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A consequência

jurídica vai mudar dependendo da intenção do sujeito ativo e se entrou na esfera de conhecimento da causa preexistência.

Quando a causa é concomitante o sujeito que inicia a cadeia causal responde como crime consumado, porque ele sabe que se colocar uma arma na cabeça de alguém a pessoa pode ficar muito nervosa e infartar

POR SI SÓ PRODUZEM O

RESULTADO:

Como a queda

do

viaduto é

algo

imprevisível, o sujeito que atirou não responde pela morte da vítima, baseado no §1, do art. 13, CP.

NÃO CAUSAM O

RESULTADO

POR SI SÓ: Vem

na

mesma linha

de

desdobramento

da

linha causal

do

agente que

iniciou a

conduta,

quando não há

o

rompimento

do

nexo causal

o

sujeito que

deu o tiro responde pela morte lá na frente.

Exemplo: João é hemofílico estava com seu amigo Pedro. De repente eles

começaram a brigar. Então Pedro pegou o canivete e deu várias canivetadas no João. Aquelas canivetadas foram superficiais, o cara não era bom em matar com canivetes, sendo assim lesões superficiais. Mas, João morreu de hemorragia interna, pois era hemofílico.

João morreu de hemorragia interna, pois era hemofílico. As causas são relativamente independentes porque se não

As causas são relativamente independentes porque se não houvesse uma briga ele não teria morrido, e nem as canivetadas superficiais o teriam matado, mas a junção das causas ativou a doença que o levou a óbito. São preexistentes porque a causa da morte foi a hemofilia que já existia antes das canivetadas.

Exemplo: Às 19h, o sujeito A envenenou a vítima. Às 20h, o sujeito B fez vários disparos contra a vítima. O perito do IML determinou que a vítima morrem às 21h em decorrência do veneno que foi empregado às 19h.

às 21h em decorrência do veneno que foi empregado às 19h. PREEXISTENTES Exemplo: O cara vai

PREEXISTENTES

Exemplo: O cara vai assaltar a vítima, botou uma arma na sua cabeça e na
Exemplo: O cara vai
assaltar a vítima, botou
uma arma na sua
cabeça e na mesma
hora que ele botou a
arma, ela infartou e
morreu do infarto.
CONCOMITANTES
Exemplo: O sujeito dá um tiro
na vítima, que é resgatada
pelo SAMU e encaminhada
para o hospital. Porém, no
trajeto até o hospital, cai um
CAUSAS
viaduto em cima da
ambulância e a vítima morre,
não do tiro, mas da queda do
viaduto. A queda do viaduto
RELATIVAMENTE
INDEPENDENTES
é uma causa relativamente
independente superveniente,
porque a queda sozinha é a
capaz de matar, porém não
teria matado vítima se ela
não tivesse tomado do tiro.
Exemplo: O sujeito dá um
tiro na vítima, que é
resgatada pelo SAMU e
encaminhada para o
hospital. Porém, ao ser
atendida por um médico do
SUS, acontece um erro
médico ou ela pega uma
SUPERVENIENTES
(Art.13 § 1º, CP)
infecção hospitalar. A vítima
acaba morrendo, não do tiro,
mas em decorrência do erro
médico ou da infecção
hospitalar. O erro médico ou
a infecção hospitalar são
causas relativamente
independentes
supervenientes, porém elas
são previsíveis de acontecer.

PREEXISTENTES

porém elas são previsíveis de acontecer. PREEXISTENTES CAUSAS CAUSAS Exemplo: Às 19h, uma pessoa teve a
CAUSAS CAUSAS Exemplo: Às 19h, uma pessoa teve a sua casa invadida ao mesmo tempo
CAUSAS
CAUSAS
Exemplo: Às 19h, uma
pessoa teve a sua casa
invadida ao mesmo
tempo por duas
quadrilhas de assaltantes
diferentes. Ao mesmo
tempo, as duas quadrilhas
efetuaram disparos com
arma de fogo, levando a
vítima à morte às 20h. No
IML o perito determinou
que a bala que matou a
vítima veio da arma do
CONCORRENTES
CONCOMITANTES
sujeito B.
ABSOLUTAMENTE
INDEPENDENTES
Exemplo: Às 19h, o sujeito
foi envenenado, ficou meio
tonto, foi se deitar e ligou o
ventilador de teto. Às 20h
deu um tremor e o lustre
do ventilador caiu em cima
da sua cabeça (as causas
concorrentes nem sempre
são feitas por humanos). O
perito do IML disse que a
vítima morreu de
traumatismo craniano às
SUPERVENIENTES
21h.
morreu de traumatismo craniano às SUPERVENIENTES 21h. Superveniência de causa independente § 1º - A

Superveniência de causa independente § 1º - A superveniência de causa relativamente independente exclui a imputação quando, por si só, produziu o resultado; os fatos anteriores, entretanto, imputam-se a quem os praticou.”

anteriores, entretanto, imputam-se a quem os praticou.” Nesse caso o sujeito que atirou responde pela morte
Nesse caso o sujeito que atirou responde pela morte da vítima.
Nesse caso o
sujeito que
atirou responde
pela morte da
vítima.

O

autor da causa

concorrente mais efetiva que produziu resultado vai responder pelo crime consumado,

e

os que concorreram

com ele, que são as causas concorrentes,

não efetivas, que não produziram resultado, não atravessaram a ponte do nexo causal, vão responder pela

tentativa do crime, que

é

iniciar a execução de

um crime e não conseguir chegar ao resultado por circunstâncias alheias