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REGULAMENTO

E NORMAS
para a realização dos
Trabalhos Finais de Curso
(TFC) no ISCIM

Elaborado por:

Domingos A. Gonçalo Ferrão, PhD


Maria Antónia Oliveira, MSc
Sérgio Jeremias Langa, MSc

“O Cientista não é o homem que fornece as verdadeiras respostas; é quem faz as verdadeiras perguntas”
Claude Lévi Strauss

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Introdução

O Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique (ISCIM) é uma


instituição privada de ensino superior, propriedade da SEI (Sociedade de Ensino e
Investigação). Esta instituição foi criada pelo Decreto n° 60/2008 de 16 de
Dezembro. O ISCIM tem por missão responder às necessidades sociais de uma
educação de qualidade, prosseguindo fins científicos e promovendo um ensino nos
níveis de graduação e pós-graduação.

O objectivo do ISCIM é formar os seus estudantes de modo a que possam intervir


activamente no combate à pobreza e na promoção do desenvolvimento sustentável
integrado do país, criando oportunidades para as novas gerações, favorecendo a
pluralidade de ideias e a livre expressão de pensamento, e garantindo a liberdade
de criação cultural, científica e tecnológica.

Ao final de cada curso ministrado, nesta instituição, os estudantes devem elaborar


uma monografia; um exame de estado; um relatório de estágio e um trabalho
prático para defesa e culminação dos seus estudos. Assim, o presente regulamento
foi elaborado pelo ISCIM, a fim de orientar e permitir uma maior e melhor
organização dos trabalhos finais de curso e facilitar a elaboração das mesmas pelo
estudante.

O documento comporta um conjunto de normas que devem ser obedecidas pelos


estudantes elegíveis, portanto, os que estiverem a frequentar o 8º semestre lectivo.

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Capítulo I
Disposições Gerais
Artigo 1
(Âmbito de Aplicação)
As normas constantes deste documento aplicam-se a todos os estudantes dos cursos
de graduação no ISCIM.

Artigo 2
(Conceitos Básicos)
1. A Monografia é um trabalho escrito, científico e original que, no caso
presente, visa a obtenção do grau da Licenciatura, abordando apenas um
problema especifico de pesquisa, devidamente delimitado, sob a orientação
de um supervisor. A monografia pode ser de pesquisa, de campo ou
bibliográfica.
2. O Exame de Estado é uma actividade curricular que consiste na realização de
uma prova de avaliação de conhecimentos que envolve a apresentação sob forma
oral e discussão de determinado tema nas áreas de conhecimento leccionadas na
licenciatura. Nele o estudante tem que sintetizar capacidades exigidas nos planos de
estudos, estabelecendo e usando relacionamentos inter e multidisciplinar com as
diferentes áreas científicas que compõem o plano curricular por si frequentado.
3. O Relatório de Estágio é um trabalho aonde o aluno descreve factos
resultantes de pesquisas e relata a execução de experiências ou de serviços.
4. O trabalho Prático (projecto técnico) consiste na elaboração de um projecto
técnico escrito que irá resultar num produto como, por exemplo, um plano
de Marketing; um plano de Comunicação; um vídeo (documentário,
reportagem, spot publicitário, longa ou curta metragem...); outra produção
de conteúdo visual; simulação empresarial.

Capítulo II
Condições de Acesso ao Trabalho Final do Curso
Artigo 3
(Candidatura)
1. Poderão candidatar-se ao trabalho de fim de curso os estudantes que tenham
terminado todas as cadeiras do 3º ano do respectivo curso e que estejam
matriculados no 4º ano.

2. Os que tenham terminado todas as cadeiras do 4º ano e que estejam dentro


das exigências regulamentares do ISCIM.

Capítulo III
Trabalho Final do Curso de Licenciatura
Artigo 4
(Tipologia)
O Trabalho Final do Curso consiste:
1. Monografia,
2. Exame de Estado,
3. Relatório de Estágio
4. Trabalho Prático (Projecto Técnico).

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Artigo 5
(Objectivos)
1. Os objectivos gerais da Monografia são:
a) Demonstrar alguma capacidade de investigação científica;
b) Revelar capacidade de expressão e articulação de saberes;
c) Efectuar pesquisa útil, relevante, cientificamente organizada e com
impacto social ou económico.

2. Os objectivos gerais do Exame de Estado são avaliar as capacidades dos


estudantes nas seguintes actividades:
a) Seleccionar dois temas relevante, sem ser estudo de caso.
b) Articular conhecimentos teóricos e aplicados, adquiridos no processo de
aprendizagem, utilizando técnicas e metodologias adequadas.
c) Aprofundar conhecimentos na área de formação e de estudo em que se matriculou.
d) Relacionar a informação teórica com uma situação prática.
d) Fazer uso das fontes de informação mais relevantes, bem como a sua análise e
tratamento.

3. Os objectivos gerais do Relatório de Estágio são:


a) Afirmar a aprendizagem como processo pedagógico de construção de
conhecimentos,
b) Desenvolver competências e habilidades sob processo de supervisão.
c) Aferir o grau de apreensão de conhecimentos técnicos e práticos.

4. Os objectivos gerais do Trabalho Prático (projecto técnico)


a) Avaliar as competências (saber fazer) do estudante finalista,
b) Aferir o grau de apreensão de conhecimentos técnicos e práticos.
c) Conhecer as habilidades e perfil do finalista que sai para o mercado

Artigo 6
(Duração)
Com excepção do Exame de Estado, os trabalhos para a conclusão dos cursos de
Licenciatura no ISCIM podem iniciar no final do 6º semestre, porém devem ser
elaborados no final do 8º semestre, com duração estabelecida no regulamento,
conforme o nº2 do Artigo 13.

Artigo 7
(Áreas Temáticas e Temas)
1. As áreas temáticas e temas para os TFC serão definidas pelos estudantes, que
irão submeter os mesmos à Coordenação para apreciação e análise e
posteriormente poderão ou não ser aprovados, conforme a sua relevância,
aplicabilidade e actualidade.
2. O ISCIM poderá propor os temas sem entretanto obrigar os estudantes a
aceitarem a proposta.

Capítulo IV
Orientação para a Elaboração dos Trabalhos de Fim de Curso
Artigo 8
(Indicação dos Supervisores)
1. A elaboração dos Trabalhos de Fim de Curso serão orientados por supervisores,
excepto o Exame de Estado;

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2. Os supervisores serão indicados:
• pela Coordenação do Curso de acordo com as áreas temáticas dos
TFC
• pelos estudantes em função dos temas de interesse, com o
conhecimento e coordenação do Coordenador.
3. Pode ser supervisor de Monografia:
a. docente com grau de Doutor ou Mestre
b. docente com grau de Licenciatura com experiência comprovada na
elaboração de trabalhos científicos.
4. Pode ser supervisor de Relatório de Estágio:
a. docente com grau de Doutor; Mestre ou Licenciatura com experiência
na área em que o estudante tenha estagiado.
5. Pode ser supervisor de Trabalho Prático (Projecto Técnico):
a. docente com grau de Doutor; Mestre ou Licenciatura com domínio
científico ou prático da área em que o estudante esteja a elaborar o
trabalho prático.
6. Todos os TFC, excepto o Exame do Estado, poderão ter um co-supervisor com
os graus acima referidos ou experiência comprovada na área.
7. Cada supervisor poderá orientar, no máximo, cinco trabalhos, por semestre.
8. Poderão ser aceites supervisores externos, mediante a aprovação da
Coordenação do Curso devendo para isso submeter o Curriculum Vitae.
9. Todos os estudantes elegíveis ao trabalho de licenciatura devem preencher um
formulário, no Registo Académico, conforme a data anunciada para o ano em
curso (Ver o Apêndice VIII).

Artigo 9
(O Papel do Supervisor)
1. Orientar o estudante durante a elaboração do TFC, excepto o Exame de Estado.
2. Conceber um calendário de encontros regulares com o estudante ou orientando.
3. Desenvolver um ambiente de empatia e entusiasmo, mantendo sempre um
diálogo aberto e catalisador ao longo do processo.
4. Aconselhar o estudante, em termos metodológicos, no processo de elaboração do
TFC, no que concerne à:
a. proposta do projecto;
b. indicação do método;
c. problematização;
d. identificação do quadro teórico;
e. definição de variáveis;
f. bibliografia relevante de acordo com o tema;
g. estratégias de recolha de dados;
h. redacção clara e lógica do trabalho.

Artigo 10
(O Papel do Arguente)
1. Observar o grau de cumprimento das questões metodológicas no TFC, no que
concerne à:
a. apresentação gráfica e oral do TFC
b. proposta do TFC;
c. indicação do método;
d. problematização;
e. identificação do quadro teórico (se se julgar necessário);

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f. definição de variáveis (se se julgar necessário);
g. bibliografia relevante de acordo com o tema;
h. estratégias de recolha de dados;
i. redacção clara e lógica do trabalho.

Artigo 11
(O Papel do Presidente)
1. Moderar a apresentação do TFC na data da defesa.
2. Observar e registar a assiduidade e outros aspectos comportamentais do
Arguente e do Supervisor, constantes no guião de avaliação.
3. Anunciar a nota através da leitura da Acta da defesa.

Artigo 12
(O Papel do Supervisando)
1. É de carácter obrigatório a comparência do estudante nos encontros marcados
pelo respectivo Supervisor.
2. É dever do estudante:
a. acolher, atempadamente, as sugestões e as correcções possíveis durante o
processo de elaboração da Monografia;
b. ser criativo;
c. cumprir os prazos dados pelo supervisor;
d. apresentar as suas inquietações relacionadas com o trabalho;
e. revelar capacidade de interpretação e argumentação;
f. participar nos seminários organizados pela coordenação do curso para a
apresentação do estado de evolução do TFC.

Capítulo V
Elaboração do Trabalho Final do Curso
Artigo 11
(Normas de Elaboração de Monografia; Relatório de Estágio e Trabalho Prático)
As normas gráficas de elaboração da Monografia constam do Apêndice I.
As normas gráficas de elaboração do Relatório de Estágio constam do Apêndice II.
As normas gráficas de elaboração do Trabalho Prático constam do Apêndice III.

Capítulo VI
Condições e prazos de entrega do TFC
Artigo 12
(Condições de Entrega do TFC)
1. A versão definitiva do TFC deve ser entregue no gabinete de Coordenação das
Graduações, depois de aprovado pelo supervisor.
2. O gabinete de Coordenação das Graduações só receberá o TFC do estudante
aprovado em todas as disciplinas curriculares do respectivo curso.
3. O TFC deve ser entregue no gabinete de Coordenação das Graduações em
quadruplicado, isto é, quatro exemplares no formato físico.
4. No acto da entrega, o gabinete de Coordenação das Graduações deve preencher o
Termo de recepção do TFC, ficando uma cópia do Termo na posse do estudante.
(Ver o Apêndice V)
5. O Coordenador do curso deverá assessorar o estudante sobre todas outras
condições de entrega, não mencionadas neste dispositivo.

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Artigo 13
(Prazo de Entrega do TFC no gabinete de Coordenação das Graduações)
1. O TFC definitivo deve ser entregue ao gabinete de Coordenação das Graduações
mediante o pagamento estipulado na tabela de emolumentos no prazo de 30 dias
após a defesa.
2. Os estudantes que não tiverem concluído os TFC no prazo indicado, deverão
renovar a sua inscrição, no semestre subsequente, no Registo Académico.
3. A Renovação da inscrição, para a realização do TFC, está sujeita ao pagamento de
uma taxa especial única.

Capítulo VII
Aprovação do TFC para a Defesa e composição do Júri
Artigo 14
(Defesa do TFC)
1. A defesa do TFC é antecedida pela aprovação do Supervisor.
2. O TFC é aprovado para a defesa mediante a revisão textual feita por um revisor
linguístico.
3. O TFC não aprovado após a avaliação do gabinete de Coordenação das
Graduações, por inobservância de algum aspecto central pelo supervisor, será
devolvido para correcção.
4. O estudante com TFC sujeito à correcção tem 30 dias para acomodar as mesmas e
submetê-lo novamente ao gabinete de Coordenação das Graduações.

Artigo 15
(Composição do Júri)
1. Os elementos do Júri são nomeados pelo(a) Director(a) Geral sob proposta do
gabinete de Coordenação de Graduação.
2. O gabinete de Coordenação de Graduação é assessorado pelo Coordenador do
Curso na elaboração da proposta de Júri, por inerência área técnica.
3. O Júri é composto por três membros, nomeadamente, o Presidente, o Oponente
e o Supervisor.

Capítulo VIII
Critérios de Avaliação do TFC , excepto o Exame de Estado
Artigo 16
(Avaliação Qualitativa)
A avaliação do TFC incidirá no seguinte:
a) relevância do tema;
b) consistência;
c) método de pesquisa apropriado ao problema;
d) apresentação coerente dos dados;
e) apresentação clara e coesa da análise dos dados;
f) conclusões baseadas nas informações constantes da análise dos dados;
g) correcção formal e linguística;
h) capacidade de defesa perante o Júri.
i) nota final

Artigo 17
(Escala de Classificação do TFC)
A escala numérica corresponde às seguintes classificações qualitativas e
quantitativas:
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a) 19–20 valores: Excelente
b) 17-18 valores: Muito Bom
c) 14-16 valores: Bom
d) 10-13 valores: Suficiente
e) 0 -09 valores: Insuficiente.

Capítulo IX
Critérios de Avaliação do Exame de Estado

Artigo 18
(Indicação e apresentação dos temas)
1. Exame de Estado é a apresentação oral de dois temas aprovados pela
Coordenação de cada curso. O estudante investiga sozinho, sem supervisor, dois
temas para posteriormente apresentar oralmente e responder às questões do júri.
2. Os temas serão indicados:
• Pela Coordenação do Curso de acordo com as áreas científicas que
compõem o plano curricular.
• Pelos estudantes de acordo com as áreas científicas que compõem o
plano curricular e aprovação do Coordenador.
3. O estudante elabora a apresentação oral para os dois temas e entrega à
Coordenação do curso, em formato físico para aprovação. Após a aprovação do
Coordenador, o estudante irá imprimir quatro exemplares (três para o júri e um
para o registo académico) e entregará no gabinete de Coordenação de Graduações.
4. Todos os estudantes elegíveis ao trabalho de licenciatura devem preencher um
formulário, no Registo Académico, conforme a data anunciada para o ano em curso
(Ver o Apêndice VIII)

Artigo 19
(O júri e o seu papel)
1. O júri será proposto pela Coordenação de Graduações e aprovado pela
Direcção do ISCIM.
2. O júri será composto por três elementos, sendo um deles o presidente e os
outros dois os arguentes.
3. Será proposto um arguente para cada tema (dois temas/dois arguentes).
Cada arguente avalia o tema da sua área científica apresentado pelo
estudante.
4. O presidente terá as seguintes funções:
a) Abrir a sessão de Exame de Estado;
b) Apresentar o júri e o estudante;
c) Controlar o tempo de apresentação oral e das
questões/respostas;
d) Ser moderador;
e) Fazer questões ao estudante (opcional);
f) Ler a acta e fechar a sessão.

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Artigo 20
(O Papel do Arguente)
2. Observar e avaliar o desenvolvimento do conhecimento do tema investigado
a. apresentação gráfica e oral do Exame de Estado;
b. bibliografia relevante de acordo com o tema;
c. redacção clara e lógica do trabalho.

Artigo 21
(O Papel do Presidente)
4. Observar e registar a assiduidade e outros aspectos comportamentais dos
Arguentes constantes no guião de avaliação.

Artigo 22
(O Papel do Supervisando)
1. É de carácter obrigatório a inscrição no Exame de Estado;
2. É dever do estudante:
a. Acolher, atempadamente, as sugestões e as correcções do Coordenador do
curso, sobre os temas escolhidos;
b. Ser criativo;
c. cumprir as datas do Exame de Estado;
d. apresentar as suas inquietações relacionadas com o trabalho;
e. revelar capacidade de interpretação e argumentação;
f. participar nos seminários organizados pela Direcção Pedagógica.

Capítulo X
Elaboração escrita do Exame de Estado
Artigo ......
(Normas de elaboração do Exame de Estado)
As normas gráficas de elaboração do Exame de Estado constam do Apêndice X.

Capítulo XI
Condições e prazos do Exame de Estado
Artigo 21
(Condições do Exame de Estado)
1. Após a aprovação pelo Coordenador do curso, o estudante tem que entregar 4
exemplares físicos na Coordenação de Graduações;
2. A Coordenação de Graduações só receberá Exames de Estado dos Estudantes
aprovados em todas as disciplinas curriculares dos respectivos cursos.
4. No acto da entrega, a Coordenação de Graduações deve preencher o Termo de
recepção da apresentação oral do Exame de Estado, ficando uma cópia do Termo na
posse do estudante. (Ver o Apêndice V)
5. A Coordenação de Graduações deverá, posteriormente, nomear o júri, obter a
aprovação da Direcção e por fim indicar e comunicar a data do Exame de Estado, ao
estudante e ao júri.

Artigo 22
(Prazo do Exame de Estado)
1. O estudante só pode fazer Exame de Estado mediante o pagamento e prazo
estipulado na tabela de emolumentos.

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Capítulo XII
Critérios de Avaliação do Exame de Estado para a obtenção do Grau de
Licenciatura
Artigo 23
(Avaliação Qualitativa)
A avaliação do Exame de Estado:
a) relevância do tema;
b) consistência;
c) desenvolvimento do tema
d) correcção formal e linguística;
e) capacidade de defesa perante o Júri.

Artigo 24
(Avaliação Quantitativa)
A avaliação do Exame de Estado:

Nota Final do Tema = (0,30 * Nota do trabalho escrito) + (0,35*Nota da apresentação


oral) + (0,35*Nota da resposta às questões)

Nota Final do Exame de Estado = (Nota Final do Tema 1 + Nota Final do Tema 2)/2

Artigo 25
(Escala de Classificação do Exame de Estado)
A escala numérica corresponde às seguintes classificações qualitativas e
quantitativas:
a) 10-13 valores: Suficiente
b) 0-09 valores: Insuficiente.

Capítulo XIII
Fraude Académica
Constitui fraude académica todas as manifestações que visem falsear os resultados
da avaliação.

Artigo 26
(Plágio)
O Plágio é:
a) apropriação indevida de obra intelectual de outrem ou de uma parte da obra sem
citar a fonte, portanto, assumindo como de sua autoria.
b) apresentação de qualquer tipo de trabalho académico (projecto de pesquisa,
trabalho para a obtenção do grau de licenciatura, ensaio e outros) como próprio,
mas que tenha sido escrito por outra pessoa.

Artigo 27
(Sansões)
1. Todas as situações de tentativa ou de fraude, detectadas, serão punidas com a
anulação do elemento de avaliação em causa e divulgação do ocorrido na
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comunidade estudantil podendo o estudante inscrever-se no semestre
subsequente.
2. Na eventualidade de se detectar a fraude posterior à defesa e graduação, o
graduado poderá ver seu grau de licenciatura anulado.

Artigo 28
(Recurso ou Defesa do Estudante)
1. O estudante, após notificação sobre qualquer uma das situações de fraude
constantes do artigo 18, o mesmo tem o direito à apresentação de um recurso
num período de 5 dias úteis, contados a partir do dia da sua recepção.

2. A não apresentação do recurso implica a validação da decisão tomada.

Capítulo XIV
Provas de Defesa do TFC
Artigo 29
(Defesa do TFC)
1. A Defesa do TFC é um acto público.
2. As provas de defesa do TFC, para a obtenção do grau de Licenciatura, serão
prestadas perante um Júri.

Artigo 30
(Duração da Defesa)
O acto da defesa tem uma duração de 45 minutos a 60 minutos, devendo incluir as
seguintes fases:
a) abertura da sessão (3 minutos);
b) apresentação oral do trabalho (15 minutos);
c) colocação de questões pelos membros do Júri e defesa do trabalho (15
minutos);
d) deliberação da nota pelos membros do Júri (10 minutos);
e) leitura da acta (2 minutos).

Artigo 31
(Cálculo da Média da Defesa)
A média da defesa (MD) é calculada da seguinte forma:

Nota do Trabalho Escrito ( NTE ) + Nota da Defesa Oral ( NDO)


Media da Defesa =
2
Isto é:
NTE + NDO
MD =
2

Artigo 32
(Aprovação)
1. Considera-se aprovado o estudante cuja classificação, no trabalho de defesa, seja
igual ou superior a dez (10) valores.
2. A nota do trabalho de licenciatura é dada a conhecer ao estudante após a
deliberação do Júri.
3. Se o estudante reprovar na defesa poderá repetir na época indicada pela Direcção
Pedagógica.

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Capítulo XV
(Depósito do TFC no ISCIM)
Artigo 33
(Depósito do TFC)
1. Após a apresentação e aprovação, o estudante tem 30 dias para incorporar as
correcções sugeridas pelos membros do Júri.
2. Findo o período acima referido, o graduado deverá entregar um CD contendo
files com o TFC em PDF; DOCX (MS Word); MPEG, QUICKTIME ou outros
formatos que permitam fácil visualização e 3 cópias físicas corrigidas ao gabinete de
Coordenação de Graduações.

Capítulo XVI
Disposições finais
Artigo 34
(Monitoria da Aplicação das Normas para os Trabalhos de Licenciatura)
O gabinete de Coordenação de Graduações é responsável pela correcta aplicação
das normas constantes deste documento.

Artigo 35
(Dúvidas e Integração de Lacunas)
Todas as dúvidas e casos omissos serão resolvidos por Despacho da Direcção Geral
do Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique (ISCIM).

Artigo 36
(Entrada em Vigor)
O presente regulamento entra imediatamente em vigor.

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APÊNDICES: NORMAS GRÁFICAS PARA A APRESENTAÇÃO DOS TFC NO
ISCIM
O presente documento é um apêndice do “Regulamento e Normas para a
elaboração de Trabalhos Finais de Curso” e apresenta as normas gráficas de
elaboração dos trabalhos e tem por objectivo padronizar a apresentação.

Apêndice I: MONOGRAFIA

1. Estrutura básica dos trabalhos


a) Elementos Pré-textuais
- Capa;
- Página de rosto;
- Declaração de honra;
- Aprovação do Supervisor;
- Dedicatória (facultativa);
- Agradecimentos;
- Epígrafe (facultativo);
- Resumo:
- Índice;
- Lista de tabelas, figuras, mapas, gráficos, símbolos, abreviaturas.

b) Elementos Textuais
- Introdução;
- Desenvolvimento;
- Conclusão.

c) Elementos Pós-textuais
- Bibliografia final;
- Anexos e Apêndices.

2. Explicações sobre alguns elementos da estrutura básica dos trabalhos


2.1 Elementos Pré-textuais
2.1.1 Capa
Ver o Apêndice XI (Capa da Monografia).

2.1.2 Página de rosto


A página de rosto é apresentada da seguinte forma:
a) no alto da página, o nome da instituição;
b) nome da direcção de tutela (Direcção Pedagógica) e, mais abaixo, o nome do
curso;
c) mais abaixo e no centro, o título do trabalho, em letras maiúsculas;
d) mais abaixo, e 5cm à esquerda, o nome do estudante e, por baixo, o nome do
supervisor e;
e) por último, e centralizado, o local, o mês e o ano.

2.1.3 Declaração
A seguir à página do rosto, coloca-se a declaração. (Ver o apêndice IV, mais
adiante). A declaração firma o compromisso de originalidade do trabalho por parte
do estudante.

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2.1.4. Aprovação do Júri
A aprovação do júri é feita mediante a leitura do trabalho e a aprovação do mesmo
pelos membros escolhidos pelo Director Geral.

2.1.5 Resumo do Trabalho


O resumo não deve exceder uma página e deve ser escrito em Português e Inglês
com letra do tamanho 10 e espaçamento 1.

2.1.6 Índice
Indica as páginas onde se encontram os assuntos ou capítulos apresentados, no
trabalho.
Caso constem do trabalho tabelas, figuras, mapas e outros, são também elaboradas
os respectivos índices, logo após o índice principal.

2.2 Elementos Textuais


Os elementos textuais representam o corpo do Trabalho. Estes incluem:

2.2.1 Introdução
a) Introdução
A introdução compreende duas partes, apresentando a primeira:
• a apresentação do tema do trabalho;
• a apresentação do problema;
• a contextualização do tema e delimitação do estudo;
• a importância do tema;
• a estrutura do trabalho.

b) Objectivos
Os objectivos podem ser formulados em:
• O objectivo geral
• Os objectivos específicos, se for possível delimitá-los.

2.2.2 Desenvolvimento
O desenvolvimento divide-se em:

a) Revisão da Literatura
A Revisão da literatura apresenta visões de diferentes autores de referência, sobre o
tema que se pretende explorar.

b) Metodologia de Trabalho
É na Metodologia de Trabalho onde se descrevem os métodos e técnicas usados na
pesquisa.

c) Apresentação e Discussão dos Resultados


Neste ponto, apresentam-se os dados e faz-se a análise e a discussão dos mesmos,
com suporte no problema, objecto de estudo, e na informação, anteriormente
apresentada no capítulo da revisão da Literatura.

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2.2.3 Conclusão
• Na conclusão não se admitem novas ideias. Ela é a síntese de tudo
quanto já foi exposto anteriormente.
• A conclusão deve ser clara, breve e concisa. Contudo, no último
parágrafo, o estudante poderá sugerir novas linhas de pesquisa ou
deixar recomendações sobre o tema, por ele discutido, para outros
que possam a vir a escrever sobre o mesmo assunto.

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Apêndice II: RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Estrutura do relatório:
1- Capa
2- Folha de rosto
3- Sumário ou índice
4- Introdução/apresentação
5- Objectivos
6- Materiais Utilizados
7- Procedimentos Experimentais
8- Resultados e Discussão
9- Conclusões
10- Anexos (opcional)
11- Bibliografia

1. CAPA
É a identificação do relatório e do(s) autores. Deve conter: Nome da escola;
disciplina; série; turma;
turno; nome/equipe; título; local; data.
Deve ser padronizado e formal.

2. INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
É a síntese do conteúdo pesquisado e da prática realizada, de forma ampla e
objectiva. É o convite a leitura do relatório.

3. OBJETIVO(S)
É o motivo/intuito da realização da prática que pode ser fornecido ou não para os
estudantes. Pode servir de feedback ao professor que deseja saber se os estudantes
captaram os objectivos da prática.

4. MATERIAIS UTILIZADOS
É a listagem de todos os equipamentos, etc. utilizados durante a realização da
prática. É muito importante para que o estudante saiba identificar e associar a
função dos materiais utilizados.

5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Devem ser fornecidos pelo professor para a realização da prática, de forma
objectiva e clara, com intuito de facilitar o entendimento e acção dos estudantes
durante a realização da prática. No relatório, é cobrado o procedimento fornecido
pelo professor acrescido de um embasamento teórico (pesquisa) para reforçar o
experimento realizado e os métodos e técnicas usadas no trabalho experimental
devem ser descritos.

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO
É uma das partes mais importantes do relatório, pois é onde o estudante expõe os
resultados obtidos da prática realizada, questiona a experiência e relata as
facilidades e dificuldades enfrentadas. E onde o professor detecta as expectativas
dos resultados versus resultados adquiridos.

7. CONCLUSÃO
As conclusões são feitas com base nos resultados obtidos; são deduções originadas
da discussão destes. São afirmativas que envolvem a ideia principal do trabalho.

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8. ANEXOS
É a parte onde estão anexados: questionário proposto, esquemas, gravuras, tabelas,
gráficos, fotocópias, recortes de jornais, revistas etc. É onde se colocam aditivos que
enriquecem o relatório.

9. BIBLIOGRAFIA
A bibliografia consultada deve ser citada. A citação dos livros ou trabalhos
consultados deve ser de acordo com as normas do ISCIM.

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Apêndice III: TRABALHO PRÁTICO (PROJECTO TÉCNICO)

1. Estrutura básica dos trabalhos


a) Elementos Pré-textuais
- Capa;
- Página de rosto;
- Declaração de honra;
- Aprovação do Supervisor;
- Dedicatória (facultativa);
- Agradecimentos;
- Índice;

b) Elementos Textuais
- Introdução;
- Desenvolvimento;
- Considerações finais.

c) Elementos Pós-textuais
- Bibliografia final;
- Anexos e Apêndices.

2. Explicações sobre alguns elementos da estrutura básica dos trabalhos


2.1 Elementos Pré-textuais
Capa

Folha de Rosto
• Deverá conter:
• Nome do projecto;
• Instituição responsável e seu Logo;
• Instituições envolvidas e seus Logos;
• Equipe responsável ou Aluno;
• Local e data.

• Título:
• Ter uma sigla - sonora, concisa, objectiva e que reflicta a ideia geral do
projecto;
• Não deve ser extenso em demasia; porém, claro, coerente e consistente.

2.2 Elementos Textuais


Introdução
• Deverá dar uma ideia sucinta sobre como surgiu a ideia, quais as intenções do
trabalho, como foi organizado;
• Não mais do que três páginas;
• Deverá suscitar interesse para que o leitor (consultor) analise o resto do projecto.

Proponente

• Descrever a instituição, empresa ou organização responsável pelo projecto ou ;


18

• Fornecer os dados técnicos do responsável pelo projecto (nome, endereço
completo e outros dados);
• Inserir a Logo;
• Indicar as parcerias envolvidas com o projecto. Se existirem, colocar os dados e o
Logo.

Equipe do projecto

• Descrever, objectivamente, a equipe que elaborou o projecto;


• Inserir um currículo resumido de cada profissional envolvido;
• Descrever a estrutura disponível e a capacidade institucional para abrigar o
projecto;
• Descrever a capacidade técnica, física e operacional (instalada) do proponente,
sua organização, logística e recursos a serem utilizados;
• Prever todos os recursos técnicos, materiais e físicos necessários à execução,
porém, não comprometer recursos indisponíveis.

Contextualização do Projecto

• Elaborar um diagnóstico da situação envolvida, de forma focada e sucinta;


• Problematizar para assegurar que o projecto parte de uma realidade e
necessidade comprovada;
• Ter dados reais da situação, com um retrato histórico e actual;
• Descrever a contribuição dos beneficiários na elaboração do projecto.

Objectivos
Geral
• O objectivo deve sempre ser o de materializar o produto final. Por exemplo, se o
Trabalho Prático consiste em ter como produto final um anúncio publicitário
para televisão, o objectivo deverá ser o de produzir um vídeo. Se for simulação
empresarial, será o de criar uma empresa...
• Deve reflectir a razão de ser do projecto
• Deve ser claro, coerente e sucinto de modo a explicar o que o projecto visa

Específicos
• Constituem as acções que serão levadas a cabo para materializar o objectivo
geral

Resultados esperados
• Indicar quais os resultados que se pretendem alcançar ao final do projecto;
• Ser realista e manter coerência com os objectivos propostos.

19

Justificativa
• Não deverá haver dúvida do porquê do projecto, o fim a que se destina,
devendo convencer da necessidade e relevância dos objectivos propostos;
• Deixar clara a sua contribuição social, ambiental, cultural, etc.;

2.3 Desenvolvimento
Revisão Bibliográfica
• Procurar fundamentar teórica e tecnicamente o projecto;
• As normas e técnicas para as citações e referências deverão ser de acordo com as
usadas para elaboração de Monografia nesta IES.
• Para todo o trabalho número de páginas não deve ser inferior a 10 e superior a
35.

Público-alvo
• Delimitar o público envolvido e descrever os beneficiários directos e indirectos,
indicando-os também quantitativamente, se possível (comunidades, grupos,
pessoas, etc.);
• Essa descrição deve ser realista e coerente com a proposta e estratégia do
projecto.

Metodologia e Estratégia do projecto (actividades)


• Descrever os meios que serão utilizados e as acções para assegurar o êxito do
projecto;
• Não saltar etapas – as acções devem ser necessárias e suficientes para assegurar
os objectivos pretendidos, mostrando coerência no texto;
• Definir uma proposta metodológica a ser utilizada pelo projecto, descrevendo:
• Como o projecto será desenvolvido;
• Qual a dinâmica de implementação;
• Como ele será operacionalizado;
• Quais os instrumentos de execução;
• Qual a forma de condução;
• Descrever, sequencialmente, as etapas do desenvolvimento do projecto.
Premissas e análise de risco

• Analisar os riscos para o desenvolvimento do projecto, fazendo a sua previsão e


observando as ameaças internas e externas.
• Descrever os elementos que asseguram a viabilidade do projecto;
• Realizar uma análise dos factores de risco internos do projecto.
• Assegurar que o projecto esteja inserido nas políticas e programas
governamentais e institucionais;
• Assegurar que o mesmo obedeça aos aspectos legais vigentes.

20

• Analisar a viabilidade financeira
• Quanto vai custar;
• Quem vai financiar;
• Como será o financiamento.

• Analisar a viabilidade técnica


• Quem vai dar o suporte técnico;
• Quanto vai custar tal suporte.

• Analisar a viabilidade económica


• Analisar se o projecto garante o retorno dos investimentos;
• Verificar se pode ser garantida a sua auto-sustentabilidade.

• Analisar a viabilidade ambiental
• Assegurar o respeito aos princípios de sustentabilidade ambiental.

Análise das premissas – factores externos ao projecto


• Analisar os factores que estão fora do controlo do projecto mas que são
importantes para o seu êxito;
• Examinar se as actividades descritas conduzem directamente aos objectivos
específicos, ou se para isto acontecer, deverá ocorrer algo adicional externo ao
projecto;
• Examinar se os objectivos específicos que conduzem directamente ao objectivo
do projecto, verificando se existem algum factor externo ao projecto que possa
contribuir ou impedir de se chegar a este fim.

c) Elementos Pós-textuais
Considerações finais
Bibliografia

Apresentação das citações


a) Citação de obras
Exemplo1:
(Stadler, 1987, p. 68). Esta forma de citação é colocada no fim da apresentação da
ideia ou afirmação do autor. Trata-se de uma citação directa. (ver abaixo).
• “Consideramos que somente a mais completa aplicação do princípio da
solidariedade pode destruir a luta, a opressão, a exploração, e a solidariedade
só pode nascer do livre acordo, da harmonização espontânea e desejada dos
interessados” (Matesta,1979, p. 32-34).

Exemplo 2:
De acordo com Jesuíno ou Segundo Jesuíno (1987, p 7)... (ver abaixo).

21

• De acordo com Jesuíno (1987, p. 7), tal como em muitos outros países,
também em Portugal, a liderança tem como antecedentes a arte de
comando, captável através do auxílio de elementos biográficos de
personagens consideradas líderes.

b) Citação de obras com mais de dois autores


Exemplo 3:
- Luke, et al., 1998, p. 25, referem que...
- Alguns autores, como por exemplo Luke, Ventris, Reed & Reed (1989, pp. 35-40)
argumentam o seguinte...

c) Citação de jornais, revistas, relatórios, artigos, internet, comunicações pessoais

i- Citação de jornais
Coloca-se entre parênteses, o nome do jornal em itálico e a data. - ( Financial Mail,
1993, March 16).

ii- Citação de revistas científicas


Coloca-se entre parênteses o nome do autor do artigo e o ano da publicação do
artigo. - Exemplo: (Hyslop, 1986, p. 90).

iii- Citação relatórios publicados por Departamentos Governamentais,


Associações e
Empresas
Estes dizem respeito a artigos publicados por Departamentos Governamentais,
Associações e Empresas.
Neste caso escreve-se o nome do departamento ou instituição em causa e o ano do
artigo.
- Por exemplo: Instituto Nacional do Ensino à Distância, Maputo, 2003.

iv- Comunicação pessoal


Estas incluem: cartas, memorandos, emails e entrevistas pessoais. Estas não são
incluídas nas referências bibliográficas, pois não se trata de documentos
oficialmente publicados, mas podem constar dos anexos.
Para este caso, coloca-se a inicial do nome e o apelido do autor seguidos de
parênteses onde se coloca o tipo de documento e a data.
Por exemplos:
- Baloyi (entrevista, 19 Abril 2005).
- Musuka (comunicação pessoal, 16 Fevereiro 2004).
A comunicação pessoal serve para reforçar os argumentos ou exemplificar as
situações relatadas pelo estudante. Desta forma, é imperioso que o autor do
trabalho tenha o consentimento dos produtores ou elaboradores desses
documentos, por serem de facto pessoais.

v- Citação eletrónica
A citação electrónica é semelhante à citação de obras ou livros publicados.
Exemplos:
a) Com nr. da página
Cheek & Buss (1981. p. 332)
b) Sem o nr da página
d) Myers (2000, p. 5) Ou
e) Beutler, 2000, último período, para.1).

22

2.3 Elementos Pós-textuais
Ao nível dos elementos pós-textuais enquadramos a bibliografia (todas as obras
consultadas) ou as referências bibliográficas (todas as obras consultadas e
referenciadas no texto), os apêndices (que são os textos explicativos
complementares) e os anexos (que são documentos, fotografias, gráficos e outros
materiais que servem para explicitar o conteúdo do texto).
Nas monografias para a obtenção do Grau de licenciatura no ISCIM deve-se colocar
as referências bibliográficas e os anexos, estes últimos, caso seja necessário.

2.3.1 Referências bibliográficas


São apresentadas após as conclusões, portanto, antes dos anexos e nelas constam
todas as obras consultadas e que foram citadas ao longo do trabalho. Importa referir
que a bibliografia é apresentada em ordem alfabética. No ISCIM, as monografias
seguem a norma do APA (American Psicological Association).

Exemplos:
(1) – Referências bibliográficas:
A referência bibliográfica apresenta a seguinte sequência:
a. apelido, nome do autor;
b. data da publicação;
c. título;
d. número da edição;
e. local da publicação;
f. editora

Exemplos:

a) Livros
i- Referências que tenham apenas um autor:
• Lasch, C. (1978). The culture of narcissism: American life in an age of
diminishing expectations. New York: Norton.

ii- Referências bibliograficas com dois autores


• Vacca, R. & Vacca J. (1986). Content area reading (2nd ed.). Boston:
Little Brown.

iii- Referências bibliográficas com mais de dois autores ( três em diante)


• Easton, S.; Mills, J.M.; Winokur, D.K. et al. (1982). Equal to the task:
How working women are managing in corporate America. New York:
Seaview Books.

b) Relatórios ou documentos governamentais


• Departamento da Educação. (Dezembro 1996) Chanching
Management to Manage Change in Education. Pretoria: CTP Printers.

c) Indicação de Artigos de Jornais:

i- Artigo assinado: Exemplos:


• Dimenstein, Gilberto. Qual o limite? Folha de S. Paulo. 1º Caderno, p.
2, 28 de Jul.1993.

23

• Kolata, G. (1987, Dec. 17) New research holds promise for deslexics.
The Star, Sunrise ed., p. 12.

ii- Artigo não assinado: Exemplos:


• b1) Tarifação camuflado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 14 ago. 1993. 1º
Caderno, p. 2.
• b2) New drug appears to sharply cut risk of death from heart failure.
(1993, July 15). The Washington Post, p. A12.

e) Artigos publicados em revistas: Exemplo:


Bunse, Heinrich A. W. Algumas notas sobre a pesca e o pescador num trecho do
litoral sul do brasil. Revista brasileira de Filologia, Rio de Janeiro: Acadêmica, v. IV,
nº 12, p. 38-73, 1958.

f) Artigos não publicados: Exemplo:


Martin, M.S. (1984, April.) Your investment portfolio. Speech at the University Club
at Towson, MD.

g) Revistas
Anderson, K. (1983, January 24). An eye for an eye: Death row may soon lose a lot
residents to executioner. Time, pp. 28-39.

h) Teses não publicadas


Mashele, Z.W. (2002). Exploration of the roles and functions of school governing bodies in
previously disadvantaged scholpls. Unpublished Masterʼs Thesis, University of the
Witwatersrand, Johannesburg, South Africa.

i) Modelos de referência bibliográficas de documentos electrónicos: Exemplo:


Available from (world Wide Web) seguida de URL entre parênteses ( ) (URL- Uniform
Resource Locator).

i. Monografia electrónica on line: Exemplo:


Pritzer. T. J. (1986). An Early fragmentation central Nepal (on line) Available from
world Wide URL;http//www. Ingres.com.html.

ii. Revistas e jornais on line: Exemplos:


• Título. (tipo de suporte). Edição. Local de publicação: editora, data da
publicação Disponibilidade e acesso.
• Journal of Technology Education (On-line). Blacksburg: Virginia
Polytechnic Institute, 1989-.Available from Internet:
<URL:gopher://borg.libvt.edu:70/jte>.
• Lavill, S.(2005, November 30). Activists accused of spying on Iraq.
Guardian Unlimited. Retrieved November 30, 2005 from
http://www.guardian.co.uk/Iraq/Story/o,2763,1653881,00.html.

2.3.2 Anexos / Apêndices


Os anexos são documentos, nem sempre do próprio autor, que se acrescentam
quando exigidos pela natureza do trabalho, servindo como complemento do
mesmo, para melhor explicitar ou demonstrar algo, enquanto os apêndices são de
autoria do autor

24

3. Apresentação gráfica do trabalho
3.1 Espaçamento:
Todos os textos devem ser apresentados em folha A4, devendo ser digitadas num
só lado da folha e com um espaço de 1,5 cm entre os parágrafos.

3.2 Margens:
Devem ser usadas as seguintes margens:
• Margem superior: 1.5 cm
• Margem inferior: 2.0 cm
• Margem esquerda: 2.5 cm
• Margem direita: 1.5 cm
3.3 Numeração
• Todas as folhas devem ser enumeradas com excepção da folha de
rosto. A enumeração deve ser em letra romana para a página de rosto,
declaração, dedicatória, agradecimentos, resumo e índice.
• Em relação ao corpo do trabalho que contém a introdução,
desenvolvimento e conclusão, este deve obedecer à enumeração
arábica e localizada na parte inferior da folha à direita da margem.
• Os capítulos devem ser iniciados numa nova página, mesmo que
sobre espaço suficiente na página que termina o capítulo anterior;
• Os títulos e subtítulos.

Os títulos e subtítulos devem ser separados com um espaço duplo e devem ser
numerados.
Por exemplos:
1- Título
1.1 - Subtítulo
1.1.1
1.1.2
1.1.3
1.2.1
1.2.2
2- Título
2.1-Subtítulo
2.1.1
2.1.2
Etc.

3.4 Tamanho da letra e Fonte


O tamanho da letra a usar nos trabalhos deve ser 12, a fonte é Times New Roman.
O título e subtítulo deverá ser a negrito.

4. Número de Páginas da Monografia


A Monografia deve apresentar no mínimo 30 páginas ou no máximo 40 páginas
(excluindo os apêndices e os anexos).

25

Apêndice IV: Declaração

Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique


Curso de ______________________________________

DECLARAÇÃO
Declaro por minha honra que esta Monografia, no presente momento, submeto ao
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique, em cumprimento
dos requisitos para a obtenção do grau de licenciatura em ________________, nunca
foi apresentada para a obtenção de qualquer outro grau académico e que constitui o
resultado da minha investigação pessoal, tendo indicado no texto e na bibliografia
as fontes que utilizei.

Maputo, aos ..... de ..... de 2013

O (A) candidato (a) O supervisor

26

Apêndice V: Termo de recepção da Monografia
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique

Termo de Recepção da Monografia


Declaro que o estudante _________________________________________________,
entregou no dia ___/____/____, quatro cópias da Monografia, para submissão da
defesa da sua tese
de Conclusão do Curso de Licenciatura em
____________________________________.
Título do Trabalho:
___________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__
(Local), _______de __________________de _____________
A Coordenadora para os Cursos de Graduação
_______________________________________

27

Apêndice VI: Termo da Versão final do Trabalho de Licenciatura em forma física
e em CD-ROM
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique
Direcção do Registo Académico

Termo de Recepção da Versão final do Trabalho de Licenciatura em forma física


e em CDROM
Declaro que o estudante _________________________________________________,
entregou no dia _____/____/_____ , 3 exemplares físicos e um em CD-ROM com a
Monografia da
Conclusão do Curso de Licenciatura em PDF para o arquivo e para o Registo
Académico do
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique.
Título do Trabalho:
___________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__
(Local), _______de __________________de _____________
A Coordenadora para os Cursos de Graduação
_______________________________________

28

Apêndice VII: Acta de Exame de Conclusão da Licenciatura
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique
Direcção Pedagógica
Curso de ________________________________

Acta de Defesa do Trabalho de Licenciatura

ACTA DE DEFESA DA MONOGRAFIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM


____________________________________________Campus
Mapulango________________________

As ____________ horas do dia ________ do mês de _____________________do ano de


___________, na sala____________, compareceram para defesa pública da monografia de
licenciatura, requisito obrigatório para a obtenção do título de Licenciado o (a)
aluno(a):_______________________________________________________, tendo como Título
da
Monografia:______________________________________________________________________
___________________. Constituíram o jurí os docentes:
______________________________________________ (Supervisor(a)),
__________________________________________ (Co-Supervisor(a)),
_______________________________________ (Arguente), e
__________________________________________ (Presidente). Após a apresentação e as
observações dos membros do júri, ficou definido que o trabalho foi considerado
_________________ com a nota de ______________ valores.
Eu,________________________________________________________(Presidente do Júri),
lavrei a presente acta que segue assinada por mim e pelos demais membros.

Observações:_____________________________________________________________________

____________________________________________________________________

Membros do Jurí:
_______________ ______________________________ ______________________________
_____ _________ _________
Nome Completo Nome Completo Nome Completo
(Supervisor) (Presidente) (Arguente)

29

Apêndice VIII: Formulário a ser Preenchido Pelos Estudantes no Acto da
Submissão do Projecto
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique
Direcção Pedagógica
Curso de ________________________________

Parecer do Conselho
Científico
____________________
________________
____________________
________________

FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DO TEMA PARA


MONOGRAFIA


Nome Completo do estudante Interno Telefone

Curso e-mail
A SER PREENCHIDO PELO ESTUDANTE

TEMA DA MONOGRAFIA

Previsão de conclusão da
monografia:

RESUMO DA MONOGRAFIA

30

Nome do Supervisor Contacto Telefone/e-mail

Nome do Co-
A SER PREENCHIDO PELO SUPERVISOR

Supervisor Contacto Telefone/e-mail

PARECER
………………………………………………………………………………………...……………
……………………………………..…………...……………………………………………………
………………………………………………………………………………………...……………
……………………………………..…………...……………………………………………………
………………………………………………………………………………………...……………
……………………………………..…………...……………………………………………………
Observações adicionis:
……………………...………………………………..……….……………………………………...
………...……………………………………………………
……………………………….………………………………………………………………………
.……………………………………...………...……………………………………………………
………………………………….……………………………………………………………………
.……………………………………...………...……………………………………………………

Data de emissão: ______ /_______/ 20_____

Assinatura do Estudante Assinatura do Supervisor


………………………………… ……………………………..…………………
………..………………………… ………………………

______________________________________________________________________________
______________________________________
ISCIM-Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique, Rua Irmãos Roby
nº224- Maputo Tel: 21405664 Cel:823055451

31

Apêndice IX: Aprovação do Supervisor
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique
Direcção Pedagógica
Curso de ________________________________

Aprovação do Supervisor

Eu,...........................Supervisor da Monografia com o título ...........................do (a)


estudante ................................da licenciatura de ........................ considero que o
trabalho reune as condições mínimas para ser apresentado e defendido perante um
júri.

O Supervisor
.................................................

32

Apêndice X: Normas gráficas, em formato físico, da apresentação oral do Exame
de Estado de Licenciatura no ISCIM
O presente documento é um apêndice do documento “Normas gráficas, em formato
físico, da apresentação oral do Exame de Estado de Licenciatura no ISCIM” e
apresenta as normas gráficas de elaboração da apresentação oral e tem por objectivo
padronizar a apresentação.

1. Estrutura básica dos trabalhos


a) Elementos Pré-textuais
- Capa;
- Índice.

b) Elementos Textuais
- Introdução do Tema I;
- Desenvolvimento do Tema I;
- Introdução do Tema II
- Desenvolvimento do Tema II;

c) Elementos Pós-textuais
- Bibliografia do Tema I;
- Bibliografia do Tema II.

2. Explicações sobre alguns elementos da estrutura básica dos trabalhos


2.1 Elementos Pré-textuais
2.1.1 Capa
Capa do Exame de Estado segue as regras do do Apêndice I, do ponto 3.1. e terá
que ser aprovada pelo Coordenador do Curso.

2.1.2 Índice
Indica as páginas onde se encontram os temas ou assuntos apresentados, no
trabalho.

2.2 Elementos Textuais


Os elementos textuais representam o corpo do Trabalho. Estes incluem:

2.2.1 Introdução
a) Introdução
A introdução compreende duas partes, apresentando a primeira:
• a apresentação do tema do trabalho;
• a contextualização do tema;
• a importância do tema;
• a estrutura do trabalho.

b) Objectivos (opcional)
Os objectivos podem ser formulados em:
• O objectivo geral

2.2.2 Desenvolvimento
O desenvolvimento divide-se em:

a) Revisão da Literatura

33

A Revisão da literatura apresenta visões de diferentes autores de referência, sobre o
tema que se pretende explorar.

b) Comentário/critica (opcional)

Apresentação das citações


a) Citação de obras
Exemplo1:
(Stadler, 1987, p. 68). Esta forma de citação é colocada no fim da apresentação da
ideia ou afirmação do autor. Trata-se de uma citação directa. (ver abaixo).
• “Consideramos que somente a mais completa aplicação do princípio da
solidariedade pode destruir a luta, a opressão, a exploração, e a solidariedade
só pode nascer do livre acordo, da harmonização espontânea e desejada dos
interessados” (Matesta,1979, p. 32-34).

Exemplo2:
De acordo com Jesuíno ou Segundo Jesuíno (1987, p 7)... (ver abaixo).
• De acordo com Jesuíno (1987, p. 7), tal como em muitos outros países,
também em Portugal, a liderança tem como antecedentes a arte de
comando, captável através do auxílio de elementos biográficos de
personagens consideradas líderes.

b) Citação de obras com mais de dois autores


Exemplo3:
- Luke, et al., 1998, p. 25, referem que...
- Alguns autores, como por exemplo Luke, Ventris, Reed & Reed (1989, pp. 35-40)
argumentam o seguinte...

c) Citação de jornais, revistas, relatórios, artigos, internet, comunicações pessoais

i- Citação de jornais
Coloca-se entre parênteses, o nome do jornal em itálico e a data. - ( Financial Mail,
1993, March 16).

ii- Citação de revistas científicas


Coloca-se entre parênteses o nome do autor do artigo e o ano da publicação do
artigo. - Exemplo: (Hyslop, 1986, p. 90).

iii- Citação relatórios publicados por Departamentos Governamentais,


Associações e
Empresas
Estes dizem respeito a artigos publicados por Departamentos Governamentais,
Associações e Empresas.
Neste caso escreve-se o nome do departamento ou instituição em causa e o ano do
artigo.
- Por exemplo: Instituto Nacional do Ensino à Distância, Maputo, 2003.

iv- Comunicação pessoal


Estas incluem: cartas, memorandos, emails e entrevistas pessoais. Estas não são
incluídas nas referências bibliográficas, pois não se trata de documentos
oficialmente publicados, mas podem constar dos anexos.

34

Para este caso, coloca-se a inicial do nome e o apelido do autor seguidos de
parênteses onde se coloca o tipo de documento e a data.
Por exemplos:
- Baloyi (entrevista, 19 Abril 2005).
- Musuka (comunicação pessoal, 16 Fevereiro 2004).
A comunicação pessoal serve para reforçar os argumentos ou exemplificar as
situações relatadas pelo estudante. Desta forma, é imperioso que o autor do
trabalho tenha o consentimento dos produtores ou elaboradores desses
documentos, por serem de facto pessoais.

v- Citação eletrónica
A citação electrónica é semelhante à citação de obras ou livros publicados.
Exemplos:
a) Com nr. da página
Cheek & Buss (1981. p. 332)
b) Sem o nr da página
d) Myers (2000, p. 5)
Ou
e) Beutler, 2000, último período, para.1).

2.3 Elementos Pós-textuais


Ao nível dos elementos pós-textuais enquadramos a bibliografia (todas as obras
consultadas) ou as referências bibliográficas (todas as obras consultadas e
referenciadas no texto), os apêndices (que são os textos explicativos
complementares) e os anexos (que são documentos, fotografias, gráficos e outros
materiais que servem para explicitar o conteúdo do texto).
A apresentação física do Exame de Estado para a obtenção do Grau de licenciatura
no ISCIM deve-se colocar as referências bibliográficas.

2.3.1 Referências bibliográficas


São apresentadas no final do trabalho e nelas constam todas as obras consultadas e
que foram citadas ao longo do trabalho. Importa referir que a bibliografia é
apresentada em ordem alfabética. No ISCIM, todos os trabalhos seguem a norma do
APA (American Psicological Association).

Exemplos:
(1) – Referências bibliográficas:
A referência bibliográfica apresenta a seguinte sequência:
a. apelido, nome do autor;
b. data da publicação;
c. título;
d. número da edição;
e. local da publicação;
f. editora

Exemplos:

a) Livros
i- Referências que tenham apenas um autor:
• Lasch, C. (1978). The culture of narcissism: American life in an age of
diminishing expectations. New York: Norton.

35

ii- Referências bibliograficas com dois autores
• Vacca, R. & Vacca J. (1986). Content area reading (2nd ed.). Boston:
Little Brown.

iii- Referências bibliográficas com mais de dois autores ( três em diante)


• Easton, S.; Mills, J.M.; Winokur, D.K. et al. (1982). Equal to the task:
How working women are managing in corporate America. New York:
Seaview Books.

b) Relatórios ou documentos governamentais


• Departamento da Educação. (Dezembro 1996) Chanching
Management to Manage Change in Education. Pretoria: CTP Printers.

c) Indicação de Artigos de Jornais:

i- Artigo assinado: Exemplos:


• Dimenstein, Gilberto. Qual o limite? Folha de S. Paulo. 1º Caderno, p.
2, 28 de Jul.1993.
• Kolata, G. (1987, Dec. 17) New research holds promise for deslexics.
The Star, Sunrise ed., p. 12.

ii- Artigo não assinado: Exemplos:


• b1) Tarifação camuflado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 14 ago. 1993. 1º
Caderno, p. 2.
• b2) New drug appears to sharply cut risk of death from heart failure.
(1993, July 15). The Washington Post, p. A12.

e) Artigos publicados em revistas: Exemplo:


Bunse, Heinrich A. W. Algumas notas sobre a pesca e o pescador num trecho do
litoral sul do brasil. Revista brasileira de Filologia, Rio de Janeiro: Acadêmica, v. IV,
nº 12, p. 38-73, 1958.

f) Artigos não publicados: Exemplo:


Martin, M.S. (1984, April.) Your investment portfolio. Speech at the University Club
at Towson, MD.

g) Revistas
Anderson, K. (1983, January 24). An eye for an eye: Death row may soon lose a lot
residents to executioner. Time, pp. 28-39.

h) Teses não publicadas


Mashele, Z.W. (2002). Exploration of the roles and functions of school governing bodies in
previously disadvantaged scholpls. Unpublished Masterʼs Thesis, University of the
Witwatersrand, Johannesburg, South Africa.

i) Modelos de referência bibliográficas de documentos electrónicos: Exemplo:


Available from (world Wide Web) seguida de URL entre parênteses ( ) (URL- Uniform
Resource Locator).

i. Monografia electrónica on line: Exemplo:

36

Pritzer. T. J. (1986). An Early fragmentation central Nepal (on line) Available from
world Wide URL;http//www. Ingres.com.html.

ii. Revistas e jornais on line: Exemplos:


• Título. (tipo de suporte). Edição. Local de publicação: editora, data da
publicação Disponibilidade e acesso.
• Journal of Technology Education (On-line). Blacksburg: Virginia
Polytechnic Institute, 1989-.Available from Internet:
<URL:gopher://borg.libvt.edu:70/jte>.
• Lavill, S.(2005, November 30). Activists accused of spying on Iraq.
Guardian Unlimited. Retrieved November 30, 2005 from
http://www.guardian.co.uk/Iraq/Story/o,2763,1653881,00.html.

3.Apresentação gráfica do trabalho


A apresentação oral do Exame de Estado será em power-point animados, de acordo
com a criatividade do estudante.

3.1. Capa
A capa do Exame de Estado deve ter:
• Logotipo do ISCIM;
• Os dois temas;
• Nome do estudante e curso,

3.1 Regras:
• Todos os textos devem ser apresentados em folha A4, devendo ser
digitadas num só lado da folha;
• Os power-point não devem ser massudos (cada power-point deve ter no
máximo 8 linhas).

3.2 Numeração
Todas as folhas devem ser enumeradas, de forma arábica.

37

Apêndice XI: Capa

38

Apêndice XII: Rosto

39

Apêndice XIII Termo de recepção da apresentação oral do Exame de Estado
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique

Termo de Recepção da apresentação física do Exame de Estado


Declaro que o estudante _________________________________________________,
entregou no dia ___/____/____, quatro cópias da apresentação física do Exame de
Estado, para submissão da apresentação oral.
de Conclusão do Curso de Licenciatura em
____________________________________.
Título do Trabalho:
___________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__
(Local), _______de __________________de _____________
A Coordenadora para os Cursos de Graduação
_______________________________________

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