrário, ele prossegue livre enganando muitos no corpo de Cristo, causando
desespero e confusão, e trazendo ruína aos que serviram Deus por toda uma vida.

Um sociólogo agnóstico escreveu um livro sobre a situação da igreja. Ele conclui o


seguinte em relação aos cristãos: “Longe de viverem no ‘outro mundo’ (céu), os
fiéis são notavelmente iguais ao mundo secular... Na prática, não são do jeito que
deveriam ser em sua teologia... A cultura os atropelou... A conversa sobre inferno,
condenação e mesmo pecado foi substituída pela linguagem não condenatória da
compreensão e da empatia”. C. S. Lewis disse algo parecido há décadas atrás: “O
maior inimigo da igreja é o ‘mundanismo satisfeito’”.

Parece que a igreja desabou, cedendo aos problemas que estão em torno de nós.
Em termos simples, deixamos de nos concentrar na vitória de Cristo ou em
vivermos vida vitoriosa. Vejo sintoma disso na proliferação de conselheiros. Por
que? Porque poucos cristãos crêem ser possível viver a vida celestial nesses tempos
difíceis. Pelo contrário, correm atrás de aconselhamento, chorando, “Tive um dia
terrível. Por favor, me dê algo que me ajude chegar até amanhã”.

Nos deparamos com o mesmo foco em muitas das pregações modernas. A maioria
dos sermões de hoje se concentra em atender às necessidades das pessoas, ao
invés da vida vitoriosa que temos em Cristo. Os pastores oferecem três passos para
sobrevivência para mais um dia, um plano do tipo “Como aprender a” - para
simplesmente se ir levando. Essas mensagens negligenciam completamente a sala
do trono, e o posicionamento celestial que nos foi dado em Cristo.

A verdade é: esse mundo sempre foi complicado. Sempre esteve sob a ameaça de
tragédias, à beira do colapso. Tal tem sido a mentalidade de piedosos pastores
durante séculos. A minha biblioteca em casa contém poderosas mensagens
pregadas por ministros Puritanos do século 17. Eles advertem quanto à bebedeira,
à delinqüência juvenil, à fornicação, à bestialidade, à agitação política, aos
transtornos familiares desenfreados. Resumindo, eles falaram há centenas de anos
atrás sobre todas as coisas que vemos acontecendo hoje. E alguns deles achavam
que Deus não teria como suportar tanta corrupção por outros cinqüenta anos.

Em 1860, um pastor cheio do poder em Nova Jersey prevenia quanto à “amplidão


das trevas” que estavam envolvendo o país. Ele pregava sermões flamejantes
gritando contra a apatia e o mundanismo da igreja. Esse homem também escreveu
um livro chamado “The Millenial Experience” onde descrevia doutrinas e cultos
falsos que brotavam por todo lado. Ele, também, pregou sobre as mesmas coisas
que vemos tendo lugar hoje.

O povo de Deus sempre enfrentou um inimigo que ataca de todos os lados. As


coisas hoje podem estar bem piores do que no tempo dos Puritanos, mas
enfrentamos o mesmo diabo. E aqueles mesmos pastores ensinavam que toda
bênção profetizada para o futuro estava disponível então ao povo de Deus. Não
importa se vemos a corrupção aumentando em torno de nós. Segundo Paulo, a
graça de Deus nos vem muito maior do que essa.

Então, por que não crer em Deus visando hoje essas mesmas bênçãos espirituais?
Por que deixamos de crer que Ele nos responde antes de pedirmos? Se estamos em
Cristo - se Ele ao mesmo tempo está dentro de nós, e à destra do Pai - por que as
nossas vidas não refletem isso?

Há uma Necessidade no Corpo de Cristo


Daquilo que Denomino "Grande Despertamento"

O que quero dizer com grande despertamento? Estou falando a respeito do que
Paulo descreve como revelação e iluminação: “Para que o Deus de nosso Senhor
Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no
pleno conhecimento dele, iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual
é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos
santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo
a eficácia da força do seu poder” (Efésios 1:17-19).

Paulo está dizendo aos efésios: “Oro para que Deus lhes dê uma renovada
revelação, que abra os seus olhos para o chamado que lhes tem enviado. Peço que
dê a vocês nova compreensão quanto à vossa herança, às riquezas de Cristo que
lhes pertencem. Há um poder arrebatador que Deus deseja liberar em vocês. É o
mesmo poder que estava em Jesus. Sim, o mesmo poder que está no Cristo
celestial entronizado, está em vós agora mesmo”.

Segundo Paulo, o tremendo poder de Deus “o qual exerceu ele em Cristo,


ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à Sua direita nos lugares
celestiais”, corresponde à mesma “suprema grandeza do seu poder para com os
que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder” (1:20,19). Por essa razão,
Paulo exorta: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé” (2 Coríntios
13:5).

Como devemos nos examinar? Fazemos isso medindo-nos em relação às


impressionantes promessas de Deus. Devemos nos perguntar: “Eu recorro e valho-
me dos recursos de Cristo para resistir ao diabo? Eu acesso o Seu poder para
vencer o pecado? Eu vivo continuamente na alegria, na paz e no descanso que
Jesus prometeu a todo crente sem exceção?”.

Amado, a vida do trono não é fantasia. Não se trata de um ilusionismo teológico


qualquer. É uma provisão tornada possível a nós através da cruz de Cristo. Logo, se
algum crente não possuir essa vida do trono, ele só pode concluir uma coisa: “Eu
ainda não me apropriei da posição celestial que me foi dada com Cristo. Se não
posso ver Seu gigantesco poder em ação em mim, então não assumi o meu lugar
nEle”.

O seu “grande despertamento” pessoal chega no dia em que você olha para a sua
vida e clama:

“É preciso haver mais do que isso na vida em Cristo. Todos os planos que eu tinha
foram desmanchados, os meus sonhos destruídos. Vivo como um escravo dos meus
medos e dos desejos da carne. Mas não agüento mais isso”.

“Sei que o Senhor me chamou para mais do que essa vida de derrota. E não serei
hipócrita. Oh, Deus, há de verdade um jeito de Tu me concederes a força para eu
viver em vitória? Tu estás verdadeiramente querendo me tornar mais do que
vencedor em minhas provações? É mesmo verdade que Tu tens como me conceder
perfeita paz em meio às batalhas?”

“Seria realmente possível eu ter contínua intimidade contigo? Seria verdade eu não
ter mais de escorregar para a apatia, ou ter de lutar para Lhe agradar? Será que há
mesmo um lugar de descanso em Ti onde nunca mais precisarei de avivamento -
pelo fato da minha fé estar constante e leal?”
Você está preste a despertar quando admite: “Amo Jesus, mas não estou
experimentando a vida do trono da qual Paulo fala”. Esse é o momento em que
você está sendo direcionado à revelação e à iluminação. O próprio Deus o escolheu
- não para viver uma vida sem alegria e em desespero sob a pressão do inimigo,
mas para ter uma posição celestial. E chegou a hora de você olhar para o alto e
reivindicar esse lugar em Cristo.

Há Senão Uma Trilha Para o Trono

Não se chega a esse lugar celestial pelo choro. Não dá para entrar lá por meio do
estudo ou de obras. Não, o único caminho em direção à vida do trono é por meio de
um sacrifício vivo: “Apresentei os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e
agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rom. 12:1).

Paulo está falando aqui por experiência própria. Eis aqui um homem que foi
rejeitado, tentado, perseguido, surrado, aprisionado, vítima de naufrágio,
apedrejado. Paulo também tinha sobre si todos os cuidados da igreja. Mesmo
assim, testifica: “Em todas
as situações vivo em contentamento”.

Agora ele está nos dizendo: “Então, você quer saber como eu cheguei ao
conhecimento desse caminhar celestial? Quer saber como cheguei ao
contentamento seja qual for a situação na qual eu esteja, ou como consegui
encontrar descanso verdadeiro em Cristo? Eis a trilha, eis o segredo para se
apropriar de sua posição celestial: apresente o seu corpo como sacrifício vivo ao
Senhor. Cheguei ao contentamento unicamente pelo sacrifício de minha própria
vontade”.

A raiz grega para “vivo” aqui sugere “por toda a vida”. Paulo está falando de um
comprometimento de união, um sacrifício feito de uma vez por todas. Contudo, não
se engane: esse não é um sacrifício que tenha a ver com a propiciação pelo pecado
– o sacrifício de Cristo na cruz é a única propiciação válida: “Agora, porém, ao se
cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo
sacrifício de si mesmo, o pecado” (Hebreus 9:26).

Não, Paulo está falando de um tipo diferente de sacrifício. Mas ainda assim, não se
engane: Deus não tem prazer no sacrifício fabricado pelo homem no Velho
Testamento. Hebreus nos diz: “Não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo
pecado”
(10:6). Por que tais sacrifícios não eram agradáveis ao Senhor? Colocando em
termos simples: porque não exigiam coração.

Mas o sacrifício que Paulo descreve é do tipo no qual Deus tem grande prazer,
precisamente porque envolve o coração. Que sacrifício é esse? É o sacrifício da
morte da nossa vontade, de pôr de lado a nossa auto-suficiência, e do abandono de
nossas
ambições.

Quando Paulo exorta: “Apresentei os vossos corpos”, está dizendo basicamente,


“Chegue-se ao Senhor”. Mas, o que isso significa exatamente? Significa nos
aproximar de Deus com o propósito de ofertar-nos inteiros a Ele. Significa ir a Ele
não em nossa própria suficiência, mas como filho ressurrecto, como santificado na
retidão de Jesus, como aceito pelo Pai através de nossa posição em Cristo.

O próprio Jesus ofereceu Sua vida como sacrifício vivo. Não estou falando do
sacrifício que Ele fez por nossos pecados na cruz. Não, houve dois aspectos em
relação ao sacrifício de Cristo. Primeiro, houve a Sua propiciação pelo pecado. E
então houve o
abandono de Sua vontade ao Pai. Para resumir, Jesus se deu não só como sacrifício
por nossos pecados, mas como sacrifício vivo para ser usado como instrumento
pelo Pai. Veja o Seu testemunho:

“Eis aqui estou...para fazer, ó Deus, a tua vontade” (Hebreus 10:7). “Não vim
porque eu, de mim mesmo, o quisesse, mas aquele que me enviou é verdadeiro”
(João 7:28). “Nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai e ensinou. E aquele
que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe
agrada” (8:28,29). “Eu falo das cousas que vi junto de meu Pai” (8:38).

Todo crente é chamado a participar desse aspecto do sacrifício de Cristo. Devemos


nos apresentar a Deus, submeter nossa vontade a Ele, e ingressarmos numa vida
inteiramente dependente dEle. Devemos ir a Ele dizendo: “Senhor, renuncio à
minha vontade em favor de Ti. Troco a minha vontade pela Tua. Estou me
comprometendo a nunca mais dizer ou fazer qualquer coisa a menos que me dirijas
a isso”.

É claro que Jesus é o nosso exemplo nisso. Ele não agiu segundo a Sua vontade,
mas falou e agiu apenas segundo o direcionamento do Pai. E fez tudo isso com um
propósito: conduzir “muitos filhos à glória” (Hebreus 2:10). Em resumo, Cristo
nos mostrou a trilha para o trono. Estava dizendo: "Siga-me, pondo de lado a tua
vontade, teus planos, os teus sonhos. Comprometa-se com uma vida totalmente
dependente do Pai. Então a tua vida trará glória para Ele".

Quero Oferecer uma Definição de Glória:


É a Plenitude de Deus em Cristo

Eis aqui a glória à qual todo cristão é escolhido a cumprir. Veja, muitos são
chamados como filhos do Pai, com todos os privilégios de filiação - mas nem todos
caminham nessa glória, mesmo tendo nós sido destinados a apropriarmo-nos dela.
Bem, uma incrível glória será manifesta quando Cristo voltar para levar Seus
servos. Mas há também uma glória direcionada para ser manifesta na igreja de
Deus aqui na terra. Estou falando da glória de estar em Cristo onde Ele está agora:
"Eis aqui estou eu e
os filhos que Deus me deu" (Hebreus 2:13).

Essa glória espera o servo que vai ao altar para apresentar seu corpo como
sacrifício vivo. Ele abandonou todos os seus planos e ambição, porque
experimentou as terríveis conseqüências de caminhar segundo sua própria vontade.
Ele está esgotado de
tanto lutar para acertar seus problemas. E não agüenta mais ver planos
fracassarem, sonhos ficarem travados. Então ele vai ao altar para resolver a
questão de uma vez por todas: submeter-se inteiramente à vontade de Deus.

Tal é o sacrifício que todo crente deve fazer se quiser conhecer a mente de Deus. O
Senhor nunca compartilha Seus planos com os que se agarram aos próprios
esquemas. Por que Ele irá direcionar alguém que esteja determinado a fazer o que

resolveu? Eu conheço um pouco os dois lados dessa trilha. Em várias ocasiões,
segui minha própria vontade. Mas eu também conheço a liberdade que vem por se
poder declarar, de uma vez por todas: “Nada tenho a fazer senão cumprir a
vontade de Cristo. Não tenho necessidade de levantar um grande trabalho. E não
preciso estar envolvido em coisas boas, a menos que Ele me leve a isso. Não tenho
de provar nada a ninguém. Eu só quero é confiar em Jesus e depender inteiramente
dEle”.

Posso dizer por experiência própria: esse ponto de quebrantamento e confiança é


que lhe leva a encontrar o despertamento e o iluminar do qual Paulo fala: “Todas as
cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados
segundo o seu propósito” (Rom. 8:28). Você desiste de enfrentar as durezas da
vida com sua própria força. Você já teve o suficiente de hesitação na fé, de medo
que não sai, de nunca ter certeza quanto ao quê fazer. Então você leva tudo ao
altar
– o seu ego, seu orgulho, seus planos – e vai a Jesus com espírito quebrantado e
coração contrito. Você chegou ao ponto em que confia unicamente nEle para que
tudo coopere para o bem.

No momento que você renuncia à sua vontade para a dEle, o sacrifício foi feito.
Acontece quando você simplesmente desiste de lutar para tentar agradar a Deus
por si. Você não consegue ter méritos para Lhe agradar através de uma vida
correta
ou praticando boas obras. Não, você está compromissado simplesmente a confiar
nEle. E quando apresenta seu sacrifício vivo a Jesus, eis a resposta dEle: “Sim,
venha e arrazoemos. Se você sacrificou sua vontade, não é razoável você vir e
assumir
o seu lugar comigo pela fé?”.

Na verdade, esse ato de fé é o “culto racional” ao qual Paulo se refere: “Apresentei


os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto
racional” (Rom. 12:1). Trata-se de confiar nEle com a nossa vontade, crendo que
Ele concederá todas as bênçãos que necessitamos.

Pense nisso: deixa de ser racional abrir mão de sua vontade - mas não crer que
pode ingressar na plenitude de Cristo. Ele lhe chamou para tomar a vontade dEle,
pela fé: “Se tu queres a Minha vontade – se queres viver uma vida na qual poderá
sacar da Minha paz, do Meu descanso, da Minha sabedoria o tempo todo – então
venha à sala do trono pela fé. Aqui, tu estás em Mim. Quando orar, será como se
Eu estivesse orando através de ti. Tu estarás onde Eu estou”.

Você Está Pronto Para Desistir de Tua Vida de Lutas


--- de Medo do Futuro, de Altos e Baixos,
de Nunca Achar que Está Agradando ao Senhor?

Se você está cansado de lutar, está na hora de se perguntar: estou pronto para me
oferecer no altar, como sacrifício vivo? Está pronto para dizer: “Não seja feita a
minha vontade, Jesus, mas a Tua. Cansei de tentar dirigir minha própria vida.
Eu a destrocei completamente. Agora estou pronto para confiar em Ti
totalmente.Tu apenas possuis o poder, a autoridade, as orientações que preciso.
Então, vou a Ti pela fé. E confio que falarás a mim fielmente, dizendo, ‘Eis o
caminho, andai
por ele’”.

Se isso lhe descreve, então você está pronto para pegar seu lugar celestial com
Cristo. Mas fique avisado: Satanás fará tudo que puder para tentar abalar sua
postura de retidão. Os seus problemas e sofrimentos não vão acabar simplesmente
porque
está assentado com Cristo. Em verdade, podem aumentar. Mas agora possuirá os
recursos interiores para enfrentar suas dores, porque o poder de Deus está
operando em você. E você pode informar ao diabo:

“Oh vil serpente, fique sabendo: eu não estou mais no endereço velho. Não moro
mais na rua do Desespero. Eu assumi uma nova posição, na sala do trono de Deus.
E estou residindo em um novo lugar, nas regiões celestiais com Cristo. Então, se
você quiser me atingir, terá de fazê-lo aos cuidados do Deus Todo-Poderoso. Ah, eu
também atendo por um nome novo. Agora você pode me chamar de ‘príncipe
vencedor com Deus’”.

Prezado santo, a sala do trono agora lhe está aberta. Aceite o que Cristo fez, e
ousadamente assuma a sua posição com Ele, pela fé. Ele aceita a renúncia de sua
vontade. Agora, peça que Ele abra os olhos do seu entendimento. E confesse,
“Creio
naquilo que o Senhor diz a respeito de mim: que sou um príncipe de conquistas.
Também creio que estou onde Ele diz que estou: na sala do trono dos céus. Estou
assentado com Ele num lugar de autoridade sobre toda obra de Satanás. Aleluia,
Ele me mostrou o caminho para o Seu trono. E agora a minha habitação diária
é nEle”.