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8 PASSOS PARA INVESTIR

CERTO NA PREVIDÊNCIA
PRIVADA
GUIA PRÁTICO

by Audrey Barneche
SUMÁRIO
PRIMEIRO PASSO: 

ENTENDA O QUE É PREVIDÊNCIA PRIVADA

SEGUNDO PASSO: 

QUANDO, COM QUANTO E ONDE COMEÇAR A

INVESTIR?

TERCEIRO PASSO: 

CONHEÇA O SEU PERFIL DE INVESTIDOR PARA

DEFINIR A MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE FUNDOS

QUARTO PASSO: 

TIPOS DE PLANOS: PGBL OU VGBL?

QUINTO PASSO: 

TABELA DE IMPOSTO DE RENDA: PROGRESSIVA OU

REGRESSIVA?

SEXTO PASSO:

PREVIDÊNCIA COMO PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO

SÉTIMO PASSO: 

SOBRE CUSTOS OPERACIONAIS

OITAVO PASSO: 

QUAL A MELHOR OPÇÃO: CONVERSÃO EM RENDA

OU RESGATE?

CONCLUSÃO
PRIMEIRO
PASSO

ENTENDA O QUE É UMA


PREVIDÊNCIA PRIVADA

A previdência privada, também conhecida como


previdência complementar é uma das melhores
alternativas de investimentos  para quem deseja
acumular recursos a longo prazo, sejam eles para
aposentadoria, para pagar a faculdade dos filhos,
para realização de projetos de vida, e etc.

Na prática a previdência privada nada mais é do


que um fundo de investimento oferecido
obrigatoriamente por uma seguradora (seja ela
atrelada a um banco ou independente) através de
um plano de previdência.

Como funciona um fundo de investimento?

Um fundo de investimento é uma aplicação


financeira que reúne recursos de um conjunto de
investidores (cotistas) com o objetivo de investir
em títulos de renda fixa, renda variável ou cotas de
outros fundos.
O tipo de investimento que o fundo vai fazer irá
depender da classe do fundo e perfil que falarei
mais à frente.
É um dos investimentos mais usados no mercado
financeiro no Brasil.
PRIMEIRO
PASSO

Um fundo de investimento tem As previdências privadas, além de


em sua estrutura, empresas terem toda esta estrutura descrita
segregadas responsáveis por cada acima, também são auditadas e
função dentro do fundo: regulamentadas pela SUSEP –
Superintendência de Seguros
Custodiante: Privados, o que se traduz em uma
Será o local onde os recursos do segurança extra em relação aos
fundo estarão guardados. fundos de investimentos.
Geralmente fica com um grande Toda previdência privada é
banco como: Bradesco, Itaú, etc. necessariamente feita através de
uma seguradora.
Gestor: Esta seguradora pode estar
É responsável por escolher que atrelada a um banco ou uma
ativos que vão pertencer à carteira seguradora independente.
do fundo. O gestor precisa cumprir
o regimento do fundo, ou seja, se Vale ressaltar as diferenças entre o
for um fundo de renda fixa, ele irá fundo de investimento normal e o
compor a carteira do fundo apenas fundo de previdência privada:
com ativos de renda fixa.
– Na tributação regressiva, a
Administrador: alíquota mínima é de 10%;
Faz a função do “contador”. Tem – Não há come-cotas;
por objetivo atualizar diariamente – Não possuem taxas de
as cotas dos fundos com sua performance.
carteira, marcando a mercado os – Flexibilidade para troca do fundo
ativos do fundo. Assim o investidor de investimento sem que seja
sabe diariamente como está necessário o resgate e portanto
evoluindo a carteira deste fundo. sem tributação (portabilidade)
– Facilidade no planejamento
Auditor: sucessório;
Responsável por auditar (fiscalizar)
todos os envolvidos acima, dando
assim, ainda mais segurança para o
fundo.
PRIMEIRO 
PASSO

Os planos de previdência privada ainda podem ser abertos ou fechados.


Os abertos são acessíveis para todas as pessoas, bastando apenas
realizarem os aportes periódicos de acordo com os termos contratuais
firmados. Já os fechados são restritos a uma parcela específica da
população.

Por exemplo, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) possui um plano


de previdência privada específico para seus membros com registro ativo,
o Conselho Regional de Medicina (CRM) pode fazer o mesmo para os
médicos.
Nesses casos, espera-se benefícios adicionais do plano, pois se trata de
apenas uma organização de classe, mas vale a pena verificar se estes
benefícios realmente existem e comparar a rentabilidade com os planos
oferecidos por outras instituições no mercado.
QUANDO, COM QUANTO E 
SEGUNDO ONDE COMEÇAR A INVESTIR?
PASSO

Quando Investir? Minha sugestão é que você


comece hoje mesmo (após a leitura desse e-book)
quanto antes começar a investir você vai ter o
tempo a seu favor pois os juros compostos (os
famosos juros sobre juros) farão um grande estrago
lá na frente. rsrs Investir menos por mais tempo vai
te dar um resultado melhor do que investir mais
por menos tempo.

Quanto Investir? Isso depende da sua


disponibilidade e do seu propósito. Meu conselho
é que você inicie com pelo menos com R$ 100,00
ou 200,00 mensais, depois vá aumentando
gradualmente.
Alguns planos oferecem a possibilidade de o
investidor depositar em meses alternados e existe
também a possibilidade de utilizar o débito
automático em conta. Assim você irá começar o
mês do jeito certo: investindo.

Onde Investir? Ainda vou falar sobre taxas e


desempenho dos fundos, mas saiba que
dificilmente você vai encontrar nos Bancos um
bom retorno para os seus investimentos, isso
porque cada banco só pode oferecer o seu
produto e na maioria das vezes o lucro fica com o
banco e não com você.
O melhor lugar para investir é através de
Corretoras de Valores porque elas normalmente
tem taxas bem mais baratas, tem diversos
produtos de instituições diferentes e com valores
iniciais relativamente acessíveis. Além do que
investir através da Corretora de Valores é muito
seguro, pois seu dinheiro não fica na Corretora, ela
apenas faz a intermediação do seu banco usual
para o produto/instituição escolhida. 
TERCEIRO
CONHEÇA SEU PERFIL DE
PASSO
INVESTIDOR PARA DEFINIR A
MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE
FUNDOS 

Em qual Fundo de Investimentos o meu dinheiro


será investido?
Você quem irá escolher isso, mas para tomar essa
decisão, antes você vai precisar definir seu
propósito e consequentemente seu perfil.

Essa é uma escolha importante quando


começamos uma previdência.
Você pode escolher o quanto de seu investimento
vai ser destinado a Fundos de Renda Variável
(Ações, Moedas, etc).
Este percentual vai de 0% (nada em ações por ex.)
até 49%.
Já vi muitos investidores serem seduzidos por
rentabilidades elevadas em períodos onde as
Bolsas estão em alta e escolher por Planos com
49% em Renda Variável, e logo em seguida se
desesperarem nos tempos de queda das ações.

A teoria de investimentos diz que investimentos


em ações normalmente são mais rentáveis a longo
prazo, obviamente dependendo de uma série de
fatores e por isso não há uma medida correta, o
que há é a medida correta para você, que depende
de sua aceitação a risco e horizonte de
investimentos.
Se ainda assim você ficar com dúvidas, comece
por investimentos com 100% em Renda Fixa e
com alguma exposição a Fundos de Inflação, ou a
Títulos do Tesouro do tipo NTN-B Principal.
80% DO CDI É UM BOM
RETORNO?

Antes dos próximos passos preciso que você entenda o CDI


como comparativo de investimentos.
A taxa DI ou CDI (como é mais popularmente usado) é a taxa
mais utilizada nas remunerações dos produtos do mercado
financeiro, ela serve de comparativo entre as diversas opções
de investimentos.

Assim se tivermos um CDI de 10% ao ano, 80% do CDI seria


8% ao ano, enquanto 100% do CDI seriam os próprios 10% ao
ano. Performar melhor do que o CDI, nesse caso, seria
entregar uma rentabilidade superior a esses 10% ao ano. O
CDI varia, por isso a comparação de “% em relação ao CDI” é
muito utilizada no mercado financeiro.

É muito importante entender como o CDI funciona ao se


comparar investimentos. O brasileiro tem sempre o número
mágico de 1% ao mês, mas temos que entender que o 1% ao
mês ficará cada vez mais distante conforme a nossa taxa de
juros seguir caindo. Por exemplo, 1% ao mês rende a juros
compostos aproximadamente 12,68% ao ano. Assim temos:

-CDI a 14,10% ao ano, um investimento que renda 12,68% a.a


representará 90% do CDI, algo fácil de se encontrar até
mesmo nos produtos mais conservadores;

-CDI a 6,70% ao ano (atual), um investimento que renda


12,68% a.a representará 189% do CDI, algo difícil de atingir de
forma recorrente até mesmo em investimentos mais
agressivos.

O exemplo acima serve para qualquer comparativo


relacionados aos produtos financeiros, tenha sempre um
benchmark (referência) para seus investimentos e compare os
resultados obtidos com seus investimentos em relação a essa
referência. Geralmente para renda fixa e fundos
multimercado, CDI é o benchmark mais utilizado. Para ações
ou fundo de ações o IBOVESPA é mais usado.

Ah, e antes de terminar  quero responder que 80% não é um


bom retorno. Existem gestoras comprovadamente
competentes, com rentabilidades superiores.
FIQUE ALERTA

– Classe do fundo: determina quais ativos


podem ser trabalhados na carteira do
fundo. A classe tem de estar de acordo
com seu perfil de investidor.

– Os  resultados do fundo devem superar


a inflação (para que você não perca seu
poder de compra);

– Render no mínimo 100% do CDI bruto;

– Após investir, rever periodicamente


seus resultados e reavaliar as estratégias.
QUARTO 
PASSO

TIPOS DE PLANOS: PGBL OU VGBL?

Existem dois tipos de Planos de Previdência, o PGBL e o VGBL.


Cada um atende a um grupo específico de pessoas quando se trata da
maneira como recolhe seu Imposto de Renda.

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre


O VGBL é o plano mais indicado para a grande maioria dos investidores.
Isso porque no VGBL, o imposto de renda incide sobre o ganho da
aplicação ao longo do tempo e não sobre o capital total lá existente.

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre


O PGBL é indicado apenas para investidores que fazem a declaração do
imposto de renda completo (Normalmente quem tem renda
proveniente de salário). Isto porque este investidor terá a opção de
abater até 12% da renda tributável em contribuições e mesmo assim de
forma que o somatório das contribuições não ultrapasse o limite de 12%
de sua Renda Bruta anual.
Ou seja, se a soma de seu salário Bruto Anual é de R$ 50.000,00 então só
vale a pena depositar em um PGBL até R$ 6.000,00 por ano.
Justamente o máximo que é possível deduzir na sua declaração de
Imposto de Renda.

Um investidor pode ter quantos planos quiser, mas o ideal é:


Se você declara seu IR pelo modelo completo, indico ter um PGBL para
colocar 12% de sua renda atual, e pedir dedução.
O restante, alocar em um VGBL, não pagando assim IR sobre o capital
social, mas sobre o ganho, como feito com outros investimentos.
FIQUE ALERTA

– Bitributação em PGBL

Como vimos anteriormente, o PGBL


permite que o investidor deduza até 12%
de IR da sua renda bruta anual.
Em contrapartida, o imposto de renda
que é cobrado no PGBL é sobre todo o
patrimônio lá alocado, ou seja, se o
investidor por engano faz um PGBL e
contribui um valor maior que os 12% da
sua renda, ele estará pagando imposto
de renda sobre o capital que ganhou,
duas vezes!

Então, PGBL é indicado apenas para


investidores que declaram IR no modo
completo e que podem deduzir 12%.
Apenas faz sentido alocar no PGBL os
12% e nada a mais, caso contrário você
estará se bitributando..
QUINTO 
PASSO

TABELA DE IR, PROGRESSIVA OU REGRESIVA?

Na hora da contratação de um plano de previdência você também vai


precisar dizer qual tabela você quer optar se Progressiva ou Regressiva,
então pra que você escolha certo, vou detalhar cada tipo abaixo:

Tabela Progressiva:
A tabela progressiva é variável conforme o tamanho do saque, assim
quanto menor o saque menor o imposto.
Os primeiros 15% são retirados na fonte e o restante deve ser pago no
final do ano para fins de ajuste.

Assim imaginando que você fez um PGBL e que em sua aposentadoria


saque R$ 4.000,00 por mês.
Já será descontado no momento do saque 15% para fins de imposto, ou
seja, R$ 600,00 (no PGBL o imposto é sobre o todo, não sobre o lucro
como no VGBL).
Ao final do ano, caso você confirme o saque mensal de R$ 4.000,00
teremos um saque total de R$ 48.000,00.
Dessa forma ficaremos na alíquota de 22,5%.
Onde você vai deduzir os R$ 6.923,95 de sua renda final e o imposto vai
atuar sobre R$ 48.000,00 – R$ 6.923,95 = R$ 41.076,05.
O Imposto final vai ser de 22,5% de R$ 41.076,05 = R$ 9.242,11.
Sendo que você já pagou 12 x R$ 600,00 nos saques, faltando assim R$
2.042,11 para serem pagos na sua declaração.
QUINTO 
PASSO

Tabela Regressiva:

Como o próprio nome diz, é uma tabela que vai sendo reduzida ao longo
dos anos, chegando ao menor patamar de imposto de renda sobre
investimento do nosso mercado financeiro, após completar 10 anos.

É também chamada de alíquota definitiva, pois se mudar seu plano da


tabela progressiva para regressiva ou já iniciar na regressiva, não será
mais possível alterar para progressiva.
Como previdência privada é um investimento de longo prazo, na maioria
dos casos faz mais sentido trabalhar com a alíquota regressiva.
Os valores já são integralmente descontados na fonte no momento do
saque.

Imaginando que o seu plano é um VGBL (tributação sobre o lucro) e que


seus depósitos totais sejam de R$ 100.000,00 durante 15 anos.
Sendo que no momento do início do período de benefício seu
patrimônio total terminou em R$ 600.000,00. Ou seja, um lucro de R$
500.000,00.
Sabendo que para 15 anos a tabela do IR é de 10%, teremos a pagar no
momento do saque um imposto de R$ 50.000,00 (10% de R$
500.000,00).
MAS QUAL
TRIBUTAÇÃO DEVO
ESCOLHER?

Na maior parte dos casos, indico para os


investidores a escolha pela tabela
Regressiva, pois o imposto chega a
somente 10% depois de 10 anos.
Mas em alguns casos a tabela Progressiva
pode ser interessante, como:
Se o seu capital for de menor tamanho
ou se você pretende fazer pequenos
saques mensais na aposentadoria,
escolha a tabela Progressiva, pois para
saques de até R$ 30.766,92 o imposto é
de até 7,5%.
Outra possibilidade é:
quando o prazo de investimentos for
curto (menor que 4 anos), escolha a
tabela progressiva pois a regressiva é
muito alta para períodos curtos de
tempo.
SEXTO
PASSO

PREVIDÊNCIA COMO
PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO 

Sobre todo patrimônio que


acumulamos em vida, no
momento da sucessão são
cobrados impostos para a
transmissão dos bens ITCMD
(Imposto de Transmissão Causa
Mortis e Doações), além dos custos
do processo de inventário,
honorários advocatícios, escrituras
(no caso de imóveis), etc.
Então, caso o investidor venha a
faltar, por exemplo, para que sua
Uma grande vantagem da família tenha acesso ao seu
previdência privada é a facilidade patrimônio, ela terá que ter
para a sucessão patrimonial do recursos líquidos em torno de 12%
capital. do valor do patrimônio atual,
normalmente é aqui que
A designação dos beneficiários é começam os grandes problemas,
bem simples e feita sem custo pela falta dos recursos líquidos.
algum. Este capital é totalmente
separado de sua herança e não Para quem deseja investir em um
necessariamente precisa ficar para fundo de previdência já em idade
seus herdeiros diretos. avançada, com o objetivo de fazer
No caso se não especificar o planejamento sucessório, o ideal
ninguém, o capital é escolher o plano VGBL com
automaticamente passa para os tabela de imposto progressiva. Isso
herdeiros legais porque o prazo de acumulação
pode ser pequeno demais para se
O capital investido em Previdência usufruir dos incentivos tributários e
é tratado como seguro, de forma o IR incidirá apenas sobre a
que não entra em inventário e rentabilidade
normalmente pode ser sacado em
48 horas após o falecimento do
segurado. 
VOCÊ SABIA?

No seguro de vida ou de acidentes


pessoais para o caso de morte, o capital
estipulado não está sujeito às dívidas do
segurado, nem se considera herança
para todos os efeitos de direito – Lei
10.406/2002 Artigo 794
SÉTIMO
PASSO

SOBRE CUSTOS OPERACIONAIS

Quero dar um exemplo para que


você fique atento aos detalhes:
Um fundo “A” rende 120% do CDI,
com taxa de administração de 2%.
Outro fundo, o “B” entrega 100% do
CDI com 0,5% de taxa de
administração.

O fundo “A”, mesmo com taxa


maior, está entregando liquido
para o investidor um valor muito
maior que o fundo com
administração menor.
Taxa de administração:
Então não é correto afirmar, que
menores taxas de administração
Taxa que serve para remunerar o
significam rendimentos maiores
gestor do fundo de previdência
para o investidor. Mas, o cenário
privada.
ideal é sim, rendimento maior e
Detalhe importante: todos os
taxa menor, se encontrarmos esse
fundos de investimento, sendo de
tipo de fundo de previdência será
previdência ou não, são obrigados
o casamento perfeito!
a demonstrarem seus resultados, já
livres de taxas de administração.
Lembre-se que o fator mais
Como fundos de previdência não
importante do que a taxa de
possuem taxas de performance,
administração, é o histórico de
são deduzidas apenas as taxa de
resultados do fundo. Ele precisa
administração.
lhe entregar o mínimo aceitável de
um investimento, os 100% do CDI.
SÉTIMO
PASSO

Na prática funciona assim:

O investidor A direcionou
R$100.000,00 reais a um plano de
previdência com taxa de entrada e
saída de 4%.

Isso significa que o valor inicial


investido no fundo de previdência,
ao invés de R$100.000,00, foi de
R$96.000,00.
Se, após a carência de 60 dias o
Taxa de carregamento: investidor portar os recursos para
outra instituição isenta de taxa de
Esta taxa é o maior roubo do seu carregamento, ou resgatar os
rendimento. recursos sofrerá um desconto de
mais 4% sobre o valor total(R$
A taxa de carregamento é a taxa 96.000,00 + rendimentos dos 60
que a seguradora cobra sobre o dias).
capital aportado ou resgatado
(cobrado cada vez que o dinheiro A boa notícia é que já existem
entra e na saída) e varia de 0% a grandes seguradoras
4%. É calculada sobre todo capital. independentes no mercado com
Uma baita sacanagem né? taxas de carregamento zeradas e
ótimas opções de fundos de
Optar por uma seguradora com investimentos. 
taxa de carregamento menor ou Também, vale ressaltar que hoje
inexistente, é muito importante todas as seguradoras contam com
para o investidor que possui um o chamado resseguro, garantia
plano de previdência privada. dada pelo Tesouro Nacional, que
protege o investidor em caso de
falência das mesmas.
OITAVO
PASSO

QUAL A MELHOR OPÇÃO: CONVERSÃO


EM RENDA OU RESGATE?

Antes de falar da conversão em renda ou resgate eu quero falar sobre a


Escolha da Data de Aposentadoria.
Esta data também será definida no momento de criação do plano, que
pode ser a data padrão da previdência social ex: 65 anos para homens ou
60 anos para mulher. Mas não se preocupe esta data é totalmente
flexível, podendo mudar para mais ou para menos de acordo com o que
o investidor escolher.

Agora, quando chegar esse momento de usufruir da Previdência Privada


você também vai precisar tomar uma decisão: Receber uma renda
"vitalícia" (um salário mensal) ou resgatar todo investimento de anos.

Este momento deve ser muito bem estudado, pois na maioria das vezes,
faz mais sentido resgatar e reinvestir o capital construído no mercado
financeiro, do que convertê-lo em renda, porque ao decidir fazer isso, o
investidor está abrindo mão do seu capital para ficar com a renda.
O capital do investidor passa a ser da seguradora, que compra o risco de
pagar uma renda para o mesmo.
Em sua maioria, as seguradoras oferecem uma proposta onde a
remuneração anual do investidor é apenas o que o capital dele corrigiu
em relação à inflação e se o investidor venha falecer no meio do
caminho (caso já esteja fazendo seus resgates mensais) não será possível
destinar o valor para nenhum beneficiário, ou seja, todo investimento de
anos pode desaparecer no triangulo das bermudas. rsrs
CONCLUSÃO
Investir em Previdência Privada é sim, um dos
melhores investimentos do mercado financeiro,
desde que observado algumas premissas: Um bom
fundo, sem taxas de carregamento e com objetivo
de longo prazo. 
Não importa se o plano escolhido for o PGBL,
VGBL, com tabela regressiva ou progressiva.
Se a intenção é poupar dinheiro para realizar um
sonho, garantir o seu futuro e da sua família ou
para planejar a sua aposentadoria, a previdência
privada é uma excelente opção.

Agora o que eu te desejo? Sucesso em suas


decisões e se desejar iniciar seus investimentos ou
está insatisfeito com o retorno do seu investimento
atual entre em contato comigo.
QUEM SOU?

Audrey H. Barneche, esposa, mãe, pastora,


palestrante, especialista em finanças, formada
em Gestão de Negócios, empreendera
reconhecida
com o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios em
SC.
Já palestrou para mais de 6.000 pessoas sobre
Finanças, Economia, Investimentos,
Comportamento e Inteligencia Emocional,
levando conhecimento e práticas de como
equilibrar sua vida Familiar, Financeira e
Sonhos.
Atua no mercado financeiro desde 2005 como
assessora de investimentos da maior corretora
de valores independentes do Brasil, dá cursos
presenciais e online e possui um Canal no
YouTube
onde ensina as pessoas democraticamente a
poupar e investir.

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