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(Esta obra ainda está em construção) Todo texto deste arquivo é a transcrição da narração
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(Esta obra ainda está em construção)

Todo texto deste arquivo é a transcrição da narração da Saga Anunnaki, na voz da Cassiana Debiasi, cujo vídeos desta saga, estão em seu canal do Youtube.

A Cassiana Debiasi informa que o material é a tradução de um estudo que se encontra no canal do Youtube do Caminando El Sendero, do original by Bertus de 2016.

Canal Youtube: Cassiana Debiasi

https://www.youtube.com/channel/UCcbdTNUELUhcSu2PpJ5gyxQ

Canal Youtube: Caminando El Sendero

https://www.youtube.com/channel/UCYzWBvW1wvaKJ4yHNTIEa7A

Este arquivo é a Transcrição do Texto da Saga Anunnaki do Canal Cassiana Debiasi por Marcos Roberto de Caldas

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

1. A Saga Anunnaki contém o total de 48 capítulos.

Até o momento (Fevereiro/2019), este arquivo contém a transcrição de 23 capítulos, pois a cada capítulo liberado pela Cassiana Debiasi, eu faço a transcrição e atualizo este arquivo.

2. Ainda estou fazendo revisão para correção de digitação e/ou transcrição, portanto, este arquivo ainda pode conter alguns erros.

3. Existem algumas palavras que pode ter dupla grafia como por exemplo: Melquisedeque que também se escreve Melquisedec.

Na narração também ouvimos a palavra Caligastia, porém, para na língua portuguesa, é escrito Caligástia, mas mantive a transcrição original da narração.

BOA LEITURA!

Saga Anunnaki Parte 1 - A Criação do Universo

Olá seja bem-vindos! O meu nome a Cassiana e esse material é uma tradução de um estudo que se encontra no canal Caminando el Sendero. Esse material então ele não é meu, não saiu da minha cabeça, tá. Ele é uma tradução e é um conteúdo de 2016 que compila a toneladas de informações sobre boa parte do enigma Anunnaki. É muito interessante. Eu queria compartilhar com vocês então, né ?! Então essa é uma tradução, a parte 1 do material chamado Saga Anunnaki e que fala da criação do Universo desde o Big Bang.

Então esse material diz que essa física quântica de vanguarda, ela começa a pensar a existência não apenas do Universo como concebemos hoje, mas também da existência de multiversos.

E a melhor maneira de entender esse conceito, é pensar que os Universos se comportam como bolhas de sabão numa espuma de milhares de bolhas de sabão, que em cada bolha um Universo e no momento que se chega a uma massa crítica surge uma nova proposta criativa, um novo Universo impulsionado para essa força criativa universal: o Consciente Coletivo.

E esse Consciente Coletivo é Deus em sua máxima expressão, pura energia de

amor criativo. Então, no começo do Universo a vida só existia em níveis espirituais. Houve um Big Bang espiritual antes do Big Bang material. Para nós é difícil compreender e tendemos a acreditar que a vida está limitada

pela matéria, sendo justamente o contrário.

A consciência, o ser consciente, é realmente o fundamento de toda a vida.

Assim houve primeiro a vida, em níveis suprafísicos, onde a consciência criadora era canalizada em grandes pedaços, enormes extensões de Deus que quando surgiu esse Universo, se uniram livremente neste projeto criativo, então dependendo das fontes, foram se dando a essas entidades diferentes nomes: Arcanjos, os Elohins ou os filhos Angélicos como cita o livro de Urântia. Essa nomenclatura, ela é apenas uma percepção cartesiana apoiada na física quântica, com esses níveis de existência seria, o que hoje começamos a entender, por matéria escura como o próprio sentido comum têm indicado. Deus ou Elohins não são um senhorzinho de barba enfadados pelos erros da humanidade sentado em um trono dourado.

Essas entidades são pura energia, são consciências que co-criam com a Fonte principal, Deus, que é o Consciente Coletivo, a consciência Universal.

A energia seguiu se expandindo desde a origem, densificando-se, fruto do

fazer criador desses filhos angélicos, até que se chegou um ponto em que se deram conta de que podiam dar um passo a mais e criar a matéria bariônica, a fisicalidade do mundo material em que nos movemos e formaram então assim, a matéria, as estrelas, os cluster, galáxias, planetas, ordenados todos em diferentes níveis multidimensionais. E há muitas dessas estrelas e planetas se lhes dotou de consciência própria para ajudar no trabalho co-criacional, nesse novo nível de fisicalidade multidimensional. Esse princípio era necessário já que as estrelas, dada a sua massa colossal, deformam o espaço tempo, a tal ponto que atuam como ponte direta entre as

realidades físicas e extrafísicas, possibilitando a passagem de partes fractais desses filhos angélicos, entidades, alma, e outros distintos tipos de seres vivos que se projetavam criar. Em um dado momento esses filhos angélicos, se deram conta de que podiam criar vida biológica nesses novos mundos materiais e as primeiras formas de vida material foram os insectóides, dado as duras condições ambientais dos mundos primitivos. Foram insetos dos mais simples que paulatinamente foram alcançando formas de vida inteligente, até criar autênticas colônias de insetos, mesmo que em graus ainda bastante básicos de desenvolvimento. Em uma segunda fase, surge a forma de vida reptiliana na Constelação de Draco. Os Dragões Alados que eram uma raça etérea da quarta dimensão. Respiravam metano e exalavam fogo, devido as químicas reativas. Daí surgem as lendas dos Dragões Alados vomitando fogo. Veremos que uma raça de dragões de energia Elohin, tem um papel fundamental na criação do desenvolvimento da Terra.

A gente vai ver isso nos estudos posteriores, então como dito, eram dragões

de quarta dimensão que conhecemos como Plano Astral e essa natureza deles permitia que eles se deslocassem pelo espaço, chegando em tempo na Rigdel de Órion, que é uma estrela azul bastante potente e jovem. Na constelação de Órion há muitas estrelas jovens e energéticas onde os povos draconianos proliferaram e foram se diversificando em distintas raças répteis em seus processos de adaptação aos ambientes e numa terceira fase, surge a rala mamífera, desenvolvendo-se em várias constelações, raça e sub- raças.

Posteriormente, aproximadamente 7 bilhões e meio de anos terrestres como referência, surgiu na estrela de Veja, na Constelação de Lyra, o Projeto Adâmico por direito e mão do Divino. Essa raça Adâmica já havia sido implantada com êxito e muitos Universos e era chegado o momento de fazer acontecer aqui no nosso Universo local. Interviram. Trabalharam nesse projeto tanto entidades Elohim, juntamente com o apoio de raças Felinas de Sírios A e raças Delfínicas Cetáceas e Anfíbias de Sírios B. Essas raças adaptaram sua genética e com apoio dos Elohins deram origem ao primeiro ser humano físico, Jesus. O Cristo que na época numa vibração de 5ª/7ª dimensão vibrando semelhante ao que hoje se encontra Mestres Ascensos, como Buda entre outros. Então Jesus, hoje estaria vibrando na 18ª dimensão. É a expressão humana direta de Mika e entidade suprema e Deus com o dmaiúsculo no nosso Universo local.

Então é isso aí pessoal, essa é a tradução da primeira parte. Eu espero que tenham gostado e eu vou partir para a tradução da parte 2 para poder compartilhar isto com vocês em breve. Um abraço!

Saga Anunnaki Parte 2 - A Dualidade e as Hierarquias Espirituais

Olá! Sejam todos bem-vindos ao meu canal. Meu nome é Cassiana e esse material é uma tradução do canal Caminando el Sendero. Então nós já produzimos a parte 1 e vamos agora para a tradução da parte 2 da Saga Anunnaki que trata sobre a dualidade e as hierarquias espirituais.

Então no capítulo anterior, nós vimos o nascimento do primeiro homem, Jesus.

A ordem de sua criação veio do diretor do Universo Local, Micah, que é filho

de Micahel, o filho primordial em origem de derivação direta da Fonte.

Em seu infinito amor concebeu a raça humana. Parte do DNA dos filhos angélicos para que sua evolução pudesse voltar à Fonte e se dizer Elohim co-criadores com Deus.

O que somos é um fractal, um pedacinho de uma entidade superior que

aprende através de ti para que um dia possa co-criar com Deus. Seremos um Deus criador, Na nossa programação, infelizmente, desde muito tempo, faz com que pensamos que não somos nada, que somos pecadores e, portanto, não temos

o direito de nos comunicar diretamente com os planos superiores.

As religiões, infelizmente dizem, que para se comunicar com Deus, tem que ser através delas, pois não somos dignos e isso, meus amigos, não é assim,

temos o direito de ser Uno com Deus, porque somos seus filhos diretos. Temos o DNA divino que nos foi presenteado. Somos Deuses aqui e agora neste mundo tridimensional de extrema densidade. Somos exploradores da Fonte nesta faixa vibracional.

A criação deste novo mamífero, o ser humano, de genética Elohim provocou

uma enorme comoção neste quadrante do Universo. As raças insectóides e reptilianas não tinham esse horizonte evolutivo. Estavam sempre abaixo desse range do anjo que os havia criado. As sementes das raças reptilianas foram obviamente em grandes êxitos genéticos. Era uma raça extremamente forte e resistente. Dotados de um grande instinto de sobrevivência, um predador por excelência, dotado com a capacidade de voar por mundos e condições climáticas extremas, porém, este êxito biológico teve uma contrapartida terrível. O caráter de predador unido a criação do ser

humano conectado a Fonte, fez com que a raça reptiliana se sentisse ameaçada. Traída pelo seu próprio Elohim criador. Animados por um sentimento de raiva, ódio, vingança e a sede de poder que leva à escravidão. Aqui que podemos datar de aproximadamente 7 bilhões e meio de anos atrás numa referência terrestre, começou a dualidade neste Universo local. Como resultado, alguns Elohins, junto com as raças reptilianas se revoltaram contra a Fonte. Como advento disso, começaram a se formar as primeiras hierarquias e sub- hierarquias que hoje existem. Em primeiro lugar, nasceu entre Mestres da estrela Mimosa da Constelação de B Cruz, Sírios A e Alpha Karina. Da constelação de Áquila, se formou à chamada e hierarquia Crística Kumara, que se compunha de diversos Mestres Ascensos de várias partes do Universo que aviou evoluído a um nível de vibração de amor incondicional do Cristo. Isso se ensinara as distintas raças que, para se elevar e acelerar sua aprendizagem neste caminho de ascensão, é necessário o amor do Cristo, sentir este amor. A frente desta hierarquia, se encontra o ancião de dez dimensões, Metatron. Comandando a encarnação desses mestres, entre os distintos planetas e raças. Assim, se tencionava oferecer uma energia de equilíbrio e amor perante o crescente descontentamento e negatividade das raças reptilianas insectóides. Em consequência disso, também apareceram novas hierarquias como a Melquisedeque, cuja função era de que cada membro dessa hierarquia é se encarregasse exclusivamente de um planeta, dando-lhe cobertura em instrução, tanto tecnológico, social e espiritual, assim como ocupar-se da eleição e procedência dos grupos de almas a reencarnar nesses mundos. Surgiram também várias hierarquias subalternas, as chamadas Melquisedeques, que lhes davam cobertura em assuntos de desenvolvimento genético das distintas raças, que eram as hierarquias dos autos mestres geneticistas. Algumas dessas hierarquias de mestres geneticistas, eram as que interagiam diretamente com a raças autóctonas deste planeta. Um exemplo deles, são conhecidos Anunnakis, que um dia ocuparam e trabalharam em nosso planeta, mas que depois e por diversos motivos que veremos mais adiante nesses estudos, se negativaram ao extremo, caindo sobre o julgo e o controle da energia arconte anticrítica.

Dessa forma, os reptilianos começaram a sequestrar e matar Seres Humanos na intenção de lhes extrair a genética Elohim de seu DNA e não apenas para se tornar tão poderoso como a Fonte, mas também para derrota-la. No fundo, esses reptilianos não são bons nem maus, simplesmente não está em sua genética sentir o amor da Fonte. Eles são movidos e orientados por instintos de sobrevivência altamente primitivos e de dominação. Estão convencidos de que como são uma raça muito antiga, tem o direito de estar por cima das demais. Se interagem com uma raça que não se curva eles, as exterminam ou escravizam. Iniciou-se uma iniciativa de depredação réptil contra o ser humano, desde os experimentos genéticos sem nenhum tipo de ética chegando a executar autênticas atrocidades. Um exemplo conhecido se tem com a raça dos Grays, que era uma raça humanoide oriunda de Seta Reticulus, que nas suas guerras em Órion, foram escravizadas. Seu destino foi terrível. Exterminaram praticamente todos e ficaram com uma parte dos barões modificando-os geneticamente para serem facilmente controláveis e submissos aos seus amos répteis. São simplesmente lacaios servos de seus amos, fazendo o trabalho sujo de abdução e experimentos genéticos, mas estão condenados geneticamente, sofrendo uma degeneração máxima. Seus clones, saem na maioria defeituosos e estão desesperadamente tentando hibridar com humanos com escasso êxito. Abduzem a mulheres e na inseminam artificialmente e depois extrai os fetos com poucos meses para finalizar sua gestação em tanques artificiais, mas, todavia, estão acabados como raça e sabem disso.

Pessoal espero que tenham gostado. Um grande abraço e vou iniciar pra nós a tradução da terceira parte Um abração!

Saga Anunnaki Parte 3 - Os Arcontes e a Grande Guerra de Órion

Olá sejam bem-vindos! O meu nome é Cassiana e nós vamos dar início ao estudo da parte 3 da Saga Anunnaki, cujo original está no canal Caminando el Sendero, então lembrando que esta é uma tradução de um material estrangeiro. Então nessa parte 3 nós vamos estudar os Arcontes e a Grande Guerra de Órion.

Então como vimos anteriormente, Micah, o diretor desse Universo local, trouxe consigo um projeto ambicioso e de grande generosidade a respeito das criaturas criadas a concessão do DNA Elohim ao projeto Adâmico que conectava esses seres diretamente com a Fonte. Essa raça da Adâmica, originária de Veja, era exemplares de três metros e meio de altura, dotados de capacidades multidimensionais. Possuíam 12 hélices de DNA e quando em seu caminho de evolução espiritual, conseguiam fazer vibrar as 12 conjuntamente na frequência do amor puro da Fonte, então se ativava a 13ª, a hélice Elohim, que conectava com o Criador Universal e lhe capacitava por direito a ser um filho celestial. No capítulo anterior vimos como começou a caça réptil aos Seres Humanos para extrair essa matriz genética. Já tratamos inclusive que uma parte dos Elohins se revoltaram a respeito de que suas criações eram inferiores da raça Humana Adâmica. A cabeça dessa rebelião foi Sarah Ten, filha de Annie Otep. Sabe-se que esses filhos celestiais são pura energia e não possuem sexo, mas parece que Sarah Ten se identificava bastante com a polaridade feminina Annie Otep, seu pai, um ancião de 10 dimensões, tal qual o Arcanjo Metraton, tentam fazê-la desistir dessa postura, mas ela se recusou encabeçou ferozmente uma rebelião que quase aniquilou a raça Adâmica e esses filhos é celestiais como anjos que comandavam a captura dos homens, extraíram o DNA Adâmico e fizeram a primeira tentativa, a primeira tentativa de hibridação com eles. O resultado disso foi o nascimento de uma raça terrível, os Arcontes. Essa raça, era uma raça etérica que vampirizava psiquicamente outras raças criando caos e alimentando-se das emoções mais densas:

vingança, ódio, de poder, sadismo, energia negra, etc. As raças reptilianas foram alvos fáceis dessas entidades Arcontes, dada sua ambição territorial e de dominação, alimentando-se de sua energia psíquica ectoplasmática, ou seja, de suas baixas de vibrações. Essas criações nasceram e se espalharam pelos mundos reptilianos.

A sociedade dos Arcontes foi estruturada em castas para manter o controle na mão de poucos através dos dogmas religiosos. Uma sociedade piramidal inflexível. Desenvolveram tecnologias para manter as almas controladas e quando morriam apagavam suas memórias para mantê-las presas em seus níveis de castas. Uma vez tendo dominado a galáxia de Arconis, começaram a invadir de Andrômeda. Essa era uma galáxia de grande diversidade e que vivia em grande harmonia. Por não haver grandes conflitos não se havia desenvolvido tecnologia de guerra e tampouco possuíam organização militar. Para os Arcontes foi relativamente fácil introduzir-se psiquicamente no meio das raças Andromedanas e amar o caos guerras e outros sofrimentos. Além do mais, possuíam tanta tecnologia física quanto etérica, proveniente da Confederação Galáctica cedida pelos filhos celestiais desertores. Vale salientar que a Confederação é formada por seres etéricos de alta categoria, comandado pelos filhos primordiais. Foi então nesse momento, a serviço também da Fonte que a forças da confederação interviram pela primeira vez neste Universo local. Devemos situar que seus métodos são pacíficos, respeitar a vida e simplesmente faziam valer essa capacidade superior sobre a matéria para parar os conflitos. São entidades etéricas, são pura energia tal qual suas naves. Depois de muitos milhares de anos de trabalho duro, os Arcontes foram expulsos de Andrômeda, formando a Federação de Autodefesa de Andrômeda e que com o tempo se converteria na Confederação Intergaláctica, com sede na estrela de Alcíone das Plêiades, englobando todas as raças físicas que estão em consonância com a Federação dos planos etéricos ascendidos e que buscam assim evoluir ao Criador. Infelizmente escaparam do purgatório de Andrômeda, algumas centenas de Arcontes que deram um salto para a Constelação de Veja, começando assim, a invasão da via láctea. Tiveram grande êxito dominando a mente das raças reptilianas de Órion, que começaram a massacrar e escravizar tanto a Humanos quanto a insectóides, dando início assim a grande guerra de órion. Nos falta informação para enquadrar temporalmente a todos esses eventos, mas desde já, sabe se quer um tempo muito antigos, inclusive muito antes da formação da própria Terra. O conflito se estendeu por muitos milhares de anos, afetando o território da Federação de Sírios e a pacífica Arcturus.

Com a destruição e genocídio de vários de seus mundos e assim uma larga lista de quadrantes do nosso Universo loca, foram afetados nesta segunda fase do conflito.

A última grande ramificação da guerra de Órion, foi a Constelação das

Plêiades. Os reptilianos em plena guerra, fabricaram outra hibridação com o

DNA Adâmico, os Draconianos. Em honra de onde provinham a matriz genética de sua raça. Esses Dracos, eram metade humanos metade dragões. Desenvolvendo-se várias raças e subraças, tanto aladas como não aladas. Um inimigo dos reptilianos eram os seres Felinos de Sírios Alpha, que eram seres de 3 a 5 metros de altura com grande força agilidade e ferocidade. Lamentavelmente, não eram uma raça muito numerosa, mas atuavam em operações de combate corpo-a-corpo. Lutaram lado a lado com os humanos durante toda a guerra. No final, éramos também sua criação, onde também participaram raças Sirianas anfíbias

Deufínicas, dando cobertura material aos trabalhos dos Elohins, que levaram adiante o projeto Adâmico.

A Confederação intervinha tentando pacificar os conflitos, mas estes se multiplicavam.

A grande guerra de Órion, colocou em perigo a sobrevivência da raça

Humana. Os exércitos reptilianos eram imensos e os reptilianos colocavam dezenas de ovos enquanto os humanos tinham uma cria em média por vez. Não havia maneira de igualar a luta, mas em um dado momento o comandante e gênio geneticista Torak, se rodeou dos melhores cientistas de que disponha a Federação, e geraram clones humanos. Muitas raças já haviam praticado a geração de clones desde muitos milhares de anos, mas eram indivíduos pouco cooperativos de comportamento mecânico. Sendo que eles seguiam então preferindo usar robôs para uma série de tarefas, mas uma nova tecnologia de clonagem era muito superior, capaz de em algumas horas gerar clones com memória adaptada e recorrente desde a data em que foram criados. Em outras palavras, clones 100%

operativos física e psicologicamente com um fractal de alma, prontos para lutar. Paralelamente se conseguiu desenvolver uma avançada tecnologia de clonagem industrial. Algo parecido com a nossa incipiente tecnologia de impressoras 3D. Se geraram fábricas que produziam tanto tanques de clonagem, casas, naves e cruzeiros de carga e combate em tempo recorde. Inclusive fábricas de clonagem que clonavam a si mesmas. Tudo isso se deu a fabricação sem descanso de autênticos enxames de exércitos humanos perfeitamente equipados.

As primeiras vitórias não demoraram a chegar. Os reptilianos que tinham sua tecnologia e sobretudo sua esmagadora superioridade numérica como vantagem, de repente, se enfraqueceram do dia pra noite. Começaram a sentir algo que não estavam acostumados, o pânico. Prontamente, o grande Conselho Reptiliano se reuniu, já que temiam perder a guerra. Por isso decidiram utilizar tudo o que estava ao seu alcance e começaram a usar projéteis antimatéria devastadores que por vezes provocava até a formação de buracos negros.

A resposta da Federação não demorou e utilizaram também armas de

antimatéria. Tudo estava um caos, colocando em perigo a própria órbita da

via láctea. Nosso próprio sol formava originalmente um sistema estelar triplo, sendo acompanhado por uma estrela anã branca e uma estrela anã marrom. Cada uma delas com seus próprios planetas. Por efeito desses desequilíbrios

orbitais e gravitacionais provocados pelas bombas de antimatéria, nosso jovemsíssimo sistema solar, ainda em formação, foi deslocado para este quadrante atual. Além disso nosso sistema estava mais perto de outros como Alfa Centauro, Sírios e Procíon e todos por sua vez, estavam mais próximos ao setor Beta de Rigel, a super gigante e branca azulada da Constelação de Órion. Como se pode imaginar nesses tempos, a Terra ainda não havia se formado. A lua era um corpo rochoso natural, mas artificialmente modificado utilizado como base orbital por parte da Federação de Sírios, que por efeito dos destroços desse sistema originalmente triplo, o nosso sistema, vagou abandonada por milhões de anos, atraída muito tempo depois pela gravidade de Júpiter ao nosso sistema atual.

A ocorrência de todos esses cataclismos, a Confederação redobrou os

esforços para pacificar o conflito já que se estava chegando a loucura de pôr em perigo a própria integridade física da galáxia. Por fim, a Confederação decidiu impor a paz e parar o conflito, dividindo a galáxia em setores. Esse seria o chamado o tratado de equilíbrio firmado ao redor de cinco

bilhões e meio de anos atrás, numa referência de tempo terrestre.

Então é isso aí pessoal esse é o fim da terceira parte, espero que tenham gostado e vamos pra próxima tradução.

Saga Anunnaki Parte 4 - As Castas, Metraton e as Hierarquias Crísticas Reptilianas

Olá sejam todos bem-vindos, o meu nome é Cassiana e está é a sequência dos estudos Saga Anunnaki com a tradução da parte 4 que fala sobre as castas, Metraton e as Hierarquias Crísticas Reptilianas.

Chegou então o esperado fim da guerra. Milhões de Seres Humanos haviam perecido em guerras que duraram milhares de anos chegamos e destruir o sistema solares inteiros, estrelas e mais de 30 planetas habitados. Em outros tempos grandes impérios humanos como Pleiadianos e os Sírios, haviam perdido boa parte de seus territórios no chamado tratado de equilíbrio imposto pela Confederação. A Federação reptiliana ao ver que a Confederação não permitiria a repetição de grandes conflitos, trocou estratégia com infiltrações e ataque relâmpagos de curta duração. Foi a maneira deles de enganarem a intervenção dos esquadrões celestiais. A Confederação Humana tratou logo de encerrar a celebração pelo fim das hostilidades. Se enfrentava um novo problema que não haviam previsto durante o desenvolvimento do conflito. Haviam se fabricado mais de 3 trilhões de clones e não sabiam exatamente como organizar a todo esse grupo. Ninguém queria mata-los, afinal eram pessoas completas em todos os sentidos. A Federação não encontrou uma maneira melhor de organizar essa sociedade que copiar o modelo Arconis de castas. Quando uma pessoa morria levavam seu corpo estelar e os mantinham em hibernação. Esse corpo estelar permanece então em estado criogênico, enquanto estamos encarnados nesse plano. Todos temos um corpo estelar criogênico dormindo em cidades e etéricas situada sobre o planeta, Intraterra ou gigantescas novas mães algumas maiores mesmo do que a nossa própria lua. Enquanto acontece essa hibernação, essas almas são levadas a um super serafim para onde são descarregadas as memórias dessas almas. Essas almas então, tem suas memórias apagadas e se utilizam imediatamente em outro corpo que a Federação designe para encarnar em qualquer um dos seus mundos. Dessa forma, as aulas reencarnam em um corpo que não guarda nenhuma recordação da encarnação anterior, não sendo dessa forma possível evoluir livremente. Sendo assim, não se tinha a liberdade de escolher sua próxima encarnação isso decidia a própria Federação. Esse processo é

muito similar ao explicado em diversas fontes, que uma das mais conhecidas é

o livro de Urântia, uma espécie de bíblia Pleiadiana ou ainda o que algumas

civilizações Pleiadianas que seguem esse modelo de castas até o dia de hoje, querem que acreditemos. Apesar de ser uma grande e fonte de informação, sabe-se também que se têm contaminado por algumas distorções. Dito de outra maneira, se observa por sorte, o abandono progressivo da sociedade atual dessa obediência cega a dogmas religiosos, que é usado largamente como ferramenta de controle de massa propiciado pela nossa própria evolução como raça. Esse livro, na opinião do autor original deste conteúdo, é uma tentativa de remodelar e modernizar a bíblia, usando ingredientes extraterrestres na receita, mas se o vemos em perspectiva, segue sendo uma doutrina religiosa de fé cega, culpa, submissão e sacrifício necessário do messias pelos nossos pecados. Aliás se omite deliberadamente o componente Anunnaki dessa

equação, jogando toda a carga da culpa de tudo o que aconteceu até aqui com este planeta sobre os ombros da humanidade, o que não faz pensar realmente em qual é a fonte exata dessas informações canalizadas. Como vemos, apesar do fim da guerra, a semente de energia antecrística e elo Arconte de controle, foi plantada em vários mundos. A Confederação tampouco estava tranquila e os havia custado muitos milhões de anos parar a hostilidades e tinham que tomar medidas para evitar novos conflitos. Em uma grande demonstração de amor e sabedoria o ancião e filho celestial, o Arcanjo Metraton, convenceu centenas de membros da ordem Kumara a encarnarem entre as espécies répteis mais violentas, para que, de dentro mesmo esses copos modificar o DNA e enxertar o gene Kumara de amor incondicional. Lembramos que a ordem Kumara é uma das ordens universais mais importantes da energia Crística. Através de vários processos de encarnações atingiram seu objetivo.

A partícula de amor divino, conectada Fonte, foi inserida em boa parte das

espécies reptilianas e começaram a evoluir no amor. Com toda a dificuldade ainda, mas o importante é que a evolução de amor ao criador já havia começado. Isso provocou sem sombra de dúvidas, guerras e discordâncias entre os próprios reptilianos. Pouco a pouco os reptilianos mais imperialistas foram hubridando com seus conterrâneos evoluídos no amor e em torno de 250 encarnações os primeiros reptilianos começaram a ascender e formar as primeiras ordens reptilianas Kumaras de amor Crístico. Não se pretende dizer que hoje a maioria dos reptilianos são bons os maus, mas graças ao arcanjo Metraton, hoje começa a ser minoria os reptilianos da antiga matriz genética original. Hoje a maioria dos reptilianos estão em um caminho de evolução

lenta, porém constante. Alguns começam a perceber sentimentos como ternura, compaixão e o desperta no interior de sua psique uma luta pela dualidade, mas como diz o ditado, todo o caminho começa sempre com o primeiro passo. Essa nova hierarquia reptiliana de mestres ascendidos, se organizavam em diversas fraternidade localizadas propositalmente na Constelação de Órion com o objetivo de harmonizar a energia negativa reptiliana e mudar o holograma de guerra. Segundo as fontes consultadas,

essas fraternidades possuem distintos nomes. Alguns falam das fraternidades

do raio azul, verde

fraternidade das três marias do Cinturão de Órion, que também abriga um dos maiores portais desse Universo local, que comunica com os níveis suprafísicos da matéria escura onde residiriam as entidades de deuses e as distintas hierarquias mais elevadas de Arcanjos. Outros ainda os denominam onde o Centuriões de Órion e que fazem parte dos guardiões do tempo. Havia se detectado informações de que a nova estratégia reptiliana seria de viajar e modificar as linhas de tempo dos mundos de terceira dimensão. Feito isso, era contra a primeira diretriz da Federação a de não intromissão nas raças em desenvolvimento. Desde que, como raça unificada, livremente qualquer um poderia tomar contato com a própria Federação. A vigilância e controle a esse boicote reptiliano nas linhas do tempo em algumas civilizações, seria responsabilidade direta dessa hierarquia reptiliana positiva. Infelizmente a hierarquia reptiliana que têm influência na Terra, se mantém na pauta de atuação antecrística, mas esse é um estudo que vai ficar para mais adiante. Com o advento dos milênios muitos mundos reptilianos se separaram de seus irmãos regressivos e se uniram a Federação conjuntamente com algumas raças insectóides. A mais destacada, seria a raça em insectóide Antariana. Isso fortaleceu grandemente a Federação permitindo um período de florescer e evolução cósmica. Ainda assim, passados milhões de anos, a Federação seguiu com dois assuntos pendentes sem solução. O primeiro seria o sistema de castas que bloqueava livres ascensão dos indivíduos e apagando suas memórias impossibilitava a união desses grupos de almas individuais ao deus Sou, do verbo ser. Este deus Sou, é uma entidade matriz de planos e etéricos superiores do qual fazemos parte. Nosso objetivo é evoluir e retornará ao deus sou. E deste, sucessivamente a deuses superiores de consciência cósmica, até chegar à Fonte. A segunda questão, seria os planetas de exclusão, esses trinta e sete planetas são citados em fontes como o próprio livro de Urântia. Foi uma solução que encontrou a Federação para encarnar as almas mais afetadas pelos Arcontes e que podiam evoluir sem contaminar a

perdão, do raio azul violeta e dourado. Outras falam da

outros mundos com seres mais evoluídos. E se é o que você pensa, sim, a Terra faz parte desta quarentena. É um dentre eles trinta e sete mundos. Então é isso pessoal, chegamos ao final do estudo da parte 4 da Saga Annunaki.

Eu espero que tenham gostado. Um abraço e vamos partir para a tradução da parte 5, até logo.

Saga Anunnaki Parte 5 - A Criação da Terra GAIA

Olá sejam muito bem-vindos! O meu nome é Cassiana e essa é a parte 5 da Saga Anunnaki, cujo original está no canal Caminando el Sendero e neste capítulo, a gente vai estudar a Criação da Terra Gaia.

Em torno de 4 bilhões e meio de anos se recebe uma nova ordem dos planos superiores, o aperfeiçoamento do Projeto Adâmico. Para isso se decidiu utilizar um planeta totalmente novo. Elegeu-se o recém-criado sistema solar e um planeta específico, a Terra. Nosso planeta estava ainda em processo de formação e foi acompanhado pela Federação que enviou sete Dragões Elohim da Hierarquia Crística Kumara. Temos um bom exemplo deles na antiguíssima mitologia chinesa concretamente na figura de Kuan Yin, nas representações dessa Mestra Ascensa da misericórdia, vemos como ela sempre está de pé em cima de um dragão e isso na verdade representa os mestres que um dia aceitaram a convocação do Arcanjo Metraton e encarnaram em corpos de dragões. Simboliza o amor e sabedoria da deusa dominando a fúria e a força do dragão. Esses dragões etéricos, moram desde então no núcleo incandescente do planeta. Canalizando seu poder áurico através do cinturão de Van Allen, que podemos ver na frequência infravermelha. Este não é apenas um campo eletromagnético, mas a aura da Terra em níveis sutis. Nos defende da maior parte da radiação que chega ao planeta e cientificamente essa magnetosfera

é considerada grande defensora da vida. Nosso planeta possui esta aura

porque é um ser vivo em todas as suas consequências. Nós possuímos um campo áurico e a Terra também. Hoje, já se discute moderna e cientificamente se a Terra pode ser considerada um ser vivo.

Este é o conhecido conceito Gaia e estes trabalhos científicos vão em bom caminho. A Terra é sim um ser vivo, com uma consciência própria.

A escolha desta localização não foi casual. Resulta do tratado de equilíbrio

que se firmou após a grande guerra de Órion.

A situação do sistema solar é bastante comprometida. Nosso sol percorre uma

órbita hexagonal de 26 mil anos em relação à gravitacional com suas estrelas vizinhas. Curiosamente metade desse ciclo está no setor da galáxia que corresponde a Federação e a outra metade a que corresponde aos reptilianos.

Como diz a tradição Maia 10 mil anos de luz e outros 10 mil anos de obscuridade e mais de 5.000 anos no limbo.

Assim foi decidido, para que os projetos humanos que aqui se desenvolvessem, tivessem suas experiências na dualidade. Também se permitiu aos reptilianos desenvolver seus próprios projetos genéricos Tudo abaixo de um acordo de respeito mútuo e colaboração entre as partes. Assim como obediência, às resoluções que a Federação determinasse a cada momento.

A Terra, por ser criada por Elohims, é um planeta decimal e morontial e o que

quer dizer isso? É um planeta decimal, porque foi criado por Elohims e esses

deuses criadores, possuem 10 hélices de DNA e em consequência deste planeta criado por eles, os seres aqui encarnados espiritualmente, evoluem dez vezes mais rápido. Se buscava acelerar o projeto ascensional Adâmico em umas 20 ou 25 encarnações no máximo. Por outro lado, a Terra também é um planeta morontial, porque possui um corpo incluso mais sutil que o corpo astral. Esses sete dragões Kumara, foram supervisionando a formação da Terra durante todo o período pré-cambriano. No começo da era paleozoica, ao redor de 500 milhões de anos, começaram a ver as recompensas depois de

tanto esforço. Surgem os primeiros seres pluricelulares e a vida então havia nascido enfim neste planeta.

E é também nesta época que se configura um grupo de trabalho designado

pela Federação, desde seu centro administrativo na estrela de Alcíone das Plêiades, para supervisionar o projeto de desenvolvimento biológico terrestre. Esse grupo estava formado principalmente por três equipes da Federação. A primeira a equipe composta por raças felinas de Vega e Sírios A. A segunda era composta por reptilianos serpentiformes de Órion, conhecidos desde a antiguidade pelo nome de A Irmandade da Serpente e faz milênios que as irmandades benfeitoras inclusive, obrigou-se a trocar de nome em função da oposição a simbologia da serpente por parte das religiões monoteístas, que

pregou que tudo aquilo que se parece com algo réptil, é demoníaco. Desde então, passaram a ser conhecidos pelo nome de A Grande Fraternidade Branca. O terceiro grupo era uma equipe humana das Plêiades que se carregava então de doar a matriz humana para este novo projeto Adâmico. Essas equipes estabeleciam colônias temporárias para seus trabalhos de supervisão e modificação da biologia terrestre. Dadas as difíceis condições de sobrevivência daquelas épocas, tanto em nossa dimensão 3D como em outras mais sutis e devido ao baixo padrão vibratório

do planeta. Tão logo essas equipes terminaram seus trabalhos, abandonavam

a Terra.

Então o pessoal esse é o final da participação desse estudo da Saga Anunnaki

e dessa conspiração alienígena.

Eu espero que vocês tenham gostado. Muito obrigado a todos e vamos partir para a tradução da parte 6. Abração.

Saga Anunnaki Parte 6 - Terra Oca: Shambala e Agartha

Olá, sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte seis do estudo da Saga Anunnaki, cujo original está no canal Caminando el Sendero. E essa parte então fala sobre a Terra oca Shambala e Árgata e esse é o conteúdo que a gente vai estudar nesse capítulo.

Então no capítulo anterior, vimos como a Federação enviou equipes Felinas Serpentiformes e humanas para supervisionar e modificar os projetos biológicos terrestres. Essas raças desenvolvedora de vida junto com os dragões Kumara/Elohim, são os que se denominam nas lendas como os deuses primordiais. Desenvolveram a fauna e a flora e multiplicaram os invertebrados marinhos e tão logo na sequência, as primeiras plantas terrestres. E isso se encontra em torno de 420 milhões de anos. Eram plantas muito grandes em áreas pantanosas e em aproximados 380 milhões de anos, começaram a proliferar as primeiras raças terrestres de anfíbios, aparecendo também os primeiros insetos. Definitivamente o trabalho dessas equipes estava frutificando e também se intensificando a tal ponto que a Federação resolve enviar uma nave mãe a Terra. Dado a carga de trabalho e a multiplicação das equipes necessárias. Se estabelece então uma base administrativa no planeta Terra. A atmosfera naquela época ainda estava carregada de dióxido de carbono, o que tornava difícil estabelecer uma base em terra firme, sendo assim, a base se estabeleceu em órbita estacionária. Essa era uma nave da Confederação, dessa forma era pura energia, se apresentando em estado material, nos distintos níveis dimensionais para poder abrigar com qualidade a todos os membros das equipes da Federação independente de sua natureza vibracional. Essa é a origem da lenda de Shambala, essa nave mãe de energia Kumara que se posicionou em tempos remotos sobre onde hoje é o Tibet. Suas dimensões eram enormes, possuindo vários quilômetros tanto de altura como de largura. O fulgor dourado e violeta corresponde exatamente como dias nas lendas de Shambala as cores emanadas pela nave, em distinção as diferentes hierarquias de consciências ascendidas da qual era composta. Como veremos mais adiante, em torno de dezenas de milhares de anos que essa nave mãe Kumara pediu permissão à Federação para constituir permanentemente uma cidade e etérica sobre Tibet, que é o que posteriormente e até hoje conhecemos como Shambhala.

Devemos saber que toda a cidade etérica que se instala sobre o planeta, tanto sobre a Terra, Intraterra ou intraoceânica, deve primeiro, pedir permissão a Confederação dos Planos Ascendidos. Nas primeiras épocas da formação da Terra, os Dragões Elohim criaram uma rede de galerias por todo o interior da Terra. Essas galerias estão dispostas em vários níveis dimensionais e não somente em nossa dimensão tridimensional. É o que ficaria conhecido posteriormente como reino de Árgata, cuja sua capital é Shambhala. Naquelas épocas, as condições ambientais do planeta eram muito duras para ser habitar de forma permanente essas galerias. A de se esclarecer que a realidade da Terra Oca, não é tão radical como alguns imaginam e que inclusive há um sol interior no planeta. Uma coisa é dizer que a Terra possui um conjunto de galerias habitáveis e que pode abrigar colônias, inclusive cidade dê certo tamanho e outra coisa muito diferente é dizer que a Terra é Oca como uma casca de noz. Essa é a postura que o autor deste conteúdo defende nesta saga com respeito a este mito. Também esclarecemos e outros detalhes sobre as contínuas referências do sol interior da Terra Oca e isso não é possível tal como dizem e sim é que, em dimensões mais elevadas, esse sol não é nada mais do que o próprio núcleo da Terra que, nessas dimensões mais sutis e esse resplendor que irradia o núcleo é percebido e ilumina as cidades etéricas intraterrenas. Essa luz nas galerias aqui no plano 3D não é percebida, mas voltamos à Terra firme. Com essas primeiras explosões de vida, também começaram a se moldar as realidades paralelas do planeta. Se criaram os Devas, as entidades da natureza, como os Duendes e as Fadas. Essas entidades sutis ligadas à consciência viva da Terras, são os chamados elementais, associado às consciências básicas primárias. Por exemplo, quando se realiza um ritual com uma planta o que se está fazendo na realidade, é evocar o deva desta planta para curar um enfermo. Devemos esclarecer que a primeira dimensão da consciência é o mineral, a segunda dimensão é o das planas, e num estágio mais elevado para essa nossa realidade, os animais, e nós próprios estamos na terceira dimensão. Durante essas épocas foram-se atraindo diversas luas e satélites para mudar o eixo de rotação terrestre, inclusive em vários momentos a inversão dos pólos magnéticos provocado pelos Sete Dragões Elohim que moram no núcleo da Terra. Ao passo desses longos períodos foram se somando equipes de diversas raças semeando-se diversas espécies na Terra. Temos o exemplo dos seres anfíbios e cetáceos de Sírios B, que trouxeram exemplares como as baleias e os golfinhos entre outros. Essas espécies de

baleias e golfinhos são espiritualmente mais evoluídas que nós. Dotados de capacidades telepáticas são grandes mestres apométricos. Foram disseminados precisamente para auxiliar na evolução da frequência do planeta, que nessa época tinha uma vibração muito baixa. Também uma equipe humana de Andrômeda, começou a trabalhar neste momento servindo de apoio aos projetos biológicos postos em marcha ela Federação. Os seres Felinos de Sírios A e Órion, trouxeram a matriz genética dos Felinos que conhecemos na Terra. Raças insectóides de várias galáxias, trouxeram os insetos. Humanóides com cabeça de pássaro trouxeram os vertebrados ovíparos os que põem ovos, tanto pássaros como répteis. Esses últimos então tiveram uma melhor sorte nas mudanças climáticas da Terra. Chegado à época então dos grandes dinossauros que resistem com êxito as mudanças climáticas da Terra naqueles períodos em detrimento de tantas outras raças. Se passa de climas tropicais quentes a climas mais secos e áridos desaparecendo inclusive o gelo dos polos. A tremenda proliferação dos grandes Saurus não estava exatamente programado pelas equipes de desenvolvimento da Federação, tão pouco estava previsto essa grande mudança climática que aconteceu nesses períodos. Os porquês, há de se buscarem causas externas totalmente inesperadas. O cataclismo de 250 milhões de anos atrás em um dos quatro mundos interiores, que naquela época abrigava a vida. Foi a ocorrência da destruição de Tiamat.

Então é isso pessoal, esse é o fim do estudo da parte 6. Eu espero que tenham gostado e a gente vai partir para a tradução da parte 7 que vai falar sobre o Cinturão de Asteróides. Um abraço e até a próxima.

Saga Anunnaki Parte 7 - O Apocalipse de Tiamat/Maldek

Olá sejam todos bem-vindos. O meu nome é Cassiana e essa é a tradução da parte e sete da Saga Anunnaki, que fala sobre o Apocalipse de Maldek/Tiamat.

No início do nosso sistema solar havia quatro planetas interiores com capacidade de abrigar vida biológica. Eram eles Vênus, Terra e Marte e Maldek também amplamente conhecido por Tiamat. Esses planetas tinham algumas similaridades em suas características biológicas compartilhando espécies animais e vegetais de todo tipo. Vênus é um planeta aquoso e Marte estava mais desenvolvido e biologicamente que a Terra e Marte se destacava por suas selvas e também por suas savanas. Tiamat era um planeta aquoso do tamanho de Urano que possuía enormes oceanos e continentes com terra firme. Poucos milhões de anos atrás aproximadamente 250 milhões de anos Tiamat foi colonizada por intervenção da Federação que preparou este planeta para que ali habitassem raças Arianas de Vega e Aldebaran. Essas raças, foram destinadas para ali e reencarnar, já que procediam de mundos destruídos em guerra. De certa maneira com influência Arconte, dos tempos das grandes guerras e se oportunizou que ali reencarnasse e seguissem a sua evolução. Lamentavelmente os habitantes de Tiamat esqueceram a espiritualidade em favor da ciência. Eles eram excessivamente mentais. Desenvolveram uma tecnologia muito potente, mas eram demasiadamente audazes e agressivos com seus experimentos tecnológicos vários grupos opostos entrarão em guerra, insistindo nos mesmos erros do passado, mas foi num desses experimentos abrindo portais dimensionais alimentados por energia, quando não puderam manejar a tamanha força e desequilibraram a constante dimensional e gravitacional do planeta desestabilizando por completo. Apesar das muitas lendas que rodeia o Maldek/Tiamat, esse é o motivo real e final de sua destruição, um ato de autêntica estupidez. Sua destruição causou uma grave desordem gravitacional em todo sistema solar, mesmo sendo difícil assegurar em dados científicos, há informações que apontam para que essa explosão tombou o eixo de rotação de Urano e arrancou hoje Saturno para o sistema exterior. Há inclusive especulações de que uma dessas luas poderia ser Plutão. Há também a teoria de que Mercúrio era originalmente uma lua de Júpiter e acabou sendo injetado para fora da órbita de Júpiter, indo parar no sistema solar interior, onde está hoje.

A Terra e Marte também sofreram colisões de blocos de água, proveniente de Tiamat. Outra parte dessas águas, ajudou a formar o que hoje se conhece pelos anéis de Saturno e o restante dos escombros formou o que é hoje conhecido pelo cinturão de asteróides interior ou cinturão de ceres. Nosso planeta também sofreu uma alteração orbital aproximando-se do sol de 3 a 5 milhões de quilômetros, provocando as ondas de calor que no final da era paleozóica, perdão, provocando ondas de calor do final da era paleozóica, chegando a desaparecer os glaciares dos pólos. Há modo de curiosidade, comentaremos um rumor acerca de um personagem do século 20. Nikola Roerich, filósofo, escritor, viajante, pintor e místico russo, conhecido por muitos como o pintor de Shambalá, o mundo sutil tibetano que ele percebia. Há um rumor que diz que ele teria recordações das vidas passadas em um enorme planeta do sistema solar que deixou de existir porque foi aniquilado em guerras fratricidas e que ele não queria que acontecesse o mesmo com a Terra. Ele também é reconhecido com o amor de seu povo e autor da bandeira da paz. Outro relato interessante é o da quantidade de pessoas que em regressões dizem ter vivido em Maldek/Tiamat, isso se dá em função de que boa parte do povo que viveu neste planeta estão encarnando na Terra, especialmente em países Nórdicos, alemães, austríacos, noruegos, russos, suecos, etc. Muitos deles são almas encarnados procedentes de Maldek/Tiamat. Para finalizar comentaremos a teoria de Maldek/Tiamat, criada pelo autor francês Anton Parks, que pra quem não o conhece, podemos dizer que é uma pessoa que escreve seus livros baseado em experiências de projeção astral, das quais ele dá ao testemunho. Apesar de ser uma grande fonte de informação com o domínio surpreendente do idioma sumério, devemos sempre ser críticos. Esse autor postula que Timat era o planeta onde residiam os seres semeadores de vida e que fora destruído pelos reptilianos, quando da invasão Anunnaki, a Terra, ao redor de 360 milhões de anos aproximadamente. Um dos problemas deste autor, é que preenche lacuna de suas canalizações com teorias ufológicas de outros autores Por uma data a destruição de Maldek/Tiamat, é física e cosmologicamente impossível. O motivo é porque, 300 milhões de anos, é pouquíssimo tempo para que eu cinturão de asteroides, resultado da explosão, esteja tão limpo e aglutinado. A geologia atual por exemplo, diz que a criação da Terra data de aproximados 5 bilhões de anos, o que teria sido inclusive rápido em termos cosmológicos. Finalizamos dizendo que isso tudo pegou de surpresa o plano

de semeadura biológica da Federação em nosso planeta Terra, comprometendo todo o planejamento original. A alteração climática recorrente, levou à proliferação desmedida dos seres répteis da Terra, chegando assim à época dos grandes saurus ou dinossauros.

Então é isso pessoal, é esse é o fim da tradução da parte 7. Eu espero que tenham gostado e vamos preparar a tradução da parte 8. Um abraço!

Saga Anunnaki Parte 8 - A extinção dos Dinossauros e Hiperbórea

Olá sejam todos bem-vindos. Meu nome é Cassiana e assim a tradução da parte 8 da Saga Anunnaki que fala sobre A extinção dos Dinossauros e Hiperbórea.

Então como vimos no capítulo anterior, depois da destruição de Maldek/Tiamat, a Federação esperou um bom tempo já que aquela situação tinha sido totalmente inesperada. Dado que o sistema solar se encontrava naquele momento desestabilizado gravitacionalmente. A única medida que se tomou foi esperar até que tudo se estabilizasse, o cinturão de asteróides se aglutinasse e se limpassem as órbitas. Essa decisão de fato, de uma grande margem de liberdade para o desenvolvimento das raças répteis na Terra. O plano original era que reinasse tanta diversidade quanto o equilíbrio entre as distintas espécies, mas a situação agora era outra e com as mudanças climáticas que se sucederam, deram a raça réptil na Terra uma vantagem no período mesozoico um período de aproximadamente 190 milhões de anos, que foi um reinado completo dos dinossauros na Terra. Dado que o nosso planeta era uma criação Elohim, com a intenção de que se tornasse um verdadeiro pomar de vida e abundância. Unido a essa mudança climática inesperada e a incrível adaptabilidade da raça réptil, desencadeou um tremendo desenvolvimento dos grandes sauros. Havia registros nos arquivos da Federação de criaturas maiores e mais bestiais que qualquer outra encontrada neste Universo local. Apesar da Terra ser um planeta rochoso de tamanho modesto. O tamanho e a ferocidade desses animais eram incontroláveis, inclusive perante o poder psíquico de muitos mestres de raças ascendidas. O tamanho, robustez e a psique réptil desses predadores fazia com que seus poderes mentais muitas vezes não fossem suficientes para controlar esses espécimes, especialmente os que andavam em manadas, produzindo-se inclusive ataques mortais a membros das equipes da Federação. Essa impossibilidade de convivência na superfície foi que originou no início da colonização dos reinos Intraterrenos de Ágarta, especialmente por uma questão de segurança. Foram passando os períodos cretáceos, jurássicos e triássico. A margem de tempo de prudência que havia dados a Federação passou. Visto que já havia um reequilíbrio aceitável entre todos os corpos celestes do sistema solar. Seus movimentos já eram previsíveis. Outra razão para não esperar mais, era que a vibração planetária havia despencado enormemente perante a proliferação dos ferozes dinossauros.

Entre os membros da Federação também, se ergueram vozes demonstrando a preocupação em deixar essas raças evoluir a níveis de inteligência superior. Com seu calibre de ferocidade, agressividade, tamanho, temiam que surgisse uma raça terrível e perigosa. Era hora de intervir enquanto não havia dado esse salto evolutivo. A ação a tomar deveria ser drástica, já que a população desses espécimes répteis estava enorme e não permitiram a evolução das raças mamíferas, que era o grande objetivo final deste projeto Terra. Em torno de 65 milhões de anos tomou-se a grande decisão de impactar um asteroide na superfície do planeta Terra. Decidiram deslocar um asteroide do cinturão com 15 quilômetros de largura em rumo de colisão contra a Terra. Isto foi a executada por naves Kumaras que acompanharam o objeto do início ao fim, corrigindo sua trajetória, monitorando até instantes antes do impacto. A península de Yucatán no México foi o local escolhido de impacto, criando uma cratera de quase 200 quilômetros de diâmetro. A crosta terrestre se fundiu em partes, criando uma onda de destruição que em algumas horas englobou todo o planeta. Temperaturas de 600 graus se chegaram a dar em algumas partes grandes, incêndios, alimentados pela atmosfera altamente oxigenada daquelas épocas, grandes terremotos, etc. Tudo para que qualquer grande animal estivesse condenado a erradicação, deixando possibilidades de sobrevivência apenas aos pequenos animais que podiam esconder-se e tinham menor necessidade de comida, abrindo assim, o caminho para os futuros mamíferos. Ainda assim algumas colônias de dinossauros sobreviveram em algumas zonas, sendo que muitos anos mais tarde após o grande cataclismo, evoluíram todas espécimes répteis que conhecemos hoje. Isso também explica alguns problemas de datação de fósseis de dinossauros que a ciência atual tem encontrado. O enigma do que teria sido Hiperbórea tem se tornando um grande desafio para aqueles que ao longo dos séculos quem se atrevido a seguir suas pistas. Tal qual a Lemúria e Atlântida, Hiperbórea a tem sido reduzida a uma lenda remota.

A postura dessa saga a respeito é que devemos ter claro certos aspectos que

cremos terem criado uma grande confusão ao longo do tempo.

A localização geográfica desta Terra é concretamente nos pólos sul e norte em

ambas as zonas polares Antártida e da Groenlândia. Curioso é de onde vem o nome Groelândia, procede do inglês greenland, que significa terra verde, indicativo de que em outros tempos, essa Terra não foi um deserto gelado. Temos crônicas, visigodas, que seus ancestrais originários do norte da Europa

conheciam uma exuberante Terra, além de que testes de carbono 14 indicam a evidência da existência de bosques primitivos na Groelândia. Outro ponto que se deve ter claro, é que houve dois momentos na civilização das zonas Hiperbóreas. Um antiguíssimo de muito difícil enquadre cronológico, mas que retrata a vários milhões de anos atrás. Outro mais recente e contemporâneo da Lemúria e Atlântida ao redor de meio milhão de anos. Nesse capítulo trataremos da primeira civilização Hiperbórea. Esta, depois das primeiras raças de deuses primordiais, constituiu a segunda raça sobre este planeta que algumas lendas antigas denominam como semideuses e que de certa maneira não estão errados. O certo é que estas raças chegaram na Terra há milhares de anos a mando da Confederação. Se necessitava recuperar vibracionalmente o planeta e ascende-lo de nível já que os cetáceos sozinhos não eram suficientes para essa tarefa. Era fundamental que vivesse por um bom tempo uma civilização que pudesse colaborar em harmonia com o planeta para ascensão de ambos. Uma tarefa delicada que foi encomendada pela Federação a uma raça cuja procedência original desconhecemos, mas sabemos que era uma raça ascendida de auto espiritualidade que aceitou voluntariamente o trabalho. Se ele descreve como uma raça semi-etérica, filamentosa e com capacidade de atuar em diferentes dimensões. Conectaram com êxito a consciência de Gaia desde o primeiro momento, assim como os devas o entrais da natureza e depois de muitos centos de anos de elevação vibracional, ambas, de mãos dadas, deram um salto ascensional em harmonia com o amor da fonte criadora universal. Este foi um passo fundamental que possibilitou mais tarde o estabelecimento de raças humanas sobre o planeta e conseguir um registro vibracional mais de acordo com a biologia apurada, psique e alma das raças Adâmicas. O desequilíbrio sofrido pela destruição de Maldek/Tiamat e a proliferação desmedida dos dinossauros estava enfim sanado. Essa raça ascensionada deixou também um exemplo de infinito amor com o projeto Terra e ao invés de regressar às suas origens, após cumprida a sua missão, decidiram ficar e se estabelecer nas camadas sutis do planeta como uma espécie de anjos guardiões, onde estão até hoje.

Então é isso pessoal espero que vocês tenham gostado. Essa é a tradução da parte 8 e vamos partir agora para tradução da parte 9. Um abraço!

Saga Anunnaki Parte 9 - O Armagedon de Venus e Marte

Olá sejam todos bem-vindos. O meu nome é Cassiana e essa é a parte 9 da tradução da Saga Anunnaki, cujo original está no canal Caminando el Sendero e neste capítulo a gente vai falar sobre o O Armagedon de Vênus e Marte.

Há 20 milhões de anos, Vênus eram jardim aquático e próspero e ele foi aproveitado por iniciativa da Federação para introduzir uma espécie humanoide de características anfíbias no planeta. À frente de tudo estava o mestre ascendido da ordem Kumara. O projeto foi um êxito em menos de um milhão de anos, se conseguiu a difícil tarefa de adaptar um humano em meio aquático, dotando-o de grande inteligência para seu desenvolvimento científico e espiritual. E finalmente ascensionando grupos desses seres aos planos mais sutis. Ao longo de 15 a 16 milhões de anos se interrompeu a paz neste setor da galáxia pela invasão de tribos reptilianas nômadas, que não pertenciam à Federação reptiliana e agiam por conta própria atacando vários mundos. A aversão reptiliana pela ordem Kumara foi um dos estopins desses vários ataques relâmpagos, que eram esporádicos, porém muito violentos e duraram milhares de anos. Ainda assim a ordem Sanat da hierarquia Kumara, se colocou à frente com sua tecnologia e força vital rechaçando vários ataques durante esse período. Foi uma época de tensão guiada pela ira e a falta de escrúpulos dos reptilianos que fizeram só fama de escravizadores de raças e destruidores de mundos. Assim a aproximadamente 15 ou 16 milhões de anos atacaram Vênus com uma bomba de terra formação que transformou toda a estrutura interna do planeta, provocando uma drástica mudança de clima. Essa hecatombe fez com que a vida na terceira dimensão se tornasse impossível, fazendo com que parte desses humanoides mais elevados passasse a viver definitivamente na quinta dimensão. Os demais pereceram, salvo alguns que conseguiram escapar em suas naves, vindo até a Terra e desembarcando na zona de Shambala e no reino Intraterreno de Ágarta. Isso explica as lendas antigas e as informações como as de madame Blavatsky, que diz que há 16 milhões de anos Saman Kumara veio à Terra com sua corte de anjos, mas o que não menciona é que chegará fugindo de uma guerra que perderam. Como vemos, outros dos quatro mundos primitivos que abrigavam vida em nosso sistema solar, foi massacrada pela guerra e convertido e o inferno inabitável na realidade tridimensional.

Para explicar a história de Marte, há que se ter claro, o conceito do que são as federações de comércio. A Federação de Alcíone das Plêiades está composta por sua vez de 49 outras civilizações, não só humanas, mas também reptilianas, insectóides, anfíbias, espectrais e outras tantas raças com bases biológicas muito diferentes entre si. Alguma dessas federações não estavam centradas especificamente em nenhum planeta, sendo que eram civilizações nómadas que se dedicavam ao comércio de minerais, alimentos e materiais genéticos de todo tipo, desenvolvendo assim, grandes lutas comerciais, bem como as denominadas casas de comércio, grandes portos espaciais dedicado às transações comerciais. Marte era, há milhões de anos atrás, exatamente isso, um grande centro de comércio do sistema solar. No planeta se havia estabelecido várias casas comércio que faziam parte da Federação de Alcíone, assim como outras que não faziam parte, mas entre elas haviam tratados políticos para a conservação da boa vizinhança. O planeta marte depois da destruição de Malbek/Tiamat, sofreu mudanças climáticas severas que, apesar de ser possível a manutenção da vida, mesmo assim, se perdeu grande parte da riqueza biológica daquelas épocas. Várias zonas de clima continental mudaram para áridos e nessas zonas biologicamente degradadas, a Federação cedeu a autorização para exploração de mineração. A riqueza mineral do planeta marciano impulsionou ainda mais a sua faceta comercial. Durante muitos milhares de anos houve grande tráfego de navios de carga procedentes de toda a via láctea e da vizinha Andrômeda. Ao redor de 4 milhões de anos, humanoides de Antares 4, que era uma civilização espiritualmente mais desarmônica e densa, destruíram o seu planeta em uma série de holocaustos nucleares, tanto que a Federação Arcturiana, transladou aos poucos sobreviventes e seus projetos de reencarnação desta humanidade a Marte. Por outro lado, em épocas parecidas raça Siriana e Antarianas da Constelação de Escorpião, destruíram seus mundos em conflitos igualmente nucleares, dessa forma também foram transladados e formaram uma colônia em Marte. Como devem estar imaginando, não foi dois nem três mundos destruídos em guerras nucleares e voltaram a cometer o mesmo erro em Marte. Dependendo da fonte a aproximadamente 2 ou 3 milhões de anos, Marte entrou em conflito aberto entre essas duas facções, convertendo o planeta em uma terra praticamente inevitável na superfície. Marte perdeu quase toda sua atmosfera em poucos centos de anos depois do conflito, matando assim o planeta. Diversas deflagrações nucleares afetaram de tal forma a estrutura interna de Marte que o núcleo do mesmo se resfriou,

parando assim o dínamo que gera o campo magnético fundamental para a vida que defende da radiação cósmica e salvaguarda atmosfera. Com mais essa desgraça sobrava apenas um mundo no sistema solar com vida, a Terra.

Então é isso pessoal, espero que tenham curtido o capítulo 9. Agora a gente vai para a tradução do capítulo 10 que vai falar sobre a civilização perdida de Atlântida. Um abração galera até breve!

Saga Anunnaki Parte 10 - Lemúria e Atlântida

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e está e a tradução da parte 10 da Saga Anunnaki, que fala sobre a Lemúria e a Atlântida.

Por fim havia chegado o momento tão esperado, depois de um grande trabalho de milhões de anos, problemas imprevistos de todo tipo, a Terra finalmente reunia as condições perfeitas para receber os exemplares do projeto Adâmico.

A Federação encomendou ao comandante e mestre Torank, a implantação

das primeiras humanidades no planeta. Este ser ascendido, este mesmo

Torank, que há muito tempo atrás nas guerras de Órion contra raça reptiliana, como vimos em outro capítulo, foi de grande importância estratégica na sobrevivência da raça Adâmica graças ao seu gênio geneticista na produção em massa de clones. Este mestre propôs à Federação o denominado projeto 200 mil.

A introdução paulatina de raças humanas em intervalos de 200 mil anos.

Cada projeto Adâmico teria esse objetivo temporal para que se pudesse elevar o estado vibracional. Assim, em torno de 2 milhões de anos, se introduziu os primeiros humanos arianos, exemplares de três metros a três metros e meio de altura procedentes de Aldebaran na constelação de Taurus. Devemos esclarecer uma grande confusão a respeito da denominação e o

conceito de Lemúria e Mu. Lemúria, era um conjunto de ilhas onde hoje só resta Madagascar, na região sul africana e que tomou essa denominação pela abundante presença de lêmures que haviam nessas terras. Mu, de maior tamanho e teria se localizado no pacífico onde hoje restam apenas algumas ilhas como a de páscoa. Neste estudo faremos uma generalização e chamaremos tudo de Lemúria deixando claro como esclarecido agora essa diferença.

A organização política social e administrativa de seus habitantes era similar a

outras raças arianas de Sirius e Aldebaran. Viviam em povoados pequenos, se incomodavam com grandes aglomerações, já que não queriam ser afetados pelas formas de pensamento que se aglutinam em grandes centros, que por sua vez afetam o equilíbrio vibracional do indivíduo. Preferiam uma vida de caráter rural, apesar de terem desenvolvido uma tecnologia potente ao longo dos anos. Gostavam de comer o que eles mesmos cozinhavam e sua alimentação era vegetariana na maior parte do tempo, demonstrando sua estreita relação com a natureza. Não existia dinheiro e todos tinham suas

necessidades básicas atendidas. Trabalhavam duas horas por dia para a comunidade e o restante do dia dedicavam-se ao desenvolvimento pessoal. Buscavam desde sempre as qualidades mais destacadas do indivíduo, potencializando-as ao máximo não perdendo tempo com outras áreas de conhecimento para os quais não estavam dotados. No transcurso de dois mil anos essa civilização estava pronta para com uma só voz e um governo comum, tomar contato com seus irmãos estelares da Federação e isso se deu de forma positiva, assim a Lemúria de Gaia, a Terra, tomou o seu assento de direito junto às 49 federações dentro da Federação de Aldebaran estando assim de fato, embaixo do guarda-chuva de Alcíone das Plêiades e o estandarte dos povos originários flamulava em todos os cantos da Lemúria. Seu crescimento tecnológico espiritual avançava. Criaram escolas iniciado áreas de diversas ciências, inclusive a dos planos sutis. Segundo canalizadores de todas as épocas tanto a Lemúria quanto Atlântida apareceram mestres da geometria sagrada e alquimia, denominada por eles pela nomenclatura de biogeometria fractal. Nessas aulas, mestres e alunos plasmavam vão formas geométricas de energia com o objetivo maior de cura e elevação vibracional, canalizando a energia universal ou prana, através de estados meditativos apoiados por geometria sutis como cubo de Metratom. Em Antahkarana, fogo pêgasus, hama core, a estrela polaris, flor da vida e outras consciências cósmicas expressadas em geometrias. Algumas dessas escolas realizavam peregrinações as regiões hiperbóricas para impregnar-se da energia dos mestres ancestrais, dos guardiões espirituais do planeta com os quais alguns mestres, de estágios elevados, acabaram fazendo contato. Passados os dois milênios e 150 mil anos depois, começaram a ascender a quinta dimensão vibracional e povoando assim outros mundos de acordo com o seu grau evolutivo. Completados os 200 mil anos estabelecidos originalmente como objetivo, a maioria já havia ascendido a outros planos e ficou um pequeno reduto que propositalmente retardou sua partida para seguir de guia a próxima civilização adâmica. Desta vez em torno de um milhão de anos, atrás chegaram os humanos arianos de Sirius. Sua organização e costumes eram muito parecidos com seus irmãos Aldebran, todavia um pouco mais densos, mais suscetíveis a conflitos e por isso se acompanhou muito de perto sua evolução. Chegados a marca dos 200 mil anos desse projeto, parte dos Sirianos já havia ascendido, mas restava uma boa parte de humanos apegados à matéria. Esse apego ao mundo físico preocupou mestre e comandante Torank, pois via que

se encaminhava para uma inevitável convivência deste grupo com o próximo projeto adâmico, o Pleidiano.

Temiam que essa convivência acabasse em conflito, além do mais o orgulho Pleidiano não queria que Torank comandasse o projeto apesar de sua extrema sabedoria e experiência. Assim Atlântida, um conjunto de ilhas de pequenas e grandes situadas no oceano atlântico, foram povoados por povos Arianos/Pleidianos, que desenvolviam a espiritualidade, mas também eram entusiásticos das ciências

e das tecnologias. Não sentiam união interior com a natureza. Em sua

organização administrativa era um sistema de castas que reinava desde a grande guerra de Órion. Possuíam um dogmatismo e uma estrutura social extremamente rígida. A elite governante comandava tudo, com mão-de-ferro. Não era uma sociedade em si regressiva, mas entendiam sua organização de outra maneira. Como uma raça de forte carga de DNA Delphínico de Sírios Alfa, uma das criadoras do ser humano adâmico, tinham muitas de suas cidades no mar, onde se podiam encontrar enormes castelos de cristal, situados no meio do oceano, conforme analisado por muitos médios ao longo dos séculos. Sua conexão genética com o mar os fazia sentir mais confortável com ele do que em terra firme. Uma nova raça Pleidiana, um novo projeto Adâmico, desembarcou na Terra em torno de 600 mil anos vivendo com seus irmãos em Atlântida prosseguindo com a convivência com a colônia de Aldebaran e Lemúria, a qual se haviam multiplicado em número e de certa maneira estancado evolutivamente. Lhes custava cada vez mais desapegar-se dos planos físicos. Durante milhares de anos a convivência foi tranquila, cada um respeitando o território do outro, seus costumes e hábitos. Essa boa vizinhança levou uma

autêntica idade do ouro, onde a sabedoria, a alquimia sagrada, a ciência tudo

é em definitivo estava em crescimento junto ao desenvolvimento pessoal do indivíduo. Durante suas ascensões era comum que um parente ou amigo desaparecesse,

simplesmente não estava mais entre eles. Sumindo em uma explosão de luz, conectando-se com os planos sutis.

A partir desses tempos iniciou-se uma densificação de Lemúria e Atlântida. O ritmo de abertura de consciência e elevação espiritual decrescia paulatinamente. A Atlântida Pleidiana se densificou ao máximo e a Lemúria

em outros tempos muito espiritual começou a dar as costas aos costumes de seus mestres ancestrais. A população crescia nas duas civilizações e as necessidades de recursos também. Começaram os intercâmbios comerciais entre Atlântida e Lemúria. Em Atlântida se deu início a um desenvolvimento

desgovernado da tecnologia e começaram a ser mal vistos e depreciados e estes por sua vez começar a encarar a Lemúria como uma gente pouco produtiva que não agregava em nada ao desenvolvimento do planeta. Nesta mesma época, começou um conflito interno entre as próprias pessoas Atlantes mais apegados com a mãe Terra e a espiritualidade especialmente das zonas Hiperbóreas e as outras dentro da tecnologia desregrada. A idade de ouro, de alta espiritualidade havia chegado ao fim, em torno de 500 mil anos atrás. Os piores temores que Torank expressou ao conselho da Federação muitos milênios antes, havia se transformado em realidade preocupante. A densificação vibracional da Terra havia começado, mas ninguém chegou a imaginar nem mesmo Torank em seus piores receios que chegaria a piorar a situação na Terra.

Então é isso pessoal espero, que tenham gostado. É o final da parte dez e vamos partir para a parte onze. Um abraço!

Saga Anunnaki Parte 11 - A Rebelião de Lúcifer

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e é esta é a tradução da parte 11 da Saga Anunnaki. E gente vai falar sobre A Rebelião de Lúcifer.

Antes de tudo, temos que começar esclarecendo a tremenda confusão e manipulação a que se tem submetido o conceito de Lúcifer, Satã, Belzebu, Leviatã etc. Todos esses não são demônios antigos tradicionais da cabala e outras ou formas distintas de chamar ao maligno. Crenças de certa forma herdada das religiões como a católica. O certo é que todas elas são entidades muito distintas e vamos tratar de explicar essas questões nesse capítulo da maneira mais amena possível. Lúcifer não é o maligno, nem nunca esteve contra Fonte, nem sequer chegou a estar na Terra. Lúcifer não é nem sequer alguém, simplesmente é um cargo do Conselho da Confederação situado no centro da via láctea. Os filhos paradisíacos que trabalham desde os planos sutis para a Fonte co-criando com Deus. Outra coisa muito distinta é que o holograma de Lúcifer, neste plano, foi manipulado, associando-o todo mal, como sempre distorcendo a verdade estereotipando-o como mal, o que alguns poderiam entender como bom e vice-versa. Conscientes de que os que mandam neste plano não são precisamente os bons. Dizemos que no centro galáctico, existe o Conselho Executivo da Luz Divina. Um Conselho de 12 Entidades que são pura energia. Doze consciências presididas por uma Consciência Suprema, Lúcifer. Este Lúcifer ou portador da luz, o executor das leis e disposições divinas, é afinal, o instrumento tomador de decisões discutidas neste Conselho. Agora um outro tema importante, essas disposições do Conselho presidido por Lúcifer, são de cumprimento obrigatório por toda a civilização que se considere em sintonia com a Fonte Universal Criadora, já que se assume que suas atuações estão inspiradas pela mesma divindade suprema, portanto, a Federação Galáctica de Alcíone das Plêiades sempre acatou, desde a sua instauração, as demandas oriundas do Conselho Executivo da Luz Divina. Este Conselho estava assistido por uma ordem de geneticistas. Essas entidades já não eram consciência sutis, mas sim possuíam corpos materiais nas dimensões 3, 4 e 5D.

Essa ordem era a que supervisionava os planos genéticos de implantação de raças designado pelo Conselho, era o seu braço executor. Esses geneticistas que trabalhavam para o Conselho eram altamente respeitados, já que colocavam em desenvolvimento os planos idealizados pela própria Fonte. No capítulo anterior, vimos que o planeta Terra, a aproximado meio milhão de anos atrás, a idade de ouro tão comentada já havia terminado. A Lemúria com suas raças Sirianas e Atlântida com suas raças Pleiadianas, começaram a estranhar-se pouco a pouco foram mutuamente dando-se as costas. Recordamos também que no capítulo 4 da saga, vimos como Federação adotou a estrutura social de castas para organizar a imensa quantidade de clones que se haviam criado para lutar na grande guerra de Órion, além do mais, essa espécie de nova religião criada estancava evolução do indivíduo, já que, quando desencarnava, se descarregava a memória dessas almas no denominado superserafim um supercomputador quântico de quinta dimensão no centro galáctico.

A essa alma voltava a reencarnar quando se estimava se necessário em um

novo corpo, desta mesma casta. Não podendo evoluir espiritualmente nem superar o nível social a que estava confinado. Isso produziria também um estancamento do deus Sou, a consciência matriz aqui pertencermos, que ramificada em almas e fractais de almas com o fim de experimentar e aprender. Pouco a pouco vai se reunir ficando e recuperando esses fractais. Quando atinge a reunificação total, o deus Sou, prossegue com toda essa bagagem e sabedoria até a Fonte em sucessivos estágios superiores e essa reunião do deus Sou estava conturbado. Em torno de 500 mil anos, quando se produziu a renovação do cargo de Lúcifer no Conselho Executivo do centro galáctico, o novo Lúcifer, cujo nome real é desconhecido, veio com um grande ímpeto reformador e assim que assumiu sua posição reuniu o Conselho em deliberação em debates longos intensos. Reunido o Conselho da Luz Divina a serviço da Fonte neste quadrante do Universo local de Nébadon, se solucionava positivamente por

maioria a proposta apresentada por Lúcifer, estimando-se que se seguisse o seguinte mandato:

A toda civilização conectada com o ser superior a este Conselho e a serviço

sincero da Fonte, fazemos as seguintes perguntas:

Desde quando se permitiu que o deus Sou não possa reunir todas suas almas para prosseguir seu caminho a Fonte? Quando você decidiu tal coisa?

Esse sistema de castas no qual se organizavam muitas civilizações vai contra a luz que vive em cada indivíduo e também contra cada fractal da Fonte que mora em cada ser e sendo assim vai contra a própria Fonte Criadora. Dado ao estado das coisas se exige a dissolução total do sistema de castas a todas as civilizações inscritas neste Conselho no prazo mais breve possível. Essa determinação não é interpretável, essa determinação não é discutível, essa determinação não é negociável, essa determinação não é postergável. Assim o Conselho delibera e assim Lúcifer dita. O terremoto social, uma maioria das civilizações que estavam regidas pelo sistema de castas foi brutal. Milhões e milhões de anos com as mesmas regras, haviam criado resistências nas classes dominantes a qualquer tipo de mudança. Gozavam de um status que lhe custava abrir mão. Timidamente algumas pequenas federações contestaram de forma positiva. A primeira grande civilização a apoiar o decreto de Lúcifer, foi Andrômeda. Muito tempo atrás, grandes sábios da Federação Andrômedana, já haviam apontado esse sistema como moral e espiritualmente censurável e já haviam implementado algumas mudanças para fazê-la mais flexível. Assim esse mandato foi tomado com bastante naturalidade pelos dirigentes Andromedanos. Mas, um grande apoio veio da Federação Humana, o império Siriano. Apesar de seu caráter totalitário, imperialista, com mais de 1.200 sistemas solares embaixo de seu domínio, apoiaram finalmente a postura do Conselho. Mesmo que para a classe dominante Siriana, ainda sofriam com seu apego ao poder, a ideia de se opor ao Conselho e a própria Fonte, lhes custava um autêntico mal-estar. Era uma situação inabordável, portanto, deram uma resposta positiva. Entenderam que era hora de amadurecer e levar as civilizações a um novo estágio de evolução espiritual. Se deram conta que tinham uma grande responsabilidade em seus ombros e deviam ser exemplo para as outras federações. Essa decisão foi uma surpresa para algumas federações e sistemas. O tempo ia passando e todos os olhares se voltaram a outra civilização humana que ainda estava sem resposta, as Plêiades, ali as discussões seguiam e como resultado delas, o grande Conselho Pleiadiano, estava se polarizando em duas posturas, uma a favor de apoiar o mandato, mas outra estava assumindo um posicionamento preocupante. Nunca antes se havia posto em dúvida o Conselho da Luz, mas agora essa facção Pleiadiana estava fazendo isso sem disfarces. Nas deliberações internas do Conselho, se acusava a Lúcifer de não estar em sintonia com a Fonte, que era um ser orgulhoso, que assim que chegara ao

cargo, colocou os pés pelas mãos, tentando destruir a estrutura social de castas que havia mantido, durante milhões de anos, a sobrevivência da própria raça humana. Mas devemos observar que o grupo que apostava no sim, havia dentro dele uma facção que os apoiava não por convencimento moral/espiritual, mas sim pela oportunidade de se desvencilhar do domínio da grande Federação de Alcíone das Plêiades, o que englobava 49 federações, não só humanas como reptilianas, insectóides, espectrais e outras formas biológicas inimagináveis. Um caso parecido estava acontecendo na Federação de Órion. Duas facções se enfrentavam e parte dos que optavam pelo sim o faziam por declarar independência de Alcíone em um dado momento e como a Confederação não podia dar uma resposta global, por cada Federação que a compunha, se aproveitou tanto nas Plêiades como em Órion para que essas facções se desligassem do poder de Alcíone, argumentando que o Conselho executivo havia pedido urgência nas decisões e a estrutura política de Alcíone era burocrática, obsoleta e lenta nas decisões. Outras facções que apostavam pelo sim, procuraram convencê-los a não romperem a unidade de suas Federações, mas negaram todas as petições a respeito. Eles queriam voar livres. Há que se dizer que foi uma ruptura de caráter político. Não houveram conflitos bélicos, simplesmente houve quem quisesse seguir, aproveitando a conjuntura. Declaravam sempre sua boa-fé e diziam que estender a mão a grande Federação sempre oferecendo colaboração e boa vizinhança, mas não obediência. Foi então quando em aproximadamente 490 mil anos civilizações dessas facções tanto das Plêiades quanto de Órion começaram uma busca pela colonização de novos mundos livres do poder de Alcíone e uma parte dessa facção de Órion aportou na Terra para morar nos planos astrais quase inabitados naqueles tempos. Essa facção estava comandada por Satã, reptiliano e membro do alto escalão do Conselho de Geneticistas, que prestava serviço e apoio a Lúcifer, monitorizando os projetos de desenvolvimento genético de distintos mundos. Satã foi seguido por Belzebu, Astarot, Leviatã, Asmodeus, Samael e outros. Todos comandantes de Órion e fizeram uma honra de sua palavra de boa vizinhança, por milhares de anos, morando nos planos astrais sem intrometer- se com outras raças que prestavam obediência a Alcíone. Passaram alguns milhares de anos e o tremendo remanescente de almas que havia se acumulado no superserafim, tinha que ter um destino de algum, modo. A Federação Siriana, se viu forçada a pular seu protocolo original de

implantação de raças na Terra e antes dos 200 mil anos previstos, introduziram a uma nova raça humana Siriana. Essa raça provinha do sistema de Adára, um dos domínios mais longínquos do império. Esses indivíduos eram bastante densos e uma Fonte de preocupação constante. Foram implantados em uma zona que hoje é o deserto de Gobi, ao redor de 480 mil anos. Era uma zona praticamente inabitada e se seguiu de perto o seu desenvolvimento encarnacional. Foram assistidos por Melquisedeque. Neste momento, esse instrutor planetário via o perigo que oferecia essa raça mais densa e colocou suas equipes a assessorar esses Adarianos. Não era uma colônia muito numerosa e isso era proposital para auxiliar no controle desse projeto, sendo que seu apogeu populacional se deu em poucos milhões de indivíduos, aglutinadas ao redor de dois grandes centros as cidades de Sodoma e Gomorra. Logo desenvolveu-se uma tecnologia bastante potente e um número relevante deles foi guiado a um caminho de vida espiritual. Todavia a maior parte deles eram tecnológicos e tinham predileções pelo denso, espesso, bizarro e material. Nessa questão o mito bíblico de Sodoma e Gomorra, tem parte de realidade. A civilização adariana de Sodoma e Gomorra, se encontrava dividida também entre duas facções. Dessa forma, paulatinamente, os mais espiritualizados concentrados nas zonas rurais em especial a cordilheira do Himalaia, onde entraram em contato com os mestres das cidades e etéricas de Shambala e o mundo Intraterreno de Árgarta. Finalmente vamos explicar como se aborda o tema da rebelião de Lúcifer, exposto no livro de Urântia. Já comentamos capítulos atrás, que o livro e Urântia é uma grande Fonte de informação que traz verdades, mas também enormes mentiras e manipulações. Nesta obra, se dá grande importância à rebelião de Lúcifer, onde há uma parte bem extensa para explica-lo. A razão dessas recorrentes manipulações é que no fundo o livro durante a uma espécie de bíblia Pleiadiana ou explicado de outra maneira o que a facção Pleiadiana que se manteve no poder com a sociedade de castas e os famosos Anunnakis, inclusive, querem nos fazer crer. Por fim, o famoso Anu, pai dos Anunnakis e seu filho Enlio, poderíamos denominar os dois como entidade Jeová. Estiveram contra, finalmente como veremos, dos mandatos de Lúcifer, tanto que o mostraram nas antigas escrituras como maligno que esteve contra Deus. Como veremos nos próximos capítulos, Lúcifer condenaria a conduta Anunnaki e estes desacreditariam as entidades apropriando-se eles mesmos da identidade de Deus Criador esse Deus Pai representado na fé hebreia como

um ancião perpetuamente aborrecido, negativo, ridiculamente zeloso, ditador de ordens de sacrifício de animais e humanos. Esse personagem, definitivamente não é Deus, já que Deus não é um senhor com barba evidentemente. Os mesmíssimos filhos paradisíacos nunca viram a Deus, já que sua luz é tão imensa que poderia desintegrá-los e em resumo alguns de seus filhos mais elevados, os verdadeiros anciões de amor e sabedoria são capazes apenas de percebê-lo. Assim é imensa a Luz da Fonte Universal. Aquele que se auto intitulou deus neste plano, não é nada mais do que um simples comandante e usurpador de civilizações com mais tecnologia e maiores capacidades físicas e psíquicas, nada mais do que isso. Um autêntico e farsante, comparado com o que é a enormalidade da Fonte Criadora Universal.

Então é isso galera, eu espero que vocês tenham curtido. Essa foi a parte onze. Finalmente chegamos nos Anunnakis e a parte doze vai falar exatamente sobre isso, a chegada dos Anunnakis. Nos vemos no próximo capítulo, até breve.

Saga Anunnaki Parte 12 - A Chegada dos Anunnakis na Terra

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte 12 da Saga Anunnaki, uma tradução, cujo original está no canal Caminando el Sendero e neste capítulo a gente vai falar sobre a chegada dos Anunnakis e a destruição de Sodoma e Gomorra.

Então no capítulo anterior vimos como a mal chamada rebelião de Lúcifer, provocou um tremendo terremoto entre as estruturas sociais e administrativas das distintas Federações. Foquemos nas Federações de Órion e das Plêiades, de onde provinham os comandantes que encabeçavam as manifestações pelo sim, as deliberações de Lúcifer e ao mesmo tempo aproveitar para desligarem-se do domínio da grande Federação de Alcíone. Um destes comandantes de Órion veio reivindicar a Terra, o reptiliano Satã, membro do alto escalão da ordem geneticista que dava apoio aos projetos genéticos posto em marcha pelo Conselho Executivo da Luz Divina, comandados por Lúcifer. Satã, seguia oferecendo colaboração e boa vizinhança a Lúcifer, mas sem a obediência Alcíone. Todas essas deserções enfraqueceram as Federações, mas principalmente a Pleiadiana. Assim em função da evasão das raças que estavam pelo sim ao mandato de Lúcifer e não queriam mais aguardar a decisão de suas Federações. O que combinou que pressionaram de uma vez por todas por uma decisão e em vias de fato o dano estava feito. Por uma estreita maioria, se adotou pelo sim ao mandato de Lúcifer, mas isto, longe de ser uma solução, foi alvo de mais desarmonia. O grupo perdedor era também realmente numeroso e nem todos precisamente, estavam por acatar as decisões da Federação Pleiadiana. Três milhões de anos de altos e baixos, problemas e desentendimentos vários, parte dessa facção que estava por rechaçar o mandato de Lúcifer, tomou a decisão de desligar-se da Federação Pleiadiana liderada pela grande Federação de Alcíone. Não estavam dispostos a realizar mudanças e desejavam seguir com sua sociedade de castas. Eram raças dominantes orgulhosas e dogmáticas. Nessas épocas nos enquadraríamos em torno de 500 mil anos atrás. Parte desses grupos Pleiadianos que pretendiam seguir com a sociedade de castas, estavam liberados por aqueles conhecidos como Anunnakis com o grande pai e comandante Anu na liderança. Essas raças Anunnakis não apenas se desligaram de Alcíone, mas também buscaram colonizar novos mundos. Estas rupturas, como dissemos nos capítulos anteriores, eram de caráter político e não bélico, inclusive os Anunnakis ofereceram apoio no

desenvolvimento de rotas comerciais e no desenvolvimento genético de novas raças. O que se passava é que simplesmente decidiram não acatar as ordens nem Lúcifer nem de Alcíone. Entre esses Anunnakis haviam grupos que pertenceram ao corpo de geneticistas que prestavam suporte a Lúcifer e que agora trabalhavam apenas obedecendo às disposições do grande pai e comandante Anu. Há que se esclarecer a postura desta saga a respeito se os Anunnakis eram reptilianos ou humanos gigantes. Os Anunnakis eram um conjunto de raças oriundos do sistema de Maya das Plêiades. Entre eles haviam repetilianos, mas também haviam humanos arianos de grande estatura, ambos compondo as forças principais desta coalizão. Deuses como Thor e Odin e Locki. Eram comandantes Humanos Anunnakis, além do mais, haviam insectóides, híbridos humanos, pássaros e reptilianos, definitivamente um sem-fim de raças, mas a mais numerosa era a Pleiadiana de Anu. Essa facção que pretendia manter sua estrutura de castas, começou a buscar novos mundos onde poderiam assentar-se e assim não chegam os Anunnakis a Terra. Em torno de 460 mil anos atrás, encabeçados por Enki, grande geneticista engenheiro e arquiteto fazendo votos de boa vizinhança, já que essa era uma zona da Federação, buscaram áreas pouco povoadas assentando-se no oriente médio, África e na zona de Gobi e nesta última então é que seria palco dos primeiros conflitos no terreno tridimensional. Grupos anarquistas povoaram zonas no 3 e 4D. Neste plano físico material tridimensional, não tiveram grandes problemas em princípio e foram instalando suas colônias. Onde começaram os problemas foi no plano astral ou 4D. Recordemos que aí já residiam desde dezenas de milhares de anos facções desagregadas da Federação que apoiavam ao mandato de Lúcifer, mas não acatavam mais as ordens de Alcíone. Estes comandados por Satã e provenientes de Órion, eram também reptilianos como parte dos Anunnakis, mas na facção de Satã que havia se aventurado a escapar das estruturas de castas, agora testemunhava a chegada dos Anunnakis com seu próprio sistema de castas e buscando compartilhar o mesmo espaço 4D. As rusgas começaram e dali para embates bélicos foi apenas um passo. O maior problema para os Anunnakis era que a facção de Satã praticamente não trabalhava do plano 3D, permanecendo comodamente nos planos astrais, dimensão na qual a tecnologia Anunnaki naquela época não era potente. Aí a guerra era mais no terreno sutil e energético, plano no qual a facção de Satã teria muitos milênios a mais de maestria que a raça Anunnaki, que eram no

fundo uma espécie clonada, os filhos de Anu, um projeto genético do grande pai e comandante Anunnaki. Tem-se que comentar que as raças Anunnakis

nos tempos que pertenciam a Federação de Alcíone se reproduziam de maneira natural. Essas reproduções eram conduzidas por exemplares fêmeas que eram uma mescla de sacerdotisas e mestras geneticistas a serviço de Lúcifer e da Fonte, mas com a ruptura da obediência a Federação e a Lúcifer, Anu instalou um patriarcado ferrenho, renegando primeiramente a figura feminina da raça reptiliana. Receoso de que seu possível contato com as facções de Anu no mundo sutil pudesse representar uma ameaça aos interesses Anunnakis. Esse jogo patriarcal seria a semente do que ocorreria num futuro próximo também com

a raça humana, onde vemos a importância do feminino na cultura pré- histórica para posteriormente abaixo séculos de manipulação, ser desdenhado todo o feminino usurpando toda sua importância.

Aí veremos como, em determinados momentos, a sacerdotisas egípcias foram

drogadas, violadas e humilhadas.

A descrição de Maria Madalena como prostituta nos textos bíblicos, têm a

mesma origem, a intenção de destruir a energia feminina na Terra, cortando

assim, a conexão da humanidade com o planeta que também é feminina, Gaia, a mãe Terra. Conectados a mãe, nos faria mais fortes como raça, coisa que não querem os Anunnakis evidentemente. Dessa forma, a maior parte das raças Anunnakis dispensaram suas fêmeas e começaram a reproduzir-se via clonagem.

O resto da humanidade via que os conflitos se davam apenas no astral,

tomaram aquilo como um conflito entre duas raças. As remotas tradições da antiguidade relatam guerras entre os deuses. Novas e velhas gerações lutavam no céu como na mitologia grega, tal como os dragões do bem e do mal lutando na mitologia chinesa ou então o como leviatã bíblico ou tantos outros relatos, as lutas de Havel, todos esses mitos provêm dos eventos sucedidos a mais de 450 mil anos atrás. Visto todas essas disputas era inevitável que novos problemas apontassem no horizonte terrestre. Passados várias dezenas de anos os Andariam da zona de Gobi, que era uma raça muito territorial, já não gozavam de boa fama entre as raças humanas terrestres, tanto da Lemúria quanto da Atlântida. Em algumas ocasiões haviam abordado comboios mercantis dessas duas civilizações argumentando que haviam se aproximado sem permissão do território Andariano. Os habitantes de Sodoma e Gomorra era uma gente muito orgulhosa, apesar de que Enki havia situado a colônia Anunnaki na parte mais ocidental do atual deserto de Gobi, uma zona despovoada,

contudo, mesmo assim, esse assentamento foi visto como uma provocação pelos Andarianos que, em dado momento, deflagrou um ataque relâmpago contra base Anunnaki de Gobi, que a destruiu por completo. Isso feriu profundamente orgulho Anunnaki, que desde seu centro um sistema de Maya o grande pai e autodenominado deus Anu, mandou seu braço militar encabeçado por seu filho Enlil para dar uma resposta bélica ao ataque. Anu conhecia a capacidade militar de seu filho Enlil em combate e notificou a Enki que mudaria a gestão do comando na Terra, visto que a postura tomou um caráter eminentemente militar. A ordem Enlil foi clara, garantir a colonização Anunnaki na Terra e derrotar tanto os Andarianos no plano 3D como a facção de Satã no plano 4D. Enlil organizou um grande exército de naves Anunnakis das mais potentes que dispunham naquelas épocas. Logo começaria o cerco a Sodoma e Gomorra. A guerra havia começado Os Andarianos dispunham também de uma tecnologia potente, além do mais, naqueles tempos, haviam se negativado a tal extremo que caíram na magia negra e energia muito densas. Esse conjunto de capacidades tecnológicas e energéticas tornava bastante complicado derrotá-los. Se desconhece o desenrolar desses conflitos. O que podemos falar é de probabilidades. O provável é que os Anunnakis sofreram muitas baixas, já que o inimigo era forte e jogava em casa, mas no final não só por fontes mitológicas e de canalizadores, mas também por descrições bíblicas de grandes e destrutoras explosões, os Anunnakis conseguiram romper o cerco defensivo em dado momento. Impactaram projeteis termonucleares que reduziram ambas as cidades às cinzas, exterminando toda a vida. Essa devastação é difícil de enquadrar temporalmente, todavia, especula-se que teria sido em torno de 420 mil anos atrás. Curioso como na bíblia a entidade Enlil Yahweh, trata de justificar o extermínio das cidades de Sodoma e Gomorra e seus habitantes argumentando sua baixeza moral, conduta impura, obscuridade e um sem-fim de pecados, mais que no fundo parece ser isso mesmo. As cidades foram reduzidas a escombros e a natureza fez o resto, reduzindo a zona de Gobi a um deserto, como é hoje. A natureza como aconteceu em parte com Lemúria e Atlântida, responde dessa maneira quando se maneja irresponsavelmente energia muito densas como energia negra, assim se diz que aconteceu com o Atlântida e com a civilização do Egito. A natureza tratou de virar a página ocultando-as. Napoleão se empenhou a desenterrar a civilização egípcia. Nesse ponto canalizadores não entram em acordo. Se isso é bom ou ruim. Uns dizem que se a mãe Terra enterrou é porque assim deve ficar, já que desenterrá-los significa reavivar energias que não se deve. Visto que aquilo hoje não passa de

um cemitério energético. Outros argumentam que o princípio da civilização egípcia foi pura e bem intencionada e que há zonas energéticas positivas e muitos templos egípcios. No terreno das energias entramos no campo de opiniões e as posturas são das mais diversas. As demais raças terrestres ficaram atônitas pela ferocidade do combate, mas tanto em Lemúria como em Atlântida houve parte da sociedade que viu com bons olhos a aniquilação dos Andarianos. Não eram precisamente os vizinhos simpáticos e argumentavam que haviam encontrado com os Anunnakis a fôrma do seu sapato, outros opinavam que tudo aquilo era uma grande estupidez. Por sua parte Enlil, seu pai Anu e todos os mundos Anunnakis celebraram a vitória com orgulho. Para Enlil, foi como ganhar a coroa de preferido de seu pai e perante todos os Anunnakis, que passou a ser visto como um herói de guerra. Enlil havia conseguido o que queria, a aniquilação total do seu inimigo no plano 3D e enviar uma mensagem clara que qualquer civilização que se atreva a atacar os Anunnakis, enfrentariam sua fúria em batalha, contudo, essas coisas não passaram despercebidas pela Federação. A Terra formava parte de seu âmbito de influência e certo de que esse planeta se considerava a Terra de todos, dessa forma, essa carnificina não poderia ser tolerada em um planeta sagrado Elohim como a Terra e que esses acontecimentos haviam dado um novo despencar vibracional ao planeta. Assim o pai Anu foi intimado pela Federação de Alcíone a prestar esclarecimentos de tal massacre. Anu como sempre inteligente, não mandou seu filho Enlil. Conhecia seu caráter colérico, orgulhoso e prepotente. Era o momento da diplomacia e sua representação foi delegada a Enki, muito mais reflexivo que seu irmão. Para àquelas épocas, Enki era um jovem igual a seu irmão e, todavia, ainda lhe faltava experiência e desenvolver a empatia herdada de seus genes maternos oriundos de Sírios, por isso, em algumas tabuletas sumérias se relaciona com Sírios como membro da irmandade da serpente. Enki, frio e tranquilo, repetiu o argumento treinando com seu pai, que os Anunnakis chegaram até a emissão de paz, buscando zonas despovoadas em respeito às raças ali residentes, que eles não atacaram, mas que responderam a um ataque e que aqueles que os acusavam de exterminadores, os Andarianos, haviam exterminado com a colônia Anunnaki de Gobi e que os Anunnakis não queriam guerra, mas também não há a temiam. Reforçaramo seu intento de boa vizinhança, ofereceram a Federação colaboração no fortalecimento de rotas comerciais e projetos genéticos que beneficiariam a todos. E a verdade que no fundo tinham razão, mesmo que a

aniquilação total tenha sido uma demonstração de força excessiva, em todo o resto, o argumento a Anunnaki era inapelável.

Devemos entender que naquelas épocas os Anunnakis não eram intrinsecamente maus, sim que eram territoriais, orgulhosos e que se haviam decidido por manter o poder de suas castas dominantes, mas esses pecados também tinham o império humano de Sírios e tantas outras civilizações pelo Universo.

A Federação aceitou a promessa Anunnaki de boa vizinhança e exigiu o cessar

imediato de todas as hostilidades no plano astral contra o povo de Satã. Também advertiram severamente que qualquer investida hostil Anunnaki contra qualquer raça terrestre que superasse o limite da legítima defesa, seria reprimida militarmente pela Federação com todas suas consequências.

Por um lado os Anunnakis, haviam salvado seu projeto terrestre infundido respeito, por não dizer até temor perante possíveis inimigos futuros, porém por outro lado, se obrigaram a estabelecer uma relação diplomática com Satã

e seus comandantes no plano astral e cientes de que a advertência mais

importante é que tinham que pisar em ovos de agora em diante, já que estavam sob vigilância da Federação de Alcíone e eles eram conhecedores de que a Federação não ameaçava em vão e que um combate militar contra Alcíone eram palavras maiores e impensadas naqueles momentos.

Então é isso galera esse é o fim da parte 12. Espero que tenham gostado e vamos para a produção da parte 13. Até breve.

Saga Anunnaki Parte 13 - Atlântida vs. Lemúria: Combate Final

Olá sejam todos bem-vindos. Meu nome é Cassiana e essa é a parte 13 da tradução da Saga Anunnaki que fala sobre a primeira guerra nuclear mundial: Atlântida versus Lemúria.

Grande era preocupação na Federação de Alcíone, pois a Terra havia tomado um caminho descarrilhado nos últimos 200 mil anos.

A densificação vibracional da Terra se fazia evidente e o surgimento de

guerras locais como foi o caso de Sodoma e Gomorra era o primeiro grande indício de que as coisas estavam desandando neste planeta sagrado. Ficou para trás os gloriosos dias em que ascensão aos planos superiores eram

motivo de júbilo diário entre os indivíduos. Os que, no entanto, permaneciam aqui no plano 3D, se comunicavam telepaticamente desde o primeiro momento com seus entes queridos ascendidos e o faziam com total naturalidade. Não havia trava alguma e tudo fluía, mas agora, esta comunicação estava restrita às escolas de mestres. Muitos entre eles usados para mandar mensagens aos seus amados ascendidos, já que eles por si próprios já não podiam mais, estavam demasiado densos. Um indivíduo que era considerado normal nos tempos gloriosos de Lemúria e Atlântida, agora era considerado um mestre, mas essa densificação vibracional começava a modificar a biologia no físico. Os espécimes arianos que costumavam medir em média quatro metros, às vezes seis ou sete, agora

a

altura diminuía de geração em geração.

O

mais triste de tudo foi que tentaram reverter essa degeneração

cientificamente, quando a origem era espiritual. Hoje muitas enfermidades que padecemos tem origem em nossos campos sutis e acabam afetando o físico. Na Lemúria e sobretudo na Atlântida, se entregaram a uma corrida insana pela tecnologia. Começaram a fazer experimentos genéticos realmente cruéis. Eram tempos de ciências sem consciência. Houveram conflitos entre cientistas e sacerdotes, sendo estes últimos por fim, desdenhado na melhor dos casos, em algumas vezes inclusive assassinados. Posteriormente também, houve choques entre os clãs sacerdotais. Alguns mais espirituais e outros amigos do poder e dos cientistas. Fruto dessas disputas, se começou a dar início a um fim dramático. Já dissemos no capítulo dedicado à Lemúria e Atlântida que nas escolas sacerdotais se praticavam rodas de magia com a geometria sagrada, mas aqui começou-se uma manipulação dos mestres aos seus pupilos, já que se deram

conta de que podiam não somente guiar as energias dos demais, mas também eram capazes de apossar-se delas, recarregando-se com a energia alheia. E essa foi a porta aberta ao começo da prática da magia negra como ferramenta de poder e controle por parte das elites científicas e sacerdotes escuros. Esse pacto de poder inclinou a balança definitivamente para a densificação atlante. Muitos canalizadores comentam que tanto Atlântida quando o Egito, caíram, em um dado momento, na magia negra e puseram tudo a perder e irreversivelmente. Com tudo isso a Federação fez enormes esforços diplomáticos por muito tempo e nisso estamos falando de tarefas de dezenas de milhares de anos. Nesse ponto ganhou importância às colônias de outras raças, que viviam tanto na Lemúria quanto na Atlântida. Eram geralmente colônias humanas de outras federações, com as quais se tinham boas relações. Essas colônias estavam formadas por indivíduos que tinham a missão de facilitar a cooperação em todos os âmbitos. Era um tanto embaixadas para desempenhar trabalhos diplomáticos, casas de comércio, assim como centros de cooperação e desenvolvimento científico. Por exemplo, se criavam variedades de plantas e animais na Terra para serem transplantadas posteriormente para outros planetas. Eleito de ser à Terra um planeta sagrado, um jardim de vida, assim se fazia um laboratório biológico sem igual neste quadrante do Universo. Essas colônias em coordenação com Alcíone, executaram por muito tempo trabalhos de mediação para tratar de reconduzir possíveis conflitos que pudessem acontecer. Se haviam passado uns 450 mil anos da destruição Anunnaki de Sodoma e Gomorra, a colônia Andariana de Sírios. Os esforços e avisos de Alcíone fez com que os Anunnakis fossem auditados de alguma maneira em seus movimentos e simplesmente se dedicaram sob o comando de Enli e Enki a fortalecer suas bases africanas, Egito e Cáucaso e sobretudo Oriente Médio, onde havia enormes portais de funcionais naturais que facilitavam as viagens interdimensionais. No terreno diplomático as antigas disputas no plano astral 4D com as hordas de Satã cessaram definitivamente. Começaram a ter um certo acercamento consciente de que deveriam conviver, apesar de que as relações estiverem assim muito distantes da amizade, digamos que aprenderam a tolerar-se, inclusive a colaborar no plano genético em algumas ocasiões. Considerando este ponto em comum, tanto a ordem satânica de Órion quanto à facção Anunnaki, haviam formado parte no passado da ordem de geneticistas a

serviço de Lúcifer e da Fonte. Fez com que com o tempo se estabelecesse uma convivência tranquila entre ambos. Essas similaridades que tinham entre si.

Enquanto os demais povos os Anunnakis tiveram boas relações com os Atlantes, já que estes por sua vez estavam cada vez mais afastados de Alcíone. Em sua densificação, admiravam o poder tecnológico e militar Anunnaki. Apesar que muitos dentre eles eram reptilianos e outros humanos, cada vez mais tinham mais e mais pontos em comum.

A colaboração foi o passo dos milênios cada vez mais estreita e no fundo

crescia um certo desejo Anunnaki de uma Terra de raças totalmente Pleiadiana, todavia, livres da Federação de Alcíone. Houve um longo período de guerra fria entre Lemúria e Atlântida. Ambos os lados se lançaram em uma busca frenética por tecnologia armamentista. A partir de Alcíone, se via com muita preocupação essa tensão. Durante dezenas de milhares de anos se viveu abaixo de um clima com duas civilizações

humanas inimigas altamente militarizadas, sobretudo Atlântida, que cada vez mais e mais se densificado na ciência sem escrúpulos e na magia negra. Era um cenário demolidor e difícil de reverter. As elites dominantes estavam cada vez mais embriagadas de poder. Em um dado momento, difícil de enquadrar temporalmente, mas que se gera em torno de 320 mil anos, se desatou finalmente o conflito. Tal foi o motivo real desse conflito é no fundo uma incógnita, mas imagina-se que após dezenas de centenas de anos de tensão, uma estupidez qualquer, de qualquer um dos lados foi o estopim desencadeando uma guerra atômica mundial.

A destruição foi terrível dado a capacidade bélica de ambos. A maior parte das

cidades pereceu em poucos dias num cenário dantesco. Não havia vitória possível para nenhum dos lados. Finalizado o combate, apenas alguns pequenos vilarejos rurais seguiam abrigando alguma vida. Essas cidades eram tão pequenas que contavam com tão poucos recursos que mal tinham como sobreviver elas mesmas. Não tinham capacidade alguma para prestar auxílio a quem quer que fosse. Eis que

em todos os reinos Lemurianos e Atlantes a situação era apocalíptica. A escassa humanidade da zona sobreviventes foi afetada gravemente pela radiação, dando origem ao motivar uma mutação genética de maneira

inexorável nas gerações seguintes. Aqui aparecendo então raças fruto dessas mutações o neandertal, cuja origem

é datada pela ciência de 300 mil anos e o Cro-Magnon, cuja datação é de

aproximadamente 50 mil anos. O neandertal, cujas reconstituições forenses

deixam transparecer que esses indivíduos foram os mais afetados pela mutação com feições embrutecidas.

Com isso, não estamos querendo dizer que foram mentalmente diminuídos, nem muito menos, já que esses indivíduos tinham até mais capacidade craniana que sapiens atual. Poucos grupos dessa raça mutante sobreviveram e foram uma gente que tiveram que recomeçar praticamente do zero, já que todo o conhecimento de seus antepassados estava perdido e não se sabe se houve contato deles com os sobreviventes arianos menos afetados pela radiação. Por aquelas épocas ocorreu a primeira emigração dos neandertais para a Europa de forma bastante rudimentar. A controvérsia maior está no homem de Cro-Magnon, já que a ciência data entre 30 e 50 mil anos atrás sendo essa data relativamente recente. A razão pela qual esta saga defende que eles também são produto de mutação genética pela radiação, é que essa raça era descendente de Lemurianos e Atlantes que viviam na zona hiperbóreas e foram menos contaminados que os demais. Nessas épocas, essas zonas não estavam cobertas de gelo e eram terras de bosques exuberantes. Nos mitos visigodos a referência de uma Groelândia de campos e bosques verdes e após a glaciação e por essas zonas hoje estarem cobertas de gelo, é o motivo pelo qual a ciência atual não encontra fósseis do homem de Cro-Magnon com datações tão antigas, apenas contam com aqueles que emigraram para a Europa em tempos mais recentes. Após toda a guerra e a tragédia ocorrida em dois continentes terrestres, os Anunnakis se viram da noite para o dia como a raça dominante do planeta. Situação em parte sonhada e agora estava ao alcance da mão. A Federação de Alcíone se viu obrigada a reforçar laços diplomáticos com o Anunnakis, visto que eram agora a única raça com tecnologia e infraestrutura suficiente para seguir no desenvolvimento genético no plano 3 dimensional.

Então é isso pessoal. Essa foi a parte 13 e agora a gente vai para o próximo capítulo, a tradução da parte 14, que fala sobre a criação do homem terrestre. Espero que tenham gostado. Um abraço e até lá!

Saga Anunnaki Parte 14 - A Criação do Homem Terrestre

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte 14 da tradução da Saga Anunnaki que a gente vai falar sobre A Criação do Homem Adâmico Terrestre.

Se acumulavam as tarefas para as distintas Federações pertencentes a Alcíone, a Federação Pleiadiana e sobretudo o império mais poderoso o de Sírios enfrentavam sérias dificuldades para executar os mandados de Lúcifer do grande Conselho da Luz Divina. Esse mandato havia se dado já a meio milhão de anos e obrigava as civilizações a abolir a sociedade de castas e deixar livre para evoluir as almas armazenadas no supererafim. Isso provocou a superpopulação de mundos existentes assim como a habilitação de outros para dar vazão à quantidade de almas detidas a reencarnar. Nada havia dito Lúcifer desde a expedição do mandato, mas a Federação sabia que todos esses processos postos em marcha, estavam sendo auditados de alguma maneira por entidades dos planos ascendidos pertencentes ao Conselho da Luz Divina. Se não fosse pouco, depois do tremendo desastre aos impérios Siriano e Pleiadiano, que foi a destruição de Lemúria e Atlântida, um novo comunicado de Lúcifer foi expedido em torno de 300 mil anos atrás que constava de dois pontos: um era o aviso a todas as Federações com mundos em processo de densificação vibracional, se havia detectado indivíduos de energia sutil derivados de um grupo de Arcontes nesse setor da galáxia, que estariam monitorando esses mundos com o objetivo de infiltrar-se em alguns deles e fazer reinar o caos, que é pôr fim do que se nutrem essas entidades. O segundo era um recado a Federação Siriana, que era submetida diretamente ao de Lúcifer. Se havia dado a ordem imediata a esta Federação que libertasse

o numeroso grupo de almas que haviam aprisionado de forma injusta desde milhões de anos.

O Conselho de Sírios sabia exatamente a que Lúcifer se referia. Muitos anos

atrás durante as guerras de Órion, onde a opressão reptiliana quase levou a raça humana a extinção. Até este ponto a Federação Siriana havia providenciado a distribuição de fêmeas humanas biológicas por distintos mundos dando origem por adaptação ao meio, a humanos de características

muito diversas entre si, incluindo humanos aquáticos,

frutos de meslcas com

anfíbios.

Tudo o que era necessário para a sobrevivência da raça humana foi feito.

Todos esses corpos eram dotados de uma alma que ficava retida no superserafim até que fosse requerida para encarnar. Foi assim que, por muito tempo, até que um grupo delas se tornou consciente da manipulação reencarnatória a que estavam submetidas e se rebelaram a não reencarnar mais, argumentando que lhes fora vetado o direito de evoluir. Foi então que o império Siriano os aprisionou por rebeldia em uma singularidade do espaço tempo. Isso foi definitivamente contra o mandato de Lúcifer de que toda alma deve ser livre em seu caminho para a evolução a Fonte. Dessa forma, quando falamos de bons ou maus a civilização Siriana, era antigamente muito imperialista e totalitária. Se já não era simples coordenar a reencarnação de poucas almas, coordenar a reencarnação de muitos milhões, era uma tarefa realmente desafiadora.

O Conselho Siriano se reuniu em deliberação e se incluiu o mestre e

geneticista Torank que, depois de analisar muitas possibilidades e a pensar que na Terra se pôs a perder o projeto Siriano de Lemúria e Mu, se deram conta que estavam ali os Anunnakis de capacidade geneticista comprovada e como vimos apesar de não oferecer obediência ao Conselho Pleiadiano, a que um dia fizeram parte, nem mesmo o Conselho da Luz Divina, haviam sido solidários a Federação em diversas situações para colaborar em termos comerciais e genéticos.

A colaboração no desenvolvimento de projetos genéticos que já havia si

dando há algum tempo entre as comunidades dos Anunnakis e as Satânicas de

Órion, pareciam estar como que reatando antigas alianças.

A ideia de colaboração no desenvolvimento desses projetos era mais forte do

que qualquer diferença que podia existir. E assim o Conselho de Sírios se

dirigiu ao grande pai dos Anunnakis o autoproclamado deus Anu e se lhes pediu aos Anunnakis que estavam na Terra, a criação de um novo espécime adâmico que já por sua vez, eram eles os únicos que teriam logística e tecnologia suficientes para tocar esse projeto na Terra e assim poder

reencarnar e dar saída a esse contingente permanente de almas que haviam sido libertadas por Lúcifer.

O pai Anunnaki e autoproclamado deus Anu, aceitou o encargo do projeto

como a condição de poder participar em parte do desenho do mesmo. Este passou o encargo Enlil e Enki. O primeiro como comandante-chefe e o segundo como mestre-geneticista. Enki liderou a equipe de trabalho com a ajuda de sua esposa, a sacerdotisa e geneticista Ninki, que era conhecida pelos Sumérios como deusa mãe.

Resumindo tudo isso, digamos que o Conselho de Sírios se lhes passou uma requisição de projeto com exigências a cumprir, mas se permitiria os Anunnakis enxertar parte de sua genética na nova espécie. As exigências do Conselho de Sírios na formação de base dessa nova espécie, eram as seguintes: se retomaria e reativaria a base genética do Cro-Magnon e do neandertal degenerada, como visto nos capítulos anteriores, pela guerra nuclear entre Lemúria e Atlântida e se uniria a genes de hominídeos autóctones terrestres. O grande mestre geneticista Torank, que foi em parte e em grande parte por sinal, responsável por salvar a raça humana de extinção, com a geração em escala de clones durante a grande guerra de Órion, por força da opressão reptiliana, viu o seu projeto adâmico terrestre esperado por milhões de anos

acabando por ser entregue aos Anunnakis, raça com numerosos membros reptilianos. Visto que isso tudo lhe parecia uma autêntica ironia. Sabiam do orgulho Anunnaki e acordaram mesmo assim que deixassem sua marca genética nesta nova espécie. Outro ponto que constava no projeto original de Torank era que essa nova espécie adâmica pudesse evoluir em poucos milhares de anos da terceira para

a sétima dimensão, amadurecendo espiritualmente e habitando novos

mundos sublimando-se até chegar à Fonte. No fundo nem o próprio Conselho de Sírios, nem os Anunnakis, nem mesmo Torank sabia o que ia acabar se formulando neste complexo projeto. Foi assim que em meados de aproximadamente 300 mil anos atrás, após algumas tentativas e erros, se conforma o primeiro casal adâmico viável deste projeto. Dependendo das fontes, a essa raça primordial terrestre, conheceríamos como Elfos, outros ainda os chamariam de a Hierarquia de Lilith, em homenagem à primeira mulher humana autóctona terrestre. Era espécimes arianos esplêndidos de três metros e meio de altura em média que possuíam uma riqueza genética descomunal com um DNA de 12 hélices. Concretamente, teriam os genes de um total de sessenta e quatro raças, vinte

e duas delas físicas e quarenta e duas etéricas, inclusive reptilianos,

insectóides e humanos Anunnakis, além das raças autóctonas terrestres. Este último por assim dizer, era o ingrediente secreto da nova espécie. Torank sabia do potencial de todo o anterior, mas a introdução de genes autóctones terrestres conectaria esta nova raça com o coração do planeta, já que Gaia lembremos, é um planeta sagrado criado por Dragões Kumara Elohim, possuindo identidade própria como ser vivo e esta conexão poderia estabelecer sinergias evolutivas inimagináveis para esta nova raça.

Para finalizar vamos esclarecer alguns pontos sobre certos conceitos bíblicos muito interessantes. Se você acompanha esta saga em ordem e mais ou menos tem uma ideia geral do que tem sido relatado até agora, compreenderemos desde essa perspectiva, um monte de entidades correlacionadas no destino da evolução da Terra e da raça humana terrestre em particular. Um texto enigmático que é recitado desde sempre e suscita discussões entre os estudiosos bíblicos, são os famosos plurais da bíblia, já que se lemos atentamente este ponto, é realmente duvidoso, já que conforme a bíblia e o próprio Javé diz claramente que ele não criou o homem. A bíblia começa da seguinte maneira em gênesis 1: 1 no princípio deus criou os céus e a Terra”. Na antiga bíblia hebréia se emprega a terminologia Elohim para Deus, mas fato é que essa palavra em hebreu significa deuses. Os teólogos dizem que isso é apenas um plural majestático para enfatizar a grandeza de Deus, mas o fato é que linguisticamente, essa figura de linguagem não é usada nesse idioma. Vejamos a frase em hebreu Bereshit bará Elohim et hashamáyim veet haaretsa tradução correta sugerida por esta saga seria no princípio criou os deuses com o céu e a Terra”, ou seja, falando claramente, a Fonte e não Javé criou aos deuses junto com o céu e a Terra. Assim em gênesis 1 se fala em Deus com maiúsculo o absoluto, a Fonte que tudo é. Gênesis 1-27 “e criou Deus o homem à sua imagem à imagem de Deus o criou, homem e mulher os crioue sutilmente em gênesis 2 se começa a falar de Javé não como Deus Criador e sim como um Elohim. Gênesis 2:7 “e formou o senhor Deus o homem do pó da Terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida e o homem foi feito alma vivente”. Atenção aos verbos usados em gênesis 1 se diz que o absoluto criou e em gênesis 2 diz que Javé deus simplesmente o formou. Se consultarmos um dicionário veremos que criar é algo do nada e o verbo formar significa dar forma a algo preexistente. O certo é que os Anunnakis foram os geneticistas responsáveis pela modificação genética que deu origem ao ser humano terrestre. Nada menos, nem nada mais. Javé, portanto, não é Deus nem muito menos. Enlil Javé não é nada mais que um comandante simplesmente. O resumo de tudo em nosso planeta é que os responsáveis pelo projeto genético terrestre, os Anunnakis, com o tempo se negativaram. Em gênesis 1:26-27 façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança”, note, a nossa imagem no plural, por isso deuses, se traduzirmos corretamente a palavra Elohim. Como se vê no fundo, na bíblia se fala em deuses no plural e isso é inegável, mesmo que os teólogos queiram provar o contrário. Também nota-se incríveis coincidências entre a bíblia antiga e a mitologia suméria e até

outros mitologias, onde há muita informação oculta importante disfarçada em parábolas, duplo sentidos, jogos de palavras e muito simbolismo e todos esses segredos ocultos deixam o ser humano completamente anestesiado quanto à verdadeira história de suas origens.

Então é isso galera, esse é o final da parte 14 vamos agora pra a tradução da parte 15. Espero que tenham gostado. Até breve!

Saga Anunnaki Parte 15 - A Traição de Caligastia

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e esta é a parte 15 da Saga Anunnaki e a gente vai falar sobre A Traição de Caligastia.

O desenvolvimento do projeto adâmico terrestre seguia seu curso.

Equipes de cerca de 20 raças matrizes haviam doado seus DNAs e a Federação de Sírios havia chegado a um acordo para que os Anunnakis desenvolvessem

o projeto. Em troca, os Anunnakis implantariam tão bem sua genética na nova

raça adâmica terrestre. Algumas tribos, a partir dos primeiros casais viáveis, começaram a prosperar

pelo Cáucaso.

Já vimos que eram espécimes arianos formidáveis de quatro metros de altura

e às vezes até mais. Não apenas os Anunnakis estavam cuidando e observando essas primeiras tribos, mas também o próprio Melquisedeque planetário tomou um papel bastante ativo. Aqui fazemos um breve parêntesis para falar de Melquisedeque, esse instrutor planetário e seu trabalho, tanto em termos tecnológicos, quanto espirituais das raças em mundos que lhe competem. Além do mais, era este ser quem decidia a procedência das almas a reencarnar destes corpos. Sendo

o primeiro grupo de almas foi de Sirianos retidos na singularidade do espaço

tempo que comentamos no capítulo anterior. A ordem de procedência reencarnatória foi seguida, a de Sírios, a de Órion e um terceiro grupo das Plêiades. Nesse momento o Melquisedeque recaia um local pertencente as hostes satânicas de Órion chamado Caligastia, mestre geneticista igual a Satã, que em seus dias antes da rebelião havia estado à frente das ordens de Lúcifer junto com Satã, desenvolvendo projetos genéticos ditados pelo Conselho da Luz Divina presidido por Lúcifer, mas esta nova raça surpreendeu desde o início os seus criadores Anunnakis e havia um feito que os desconcertou desde o começo. As comunidades de Elfos da hierarquia de Lilith, a diferença entre outras raças em estado primário de evolução com atitudes de medo e devoção antes seres que demonstrava uma tecnologia muito superior, essa raça, não fazia distinção dos seus criadores. Mantinha um olhar altivo que denotava uma grande inteligência, uma inteligência descomunal.Isso era um motivo de crescente discussões entre os Anunnakis e passou a incomodar as equipes de trabalho, inclusive referindo orgulho reptiliano Anunnaki. Uns

diziam que a creação era desrespeitosa e ousada e que deveriam demonstrar certa reverência porque lhes dera a vida. Outros ainda diziam que alguns

deles haviam demonstrado sinais de violência entre si e contra as equipes de trabalho. Esse fato tão pouco passou despercebido, por Caligastia, que dirigia as equipes de instrutores dessa nova raça e que durante milênios, seguiu fazendo o seu trabalho de maneira bastante competente. Os anos foram passando e a nova raça se expandia. Nos encontramos ao redor de 250 mil anos antes de Cristo e convém fazer um resumo rápido da situação terrestre naquelas épocas.

O que restava de Atlântida ia se descontaminando pouco a pouco e essas

terras eram aprovadas pelos neandertais como dissemos. Tanto Atlantes

como Lemurianos, começaram a recuperar-se a partir de pequenas cidades e povoados que sobreviveram ao desastre da guerra.

A organização era parecida a Grécia clássica. As cidades estados

independentes, mas com um sentimento comum de colaboração recíproca. A enorme pena era que não se esqueciam dos rancores do passado, culpando- se mutuamente pelo desastre. Além do mais, ainda que se contaminaram e provocaram mutações a tal ponto que, como neandertal, a contaminação nesses espécimes arianos minguando em altura e aparecendo indivíduos de cabelos vermelhos. Uma característica que se tornou dominante com o advento dos milênios, citada nos relatos de Platão. Era a consequência direta da radiação e do despencar vibracional e consciencial dessas raças.

Neste momento, como Atlântida e também Lemúria reconectaram suas relações com suas respectivas federações, recordemos que com a Lemúria começou o projeto Siriano de Torank na cota de 1 a 2 milhões de anos atrás. Algumas centenas de anos depois começaria o projeto Pleiadiano de Atlântida. A sobrevivência via em parte por fatores ambientais tanto em Lemúria como Atlântida, mas especialmente porque se mantiveram em pé as pirâmides que mantinham a conexão com as forças telúricas e cósmicas nestas zonas. Essa rede de pirâmides que provinha uma bolha ambiental em torno do continente Atlante e Lemuriano. Foi o primeiro objetivo a atingir depois do desastre e foram assistidos por colônias de seus aliados da Federação. Essa bolha, essa matriz local por definição, dava a seus habitantes uma grande longevidade, uma longa juventude e graças a seus poderes regenerativos. Aqui tiveram um grande trabalho de assistência de civilizações Andromedanas Pleiadianas, Sirianas, Canopéias entre outras. Um trabalho a destacar foi desenvolvido pelas colônias Arcturianas em Atlântida e algumas de certos

mundos Sirianos correspondem a representações antigas de Arianos altos e calvos como as figuras em pedras que temos espalhadas pelo mundo, especialmente na Turquia. Algumas colônias Andromedanas e Sirianas, tiveram ativamente um trabalho na assistência da humanidade na época do dilúvio. Por outro lado, depois teríamos os Anunnakis no Cáucaso, Egito e Mesopotâmia. Tudo isso em superfície no mundo Intraterreno, foram se formando pequenas colônias de raças pertencentes à Federação, ao ver que no exterior a convivência tranquila começava a ser coisa do passado. Na quarta dimensão moravam as hostes de Satã, onde este era dono e senhor e também os Anunnakis que recordemos, tinham alguma capacidade 4D. A convivência e colaboração entre eles era plena na supervisão da nova raça Adâmica, mas na dimensão 5D em torno de 250 milhões de anos atrás, começaram com alguns problemas. A Federação de Sirius foi detectando falhas nos relatórios da nova raça por parte dos Anunnakis e do próprio Melquisedeque planetário, Caligastia. Se prepararam equipes de mestres para verificar em primeira mão o que estava ocorrendo. Por aquelas datas já se haviam dado os primeiros passos dos processos ascecionais, mas o que havia provocado a falta de informação

dos Anunnaki, Caligastia e Satã era o grande salto evolutivo que haviam dado

a espécie é adâmica terrestre na própria dimensão 3D. Estavam literalmente

estupefatos. As equipes Anunnakis começaram a detectar tribos, onde de repente, alguns povoados estavam em um estranho silêncio e só se ouvia o choro dos recém- nascidos. Isso perturbou sobremaneira as equipes, até que perceberam que os membros das comunidades estavam se entreolhando e gesticulando alguma coisa e então perceberam que, mesmo com uma tecnologia muito rudimentar, haviam desenvolvido a telepatia. Eram povoados basicamente agrícolas e outros nômades. Também se deram conta que por falta de diligência das equipes supervisoras

de Caligastia Melquisedeque, haviam aparecido a figura dos mestres, seres de evolução espiritual muito adiantada que em contato com os elementais da natureza, ensinavam às propriedades curativas das plantas, assim como ensinavam como aproveitar as energias da Mãe Terra. Esse é o início do xamanismo que tem sua origem não na América, que hoje é

o último reduto deste conhecimento, mas sim na zona do Cáucaso e de Gobi.

A decisão de cortar o processo formador desta raça, se fez maneira

mancomunada entre Enlil, Satã e o próprio Melquisedeque Caligastia. Todos

estavam atônitos ante os progressos dessa raça num estágio ainda tão

incipiente de desenvolvimento.

A opinião comum era que qual seria o limite dessa raça? Até onde poderão

chegar? E em que posição poderiam se consolidar? Temiam o que essa raça formidável poderia se tornar a médio prazo. Seu orgulho não poderia tolerar e decidiram cortar a assistência dos mestres. Equipes infiltradas, informaram esta decisão ao Conselho e grande foi a preocupação Siriana, já que era visto que seu projeto adâmico terrestre escapava de seu controle. Se tratou de fazer contato com Enli, Anu, Satã e Caligastia, mas todos contestaram e foram unânimes de que eles eram os soberanos do projeto adâmico terrestre. Enquanto isso, a evolução dos Elfos seguia e seguia. Novas equipes Anunnakis informaram dos progressos.

Começaram a ver como cada vez mais provados se construíam, mas não mais com trabalhos manuais, mas com comandos de voz e pensamento. Grupos encabeçados por seus Druídas Xamãs, construíram edificações onde as pedras se moviam e moldavam por cima. Também criavam fogo com uma simples ordem. Haviam descoberto seu tremendo potencial criativo, o poder de criar com o verbo e a mente. Haviam conectado com os quatro elementos da natureza da Mãe Terra: terra, fogo, água e ar e esses obedeciam a sua vontade. Além do mais, grupos de mestres davam demonstrações das

capacidades multidimensionais dessas hierarquias de Elfos evoluindo um após

o outro a quarta dimensão. Isso já foi muito para Enlil, Satão e Caligastia

sendo que foi o próprio Caligastia que resolveu tomar a primeira ação ofensiva contra essa raça. Haviam que emperrar o progresso dessa nova raça e tinham o poder de fazê- lo. Decidiram que o próximo grupo de almas a reencarnar viriam de Melquisedequianos e outros grupos mais densos. Almas cujos corpos haviam perecidos em um das guerras. Essa decisão poderíamos datar de 240 mil anos atrás. Um pouco antes disso, a Federação Siriana decidiu cancelar o projeto da Adâmico e começar uma evacuação ao mundo Intraterreno da quinta dimensão do maior número de espécimes possíveis. Essa operação de resgate se levou ao cabo em torno de 235 mil anos atrás e no Conselho Siriano se levantaram vozes indicando que por trás dessa mudança de atitude de Caligastia estava a energia dos Arcontes. Outros diziam que isso era impossível que o alcance vibracional era, todavia, muito alto para eles e que só por si só repelia qualquer incursão dessas entidades. Parece que essa traição e mudança de atitude de Caligastia é ainda um mistério até para seres muito elevados da Federação da Luz, mas na opinião

dos autores dessa saga, considerando as mais antigas tradições gnósticas do grande Arconte, nessa teoria, um grande ancião um Arconte a distância em um trabalho de milhões de anos desvirtuando figuras chaves do plano de desenvolvimento terrestres incluindo Enli, Satã e Caligastia. Esse último um Melquisedeque planetário era o mais importante, já que tinha o poder energético para decidir que almas que encarnaria no planeta. Assim a estratégia era a seguinte, se iria encarnando almas cada vez de mundos mais densos para assim, por sua vez, baixar a faixa vibracional do planeta a tal ponto que o resto dos arcontes pudessem ultrapassar a barreira de frequência e semear o caos. Como vemos, esse grande mestre veio tomando forma com o advento dos milênios. Todos os que tinham o poder para desenvolver a nova raça, os Anunnaki, Satã, Caligastia, foram sendo corrompidos psiquicamente durante milênios até a sua negativação arcontes, autênticos mestres da manipulação mental projetam o medo e o sentimento de pequeneza ante a nova raça, fruto de sua própria criação, fez o resto. Na violência psicológica e na luta do poder pelo poder, produzindo inclusive a própria ruptura dos Anunnakis em facções como veremos mais pra frente nessa saga. Assim os arcontes chegam ao seu objetivo, instaurar o caos, medo, a perversão e a violência tornando a raça humana seu próprio alimento.

Então é isso galera, esse é o fim da parte 15 e agora a gente vai para a tradução da parte 16 que vai falar sobre o começo da densificação do orbe Terra. Até mais!

Saga Anunnaki Parte 16 - A Densificação Terrestre e Chegada dos Arcontes

Olá sejam todos bem-vindos! Saudades de todos. Senti a falta de vocês. Meu nome é Cassiana e essa é a parte 16 da Saga Anunnaki que vai falar sobre A Densificação Terrestre e Chegada dos Arcontes.

Toda a situação terrestre estava se deteriorando, não apenas a Federação Siriana via com grande preocupação o novo e tão prometido projeto Adâmico que haviam transladado muito de suas almas, mas também a Federação Pleiadiana e a de Órion, que participaram ativamente do resgate dessas almas. Recordemos que se havia tomado como base genética do novo projeto genes das espécies neandertal e Cro-Magnon que não eram mais do que arianos pleiadianos afetados pela degeneração radioativa, oriunda da guerra nuclear entre Lemúria e Atlântida. Ademais, o segundo grupo de almas a reencarnar foi de Pleiadianos, assim que estavam envolvidos diretamente nesses projetos. Igualmente a Federação de Órion se via às voltas com essa ação de resgate, já que o terceiro grupo de almas reencarnadas procediam de indivíduos destas constelações. Para servir de apoio e base logística, essa Federação assento uma colônia permanente na zona hiperbórea sul, a Antártida, em torno dos 235 mil anos atrás que é o ponto de referência que tomamos como partida nesse capítulo. Essa sua operação de resgate comandada pelas três federações e com o apoio das equipes de outras federações como Andromedana e Arcturiana foi tomada pelos Anunnakis e as hostes de Satã como uma provocação e uma ingerência. Os Anunnakis e Satã postulavam que o projeto adâmico terrestre era também seu, já que haviam enxertado seus próprios genes. A Federação Siriana respondeu recordando que o projeto não era seu. O que havia era que os Anunnakis concordaram em prestar apoio logístico para implementá-lo e que além do mais, ninguém havia pedido os seus genes Anunnakis e que eles os haviam inserido voluntariamente. Além do mais, se relembrava que em última instância uma raça não era propriedade de absolutamente ninguém. Caligastia pronunciava que tinha capacidade de dirigir o crescimento tanto tecnológico quanto espiritual dessa nova raça

terrestre e que Sírios havia sido inclusive benevolente com a raça no desenho de sua configuração genética. Que uma raça com tanta capacidade em seus primeiros estágios evolutivos, teria uma bagagem de tempo em experiência tridimensional demasiado curta, se comparada com outras raças. Seja como for, todos esses argumentos de Satã, Caligastia e o Anunnakis suavam como pobres desculpas de seres que, no fundo, invejavam todas as possibilidades dessa raça tão promissora. O Conselho de Sírios sabia e os Anunnakis sabiam que Sírios sabia, mas tapavam o sol com a peneira, como uma colcha de desculpas finamente argumentadas, contudo e apesar da operação de resgate levada a cabo, a parte mais densa dos espécimes élficos, ficaram neste nível. Assim seguiram sua evolução de uma maneira mais elitizada, já que a encarnar grupos de almas cada vez mais densos nesses corpos da hierarquia de Lilith se suporia uma trama evidente, cortesia do Melquisedeque planetário Caligastia. Se repassamos os níveis de existência do planeta desde então, vemos como na primeira dimensão trata-se da dimensão dos minerais e a segunda dos vegetais, que ambas sofriam com a contaminação dos conflitos nucleares do passado, assim como os níveis vibracionais densos derivados desses atos. Na terceira dimensão já vemos como está mal a situação e ainda pior na quarta, onde a estagnação era evidente e ainda mais na influência arconte na classe dirigente. Não só por sua atuação de ego e falta de vontade para com a nova raça, mas também entre eles se intensificavam as relações. Todos queriam sua cota de poder. Todos queriam um reino terrestre só para si. Se foram formando facções entre os autodenominado deuses Anunnakis já que se autodenominavam deuses, então não por menos, reclamavam territórios para si próprios. Aqui cabe destacar que a entidade Anunnaki conhecida como Enki, o grande mestre geneticista e artífice, como vimos, da culminação da raça élfica, apesar de ser um clone, como comentado em capítulos anteriores dessa saga, que os Anunnakis são clones, imperando neles um forte patriarcado. Começou a aflorar em Enki os genes Sirianos por parte de sua mãe, sacerdotisa de raça anfíbia. Começou a deixar de ser um clone frio e sem sentimentos e começou a se questionar que raios estava fazendo a raça Anunnaki na Terra. Desde esse momento, foram se posicionando assim reptilianos que viam com preocupação a deriva dos acontecimentos e a densificação de sua atuação neste planeta. Esta seria a semente da facção de Enki, conhecido em outras latitudes como que Sam Quat e em outras fontes gregas como Poseidon. Esse mal chamado deus Enki não é nenhum deus, senão uma entidade estritamente não repetiliana e sim serpentiforme que manteve relações

estreitas com as sacerdotisas reptilianas da fertilidade que foram humilhadas pelo comandante pai e auto intitulado deus Anu. Nesta entidade encarnou um mestre de alto nível da Ordem Crística Kumara, aprendiz de Metraton. Como visto em capítulos anteriores, muitos mestres da ordem Kumara encarnaram em seres reptilianos para, a partir de dentro, fazer vibrar suas hélices de DNA e auxiliar na ascensão desses seres. Quando se viu a inclinação definitiva da alma de Enki pela luz, foi quando ao redor de 190 mil anos o pai é o Anunnaki, Anu, ordenou a criação de um hominídeo alternativo à hierarquia dos Elfos. Queriam literalmente livrar-se da raça élfica. Esse hominídeo seria um escravo, um autêntico serviçal para os trabalhos braçais a serviço dos deuses Anunnakis, ademais, uma fonte de alimentação para os níveis suprafísicos, onde poderiam parasitar tanto reptilianos quanto arcontes. Sua energia vital, com predileção pelas baixas vibrações, tal como o medo, submissão, sofrimento, entre outros. Para este projeto se tomou como base genética dos Elfos adaptando os genes de hominídeos africanos de uma maneira diferente da hierarquia de Lilith. Como resultado, esses novos homens são os que se denominam nas tábuas sumérias como cabeças negras e não os chamavam assinam por casualidade, mas esta é definitivamente a origem da raça humana negra terrestre. O homo sapien, mas o principal é que se obrigou taxativamente a Enki de capar as capacidades extrafísicas superlativas que tinham os Elfos e que formassem um ser mais básico em todas as áreas, além de fazê-lo energeticamente transparente, como um livro aberto para a capacidade sensorial reptiliana e arconte. Isso se fez principalmente de duas maneiras, uma através de um implante etérico colocado entre o cérebro e o cerebelo provocando dissociações entre os processos mentais e energéticos do indivíduo. Esse implante vem de geração em geração e nos acompanha desde o nascimento. A outra, foi a ordem de inabilitar de alguma maneira as 12 hélices do DNA originais, restando apenas as duas hélices primordiais, as de sobrevivência. Mas aqui a genialidade de Enki teve uma contrapartida que se manteve por muito tempo em segredo. O homo sapiens, ou seja, nós estamos geneticamente capados. Concretamente é o que a ciência chama, ignorantemente, de DNA lixo. Esses noventa por cento do DNA que a ciência atual desconhece para que serve, trata-se que Enki não as excluiu, ele simplesmente as desconectou. Ele sabia que dando-se as circunstâncias necessárias, em um momento de evolução consciente do indivíduo à sua essência divina, esse DNA sofreria uma mutação

reconectando-se permitindo-nos uma conexão supra física com nossa verdadeira essência e com nosso verdadeiro destino. E esses senhores, falando de tudo um pouco, é o entorno em que nos movemos agora, de um despertar de consciência, dando um salto evolutivo como espécie. Por isso, as organizações obscuras se empenham em exacerbar guerras, terrorismo e atentados levantando falsas bandeiras de perda total de valores, destruição de núcleo familiar, a guerra dos sexos e tudo o que seja necessário para densificar a vibração objetivando dificultar nossa evolução como raça. Confrontos também ocorreram entre os Anunnakis e as hordas de Satã na dimensão 4D, revivendo velhas rixas. Como vemos os efeitos da influência se faziam perceber entre os habitantes da quarta dimensão com sentimentos de raiva, ódio disputa de poder, etc. E essa rotina começou a se tornar norma nas dimensões física e extrafísica da Terra. Apenas a partir da quinta dimensão em diante pareciam estar livres da obscuridade. Nesses níveis vibracionais sutis, libertados do ego e da dualidade, escapavam da influência arconte. O tempo foi passando e nos encontramos em torno de 150 mil anos antes de Cristo. Tanto a Lemúria quanto Atlântida se recuperaram com força. Não tinham a expansão de outrora, mas as capacidades das raças arianas se faziam presentes de uma maneira desigual. Curiosamente na Lemúria, se viveram tempos de certos reencontros com sua essência ancestral onde como dizemos, não se chegou aos níveis de superioridade dos tempos antigos, mas buscaram um caminho de equilíbrio e comunhão com a espiritualidade, a Mãe Terra e o Universo Criador Cósmico, no entanto, em Atlântida se retornou apego pela tecnologia em detrimento da espiritualidade e mais uma vez escolas de mestres pensavam mais em engrandecer seu ego e o poder do que criar e guiar seus alunos. Qualquer escola de luz em qualquer tempo e civilização, sabe que é um mestre está a serviço dos demais e não de si mesmo. Sabe que um bom mestre deve estar aberto a aprender através de seus alunos e não se colocar como o dono da verdade absoluta, estando livre do ego e tendo seus atos guiados pela humildade. Essa é a característica da verdadeira sabedoria, o coração. Nessas épocas começaram a proliferar escolas e seitas de saber, onde o que se fazia em segundo plano, era o estudo do poder em conjunto com o conhecimento científico guiando-se pela magia negra e demais artes obscuras. Aqui há de se fazer menção à escola iniciática da vela dourada, que foi a ordem de magia negra mais poderosa que jamais existiu antes na história

do planeta. Esse conhecimento foi um detentor de poder crescente durante milênios, sendo o braço direito de altos mandatários das elites Atlantes. Esse fato não foi bem visto pelas distintas Federações de Alcíone, que viam como poderia se repetir novamente os acontecimentos ocorridos na guerra Lemúria e Atlântida e antes disso houve uma mobilização massiva de mestres de muitas federações e hierarquias espirituais que se uniram para evitar que um desastre semelhante calibre voltasse a acontecer. Esses mestres que influenciaram diretamente junto à Lemurianos e Atlantes, fazendo-os compactuar acordos de paz entre si. Nessas reuniões participavam tanto mestres da Hierarquias de Luz como comandantes de alto nível da Federação de Alcíone, entre eles sábios e mestres Arcturianos respeitados por todos. Este foi um esforço descomunal, um chamado geral para que se fizesse ouvir

no plano 3D já que no plano 4D não se faziam mais ouvir os clamores. Também cabe destacar que na Terra se viu nascer Lemurianos para povoar as terras continentais de seus antepassados, ao contrário a nova Atlântida tecnológica derivou o seu crescimento das cidades costeiras para grandes zonas urbanas no interior do oceano atlântico. Nessa época e dessa época vêm muitas canalizações de vidas passadas, em que as pessoas não sabem muito bem como interpretar, comentando que se veem habitando enormes castelos de cristal literalmente no meio do oceano. Grandes zonas marítimas em pleno atlântico, mas nestes últimos 150 mil anos Caligastia deu uma reviravolta na situação, encarnando um número muito grande de almas proveniente de mundo em guerras, com toda a intenção de degenerar e densificar os habitantes terrestres e todas as raças que haviam neste momento. Vale também comentar a existência de um conflito armado entre facções Anunnakis, cujo campo de batalha foi o oriente médio e o Egito. Não se sabe na verdade muito respeito, mas canalizações sugerem que esse conflito foi uma guerra nuclear a aproximados 115 mil anos antes de Cristo. Parece que o centro dessas disputas Anu e Enlil teriam repartido a Terra entre seus dois filhos Enki e Enlil, como comenta alguma tabuleta sumérias, tentando apaziguar as anciãs de poder entre facções.

E assim, os milênios foram passando e como veremos não para o bem. Não

contente Caligastia espoliado e manipulado por energias arcontes, novamente tomou a decisão de captar um novo grupo de almas mais densos, mas esse

grupo foi propositalmente buscado o pior entre o pior. Entre o mais escuro e

o mais obscuro e denso da matéria deste setor do universo.

Foram trazidas almas da constelação de Tau Ceti, Capela e Boronaqui, mundos de extrema violência, guerra e poderosíssima magia negra.

Essa desgraça se deu ao redor dos 90 mil anos antes de Cristo e traz as primeiras encarnações dessas almas endemoniadas, produzindo assim, um verdadeiro despencar da vibração terrestre, possibilitando assim, o objetivo final disso tudo. Por volta de 80 mil anos antes de Cristo havia formas de pensamento suficientemente densas na egrérora planetária que os arcontes de maior hierarquia, puderam introduzir-se e servir de ponte para como veremos plantar a miséria espiritual entre as raças terrestres. Essa primeira incursão arconte em nosso planeta, foi fiel ao seu estilo, afetando as elites governantes e trabalhando para conseguir instalar o caos e o conflito.

Então é isso aí galera, espero que tenham curtido. Essa é a parte 16 da tradução da Saga Anunnaki e vamos partir para a parte 17, agora mais rapidinho né. Falou galera até a próxima!

Saga Anunnaki Parte 17 - Lemúria vs Atlântida - Combate Final

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a tradução da parte 17 da Saga Anunnaki e a gente vai conversar sobre o conflito final entre Lemúria e Atlântida.

No capítulo anterior citamos que ao redor de 80 mil anos antes de Cristo, aconteceu uma invasão de arcontes de alta hierarquia derivadas da encarnação de grupos de almas cada vez mais densas, sendo que essas últimas oriundas de mundos extremamente conflituosos de guerras, violência, ódio e manejo intensivo de magia escura, na maioria provenientes dos sistemas de Tau Ceti, Capela e Boronaqui, tudo por cortesia do

Melquisedeque planetário Caligastia, que era quem tinha o poder de eleger a procedência das almas a reencarnar na Terra. Uma demonstração de premeditação com que atuava Caligastia que já fazia algum tempo, fazia caso omisso dos requerimentos da Confederação e do Conselho da Luz Divina presidida por Lúcifer.

A consequência de tudo isso foi a baixa da consciência das sociedades

lemurianas e Atlantes, onde se perderam os valores éticos. Assim, aos trancos

e barrancos, foram passando os milênios para Lemúria e Atlântida quando um

novo contratempo se somava a delicada situação de ambas civilizações. Os Atlantes primeiro e os Lemurianos depois, detectaram meteorito que se encontrava em rota de colisão com a Terra. Esse meteoro não tinha o tamanho do que extinguiu os dinossauros, não chegava a ser um perigo para a viabilidade da vida na Terra, mas sim, seria localmente muito destrutivo causando milhares de vítimas se impactasse em zonas habitadas. Essa

situação foi discutida nos conclaves Lemur/Atlanti, enquanto compartilhavam com distintas Federações de Alcíone, além de mestres de planos ascendidos.

E a que se deu a verdadeira natureza de Lemúria e Atlântida, por um lado a

Lemúria defendia que se deixasse a natureza seguir seu curso, de deixar fluir

os acontecimentos que se tivesse que cair que caísse quando e como fosse. Já os Atlantes, no entanto, defendiam a necessidade de implantar planos de desvio ou interceptação, que não se devia permitir semelhante risco e ainda colocavam na mesa que, para a viabilidade desse plano, era necessária uma colaboração mútua. As discussões nestes conclaves foram intermináveis e os mestres mediadores da Confederação lhes diziam que ambas já eram civilizações suficientemente maduras e com tecnologia suficiente para fazer frente a este desafio e que no fundo qualquer decisão que tomassem seria por conta e responsabilidade

deles próprios e que deveriam assumir todas as responsabilidades junto com todas suas consequências. Os conclaves se sucediam sem acordo e ante a negativa dos Lemurianos de implantar qualquer plano de ação contra o objeto estelar, aceitavam o destino fosse como fosse e ao final as autoridades Atlantes, se renderam à esta falta de disposição Lemuriana e acabaram por aceitar. Agora vamos refletir a distância esses acontecimentos e nos colocaríamos na pele dos protagonistas. Nos identificamos claramente com a postura atlante. Faríamos o que estivesse ao nosso alcance para deter semelhante ameaça e não é por menos já que como vimos, somos descendentes de Pleiadianos Atlantes. Levamos o gosto Atlantes por tecnologia, pelo material, do tentar controlar tudo. Agora compreendemos bem a diferença de pensamento entre os povos Lemurianos e Atlantes. Dada a essa decisão, os Atlantes começaram a construir a toda a pressa, enormes bankers por toda Atlântida, assim como em colônias das quais haviam na América do Norte, Central e parte da América do Sul e aqui neste preciso momento enquadramos a famosíssima caverna de Tayos no Equador que foi construída com tecnologia Atlante. Contada a grosso modo, trata-se de uma entrada principal com quase três metros de altura e uma caída vertical de 80 metros em primeira instância, seguida de uma segunda de aproximadamente 20 metros. Definitivamente trata se de uma rede de túneis e enormes distâncias. Coisas com mais de 100 metros de profundidade sendo que até hoje a ciência só explorou escassos cinco quilômetros. Até que em algum tempo atrás, em 2015, uma expedição espanhola de três pessoas, com o apoio de alguns nativos, adentraram a caverna e inspecionaram quase nove quilômetros dela. Essa expedição foi comandada pela televisão. E chegou o dia do impacto que não apenas caiu em zona povoada, mas impactou em pleno território atlante a destruição como se previa, foi localmente devastadora, causando milhares de vítimas além de desestabilizar tectonicamente a zona, provocando intensa atividade vulcânica. Isso provocou a ira da cúpula atlante acusando a culpa de tudo aquilo a Lemúria, que todo aquele desastre poderia ter sido evitado, se houvessem cooperado e aqui numa decisão infeliz se desencadeou um ataque atlante termonuclear massivo contra o Lemúria. Tudo terminou após algumas horas de barbárie. Neste momento Atlântida matou o espírito do projeto Lemuriano na Terra. Isso se sucedeu a grosso modo em torno de 70 mil anos atrás.

A devastação causou quase total aniquilação e o continente Lemuriano estava

morto. Os poucos sobreviventes sabiam que as placas tectônicas que suportavam o continente estavam altamente instáveis. Nessa situação, alguns poucos Lemuriano que puderam se organizar, decidiram abandonar a superfície e iniciar uma migração Intraterrena. Cidades intraterrenas como Telos abaixo

do monte Shasta na Califórnia ou Montrat abaixo de Monte Serrat na Espanha

e outros pela Cordilheira dos Andes como abaixo do lago Titicaca, foram

destino de parte desses sobreviventes Lemurianos. Uma outra pequena parte de colônias acabaram em zonas do próprio território Atlante e mesclaram-se entre eles e outro pequeno grupo tomou a decisão de ficar na Lemúria até às últimas consequências, tal qual o capitão

que afunda junto como navio. Do lado atlante, a devastação não foi menos massiva, sobretudo por sua centralização em grandes metrópoles urbanas marinhas, que foram alma fácil do reflexo do ataque e caíram. Também o perfil costeiro foi massacrado, ressaltando que pouca população saudável e organizada restou de todo esse episódio. O caos e a anarquia se instalaram. Curiosamente a grande pirâmide central de Atlântida ficou de pé, o que salvaguardou a capacidade de regeneração do ecossistema atlante, assim como os seus níveis vibracionais, que impediram uma invasão arconte em níveis de vibração sutis. Apontamos também que essas guerras aconteceram há muitas outras distintas colônias humanas extraterrestres e essa é hoje a origem da diversidade dos tipos humanóides que encontramos na Terra. Nesse ponto, abrimos parênteses para comentar algumas curiosidades. Buscando mapas de Atlântida, sendo que o mais conhecido de todos o do jesuíta Athanasius Kircher foi reanimado quando em 2009, um jornal britânico publicou a notícia que o Google havia identificado uma formação marítima que se encaixava na descrição do jesuíta, de Atlântida. Pois bem, foi que quando o autor original desta saga percebeu que a ciência batizou a formação descoberta pelo Google de O Monte do Grande Meteoro. Seria isso uma coisa

coincidência?

E então convergimos para a soma de diversas canalizações a respeito. É

sabido de diversas fontes contatadas que entre 115 e os 70 mil anos antes da nossa era e por conflitos bélicos, tanto nesse planeta como em outros, houve finalmente um certo abandono de determinados projetos por parte da Federação de Sírios e da Federação das Plêiades. Literalmente se renderam e se foram. É possível inclusive nas disputas Anunnakis que vimos com a grande Federação de Alcíone e com o final da destruição de Lemúria e Atlântida,

finalmente tiveram por impossível o projeto terrestre e abandonaram este planeta. Ainda que depois, de modo individual, facções Sirianas e Pleiadianas regressaram pontualmente. Pela sucessão dos acontecimentos, se provocou rupturas de algumas facções sirianas e pleiadianas de suas confederações originais. Que alguns os denominam de raças dissidente. Parte delas abandonaram a Terra e outras se foram ao interior da mesma no plano 3D, juntamente com humanoides Anunnakis. Elas juntas, formaram uma coalizão de Intraterrenos, fazendo valer ante alguns contratados que eles são os verdadeiros terrestres e o que os demais, são raças forasteiras e nós mesmos homo sapiens, apenas fruto de hibridação. Segundo contactados, o plano da grande Federação de Alcíone para Terra é de uma humanidade livre, mas, todavia, há uma premissa de não intervenção no livre arbítrio. Todos têm sua própria agenda e os irmãos estelares estão voltando. Não só para nos auxiliar a evoluir, mas também para reparar seus próprios erros do passado com o projeto Terra, evoluindo assim eles próprios.

Então é isso aí galera. Esse é o final do capítulo 17 e o próximo capítulo a gente vai aprofundar um pouco mais sobre a descoberta da caverna de Tayos. Espero vocês lá. Um abração!

Saga Anunnaki Parte 18 - A chegada dos Deuses

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte 18 da Saga Anunnaki e nós vamos conversar sobre a Gênesis do último projeto atlante, a chamada dos deuses instrutores.

Começamos uma nova fase nesta saga da odisseia planetária. Um tempo onde encontrar informação a respeito, se converte em uma tarefa difícil e parece que em muitos temas, conseguimos meramente arranhar a superfície. De toda forma, durante essa saga, temos conseguido construir um mínimo de linhas para melhor compreensão de uma teoria que pode ser nossa verdadeira história.

Essa obscuridade sobre Atlântida se dá inclusive com pessoas sob hipnose de regressão onde há muitos relatos sobre Roma, Egito antigo e outros, mas quase nunca emerge relatos relevantes sobre Atlântida. Isso denota que é Atlântida não só foi apagada dos livros de história, mas também a algo como que uma barreira energética. Todavia, claro está, para os poderes ocultos que controlam a humanidade que, ocultar e manipular nossa verdadeira história é uma estratégia básica para manter seu poder. Certamente poderíamos ter separado os primeiros 17 capítulos em um bloco

à parte, já que, como vimos, a segunda e devastadora guerra nuclear Lemur Atlante, pôs abaixo os projetos adâmicos terrestres.

Embora tenha havido sobreviventes que possui um grande conhecimento das energias sutis, nunca mais tornariam ao seu esplendor, nunca mais nada seria

o mesmo.

Se até aqui você tem assistido a todos os capítulos, verás que isso é mais que um passatempo, vai muito além de passar um tempo escutando histórias, entretenidas.

Fazendo uma retrospectiva, nos damos conta do volume de informação. Muitos tem dito que, de alguma maneira já sabiam e que também de alguma maneira já viveram isso. A sensação é a mesma que empurra pesquisadores a tentar montar esse quebra cabeças. O afã de recordar algo, que foi apagado de nossos registros ao reencarnar, mas que sua intuição lhe diz que você esteve ali, que você viu e viveu isso, que não se tratam de historinhas. Algo muito dentro de ti está constantemente a reviver recordações e ser consciente agora de todas essas realidades em todas as linhas de tempo.

Como o tempo no fundo pode não existir e apenas funcionar de maneira constante nessa realidade tridimensional? Todos esses feitos poderiam estar acontecendo agora mesmo, neste mesmo instante, portanto, você agora está aí e isso que sentes é tua memória celular que conecta com o teu superior e este sabe perfeitamente de todas essas realidades paralelas e tu também no fundo sabe. Vimos como desvio premeditado de grupos de almas cada vez mais densos, sobretudo esse terço de alma de Meldequianos de baixa vibração, combinado com os novos grupos de Tau Ceti, Capela e Boronaqui, acabaram por reduzir a pedaços os projetos Lemúria e Atlântida. Depois de haver vivido centos de milhares de anos com uma autêntica idade de ouro. E este era o objetivo de que literalmente aqui estão encarnando gente que não devia. Quando se vê baderneiros delinquentes, povos de tradição violenta ou etnias de comportamento bastante lamentável, temos o exemplo exato do que se comenta nessa saga. Isso pode parecer até racista, mas se explica com um exemplo prático. Com toda certeza todos conhecem a sua volta incluindo familiares, pessoas, comportamento lamentável, sem valores, pessoas que inclusive desfrutam do prazer de causar danos aos demais e por outro lado também conhecem animais de companhia, geralmente cães e gatos, de um sentimento muito mais bondosos do que essas pessoas lamentáveis que comentávamos. Isso, em um planeta de evolução normal não se dá, pois, o processo de ascensão espiritual vai passando pela primeira dimensão dos minerais, a segunda dos animais e a terceira que a nossa e não cabe de nenhum modo um ser de terceira dimensão mova energias mais densas do que um ser de uma evolução mais primitiva, simplesmente não pode ser. Salvo, claro, que o processo reencarnatório esteja envolto como é o caso de nosso planeta de quarentena.

É possível que parte dessas almas degeneradas seja fruto de vidas

desgraçadas de abuso, mas a maior parte provém deste grande grupo Maldequiano. Apenas, se comenta que esses grupos podem passar milhares de anos encarnando sem aprender praticamente nada. Agora como sua encarnação

neste planeta planejado pelo Melquisedeque planetário Caligastia, não foi fruto de casualidade. Os arcontes que os influenciaram, sabiam perfeitamente

o que faziam e o conseguiram. As almas meldequianas que arrebentaram seus

planetas em guerras estúpidas, acabaram arrebentando também a civilização

Lemur Atlante.

Depois dessa reflexão, o melhor será fazer um breve inventário do estado das coisas nessa cota temporal dos 60 a 70 mil anos antes de Cristo, que foi a época em que as civilizações se destruíram mutuamente. Vimos como os Atlantes se prepararam para o impacto do asteroide perante a reiterada negativa Lemuriana em cooperar na coordenação de um plano de interceptação do mesmo. Os Atlantes construíram a toda a pressa uma rede de bunkers subterrâneos, tanto no continente atlante como em suas colônias americanas. Uma delas era na zona do Equador, a famosa chamada Cova de Los Tayous. Uma vez impactado o asteroide em pleno continente atlante e enfurecidos esses com os Lemurianos por não haver cooperado, se deu começo a represália termonuclear.

A Cova de Los Tayous é mais que provável que foi usada em plena guerra

como zona de escape Intraterrena por parte desses Atlantes humanos que viviam nessas colônias. Também apontamos que na zona do centro e de norte América houveram colônias humanas sobreviventes da primeira guerra nuclear entre Lemúria e Atlântida, centenas de milhares de anos atrás. Esses povos se desenvolveram de forma independente ao nível de uma indústria lícita e avançada. Como podemos encontrar na Europa, daí que se encontram restos humanos com mais de 200 mil anos que foram literalmente sepultados e ocultados pela ciência oficial. Esses mesmos sobreviventes da primeira guerra, o homo de Cro-Magnon, não era mais do que Arianos Pleiadianos gigantes mutados pela radiação que imigraram em tempo para zonas hiperbóreas norte, onde hoje é a Groelândia que, naquela época, era um bosque verdejante. Estavam constituídos por poucas tribos de caçadores coletores que gozavam de um vastíssimo território e recursos para eles somente. Tinham uma vida simples com poucas enfermidades e uma longevidade notável. Careciam de riquezas materiais, mas tampouco sentiam falta delas e viviam suas vidas com um tipo de cultivo muito distinto do nosso. Eram unidos com a natureza. Com o tempo desenvolveram uma avançada indústria e uma organização social complexa, dando-se especializações por gênero típico das culturas dos Cro-Magnon. O que fazia uma espécie muito mais produtiva.

Essa possibilidade de ser especializado e essa organização social complexa, fez deles um grupo muito superior ao neandertal que, como se viu, posteriormente na Europa, muitos anos depois não foi capaz de competir com

a nova raça que invadia seu continente. Tanto que foram fadados à extinção.

Possuíam também gosto pelas artes e pinturas que hoje chamamos de rupestres. Também vimos que os autodenominados deuses Anunnakis haviam repartido

os territórios entre as distintas facções, mas a tensão entre eles era constante.

A influência arconte havia encontrado espaço entre eles e se haviam

convertido na maioria em fantoches idólatras, ávidos de poder e de crescente crueldade. Vimos como por volta dos 200 mil anos ou quem sabe até algo mais atrás no tempo, haviam modificado a genética dos Elfos por medo de serem superados por eles. Criaram um ser capado de suas capacidades extrafísicas, um ser controlável, ou seja, nossa raça humana atual.

Já vimos também Enki que sua facção não estava de acordo com eles, mas que não tiveram mais saída a não ser acatar as ordens. Esse por sua vez, fez

uma jogada de mestre, ele não destruiu nossas 10 hélices de DNA restantes, ele apenas as desconectou. Consciente de que chegaria a um momento de alta vibração ao planeta e que esse DNA despertaria e se alto ajustaria em um hipotético salto evolutivo, essa era sua soterrada a esperança. Visto que nossa espécie ficou apenas com duas hélices de DNA as de mera sobrevivência. Essa primeira raça sapiens, foi a raça negra, que com os milhares de anos proliferou na África, mas curiosamente a ciência oficial indica que ao redor dos 67 mil anos se produziu uma migração progressiva da África para a Eurásia. Outra vez vimos a data chave em torno dos 60, 70 mil anos atrás se repete sucessivamente em vários pontos da história.

É que os Anunnakis provocaram essas migrações, já que no fundo queria o

maior território possível, ocupado por seus humanos escravos, os quais governariam como deuses, dessa forma, ocuparam a maior parte de territórios possíveis com seus escravos. Isso também porque sabiam que a Federação não ia atacar essa nova raça que era vista com pena, além do mais, a contar que quase havia desaparecidos Lemurianos e os Atlantes, a partir dessas épocas havia liberdade para o sapiens se expandirem. Assim o homo sapiens com o processo de adaptação de milhares de anos aos distintos climas da Terra que iam ocupando, junto seguramente com algum pequeno toque genético ou gosto de cada facção Anunnakis, foram evoluindo da raça original negra primitiva as diversas raças que conhecemos hoje.

Em se tratando da Índia, temos que falar que estas eram as terras da deusa suméria Asherah, conhecida lá como Kali ou ainda como Astarte para os Fenícios e Cananeus. Coisa que muita gente não sabe é que para as tradições judaicas mais antigas, falando do século 12 até o século 7 antes de Cristo, na época do rei Josias de Judá, da que era um deus rei solitário, sendo que sua consorte era a própria deusa Astarte. Uma deusa violenta, sanguinária e destrutiva. Conforme as façanhas que veremos mais adiante sobre Enlil Javé e o caráter bélico de Inanna Asherah Kali, veremos que eles formavam, todavia, um casal perfeito. Trocando de atitude, o território europeu estava habitado por tribos de neandertais, fruto também da mutação genética dos arianos atlantes pleiadianos. Devido à radiação da primeira guerra Lemur atlante ao redor dos 300 mil anos antes de Cristo e essa degeneração foi em um grau muito maior do que o que acometeu os Cro-Magnon. Ao estudar as reconstruções forenses e fazendo-se comparações entre uns e outros, fica evidente o aspecto mais animalesco do neandertal comparado com os antigos Cro-Magnon que, passariam hoje por nós desapercebidos, sem problemas. Contudo, os neandertais eram uns poucos milhares, sendo que o continente Europeu era quase totalmente despovoado na sua totalidade. Retomando a raça hiperbórea da Groelândia, seus dias de tranquilidade, a partir dos 100 mil anos antes de Cristo, estavam chegando ao fim. Isso se deve ao fato de que a partir dessa época iniciou-se o processo climático da última glaciação. Processo que não foi exatamente paulatino, mas sim que sucessivamente foi-se sepultando no gelo a zona da Groelândia. Isso logicamente produziu correntes migratórias do norte para o sul, buscando climas mais amenos. Essas migrações deram finalmente um salto para novas terras ao redor dos 67 mil anos antes de Cristo. Oficialmente o Cro-Magnon surgiu na Europa, de repente, sem explicação plausível, sendo que a ciência oficial ainda não consegue explicar como surgiram e de onde vieram. Essas migrações da zona hiperbóreas se deram paulatinamente durante aproximadamente mil anos, até que ao redor de 65 mil anos antes de Cristo, ao finalizar a última fase de grande glaciação, houve um período de clima mais ameno que duraria até ao redor do ano 57 mil e 500 antes de Cristo. O hiperbórico Cro-Magnon que, eram alguns poucos milhares se encontravam em um continente praticamente despovoado. Com pequenas tribos de neandertais frutos da 1ª e 2ª guerra, topando-se com o tempo com alguns

poucos sobreviventes Atlantes da raça Pleiadiana primogênita que eram arianos de três a quatro metros de altura e eram ainda espécimes formidáveis. Ambas raças se conheciam e conheciam suas histórias do passado, se respeitavam mutuamente e reconheceram-se na hora seus parentescos e suas singularidades. Ambos grupos, portanto, uniram suas forças e começaram uma nova caminhada juntos. Passados milénios, uma segunda etapa se deu no processo de glaciação e isso forçou o final da migração do norte da Groenlândia para o território atlante e em menor escala para a Europa. E estes então, são os Cro-Magnon que estão datados oficialmente pela ciência ao redor dos 40 mil anos. Mesmo que a ciência moderna ainda tenha dificuldade em explicar sua aparição repentina, dado também a enorme diferença entre o neandertal e o homem de Cro-Magnon, seria necessário o concurso de milhares e milhares de anos de evolução e no entanto, a linha temporal entre eles é bastante restrita. Genética e evolutivamente, não tem sentido. Nos encontramos então no continente atlante, povoado por alguns poucos hiperbóreos e Cro-Magnon e alguns poucos Atlantes que que haviam se perdido, dada a dificuldade em reter os conhecimentos antigos. Esse lamentável espetáculo, a que estavam submetidos a essa escassa população atlante, desse momento se via ainda mais agravado pela falta de assistência das Federações Pleiadianas e Sirianas que já vimos como havia um literalmente abandonado o projeto adâmico terrestre depois de centenas de milhares de anos, mas esse efeito teve consequências na própria Federação de Alcíone. Os poucos que seguiram à risca o protocolo nos piores momentos, Arcutirianos, Andromedanos e da colônia benevolente de Órion na Antártida, e certas facções Sirianas e Pleiadianas a título individual criticaram a conduta da grande Federação de Alcíone e pleitearam um debate a respeito. O argumento era claro, como se podia deixar abandonado os filhos das Plêiades e de Sirius no pior dos momentos, uns sobrevivendo em Atlântida e não sendo nem a sombra da glória passada e por outro lado o homo sapien que havia sido geneticamente modificado, capado e escravizados pelos Anunnakis. Havendo agora se proliferado por dezenas de milhares de anos e em sua origem eram de fato Pleiadianos modificados, por mandato do Conselho de Sirius. Em um dado momento houve uma entidade que deu o primeiro golpe na mesa sobre essa situação e esse foi Enki, o número dois na hierarquia de poder da colônia Anunnaki na Terra. A essa altura da situação Enki já havia

conectado-se com o seu Eu Superior e conhecia sua missão de vida, era plenamente consciente de que era uma encarnação da Ordem Crística Kumara. Ordem esta, fundada por Metraton para encarnar em seres reptilianos e conectá-los de dentro para fora com o amor da Fonte, rompendo com o caráter tipicamente guerreiro da unidade reptiliana. Tinha um ótimo relacionamento com essas sacerdotisas reptilianas, que até então, eram respeitados servidoras da Fonte e que agora, no entanto, desde a ruptura Anunnaki com sua originária Federação das Plêiades e a subida ao poder do pai e comandante Anu, haviam sido remidas de seus poderes, humilhadas e desenhadas, pois ele as considerava uma ameaça ao seu patriarcado. Enki o deus Abzu para os Acádios, possuía importantes territórios na África e apesar de ser o dirigente pioneiro na colonização terrestre havia sido relegado pelo pai e comandante Anu em favor de seu irmão Enlil. Contudo, diferente de Enki, Enlil possuía territórios na Mesopotâmia. Entre eles o primeiro assentamento Anunnaki na Terra que foi à cidade de Herido. O centro neural da facção de Enki estava no Egito e havíamos deixado no ar que o que havia acontecido exatamente em ser ateu de Saqqara e de Memphis, que passou por esses pasos e para que serviam essas tumbas em pleno apogeu da guerra Lemur Atlante. São muitos testemunhos dos viajantes da existência da abundância de areia vitrificada que é indicativo de altíssimas temperaturas, devido conflitos nucleares. Poderíamos nos perguntar: se esse território era Anunnaki porque foi afetado pela guerra Lemur Atlante? Naquelas épocas, as facções Anunnakis já estavam muito divididas e a facção de Enki era vista pelo resto sobretudo a de Enlil de caráter condescendente para como os humanos. Enki já mantinha uma estreita relação com a facção atlante de mestres e sacerdotisas que não se haviam desviado e no fim com alguns humanos e outros reptilianos todos eles compartilhando sua origem Pleiadiana. Essa relação era conhecida por todos e não era bem vista pela facção de Enlil. As relações entre mestres, viagens diplomáticas, relações comerciais e pequenas colônias Atlantes nos enclaves egípcios, era comum, mas no momento de começar a guerra a facção de Enki auxiliou a evacuação de alguns Atlantes para sua pátria natal nas plêiades. Isso foi feito através de algumas instalações como a de Serapeu, cujo colossais sarcófagos de pedra, nada mais eram do que portais estelares para viagens interplanetárias. Alguns anos atrás, houve uma expedição espanhola é de médiuns sensitivos e canalizadores que, apesar de algumas discordâncias, foram unânimes em

sinalizar a evacuação de aproximadamente 50 mil pessoas pelos portais de Serapeu. Mais uma vez vimos como a data dos 65 mil anos antes de Cristo parece fazer força para chamar nossa atenção e aqui e volta a se apresentar. Por outro lado, paralelamente, os mestres Lemurianos haviam sobrevivido em número suficiente tanto para um manter uma guerra, como para manter um conhecimento poderoso. Viam com pesar todo o ocorrido e a situação de abandono pela qual passavam as pessoas no continente atlante. Neste momento da situação se produziu um chamado de auxílio aos irmãos do cosmos por parte desses mestres. Esse chamado era para que se apoiasse o projeto de Enki, desde o Egito, oferecendo todo o apoio tecnológico que fosse necessário e grupos de sábios e sacerdotisas e engenheiros que estivessem dispostos a encabeçar o projeto. Também facções Pleiadianas e Sirianas a título individual, resolveram recrutar voluntários e mandar mestres instrutores para este projeto. Eis, que nesta nova Atlântida, havia muito trabalho a fazer. Assim um nutrido grupo de mestres Lemurianos que haviam feito esse chamado cósmico decidiram ser conscientes e também fazer parte desse grupo de mestres instrutores para nova Atlântida. Além do mais, os mestres tomaram a decisão de unir-se com mulheres Atlantes e dar a esta civilização um empurrão evolutivo depois das de gerações genéticas ocasionados pela radiação. Esse enriquecimento genético, através dos nascimentos, cederam os códigos que eram necessários para a recuperação de suas capacidades parapsíquicas e habilidades no manejo das energias sutis. Também se buscava afastar a influência de energia arconte e controlar a densidade das almas Meldequianas que estavam encarnando, o qual era uma preocupação constante. Paralelamente, esse chamado chegou também aos altos níveis de planos ascendidos que enviaram um de seus mais altos mestres, a entidade Metraton, que na Terra, adotaria o nome de Toth. Um dos filhos do ancião de dez dimensões o Arcanjo Metraton. Há uma grande confusão na nomenclatura do pai e do filho que apesar de possuírem o mesmo nome são entidades distintas. Esse ser de planos ascendidos que para nós seria pura energia, necessitava de um veículo físico neste plano 3D. Essa raça de mestres ascendidos se pôs em contato com os mestres Lemurianos e combinaram que eles coordenariam o processo de reencarnação de Metraton na Terra. Fruto dos primeiros cruzamentos dos mestres Lemurianos com mulheres arianos Cro-Magnon, encarnou finalmente em um desses espécimes a

entidade Toth. Essa entidade vinha, com a intenção de encarnar quantas vezes fossem necessárias, neste planeta, para resgatá-lo da velocidade e levá- lo a ascensão. Sua estratégia para conseguir isso era clara, a criação das chamadas escolas de mistérios para a formação de mestres e ensinar-lhes os segredos do espírito, da energia e da matéria. Enquanto isso, na grande Federação de Alcíone, seguiam os debates do que fazer com a Terra, se deviam intervir novamente e como fazer, mas não havia forma de se chegar a um acordo. Havia opiniões de todo tipo, inclusive facções que pediu a intervenção militar antes que fosse tarde demais e que parassem os Anunnakis, as ordens satânicas de Órion e Caligastia que fosse destituído de seu cargo de Melquisedeque planetário, já que havia sido comprovada sua má fé. Mas perante a inanição da Federação e posto em marcha os projetos de ajuda instrução Alcíone, não teve outra saída. Apesar da falta de acordo entre as facções e deu sua permissão para que levassem a cabo ao que verdadeiramente, se pensarmos bem, tampouco tinham outra opção. Assim, finalmente, aderiu um coro necessário no conselho para emitir uma ordem com diretrizes básicas, mas muito claras e invioláveis para este projeto no qual embasava a iniciativa de direitos. Esse ponto marcaria de forma indelével um novo projeto. Seu começo, seu meio e seu fim. Está claro que a civilização atlante, depois das guerras teve um longo período de abandono e em torno de 35 mil anos antes de Cristo se deu início a um novo e último projeto Atlantes na Terra. Não se conhece as cláusulas da ordem expedida, mas canalizadores são unânimes em dois pontos: de que teria ficado proibido o desenvolvimento e manejo de alta tecnologia, bem como teria ficado proibido toda e qualquer manipulação genética e que se quebrassem alguma dessas regras haveria o abandono imediato da Federação, cortando qualquer assistência a este projeto.

Então é isso aí galera, esse é o fim do capítulo 18 e agora a gente vai para a tradução do capítulo 19, que vai falar sobre este último projeto Atlantes na Terra. Um abração! E até lá.

Saga Anunnaki Parte 19 - Atlântida - A última Era de Ouro

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte 19 da Saga Anunnaki e nós vamos conversar sobre Atlântida - A última Idade de Ouro

Anteriormente, havíamos deixado Atlântida na cota temporal dos 35 mil anos antes de Cristo que foi a época em que se oficializou um mandato da Confederação de Alcíone, apontando as linhas vermelhas desse projeto, isto é, a proibição do manejo de alta tecnologia e do desenvolvimento de experimentos genéticos. Se objetivava, dessa forma, uma nova sociedade Atlantes centrada no sentido da vida. Uma sociedade de esquerda do idealismo e do afã pelo poder e a febre tecnológica, que havia provocado sua destruição anterior. Vimos também que o chamado pelo auxílio dos mestres Lemurianos foi apoiada desde diversas partes do cosmo, oferecendo suporte para esse novo projeto. Facções Sirianas, Pleiadianas, Arcuturianas e Andrômedas, assim como da própria Terra, as facções de Enki, somaram forças para essa tarefa. Enki viu aí uma saída para suas criaturas. Os humanos sapiens que em solo Anunnaki muitos tinham apenas o horizonte da dor e escravidão. Assim, começou-se a transladar humanos para Atlântida na intenção de repovoar um continente quase desabitado. As fêmeas sapiens também cruzariam com a semente dos mestres Lemurianos igual as fêmeas migradas de Groelândia pela glaciação. Todos estes dariam lugar aos novos Atlantes. Também comentávamos, como desde uma raça viária de seres ascendidos de sexta dimensão, enviaram a um de seus mestres de alta hierarquia, o sábio entre os sábios, o filho de Metraton, que foi batizado de Toth em sua primeira encarnação na Terra, a primeira das três encarnações que viria ter. Essa raça viária, contataria aos mestres Lemurianos e preparariam, meticulosamente sua encarnação, os matrimônios mistos entre mestres e fêmeas sacerdotisas, concebendo assim um ser de alta vibração. Este ser, uma vez desencarnado em seu planeta de origem, seu corpo estelar de sexta dimensão em estado criogênico, encarnou finalmente na Terra batizado com o nome de Toth. Antes de fazer 20 anos, ele já havia conectado-se com seu Eu Superior e através do esplendor da sua consciência cósmica, tornou-se assim um mestre e energia espírito e matéria.

Dando início a sua missão em Atlântida, que não era mais do que fundar as chamadas escolas de mistérios, onde ofereceria sua sabedoria para ensinar as leis que regem tanto as energias sutis, quanto material, trilhando o caminho espiritual para alcançar o objetivo final que é a ascensão do ser a níveis superiores. Para tanto, as chamadas escolas de mistério de Atlântida, poderíamos denominar propriamente como escolas de ascensão, a tradição atribuída Toth

e isso está inscrito nas tábuas, esmeraldas e seus saberes alquímicos frutos desta mesma ciência. Essas tábuas seriam confeccionadas de um material indestrutível, na cor verde esmeralda, e guardada a sete chaves até que a humanidade estivesse suficientemente madura para administrar este saber poderoso. Assim

também, chegou ao Caibalion, que resume os sete princípios dos ensinamentos herméticos. Esse livro tal como chegou a nós, na era moderna, foi reescrito por três mestres teológicos do século 19, ainda assim, para nós merece ao menos o benefício da dúvida, dada a profunda filosofia contida nele. Além de que esses mestres seguramente que analisaram estes livros conectando-se com os registros akáshicos da Terra, onde se registram absolutamente tudo, de todas as obras escritas e não escritas por qualquer consciência humana. Além dos mais ensinamentos de geometria sagrada, onde os conceitos como cubo de Metatron ou a estrela de seis e cinco pontas. Isso em significado elevado seriam partes do seu legado. Todo esse conhecimento em nossa era, teria sido perseguido e sempre que possível destruído esse saber sobreviveu entre castas de mestres egípcios, essênios, druidas, celtas, inclusive templários, os quais foram assassinados por ordem da santa sé, acusando-os de paganismo, satanismo por usar ícones solares e pentagramas, assim como o pentáculo com ponta para baixo que simboliza a união do homem com a mãe terra e um de ponta para cima, que simboliza a união do homem com o cosmo, a fonte universal. Vários seres pertencentes às ordens estelares, como a ordem feminina Amarilis de Órion, mais a ordem Metatrônica, se somaram, assim também a título individual a este projeto. Uma ordem que teve uma importância grande nesta época atlante, foi a ordem cósmica Melquisedeque, que estava autenticamente decepcionada pelos atos deploráveis de seu representante na Terra, Caligastia, assim como

o satã e suas numerosas hostes de Órion. Antigamente mestras geneticistas que davam apoio a projetos em desenvolvimento por ordem do Conselho da Luz Divina presidido por Lúcifer.

A terminologia quisedeque em hebreu significa justo ou justiça e melki. É um termo que possui várias acepções, mas que, tem um significado cósmico oculto e se refere à via láctea. De tal modo que se poderia traduzir como justiça da galáxia e foi justamente nunca antes melhor dito como muito tempo depois veremos que mestres ascendidos encarnaram para ajudar a dar um empurrão espiritual em tempos escuros. Um deles cria um personagem do antigo testamento propriamente denominado Melquisedeque quem instruiria Abrahão e a outro também seria no século segundo antes de Cristo chamado mestre da justiça, figura chave e inspiradora para a comunidade de Qumran e que aparece mencionadas nos escritos do mar morto. Puseram assim marcha as escolas da ordem de Melquisedeque em Atlântida e conjuntamente com as escolas de mistérios darem um suporte necessário a essa sociedade incipiente. Tanto uma como a outra, dariam também iniciação a muitas ciências como astronomia, geometria sagrada, geologia e o poder dos cristais, como quartzo, como grande protagonista, matemática, alquimia sagrada, química e etc. Se ensinava botânica, não somente para conhecer a química intrínseca das plantas, mas também para saber de seu manejo no plano sutil. Se aprendia a curar com elas, potencializando o efeito das mesmas, entrando em contato com os seus espíritos da natureza ou devas, de maneira que esse espírito, destas plantas fosse convocado a dar inclusive sua vida se necessário fosse, para curar os pacientes. Por isso vemos hoje os xamãs que quando vão efetuar uma cura, pedem apoio, permissão e prestam respeito às plantas antes de cortá-las. Hoje as tomamos e as cortamos sem nenhuma cerimônia, não sendo assim capazes de extrair todo o seu potencial intrínseco que está no espírito da planta. Uma parte desse conhecimento xamânico que, todavia, ainda hoje persiste, vem dessa última época de ouro atuante, onde o saber era utilizado e cultivado comunitariamente. Se traçou um plano de estabilização telúrica para o planeta, para a harmonização das energias projetando a construção de grandes edificações sobretudo as pirâmides em várias partes do globo, tanto na superfície terrestre, quanto submarinas, inclusive Intraterrenas. Um exemplo dessas últimas, seria como aqui há nos macro corredores da zona de Los Tayos no Equador, a grande profundidade e a dezenas de quilômetros da entrada que é onde diziam que tirava os nativos grande parte das peças encontradas pela expedição do padre crespi muitos dos pais aparecem nas fotografias de Erich von Däniken.

Estas pirâmides se construíram com o emprego de alta tecnologia amparada pela Federação de Alcíone e sua diretriz de proibição de auxílio de alta tecnologia, salvo para fins harmônicos, muitas delas em Atlântida e Lemúria, tinham poder regenerador para o ecossistema, poderiam dizer que viviam em sua própria matrix benfeitora, onde a quase ausência de enfermidades e a fertilidade de suas terras era enorme. Essas pirâmides Atlantes constituídas também de uma grande fonte de energia muito apreciada para as necessidades neste império, já que aproveitavam o fluxo de energia telúrica combinando-as com energia prana do cosmo. Todas elas projetadas sobre grandes fileiras sobretudo de quartzo que serviam para guardar, administrar e redirecionar a energia, além de poder armazenar grandes quantidades de informação. Todo esse saber e manejo dos capitais, uma autêntica e poderosa ciência, hoje em dia, está praticamente perdida. Nessas épocas se enquadravam as recentes datações de compostos orgânicos encontrados entre a argamassa utilizada para a construção das pirâmides da Bósnia, concretamente datadas pela ciência em 32 mil anos antes de Cristo. Outras pirâmides que enquadraríamos nessas datas e esta é uma opinião pessoal do autor original desta saga, seriam as pirâmides encontradas no centro da China como o mesmo objetivo de equilíbrio terrestre. Todo um impressionante complexo de pirâmides sem investigação, além do mais de estar também contemplada por centenas de pequenas elevações monolíticas apontando para o céu. Como em Colofon nesta região, há lendas locais realmente interessantes a respeito e que se correspondem com outras informações já descobertas Pré- Diluvianas, como uma série de guerras, invasões por todo o globo terrestre, mas sobretudo isso se falará no seu devido momento nos capítulos que vem a seguir. Em Atlântida a forma de governo era composta por um conselho de sábios presididos por um rei sacerdote. Isso foi assim por milênios e constituia uma autêntica, a medida de precaução para proteger a nova população atlante. Em seu processo de instrução, os Atlantes começavam a despertar potentes habilidades, tais como, telecinese, telepatia e mediunidade. Essas capacidades davam de uma maneira tão prematura, devido à potência vibratória da semente rodada dos mestres Lemurianos e dado ao fato que estava encarnado almas Meldequianas, essas capacidades deviam ser supervisionadas pelos grandes mestres para que cada discípulo as utilizassem para o serviço dos demais e a luz, não para interesses egoístas e de poder. Esses pupilos, eram usuários de pele vermelha. Dando-se as circunstâncias

que em geral os que possuíam as maiores capacidades, possuíam o cabelo loiro, quase branco e muito brilhoso, de pele pálida e de grande estatura. Guardando sua semelhança com a raça Lemuriana primitiva, esses possuem uma elevada carga espiritual e eram denominados como os justos. Já comentávamos em vídeos anteriores a questão das lacunas de informação que enfrentamos nessa etapa planetária e é aqui que o autor original desta saga, faz uso de sua própria intuição e passa a seguinte mensagem: considera- se que em um dado momento, por conta da altíssima implicação de Enki neste projeto e tendo observado o exemplo encarnatório do mestre Toth, decidiu fazer o mesmo e encarnou ele, Enki, em Atlântida, adotando o nome de Poseidon. Esse seria a sua primeira encarnação como terráqueo das nove que chegou a ter seus nove avatares. Já sabemos quais seriam alguns deles, outros simplesmente desconhecemos, mas a sensação geral é que teriam encarnado nas civilizações humanas mais importantes distribuídas por todo o globo. Eram suas criaturas, seus filhos e sentia a necessidade de ajudar a humanidade, elevá-la e libertá-la da subjugação Anunnaki. Os milênios passavam e os Atlantes desfrutavam de boa governança de seus reis sacerdotes e a vida sorria, a Terra do seu clã antes dava frutos e se vivia felicidade em abundância. Uma autêntica idade de ouro se desfrutava de novo nessas terras. A população foi crescendo, o comércio florescia e começaram a se organizar partidos para serem representados no conselho de sacerdotes. Pouco a pouco foram pedindo maior participação no governo e a mudança para um sistema em que se sentissem mais reapresentados. Como muitos era em parte descendente daqueles humanos trazidos por Netuno Poseidon, de todas as partes do globo e dada a capacidade deste se formou uma nova monarquia onde Poseidon seria o grande deus e monarca de Atlântida, rodeado de um conselho de notáveis que representavam todos os setores da sociedade atlante e assim também como as escolas de altos sacerdotes. Como vemos, a sociedade de Atlântida havia amadurecido, queria um maior protagonismo e haviam começado em parte a andar sozinha. Poseidon teve filhos com o atlante pleito e encomendou a eles governarem dez regiões distintas que mais tarde se converteram nos dez reinos Atlantes primitivos que seguiam prestando contas ao grande conselho da capital de Atlântida situada na grande ilha de Uno, apesar disso seguiam os bons com os bons costumes e o bom governo.

Foi assim durante vários milênios, a última grande época de ouro que puderam desfrutar as terras Atlantes. Ainda que neste meio Platão, o grego descreve Atlântida Pré-Diluviana de muitos milênios depois, mas sua rica descrição dela serve para transportar nos por um momento aquela maravilha das maravilhas. Note o resumo da descrição de Platão sobre Atlântida, o deus Poseidon ou Netuno, teve cinco pares de filhos todos homens, dividiu a ilha Atlantes em das partes. O filho mais velho o rei Atlas, de quem a ilha e este mar chamado atlântico herdaram o nome, reinou sobre essa terra e a seu irmão seguinte tocou a extremidade da ilha, próximas as colunas de Hércules. Era tamanha a quantidade de riqueza à qual eram possuidores que nenhuma outra família real ostentaria algo semelhante. Todas as cidades e os países podiam administrar os metais, fossem sólidos ou fundidos e alguns do quais só conhecemos por nome Oricalco, que era então o mais precioso dos metais depois do ouro.

A ilha mantinha um grande número de animais selvagens e domesticados

encontrando-se entre eles muitos elefantes. Todos os animais tinham pasto abundante da mesma forma em que viviam nos pântanos, nos lagos e nos rios em que habitavam, nas montanhas e esse animal elefante citado é exatamente igual ao que conhecemos hoje. Apesar de sua magnitude, conviviam bem com os humanos, além disso, todos os perfumes que a Terra produz hoje, em qualquer lugar que seja raízes, ervas, plantas, essências destiladas das flores e dos frutos, já se produziram na ilha naquelas épocas.

Assim sendo, os frutos duros que não serviam para o alimento e todos aqueles com os quais condimentamos os nossos alimentos hoje, se davam lá em abundância no âmbito dessas ilhas. A cidade, o porto, estava protegida por um muro ao redor de quebra. Construíram grandes torres e comportas na cabeça das pontes na entrada dos portos, por onde passava o mar. Cobriram de bronze os muros que cercavam p exterior em toda a extensão e também de estanho. A acrópole era revestida de Oricalco e brilhava como fogo. Se colocou no palácio dos reis o mesmo que havia no interior da acrópole. No centro se levantava um templo consagrado a Netuno para os romanos ou Poseidon para os gregos e sua esposa humana Cleito. Era um lugar imponente roteado por um muro de ouro, onde estava gravado como em outro tempo Netuno Poseidon, havia dado ao mundo dez descendentes

reais.

A este lugar se fazia alusão às dez províncias do império a honrar essas duas

divindades, as premissas dos frutos da Terra.

Todo o exterior era revestido de prata, salvo as extremidades que eram de ouro puro. Por dentro, a abóboda estava toda adornada em ouro, prata e Oricalco. Os muros, as colunas e os pavimentos estavam todos ricamente adornados. Se viam estátuas de ouro, a maioria denotando deus Poseidon em seu carro conduzido por corcéis alados tão alto que sua cabeça tocava a abóboda do templo e era rodeada de cem rainhas sentadas sobre golfinhos.

Então é isso pessoal esse é o final do capítulo 19 e a gente vai começar a tradução do capítulo 20, que vai falar sobre o início da escuridão do ano galáctico. Obrigado pela companhia! Até lá!

Saga Anunnaki Parte 20 - A escuridão do ano galáctico e o planeta da Profecia

Olá sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a parte 20 da Saga Anunnaki e nós vamos conversar sobre o início do escuro Ano Galáctico e o Planeta da Profecia.

Nos deparamos com o capítulo chave na nossa história planetária, uma época caótica de diversos milhares de anos onde o planeta se veria envolto num turbilhão de acontecimentos fundamentando a base do atual estado das coisas, isto é, a quarentena terrestre.

A pergunta que vocês certamente podem estar se fazendo é: como é possível

que se chegasse semelhante situação se no capítulo anterior artigos de uma grande idade de ouro na Atlântida? Essa época dourada duraria em torno de 5 mil anos e o que podemos deduzir, a partir de informações indiretas, é que podemos encontrar esse período entre 32 mil e 27 mil anos antes de Cristo. Foi uma época tão sublime, inclusive há informações que apontam que os planos superiores contemplavam a possibilidade de implantar a ascensão

planetária da raça humana de Atlântida e subir de uma vez a vibração de todo

o planeta.

Salientamos também, desde agora, que o gênesis bíblico é um livro repleto de simbolismos os derivados de diversas fontes, entre elas, a manipulação e a assimilação de elementos da mitologia suméria, quando os judeus foram presos na babilônia em 580 antes de Cristo, mas que parte tudo de uma ideia essencial que é a concepção de uma recordação confusa de se ter vivido em um paraíso na Terra e depois, lamentavelmente, haver perdido. Esse conhecimento e certeza interna das primeiras civilizações pós diluvianas, de haver perdido esse paraíso por seus pecados não é outro, senão o afundamento de Atlântida. Mas não precipitemos os acontecimentos, ainda que haja um largo trecho

neste semblante histórico. A pergunta de como se deu a decadência da alta

espiritualidade Atlântida é recorrente na nossa história planetária e a única resposta que parece correta é, simplesmente o afã pelo poder. Havíamos deixado Atlântida repartida em 10 reinos Atlantes, encabeçados pela encarnação de Enki, o rei Netuno ou Posseidon.

A alta espiritualidade das escolas de mistério de Toth e a ordem

Melquisedeque, haviam permitido paulatinamente que os Atlantes mais elevados conseguissem despertar a rica genética herdada dos mestres Lemurianos e assim, desejavam aprender e dominar os poderes psíquicos,

mediúnicos e das artes alquímicas, mas com o tempo, a sociedade atlante aumentou a tal ponto que se de um comércio realmente potente, aparecendo grandes comerciantes, uma alta burguesia e sobretudo uma elite de poder que pressionava com força para cada vez contar com mais voz e voto nas decisões do governo. Essas ânsias de riqueza e poder acenderam as chamas das almas Meldequianas encarnadas entre os Atlantes que, até este momento, os mestres sacerdotes haviam conseguido controlar durante milhares de anos. Essas elites não toleravam as críticas do conselho de sacerdotes nos órgãos do governo. Uma confrontação que foi se estendendo, já que o sacerdócio estava cedendo a ambição das elites e esse afã de acumulação de riqueza estava criando bolsas de pobreza em vários pontos da sociedade Atlante. Nos tempos de glória ninguém sentia necessidade de opulência. Todo mundo era rico igualmente, já que simplesmente, todos tinham o que realmente necessitava. Fazia um trabalho para a comunidade durante algumas horas do dia e o resto do tempo dedicavam-se ao seu crescimento pessoal. Uns iam as escolas de mistérios, outros praticavam jogos, esportes e outros simplesmente passeavam, cada um sentia e decidia o que queria fazer com seu tempo livremente. O passo seguinte foi a formação de facções entre os distintos reinos Atlantes, envolvendo-se em contendas políticas, alianças e traições. Tudo isso como podemos ver, soa muito atual. E de fato hoje em dia ainda nos encontramos limpando as memórias daqueles tempos Atlantes. Por outro lado, não fizemos caso desses territórios Anunnakis na época dourada, mas na grande Federação de Alcíone havia muita gente preocupada. O porquê era devido ao grau de corrupção imoral dessas raças Anunnakis, já muito possuídas pela energia Arconte. A tensão entre facções crescia, tudo também por poder, inclusive com alguns conflitos armados pontuais onde a raça humana sapiens era carne de canhão e pagava muitas vezes o pato desses conflitos. Além do mais já temos comentado algumas vezes que a raça reptiliana possui certa capacidade de alimentar-se energeticamente de outros seres, sobretudo de energias densas, mas para efeito da negativação dos Arcontes começaram a experimentar o impõe uma importante dependência dessas energias, o que provocou que caíssem uma espiral de imoralidade e densificação espiritual. Esse processo, como veremos mais adiante, chegará a limites extremos e repugnantes, tanto que essas raças reptilianas se chamavam na antiguidade de demônios, título que certamente mereceram. Na grande Federação já vimos as tensões que datam de milhares e milhares de anos atrás, demandando inclusive, o uso de força militar contra Anunnakis,

as ordens de Satã e Caligastia, todos por delito de alta pressão e antes que fosse demasiado tarde. Todavia essas monções não prosperavam, mas agora, visto essa escravidão a que estava submetido a raça humana sapiens em território Anunnaki, moveram-se numerosas petições em toda a Federação por uma intervenção bélica. Um exemplo temos nas raças humanóides de Tao Ceti que foram uma das últimas que conseguiram se libertar do jugo reptiliano pelo uso da força, com o apoio da Federação. Tinham muito fresco na memória o que era viver baixa opressão reptiliana e ainda com recente espírito de guerra. Essas raças apesar de benevolentes, possuiam uma experiência militar muito recente e há informações de que pontualmente tenham intervido contra raças a Anunnakis no sistema solar e outros ainda que foram abortadas no último momento por intervenção da Grande a Federação. Os Arcontes e os Anunnakis viam com receio a influência de Sirius e das Plêiades no planeta Terra. Sobretudo esta última, pelo seu poderio militar. Com base nisso, impulsionados pela sede de poder que estava se estabelecendo sobre Atlântida, os Arcontes de alto nível decidiram infiltrar-se na psique de certos personagens chave para fazer sucumbir o projeto Atlante. Começaram a manipular a psique dos cidadãos provocando neles maior sede de poder, traições, contendas e vinganças, mas também se infiltraram nas mentes de alguns personagens chaves do sacerdócio fazendo-os esquecer o princípio fundamental de qualquer mestre que se preze, que é o serviço aos demais e não o serviço a si mesmo, ao ego e ao poder. Isso portanto, era antessala da volta da magia negra a Atlântida. Se produziu uma ruptura no sacerdócio, abrindo essa facção sacerdotal escura e uma nova classe de escolas. Nela se oferecia para o pupilo o empoderamento de si mesmo para o crescimento pessoal, não para servir, mais sim, para ser poderoso sobre seus iguais. Dessa forma, começou-se a má utilização das altas capacidades psíquicas que possuíam pela graça da semente dos mestres Lemurianos, além dos saberes ao químicos usando tudo exclusivamente para o benefício próprio. Essas escolas escuras tomaram, como dizíamos antes, o símbolo da árvore do conhecimento em contraposição às escolas de conhecimento de Toth da ordem Melquisedeque que tinham como representação a árvore da vida. Como podemos ver já falávamos que os gênesis é um autêntico barulho de símbolos que parte é uma recordação do paraíso perdido atlante esquecido ou mal interpretado. Na bíblia se faz referência a essas duas árvores, mas de uma maneira emaranhada com outros conceitos e tão enigmática que sua interpretação com o correr do tempo sofreu uma evidente deterioração. Além

do mais, devemos resumir que a utilização dos saberes alquímicos que um dia foram ensinados nas escolas de Toth, se viu o uso nas tábuas esmeraldas e nas mesas de poder confeccionadas com esse saber para fins meramente egoístas, inclusive como armas poderosíssimas de magia negra, assim e com a atenção que lhes é adiantado, se dias que o espelho de Salomão não era nada mais do que uma dessas mesas alquímicas esmeraldas levadas por Moisés,

desde o Egito às terras de Israel, mas utilizada depois como instrumento para

o domínio e a barbárie a maior glória de Enlil Javé, esse é o projeto do povo

eleito. Como as desigualdades sociais se acumulavam, fruto do trabalhar Arconte, se deu em Atlântida a mesma desgraça que se dava nas terras Anunnakis, à escravidão. Agora os cidadãos de Atlântida exibiam uma ostentação de poder, através do número de escravos a seu serviço. Tal indecência moral fez com que a Federação de Alcíone, inclusive a Confederação dos Planos Ascendidos, acendessem todas as luzes de alarme. Aqui se pode fazer a diferença entre os deuses Elohim, filhos paradisíacos, grandes arcanjos ou como se deseja nominar. Se manejava uma profecia que alguns deles haviam deslumbrado já há 25 milhões de anos atrás, a de que haveria um planeta onde uma grande batalha final entre a luz e a escuridão seria travada. Um planeta onde essa luta traria grande dor e sofrimento, onde mal chegaria cotas nunca vistas antes, bizarras e retorcidas que representaria um esforço descomunal para os guerreiros da luz e muitos grandes mestres, inclusive cairiam derrotados nestas energias de densidade, mas que

finalmente a luz prevaleceria e seria espoleta final para a libertação de outros mundos neste universo local. Todo esse processo de degeneração moral espiritual atlante, foi um processo lento e paulatino durante muitos milhares de anos. O rei Enki Posseidon, defendeu sempre o sacerdócio no Conselho, o que levou à elite atlante contra

o próprio rei. Este quando se deu conta que a sorte estava lançada, decidiu

abdicar do trono para não ser objeto de tensão social fazendo desta maneira com que sua figura e memória fossem respeitadas para sempre como pai fundador da Atlântida. O destino de Enki é um mistério, mas o mais provável é que tenha regressado para suas terras Anunnakis do Egito, naqueles tempos ainda pouco povoado. Vendo-se assim livres, as elites apoiaram reis afins a seus interesses. As primeiras decisões não tardariam a chegar e a remodelação dos órgãos de governo excluindo deles a facção de sacerdotes que não lhes interessavam. Parte desses que eram de descendência de raças Arianas da Groelândia que haviam imigrado, como vimos em outros capítulos para Atlântida, tomaram

consciência de que os melhores tempos no continente haviam chegado ao seu fim e decidiram voltar para sua terra natal, no norte, para ensinar ao senhor toda a glória do melhor saber atlante. Esse grupo de sacerdotes Arianos de estatura normal, junto com outros gigantes Arianos das raças Atlantes e Lemurianas primitivas, emigraram para as terras que se denominam nas lendas nórdicas como Thule, que não seria outra senão a Groelândia, que nessas épocas, sua parte norte já se encontrava bastante afetada pela glaciação e essa raça de grandes mestres seria a origem dos grandes mestres Druídas das lendas europeias. Como veremos mais adiante, o processo de glaciação provocou uma série de migrações, sobretudo em direção a eurásia, mas regressando à questão dos mestres de luz da Atlântida, que liam os sinos e as posições dos astros, mas também em contato com entidades paradisíacas dos planos ascendidos, todos eles tinham claro que o começo do novo ano galáctico marcariam período de 25 mil e oitocentos anos, onde a escuridão a cantaria neste planeta sagrado, isso unido o fato de que o contingente de almas Meldequianos de baixa vibração, que estavam encarnando neste planeta, estavam dando forma a uma sociedade de péssimas atitudes. Assim que o panorama desolador para os mestres terrestres face essa situação desesperada, houve um chamado entre as mais puras e altíssimas consciências Elohim apresentando-se assim mil presenças do deus Eu Sou, com o objetivo de salvar a raça humana terrestre do jugo arconte e reptilianos. Creio que temos comentado em capítulos anteriores, que uma alma na hora de encarnar, deve fractalizar-se devido a que nossos corpos 3D não suportaria um tamanho nível vibratório. A parte de que as almas não possuem sexo e são, portanto, andrógenas. Assim uma alma pode fractalizar-se de 12 a 144 fractais de alma e esse mesmo é o processo que seguiu essas mil presenças Elohim, fractando-se em sua totalidade cada uma em 144 fractais, dando um resultado dos famosos 144 mil do livro do apocalipse. Este realmente é origem genuína dos 144 mil, que segundo a bíblia, obedecem à vontade divina. Essas presenças do deus Eu Sou, fractalizadas, encarnaram em Atlântida e seriam os puros entre os puros, os incorruptíveis, as sábias eminências que não se contaminariam com a mesquinharia arconte e seriam estandarte que salvaria a semente da humanidade e sua conexão com o planeta e a fonte primordial. No ano de 23.844 antes de Cristo, é a data que marcava o novo ciclo galáctico. Um ciclo que começaria de maneira drástica, sendo um aviso dos tempos que estariam por vir.

Em Atlântida se estava dando uns momentos realmente conturbados, onde as lutas entre os clãs pelo poder, estavam dando passo já a violência direta e a conflitos armados de caráter bélico e dentro de alguns reinos, inclusive entre reinos. Além do mais, a indecente escravidão que comentávamos anteriormente, havia algo que as elites desejavam, que era a alta tecnologia. Para tanto, os Anunnakis ofereceram apoio tecnológico, inclusive no desenvolvimento de experimentos genéticos, dando lugar a novas raças humanas escravas, para servir as novas elites Atlantes. Não se sabe muito bem as características físicas dessas raças, mas as poucas informações que existem a respeito, é que foram várias e de caráter muito regressivo. Como não podia ser de outra forma por cortesia da ciência Anunnaki. Estes ampliavam sua influência nos territórios da Federação tentando assim baixar, o peso de influências e Siriana e Pleiadiana na sociedade atlante. Há ainda que se mencionar que alguns experimentos genéticos foram realmente bizarros e repugnantes, chegando inclusive a mesclar homens e animais apenas para pura diversão das elites e isto para a Federação foi a gota d'água. Emitindo o Alto Conselho um edito no local se colocava o manifesto que as autoridades Atlantes haviam infringido às linhas vermelhas marcadas em seu momento desde Alcíone. Não apenas havia obtido assistência de alta tecnologia, mas também haviam realizado experimentos genéticos alguns realmente desprezíveis, portanto, a Federação se sentia desvinculada do dever de dar suporte a este projeto terrestre. Se aprovou a decisão de uma investida armada contra os Anunnakis e todas as suas colônias no sistema solar e sobretudo o seu centro neural, estabelecido no planeta Terra. Então, entraram em guerra. Agora logicamente pode-se perguntar como foi essa guerra? E que temos que dizer sinceramente não sabemos e temos poucos indícios que nos permitem sugerir uma hipótese de como teria sido esse conflito. O que se pode dizer é que há ao redor de 25 mil anos há informações muito superficiais de que nesta guerra, tristemente, a Federação foi derrotada. Pode-se deduzir que os Anunnakis já estavam há muitos milhares de anos um sistema solar e conheciam muito bem o território. Usaram também à lua como escudo e barreira defensiva, uma vez que a lua é um satélite artificial e é bem mais antiga que a Terra, é oca e basicamente o mais acertado é que se pode dizer sobre ela é que ela nem deveria estar ali, mas voltaremos a falar nela no devido momento em capítulos posteriores.

Podemos tomar por base os acontecimentos narrados nas mitologias espalhadas pelo mundo, que fala de tempos onde uma estirpe de jovens deuses, entram em guerra contra raças veteranas de divindades, impondo-se finalmente sobre esses velhos deuses. Um exemplo, podemos encontrar em poemas épicos sumérios ou mesmo na mitologia grega, onde vemos a vitória dos jovens deuses encabeçados por Zeus sobre seu pai Cronos e a estirpe dos titãs, além do mais, como diz o ditado, como é em cima é abaixo. Nas terras Atlantes os conflitos era norma. Se deram lutas entre cidades rivais com armas de destruição massiva, afetando as energias telúricas pelo qual canalizavam energia do Universo em suas poderosas pirâmides. Essas pirâmides e obeliscos de quartzo, que antes acumulavam e distribuam energia por todo o planeta, passaram a ser utilizados como arma de plasma para destruir seus inimigos. Essas energias telúricas e do cosmos proveniente da Fonte, não são energias inertes, mas sim dotadas de consciência e ao se dar conta dessa utilização imoral que foi não para curar, não para proteger, não para construir, mas sim para destruir, essas energias se protegeram a si mesmas fundindo-se com a Terra e gerando grandes cataclismos. Parece que Atlântida tinha uma forma curva como um bumerangue que cruzava o atlântico de lado a lado, desde as costas africanas de cabo verde às ilhas canárias e madeira e outro extremo nas cercanias do que hoje é a Flórida nos Estados Unidos. E esta é a zona onde fontes canalizadas apontam a que grandes pirâmides onde energia delas era mal utilizada a tal ponto que provocou o afundamento dessas terras continentais gerando perturbações eletromagnéticas de todo tipo e que hoje conhecemos como famoso triângulo das bermudas. Esse afundamento de Atlântida e a descompensação de toda a rede de estabilidade terrestre, gerou também o afundamento de outras terras como o norte da Lemúria que, naquela época, já estavam abandonadas. Esse foi o primeiro grande aviso da Mãe Terra a civilização Atlante, que naquela época surtiu um efeito de curto prazo, onde as sociedades tentaram resgatar a paz, mas o germe escuro da escravidão e do poder, a magia negra e a ciência genética mal utilizada e demais densidade do espírito, já estavam fortemente enraizadas. Começaram-se, cataclismos, guerras, violências e desgraças. Um ciclo de 25 mil e oitocentos anos de escuridão, um ano galáctico que nos faria cair em uma densidade inimaginável acabando no fim dos milênios a gerar o que hoje é a matrix planetária.

Então é isso aí galera espero, que você tenha um curtido e vamos partir para a tradução da parte 21. Até lá!

Saga Anunnaki Parte 21 - O Império Rama

Olá sejam todos bem-vindos! O meu nome é Cassiana e é daqui que eu faço as traduções da Saga Anunnaki. Então eu vim aqui hoje pela primeira vez bater um tete com vocês pra agradecer o carinho de todo mundo, pelo apoio e pelas palavras de incentivo, pelos comentários, as curtidas, os compartilhamentos. Eu fico muito feliz de ver que o pessoal gosta dessas traduções e curte né?! Incentiva, compartilha, então isso tudo é muito legal e eu quero dizer para vocês do fundo do coração que eu faço esse trabalho com muito carinho, de verdade! Então obrigada galera! Eu sei que às vezes eu demoro um pouquinho né pra postar um de novo, as eu demoro um pouco pra comentar, responder os comentários, mas a minha problemática é a mesma de todo mundo, é a mesma de vocês é uma questão de tempo, trabalho, enfim aquela coisa toda né. Mas mas que é por sinal a galera pega muito no meu pé por causa do mânss. Eu confesso que eu nem percebo galera, sério. Quando eu vejo já saiu e foi. Teve até alguma coisa muito engraçada, vou compartilhar com vocês, que teve um camarada que colocou uma vez nos comentários assim: “rá, mas isto não é sotaque de gaúcha, tu não é gaúcha, sotaque de gaúcho não é assim”, gente eu achei muito engraçado porque eu sou gaúcha nascei em Porto Alegre, moro em Porto Alegre, eu garanto pra vocês, eu garanto que esse sotaque é legítimo. Então pessoal muito obrigada a todos vocês, a cada um de vocês. Um beijo enorme e agora vem comigo, vem comigo que tá na hora do capítulo

21.

Deixamos o capítulo anterior em uma fase onde o planeta entrava em um novo ano galáctico aproximados 23 mil e quatrocentos anos antes de Cristo. E a encarnação e Atlântida das presenças do deus Eu Sou, fractalizadas em 144 mil almas para o auxílio da raça humana. Também havíamos tratado do governo de Enki, encarnado como Netuno Poseidon, em torno do ano de 27 mil antes de Cristo, perante a comoção social provocada pelos mestres escuros das escolas de conhecimento Atlante. Esses últimos dissidentes das escolas de mistérios de Toth da hierarquia Melquisedeque. Vemos durante a saga, como se fatia na história, a herança de Enki e suas facções estruturas, onde inclusive podemos seguir suas pistas até meados do século 13 de nossa era, mas agora vamos mudar o rumo desta

saga e por um capítulo adentrarmos merecidamente no território da Índia, que possui enormes enigmas e gloriosas histórias enterrada em meio a muitos mitos. Recordávamos como Enki Poseidon, abandonava o projeto Atlante no final de sua época dourada, que teria sido de 32 a 27 mil anos antes de Cristo e é curioso como mais uma vez nessa saga seus eventos se vão acomodando de maneira natural em cotas temporais. Nos livros sagrados do hinduísmo, algumas obras com mais de dois mil anos, falam que na Índia se deu o chamado Império de Rama. Uma civilização, cujo começo, estaria datado em torno de 26 mil anos atrás e que finalizaria destruída por guerras nos tempos do último Kali Yuga, sobrando posteriormente, não mais que vestígios dessa civilização, que não seria nem a sombra de seu antigo esplendor. Neste capítulo postulamos como claramente Enki reencarnaria e faria muitas vezes mais para instruir e defender da voracidade Anunnaki, as pessoas deste lado do mundo. Alguns apontam como a Trimúrti de Brahma, Vishnu e Shiva, que não seriam outra coisa que o deus sumério Anunnaki Anu, Enki o benévolo e Enlil o destruidor da humanidade, mas isso é fácil, todavia se perguntamos a um indiano, se Shiva é um deus destruidor, ele nos diria seguramente que somos uns ignorantes e que não sabemos do que estamos falando. Vemos como o tempo, as mitologias, devido ao passar dos anos tem sofrido deterioração e manipulação em seus significados originais. É possível deduzir que a mesma entidade avatar são representadas muitas vezes por divindades distintas, quando no fundo, parecem nada mais do que diferentes facetas do mesmo ser. Temos o caso dos deuses instrutores sumérios Enki e Oannes, Poseidon, Prometheus, este último que roubou o fogo dos deuses para ajudar a humanidade, comumente vemos representadas diversas deidades relacionadas às águas, que não seriam mais do que Enki e sua facção no auxílio à humanidade em diferentes etapas deste planeta Portanto Shiva, o que destrói as coisas que não servem, mas também a face guerreira de Vishnu, como o terrível Rudra, também são deuses cósmicos por excelência. Vishnu é o criador de vida, da sabedoria, do controle, do corpo e da mente e do conhecimento. Um detalhe importante é que as escrituras dizem claramente que Vishnu teve nove avatares, nove reencarnações na Terra, uma delas como Rama o grande Monarken Du e sua idade dourada. Esse é um detalhe que concorda com os

nove senhores da tumba de Macau que não é senão a tumba de uma das reencarnações de Enki. Na mitologia hindu se encontram descritas as lutas entre os Devas e os Asuras. Os devas descritos como humanóides de três metros e meio de altura, que na opinião do autor original desta saga, não seria mais do que a união entre os povos Lêmuris e Atlantes, que formavam uma pequena civilização que conviveu com o humano terrestre e há ainda que se destacar a influência do deus Momo que teria sido crucial na vitória dos Devas sobre os Asuras, que representariam os humanos lutando lado a lado com os Devas contra a subjugação Anunnaki. Os Asuras, que podemos relacionar aos Anunnakis, eram justamente descritos como demônios antropomórficos detalhadamente relatados nos antiguíssimos livros Hindus. No ocidente não temos nem ideia da quantidade de livros que possui a mitologia hindu. São muitos livros de milhares de páginas na qual necessitariam vidas inteiras para extrair algum conhecimento profundo dessas inscrições em sânscrito, inclusive há definições detalhadas de conflitos bélicos com deflagrações atômicas, relatadas como poesia ou que no entendimento da literatura atual se chama de romance. Na índia se de uma civilização incrível com seu esplendor máximo sobre o reinado de Rama, uma das reencarnações de Vishu, que não é outro senão Enki Poseidon. Essa civilização era possuidora de alta tecnologia, entre elas, as famosas naves Vimanas. A definição de Vimana, que se dá na mitologia hindu, é bastante clara e diz o seguinte: aquele que pode ir por sua própria força sobre a terra, água e o ar. A literatura hindu diferencia que havia quatro tipos principais de Vimana: os Rukma Vimana, que eram de forma cónica igual a cápsulas espaciais que conhecemos hoje, os Sundara Vimana em forma de foguete com vários pisos de altura, os Chackuna Vimana que possuíam forma discoidal bicôncava e as naves mães que podiam suportar vários aparatos internamente e há ainda centenas delas descritas na mitologia hindu, inclusive desenhos gravados em pedra de milhares de anos, onde ainda constam dados de suas construções feitas em ferro e cobre, que poderiam cobrir longas distâncias impulsionados por seus motores a mercúrio. As obras ainda citam que as Vimandas podiam se movimentar na velocidade do vento e emitiam sons melodiosos.

Então é isso galera, esse é o fim da parte 21 da Saga Anunnaki e vamos partir para a tradução da parte 22. Um abraço e até lá!

Saga Anunnaki Parte 22 - O Império Maya Pré Diluviano

Olá pessoal sejam bem-vindos ao capítulo 22 da Saga Anunnaki. Nós vamos conversar sobre O Império Maya Pré Diluviano.

No capítulo anterior abordamos as mais que possíveis encarnações de Enki Poseidon no território da Índia, no chamado Império de Rama. Algumas centenas de anos depois de sua encarnação como rei atlante, em torno de 26 mil anos antes de Cristo e seguindo suas pistas, nos deparamos com outra de suas encarnações, que não é outro senão o conhecido por nós, através da mitologia Maia, como deus Quetzalcoatl. Vale dizer que as datações oficiais não são exatamente guias para encontrarmos a verdade e alguns arqueólogos e investigadores de campo falam de tempos milenares impossíveis para a história oficial. Quero que venham comigo numa viagem pelo tempo a um dos momentos mais gloriosos que houveram na humanidade e que está aí expressado em pedra e esperando que chegue o momento de revelar-se ao mundo. Recordemos então quando gozamos de uma idade de ouro, desta vez em território americano, que foi o grande Império Maia. Medita e recorda que tu também, já habitou essas terras. Temos que começar dizendo que a maioria das culturas mesoamericanas mesmo com seus distintos apelidos, tiveram como origem o Império Maia pré diluviano e as civilizações satélites deste império, tanto que veremos que estas civilizações se parecem muito em seu panteão de deuses tanto na mitologia quanto nos costumes.

No decorrer dos milênios a verdade histórica dessas civilizações que foram afetadas por cataclismos guerras e a cultura que acabaram herdando, foi uma herança difusa de apenas uma parte do saber que foi o grande Império Maia pré diluviano. Vamos juntos então a uns 14 mil anos antes a península de Yucatán, sede da grande civilização Maia. Uma sociedade que estava em pleno esplendor vizinha naqueles tempos, da última idade de Atlântida com a qual mantinha um comércio de forma regular. Todavia, a cultura Maia mostrava uma outra face, uma que recordava época dourada de Atlântida de muitos milênios atrás, uma civilização que primava pelo conhecimento tanto do físico quanto do espiritual. Uma profunda integração com a natureza, buscando autoconhecimento e o amor próprio para assim poder amar a Mãe Terra que os acolhe.

Uma sociedade que herdou boa parte do saber espiritual dos Mestres Lemurianos, sobreviventes da última grande catástrofe que terminaria com o que restara de seu antigo continente. As fontes são incapazes de estabelecer uma data para esses eventos, mas na opinião do autor original desta saga, estas enormes e opções de atividades vulcânicas, se deram em torno de 17 mil anos antes de Cristo. Mil anos antes disso, os sacerdotes Lemurianos já sabiam o que ia acontecer e uma parte deles decidiu ficar até o final entoando mantras nos templos e alguns poucos buscaram refúgio no continente americano. Se desenvolveram assim também entre os Maias, artes de todo o tipo destacando de um rico artesanato. Por fim, toltecas não significa outra coisa senão artesãos.

A um pequeno grupo de altos sacerdotes foi revelado que um novo avatar

reencarnaria entre eles e que realizassem todos os preparativos em segredo.

Enki Poseidon viria para dar um impulso merecido e definitivo para essa grande civilização. Reencarnou, nascendo em Toyama como primogênito da família real. Sua intenção como vemos, se repete uma e outra vez mais. Reencarnando e reinando nas civilizações de ponta por todo o planeta. Na sua cidade natal, Toyama, é a mesma atlã das lendas, também conhecida como Tlana e Otan, todas são distintas derivações que fazem referências ao mesmo lugar. Foi ali preparado desde a infância por esse sacerdócio seleto para convertê-lo em um rei avatar que marcaria um profundo avanço espiritual e cultural o qual deixaria sua marca por milênios. Com a morte do seu pai, foi levado para a capital para acelerar sua

aprendizagem, enquanto sua mãe assumia a governança. Até que poucos anos depois foi coroado rei, mas para seu irmão pequeno foi a gota d'água da divisão, que este irmão o invejou desde sempre. Esse promoveria revoltas e desestabilizações contínuas durante o império até que muitos anos depois, amparado por uma parte importante da sociedade das elites, se veria forçado

a abdicar em favor de seu irmão caçula, em troca da promessa que não

houvera derramamento de sangue. Como vemos, parece que estamos condenados neste planeta a repetir os feitos, como vimos entre as guerras eternas dos irmãos Enki e Enlil. Enki Poseidon, abdicou em torno de 27 mil anos antes de Cristo e mais uma vez, para evitar mortes e guerras em um gesto de infinito amor e generosidade, não lhe restou outra saída senão a de renunciar seu trono Maia. Se exilou em Palenque, na última etapa de sua vida, fundando autênticas escolas de mistério e sabedoria, na ascensão espiritual e enterrado finalmente no que hoje chamamos de Tumba de Pacal.

Esse saber foi esculpido em pedra e salvaguardado no transcorrer do tempo e das usurpações em forma de hieróglifos. E aí está custeado por hierarquia espirituais como missão de desenvolver esse saber, quando a humanidade volte a caminhar pelo caminho da verdade e da retidão do espírito. Isso foi ao redor de uma data que para a opinião de alguns estudiosos em torno de 10 mil anos antes de Cristo. Uma data fundamental na história terrestre, na época de conflitos entre Anunnakis e a maioria das civilizações de ponta a nível mundial, naquela época. Um autêntico plano de limpeza ética, antes do dilúvio, evento do qual os Anunnakis eram amplamente conscientes, mas em concreto essas revoltas provocadas por Enlil, encarnado como príncipe caçula Maia e parte das elites contaminadas pela infiltração das energias arcontes, da mesma forma que vimos suceder em Atlântida, portanto, a postura do autor original desta saga

é que não houve conflito armado direto entre guerras Maias, mas sim um

segmento de infiltração constante da energia arconte com a intenção de destruir a alta espiritualidade da civilização Maia usurpá-la e deformá-la na tentativa de apagar seu legado. Se tem especulado várias coisas a respeito do Império Maia e dos Anunnakis nos últimos anos por parte dos investigadores. Se fala do paralelismo entre a figura de Enlil, que seria o irmão caçula da linhagem real, sedento de sacrifícios humanos, em oposição o irmão Enki nestas épocas encarnados como Quetzalcoatl, inclusive alguns especulam que Quetzalcoatl foi expulso por um tipo de guerra local aos leais de seu irmão opositor. Também é dito por alguns, que o Império Maia formava parte do grande Império Atlante junto com a Groenlândia.

A postura do autor original desta saga, a respeito deste tema e respeitando as

demais opiniões, é uma posição intermediária. O autor diz que tanto a Groelândia como Império Maia, teria uma grande relação com Império Atlante, sobretudo comercial, mas sustenta que eram civilizações independentes sobretudo devido as enormes diferenças culturais entre uma e

outra.

Groelândia foi a origem do druidismo e a fonte da cultura celta europeia.

A Atlântida era uma mescla de cultura protohelênica o que poderíamos

denominar como os gregos e os egípcios e a grande utilização de obeliscos e pirâmides que os próprios egípcios herdaram dos atlantes.

A cultura Maia nada tem a ver claramente com essas outras duas culturas.

Essas diferenças tão marcantes não se teria dado em todos esses territórios,

se eles fossem unificados abaixo de um único império. Na postura do autor original isto é definitivo para pôr um ponto final nessa controvérsia.

Nos encontramos então na mesma polêmica que temos com a civilização egípcia e as datações oficiais independente do que diz a paleontologia. Acreditamos que a civilização egípcia é muito mais antiga, diferente do que é reconhecido oficialmente. Esta vertente está ganhando força e ao longo do tempo a verdade aparecerá, não temos dúvida disso e é essa mesma condição podemos trazer a todas as terras americanas. Poucos ainda são, o da ciência oficial, que defendem a teoria de que a cultura Maia Pré-Diluviana dominou as américas em tempos antigos, mas estão aí já começam a trabalhar neste tema. Vemos como temos retomado com força como os exemplos dos estudos sobre a Cova de Los Tayos, inclusive saiu na tv equatoriana em 2013, que se haviam descoberto pirâmides em plena selva, sugerindo a existência de uma civilização esplendorosa, hoje soterrada pela selva apenas aguardando que as descubramos. Com a curiosidade, o conhecimento que já carregamos na nossa bagagem com todos os capítulos dessa saga que já vimos, a de se reiterar que na mitologia Maia, Quetzalcoatl aparece como o criador da quinta raça. Se falam de raça de uma maneira alegórica e pouco esclarecedora, mas o que claramente se pode extrair é a numeração e para os Maias nós somos esta quinta raça e Quetzalcoatl seu criador. Pois vamos começar a contar um pouco melhor essa história. Começamos fazendo uma recapitulação de todos os capítulos dessa saga vistos até agora. Comecemos pela raça hiperbólica primogênita, uma raça semi-etérica, alguns milhões de anos atrás. A segunda raça seria o projeto de Sírios e Aldebaran em torno de 2 milhões de anos atrás e a raça Ariana gigante da Lemúria. A terceira raça foi a Ariana gigante pleiadiana de Atlântida, projeto de aproximadamente 800 mil anos atrás. A quarta raça foi a humana primordial terrestre, os explêndidos elfos, em torno de 300 mil anos atrás, dependendo das fontes e depois meus amigos, viríamos nós, a quinta raça por modificação dos geneticistas Anunnaki com Enki na liderança em torno de 200 mil anos, talvez um pouco mais. Não raro, aparecem pessoas com lembranças dessas vidas, começando a decodificar as mensagens esculpidos em pedra. Esse é o caso de uma pesquisadora mexicana e seu saber procedente de reencarnações anteriores como sacerdote Maia. Apesar dessa saga não está em todo de acordo com ela, como ocorre com as informações de qualquer outro contatado mediúnico, também é certo que se encaixa perfeitamente em muitos aspectos com a civilização Maia pré diluviana que aqui é defendida.

Ao recordar de sua vida como sacerdotisa, parte do significado, consegue traduzir as mensagens ocultas dos hieróglifos, por exemplo, ela sinaliza a origem Maia, dos índios Hopi norte-americanos, indicando o que já outros têm apontado durante anos fazendo uma associação entre os símbolos Hopi e a simbologia de, por exemplo, templos Maias de Palenque. Os Hopis falam que eles emigraram de sua amada terra vermelha onde residiram um dia com o seu deus instrutor. A que salientar que os edifícios de Palenque estavam pintados de vermelho. Também se sinaliza a reencarnação como avatar de Enki, Triton e Poseidon indicado por exemplo no mural do palácio de Quetzalcoatl, hoje localizado no pátio de Los Pumas em Teotihuacán no México, mostrando o rei dos mares, o rei anfíbio atlante Triton tocando sua singular trombeta mostrando que como avatar reinou anteriormente em terras atlantis. Também se faz referência à utilização do tridente na estrutura dos hieróglifos Maias que sempre acompanham Quetzalcoatl e que já sabemos ser um símbolo de Enki Poseidon. Fazem referência também aos 9 senhores da noite de Su Tumba que têm relação aos 9 avatares de Enki Poseidon, os mesmos que vimos nos 9 de Vishnu na cultura Hindu. Também é clara a controvérsia entre os diferentes nomes que se tem denominado, ao longo dos milênios pelas distintas civilizações mesoamericanas, já em seu momento o estudioso Alberto cruz que encabeçou em 1950 os trabalhos para a reabertura da tumba, apontam para que o mais acertado seria chamá-lo de senhor do infinito. Como dizíamos anteriormente à verdade no final resplandecerá, lenta porém inexoravelmente, acabará chegando e tudo aponta para que o tempo desta verdade já começou.

Então é isso galera, eu espero que vocês tenham gostado. Esse é o final do capítulo 22 e a gente vai para a tradução do capítulo 23 para conversar sobre os Devas e os humanos contra os Anunnakis. Um abração e até lá!

Saga Anunnaki Parte 23 - Guerras Enlitas Pré-Diluvianos

Olá, sejam todos bem-vindos! Meu nome é Cassiana e essa é a tradução do capítulo 23 da Saga Anunnaki e a gente vai conversar sobre Guerras Enlitas Pré-Diluvianos, parte 1. Nos adentramos em uma época confusa em um desses acontecimentos chave na história oculta da humanidade, dos quais investigamos longo dos anos e chegamos a uma interpretação muito especial dos mesmos, com detalhes realmente surpreendentes e isso é o que o autor original desta saga oferece é uma hipótese pessoal escrita por ele mesmo e com o valor que vocês queiram dar. Vou traduzir exatamente as palavras do autor em primeira pessoa. Vamos lá, abre aspas:

Se tem criticado esta saga por assimilar como fontes informações canalizadas ou mediúnicas. Como consequência, posso ser criticado prematuramente por isso e de certo, é que deste mar de canalizações que hoje podemos encontrar, por exemplo, na internet, realmente são muito poucas e muito escolhidas as fontes que considero e além do mais mesmo as considerando, não se pode acreditar 100% em uma fonte canalizada, por mais cuidadosa e maravilhosa em detalhes que se mostre. É como por exemplo na Espanha, na guarda civil,

é conhecido o que em casos de desaparecimento, raptos ou sequestros,

quando as indagações policiais não conseguem pistas certeira e o tempo é curto, se recorre como último recurso, a opinião de médiuns, mas só em casos

desesperados com três ou quatro médiuns de reconhecido talento e contando já com colaborações anteriores com as forças de segurança. E o grande problema é que mesmo que esse médium esteja canalizando informações de

uma fonte fidedigna, este, mesmo sem querer, pode desvirtuar e contaminar

a informação que capta. O canalizador atua como uma espécie de filtro que

interpreta a informação com base em seu sistema de crenças, sua cultura, sua

formação, suas experiências vividas e um longo mar de etcetera .

Dito desta maneira, somos o que somos e não é fácil ser imparcial a todo momento, nem mesmo quando tentamos. Assim, durante anos tenho seguido

a máxima de não confiar em nada, nem sequer em mim mesmo e colocar-me

nas mãos da intuição para seguir as pistas e assim vai-se chegando a uma nova interpretação dos fatos que é retorcida sim, mas que deixa um poço de verdade oculta realmente surpreendente, a que estaria especialmente

referindo-me ao que será o seguinte episódio: a grande batalha final entre o Império Atlante e os Anunnakis.

Muitos médiuns que canalizaram informações a respeito da guerra entre Atenas e o Império Atlante, leram previamente o Timeu e Crítias de Platão, por isso é fácil para eles de formar de certo modo, interpretar a informação de acordo com essa obra clássica, mas eu digo sempre duas máximas que já deve ter escutado alguma vez. Uma é que a história é contada pelos vencedores e a outra é que as sagradas escrituras dos textos clássicos, devem ser lidos com senso crítico, agarrá-los pelo pescoço e reinterpretá-los desse jeito até que cuspam algo que seja mais verdadeiro, porque eu engano amigos está aí, oculto em cada vírgula, em cada frase e brinca de pôr a verdade diante de nossos olhos disfarçada de interpretações dúbias, símbolos jogos de palavras e então depois desta reflexão comecemos”, fecha aspas.

São muitas as tradições de meio mundo, que sinalizam autênticas guerras Pré- Diluvianas e convergem na data de 10 mil anos antes de Cristo.

Aqui, se apresentaram na ordem cronológica em que o autor crê que aconteceram esses fatos.

A hipótese que defende esta saga, vamos deixar bem clara, antes desses

últimos capítulos que acabarão com o dilúvio. Os Anunnakis com Enlil na liderança, sabiam que o dilúvio ia acontecer e sua data próxima, sabiam dos ciclos terrestres suas mudanças periódicas, dos pólos e o eixo de rotação, mas eles tinham uma carta na manga para multiplicar seus efeitos. Queriam uma terra dominada sob o julgo Anunnaki e o poder humano, especialmente de raças Áreas gigantes, eram o inimigo a abater e assim, antes do desastre, começou a guerra contra as civilizações de ponta naquele momento.

Um autêntico plano de extermínio prévio, para ser arrematado finalmente como o dilúvio, deixando uma humanidade debilitada, escassa em número ignorante e controlável.

Vamos para a Índia, o Império Rama que seria neste momento, a civilização humana tecnologicamente desenvolvida. Para os Anunnakis e seu plano de

extermínio prévio ou dilúvio, seria visto instintivamente como um inimigo mais forte a ser abatido e se tornaria então no primeiro foco de hostilidades,

já falado nos capítulos dedicados à Índia, da importância que se dá para figura

do rei Mono, animal sagrado, já que este seria junto com seu exército de macacos, os que decantariam a guerra a favor dos Devas, vencendo as Asuras.

Já comentado também, que pessoalmente na opinião do autor desta saga, ele opina que esta é uma deformação ocorrida na tradição oral com as passagens dos milênios. É que o autor interpreta que o homem humano terrestre, os Sapiens, com a parte genética primata, aliou-se aos seus irmãos humanos, humanoides, contra os Anunnakis, até finalmente vencê-los e apesar disso, mesmo com a vitória, o grande Império Rama ficaria despedaçado com a guerra, aniquilado com o dilúvio, a violência e a intensidade da devastação dos combates, teria sido esmagadora e até hoje se encontram provas físicas daquela barbárie.

De acordo com os textos sânscritos, alguns milenares, se diz que muitos desertos de hoje em dia provêm diretamente da consequência destes conflitos nucleares que indicam a zonas de maior intensidade no combate como as regiões que hoje ficam entre a Índia e o Paquistão.

Se faz referência também Mahabarata, a batalha de Dona Parva, descrevendo combates nos céus e de rugir de explosões que faziam tremer os continentes.

As vimanas lançavam potentes raios e projéteis carregados com energia do Universo, em referência clara à energia atômica. Por exemplo, no texto diz vinha a bordo de uma vimana e saciou sua ira, enviando um único raio contra a cidade. Uma enorme coluna de fogo 10 mil vezes mais luminosa que o Sol se levantou e a cidade ficou reduzida a cinzas e no ato de um outro texto diz o seguinte, era um só projétil carregado com toda a força do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e chamas brilhantes com 10 mil sóis, se levantou com todo seu esplendor. Era uma arma desconhecida, um relâmpago de ferro, um gigantesco mensageiro da morte que reduziu a cinzas toda a raça dos povos da época. Os cadáveres ficaram tão queimados que era impossível reconhecê-los.

Caíram seus cabelos e unhas, o solo se rachou, os pássaros ficaram brancos. Depois de algumas horas todos os alimentos estavam contaminados. Para escapar deste fogo, os soldados se jogavam aos rios para se lavarem e também aos seus equipamentos.

Enquanto as provas materiais que podemos encontrar hoje dessas batalhas, as mais conhecidas são as de Harapa e Moenjodaro, onde se encontram

milhares de esqueletos afetados por radiação muito elevadas. 50 vezes maiores das que apresentavam às vítimas de Hiroshima e Nagasaki. É logicamente inexplicável, por nenhum processo natural conhecido, estes restos humanos pela sua posição, dão a impressão de abandonarem a cidade aterrorizados e morrerem encolhidos em suas casas.

Além do mais, as construções estão em um processo de vitrificação das pedras, só possível à temperaturas superiores a 1.000 graus.

É importante dizer que na região apresenta uma atividade vulcânica nula no registro geológico.

Processo de vitrificação anormais aparecem também em algumas zonas das margens do rio Ganges e também nas cidades nas montanhas de Taj Mahal a 12 quilômetros a oeste de Jaipur no Rajastão.

Existe um substrato geológico de cinza radioativa de aproximadamente 5 mil quilômetros quadrados, provocando na zona uma elevada mortalidade infantil.

A 400 quilômetros, a noroeste de Mumbai, se encontra uma cratera de 2154

metros de diâmetro, uma cratera de caráter não meteorítico, que é um enigma sendo a única cratera em basalto de impacto conhecido no mundo, como a pressão original a 600 mil atmosferas e um intenso e abrupto calor indicado pelas esferas de cristais de basalto que apresentam no lugar. Enquanto as datas são polêmicas e variadas, os investigadores falam de três mil anos, outros falam em 12 mil anos e inclusive outros ainda dizem 50 mil anos. O autor desta saga, particularmente, fica com a data mais comumente usada que é a de 12 mil anos atrás, já que se encaixa perfeitamente com as expectativas relativas às guerras Enlíticas Pré-Diluvianas de extermínio.

Agora damos um pulo e vamos as planícies de Kim Chuan no centro da imensa China. Lá encontramos uma riquíssima tradição oral que transcendeu ao ocidente por causa de alguns investigadores que foram aquelas terras e mesmo diante da proibição de estudarem as famosas pirâmides chinesas pelas autoridades, tiveram que se conformar em coletar informações de investigadores locais, assim como intercambiar opiniões com os moradores. Aparecendo ali algo inesperado, que são as lendas locais das que quase não existem mais restos escritos. Nos oferecem a narração de fatos incríveis, a chegada de seres demoníacos vindo das estrelas que escravizavam os

moradores para a construção e manutenção de muitas das famosas pirâmides chinesas e ainda esses invasores do Leste de extrema ferocidade. A data como sempre é díspar, uns falam de 3, 5, 12 mil anos, inclusive 30 mil anos, mas novamente o autor original vai usar como termo a data de 12 mil anos atrás, que se encaixam não só na teoria das Pré-Diluvianas, mas também como as únicas datas disponíveis nas mãos de uma equipe científica chinesa que transcendeu em parte o Ocidente faz alguns anos e que falam da data em questão a de aproximadamente 10 a 12 mil anos antes de Cristo.

Vocês podem estar se perguntando como encaixar as peças desses quebra cabeças e como tem Arianos na China em datas tão remotas? Para saber temos que relembrar quando falamos que com a aplicação de Enki Poseidon na Atlântida, se dava por encerrada a sua idade de ouro e o consequente abandono por parte dos sacerdotes das escolas de mistério. As terras de seus ancestrais à Groelândia, a famosa Tule das lendas nórdicas. Lá sabedores que Atlântida caminhava perdição, preferiram começar um novo projeto, levando

o melhor saber atlante a essas pessoas, assim arianos ruivos e grupos gigantes

das sementes primitivas dos atlantes encaminharam-se a estes novos horizontes. Este seria o gérmen da cultura Celta posterior e o saber Druídico, mas enquanto isso se aproximando a data de 20 mil anos antes de Cristo, um novo recrudescimento no processo de glaciação, provocou movimentos migratórios na Eurásia. Esta é a data da grande expansão Cro-Magnon na Europa e com o passar do tempo, algumas dessas tribos nômades, iriam se assentando em diferentes lugares fundando as culturas Pré-Diluvianas Edruscas, Sardas, Gregas, Caucasianas, a Índia e algumas poucas tribos, as mais novas e aventureiras, a própria China.

Se pesquisarmos as tradições desses povos, podemos encontrar lendas que fazem referência a estes ancestrais arianos do culto solar, grandes metalúrgicos e geralmente com o machado de guerra como característica.

Por exemplo, na Índia antes do Império Rama, se fala que a raça indiana atual se originou pela invasão, assentamento e posterior cruzamento de uma raça

ariana vinda do norte e este era considerada sagrada e vários de seus rituais apontam ao próprio norte. O mesmo falando das tradições Persas, que diziam que estas raças arianas primordiais vinham da pátria do norte extremo, onde

o inverno durava dez meses, igual hoje acontece no Ártico. Também os gregos falam que sua civilização mãe, vinha de uma raça primordial ariana do

extremo norte a terra do deus solar Apolo. Aqui descendiam as raças Dóricas

e Jônicas, antecessores aos Gregos. Inclusive os Astecas têm tradições que falam da terra primordial do Norte a Casa do Sol. Também na Irlanda se lembra o desembarque da raça dos Tua Dade Nana, vindos de terras do Noroeste. Como vemos, se pesquisarmos um pouco as lendas de diferentes culturas e encontra-se um rastro deste povo ariano ancestral do Norte.

Retomando o cenário bélico, encontramos essas tradições orais que narram os grandes feitos dos libertadores arianos gigantes, que nos falam de outras pessoas que creem que os acompanhavam os ruivos Cro-Magnon e os altos sacerdotes Druidas. É normal que na lembrança fiquem só o extraordinário do tamanho da raça gigante ariana, mas temos que lembrar que na China, se encontram restos milenares destes arianos ruivos que corresponderiam com as raças que falamos anteriormente e ainda o fato de que na zona, os libertadores deixaram centenas e centenas de pedras apontando para o firmamento e isso, caros amigos, é indicativo, inequívoco do conhecimento telúrico que tinham os Druidas.

Agora o autor original desta saga propõe fazer uma reconstrução dos fatos

uma hipótese que para ele aconteceu juntamente a tradição oral destas terras

e o que se pode deduzir junto com o conhecimento já adquirido através dos capítulos anteriores dessa saga.

Nessas épocas, naquelas terras, ocorreu uma invasão Anunnaki, servindo-se daquelas pirâmides ancestrais para fins energéticos das suas naves, além de mandar construir dezenas e dezenas de novas pirâmides por toda a região, o povo nativo chinês, narra as lendas, ficou escravizadas e usado como mão de obra por esses demônios vindo das estrelas, mas aqui os Anunnakis provaram na mesma medida que na Índia, o fator humano. Sempre pensamos comumente que uma civilização é mais avançada quanto maior desenvolvimento tecnológico possua, mas isto é relativo.

Quando o grau de evolução espiritual, chega certo nível a tecnologia passa paulatinamente a um segundo plano e deixa de ser necessária, já que em seres da sexta dimensão de consciência em diante, seu veículo corporal é composto praticamente por luz, com o nível físico mínimo, vamos colocar um exemplo, como ficariam um telefone celular se todos tivéssemos capacidade telepáticas? Ele seria uma sucata tecnológica.

Dizem as lendas chinesas que hordas de gigantes apareciam descendo das montanhas e dos bosques para enfrentarem seus carcereiros demoníacos

vindo das estrelas. Temos que lembrar que naquele momento, o planeta não estava em quarentena e o homem possuía capacidades psíquicas de todo tipo

e mais ainda falamos sobre os Druidas e dos demais mestres das escolas de

mistério. Não é difícil imaginar a cena, hordas de gigantes de quatro a seis metros de altura acompanhados por homens Cro-Magnon Arianos de um metro e noventa aproximadamente de estatura. Todos prontos para a guerra com armaduras, espadas e machados, escudos, além de usufruírem de poderes psíquicos, começaria uma luta corpo a corpo com as raças reptilianas ultra tecnológicas. Também mestres Druidas com sua energia vital ancorada

com a mãe terra invocando-a como filhos legítimos dela, conjuravam em seus quatro elementos para gerar campos de força que defendessem os seus irmãos na batalha, assim como destruir o inimigo, seus equipamentos e suas naves.

Uma luta bizarra faria os reptilianos, draconianos que se chamavam deuses e

a raça mais poderosa e ancestral do Universo que tinha de dois a três metros

de altura tendo que lutar com os gigantes arianos. A situação ficaria pior quando vissem suas armas na sua maioria ficarem inutilizados por conta dos poderes psíquicos dos Druidas e tivesse que votar corpo a corpo. Este é o relato chinês, a luta foi muito violenta, se fala que estes gigantes se lançavam correndo até seus inimigos com grandes investidas entre estrondos, gritos, grunhidos e gemidos até que quando estes gigantes capturavam os Anunnakis, uma ferocidade sem limites, os partiam literalmente em 2 quebrando suas costas. Contam os mitos populares que desse lugar onde houve durante muito tempo essas batalhas e que finalmente esses demônios das estrelas abandonaram aquelas terras. Se diz que foram eles antes de abandonar o lugar, aquelas milhares de pedras apontando para o céu, considerando elas sagradas, não podendo ser tocadas ou mexidas de forma alguma. Mesmo que a lenda popular não entenda o significado de erguer aquelas milhares de pedras, o autor original desta saga, ousa dar uma interpretação, já que não tinham a intenção de permanecer naquele território, os Druidas, antes de ir embora, fizeram uma limpeza energética no lugar. Não tinha um tempo de transladar grandes megalitos então, usaram os maiores cascalhos que encontraram naquela região. Uma zona quando passa por homem tem a escravidão, terror, tortura e sofrimento, esse lugar fica

energeticamente desarmônico, um lugar amaldiçoado, como se diz normalmente.

Não se estranha que naquele lugar fosse não só um lugar de fonte de abastecimento telúrico para as suas naves, sendo inclusive, um fornecedor de energias mais densas do ser humano, porque é isso que somos para os reptilianos e a arcontes. Somos sua comida, como em nossa desarmonia, nosso medo e nosso sofrimento, assim os Druidas que sabedores deste fluxo desarmônico, deixaram energeticamente equilibrado lugar indicando os moradores para não mexer nessas pedras de jeito nenhum de forma alguma.

Este saber Druídico é similar ao que se faz na acupuntura com as agulhas no ser humano, reconduzindo energias. Eles conheciam e lidavam como ninguém com essas energias, realizando acupuntura na Mãe Terra, usando da pedra assim como os Anunnakis, tanto na Índia como na China aprenderam o jeito mais duro que tecnologia não é tudo.

Saberiam nos próximos confrontos, a verdadeiramente temer o humano, elevado e conectado às forças teóricas, esse é o maior pânico tanto de reptilianos como de arcontes, que o ser humano desperte a sua natureza divina, desperte todo o potencial do seu glorioso dna adormecido e que seja consciente da faísca de Deus que tem dentro de si mesmo e seu verdadeiro e maravilhoso poder.

Então é isso pessoal. Este o final do capítulo 23 da Saga Anunnaki. Vamos partir para a tradução do capítulo 24. Até mais!