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Pedro Coelho

Jornalismo e Mercado:

os novos desafios colocados à formação

LabCom Books 2015

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Livros LabCom Covilhã, UBI, LabCom, Livros LabCom www.livroslabcom.ubi.pt

SÉRIE Pesquisas em Comunicação DIREÇÃO José Ricardo Carvalheiro DESIGN DE CAPA Cristina Lopes PAGINAÇÃO Filomena Matos

ISBN 978-989-654-202-3 (Papel) 978-989-654-204-7 (pdf) 978-989-654-203-0 (epub) DEPÓSITO LEGAL

987955/15

TIRAGEM

Print-on-demand

TÍTULO

Jornalismo e Mercado: os novos desafios colocados à formação AUTOR Pedro Coelho ANO

2015

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Índice

Apresentação: Jornalista de Fronteira

 

1

Introdução

 

7

1

Jornalismo: os alicerces de uma profissão

 

19

1.1 A função social das notícias

 

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20

 

1.1.1

O ato de tornar públicos os factos notáveis que ali-

 

mentam a discussão racional

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22

1.2 Um jornalismo para as massas: uma informação que enforma

 
 

sem formar

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24

1.2.1 A sociedade de massas

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24

1.2.2 O Estado-Social

 

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25

1.2.3 Os instrumentos de controlo da opinião pública fonte

 

de legitimação do Estado .

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26

1.2.4 A publicidade que limita e liberta os jornais

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27

1.2.5 O novo jornalismo do século XIX e a exigência de

 

uma formação específica

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28

1.2.6 Entreter em vez de informar (as marcas da Yellow

 

Press em Portugal)

 

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31

1.2.7 A objetividade: o método que protege a identidade do

 

jornalismo

 

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34

1.3 A constituição do campo jornalístico e a imposição do mercado 37

1.3.1 Uma profissão de largo espetro: o profissionalismo e

a linha editorial dos órgãos de comunicação social

i

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39

1.3.2 O peso das influências que moldam uma atividade

 

profissional singular

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40

1.3.3 Um ofício de fronteira

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42

1.3.4 As interseções que atravessam o campo jornalístico

 

50

2

Jornalismo, Democracia e Mercado

 

53

2.1 O papel do jornalismo nas sociedades democráticas

 

54

2.1.1 Jornalismo, esfera pública e democracia .

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54

2.1.2 Jornalismo e democracia

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56

2.1.3 Para uma definição de jornalismo

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60

2.1.4 A autonomia do jornalista

 

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61

2.1.5 O quadro de valores do jornalismo .

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65

2.1.6 A verdade: o alicerce sólido do jornalismo

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68

2.1.7 A credibilidade:

o culminar de um processo .

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71

2.1.8 As notícias com contexto .

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72

2.1.9 A reportagem .

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73

2.1.10 O jornalismo de investigação .

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74

2.1.11 A queda do muro que separava o lado editorial do lado

 
 

comercial

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78

2.2 Jornalismo e mercado. Os anos 80 do século passado e a mu-

 

dança de paradigma .

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81

2.2.1 O poder fátuo dos jornalistas .

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81

2.2.2 O mercado e a hipervalorização do poder dos media

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82

2.2.3 Os jornalistas precários .

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84

2.2.4 Os efeitos do mercado nas empresas .

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87

2.2.5 A idade de ouro da imprensa: o poder efetivo de um

 
 

negócio lucrativo

 

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91

2.2.6 A crise de credibilidade dos media informativos

2.2.7 O papel dos conglomerados no enquadramento das

92

notícias

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94

2.2.8 Os efeitos do monopólio do estado na televisão

 

96

2.2.9 O negócio da televisão

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98

2.2.10 Da manipulação política à manipulação financeira

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. 100

2.2.11 O papel de Rupert Murdoch na contaminação do jor-

nalismo

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. 105

 

ii

2.2.12 O jornalismo de mercado e a exclusão das opiniões

 

marginais

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. 108

2.2.13 A vitória das soft news e do infotainment: novos pila-

 

res do jornalismo

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. 110

2.2.14 Sinais de resistência no interior das redações

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. 114

2.3

Os efeitos da tecnologia no jornalismo de mercado

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. 115

2.3.1 A era desindustrial da economia global

 

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. 116

2.3.2 O lugar da tecnologia no jornalismo

 

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. 117

2.3.3 Novas tecnologias apressam diluição das fronteiras

 

protetoras do jornalismo

 

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. 119

2.3.4 O potencial tecnológico

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. 120

3 Os efeitos da internet no jornalismo (o binómio economia-tecno- logia)

125

3.1 A longa vida das plataformas mediáticas .

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. 126

3.1.1

Processos de interligação entre os diversos meios

 

132

3.2 Sustentabilidade do jornalismo na rede .

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. 134

3.2.1 Marcas de referência geram maiores audiências mas

 

menores receitas

 

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. 134

3.2.2 Menores receitas, menor qualidade .

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. 138

3.2.3 A identidade da internet

 

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. 142

3.3 A associação da internet ao jornalismo .

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. 144

3.3.1 Os efeitos de um meteorito .

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. 148

3.3.2 A primeira vítima do meteorito .

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. 150

3.3.3 Um segundo erro de cálculo

 

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. 153

3.3.4 Por uma internet menos livre .

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. 155

3.3.5 Os riscos da subscrição .

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. 157

3.3.6 Uma proposta para quebrar o mito

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. 158

3.3.7 Uma transposição fac-similada .

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. 160

3.4 A centralidade do público .

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. 162

3.4.1 Dan Gillmor e a obsessão tecnológica

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. 162

3.4.2 Os efeitos sociais da nova tecnologia (uma orientação

 

para o diálogo)

 

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. 165

3.4.3 O novo público

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. 167

3.4.4 Um novo jornalismo, um novo jornalista, um novo pú-

 

blico

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. 170

 

iii

3.4.5 Um novo jornalista ainda mais comprometido com a

 

ética .

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. 175

 

3.4.6 Um jornalista mais comprometido com a tecnologia

. 177

3.4.7 Um “Homem Orquestra” jornalisticamente multi-in-

 

capacitado

 

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. 179

 

3.4.8 A convergência

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. 183

3.4.9 O portão perdeu o guarda .

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. 187

3.4.10 A necessidade de esbater as fronteiras entre velho e

 

novo jornalismo .

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. 188

 

3.5 Os efeitos negativos da internet no jornalismo

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. 192

3.5.1 Combater o excesso de informação não filtrada

 

193

3.5.2 A urgência da medialiteracia .

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. 195

3.5.3 Jornalismo de verificação vai dando lugar ao jorna-

 

lismo de afirmação

 

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. 197

 

3.5.4 O jornalismo do cidadão

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. 200

3.5.5 O caso específico do OhmyNews

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. 202

3.5.6 O frágil fermento da rede .

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. 205

3.5.7 Os agregadores de notícias

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. 206

3.5.8 Por um jornalismo que resista aos efeitos negativos da

 

rede

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. 208

 

3.5.9 O esvaziamento da redação tradicional .

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. 211

3.6 Os efeitos positivos da internet no jornalismo

 

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. 211

3.6.1 Participação responsável do público

 

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. 213

3.6.2 O próximo jornalismo e a necessidade de reforçar o

 

escudo protetor

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. 215

 

3.6.3 Soluções para o jornalismo de qualidade na era digital

218

3.6.4 Interligação entre meios e o papel da universidade

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. 221

3.6.5 Nova esfera pública .

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. 226

4

O jornalismo enquanto campo académico

 

233

4.1

Um olhar sobre a história

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. 234

4.1.1 Ensino do jornalismo: uma invenção Norte-Americana 234

4.1.2 A chegada do ensino do jornalismo à Europa

 

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. 237

4.1.3 O caso Espanhol

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. 237

4.1.4 Os casos Inglês, Francês, Alemão e Italiano

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. 239

4.1.5 O caso Português

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. 243

 

iv

4.2 A matriz de Joseph Pulitzer .

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. 244

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4.2.1 Os riscos de um processo de Educação Universal Compul-

sória

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. 244

4.3 A necessidade de reconstrução do jornalismo

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. 251

4.3.1 A construção do binómio estudo-ensino do jornalismo 253

 

4.3.2 Indústria dos media e academia: caminhos paralelos

 

. 254

4.3.3 O posicionamento do jornalismo na academia

 

257

4.3.4 A dimensão do fosso

 

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. 260

4.3.5 A origem e a dimensão do fosso em Portugal

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. 262

4.3.6 Os jornalistas ausentes da primeira incursão do jorna-

 

lismo na academia

 

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. 264

4.4 Argumentos em defesa de formação académica específica

 

270

 

4.4.1 Formação académica e a defesa do jornalismo e da

 

democracia

 

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. 271

 

4.4.2 O objeto programático da formação académica

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. 273

5

O ensino do jornalismo e o molde do mercado

 

277

5.1 Cursos de jornalismo/comunicação: novo campo de recruta-

 

mento

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. 278

5.1.1

Formação académica em jornalismo: “Uma escrava

 

de dois senhores” .

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. 279

 

5.1.2

Críticas do mercado não impedem que academia seja

 

a base do recrutamento

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. 281

 

5.1.3

Portugal acompanha tendência Europeia e Americana

 

para contratar Licenciados em Jornalismo/Comunicação282

 

5.1.4

Um acesso aberto a requerer questionamento

 

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. 286

5.1.5

Peso da academia na formação deveria deixar o mer-

 

cado na dependência da academia

 

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. 289

5.2 O molde do mercado

 

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. 292

 

5.2.1 O paradoxo dos anos 80: mais ensino num ambiente

 

dominado pela economia .

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. 292

 

5.2.2 O que significa, para o mercado, uma formação de

 

qualidade?

 

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. 295

 

5.2.3 A qualidade da formação na ótica dos grupos de me-

 

dia portugueses

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. 300

 

5.2.4 Cursos académicos mais próximos da profissão

 

302

v

5.2.5 Indústria investe em programas autónomos para suprir

 

“falhas” da academia

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. 303

 

5.3 O desafio da academia: inverter a crise de autonomia

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. 306

 

5.3.1 O desafio da autonomia .

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. 307

5.3.2 Os problemas orçamentais

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. 309

5.3.3 Academia e indústria: pontes de contacto

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. 311

5.3.4 O debate de columbia .

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. 313

 

5.4 A profissionalização dos jornalistas .

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. 316

 

5.4.1 O impacto das redes de socialização dos jornalistas e

as resistências à profissionalização .

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. 316

5.4.2 Profissionalização e formação académica: um percurso

pela história .

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. 319

5.4.3 Vencer o desafio da profissionalização pela via da for-

mação académica .

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. 321

5.4.4 O desafio da inovação e da competência .

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. 324

5.4.5 A frágil identidade da profissão promove uma frágil

identidade da formação .

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. 326

 

5.5 Como colocar o peso do número ao serviço da qualidade da

 

formação

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