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1- Falar do tema, falar da instituição financiadora da bolsa, FAPESB

2- problema tal, a justificativa do trabalho se dá em torno da popularização do fb como meio


de comunicação, principalmente entre os universitários e tal, e a escassez de pesquisas que
estudem o uso da plataforma como recurso pedagógico para a formação universitária

3- O objetivo geral do trabalho é exatamente esse: explorar o fb como recurso pedagógico,


mapear as práticas que acontecem nesse sentido dentro do fb. Bem como melhor aproveitá-lo
para estes funs.

4- o primeiro objetivo específico se trata de identificar páginas e memes temáticos mais


compartilhados num determinado campo público e virtual.

O segundo objetivo específico consiste em identificar, descrever e analisar itinerários


de práticas de aprendizagem envolvendo a criação, seleção e compartilhamento de páginas e
de memes gráficos por universitários

5- Como boa parte de vocês deve saber, o fb é um site de rede social que se popularizou
recentemente no mundo e no brasil, onde as pessoas compartilham conteúdos, considerados
pessoais ou não, com outras pessoas. O facebook se apresenta como boa plataforma para rastrear,
monitorar e arquivar; sendo que estas qualidades podem ser bastante úteis para fins acadêmicos.
Apesar do uso das redes sociais envolver, boa parte das vezes, o compartilhamento de conteúdos
pessoais, as qualidades citadas permitem que esta plataforma seja utilizadas com outros fins, como o
acadêmico. Os professores conseguem ter um controle sobre a visualização dos conteúdos postados, e
estes podem ficar arquivados até que o próprio professor remova os arquivos ou conteúdos discutidos
no grupo.

6- Éimportante que falemos um pouco também desse sujeito da web 2.0, do hiperlink,
da atualidade do facebook e da “nova” forma, ou forma peculiar de ler do leitor de
facebook. Esse novo leitor que passa entre links e tal. Lê um pedaço aqui, outro aqui,
que é muito importante pras ciêcias humanas em si, já que em ciências humanas
temos “grandes teorias sistematizadas”, muito diferente desse novo letor que “vai
saltando” entre links que são conectados por seus próprios pares.

7- O método utilizado na pesquisa foi a netnografia. Este método foi selecionado justamente pela
aproximação tanto do orientador quanto do bolsista pela plataforma do facebook, ambos já se
envolviam com a administração de páginas no facebook. O método netnográfico apresentou algumas
peculiaridades ao longo do processo de pesquisa e foi necessário um aprofundamento teórico nesta
metodologia, que se pressupõe ser a prática online da etnografia. Não obstante “Não se trata de uma
renovação da etnografia, ou da condenação de como foi, tem sido e ainda é tradicionalmente feita.
Trata-se sim de considerar que o contexto social tem mudado em muitas dimensões ao longo dos anos,
e que uma dessas dimensões é tecnológica. O vantagem do método netnográfico é que ele considera a
multi-lateralidade deste “novo leitor”, que permeia vários ambientes, no caso do objetivo dessa
pesquisa, os ambientes de obtenção de conhecimento acadêmico. Sendo que estes ambientes são
fluídos e não fixados necessariamente por acordos institucionais: um ambiente de aprendizado pode
ser, por exemplo, as postagens de uma página temática. DIFERENTEMENTE DO MOODLE QUE VOU
FALAR MAIS À FREMT.

8- Para definir o que estávamos chamando de “fins universitários, acadêmicos” ou


“conteúdos universitários e acadêmicos” optamos por incluir em nossas atividades o
monitoramento da Página Por Onde Vai a Psicologia. Página que foi criada por nós
estudantes e o professor Wilson num projeto de extensão vinculado ao Instituto de
Psicologia da Ufba, a página tem mais de 42k curtidas e nós poderíamos selecionar o
que compartilhar e constatar os conteúdos mais compartilhados e até definir o que
estava sendo compartilhado

9- Procedimentos:
• Explorar, através das contas pessoais dos pesquisadores, de que forma estava
acontecendo o uso do facebook como ferramenta pedagógica pelos professores alunos,
principalmente Instituto de Psicologia da UFBA
• Monitorar a página POV com o objetivo de saber quais conteúdos estavam sendo mais
compartilhados e gerando mais impacto, avaliado pelo número de comentários.

10 - O facebook com certeza ainda é uma ferramenta muito utilizada para o compartilhamento de
conteúdo educacional, confirmando a expectativa inicial; e a despeito da velocidade com que as
principais plataformas de estabelecimento das redes sociais online mudam. O facebook,
especificamente, é bastante usado por pessoas do meio acadêmico, principalmente pelos estudantes.

11 - Grupos públicos, privados e secretos. O fb tem uma ferramenta me que seus usuários podem criar
grupos desses três caráters. Um usuário cria o grupo e convida outros usuários. Pudemos observar
vários grupos sobre apresentação de seminários obrigatórios para algumas disciplinas, criados por
alunos. Vimos também alguns grupos com o nome de disciplinas, sendo eles criados por professores ou
alunos. Pouquíssimos dos grupos que tivemos acesso foram criados por professores ou os tinha como
membro. Geralmente os grupos funcionam como meio de comunicação entre os membros, mas
raramente os professores se mostraram inseridos nesta dinâmica de comunicação.
12 - A maior parte dos professores do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia, principal
ambiente da netnografia desta pesquisa, aparentou não utilizar o facebook regularmente para o
compartilhamento de conteúdo acadêmico; boa parte destes professores faz exclusivamente uso
pessoal da plataforma. Ainda assim, mesmo que mais timidamente, conseguimos identificar uma
parcela de professores universitários que utilizam o facebook com propósitos acadêmicos. Já no grupo
de estudantes universitários é bem mais comum o indivíduo que faz uso da plataforma com estes
objetivos, mesmo que suas publicações sobre conteúdos da graduação se percam em meio a
publicações pessoais.
• Não obstante, o facebook aparenta ser um melhor ambiente para a aprendizagem colaborativa
do que o Moodle, que é um ambiente virtual intencionalmente pedagógico utilizado por várias
universidades federais, por exemplo. O Moodle tem baixo engajamento de estudantes e suas
ferramentas de diálogo são mais básicas do que as ferramentas do facebook.

13-
Constatamos também que os memes são bastante utilizados para o compartilhamento de conteúdos
relacionados à graduação, ainda que sejam muito superficiais e reúnam pouca informação, o alcance
deles é bem maior do que materiais com conteúdos mais densos, como artigos acadêmicos; o que
pudemos notar pelo monitoramento da página “Por onde vai a Psicologia”. O monitoramento da página
nos permitiu ter conhecimento sobre os assuntos que geram mais repercussão relacionados à
Psicologia: memes com poucas palavras e ideias simples. Os artigos acadêmicos ou mesmo artigos de
revistas que eventualmente foram postados tiveram, nitidamente, menos repercussão do que os
memes, Não obstante, mesmo os post com conteúdos mais superficiais eventualmente geravam
discussões mais teoricamente embasadas nas listas de comentários.

14- A explicação mais óbivia em torno da disparidade do uso do fb por estudantes e professores é o
fator geracional, que pode ser diferente entre professores e alunos.
Pudemos perceber, também, a interação entre professores e alunos durante o processo netnográfico.
Observamos o compartilhamento de conteúdo acadêmico ou mesmo conteúdos cotidianos, triviais que
proporcionaram comentários e discussões que utilizaram informações relacionadas à graduação. Esta
dinâmica se mostrou mais presente na seguinte configuração: professor publica algo, alunos comentam;
do que o contrário. Os professores que compartilham estes tipos de conteúdo geralmente tem um bom
engajamento dos estudantes. O QUE EXPLICITE TALVEZ UMA RELAÇÃO HIERÁRQUICA, AINDA PRESENTE
NESSES AMBIENTES, ONDE A PRESSUPOSIÇÃO É A COMUNICAÇÃO ENTRE PARES.
O facebook fornece um ambiente onde o individuo pode fazer uso de vários artifícios para construir sua
argumentação, tecer um comentário.

15 - O Moodle também tem algumas vantagens em relação ao facebook, o controle por parte da
instituição é maior; não obstante, ter o facebook, que pode ser uma ferramenta mais democrática,
institucionalmente como plataforma para a transmissão e troca de conteúdos acadêmicos, pode ser
uma boa alternativa para as instituições de ensino. PELAS VANTAGENS QUE JÁ FLEI SOBRE

16- Como observado por Santaella, estas novas plataformas produzem uma nova maneira de acessar o
conhecimento, e a ciência não pode estar fora disso. Parece que há uma tendência destes novos
“leitores de facebook” de fazerem uma leitura mais horizontal: ler menos conteúdo de mais (diversos)
assuntos. A forma clássica de apreender ciências humanas, que talvez fosse debruçar-se sobre um autor
e ler toda sua bibliografia, parece dar lugar, ou pelo menos abrir possibilidade para o surgimento de um
tipo de leitor que lê capítulos, ou até mesmo trechos de capítulos de vários autores diferentes; um leitor
que visualiza memes gráficos online de assuntos diversos. CIENCIAS HUMANAS MIMIMI

17 - A Mudança de orientador resultou num atraso geral do cronograma. A parte do projeto que
envolvia o diálogo para se pensar sobre melhores maneiras para uso do facebook como instrumento
pedagógico não foi executada. Mas pensamos em desenvolver o resto do projeto quando o professor
Wilson voltar do pós-doutorado.
• Outro ponto de dificuldade é a mudança nos algoritmos, na forma de funcionar do facebook,
que é constante, pode dificultar a sistematização de métodos para melhorar o uso da
ferramenta neste sentido. As configurações do fb mudaram muito desde que começamos a
pesquisa, por exemplo.