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Literatura

Vanessa de Paula Hey


Livro do Professor

Volume 5
Livro de
atividades

Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP)


(Maria Teresa A. Gonzati / CRB 9-1584 / Curitiba, PR, Brasil)

H615 Hey, Vanessa de Paula.


Literatura : livro de atividades : livro do professor / Vanessa
de Paula Hey. – Curitiba : Positivo, 2017.
v. 5 : il.

ISBN 978-85-467-1508-4

1. Ensino médio. 2. Literatura – Estudo e ensino. I. Título.

CDD 373.33
©Editora Positivo Ltda., 2017
Proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio, sem autorização da Editora.
Romantismo
09
europeu
Contexto histórico mundial t Na Alemanha
 1VCMJDBÎÍP EF Os sofrimentos do jovem Werther  EF
Revolução Francesa Goethe
t3FWPMVÎÍPJOJDJBEBFNRVFTFUPSOPVTÓNCPMPEB Sturm und Drang UFNQFTUBEFFÓNQFUP
¦NPWJNFOUP
EFTUSVJÎÍPEPBCTPMVUJTNP RVFNBSDBBSVQUVSBDPNPNPWJNFOUPDMÈTTJDPFBOUF-
DFEFP3PNBOUJTNP"MFNÍP
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UBMHJBFUSJTUF[B¦SFQSFTFOUBPFTUBEPEFNFMBODPMJB

Revolução Industrial
Causas da Revolução Romantismo e romântico
tBDVNVMBÎÍP EF DBQJUBM  FYJTUÐODJB EF NBUÏSJBQSJNB  Atualmente, os termos romântico e romantismo são associados
NÍPEFPCSBEJTQPOÓWFMFNFSDBEPTDPOTVNJEPSFT a obras de cunho ficcional ou mesmo a maneiras de agir que apre-
Consequências da Revolução sentam como temática o amor e o sofrimento amoroso (explicitando
tDSFTDJNFOUP QPQVMBDJPOBM  ÐYPEP SVSBM  BVNFOUP EP traços emocionais e amorosos fortes, típicos de seres apaixonados).
OÞNFSPEFQFTTPBTRVFUJOIBNBDFTTPBPTOPWPTQSP- Já para os estudos literários, o termo romântico designa as obras que
EVUPT  NVEBOÎBT OPT QBESÜFT EF WJEB  TVSHJNFOUP EB pertenceram ou apresentam características do Romantismo – movi-
DMBTTFUSBCBMIBEPSB FUD mento estético do século XIX.

Romantismo de autoria feminina


Romantismo europeu É importante destacar que, no Romantismo, a produção literária femi-
nina obteve prestígio: as mulheres não só se destacaram por sua escrita
O Romantismo inaugurou a Idade Moderna, representando um
literária como também foram o público-alvo dos romances do período.
estilo de vida e de arte predominante na civilização ocidental. Com-
Essa mudança revela que as mulheres dessa época passaram a ocupar
preendido entre a segunda metade do século XVIII e a primeira me-
uma posição social diferente daquela que ocupavam anteriormente.
tade do século XIX, esse movimento reflete, no campo artístico, as
profundas transformações históricas do período, com o processo de Destaque para:
transferência de poder aristocrático para o poder da burguesia. t Frankenstein – Mary Shelley
Com o apoio do povo, a burguesia tomou o poder. A ascensão dessa t Orgulho e preconceito – Jane Austen
nova classe mudou o público-alvo consumidor de Literatura – agora
t Jane Eyre – Charlotte Brönte
o burguês, e não mais o nobre. Como consequência, a arte clássica e
aristocrática foi substituída pela romântica, de caráter nacional e po- t O morro dos ventos uivantes – Emily Brönte
pular, cuja expressão artística refletiu os gostos e anseios dessa classe Um importante aspecto dessa produção é que, em seus romances,
e representou uma nova forma de entretenimento. Surgiu, então, o as autoras não se limitaram a representar um modelo idealizado de fa-
romance folhetinesco (narrativa literária publicada em partes – capí- mília patriarcal, mas, sim, contaram histórias que refletiram a mudança
tulos – pelas revistas ou jornais). da condição da mulher na sociedade.

2 Volume 5
Atividades
1. 0CTFSWFBJNBHFNFSFTQPOEBËTRVFTUÜFTTPCSFFMB

COGNIET, Léon. La Garde nationale


de Paris part pour l’armée. set. 1792.
1 óleo sobre tela, 76 cm x 189 cm.
Palácio de Versalhes.
Palácio de Versalhes

a) "RVFNPNFOUPIJTUØSJDPBUFMBGB[SFGFSÐODJB
À Revolução Francesa.

b) 0RVFTFWÐOBUFMB
A Revolução Francesa em andamento, o conflito entre a Guarda Nacional e o exército francês.

2. "3FWPMVÎÍP*OEVTUSJBMGPJVNEPTGBUPSFTRVFEFUFSNJOPVPTVSHJNFOUPEP3PNBOUJTNPFVSPQFV0CTFSWBOEPBJNB-
HFNBTFHVJS DPNPÏQPTTÓWFMFTUBCFMFDFSFTTBSFMBÎÍP
Stadtmuseum, Berlim

Revolução Industrial: a
grande transformação.

Literatura 3
A Revolução Industrial teve como consequência um grande êxodo rural, fez surgir uma nova classe trabalhadora e abriu espaço

econômico e social para a burguesia. A arte do Romantismo expressa os valores dessa nova classe, a burguesia.

3. .FODJPOFEPJTBDPOUFDJNFOUPTSFMFWBOUFTEPDPOUFYUPIJTUØSJDPEPTVSHJNFOUPEP3PNBOUJTNP
Revolução Francesa e Revolução Industrial

4. 2VBJTEBTBMUFSOBUJWBTSFQSFTFOUBNWBMPSFTCVSHVFTFTRVFGPSBNBCTPSWJEPTQFMP3PNBOUJTNP
a) X
 SVQUVSBDPNPTQBESÜFTDMÈTTJDPT d) X
 SFDPOIFDJNFOUPEPUSBCBMIP 4. A representação fiel
da realidade e a ênfase
b) X
 WBMPSJ[BÎÍPEPFTGPSÎPJOEJWJEVBM e)  
 ÐOGBTFOBPCKFUJWJEBEF na objetividade são ca-
racterísticas próprias
c)  
 SFQSFTFOUBÎÍPGJFMEBSFBMJEBEF f)  X
 WBMPSJ[BÎÍPEBTFNPÎÜFT
do movimento realista.
5. 0T BVUPSFT EFTTB FTUÏUJDB USBCBMIBSBN P DPOUFÞEP EF TVBT PCSBT EF GPSNB QFTTPBM  FYQSFTTBOEP P RVF TFOUFN 
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NPSSFTTFBNBOIÍw EF«MWBSFTEF"[FWFEP4PCSFFTTFQPFNB QPEFTFBGJSNBSRVF

Se eu morresse amanhã, viria ao menos


Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!

Quanta glória pressinto em meu futuro!


Que aurora de porvir e que amanhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!

 *&MFNPTUSBEFGPSNBDMBSBPGPSUFUFPSTVCKFUJWPFFNPUJWPEBQPFTJBSPNÉOUJDB QPJTÏUPUBMNFOUFDFOUSBEPOP
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b)  
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c)  
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4 Volume 5
7. -FJBPQPFNBBTFHVJSFSFTQPOEBBPRVFTFQFEF

Amor é fogo que arde sem se ver;


É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;


É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;


É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor


Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Camões. Domínio público.

a) 0QPFNBÏDPOTUSVÓEPDPNCBTFFNQBSBEPYPT2VBJTTÍPFMFT
Só na primeira estrofe, tem-se: fogo que não se vê, ferida que dói mas não se sente, contentamento descontente,

dor que desatina sem doer.

b) 0QPFUBQSPDVSPVBOBMJTBSPBNPSEFGPSNBSBDJPOBMFPCKFUJWB WBMFOEPTFEFSBDJPDÓOJPTMØHJDPT1PSÏN PBNPS


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TÍPÏFTTB
O autor conclui que a análise foi ineficiente, pois o sentir e o pensar são movimentos antagônicos; como o eu lírico não consegue

separar aquilo que pensa daquilo que sente, o resultado acaba sendo um acúmulo de paradoxos e contradições.

c) &NVNBQSJNFJSBMFJUVSB QPEFTFQFOTBSRVFFTTFQPFNBJMVTUSBQFSGFJUBNFOUFBUFNÈUJDBSPNÉOUJDBFJODPSQPSBP
NPWJNFOUPoQPSUFSPiBNPSwDPNPUFNBDFOUSBM0RVFOÍPOPTQFSNJUFGB[FSFTTBBTTPDJBÎÍP PVTFKB DPOTJEFSBS
FTTFVNUFYUPEBFTDPMBEP3PNBOUJTNP 
O amor pode ser um dos temas mais constantes do Romantismo, mas não qualquer amor, e, sim, o amor idealizado e marcado por

subjetivismos. O amor presente no poema é o retrato objetivo do amor real, com suas próprias contradições e paradoxos.

Literatura 5
8. &/&.

O sertão e o sertanejo
Ali começa o sertão chamado bruto. Nesses campos, tão diversos pelo matiz
das cores, o capim crescido e ressecado pelo ardor do sol transforma-se em vi- matiz: combinação de tons.
vicejante: exuberante.
cejante tapete de relva, quando lavra o incêndio que algum tropeiro, por acaso
tropeiro: condutor de bestas
ou mero desenfado, ateia com uma faúlha do seu isqueiro. Minando à surda na de carga.
touceira, queda a vívida centelha. Corra daí a instantes qualquer aragem, por desenfado: divertimento,
débil que seja, e levanta-se a língua de fogo esguia e trêmula, como que a contem- passatempo.
plar medrosa e vacilante os espaços imensos que se alongam diante dela. O fogo, faúlha: fagulha, faísca.
touceira: parte da árvore cujo
detido em pontos, aqui, ali, a consumir com mais lentidão algum estorvo, vai aos galho foi cortado e que fica viva
poucos morrendo até se extinguir de todo, deixando como sinal da avassaladora no solo.
passagem o alvacento lençol, que lhe foi seguindo os velozes passos. Por toda a centelha: partícula que se
parte melancolia; de todos os lados tétricas perspectivas. É cair, porém, daí a dias desprende do corpo em brasa.
alvacento: esbranquiçado.
copiosa chuva, e parece que uma varinha de fada andou por aqueles sombrios
tétricas: fúnebres.
recantos a traçar às pressas jardins encantados e nunca vistos. Entra tudo num
trabalho íntimo de espantosa atividade. Transborda a vida.
TAUNAY, A. Inocência. São Paulo: Ática, 1993 (adaptado).

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ÏQPTTÓWFMSFDPOIFDFSRVFVNBEBTQSJODJQBJTFQFSNBOFOUFTDPOUSJCVJÎÜFTEP3PNBOUJTNPQBSBBDPOTUSVÎÍPEB
JEFOUJEBEFEBOBÎÍPÏB
a) QPTTJCJMJEBEFEFBQSFTFOUBSVNBEJNFOTÍPEFTDPOIFDJEBEBOBUVSF[BOBDJPOBM NBSDBEBQFMPTVCEFTFOWPMWJNFOUP
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b) DPOTDJÐODJBEBFYQMPSBÎÍPEBUFSSBQFMPTDPMPOJ[BEPSFTFQFMBDMBTTFEPNJOBOUFMPDBM PRVFDPJCJVBFYQMPSBÎÍP
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c) DPOTUSVÎÍP FNMJOHVBHFNTJNQMFT SFBMJTUBFEPDVNFOUBM TFNGBOUBTJBPVFYBMUBÎÍP EFVNBJNBHFNEBUFSSBRVF
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X d) FYQBOTÍPEPTMJNJUFTHFPHSÈGJDPTEBUFSSB RVFQSPNPWFVPTFOUJNFOUPEFVOJEBEFEPUFSSJUØSJPOBDJPOBMFEFVB
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e) WBMPSJ[BÎÍPEBWJEBVSCBOBFEPQSPHSFTTP FNEFUSJNFOUPEPJOUFSJPSEP#SBTJM GPSNVMBOEPVNDPODFJUPEFOBÎÍP
DFOUSBEPOPTNPEFMPTEBOBTDFOUFCVSHVFTJBCSBTJMFJSB
9. 6'1&
4PCSFPTVSHJNFOUPFBTDBSBDUFSÓTUJDBTEP3PNBOUJTNP BOBMJTFBTTFHVJOUFTBGJSNBÎÜFT
V
0NPWJNFOUPDPJODJEFDPNBEFNPDSBUJ[BÎÍPEBBSUF HFSBEBQFMBTNVEBOÎBTTPDJBJT QPMÓUJDBTFFDPOÙNJDBT
EPGJNEPTÏDVMP97***5PSOPVTFBFYQSFTTÍPBSUÓTUJDBEFVNBOPWBTPDJFEBEFCVSHVFTB FNPQPTJÎÍPËBSUF
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V
03PNBOUJTNPMJUFSÈSJPBCTPSWFVUFOEÐODJBTEPMJCFSBMJTNP RVFQSPQJDJPVBMJCFSEBEFOBTBSUFTF DPOTFRVFOUF-
NFOUF BFYQSFTTÍPGPSBEPTSÓHJEPTNPEFMPTQSFDFEFOUFT
V
'PJJOTQJSBEPQFMBTPCSBTEPGSBODÐT3PVTTFBVFQFMPNPWJNFOUPBMFNÍP4UVSNVOE%SBOH RVFWBMPSJ[BWBP
GPMDMØSJDP PQPQVMBSFPOBDJPOBM FNPQPTJÎÍPBPVOJWFSTBMJTNPDMÈTTJDP
V
$POTPMJEPVTFKVOUPBPQÞCMJDPFVSPQFV FNGJOTEPTÏDVMP97*** DPNPSPNBODFOs sofrimentos do jovem Werther 
EF(PFUIF0TVDFTTPEPSPNBODF RVFDVMNJOBDPNPTVJDÓEJP QPSBNPS EPKPWFNQFSTPOBHFN EFTFODBEFJB
VNBPOEBEFTVJDÓEJPTOB&VSPQB
V
"QFOBTOPTQSJNFJSPTBOPTEPTÏDVMP9*9ÏRVFP3PNBOUJTNPTFTFEJNFOUBOB&VSPQB RVBOEPTVBFTUÏUJDBÏ
JOUSPEV[JEBOP#SBTJM DPJODJEJOEP QPSUBOUP DPNBOPTTBJOEFQFOEÐODJBQPMÓUJDB

6 Volume 5
10. -FJBPTRVBESJOIPTBTFHVJS

Gaturro, Nik © 2006 Nik/Dist. by Universal Uclick 


NIK. Gaturro Grandão. Buenos Aires: Catapulta Children Entertainment, 2008. p. 79.

a) 2VBJTTÍPBTDBSBDUFSÓTUJDBTEPBNPSSPNÉOUJDPRVFPBVUPS/JLNBOUÏNOPTRVBESJOIPT
Gaturro fala para Ágata como se sente em relação a ela: as expressões “emagreço de tristeza” e “encho de amor” podem ser

consideradas tipicamente românticas.

b) 2VFFMFNFOUPEPTRVBESJOIPTTBUJSJ[BPDMJDIÐEPBNPSSPNÉOUJDPFDPOTUSØJIVNPSOPUFYUP
A sátira ao amor romântico e, consequentemente, o humor são construídos pelo sentido literal (apresentado no corpo de Gaturro)

das metáforas “emagreço de tristeza” e “encho de amor”, com o final inusitado de os namorados irem ao chão devido ao

inchaço (“de amor”) do gato.

Literatura 7

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