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Hospital São Paulo

SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina


Hospital Universitário da UNIFESP
Sistema de Gestão da Qualidade
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: Administração de Nutrição Parenteral (NP)
MACROPROCESSO: Assistência. Página: 1/4
PROCESSO GERAL: Atendimento de Enfermagem. Emissão: Fevereiro 2014
PROCESSO ESPECÍFICO: Unidades de Internação, Atendimento Cirúrgico, Terapia
Revisão: Janeiro/2016
intensiva, Atendimento de Urgência e Emergência, Terapias Específicas e Ambulatórios.
SUBPROCESSO: Todas as respectivas unidades. Validade: 2 anos
DESCRITORES: Nutrição parenteral, NP, Terapia nutricional.

SUMÁRIO:
1. OBJETIVO: Proporcionar suporte energético e nutricional para manter as funções orgânicas e preservar a estrutura
corpórea.
2. APLICAÇÃO: Aos pacientes internados com impossibilidade de utilização do trato digestivo ou quando a nutrição
enteral é ineficaz ou contra indicada.
3. RESPONSABILIDADE: Enfermeiro.
4. MATERIAIS: Bandeja, bolsa de NP, saco protetor plástico opaco (fornecido pelo fabricante), equipo para bomba de
infusão, bomba de infusão, luvas de procedimento, gaze estéril, álcool etílico à 70%.
DESCRIÇÃO
AÇÕES (passos) AGENTES REFERÊNCIAS
Prescrição Médica
1 Confira se prescrito a Terapia Nutricional Parenteral.

2 Observe condições de integridade da embalagem, validade e


homogeneidade da solução.

Retire a bolsa de NP da embalagem e confirme o paciente e o


3 Prescrição médica
procedimento a ser realizado
Faça dupla checagem com outro profissional dos dados da
pulseira de identificação do paciente com as informações RDC-36 Ministério da Saúde
4 contidas na bolsa, antes de iniciar o procedimento. Prescrição de Nutrição Parenteral
Se paciente consciente, também confirme com ele.

5 Explique o procedimento ao paciente e/ou acompanhante.

6 Higienize as mãos. POP “Higienização das mãos”

7 Calce as luvas de procedimento. NR-32


Coloque a bolsa de NP (em temperatura adequada) e o
8 Observações
equipo em uma bandeja.
Enfermeiro
9 Retire o lacre e encaixe o equipo à bolsa de NP.

Preencha a câmara de gotejamento e o equipo retirando o ar


10
da extensão.
Coloque a capa protetora opaca na bolsa e extensão do
11
equipo.
12 Instale o equipo na bomba de infusão.

Programe a bomba de infusão de acordo com o


13 Prescrição médica
volume/tempo prescrito pelo médico.

14 Higienize as mãos. POP “Higienização das mãos”


Hospital São Paulo
SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
Hospital Universitário da UNIFESP
Sistema de Gestão da Qualidade
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: Administração de Nutrição Parenteral (NP)
MACROPROCESSO: Assistência. Página: 2/4
PROCESSO GERAL: Atendimento de Enfermagem. Emissão: Fevereiro 2014
PROCESSO ESPECÍFICO: Unidades de Internação, Atendimento Cirúrgico, Terapia
Revisão: Janeiro/2016
intensiva, Atendimento de Urgência e Emergência, Terapias Específicas e Ambulatórios.
SUBPROCESSO: Todas as respectivas unidades. Validade: 2 anos
DESCRITORES: Nutrição parenteral, NP, Terapia nutricional.

15 Calce as luvas de procedimentos.


Faça a desinfecção da conexão do cateter vascular com gaze
16 SCIH
e álcool a 70% e conecte o equipo de NP, em via exclusiva.
Cheque a programação da bomba, abra a pinça do equipo e
17
cateter e inicie a infusão.

18 Recolha o material, mantendo a unidade organizada.


Enfermeiro
Encaminhe o material residual ao expurgo e faça o descarte
19 PGRSS
em local apropriado.
Lave a bandeja com água e sabão, seque com papel toalha e
20
passe álcool a 70%.
21 Retire as luvas de procedimento. NR-32

22 Higienize as mãos POP “Higienização das mãos”


Cheque na prescrição médica e realize a anotação de
enfermagem contendo: horário de início e término, Prescrição médica
intercorrências e providências envolvidas na infusão. Em Prescrição de enfermagem
23
pacientes com registro de balanço hídrico, incluir o volume no Evolução de enfermagem
espaço referente à “Ganhos”.

Avaliação Mitigação
RISCOS
(G; P)* (nº passo)

Assistenciais:
• Infecção
4,1 2,6,7,14,15,16
• Falha na identificação do paciente e do procedimento
4,1 3,4
• Atraso na infusão da NP
3,2 12,13,17
• Falta de registro da administração e volume no balanço hídrico da NP 3,2 23
• Degradação dos componentes da NP (por não estar na validade, 4,2 3,11
protegida da luz ou calor)
• Hipotermia (devido a infusão de solução com temperatura inferior a 4,2 8,23
ambiente)

*Gravidade (G): 1 a 4 e a Probabilidade (P): 1 a 4


Hospital São Paulo
SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
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Sistema de Gestão da Qualidade
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: Administração de Nutrição Parenteral (NP)
MACROPROCESSO: Assistência. Página: 3/4
PROCESSO GERAL: Atendimento de Enfermagem. Emissão: Fevereiro 2014
PROCESSO ESPECÍFICO: Unidades de Internação, Atendimento Cirúrgico, Terapia
Revisão: Janeiro/2016
intensiva, Atendimento de Urgência e Emergência, Terapias Específicas e Ambulatórios.
SUBPROCESSO: Todas as respectivas unidades. Validade: 2 anos
DESCRITORES: Nutrição parenteral, NP, Terapia nutricional.

OBSERVAÇÕES

- A indicação da TNP deve ser precedida da avaliação nutricional do paciente.


- É estabelecido na Portaria n.272 que a conferência do recebimento da NP entregue pela farmácia é de
responsabilidade do enfermeiro. Ao receber a NP da farmácia conferir com a prescrição de Nutrição Parenteral o
conteúdo do rótulo: nome e RH do paciente, data e hora do preparo da solução, composição, osmolaridade,
volume total, via e velocidade de infusão, prazo de validade, nome e número de registro no órgão de classe do
farmacêutico. Verificar a integridade da embalagem, presença de partículas, precipitados, alteração de cor,
separação de fases, corpo estranho na solução. Caso se detecte alguma alteração, a bolsa deve ser devolvida à
farmácia com um relatório explicativo e registrado no relatório gerencial.
- Quando a osmolaridade for >900mOsm/l, utilizar somente acesso central. Abaixo desta osmolaridade pode ser
administrado tanto por via central como periférica.
- Caso a NP contenha lipídios, seu aspecto é leitoso. Sem lipídios a solução é translúcida. Caso a NP contenha
vitaminas, sua coloração é amarelada e, caso não as contenha, é incolor.
- Para a solicitação da NP de forma eletrônica o médico precisa estar cadastrado na Empresa Terceirizada
(Farmacoterápica®).
- Os pedidos manuais estarão disponíveis na Farmácia.
- As prescrições (tanto manuais quanto as feitas no sistema da Farmoterápica®) devem estar disponíveis para pré-
avaliação da Farmácia até às 12:00h.
- Alterações na formulação e possibilidade de novos pedidos devem ser comunicados a Farmácia após o horário pré
estabelecido.
- Todas as bolsas de NP e os equipos devem ser embalados com os protetores que acompanham as bolsas
(embalagem opaca). Este cuidado independe da incidência direta de luz natural ou artificial.
- Recomenda-se que a instalação das bolsas de NP seja efetuada de acordo com horário de recebimento,
aprazamento e validade da NP. Quando imprescindível, a bolsa deve ser refrigerada a uma temperatura de 2 a
8°C em geladeira exclusiva para medicamentos com registro sistemático da temperatura máxima e mínima. Se a
bolsa estivar sob refrigeração, retirá-la de 1 à 2 horas antes da geladeira e colocá-la em local limpo e protegido
de acidentes da luz (antecedência necessária para que a bolsa atinja a temperatura ambiente, ou seja cerca de
15 a 30º. C). Quando em temperatura ambiente as bolsas de NP têm validade de 24h.
- É recomendada que a NP seja retirada da geladeira com 1 a 2 horas de antecedência.
- Ressalta-se que cabe somente ao enfermeiro iniciar e encerrar a infusão de NP.
- A NP deve ser infudida em via exclusiva. Deve-se evitar o uso de torneirinhas, colheita de exames e
administrações de soluções, medicamentos ou hemoderivados.
- Quando em uso de cateter de dupla ou tripla via, a NP deve ser infundida na via distal.
- Manter a velocidade de infusão constante e conforme prescrito pelo médico. Não alterá-la para mais ou menos
para compensar atrasos ou adiantamentos no volume infundido. Qualquer infusão mais rápida que a
estabelecida e volume não infundido da bolsa anterior devem ser medidos, anotados e comunicado ao médico.
Hospital São Paulo
SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
Hospital Universitário da UNIFESP
Sistema de Gestão da Qualidade
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: Administração de Nutrição Parenteral (NP)
MACROPROCESSO: Assistência. Página: 4/4
PROCESSO GERAL: Atendimento de Enfermagem. Emissão: Fevereiro 2014
PROCESSO ESPECÍFICO: Unidades de Internação, Atendimento Cirúrgico, Terapia
Revisão: Janeiro/2016
intensiva, Atendimento de Urgência e Emergência, Terapias Específicas e Ambulatórios.
SUBPROCESSO: Todas as respectivas unidades. Validade: 2 anos
DESCRITORES: Nutrição parenteral, NP, Terapia nutricional.

- Medicamentos como anfotericina, ampicilina, carbenicilia, gentamicina e kanamicina são incompatíveis com a
solução de NP.
- Quando a pausa na administração de NP for inevitável e superior a uma hora, os níveis de glicemia devem ser
monitorizados.
- Na necessidade de interromper a administração de NP recomenda-se infundir solução glicosada a 10% e observar
os níveis glicêmicos (prescrição médica).
- Garantir o registro claro e preciso de informações relacionadas à administração e a evolução do paciente, quanto
aos dados antropométricos, sinais vitais, balanço hídrico, glicemia, entre outros.
- Na vigência de choque pirogênico é preciso: interromper a infusão, retirar todo o sistema de infusão e bolsa de NP,
comunicar o médico, anotar sinais e sintomas, procedimentos realizados e encaminhar a bolsa e o equipo à
farmácia acompanhados de relatório.
- Não utilize fontes de calor para aumentar a temperatura da NP (como micro-ondas ou banho maria) pois o calor
pode favorecer a degradação dos componentes da NP.
- Não instalar NP em membros inferiores.

*O primeiro dia de Nutrição Parenteral, iniciar com o volume de 1 bolsa (o início da Nutrição Parenteral deve ser feito
de forma lenta em termos calórico-proteico, principalmente em pacientes desnutridos e em jejum prolongado).

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1. Carmagnani MIS et al. Guia Prático de Procedimentos de Enfermagem, São Paulo, Guanabara Koogan, 2009.
2. Ministério da Saúde - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RESOLUÇÃO - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO
DE 2013.
3. Portaria MS/SNVS nº 272, de 8 abril de 1998. Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde

ELABORAÇÃO
Elaborado por: Revisado por: Aprovado por:
Maria das G. Leite COREN/SP: Mary Kazumi Monomi COREN/SP: Maria Isabel S. Carmagnani – COREN/SP: 16708
32086 28.950
Liliane do A. Zorita COREN/SP:
0127597
Leila Blanes COREN/SP: 68603
Julia Hiromi Hori Okuyama CRF: 12332