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Editorial Ano 4 N. 4 2013 Entrevista. Nesta edição especial, a Revista Scriptor entrevistou o
Editorial
Ano 4
N. 4
2013
Entrevista. Nesta edição especial, a Revista Scriptor entrevistou o enciclopedista, lexicógrafo
e autor Waldo Vieira. Na seção Encontros Bibliográficos, são discorridos assuntos inéditos, sobre as
neo téc nicas conscienciográficas experimentadas e desenvolvidas pelo entrevistado ao longo experiên​
cia autoral de 7 décadas e dezenas de obras publicadas, sendo 5 tratados científicos embasadores da
Ciência Conscienciologia. Esclarecimentos, opiniões e prospectivas inéditas compõem esta entrevista,
diversificada em termos de assuntos, porém indispensável para a compreensão e aplicação da escrita
conscienciológica visando o autorrevezamento grafopensênico.
Formação. Em seção fixa, o material técnico produzido pelos autores conscienciológicos para
o Curso Formação de Autores, antes somente de acesso aos autorandos inscritos nesta atividade cons​
cienciográfica, está sendo disponibilizado a todos os leitores e autorandos da Scriptor. Em especial
nesta edição, vários trabalhos foram extraídos das apostilas didáticas e atualizados para colaborar com
os intermissivistas com cláusula pétrea de produzir gescons nesta vida intrafísica. Totalizam 10 traba​
lhos de relevância para os interessados em haurir cognição pelas heteroexperiências autorais e técnicas
conscienciográficas já aplicadas.
Leitura. Para ser autor, necessário se faz ser leitor. A autora Kátia Arakaki, no artigo Leitura
Técnica para Escrita Conscienciológica, apresenta as posturas do leitor expert. Os exemplos de leitura
técnica, tipos de autores e o fichamento técnico visando seleção de dados úteis à escrita da obra cons​
cienciológica também integram este trabalho.
Autorganização. Esta autora Rosemary Salles, em Autorganização para a Escrita, reforça
a impor tância do autorando se ater aos detalhes de determinadas condições intraconscienciais e de
infraestrutura possíveis de ocorrerem, visando a melhor produtividade autoral. A agenda pessoal
é peça fundamental para o autorando se organizar.
Planejamento. A autora Dulce Daou, em Rotina Autoral Planejada, demonstra diferentes ma​
neiras do autorando manter constância e continuísmo na escrita, ampliando o rendimento consciencio​
gráfico através de recursos intraconscienciais, de infraestrutura, de convivialidade e de produtividade
gesconológica.
Aleatoriedade. Em contraponto ao trabalho anterior, Rotina Aleatória, da autora Kátia Arakaki,
trata da dificuldade existente em se disponibilizar horário fixo para a escrita, estimulando a valorização
e aproveitamento do tempo e a necessidade de aproveitamento de todas as oportunidades geradas pela
conjuntura da vida.
Originalidade. O autor Julio Almeida, em Autocriatividade Intelectual, expõe diferentes formas
de obtenção de ideias e os fatores geradores da criatividade. Discorre sobre o tema com o enfoque de
a criatividade ser capacidade a ser desenvolvida. Também faz a relação da criatividade com a persona​
lidade do autorando.
Salles, Rosemary;
Editorial
Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 1-2, 2013
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Definição. Do mesmo autor Julio Almeida, Definições apresenta os diferentes tipos, acepções e modos de
Definição. Do mesmo autor Julio Almeida, Definições apresenta os diferentes tipos, acepções
e modos de abordagem para compor a delimitaçaõ do tema e a real determinação do pretendido pelo
autor naquele trabalho. Sugere também evitações ao autorando na própria obra e também ao verbetó​
grafo quando da elaboração de temas de verbetes para a Enciclopédia da Conscienciologia.
Descarte. A Cosmoética Destrutiva Conscienciográfica é apresentada pelas autoras Dulce Daou
e Kátia Arakaki. Constitui na desconstrução de trechos da obra de modo a qualificá​lo ou descartá​lo,
provisória ou definitivamente. Aspectos positivos, ações e técnicas compõe as diversas enumerações
dispostas neste trabalho.
Catalisador. Para se concluir determinada obra, podem surgir condições favoráveis ou dificulta​
doras, conforme discorre esta autora Rosemary Salles, em Catalisadores do Completismo Autoral. Indi​
cativos, posicionamentos intraconscienciais e ações práticas são fundamentais para o autor realizar
a acabativa do trabalho de modo satisfatório para si e para o leitor.
Completismo. Em Completismo Autoral, a autora Dulce Daou expõe sobre a conclusão da obra
em si, desde as categorias de leitores até as estratégias a serem adotadas pelo autorando. Os compor​
tamentos ou atitudes impulsionadoras ao completismo são explicitadas em enumeração de 30 itens.
A Remissiologia com os verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia relacionados ao tema encerra
o trabalho.
Release. O posicionamento conteudístico do autor pode ser demonstrado através de texto para
a imprensa. Em Técnica do Press Release, a autora Málu Balona propõe a escrita de síntese conteudística
demonstrando o valor do livro ao público em geral. Preparar texto publicitário, exercitando a abordagem
objetiva e clara da temática central ora publicada é exercício de autodomínio.
Lançamentos. Foram publicadas 6 obras conscienciológicas pela CCCI, com as respectivas sinopses
publicadas na seção Lançamentos da CCCI em 2012. São elas: Clarividência de Rodrigo Monteiro;
Clarividencia (tradução para o espanhol) do mesmo autor; Conscienciogram: echnique for Evaluating
the Integral Consciousness, de Waldo Vieira; Manual de Verbetografia da Enciclopédia da Conscienciologia, orga​
nizado por Rosa Nader; Fatos e Parafatos da Cognópolis Foz do Iguaçu 2011: Versão Protótipo do Anuário
da Conscienciologia, de Flavio Buononato; Autenticidade Consciencial, de Tony Musskopf; Demystifying
the Out-of-Body Experience: a Practical Manual for Exploration and Personal Evolution, de Luis Mineiro.
Panorama. A Scriptor realizou levantamento de todas as atividades conscienciográficas oferecidas
pelas Instituições Conscienciocêntricas, tomando​se por base o ano de 2012. Estas atividades foram de​
talhadas de modo a oferecer visão de conjunto aos autorandos e interessados na escrita conscienciológica.
O levantamento das informações contou com a participação de diversos voluntários de todas as ICs, aos
quais, deixamos registrados nossos sinceros agradecimentos pelo empenho, disponibilidade e esfor ço
de compilar os dados de modo sistematizado. A tentativa de padronização objetivou facilitar a busca
e a comparação por parte do leitor da Scriptor.
Fixos. Quanto às seções fixas, foram atualizadas as seções de Seleção de Verbetes da Enciclopédia
da Conscienciologia Relativos à Escrita Conscienciológica e dos informes da Uniescon referentes aos fatos
ocorridos em 2012.
Abertismo. Dúvidas, críticas e sugestões são bem​vindas pelo e-mail: uniescon.ccci@gmail.com
Rosemary Salles
Editora da Revista Scriptor
Ano 4
N. 4
2013
2 Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 1-2, 2013
Salles, Rosemary;
Editorial

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Formação Leitura Técnica para Escrita Conscienciológica de autores Kátia Arakaki Definição. A leitura técnica
Formação
Leitura Técnica para Escrita Conscienciológica
de autores
Kátia Arakaki
Definição. A leitura técnica para escrita conscienciológica é a leitura ampla e apro fundada
de diversos tipos de fontes: livros, periódicos, CD​ROMs, filmes, documentários, entre outras,
direcionada para a compreensão do assunto estudado e para o levantamento de dados necessários
à escrita do livro, apresentando aspectos diferenciados da leitura de in for mação corriqueira ou
de lazer.
Sinonímia. 1. Leitura científica. 2. Leitura profissional. 3. Leitura correta. 4. Lei tura
seletiva. 5. Leitura enriquecedora.
Antonímia. 1. Leitura improdutiva. 2. Leitura amadora. 3. Leitura acrítica. 4. Lei tu ra de​
sinteressada. 5. Leitura inútil.
Características. Eis 5 exemplos de características da leitura técnica, listadas na or dem fun​
cional:
1. Objetivo: leitura com objetivo específico pré​determinado.
2. Comprometimento: leitura disciplinada, dentro de ritmo de pesquisa.
3. Metodologia: leitura usando métodos otimizadores de acordo com estilo pessoal.
4. Conhecimento: leitura expansora de conhecimento técnico da realidade.
5. Arquivística: leitura visando acumulação de dados para a escrita do livro.
Relevância. Dentre os aspectos de maior importância da leitura técnica para o escri tor,
destacam​se o conhecimento do que já foi desenvolvido até o momento (a não reinven ção da
roda), a análise de estilos de escrita, a ampliação da Orismologia e o compar ti lhamento de ideias
com pensadores do mesmo tema.
Posturas. Eis 12 exemplos de posturas do leitor técnico, listadas na ordem alfa bética:
01. Abertismo: manter despreconceito quanto ao tipo de fonte.
02. Confronto: fazer comparação de dados, de abordagens, de ideias, de autores.
03. Criticidade: identificar pontos positivos e negativos das obras, ideias e autores.
04. Curiosidade: querer saber sempre mais; procurar as novidades sobre o tema.
05. Crédito: dar crédito às ideias de outros pesquisadores.
06. Detalhismo: ler nas entrelinhas, aprofundar​se nos detalhes do material.
07. Exaustividade: procurar ler tudo o que existe sobre o tema até esgotar as possi bili​
dades de fontes disponíveis ou acessíveis naquele período da pesquisa.
08. Megafoco: fazer imersão no tema do livro, evitando dispersões com outros assuntos.
Arakaki, Katia; Leitura Técnica
para Escrita Conscienciológica
Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 3-7, 2013
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09. Objetividade: manter​se no objetivo da leitura voltada para a escrita do livro. 10. Pragmatismo:
09. Objetividade: manter​se no objetivo da leitura voltada para a escrita do livro.
10. Pragmatismo: aproveitar o material em mãos, o momento evolutivo, seja numa livra ria,
na biblioteca, seja no escritório pessoal.
11. Respeito: ter consideração ao ponto de vista alheio, mesmo discordando dele.
12. Cosmovisáo: ler até obter visão de conjunto sobre o assunto pesquisado. Isso ocorre
quando todas as fontes parecem repetitivas.
Atributos. O hábito de ler desenvolve no escritor maior nível de concentração, am pliação
da capacidade de apreensão de ideias e velocidade para processar informações, em função do tipo
de leitura empregada.
Taxologia. Eis, relacionadas na ordem alfabética, 10 exemplos de leitura técnica:
01. Leitura crítica: comparativa com conhecimento prévio existente e do leitor.
02. Leitura de estudo: compreensão, assimilação e retenção dos conteúdos lidos.
03. Leitura de localização: busca de dado específico, ex: definição em dicionário.
04. Leitura exploratória: leitura de sondagem, visando localizar informações.
05. Leitura de verificação: checagem de dados pesquisados em diferentes fontes.
06. Leitura exaustiva: leitura completa, de todos os detalhes do início ao fim.
07. Leitura global: leitura panorâmica objetivando captar conteúdos essenciais.
08. Leitura interpretativa: busca do entendimento das ideias do autor e estabele cimento
de correlação com o tema pesquisado.
09. Leitura reflexiva: leitura confrontativa, de ponderação, com ideias pessoais.
10. Leitura seletiva: selecionar informações de interesse, após encontrá​las.
Perdularismo. A leitura perdulária, de ler por ler, sem postura científica é desper dício
cons ciencial, demostrando descompromisso evolutivo do intermissivista.
Autodiscernimento. A leitura correta dos fatos (Cosmovisiologia) é fundamental para
a orien tação das pesquisas, complementando e qualificando o bom aproveitamento dos textos
lidos. Convém ao escritor novato atentar​se para os atributos mentaissomáticos de juízo crítico
a fim de aprimorar os trabalhos pesquisísticos.
Técnicas. Eis, listados abaixo, 13 exemplos de técnicas de leitura:
01. Abstract: leitura de catálogos de resumos de publicações para selecionar fontes de
interesse à pesquisa do livro.
02. Anotações paralelas: técnica de fazer registros, em papel separado, de questio na​
mentos, associações de ideias e outras inspirações surgidas ao longo da leitura.
03. Aperitivo intelectual: técnica de ler orelhas, contracapa, introdução e partes de capí​
tulos antes de adquirir obra (V. verbete da Enciclopédia da Conscienciologia com este título).
04. Código de anotações: criação de código pessoal de anotações a serem feitas ao longo
da leitura nas bordas das páginas.
05. Fichamento técnico: confecção de fichas técnicas para se anotar os principais dados
de interesse e análises do material pesquisado.
4 Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 3-7, 2013
Arakaki, Katia;
Leitura Técnica
para Escrita Conscienciológica

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06. Leitura diária: hábito de ler para manter o holopensene da pesquisa do tema do
06. Leitura diária: hábito de ler para manter o holopensene da pesquisa do tema do livro.
07. Locais de leitura: para iniciante, 2 ou 3 no máximo. Consiste em ler deter minado
livro em determinado local e apenas lá.
08. Registros na obra: marcações como destaques de termos ou expressões ou inter pre​
tações momentâneas escritas nas bordas do livro sob análise.
09. Remissivo pessoal: elaboração de listagem personalizada de temas de interesse em
determinada obra com respectiva página, feita na própria obra.
10. Resenhas críticas: técnica de fazer a resenha crítica de cada obra relevante pes quisada,
visando aprofundar a análise da mesma.
11. Reserva técnica: técnica de acumular fontes bibliográficas de modo a pressio nar o pes​
quisador a ler continuamente. O ideal é manter na reserva, pelo menos, 160 títulos para leitura.
12. Tradução: técnica de ler a fonte no original e simultaneamente adentrar o holo pen​
sene de outra cultura e modo de pensar, ampliando o poliglotismo.
13. Uma obra por semana: técnica de comprometer​se a ler 1 obra técnica por semana.
Ergonomia. O hábito da leitura diária exige cuidados com o soma, como o uso de lupas,
porta​livros, mobiliário e luminosidade adequados, entre outros recursos ergonô mi cos, além da
boa postura física visando preservar a longa vida intelectual do intermissivista.
BiBliografia
Diferenciação. Há quem diferencie “bibliografia” de “referências bibliográficas”, sendo
esta a listagem apenas das obras citadas no livro e aquela referente a todas as obras consultadas na
escrita, as quais contribuíram com o cultivo das ideias pelo autor.
Considerações. Na composição da bibliografia de obra conscienciológica, há diver sas con​
siderações a serem feitas, por exemplo, as 3 enumeradas abaixo:
1. Objetivo: qual é o objetivo da bibliografia? Retratar sociologicamente deter minada
época; chancelar o assunto a partir de pesquisas alheias; exaurir as informações exis tentes até
o
momento sobre o tema; ilustrar as ideias com fatos; dentre outros.
2.
Extensão: relação entre o tema, a extensão da bibliografia e o gênero da obra. Ex:
o
tratado exige bibliografia mais exaustiva e técnica do que a autobiografia.
3. Subtemas: possível classificação da bibliografia em subtemas, tornando a biblio grafia
em si parte didática do livro. Ex: Homo sapiens pacificus.
Depuração. Quanto mais pesquisa bibliográfica o(a) autorando(a) realizar, maior deve
ser a capacidade de triagem para depurar a bibliografia final da própria obra, tor nando​a coerente
e compatível com o conteúdo desenvolvido.
Evitações. O autor conscienciológico deve evitar esconder​se por trás da biblio gra fia, omi​
tindo posicionamentos pessoais, e rasgar seda aos moldes da Academia.
Arakaki, Katia; Leitura Técnica
para Escrita Conscienciológica
Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 3-7, 2013
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Apresentação. A bibliografia pode ser condensada ao final da obra, até sob a forma de
Apresentação. A bibliografia pode ser condensada ao final da obra, até sob a forma de
notas, ao final de cada capítulo ou ainda disposta em notas de rodapé nas diferentes páginas.
Investimento. Independente do tema, a elaboração de bibliografia ampla e pro funda exi​
girá do pesquisador investimento de tempo em buscas, aquisições, leituras, anotações, releituras,
seleções, traduções, confrontos de ideias, dentre outras ações.
Tipos
de
a uTores
“Lemos autores para nos tornarmos autores, não vassalos.” (Demo, 2005).
Mapeamento. Na busca de fontes bibliográficas, é importante fazer o mapeamento dos
autores das obras, visando identificar os cientistas de 1ª ordem e os demais.
Taxologia da autoria. Eis, listados a seguir, o exemplo de 6 perfis de autores a serem con​
siderados nas pesquisas bibliográficas:
1. Pioneiro: o propositor da ideia, “o pai” dentro de determinada linha de conheci​
mento. Ex.: Darwin, Teoria Evolucionista.
2. Atualizadores: os pesquisadores de ponta dentro de determinada linha de conhe​
cimento já desenvolvida, denominados também de “neo”. Ex.: neo​darwinistas.
3. Seguidores: os repetidores das ideias dos pioneiros, às vezes podendo superá​los em
matéria de tradução da ideia original. Ex.: seguidores de Lacan.
4. Divulgadores: os propagadores das ideias, não necessariamente sendo especia lis tas na
linha de conhecimento em questão. Ex.: jornalismo científico.
5. Críticos: os conhecedores nos mínimos detalhes das ideias, com visão maior de con​
junto da realidade, podendo apresentar críticas relevantes dentro de saber específico.
6. Seguidores dos seguidores: os pesquisadores de ordem mais baixa, mais distan tes da
ideia original, muitas vezes misturando​a com outras linhas de conhecimento.
Papas. A bibliografia do autor profissional apresenta, em primeiro plano, os “papas”, ou
seja, as grandes cabeças pensantes dentro daquela linha de conhecimento, sendo comple mentada
por autores da segunda ordem para baixo.
Teaticidade. Quanto à teaticidade, os autores podem ser classificados em 3 cate go rias
básicas:
1. Teóricos: desenvolvem o assunto com profundidade, embora apenas de maneira teórica.
2. Vivenciadores: conhecem vivencialmente a realidade estudada, e procuram descrevê​
la ao seu modo.
3. Teáticos: detêm percentual teórico, portanto sua prática é mais qualificada, podendo
ampliar a teoria já existente ou utilizá​la como ponto de partida para a análise.
6 Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 3-7, 2013
Arakaki, Katia;
Leitura Técnica
para Escrita Conscienciológica

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f ichamenTo Técnico Definição. O fichamento técnico é a elaboração de fichas técnicas concomi tan
f ichamenTo
Técnico
Definição. O fichamento técnico é a elaboração de fichas técnicas concomi tan temente
à
leitura, contendo possível sele ção de dados úteis à escrita do livro, evitando, desse modo,
o
retrabalho.
Retrabalho. É comum o retrabalho de escritores inexperientes quando não fazem ficha​
mento técnico do material pesquisado e, posteriormente, não conseguem se lembrar da fonte das
ideias utilizadas nos textos, de onde leram determinada informação, precisando, inevitavelmente,
reler todo o material disponível para refazer o levantamento de dados.
Tipos. As fichas técnicas podem ser de diversos tipos: bibliográfica, de citações, de resumo,
analítica, ou ainda, em papel, eletrônicas, com categorias de dados pré​estabe lecidas ou não, de​
pendendo do estilo do pesquisador​escritor.
Referência. O item comum a qualquer tipo de ficha é a referência do material pes quisado,
facilitando o endereçamento do mesmo posteriormente.
Básico. Os itens básicos da referência incluem: título da obra, autoria, editora, lo cal de
publicação, data, página, no caso de livros, e numeração, no caso de periódicos.
Personalização. Ao longo da experiência da escrita conscienciológica, o autor desen​
volve estilo personalizado de ler e compor o fichamento técnico, visando à acumu la ção de dados
necessária a qualquer pesquisa científica.
Bibliografia
1. Vieira, Waldo;
Enciclopédia da Conscienciologia;
revisores: Equipe de Reviso res do Holociclo –
CEAEC; 2 Vols.; 2.494 p.; 80 abrevs.; 1 biografia; 720 contrapontos; 35 E-mails; 16 ende reços; 2.892 enus.;
6 filmografias; 1 foto; 720 frases enfáticas; 5 índices; 1.722 neologismos; 1.750 perguntas; 720 remissiologias;
16 siglas; 50 tabs.; 135 técnicas; 16 websites; 603 refs.; 1 apênd.; alf.; estrang.; geo.; ono.; tab.; 28 x 21 x 12
cm; enc.; 3ª Ed. Protótipo – rev. e aum.; Associação Internacional Edi ta res; Foz do Iguaçu, PR; 2007.
2. Vieira, Waldo;
Homo sapiens reurbanisatus; 1.584 p.; 479 caps.; 139 abrevs.; 40 ilus.; 7 índices;
102 sinopses; glos. 241 termos; 7.655 refs.; alf.; ono.; 27 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Inter-
nacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004.
3. Vieira, Waldo;
Verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia;
Distribuídos e re vi sa dos nas Ter​
tú lias Conscienciológicas – Tertuliarium; Foz do Iguaçu, PR; 2008​2009.
Kátia Arakaki é Psicóloga pela PUC​Rio, especialista em Psicoterapia Breve Integrada pela CESAN TA /
OMS. Artigos publicados sobre temas da Conscienciografologia, Consciencioterapia, Desassediolo​
gia e Psicossomática. Pesquisadora da Conscienciologia desde 1992. Docente de Cons cienciologia.
Autora do livro Viagens Internacionais: o nomadismo da Conscienciologia. Voluntária do CEAEC.
E-mail: karakaki@ig.com.br
Arakaki, Katia; Leitura Técnica
para Escrita Conscienciológica
Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 3-7, 2013
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Autorganização para a Escrita Rosemary Salles Definição. A autorganização para a escrita é a administração
Autorganização para a Escrita
Rosemary Salles
Definição. A autorganização para a escrita é a administração e sistematização da infraestru​
tura, do ato em si e de todas as ações relacionadas ao processo da escrita, aplicado com inteligência
e prioridade evolutiva por autores e autorandos, desde leituras, compilações de autopesquisas,
infopesquisas, ordenações de materiais, anotações, digitações, arquivamentos, backups e a escrita
propriamente dita.
Intraconsciencialidade. A vida pessoal organizada requer organização intrafísica e in​
traconsciencial. A organização intrafísica é necessária para que haja um holopensene favorável
à organização das ideias, sendo a fase da produtividade precedida das fases de organização e reor​
ganização incessantes.
Mentalsomaticidade. Ideias soltas não significam nada. Deve haver organização mental
para as ideias serem transmitidas em palavras, frases, parágrafos, capítulos, seções, partes, volumes.
c ondições
o Timizadoras
para
a e scriTa
Criatividade. A organização intrafísica dos recursos necessários e dos horários disponíveis
ajuda o autor e os amparadores, porque favorece o holopensene criativo e o acesso às ideias originais.
Condições. Eis, em ordem lógica, 06 condições intrafísicas otimizadoras para a escrita:
1. Ambiente. Escolha de um ambiente tranquilo, sem barulhos ou interferências. Prefe​
rência aos cômodos fixos, não servindo de passagem constante de outras conscins. Evitar escrever
cada dia em lugar diferente é maneira de fortalecer o holopensene conscienciográfico do local.
2. Material. Preparação de todo material necessário para evitar levantar​se para ir buscar
algo faltante e, desta forma, dispersar e sair do foco mental da temática.
3. Papel e caneta. Há quem tenha mais facilidade em digitar direto ao invés de anotar
à caneta as ideias principais e depois precisar transpor para o computador. Neste caso, manter pilhas
de papel próximos facilita também para evitar o deslocamento do ambiente ou a recoincidência
dos veículos no caso de estar em processo criativo.
4. Computador. É indispensável o uso de laptop e/ou desktop, para o autorando, de modo
incessante, para registrar o “material” pesquisado e usar a metodologia de escrita de sua escolha.
O ideal é separar local na mesa do escritório para escrever e outro para digitar, facilitando a manu​
tenção do foco de atenção em cada atividade. Por exemplo: no lado direito da mesa fica o computador,
enquanto o lado esquerdo fica livre para a escrita no papel, ou vice​versa.
8 Scriptor,
Foz do Iguaçu, Ano 4, N. 4, p. 8-11, 2013
Salles, Rosemary:
Autorganização para a Escrita