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ÓRGÃO EMISSOR: DOCUMENTO Nº

GPS - Gestão Produtiva Sistêmica 32.204.005


PILAR: DATA EMISSÃO:
Manutenção Sistêmica 11/11/2008
PRODUTO(S): Nº REVISÃO: 00
Inspeção Dinâmica DATA:
SUBPRODUTO(S) VIGÊNCIA:
Balanceamento em Campo
APROV: COMITE DIRETIVO
Instrução Técnica Balanceamento em Campo 2 Planos – CMVA55

1 - Segurança
Seguir todas as instruções contidas na APR (Analise Preliminar de Risco). Ter atenção especial para locais onde
pode haver acúmulo de gases explosivos. Neste caso solicitar leitura da concentração de gases bem como a
liberação pelo responsável da Segurança Industrial
Acertar previamente quem ficará responsável pela autorização de ligar e desligar o equipamento.

2 - Recursos e Teste
Verificar se todos os recursos estão disponíveis
- Coletor de dados CMVA55, baterias, cabos, acelerômetro
- foto-sensor, módulo do foto-sensor, fonte,
- fita reflexiva
- massa de teste (caixa de massa),
- balança, lanterna e marcador industrial ou giz
- solicitar a presença do soldador para realização à adição e retira de massa
- máquina de solda e esmerilhadeira
- furadeira para os casos de rotores que não podem sofrer soldas

3 - Histórico Equipamento
Levantar o histórico de funcionamento do equipamento com operação e manutenção, quais intervenções
realizadas no equipamento (troca rolamento e mancais, soldas executadas no rotor, limpeza etc.)

4 - Pré-Análise
Realizar uma coleta/análise de dados de vibração aplicando banco de dados padrão Engefaz para confirmação do diagnóstico
de desbalanceamento.

5 - Inspeção Visual
Solicitar parada do equipamento e realizar inspeção visual tais como trincas na base, folgas, parafusos soltos, falta de rigidez,
acoplamento, correias, polias.
Solicitar abertura da tampa de visita do rotor e inspecionar rotor quanto ao acúmulo de sujeiras, desgaste e batimentos
radiais e axiais das chapas, no caso de anomalias que possam interferir no procedimento de balanceamento solicitar a
restauração da condição básica do rotor.

6 – Definições para Balanceamento


6.1 – Numeração dos Mancais e Planos de Balanceamentos
Definir previamente a numeração dos mancais e dos planos de Balanceamento. Levar em consideração a forma construtiva
do equipamento, no caso equipamento com rotor em balanço (Fig.1) e rotor entre mancais (Fig.2).

Fig.1 – Equipamento com rotor em balanço Fig.2 – Equipamento com rotor entre mancais

Rotor – formado pelo rotor propriamente dito, eixo, ventoinhas, volantes, polias, engrenagens etc.
Mancal – local de apoio do eixo do equipamento (rolamentos ou casquilho)
Plano balanceamento – local no rotor onde será adicionada ou retida massa para balanceamento
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Balanceamento em Campo
APROV: COMITE DIRETIVO
Instrução Técnica Balanceamento em Campo 2 Planos – CMVA55

6.2 - Massa e Ângulo


Massa de teste = massa inicialmente adicionada no rotor
Massa de correção = massa calculada para correção do desbalanceamento
Ângulo de teste = ângulo escolhido aleatoriamente para adição da massa de teste
Ângulo de correção = ângulo calculado para adição da massa de correção
Numere o rotor utilizando como referência suas pás para facilitar o posicionamento das massas de teste e correção.
Ex. rotor com 8 pás -> 360º : 8 = 45º. Desta forma teremos 45º de diferença entre as pás. Fig.3
Você pode utilizar o local onde a fita reflexiva foi colocada para marcar como ângulo 0º (não é necessário utilizar o mesmo
ponto da fita refletiva como ângulo 0º, desde que você marque outro ponto).

Fig.3 – Divisão do rotor com 8 pás


6.3 - Raio de correção
Raio de correção é a distância perpendicular entre o centro do eixo e a extremidade do plano de balanceamento
Definir os raios de correção de acordo com o tipo de rotor Fig.4.

Fig.4 – Exemplo de rotor com raios diferentes entre os planos de balanceamento

7 – Instalando Instrumento
7.1 – Fita Refletiva
Com o equipamento parado colar uma tira de fita refletiva de aproximadamente 5x10 mm no eixo (Fig.5), em um lugar onde
o laser do foto-sensor possa foca-lá e assim emitir o sinal de trigger.
Ficar atento quando partes brilhantes do eixo, pois pode enviar sinais errôneos de trigger. Se necessário pintar o eixo com
tinta fosca e escura ou colar uma fita isolante em toda a volta do eixo antes da colagem da fita refletiva. Outro fator que
influencia no sinal de trigger é a luz do sol ou artificial, desta forma deve-se evitar que estas incidam diretamente no sensor.

Foto-sensor
Fita refletiva

Eixo
Base Magnética

Fig.5 – Esquema de instalação foto-sensor e fita refletiva

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7.2 – Foto-sensor
Instalar foto-sensor seguindo os passos abaixo:
- ligar fonte de energia elétrica observando a voltagem 110 ou 220 volts
- conectar cabo coaxial (BNC/BNC) na entrada “PHASE” do coletor e na entrada “OUT PUT” no módulo.
- conectar cabo coaxial no foto-sensor e no módulo.
- instalar base magnética na base do equipamento e ser balanceado
- direcionar feixe de laser no local onde a fita refletiva foi colada
- não mude o foto-sensor de posição durante o processo de balanceamento
- conectar acelerômetro no coletor de dados

Fig.6 – Kit foto-sensor e entradas do coletor CMVA60

8 - Seqüência de Coleta Dados de Vibração e Fase para Balanceamento


Realizar coleta de Vibração e Fase nos mancais do equipamento. Verificar em qual a direção ocorre à maior vibração e adotá-
la como referência para o Balanceamento. Durante o balanceamento verificar as alterações da vibração nas demais direções.
Rotores em balanço podem apresentar vibração na direção axial, mesmo sendo problema de desbalanceamento.
Abaixo segue a seqüência das medições a serem realizadas durante o processo de balanceamento:
1. Coletar vibração e fase nos mancais 1 e 2
2. Adicionar massa de teste no plano 1
3. Coletar vibração e fase nos mancais 1 e 2
4. Retirar a massa de teste do plano 1 e adicionar massa de teste no plano 2
5. Coletar vibração e fase nos mancais 1 e 2
6. Calcular as massas e ângulos de correção para os planos 1 e 2
7. Adicionar as massas de correção nos planos 1 e 2
8. Coletar vibração e fase nos mancais 1 e 2 e comparar com os limites estabelecidos

8 – Cálculo da Massa de Teste


- Selecionar função Ajuste na tela e inserir a massa do rotor, rotação do rotor e raio do rotor (onde será adicionada a massa)
- Pressione ESC para exibir os valores calculados

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9 - Operando o coletor CMVA60.


- Acessar “APPLICATIONS” -> “BALANCING” -> “BALANCE SETUP”
ID (Identificação) : Inserir Nome ou TAG do equipamento.
Type (Tipo Medição) : Selecione ``Acc to Displ´´ para rotações ≤ 600 RPM e “Acc to Vel´´ para rotações ≥ 600 RPM
Full Scale (Fundo de Escala): este ajuste é automático
Detection (Deteção Amplitude): Selecione RMS
Input (Entrada): Inserir sensibilidade do acelerômetro, normalmente 100mv/Eu.
Bandwidth (Largura de Banda) : Selecionar ``NORMAL´´.
Average Type (Tipo Média) : Selecionar “AVERAGE” .
Number of Averages (Número das Médias) : Selecionar 2 .
Trigger Slope (Inclinação do Disparador) : Selecionar “+” .
Planes (Planos) : Selecionar 2 planos
Units for Weights (Unidades dos pesos) : Selecionar ``GRMS´´
Weigths Left in Forever (Peso será deixado pra sempre?) : Selecionar “NO”

10 – Medição da Volta de Referência.


- Acionar equipamento na rotação de trabalho
- Posicione acelerômetro mancal A
- Selecione “TAKE DATA ” -> “REFERENCE RUN – POINT A -> ``ENTER´´ -> aguardar coleta -> ``ENTER´´
- Posicione acelerômetro mancal B
- Selecione “TAKE DATA ” -> “REFERENCE RUN – POINT B -> ``ENTER´´ -> aguardar coleta -> ``ENTER´´

- Inserir a “MASSA DE TESTE” já calculada.


- Selecione “TRIAL WEIGTH SETUP” e digitar valores da massa de teste e o ângulo de posição.
Obs.: Neste caso colocar Ângulo “0”

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11 – Medição da Volta com Massa de Teste.


- Parar e Bloquear equipamento
- Adicionar “MASSA DE TESTE” no plano 1.
- Acionar equipamento na rotação de trabalho.
- Selecione “TAKE DATA”
- Selecione “TRIAL RUN 1 – POINT A” -> “ENTER” aguardar leitura -> “ENTER” para salvar.
- Selecione “TRIAL RUN 1 – POINT B” -> “ENTER” Aguardar leitura -> “ENTER” para salvar.
- Parar e Bloquear equipamento
- Retirar “MASSA DE TESTE” do plano 1
- Adicionar “MASSA DE TESTE” no plano 2
- Acionar equipamento na rotação de trabalho.
- Selecione “TAKE DATA”
- Selecione “TRIAL RUN 2 – POINT A” -> ”ENTER” aguardar leitura -> “ENTER” para salvar.
- Selecione “TRIAL RUN 2 – POINT B” -> “ENTER” aguardar leitura -> “ENTER” para salvar.

12 – Cálculo das Massas e Ângulos de Correção.


- Parar e Bloquear equipamento
- Selecione “CORRECTION WEIGTH” -> “INICIAL WEIGTH”
- Adicionar a Massa de Correção no Ângulo Calculado para o Plano 1
- Adicionar a Massa de Correção no Ângulo Calculado para o Plano 2

Obs.: Caso haja necessidade de Dividir as Massas de Correção para rotores com Pás Seguir o Passo 16

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12 – Medição da Volta após adição das Massas e Ângulos de Correção.


- Acionar equipamento na rotação de trabalho
- Selecionar “TAKE DATA” -> “TRIM RUN – POINT A” ->“ENTER” aguardar leitura ->“ENTER” para salvar.
- Selecionar “TAKE DATA” -> “TRIM RUN – POINT B” ->“ENTER” aguardar leitura ->“ENTER” para salvar.
- Analisar valores finais de vibração e comparar com os limites aceitáveis para o equipamento
Obs: Caso os valores inda não tenha atingido os patamares desejáveis seguir o passo 13 “Calculo Refino”.

13 – Cálculo da Massa de Refino


- Selecione “BALANCE”
- Selecione “CORRECTION WEIGTH”
- Selecione “TRIM WEIGTH”
- Adicionar a Massa de Refino no Ângulo Calculado para o Plano 1
- Adicionar a Massa de Refino no Ângulo Calculado para o Plano 2
Obs. As massas de “CORREÇÃO” não podem ser retiradas.

14 – Verificações Finais
- As massas de Correção/Refino adicionadas no rotor devem ser fixadas definitivamente.
- Fixação por Solda
Considerar se necessário, a quantidade de massa adicionada pela solda. (Ver tabela de Eletrodos Item 14)
- Fixação por Parafusos
Considerar se necessário, os pesos das porcas e arruelas colocadas para travamento (porca/contra-porca) e trava rosca.

Obs. Todo Solda feita no rotor o Técnico Responsável pelo Balanceamento deverá orientar o soldador para que o mesmo
coloque o cabo de “TERRA DIRETAMENTE NO ROTOR”, para evitar a passagem de corrente elétrica pelos rolamentos.

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15 – Tabela de Eletrodos

Tipo Peso (g/cm) Aplicação


ESAB 2245P - diam: 3,25 mm 0,513 Não aconselhável para balanceamento
ESAB 2245P - diam: 4,00 mm 0,981 (eletrodo de raiz)
ESAB 7018 - diam: 2,50 mm 0,475
ESAB 7018 - diam: 3,25 mm 0,825 Uso geral, porém não recomendado.
ESAB 7018 - diam 4,00 mm 1,200 para locais abrasivos
ESAB 6013 - diam 3,25 mm 0,600
UTP 62 e 625 - diam 3,25 mm 0,725 Recomendável para locais abrasivos (eletrodo de enchimento).
Para balanceamento de centrífugas COP, onde já existe enchimento com
UTP 682 KB - diam 3,25 mm 0,674 liga e pode ser resistente à abrasão.
UTP 68MOLC - diam 1,50 mm 0,170
UTP 68MOLC - diam 2,00 mm 0,300 Para solda de aços inoxidáveis, tipo AISI 316,
UTP 68MOLC - diam 2,50 mm 0,430 316L, 316Ti, 316Cb, etc.
UTP 68MOLC - diam 3,25 mm 0,630
UNIRC FoFo CI / NI / Fe / 2 - 0,851 Para soldas de FoFo. Não é recomendado para fixação definitiva da massa
diam 2,50 mm de compensação.
UNIRC FoFo CI / NI / Fe / 2 - 1,283 Substituí-lo por uma massa equivalente aparafusada.
diam 3,25 mm

15 – Divisão de Massas
Às vezes, uma massa não pode ser posicionada convenientemente no ângulo recomendado pelos cálculos de
balanceamento. Neste caso cálculos são necessários para permitir a divisão de uma massa em duas.

- Selecione “BALANCE” -> “UTILITE” -> “DIVID MASS”


- Digite valor da Massa e Ângulo a Dividir
- Digite valor do Ângulo da Massa 1
- Digite valor do Ângulo da Massa 2
- Digite “ESC”
- Adicionar as massas de correção calculadas para os ângulos

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