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DIREITO PROCESSUAL CIVIL III - CCJ0037

Título
SEMANA 1
Descrição
1) João ingressou com uma ação de reintegração de posse em face de Valdomiro visando
obter a retomada de seu imóvel como também a indenização por perdas e danos. A
pretensão foi acolhida em parte pelo juízo tão somente para determinar a reintegração do
autor na posse do imóvel. O autor interpõe recurso de apelação para o respectivo Tribunal
de Justiça visando obter a indenização por perdas e danos, o que foi negado pela Câmara
que apreciou o recurso. O recorrente, diante da omissão do colegiado acerca de pontos
relevantes abordados no recurso, apresenta pedido de reconsideração no prazo de 15 dias,
que foi rejeitado imediatamente pelo relator. Diante do caso indaga-se:
a) O pedido de reconsideração possui natureza recursal?
R - Não, o pedido de reconsideração tem natureza de sucedâneo recursal, ou seja, apesar de
possuir as mesmas finalidades não está indicado na lei como um recurso, e o tema obedece ao
princípio da taxatividade.

b) Poderia o relator aplicar o princípio da fungibilidade recursal nesse caso?


R- Não, pois não se trata de um recurso, ademais inexiste dúvida objetiva.

2) São princípios fundamentos dos recursos previstos no Código de Processo Civil


(Promotor de Justiça/SP-2006):
a) o duplo grau de jurisdição, a taxatividade, a singularidade, a infungibilidade e a
garantia do reformatio in peius;
b) o duplo grau de jurisdição, a taxatividade, a singularidade, a singularidade, a
fungibilidade e a proibição do reformatio in peius;
c) o duplo grau necessário de jurisdição, a taxatividade, a singularidade, a fungibilidade e
a garantia do reformatio in peius;
d) o duplo grau necessário de jurisdição, a ausência de taxatividade, a singularidade, a
infungibilidade e a garantia do reformatio in peius;
e) o duplo grau de jurisdição, a ausência de taxatividade, a singularidade, a
infungibilidade e a proibição do reformatio in peius;

3) Considerando o que dispõe o CPC a respeito de recursos, assinale a opção correta


(OAB Nacional – 2009/1)
a) Havendo sucumbência recíproca e sendo proposta apelação por uma parte, será cabível
a interposição de recurso adesivo pela outra parte;
b) A procuração geral para o foro, conferida por instrumento público, habilita o advogado
a desistir do recurso;
c) O MP tem legitimidade para recorrer somente no processo em que é parte;
d) A desistência do recurso interposto pelo recorrente depende da concordância do
recorrido.
Desenvolvimento

SEMANA 2
Descrição
1) Marcos Antônio ingressou com uma ação declaratória em face do plano de saúde Vida
Saudável, responsável por atender importante parcela da população brasileira, visando
obter reconhecimento da abusividade de determinada cláusula que impede o tratamento
de pacientes com doenças infectocontagiosas. Diante da repercussão social do julgado, a
associação de portadores de HIV solicitou seu ingresso como amicus curiae, o que foi
prontamente autorizado pelo juiz da causa. Diante do caso indaga-se:
a) Poderá a associação atuar como se parte fosse?
R -O amicus curiae poderá ter seu ingresso solicitado de ofício pelo juiz ou através de
requerimento. Contribui para o esclarecimento da questão em razão de seus conhecimentos
específicos, democratizando assim o debate judicial. Está previsto no art. 138 NCPC.

b) Qual a diferença entre amicus curiae e a assistência simples?


R - O assistente precisa demonstrar interesse jurídico para ingressar no processo. Todavia o
amicus curiae não, pois ele é vem a relação jurídica para esclarecer sobre o seu conhecimento
em determinada área.

2) Indique, dentre as alternativas abaixo, o requisito extrínseco de admissibilidade dos


recurso em geral (Promotor de Justiça/ MG – 2005):
a) cabimento;
b) legitimação para recorrer;
c) interesse para recorrer;
d) inexistência de fato impeditivo ou extintivo do poder de recorrer.
e) regularidade formal, tempestividade e preparo.

3) De acordo com o Código de Processo Civil, assinale a alternativa correta (Juiz de


Direito – SC – 2009):
a) A insuficiência no valor do preparo implicará deserção independentemente de
intimação;
b) Cabe agravo na forma retida da decisão que não admite apelação;
c) Das decisões interlocutórias proferidas na audiência de instrução e julgamento caberá
agravo imediatamente, na forma retida ou por instrumento no prazo de dez dias, quando
se tratar de decisão suscetível de causar lesão grave ou de difícil reparação;
d) O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem anuência do recorrido, desistir do recurso;
e) Decisão além ou fora do pedido é passível de interposição de embargos de declaração
apenas quando resultar contradição.

SEMANA 3
Descrição
1) Carlos ingressou com uma ação indenizatória em face da Construtora JSP com o
objetivo de obter indenização pela demora na entrega de seu imóvel. Após a citação,
constatou-se que a construtora encerrou suas atividades irregularmente, o que motivou o
autor a requerer a desconsideração da personalidade jurídica, que foi indeferido de plano
pelo juiz. Terminada a instrução, o juiz condenou a construtora a indenizar ao autor no
valor de R$10.000,00, devidamente atualizado e com juros legais. Irresignado com a
sentença o autor interpôs recurso de apelação visando reformar a decisão interlocutória
que indeferiu a desconsideração da personalidade como também aumentar o valor fixado
a título de indenização. Diante do caso indaga-se:
a) A apelação de Carlos foi formulada adequadamente?
R- Não, considerando que a desconsideração da personalidade jurídica deveria ter sido
combatida por meio de agravo de instrumento, conforme art. 1015, IV do NCPC. Desta forma não
é possível tratar a questão em preliminar de apelação. A apelação somente servirá para insurgir-
se em relação a condenação referente a 10 mil reais atualizado e corrigido.

b) O juiz sentenciante poderá inadmitir o recurso de Carlos?


R – Com o Novo CPC o Juiz sentenciante após as formalidades indicadas nos parágrafos 1º e 2º
do art. 1010 determina a remessa dos autos ao tribunal, não mais exercendo juízo de
admissibilidade, conforme p.3º do art. 1010.

2) O recurso de apelação será recebido somente no efeito devolutivo quando interposto


conta sentença que julgar ação (Promotor de Justiça – RO – 2006):
a) de manutenção de posse ou interdito proibitório referentes a posse nova;
b) condenatória de prestação alimentícia;
c) de reparação de danos causados em acidente de veículos processada pelo rito sumário;
d) de reparação de danos morais, sem repercussão patrimonial, fundamentada no Código
de Defesa do Consumidor;
e) não confirmando os efeitos da tutela.

3) É correto afirmar que o recurso de apelação comporta juízo de retratação nas seguintes
hipóteses (XLIV Concurso para ingresso da Magistratura do TJ/RJ) :
(A) excepcionalmente, nos casos em que há deferimento de tutela de urgência, seja
antecipada ou cautelar.
(B) em regra, nas hipóteses do art. 520 do CPC, em que não há recebimento no efeito
suspensivo.
(C) excepcionalmente, nos casos de julgamento liminar de improcedência e nos de
indeferimento da inicial.
(D) em regra, em todas as ações de conhecimento, seja o procedimento ordinário ou
sumário, cautelar ou execução

SEMANA 4
Descrição
1)Rafael e José impetraram Mandado de Segurança em face do Município visando obter
a reintegração na Guarda Municipal, considerando que foram exonerados arbitrariamente
por abuso de poder da municipalidade. O juiz excluiu José sob o fundamento de que, na
hipótese, não cabe litisconsórcio. José interpôs agravo de instrumento que, após a devida
distribuição, foi encaminhado pelo relator para o julgamento eletrônico, dispensando-se a
sessão de julgamento. Agiu adequadamente o relator?
R – Em virtude da revogação do Art. 945, NCPC, o relator não agiu adequadamente (lei
13.256/16)

2) Da decisão que julgar a liquidação de sentença caberá ( MPE-SP - 2011 - MPE-SP -


Promotor de Justiça):
a) embargos do devedor, seguro o juízo;
b) recurso de apelação;
c) exceção de pré-executividade;
d) objeção de pré-executividade;
e) recurso de agravo de instrumento;

3) Em um processo que observa o rito comum ordinário, o juiz profere decisão


interlocutória contrária aos interesses do réu. É certo que, se a decisão em questão não for
rapidamente apreciada e revertida, sofrerá a parte dano grave, de difícil ou impossível
reparação. Assim sendo, o advogado do réu prepara o recurso de agravo de instrumento,
cuja petição de interposição contém a exposição dos fundamentos de fato e de direito, as
razões do pedido de reforma da decisão agravada, além do nome e endereço dos
advogados que atuam no processo. A petição está, ainda, instruída com todas as peças
obrigatórias que irão formar o instrumento do agravo. Contudo, o agravante deixou de
requerer a juntada, no prazo legal, aos autos do processo, de cópia da petição do agravo
de instrumento e do comprovante de sua interposição, assim como a relação dos
documentos que instruíram o recurso, fato que foi arguido e provado pelo agravado.
Com base no relatado acima, assinale a alternativa correta a respeito da consequência
processual decorrente ( FGV - 2011 - OAB - Exame de Ordem Unificado - III - Primeira
Fase).
a) Haverá prosseguimento normal do recurso, pois tal juntada caracteriza mera faculdade
do agravante;
b) Não será admitido o agravo de instrumento;
c) O agravo de instrumento será julgado pelo tribunal, inviabilizando-se, apenas, o
exercício do juízo de retratação pelo magistrado;
d) Estará caracterizada a litigância de má-fé, por força de prática de ato processual
manifestamente protelatório, devendo a parte agravante ser sancionada, e o feito, extinto
sem resolução do mérito.

SEMANA 5
Descrição
1) Marcia ingressou com uma ação de revisão de cláusulas contratuais em face da Editora
Encanto no I Juizado Especial da Comarca de Salvador. Após a realização da audiência
de instrução e julgamento o juiz proferiu sentença julgando procedente o pedido da
autora. A ré opôs embargos de declaração, sob o argumento de que houve erro material e
omissão no julgado, no prazo legal, sendo este rejeitado pelo julgador. Após a publicação
da decisão que julgou os embargos a empresa embargante interpôs recurso inominado no
prazo de 10 dias. O recurso foi inadmitido pelo juiz por intempestividade, considerando a
regra disposta no art. 50 da Lei nº 9.099/95. Agiu adequadamente o juiz?
R-Não, O NCPC alinhou a interrupção também para os Juizados Especiais Cíveis conforme a regra
do art. 1065 e com isso a parte ainda está no prazo para propor o recurso.

2) Sobre os embargos de declaração, é INCORRETO afirmar que (Técnico Judiciário do


TJ/RJ – Prova 1 – Concurso 2014):
(A) têm por finalidade primordial o aclaramento ou a integração da decisão judicial;
(B) devem ser interpostos no prazo de cinco dias;
(C) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, por qualquer das partes;
(D) podem dar azo à aplicação de multa, caso o órgão jurisdicional os reconheça como
manifestamente protelatórios;
(E) não estão sujeitos a preparo.

3) O TRF da 2a Região denegou a ordem de segurança pleiteada em processo de sua


competência originária. Nesse caso, qual seria o recurso cabível contra tal decisão?
a) Recurso Extraordinário ao STF, se a decisão contrariar dispositivo constitucional;
b) Recurso Especial ao STJ, se a decisão contrariar lei federal;
c) Recurso Ordinário ao STJ, se a decisão contrariar lei federal;
d) Recurso Ordinário ao STF, independentemente do conteúdo da decisão;
e) Recurso Ordinário ao STJ, independentemente do conteúdo da decisão.

SEMANA 6
Descrição
1) Determinado Tribunal Regional Federal confirmou a sentença proferida por juízo
federal no sentido de negar a equiparação de soldos entre militares das forças armadas.
Inconformado, o recorrente interpôs recurso extraordinário, que foi encaminhado ao
Supremo Tribunal Federal. O Ministro Relator entendeu que a violação ao texto
constitucional era reflexa, por necessitar de revisão de lei federal, e inadmitiu o recurso
extraordinário. Agiu adequadamente o relator?
R - O relator deveria remeter os autos ao STJ para que fosse examinada a questão Federal
conforme art. 1033 NCPC.
Art. 1.033. Se o Supremo Tribunal Federal considerar como reflexa a ofensa à Constituição
afirmada no recurso extraordinário, por pressupor a revisão da interpretação de lei federal ou de
tratado, remetê-lo-á ao Superior Tribunal de Justiça para julgamento como recurso especial.
2) Em sede de recurso extraordinário, a questão constitucional nele versada deverá
oferecer repercussão geral sob pena de (OAB/SP – 2007)
a) não ser provido pelo STJ;
b) não ser provido perante o juízo a quo;
c) não ser conhecido pelo juízo ad quem;
d) não ser provido pelo juízo ad quem.

3) Em relação ao recurso extraordinário, a decisão do Supremo Tribunal Federal


que não admite a repercussão geral é (OAB/RS – 2007)
a) irrecorrível.
b) passível de embargos infringentes.
c) passível de reclamação.
d) agravável.

SEMANA 7
Descrição
1) Diante da multiplicidade de recursos especiais com fundamento em idêntica questão de
direito em face da União, o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
selecionou dois recursos representativos da controvérsia e encaminhou para o Superior
Tribunal de Justiça para o julgamento repetitivo. O relator no STJ determinou a
suspensão de todos os processos afetados pendentes em tramitação no território nacional.
Diante dessa circunstância indaga-se
a) Em relação aos processos suspensos em todo território nacional, é possível a
desistência da ação? Em que fase processual?
R- Sim, é possível a desistência até a prolação da sentença - art. 1040 p. 1º NCPC.
Art. 1.040. Publicado o acórdão paradigma:
§ 1o A parte poderá desistir da ação em curso no primeiro grau de jurisdição, antes de proferida
a sentença, se a questão nela discutida for idêntica à resolvida pelo recurso representativo da
controvérsia.

b) Caso a parte identifique que a controvérsia estabelecida no julgamento repetitivo


diverge da controvérsia existente em seu processo, como deverá proceder?
R- Deverá fazer um requerimento demonstrando a distinção e solicitando o prosseguimento da
demanda. art. 1037.

A parte deverá realizar o instituto do distinguish, ou seja, fazer a distinção entre o seu caso e
os demais, buscando desafetá-lo e assim dar prosseguimento ao seu processo. Art.1037,
parágrafo 9º.

2) Leia as afirmativas sobre a repercussão geral.


I. No STF, se a turma decidir pela existência de repercussão geral por, no mínimo, quatro
votos, será encaminhado o recurso ao plenário para nova votação, que poderá negar
processamento ao RE por votos de 2/3 dos membros.
II. O Tribunal de origem não tem competência para apreciar a existência de alegação de
repercussão geral na preliminar do recurso extraordinário.
III. Pode-se dizer que a repercussão geral é requisito de admissibilidade do recurso
extraordinário e do recurso especial, cuja análise compete somente ao STF, seja por
decisão da turma ou do plenário.
IV. Se o STF entender pela existência de repercussão geral, com o julgamento de mérito
do RE selecionado, a decisão valerá para todos os recursos sobre matéria idêntica
sobrestados na origem.
Está correto apenas o que se afirma em
(A) I, II e IV.
(B) III e IV.
(C) I e II.
(D) II e IV

3) Reconhecida a repercussão geral em determinado recurso extraordinário, o


procedimento adequado em relação aos recursos afetados será:
a) aguardar, independente de prazo, o reconhecimento da repercussão geral;
b) julgar, independente da repercussão geral, os recursos afetados;
c) aguardar a apreciação da repercussão geral, pelo prazo de 01 ano, expirado o prazo o
recurso afetado deve ser inadmitido na origem;
d) aguardar a apreciação da repercussão geral, pelo prazo de 01 ano, expirado o referido
prazo o recurso sobrestado será processado normalmente.

SEMANA 8
Descrição
1) A data da sessão de julgamento da apelação interposta por Manoel Carlos foi
devidamente publicada no Diário Oficial. Diante do alto número de recursos pautados
para serem julgados, o julgamento da apelação de Manoel foi transferida para sessão do
dia seguinte. Após o julgamento desfavorável do respectivo recurso, o advogado de
Manoel requereu a nulidade do julgamento vez que não foi intimado e que o recurso não
poderia ter sido julgado no dia posterior à data previamente designada. Assiste razão ao
patrono de Manoel?
Não assiste razão ao advogado de Manoel, uma vez que o Art 935 NCPC diz, cujo julgamento
tiver sido expressamente adiado para a primeira sessão seguinte.
Art. 935. Entre a data de publicação da pauta e a da sessão de julgamento decorrerá, pelo
menos, o prazo de 5 (cinco) dias, incluindo-se em nova pauta os processos que não tenham sido
julgados, salvo aqueles cujo julgamento tiver sido expressamente adiado para a primeira sessão
seguinte.

2) Sobre o recurso de apelação é correto afirmar (Juiz de Direito MG – 2009):


a) A apelação devolverá ao tribunal o conhecimento da matéria julgada pelo juiz;
b) Ainda que a sentença não as tenha apreciado por inteiro, todas as questões suscitadas e
discutidas serão apreciadas pelo Tribunal;
c) Quando o pedido ou a defesa tiver mais de um fundamento, e o juiz acolher apenas um
deles, o recurso apenas nesta parte será conhecido e julgado pelo Tribunal;
d) As questões de fato não propostas no juízo inferior não poderão ser suscitadas na
apelação, mesmo que provado motivo de força maior.

3) Quando o resultado do julgamento do recurso de apelação não for unânime deverá o


Presidente do respectivo órgão fracionário do respectivo Tribunal:
a) dar prosseguimento ao julgamento considerando a extinção do recurso de embargos de
infringentes;
b) deverá sobrestar o julgamento do recurso até a resolução da divergência pelos
Supremo Tribunal Federal;
c) deverá instaurar incidente para resolução da divergência instaurada no julgamento do
recurso;
d) inadmitir o recurso de apelação que originou a divergência.

SEMANA 9
Descrição
1) O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro fixou tese jurídica acerca da
legalidade de determinado tributo estadual em incidente de resolução de demandas
repetitivas suscitado pelo Juiz da 02ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital. A
OAB/RJ pretende formular requerimento para revisar a tese jurídica previamente fixada.
A referida instituição tem legitimidade para formular o requerimento?
a OAB/RJ tem legitimidade para formular o requerimento, Art 986 NCPC, a revisão faz-se pelo
mesmo tribunal de oficio ou mediante requerimento dos legitimados do Ministerio Publico e a
Defensoria Publica conforme Art 977 inciso III NCPC.

2) Acerca do conflito de competência, assinale a alternativa correta (XLVI Concurso para


Juiz de Direito – TJ/RJ adaptada).
(A) A controvérsia, entre juízes, acerca da reunião ou separação de processos, não
configura conflito de competência.
(B) Nos conflitos de competência, é obrigatória a participação do Ministério Público, sob
pena de nulidade, nos casos em que for debatida questão de interesse público ou social.
(C) O conflito de competência entre juízes vinculados a tribunais diversos será submetido
à apreciação do Supremo Tribunal Federal.
(D) Quando o conflito for positivo, não se admite exceção declinatória de foro.

3) Sobre o controle de constitucionalidade pela via incidental no direito brasileiro é


correto afirmar que (EsFCEx - 2009 - EsFCEx - Aluno - EsFCEx - Direito):
a) pode ser feito por qualquer juiz ou tribunal diante de um caso concreto, vedada a
declaração de inconstitucionalidade de ofício, em razão do princípio da inércia
jurisdicional.
b) a declaração de inconstitucionalidade efetuada nos tribunais demanda um quorum de
maioria absoluta e a necessidade de que o julgamento seja feito pelo plenário ou órgão
especial;
c) no julgamento de recurso extraordinário, o Supremo Tribunal Federal pode realizar
uma reavaliação ampla de questões de fato trazidas pelo recorrente;
d) o Supremo Tribunal Federal, após declarar incidentalmente uma lei inconstitucional,
comunicará a decisão ao Senado Federal, que editará vinculadamente uma resolução para
suspender a eficácia da lei julgada inconstitucional;
e) não é possível a declaração incidental de inconstitucionalidade de lei anterior à
Constituição Federal de 1988, uma vez que eventual incompatibilidade será resolvida
pela revogação (lei posterior revoga lei anterior).

SEMANA 10
Descrição
1) Em sessão plenária o Supremo Tribunal Federal alterou o entendimento pacificado
através do precedente judicial extraído da ADPF 186, no sentido de admitir a
constitucionalidade das cotas raciais nas universidades públicas, determinando que a
partir da data da referida sessão o único critério a ser utilizado para ingresso nas
universidades deve ter como base a meritocracia. Considerando a sistemática de
aplicação dos precedentes judiciais podemos afirmar que o Supremo Tribunal Federal
agiu adequadamente?
Conforme o artigo 927 §3°: na hipótese de alteração de jurisprudência dominante do STF e dos
tribunais superiores ou daquela oriunda de julgamento de casos repetitivos, pode haver
modulação dos efeitos da alteração no interesse social e no de segurança jurídica. E conforme o
artigo 987 § 1° e § 2°

O Sistema de Precedentes exige que haja a modelação temporal para manter a segurança
nas relações jurídicas e a atenção aos interesses sociais, Art.927, parágrafo 3º.

2) Com o objetivo de expandir a prestação jurisdicional e aperfeiçoar a legislação outrora


em vigor, promulgou-se a Lei nº 9.099/95, criando os “Juizados Especiais Cíveis e
Criminais”. A sentença proferida em processo seguindo este rito está sujeita a recurso ao
próprio Juizado, sendo julgado por turma composta por 3 (três) juízes togados, em
exercício no primeiro grau de jurisdição. No âmbito civil, o acórdão prolatado pela turma
recursal está sujeito (XLV Concurso para ingresso na Magistratura do TJRJ):
(A) à reclamação ao Superior Tribunal de Justiça, desde que o acórdão contrarie
jurisprudência firmada na Corte Superior, versando sobre direito material.
(B) à interposição de recurso extraordinário, dispensando- -se o prequestionamento em
razão da informalidade e simplicidade que regem a lei.
(C) à interposição de recurso especial, nas hipóteses constitucionalmente previstas.
(D) à oposição de embargos infringentes, para casos em que a decisão tenha sido não
unânime.

3) A autoridade federal competente para julgar processo administrativo de imposição


de multa decidiu por aplicar a pena de multa ao administrado, impondo-lhe, ainda, o
ônus de depositar o respectivo valor como condição de admissibilidade do recurso
administrativo cabível.
Sabendo que a exigência da autoridade administrativa contraria teor da súmula
vinculante 21 (segundo a qual é inconstitucional a exigência de depósito ou
arrolamento prévios de dinheiro ou bens para a admissibilidade de recurso
administrativo), o administrado pretende propor reclamação constitucional para que
não seja obrigado a depositar o valor da multa como condição de admissibilidade do
recurso administrativo.
De acordo com a Constituição Federal, a reclamação constitucional é, em tese,
a) incabível;
b) cabível, devendo ser proposta perante o Supremo Tribunal Federal.
c) cabível, devendo ser proposta perante o Superior Tribunal de Justiça.
d) cabível, devendo ser proposta perante o Tribunal Regional Federal competente.
e) cabível, devendo ser proposta perante a autoridade administrativa superior.

SEMANA 11
Descrição
1) Arlete celebrou com José um contrato de promessa de compra e venda de um imóvel
cujo pagamento do valor do bem foi parcelado em 50 parcelas de R$10.000.00. José,
diante da necessidade financeira, realizou contrato de mútuo com o Banco XZV onde
ofereceu o referido imóvel em garantia, sem comunicar previamente a Arlete. Diante do
descumprimento do contrato de mútuo por José, o Banco instaurou processo judicial
visando a execução da garantia. Considerando que José está em local incerto e Arlete não
mais vem recebendo os boletos para pagamento das parcelas, a compradora propôs ação
de consignação em pagamento, nos termos do art. 547 do CPC/2015, em face de José e
do Banco XZV, pois teve dúvida acerca da titularidade do crédito. O juiz extinguiu o
feito, sem resolução do mérito, por entender que inexiste, nesse caso, interesse de agir
vez que não há dúvida acerca de quem é o titular do crédito. O juiz agiu corretamente?
Não, a consignação de pagamento era o modo correto, pois ouve duvida objetiva de quem era o
credor. O juiz agiu incorretamente.

2) Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta no que tange às ações


possessórias no Código de Processo Civil (Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do
Estado do Rio Grande do Sul – 2012 - ).
(A) A propositura de uma ação possessória em vez de outra obsta a que o juiz outorgue a
proteção legal correspondente àquela.
(B) A pendência do processo possessório não obsta a propositura de ação de
reconhecimento do domínio.
(C) O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de esbulho e reintegrado no
caso de turbação.
(D) Estando a petição inicial devidamente instruída, o juiz deferirá, desde que ouvido o
réu, a expedição do mandado liminar de manutenção ou de reintegração. (E) Contra as
pessoas jurídicas de direito público, não se defere a manutenção ou a reintegração liminar
sem prévia audiência dos respectivos representantes judiciais.
(E) Contra as pessoas jurídicas de direito público, não se defere a manutenção ou a
reintegração liminar sem prévia audiência dos respectivos representantes judiciais.

3) Na ação interposta por aquele que pretende exigir a prestação de contas, conforme a
disposição do CPC, se o réu não negar a obrigação de prestar contas, é incorreto afirmar
que, em consequência:
a) o Juiz conhecerá diretamente do pedido, proferindo sentença.
b) a sentença que julgar procedente a ação condenará o réu a prestar as contas no prazo
de quarenta e oito (48) horas.
c) as contas serão, desde logo, apresentadas pelo autor, em dez (15) dias, sendo julgadas
segundo o prudente arbítrio do Juiz.
d) a sentença que julgar procedente a ação, condenando o réu a prestar as contas,
também, imporá a este a pena de não lhe ser lícito impugnar as que o autor apresentar,
caso não cumpra a condenação no prazo fixado.

SEMANA 12
Descrição
1) Maria de Souza propôs ação de inventário judicial para partilha de bens de seu falecido
marido Carlos Otávio. Além da inventariante foram incluídos, também, nas primeiras
declarações Othon Souza e Maurício Souza, herdeiros do de cujus. Considerando que
Carlos era sócio da Empresa de Transportes Via Jato, a inventariante propôs Apuração de
Haveres para viabilizar, através da respectiva perícia, o valor do saldo devido ao de cujus
pela sociedade empresária. O juiz instaurou o incidente em apartado e, após a perícia
contábil, homologou o valor do saldo credor fixado na apuração de haveres em favor do
Espólio de Carlos Otávio. A Empresa Via Jato interpôs recurso de apelação sob o
argumento de que a apuração de haveres, por se tratar de matéria de alta indagação,
deveria ter sido processada pelo juízo cível razão pela qual o juízo orfanológico é
absolutamente incompetente, nos termos do art. 612 do CPC/2015. O Tribunal de Justiça
confirmou a decisão proferida pelo juízo orfanológico. Os argumentos da Empresa
procedem?
Não pois o Art. 612. O juiz decidirá todas as questões de direito desde que os fatos relevantes
estejam provados por documento, só remetendo para as vias ordinárias as questões que
dependerem de outras provas.

Não procedem considerando que a necessidade de realização da apuração de haveres de


perícia contábil para identificação do saldo devido ao de cujus, não afasta a incidência do
juízo orfanológico ( juízo que advém a ação de inventário), Art.612 do NCPC/15.

2) Lindalva faleceu em Minas Gerais, em um acidente durante a prática de montanhismo.


Não tinha feito testamento, mas deixou dois filhos maiores que residem em dois estados
da Federação. Apesar de não ter domicílio certo, deixou bens situados nos estados da
Bahia e de Mato Grosso.
A respeito da ação de inventário, de acordo com o que dispõe o Código de Processo
Civil, assinale a afirmativa correta.
a) A ação de inventário deve ser ajuizada no foro do domicílio dos filhos de Lindalva,
pois são eles os inventariantes.
b) O foro competente para o inventário é o da situação dos bens, de forma que o
inventário deverá ser aberto na Bahia, local onde a maioria dos bens está localizada.
c) A ação de inventário poderá ser ajuizada no foro da situação de qualquer dos bens,
uma vez que o autor da herança possui bens em lugares diferentes.
d) O inventário deverá ser aberto pelos herdeiros no estado de Minas Gerais, uma vez que
Lindalva não tinha domicílio certo e seus bens estavam em lugares diferentes.

3) Maria Eduarda ingressou com uma ação de dissolução da união estável em face de
José Antônio que tramitou perante o juízo de família da Comarca de Juiz de Fora. No
entanto, Maria pretende receber sua parte referente à cota de seu ex-companheiro na
sociedade empresária fornecedora de frangos na cidade. Nesse caso, como deverá
proceder a autora para apuração de haveres da quantia que tem direito em relação à
referida sociedade:
a) ajuizar ação de dissolução parcial da sociedade empresária para obter a apuração de
seus haveres;
b) deverá requerer partilha da cota referente ao ex-companheiro através de incidente
processual nos autos da ação de dissolução de união estável;
c) a ex-companheira não tem legitimidade para propor a dissolução parcial da sociedade;
d) deverá propor ação própria em face somente de João Antônio.

SEMANA 13
Descrição
1) Fernando José propôs ação de Reintegração de Posse em face de Pedro Feijó sob o
fundamento de que o réu praticou esbulho possessório. A demanda tramitou regularmente
e, ao final, o juiz julgou procedente o pedido possessório para determinar a retomada da
posse do imóvel em favor de Fernando. Após o trânsito em julgado e a consequente
expedição do competente mandado de Reintegração, Diego de Sá e sua esposa Marieta
opuseram embargos de terceiros, nos termos do art. 674 do CPC/2015, para defesa de sua
propriedade alegando, para tanto, que têm a posse mansa e pacífica do imóvel há mais de
12 anos. Por outro lado, argumentaram, também, que adquiriram a posse do imóvel antes
mesmo do bem se tornar litigioso. Agiu corretamente o advogado de Diego e Marieta ao
opor embargos de terceiros para a defesa da posse de seus clientes?
Sim, pois é o meio correto para garantir direitos de terceiros. Pois não era parte do processo.

2) Assinale a alternativa correta acerca dos embargos de terceiro (XLVI Concurso para
Juiz de Direito – TJ/RJ).
(A) Os embargos de terceiro podem ser opostos a qualquer tempo, seja na fase de
conhecimento, fase de execução ou processo de execução.
(B) Admite-se a prova testemunhal nos embargos de terceiro.
(C) O prazo para resposta do embargado é igual ao prazo para apresentação de defesa em
procedimento comum que segue o rito ordinário.
(D) Não se admitem embargos de terceiro pelo cônjuge, quando o fundamento é a
proteção de bens que integram sua meação.

3) A oposição, oferecida antes da audiência, será (Juiz de Direito/MG)


a) apensada aos autos principais, com a suspensão da ação até o seu julgamento.
b) juntada aos autos principais, correndo simultaneamente com a ação, sendo julgada em
primeiro lugar.
c) apensada aos autos principais, sobrestando-se o andamento da ação, por prazo nunca
superior a 90 (noventa) dias, a fim de se proceder ao julgamento simultâneo;
d) processada pelo rito ordinário, sendo julgada sem prejuízo da causa principal.
e) apensada aos autos principais e correrá simultaneamente com a ação, sendo ambas
julgadas pela mesma sentença

SEMANA 14
Descrição
1) Josefa adquiriu um automóvel financiado, através de contrato de alienação fiduciária,
em 60 parcelas pelo Banco LXZ. No entanto, após o pagamento 35ª parcela Josefa não
teve mais condições de adimplir com sua obrigação contratual ocasionando a venda
extrajudicial do veículo. Após a realização da venda extrajudicial do bem, o referido
banco ajuizou ação monitória para levantar o valor correspondente ao saldo remanescente
em face de Josefa. O Juiz indeferiu a petição inicial sob o fundamento de que inexiste
interesse de agir. A decisão do juiz está correta?
o juiz agiu corretamente pois o banco deveria ter entrado com o valor certo devido, e não para
levantar o valor ao saldo correspondente. Art 700 § 2o Na petição inicial, incumbe ao autor
explicitar, conforme o caso:
I - a importância devida, instruindo-a com memória de cálculo;
II - o valor atual da coisa reclamada;
III - o conteúdo patrimonial em discussão ou o proveito econômico perseguido.
§ 4o Além das hipóteses do art. 330, a petição inicial será indeferida quando não atendido o
disposto no § 2o deste artigo.

Resposta: Consoante Sumula 384 do STJ, admite-se a Ação Monitória, para levantamento de
saldo remanescente, sendo assim esta o juiz equivocado em sua colocação.
STJ - Súmula 384 Cabe ação monitória para haver saldo remanescente oriundo de venda
extrajudicial de bem alienado fiduciariamente em garantia

2) A ação monitória (FCC - 2013 - TRT - 18ª Região (GO) - Analista Judiciário - Área
Judiciária):
a) segue o mesmo rito da ação de execução.
b) admite prova exclusivamente testemunhal.
c) demanda a existência de prova escrita sem eficácia de título executivo e pode ter como
objeto a entrega de bem fungível.
d) permite que o réu ofereça embargos ao mandado monitório, desde que deposite o valor
integral do débito ou preste caução idônea.
e) leva, quando da rejeição dos embargos, à constituição de título executivo extrajudicial.

3) Em relação à ação monitória é correto afirmar:


a) Não se admite o procedimento monitório para adimplemento de obrigação de fazer ou
não fazer;
b) Não cabe ação rescisória contra decisão proferida no procedimento monitório quando
o devedor não oferecer embargos;
c) O prazo para ajuizamento de ação monitória em face do emitente de cheque sem força
executiva é bienal;
d) Admite-se a condenação do réu por litigância de má-fé.

SEMANA 15
Descrição
1) Deise Lucia e Álvaro ingressaram com uma ação de separação judicial consensual
perante o Juízo de Família da Comarca de Recife. O juiz indeferiu a petição inicial sob o
argumento de que a separação judicial consensual foi extinta após a Emenda
Constitucional nº66/2010. O juiz agiu adequadamente?
Agiu incorretamente o juiz, porque não foi extinto o procedimento de separação judicial pela EC
nº 66/2010. É possível promover separação judicial consensual, quando tiverem intenção de
romper apenas a convivência em comum e não o vínculo conjugal. O novo CPC não deixa
nenhuma dúvida pela possibilidade de separação consensual ou litigiosa, porque a disciplina em
seu texto

2) Sobre a jurisdição voluntária, é correto afirmar que (Analista do Ministério Público do


Estado do Rio de Janeiro – 2011):
A) assim como na contenciosa, o juiz é obrigado na jurisdição voluntária a observar a
legalidade estrita;
B) o Ministério Público pode atuar como órgão interveniente na jurisdição voluntária,
mas não como órgão agente;
C) o interditando não pode constituir advogado, devendo ser nomeado curador especial
para sua defesa;
D) cessando as funções do tutor ou curador pelo decurso do prazo em que era obrigado a
servir, ser-lhe-á lícito requerer a exoneração do encargo;
E) o tutor ou curador poderá eximir-se do encargo, apresentando escusa ao juiz a
qualquer tempo.

3) A interdição daqueles que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiveram o


necessário discernimento para os atos da vida civil será declarada em procedimento de
jurisdição:
a) contenciosa, sendo dispensada a intervenção do Ministério Público se o interditando
constituir advogado para defendê-lo, mas é o Ministério Público também legitimado para
promover a interdição em casos especificados em lei.
b) contenciosa, com intervenção obrigatória do Ministério Público que, entretanto, em
nenhuma hipótese tem legitimidade para promover a interdição.
c) voluntária, se o interditando concordar com o pedido e contenciosa, se o interditando
resistir ao pedido de interdição.
d) voluntária, não sendo obrigatória a intervenção do Ministério Público, nem sendo o
Ministério Público legitimado em qualquer hipótese para requerer a interdição.
e) voluntária, com intervenção obrigatória do Ministério Público, o qual, também, tem
legitimidade para promover a interdição em casos especificados na lei.

SEMANA 16
Descrição
1) O advogado de Joaquim ingressou com uma ação indenizatória em face da Loja Belga
Ltda com o intuito de obter indenização por danos imateriais devido à negação indevida
de seu nome. O Juiz julgou procedente o pedido para condenar a ré a pagar a quantia de
R$20.000,00. Na fase executiva, o advogado requereu o incidente de desconsideração da
personalidade jurídica, nos termos do art. 133 do CPC/2015, considerando que a referida
empresa se dissolveu de forma irregular. O juiz indeferiu o requerimento o exequente sob
o argumento de que não cabe o mencionado incidente no microssistema dos Juizados
Especiais Cíveis. Agiu adequadamente o Juiz?
o juiz não agiu adequadamente, Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em todas as
fases do processo de conhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em
título executivo extrajudicial.

2) A aquisição da propriedade pela via da usucapião foi alterado pelo CPC/2015.


Considerando as alterações pertinentes ao tema é correto afirmar:
a) É dispensável a planta e memorial descritivo assinado por profissional habilitado;
b) O pedido de reconhecimento extrajudicial de usucapião é obrigatório sendo vedada a
via jurisdicional;
c) O pedido extrajudicial de usucapião deve ser processado perante o Cartório de
Registro de Imóveis da Comarca onde estiver situado o imóvel;
d) Os requisitos do pedido de usucapião especial foram relativizados.
3) Sobre as disposições finais do Código de Processo Civil de 2015 é correto afirmar:
a) Na hipótese de a lei remeter ao procedimento sumário, será observado o procedimento
especial das ações de família, no que couber;
b) A tramitação prioritária de procedimentos judiciais depende de deferimento do órgão
jurisdicional;
c) Será de 05 dias o prazo para interposição de agravo previsto em regimento interno de
Tribunal;
d) O Conselho Nacional de Justiça promoverá, periodicamente, pesquisas estatísticas para
avaliar a efetividade das normas do CPC/2015.