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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE

DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO


(INCLUIR DADOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ONDE SE
PROTOCOLARÁ O AGRAVO DE INSTRUMENTO)

Agravante: (nome do agravante)


Agravado: (nome do agravado)
Processo de Origem n.º (número do processo de origem)
(dados da vara onde tramita o processo de origem)

(nome do agravante), (nacionalidade), (estado civil), (profissão), portador da


Carteira de Identidade n.º (número da carteira de identidade), (órgão expedidor), inscrito
no CPF sob o n.º (número do CPF), endereço eletrônico (endereço de e-mail), residente
e domiciliado à Rua (endereço completo), neste ato representado por seu advogado
abaixo assinado (docs. 01 a 04), vem à digna presença de Vossa Excelência apresentar

AGRAVO DE INSTRUMENTO COM PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO

em face de (nome do agravado), (nacionalidade), (estado civil), (profissão), portador da


Carteira de Identidade n.º (número da carteira de identidade), (órgão expedidor), inscrito
no CPF sob o n.º (número do CPF), endereço eletrônico (endereço de e-mail), residente
e domiciliada à Rua (endereço completo), o que faz pelas razões fático-jurídicas a seguir
alinhavadas.
De acordo com o artigo 1.017, § 5.º, do Código de Processo Civil, não é
obrigatória a juntada dos documentos constantes nos incisos I e II da referida norma, pois
os autos tramitam pela via eletrônica. Não obstante, em respeito à celeridade processual,
anexa-se cópia integral dos autos do Processo n.º (número do processo original) (doc.
05), que tramita pela (dados da vara onde tramita o processo original), onde foi proferida
a decisão que se deseja agravar.

Requer-se assim a pronta distribuição do presente Agravo de Instrumento e


seu regular processamento.

Termos em que,
Pede e Espera,
Deferimento.
(Local e data).

(nome do advogado)
(OAB do advogado)
EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO (DADOS DO
TRIBUNAL ONDE SE PROTOCOLARÁ O AGRAVO DE
INSTRUMENTO)
COLENDA CÂMARA JULGADORA
EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR RELATOR
EMINENTES JULGADORES

1. INICIALMENTE
1.1. Intimações
Em atendimento ao disposto no artigo 1.016, inciso IV, do Código de Processo
Civil passa-se a informar o nome e endereço completo dos advogados constantes do
presente processo:

Advogado do Agravante:
 (nome do advogado do agravante), (OAB do advogado do
agravante)
Telefone: (telefone)
E-mail: (endereço de e-mail)
Endereço para intimações: (endereço físico completo onde
recebe intimações).
.
Advogado do Agravado
 (nome do advogado do agravado), (OAB do advogado do
agravado)
Telefone: (telefone)
Endereço para intimações: (endereço físico completo
onde recebe intimações).

1.2. Tempestividade
O Código de Processo Civil prevê em seu artigo 1.003, § 5.º, que o prazo para
interposição de recurso é de 15 (quinze) dias, com exceção dos Embargos de Declaração.
Além disso, o artigo 219, caput, do mesmo diploma legal, estipula que na contagem dos
prazos processuais devem ser computados apenas os dias úteis.
Como se pode notar por meio da cópia do processo principal anexa, o
Agravante foi citado em (data da citação).

Tem-se assim que o prazo fatal para a interposição do presente Agravo de


Instrumento é o dia (data em que se encerrará o prazo para interposição do Agravo de
Instrumento).

Decerto, sendo protocolado nesta data, perfeitamente tempestivo o Agravo de


Instrumento que agora se apresenta.

2. DO RESUMO DA LIDE
(Incluir um resumo dos fatos que motivaram a interposição do processo original
e o seu andamento até o momento)

Conforme se notará adiante, não existe justa causa para a concessão da


liminar, devendo o juiz a quo aguardar a formação do contraditório, a audiência de
conciliação e analisar cabalmente as provas que serão produzidas.

3. DA DECISÃO VERGASTADA
Não obstante todos dos fatos acima descritos, após o protocolo da presente
ação, o juízo a quo, decidiu conceder a liminar nos seguintes termos:

(incluir o texto da decisão agravada)

Conforme se nota, o juízo a quo, baseou sua decisão de concessão da liminar


nas seguintes premissas:
 (incluir premissas em que se basearam a decisão);

Nos próximos tópicos se demonstrará a inexistências das razões fáticas e


jurídicas balizadoras da concessão vergastada.

3.1. Dos motivos para indeferimento do pedido liminar


Como é possível perceber por todo o arrazoado já feito até aqui e das provas
que foram juntadas, a situação fática é bem diferente daquela que se fez o juiz a quo
acreditar.
(incluir os motivos fáticos em que se baseia o pedido de indeferimento da
liminar).

4. DO DIREITO
(incluir argumentos jurídicos doutrinários e jurisprudenciais que justificam o
indeferimento da liminar, segue um exemplo envolvendo ação de alimentos)
4.1. A situação econômica e física não aponta para necessidade de
alimentos (binômio necessidade possibilidade)
Ficou claro no arrazoado apresentado no item anterior que a realidade dos
fatos foi distorcida com o nítido objetivo de induzir o julgador a erro.

Fornecer alimentos para uma pessoa que não necessita acaba por impedi-la
de encontrar as forças que necessita para seguir com sua vida após o rompimento de um
vínculo matrimonial.

Os alimentos não podem servir como prêmio à ociosidade.

O professor Washington de Barros Monteiro já asseverava em seu Curso de


Direito Civil, Volume 2, p. 531, 40.ª Edição, Editora Saraiva, São Paulo, 2010, o seguinte:

“Verifica-se, por esse artigo, que não pode requerer alimentos nem
viver a expensas de outro quem possui bens, ou está em
condições de subsistir com o próprio trabalho. – destaques
acrescentados.

Nesse rumo, ainda, o Agravante pede vênia para transcrever as lúcidas lições
de Arnaldo Rizzardo que em seu livro Direito de Família: Lei n.º 10.406, de 10/01/2002,
pp. 753-754, 7.ª Edição, Editora Forense, Rio de Janeiro, 2009, ensina o seguinte:

“Se a pessoa tem capacidade para desempenhar uma atividade


rendosa, e não a exerce, não recebe amparo da lei. Obviamente,
os alimentos não podem estimular as pessoas a se manterem
desocupadas, ou a não terem a iniciativa de buscar o exercício
de um trabalho. O art. 1.695 (art. 399 do Código anterior) é expresso
a respeito, como se vê da transcrição feita, estando inserida a
condição básica para postular alimentos: aquele que não tem bens,
nem pode, pelo seu trabalho, prover a própria mantença. Daí ser a
capacidade laborativa razão para afastar o pedido.” – destaques
acrescentados.
O artigo 1.695, do Código Civil, complementa essa ideia:

Art. 1.695. O direito à prestação de alimentos quando quem os


pretende não tem bens suficientes, nem pode prover, pelo seu
trabalho, à própria mantença, de quem se reclamam, pode fornecê-
los, sem desfalque do necessário ao seu sustento. – destaques
acrescentados.

O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará também tem julgados que confirma


essa posição, senão vejamos:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO DE FAMÍLIA. UNIÃO


ESTÁVEL. ALIMENTOS PROVISÓRIOS PARA A EX-
COMPANHEIRA. INEXISTÊNCIA DE PROVA DA NECESSIDADE.
DECISÃO MANTIDA. Os alimentos provisórios entre ex-companheiros
são devidos quando demonstrada, no caso concreto, a presença do
binômio necessidade-possibilidade, ou seja, a caracterização da
necessidade de quem pleiteia os alimentos e a possibilidade financeira
de quem os deve. Na espécie, inexiste a comprovação da
necessidade da ex-companheira, conforme preceitua o art. 1.695
do Código Civil. A fixação da pensão alimentícia necessita, desse
modo, de dilação probatória, o que, como se sabe, não cabe em sede
recursal. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. DECISÃO
MANTIDA. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos em
que são partes as acima indicadas, acordam os desembargadores
integrantes da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado
do Ceará, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso e negar-
lhe provimento, nos termos do relatório e do voto da relatora, que
passam a fazer parte integrante do presente acórdão. (TJCE, 7.ª
Câmara Cível, Agravo de Instrumento n.º 0625212-44.2014.8.06.0000,
Relatora Desembargadora Maria Gladys Lima Vieira, j. 15/09/2015). –
destaques acrescentados.

DIREITO CONSTITUCIONAL, CIVIL E PROCESSUAL CIVIL.


AGRAVO RETIDO E APELAÇÃO CÍVEL EM SEDE DE AÇÃO DE
EXONERAÇÃO DE ALIMENTOS. ALEGAÇÃO DE CERCEAMENTO
DE DEFESA EM RAZÃO DE DECISÃO INTERLOCUTÓRIA QUE
INDEFERIU A OITIVA DE TESTEMUNHAS NOS MOLDES
REQUESTADOS PELA APELANTE/AGRAVANTE. NÃO
OCORRÊNCIA DO ALEGADO VÍCIO. PROCESSO
SUFICIENTEMENTE INSTRUÍDO. INCIDÊNCIA DO PRINCÍPIO DO
LIVRE CONVENCIMENTO MOTIVADO E DO COMANDO
NORMATIVO INSCULPIDO NO ART. 130 DO CPC. PREJUDICIAL
REJEITADA. APELO. EXONERAÇÃO DE ENCARGO ALIMENTÍCIO
DEVIDO A RECORRENTE. EX-CÔNJUGE. DIFERENTEMENTE DO
QUE FORA DEFENDIDO NO VERTENTE INCONFORMISMO,
INEXISTEM PROVAS OU OUTROS ELEMENTOS QUE
JUSTIFIQUEM A MANUTENÇÃO DO REFERIDO ENCARGO
(PAGAMENTO DE PLANO DE SAÚDE). PRESENÇA DOS
REQUISITOS AUTORIZADORES DA PRETENSÃO EXONERATÓRIA
CONSTANTE NA PEÇA PÓRTICO. INTELIGÊNCIA DO ART. 1.699
DO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO. RECURSO CONHECIDO E
DESPROVIDO. I. (...) II. (...) III. APELAÇÃO CÍVEL. Em seu
inconformismo, a apelante aduz que a insigne magistrada singular, ao
julgar procedente a pretensão autoral, incorreu em error in iudicando,
na medida em que os documentos acostados aos vertentes autos
fazem prova inconteste da imprescindibilidade do plano de saúde
provido pelo seu ex-cônjuge, ora recorrido. IV. No entanto, sob o prisma
do princípio da igualdade, introjetado no art. 5º, § 1º, da Constituição
Federal, não mostra razoável que a recorrente, mulher jovem e
graduada em curso de ensino superior, continue a se beneficiar
da prestação alimentícia (plano de saúde) devida por seu ex-
cônjuge, ora recorrido, pelo simples fato de não conseguir
ingressar no mercado de trabalho por falta de experiência
profissional para tanto. V. Outrossim, os artigos 1.695 e 1.699 do
Código Civil rezam que a obrigação de prestar alimentos somente
será devida quando quem os pretende não puder se sustentar com
seu próprio trabalho, prevendo a exoneração quando ocorrer
mudança na fortuna do alimentante ou na necessidade do alimentando.
VI. Na hipótese em tablado, percebe-se dos fólios processuais que a
recorrente, à época do surgimento da obrigação devida pelo apelado,
era estudante universitária, situação que não mais subsiste. Desse
modo, com fulcro no artigo 1.699 do Código Civil, mostra-se
plenamente justificável a procedência da pretensão exoneratória
formulada pelo apelado na peça pórtico. VII. RECURSOS
CONHECIDOS E DESPROVIDOS. SENTENÇA MANTIDA. (TJCE, 1.ª
Câmara Cível, Apelação n.º 0037279-34.2007.8.06.0001, Relator
Desembargador Francisco Sales Neto, j. 29/08/2011). – destaques
acrescentados.

O entendimento do Superior Tribunal de Justiça não é dissonante:

RECURSO ESPECIAL - AÇÃO REVISIONAL DE ALIMENTOS E


RECONVENÇÃO - NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL -
NÃO-OCORRÊNCIA, NA ESPÉCIE - JULGAMENTO EXTRA PETITA
- AUSÊNCIA DE INDICAÇÃO DO DISPOSITIVO LEGAL TIDO POR
VIOLADO - INCIDÊNCIA ANALÓGICA DO ENUNCIADO N. 284 DA
SÚMULA/STF - OBRIGAÇÃO ALIMENTÍCIA - CARÁTER
TRANSITÓRIO - ADMISSIBILIDADE - PRECEDENTES - HIPÓTESE
APLICÁVEL AO CASO DOS AUTOS - RECURSO ESPECIAL
IMPROVIDO. (...) III - Admite-se o caráter transitório conferido à
obrigação alimentícia, porquanto a fixação de alimentos por tempo
determinado, dependente da análise do caso concreto, constitui
instrumento de motivação para que o alimentando procure meios
próprios de subsistência, para que não permaneça, por tempo
indeterminado, em ociosidade, a depender do conforto material
propiciado pelos alimentos que lhe são prestados pelo ex-
cônjuge, sendo esta a hipótese dos autos; IV - Recurso especial
improvido. (STJ, Recurso Especial n.º 1.112.391/SP, Relatora Ministra
Nancy Andrighi, Terceira Turma, j. 07/04/2011). – destaques
acrescentados.
RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. DIREITO CIVIL.
FAMÍLIA. EXECUÇÃO ALIMENTÍCIA. OBRIGAÇÃO.
INADIMPLEMENTO. PRISÃO CIVIL. BINÔMIO NECESSIDADE E
POSSIBILIDADE. EX-CÔNJUGE. CREDORA MAIOR E CAPAZ.
INDEPENDÊNCIA ECONÔMICA. COMPROVAÇÃO. EMERGÊNCIA.
INEXISTÊNCIA. OBRIGAÇÃO PRETÉRITA. RITO DA
EXPROPRIAÇÃO. CABIMENTO. ÓCIO. PRAZO DETERMINADO.
AÇÃO REVISIONAL. EXONERAÇÃO. CITAÇÃO. RETROATIVIDADE.
1. A execução de dívida alimentar pelo rito da prisão exige a atualidade
da dívida, a urgência e a necessidade na percepção do valor pelo
credor e que o inadimplemento do devedor seja voluntário e
inescusável. 2. Na hipótese, a alimentanda, ex-cônjuge do paciente, é
maior e economicamente independente, inexistindo situação
emergencial a justificar a medida extrema da restrição da liberdade sob
o regime fechado de prisão. 3. A obrigação, porquanto pretérita, poderá
ser cobrada pelo rito menos gravoso da expropriação. 4. Os alimentos
devidos entre ex-cônjuges não podem servir de fomento ao ócio
ou ao enriquecimento sem causa, motivo pelo qual devem ser
fixados com prazo determinado. 5. Os efeitos da sentença que julga
procedente o pedido de exoneração do encargo alimentício retroagem
à data da citação, desonerando o obrigado desde então, conforme
dispõe o artigo 13, § 2º, da Lei nº 5.478/1968. 6. Recurso ordinário em
habeas corpus conhecido e provido. (STJ, Recurso Ordinário em
Habeas Corpus n.º 95.204/MS, Relator Ministro Ricardo Villas Bôas
Cueva, Terceira Turma, j. 24/04/2018). – destaques acrescentados.

Assim, fica claro que não existem nos autos provas de necessidade econômica.
Muito pelo contrário!

Não obstante a clara falta de demonstração da necessidade de alimentos


provisórios, as possibilidades do Agravante também não são das melhores.

Por isso, merece ser revogada a liminar concedida nos autos principais, com
efeito suspensivo imediato.

4.2. Da necessidade de concessão de efeito suspensivo ao presente Agravo


As questões destacadas no presente Agravo de Instrumento são de gravidade
extremada e reclama, sem sombra de dúvidas, a concessão da tutela recursal, conforme
estipula o artigo 1.019, inciso I, do Código de Processo Civil.

Demonstrado o preenchimento do requisito do “risco de lesão grave e de difícil


reparação”, pois pagamentos a título de alimentos são irrepetíveis, e da “fundamentação
relevante”, tendo em vista não existência de justo motivo para pagamento de pensão a
ex-cônjuge jovem, saudável e com profissão, há de ser concedido efeito suspensivo ao
recurso ora em análise.

A continuação do processo, com concessão de liminar para pagamento de


alimentos provisórios, sem formação do contraditório e análise das contraprovas, parte
delas apresentadas neste agravo, trará imenso prejuízo ao Agravante.

Irrefutável que ficou comprovado a situação de desequilíbrio da possibilidade


necessidade quanto ao pagamento da verba alimentar.

Como consequência, o Agravante requer a tutela de maneira a suspender os


efeitos da decisão interlocutória guerreada, conferindo-se efeito suspensivo ao presente
recurso.

5. DO PEDIDO
Assim, tendo tudo sido dito e plenamente explicado e provado, o Agravante
requer o seguinte:

a) o recebimento, conhecimento e total provimento do presente Agravo de


Instrumento, inautida altera parte, determinando-se liminarmente, a cassação da
decisão interlocutória combatida e proferida no Processo n.º (número do processo
original), em trâmite pela (dados da vara onde tramita o processo original), com
efeito suspensivo imediato (artigo 8.º, do Código de Processo Civil);

b) ao final, a total procedência do presente Agravo de Instrumento;

c) subsidiariamente, pleiteia-se a suspensão dos efeitos da decisão guerreada até a


análise do pleito por ocasião da oitiva das partes, conforme estipula o artigo 300, §
2.º, do Código de Processo Civil, cumulado com o artigo 1.585, do Código Civil.

d) pleiteia a intimação do Agravado, por seus advogados regulamente constituídos no


processo principal, para, querendo, responder no prazo legal (artigo 1.019, do
Código de Processo Civil), sob as penas da lei.

Termos em que,
Pede e Espera,
Deferimento.
(Local e data).
(nome do advogado)
(OAB do advogado)

Documentos:
Doc. 01 – Carteira de Identidade do Agravante;
Doc. 02 – CPF do Agravante;
Doc. 03 – Comprovante de Endereço do Agravante;
Doc. 04 – Procuração ad judicia;
Doc. 05 – Cópia integral do processo original;
(incluir os demais documentos que comprovem o alegado).