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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO Aula Polarização de Transistores em Corrente Contínua
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO Aula Polarização de Transistores em Corrente Contínua

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO

Aula

Polarização de Transistores em Corrente Contínua

Disciplina

Laboratório de Eletrônica

Alunos:

I) Objetivo

Verificar, experimentalmente, os tipos de polarização de um transistor na configuração emissor comum.

II) Teoria

Define-se polarização como sendo o estabelecimento das correntes de coletor, de base e da tensão VCE, ou seja, do ponto de operação do transistor. Como vimos, para melhor aproveitamento, devemos polarizar a junção base-emissor diretamente e a junção base-coletor reversamente. Para tanto, utilizaremos no circuito duas baterias, VBB e VCC, resistores limitadores de corrente, conforme mostra a figura 1.

limitadores de corrente, conforme mostra a figura 1. Figura 1 – Polarização de transistores - (a)

Figura 1 Polarização de transistores - (a) TR. NPN, (b) TR. PNP.

Considerado a figura 7.1(a), vamos escrever as equações das malhas de entrada e de saída:

Malha

Malha

de

de

entrada

saída

= + = +

Para dimensionar RB e RC em função de valores preestabelecidos de VBB, VCC, IB, VCE e dos parâmetros do transistor, nas equações de malha isolamos esses valores:

onde:

= =

= Na prática, não viável a utilização de duas baterias, sendo que para eliminar uma delas formaremos divisores de tensão que equivalem em nível de polarização as

equivalente à bateria VBB eliminada visto na figura 2.

à bateria V BB eliminada é visto na figura 2. Figura 2 – Polarização com uma

Figura 2 Polarização com uma bateria (a)TR.NPN; (b)TR.PNP.

Podemos notar pela figura que apesar de a bateria VBB ter sido eliminada, a junção base- emissor estdiretamente polarizada e a junção base-coletor reversamente polarizada, desde que o resistor RB seja maior que o resistor RC. Considerado a figura 2(a), vamos escrever as equações das malhas de entrada e de saída:

Malha

Malha

de

de

entrada

saída

=

+

= +

Dimensionando RB e RC temos:

onde:

= =

=

da

temperatura, alterando a corrente de fuga, o

parâmetro e a tensão VBE. O circuito de

polarização, visto anteriormente, denominado

de circuito de polarização com corrente de

base constante. Nesse circuito, a corrente de base não varia, pois VCC e RB são constantes e

a variação de VBE com a temperatura praticamente desprezível.

Um

transistor

sofre

influência

Como as variações da corrente de fuga e do parâmetro com a temperatura são acentuadas, o circuito sofre influência da temperatura, variando principalmente a corrente de coletor, tornando-se instável. Para contornar esse problema. colocamos em série com o emissor um resistor (RE), conforme mostra a figura 3.

o emissor um resistor (R E ), conforme mostra a figura 3. Figura 3 – Polarização

Figura 3 Polarização com resistor de emissor (a) TR.NPN; (b)TR.PNP.

O resistor RE, percorrido pela corrente de emissor IE, apresenta uma queda de tensão VRE que tende a variar conforme a corrente de coletor. Num possível aumento da corrente de coletor com o aumento da temperatura, VRE tende a aumentar, diminuindo VRB, para compensar a equação da malha de entrada. Se VRB diminui, consequentemente IB também irdiminuir e com isso ocorrera

diminuição de IC, pois IC = IB, compensando a variação e dando maior estabilidade em relação as variações de temperatura ao circuito. Por esse motivo, o circuito recebe a denominação de polarização com corrente de emissor constante. Considerando a figura 3 (a), vamos escrever as equações das malhas de entrada e

de

saída:

entrada = +

Malha

de

saída

Malha

de

= +

+

+

Dimensionando os resistores, temos:

onde:

=

=

= Normalmente, para o dimensionamento de

RC e RB escolhe-se um valor para RE e aplicam-se as equações vistas. Uma melhor solução para o problema da instabilidade, principalmente com a temperatura, polarizar o transistor, utilizando

o circuito visto na figura 4, denominado

polarização por divisor de tensão na base.

4, denominado polarização por divisor de tensão na base . Figura 4 – Polarização por divisor

Figura 4 Polarização por divisor de tensão (a) TR.NPN; (b) TR.PNP.

se

dimensionado de maneira conveniente, fixará

VRB2:

O

divisor

de

tensão

na

base,

10 = 1 2

Sendo VRB2 = VBE + VRE, como VBE e VRB2 praticamente não variam, teremos a tensão VRE mantida constante e consequentemente estabilizando a corrente de emissor e a de coletor, mantendo assim os parâmetros de polarização independentes das variações de . Para escrever as equações do circuito da figura 7.5 (a), vamos utilizar o teorema de Thévenin entre os terminais de RB2, calculando VTh e RTh.

2

=

=

1 + 2 1 2

1 + 2

Substituindo no circuito o gerador equivalente de Thévenin, obteremos o circuito da figura 5.

equivalente de Thévenin, obteremos o circuito da figura 5. Figura 5 – Divisor de tensão na

Figura 5 Divisor de tensão na base substituído pelo gerador equivalente de Thévenin.

Assim

sendo,

podemos

escrever

as

equações das malhas de entrada e de saída:

Malha

de entrada = + +

Substituindo VTh e RTh, temos:

2 1 + 2

=

Malha de saída

1 2 1 + 2

+ +

= +

+

Para exemplificar, vamos dimensionar os resistores de polarização para os três circuitos vistos, conforme segue:

Exemplo 1: Polarização com corrente de base constante

Figura 6 – Circuito com corrente de base constante. Dados do TR: Dados do Projeto

Figura 6 Circuito com corrente de base constante.

Dados do TR:

Dados do Projeto

VBE = 0,7 V

VCC = 10V

= 100

VCE = VCC/2 IC = 10 mA

a)

Cálculo de IB:

=

1010 3

=

100

= 100

b) Cálculo de RB:

=

=

10 − 0,7

1010 6 = 93Ω

= 100Ω

c) Cálculo de RC:

=

=

10 − 5

1010 3 = 500Ω

= 100Ω

Exemplo 2: Polarização com corrente de emissor constante

Exemplo 2: Polarização com corrente de emissor constante Figura 7 – Circuito com corrente de emissor

Figura 7 Circuito com corrente de emissor constante.

Dados do TR:

VBE = 0,7 V

= 100

Dados do Projeto VCC = 10V VCE = VCC/2 VRE = VCC/10 IC = 20 mA

a) Cálculo de IB:

=

2010 3

=

100

= 200

b) Cálculo de RB:

=

10 − 0,7 − 1

=

20010 6

= 47Ω

c) Cálculo de RC:

= 41,5Ω

=

=

10 − 5 − 1

2010 3

= 220Ω

d) Cálculo de IE:

= 200Ω

= + = 2010 6 + 2010 3 = 20,2

e) Cálculo de RE:

=

1

=

20,210 3 = 49,5Ω

= 47Ω

Exemplo 3: Polarização por divisor de tensão na base

Ω Exemplo 3: Polarização por divisor de tensão na base Figura 8 – Circuito com divisor

Figura 8 Circuito com divisor de tensão na base.

Dados do TR:

Dados do Projeto

VBE = 0,7 V = 100

VCC = 10V VCE = VCC/2 VRE = VCC/10 IC = 20 mA IB = IB2/2

1

a) Cálculo de IB:

=

2010 3

=

= 200

100

2 = 10 = 10 ∙ 20010 6 = 2

= 2 + =

210 3 + 20010 6 = 2,2

b) Cálculo de RB2:

= +

2

=

0,7 + 1

210 3 = 850Ω

2 = 910Ω

c)

Cálculo de RB1:

1 =

1

10 − 0,7 − 1

=

2,210 3

= 3,9Ω

= 3,77Ω

d) Cálculo de RC:

=

=

10 − 5 − 1

2010 3

= 200Ω

= 220Ω

e) Cálculo de IE:

= + = 2010 6 + 2010 3 = 20,2

f) Cálculo de RE

II) Material Experimental

=

1

=

20,210 3 = 49,5Ω

= 47Ω

Transistores: BC548 ou equivalente;

Fonte CC variável;

Multímetro;

Resistores: 100, 330, 1,2k, 5,6ke 150k.

III) Parte Prática

1. Monte o circuito da figura 9. Meça e anote no quadro 1 os valores de IB, IC, IE, VBE e VCE.

no quadro 1 os valores de I B , I C , I E , V

Figura 9

Quadro 1

IB

IC

IE

VBE

VCE

2. Monte o circuito da figura 10. Meça e anote no quadro 2 os valores de IB, IC, IE, VBE e VCE.

no quadro 2 os valores de I B , I C , I E , V

Figura 10

Quadro 2

IB

IC

IE

VBE

VCE

Figura 11 Quadro 3 I B I C I E V BE V CE 4.

Figura 11

Quadro 3

IB

IC

IE

VBE

VCE

4.

Calcule o valor de , utilizando os valores de IB e IC obtidos nos quadros 1, 2 e 3. Calcule o médio.

III)

Exemplo de aplicação 2 Usando um Arduino e um transistor TIP para controlar um motor DC

Este exemplo mostra como a corrente de base pode ser variada para controlar a velocidade de um motor DC para um de seus projetos, mas você não se preocupam com a direção, em seguida, a maneira mais fácil e mais barata é através de um transistor Darlington como TIP120. Porque Arduino não pode fornecer energia suficiente para o motor (somente no máximo 40 mA), temos de usar fonte de alimentação externa. Um pequeno motor de corrente contínua exigirá cerca de 500mA a toda a velocidade, então se você tentar conduzi-lo a partir de um pino de Arduino, provavelmente, um dano poderia ocorrer. E, claro, há a possibilidade de o seu motor pode exigir tensão 12V ou superior para fonte de alimentação externa é o único caminho a percorrer. O Transistor funcionará como um interruptor digital, sempre que aplicar tensão à base, o transistor é ligado e permite que a corrente flua através de emissor e coletor.

Assim, através da aplicação de pequena corrente que pode controlar correntes maiores. No nosso caso vamos usar pino digital 9, que é PWM. Isso significa que ele se transforma altas tantas vezes quanto o valor que passar. Mais sobre pulso modulação de largura aqui. Desta forma, estamos controlando a velocidade. Lembre-se que o valor que está recebendo a partir das gamas potenciômetro 0-1023 e pwn precisa ser de 0 a 255, por isso precisamos convertê-lo. Basta dividir o valor de leitura por 4.