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Cultura do Minimilho

Cultura do minimilho O minimilho ou “baby corn” é o nome dado à inflorescência feminina


(antes da polinização) ou ao sabugo jovem da espiga de uma planta de milho (Galinat e Lin,
1988). É considerado uma hortaliça devido ao tempo gasto do plantio até a colheita (Pereira
Filho e Cruz, 2001). A composição do minimilho é similar a outras hortaliças, como a couveflor,
o tomate, a berinjela e o pepino e tem o diferencial de possuir menor valor calórico se
comparadas ao milho comum (Pereira Filho e Queiroz, 2008). Segundo Yodped (1979), o
minimilho possui cerca de 89,1% de umidade, 0,20% de gordura, 1,90% de proteína, 8,20% de
carboidratos e 0,60% de cinzas e em cem gramas deste produto contém em média, 86 mg de
fósforo, 0,1 mg de ferro, 64 UA de vitamina A, 0,05 mg de tiamina, 0,8 mg de riboflavina, 11,0
mg de ácido ascórbico e 0,3 % de niacina. Com o desenvolvimento da indústria de conservas,
esse produto tornou-se importante, provocando crescimento na área plantada com milho,
tornando-se ótima alternativa econômica para o desenvolvimento da pequena agroindústria
(Pereira Filho, et al. 1998b) e com grande potencial para exportação (Bastiani, 2004). 4

As espigas jovens são colhidas no estádio de dois a três dias após a exposição dos estilo-
estigmas, antes do início da formação de grãos (Galinat e Lin, 1988; Miles e Zenz, 2000). No
continente asiático, o minimilho é muito consumido. Além disto, representa uma atividade
econômica para países como a Tailândia, o Sri Lanka, Taiwan, China, Zimbábue, Zâmbia,
Indonésia, Nicarágua, Costa Rica, Guatemala e Honduras, que são os maiores exportadores
conhecidos (Pereira Filho e Furtado, 2000). Mas, este quadro vem mudando, tanto o consumo
como a produção deste produto atualmente está se expandindo mundialmente,
especialmente na África, América do Sul e Oceania. Porém, as informações estatísticas sobre a
produção e o consumo de minimilho são limitadas, porque muitos países produtores
negligenciam ou não possuem essas informações (Miles e Zenz, 1998). Existem relatos no
Brasil, assim como nos Estados Unidos e Japão, da preferência para o consumo in natura do
minimilho nacional, pelo fato de esse produto não conter conservantes e outros aditivos
químicos, os quais estão presentes no produto importado (Miles e Zenz, 1998).

O custo de produção do minimilho por hectare é considerado baixo, tornando-se altamente


rentável. De acordo com Pereira Filho e Queiroz, (2008) em Minas Gerais, o produtor recebe
até R$3,00 por quilo de minimilho minimamente processado. Se já processado em conserva, o
valor sobe para R$5,00. Outro atrativo de uma lavoura de minimilho é a economia de insumos.
O custo de produção é menor se comparado ao cultivo de milho em grão, já que a ocorrência
de pragas e doenças é atenuada pela exigência da colheita mais precoce. O minimilho pode ser
cultivado tanto no sistema convencional como em plantio direto, podendo utilizar a palhada
produzida pelo próprio cultivo do minimilho (Pereira Filho et al., 1998b).

Nas regiões tropicais, pode ser cultivado o ano todo, no verão deve ter o cuidado para que não
ocorra estresse hídrico; e no período de inverno fazer um bom planejamento, pois a produção
cai muito por causa do ciclo se prolongar demais, podendo prejudicar o fornecimento para o
mercado consumidor (Pereira Filho, et al., 1988; Pereira Filho e Cruz, 2001).
Ánalise De Solo

Cálculos De Adubação(Recomendação)
Tabela de adubação (produtividade 4 – 6 t/ha).
Quantidade de adubo para 50m².
Forma de aplicação Adubo Quantidade (kg)
Ureia 0,222
Plantio Super fosfato simples 0,833
KCl 0,167
Ureia 0,333/0,333(Parcelado 6
Cobertura
folha e 10 folha)

Área
100m lineares= 10 linhas com espaçamento de 0,50m entre linhas
Espaçamento em linha 10m; 5 plantas por metro linear 50 plantas por linha = 20cm entre
plantas na linha.
Total de plantas: 500
Total de sementes = 1500
Aplicação de adubo entre linhas
Plantio:
0,022 kg de Ureia
0,083 kg de Superfosfato Simples
0,017 kg de Cloreto de Potássio
Cobertura:
0,033 kg de ureia em cada linha, aplicar quando emitir a 6 folha
0,033 kg de ureia em cada linha, aplicar quando emitir a 10 folha

Custos:
Ureia 25 kg. R$ 38,70
Adubo Super fosfato simples 25 kg. R$ 77.00
KCl 25 Kg. R$ 32.50
Quantidades comumente utilizadas no uso do adubo
orgânico
Cultura de Grãos (Esterco de Curral) = 10 a 20 t/ha
50metros quadrados área = 50kg de esterco bovino

Sementes
A população ideal para maximizar o rendimento de grãos de milho varia de 30.000 a 90.000
plantas por hectare, dependendo da disponibilidade hídrica, da fertilidade do solo, do ciclo da
cultivar, da época de semeadura e do espaçamento entre linhas.

Quantidade de sementes:
A semente é classificada conforme o número da peneira (18, 20, 22 e 24), podendo-se utilizar
sementes de qualquer classificação que não haverá perda na produção. Gastam-se, em média, de
18 a 24kg de sementes/ha.
Profundidade de semeadura: Em solos leves ou arenosos, a semeadura deve ser mais profunda
(5 a 7cm) e em solos pesados ou argilosos mais superficial (3 a 5cm).
Recomendado para o minimilho:
15-17 sementes/ metro linear
180.000 plantas/ hectare
Total de sementes = 1500
Croqui

Manejo de pragas com uso de inseticida


Inseticida Lorsban 480 BR
Controle de lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)
200 L de calda por hectare
0,5 L/ hectare para cada 100 L de calda
Intervalo de aplicação 14 dias
Intervalo de segurança 21 dias

Quantidades para 50 m2
Lorsban 480 BR 0,0050 L
Quantidade de calda 1L
Referências:

http://www.pioneersementes.com.br/blog/79/qualidade-de-plantio-do-milho-safrinha-
incremento-de-produtividade-com-tecnologias-de-custo-zero

http://www.sna.agr.br/minimilho-uma-alternativa-de-renda-para-o-produtor/

http://www.agricultura.gov.br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-
agricolas/agrotoxicos/agrofit

https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/491011/a-cultura-do-minimilho