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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011

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Decifrando o Arqueômetro
segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Tradutor

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Estudando o Arqueômetro
Capítulo V Quem sou eu
As regências planetárias e os quatro elementos. Orlando Junior
Escritor, Administrador e
Psicólogo, Diretor Geral da
Arkamatra, Psicologia e
A Coroa Planetária e Zodiacal da Palavra, no Arqu
eômetro, temmuitas particularidades e Consultoria em RH. Formado em
diferentes maneiras de manifestar a mesma cois
a, isso nos aj
uda a compreender como Administração e Psicologia, com
funciona este maravilhoso aparelho, uma delassão as regências planetárias sobre os especializações em RH e Psicologia
signos, seu movimento no céu do zodíacos se relações
a comos quatros elementos. Junguiana.
Vejamos primeiramente como ocorrem as regên cias dos planetas sobre os signos na Visualizar meu perfil completo
Astrologia Tradicional, preste bastante atenção pois trata-se de detalhes do Arqueômetro
em movimento, por isso aproveite mais esta oportunidade de ver por um foco
diferenciado as mesmas representações e comointeragem. Livro: Decifrando o Arqueômetro

O Arqueômetro, como afirmava Saint Yves


d´Alveydre, é um instrumento das altas
ciências e das artes, pois integra em seus
fundamentos todos os princípios
universais e apresenta diversas revelações
sobre as universidades dos saberes
ligadas às antigas sociedades de mistérios.
Baseado nestes preceitos este livro visa
resgatar as vozes dos grandes condutores
da humanidade.

O planisfério do zodíaco apresenta quatro triângulos equiláteros entrecruzados, sendo


que, cada um representa um elemento da natureza rel acionado nos seus vértices à um Membros
signo, são doze signos e quatro elementos, divididos teremos três signos por elemento da
natureza, representando o plano mental, emocional e físico.
Veja todos entrecruzados, analise com calma observe que existe uma harmonia e uma
lógica profunda nestes entrelaçamentos.

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Pôr-do-sol na Fraternidade
Espiritualista Arcanjo Yramael

Vejamos a seguir triângulo a triângulo, vamos evidenciar cada elemento no círculo


astrológico para facilitar seus estudos, isolando um a um, assim a exposição se tornará
mais didática. Este assunto não é profundol, mas temos que iniciar essa jornada, pois
teremos muitos desafios pela frente.

Triângulo da Terra
A energia Telúrica A manifestação da divindade no plano das
formas

Fraternidade Espiritualista Arcanjo


Yramael

Templo dos Iniciados

Arquivo do blog

► 2012 (3)
Iniciando nossos estudos pelo triângulo da Terra, pode-se dizer que é o triângulo que ▼ 2011 (12)
Saint Yves d´Alveydre revelou mais detalhes, pois estabeleceu ligações importantes. Fez
► Dezembro(3)
extensas considerações sobre as cores, sons, números e formas deste triângulo.
Tem seu vértice apontando para o Norte ou para o Zênite, Saturno, que rege Capricórnio, ▼ Novembro(6)
continuando, no sentido horário, temos Mercúrio que rege Virgem, fi nanlizando em Vênus Estudando o Arqueômetro Capítulo
V As regências pl...
que rege Touro. Todos são elementos de coesão, suas cores, letras, sons e números
respondem a essa tendência, através desta representação pode-se encontrar diversas Estudando o Arqueômetro Capítulo
revelações de nomes sagrados utilizando as letras dos planetas e signos, como o nome IV As letras sagr...
de Jesus, YSHO, dentre outros como: OSHY, VYSHiNU e SHYVa, aprofundando Teogonia, Cosmogonia e
encontram-se muitas outras revelações. É importante lembrar que este oráculo foi a Antropogonia Papus O Tar...
provável base da formação destas revelações sagradas, extraídas através na força de Estudando o Arqueômetro Capítulo
tantra, mantra e yantra. III A bandeira ar...
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Triângulo da Água Estudando o ArqueômetroCapítulo
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► Outubro(3)

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Visão lateral do Santuário

Fraternidade Espiritualista Arcanjo


Yramael

Da unidade das estruturas hídricas nasce a vida planetária, expressão divina do feminino,
princípio do nascimento, as águas da purificação, a fluência, a renovação e a fonte de
toda vida. Das letras dos signos e astros regentes deste elemento extraem-se muitos
nomes importantes como: MaRYaH, BHRaMA, BHRaMaN. Este triângulo entrecruzado com
o trinângulo da terra forma o principal símbolo da vida no planeta, inclusive faz parte das
primeiras considerações,do livro o Arqueômetro, com uma imensa dica de que é a "Chave
de todos as ciências". Isso demonstra claramente que este entrecruzamento, através do
triângulo de Jesus e Maria, tem um poder de imenso lastro energético planetário. Visão frontal do interior do Templo
Os planetas regentes e os signos deste elemento principiam na Lua que rege Cãncer, a
seguir em Júpiter que rege Peixes, finanlizando em Escorpião regido por Marte.
Triângulo do Fogo Pesquisar este blog
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Neste texto iremos
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A embriogenia das formas
e dos números Os quatro
elementos Expansão,
Radiação, Fluência e Coe...

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Estudando o
Está relacionado às forças de transformação, suas chamas atuam em diversos níveis Arqueômetro Capítulo V
vibratórios, possibilitando a purificação e o recomeço, é o fogo da glória e da salvação. As regências planetárias e
Todas estas forças estão relacionadas às energias crísticas que principiam em Leão os quatro elementos. A
regido pelo Sol, logo a seguir em Áries regido por Marte, finalizando em Sagitário regido Coroa Planetária e
Zodiacal da Palavra, no Ar...
por Júpiter.

Triãngulo do Ar Navegantes do
A energia Eólica planeta

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O elemento eólico, vulgarmente conhecido como ar, apresenta sutil e poderosa
interferência, não menos intensa do que os outros elementos, representa a expansão e
encontra-se regido por Vênus em Libra, Saturno em Aquário, fi nalizando em Mercúrio que
rege Gêmeos. Representa a purificação, os ares da renovação, atua na intermediação com
planos etéricos.

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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
Vamos ficando por aqui neste capítulo, aproveitem, ainda temos muito o que estudar,
estamos somente iniciando, o material disposto nestes capítulos tratam somente do plano
objetivo ou comparativo, temos muito o que aprofundar, pois os planos relativo e
superlativo trazem novas visões, permitem a mente adentrar em outras esferas, mas por
enquanto tudo que vem sendo exposto é de grande serventia para os neófitos ou mesmo
para os que ainda não entenderam direito como funciona o Arqueômetro.
No próximo capítulo iremos discorrer sobre a "sístole e a diástole" cósmica, a expansão
das letras e cores, aproveitaremos para abrir algums assuntos sobre os números,
principalmente como analisar a unidade, a dezena e a centena no Arqueômetro.

Deixe seu comentário, vindo de boa vontade será sempre produtivo.

Luz e paz.

By Orlando Junioràs novembro 28, 2011 2 comentários:

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Estudando o Arqueômetro
Capítulo IV
As letras sagradas, regras e formações

No capítulo anterior iniciamos o processo dos estudos com o entendimento da bandeira


arqueométrica, explicitando como se constituem as cores e as formas geométricas em
cada plano do Arqueômetro, expusemos fatos básicos para facilitar o entendimento deste
tipo de conhecimento. Por isso, continuaremos a decifrar mais alguns aspectos destes
estudos para sedimentar a assimilação do conhecimento.
Iniciaremos por ratificar que o alfabeto arqueométrico e as demais constituições deste
aparelho dividem-se em três camadas, o Plano Divino, constituído por três letras, a Coroa
Planetária da Palavra, constituída por sete letr as, os sete planetas da Astrologia
Tradicional e a Coroa Zodiacal da Palavra, constituída de doze letras, representando os
doze signos do zodíaco. Preste bastante atenção, pois este alfabeto contém uma
autológica, logo, percebendo algumas destas representações, conseguirá entender toda a
sistemática.

1) Plano divino

Neste plano a representação é a do centro do Arqueômetro, os raios brancos em


expansão, não existe diferenciação das cores, para ser mais preciso não existe
diferenciação de cores, sons e formas, até os números. Por isso a forma é a básica
possível, o ponto, a menor representação geométrica.
Abstraia-se, pois as três primeiras letr as ou formas geométricas são simplesmente o
ponto visto por ângulos diferenciados, assim como o branco é a síntese das cores, o
ponto é a síntese das formas, depois adentraremos no mundo dos números e sons
virginais.

Observe com bastante atenção

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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011

Perceba que tudo é um ponto, não existe nada de extraordinário, pelo contrário, decifrar o
Arqueômetro é pensar de forma objetiva, simples, se complicar não é arqueométrico.
Este primeiro nível é a síntese, o ponto, a cor branca e o número um, neste nível está
situado o prisma, representado no Arqueômetro pelos raios centrais. Portanto, gerador
das cores e formas geométricas, primárias e secundárias, como veremos a seguir.

2) Coroa Planetária da Palavra

Perceba nesta visão esquemática como tudo é muito simples, didático, fácil, não existem
complicações, é união de cores e formas, as cores primárias são oriundas do prisma e
das formas da camada superior.

3) Coroa Zodiacal da Palavra

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A Coroa Zodiacal segue a mesma sequência da Coroa Planetária, aparecendo cores e


formas das representações da regência planetária, basta observar.
Em breve disponibilizaremos a regência dos planetas sobre os signos com a distribuição
das cores, isto ajudará a entender melhor o funcionamento desta engrenagem engenhosa.

Bons estudos, deixe seus comentários, serão sempre bem-vindos.

Luz e paz.

By Orlando Junioràs novembro 25, 2011 Um comentário:

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Teogonia, Cosmogonia e Antropogonia


Papus
O Tarô dos Boêmios
Segunda Parte

Existe um tema que Papus trata no livro "O Tarô dos Boêmios" que é muito
importante para a compreensão do papel de quem interpreta as lâminas do oráculo e de
quem as consulta. É fundamental a Intuição, o dom e a sensibilidade, isto é indiscutível,
são pré-requisitos para que o jogo seja bom, adicionados aos conhecimentos profundos
do sacerdote, o resultado é insuperável.
Estou falando dos conceitos e aplicações dos aspectos superlativos da Teogonia,

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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
relativos da Cosmogonia e objetivos da Androgonia, pois estão diretametne relacionados
com as interpretações das lâminas e como visionar a leitura do conjunto do oráculo.
Papus não explica como fazer isso de forma didática, expõem os fatos, mas não
deixa claro como aplicá-los, isso é proposital, é assim que se explica algo esotericamente,
descrevendo sem abrir todo os detalhes do conhecimento, fazendo com que o neófito o
busque.
A partir deste momento estaremos focados no Simbolismo do Tarô, pois é neste
item que Papus o torna iniciático, pois trata da aplicação da chave geral, principalmente
do Grande Arcano, deixando claro a figura emblemática do masculino e do feminino,
positivo e negativo, os quatro elementos e alguns símbolos que funcionam na montagem
das chaves que abrirão estes segredos.

Figura, em síntese, das chaves dos Grandes Arcanos

Na explanação, Papus insiste que quer evitar o empiri smo, enfatizando que por
este motivo, na primeira parte do livro, direcionou para o "elemento mais fixo, mais
invariável de suas combinações, o número". Na sequência segue orientando que "o Tarô
representa a ciência antiga em todos os seus desdobramentos... Portanto, se quisermos
encontrar uma base sólida para o estudo dos símbolos representados nos vinte e dois
arcanos maiores, precisamos deixar um pouco de lado nosso Tarô e dirigirmos-nos a essa
ciência antiga". Neste momento Papus deixa claro que o Tarô é um meio, uma dialética,
mas que existe algo maior, superior, na realidade conhece a existência do Arqueômetro ou
da Tábua de Esmeralda de Hermes, por isso afirma: "somente ela pode dar-nos os meios
de atingir nosso objetivo; isso não será feito achando nela a explicação dos símbolos,
mas através de nossa atitude de criá-los um a um, deduzindo-os de princípios fixo e
gerais".
Neste momento conclama o doutro do oráculo a não utilizá-l o decorando suas
lâminas e símbolos, e afirma: "vamos realizar assim um tipo de trabalho totalmente novo,
evitando, tanto quanto possível, incidir nos erros decorrentes da ideia de querer explicar o
símbolos do Tarô por eles mesmos, em lugar de procurar a sua razão de ser na fonte
srcinal". Essa explicação diz muita coisa, principalmente que a construção arquetípica
das lâminas tem suas srcens nas culturas oraculares sacerdotais, pois estes são os
detentores dos saberes primevos. Apesar disso dedica todo um capítulo à descrição
simbólica de cada uma das lâminas dos Arcanos Maiores, o que evidencia, também, a
importância dos símbolos.

Teogonia, Cosmogonia e Androgonia


O estudo do Tarô de Papus evidencia três aspectos importantes da forma de ver
os assuntos iniciáticos: a Teogonia, a Cosmogonia e a Androgonia, que estão
diretamente relacionados com as visões superlativas, relativas e objetivas.
Então é fundamental entender do que se trata essa vi são diferenciada de Papus
sobre as lâminas do Tarô.
Teogonia ou Superlativo
Trata dos aspectos relacionados ao divino, ao incriado, ao infinito, é a leitura oracular que
relaciona o indivíduo ou a situação às consequências divinas. Esta l eitura do Tarô é tão
profunda que Papus a correlacionou com as srcens criadoras de diversas correntes do
pensamento religioso, dividindo-as em três:
1) Deus Pai - Osíris - Brahma - Júpiter
Simboliza a atividade absoluta, as lâminas observadas neste nível tratam diretamente
da visão sobre o que oráculo fala da vida no plano divino, o princípio masculino, a
semente srcinal e qual seria a srcem e a finalidade da vida no sagrado.
2) Deus Filho - Ísis - Vishinu - Juno

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Simboliza a passividade, a parte feminina deste princípio, o eterno feminino, as lâminas
analisadas pelo lado receptivo do sagrado, criador, reprodutivo, o que o beneficiado pela
consulta ao oráculo pode fazer neste plano de infinita reprodução.
3) Deus Espírito Santo - Hórus - Shiva
Aqui encontramos a junção das duas forças anteriores, o criado, a manifestação do
sagrado na vida da humanidade, resultado da trindade, as três forças que se completam.

Essa leitura pode ser realizada para qualquer um que queira


consultar o oráculo, mas prevalece a ideia que seja utilizada
intensamente para os iniciados dos mistérios, indivíduos
que buscam outro grau de entendimento, os efeitos do seu
magnetismo nas lâminas e o que dizem sobre o plano
espiritual. Portanto, a leitura das lâminas, vista sob o
aspecto da Teogonia, envolve elementos distantes do
mundo material, por isso recebe a definição de que se trata
de aspectos superlativos, ou seja, extra sensoriais, extra
físico, imperceptível aos olhos de quem vi ve no lado comum
da vida.
Normalmente, essas chaves são tão complexas que as
pessoas as vêem nos livros e não conseguem decifrar seus
códigos, pois estão relacionadas à visão Teogônica e à
Cosmogônica, como veremos a seguir.
Cosmogonia ou Relativo
O próprio Papus indica que esta segunda visão é um degrau
abaixo da primeira, quando diz que "à medida que vamos
descendo os degraus das emanações do Ser Absoluto, os
princípios vão ficando mais materiais e, portanto, menos
metafísicos. O Tarô nos ensina que o Universo resulta da participação do humano nos
atos criadores do divino". A cosmogonia trata do espírito manifesto nas diversas
camadas dos mundos existentes no Cosmo, mas ainda não diz respeito à vida terrena.
Trata das moradas das almas e das influências sofridas por estes seres neste campo da
manifestação divina através do bailado cósmico, simboliza a visão esquemática da
Astrologia, por exemplo. Também está relacionada à Queda dos Espíritos, seres oriundos
dos planos divinos, imateriais, manifestos no Cosmo, em suas diversas dimensões e
influências. A partir deste ponto a leitura do Tarô é mais comum, pois trata de um
processo perceptível a boa parte dos humanos, mas muitas vezes ai nda falta alcance,
pois a maioria quer saber de assuntos mais corriqueiros, isto pode ser visto na l eitura da
Androgonia oracular.

Androgonia ou Objetivo
Papus foi sábio quando afirmou que o ser humano "contém em si um Adão fonte da
vontade, uma Eva fonte da inteligência e deve equili brar o coração com o cérebro e o
cérebro com o coração para tornar-se um centro de amor divino". A leitura androgônica
do Tarô trata do ser encarnado, na matéria, com suas mazelas e i ncongruências,
caminhos e alternativas para viver melhor, pois neste plano encontra-se, também,
manifesto os princípios Teogônicos e Cosmogônicos, pois é impossível separá-los, pois
trata-se de uma via de mão dupla.

A capacidade do sacerdote ou da sacerdotisa,


entenda como quiser, pode ser cartomante, é o
que distingue, invariavelmente, o que dizem as
cartas, tudo contido no ritual e como irá
interpretá-las. O ambiente bem constituído
favorece muito o ritual, sem fugir da máxima:
"você tem fome de quê"? Tudo depende da
qualidade daquilo que se busca e de quem se
propõem a colocar as lâminas sagradas, pois
trata-se de um ato sacerdotal, o que define a
amplitude é a visão de quem manipula esta

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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
sabedoria oracular, quanto mais conhecimento dos aspectos Teogônicos, Cosmogônicos
e Antropogônicos, mais completa será a leitura e interpretação do oráculo. Quanto mais
preparado estiver a mente dos consulentes maiores serão as possibilidades de se acessar
as profundezas de suas revelações, pois somos produto do sagrado, a manifestação do
micro no macro.
Luz e paz

By Orlando Junioràs novembro 23, 2011 Nenhum comentário:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Estudando o Arqueômetro
Capítulo III
A bandeira arqueométrica e suas proporções

"Não podemos iludir-nos quanto ao trabalho


necessário a ser feito para manejar com perícia
e toda ciência desejável esse i nstrumento de
transformação intelectual, religiosa e social
que é o Arqueômetro".

O Arqueômetro, Saint Yves d´Alveydre

No livro, O Arqueômetro, a bandeira arqueométrica aparece sem nenhuma explicação,


colocada na sequência do texto, algo a ser analisado, pode até parecer despretensioso,
mas vindo de quem veio, não é. Na realidade, caberia um belo capítulo somente para
explicá-la, mas quem a colocou queria que o leitor pensasse, analisasse, fosse fundo nas
questões de sua representação e de sua didática. É i sso que iremos fazer neste texto, um
ensaio que procura decifrar e expor o que quer dizer essa bandeira e seus símbolos.

Vejamos a seguir uma das imagens da bandeira com os primeiros aspectos das
revelações, realizados de forma proposital, visando suscitar no l eitor impressões fortes
do que existe nesta síntese e nos seus desmembramentos.

Aqui está uma das bandeiras arqueométricas, traz algumas dicas muito boas de como
analisar o Arqueômetro, pois nela está contida uma lei de proporções, à princípio parece
ser somente de cores, posteriormente pode-se constatar que é t ambém de formas
(geometria), sons e números, pois uma vez decifrado o código das cores aplicasse a
mesma regra aos demais, portanto é uma chave deixada no livro propositalmente.

http://decifrandooarqueometro.blogspot.com.br/2011/11/ 9/19
13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
Fique atento pois iremos iniciar a análise das cores, posteriormente iremos discorrer
sobre o restante das chaves.
Inicialmente iremos extrair e analisar o miolo da mandala, somente para relembrar veja a
figura em forma de cone, a bandeira é idêntica, porem é vista de forma bidimensional.

Vamos começar extraindo a camada mais interna da bandeira arqueométrica, a dos


planetas:

Temos que imaginar que no centro existe um prisma que divide a luz branca em sete
cores, estas cores estão relacionadas aos sete astros (5 planetas, a Lua e o Sol) regentes
da astrologia tradicional, distribuindo a matiz das cores da seguinte maneira:

Primárias
Saturno (Amarela)
Mercúrio (Azul)
Vênus (Vermelha)

Secundárias
Júpiter (Laranja)
Marte (Verde)
Lua (Violeta)

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No centro fica o Sol que poderia ser representado na cor branca, mas o autor preferiu
destacar em um tom violeta escuro.
Para compreender cor e forma, por exemplo, podemos pegar a bandeira de Marte e
analisá-la:

Preste bastante atenção, pois esta autológica se repetirá para as demais representações,
é muito simples depois de desmembrada e analisada, pois este maravilhoso aparelho,
chamado Arqueômetro, não foi inventado, segundo o próprio Saint Yves d´Alveydre, foi
revelado, presente de Deus aos homens.

Vejamos a seguir a bandeira arqueométrica completa, com todo o sistema de planetas e


signos, perceba que tudo fica muito claro, basta seguir a lógica já explicada.
A proporção para os signos zodiacais é diferente, pois a matiz aumenta na proporção da
fração para quatro (4), diferente dos planetas que a proporção da fração é de dois (2).

Agora vejamos a bandeira arqueométrica nas cores já misturadas, conforme o livro, os


planetas e signos foram adicionados para melhorar a compreensão:

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Já temos muitas informações, faça suas análises, continuaremos a explicar essa


autológica nos passos seguintes, aproveite para entender bem esse processo, pois uma
vez que dominar a teoria poderá colocá-la em prática.
Em breve iremos mostrar a prática do Arqueômetro, as elaborações de objetos rituais,
músicas, formas arquitetônicas, enfim. uma variedade de possibilidades que esse
maravilhoso instrumento tem para nos mostrar, a verdadeira arte dos mestres ancentrais.

Luz e paz.

By Orlando Junioràs novembro 21, 2011 Nenhum comentário:

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A dialética do Arqueômetro
Papus
O Tarô dos Boêmios
Primeira Parte

Neste texto iremos analisar de forma sucinta pontos importantes do livro “O


Tarô dos Boêmios”, de Papus. Este era o nome iniciático de Gérard Anaclet Vincent
Encausse (* 1865 – 1916 +), nascido em Corunha, Espanha, porem viveu
praticamente toda sua vida na França. Foi médico, escritor, ocultista, rosacruz,
cabalista, maçon e um dos pais do martinismo moderno. A primeira edição do livro
"O Tarô dos Boêmios" ocorreu em 1889, o autor, neste período, ainda novo, sofria
forte influência dos conhecimentos ocultos judaicos, pois toda interpretação
transcorre a partir dos saberes desta academia, na realidade, a maioria dos

http://decifrandooarqueometro.blogspot.com.br/2011/11/ 12/19
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ocultistas da época estava focada nos caminhos esotéricos desta corrente de


pensamento. A kaballahh ou Cabala e outros conhecimentos hebraicos ainda
fascinam, pois não se pode negar que preservaram parte do conhecimento das
antigas sociedades sacerdotais.
As srcens do povo cigano na Europa causam as mais variadas
especulações, algumas lendas dizem que são oriundos das tribos de Israel, foragidas
do Egito, outros dizem que são antigos magos Caldeus, enfim, existem muitas
controvérsias sobre este povo.

Os estudos genéticos e
lingüísticos conduzem os
cientistas às srcens no

continenteNão
Punjab. Indiano, na região
se sabe de
ao certo
como iniciaram os primeiros
ciclos migratórios para a
Europa, especula-se que podem
ter lutado contra a invasão
mulçumana e migrado
forçosamente por cercos dos
exércitos inimigos ou
escravizados e trazidos para regiões próximas à Europa. O que é mais aceito nos
meios investigativos é que migraram da Índia, passando pelo atual Afeganistão,
Irã, Armênia e Turquia, em processo longo que não se pode precisar, instalaram-se
definitivamente no velho continente entre os séculos IX e X. O fato é que alguns
povos, com características similares à dos ciganos ainda vivem na Índia, tem língua
própria e muito semelhante à língua dos ciganos europeus, o romani, comprovando
estreito parentesco com o povo de Punjabi e do Híndi ocidental.
As características genéticas confirmam as evidências lingüísticas, estudos
realizados em diversos grupos étnicos correspondem perfeitamente aos dos
habitantes do subcontinente indiano. É provável que tenham vindo em diversas
ondas migratórias até atingirem o centro-europeu. Ficaram relacionados aos
Boêmios no século XV, pois o Rei da Boêmia lhes concedeu um salvo conduto, o que
facilitou a fixação na França, Roma, Suíça, Espanha, dentre outros países
próximos, sendo que, as nomenclaturas, boêmio e cigano, tornaram-se
praticamente sinônimo.
Este pequeno levantamento será útil ao leitor, possibilitando as análises de pontos
importantes destes ensinamentos, pois Papus faz várias referências aos Boêmios ou
Ciganos, afirmando que essa onda migratória partiu do Egito, o que não é
impossível, pois a própria ciência desconhece os detalhes dessas migrações. As
possibilidades do surgimento do Tarô ficam vinculadas a duas vertentes, ou seja,
ter surgido na própria Índia ou do contato com outros povos, vindo a adquirir este
conhecimento.
O ocultista deixou um legado de livros sobre variados assuntos herméticos, dentre
este, um livro dedicado ao Tarô ou Tarot, visando resgatar aspectos ocultos e
fundamentais na cultura dos oráculos ao retroceder em busca de suas srcens.
Foi bastante pragmático na análise do oráculo,
utilizou o mais tradicional dos Tarôs como base
deste estudo, o de Marselha, também citou as
lâminas de Court de Gébelin, reconhecido como o
primeiro estudioso do Tarô. Os dois tarôs utilizam
o método tradicional de 78 lâminas ou cartas, com
a separação primária pautada nos 22 Arcanos
Maiores e 56 Arcanos Menores.
Na primeira parte do livro procura atribuir as
srcens do Tarô na Europa ao povo cigano,
criticando as antigas sociedades de mistérios, como
a maçonaria, por terem perdido ou renegado este

conhecimento.
era maçon e teveNão podemos
forte esquecer
influência que Papus
dos ciganos, pois
sua mãe era espanhola e de genealogia cigana.
Afirma que "os boêmios possuem uma bíblia, bíblia que os
faz viver, pois com ela predizem o futuro. E essa bíblia é
motivo de perpétua diversão, pois ela lhes permite jogar". E
segue: "esse jogo de cartas chamado Tarô, que os boêmios
possuem, é a bíblia das bíblias, revelação srcinal das antigas
civilizações". Enfatiza que "esse jogo de cartas chamado Tarô
que os boêmios possuem... é o livro de Thot Hermes Trimegisto, é o livro de Adão, é o livro da
revelação srcinal das antigas civilizações". Neste caso Papus refere-se à Tábua de Esmeralda, às

http://decifrandooarqueometro.blogspot.com.br/2011/11/ 13/19
13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
placas de nefrita, ao Arqueômetro, ao instrumento sagrado que exprime a ideação divina através de
um planisfério também cósmico e humano.
O Tarô certamente é a dialética da
representação do planisfério divino,
cósmico e humano, ou seja, uma
maneira excepcional de manifestar o
sagrado no plano das formas.
A escrita hebraica é muito rica nesta
expressão, pois ajuda a elucidar pontos
difusos de algumas representações do
oráculo. As letras e a Kabbalah contém
ordenações e sentidos muito fortes e
bem estruturados, possibilitando uma
análise consistente para o
desenvolvimento lógico, fácil de expor
os fatos e de adquirir conhecimentos.
Vale deixar registrado que o
Arqueômetro, após estudos
comparativos com a estrutura dos
hebreus, apresenta uma lógica melhor
distribuída em elementos quantitativos
e qualitativos, talvez tenha sido esse o
motivo de Saint Yves d´Alveydre,
profundo estudioso de toda essa cultura
do ocultismo, ter optado pelo
Arqueômetro como instrumento base
de seus estudos e revelações, sem deixar de enfatizar os frutíferos elementos contidos na Kabbalah.
Depois dessas primeiras assertivas, sabendo que Papus pautou suas análises e elucidações na Cabala
Hebraica, no seu alfabeto e na sua numerologia, entende-se a afirmação que o ”IOD-HE-VAU-HE é a
palavra que nos indica a Unidade de vossa srcem, ó f ranco-maçom, ó cabalistas, TARÔ, THORA,
ROTA são as palavras que indicam a todos, orientais e ocidentais, a unidade de vossas necessidades e
de vossas inspirações no eterno Adão-Eva, fonte de todos os nossos conhecimentos e de todas as
nossas crenças”.
Calcado nestes princípios realizou a distribuição das lâminas do Tarô nas quatro
letras do alfabeto hebraico, determinando qualidades e objetivos. Neste momento
fica claro para o leitor que Papus quer retirar o Tarô do senso comum e colocá-lo
em um plano superior, o dos antigos mistérios, inclusive alerta e enfatiza sobre essa
diversidade na seguinte afirmativa: “é próprio dos estudos da verdadeira ciência
oculta o poder ser livremente exposta perante todos. Semelhantes às parábolas, tão
apreciadas pelos antigos, tais estudos parecem a muitos não serem senão a
expressão dos vôos de uma imaginação muito ousada; por isso, nunca se deve ter
medo de estar falando abertamente demais; o Verbo só atingirá aqueles que devem
ser atingidos”.
Muito interessante esta afirmativa, pois não “retira” o Tarô das mãos do povo, pois
sabe que pode ser um instrumento do despertar das consciências, mas enfatiza a
necessidade de retornar às srcens sagradas.
Assim inicia um trabalho simples e fantástico, pautando toda distribuição das
cartas ou lâminas no tetragrammaton, ou nas quatro letras dos princípios divinos e
inefáveis ou simplesmente Deus. Essas letras são , IOD-HE-VAU-HE. Toma
como base os 56 Arcanos Menores e posteriormente aplica a mesma regra aos
Arcanos Maiores, conforme a seguir:

O mago Papus foi direto na questão, traçou uma cruz e atribuiu qualidades aos IOD HE
VAU HE, onde IOD é o princípio criador, divino, masculino, HE é o princípio conservador,
astral, feminino, VAU o transformador, físico, equilibrante, e o segundo HE a transição ou
geração.
Todas as lâminas ou cartas do Tarô foram dispostas nestes quatro princípios,
proporcionando uma autológica, disposição visível de todas as cartas e total ênfase para
os valores superlativos ou teogônicos, relativos ou cosmogônicos e positivo ou
antropogônicos.

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13/09/2017 DecifrandooArqueômetro:Novembro2011
Cada uma das letras contém qualidades específicas ao princípio ao qual está vinculada,
onde engenhosamente foram dispostos em uma estrutura triangular que exprime
sequencialmente os mesmos princípios em níveis diferenciados como veremos a seguir:

Vejamos a distribuição dos Arcanos Menores, lembrando que isto se aplica a cada naipe,
pois todos estão vinculados a estes princípios dentro dos elementos da natureza que
representam, ou seja, a representação da cosmogonia no elemento fogo (paus ou
bastões) não é a mesma do elemento água (ouros), trilham o mesmo caminho por vias de
manifestação diferentes, ou seja, desembocam em suas vertentes. Então fica claro que,
por exemplo, as cartas 1, 4, 7 e Rei estão relacionadas aos aspectos positivos, pois
encontram-se dispostas no ápice dos quatro triângulos, assim como 2, 5, 8 e Dama, aos
negativos, seguindo 3, 6, 9 e Cavaleiro à neutralidade e finalmente 4, 7, 10 e Valete são
lâminas relacionadas à transição, conforme a seguir:

Isto se aplica também aos Arcanos Maiores, conforme a seguir:

A regra é a mesma dos arcanos menores, o que muda é o atributo e valor de cada
carta no jogo, um Arcano Maior pode indicar muitas coisas, enquanto um Arcano
Menor indica, provavelmente, um caminho específico.
Ao final desta análise Papus entrecruzou os triângulos dos Arcanos Maiores e fechou uma visão
esquemática geral, atribuindo valores quantitativos e qualitativo aos aspectos da Teogonia,
Cosmogonia e Androgonia do oráculo, fechando com elucidações muito proveitosas para os amantes
das cartas.
Refez todas as lâminas adicionando informações preciosas às imagens, revelando fortes símbolos de
maneira muito especial e reveladora, pois evidenciou elementos que encontravam-se velados no Tarô
de Marselha, disponibilizando muitos conhecimentos para os amantes da arte oracular.
Resumo esquemático de Papus e disposições das lâminas do Tarô dos Boêmios e suas qualidades na
hierarquia oracular:

A beleza e a plástica do Tarô de Papus, veja algumas cartas:

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Luz e paz, vamos conversando, deixe seu comentário.

By Orlando Junioràs novembro 11, 2011 11 comentários:

Estudando o Arqueômetro
Capítulo II
O Arqueômetro de Saint Yves d´Alveydre

O Arqueômetro é um instrumento fantástico e


engenhosamente elaborado, revelado por Saint Yves d
´Alveydre (*1841 – 1909+), é a expressão, em síntese, de
muitas formas de se ver a religiosidade, a arte, a filosofia e a ciência, pois
possibilita a observação desses conhecimentos por diversos focos.
A representação esquemática fornece a visualização de muitas vertentes,
por isso, didaticamente, o ideal é escolher um caminho de afinidade para
iniciarmos os estudos, pois o que fascina é perceber que em breve teremos
vários olhares deu m mesmo objeto, confirmando a ênfase de que o
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Arqueômetro possibilita diferentes visões, reforçadas pelo Mestre que o


revelou como expressões dos conhecimentos superlativo,relativo e objetivo,
ou seja, possibilita que cada um veja da forma que sua mente permitir,
diferenciada, mas sem perder o eixo do fundamento.
Podemos expressar várias elaborações a partir deste instrumento, por
exemplo, se utilizarmos a arte conjugada com a ciência, obteremos a harmonia
das formas, o belo, podemos também relacionar as notas musicais com a
geometria arquitetônica, imprimindo sonoridade à forma. Na religiosidade, a
arte é litúrgica e teurgica, associando indefinidos elementos simbólicos aos
rituais, ainda dentro do contexto da religiosidade, a arte aparece na harmonia
das formas, na cosmogonia da liturgia e chaves matemáticas de formatações
dos templos.
Por isso que é um instrumento maravilhoso, meio de indefinidas formas de
expressar ao mundo a sagrada condição do ser humano e suas mais subli mes
ideações. Ao observá-lo, logo percebemos que existem outras vertentes, enfim,
o Arqueômetro é um instrumento a ser explorado, pois é a síntese de todas as
escolas dos saberes, não somente da antiguidade, pois trata-se de
fundamento, isto significa que é atemporal.
A partir deste momento vamos adentrar neste mundo maravilhoso e explorá-lo
com a propriedade de quem sabe o que busca e encontrar as mais variadas
formas de utilizá-lo, tenho certeza que iremos compartilhar muitas visões de
um mesmo instrumento.
O Arqueômetro é comum a muitas civilizações, pois outros instrumentos
semelhantes foram encontrados nos sítios arqueológicos de diversas culturas.
O que diferencia o Arqueômetro contido no livro de Saint Yves D´Alveydre, no
início do século XX é a exposição de algumas significativas decomposições
deste selo universal, principalmente por revelar uma parte do lado oculto desta
engrenagem.
O alfabeto era morfológico, ou seja, falava através de suas formas, delineadas
pelo ponto,a linha, o ângulo, o quadrado e o círculo, a partir desta premissa e
da astrologia iniciaremos os estudos deste maravilhoso selo sagrado.Observe
o giro, veja o ponto se transformar em uma reta, a reta ganha ângulo, este
ângulo gira e vira um quadrado e finalmente um círculo que se comprime até
retornar ao ponto.Todas as formas geométricas no Arqueômetro ganham forma
no movimento de uma para outra, abstrai-se e veja o movimento da forma. Isso
é muito importante, pois reforça os sentidos e a intuição.

Primeiramente temos que entender que o Arqueômetro está disposto em uma


mandala astrológica, que exprime, a partir de seu centro, a criação do
Universo, a manifestação divina, o big bang, este centro tem uma
representação mínima de formas, pois exprime o Uno, as três letras iniciais são
representações diferentes da mesma coisa, o ponto. Estende-se a um segundo
plano, representado pelo entrecruzamento de dois triângulos eqüiláteros tendo
o Sol ao centro, em cada ponta dos triângulos um planeta da antiga astrologia
e a Lua, portanto não aparecem Netuno e Urano, finalizando encontramos um
último entrecruzamento, de quatro triângulos eqüiláteros, que na astrologia
representam os signos e os quatro elementos da natureza. Repare que chamei
o Arqueômetro de selo, isto se deve ao fato que é um registro, um momento de
como se encontrava o céu quando os nossos ancestrais registraram o evento
em um oráculo sagrado, sobre isso iremos discorrer nos capítulos que virão,
registre.

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Entenda que, no Arqueômetro, tudo tem um princípio geométrico em


movimento, portanto, o ponto gera a reta que se movimenta e forma o triângulo
que se movimenta e forma o quadrado que finaliza a forma no círculo, todas as
letras arqueométricas são produto do movimento que gera a nova forma, esteja
atento, pois é um passo importante para entender como Saint Yves dispôs
esses símbolos. É um alfabeto de 22 letras, morfológico, ou seja, fala através
de suas formas.
O Arqueômetro
Reprodução do instrumento idealizado por Saint Yves d´Alveydre

Observe a imagem completa do Arqueômetro. Existem muitas informações, por


isso para estudá-lo devemos decompor alguns elementos contidos na síntese,
visando retirar informações preciosas para o início da construção de parte
deste saber e também buscar caminhos que possibilitem a aquisição constante
do entendimento mínimo e necessário para galgar outros patamares em
nossos estudos.
Veja o desmembramento de cores, planetas e astros, iniciaremos desta maneira:

Quando utilizamos alfabetos mais usuais, pouco ou nada entendemos, temos


que nos aprofundar nos estudos e conteúdos de cada língua, mas quando
mostramos formas geométrica entendemos todas, pois são iguais aqui e na
China, ou melhor, no Cosmo, geometria é geometria, são formas presentes em
todas as manifestações do Universo. Assim é a escrita arqueométrica, também
geométrica, para que qualquer um possa entender, por isso anote essa
informação, pois vamos aprofundar os conceitos, mas por enquanto entenda o
básico, é uma boa forma de começarmos a estudar.

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O que descreverei a seguir foi o que chamei no livro, Decifrando o Arqueômetro,
de Chapéu do Mago, pois é a representação perfeita do que alguns alquimistas
faziam com elaborados chapéus de ouro cunhados com alfabetos de antigas
sociedades que conheciam os selos astrológicos.
Perceba a seguir como é a perfeita demonstração deste Chapéu do Mago, o
ideal seria representá-lo em um diedro, para ganhar não somente altura e
largura, mas também profundidade,isso fica para outro momento.

É fácil perceber a importância desta revelação e sua autológica, na realidade


são provas incontestes da existência das antigas universidades de mistérios,
pois não se pode crer que al go tão elaborado se constituiu por si só, observa-
se então, o irreversível conteúdo de um saber fecundo. O ser humano
raramente crê em algo que não pode constatar, por isso assevere-se aqui a
importância dos aspectos científicos contidos neste aparelho, para que a
experiência possa, conforme comprovações, evidenciar uma epistemologia
pautada nos preceitos da ciência moderna e atestar a expressão fenomênica,
vindo a nutrir o espírito humano de convicções. A lógica contida neste
instrumento ratifica a importância da compreensão do funcionamento
autológico para um estudo profundo e adequado aos ensinamentos contidos
nestes fundamentos, possibilitando a validação no plano mais concreto ou
científico.
Os círculo com as doze constelações, os sete planetas e três formas sagradas,
distribuem-se harmonicamente e com extrema significação, compondo a mandala em
síntese, planos que exprimem os pensamentos abstratos, estabelecidos em uma lógica
finalizada na consolidação de um magnífico instrumento, em forma de oráculo.
Aqui terminamos nosso Capítulo II, espero que tenham aproveitado bastante. Caso ainda
tenha dúvidas entre nos comentários, tentaremos dirimi-las.
Luz e paz.

By Orlando Junioràs novembro 11, 2011 4 comentários:

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