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A.SEG.TRAB.
ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

Índice
2 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (P.P.R.A.)
4
2.1 – OBJETIVOS E APLICAÇÃO
4
2.1.1 – Objetivo Geral
4
2.1.2 – Objetivos Específicos
4
2.1.3 – Aplicação
4
3 – METAS DO PPRA E METODOLOGIA
5
4 – ABRANGÊNCIA
6
5 – RISCOS AMBIENTAIS
6
6.1 - Reconhecimento dos Riscos
7
6.2 – Identificação do Local Avaliado
7
6.3 – Descrição dos Ambientes de Trabalho
8
7 – AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS
8
7.2 – Aparelhagem Utilizada nas Medições
9
9 – RECONHECIMENTO DOS RISCOS E SUAS FONTES GERADORAS
11
10 - PROPOSTAS ESPECÍFICAS PARA O CONTROLE DOS RISCOS
18
10.1 – Riscos Biológicos
18
10.4 - Tabela De EPI’s Recomendados (Por Função)
20
11 - Tempo de Exposição
20
12 - Interpretação e Análise dos Resultados dos Agentes Insalubres
21
13.1 - Quadro Resumo Adicional de Insalubridade e Código GFIP
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14 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - P.P.A.


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15. PROGRAMA DE ERGONOMIA - P.Erg
23
15.1 - Mobiliário dos Postos de Trabalho
23
12.2 - Condições Ambientais de Trabalho
24
16 - CONTROLE DOS RISCOS
25
16.1 - Treinamento
25
16.2 - Medidas de Proteção Coletiva
25
16.3 - Equipamentos de Proteção Individual - E.P.I.’s
26
16.4 - Análise dos Riscos
26
16.5 - Monitoramento dos Riscos por Níveis de Ação
26
17 – RESPONSABILIDADES
26
17.1 – Responsabilidade pela implementação e o cumprimento do programa
26
17.2 - Dos Gerentes e Responsáveis do Setor Administrativo de Pessoal
27
17.3 - Das Gerências / Supervisões
27
17.4 - Dos Empregados
27
17.5 – Antecipação dos Riscos
27
17.6 – Implantação de Medidas de Controle
28
17.7 – O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá
obedecer a seguinte hierarquia
29
17.8 – A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as normas legais e
administrativas em vigor e envolverá
29
18 - REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS
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19 - CRONOGRANA DE MEDIDAS E CONTROLE DE PROTEÇÃO DO P.P.R.A.


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1 – IDENTIFICAÇÃO
Razão Social: Marmoraria Guandu Importação e Exportação LTDA

Fantasia: Marmoraria Guandu LTDA

Endereço: Avenida Rio Doce

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Bairro: Sapucaia N. º: 1886

Cidade: Baixo Guandu Estado: ES

CEP: 29730-000 Telefax:

CNPJ: 31.778.749/0001-98 Insc. Estadual: 081.228.70-8

CNAE: 47.44-0-99 Grau de Risco: 2

Atividade: Comércio varejista de materiais de construção em geral.

Nº Funcionários: 08 Homens: 07 Mulheres: 01

Realizado por: Gustavo Pesente

Acompanhante: Paulo Cesar.

ELABORADOR POR: Dr. José Lúcio Mattedi – Médico do Trabalho.

2 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (P.P.R.A.)

2.1 – OBJETIVOS E APLICAÇÃO

2.1.1 – Objetivo Geral

Garantir a salubridade nos locais de trabalho, preservar a saúde e a integridade física


dos trabalhadores, prevenir os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças profissionais,
controlar os riscos ambientais que possam causar danos à saúde e, assegurar aos trabalhadores
padrões adequados de saúde e bem estar no ambiente de trabalho.

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Todos os custos de antecipação, reavaliação e implementação deste P.P.R.A., são de


responsabilidade da empresa.

2.1.2 – Objetivos Específicos

 Controlar os Riscos Ambientais, com ações e medidas de controle individuais ou


coletivas que preservem à saúde e a integridade física dos trabalhadores em relação aos
agentes e riscos presentes nos locais de trabalho;

 Monitorar as possíveis exposições dos trabalhadores aos riscos ambientais existentes


no local de trabalho;

 Avaliar de maneira criteriosa a execução do programa;

 Preservar o meio ambiente e os recursos naturais.

2.1.3 – Aplicação

As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento do


empregador, sob a responsabilidade de seu representante legal e participação daqueles
investidos em cargos de chefia e dos trabalhadores em geral, sendo sua abrangência e
profundidade, dependentes das características dos riscos e das respectivas necessidades de
controle.

Condição imprescindível ao êxito dos objetivos do presente programa, todos os


envolvidos no processo de trabalho das atividades desenvolvidas na empregadora deverão
estar aptos e conhecer suas tarefas e os riscos a elas inerentes, de modo a trabalharem com
segurança e conforto. Para tanto, deverão receber treinamento adequado e habilitação técnica
para o exercício de suas respectivas funções. Ainda, divulgado e conhecido por todos os que
integram as atividades da empregadora, deverá ser auditado periodicamente para avaliação
dos resultados e adoção de medidas corretivas, quando necessárias.

3 – METAS DO PPRA E METODOLOGIA

A meta principal da empresa ao implantar e implementar este programa é manter e


preservar a saúde e a integridade física dos seus trabalhadores, não permitindo que o seu local
de trabalho seja motivo de perda da sua saúde, de sua integridade física ou mesmo de sua
vida. Visa também eliminar ou minimizar os efeitos nocivos à saúde compatibilizando-os a
limites de tolerância da NR 15 da Portaria nº 3.214, do Ministério do Trabalho ou com os da
ACGIH (American Conference of Governamental Industrial Hygienists).

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Além de atender às exigências legais, visando eliminar ou reduzir os níveis de


concentração de agentes nocivos ou riscos e evitar as exposições ou permanências de
trabalhadores nos ambientes susceptíveis aos mesmos, este programa deverá ser desenvolvido
de forma integrada entre todos os setores e/ou, envolvidos nas atividades, a fim de propiciar
condições para agir preventivamente no sentido de:

Antecipar: adotar medidas preventivas que permitam pela antecipação, eliminar ou


minimizar a ocorrência de doenças e acidentes;

Reconhecer: pelas ações e medidas de antecipação, adotando como rotina à realização de


levantamentos, análises e permanente monitoração, reconhecer os agentes e riscos capazes de
causar doenças ou acidentes;

Avaliar: providenciar avaliações quantitativas e qualitativas dos agentes detectados e


passíveis de provocar danos à saúde ou integridade física do trabalhador;

Controlar: fazer controle efetivo dos meios aplicados na prevenção de acidentes ou doenças,
monitorando e verificando as alterações ou situações dos agentes implicados (físicos,
químicos e biológicos) ou novas situações que se apresentem no ambiente de trabalho e, que
de alguma forma, estejam ou

possam vir a provocar danos à saúde e a integridade física dos trabalhadores, observando
ainda, a proteção e a preservação do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais.

A metodologia e a estratégia empregada na elaboração deste programa é concordante e


até, verdadeira adaptação da proposta das Normas Regulamentadoras do Ministério do
Trabalho, em especial aos itens 9.3.1 e 9.3.2.

Para poder estabelecer prioridades coerentes, dentro de um conjunto mais amplo das
iniciativas da empresa, no campo da preservação da saúde e integridade dos trabalhadores,
este programa não se limita ao disposto na NR-9, mas também a outros aspectos relativos à
segurança e saúde no trabalho previstos nas demais Normas Regulamentadoras, porém, que
não representa um estudo exaustivo das condições de segurança e saúde previstas nessas
outras NRs.

Com relação ao cronograma para o controle dos riscos ambientais existentes, a


empresa se propõe a, nos próximos doze meses, conforme consta no cronograma do P.P.R.A.
contido no final do mesmo, tomar as medidas necessárias para o controle dos Riscos
Ambientais, Ergonômicos e de Acidentes, porventura existentes na empresa, desde que viável

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tecnicamente e de acordo com a disponibilidade financeira da empresa.

4 – ABRANGÊNCIA

Este programa contempla as instalações, os processos de trabalho e as respectivas


atividades ou unidades da empregadora em todos os seus setores ou unidades laborais,
buscando-se executá-lo dentro da melhor técnica, foram considerados os riscos de origem
física, química e biológica, onde a identificação e o reconhecimento desses riscos são de
fundamental importância para o desenvolvimento de algumas ações preventivas.

Quando ficar caracterizado o nexo causal entre os danos observados na saúde dos
trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos, deverá estar consignado no
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional — PCMSO.

Este documento deverá ser discutido com os responsáveis pelo desenvolvimento,


seguindo o cronograma que foi previamente estabelecido.

5 – RISCOS AMBIENTAIS

Para efeito da Norma Regulamentadora n.º 9 – NR 9, são considerados RISCOS


AMBIENTAIS os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho
que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são
capazes de causar danos à saúde do trabalhador, em função de sua:

Natureza: origem do agente causador de doença ou acidente de trabalho;

Concentração: grau de concentração do agente causador de doença ou acidente de


trabalho;

Intensidade: capacidade de força que o agente causador de doença ou acidente de trabalho


tem ao atingir o trabalhador no seu ambiente de trabalho;

Tempo de exposição: o tempo que o trabalhador ficou exposto ao agente causador de


doença ou acidente no ambiente de trabalho.

AGENTES FÍSICOS: São considerados as diversas formas de energia que possam estar
expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas
extremas, radiações ionizantes, não ionizantes, infrassom e o ultrassom.

AGENTES QUÍMICOS: São considerados as substâncias, compostos ou produtos que


possam penetrar no organismo pelas vias respiratórias, em forma de poeiras, fumo, névoas,

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neblinas, gases ou vapores, ou pela natureza da atividade, possam ter contato ou ser
absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

AGENTES BIOLÓGICOS: São considerados as bactérias, fungos, bacilos, parasitas,


protozoário, vírus, entre outros, que possam estar expostos os trabalhadores.

Além destes três grupos, citamos também os agentes de riscos ergonômicos e os


agentes de acidentes ou riscos mecânicos, sendo:

AGENTES ERGONÔMICOS: O estudo dos agentes ergonômicos visa estabelecer


parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características
psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar o máximo de conforto, segurança
e desempenho ao trabalhador. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao
levantamento, transporte e movimentação de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às
condições ambientais do posto de trabalho, bem como a própria organização do trabalho,
conforme NR – 17.

AGENTES DE ACIDENTES: Caracterizam-se pela presença e/ou contato do Homem


com máquinas, objetos escoriantes, cortantes, abrasivos e perfuro – cortantes, explosivos,
inflamáveis, choques elétricos e outros capazes de causar danos à saúde do trabalhador. Estão
incluídos: arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas
defeituosas e/ou impróprias, instalações elétricas inadequadas (aterramento), sinalização
(ausências de indicação de risco), edificações (pisos inadequados, escadas impróprias),
probabilidade de incêndio e explosão (riscos com produtos inflamáveis, sobrecarga elétrica),
luminosidade deficiente, ventilação deficiente, etc..

6.1 - Reconhecimento dos Riscos


6.2 – Identificação do Local Avaliado
Foram objetos de avaliação todos os setores da empresa em epígrafe.
6.3 – Descrição dos Ambientes de Trabalho

SETOR DESCRIÇÃO DO AMBIENTE

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 Galpão com paredes laterais em estrutura metálica;

 Estrutura da cobertura de metal;

Produção  Cobertura de telhas metálicas;


Não houve alteração
digna de nota no setor  Piso de concreto liso;
com relação ao PPRA de
2016.  Iluminação natural e artificial;

 Ventilação natural;

 Pé direito é de 12,0 m (doze) aproximadamente.


 Paredes laterais em alvenaria;

 Cobertura em laje;
Escritório
Recepção  Piso revestido em granito;
Não houve alteração
digna de nota no setor  Iluminação natural e artificial;
com relação ao PPRA de
2016.  Ventilação natural e artificial;

 Pé direito de 3,0 (três) aproximadamente.

7 – AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS


7.1 – Objetivo

As avaliações quantitativas têm por objetivo identificar se existe algum agente que está acima
dos limites estabelecidos pela NR 15 e seus anexos, comprovar o controle da exposição ou
inexistência dos riscos identificados, dimensionar a exposição dos trabalhadores para cada
agente e subsidiar o equacionamento das medidas de controle, através de metodologias
existentes.

7.2 – Aparelhagem Utilizada nas Medições

Ruído
Audio-dosímetros Marca Wed. Mod. 01 dB;

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Calibrador: 01 dB stell;
Acessórios: Protetor contra vento e poeiras, cabo de extensão para microfone e tripé.
Configuração do Aparelho
Critério de Referência: 85 Critério de Ponderação: A
Nível de Duplicação de Dose: 5 dB Circuito de Resposta: Lenta (SLOW)
Nível Limiar de Integração: 80 dB Faixa de Operação: 60-140 dB
Observação: Avaliações de dosimetria de ruído realizadas conforme a NHO 01 da Fundacentro.

Poeiras Vegetais
-Bomba de amostragem BDX II / Programável marca GILIAN (E.U.A.);

-Amostragem de gases, vapores e aerodispersóides sólidos ou líquidos;

-Normalização: Port. 3214/78 - NR 9;

-Leitura em ppm e mg/m³;

Calibrador:

- Gilian- Modelo Gilibrator 2.

8 - PRIORIZAÇÃO DE MONITORIZAÇÃO E MEDIDAS DE CONTROLE

Prioridade (Desprezível)

Quando o agente não representa risco potencial de dano à saúde nas condições usuais de
trabalho. Quando o agente foi identificado, mas é quantitativamente irrelevante frente aos
critérios técnicos e abaixo do nível de ação.

Prioridade (De atenção)

Quando o agente representa um risco moderado à saúde, nas condições usuais de trabalho,
não causando efeitos agudos; quando não há queixas aparentemente relacionadas com o risco;
quando a exposição se encontra sob controle técnico e acima do nível de ação, porém abaixo
do LT. Considera-se na exposição às medidas coletivas e/ou individuais adotadas que reduzam
a concentração ambiental do contaminante.

Prioridade (Crítica)

Quando o agente pode causar efeitos agudos; quando as práticas operacionais e as condições
ambientais indicam descontrole de exposição; quando não há queixas específicas e
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indicadores biológicos de exposição excedidos (conforme PCMSO); quando a exposição não


se encontra sob controle técnico e está acima do LT, porém abaixo do valor máximo ou valor
teto.

Prioridade (Emergencial)

Quando envolve exposições a carcinogênicos; quando as queixas dos trabalhadores são


específicas e frequentes, com indicadores biológicos de exposição; quando há exposição
cutânea severa a substâncias com notação pele; quando a exposição não se encontra sob
controle técnico e está acima do valor teto ou valor máximo.

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9 – RECONHECIMENTO DOS RISCOS E SUAS FONTES GERADORAS.


Função Setor Expostos Atividades Desenvolvidas
Operar ponte rolante na movimentação de chapas de granito, auxiliar no carregamento e descarregamento de
Cortador de veículos, realizar cortes em chapas de granito conforme pedido de cliente, realizar acabamento de bordas de peças
Produção 02
Pedras já cortadas, realizar lubrificação da serra mármore, auxilia no acabamento de peças, eventualmente faz entrega,
operar politriz nos trabalhos de polimento de chapas de granito.
Riscos Agentes Tipo de Exposição Fontes Geradoras Propagação Possíveis danos a Saúde Prioridade para Controle
Cansaço, irritação, dor de
Cortadeira,
Ruído Habitual e Intermitente Ar cabeça, stress, perda Crítica
lixadeira
auditiva.
Físicos
Doenças do aparelho
Cortadeira,
Umidade Habitual e Intermitente Contato respiratório, doenças de pele, Desprezível
lixadeira
doenças circulatórias
Neoplasia maligna dos
brônquios e do pulmão;
Outras Doenças Pulmonares
Cortadeira, Obstrutivas Crônicas,
Poeiras Minerais Habitual e Intermitente Ar/contato Desprezível
lixadeira silicose, pneumoconiose
associada com Tuberculose
Químicos (“Sílico-Tuberculose”),
Síndrome de Caplan.
Irritação dos olhos, vias
Vapores de respiratórias e pele, náuseas,
Eventual e Intermitente Massa plástica Ar De Atenção
solventes orgânicos tonturas, desmaios, dor de
cabeça etc..
Biológicos Não detectado Não detectado Não detectado - -

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AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS


Ruído – Dosimetria de Ruído Avaliação Quantitativa
Data da Análise Tempo Avaliado H:M LAVG Dose % Análise Protetor Ideal NRR sf
Acima do Limite de Tolerância (85dB)
18/08/2017 07:58 87,2 135,7 10 dB.
Acima do Nível de Ação (80dB)

Sílica Livre Cristalizada Avaliação Quantitativa


Amostra Data Tempo Vazão Relatório n.º SRX n.º Peso do Resíduo mg % SIO2
Poeira Respirável 02/03/2016 481 min. 1,71 LPM 26644 120292 0,14 Nao Detectado
Limite de Tolerância – Conforme Anexo 12 – NR 15 (mg/m³) Resultado (mg/m³) Conclusão
4,0 0,17 Abaixo do Limite de Tolerância

Equipamentos de Proteção e Controle


Monitoramento Médico dos Trabalhadores.
EPI: avental de PVC, bota de P VC, protetor auditivo.
Dados relativos a saúde decorrente do trabalho: ver relatório anual do PCMSO.

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Função Setor Expostos Atividades Desenvolvidas


Acabador de Realizar acabamento das bordas de peças de granito, realizar furos sobre medida em chapas de granito, auxiliar na
Produção 03
Pedras montagem de peças de granito com auxílio de massa plástica.
Riscos Agentes Tipo de Exposição Fontes Geradoras Propagação Possíveis danos a Saúde Prioridade para Controle
Cansaço, irritação, dor de
Cortadeira,
Ruído Habitual e Intermitente Ar cabeça, stress, perda De Atenção
lixadeira
auditiva.
Doenças do aparelho
Cortadeira,
Físicos Umidade Habitual e Intermitente Contato respiratório, doenças de pele, Desprezível
lixadeira
doenças circulatórias
Síndrome dos Dedos
Brancos, lesões dos
Vibração Habitual e Intermitente Lixadeira Equipamento De Atenção
músculos e articulações do
pulso e/ou do cotovelo etc..
Neoplasia maligna dos
brônquios e do pulmão;
Outras Doenças Pulmonares
Cortadeira, Obstrutivas Crônicas,
Poeiras Minerais Habitual e Intermitente Ar/contato Desprezível
lixadeira silicose, pneumoconiose
associada com Tuberculose
Químicos (“Sílico-Tuberculose”),
Síndrome de Caplan.
Irritação dos olhos, vias
Vapores de respiratórias e pele, náuseas,
Eventual e Intermitente Massa plástica Ar De Atenção
solventes orgânicos tonturas, desmaios, dor de
cabeça etc..
Biológicos Não detectado Não detectado Não detectado - -

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AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS


Ruído – Dosimetria de Ruído Avaliação Quantitativa
Data da Análise Tempo Avaliado H:M LAVG Dose % Análise Protetor Ideal NRR sf
Abaixo do Limite de Tolerância (85dB)
18/082017 08:03 84,1 88,3 10 dB.
Acima do Nível de Ação (80dB)

Vibração Avaliação Quantitativa


Localização do Equipamento: Mãos e Braços Posição Avaliada: Em Pé
Tipo Ahw (ponderação HA)
Nível Global Mão e Braço (Ahw) Limite de Tolerância Resultado (AREN) Conclusão
2,54 5,00 2,52 Abaixo do Limite de Tolerância
Acima do Nível de Ação

Sílica Livre Cristalizada Avaliação Quantitativa


Amostra Data Tempo Vazão Relatório n.º SRX n.º Peso do Resíduo mg % SIO2
Poeira Respirável 02/03/2016 484 min. 1,71 LPM 26644 120306 0,06 Nao Detectado
Limite de Tolerância – Conforme Anexo 12 – NR 15 (mg/m³) Resultado (mg/m³) Conclusão
4,0 0,07 Abaixo do Limite de Tolerância

Equipamentos de Proteção e Controle


Monitoramento Médico dos Trabalhadores.
EPI: avental de PVC, bota de P VC, protetor auditivo, respirador PFF2.
Dados relativos a saúde decorrente do trabalho: ver relatório anual do PCMSO.

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Função Setor Expostos Atividades Desenvolvidas


Auxiliar de Fixar vidros no processo de instalação nas casas de clientes ou lojas; cortar peças de alumínio sobre medida com
Produção 01
Vidraceiro máquina policorte, para fabricação de janelas, portas, basculas etc.; montar os produtos.
Riscos Agentes Tipo de Exposição Fontes Geradoras Propagação Possíveis danos a Saúde Prioridade para Controle
Cansaço, irritação, dor de
Físicos Ruído Habitual e Intermitente Policorte Ar cabeça, stress, perda Desprezível
auditiva.
Químicos Não detectado Não detectado Não detectado - - -
Biológicos Não detectado Não detectado Não detectado - -
AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS
Ruído – Dosimetria de Ruído Avaliação Quantitativa
Data da Análise Tempo Avaliado H:M LAVG Dose % Análise Protetor Ideal NRR sf
Abaixo do Limite de Tolerância (85dB)
18/08/2017 07:27 74,5 33,7 -
Abaixo do Nível de Ação (80dB)
Equipamentos de Proteção e Controle
Monitoramento Médico dos Trabalhadores.
EPI: botina, protetor auditivo.
Dados relativos a saúde decorrente do trabalho: ver relatório anual do PCMSO.

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Função Setor Expostos Atividades Desenvolvidas


Realizar atendimento a cliente, realizar cobrança em lugares solicitados, fixar vidros no processo de instalação nas
Vidraceiro Produção 01 casas de clientes ou lojas; cortar peças de alumínio sobre medida com máquina policorte, para fabricação de
janelas, portas, basculas etc.; montar os produtos.
Riscos Agentes Tipo de Exposição Fontes Geradoras Propagação Possíveis danos a Saúde Prioridade para Controle
Cansaço, irritação, dor de
Físicos Ruído Habitual e Intermitente Policorte Ar cabeça, stress, perda Desprezível
auditiva.
Químicos Não detectado Não detectado Não detectado - - -
Biológicos Não detectado Não detectado Não detectado - -
AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS
Ruído – Dosimetria de Ruído Avaliação Quantitativa
Data da Análise Tempo Avaliado H:M LAVG Dose % Análise Protetor Ideal NRR sf
Abaixo do Limite de Tolerância (85dB)
18/08/2017 07:27 74,5 33,7 -
Abaixo do Nível de Ação (80dB)
Equipamentos de Proteção e Controle
Monitoramento Médico dos Trabalhadores.
EPI: botina, protetor auditivo.
Dados relativos a saúde decorrente do trabalho: ver relatório anual do PCMSO.

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Função Setor Expostos Atividades Desenvolvidas


Realizar atendimento a cliente pegando informações para confecção de produtos sobre medida,
Auxiliar Administrativo Administrativo 01
realizar cobrança, realizar controle de notas fiscais, auxiliar na parte financeira e administrativa.
Riscos Agentes Tipo de Exposição Fontes Geradoras Propagação Possíveis danos a Saúde Prioridade para Controle
Físicos Não detectado Não detectado Não detectado - - -
Químicos Não detectado Não detectado Não detectado - - -
Biológicos Não detectado Não detectado Não detectado - - -
Equipamentos de Proteção e Controle
Monitoramento Médico dos Trabalhadores.
Dados relativos a saúde decorrente do trabalho: ver relatório anual do PCMSO.

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10 - PROPOSTAS ESPECÍFICAS PARA O CONTROLE DOS RISCOS


10.1 – Riscos Físicos
Ruído Avaliação Quantitativa – Dosimetria de Ruído
Metodologia Utilizada Dosimetria de Ruído
Enquadramento Legal Anexo I da NR 15, aprovada pela Portaria 3214/78.
Medidas de Proteção Coletiva: Enclausuramento quando possível da máquina produtora de ruído; isolamento de ruído, além da lubrificação das
máquinas e equipamentos.
Medidas Médicas: Implantação e implementação do PCA (Programa de Conservação Auditiva); exames audiométricos periódicos, afastamento do local
de trabalho e, revezamento quando possível.
Medidas Educacionais: Orientação para o uso correto do EPI, Promover palestras e treinamentos.
Medidas administrativas: Tornar obrigatório o uso do EPI e controlar seu uso.
Medida de Proteção Individual: Uso de Protetor Auricular compatível com os níveis de pressão sonora.

Umidade Avaliação Qualitativa


Método de Avaliação Inspeção no local de Trabalho
Enquadramento Legal Anexo 10 da NR 15, aprovada pela Portaria 3214/78.
Medidas de Proteção Coletiva: Fazer revezamento quando possível.
Medidas Médicas: Exames Médicos Ocupacionais, afastamento do local de trabalho.
Medidas Educacionais: Orientação para o uso correto do EPI, Promover palestras e treinamentos.
Medidas administrativas: Tornar obrigatório o uso do EPI e controlar seu uso.
Medida de Proteção Individual: Avental longo impermeável, luvas impermeáveis e botas de borracha cano longo impermeáveis.

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10.2 – Riscos Químicos


Vapores de Solventes Orgânicos Avaliação Qualitativa
Método de Avaliação Inspeção no Local de Trabalho
Enquadramento Legal Anexo 11e 13da NR 15, aprovada pela Portaria 3214/78.

Propostas Específicas para o Controle dos Riscos


Medidas Médicas: Exames Médicos Ocupacionais.
Medidas Educacionais: Orientação para o uso correto do EPI, Promover palestras e treinamentos.
Medidas administrativas: Tornar obrigatório o uso do EPI e controlar seu uso.
Medida de Proteção Individual: Usar creme protetor tipo óleo-resistente; respirador com cartucho químico para vapores orgânicos; luvas nitrílicas
e óculos de proteção.

10.3 – Riscos Biológicos


Micro-organismos (Ex.: vírus, protozoários, bactérias e fungos.) Avaliação Qualitativa
Método de Avaliação Condições de Trabalho
Propostas Específicas para o Controle dos Riscos

Medidas Médicas: exames médicos ocupacionais.


Medidas administrativas: controlar a periodicidade dos exames médicos.
Medida de Proteção Individual: Utilizar óculos de segurança, avental longo impermeável, bota de borracha cano longo, luvas nitrílicas cano
longo e respirador com filtro mecânico P1;
Os bebedouros devem ser de jato inclinado e na proporção de 01 (um) para cada grupo de 50 (cinquenta) empregados. Não deixar sobre o
bebedouro, ou próximo dele, recipientes de uso coletivo que sirvam para tomar água. Os bebedouros também devem ser objeto de higienização
constante.

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10.4 - Tabela De EPI’s Recomendados (Por Função)

Calçados de Segurança em Couro


Calçados de Segurança (Botas)

Creme de Proteção Tipo Água


Respirador Descartável PFF 2

Mangas e Perneira de Couro

Avental em Raspa de Couro


Luvas em Raspa de Couro

Avental em Napa ou PVC


Respirador com Filtro P1

Cinto de Segurança tipo


Óculos de Segurança

Protetor Auditivo

Óleo Resistente
Luvas em PVC
Paraquedista
 O uso dos EPI’s é obrigatório conforme os riscos
expostos, os quais estão relacionados no PPRA –
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

Funções Atualmente Existentes


Auxiliar de escritório - - - - - - - - - - - - -
Vidraceiro - X - - - X - - - X - X -
Auxiliar de Vidraceiro - X X - - X - - - - - X -
Acabador de Pedras - X X X - - X - - X X - -
Cortador de Pedras - X X X - - X - - X X - -
11 - Tempo de Exposição
A jornada de trabalho na empresa é de 44:00 H:M (quarenta e quatro horas), conforme permite a legislação em vigor.

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12 - Interpretação e Análise dos Resultados dos Agentes Insalubres


CONCEITOS GERAIS SOBRE A INSALUBRIDADE
A insalubridade está conceituada no artigo 189 da CLT, de acordo com a sua redação, dada pela Lei 6.514 de 22/12/77 e também encontramos nas
Normas Regulamentadoras conceitos de insalubridade, nos itens 15.1 a 15.1.5, da Portaria 3.214 de 08/06/78. As Normas Regulamentadoras apontam os
agentes considerados insalubres: físicos, químicos e biológicos.
As Normas Regulamentadoras apresentam um quadro com os graus de insalubridade para cada agente agressivo, que determina a concessão de
pagamento de adicional de insalubridade ao trabalhador, no entanto, este adicional não é cumulativo em caso de existência de vários agentes insalubres no
ambiente de trabalho, porém, será considerado o de grau mais elevado.
Anexo Atividades ou Operações que expõe o trabalhador a: Percentual
Níveis de ruído contínuo ou intermitente superiores aos limites de tolerância fixados no Quadro constante do Anexo nº 1 e no
1 20 %
item 6 do mesmo Anexo.
2 Níveis de ruído de impacto superiores aos limites de tolerância fixados nos itens 2 e 3 do Anexo nº 2. 20 %
3 Exposição ao calor com valores de I.B.U.T.G. superiores aos limites de tolerância fixados nos Quadros nº 1 e 2 20 %
5 Níveis de radiações ionizantes com radioatividade superior aos limites de tolerância fixados neste anexo. 40 %
6 Trabalho sob Ar Comprimido (Condições Hiperbáricas) 40 %
7 Radiações Não Ionizantes consideradas insalubres em decorrência de inspeções realizada no local de trabalho. 20 %
8 Vibrações consideradas insalubres em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 20 %
9 Frio considerado insalubre em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 20 %
10 Umidade considerada insalubre em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 20 %
10 %, 20 % e 40
11 Agentes químicos cujas concentrações sejam superiores aos limites de tolerância fixados no Quadro nº 1.
%
12 Poeiras minerais cujas concentrações sejam superiores aos limites de tolerância fixados neste Anexo. 40 %
Atividades ou operações, envolvendo agentes químicos, consideradas insalubres em decorrência de inspeção realizada no local 10 %, 20 % e 40
13
de trabalho. %
14 Agentes Biológicos. 20% e 40 %

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13.1 - Quadro Resumo Adicional de Insalubridade e Código GFIP

FUNÇÃO Periculosidade Insalubridade AP. ESPECIAL GFIP

Auxiliar de escritório Não faz jus Não faz jus Não faz jus

Vidraceiro Não faz jus Não faz jus Não faz jus

Auxiliar de Vidraceiro Não faz jus Não faz jus Não faz jus

Acabador de Pedras Não faz jus Não faz jus Não faz jus

Cortador de Pedras Não faz jus 20% - Ruído 04


Obs.: Os adicionais de insalubridade e aposentadoria especial deverão ser pagos até que as medidas efetivas de proteção sejam colocadas em prática e, onde a
empresa possa comprovar a eficácia da proteção dos colaboradores. Os adicionais de insalubridade ou periculosidade não são cumulativos.

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14 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - P.P.A.


14.1 - Extintores - Mantê-los permanentemente em perfeitas condições de uso, com acessos
livres de, no mínimo, 1,0m (um metro) de largura e a empunhadura, no máximo, a 1,60 (um
metro e sessenta centímetros) do piso. Fazer inspeções semestrais ou em períodos menores
dos equipamentos de extinção de incêndios. Cada extintor deve cobrir uma área com um raio
de, no máximo, 10m (dez metros).

14.2 - Instalações Elétricas - Nenhuma parte das instalações elétricas deve ficar sem o
devido isolamento ou com barreiras físicas que impeçam a possibilidade de choque elétrico.
As máquinas elétricas devem estar devidamente aterradas conforme estabelece a NR 10.

14.3 - EPIs - Sempre que houver risco de lesão nos trabalhadores e que as medidas de
proteção coletiva não forem suficientes para eliminar ou neutralizar os riscos, deve ser
providenciado o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (E.P.I.). Para este uso é
necessária uma orientação aos trabalhadores sobre os riscos a que eles estão expostos e a
melhor forma de se protegerem. Os mesmos devem receber treinamento sobre o uso,
higienização, manutenção e guarda dos E.P.I’s. Ex.: Óculos de Segurança ou Protetor Facial
nas máquinas onde haja o risco de projeção de partículas; Fazer uso de botinas, sendo
proibido o uso de chinelos, tamancos, sandálias e tênis.

15. PROGRAMA DE ERGONOMIA - P.Erg


15.1 - Mobiliário dos Postos de Trabalho
Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho
deve ser planejado ou adaptado para esta posição. No trabalho manual sentado ou que tenha
que ser feito de pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao
trabalhador condições de boa postura, visualização e operação, além de atender aos seguintes
requisitos mínimos:

a) Ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade,


com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com altura do assento.

b) Ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador;

c) Ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação


adequados dos segmentos corporais;

Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos
mínimos:

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a) Altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida;

b) Características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento;

c) Borda frontal arredondada;

d) Encosto de altura regulável, com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da
região lombar;

e) O assento deve ter regulagem de profundidade (sentido anteroposterior);

Dependendo da altura do assento e da estatura do trabalhador pode haver necessidade de


suporte para apoio dos pés. Nas atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé,
deve haver assentos para descanso, em locais que possam ser utilizados por todos os
trabalhadores durante as pausas.

Nas atividades com terminais de vídeo deve-se observar o seguinte:

a) Condições suficientes de mobilidade para permitir o ajuste da tela à iluminação do


ambiente, protegendo-a contra reflexos e permitir corretos ângulos de visibilidade ao
trabalhador;

b) O teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao laborista ajustá-lo de


acordo com as tarefas a serem executada;

c) A tela e o teclado devem ser colocados de maneira que as distâncias olho tela e olho teclado
sejam aproximadamente iguais;

d) O teclado e o mouse devem ser posicionados em superfícies de trabalho com altura


regulável;

e) A borda da mesa onde fica o trabalhador deve ser abaulada.

12.2 - Condições Ambientais de Trabalho

Nos locais onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção
constantes são recomendadas as seguintes condições de conforto:

a) Níveis de ruído de, no máximo, 65 dB(A);

b) Temperatura efetiva de 20 a 23 ºC;

c) Umidade relativa de ar não inferior a 40% (quarenta por cento);

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d) A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa e, nos postos de trabalho
deve atender aos níveis de iluminamento mínimo estabelecidos na NBR 5413, norma
brasileira registrada no INMETRO;

Nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo, uma pausa de 10 (dez)
minutos para cada 50 (cinquenta) minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal de
trabalho.

É sabido que nas atividades acima referidas, caso não seja feito o repouso indicado
para realimentação das células, as consequências serão as tristemente famosas L.E.R. (Lesões
por Esforços Repetitivos) ou L.T.C. (Lesões por Traumas Cumulativos), como as tendinites,
sinovites, tenossinovites, síndrome do túnel do corpo, síndrome do desfiladeiro torácico,
doença de DeQuervain, síndrome do túnel de Guyon, fenômeno de Raynauld, além de
epicondilites, etc.

As L.E.R. ou L.T.C. são decorrentes basicamente de 4 fatores, para o seu surgimento:


A repetitividade, o esforço físico, espasticidade estática e a compressão de veias, artérias
e nervos. Cada um destes é predominante no surgimento de L.E.R./DORT ou L.T.C. numa
determinada atividade. O resultado final porém, será sempre a falta de nutrientes e oxigênio
no sítio afetado, decorrendo daí a lesão.

A lesão se dá porque os movimentos são muito rápidos, não havendo tempo suficiente
para o repouso e consequente “alimentação” das células, ou porque numa postura espástica
estática os vasos são comprimidos, impedindo desta forma, também, a “alimentação” das
células.

16 - CONTROLE DOS RISCOS


16.1 - Treinamento
O treinamento dos trabalhadores será uma dos pontos fundamentais do P.P.R.A. Isto
será feito através de palestras, cursos, demonstrações práticas, do estabelecimento de normas
e procedimentos, para atividades especiais de maior risco para a saúde e a integridade física
do trabalhador, ou mesmo para as rotinas de trabalho. Só se adquire padrão com rotinas, só se
adquire qualidade com padrões de comportamentos e atividades seguras.

16.2 - Medidas de Proteção Coletiva

A proteção coletiva terá prioridade absoluta sobre a proteção individual, sempre que
viável tecnicamente e compatível com os valores de referência tecnológica da atividade desta
empresa. Procurar-se-á sempre fazer estudos, desenvolver e implantar sistemas de proteção

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coletiva que protejam os ambientais de trabalho e não coloquem em risco a comunidade, os


recursos naturais e o meio ambiente.

16.3 - Equipamentos de Proteção Individual - E.P.I.’s

Quando a proteção coletiva for inviável tecnicamente, ou quando se estiver instalando


a mesma ou ainda em situações emergenciais, far-se-á uso da proteção individual. Os E.P.I.’s
serão sempre selecionados, e identificados adequados aos riscos a que os laboristas estiverem
expostos. Os operários deverão receber treinamento e demonstrações práticas de como usar os
E.P.I.’s e serão informados dos riscos a que estão expostos e a melhor forma de se protegerem.

16.4 - Análise dos Riscos

As atividades da empresa cujos riscos, por sua intensidade, dose ou concentração,


representarem um perigo maior para a integridade física e a saúde dos trabalhadores, serão
objeto de estudos e implantação de um sistema de análise de processos para o estabelecimento
de normas e procedimentos, fim de possibilitar a implantação de rotinas de trabalho com o
máximo de segurança.

16.5 - Monitoramento dos Riscos por Níveis de Ação

A empresa fará medições e avaliações periódicas, no mínimo uma vez ao ano, na


reavaliação do seu P.P.R.A., para manter o controle dos riscos ambientais dentro dos níveis de
ação conforme preconiza a NR 9. Isto quer dizer que, sempre que a intensidade ou a
concentração dos agentes dos riscos ambientais, atingirem 50% (cinquenta por cento) do
limite de exposição (L.E.), da dose ou do valor de referência tecnológica (V.R.T.), as medidas
de proteção e de controle deverão ser implantadas, implementadas ou melhoradas.

17 – RESPONSABILIDADES

17.1 – Responsabilidade pela implementação e o cumprimento do programa

Em posição concordante da empresa, fica estabelecido que o seu representante


legal será o responsável pela implementação e o cumprimento do Programa de Prevenção
dos Riscos Ambientais, bem como, de prover e dispor dos recursos e apoiar a execução do
programa para que as propostas de resolução de problemas possam ser desempenhadas
dentro das metas propostas.

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17.2 - Dos Gerentes e Responsáveis do Setor Administrativo de Pessoal

a) Planejar, desenvolver e administrar o PPRA em conformidade com os dispositivos


legais vigentes, orientando e assessorando as diversas áreas da empresa em
comprometimento com a mesma na resolução dos problemas de salubridade no ambiente
de trabalho.

b) Elaborar propostas para o controle de riscos ambientais.

c) Coordenar a sistematização do registro e arquivo de dados relativos ao Programa,


implementando também outras ações, inclusive divulgação de informações.

17.3 - Das Gerências / Supervisões

a) Identificar os riscos potenciais na sua área de responsabilidade.

b) Implementar medidas, com assessoramento do encarregado e responsável pela


elaboração do PPRA.

c) Conseguir aprovação de recursos para a implementação de medidas relacionadas


ao Programa.

d) Informar a sua equipe os riscos ambientais existentes, antes da execução das suas
atividades.

17.4 - Dos Empregados

a) Participar da implementação e funcionamento do PPRA, cumprindo as normas de


segurança e saúde ocupacional, inclusive fornecendo sugestões para o seu cumprimento e
adequação.

b) Eliminar riscos a segurança e a saúde, comunicando a gerência imediata aqueles


cuja solução não esteja ao seu alcance.

Usar, conforme os padrões da Empresa e deste Programa, os equipamentos de


proteção individual e coletivos, cumprindo as determinações das Ordens de Serviços (OS)
sobre Segurança e Medicina do Trabalho, inclusive, cientificando-se das penalidades que
estarão sujeitos quando da não utilização adequada.

17.5 – Antecipação dos Riscos

A antecipação dos riscos ambientais será concretizada pela adoção das seguintes
medidas:

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a) Participação na análise e parecer de projetos adequando as instalações, métodos ou


processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando identificar os riscos
potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação para o
cumprimento da legislação vigente.

b) Cabe aos setores de desenvolvimento de novos produtos e demais setores, ou


qualquer mudança de layout de trabalho, antes de encaminhá-lo à execução, consultar o
responsável pela segurança, para que o mesmo possa assessorá-lo convenientemente
quanto aos aspectos de segurança e higiene do trabalho.

c) Na elaboração dos novos processos ou na modificação dos já existentes, deverão


ser atendidas as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde Ocupacional.

d) Os fornecedores devem assegurar que toda máquina ou equipamento fornecido


para o uso na Empresa atenda também as exigências das Normas Regulamentadoras.

e) É imprescindível o efetivo controle de qualidade sobre os produtos oferecidos pela


Empresa, principalmente quanto aos aspectos de segurança e higiene do trabalho
relacionado a ruído, vibrações, fumos metálicos, dispersão de vapores, contaminantes e
outros.

Aquisição de produtos químicos ou inflamáveis que contenham especificações claras


sobre sua composição química, manuseio, armazenamento e medidas preventivas de
segurança.

17.6 – Implantação de Medidas de Controle

A implantação de medidas de controle deverá ser executada sempre que forem


identificados riscos à saúde do trabalhador ou quando os agentes avaliados se apresentarem
em valores superiores aos estabelecidos na Norma Regulamentadora NR-15 ou, na ausência
destes, os valores de limite de exposição Ocupacional adotado pela American Conference of
Governmental Industrial Higyenists – ACGIH, ou ainda os limites de exposição estabelecidos
em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnicos
legais estabelecidos.

Quando se caracterizar o nexo causal entre danos observados na saúde dos


trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos, nesse caso também deverão
ser implementadas medidas de controle dos agentes nos locais de trabalho.

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Serão adotadas as medidas necessárias para a eliminação, minimização ou


controle de riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes
situações:

a) Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde.

b) Constatação, na fase de reconhecimento, de riscos efetivo a saúde.

c) Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos


trabalhadores excedem os valores limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes, os
valores de limite de exposição Ocupacional adotados pela ACGIH, ou aqueles que venham
a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos que os
critérios técnicos legais vigentes (se for o caso).

d) Quando, através do controle médico de saúde ficar caracterizado o nexo


causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que
eles ficam expostos.

17.7 – O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá


obedecer a seguinte hierarquia

 Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou a formação de agentes


prejudiciais à saúde.

 Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no


ambiente de trabalho.

 Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no


ambiente de trabalho.

A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de


treinamento dos empregados quanto aos procedimentos que asseguram a sua eficiência e
de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam.

17.8 – A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as normas legais e


administrativas em vigor e envolverá

 Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o empregado está


exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da
exposição ao risco e ao conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário.

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 Programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e


orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece.

 Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o


fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição
do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas.

 Caracterização das funções ou atividades dos empregados, com a respectiva


identificação dos EPI’s utilizados para os riscos ambientais.

18 - REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS

A empresa manterá os dados de seu P.P.R.A. em arquivo, à disposição da fiscalização


dos agentes da inspeção do trabalho. Também aos trabalhadores serão dadas informações com
relação a estes dados, seja através da CIPA, seja através de palestras diretamente com eles.
Conforme o interesse da empresa, os dados do P.P.R.A. e do seu desenvolvimento poderão ser
divulgados externamente.

Os dados relativos ao monitoramento dos riscos ambientais ficarão arquivados no


Setor Administrativo da Empresa.

O Setor Administrativo será o setor responsável pela organização, arquivamento,


manutenção e controle do registro de dados relativo ao Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais – PPRA.

Será mantido um registro de dados, estruturado de forma a construir um histórico


técnico e administrativo do desenvolvimento do Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais – PPRA.

Estes dados ficarão mantidos em arquivo por um período de 20 (vinte) anos,


ficando sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as
autoridades competentes.

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19 - CRONOGRANA DE MEDIDAS E CONTROLE DE PROTEÇÃO DO P.P.R.A.

MEDIDAS DE CONTROLE Set/17 Out/17 Nov/17 Dez/17 Jan/18 Fev/18 Mar/18 Abr/18 Mai/18 Jun/18 Jul/18 Ago/18

Implantar e Divulgar o PPRA na


empresa

Implementação do PPRA

Elaborar ordens de serviços

Elaborar ficha manutenção dos


equipamentos

Inspecionar os Equipamentos de
Proteção Individual (E.P.I.s) e de seu
uso adequado

Verificar estoque de EPI`S

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MEDIDAS DE CONTROLE Set/17 Out/17 Nov/17 Dez/17 Jan/18 Fev/18 Mar/18 Abr/18 Mai/18 Jun/18 Jul/18 Ago/18

Revisar e atualizar as fichas de entrega


e substituição dos EPI´s

Manter o monitoramento médico dos


trabalhadores

Reavaliar o PPRA.

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Este PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais contém 33 (trinta e três) páginas, devidamente numeradas e sem rasuras e
ementas.

Baixo Guandu (ES), 12 de Setembro de 2017.

________________________________ _____________________________
Gustavo Moraes Pesente
Dr. José Lúcio Mattedi
Técnico de Segurança do Trabalho
Médico do Trabalho
MTE 34703 – ES
CRM-ES 2443

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