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UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP

UNIP RIBEIRÃO PRETO


CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

AULA LABORATOREAL PRÁTICA


PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÕES

RIBEIRÃO PRETO
2018
SENSORES

Relatório técnico apresentadona disciplina


Princípios de Comunicações do Curso de
Graduação em Engenharia Elétricada
Universidade Paulista Unip como forma
parcial de avaliação referente a 1aParcial.

Orientador: Prof.Nelson

Ribeirão Preto, Abril de 2018


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 3
1.1 SUBITEM ........................................................................................................ 3
2 OBJETIVOS............................................................................................................ 4
2.1 OBJETIVO GERAL ......................................................................................... 4
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS .......................................................................... 4
3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ...................................................................... 5
3.1 MATERIAIS .................................................................................................... 5
3.2 METODOLOGIA ............................................................................................. 5
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO .............................................................................. 6
5 CONCLUSÕES ....................................................................................................... 8
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1 INTRODUÇÃO

Nas práticas realizadas em laboratórios busca-se à exemplificar situações


apresentadas teóricamente e por forma de cálculos o comportamento de
determinados circuitos, buscando por possível uma visualização como um todo..

1.1 DA PRÁTICA

Os dois circuitos tratados neste trabalho têm origem das aulas da diciplina de
Princípios de Comunicações, sendo esses desenvolvidos em grupos. Os circuitos
utilizados estão ilustrados nas figuras a seguir Figura 1.

Figura 1 – Circuitos aula prática


Fonte: GRUPO 5, 2018.
Nota: ISIS PROTEUS

Circuitos adaptados na ferramenta ISIS.


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2 OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

Demonstrar experimentalmente o funcionamento de cada circuito e


apresentá-los.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Os objetivos específicos do trabalho são:


a) Utilizar sensor de temperatura NTC e apresentar a curva de variação
de potencial pela temperatura;
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PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

3.1 MATERIAIS

 Resistores de valores variados;


 Sensor NTC;
 Leds;
 Fonte alimentação variável;
 Osciloscópio;
 Protoboard;
 Gerador de funções;
 Bico de bunsen;
 Tripé de ferro;
 Termômetro;
 Cabos.

3.2 METODOLOGIA

Utilizando o sensor de temperatura NTC ligado de acordo com o circuito


ilustrado na Figura 1 realizamos o primeiro dos experimentos.
Após montado o circuito NTC utilizando a protoboard submergiu-se o sensor
na água contida no béquer e começou aquecimento utilizando o tripé de ferro, o bico
de bunsen. A partir desse momento dados de temperatura e tensão eram anotados
utilizando o termômetro e multimetro variação entre 9ºC até 60ºC.
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RESULTADOS E DISCUSSÃO

Resultados obtidos no experimento 1.


Os resultados de tensão em relação à temperatura estão representados a
seguir na Tabela 1. Onde podemos notar uma diminuição de tensão conforme a
graduação da temperatura.
Tabela 1.

TEMP (ºc) Vntc(Volts)


9 3,221
14 2,89
19 2,62
24 2,3
29 2,073
34 1,82
39 1,6
44 1,485
49 1,285
54 1,125
59 0,988
60 0,974
Tabela 1 – Tabela de Tensão e Temperatura

Com os dados obtidos podemos obter uma curva característica em relação a


potencial(Volts) e temperatura (ºC) obtivemos a seguinte curva conforme mostrado
no gráfico Figura 2.

Vntc(Volts)
3.5

2.5

1.5 Vntc(Volts)

0.5

0
0 20 40 60 80

Figura 2 – Gráfico temperatura por tensão


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3 CONCLUSÕES

Observando os resultados concluimos que conforme o aumento da


temperatura a resistência do NTC diminuia formando a uma curva.
Concluimos também que apesar de algumas pequenas diferenças, os
experimentos se comportam conforme o esperado.
Para termos melhor resultados poderiamos utilizar uma maior quantidade de
dados, além de uma melhor isolação das interferências externas que afetam o
comportamento dos circuitos.