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OS PERIGOS TRAIÇOEIROS

DO

ROCK

Este livro foi escrito com o sincero desejo de ajudar cren­ tes em suas vidas espirituais. Não foi escrito para descrentes, mas para aqueles crentes que querem estar "sempre prepara­

dos para responder com mansidão e temor a qualquer que

I Pedro

3. 15, e para ajudar outros a verem OS PERIGOS T R A I­

ÇOEIROS DO ROCK. O livro não foi escrito só para des­

tru ir, mesmo que isso seja

tru ir alguma coisa melhor no seu lugar, mas

edificar os crentes e ajudar no avanço do Evangelho.

Como as gotas da chuva, que embora pequenas podem nos molhar completamente, os argumentos e fatos que tal­ vez pareçam pequenos, juntos nos inundam com o fato de que a música ROCK é realmente uma forma de música Sa­ tânica. Daqui por diante vou usar a palavra ROCK em le­ tras maiúsculas para nos lembrar que a música ROCK é tão grande na vida de algumas pessoas que já se tornou uma

também para

ms pedir a razão da esperança que há em vós".

necessário quando se quer cons­

vaca sagrada que não pode ser tocada — um verdadeiro deus na vida. Será que é assim na sua vida?

LITERATURA EVANGÉLICA

PARA 0 BRASIL

OS PERIGOS

TRAIÇOEIROS

DO

ROCK

Por

Dan D. Johnson

OS PERIGOS TRAIÇOEIROS DO ROCK Por Dan D. Johnson Tmprensa Uaíísla üetplar "LITERATURA EVANGÉLICA PARA O

Tmprensa Uaíísla üetplar

"LITERATURA EVANGÉLICA PARA O BRASIL"

Rua Kansas 770, Brooklin - 04558 —São Paulo - SP.

1988

Os Perigos Traiçoeiros do Rock

Copyright © , 1988 pela Imprensa Batista Regular do Brasil

Traduzido e publicado com a devida autorização

Primeira edição — 1988 Capa — Daniel Faliosa

Todos os direitos reservados. E proibida a reprodução deste livro no todo ou em parte, sem a permissão por escrito dos Editores.

ÍNDICE

P R E F A C IO

4

A G R A D E C IM E N T O S

6

Capftulo 1 OS PERIGOS TRAIÇOEIROS DO R O C K Capftulo 2

7

O

PODER DA M Ú S IC A

19

Capftulo 3

OS EFEITOS

FÍSICOS

27

Capftulo 4

OS EFEITOS

PSICO LÓ G IC O S

41

Capftulo 5

OS EFEITOS

E S P IR ITU A IS

54

Capftulo 6

O

TEM A PRINCIPAL DO R O C K

62

Capftulo 7

SEXO P R O M IS C U O

68

Capftulo 8 DROGAS 83

Capftulo 9 S A T A N IS M O

92

Capftulo 10 V IO L Ê N C IA Capftulo 11

119

A

M AGNITUDE DO P R O B L E M A

136

Capftulo 12 UMA FILOSO FIA CRISTÃ DA M Ú S IC A Capftulo 13

159

O

ROCK C R ISTÃ O

178

Capftulo 14

O

QUE DEVEMOS FAZER

186

PREFACIO

A idéia de escrever este livro nasceu duma pesquisa que

um jovem queria que eu fizesse. Ele estava enfrentando al­ gumas dificuldades em relação à música rock, e pediu-me que explicasse a minha posição em relação à música rock.

Então comecei a reunir e colocar a matéria que havia cole­ cionado durante os anos numa ordem cronológica. Quase

ao mesmo tempo, houve um encontro de jovens onde apro­

veitei o meu esforço no preparo de apostilas sobre a música rock. Essas apostilas formaram a base deste livro. Conti­

nuando minha pesquisa eu descobri que praticamente não

há nada escrito em português sobre este assunto além de alguns artigos, capítulos e uns poucos livretos. (Depois dis­

so fiquei muito feliz ao conhecer um livro sobre a música rock.)

Eu vi como os crentes foram influenciados pelo rock e

a convicção da necessidade de uma obra sobre essa música traiçoeira cresceu. Através do encorajamento de muitos

para escrever este livro, a decisão foi concretizada.

Este livro foi escuto com o sincero desejo de ajudar cren­ tes em suas vidas espirituais. Não foi escrito para descrentes,

mas para aqueles crentes que querem estar "sempre prepara­

dos para responder com mansidão e tem or a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós". — I Pedro

3 .1 5 , e para ajudar outros a verem OS PERIGOS T R A I­

ÇOEIROS DO ROCK. 0 livro não foi escrito só para des­ truir, mesmo que isso seja necessário quando se quer cons­ truir alguma coisa melhor no seu lugar, mas também para

edificar os crentes e ajudar no avanço do Evangelho.

Eu sei que o conteúdo deste livro será recebido de várias

maneiras:

Algumas pessoas poderão dizer: "MAS TUDO ISSO É

REALMENTE BOBAGEM.

EU NÃO ACREDITO NIS­

T O !" Essa será a reação normal do descrente porque ele

não pode entender as coisas espirituais, e será também a reação de alguns crentes que sâo cegos, " nada vendo ao

longe". — II Pedro 1:9.

- Outros vão dizer: "EU ACEITO TUDO O QUE ESTÁ

ESCRITO E SEI QUE TEM RAZÃO, MAS NÃO VOU

de reação mostra uma ati­

MUDAR N AD A". Esse tipo

tude rebelde contra a verdade. Talvez a pessoa seja tão viciada nesse tipo de música que nem queira abando­

ná-la.

— Algumas pessoas vão dizer: "OBRIGADO, ESTE LIVRO

A BR IU OS MEUS OLHOS, E ESTOU AGORA LIBER­

TO DESTE TIPO DE MÚSICA". Este é o nosso desejo. Como as gotas da chuva, que embora pequenas podem

nos molhar completamente, os argumentos e fatos que tal­ vez pareçam pequenos, juntos nos inundam com o fato de

que a música ROCK é realmente uma forma de música Sa­ tânica. Daqui por diante vou usar a palavra ROCK em le­

tras maiúsculas para nos lembrar que a música ROCK é tão grande na vida de algumas pessoas que já se tornou uma

vaca sagrada que não pode ser tocada — um verdadeiro deus na vida. Será que é assim na sua vida?

AGRADECIMENTOS

Este livro não seria possível se não fosse pela ajuda de

outras pessoas. Provavelmente não teria as minhas convic­ ções acerca da música ROCK, se não tivesse bons pais (Lee

e Lola Johnson) que não me deixaram ouvir a música mun­

dana em casa, um bom pastor (Dr. Jack Hyles) que tomou

uma posição contra a música ROCK, uma palestra por

Frank Garlock que me mostrou pela primeira vez os perigos

e a maldição desta música e uma palestra por Bill Gothard

que me mostrou o que é a boa música. Estas foram as fon­ tes principais de minha convicção. Também preciso agradecer a todas as pessoas que já es­

creveram obras acerca deste assunto (veja a Bibliografia). Es­

te livro deve a sua existência àqueles que escreveram artigos,

livros e que pregaram mensagens sobre este assunto. Este livro é o resultado de uma compilagem de muitas fontes. Eu não posso deixar de agradecer a todas as pessoas que me trouxeram artigos de jornal, revistas, etc. sobre a mú­ sica ROCK. Também quero agradecer a todas as pessoas que me encorajaram nesta tarefa, que leram e deram suas sugestões, e que corngiram o meu português. Mais do que tudo, quero agradecer a Deus por ter-me pro­ tegido desta música. Graças a Deus não sou uma autoridade de primeira mão sobre este assunto, porque nunca me foi necessário destruir qualquer disco ou fita de ROCK pelo simples fato de nunca ter tido qualquer um deles.

OS PERIGOS TRAIÇOEIROS DO ROCK

O tema do ROCK é um assunto muito explosivo. São

poucos os temas que criam tão fortes reações, mesmo entre

crentes, como a tal da música ROCK. Estes fortes senti­ mentos mostram que na realidade a música tem uma parte integrante em nossas vidas e tem uma influência maior do

que queremos admitir. Quando alguém começa a tocar em

nossa música favorita, está mexendo intimamente conosco. Esta á a razão para as fortes reações à música ROCK. Este livro não é um ataque pessoal, mas sim uma tenta­ tiva de iluminar pessoas acerca de um perigo pouco conhe­ cido. Você não é culpado de não conhecer certos fatos. 0 problema maior é ignorar os fatos uma vez conhecidos. Não podemos negar o fato de que Satanás é um inimigo

muito sutil, às vezes até se apresentando como um anjo de luz (II Coríntios 11: 14). E nosso propósito desmascarar Satanás e mostrar que ele tem uma forma de música que

está influenciando

do — o sistema de Satanás. Esta influência é tão sutil que poucas pessoas percebem o perigo que há na música ROCK. Os Estados Unidos perderam para os vietnamitas porque os subestimaram. Não devemos fazer a mesma coisa com Satanás. Para este fim queremos mostrar os perigos traiçoei­

ros do ROCK.

pessoas a serem conformadas ao mun­

I.

O QUE É A MÚSICA ROCK?

A.

As Características Principais

A primeira coisa que temos a fazer é definir o que nós

queremos dizer com a música ROCK. Mesmo às vezes sendo

difícil distinguir entre o tom e o ritmo desta música e de

outras formas de música popular, há três características que

destacam a música ROCK.

0

ritmo pesado desta música é o que mais a identifica;

é a característica dominante da música.

ce da música ROCK. Não é a faculdade inventada da melo­ dia ou o arranjo cromático dos acordes que interessam aos jovens, é o ritmo que os cativa.

Este fato de que o ritmo é dominante sobre a melodia é mostrado pela experiência do ex-roqueiro Bob Larson. Ele

eu cantei podiam ser

entendidas, ou minha voz ser ouvida acima do barulho da música e da m ultidão. Isso não importava porque o ritm o é tudo que é necessário. Um dos bateristas de meu conjunto fo i m uito bom mesmo, e uma parte de nossas danças fo i seu solo na batería. Às vezes ele tocava por 15 minutos enquan­ to as pessoas dançavam energicamente ao pulsar da bate­

falou: " Poucas vezes as palavras que

0 ritmo é o alicer­

ría ",1 Isto mostra como realmente a melodia é subordinada

ao ritmo.

ROCK é feito para ser sentido mais do que ser ouvido.

é algo físico, ou visceral. Isso é confirmado pela revista

TIM E que admitiu que "há claramente alguma coisa visce­

ra l" acercs\la música ROCK.2 Um estudante de música

que gosta do ROCK (note que ele gosta) tinha isso a dizer

sobre a música: "O problema com o rock é que seu lim i­ te definido é visceral em vez de cerebral. É uma forma

visceral de expressão de si mesmo, e o volume é muitas ve­

zes para esconder a falta de técnica " 3

Isso não é dizer que

não há talento no campo da música ROCK, mas mostra que

o

ROCK alimenta mais o corpo do que qualquer outra coi­

sa.

2.

A Repetição

A repetição também é essencial à música ROCK. Este

elemento pode ser encontrado em várias formas ou em uma mistura destas formas:

— Repetição do Ritmo — 0 ritmo é constante, não tem va-

riação senão por breves instantes.

- Repetição do Padrão de Acordes — Por exemplo,os acor­

des 1451 (1= Do Maior, 4 = Ré Maior, etc.) ou 1311 são

repetidos de novo; ou pode ser usada uma progressão

de quintas paralelas movimentando monotamente atra­ vés de uma progressão básica (I, llb, IV, Illb). Na mú­

sica "AFTER BATHING AT BAXTER'S", do grupo

JEFFERSON AIRPLANE, a mesma seqüência de acor­

des foi usada por nove minutos.4

- Repetição do Pequeno Grupo de Notas.

- Repetição das Palavras - O título "G O IN ' DOWN",

usado pelos MONKEES, foi repetido pelo menos 85 ve­ zes em dois minutos. O título da música "CHEAP

TH R ILLS ' de RUBEN e THE JETS foi repetido 36 ve­

zes em 140 segundos.5

3. O Volume

Geralmente o volume da música é demasiadamente alto.

Principalmente quando tocada ao vivo, mas também em

casa no rádio, toca-disco, toca-fita, etc. É também verdade

para a música ROCK lenta.

Mas porque os jovens gostam de ouvir a música bem alto,

sendo ao vivo, em casa ou no carro? Creio que há, pelo me­

nos, três razões:

a. Por causa do efeito físico, ou visceral, no corpo.

b. Porque os jovens têm uma necessidade de serem do­ minados, e o som alucinante do ROCK cativa os jo­

vens.

c. Para escapar da realidade e especialmente dos senti­

mentos de culpa. Através da música tudo está afas­

tado da mente do jovem, mesmo a culpa.

Mais será dito sobre isso e os perigos de todos estes ele­

mentos na parte deste livro que fala sobre os efeitos da mú­

sica ROCK.

Talvez devamos analisar um pouco como o ROCK é de­

senvolvido em relação aos três elementos básicos da música:

a melodia, a harmonia e o ritmo.

1.

A Melodia do ROCK

Escalas, ou modos, são usados para criar melodias, e a

música ROCK usa muitos tipos diferentes de modos. Os modos principalmente usados são:

- MODO JÔNIO (escala maior).

- MODO EÓLIO (escala menor).

- MODO M IX O LÍD IO (a escala maior com uma 7?bemol).

- MODO DÓRICO (a escala menor com uma 6? sustenido e uma 7? bemol).

Na música ROCK a melodia não é importante, mas exis­

tem pelo menos três técnicas para criar um certo excitamen-

to com o pouco de melodia que existe:

- MeluJia Ostinato — onde a linha melódica é repetida de

novo e de novo.

- Padrões de Chama e Responde — onde o grupo cria um

efeito "eco" imitando o líder.

- Improvisação - onde a melodia é mudada enquanto é

tocada.

2. A Harmonia do ROCK

Melodias e harmonias são chamadas tonais quando são

baseadas nos acordes I, IV e V de uma escala e são também chamadas moda is quando qualquer outro acorde de escala é

usado. O ROCK começou quando as melodias e harmonias modais foram adicionadas à música tonal dos BLUES. Fre­

quentemente é encontrado no ROCK o uso de apenas um

ou dois acordes ou notas para a música inteira.

O

ritmo é o elemento mais importante do ROCK.

O

ritmo

no

ROCK é feito através do uso de polirritmos, sin-

copia e padrões ostinatos. Estas características rítmicas foram incorporadas ao ROCK depois de uma longa viagem da África vindas através dos escravos negros africanos. Na África elas foram usadas muitas vezes nas cerimônias, ri­

tos religiosos e outras celebrações com tambores, choca­ lhos, varetas, cabaças e outros instrumentos de percussão.

Podemos ilustrar cada um destes ritmos assim:

— POLIRRITMOS são ouvidos quando dois guitarristas es­

tão tocando diferentes ritmos ao mesmo tempo.

— SINCOPIA é o acento no tempo fraco. Ele muda de um acento normal no tempo forte para o acento no tempo

fraco. Por exemplo, é quando o acento do compasso es­

tá colocado no segundo ou terceiro tempo em 4 por 4.

Este tipo de ritmo é o mais sensual. Quando uma nota é acentuada, é feita mais alta do que as outras. O MOTOWN SOUND tem um fortíssimo ritmo sincopado.

— PADRÕES OSTINATOS são padrões rítmicos que são

repetidos de novo e de novo. É aquele som pesado e rít­ mico tão associado com o ROCK. Enquanto se ouve um disco, escute o baterista ou baixista. Se ele toca o mesmo

ritmo de novo e de novo, você está ouvindo um padrão ostinato. Às vezes é feito ao se tocar as cordas baixas da guitarra de uma maneira sucessiva, e às vezes é feito usando uma sucessão de tercilhos (grupos de três notas

com o valor de duas).

II. A ORIGEM E DESENVOLVIM ENTO DO ROCK

A.

A Origem Diabólica do ROCK

Não devemos nos surpreender ao saber que Satanás tem sua própria música. Tudo que Deus tem, Satanás faz uma

imitação para si mesmo.

Deus tem música para edificar e

se glorificar, enquanto Satanás tem música para destruir e se "glorificar". Satanás tem bastante conhecimento para formar seu próprio estilo de música. Antes da sua queda. Satanás, conhecido por Lúcifer naquela época, estava ligado com a música. Falando de

Lúcifer, Ezequiel 28:13

diz:

. a obra dos teus tambo­

res e dos pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados", e Isaias 14:11: "Já fo i derribada no

inferno a tua soberba com

o som dos teus alaúdes

Lúcifer foi criado e ungido por Deus para um ministério especial de glorificar a Deus com a música. Antes da sua queda, ele liderou, sem dúvida, os anjos em adoraçâfo e lou­ vor a Deus. Satanás foi um mestre da música. Note os três tipos de instrumentos usados por Lúcifer para louvar a Deus: 1) TAMBORES - eles representam todos os instrumentos de percussão, 2) PÍFAROS ou flau­ tas — eles representam todos os instrumentos de sopro, e 3) ALAÚDES ou violas - eles representam todos os instru­

mentos de cordas. Lúcifer foi um expert na música e no uso dos Instrumentos bem antes da sua queda. Ele sabia tudo o que podia saber sobre a música e os seus efeitos.

Qulndo Satanás caiu, ele levou todo o seu conhecimen­ to com ele. 0 primeiro desejo de Satanás agora é receber a adoração que uma vez deu a Deus. Não é nenhuma surpre­

sa que ele use a música para este fim também. Satanás sa­ be mais sobre a música e os seus efeitos e como usá-la, do que nós poderiamos aprender em 100 vidas. Onde podemos encontrar esta música falsa de Satanás?

0 lugar mais lógico a procurar seria onde ele é louvado pelo

povo e onde ele tem mais poder sobre a mente do povo. O lugar para examinar é o paganismo, os índios e as tribos pa- gãs.

É exatamente nos índios negros da África que o ROCK tem suas raízes. As três características principais do ROCK têm sua origem lá. Muita coisa foi misturado com estes três elementos, mas cremos que atrás da música ROCK está

o próprio Satanás. A música ROCK faz parte do plano de Satanás para causar uma decadência moral no mundo in­

teiro, e para capturar as mentes e as almas de todos para si

mesmo. Nos próximos capítulos vamos provar nossas afirmações

através de um estudo dos efeitos da música em si, a mensa­ gem do ROCK e os seus mensageiros.

B.

O Desenvolvimento do ROCK

Queremos apresentar brevemente uma síntese da histó­

ria e desenvolvimento do ROCK, para entender melhor o

ambiente em que o ROCK é encontrado. Para aqueles que

têm mais interesse neste tópico, o primeiro apêndice: O

DESENVOLVIM ENTO HISTÓRICO DO ROCK, forne­

cerá mais detalhes.

1.

A Música

O estilo do ritmo do ROCK existia na África séculos

antes da música clássica ter aparecido na Europa. Na rea­ lidade pode-se achar a sua origem no paganismo do mundo

inteiro. Através dos escravos negros os elementos básicos do ROCK foram trazidos para o Brasil, onde nasceu o

SAMBA, e para os Estados Unidos, onde temos o JAZZ.

O ROCK tem sua origem na fusão da música negra do

um dos filhos do Jazz) e

da música branca COUNTRY AND WESTERN. Simplifi­

cando, pode-se dizer que O Som de ROCK é uma combi­ nação dos Blues e Country And Western, e O Ritmo de

ROCK vem do Rhythm And Blues. Nos Estados Unidos, a história moderna do ROCK teve

seu início em

(Sementes da Violência), que destacou a música “ ROCK

ARO UND THE CLOCK" (Balance Todo O Tempo), exe­

cutada por B ILL HALEY e Seus Cometas. Quase ao mes­ mo tempo (1957), ELVIS PRESLEY apareceu com seus

movimentos grosseiros e ritmo pesado. Logo depois apare­

R HYTHM AND BLUES (que é

1954 no

filme "BLACKBOARD JUNG LE"

ceu CHUBBY CHECKER e a nova dança — TWIST, feita popular através da sua música "C' MOM BABY, LET'S DO THE TW IS T" (Vamos Menina, Façamos O Twist). Es­

ta forma de dançar revolucionou a dança. Um dos mais importantes elementos para manter a popularidade do ROCK foram os BEATLES. Eles fizeram os jovens pensar no ROCK em termos de grupos que tocam seus próprios instrumentos, escrevem suas próprias canções e criam seu

próprio estilo. Desde o aparecimento dos BEATLES em 1963, os grupos se tornaram mais numerosos e piores cada vez mais.

É interessante notar que a frase ROCK AND ROLL (Balance e Gire) foi inventada para esta música por ALAN FREED, um disc-jockey de Cleveland, Ohio, o qual tirou esta frase das favelas onde era usada como uma expressão de sexo.6 E de fato o sexo é um dos principais temas e fei­ tos do ROCK.

2. Os Instrumentos

Desde o início desta música, a guitarra foi usada como o instrumento básico, primordialmente por causa da sua qua­ lidade rítmica. Hoje, uma amplificação eletrônica é essen­ cial para que este instrumento seja mais associado com o ROCK. A banda ROCK, no início, foi composta de duas guitarras, um baixo e uma bateria. Perto do fim dos anos de 1950 outros instrumentos foram adicionados: pianos, saxofones, etc. Até orquestras foram usadas. Em 1963 os

BEATLES levaram a moda de volta à banda pequena. Nos anos 60 eram usadas guitarras elétricas e guitarras acústicas. Hoje utiliza-se o sintetizador. O sintetizador é um apa­

relho eletrônico que teoricamente pode duplicar com pre­ cisão os sons de qualquer instrumento convencional, mas na pratica é usado mais para novos efeitos que não são pos­

síveis por qualquer outro meio. Também foram inventados vários instrumentos eletrônicos para se criar efeitos espe­ ciais, mas a guitarra ainda é o grande símbolo imortal do

3.

O Estúdio

Com o desenvolvimento da fita magnética e do estúdio de gravação, muitos efeitos que não podem ser realizados ao ar livre foram usados: gravar música num tempo di­

ferente (rápido ou devagar), gravar música em reverso,

usando 8, 16 ou 32 faixas que são equilibradas intrinse- camente. O estúdio quase se tornou um tipo de instrumen­

to musical.

4.

O Rádio

Antes da Segunda Guerra Mundial, a programação do

rádio era basicamente estórias, comédias, programas de enigmas, etc. — muito similar a TV hoje. No inicio da dé­

cada de 1950 a maioria das estações de rádio mudaram a

programação, por causa da competição da TV , para a mú­

sica barata e notícias.

Assim a música popular começou a

dominar as ondas do rádio. O disc-jockey, mais do que o

consumidor, determina a popularidade de uma música. Ele

faz isso pela ênfase que ele dá no rádio para determinada música.

Hoje, mais do que 80% do tempo de radiodifusão é de­ dicado à música gravada, e o rock está começando a con­

quistar o rádio.7 O disc-jockey Éverson Cândido, da esta­

ção Cidade fala:

"Já estávamos mudando a programação

em função das exigências dos ouvintes, e o rock hoje, na

Cidade, ocupa 50% do espaço ",8

O

vídeo

5. O Vídeo-Clip

atravessou um

longo trajeto desde sua apari­

ção em 1965, em Nova York, pelas mãos de Nam June Park. A partir do estouro do movimento "punk", em 1976,

muitas coisas mudaram na indústria fonográfica, com uma

febril aceleração no conceito de imagem. Em 1980, pou-

cas eram a$ gravadoras que não tinham o audiovisual que

exprimisse o conteúdo da música gravada por seus contra­ tados. Em 1986, na TV , houve cerca de seis programas dedicados a mostrar o vídeo-clip de roqueiros. Assim a

importância do visual está começando a superar a música.

6.

A Dança

A música ROCK tem tido uma grande influência sobre

a dança também. A música e a dança sempre tiveram uma

grande influência sobre o ser humano porque ele é um ser rítmico. As danças vulgares da primeira parte do século morreram porque foram ligadas a uma melodia. Quando esta melodia, ou cântico, declinou na popularidade, aquela

dança também declinou. No passado a dança foi condena­ da justamente por causa do vergonhoso contato físico e da influência moral. Nesta geração, a música ROCK introduziu duas inova­ ções: 1) a separação dos parceiros na dança, e 2) a colo­ cação quase imóvel dos pés. Antes da abrogaçâo do conta­ to físico entre os dançarinos, o homem guiava os passos certos da dança e a mulher os seguia. Hoje, as pessoas dan­ çam num tipo de hipnose, desligados completamente do ambiente. No salão de dança não vemos mais um grupo de pares, mas uma massa de indivíduos se movimentando em concerto. E interessante notar que a mulher ganhou a sua independência no baile também.

A segunda inovação, a colocação imóvel dos pés, foi

iniciada com o TWIST. O TW IST envolveu o movimento circular de um pé um pouco mais à frente do outro. Hoje os pés ainda ficam basicamente imóveis, mas paralelos e o movimento circular mudou para um movimento para fren­

te e para trás. Antigamente a expressão da dança era basica­ mente nas mãos e nos pés, mas agora a expressão das mãos

e pés mudou para os ombros e quadris, chamando a aten­

ção para o peito e a área abdominal. 0 TWIST abriu o caminho para o FRUG e seus compa­

nheiros: SNOOPY, SWIN, BOOMERANG, JELLY BELLY, HITCH HIKER , DOG, BOOG-A-LOO, SNAKE, SHING-A-

-LING, MONKEY, PONY, BIRD, etc. Com o FRUG a pél­ vis recebe toda a atenção, movimentando-se sensualmente

de lado a lado, enquanto as mãos fazem gestos suaves e sen­

suais. O pior dos companheiros do FRUG foi o GO-GO.

A cabeça inclina para trás e para frente, os pés são imó­

veis, e os corpos são colados juntos, abdominal a abdomi­ nal, que giram, estremecem e batem constantemente.

O BREAK é um dos estilos mais novos. Executado ao

som da música ritmada com compassos curtos e rápidos, acompanhado por instrumentos eletrônicos e vibrantes,

"uma coreografia diabólica marcada pela quebra dos

pés, braços, pescoço e do corpo to do ".9 O baixo e batería

dão o ritmo dos movimentos mais do que a melodia. O BREAK existiu desde a década de 60 e era a marca regis­ trada da juventude negra norte americana.10 Realmente MICHAEL JACKSON tem muito pouco a ver com a ori­ gem desta dança que os negros dos guetos americanos leva­

tem

ram para a calçada. MICHAEL fez, isso sim, a populariza­ ção da dança. Ele foi o grande divulgador do BREAK no

Brasil através do vídeo TH R ILLE R que chamou a atenção para esta dança.11

O livro "CU LTU R A JOVEM E MÚSICA ROCK" de

faz uma comparação entre a música antiga

Simon

Brith

e o rock, dizendo: "Em contraste com os ritm os de dan­

ças ocidentais, que mantêm sob controle os movimentos corporais, e assim a própria sexualidade, com ritm os fo r­ mais e melodias não ardilosas, na música negra o corpo e com isso a sexualidade é estimulada através de um "beat" corporal direto e de um som emocional intenso — o som e

o "b ea t" sSo essencialmente sentidos e não interpretados

da forma convencional",12 A dança, que já era imoral,

tornou-se ainda mais sexual com a música ROCK.

Nos anos 60, os jovens lotavam os boliches.

No final dos

anos 70, correram para os ringues de patinação e para as dis­ cotecas. Agora nos anos 80 se refugiam nas danceterias. O que as danceterias têm em comum é a apresentação de mú­

sica muito mais variada do que as antigas discotecas, e uma seleçãfo de shows ao vivo que os salões de dança mais anti­ gos nunca ofereceram. Os shows inclufam um coral entoan­

do o Aleluia, a mágica dos engolidores de fogo, conjuntos de ROCK se revezando no palco, até shows de strip-teasers. Uma danceteria até se chama MADAME SATÃ. É a dance- teria "underground" de Sãfo Paulo. Uma semana realizou-

-se ali a NOITE SADOMASOQUISTA.13

1. Rock

and

ANOTAÇÕES -

CAPfTULO I

Roll

— The

Devil's

Diversion, Bob

Larson,

página 140, McCook, Nebraska: Bob Larson, 1967.

2. Rhythm, Riots and Revolution, David A. Noebel, pá­ gina 77, Tulsa: Christian Crusade Publications, 1966.

3. Can ROCK Music Be Sacred?, Frank Garlock, página

15, Greenville: Musical Ministries, 1972.

4. The Big Beat-A Rock Blast, Frank Garlock, página 33, Greenvile: Bob Jones University Press, 1971.

5. Ibid., página 34.

6. Rock and Rock, J. Brent BiII, New Jersey: Power Books,

1984.

7. Rock and Roll, op. cit., pág. 46.

8. V IV A O ROCK - JANEIRO '85,

página 8. Um tipo de

jornal que saiu na época do ROCK IN RIO.

9. VEJA, (04/07/84).

10. Fonte original desconhecida.

11. "DISCOS",

Rosangela Petta, ISTO

60, (18/07/84).

É, n? 395, página

12. "A Pervertida Música Rock", Chamada da Meia Noite, página 11, (outubro, 1983).

O PODER DA MÚSICA

Queremos analisar a posição daqueles que dizem que a música é amoral. Talvez num sentido podemos dizer que a música é amoral — no sentido das suas componentes (por exemplo: a nota "sol" sozinha é amoral) — mas cre­ mos que a forma da música chamada ROCK em si é má.

Não estamos falando sobre a letra ou a influência dos ar­ tistas do ROCK, mas sim da música em si. Temos a firme

convicção de que esta música em. si é a fonte de uma gran­ de parte dos perigos traiçoeiros do ROCK. Traiçoeiros por­

que os perigos são pouco divulgados. As evidências neste capítulo, e nos três a seguir, devem ser suficientes para mostrar que esta música ROCK não é de Deus, mas de Sa­ tanás, e que o crente não deve ter qualquer ligação com ela, nem com a música ROCK CRISTÃ, que usa uma letra

sagrada em vez de mundana.

I. NÃO HÁ

D Ú V ID A DE QUE A MÚSICA NOS AFETA

O fato de que a música tem uma grande influência em nossas vidas é reconhecido por todos: crentes e descrentes igualmente. Que a música pode ter maus efeitos ou bons é bem conhecido. Dr. Howard Hanson, diretor da

famosa

EASTMAN

OF

MUSIC,

nos Estados Unidos, de­

clarou: "A música

enobrecente ou vuigarisante, filosófica ou orgiástica. Tem

o mal como para o bem " 1II. É fácil

os poderes tanto para

pode ser calmante ou estimulante,

mostrar que a música nos afeta. É provado pelo mundo profissional, pelo mundo biológico e pela Bíblia.

II.

A ABUNDANTE CONFIRMAÇÃO

A. É Confirmado Pelo Mundo Profissional

ca, e a usa efetivamente exemplo:

em

muitos

ramos da vida. Por

— televisão e a indústria cinematográfica usam a músi­

A

ca

para criar alegria, suspense, drama, etc. Todo mundo

sabe que a música deixa você saber quando o vilão está pronto a aparecer, ou quando alguma coisa má vai acon­ tecer.

— Restaurantes usam música para fazer seus fregueses co­ merem mais depressa nas horas de muita freguesia.2

— Um representante de uma companhia que supre música para shopping centers contou para Frank Garlock, em janeiro de 1970, que a uma loja que não usa qualquer música, sua companhia garantiría que a loja aumentaria

as

vendas se usasse a música que eles ofereciam.3

— música é usada como terapia para pacientes mentais,

A

até aqueles que não pocjem ser alcançados por pala­

vras.4

— Há experiências para usar só o som ao invés de aneste­ sia para aliviar, por exemplo, a dor causada na extração

 

de

dentes.5

Às

vezes a música suave é dada como receita para ajudar

a curar úlceras.6

A lista podia continuar, mas isso é suficiente para mos­

trar que a influência e o poder da música são bem conheci­

dos no mundo profissional.

B. É Confirmado Pelo Mundo Biológico

Por milênios o mundo sabia que a música tem uma gran­ de influência sobre nossas vidas. Nos tempos modernos o

homem começou a usar a música para fins lucrativos e be­ neficentes para a sociedade. Nos anos recentes descobri­ mos que a música tem uma grande influência também no mundo biológico — nos animais, e, sim, até nas plantas.

A música tem

efeitos positivos sobre o mundo biológi­

co. Criadores de galinhas e de gado já têm demonstrado

que galinhas botam mais ovos e vacas dão mais leite em resposta à música suave.7 Mas também note os efeitos ne­ gativos que a música ROCK tem:

1.

A Música ROCK Mata Plantas

Na cidade de Denver, Colorado, por mais de dois anos, a Senhora Dorothy Retallack fez uma série de experimen­ tos nos laboratórios da faculdade Temple Buel. O experi­ mento foi simplesmente colocar plantas diante de um rá­ dio, expondo-as a vários tipos de música. As reações foram quase inacreditáveis. Três horas de música ROCK por dia, em menos de um mês, murcharam abóbora, milho, etc., re­ cém plantados.

Os experimentos foram feitos com centenas de plantas de uma variedade grande: gerânio, rabanete, milho, abóbo­ ra, petúnia, zínia, malmequer, feijão - todos plantados no mesmo tipo de solo, expostos à mesma quantidade de luz, temperatura e horário de aguagem. As plantas expostas por tempos prolongados ao ROCK inclinaram-se na direção oposta ao alto-falante, murcharam e todas morreram den­ tro de três semanas.

Num dos experimentos, dois conjuntos de plantas fo­ ram expostas a duas estações de rádio diferentes. Um gru­ po foi exposto para K IM N , que toca ROCK o tempo todo. Um outro grupo escutou K LIR, que oferece música sacra e semi-clássica. As plantas usadas foram petúnias e zfnias. As petúnias e zínias ouvindo o ROCK recusaram-se a bro­ tar, inclinaram-se na direção oposta ao alto-falante, mos­

traram crescimento errático, e finalmente morreram. As petúnias, ouvtndo a estação KLIR, desenvolveram flores bonitas e inclinaram-se na direção do rádio, e as zínias cresceram retas e mais altas.

Estes experimentos foram repetidos para o benefício da­ queles que duvidaram. Os resultados foram os mesmos — a música do ROCK matou as plantas, e a música suave aju- dou-as a prosperar. Todos os experimentos mostraram que

a música ROCK tinha um efeito negativo nas plantas, e a

música suave tinha um efeito positivo. A Senhora Retallack

ficou curiosa em saber o que a mesma música estaria fa­ zendo com os jovens.8

mesmo tipo de experimento foi realizado no sul do

Brasil, com os mesmos resultados. A música mais preferida

pelas plantas foi Strauss, Mozart e Beethoven. As plantas

cultivadas ao som da música ROCK cresciam deformadas

e sempre buscando o lado oposto do normal, enquanto as

plantas ouvindo a música suave cresciam perfeitas e viço­

sas.9

0

2. A Música ROCK Mata Galinhas

Em agosto de 1971, na cidade de Crauglio, Itália, a polí­

cia falou que 200 galinhas morreram de asfixia quando elas

se aglomeraram no canto da sua casa-colônia, aparentemen­

te tentando escapar do barulho da música de um festival de ROCK que seu dono, Dario Roncato, ajudou a organi­

zar num campo ali perto.10

3. Os Peixes Fogem do ROCK

Um artigo na revista NEWSWEEK conta sobre um pro­

blema que uma companhia de força estava experimentan­

do na sua usina hidroelétrica.

presos nas turbinas e era necessário parar a usina. O artigo

diz: "A companhia instalou quatro alto-falantes submer- síveis perto das entradas de água da usina, no Rio James em Story, Virgínia. O programa fo i a música rock, originado da estação de rock local e bradando p or 24 horas por dia. Se funcipna? Os peixes não podiam suportá-la" .11

Os peixes estavam ficando

4. Ratos e Baratas Fogem do ROCK

Um homem em Las Vegas descobriu que por meio dos harmônicos da música ROCK ele podia mandar embora

ratos e baratas de edifícios. Ele, sendo um membro de uma

banda de ROCK, estava afinando um dia sua guitarra na garagem quando descobriu que a música estava fazendo os

ratos ficarem loucos. Então ele inventou uma caixinha pa­

ra fazer isso nos prédios.12

Este homem talvez tenha descoberto a razão porque o mundo biológico não pode aguentar a música ROCK — os

sons ultra-sônicos. A música ROCK produz sons que o ou­

vido humano não pode ouvir, mas o nosso corpo recebe e

a eles reage. Evidentemente os animais e as plantas são

mais sensíveis ou receptivos a estes sons ultra-sônicos do

que nós. Eles por instinto fazem o que nós devemos fazer

pelo senso comum e raciocínio. Talvez possamos dizer, em

outras palavras, que as plantas e animais têm mais bom sen­

so

do que a maioria do povo hoje em dia.

C. E Confirmado Pela Bíblia

A Bíblia também fala claramente sobre os efeitos da mú­

sica. Há uma história muito interessante no livro de I Sa­

Israel,

profundamente perturbado. Seguindo o conselho dos seus servos, o pastor Davi é chamado para tocar sua harpa nos

momentos em que Saul ficava deprimido. Note os efeitos que a música que Davi tocava teve sobre Saul, mostrados

em I Samuel 16: 23, "

muel.

Em

I Samuel 16 encontramos Saul, o rei de

Davi tomava a harpa, e a tocava

com a sua mão; então Saul SENTIA A L ÍV IO , e SE ACHA­ VA M ELHOR, e O ESPÍRITO M AU SE RETIRAVA DE­ LE ".

1. "SENTIA A L ÍV IO " = EFEITOS FlSlCOS

0 primeiro efeito foi que Saul "sentia a lívio ". A palavra

hebraica usada aqui é RAVACH. Esta palavra refere-se ao

bem-estar físico duma pessoa.13 Saul sentiu seu corpo re­

laxar enquanto a tensão física começou a abandoná-lo. Fi­

sicamente Saul começou a sentir-se melhor. Então vemos

que segundo a Bíblia a música tem EFEITOS FÍSICOS.

Depois a Bíblia declara que Saul "se achava m elhor". A palavra hebraica TOB é usada desta vez. Esta palavra trata de um bem abstrato, como: "ele sentiu-se bem". A idéia

é que Saul sentiu-se psicologiamente melhor.14 A confu­ são, desânimo e depressão foi levantada, e ele sentiu-se men­ talmente bem melhor. O segundo efeito da música que as Escrituras mostram sâo os EFEITOS PSICOLÓGICOS.

3. "O ESPÍRITO M AU SE RETIRA VA D E LE "

= EFEITOS ESPIRITUAIS

Por último a Bíblia afirma que "o espírito mau se re ti­ rava" de Saul. É muito interessante notar que a música tem o poder de mandar demônios embora. 0 problema

principal de Saul era espiritual. Ele tinha caído tanto espi­ ritualmente que estava oprimido pelos emissários de Sata­

nás. Se a música tem o poder de repelir demônios, então, logicamente, tem também o poder de os chamar. Assim podemos dizer que a música também tem EFEITOS ESPI­ RITUAIS.

CONCLUSÃO

Segundo a Bíblia, a música exerce sobre nós efeitos f í ­

sicos psicológicos e espirituais. Somos convencidos de que a música ROCK produz efeitos negativos em todas estas

áreas. Um terapeuta musical da Califórnia, que estudou a música ROCK por 10 anos, falou o seguinte: "A música

rock é mais m orta! do que heroína,

rulho que acontece na música. Este barulho pode causar as seguintes doenças: hostilidade, estafa, indigestão, pâni­ co, pressão alta, hipertensão, e outros problemas relacio­ nados ao físico. A música rock é tão m ortal porque é con­ siderada ser sem perigos, e assim faz seu estrago sem ser

desafiada e de modo

principalmente o ba­

tão s u til".*5 Ele deu um exame para

um grupo de jovens no qual eles deveriam guiar um carro

simulado ouvindo as 40 primeiras músicas da parada musi­ cal. Trinta e um porcento (31%) deles fizeram pior do que haviam feito mais cedo na mesma prova.16 A música afe­ tou sua coordenação, suas emoções até o ponto em que não tinham condições de fazer bem aquela prova. Esse terapeu­ ta, um descrente, estava também preocupado com os efeitos negativos do ROCK. Uma revista para jovens chamada CHEETAH citou um músico de NEW YORK que declarou: "Se a sociedade sou­

besse o que a música popular de hoje realmente está dizen­ do, não o que a letra está dizendo, mas a música em si mes­ mo, então não iria apenas rejeitá-la, mas também iria proi- bí-ia, quebrar todos os discos e prender qualquer pessoa

que tentasse tocá-la".17 Lembre que estas são as palavras de um incrédulo, não um pregador da Palavra de Deus. Mas ainda temos crentes que tentam defender esta música e gos­

tam de ouví-la e tocá-la. é um dos nossos propósitos demonstrar que a música ROCK tem efeitos perigosos e maléficos em todas estas

áreas: FfSICA, PSICOLÓGICA e ESPIRITUAL. Nós não estamos falando sobre as palavras ou a influência dos ar­ tistas, mas da música ROCK em si mesmo, que tem a sua ênfase sobre o ritmo, repetição e volume, é nossa firme convicção que a música ROCK nos leva para uma degra­ dação física, moral e espiritual. Nos próximos três capítu­ los mostraremos os perigos traiçoeiros do ROCK em cada uma destas três áreas.

ANOTAÇÕES -

CAPfrULO II

1. Rhythm Riots and Revolution, David A. Noebel, página 20,Tulsa:Christian Crusade Publications, 1966.

2. Rock Music, Ralph Sexton, Jr., (Fita Cassete).

3. The Big Beat — A Rock Blast, Frank Garlock, página 18,

Greenville: Bob Jones University Press, 1971.

Março de 1985.

5. The Big Beat, op. cit., página 23.

6. Rock MusicSeminar, Ricky Tippett (Fita Cassete).

7. "Plantas Ouvem Música", Oscar de Barros, JORNAL DE APOIO, página 3, Ano 1 - n? 2 (outubro, 1984).

8. "Music That Kills", Viola Walden, SWORD OF THE LORD, página 6 (sem data).

9. "Plantas Ouvem Música", op. cit.

10. "Music Kills Hens", UPI notícia (05/08/71).

11. Rock Music Seminar, op. cit.

12. Rock Music Update, Backward Masking, Ralph Sexton,

Jr. (Fita Cassete).

13. The Big Beat, op. cit., página 16.

14. Ibid., página 17.

15. Rock Music, Ron Stump (Fita Cassete).

16. Ibid.

17. Satan's Bid For Your Child, Jack Hyles, página 16-17, Hammond: Hyles-Anderson Publications, 1971.

CAPlYULO 3

OS EFEITOS FÍSICOS

O homem é um ser rítmico. Todo o seu sistema autô­

nomo (nervos e glândulas que regulam as reações involun­

tárias do corpo, tais como a batida do coração, tempera­

tura, respiração, etc.) é baseado no ritmo.1 Esta é uma ra­ zão porque a música, principalmente música que tem uma ênfase sobre o ritmo, tem tanta influência sobre o nosso corpo. Algumas pessoas querem subestimar isso, mas nun­ ca devemos subestimar o poder da música. Por exemplo, Dr. Earl W. Flosdorf e Dr. Leslie A. Chambers demons­ tram que mesmo sem aumento da temperatura, um ovo pode ser ligeiramente fervido em alguns momentos usando uma música muito aguda.2

A música pode produzir vários efeitos físicos sobre nos­

sos corpos. Admitimos que alguns dos efeitos podem ser limitados para certas pessoas. Um exemplo disso é o de uma

jovem com problema de epilepsia. Afirmou que precisava tomar muito cuidado para não ficar perto da música ROCK por causa do seu efeito maléfico. Um dia ela estava apenas ouvindo uma palestra sobre os perigos do ROCK, e quando alguns exemplos foram tocados, ela quase teve um ataque de epilepsia.3 Mas por outro lado há alguns efeitos dos quais ninguém pode escapar. O grau de susceptibilidade

talvez

mude

de pessoa a pessoa, mas todos sentem estes

efeitos.

Vamos examinar apenas três destes efeitos malig­

nos da música ROCK.

I. O M OVIMENTO

E ENERGIA MUSCULAR

relação direta entre a música e o movimento

muscular. Você automaticamente quer movimentar-se com a música, especialmente música que tenha um ritmo forte.

uma

Usando um eletroencefalograma, pesquisadores descobri­ ram que um músico sentado numa cadeira, ouvindo apenas uma música mais viva, usa todos os músculos do seu corpo sem sair da cadeira.4 A música suave tem o efeito de rela­ xar os músculos, enquanto que a música animada os esti­ mula.

A reação muscular muitas vezes é involuntária, requeren­

do uma restrição consciente para controlar ou parar a ação muscular. Quase todo mundo já se achou batendo o pé

involuntariamente, em reação à música. Nem mesmo pre­ cisa ser a música, pode ser qualquer tipo de ritmo desta­ cado. Podemos nos lembrar de um homem acompanhando

inconscientemente o ritmo duma máquina da gráfica com suas chaves no balcão, e uma outra pessoa marcando o rit­ mo do motor de um tróleibus em São Paulo batendo seu anel na barra de apoio. Tudo indica que a música passa por cima da mente consciente e incita reações físicas.

A gente quer automaticamente movimentar-se com a

música. Deixe-me fazer esta pergunta. Que tipo de movi­ mento você quer fazer, ouvindo a música ROCK? Só precisa

observar as crianças para saber isso. Os movimentos são centralizados nos quadris. A razão disso, segundo o Dr.

Dimont, é que certos ritmos fazem com que a gente rece­ ba estimulação sexual. Por esta razão algumas discotecas têm colocado este ritmo na pista de dança de propósito.5 Veja o efeito da música sobre nossas glândulas na terceira parte deste capítulo para entender melhor a razão desse estímulo.

O estímulo muscular da música pode ser prejudicial. Dr.

Dimont fez um estudo sobre os efeitos da música ROCK so­ bre o corpo. Ele descobriu que certas batidas anapésticas (duas curtas ou não acentuadas seguidas por uma comprida ou acentuada), as quais são prevalecentes em muitos tipos de música ROCK, podiam fazer seu corpo perder dois ter­ ços da sua força.6 Isto foi confirmado por uma pesquisa descrita no AME-

RICAN MEDICAL JOURNAL (Jornal de Medicina Ame­ ricano). Foi percebido que, numa pequena fábrica no leste dos Estados Unidos, a produção caiu quando a música to­ cada na fábrica foi mudada de música suave para ROCK pesado. A famosa clínica Mayo queria saber porque isso aconteceu e entender a relação entre a produção e a mú­ sica. Testes foram feitos com os trabalhadores ligados com sensores medindo o movimento muscular, pulso, pressão sanguínea, etc. enquanto eles faziam seu trabalho normal

ouvindo música suave. Com a música suave a produção su­ biu novamente e houve uma atmosfera relaxada na fábrica. No dia seguinte as mesmas pessoas, nos mesmos serviços, no mesmo lugar, ouviram a música ROCK. A produção caiu, a pressão sangüínea subiu, a atmosfera ficou tensa, etc. Foi descoberto que a música ROCK foi anti-pulso, anti-circulação, etc. O corpo literalmente teve de esfor­ çar-se mais só para ficar vivo e funcionar. Esta foi a razão

por que a produção caiu.7

A música força o corpo a acompanhá-la. 0 Sr. Disernens

declara que o ritmo da respiração tem a tendência de se

adaptar ao ritmo da música,8 e segundo Binet e Courtier, acordes dissonantes e consonantes, intervalos maiores e me­ nores, mudanças de intensidade, etc. produzem mudanças na pulsação e respiração.9 Baixos prolongados abaixam a pressão do sangue enquanto que acordes pontuados e repe­ tidos aumentam a pressão do sangue.10 Estes efeitos for­ çam o corpo a trabalhar mais e colocam um esforço desne­ cessário no mesmo. Sim, a música ROCK é anti-produtiva.

II. A PERDA DE A UDIÇÃO

A poluição sonora é um problema sério da nossa socie­

dade. Há leis escritas para se tentar controlar esta situação.

A

magnitude deste problema é mostrada por um estudo fei­

to

com uma tribo de índios na África. Foi descoberto que

os índios de 80 anos de idade tinham melhor audição do

que pessoas com uma média de 30 anos nos Estados Uni­

dos.1 1 A razão foi por causa do alto nível de barulho, sen­

do a música uma das principais culpadas devido à sua altu­

ra e popularidade. Um jovem de 17 anos de idade tinha a audição igual à

de um homem de 70 anos com problemas de audição. Por

quê? Todas as noites ele ia para o seu quarto ouvir música

ROCK bem alto, através do seu fone de ouvido.12 Foi cal­

culado, nos Estados Unidos, que 40% dos alunos que estão

entrando na faculdade têm uma deficiência auditiva, en­

quanto na época pré-ROCK a porcentagem era de 1%. A

causa deste aumento foi o constante ouvir da música

ROCK.13 Estes são apenas dois exemplos daquilo que a

música ROCK está produzindo em milhares de jovens.

Sim, uma das características perigosas do ROCK é seu

alto volume. Muito mais importante do que a estrutura

melódica e de acordes é a sensação palpável que o alto

nível de decibéis cria.

Um decibel

representa a menor diferença de altura que o ouvido hu­

mano normalmente pode distinguir entre a altura de dois

sons. Um cochicho é igual a 20 decibéis, uma conversa

normal equivale a 70 decibéis, e o barulho de um jato de­ colando é igual a 130. Qualquer som acima de 80 decibéis

é desconfortável. A exposição prolongada ao som de 85-90 decibéis é considerada perigosa para a audição.14 Acima

de 90 decibéis, os experts começam a se preocupar sobre os efeitos na saúde.15 O começo da dor corporal para a

maior parte das pessoas é aos 140 decibéis.16

0

decibel

é uma

unidade de medir

som.

A média de decibéis numa discoteca é entre 106-108 no

meio do salão. Defronte à banda, muitas vezes, chega até 120 decibéis.17 Um audiologista da Universidade da Fló­

rida, Dr. George R. Singeton, mediu os decibéis de um

baile para jovens e não pôde achar um nível de decibéis

menor do que 90, estando ele 12 metros fora do edifício.18 Concertos de ROCK foram medidos com os decibéis de

100 até 138.19 Não era de se estranhar que um engenheiro eletroacústico, Robert A. Larabell, de Phoenix, proibisse

seus filhos de ouvirem bandas ao vivo porque aquele alto som podia ser prejudicial quando exposto por mais do

que 15 minutos.20 E lembre que este homem nem é cren­

te!

Vários estudos foram feitos sobre o efeito da música

ROCK em nossos ouvidos. Um deles envolve o uso de chinchilas, que têm ouvidos bem semelhantes aos homens.

Seis chinchilas foram levadas para uma discoteca e colo­ cadas a um metro defronte aos alto-falantes por 2 horas

e meia. O ouvido interno de quatro delas foram levados

para análise

foram

de um mês. O nível do volume tinha uma média de 107

decibéis, muitas vezes alcançando 117 decibéis para perío­ dos curtos. Todos os ouvidos dos seis animais tinham maior

perda das células sensoriais do que nos ouvidos dos animais

controlados. Um tinha grandes lesões envolvendo ambas as células sensoriais e auxiliares. A quantidade de estrago

resultante da exposição à música ROCK variou entre os

seis animais estudados, semelhante à variação entre pes­

horas e meia depois, e os outros dois

examinados depois de um período de recuperação

1

a

3

soas. O estudo diz que há claro potencial para estrago e sugeriu a extensão de regulamentos acerca do barulho in­

cluindo a música também.2 1

Músicos também foram testados acerca da sua audição.

Num teste, 43 artistas foram usados, 39 eram homens e 4 eram mulheres, com uma idade média de 22 anos. Nessa

idade não se deve encontrar perda de audição ou pelo me­ nos muito pouco desta. Mas foram encontrados um pouco

de perda de audição em quase todas as freqüências testa­

freqüência que está

das e nos 6 .0 0 0 ciclos por segundo, a

no meio da extensão normal dos sons do dia a dia, houve

uma média de perda de 5 decibéis. Destas pessoas 20% so- friam uma perda de 15 até 35 decibéis — tornando-os iguais

a pessoas de 70 anos de idade. Imagine, eles estão apenas

no início da sua carreiral22 Numa outra pesquisa, 83 músicos pop foram testados

por um período médio de um pouco mais do que 9 anos.

A média para cada um era um pouco mais do que 18 ho­

ras por semana de apresentações, 3 horas cada sessão. Fo­ ram encontrados 13 a 30% que tinham a perda de audição sensório-neural, dependendo sobre a definição da perda de audição (numa freqüência, ou mais do que uma freqüência, ou em todas as quatro freqüências testadas). Alguns fato­ res que parecem ter uma influência negativa sobre a audi­ ção dos músicos pop foram a exposição prolongada, ser baterista, e ouvir com fones de ouvido estereofônico. O

estudo notou que a música pop é apresentada claramente

acima do nível do perigo da perda de audição.23 Será ain­

da pior para os artistas de ROCK.

Já foi mencionado que 85 decibéis é o começo do dano auditivo, e que todas as bandas de música tocam mais alto do que isso. Pesquisadores na Universidade de Minnesota

descobriram que o tempo para recuperação dos membros das bandas de ROCK era 18 a 50 horas e o dano podia ser

sério se o indivíduo se expusesse antes do tempo de com­ pleta recuperação. Esta pesquisa mostrou que os perigos aumentam com o prolongamento da exposição.24 Pense sobre os jovens que ouvem esta música por horas cada dia, dia após dia.

Sim,

as principais fontes

de perigos de altos decibéis

são os concertos,

é o resultado de tudo isso? É a perda permanente da au­

dição. Não é de se estranhar que muitos jovens têm os ou­ vidos de gente com 60-65 anos de idade. Mas o povo não quer ouvir o conselho dos putros. As pessoas gostam tanto

desta música, que não querem, ou não podem largá-la.

danceterias e fones de ouvido. E qual

Um artigo publicado pelo jornal "A TA R D E ", que cir­ cula no Estado da Bahia, mostra este fato. Na edição de 16/07/84, o referido jornal publicou o seguinte:

MICHAEL JACKSON Irving, EUA (AFP) - Cerca de cem fSs de Michael Jackson tiveram que ser hospitali­

zados durante duas apresentações do cantor, em Irving,

no Texas, vítimas de violentas

sa da música ensurdecedora e do intenso calor. Phillus Hall, enfermeira de um dos hospitais para onde os jo ­ vens foram conduzidos, disse que "vários deles ficaram surdos durante horas", e que e/es choravam e suplica­ vam aos pais que os tirassem dali. Os incidentes, no entanto, não dim inuíram a afluência do público,25

Se o volume da música contribue para a perda de audi­ ção, esta não está glorificando a Deus em relação aos nossos corpos — I Coríntios 6:19-20: "O u não sabeis que o vosso

corpo é o templo do E spírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados p or bom preço; G LO R IFIC A! POIS A

VOSSO CORPO, e no vosso espírito, os quais

pertencem a Deus".

dores de cabeça, p o r cau­

DEUS NO

Sei que talvez você esteja dizendo:

"Mas eu não estou ouvindo esta música tão alto assim!" Talvez não, mas não muda o fato de que a natureza da mú­ sica em si é para ser tocada e ouvida em alto volume, assim

prejudicando os nossos corpos.

Algumas

pessoas pensam que possuem imunidade con­

tra este barulho, mas elas estão enganadas. O sistema ner­

voso autônomo do corpo (respiração, circulação, etc.) começa a reagir com 70 decibéis, igual ao som do trânsito numa rua relativamente quieta. Enquanto a intensidade do som aumenta, os efeitos aumentam também. Mesmo que

a pessoa tenha

boa saúde ou não, se aborreça com a música

ou não, ou está acomodada a ela ou não, o corpo vai reagir automaticamente aos decibéis altos. O corpo não mostra nenhum sinal de habilidade para condicionar-se ao som. Não temos nenhuma defesa contra os efeitos perigosos do

som.26

Barulho, mesmo em níveis moderados, força o sistema

a uma resposta total do organismo. Não é somente o senso

de ouvir que é envolvido. Depois que o cérebro recebe o si­ nal do barulho, ele coloca o corpo numa prontidão de guer­ ra. A repetição destes alertas é exaustiva. Ela gasta os ní­

veis de energia; pode causar mudanças na química do san­ gue, no volume de sangue circulado; e coloca esforço no coração. O organismo não pode se adaptar ao barulho; en­ tra em vigor e paga o preço. O preço desta "adaptação"

é em si mesmo um perigo para a saúde.27

III. A SECREÇÃO DAS GLÂNDULAS

Bem, os perigos já mencionados, o movimento muscu­

lar, a perda de energia muscular, e a perda

da audição,

não são os piores perigos físicos do ROCK. O principal perigo é a influência e controle que a música tem sobre as glândulas do nosso corpo. Uma equipe de médicos fazendo

pesquisas por vários anos para descobrir o efeito do tempo

e ritmo nos ouvintes concluiu que se pode controlara fun­

ção interna dos orgãos do corpo sobre o que você e eu não temos nenhum controle.28 O hormônio "epinefrina" é

injetado no sangue durante momentos de pressão, ansie­ dade, ou quando o corpo é submetido a um volume anor­ mal de música alta. Quando isso acontece, o coração pal­ pita rapidamente, as veias se contraem, e a pele fica mais pálida, etc. Quando o volume é prolongado o coração bate

irregularmente.29

A causa disso são os ultra-sons da ordem de 30 mil osci­ lações por segundo. Os ouvintes não os percebem, porque trata-se de sons muito elevados, acima do limite da per­ cepção do ouvido humano.30 Esta é uma razão porque a música ROCK é tão traiçoeira: a gente nem percebe o que está acontecendo até ser tarde demais. São estes ultra-sons que em parte afetam os animais e

as plantas, e também excitam e estimulam os homens. Não

são somente os ultra-sons que afetam as glândulas e ou­ tros orgãos do corpo. A pesquisa mostra que tons baixos

e lentos podem afetar a glândula pituitária. Esta glândula

é um dos mais importantes orgâos do corpo. Ela exerce

influência qué afeta o regulamento de quase todos os pro­

cessos vitais do corpo.31 Há pelo menos quatro efeitos malignos que uma pessoa pode experimentar através da música ROCK, como resul­ tado de nossas glândulas serem estimuladas pela música e libertar certos hormônios que provocam mudança química em nosso sangue.

A.

O Sexo

Sob a influência da música ROCK as glândulas sexuais ficam demasiadamente estimuladas, sem qualquer alívio,

com o excesso de hormônios. Esta é uma das razões dos movimentos eróticos e obscenos no salão de dança, o com­

portamento escandaloso, e a imoralidade cometida depois

da dança.

Nas danças de ROCK os jovens ficam incontroláveis, às vezes. Os jovens desmaiam, mordem seus lábios até san­ grar, tiram suas roupas, e em geral mostram menos de­

cência do que esperamos de cachorros. Eles choram, ge­ mem, e experimentam histeria em massa. Às vezes quando

as moças estão fazendo estas coisas, elas estão realizando

uma condição relativa ao clímax sexual.32 DEBBIE H AR RY, do grupo BLONDIE (Loura), confirmou isso

"R ock'n R oll é tudo sexo cem música pode fazer você

por cento. Às vezes a Eu só danço e trem o".33

Um jovem que foi conhecido como "conquistador" de moças, confessou que a melhor maneira que ele encontrou de excitar moças, foi fazer amor ouvindo o ritmo do ROCK .34 Ele conseguiu suas conquistas por causa dos efeitos físicos e psicológicos da música. Uma pesquisa feita entre colegiais no norte do Estado da Flórida, em 1977, revelou que dentre mil solteiras grá­ vidas, 984 conceberam ouvindo a música ROCK em dis­

quando ela confessou:

cotecas.35 Que dado estarrecedor! Também uma grande firma de seguros nos Estados Unidos requisitou 22 psicó­ logos e psiquiatras para estudar o comportamento dos jo­ vens. 0 relatório destes tratava também da música dos jovens - ROCK. Eles disseram que a música em si, nâo a letra, mas a música era um convite para o sexo, ou melhor, para relaçGes sexuais.36 Isso foi confirmado independen­ temente por médicos que fizeram um estudo para o gover­ no norte-americano. Eles tiraram esta conclusão: "Há tan­

ta relação entre a música rock 'quente' e sexo pré-marital, como entre o fumo e o câncer".37

Irwin

Silber

revelou

a verdadeira

natureza do ROCK,

quando ele falou: "O grande poder do ro ck'n 'ro ll fica na música da música em particular, no ritm o e na imensa­ mente criativa harmonia, contra-pontos e pardões da mú­ sica chama-responde. Porque é o som que é basicamente se­

xual, anti-puritano, livre em expressão

é música cuja

forma em si é uma advertência para os padrões e valores

estabelecidos".33 Note que ele estava falando sobre a mú­ sica em si e não a letra, e que ele é até um ateu, sendo um membro do partido comunista.

B. As Drogas

Os ultra-sons causam também a produção de uma subs­ tância que tem o mesmo efeito das drogas. Trata-se de uma droga natural, produzida pelo cérebro humano. Pessoas sentem-se estranhas, e essa é também a intenção, para des­ pertar nelas a necessidade de drogas ou continuar com as sensações existentes.39 Uma mãe escrevendo um artigo para READERS DIGEST (Seleções), descreve como seu filho, depois de dei frios de LSD, tinha mais dei frios através da música ROCK .40 Note os seguintes depoimentos:

— FRANK ZAPPA em 1968 na revista LIFE (Vida) falou:

"Você pode receber o mesmo efeito da música que de

drogas".41

— TIM O T H Y LEARY, o pai do LSD, diz sobre a música

ON TO ME AND DROP OUT (Liga Para Mim e

TURN

Cai Fora): "Aquele disco dará a você uma "viagem". Vo­ cê pode ficar naturalmente alto com a m úsica".*2

— BOB LEAR, do GRATEFUL DEAD (Os Mortos Agrade­

cidos), afirmou: "A música é o que vai começar a fazer você voar. Esquece das drogas, podemos começar a fa­ zer você voar com a música som ente".*3 — FRANK GARLOCK escreveu: "Pessoalmente tenho ob­ servado jovens (e tenho ouvido m uitos testemunhos de jovens que tiveram esta experiência) e os tenho visto no início dos prim eiros sons de rock, a terem alucinações, entrarem em giros estáticos, ficarem com um olhar so­ nhador, e agirem com se alguém tivesse dado a eles uma dose de LSO " . 44

C.

A

Ira

Um doutor queria saber porque existia tanta violência nos concertos de ROCK. Ele descobriu o seguinte: que o

hormônio que é injetado no sangue quando uma pessoa fi­ ca zangada é o mesmo hormônio produzido quando uma pessoa ouve a música ROCK .45

A pessoa, sem saber porque, fica irritada e zangada. É fácil levar pessoas assim a fazer coisas violentas. Um jo­

vem estava dançando com a namorada na sala de sua casa. Ele ficou tão estimulado com a música que cometeu os atos de estupro e assassínio.45

Será que os roqueiros sabem o que está acontecendo?

"Os sons

altos e as luzes brilhantes de hoje são instrumentos tre­ mendos para doutrinação. Ê possível m odificar a estrutura química humana com as combinações certas de frequências. Se o ritm o certo faz você balançar o pé, que tipo de ritm o

faz você dobrar o punho e bater?"*7 Quem falou isso?

Sem dúvidaI

Preste atenção

a esta declaração:

Foi FRANK

ZAPPA, o líder dos MOTHERS OF INVEN-

TIO N (Mães da Invenção). Ele sabe o que está dizendo:

ele tem o grau de Mestre em música. JOHN PHILLIPS, dos MAMAS AND THE PAPAS (As

Mães e os Pais), declarou que qualquer músico, controlan­ do cuidadosamente o ritmo, pode controlar a histeria da audiência. Uma vez em Phoenix, os MAMAS AND THE PAPAS provocaram um tumulto a fim de provar que esta tese podia ser confirmada cientificamente.48

D.

A Força

Sob a influência da música ROCK, mais adrenalina é providenciada para o corpo. Esta é uma das razões porque os jovens têm tanta energia em suas danças fantásticas que duram por períodos prolongados de tempo. O proble­ ma com isso é que a pessoa fica fisicamente exausta sem sa­ ber. Ele acha que tudo está bem, quando não está.

CONCLUSÃO

Juntando-se os efeitos físicos da música com os efeitos psicológicos e espirituais, e sua letra sugestiva. Satanás tem um instrumento forte nas mãos para corromper a moral, e o comportamento do mundo. Reconhecemos que os efei­ tos físicos geralmente não ficam sós, mas são ligados e misturados com os outros efeitos (psicológicos e espiritu­ ais), e também com a letra da música. Esta é a razão porque

alguns destes tópicos aparecem várias vezes nos capítulos seguintes.

ANOTAÇÕES -

CAPITULO III

1. Rock and Roll — The Devils Diverson, Bob Larson, pá­

ginas

122-123,

2. Ibid. 74-75.

3. Ibid. 6 6 .

McCook,

Nebraska: Bob

Larson, 1967.

Greenville, Bob Jones University Press, 1971.

5. Ravages of Rock and Roll Music, Nathan Blackwell (Fi­ ta Cassete).

6 . Ibid.

7. Rock Music Update, Backward Masking, Raiph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

8 . Rock and Roll, op. cit., página 75.

9. Ibid.

10. Ibid., página 76.

11. "Noise Can Cause High Blood Pressure, Fast Heart Beats" artigo de um jornal sem nome (21/03/71).

12. "Music To Go Deaf By" Samuel Moffat, FAM ILY HEALTH, página 23, (sem data).

13. Fonte desconhecida.

14. Rock and Roll, op. cit., página 77; The Big Beat, op. cit., página 38; e "Music To Go Deaf By'' op. cit., pá­ gina 23.

15. Rock and Roll, op. cit., página 77; e The Big Beat, op. cit., página 38.

16. The Big Beat, op. cit., página 38.

17. Ibid.

18. The Big Beat, op. cit., página 38.

19. Ibid.

20. Ibid.

21. Principies From God's Word For Guidance In Music Listening, David Hilderbrand, ed., páginas 25-26, Ca- romport: Brercrest Bible College, (sem data).

22. "Music To Go Deaf By" op, cit., página 23.

23. Principies, op. cit., página 25.

24. ibid., página 26.

25. Os Deuses do Rock'N Roll, José Infante Jr., página 9, Vitória da Conquista: 1? Igreja Batista Bíblica, 1984.

26. Fonte desconhecida.

27. Principies, op, cit., página 24.

28. Rock Music, Ron Stump (Fita Cassete).

30.

O Controle Total — 6 6 6 , Wim Malgo, página 76, Porto

Alegre: Obra Missionária Chamada da Meia Noite,

1984.

31. Rock and Roll, op. cit., página 79.

32. O Controle Total, op. cit., página 75.

33. Principies, op. cit., página 20.

34. The Big Beat, op. cit., página 19.

35. "A

Música do Diabo'', Samuel Barreto, JORNAL DE

APOIO, página 5, Ano 11 - n? 5 (janeiro, 1985).

36. O CRENTE E O ROCK, Lutero Whittaker, um estudo, Jacutinga: Instituto Bíblico Peniel (sem data).

37. Ibid.

38. Rhythm, Riots And Revolution, David A. Noebel, pá­ ginas 103-104, Tulsa: Christian Crusade Publications,

1966.

3 9 . O Controle Total, op. cit., página 76.

40. The Big Beat, op. cit., página 12.

41. The Bíg Beat, op. cit., página 12; U.S. Culture and Rock Music, Ralph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

42. Rock Music Seminar, Ricky Tippett (Fita Cassete).

43. Ibid.

44. The Big Beat, op. cit., página 12.

45. Violence In Rock Music, David Benoit (Fita Cassete).

46. Rock and Roll, op. cit., página 65.

47. Satan's Bid For Your Child, Jack Hyles, página 17, Hammond: Hyles-Anderson Publications, 1972.

48. 'The Curse of Rock and Roll', James R. Ray SWORD AND TRUMPET, página 1, (Março/Abril, 1971).

CAPITULO IV

OS EFEITOS PSICOLÓGICOS

Todo mundo sabe que a música nos afeta psicologica­ mente. Quando falamos sobre os efeitos psicológicos, esta­ mos pensando sobre as nossas emoções, mente e vontade.

 

I.

A EMOÇÃO, A MENTE E A VONTADE

 

A.

As Emoções

E

um

fato

bem

conhecido que a música afeta nossas

emoções. Podemos ficar tristes ou animados ouvindo mú­

sica. Ela pode criar sentimentalismo ou depressão. A mú­ sica pode produzir uma grande variação de sentimento. Uma pessoa numa região não civilizada da África pro­

vou isso ao fazer uma experiência com a música. Ligou uma fita de música semiclássica e os índios sorriam e in­ dicavam que o som estava agradável aos seus ouvidos. Eles pediram para ouvir mais música. Então ela tocou uma fita

de ROCK. A reação foi drasticamente diferente. Os índios pegaram suas lanças como que pretendendo lutar. Depois pegaram pedras para destruir o gravador e a música.1 A mudança de emoções foi imediata. É interessante notar o tipo de emoção que a música ROCK produziu. Ao contrário de paz e tranquilidade, a música ROCK

cria uma atmosfera de inquietação e agitação. O seguin­ te recorte foi tirado do jornal O ESTADO DE S. PAULO, edição 11/04/85:

BEBÊS TRADICIO NAIS - TÓQUIO - O médico ja ­ ponês Mashiro Asada, de Osaka, acaba de provar, com uma rigorosa experiência, algo que todas as mães do mundo já sabiam: os bebês preferem ouvir uma canção de ninar bem tradicional, ao JA ZZ ou ROCK. Sua equi­

pe estudou as reações de 126 bebês chorões e de 60 bem quietinhos, todos com uma semana de vida: 90% dos chorões se tranquilizaram ao ouvir a célebre BERCEUSE

de Brahms, enquanto 90% dos

díssimos ao serem submetidos a um ROCK — pauleira ou aos sons dos metaieiros".

quietinhos ficaram irrita ­

0

efeito de inquietação é completamente contrário ao

de Jesus que veio para dar paz — João 14: 27,

propósito

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como

o

mundo a d á

"

B.

As Mentes

é bem evidente que os roqueiros querem dominar e in­ fluenciar suas platéias. £ exatamente na área das nossas mentes que os artistas do ROCK querem controlar através da sua música. Preste atenção aos seguintes depoimentos:

— BERNARDO VEN ENO "

e

V ILH E N A , poeta e letrista de "M ENINA

"A

MULHER

IN V IS fV E L",

diz: "Essa

é a própria

ções e atacar as mentes".2

estratégia do ro ck'n 'ro ii: conquistar cora­

H EN D R IX

JIMI

reconheceu

este poder quando decla­

rou:

que

"Peia música podemos

fixa r no subconsciente o

" 3

PAUL STANLEY, do KISS, disse: "Nosso conceito com­

pleto é que, tanto é nosso concerto, que com a nossa banda, você nffopode conversar com seu amigo enquanto nos ouve. Se nSo quer nos escutar, tem que sair, porque tocamos tão alto que nSo se pode pensar ou ouvir. Nós somos o am biente".*

Um grande perigo da música é que ela pode ser recebi­ da sem a mente consciente saber. Uma pesquisa revelou que a música alcança a pessoa através dos centros subcorticais do cérebro, e assim não toca o consciente da mente. A con­ clusão deste estudo é que a música pode afetar uma pessoa tendo ela consciência disso ou não" . 5 Também Leonard

Ollman e Francês Paperte afirmaram isso quando disseram:

"Estou mesmo convencido que a música alcança os centros

subcorticais do cérebro enquanto outras atividades não o

furem

" 6

C.

A Vontade

Ivan P. Pavlov declarou que a parte subcortical do cére- hio não é o organismo executivo, mas o organismo recep­

tor; e que o subcortical pode receber sugestões e impulsos, estimulando as emoções e até as ações corporais, sem o mes-

ti is da casa (o organismo executivo) reconhecer que sua casa

foi invadida.7 Ligue isso com o fato que o subconsciente re­ cebe tudo, mesmo quando vocé não está prestando atenção,

a que 90% das nossas reações involuntárias e inconscien­

tes são feitas na subconsciência; 8 pode entender que a música tem um grande poder sobre nossas mentes e ações.

dos grandes perigos da música é o poder que ela

tem para nos controlar. Os roqueiros conhecem este poder

*t o usam:

Um

TED NUGENT diz: "Se a audiência não está espuman­ do na boca depois de dez m inutos, eu falhei".9

OS BEATLES disseram que podiam levar uma moça a

fazer

qualquer coisa que eles queriam após dez minu­

tos.10

A

música cria e cátiva as emoções, e estas emoções de­

terminam as ações do povo muitas vezes mais do que o [lensamento lógico. E quando as mentes são programadas |H<la letra da música também, as pessoas se tornam servos ilu música. Mas I Coríntios 6 : 12 diz: " Todas as coisas me

são lícitas mas nem todas as coisas me convém. Todas as

coisas me são lícitas mas EU NÃO

NAR POR NENHUMA DELAS". Se Paulo recusou ser

ilominado por coisas lícitas, tanto mais por coisas que são

ME D EIXAR EI DOM I­

prejudiciais!

Nas mãos dos roqueiros a música tornou-se uma arma

muito potente e perigosa para nossas vidas na área psico­

lógica. Reconhecemos que muitos efeitos malignos são

o resultado de uma ligação com os efeitos físicos, a letra

sugestiva, etc. Mas queremos agora destacar alguns efeitos

psicológicos que, em nossa opinião, resultam principal­ mente da música em si.

A.

A Hipnose

Uma das características básicas da música ROCK é a

repetição, e a repetição é a base para a hipnose. Por causa

do seu forte elemento de repetição, a música ROCK pode

causar vários estágios de transe ou hipnose nos seus ouvin­ tes e dançarinos. Escute os seguintes depoimentos:

— READER'S DIGEST (Seleções), Novembro, 1964, pá­

gina 183 — "Em contraste, R ock'n'roll insensibiliza a capacidade de atenção; o ritm o constante cria um tipo de m onotonia hipnótica" .11

— NAS ICELER, um dos fundadores do International

Music Bureau (Comitê de Música Internacional) de Co­

munismo, diz: "V inte e nove m inutos de Rock vai pro­ duzir hipnose".12

— JIMI H E N D R IX : "Pode-se hipnotizar o povo com a música. Quando eles chegam ao ponto mais fraco, po­ de pregar no seu subconsciente o que você quer d i­ zer". 13

— STEVE

"C riei meu próprio termo para estes caras. É quase

como HILTER-ROCK, porque a platéia, p o r causa do ritm o, é mesmerizada pela música. Quer dizer que eles

GLANTS,

o famoso

promotor

do

KISS,

diz:

tem a platéia hipnotizada

" 14

cola. A razão: " Eia faz as crianças ficarem quietas no ôni­

bus". Sim, faz isso porque tem um efeito hipnótico.15 A música ROCK enfraquece a capacidade de atenção e cria um tipo de hipnose monótona que desfocaiiza e faz Irreal o mundo externo. Bob Larson, falando sobre quando

tle tocava ROCK, testifica: "Fiquei tão absorvido na mú­

sica que meus sentidos foram

insensibilizados, que quase não

sabia o que estava acontecendo em volta de m im 16 A

levista

READER'S

DIGEST também afirma isso:

"Preo­

cupações terrestres são submergidas em um dilúvio de exal­

tação

ritm o, aonde todas as coisas se uniram e pulsaram para frente, rítm ico e regular".17

Sim, é possível hipnotizar o povo e ganhar controle completo sobre a audiência através das combinações cer­ tas de tempo e ritmo .18 O forte elemento de repetição no ritmo mais a repetição da letra contribuem para criar

mudado ao

um estado de hipnose. 19 Às vezes o tempo é

o universo completo é compressado na média do

ritmo do pulso normal que faz mais efetiva a indução.20 O perigo aumenta mais quando o ROCK se torna um há­ bito na vida. K.l. Platonov disse: "Quanto mais vezes a

hipnotização é repetida, mais alta é a sugestibilidade da

pessoa",21

Sem dúvida este é um dos grandes perigos traiçoeiros do ROCK. A pessoa, sem saber, está sendo influenciada

• até controlada pela música. Uma pessoa num estado de

transe ou hipnose é muito receptiva à sugestão, e as pala­ vras da música, sem eia perceber, afetam seus pensamentos, filosofias, idéias, e consequentemente, suas ações começam

a ser mudadas.22

Ligado com a letra da música o estado de hipnose é um dos principais fatores porque a música ROCK revolucionou

a sociedade. As morais, filosofias, etc. do mundo inteiro

mudaram por causa da música ROCK. Quando uma suges­ tão é colocada na sua mente em tais circunstâncias, você aceita, e você aceita com tanta força que isso pode se tornar

uma compulsão em você, e isso é uma das razões porque vi­ mos tanto comportamente compulsivo, e isso é a causa de muita delinquência juvenil .23 O ROCK tinha dominado os Estados Unidos e a Inglaterra mais do que qualquer outras duas nações no mundo civilizado. Estas duas nações tam­ bém têm o maior indice de delinqüência juvenil do que qualquer outra naçáo do mundo.24

1. 0 Alívio da Culpa

Um resultado secundário da hipnose é o alívio de senti­ mentos de culpa que pode ser alcançado através do ROCK. Um líder de uma gangue de ladrões de carros confessou, depois de aceitar a Cristo: "Antes de roubar um carro

ou qualquer parte de um carro, andavamos por uma hora ouvindo ROCK no toca fita estéreo do nosso carro. Quan­ do a música nos levava para um frenesi, começávamos a roubar tudo que pudéssemos achar. Acredita em m im , de­ pois de uma hora de música ACID ROCK, não havia nada

que não tentaríamos

para Frank Garlock: "Eu estava no negócio de la­

drão de lojas de $100 a $200 dólares por dia. Quando m i­ nha consciência começou a reagir, a música fo i meu escape. Ela tirou a minha culpa. Eu podia fazer qualquer coisa en­ quanto ouvia a música rock na minha mente. Ela fez tudo fá c il".26

sou

roubar" , 25

Um outro jovem confes­

2. A Lavagem Cerebral

Hipnose é também um termo de conveniência que tem sido ligado com certos aspectos de condicionamento (lava­ gem cerebral). Quando isso é mantido em mente, hipnose — ou, mais amplamente, condicionamento — é fácil ver que ele se torna um instrumento de poder fantástico .27

T IM O T H Y LEARY diz: "Uma hora de música ROCK é equivalente ao descondicionamento m ental".26 Também falou: "Ouvindo um disco dos Beatles por uma hora é a

nmm a coisa que uma sessão de uma hora de descondiciona- nw nto".23 E mais uma vez: "A música rocké tão descon- ilicionadora quanto as drogas psicodélicas 30

Dia 4 de fevereiro de 1982, um artigo da ASSOCIATED

1'MESS falou: "O

Vice-Presidente Bush diz que o General

James L. Doser merece uma medalha por

ih i Brigadeiro

iei aguentado a tortura do Rock". 0

general fora raptado

pelos terrotistas comunistas da Itália, e eles tentaram ti- iai dele os segredos da NATO. Doser era o oficial mais

alto dos Estados Unidos. Seus sensos foram assaltados por

*ei forçado (fones de ouvido e mãos amarradas) a ouvir a música ROCK tocando alto por 8 a 15 horas por dia. Eles

estavam tentando fazer uma lavagem cerebral no gene­ ral.3 !

Para condicionar alguém, é preciso tirar tudo primeiro

e colocar no seu lugar o que quiser. Isto é o que está acon­

tecendo no mundo inteiro. Milhares de Jovens estão dei­

tando o ROCK os desligar da realidade (esvaziando a men­

te), e os encher com as idéias encontradas na letra. 0 ROCK

ê agora nossa fonte de moral e filosofias. Antigamente a

ttioral de uma sociedade era passada de geração a geração,

dos pais para os filhos. Mas hoje isso não é o caso por cau­

se do GENERATION GAP (Lapso Entre As Gerações). Ouviu aquela frase antes da música ROCK? Não!32 Veio depois, quando a música começou a substituir os pais, ti­

rando os velhos valores e substituindo por novos.

B.

A Neurose

Talvez um dos piores e mais traiçoeiros perigos do HOCK na área psicológica é o poder de criar uma neurose

artificial nos seus ouvintes. A neurose é um conflito inter­ no que cria sérios problemas emocionais.33 O estado hip­

nótico tem uma parte importante no processo da formação da certos estados de neuróticos.34 0 Dr. William J. Bryan

falou que segundo Dr. Van Soulstead: "O tremendo aumen­

to de doença mentaI neste país hoje é p or causa do fato

que

que está acontecendo",35

há um tremendo aumento de hipnose 'acidental'

A música feita para jovens tem grande efeito em produ­

A alma se agita, explo­

zir degraus de neurose

artificial .36

de, alucina, e conduz invariavelmente seus adeptos à loucu­

ra ainda que momentaneamente.37 Um homem que estu­

dou o ROCK por 10 anos diz: "Tenho administrado uma prova sobre estabilidade emocionai para 250 aiunos no colégio enquanto eles ouvem a música rock. Os resultados mostraram que 100% ficaram doentes".38 Ele estava di­

zendo que o

sequilibrados emocionalmente.

ROCK fez estes jovens temporariamente de­

Muitos jovens estão se estragando emocionalmente com

esta música. Um certo disc-jockey ficou muito perturbado

por causa disso. Ele disse: 'Tenho sido um disc-jockey por 15 anos. Eu sei o que esta música está fazendo nas mentes dos jovens. Tenho patrocinado concertos de rock em todo

o país. Tenho visto os jovens estourarem suas mentes com a música, as luzes STROBES e tudo, Causando dano m enta/". E: "A té tenho problemas com minha consciência tocando

alguns dos seus (Beatles) álbuns". Três semanas depois ele

suicidou-se,39 provavelmente porque não podia mais aguen­

tar os sentimentos de culpa.

A habilidade de fazer os jovens chorar e prantear, ficar

sem controle e ingovernáveis, tirar suas roupas e provocar

distúrbios é testada e provada no laboratório. É neurose

artificial ou experimental que é introduzida cientificamen­ te .40 Foi Pavlov, em seus muitos experimentos com ani­

mais e seres humanos, que descobriu os processos específi­

cos para produzir neurose artificial em cachorros e ho­

mens.41

Na música ROCK os jovens estão experimentado as

três técnicas de produzir a neurose artificial descobertos

por Pavlov. Segundo Pavlov, a neurose artificial pode ser

produzida: 1 )p o r uma tensão, que está constantemente

aumentando, do processo excitatório, 2 ) quando o pro­

cesso inibitório está enfraquecido, ou através de tensão, ou através de uma colisão com o professo excitatório, e 3) quando há uma colisão dos reflexos excitatórios e inibi- tórios.42 Estas três técnicas podem ser resumidas em duas:

tensão criada por um forte estímulo externo, e um conflito entre os processos excitatório e inibitório. O ROCK sem dúvida é um forte estímulo externo que cria muita tensão, e é nossa posição que resulta em confli­ tos mentais. O ritmo ligado com um arranjo de acordes simplificados cria uma atmosfera de muita tensão.43 Ge­

ralmente a música é escrita sem um fim, mas continua sem fim aumentando a tensão ainda mais. Um ritmo que não está em harmonia com o ritmo natural do corpo causa um conflito dentro do ouvinte que pode produzir inquieta­ ção.4 4 Alice English Monsarrat, no artigo "MUSIC - SOOTHING, SED A TIVE OR SAVAGE?" (Música - Suavi- zante. Sedativo ou Selvagem?) disse que "é precisamente

neste ponto que o ro c k'n 'ro ii e m uito da música moderna

Isto é porque, para manter

um senso de bem estar e integração, é essencial que o ho­ mem não seja sujeito demais aos ritm os que não estão de acordo com os ritm os normais do corpo " , 45 A música

ROCK é um tipo de estímulo externo que aumenta a tensão com seu ritmo pesado e constante. Este forte estímulo cria tensão emocional e excitação física que às vezes entram em

conflito com os padrões de conduta e moralidade.

A música também cria conflitos entre o processo inibitó­ rio e excitatório. Os jovens têm certos reflexos inibitórios adquiridos dos seus pais, igreja, sociedade, e consciência. Es­ tes reflexos tratam de coisas como comportamento de­

cente, a proibição de tirar a roupa em público, de destruir propriedade, de criar um tumulto, e de lutar com as auto­ ridades estabelecidas (policiais, por exemplo). Mas dentro

de trinta minutos, a música ROCK leva estes jovens a fa­ zerem estas mesmas coisas. Eles sentem desejos estranhos ao Seu modo normal de se comportar. Assim as inibições

fica potencialmente perigosa.

adquiridas proibindo o jovem de fazer atos de imoralidade, de delinqüência, etc. entram em conflito com a música excitatória que cria exatamente os desejos opostos. O con­ flito interno que é o resultado cria uma grande colisão dos dois processos, e o jovem é dobrado com uma condição mental que é identificada com a neurose artificial.46 Alice English Monsarrat falou o seguinte sobre a música

moderna: "Um ritm o quebrado

um ritm o insistente e regular na mSo esquerda, com graduai

no agudo, tocando sobre

aumento em tempo ao ponto de

dade de produzir o mesmo efeito desintegrado e quase his­ térico sobre um organismo; como se uma pessoa tentasse correr loucamente em duas direções ao mesmo tempo Qualquer psicólogo sabe que é principalm ente este puxão em duas direções de forças e emoções conflitantes que está ajudando a encher nossos hospitais mentais com ruínas que­ bradas da hum anidade".*1

Há uma relação direta entre a música destrutiva do ROCK, que cria uma instabilidade emocional, e o aumento do índice de jovens com problemas mentais e da delin­

qüência juvenil, quase destruindo nossa sociedade por den­ tro. 0 ROCK está produzindo um tipo de neurose em nos­

sos jovens, criando um número cada vez maior de proble­ mas mentais entre os jovens.48

tem a capaci­

que a gente pensa sobre os Beatles ou os

Rolling Stones, etc., os resultados são o mesmo — uma ge­

ração de jovens com tendências neuróticas.49 Um resul­

tado desta neurose é o aumento do suicídio. É interessan­ te notar que o índice de suicídio entre jovens subiu 50% entre os anos de 1952 e 1962 (basicamente nos primeiros

Pesquisas

nos 18% dos suicícios de jovens, além de muitos atos de violência, devem ser atribuídos à influência do ROCK.51

Tanto faz o

10

anos do ROCK ).50

mostraram que pelo me­

CONCLUSÃO

A grande tristeza nisso tudo é que os jovens nem perce­

bem o que está acontecendo até que é tarde demais. Eles acham que o ROCK é uma grande festa. Eles são comple­ tamente enganados. Misture o fenônemo da hipnose em massa, histeria contagiosa, e o sentimento feliz de ser en­ volvido com uma experiência orgiástica a tudo abraçando, e cada jovem sente que pode ser um mestre do mundo. Dimitri Tiomkin, um famoso compositor e maestro, dis­

se o seguinte sobre o ROCK: "O grande ritm o é deliberada- mente designado para excitar o ouvinte. Há realmente pou­ ca melodia, pouco senso na letra, somente ritm o. O fato de que a música pode excitar e também incitar é conhecido de tempos imemoriais. Isto talvez seja sua função principal na pré-história e eia fica assim nas socie­ dades prim itivas que ainda existem nos cantos do mundo. Nos países civilizados, a música tomou-se mais e mais um meio de comunicar emoções agradáveis, não criando de­ vastação.

Agora, em nossa música popular, pelo menos, parece que estamos voltando para a selvageria. E a mais dramá­ tica indicação disto é o número de acontecimentos em anos recentes onde os tais chamados concertos de ro ck'n ' ro ll estouraram em tum ultos.

Estes tum ultos, todavia, são apenas as manifestações óbvias do que eu estou dizendo. Mas o ponto é o fato de que os jovens que ouvem constantemente esse som estão jogados em desordem. Eles não são mais os jovens calmos e normais.

Eles vão dizer que recebem uma excitação do rock'n'ro ll. Também os jovens que fumam maconha e usam heroí­

na" ,52

Os efeitos psicológicos do ROCK são arrasantes. Temos que concluir e afirmar mais uma vez que o ROCK, assim como as demais músicas alucinantes, é de inspiração malé­ fica. Serve apenas para agitar, deformar e conduzir seus adeptos à destruição de si mesmo.

1.

R o c k and R o ll —

T h e

D e vil's D iversion , Bob Larson, pá­

gina 6 6 , McCook, Nebraska: Bob Larson, 1967.

2.

V I V A O R O C K - J A N E I R O '85. Um tipo de jornal que saiu na época do ROCK IN RIO.

3.

R o c k 'N R o ll — A M úsica d o In fern o, José Infante Jr., página 5, Vitória da Conquista: 1? Igreja Batista Bíblica,

1984.

4.

Principies From G od's W ord F o r G uidance In M usic, David Hildebrand, ed., Caronport: Brercrest Bible Col- lege (sem data).

5.

T h e B ig B eat — A R o c k

B last, Frank Garlock, página 19,

6

.

Greenville: Bob Jones University Press, 1971.

R h y th m ,

26, Tulsa:Christian Crusade Publications, 1966.

R io ts and R e vo lu tio n , David A. Noebel, página

7.

Ibid.

8.

R o c k and R o ll, op. cit., página 153; e Ravages o

f

R o c k

and R o ll M usic,

Nathan Blackwell (Fita Cassete).

9.

"Rock, Drogas e Dança", Don Leaf, mensagem em Li­ meira.

1

0 .

Ibid.

11.

R h y th m , R io ts, op. cit., página 110.

12.

Tirado de anotações de uma mensagem sobre música

que ouvi no Instituto Bíblico Tennessee Temple.

13.

Fita cassete de uma entrevista com Mike Johnson no rádio.

14.

P rin cip ies, op. cit., página 24; e R o c k M usic, Ron Stump (Fita Cassete).

15.

R o c k

M usic,

Ralph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

16.

R o c k

and

R o ll, op.

cit., página 133.

17.

R h y th m , R io ts, op. cit., página 89.

18.

R o c k M usic, Ron Stump (Fita Cassete).

19.

Fonte desconhecida.

20.

R h y th m , R io ts, op. cit., página 41.

2 1 .

Ibid., páginas 42-43.

22.

Fonte desconhecida.

23.

R h y th m , R io ts, op. cit., pa'ginas 44-45.

24.

Ibid., páginas. 110-111.

 

25.

R o c k and R o ll, op. cit., página 142.

26.

T h e B ig Beat, op. cit., página 40.

 

27.

R h y th m , R io ts, op. cit., página 42.

28.

R o c k M usic, Ralph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

29.

U

.S . C u itu re and

R o c k

M usic,

Ralph Sexton, Jr. (Fita

Cassete).

30.

Ibid.

31.

R o c k

M usic U pdate, B ackw ard

M asking, Ralph Sexton,

Jr. (Fita Cassete).

32.

R o c k M usic, Ralph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

33.

Fonte desconhecida.

34.

R h y th m , R io ts, op. cit., página 42.

3 5 .

Ibid., páginas 43-44.

36. Ibid., página 77.

37. “ Plantas Ouvem Música", Oscar de Barros, J O R N A L

- n? 2 (outubro, 1984).

DE A P O IO , página 3, Ano 1

38. R o c k M usic, Ron Stump (Fita

39. Ibid.

40. R h y th m , R iots, op. cit., página 81.

41. Ibid., página 83.

42. Ibid., páginas 87-88.

43. R o c k

44. Fonte desconhecida.

45. R h y th m , R io ts, op. cit., página

46. Ibid., página 90.

47. Ibid., página 117.

48. Ibid., página 85.

49. Ibid., página 113.

50. O Controle Total — 6 6 6 , Wim Malgo, página 77, Porto Alegre: Obra Missionária Chamada da Meia Noite, 1984.

51. R h y th m , R io ts, op. cit., página 119.

Cassete).

and R o ll, op. cit., página 70.

118.

OS EFEITOS ESPIRITUAIS

Talvez o perigo mais alarmante do ROCK seja seus efei­ tos ou conseqüências espirituais. Não estamos falando ape­ nas de um afastamento de Deus, ou uma frieza no coração, nem da influência maléfica sobre a moralidade. Sim,tudo is­

so

está incluído, mas estamos falando sobre um perigo mui­

to

mais profundo e grave. Este perigo é a possibilidade de

ser possuído por demônios através da música ROCK. Não estamos afirmando que todo mundo que ouve ou toca esta música é possuído, mas afirmando que isso de fato acon­

tece e está crescendo entre os jovens.

I.

A MÚSICA E A INVOCAÇÃO DOS ESPfRITOS

Para ver a relação entre a música e demônios, tudo o

que uma pessoa precisa fazer é viajar para os lugares onde

o ROCK tem as suas raízes (África, fndia, Ásia, etc.), e

observar as cerimônias que muitas vezes acompanham este

tipo de música - o louvor de demônios, orgias de sexo, ri­ tuais de macumba, sacrifício humano, etc. Aqueles que es­ tão envolvidos, ou foram envolvidos, no paganismo e espi­ ritismo reconhecem a ligação entre a música e a invocação dos espíritos. Se Davi, tocando música, podia mandar um demônio embora, é tão difícil acreditar que a música pos­

sa também invocá-lo?

Quando Bob Larson viajou para o oriente ele viu pessoas sendo possuídas sob a influência da música: "Em Singapura,

eu observei THAIPUSAM, um ritu a l do hinduísmo de peni­ tência e m utilação de si mesmo. Com facas, espetos, agu­ lhas, ganchos e lanças os hindus furaram seus corpos. En­ quanto isso um ritm o incessante e pulsante era m antido peios músicos. O tamborista manteve este ritm o p rim itivo

hindu por horas para que as pessoas se torturando ficassem fora do seu próprio estado de mente. Aqueles que não estavam se torturando estavam obser­ vando ou dançando. Dezenas de jovens giravam loucamen­ te, fazendo os mesmos gestos sensuais que eu tinha obser­ vado nas danças dos jovens Americanos. 0 ritm o da música

fo

i a mesma pulsação e tempo sincopado usado no rock. De repente um dos jovens gritou. Seu corpo ficou duro

e

ele caiu no chão, contorcendo-se e chutando

Outros

jovens que estavam dançando começaram a mostrar os mesmos sintomas.

O que está acontecendo? gritei para um homem perto. Dançamos com esta música até que o espírito do nos­

so deus entre em nós, ele respondeu.

Eu observei, um tanto com medo agora, enquanto um jovem após outro gritou e fo i rasgado pelas contorções sob

a influência dos poderes demoníacos. O estímulo do

fo i usado como meio para colocá-los num estado de

ritm o

mente em que os demônios podiam entrar neles" . 1

Anna

Lee

Carlson

cita

em

sua revista BREAD

FOR

CHILDREN

sionário na África:

(Pão Para Crianças) a experiência de um mis­

"Um grupo de nativos tinha dado recentemente suas vi­ das a Cristo, quando uma banda de rock veio à sua cida­ de. Quando estes novos crentes ouviram esta música,

eles ficaram perplexos e perguntaram ao missionário:

'por que estas pessoas que tocam esta música querem que os demônios entrem neles?' O missionário respon­ deu: ‘Por que fazem tal pergunta?' Os nativos responde­

ram : ‘Aquela música que eles tocam é

ca. É a maneira de fazer os demônios virem e entrarem

em você\' " 2

música demonía­

Conta-se que um missionário, ao voltar à tribo africana com discos evangélicos em ritmos de ROCK, teve de ouvir do ex-feiticeiro estas palavras: "Você nos ensinou a abando­

nar a feitiçaria e a invocação de espíritos. Por que os estão invocando com esta música? Com este mesmo ritm o invo­ camos os espíritos maus da Á frica ! "3

Uma moça com 21 anos de idade, da cidade de Savannah, no estado de Geórgia, foi salva na igreja de Jack Hudson. Sua mãe era uma bruxa e seu pai um bruxo. Eles estavam tão afundados no espiritismo que até ela ficou grávida por seu pai, e o feto foi abortado e comido no dia de Todos Os Santos. Ela testemunha que um terço até metade do po­ der da bruxaria vem do poder da música.4 Para alguém dizer que tudo isso é apenas uma coincidên­ cia ou uma associação de alguma coisa numa cultura com outra cultura é ignorar a universalidade deste fenômeno. Pode ser visto em todos os continentes entre aquelas pes­ soas que estão ligadas com espiritismo de uma forma ou de outra.

II.

A MÚSICA E A POSSESSÃO DEMONÍACA

Já vimos que a música ROCK é ligada à invocação dos espíritos por pessoas que foram envolvidas nisto durante as suas vidas. Mas será que realmente podemos afirmar que isso acontece nas discotecas ou danceterias? Cremos que siml 0 missionário Jack Wyrtzen escreveu o seguinte: "Há

alguns anos passados, três missionários da 'Palavra da Vida', Harry Bolback, Harold fíeim er e Tom Young, penetraram profundamente no coração das selvas brasileiras, com o propósito de alcançar uma das tribos mais selvagens da América do Sul. Enquanto viveram entre eles, filmaram algumas de suas danças. Dançando, os índios entravam num

delírio diabólico. Quando vi esses índios dançando, não po­ dia perceber nenhuma diferença entre eles e uma turma dançando o RO CK".5

Sim, os nativos dançam com musica que é contínua, pal­ pitante e rítmica até entrarem num estado hipnótico e per­

derem o controle da mente consciente, e é neste estado de

mente que um demônio entra neles. Não há diferença en­ tre os movimentos repetitivos dos feiticeiros e as danças dos jovens de hoje. 0 mesmo ritmo e movimentos corpo­ rais que levam os pagãos a um estado de frenesi incontro- lado são presentes nas danças modernas. É mais do que ló­ gico que há o mesmo potencial de demônios ganhando o controle duma pessoa através do ritmo do ROCK. O ex-roqueiro Bob Larson, afirma: 'Tenho visto com

meus próprios olhos jovens que foram possuídos pelos de­ mônios enquanto dançavam a música rock. É particular­ mente notável entre as moças. Alguém poderia esperar uma m ulher jovem manter alguma decência enquanto dança. Tenho visto moças se contorcerem de uma maneira, que só podia ter sido uma manifestação demoníaca. Algumas ve­ zes, meu coração fo i atravessado de medo quando vi estas coisas, enquanto elas dançavam a minha m úsica".6

Também devemos reconhecer que muitos músicos do ROCK estão fortemente envolvidos com ocultismo, até vá­ rios roqueiros abertamente confessam ser habitados por

"um espírito". Às vezes a própria música e letra vem do dia­ bo. Muitos grupos de ROCK escrevem suas músicas enquan­ to estão sobre a influência de drogas e/ou demônios. AN­ GUS YOUNG é um que admite ter recebido a inspiração das suas músicas dum poder que parece controlá-lo. JIMI

H E N D R IX afirma que "música é espiritual"1, e ele estava

profundamente envolvido no oculto. Ele estava afirmando

as suas ligações com o mundo dos espíritos. Uma outra pessoa ligada com o ROCK que também afirma que a mú­

sica é o meio de ter contato com o sobrenatural

STEINM ANN. Ele disse: "Sempre fu i atraído pelo

é JIM

sobre­

natural e sei que o rock é o meio idea/".3

Veja o capítu­

lo 9 para mais detalhes.

III.

A EXPLICAÇÃO PARA ESTE FENÔMENO

Mas como isso é possível? Como é que a música ROCK torna a gente suscetível aos demônios? Há o mesmo perigo

para todo mundo? São boas perguntas, e devem ser respon­ didas.

São duas condições criadas pela música em si que prepa­ ram as pessoas para a possessão. Primeira, A CONDIÇÃO

FÍSICA DE

EXAUSTÃO é criada através da música. A se­

creção do hormônio "epinefrina" causada pelos estfmulos anormais do ritmo do ROCK, resulta numa mudança do cálcio no sangue. A quantidade de cálcio diminui. Quando o

cálcio fica baixo demais, tem a tendência de provocar con­ trações espasmódicas, e o corpo fica fraco e exausto. Tam­ bém a pessoa que dança ao som de ROCK por um período

prolongado de tempo é deixada num estado físico negati­ vo .9 Esta condição física leva a pessoa a se entregar mais â música.

Segunda, A CONDIÇÃO DE TRANSE OU DESLIG A­

MENTO DO AMBIENTE é uma porta aberta para os demô­

nios. Um efeito do ritmo da música ROCK é o desligamento psicológico do ambiente. O constante ritmo pulsante pode levar a mente a entrar em estado de devaneio ou transe em que o ouvinte perde o contato com a realidade. Ele fica hip­ notizado. Os pensamentos racionais são subordinados ás

emoções pelo ritmo constante, e assim a pessoa perde o contato com o sistema de valores relacionados com a reali­ dade. A pessoa assim fica extremamente suscetível aos de­ mônios que podem em qualquer momento tomar controle

completo. Bob Larson afirma: "0 contínuo golpear da mú­

sica rock faz com que a mente entre num estado de sonam-

bulismo em que perde o contato com a

do o controle da mente se debilita, as influências malignas podem tom ar posse dela".10

Quan­

Qualquer som de ritmo monótono e prolongado produz vários estágios de transe. O indivíduo perde o controle da

sua vontade, e torna-se um escravo do ritmo e excitação.

Quando o controle da mente é enfraquecido ou perdido, influências demoníacas podem tomar posse. A pessoa fica então voluntariamente identificada com qualquer pressão

que esta excitação coloca diante dela. Há o mesmo perigo para todo mundo? Não, são vários

fatores que estão envolvidos nesta questão. Temos que re­ conhecer que o ambiente tem uma grande influência. Por

axemplo a discoteca, com um ambiente totalmente ligado

com

música, é mais perigosa do que ouvir a música

ROCK numa loja onde ela é apenas uma parte do ambien­ te de fundo. Pior ainda do que a discoteca é um concerto

onde os roqueiros realizam uma missa negra antes de en­

trar no palco. Também o período de tempo em que se ou­ ve a música é um fator importante. Com um perfodo pro­

longado, a pessoa fica mais suscetível. Talvez um outro fa­

tor seja quem está tocando, ou o que está sendo tocado. Músicos e música dedicados a Satanás são mais perigosos. 0

fator principal é o estado de vontade da pessoa. O mais inclinado à música é o mais suscetível a ela. Satanás somen­

te pode nos afetar na medida em que nos deixamos sub­

meter à sua influência e obras.

esta

CONCLUSÃO

Na sexta-feira à noite e nos fins da semana do mundo inteiro o diabo está ganhando o controle demoníaco so­

bre milhares de jovens. O ex-roqueiro Bob Larson afirma

o seguinte: " Quando a gente toca para

uma dança, os cân­

ticos não

duram apenas dois ou três m inutos, como num

disco

Toca um cântico constante por 15 a 20 minutos

Fiquei tão absorvido na música que meus sensos foram insençibilizados, quase não sabia o que estava aconte­

cendo em volta de mim

. Rock é a

agência que Satanás está usando para possuir esta geração em massa. Tenho visto com meus próprios olhos jovens que foram possuídos enquanto dançavam a música ro ck".11

Como um músico de rock, sei

o que significa sentir a unção falsa de Satanás

Um

demônio

não precisa ficar dentro duma pessoa se

não é vantajoso para seus propósitos; entretanto, enquanto

uma pessoa se dá à música ROCK de novo e de novo, o de­

mônio pode entrar momentaneamente e fazer sua devasta­ ção moral e espiritual, e depois sair de novo. Dançar nao é mais uma forma artística de expressão (se podemos dizer que uma vez foi), mas é agora um instrumen­ to sutil de Satanás para destruir os jovens física, moral, e espiritualmente. Num sentido JOHN DENVER estava cer­

to quando chamou o ROCK "uma força mais poderosa do que a do cristianismo prim itivo sobre as almas dos ho-

mens" . 12 No sentido prático ele está certo. 0 ROCK está fazendo mais para condenar as almas dos jovens do que a maioria dos crentes está fazendo para ganhar jovens para Cristo e os libertar das guarras de Satanás. Muitos crentes estão falhando em seus deveres de ser o sal da terra e a luz do mundo. Mas graças a Deus o Evangelho ainda tem mais poder do que o ROCK, porque ele tem o poder de salvar as almas do inferno e dos perigos traiçoeiros do ROCK.

ANOTAÇÕES -

CAPITULO V

1. Rock and The Church, Bob Larson, páginas 67-68, Ca- rol Stream: Creation House, 197T.

2. Rock Music Seminar, Ricky Tippett (Fita Cassete).

3. "Desmascarando o 'ROCK' ", Rolando de Nassau, UL­ TIM A T O , Ano X V I - n? 150 (setembro/outubro, 1983).

4. Rock Music Update, Backward Masking, Ralph Sexton, Jr. (Fita Cassete).

5. O Sexo e a Bíblia, Jack Wyrtzen, página 31, Rio de Ja­ neiro: JUERP, 1982.

6 . Rock and The Church, op. cit., páginas 68-69.

7. Fita cassete de uma entrevista com Mike Johnson no rádio.

8 .

Pervertida Música 'Rock' ", CHAMADA DA M EIA -

"A

-NOITE, página 11, Ano 14 - n? 10 (outubro, 1983).

9. Rock and Roll - The Devil's Diversion, Bob Larson, pá­

ginas 81 e 84, McCook, Nebraska: Bob Larson, 1976.

11.

Ibid., páginas 132-133,136.

12. The Big Beat — A Rock Blast, Frank Garlock, página

45, Greenville: Bob Jones University Press, 1971.

O TEMA PRINCIPAL DO ROCK

Mesmo que os efeitos maléficos da música em si, explica­ dos nos últimos três capftulos sejam suficientes para conde­ nar esta música, devemos falar sobre a letra da música e a influência dos roqueiros, porque os efeitos da música são reforçados e ampliados através da letra e a influência dos artistas, tornando a música ainda mais perigosa e diabólica. Embora algumas das músicas do ROCK tenham temas humorísticos ou absurdos, e às vezes (embora seja muito raro) façam comentários reais sobre problemas sociais, a grande maioria são como lixo e ofensa para qualquer cren­ te que está vivendo para Cristo. Os prediletos do ROCK confirmam que o ROCK é o porta-voz para a revolução social, moral e política, ou em outras palavras que o tema principal do ROCK é rebelião. ROCK é a linguagem de rebelião, manifestando-se contra a autoridade dos pais (ou qualquer outra autoridade seja qual for), contra decência, moralidade, dignidade, contra pa­ drões e regras, contra o estabelecido, e contra Deus. Veja os seguintes depoimentos:

- KEITH RICHARD dos ROLLING STONES (Pedras Ro­

são os hippies

. imoralidades principais desta sociedade de hoje: a guerra no Vietnã, ilegalidade do aborto, e a perseguição dos ho­

Todos eles pensam como nós e estão disputando as

.

lantes): "Nossos verdadeiros

.

mossexuais" , 1 Mesmo que isto seja meio antigo, é a verdade de hoje, menos é claro, a guerra no Vietnã.

— 0 musicólogo RICHARD GOLSTEIN: " O rockésubver­

sivo, não apenas porque parece autorizar as drogas, sexo, aventuras baratas, mas porque anima o seu auditório a realizar seus próprios juízos sobre os tabus da socieda­ d e".2

- revolucionário JERRY

0

RUBIN: "R o ck'n 'roll marcou

o

início da revolução".3

- revista TIM E disse: "Todo rock é revolucionário " 4

A

-

PAUL CANTOR

do JEFFERSSON AIRPLANE

(Avião

de Jefferson)

falou

no programa

Les Crane Show: "A

nova música rock é planejada para alargar a brecha en­

tre as gerações, alienar os pais dos seus filhos, e prepa­ rar os jovens para a revolução",5

COOPER: " Rebelião é a base para nosso grupo.

Alguns dos jovens que nos escutam realmente são de­ mentes; mas eles olham para nós como heróis porque seus pais nos odeiam tanto " , 6

- JIM MORRISON: "Somos políticos e eróticos. 0 que

- ALICE

nos interessa é a rem ita e a

" 7

-

MÁRIO

DE

CASTRO

(baixista

e

vocal do

CADILA-

QUE): "Nós somos selvagens e nunca seremos um con­ ju n to apenas vocal, tudo certinho. Nosso rock é ser con­ tra, forte, contestador, com agressividade musicai" 8

- THE DOORS (As Portas): "Pensa em nós como p o líti­ cos eróticos. Estou interessado em qualquer coisa sobre

a revolta, desordem, caos, especialmente atividade que não tem qualquer sentido".9

Um exame da letra de muitos cânticos mostra que o te­ ma é pura rebelião. 0 maior sucesso de todos os sucessos da parceria ERASMO/ROBERTO, "QUERO QUE VA T U ­ DO PRO IN FER N O ", composto em 6 6 , foi mal-recebido pelos adultos por se tratar de rompimento com as normas

da época e demonstrar o desagrado dos jovens pelos padrões sociais.10 Também a música dos BEATLES chamada "SHE'S LE A V IN ' HOM E" (Ela Está Deixando a Casa) glo­ rifica uma moça que está saindo do seu lar para achar pra­

zer e

te só alguns exemplos de temas puramente rebeldes nos se­

guintes cânticos:

- JOHN

"alegria" no mundo, para fazer o que ela quer.1 1 No­

PHILLIPS canta:

'Tens que ir onde desejas, fa­

zer o que queres e com quem escolheres " .12

— A letra do cântico "MOTOR CITV'S B UR NING " (De-

troit Está Queimando) diz:

"Sirva teu país no teu sui­

cídio; ache uma bandeira para dar 'tchau', mas antes

do fim , traição talvez valha

a pena

"

13

Os artistas do ROCK são conhecidos por suas vidas e comportamentos rebeldes no palco e fora dele. JIM I HEN-

D R IX foi conhecido como "o profeta do inconformis-

mo" . 14 O ex-integrante do MENUDO, RENÉ JA R R A IT, foi apresentado como "o rebelde do rock" . 15 O inglês JUDAS PRIEST representa um verdadeiro arrombamen- to, a ruptura com o formal, com o bom comportamento,

com os padrões morais.16 O grupo inglês CLASH (Desa­ cordo) em 1977, chamava a atenção dos seus ouvintes pa­ ra coisas como injustiça social, imperialismo, má distribui­ ção de renda, etc.17 Algumas pessoas tentam dizer que hoje em dia não é mais assim. Eles querem negar que a música hoje é tão rebelde como antes. E talvez na área política, têm razão. Mas o que eles não entendem é que não foi a música ROCK que mudou, mas a sociedade. 0 ROCK está conseguindo mudar a sociedade e o mundo está aceitando esta revolu­ ção social. O ROCK não parece tão rebelde agora porque o mundo já aceita as filosofias do ROCK como sendo nor­ mais e certas, embora, quando comparado com os padrões imutáveis da Palavra de Deus, o ROCK é ainda baseado na rebelião. De fato ele é pior agora do que no início. Os jor­ nais ainda reconhecem a rebelião do ROCK, mas mui­ tas vezes em vez de usar a palavra REBELDIA, eles usam

a palavra IR REVERENCIA. Note as seguintes citações:

— Falando sobre ROGER, o guitarrista e vocal do grupo ULTRAJE A RIGOR, o jornal disse: "Esse estilo debo­

chado, irreverente, é a base do rock " . 18

— O mesmo jornal, falou que segundo GAL COSTA, o seu LP "PRO FANA" tem no título muito da sua personali­

dade: "Esta coisa de irreverência, de liberdade de viver e cantar o que quero, sem preconceito 19

— O jornal fala o seguinte sobre o ROCK: "Esse é o verda-

deiro espírito do ro ck'n 'ro ll: irreverência, descompromis- so ".20

fato é que o Joelho sempre faz a coisa

e irreverência, do je ito que o rock

brasileiro precisa ser" . 21

com m uito deboche

-

Só mais um:

"0

Esta rebeliâío manifesta-se em quatro temas principais.

Talvez 90% do rock possa ser classificado debaixo de um

destes temas:

1) IM O R ALID A DE, 2) DROGAS, 3)

OCUL­

TISMO

e 4) VIO LÊN CIA.

Eles também abrangem

A Cul­

tura do ROCK. Os roqueiros são iguais á mensagem das

músicas que tocam e cantam. Eles são altamente imorais,

abertamente promovendo todo tipo de perversão, de ho-

mossexualismo, de sadismo, e gloriam-se com seus GRO- OPIES - jovens que são prostitutos dos roqueiros. Muitos

estão envolvidos em drogas, e a maioria deles estão envol­ vidos no ocultismo de uma maneira ou outra. Sim, é qua­

se impossível separar a letra da música das vidas dos as­ tros, seja no palco ou fora do palco, "pois do que há em

abundância no coração, disso fala a boca" — Mateus 12:

34.

Aquilo que entra em nossas mentes vai nos afetar. Se

escutamos as coisas ruins e más, nosso comportamento

vai se tornar mais ruim e mau. A letra do ROCK em sua

maioria é má e esta é uma das razões porque o comporta­

mento dos jovens é mau. A Bíblia claramente ensina que

coisas más entrando em nossas mentes vão mudar nosso

compórtamento: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes". — I Coríntios 15: 33. Não

seja um tolo pensando que pode andar com o ROCK sem

ser afetado por ele.

A pessoa sábia vai andar com os sábios, não com os to­

los:

"Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro

dos tolos será afligido". — Provérbios 13:20. Aqueles que

são seguidores dos roqueiros vão ser afligidos junto com eles. Sim, a ira de Deus está contra as pessoas que vivem

o mesmo estilo de vida dos músicos do ROCK — vidas

cheias de impureza, torpeza, fornicação, idolatria, etc. Efé-

sios5:3-7

mostra isso. O fim deste trecho diz: "Ninguém

p or estas coisas vem a

ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto não

sejais companheiros". — Efésios 5:6-7, Muita gente pensa que pode brincar com fogo e não ser queimado. Eles estão

muito enganados. Aquela pessoa, mesmo que não seja tão

ruim como os roqueiros, que é fã do ROCK, é um compa­

nheiro deles, sentirá a ira de Deus sobre a sua vida junta­

mente com os roqueiros. A pessoa sábia vai estar o mais lon­

ge possível destas pessoas.

Reconheço que as palavras de grande parte da música ROCK tocada no Brasil são em inglês. Sei que,talvez, a men­

sagem da música não seja tão importante para aqueles bra­ sileiros que gostam de ouvir apenas a música, não a letra. Mas devemos reconhecer que quando você declara que gos­

ta do ROCK, você está se associando com os temas e a cul­

tura do ROCK. Queira ou não, você está num certo sentido

dizendo que aprova o ROCK e o que significa. Nos próxi­ mos quatro capítulos, vamos mostrar o que é a cultura do

vos engane com palavras vãs; porque

ROCK para reconhecer com o que as pessoas estão se iden­

tificando.

ANOTAÇÕES -

CAPITULO VI

1.

'T h e Curse of ROCK and Roll!", James R. Ray, S W O R D

A

N D T R U M P E T , página 8 , (Março/Abril, 1971).

2.

R

o c k 'N R o ll — A M úsica do In fern o, José Infante Jr.,

página 7, Vitória da Conquista: Primeira Igreja Batista

Bíblica, 1984.

 

3.

U

.S .

C u ltu ra

and

R o c k M usic, Ralph Sexton, Jr. (Fita

Cassete).

 

4.

O C R E N T

E

E

O

R O C K , Lutero Whittaker, um estudo,

Jacutinga: Instituto Bíblico Peniel (sem data).

6

. Principies From God's Word For Guidance In Music Lis- tening, David Hildebrand, ed., página 22, Caronport:

Brercrest Bible College (sem data).

7. Rocfc'N Roll, op. cit., página 5.

8 . MANCHETE, página

9. Principies, op. cit., página 19.

10. Artigo dado por um jovem, sem título, data, etc.

11. Satan's Bid, op. cit., página 16.

12. Rock'N Roll, op. cit., página 7.

13. O CRENTE E O ROCK, op. cit.

14. "O Rock In Rio e Sua Origem Diabólica", Jefferson Magno Costa, MENSAGEIRO DA PAZ, página 6 , Ano L IV - n ? 1.173 (janeiro, 1985).

15. FOLHA DE SÃO PAULO, (16/12/84).

16. Fonte desconhecida.

17. Ibid.

18. O ESTADO DE S. PAULO (06/12/84).

19. Ibid., página 34 (11/11/84).

20. FOLHA DE SAO PAULO (14/01/84).

21. VEJA, página 108 (23/05/84).

, 1982.

SEXO PROMISCUO

O tema do SEXO PROMISCUO é a manifestação princi­

pal da rebelião encontrada no ROCK. A grande maioria das músicas estão cheias disso. Sexo fora do casamento é visto como coisa normal. A virgindade é coisa do passado para eles. O sexo é quase sempre físico, sentimental e egoístico,

mas nunca puro e sacrificial. Fala sobre amores achados e perdidos, mas nunca sobre fidelidade matrimonial.

O ROCK começou com ênfase na imagem sexual. Nos

dias do nascimento do ROCK o povo secular estava criti­ cando o ROCK por causa do seu erotismo. Foi ELVIS PRESLEY quem internacionalizou a música ROCK, usan­ do seu corpo para danças e gestos obscenos,1 que são nada comparados com o que temos hoje em dia. Quando E LVIS PRESLEY apareceu pela primeira vez no programa de ED SU LLIV A N , ele só foi filmado da cintura para cima porque seus movimentos para baixo foram considerados obscenos

pela censura.2 Foi dito que "Elvis Presley revolucionou o rock ao introduzir outro direito sagrado — o de reque­

b ra r"? No início até os países comunistas rapidamente

abandonaram esta música, mas hoje em dia o ROCK é acei­

to no mundo inteiro (exceto em certos países super nacio­ nalistas). E isso é uma mudança lógica considerando as men­ tes não regeneradas e a degeneração do mundo descrito na

Bíblia:

"Mas os homens maus e enganadores irão de ma!

para pior, enganando e sendo enganados" — II Timóteo

2:13.

I. O SEXO EM GERAL

O fato do sexo ser o tema principal do ROCK não é se­

gredo. Note os seguintes depoimentos:

— DR. JOYCE BROTHERS, psicólogo: “ R ock'n'roll sem­

pre fora uma forma de arte contra-cultura, enfatizando sexo e rebelião contra autoridade" . 4

— O empresário dos ROLLING

STONES, diz: "A música

rock é sexo e você precisa bater no rosto dos jovens com

ela".5

O líder do KISS diz: "Nosso grupo é interessado em sexo

e pouco m ais".5

— DEBBIE

HARRY, do grupo BLONDIE: "R ock‘n R oll

é todo sexo — 100% " 7

FRANK

ZAPPA,

dos

MOTHERS

OF

INVENTIO N

música

rock é sexo. O ritm o grande encaixa-se com os ritm os do corpo".5

(Mães da

Invenção), disse na revista

LIFE:

"A

A

RTHUR

BROWN,

o

ex-empresário

dos

ROLLING

STONES, falou: "A

música SOUL

(ROCK) é tudo se­

x

o ".5

 

CHARLES REICH no seu livro 'T H E GREENING OF

A

M E R IC A "

(0

Amadurecimento da América) diz: "A

música nova expressa sexo penetra na alma" . 10

balança o corpo todo e

BERNARDO

V IL H E N A

diz: "T ira r o lado romântico

do rock não está com nada " . 11

 

Quando LUTERO W HITTA K ER falou

com uma jovem

norte-americana que ROCK é sexo, ela respondeu: "To­

do jovem sabe disso" . 12

0 tema do sexo revelado nas palavras cobre tudo, des­ de amor novo até o sexo explícito. Muitas vezes quando o tema do sexo não está aberto para todo mundo ver, é escon­ dido atrás de palavras que têm duplo sentido. Por exemplo,

STEVE M ILLER canta: "E u reaimente gosto

de seus pêsse­

gos. Quero chacoalhar sua árvore". Ele está falando sobre

o sexo.13

mente sexual.

— PRINCE tem uma canção que se chama "L E T ’S PRE-

Veja os seguintes exemplos da letra que é aberta­

TEND WE'RE M A R R IE D " (Vamos Fazer de Conta que Estamos Casados). A maioria das suas músicas ainda são tabu devido â forte carga de sexo explícito.14

— AC/DC tem uma canção intitulada 'T H E JOCK", que

é uma canção dedicada ás mulheres que têm doença

venérea.15

— Os ROLLING STONES cantam: "E u dei a você diaman­

tes e você me deu doença" . 16

— AC/DC tem uma música com o nome "YOU SHOOK ME A LL NIGHT LONG" (Você Me Chacoalhou a Noite Inteira) que não precisa de nenhuma explicação.17

— B LITZ canta "BETH F R IG ID A " com as palavras: "A

gente pode tentar outra vez. A noite é uma criança. Um

pouco de amor não

" 18

— KISS tem um

álbum chamado "LOVE G U N " (Pistola

de Amor) que é terrivelmente imoral. Um dos cânticos

é "PLASTOR CASTERS" (Galheteiros de Gessos) que

glorifica um grupo de "groopies" que fazem modelos de gesso dos órgãos genitais de famosos astros do ROCK .19

— QUEEN canta um cântico chamado "GET DOWN AND MAKE LO VE" (Abaixe-se e Faça Amor) que é tão vul­

gar que não dá para citar.20

— ALICE COOPER tem um álbum inteiro chamado "MUS-

(Músculo de Amor) que também é tão

CLE OF LO VE"

sujo que nega uma análise pública.21

As músicas, os shows e as vidas dos roqueiros são satura­ das com sexo. Note os seguintes depoimentos:

— A revista LIFE comentou o seguinte sobre a música dos

ROLLING STONES: "

sexual e desespero sexuai

na

. " 22

música que grita de triunfo Música crua e repenti­

— CLÉO, do grupo LOS ANGELES, diz: "Nosso trio . Már­

cio, Ana Mendes e eu

mos uma música sensual" , 23

somos todos manequins, faze­

— BOB

ASBERRYM AN,

o

empresário

de

KISS

descre­

ve-os sendo símbolos do mal sem restrições eda sensua­

lidade.24

Também um jornal falou deles assim: "Sua

depravação parece não conhecer nenhum fim ".25

FRANK

(Mães

da

ZAPPA,

dos

MOTHERS

OF

INVENTIO N

Invenção), disse: "Às

vezes a platéia pensa

que alguns gestos são imorais. Eies estão certos".25

0

empresário do grupo GRAND

FUNK, instruiu MIKE

FATHER assim: "V á lá no palco e estupre sua guitarra,

isso é o que as moças querem ver. Escute aqui, cara, o que acontece no palco de um concerto de rock não acontece espontaneamente. É cuidadosamente plane­ jado para obter uma resposta sexual da platéia".21

ALICE COOPER traz no palco uma manequim que ele

assalta sexualmente enquanto a platéia fica louca.28 Durante seus concertos ANGUS YOUNG às vezes deixa suas calças caírem para "moon" o povo.29 ROD STEWART é conhecido pelos seus hábitos extrava­ gantes e sua paixão incontrolável por mulheres.30 JOHN KAY, do STEPPENWOLF, disse: "Uma das ra­

zões porque somos tão bem sucedidos é que temos ha­ bilidade para manter a música pesada e direta para que eia comunique diretamente com o corpo " . 31

CAZUZA, este nome no nordeste quer dizer molequinho (seu nome real é Agenor de Miranda Araújo Neto), revela sua depravação quando disse: "Ainda vou encontrar al­

guém pra ficar para sempre. Enquanto isso não acontece,

Mas

sou galinha mesmo. Uma

quero até ter um filho. Já que sou pai dos filhos dos ou­

tro s".32

D A V ID

TESNAKE, diz: "Pelo visto, o passatempo nacional de

hora

aqui, outra

a li

.

.

.

COVERDALE,

guitarrista

do

conjunto WHI-

vocês é transar

Dessa vez eu vim ao Brasil profissio­

nalmente, para tocar, o que me ocupa todo o tempo, com ensaios, imprensa, etc. Mas já está absolutamente

decidido: eu volto, e só para me d iv e lheres é claro".33

com as mu­

-

KLAUS

M EINE,

vocalista do

SCORPIONS, disse:

"A

gente nunca está tão bêbado, depois de um show, que não saque uma bela garota. E, acredite, existem montes de garotas bonitas no camarim, depois de um show. E tudo o que eu posso dizer é que a gente não tem pro­ blem a".34

II.

HOMOSSEXUALIDADE

A música ROCK não fala somente sobre o sexo promís­ cuo, mas também sobre as perversões piores que existem. Uma das perversões mais horríveis é o homossexualismo.

A música ROCK influenciou muito a sociedade na área do

homossexualismo. A gente nunca viu tantos homossexuais como nos dias de hoje. Os homossexuais são apresentados

nos filmes na televisão, são artistas de novela, e acham-se entre os mais famosos ídolos da música popular.35 É qua­

se

comum agora ver homens com brincos ou com tranças

de

cores diferentes no cabelo. Algumas das pessoas que são abertamente homossexuais

ou lésbicas são: Alice Cooper, Elton John, Rod Stewart, David Bowie, AC/DC, Kiss, Village People, Queen, Pepeu Gomes, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Joana, Simone (ela

é "casada" com uma artista) e Caubi Peixoto.36 Muitos

destes grupos e pessoas afirmam que estão querendo promo­ ver o homossexualismo. Note os seguintes depoimentos:

- SHARP M E R LIN , o

empresário do VILLAG E PEOPLE

(Povo da Aldeia), diz: “ Estou realmente tentando usar

este grupo, o

fazer homossexualidade aceitável aqui na América ".

VILLAG E PEOPLE, e nossa música para

To-

dos os componentes deste grupo são homossexuais.37

— ELTON JOHN

fez as duas seguintes declarações: "Não

há nada errado em ir para a cama com alguém do mesmo

sexo. Acho que as pessoas devem ser m uito livres com

sexo — eles devem parar com bodes".33 e "P refiro

em amor com uma m ulher eventualmente. Eu sinto que duraria m ais".33

cair

— CAZUZA, do BARÃO VERMELHO, diz o seguinte:

"O

homem transa p or prazer. Então, pode ser com homem,

m ulher com m ulher

coisa

pode amar independente do sexo

vrão), estou com Tim Maia e Sandra Sá: 'vaie tudo', mes­