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PLANTAÇÃO E CRESCIMENTO DE IGREJAS 1 / 7

1ª QUESTÃO – VALOR TOTAL: 6 PONTOS GRAU OBTIDO


PLANTAÇÃO E CRESCIMENTO DE IGREJAS NA QUESTÃO:

Com argumentos que correspondam à realidade da igreja local em que você congrega e utili-
zando-se de análise detalhada, responda ao questionário de avaliação para discussão sobre a
temática plantação e revitalização de igrejas.
1. História da igreja – fundação e organização? Tradições? Uniões? Divisões? Quais eventos
significantes impactaram o crescimento / declínio / estado emocional da igreja?
2. Tendências atuais? Crescendo? Estável? Declinando? Por que as pessoas estão saindo, ficando
ou se associando?
3. Estado (ethos) da liderança? Pontos fortes? Processo de tomar decisões? Áreas de crescimento?
Sugestões para transformação missional?
4. Qual é a missão, visão e valores existentes hoje na igreja?
5. Quais são as áreas aparentemente fortes e de crescimento na sua igreja?
6. Qual a relação entre a sua igreja e o tipo de comunidade ao redor dela?
7. Quais são as oportunidades e possibilidades em potencial para missões, evangelismo e
transformação no contexto de comunidade onde a igreja atua?
8. Quantas congregações, pontos de pregação etc. sua igreja sustenta e planeja plantar?
9. O que precisaria ser mudado, restaurado ou abandonado dentro dos próximos 3 anos?
10. Quais perguntas vêm à mente do irmão quando olha para a situação atual da sua igreja?

APRESENTAÇÃO DA IGREJA BATISTA QUATRO DE JULHO

A Igreja Batista Quatro de Julho tem se notabilizado pela aceitação das Escrituras Sagra-
das como única regra de fé e conduta, por ser uma comunidade local democrática e autônoma, for-
mada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas, por defender a separação entre igreja e
Estado, pelo estímulo à absoluta liberdade de consciência entre os seus membros, por valorizar a
responsabilidade individual diante de Deus e, finalmente, pela defesa à autenticidade e apostolicida-
de das igrejas. A Igreja Batista Quatro de Julho caracteriza-se também pela intensa e ativa coopera-
ção entre suas igrejas, buscando realizar uma obra geral de missões, em que foram pioneiros entre
os evangélicos nos tempos modernos; de evangelização, de educação teológica, religiosa e secular;
de ação social e de beneficência.

1. História da igreja – fundação e organização? Tradições? Uniões? Divisões? Quais


eventos significantes impactaram o crescimento / declínio / estado emocional da igreja? (0,6 PONTO
POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Nos primeiros dias do ano de 2001, com o propósito de fazer discípulos para Jesus,
começou a se reunir um grupo de crentes, sob a liderança do Pastor Arthur Moreira Martins, nas
residências. Com o passar dos meses, esse grupo cresceu e as reuniões passaram a acontecer com
mais frequência. E, então, aos sete dias do mês de outubro de 2001, é fundada a Igreja Batista
Revelação da Graça, contando já com 14 membros fundadores, tendo como sede a casa do Pastor
Arthur. Em poucos dias, Deus proporcionou a sede localizada à Rua Delgado de Carvalho, nº 54,
Largo da Segunda Feira, e a mudança ocorreu no dia primeiro de dezembro de 2001, em meio a um
clima de festa e de muita comunhão. Faltava organizar a igreja e registrá-la como membro da
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Convenção Batista Brasileira. Para tal, no final do ano de 2008, a Igreja Batista XV de Novembro,
em Guadalupe, orientados pelo Pr. Neander Kraul, foi responsável pela realização desse evento
memorável, que aconteceu em duas etapas: o culto solene de organização no dia Quatro de julho de
2009, na sede da Igreja Batista XV de Novembro (data oficial), e o culto festivo de confirmação na
sede da igreja, no Largo da Segunda Feira. Restava a questão de manter ou não o nome original da
igreja. Em assembleia reunida, a igreja decidiu honrar a tradição da igreja-mãe, bem como a data
prevista para sua organização. Nasce, então, a Igreja Batista Quatro de Julho, contando com uma
membresia de 28 irmãos, ainda sob a liderança do Pr. Arthur Martins. Seguiu-se um período
marcado por lutas, sofrimentos e vitórias – momentos que deixaram marcas importantes e que
fizeram lembrar da dependência de Deus e da missão de fazer discípulos. Em meio a tantos
acontecimentos, considerando não estar mais em condições de seguir à frente e sentindo-se
desgastado pelos mais de 25 anos de pastorado, o Pr. Arthur comunicou que estaria deixando o
ministério da igreja, a partir do dia 27 de outubro de 2010. Foi formada uma Comissão de Sucessão
Pastoral que levou toda a igreja a orar e fazer vigílias de oração, para que o Senhor trouxesse
aquele que já estava separado para esse ministério. Com a fidelidade do Senhor em ação e em
resposta às orações, veio à Igreja uma família oriunda do campo missionário da Etiópia, composta
pelo Pr. Claudio Luiz Mendes, sua esposa Carla Decotelli e seu filho Davi, assumindo o ministério
pastoral aos três dias do mês de julho de 2011. Seguiram-se, então, tempos de trabalho no campo
missionário, com a igreja assumindo responsabilidades com a Cristolândia, no Centro do Rio; com o
Projeto Ministério de Evangelização Total à Amazônia (META) para os ribeirinhos da Amazônia; com
o Recolhimento Betel, no bairro do Rocha – RJ; com os missionários Vagner (Sininbu – IBGE) e
Dantas (Borel); com os Radicais Haiti – primeira turma de jovens missionários da Junta de Missões
Mundiais naquele país; com o missionário Fernando Basso indo ao povo Bara, em Madagascar.
Todos compromissos de amor pela obra. Mas, quando os tempos pareciam de bonança, após um
longo período de oração, o Pr. Claudio decidiu ingressar na Faculdade de Odontologia, estando
certo dessa decisão ser um propósito de Deus para a vida dele e de sua família. No término do 2º
período, o Pr. Claudio começou a apresentar sinais visíveis de estafa, conjugando o peso das
reponsabilidades de Ministro do Evangelho, estudante de Odontologia e chefe de família. Tal
situação o fez sentir-se incapaz de manter-se fiel nos compromissos, quando decidiu comunicar o
seu afastamento do pastorado da Igreja, a partir de 26 de abril de 2015. Clamando e buscando
respostas do Senhor, a fim de entender Seus verdadeiros propósitos para a Igreja, foi formada nova
Comissão de Sucessão Pastoral, que teve a indicação de 5 pastores, durante o período de Junho a
Novembro de 2015, encontrando-se dentre esses homens de Deus o Pr André Bonella, que teve o
nome aceito por unanimidade em assembleia, com toda a igreja reunida. Assim sendo, aos doze
dias do mês de março de 2016, iniciava-se um novo tempo para a Igreja, quando assumiu o
Ministério Pastoral o Pr. André Bonella, juntamente com sua esposa Amanda e sua filha Giovanna,
permanecendo toda a congregação com o estado moral elevado e com promissoras perspectivas de
prosseguir na missão de fazer discípulos.

2. Tendências atuais? Crescendo? Estável? Declinando? Por que as pessoas estão


saindo, ficando ou se associando? (0,6 PONTO POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COM-
PLETO E COERENTE).

A Igreja cresce a cada ano. Em 2016, conta com uma membresia de 50 pessoas e já
foram realizados 10 batismos. Houve, ainda, 6 saídas por conta de transferências para outros
municípios e 2 pedidos de carta para outras igrejas batistas. Pretende-se ajustar o rol de membros à
realidade, excluindo 6 pessoas que já não mais frequentam a igreja, mesmo depois de reiterados
convites e visitas, com vistas ao retorno à comunhão dos santos. Neste ano, também, foram
realizadas diversas atividades com o propósito de dinamizar a tarefa de fazer discípulos. Foram
implantados os programas de discipulado e de pequenos grupos, dinamizando as atividades de
evangelismo e integração, permitindo que ocorra melhor nível do conhecimento pessoal, que seja
aprofundado o conhecimento bíblico dos membros dos pequenos grupos e mobilizado os integrantes
da Igreja na visão de crescimento e na evangelização pessoal. Valoriza-se, ainda, a primazia da
pregação expositiva e cristocêntrica, buscando-se a determinação e longanimidade na repreensão e
exortação dos fiéis e recomendando-se sistematicamente a obediência à Palavra de Deus, seja na
vida individual como na comunitária, por ser o instrumento mediante o qual o Senhor opera vida no
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coração do incrédulo e alimenta e vivifica o crente (Jo 5.24; 1 Pe 1.22-2.3), aperfeiçoa todo servo de
Deus (2 Tm 3.16, 17). O ministério pastoral tem buscado ser decidido e focado nos propósitos de
Deus para o ministério, suportando as muitas dificuldades, sendo proativo e zeloso na busca aos
perdidos e entregando-se ao cumprimento de todas as responsabilidades com as quais Deus
preencheu o ministério. Diante da multiplicidade de ofícios do pastor–mestre na oração, no estudo e
na preparação de sermões segundo a metodologia relatada, para que ele possa dedicar seu tempo
à preparação e à exposição das Escrituras, tem sido valorizado o indispensável apoio do corpo
diaconal e de líderes de comissão – docentes ou regentes, devidamente capacitados e qualificados,
a fim de suprir as demais necessidades da igreja. Tem sido implementado um programa de
capacitação do corpo diaconal e de líderes de ministérios, por meio de reuniões de liderança para
compartilhamento e aprimoramento da perspectiva bíblica de liderança, cursos de preparação de
líderes, programas de visitação dos líderes aos membros da congregação, projetos que incluam a
participação da liderança em aconselhamento e evangelização, seleção de líderes com base nos
critérios de caráter aprovado (conforme 1 Tm 3) e de desenvolvimento de habilidades necessárias
da liderança ao pastoreio da membresia e, por fim, mantém-se a liderança convicta de que a igreja
deva ser conduzida segunda a Palavra do Senhor e a sã doutrina. Sobretudo, procura-se
implementar o desenvolvimento de liderança participativa, mediante o exemplo do caráter, a partir do
ministério pastoral e dos diáconos, de tal forma que o restante da Igreja seja influenciado. Estimula-
se, ainda, a dedicação a Deus em oração e um comprometimento mais sério da membresia com a
oração diária como prioridades ministeriais. Por meio da Coordenadoria de Evangelismo da Igreja,
busca-se o desenvolvimento de uma mentalidade missionária e o compromisso intencional e
sistemático com missões, seja por meio do evangelismo pessoal ou pelo envolvimento sistemático
no trabalho missionário. Tem sido buscado suprir as necessidades espirituais dos membros mais
antigos da congregação e fornecer a eles encorajamento espiritual, cuidado pastoral, proteção
espiritual, direção segura e restauração espiritual. O ministério pastoral realiza todo esforço para
fazer da pregação e do ensino da Palavra de Deus os instrumentos essenciais para o evangelismo e
o discipulado, fazendo com que a Igreja permaneça centralizada em Cristo e que as pessoas sejam
estimuladas a confiar somente em Jesus para a salvação do pecado, valorizando-se as verdades
redentoras que tornam a santidade possível. Entende-se, também, que a oração humana realmente
é eficaz no reino sobrenatural. Por isso, procura-se fazer com que a igreja se comprometa com a
oração, não importa quanto as circunstâncias se tornem ruins, para que ela seja renovada e
reedificada pelo poder do Espírito. Para que isso aconteça, tem-se comunicado dia após dia que são
cruciais, porém, a confiança que Deus responde as orações por meio de Cristo, a fé e a adoração ao
Senhor, a obediência aos preceitos bíblicos como padrão de vida, o compromisso com Cristo, o
andar no Espírito e a atitude de humildade e submissão, que permitirão à Igreja pedir o que quiser a
Deus, esforçando-se para adequar as orações à vontade revelada de Deus e conhecedora da
soberana vontade do Senhor, pois pode não ser da vontade de Deus conceder o que a Igreja está
pedindo ou querer abençoá-la de outro modo, até mesmo por meio de provações e sofrimento.
Entretanto, verificou-se que há alguns ressentimentos de parte dos membros com o pastor fundador
da Igreja. Já houve duas tentativas do ministério pastoral em realizar a aproximação entre as partes.
Busca-se o momento oportuno para fazer a congregação aprender com o passado, valorizando as
conquistas históricas e bênçãos que a igreja obteve, as lições e os princípios que o Senhor
abençoou no passado, os pastores e mestres que serviram a Deus na igreja, tudo isso com a
finalidade de criar melhores condições para reconciliar o pastor fundador da Igreja e a igreja, por
meio do arrependimento, que envolvem voltar-se à humilhação, confissão de pecados – corporativa
ou individual e oração, e do perdão gracioso de Deus. E, uma vez que a igreja seja conduzida a
esse processo de arrependimento, faz-se importante também ser enfatizada a responsabilidade
pessoal que acarretou o desapontamento dos crentes, desencorajando encobrimento do pecado,
desculpas infundadas, desvio da própria culpa, vitimização ou imputação de responsabilidade a
outrem, na certeza de que, quando genuíno, o arrependimento renovará os relacionamentos que
foram quebrados pelo pecado e lançará as bases que permitirão revitalizar a saúde da igreja. Diante
da aplicação desses simples princípios, acredita-se que o crescimento da Igreja será de acordo com
a vontade de Deus e no tempo apropriado.
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3. Estado (ethos) da liderança? Pontos fortes? Processo de tomar decisões? Áreas de


crescimento? Sugestões para transformação missional? (0,6 PONTO POR DESENVOLVIMENTO
ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Com a implantação dos programas de discipulado e de pequenos grupos, buscou-se


envolver os líderes da Igreja nas atividades de evangelismo e integração, estimulando eles a
promoverem melhor nível do conhecimento pessoal, aprofundarem o conhecimento bíblico dos
membros dos pequenos grupos e mobilizarem os integrantes da Igreja na visão de crescimento e na
evangelização pessoal. Diante da multiplicidade de ofícios do pastor–mestre na oração, no estudo e
na preparação de sermões, o corpo diaconal e os líderes de comissão têm sido devidamente
capacitados e qualificados para suprir as demais necessidades da igreja. Tem sido implementado
um programa de capacitação do corpo diaconal e de líderes de ministérios, por meio de reuniões de
liderança para compartilhamento e aprimoramento da perspectiva bíblica de liderança, cursos de
preparação de líderes, programas de visitação dos líderes aos membros da congregação, projetos
que incluam a participação da liderança em aconselhamento e evangelização, seleção de líderes
com base nos critérios de caráter aprovado (conforme 1 Tm 3) e de desenvolvimento de habilidades
necessárias da liderança ao pastoreio da membresia e, por fim, mantém-se a liderança convicta de
que a igreja deva ser conduzida segunda a Palavra do Senhor e a sã doutrina. Sobretudo, procura-
se implementar o desenvolvimento de liderança participativa, mediante o exemplo do caráter, a partir
do ministério pastoral e dos diáconos, de tal forma que o restante da Igreja seja influenciado. Essa
liderança também tem sido estimulada a participar dos planejamentos eclesiásticos nos mais
diversos níveis funcionais, desde a origem dos processos, controlando, coordenando e supervisio-
nando a execução e os resultados. Tem sido buscado suprir as necessidades espirituais dos líderes
da congregação e fornecer a eles encorajamento espiritual, cuidado pastoral, proteção espiritual,
direção segura e restauração espiritual. Os líderes têm adotado o ensino da Palavra de Deus para o
evangelismo e o discipulado, fazendo com que a Igreja permaneça centralizada em Cristo e que as
pessoas sejam estimuladas a confiar somente em Jesus para a salvação do pecado, valorizando-se
as verdades redentoras que tornam a santidade possível. Os líderes também são motivados a
obedecerem aos preceitos bíblicos como padrão de vida, a manterem fidelidade no compromisso
com Cristo, no andar no Espírito e na atitude de humildade e submissão.

4. Qual é a missão, visão e valores existentes hoje na igreja? (0,6 PONTO POR
DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

A missão da Igreja Batista Quatro de Julho demonstra o que queremos fazer, definindo a
nossa razão de ser, sendo simples e clara, entendida e praticada por todos os membros da Igreja
Batista Quatro de Julho. Todos que integram a nossa Igreja devem conhecer e estar comprometidos
com a Missão, que é a seguinte: para a glória de Deus e para lhe sermos agradáveis, somos a Igreja
Batista Quatro de Julho, uma igreja com convicções teológicas alinhadas com a Declaração
Doutrinária da Convenção Batista Brasileira, que prioriza o culto espiritual de exaltação a Deus, em
que os crentes se regozijam na supremacia e na suficiência de Cristo e que está decisivamente
engajada em alcançar o Rio de Janeiro e o mundo para o Senhor, edificando na fé e capacitando os
cristãos para, onde estiverem, reverenciar a Deus com a própria vida e buscar, salvar e suprir as
necessidades dos perdidos, inserindo na família da Igreja. Já a visão da Igreja Batista Quatro de
Julho revela onde queremos chegar, definindo onde queremos chegar um dia, uma vez cumprida a
Missão de nossa Igreja. É simples e clara, entendida e buscada por todos os membros da Igreja
Batista Quatro de Julho. As ações futuras de nossa Igreja devem estar alinhadas com a nossa
Visão. Na Igreja Batista Quatro de Julho, a fim de viabilizar o regozijo dos crentes na supremacia e
na suficiência de Cristo e o alcance do Rio de Janeiro e do mundo para o Senhor, incorporamos o
PLANO IB 47 + 10, que significa atingir, em até 10 anos, as seguintes metas em nossa igreja, cujos
efeitos alcançarão o futuro distante, se Deus permitir: 1. Iniciar uma média de 10 pequenos grupos
por ano, segundo a metodologia de desenvolvimento de pequenos grupos adotada pela Igreja
Batista Quatro de Julho. 2. Realizar, em média, 10 profissões de fé e batismos por semestre. 3.
Implementar pelo menos 10 vínculos de discipulado por semestre. 4. Pastorear sistematicamente,
em média, 10 líderes e colocá-los em ministérios estratégicos que permitam revitalizar a igreja. 5.
Sustentar pelo menos 10 missionários transculturais em epicentros estratégicos em todo o mundo. 6.
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Apoiar anualmente, em média, 10 voluntários para viagens missionárias de curta duração. 7.


Implementar e sustentar pelo menos 10 projetos de ação social urbana, benevolência e
evangelização, desenvolvidos por uma equipe de evangelismo estratégico seleta e qualificada. 8.
Capacitar anualmente, em média, 10 líderes eclesiásticos. 9. Oferecer anualmente pelo menos 10
cursos de edificação aprofundamento espiritual. 10. Oferecer anualmente, em média, 10 feiras e
almoços missionários. Os valores da Igreja Batista Quatro de Julho são baseados em quê
chegaremos onde desejamos. São os princípios ou crenças de nossa Igreja que servem de guia, ou
critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no
exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam executando a Missão,
na direção da Visão. Assim, os valores são crenças e atitudes que dão uma personalidade à nossa
Igreja, definindo uma "ética" para a atuação das pessoas e da Igreja como um todo, e são os que se
seguem. 1. Prioridade ao ensino bíblico, que é a base de transformação do indivíduo e da
congregação (2 Tm 3.14-17; Tg 1.23,24; Hb 4.12), e à adoração e à oração, porque somos
desafiados a glorificar a Deus por aquilo que Ele é, louvá-Lo por aquilo que Ele fez e celebrar pelo
que Ele tem feito (Rm 14.17; Sl 145;150). 2. Pluralidade de liderança, composta por crentes íntegros
e reconhecidos pela igreja (Ex 18.13-27; 1 Tm 3; Tt 1) e capacitados pelo ministério pastoral.
3. Evangelização a partir do estilo de vida, porque, como Deus se importa com os perdidos, nós
também nos importamos e entendemos que relacionamentos íntegros devem ser estabelecidos para
serem a ponte para o evangelismo (Mt 28.19,20; At 11.19-21). 4. Planejamento eclesiástico
plurianual baseado nos propósitos da Igreja, em que os alvos devem ser funcionais, realísticos e
objetivos e a igreja, culturalmente relevante, enquanto permanece doutrinariamente pura (1 Co 9.19-
23; 1 Co 16.5-12). 5. O discipulado, como ferramenta de restauração e de transformação pessoal e
social, que torne o crente em discípulo frutífero de Jesus, é desenvolvido prioritariamente pela Igreja.
6. O crente, após ter identificado o perfil ministerial e ser destinado adequadamente a uma
comissão, tem como expressão marcante servir com alegria, reverência ao Senhor e diligência,
dando o melhor de si para o engrandecimento do Reino de Deus e buscando a excelência em tudo o
que faz, o que traz honra a Deus e reflete o caráter do Senhor (1 Pe 4.10,12; Rm 12.3–8; Mt 23.13-
36; Cl 3.17). 7. O amor permeia o cuidado de uns pelos outros, para promover a edificação mútua
(Cl 3.12-17; Gl 6.1,2) e um ambiente acolhedor e de desenvolvimento para todos. 8. Ênfase no
fortalecimento das famílias segundo o padrão bíblico, com pais transmitindo o ensino da Palavra de
Deus aos filhos e marido e esposa amando-se e respeitando-se mutuamente (Dt 6.4-9; Ef 5.18-6.4).
9. Exercício e desenvolvimento da fé para crer naquilo que Deus pode fazer, da maneira como Ele
quer fazer e no tempo que Ele determinou para fazer, conforme a convicção na supremacia e na
suficiência de Cristo (2 Co 8-9; Rm 1.16,17). 10. Consciência clara e prática da mordomia cristã,
com total consagração e submissão ao Senhor (2 Co 9.7-13; Cl 3.17). Por fim, os Vetores da Igreja
Batista Quatro de Julho correspondem às principais ênfases do trabalho da Igreja Batista Quatro de
Julho, podendo ser resumidos em verbos que traduzem o nosso esforço: Evangelizar; Crescer;
Reverenciar; Servir; e Interceder.

5. Quais são as áreas aparentemente fortes e de crescimento na sua igreja? (0,6 PONTO
POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Ensino bíblico, comunhão, serviço cristão, ação social e trabalho missionário são as áreas
aparentemente fortes. O discipulado e os pequenos grupos são as áreas que crescem a cada dia.

6. Qual a relação entre a sua igreja e o tipo de comunidade ao redor dela? (0,6 PONTO
POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

A Igreja encontra-se num trecho residencial do bairro da Tijuca, numa área de classe
média que está distante de 600 metros de duas grandes favelas do Rio de Janeiro: Morro do Turano
e Morro da Chacrinha. Relaciona-se muito bem com a vizinhança das cercanias, buscando a
evangelização das famílias ali residentes. Busca, ainda, uma maior penetração nas favelas
mencionadas, a fim de promover a transformação dos moradores daquelas comunidades.
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7. Quais são as oportunidades e possibilidades em potencial para missões, evangelismo e


transformação no contexto de comunidade onde a igreja atua? (0,6 PONTO POR DESENVOLVI-
MENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

No próximo ano, estão reservadas no planejamento eclesiástico da Coordenadoria de


Evangelismo ações de evangelismo e de trabalho social nas favelas do Morro do Turano e do Morro
da Chacrinha, buscando-se lançar as bases estruturais para o desenvolvimento de trabalhos de
evangelismo que aproximem mais a Igreja dessas comunidades. Entretanto, outras oportunidades
de esforço missionário têm sido sustentadas pela Igreja. Na Comunidade do Morro da Mangueira,
desenvolvemos projetos de resgate, estímulo à cidadania e assistência social a crianças moradoras
na comunidade do antigo prédio abandonado do IBGE, desenvolvido pelo Missionário Vagner,
envolvendo doação regular de alimentos e ajuda financeira. Na Comunidade do Morro do Borel,
participamos do sustento de um programa missionário da Agência Jovens Com Uma Missão
(JOCUM), que restaura moradores, oferecendo aulas de músicas para adultos e crianças, creche,
cursos diversos, ajuda em casa de recuperação para os que lutam contra a dependência química, e
a Escola de Treinamento e Discipulado com ênfase em desenvolvimento comunitário, que tem de
duração de cinco meses de aprendizado – três meses de treinamento teórico e dois meses de
experiência missionária prática no campo. Com o Ministério de Evangelização Total à Amazônia
(META), contribuímos com um programa missionário em comunidades ribeirinhas, caboclas e
indígenas da Amazônia residentes no entorno da cidade de Humaitá, no Estado do Amazonas, à
margem esquerda do rio Madeira e da estrada Transamazônica, com a finalidade de desenvolver um
trabalho de evangelização e assistência social. O Projeto META já se estende por aproximadamente
mil e duzentos quilômetros de rios, lagos, e igarapés, alcançando as populações ribeirinhas e
estabelecendo igrejas, congregações e pontos de pregação. Situa-se na cidade de Humaitá, a cerca
de setecentos quilômetros de Manaus, capital do Estado do Amazonas. Na Cristolândia, apoiamos
financeiramente o programa missionário permanente de prevenção, recuperação e assistência a
dependentes químicos e codependentes, que busca a transformação destas vidas por meio do
Evangelho de Jesus Cristo, para que sejam livres do vício e aptas a reinserção social e familiar. O
trabalho é desenvolvido pela Junta de Missões Nacionais em cidades brasileiras, que estabelece a
abordagem e triagem, com atendimento diário aos frequentadores das cracolândias, ofertando um
serviço de redução de danos que visa evitar o agravamento de doenças físicas e mentais. Sendo
assim, são oferecidas três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e a possibilidade de corte de
cabelo, banho e troca de roupa. O programa permite, ainda, que o interessado em deixar as ruas e
as drogas se apresente de forma voluntária para ingressar no processo terapêutico da Cristolândia,
passando pela entrevista de triagem e, caso tenha o perfil para continuar no processo terapêutico,
se tornar aluno do projeto. Nessa etapa, o aluno é observado, aconselhado e recebe apoio para
prosseguir. Inicia-se o discipulado diário com estudos bíblicos. Em paralelo, o aluno recebe apoio de
saúde, ao ser encaminhado para atendimento na rede de saúde, e o cuidado emocional, com início
das propostas para o processo terapêutico individual. Com o povo Bara, de Madagascar, contribuí-
mos com um programa missionário desenvolvido pela Junta de Missões Mundiais na África, susten-
tando uma família missionária paranaense. Os Bara vivem nas pradarias do centro-sul de Madagas-
car, que não é facilmente acessível por veículos. Eles são tradicionalmente um povo nômade
cuidador de gado, que acredita em Zanahary, o Criador, que é uma figura alta e distante, e também
temem e adoram os seus antepassados mortos, crendo que eles podem exercer influência para o
bem e o mal em quem está vivo. Eles têm um sistema complexo de costumes, rituais, tabus e
práticas que desempenham um papel fundamental na sua visão de mundo animista. Sua
independência de pessoas de fora, sujeição a falsos deuses, e influência de curandeiros são
desafios que uma família missionária brasileira, residente na tribo dos Bara enfrenta todos os dias,
assumindo a responsabilidade de compartilhar o evangelho com outras pessoas em palavras e
ações. Com a Casa de Recolhimento Betel, situada no bairro do Rocha, no Rio de Janeiro – RJ,
apoiamos com médicos e enfermeiros, gêneros alimentícios e remédios o projeto de ação social que
tem por objetivo abrigar senhoras com mais de 65 anos de idade, sem condições próprias de subsis-
tência, sem familiares que a acolham ou abandonadas pela família, buscando atender as senhoras
abrigadas com acomodação condigna, alimentação, acompanhamento médico, psicológico, espiri-
tual, sociabilidade e lazer, medicamentos, encaminhamento para internação hospitalar em unidade
da rede pública, enxoval completo, acompanhamento por meio de terapia social, individual e em
grupo, por assistente social, e sepultamento, quando do falecimento. Por fim, fazemos a doação de
cestas básicas de alimentação a família financeiramente carentes. Pretendemos, ainda, desenvolver
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um projeto de ação social de apoio a crianças portadoras do mal da microcefalia e apoiar projetos
missionários nos cinco continentes. Em 2017, foi assumido o sustento de mais duas frentes missio-
nárias: Medellín, na Colômbia, e Aldeia Kunanã, na fronteira entre o Amapá e a Guiana Francesa.
Na Colômbia, com um casal de pastores cariocas, o trabalho iniciou-se a partir de um pequeno
grupo criado com o objetivo de estudar a bíblia com jovens, acompanhá-los e ajudá-los a
evangelizar seus amigos e vizinhos. Pela graça de Deus, os grupos se multiplicaram e uma igreja
está nascendo. Em Medellín, numa comunidade chamada Enciso, que por muito tempo foi
conhecida pela violência, reúne-se crianças numa casa voltada para atividades de ensino bíblico. No
bairro Pablo Escobar, treina-se líderes para o avanço da obra; deu-se início ao ministério com
casais; auxilia-se no fortalecimento de igrejas locais e da Fundação PARE de recuperação de
dependentes químicos que viviam nas ruas. No Amapá, outro casal de pastores oriundos do Rio de
Janeiro desenvolve o trabalho missionário há mais de quinze anos nas aldeias do Juminã (Kunãnã e
Uahá), às margens do Igarapé Juminã – afluente do Rio Oiapoque, nas proximidades do Cabo
Orange, área de fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. O trabalho, por um certo tempo, consis-
tiu em ensinar e evangelizar a aldeia, onde crentes se firmaram e novas conversões surgiram, con-
duzindo à fundação da Igreja Evangélica de Kunanã e à capacitação de obreiros na aldeia.

8. Quantas congregações, pontos de pregação etc. sua igreja sustenta e planeja plantar?
(0,6 PONTO POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Com pouco mais de 7 anos de criação e contando com uma membresia de menos de 50
pessoas, planeja-se estruturar a igreja para ter capacidade de plantar uma congregação. Os
primeiros passos estão sendo dados, sustentando o ensino acadêmico de um seminarista em
seminário teológico devocional e capacitando o corpo diaconal na plantação de novas igrejas.

9. O que precisaria ser mudado, restaurado ou abandonado dentro dos próximos 3 anos?
(0,6 PONTO POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Como necessidade de atividades restauradoras, verificou-se que há alguns


ressentimentos de parte dos membros com o pastor fundador da Igreja. Já houve duas tentativas do
ministério pastoral em realizar a aproximação entre as partes. Busca-se o momento oportuno para
fazer a congregação aprender com o passado, valorizando as conquistas históricas e bênçãos que a
igreja obteve, as lições e os princípios que o Senhor abençoou no passado, os pastores e mestres
que serviram a Deus na igreja, tudo isso com a finalidade de criar melhores condições para
reconciliar o pastor fundador da Igreja e a igreja, por meio do arrependimento, que envolvem voltar-
se à humilhação, confissão de pecados – corporativa ou individual e oração, e do perdão gracioso
de Deus. E, uma vez que a igreja seja conduzida a esse processo de arrependimento, faz-se
importante também ser enfatizada a responsabilidade pessoal que acarretou o desapontamento dos
crentes, desencorajando encobrimento do pecado, desculpas infundadas, desvio da própria culpa,
vitimização ou imputação de responsabilidade a outrem, na certeza de que, quando genuíno, o
arrependimento renovará os relacionamentos que foram quebrados pelo pecado e lançará as bases
que permitirão revitalizar a saúde da igreja. Como necessidade de atividades que modifiquem a
igreja, pretende-se criar condições para destinar 50% das entradas ao esforço missionário e solicitar
apoio estrangeiro para a aquisição de imóvel que acomode as atividades eclesiásticas e permita
abrigar outros projetos de ação social. Dentre as atividades que precisam ser abandonadas mais
urgentemente, entende-se que seja o individualismo e a falta às atividades que a Igreja desenvolve
no domingo. Pretende-se instruir a Igreja no estabelecimento de uma escala de valores cristãos
segundo o padrão bíblico e planeja-se envolver a Igreja ainda mais no serviço cristão, em considerar
o princípio bíblico da mordomia cristã e a entregar-se integralmente às atividades eclesiásticas no
Dia do Senhor.

10. Quais perguntas vêm à mente do irmão quando olha para a situação atual da sua
igreja? (0,6 PONTO POR DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO COMPLETO E COERENTE).

Tenho orado para que Deus aumente as entradas financeiras da Igreja e, assim, a
membresia poder assumir mais compromissos missionários. Quando olho para a situação atual da
Igreja, a pergunta que faço é: o que precisa ser modificado por nós, Senhor, para que estejamos
alinhados com a sua soberana e perfeita vontade? E é isso que rogo ao Senhor para que nos seja
mostrado.