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JUMIL – Justino de Morais Irmãos S/A – CNPJ: 44.944.

668/0001-62
TERMO DE NOTIFICAÇÃO Nº - 002/2018
Apreciação e redução de riscos, utilizando a metodologia HRN (Hazard Rating Number)
NR ISO 12100:2013

1. Determinação dos limites da maquina


A colhedora de forragem JMIL modelo JM4200 é um equipamento com a função exclusiva de produzir silagem
para trato diário de rebanhos ou para ensilagem (silo). A máquina possibilita a colheita de culturas plantadas em linha
como milho, capins, cana-de-açucar, sorgo, etc. O acionamento é através da tomada de força (TDP) de um trator
equipado com motor de potência entre 75cv a 90cv.
1.1. Características técnicas

Modelo 4200SH (Convencional)


Potência p/ acionamento (na tomada de força) 50 a 80cv
Rotação na tomada de força 540 RPM
Produção até 30 ton/h*
Número de facas do rotor 12
Número de rolos alimentadores 4
Sistema de engate ao trator categoria II
Tamanhos de corte 2 a 14mm
Velocidade máxima de trabalho até 10 km/h
Peso aproximado 720 kg
Transmissão Caixa e Cardan
Quebra jato Hidráulico (opcional)
Giro Bica de saída Hidráulico
Bica de saída Polietileno de alta densidade

1.2. Limites de uso


1.2.1. Principais características da maquina
a) Rolos alimentares dianteiros
São dois roletes montados na parte frontal da caixa de alimentação, sua função é cortar a planta através de um
sistema de disco de corte localizado na base de cada rolete e posteriormente ao corte recolher a planta e redireciona-la
aos roletes secundários.
b) Rolos secundários
São dois roletes montados na parte posterior da caixa de alimentação com a função de compactar a planta e
direciona-la para rotor picador, e composto por um rolete liso e outro dentado que fica em sistema de pivô montado com
mola de compressão.
c) Rotor picador
Montado na câmara de corte, sua função principal e processar (picar a planta) a silagem através de facas de corte
que pica a planta e lança as partículas para a bica de saída que direciona o material processado para uma carreta ou
transbordo.
d) Transmissão de acionamento
A transmissão e composta por caixa de engrenagens e cardans responsável pelo acionamento e sincronismo do
sistema.
e) Chassis
Estrutura tubolar, responsável para levantar e ou abaixar a máquina durante a operação, e montada nos 3 pontos
hidráulico do trator.
f) Bica de saída
A bica de saída tem a função de direcionar o produto processado para a carreta de transporte, possui na base um
sistema de giro hidráulico, que permite que o operador realize a operação de direcionamento do produto direto da cabine
do trator de forma remota.
g) Pino de segurança
A máquina é equipada com dois pinos de segurança um no cardan da transmissão principal e outro na caixa de
alimentação, em caso de sobrecarga do sistema o pino quebra causando a paralisação da transmissão da caixa de
alimentação ou do rotor picador dependendo da proporção da sobrecarga.
1.2.2 – Treinamento do operador
Antes de iniciar a operação da máquina é realizado a entrega técnica e instrução ao operador quanto ao manejo
correto e seguro da mesma.
São abordados tópicos relacionados à:
a) Alimentação manual da máquina é extremamente proibida, além de comprometer a segurança do operador pode
causar avalias na máquina, pois a alimentação não é realizada de forma continua.
b)Não se aproximar da máquina em funcionamento, principalmente nas partes frontais.
c) Não trabalhar sem as proteções, capa de correntes, cardans, etc.
d) Qualquer tipo de manutenção deve ser feita com a máquina desligada.
e) Em caso de “embuchamento” a máquina deverá ser desligada para ser desembuchada, o desembuchamento deverá
ser realizado de maneira manual, com o trator desligado e sem que haja nenhuma pessoa em cima do trator.
f) É expressamente proibido desembuchar a máquina com o trator ligado.
g) Deve se evitar transitar com a máquina em terrenos com declives acima de 20 graus.

1.3. Limite de espaço


1.3.1. Interface homem máquina
a) Durante a operações de campo com a máquina em funcionamento, o operador devera somente dirigir o trator e evitar
qualquer tipo de contato com a máquina.
b) Durante a operação em campo, caso a máquina venha a embuchar, o próprio operador deverá realizar o
desembuchamento desligando a máquina e não permitir que ninguém fique sobre o trator.
c) Durante a manutenção, como a JM4200 foi projetada em módulos, seus sub-conjuntos podem ser todos articulados
facilitando o acesso em itens comuns à manutenção como facas de corte, contra-facas, roletes alimentadores, etc.
1.3.2. Conexão com fontes de energia e suprimentos
A toda fonte de energia para acionamento da máquina vem do motor do trator através da tomada de força (TDP). Essa
energia é transmitida por meio de cardans e caixas de transmissões que aciona o rotor picador, a caixa de alimentação,
e os propulsores, etc.

1.4. Limites de tempo


A vida útil da JM4200 gira em torno de 05 anos, sendo necessário, ao longo desse período, apenas a substituição de
algumas peças devido a desgastes natural.
Importante: a vida útil da máquina está relacionado a manutenção preventiva durante o trabalho e após a colheita.

1.5. Manutenção
A manutenção da máquina é de extrema importância para evitar acidentes, aumentar a vida útil e garantir seu perfeito
funcionamento mantendo a qualidade do produto processado (silagem).
Importante: toda manutenção deve ser realizada com a máquina desligada.
Os principais itens de manutenção são:
a) lubrificar a máquina nos pontos indicados, utilizando os lubrificantes recomendados nos intervalos de horas indicados
no manual de instruções da máquina e adesivo localizados ao longo da máquina.
b) verificar a cada 50 horas trabalhada o nível de óleo das caixas de transmissões. E realizar a troca a cada 500 horas de
trabalho.
c) Afiação das facas de corte, este procedimento é realizado diariamente, o processo é simples e em nenhum momento
a pessoa fica exposta as facas já que não há à necessidade de desmontar nenhum elemento da máquina para realizar esta
tarefa.
d) Ajuste da contra-faca com as facas de corte, para realizar este procedimento (com a máquina desligada) basta soltar
dois parafusos que prende a caixa de alimentação e fazer a articulação da mesma para ter acesso a contra-faca. O ajuste
é feito soltando três parafusos e reposicionando a contra-faca a uma distância de 1mm ou menos das facas de corte.
e) Substituir as facas de corte. Deve-se articular a tampa da câmara de corte para ter acesso as facas.
f) Substituir o pino fusível do cardan.
g) Substituir o pino fusível da caixa de alimentação, para isto basta acessar a caixa de regulagem de corte, retirar as
engrenagens e substituir o pino.
h) Substituir os discos de corte frontal, para isto é necessário retirar os roletes alimentadores frontais, desmontando a
caixa de alimentação e fazer a substituição.
i) Regular ou substituir a contra-faca de base dos roletes alimentadores frontais, é necessário soltar quatro parafusos que
fixam a contra-faca para retira-la, assim fazendo a troca se necessário ou utilizar calços para fazer a ajustagem com os
discos.

2. Identificação de perigos
Ver tabela no ANEXO A.

3. Estimativa de riscos
Ver tabela no ANEXO B.