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NIVALDO GERMANO DA SILVA JÚNIOR

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA - FEJAL CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE MACEIÓ - CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - FACET CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Maceió-2008

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NIVALDO GERMANO DA SILVA JÚNIOR

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Relatório de Estágio Supervisionado apresentado à Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas - FACET, Centro de Estudos Superiores de Maceió - CESMAC, Curso de Engenharia de Produção, desenvolvido sob a orientação do Sr. Rubem Pereira Feitosa.

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA - FEJAL CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE MACEIÓ - CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - FACET CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Maceió-2008

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RESUMO

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Este trabalho menciona as atividades realizadas durante o estágio supervisionado no setor de manutenção dentro de uma indústria sucroalcooleira, situada no município de Teotônio Vilela, região central de Alagoas. As atividades foram registradas de modo a traduzir e explicar as tarefas executadas em campo. Com o aprendizado adquirido na prática, foi possível interligar o conhecimento científico da engenharia na inspeção de equipamentos e buscar a reflexão, sobre os impactos que uma anormalidade pode representar para a empresa. O estágio possibilitou idealizar, junto com os preceitos tecnológicos que a tomada de decisão da manutenção, pode auxiliar na busca para se atingir objetivos.

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SUMÁRIO

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INTRODUÇÃO

 

05

1

A Empresa

06

 

1.1 Área de Atuação

06

1.2 Identificação

06

1.3 Localização da Empresa

06

1.4 Breve Histórico

06

1.5 Informações Adicionais

07

2 Descrição do Local de Estagio

07

 

2.1

Sobre a Área de Estudo

07

3 Atividades Desenvolvidas

08

 

3.1 Ações Preventivas de Lubrificação de Equipamentos a Graxa e a Óleo

08

 

3.1.1 Objetivo

08

3.1.2 Materiais e Condições Necessárias

08

3.1.3 Descrição das Atividades

08

3.1.4 Resultados Esperados

09

 

3.2 Medições Periódicas Visando a Manutenção Preditiva

09

 

3.2.1 Objetivo

09

3.2.2 Tecnologia Utilizada – Análise de Vibração

10

3.2.3 Descrição Funcional do Equipamento MT-9.000

10

3.2.4 Descrição das Atividades

10

3.2.5 Problemas e Soluções

11

3.2.6 Resultados Esperados

11

CONCLUSÃO

12

REFERÊNCIAS

13

ANEXOS

14

ANEXO A – Organograma da Empresa

15

ANEXO B – Mapa de Alagoas

16

ANEXO C – Localização da Usina Seresta

17

ANEXO D – Formulário de Avaliação de Estagiário

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INTRODUÇÃO

O presente relatório tem como finalidade esclarecer o que foi realizado na prática, de maneira clara e insofismável. O objetivo desenvolvido no tirocínio foi o de compreender a aplicar o conhecimento científico da engenharia de produção, associado ao desenvolvimento do saber, observar e testar na prática. As atividades executadas em campo, muito contribuíram para se ter uma visão ampla e notável do cenário sucroalcooleiro, especificamente o setor de manutenção industrial. Sabe-se que, embora na maioria dos casos o atrativo seja a produção, a mesma depende da atuação de uma manutenção que forneça benefícios para uma operação satisfatória, quando existe tal entrosamento, as perdas tendem a ser diminuídas. A grande parte da ocupação foi com ações preventivas periódicas de lubrificação e informações colhidas pela atividade de manutenção preditiva, pelo procedimento análise de vibração em equipamentos rotativos. Toda presteza utilizada com propósito de reter problemas ou descobrir novos caminhos, tem por fim, empregar os meios tecnológicos da engenharia de produção como fonte de pesquisas, com intuito de auxiliar no desenvolvimento de uma manutenção mais produtiva. Através do exame minucioso das tarefas, busca-se antecipadamente melhorar as atividades básicas, visando conduzir a um melhor caminho, para a conservação de equipamentos e fazer desaparecer as causas dos aparecimentos indesejáveis do defeito.

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A Empresa

1.1

Área de Atuação

A área de atuação do estudo constitui o setor sucroalcooleiro no estado de Alagoas,

sabe-se que o estado é beneficiado com 24 instalações industriais deste seguimento. Quanto à composição da pesquisa é mencionada uma instalação específica, expressa no relatório.

1.2 Identificação

Razão Social: Usinas Reunidas Seresta S/A;

Nome Fantasia: Usina Seresta;

Endereço: Fazenda São Mateus S/N;

Responsável: Marcelo Pimentel;

Função: Gerente Geral.

1.3 Localização da Empresa

A referida está localizada no município de Teotônio Vilela região central de Alagoas,

com limitação norte com os municípios de Junqueiro e Campo Alegre, sul com o município de Coruripe, leste com São Miguel dos Campos, oeste com Junqueiro e São Sebastião. A área municipal ocupa 297,89 km2 (1,07% de AL), inserida na meso-região do leste alagoano e na

micro-região de São Miguel dos Campos 1 . Ver anexo B e C.

1.4 Breve Histórico

A Usina Seresta S/A, foi fundada no início da década de 70, em conseqüência da crise

da Usina Boa Sorte no município de Viçosa e da Usina Santa Amália no município de Joaquim Gomes, no estado de Alagoas. Alguns empresários passaram a visitar o povoado de Junqueiro, na época, e estudar as possibilidades de implantação de uma única usina. Que seria o somatório dos esforços dos empresários, que fechariam suas usinas e viabilizaria a construção da nova instalação

1 Fonte: www.cprm.gov.br/rehi/atlas/alagoas/relatorios/TEVI101.pdf, acesso em 16 de Dez. de 2008; 20:15:21.

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industrial, que permanece até os dias de hoje, no atual município de Teotônio Vilela, região central de Alagoas. A empresa é auto-suficiente em energia elétrica e sabe-se que isso é indispensável para uma instalação industrial desenvolvida, e que pretende divulgar seu método de gerenciar por atuar com suas funções de maneira responsável.

1.4 Informações Adicionais

O quadro fixo de colaboradores da empresa é em torno de 1.050, sendo 500 na área industrial e 550 na área rural. Durante a safra este número passa para aproximadamente 2.500 com a contratação de cortadores de cana, auxiliares dos processos de mecanização, laboratoristas e ajudantes em geral. URS (2008). Possui um total de 11.871,89 hectares de terras cobertas com cana-de-açúcar, sendo 5.978,44 hectares próprios e 8.893,45 hectares arrendados. URS (2008). De posse de uma capacidade instalada para moer 1.400.000 toneladas de cana ano, entre setembro a março. Apesar de ousada, a empresa está investindo para atingir esta meta até a safra 2011/2012. O desafio é grande, por se tratar de uma região tendendo para o agreste, de solos arenosos e com baixa produtividade. URS (2008).

2 Descrição do Local de Estágio

Quanto à composição do relatório é mencionado um setor específico, afim de que se possa formular uma apreciação a respeito das atividades exercidas. O local considerado no estudo constitui o setor de manutenção industrial da empresa supracitada.

2.1 Sobre a Área de Estudo

Existe uma diversidade de conceitos para a função da manutenção numa planta industrial. Seja ele qual for o objetivo será de manter as condições originais, para que equipamentos e máquinas possam atender com suas funções ao processo produtivo. Branco (2008, p. 3), ressalta que manutenção existe porque serviços de inspeção e reparo devem ser prestados, de forma eficiente, produtiva e eficaz. Esta atividade deve zelar para que as instalações permaneçam dentro das condições preestabelecidas, visando preservar ou recolocar o equipamento de retorno a um estado no qual possa cumprir a função requerida.

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Atividades Desenvolvidas

3.1

Ações Preventiva de Lubrificação de Equipamentos a Graxa e a Óleo

Na indústria os mantenedores devem verificar com freqüência os lubrificantes dos equipamentos, a fim de detectar irregularidades. Na prática foi observado que a falta de lubrificação em uma máquina causa uma série de problemas. Estes problemas geralmente são:

o aumento do atrito, aumento do desgaste, aquecimento, dilatação, ruídos e outros.

3.1.1 Objetivo

O objetivo principal dessa atividade é de promover a longa vida útil de equipamentos que tem a lubrificação como pré-requisito de funcionamento. As ações preventivas seja ela qual for sua função será de manter as condições originais, para que um determinado equipamento possa atender com suas funções requeridas ao processo produtivo.

3.1.2

Materiais e Condições Necessárias

Chave inglesa (ou regulagem);

Chave Grifo;

Funil;

Carrinho de Óleos Lubrificantes e Enchedores Portáteis para Graxa;

Verificar qual a graxa ou óleo na plaqueta de identificação do equipamento.

3.1.3

Descrição das Atividades

Verificação periódica, que consiste em uma inspeção visual do lubrificante, que é recolhido na drenagem do equipamento; Coleta de pequena amostra (copinho de 50 ml) de óleo lubrificante para observação; Vistoria do nível de lubrificante pelo visor ou bujão de respiro do equipamento; Recolocar se necessário, óleo lubrificante nas máquinas até preencher o nível.

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3.1.4 Resultados Esperados

Conservar equipamentos e máquinas lubrificados dentro das condições ideais de funcionamento.

3.2 Medições Periódicas Visando a Manutenção Preditiva

Durante tal exercício foi possível determinar o estado real e atual dos equipamentos da fábrica e elaborar diagnósticos, permitindo à manutenção programar suas atividades de reparos em: motores elétricos, redutores, bombas centrífugas, ventiladores e exaustores.

3.2.1 Objetivo

Efetuar reparos empregando novas técnicas, para tornar atitudes e métodos de trabalho mais eficientes e proveitosos, tem sido uma busca constante na presente instalação industrial. Para obter resultados satisfatórios, atividades devem ser executadas conforme padrões que se deseja atingir. Branco (2008, p. 13). Segundo Pinto e Xavier (2001), os objetivos preliminares buscados com a manutenção preditiva, são:

Determinar, antecipadamente, a necessidade de serviços de manutenção numa peça especifica de um equipamento; Eliminar desmontagens desnecessárias para inspeção; Aumentar o tempo de disponibilidade dos equipamentos; Reduzir o trabalho de emergência não planejado; Impedir o aumento dos danos; Aproveitar a vida útil total dos componentes e de um equipamento; Aumentar o grau de confiança no desempenho de um equipamento ou linha de produção; Determinar previamente as interrupções de fabricação para cuidar dos equipamentos que precisam de manutenção.

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3.2.2 Tecnologia Utilizada - Análise de Vibração

O monitoramento dos níveis vibratórios é um dos mais importantes métodos de

predição de defeitos e falhas nas instalações industriais. A maior ênfase do acompanhamento está concentrada nos equipamentos rotativos, para os quais tanto a metodologia de análise

quanto os instrumentos e aparelhos, se encontram num estágio bastante avançado.

O período entre medições depende de vários fatores, tais como o regime de

funcionamento da máquina, sua carga se constante ou aleatória, tipo de equipamento, e mais uma série de detalhes com que deve ser verificado caso a caso.

3.2.3 Descrição Funcional do Equipamento MT-9.000

Pelo funcionamento, o supracitado instrumento mede a vibração total resultante da ação de todas as freqüências presentes no sinal de vibração, dentro da faixa considerada. As condições de funcionamento nas funções velocidade true-rms classe 1, 2, 3 e 4, é indicado o valor da característica da vibração e qualifica a condição de funcionamento de acordo com a Norma VDI 2056 (NBR 10.082) desta maneira: bom, normal, corrigir ou parar.

3.2.4

Descrição das Atividades

Coleta dos valores observados, para uma ficha que permite o encarregado verificar se

os valores apresentam alterações, a figura abaixo representa uma típica ficha de dados:

a figura abaixo representa uma típica ficha de dados: Figura 01 – Ficha de Relatório da

Figura 01 – Ficha de Relatório da Análise de Vibrações. Fonte: Feitosa e Germano.

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Comparar os valores adquiridos com o instrumento de medição, o medidor Plus de Vibrações MT-9.000, típico instrumento a nível global, com os padrões aplicáveis conforme a tabela abaixo:

Limites Aceitáveis de Vibração - Valor Médio Quadrático (RMS)

Potência

Bom

Normal

Corrigir

Parar

1 a 20 CV

0,0 a 0,7

0,8 a 1,8

1,9 a 4,5

Acima de 4,5

20 a 100 CV

0,0 a 1,1

1,2 a 2,8

2,9 a 7,1

Acima de 7,1

100 a 300 CV

0,0 a 1,8

1,9 a 4,5

4,6 a 11,0

Acima de 11,0

Acima 300 CV

0,0 a 2,8

2,9 a 7,0

7,1 a 18,0

Acima de 18,0

Tabela 01 – Limites Aceitáveis de Vibração em Equipamentos. Fonte: Manual Vibrocontrol (2006).

3.2.5 Problemas e Soluções

Foi observado que é de fundamental importância que se faça um programa das medições, ou seja, estabelecidos períodos entre as medições de cada ponto para avaliar o funcionamento das máquinas. Desta maneira podem-se estabelecer rotas para efetuar as medições na planta e colher os dados para avaliação e diagnóstico. Identificar as fontes de vibração; Efetuar as medições nos pontos mais próximos possíveis das fontes de vibração, na maioria dos casos estes pontos são os mancais; Uma vez escolhidos os pontos de medição recomenda-se que estes sejam marcados para uma identificação mais fácil cada vez que se realizarem as inspeções.

Nota-se nesse tipo de tarefa, a grande relevância de um ambiente organizado e padronizado, sendo indispensável que a gestão utilize as ferramentas gerenciais da qualidade, apresentando um fluxograma adequado e atualizado para facilitar as rotas preditivas.

3.2.6 Resultados Esperados

A determinação do estado real atual do equipamento é o passo fundamental para a emissão e elaboração de um diagnóstico que permita à manutenção programar suas atividades. Com a manutenção preditiva é possível utilizar peças e componentes até o seu extremo, e estender o intervalo de manutenção, pois permite prever quando as peças estarão próximas do seu limite de vida. Xenos (2004, p. 25).

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CONCLUSÃO

Ao concluir o presente relatório pode-se dizer que o mesmo propiciou o entendimento da importância de compreender na prática o grande valor dos princípios da engenharia de produção nas diversas atividades executadas. Com base nas informações adquiridas, fica evidente que as ações preventivas buscam aumentar o desempenho e manter a eficiência dos equipamentos. É por isso que as indústrias vêm empregando métodos tecnológicos avançados para mantê-los num melhor estado de operação. Ressaltar a influência da engenharia de produção para melhorar as condições físicas que estão atribuídas às pessoas e equipamentos, é utiliza-se das ferramentas e práticas da qualidade da melhor forma possível. A atuação de qualquer que seja o método dependerá das circunstâncias que compõem tal exercício e do compromisso daqueles que serão responsáveis em executar atividades.

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REFERÊNCIAS

BRANCO FILHO, GIL. A Organização, o Planejamento e o Controle da Manutenção. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2008.

FRANOLI, F. F. O. Teotônio Vilela Terra do Menestrel das Alagoas. Maceió: 2002.

PINTO,

Qualitymark, 2001.

A,

K;

XAVIER,

J,

N.

Manutenção

Função

Estratégica.

Rio

de

Janeiro:

MANUAL VIBROCONTROL. Instruções do Medidor Plus de Vibrações MT-9000. São Paulo: Vibrocontrol, 2006.

URS - Usinas Reunidas Seresta. Disponível em <http://www.usinaseresta.com.br>. Acesso em: 16 de dez. 2008, 20:15:26.

XENOS, H. G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. Minas Gerais: Indg Ltda, 2004.

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ANEXOS

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ANEXO A – Organograma da Empresa

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ANEXO A – Organograma da Empresa 13 PDF created with pdfFactory trial version www.pdffactory.com

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ANEXO B – Mapa de Alagoas

14
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ANEXO B – Mapa de Alagoas 14 Mapa de Alagoas Fonte: Franoli (2003, p. 12). PDF

Mapa de Alagoas Fonte: Franoli (2003, p. 12).

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ANEXO C – Localização da Usina Seresta

13 ANEXO C – Localização da Usina Seresta Mapa de Localização da Usina Seresta Fonte: Franoli

Mapa de Localização da Usina Seresta Fonte: Franoli (2003, p. 13).

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14 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA – FEJAL CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE MACEIÓ –
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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA – FEJAL CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE MACEIÓ – CESMAC FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - FACET Rua Capitão Samuel Lins, S/N - Farol - Maceió - AL- CEP: 57021-140 - Fones: (082) 3215-5000, 3215-5055, 3215-5045, 3215-5210. Site.www.fejal.com.br - e-mail: webmaster@fejal.fejal.br Fax: (082) 3221-0402 Criação: Lei Municipal n° 2.044 de 20/09/73

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIARIO

Prezado Orientador da Empresa,

V.S a . está sendo solicitado(a) a responder este questionário o qual possibilita a avaliação técnica de desempenho do(a) estagiário(a) sob a sua orientação. Considerando a escala abaixo, assinale na coluna correspondente, o conceito conferido a cada item. Desde já agradecemos a sua valiosa participação.

 

IDENTIFICAÇÃO

 

Estagiário(a):

Nivaldo Germano da Silva Júnior

 

Curso:

Engenharia de Produção

 

Empresa:

Usinas Reunidas Seresta S/A

 

Área / setor:

Departamento de Mecânica (DEMEC)

 

Orientador:

Sr. Rubem Feitosa

 

Período:

01

de Janeiro de 08 até o presente momento

 

N° de horas:

39

horas semanais

 

AVALIAÇÃO

 

Item

 

Aspectos observados

NA

1

2

3

4

5

01

Conhecimento teórico

 

X

         

02

Aprendizagem no trabalho

     

X

   

03

Organização no desenvolvimento das tarefas

     

X

   

04

Qualidade no trabalho

       

X

   

05

Segurança na execução

     

X

   

06

Produtividade

       

X

 

07

Postura profissional

         

X

 

08

Iniciativa própria

       

X

   

09

Pontualidade

       

X

 

10

Assiduidade

         

X

Legenda: NA= não avaliado; 1= a melhorar; 2=regular; 3=bom; 4=muito bom; 5=ótimo

Comentários:

Orientador da Empresa:

Data:

Estagiário:

Data:

 

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Assinatura

Assinatura

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