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Comentário Filipenses

Filipenses foi escrito na prisão, mas o seu tema é a alegria. Na verdade, a


alegria permeia esta carta tanto que ela foi chamada de "A epístola da
alegria". Aqueles que estudam seus ensinos e aplicar seus princípios, assim
como o apóstolo Paulo, saer! o segredo de ter alegria, pa e contentamento
em todas as circunstancias
Filipenses foi a carta mais pessoal que Paulo escreveu a uma igre#a. Nela ele
aorda muitos aspectos desafiadores da vida cristã, tais como alegria, a
humildade e a união espiritual.
$ohn %acArthur, é um Pregador e professor respeitado das escrituras, &m sua
serie de coment!rio do Novo testamento ele nos apresenta sempre um
coment!rio completo e convincente. ' leitor ir! encontrar um recurso
indispens!vel para o estudo desta magnifica epístola.
F()(P&N*&*
%''+ P-&**/0(/A1'
2 3445 6
$'0N %A/A-708-, $-.
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*cripture quotations mar9ed G$C are ta9en from the Ging $ames Cersion.
)irar6 of /ongress /atalogingHPulication +ata
%acArthur, $ohn, 5=?=H

Philippians
p. cm.H I7he
$ohn%acArthur
%acArthur,$r.
Ne: 7estament /ommentar6J
(ncludes iliographical references and inde;es.
(*EN 4H@43DHB3>3H4
5. Eile. N.7. PhillipiansH/ommentaries. (. 7itle
E*34B.? .%3? 3445
33K.>4Hdc35
34454?4=B@
To Chris Williams,
a choice riend and cherished colleag!e
whose de"otion to Christ, lo"e or the tr!th,
and aith!l ser"ant#leadershi$ ha"e been
in"al!able assets to the ministry
o %race to India or nearly two decades&
Conteudo
Prefacio
(ntroduLão
1. A &pistola +a Alegria IFilipenses 5M53J
2.
3. 's &lementos
Princípios da Alegria
&ssenciais paraIFilipenses 5M?@J
o /rescimento do Amor IFilipenses 5M=55J
4. A alegria do %inisterio OParte 5M Apesar das circustancias e atalhas
IFilipenses 5M535@J
5. A alegria do %inisterio Parte 3 M Apesar +a %orte +a /arne IFilipenses
5M5=3>J
6. /onduta ideal para a (gre#a IFilipenses 5M3?4J
7. A fórmula da 8nidade &spiritual IFilipenses 3M5HDJ
8. 8m modelo de 8nidade &spiritual IFilipenses 3MBH@J
9. A &;altaLão de /risto IFilipenses 3M=H55J
10. +eus 7raalha em Coc ParteH5M Papel do /rente na *antificaLão
IFilipenses 3M53J
11. +eus 7raalha em Coc ParteH3M papel de +eus na *antificaLão
IFilipenses 3M5?J
12. Pare de -eclamar IFilipenses 3M5DH5>J
13. %odelos de um *ervo espiritual IFilipenses 3M5H?4J
14. Qualidades que caracteriam os Cerdadeiros /rentes IFilipenses ?M5H?J
15. Perdendo para 1anhar IFilipenses ?MDH55J
16. AlcanLando o Prmio ParteH5M 's préHrequisitos IFilipenses ?M53H5>J
17. AlcanLando o Prmio ParteH3M ' Processo IFilipenses ?M5H35J
18. &stailidade &spiritual ParteH5M harmonia, alegria, contentamento na Fé,

19.IFilipenses DM5H>aJ
&stailidade &spiritual ParteH3M 1ratidão, Pensamentos +ivino e
'edincia IFilipenses DM> H=J
20. ' segredo da Alegria IFilipenses DM54H5=J
21. 's santos de +eus IFilipenses DM34H3?J

Eiliografia
Prefacio
*em duvida e uma maravilhosa oportunidade divina pregar
e;positivamente através do Novo 7estamento. %eu o#etivo é sempre ter um
relacionamento profundo com o *enhor atraves da compreensão da *ua
Palavra, e tenho tido essa e;perincia de e;plicar ao povo de +eus o que uma
determinada passagem significa. Nas palavras de Neemias @M@, H )er o )ivro
da )ei de +eus, interpretandoHo e e;plicandoHo, a fim de que o povo entenda
o que esta sendo lido.
'viamente, o povo de +eus precisa compreendHlo, o que e;ige
conhecer a *ua Palavra que e a verdade I3 7m. 3M5BJ e conhecer sua palavra e
fundamental para que Palavra haite em nós fortemente I/olossenses ?M5>J.
' impulso dominante do meu ministério, portanto, é a#udar e esclarecer a
Palavra viva do +eus vivo para *eu povo. & isso para mim é uma aventura
fascinante.
&sta série de coment!rios do Novo 7estamento reflete esse o#etivo
de e;plicar e aplicar as &scrituras. &;istem diversos tipos de coment!rios a
respeito da ilia. Alguns são essencialmente linguística, outros são de
carater teológicos, e alguns são homilética. &ste é asicamente e;plicativo ou
e;positivo. Não é linguisticamente técnico, mas lida com a linguistica quando
este parece Rtil para uma interpretaLão correta. Não é teologicamente
e;pansivo, mas concentraHse nas principais doutrinas de cada te;to e de como
eles se relacionam em todo das &scrituras. Não é e;atamente homilética,
emora cada unidade de pensamento é geralmente tratada como um capítulo,
com um contorno claro e flu;o lógico de pensamento. A maioria das verdades
são ilustrados e aplicada e relacionada a outra parte das &scrituras. +epois de
estaelecer o conte;to de uma passagem, eu tentei seguir de perto o
desenvolvimento raciocínio do escritor.
%inha oraLão é que cada leitor possa entender completamente o que o
&spírito
revelaLão*anto
possaest! diendo
entra atravésdos
nas mentes desta porLão
crentes de *ua
e traer Palavra,
uma maior para que *uae
oedincia
fidelidade, para a glória do nosso grande +eus.

$ohn %acarthur
Introdução
0o#e em dia, as pessoas são consumidas pela usca insaci!vel de
felicidade. )ivros de autoHa#uda, palestrantes motivacionais e colunistas com
seus conselhos pretendem oferecer a chave da felicidade, mas para muitas
pessoas, a porta
circunstSncias, permaneceoutra
encontramHse fechada. (ncapa por
ve controlados de elas.
controlar as seu
Quando suas
traalho, relacionamento, ou casa Iou, no caso dos cristãos, a igre#aJ não o
tornam felies, o aandonam e procuram por algo novo. & na grande corrida
da vida, parecem nunca ao menos alcanLar a medalha de rone. 7endo
inutilmente perseguida a felicidade através do praer e autoHsatisfaLão, eles
acaam se desiludindo com a vida e assim como e;p ressada pelo Pregador
em &clesiastes 5M3M "Caidade, CaidadeT 7udo é vaidade. "
%as se a felicidade, esse forte sentimento de praer e emoLão e uma
ilusão, a alegria não é. A alegria e ílica, a firme convicLão de que +eus
soeranamente controla os acontecimentos da vida para o em dos fiéis e de
*ua glória e que essa Alegria esta disponível para todos os que se achegam a
ele e lhe oedecem. Na verdade, +eus e;ige que os crentes tenham alegria
I3M5@, ?M5, DMDU.. /f 3 /or 5?M55U. 5 7essalonicenses BM5>J. &ssa alegria divina
é o tema de Filipenses, a palavra grega para a alegria, tanto em seu nome e
em suas formas verais, aparece mais de uma dRia de vees em seus quatro
capítulos I5MD, 5@, 3B, 3M3, 5, 5@, 3@, 3=, ?M5, DM5, D, 54J.
As circunstSncias atual do escritor e dos destinat!rios desta reve
epístola não seria um dos melhores momentos para se falar de Felicidade ou
de alegria. Quando o apóstolo Paulo escreveu esta carta V sua amada
congregaLão em Filipos, ele era um prisioneiro em -oma. 7oda sua vida foi

tumultuadatrs
+amasco comeLando pela %esmo
décadas atr!s, a sua conversão dram!tica
tendo enfrentado na estrada
muitos momentosde
difíceis ninguém esperava que sua vida difícil pudesse produir alegria. &le
enfrentou uma oposiLão fero e implac!vel, tanto da parte dos pagãos
incrédulos quanto dos seus compatriotas #udeus Icf. 3 /oríntios. 55M3?H?4J.
(mediatamente após sua conversão, Paulo pregava de forma cora#osa e
destemida o &vangelho, Paulo despertou a ira da populaLão #udaica de
+amasco. &les procuravam mat!Hlo, e ele foi forLado a fugir da cidade
descendo pela muralha da cidade V noite em uma cesta IAtos =M34H3BJ. %ais
tarde, ele foi forLado a fugir de (cWnio IAtos 5DMBH>JU foi apedre#ado e dei;ado
para morrer em )istra IAt 5DM5=H34JU foi espancado e #ogado na prisão em
Filipos IAtos 5>M5> H D4JU foi forLado a fugir de 7essalWnica depois que sua
pregaLão provocou um tumulto IAtos 5MBH=JU passou de l! para Eerea, de
onde ele tamém foi forLado a fugir IAtos 5M5?H5DJU foi desmoraliado e
ridiculariado pelos filósofos gregos em Atenas IAtos 5M5>H?DJU foi arrastado
diante do procWnsul romano em /orinto IAtos 5@M53H5J, e enfrentou tanto a
oposiLão #udaica IAtos 5=M=U cf. 34M5@ H 5=J o tumultos de gentios em Xfeso
IAtos 5=M35HD5,. /f. 5 /oríntios 5BM?3J. /omo ele estava prestes a navegar da
1récia para a Palestina, uma conspiraLão #udaica contra a sua vida origouHo
a mudar seus planos de viagem IAtos 34M?J. No caminho para $erusalém, se
reuniu com os anciãos de Xfeso em %ileto e falou para elesM " Agora,
compelido pelo &spírito, estou indo para $erusalém, sem saer o que me
acontecer! ali, senão que, em todas as cidades, o &spírito *anto me avisa que
prisYes e sofrimentos me esperam. "IAtos 34M33H3?J. Quando chegou a
$erusalém, ele foi reconhecido no templo pelos #udeus da Zsia %enor,
araramente espancado por uma multidão frenética, e se salvou da morte
certa, quando os soldados romanos chegaram ao local e prenderam ele IAtos
35M3H?>J.
formaram uma&nquanto
outra Paulo estavacontra
conspiraLão so custódia emlevando
sua vida, $erusalém, os #udeus
o comandante
romano para mand!Hlo so guarda pesada para o governador em /esaréia
IAtos 3?M53H?BJ. Após o seu caso arrastouHse sem resoluLão de dois anos e
dois governadores romanos, Paulo e;erceu o seu direito como cidadão
romano e apelou para /ésar IAt 3BM54H55J. +epois de uma viagem cheia de
acontecimentos, que incluiu um naufr!gio em uma violenta tempestade, Paulo
chegou a -oma IAtos 3, 3@J. /omo ele escreveu Filipenses, o apóstolo
estava em seu quarto ano de prisão romana, aguardando decisão final do
imperador Nero, sore seu caso.
A igre#a de Filipos tamém teve sua parcela de prolemas. *eus
memros eram desesperadamente pores, tanto que Paulo foi surpreendido
com a sua contriuiLão para a oferta que ele estava recolhendo para os pores
de $erusalém I3 /oríntios. @M5HBJ. /omo Paulo, que estavam sendo
perseguidos por causa de /risto I5M3H?4J. &les estavam em pior situaLão
sendo atacados por falsos mestres I?M3, 5@H5=J. No topo de tudo, uma riga
entre duas mulheres de destaque na congregaLão ameaLou querar a unidade
da igre#a ID.3H?U. /f 3M5HD, 5DJ.
No entanto, apesar das circunstSncias do escritor e dos destinat!rios, a
alegria permeava em Filipenses, tanto que podemos chamaHla de "A epístola
da alegria". -/0 )ens9i escreveuM "A alegria é a mRsica que atravessa esta
epístola, Assim como sol que se espalha sore toda a terra. A epístola toda
irradia alegria e felicidade '(A Inter$reta)*o dos +$stolas de S*o -a!lo aos
%.latas, aos +/sios e aos 0ili$enses 12innea$olis3 A!gsb!rg, 45647, 6548&
Aqueles que estudam seus ensinos e aplicar seus princípios, como o seu autor
humano, aprendem o segredo de ter alegria, pa e contentamento em todas as
circunstSncias IDM55H5?J.

A /(+A+& +& F()(P'*


Filipos era uma cidade importante no leste da %acedónia Inordeste da
1réciaJ. &le foi localiado na planície aluvial fértil do rio *tr6mon, perto do
aismo, e pequenos riachos conhecidos como os 1angites Icf. Atos 5>M5?J.
Filipos devido a sua importSncia nos tempos antigos V sua localiaLão
estratégica Iele comandou a rota terrestre para a Zsia %enorJ. Nos dias de
Paulo a estrada romana importante conhecida como a Cia &gnatia percorria
Filipos. A cidade tamém foi importante por causa das minas de ouro que se
encontrava em montanhas pró;imas.
Foi essas minas de ouro que atraíram o interesse de Filipe (( da
%acedWnia Ipai de Ale;andre, o 1randeJ. &le ane;ou a região em ?B> a/ e
fortificou a pequena aldeia de Grenides I"as fontes pequenas", assim chamado
por causa dos riachos nas pro;imidadesJ, renomeando para H Filipos I"cidade
de Filipe"J homenageando a si mesmo. Após os romanos conquistaram
%acedónia no século (( a/, Filipos foi incorporada V província romana de
mesmo nome. A cidade definhava em relativa oscuridade para mais de um
século, até que em D3 a/ tornouHse o cenario de uma das atalhas mais
cruciais na história romana. Nessa atalha, conhecido na história como a
atalha de Filipos, as forLas de AntWnio e 't!vio I"/ésar Augusto", )ucas
43M45J derrotou as forLas repulicanas de Erutus e /assius. A atalha marcou
o fim da -epRlica -omana e o início do império Io senado declarou
'taviano imperador em 3= a/, depois que ele derrotou AntWnio e /leópatra
na atalha de Actium em ?5 a/J. Anton6 e 'taviano resolvido muitos dos
seus veteranos do e;ército em Filipos, que receeu o coiLado status de uma
colWnia romana Icf. Atos 5>M53J. %ais tarde, outros veteranos romanos do
e;ército se estaeleceram ali.
/omo uma colWnia, Filipos tinha o mesmo estatuto #urídico que as
cidades na (t!lia. /idadãos de Filipos eram cidadãos romanos, eram isentos
do pagamento de determinados impostos, e não estavam su#eitos V autoridade
do governador provincial. ' Filipenses copiado arquitetura romana e estilo de
vestir, suas moedas traiam inscriLYes romanas, e o latim era língua oficial da
cidade Iapesar de 1rego tamém ser faladoJ.

A (1-&$A &% F()(P'*


A igre#a de Filipos foi a primeira igre#a fundada por Paulo na &uropa.
' apóstolo chegou a Filipos em sua segunda viagem mission!ria, sendo
dirigida pelo &spírito *anto de um modo muito dram!ticoM
+urante a noite Paulo teve uma visão, na qual um homem da
%acedWnia estava em pé e lhe suplicavaM "Passe V %acedWnia e a#udeHnos".
+epois que Paulo teve essa visão, preparamoHnos imediatamente para partir
para a %acedWnia, concluindo que +eus nos tinha chamado para lhes pregar o
evangelho IAt 5>M=H54J
&mora os convertidos iniciais eram #udeus ou prosélitos #udeus
IAtos 5>M5?H5BJ, os gentios eram a maioria da congregaLão. $! que não havia
sinagoga em Filipos Iou então o Paulo, recém chegado não teria se reunido
fora da cidade no s!adoJ é uma evidncia de que a populaLão #udaica da
cidade era pequena. +uas conversYes dram!ticas, aquelas dos ricos prosélito
)6dia IAtos 5>M5?H5BJ e o do carcereiro IAtos 5>M3BH?DJ, marcaram o
nascimento da (gre#a. IPara uma descriLão dos acontecimentos que rodearam
a fundaLão da igre#a em Filipos, ver o capítulo 5@ deste volume.J
's filipenses tinham um profundo afeto por Paulo, assim como de
Paulo por eles. &mora fossem pores, eles a apoiaram financeiramente em
um momento de seu ministério IDM5BJ. Agora, depois de muitos anos, eles
tinham mais uma ve enviado ao apóstolo um presente generoso na sua hora
de necessidade. IPara uma discussão mais aprofundada sore H ' apoio
financeiro que Paulo receeu dos Felipenses, ver o capítulo 34 presente neste
volume.J %eio século depois, a igre#a de Filipos iria mostrar a mesma
generosidade que o pai da igre#a (n!cio, que passou por sua cidade em seu
caminho para martírio em -oma.
Paulo escreveu esta carta V sua amada congregaLão de Filipos e
agradecerHlhes pela sua generosa doaLão IDM54H5=J, e;plica o por que ele
estava enviando o &pafrodito de volta para eles I3M3BH?4J, para inform!Hlos de
suas circunstSncias I5M53 H3>J, e avis!Hlos sore o perigo dos falsos mestres
I?M3, 5@H5=J.
A87'-
' te;to divinamente inspirado de Filipenses apresenta Paulo como o
autor I5M5J, tornando assim a sua autoria indiscutível. Na verdade, e;ceto por
alguns radicais do século [([ e alguns críticos, a autoria paulina de
Filipenses nunca foi questionada. 0o#e a maioria dos estudiosos, não importa
qual a sua
paulina. $. E.persuasão teológica, aceit!Hla como uma verdadeira epístola
notas )ightfoot,
Algumas evidncias internas podem levar a alguns leitores a colocar
a autenticidade da &pístola aos Filipenses, mas essa perspectiva gera muitas
dRvidas. &stas evidncias podem ser tanto positivas quanto negativas. Por
outro lado, a carta reflete completamente a mente de Paulo, em muitos
momentos. &sta epistola não oferece nenhum motivo que poderia ter levado a
uma falsificaLão. Apenas como a efusão natural do sentimento pessoal,
provocado por circunstSncias imediatas, é de qualquer maneira conceível.
8m falsificador não teria produido uma ora tão sem propósito Isem
propósito para, I&pístola
tao (nartificial. no seu caso devePaulo
de *ão ter sidoJ, e não poderia
aos Filipenses ter produido
\-eprintU algo
1rand -apidsM
ondervan, 5=B?], DJ

+A7A & )'/A) +A &*/-(7A


Paulo escreveu Filipenses, assim como /olossenses, &fésios e Filemom,
quando se encontrava na prisão. Até o final do século [C(((, a igre#a aceita
que as quatro epístolas da prisão foram escritos durante o tempo em que o
apóstolo esteve preso em -oma IAtos 3@M5DH?5J. Nos Rltimos tempos, porém,
tanto a /esaréia e Xfeso tm sido propostos como locais alternativos.
As evidncia de que Paulo escreveu Filipenses em -oma é impressionante.
's termos "guarda pretoriana" I5M5?J e "casa de /ésar" IDM33J são mais
naturalmente entendidas como referncias ao guardaHcostas do imperador e
servidores estacionados em -oma. 's detalhes da prisão de Paulo, como
registrado em Atos harmoniar em com aqueles em Filipenses. Paulo estava
guardado por soldados IAtos 3@M5>U Filipenses 5M5?H5DJ, os visitantes
permitidos IAtos 3@M?4U Filipenses DM5@J, e estava livre para pregar o
evangelho IAtos 3@M?5, Phil. 5M53H5DJ. Que havia uma grande igre#a na cidade
a partir do qual Paulo escreveu Icf. 5M53H5DJ tamém favorece a -oma. A
igre#a na capital imperial era, sem dRvida, muito maior do que em qualquer
Xfeso ou, especialmente, /esaréia.
+ois principais o#eLYes tm sido levantadas sore a visão tradicional de que
Paulo escreveu Filipenses em -oma. Primeiro, alguns argumentam que
enquanto Paulo pretendia visitar a &spanha, depois de visitar -oma I-m
5BM3D, 3@J, as outras epístolas da prisão gravar seus planos para visitar Filipos
I3M3DJ e /olossos IFm 33J após a sua liertaLão. Por isso, eles mantm,
Filipenses e /olossenses IJ deve ter sido escrito antes de Paulo chegou a
-oma. &mora se#a verdade que Paul tinha srcinalmente plane#ado visitar a
&spanha, depois de visitar -oma, dois fatos levou a mudar seus planos. Paulo
não tinha previsto chegar em -oma como prisioneiro. &le tinha passado
quatro anos na prisão romana, e durante o tempo que os prolemas surgiram
nas igre#as da 1récia e Zsia %enor. Paul decidiu revisitar as igre#as antes de
ir para a &spanha. Além disso, o fato de que a igre#a romana não estava unido
em apoio a ele Icf. 5M5DH5J fe o apóstolo adiar sua visita V &spanha Icf.
-om. 5BM3DJ.
&m segundo lugar, alguns acreditam que v!rias viagens entre Filipos e para a
cidade a partir do qual Paulo escreveu em Filipenses estão implícitas. +evido
V grande distSncia entre -oma e Filipos, eles acreditam que essas viagens não
pode ter todo o lugar tomado durante a prisão romana de Paulo. Por outro
lado, Xfeso era muito mais perto de Felipos. INoteHse que, se v!lido, o
argumento seria igualmente dier contra uma srcem cesariana de Filipenses.
/esaréia não foi significativamente mais perto de Filipos que foi -oma.J
&sse argumento, no entanto, não é v!lido. %oises *ilva oserva queM

X
emperfeitamente
um período depossível
quatropara atender
a seis meses.as%as
trs viagens
mesmo se\entre
nós -oma e Filipos]
permitimos que
uma generosa de dois meses para cada uma dessas viagens, muito menos de
um ano é necess!ria para e;plic!Hlos Ie nada nos dados nos origa a dier que
menos de um ano deve ter decorrido desde a chegada de Paulo em -oma a
sua escrita de FilipensesJ. X muito difícil entender por que esse argumento
contra uma srcem romana continua a ser levada a sério. ' assunto deve ser
descartado de qualquer outra consideraLão. *e fiermos isso, no entanto, o
Rnico argumento claro contra a visão tradicional \que Paulo escreveu
Filipenses de -oma] desaparece. IFilipenses, 7he ^6cliffe coment!rio
e;egético \/hicagoM %ood6, 5=@@]..,  it!lico no srcinalJ
' argumento mais convincente de que Paulo escreveu Filipenses de -oma
reside na naturea decisiva do veredicto, o apóstolo se mantem em espera. &le
queria ser livre, como ele esperava confiantemente I5M5=, 3DH3>U 3M3DJ, ou
e;ecutado I5M34H35, 3?J. +e qualquer forma, a decisão sore seu caso seria
final, e não haveria recurso. &sse fato parece e;cluir tanto /esaréia e Xfeso,
uma ve que como cidadão romano Paulo poderia Ie fe em HAtos 3BM55H53J
e;ercer o seu direito de apelar para o imperador Io que um escritor conhecido
como Paulo o "trunfo"J a partir dessas cidades.
As teorias que Paulo escreveu Filipenses de /esaréia ou Xfeso enfrentar
grandes dificuldades adicionais. 's defensores da nota cesariana vista que a
mesma palavra grega traduida como "guarda pretoriana" em 5M5? é usado
nos &vangelhos e modos de falar dos pal!cios do governador em $erusalém
I%ateus 3M3, %arcos 5BM5>U $oão 5@M 3@, ??U 5=M=J e /esaréia IAtos 3?M?BJ.
%as a frase "e todos os outros" I5M5?J indica que Paulo estava se referindo
aos soldados da guarda pretoriana, e não a um edifício. Falha de Paulo
mencionar Filipe, o evangelista é intrigante se ele escreveu as &pístolas da
prisão de /esaréia, #! que ele viveu naquela cidade e hospitalidade desde a
Paulo e seu partido IAtos 35M@J. Além disso, Atos não gravar uma pregaLão
generaliada do evangelho em /esaréia, como registrada em 5M53H5@.
Finalmente, a e;pectativa de Paulo de uma lieraLão r!pida Icf. 5M3BU 3M3DJ
não se encai;a as circunstSncias de sua prisão em /esaréia. 0! Rnica
esperanLa do apóstolo da liertaLão ou era para suornar Feli;, ou aquiescer
ao pedido Festus de que ele voltar a $erusalém para #ulgamento.
Naturalmente, Paulo recusou uma das duas alternativas e permaneceu um
prisioneiro em /esaréia até o seu apelo ao imperador.
A teoria de que Paulo escreveu Filipenses Ie as outras &pístolas da prisãoJ de
Xfeso, emora uma alternativa mais popular do que /esaréia, tamém
enfrenta sérias dificuldades. A mais óvia e grave é que não h! registro em
Atos que Paulo estava sempre na prisão em Xfeso. &sse silncio é
particularmente significativa, #! que )ucas dedica um capítulo inteiro IAtos
5=J para o ministério que Paulo passou trs anos l!. Além disso, a declaraLão
de Paulo aos anciãos da igre#a de Xfeso, "Noite e dia por um período de trs
anos não cessei de admoestar cada um com l!grimas" IAtos 34M?5J, implica
que o seu ministério em sua cidade foi contínuo, não interrompida por uma
prisão prolongada. 'utra omissão importante é a falha de Paulo mencionar
nas epístolas da prisão V coleta para os santos pores de $erusalém, uma
coleLão que ele referidos nas epístolas que ele escreveu durante o tempo de
sua estada em Xfeso Ipor e;emplo, -omanos, 5 e 3 /oríntiosJ. Falha de Paulo
mencionar 1aio e Aristarco aos Filipenses é tamém estranho que ele
escreveu de Xfeso, uma ve que estavam com ele l! IAtos 5=M3=J. A igre#a da
qual Paulo escreveu Filipenses não foi unido no seu apoio a ele I5M5DH5U. /f
3M34H35J. (sso, no entanto, não era verdade da igre#a de Xfeso Icf. At 34M?>H
?@J. Nem é prov!vel que os filipenses teria sentido a necessidade de enviar
um presente para Paulo em Xfeso, onde o apóstolo contou com o apoio tanto
da igre#a e de amigos pró;imos, como Zquila e Prisca Icf. 5 /or. 5>M5= U 5
/oríntios foi escrita em XfesoJ. Finalmente, enquanto )ucas estava com
Paulo quando escreveu as &pístolas da prisão I/l DM5DJ, ele aparentemente
não estava com Paulo em Xfeso IAtos 5= não é umas das " passagens" em
Atos que indicam a presenLa de )ucas com PauloJ .
8ma ve que -oma se encai;a nos fatos conhecidos da prisão de Paulo, e
/esaréia e Xfeso não se encai;am, não h! raão para re#eitar a visão
tradicional de que Paulo escreveu Filipenses perto do fim da sua primeira
prisão romana Ic. A+ >5J.
&*E'_'

(. *audaLao de Paulo I5M555J


((. A situaLao de Paulo I5M533>J
(((. As e;ortaLYes de Paulo I5M33M5@J
A. Permanecer firme na perseguiLão I5M3?4J
E. )emraHse do e;emplo de /risto I3M555
/. *er lu num mundo de 7revas I3M535@J
(C. 's companheiros de Paulo I3M5=?4J
A. 7imotep I3M5=3DJ
E. &pafrodito I3M3B?4J
C. As advertencies de PauloI?M5DM5J
A. /ontra o legalismo I?M55>J
E. /ontra a ilegalidade I?M5DM5J
C(. A admoestaLão de Paulo IDM3=J
C((. A gratidão de Paulo IDM5434J
C(((. A despedida de Paulo IDM353?J
A EPIS!"A
#A A"E$%IA
&'i(i)en*e*1+1,2- 1
Pau(o e i/teo *ero* de Cri*to e*u* a todo* o* *anto* e Cri*to
e*u* ue
oc* e*tão
raça eda'i(i)o*
e )a )arte deuntaente
#eu* no**oco
Paio* i*)o*
e do e dicono*+
Sen:or A
e*u* Cri*to.
I5M53J
Civemos em um mundo onde a tristea e generaliada, ' mundo caído
esta em familiariado com o desespero, depressão, insatisfaLão, frustraLão, e
um dese#o de felicidade duradoura que muitas vees nunca venham a
acontecer. %omentos de praer e satisfaLão estão espalhados entre a dor e a
tristea geral da vida. %uitas pessoas tm pouca esperanLa de que sua vida ira
mudar algum dia, quanto mais para melhor. +esesperanLa tende a aumentar
com a idade. )ongos anos de vida muitas vees se tornam longos anos de
sofrimento,físicas
limitaLYes insatisfaLão,
e dores.perda
&sses de entesdecrescentes
tempos queridos e amigos, e muitas
de felicidade veesa
tendem
produir uma tristea mórida e a satisfaLão com a vida vai diminuindo.
A maioria das pessoas definem a felicidade como uma atitude de
satisfaLão ou praer com ase em circunstSncias positivas em grande parte
fora de seu controle. Felicidade, portanto, não pode ser plane#ada ou
programada, muito menos garantido. &le é e;perimentada apenas quando as
circunstSncias são favor!veis. X, portanto, ilusória e incerta.
A alegria espiritual, por outro lado, não é uma atitude dependente do
acaso ou das circunstSncias. X a confianLa profunda e permanente que,
independentemente das próprias circunstSncias da vida, tudo est! em entre o
crente e ofracasso,
re#eiLão, *enhor.ou
Não importaoutro
qualquer como se#a aque
desafio dificuldade, dor, decepLão,
este#a enfrentando, a alegria
genuína permanece porque esse eterno emHestar e estaelecido pela graLa de
+eus na salvaLão. Assim, a &scritura dei;a claro que a alegria plena, a mais
duradoura e satisfatória é derivado de um relacionamento verdadeiro com
+eus. Não é aseado em circunstSncias ou acaso, mas é a posse gracioso e
permanente de cada filho de +eus. Portanto, não é surpreendente que a
alegria é um tema importante no Novo 7estamento. ' vero alegrar IchairoJ
aparece noventa e seis vees no Novo 7estamento Iincluindo aqueles
momentos em que ela é usada como uma saudaLãoJ e a alegria sustantivo
IcharaJ e a que mais vees e usada, cinquenta e nove vees. As duas palavras
aparecem tree vees em Filipenses.
A teologia ílica da alegria inclui muitos recursos. Primeiro, a alegria
é um dom de +eus. +avi declarouM " &ncheste o meu coraLão de alegria,
alegria maior do que a daqueles que tm fartura de trigo e de vinho. &m pa
me deito e logo adormeLo, pois só tu, *enhor, me faes viver em
seguranLa."I*l DMH@JU" 7u me far!s conhecer a vereda da vida, a alegria plena
da tua presenLa, eterno praer V tua direita."I*l 5>M55J.
&m segundo lugar, +eus concede alegria para aqueles que acreditam
no evangelho. Anunciando o nascimento de /risto aos pastores, o an#o disseM
" Não tenham medo. &stou lhes traendo oas novas de grande alegria, que
são para todo o povoM 0o#e, na cidade de +avi, lhes nasceu o *alvador que é
/risto, o *enhor "I)ucas 3M54H55J. $esus disse aos discípulosM " 7enho lhes
dito estas palavras para que a minha alegria este#a em vocs e a alegria de
vocs se#a completa. " I$oão 5BM55J. /risto veio para anunciar um evangelho
que daria alegria sorenatural e verdadeira para aqueles que ' receem como
*alvador e *enhor.
7erceiro, a alegria é produido por +eus, e pelo &spírito *anto. " Pois
o -eino de +eus não é comida nem eida", disse Paulo, " mas #ustiLa, pa e
alegria no &spírito *anto" I-m 5DM5J. &m sua carta Vs igre#as de 1al!tas, o
apóstolo escreveuM "' fruto do &spírito éM amor, alegria, pa, longanimidade,
enignidade, ondade, fidelidade, mansidão, temperanLa" I1l BM33H3?J.
&m quarto lugar, a alegria é vivida mais plenamente, quando o crente,
receer e oedecer a Palavra de +eus. ' profeta $eremias e;ultouM " Quando
as tuas palavras foram encontradas eu as comiU elas são a minha alegria e o
meu #Rilo, pois pertenLo a ti, *enhor +eus dos &;ércitos" I$er. 5BM 5>J. '
apóstolo $oão escreveu sua primeira carta para que, entre outras coisas, sua e
dos seus leitores "para que vossa alegria se#a completa" I5 $oão 5MDJ.
Quinto, a alegria dos crentes é aprofundado através das provaLYes. A
realidade cheia de alegria é vivida quando é contrastada com tristea, do
sofrimento e dificuldades. " +e fato, vocs se tornaram nossos imitadores e
do *enhorU apesar de muito sofrimento, receeram a palavra com alegria que
vem do &spírito *anto. I5 7s. 5M>J. &m sua segunda carta aos crentes de
/orinto, Paulo falou de estar " entristecidos, mas sempre alegres" I3
/oríntios. >M54J. 7iago aconselhou os crentes a " considerem motivo de
grande alegria o fato de passarem por diversas provaLYes" I7iago 5M3J, e
Pedro encora#ouHos com estas palavrasM
Eendito se#a o +eus e Pai de nosso *enhor $esus /ristoT /onforme a
sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperanLa viva, por meio
da ressurreiLão de $esus /risto dentre os mortos, para uma heranLa que #amais
poder! perecer, macularHse ou perder o seu valor. 0eranLa guardada nos céus
para vocs que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de +eus até chegar a
salvaLão prestes a ser revelada no Rltimo tempo. Nisso vocs e;ultam, ainda
que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de
provaLão I 5pedroM5M?H>J
*e;to, a alegria dos crentes se torna completa quando puseram a sua
esperanLa na glória do céu. &les são sempre "alegres na esperanLa" I-m
53M53J. Pedro lemrouHlhes que, " %esmo não o tendo visto, vocs o amamU e
apesar de não o verem agora, crem nele e e;ultam com alegria indiível e
gloriosa " I5 Pedro 5M@J. %ais tarde, em carta que ele e;ortou, " %as alegremH
se V medida que participam dos sofrimentos de /risto, para que tamém,
quando a sua glória for revelada, vocs e;ultem com grande alegria."
I5 Pedro DM5?J. $udas concluiu a sua reve carta com uma linda nLãoM "
`quele quesem
sua glória é poderoso
m!cula epara
comimpediHlos de cairaoe Rnico
grande alegria, para apresent!Hlos diante da
+eus, nosso *alvador,
se#am glória, ma#estade, poder e autoridade, mediante $esus /risto, nosso
*enhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempreT Amém."I$udas
3DH3BJ.
' vínculo de amor entre Paulo e os crentes de Filipos pode ter sido
mais forte do que o que ele tinha com qualquer outra igre#a. Foi em grande
medida por causa da alegria que seu amor ele os escreveu, e o tema da carta
de Paulo aos Filipenses é a alegria. A profundidade de seu relacionamento
com eles encora#ou o apóstolo durante sua prisão e mais acrescentou a sua
alegria. &le estava preocupado com sua unidade, sua fidelidade, e muitos
outros importantes assuntos espirituais e pr!ticos. %as sua principal
preocupaLão era sore suas tristea em relaLYes as afliLYes seria temperado
por sua alegria sore a sua fidelidade ao *enhor e a grande recompensa que o
aguardava no céu. Paulo queria que eles não ficassem triste, mas para
compartilhar de maneira completa a sua alegria, profunda e duradoura em
$esus /risto. X um testemunho not!vel a maturidade dos crentes de Filipos
que, emora Paulo advertiu e incentivouHos, &le não fe menLão de qualquer
prolema teológico ou moral na igre#a em Filipos. (sso tamém trou;e a
alegria ao apóstolo.
Nos primeiros dois versículos o apóstolo descreveu a si mesmo e
7imóteo como servos de $esus /risto, os crentes filipenses como santos em
/risto $esus, e ofereceu sua saudaLão a eles em nome de seu *enhor.

'* *&-C'*
Pau(o e i/teo *ero* de e*u* Cri*to I5M45 a8
Pau(o é um apóstolo amado, que escreveu tree epístolas do Novo
7estamento é sem dRvida o servo mais nore e privilegiado de $esus /risto,
que o mundo #! conheceu. No entanto, ele se refere a si mesmo e i/teo
simplesmente como *ero* de Cri*to e*u*. &le não fe menLão a sua
autoridade apostólica ou do fato dele ser escolhido para escrever parte da
Palavra de +eus em escrita. &le via a si mesmo e cada crente principalmente
como um escravo do *enhor.
7alve o aspecto mais claro e conciso de Paulo em qualquer lugar do
Novo 7estamento vem do próprio apóstolo quando ele escreve mais tarde
nesta mesma carta. Falando de sua vida no #udaísmo, ele escreveuM
&mora eu mesmo tivesse raYes para ter tal confianLa. *e alguém pensa que
tem raYes para confiar na carne, eu ainda maisM circuncidado no oitavo dia de vida,
pertencente ao povo de (srael, V trio de Een#amim, verdadeiro hereuU quanto V lei,
fariseuU quanto ao elo, perseguidor da igre#aU quanto V #ustiLa que h! na lei,
irrepreensível. %as o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de
/risto. %ais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema
grandea do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por cu#a causa perdi todas
as coisas. &u as considero como esterco para poder ganhar a /risto e ser encontrado
nele, não tendo a minha própria #ustiLa que procede da lei, mas a que vem mediante
a fé em /risto, a #ustiLa que procede de +eus e se aseia na fé. Quero conhecer a
/risto, ao poder da sua ressurreiLão e V participaLão em seus sofrimentos, tornandoH
me como ele em sua morte para, de alguma forma, alcanLa r a ressurreiLão dentre os
mortos. &'i(i)en*e* 3+4;11-
As credenciais humanas de Paulo foram not!veis. &le foi o epítome da
masculinidade #udaico, um e;emplo. era tradicional, elosos e legalista
"hereu dos hereus." Nos olhos dos seus pares #udeus, ele era íntegro e #usto.
%as depois de sua conversão, ele viu seus meritos humanos pelo mesmo
olhos que +eus o via M nao valia nada. ' que ele tinha considerado positivo
diante de +eus ele veio a perceer na verdade que era fatores negativos e
destrutivos. *ua #usti La era na verdade uma in#ustiLa, e ele aandonou de
om grado para ganhar a unica #ustiLa que vale apena " a #ustiLa que procede
de +eus e se aseia na fé " I?M=J.
ioteo era companheiro de Paulo e compartilhava da mesma #ustiLa,
tamem era um servo de Cri*to e*u*. &le era filho de Paulo na fé I5 7m.
5M3J, não só um protegido, mas tamém uma companhia agrad!vel, a quem o
apóstolo iria delegar uma e;traordin!ria legado espiritual e ministérial. *uas
duas cartas inspiradas a 7imóteo foi escrita a alguns anos mais tarde, a
primeiro após o apóstolo ter sido lierado de sua primeira prisão em -oma, e
a segunda durante a sua segunda prisão l!.
Sero* que se tradu pela palavra grega doulos, descreve uma pessoa
possuída por outra pessoa e, assim, suserviente e dependente dessa pessoa.
Paulo usou essa palavra para descreve a si mesmo no início de trs de suas
epístolas I-m 5M5U. Phil 5M5U 7ito 5M5J, e em cada caso, precede a menLão de
seu apostolado. 7iago I7iago 5M5J, Pedro I3 Pedro 5M5J e $udas I$udas 5J
tamem usam esta e;pressão da mesma maneira.

relaLão Quando a palavra


do crente escravo
com $esus e usado
/risto, no Novo 7estamento fala de uma
doulos descreve um serviLo, dispostos
determinado e dedicado. &la reflete a atitude de um escravo do Antigo
7estamento que recusou a oportunidade de lierdade e voluntariamente se
oferece ao seu mestre para serviHlo por toda vida. Na )ei %osaica, e;istia um
termo que diia *e, porém, o escravo declararM b&u amo o meu senhor, a
minha mulher e os meus filhos, e não quero sair livreK, o seu senhor o levar!
perante os #uíes. 7er! que lev!Hlo V porta ou V lateral da porta e furar a sua
orelha. Assim, ele ser! seu escravo por toda a vida "I;odo 35MBH>J. Paulo
representado todos os crentes fiéis, ele declara " %as agora, morrendo para
aquilo que antes nos prendia, fomos liertados da lei, para que sirvamos
conforme o novo modo do &spírito, e não segundo a velha forma da lei
escrita." I-om.  M >J. Aos /oríntios ele e;plicouM " Pois aquele que, sendo
escravo, foi chamado pelo *enhor, é lierto e pertence ao *enhorU
semelhantemente, aquele que era livre quando foi chamado, é escravo de
/risto. " I5 /oríntios M33.J.
/om essa atitude Pau(o e i/teo ao se descreverem como *ero* de
Cri*to e*u* eles estão declarando que pertencem a $esus. &les não falam de
si mesmos como *ero* da igre#a, nem como servos de -oma, ou de qualquer
outra pessoa ou instituiLão, mas e;clusivamente de Cri*to e*u*. Paulo
lemrou aos anciãos da igre#a de Xfeso de que a sua escolha era sincera
quando ele os encontrou perto %ileto e disseM " 7odavia, não me importo,
nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tãoHsomente
puder terminar a corrida e completar o ministério que o *enhor $esus me
confiou, de testemunhar do evangelho da graLa de +eus. " IAtos 34 M 3DJ.
&ssa devoLão é e;igido de cada crente, mas especialmente daqueles que são
chamados para o ministério. %esmo que um pastor ou um professor fiel da
igre#a, tenham que enfrenta durante a vida algumas falhas, decepLYes,
prolemas físicos, e espirituais. ' seu compromisso com Cri*to e*u* nunca
pode ser aalado ou se tornando em vão. *e o seu ministério nao suporta as
normas de outros irmãos ou se surgirem prolemas diversos, que fieram o
pastor invariavelmente se desviarem do evangelho para traalhar em alguma
outro tipo de compromisso. %esmo tendo mudado de profissão ele deve
manter sua devoLão e oedincia ao *enhor e V *ua Palavra, assim como
sempre deve manter uma vida piedoso e fiel.

's flagelos físicos de Paulo não eram realmente marcas de seu


cativeiro
preso em em -oma,
-oma ele mas
aindatudo
era que passar! era
na verdade paraa seu
cativo *enhor.
$esus /risto,%esmo sendo
e sua prisão
teve grande impacto para o evangelho. "%inha prisão na causa de /risto",
e;plicou ele, " tornouHse evidente a toda a guarda do pal!cio e a todos os
demais que estou na prisão por causa de /risto. & a maioria dos irmãos,
motivados no *enhor pela minha prisão, estão anunciando a palavra com
maior determinaLão e destemor."I5M5?H5DJ. &ra $esus /risto que atriuir
todos os seus deveres e atendia todas as suas necessidades. &le tinha o mesmo
espírito de devoLão a /risto que os servos de +avi tinhamHlhe como reiM
"&ntão os servos do rei disseram ao reiM &is aqui os teus servos, para tudo
quanto determinar o rei, nosso senhor. " I3 *am 5B. M 5BJ. $esus declarou
claramente que "ninguém pode servir a dois senhores, porque ou h! de odiar
um e amar o outro ou se dedicar! a um e desprear! o outro. Não podeis
servir a +eus e ao dinheiro "I%t >M3DJ. & porque o *enhor é um mestre
amoroso, *eus servos pode testemunhar como PauloM " & disseHmeM A minha
graLa te asta, porque o meu poder se aperfeiLoa na fraquea. +e oa
vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraqueas, para que em mim haite o
poder de /risto. "I3 /oríntios. 53M=J.
+&*7(NA+A A'* *AN7'*

a todo* o* *anto* e Cri*to e*u* ue e*tão e 'i(i)o* untaente co


o* i*)o* e dicono*+ I5M5bJ
Paulo dirige sua carta a todos os santos em /risto $esus que estão em Filipos.
Palavra  Qodesh, seu equivalente heraico, hagios IsantosJ se refere a
alguém
que são que est! separado,
separados por +eusmais
paraespecificamente
*i mesmo. Amas se as
trantando
palavras dos crentes,
são muitas
vees traduida como "santo".
(nfelimente, para algumas +enominaLYes santos são muitas vees
considerados como sendo de uma ordem especial, ou se#a, 1randes cristãos
que realiaram oas aLYes e;traordin!rias e viveram uma vida e;emplar. No
sistema católico romano, os santos são reverenciados, Na verdade são pessoas
que so podem ser oficialmente canoniados após a morte, porque eles tm
cumprir com certos requisitos e;igentes. %as a &scritura dei;a claro que
todos os santos remidos, se#a so a Antiga ou nova alianLa, são pessoas
separado do pecado e dedicados a +eus.
Quando +eus ordenou a Ananias para impor as mãos sore o recémH
convertido *aulo IPauloJ, de modo que ele recuperasse a vista, ele respondeuM
"*enhor, eu ouvi de muitos a respeito desse homem, quantos males fe aos
teus santos em $erusalém" IAtos =M5?J. Alguns versículos adiante )ucas
escreve que "como Pedro estava via#ando por todas essas regiYes, veio
tamém aos santos que haitavam em )ida" IAtos =M?3J. &m amos os casos
é evidente que os santos se refere a todos os crentes nessas cidades Icf. &f
5M5U. /ol. 5M3J. Paulo ate mesmo se refere aos crentes imaturos em /orinto
como santos, isso indica indiscutível que o termo não tem relaLão com a
maturidade espiritual ou car!ter deles, ele escreveuM "  igre#a de +eus que

est! em
todos os /orinto, aos santificados
que em todo em /risto
o lugar invocam o nome$esus, chamados
de nosso *enhorsantos,
$esus com
/risto,
*enhor deles e nosso "I5 /or. 5M3J. /omo todos os outros crentes, os cristãos
em /orinto não eram santos por causa de sua maturidade espiritual Icf. 5 /or.
?M5H?J, mas sim porque eles eram "santos por vocaLão", uma referncia ao seu
chamamento V salvaLão Icf. -om. @M3=H?4J.
7odos os crentes são santos, não porque eles próprios são #ustos, mas porque
eles estão em seu *enhor, $esus /risto, cu#a #ustiLa é imputada a eles I-m
DM33H3DJ. 8m udista não fala de si mesmo como em Euda, nem um
muLulmano falar de si mesmo como em %ohammed. 8m cientista cristão não
est! na %ar6 Ea9er &dd6 ou um mórmon em $oseph *mith ou de Erigham
oung. &les podem seguir fielmente o ensinamento eo e;emplo desses líderes
religiosos, mas eles nao sao determinados a ser como eles. *omente os
cristãos pode pretender ser igual ao seu *enhor, porque eles foram feitos
espiritualmente um com &le Icf. -om. >M5H55J. "%as +eus, sendo rico em
misericórdia, pelo grande amor com que nos amou", Paulo escreveuM "mesmo
quando est!vamos mortos em nossos delitos, nos deu vida #untamente com
/risto Ipela graLa sois salvosJ, e nos ressuscitou com &le, e nos assentou com
&le nos lugares celestiais em /risto $esus "I&f 3MDH>J. Aos 1!latas ele
declarouM "Fui crucificado com /ristoU e #! não sou eu quem vive, mas /risto
vive em mim" I1l 3M34J. Nas cartas de Paulo, a frase "em /risto $esus" ocorre
cinqenta vees, "em /risto" vinte e nove vees, e "no *enhor" Quarenta e
cinco vees. &star em /risto $esus e, portanto, aceit!vel a +eus é a fonte
suprema da alegria do crente.
Bispos e diáconos são chamados para liderar a igre#a. /omo é evidente a

partir
acião, de Atos mais
o nome 34M5, 3@ e 5MB
comum 7ito, 7estamento
do Novo , superintendente é outro Atos
para isposIcf. termo55M?4U
para
5DM3?U 5BM3, D, >, 3?U 7iago BM5DJ. 's anciãos são tamém referidos como
pastores IAtos 34M3@, 5 Pedro BM5H3J, pastorHprofessores I&fésios DM55J, e
ispos Icf. Atos 34M3@, margU 5. 7im. ?M3, marg.J. *uas altas qualificaLYes são
definidas em 5 7imóteo ?M5H e 7ito 5M>H=. Eispos, ou presíteros, são
mencionadas pela primeira ve em relaLão ao dinheiro fome e alívio enviado
pela igre#a em Antioquia aos anciãos da $udéia pelas mãos de Earnaé e
*aulo IAtos 55M?4J. &les mediam a regra de /risto nas igre#as locais através
da pregaLão, ensino, dando e;emplos piedosos, e tendo uma lideranLa guiada
pelo &spírito *anto.
&mora o seu papel é principalmente um serviLo pr!tico, em ve de pregaLão
e ensino, os di!conos são necess!rios para atender aos mesmos elevados
padrYes morais e espirituais I5 7m. ?M@H5?J como idosos. A distinLão entre os
dois cargos é que os presíteros devem ser professores hailitados I5 7m ?M3U.
7ito 5M=J.
A *A8+A_'
A oc* raça e )a da )arte de #eu* no**o Pai e do Sen:or e*u* Cri*to
I5M3J
Paulo usou essa saudaLão comum em v!rias de suas cartas Vs (gre#as
I-m 5MU. 5 /oríntios 5M?U 3 /oríntios 5M3U. &f 5M3U. /ol. 5M3H?U 3
7essalonicenses. 5M3J, em como em uma carta a um indivíduo IFm ?J. X uma
e;pressão de profundo amor do apóstolo para seus companheiros crentes,
mesmo os imaturos de /orinto, que lhe causou tamanha dor. %as ele deve ter
sentido uma sensaLão especial profundo de alegria e gratidão aos santos em
Filipos que, em contraste com aqueles em /orinto, o trou;eram satisfaLão
imensur!vel e conforto.
A graLa eterna que é concedido aos pecadores penitente em $esus é o
supremo dom divino, e pa eterna é a sua maior nLão. A fonte de amos é
+eus, nosso Pai e do *enhor $esus /risto. &sta saudaLão e;prime o amor
duradouro de Paulo e sua preocupaLão com os fiéis crentes de Filipos e serve
como uma introduLão Vs v!rias causas específicas para a alegria que ele
menciona em todas as suas epístolas.
A cone;ão comum do Novo 7estamento salutar de +eus, nosso Pai,
com o *enhor $esus /risto repetidamente enfatia a unidade da naturea entre
os dois I-m 5MU. 5 /or 5M?, =U. 3 /oríntios 5M3H?U 1al . 5M5, ?U &f 5M5H3U Phil
5M3U /ol. 5M?U 5 7essalonicenses 5M5, ?U 5 7m 5M5H3U 3 7im 5.....M 3U 7ito 5MDU
Flm ?U.. 0 5M5H?U 7iago 5M5, 5 Pedro 5M?U 3 Pedro 5M5H3, 5 $oão 5M?U 3 $oão ?U
$udas 5 J. +eus, o Pai compartilha *eu *er essencial divina com o *enhor
$esus /risto. A nfase dessa igualdade estaelece a divindade de nosso
*enhor $esus, que é a verdade central do cristianismo.
!* E(eento* da
A(eria
&'i(i)en*e* 1+3,8- 2
Aradeço a eu #eu* toda e ue e (ero de oc*. E toda* a*
in:a* oraç<e*
coo)eração ue e faor
oc* tdedado
oc*
ao*e)re oro co
eane(:o de*dea(eria )or cau*a
o )rieiro da
dia at=
aora. E*tou conencido de ue aue(e ue coeçou oa ora e oc*
ai co)(et;(a at= o dia de Cri*to e*u*. > u*to ue eu a**i e *inta a
re*)eito de todo* oc* ua e ue o* ten:o e eu coração )oi* uer
na* corrente* ue e )rende uer defendendo e confirando o
eane(:o todo* oc* )artici)a coio da raça de #eu*. #eu* =
in:a te*teun:a de coo ten:o *audade de todo* oc* co a
)rofunda afeição de Cri*to e*u*. I5M?@J
&;iste um teste popular para medir a depressão de uma pessoa, e a
ta;a pode
grave alcanLa uma*eescala
e a depressão. de 5 aPaulo
o apóstolo 54. Quanto
tivessemaior
feito for a numeraLao,
o tal mais
teste, ele sem
dRvida teria marcado um ero, porque a sua alegria foi completa e
irreprimível. +o mesmo modo que o escritor dos *almos D3 e D?, soue
superar a ansiedade, depressão e a preocupaLão Icf. *l D3MB, 55U. D?MBJ.
No entanto, as circunstSncias que Paulo estava enfrentado na época
em que escreveu esta carta eram terríveis. &le estava preso em -oma,
possivelmente correndo risco de e;ecuLão. ele foi liertado da prisão, mas ele
não estava certo de que estaria livre de seu caso quando ele escreveu a
Filipenses. &le estava so prisão domiciliar IAtos 3@M3?, ?4J, acorrentado a

umfuga.
de soldado
Pauloromano IAtos 3@M5>J
se encontrava que impossiilitava
acorrentado qualquer
e incapa de faer possiilidade
o traalho que ele
amava, e ainda e;istiam outros que aproveitava sua situaLão,e pregavam o
evangelho por inven#a e rivalidade I5M5BH5J. No entanto, seu coraLão
transordava de alegria I5M5@J. & em alguns momentos essas circunstSncias
terríveis fieram a alegria de Paulo ainda maior, porque ele confiava no
propósito soerano de seu *enhor e se voltou ainda mais a &le com muito
mas forLa e receeu conforto.
A verdadeira alegria é sempre constante inaal!vel na vida de uma
pessoa cheia do &spírito Icf. -om. 5DM5J, não era um sentimento emocional
transitório que vai e vem dependendo das circunstSncias. Por Paulo estar
constantemente perto de +eus, ele era constantemente alegre. &le
e;perimentou a pa ine;primível IDMJ satisfaLão IDM55J fornecida pelo
&spírito *anto no fundo de seu coraLão e alma, porque ele tinha uma
conscincia clara de que vivia uma vida sem ofensa a +eus IAtos 3?M5U 3DM5>U
3 /oríntios 5M53U.. 3 7m 5M?J.
A igre#a de Filipos não era perfeita. %as ao contr!rio da maioria das
outras igre#as com o qual Paulo foi associado, não tinham grandes prolemas
morais ou espirituais. &le e;ortouHos, " Não importa o que aconteLa, e;erLam
a sua cidadania de maneira digna do evangelho de /risto, para que assim,
quer eu v! e os ve#a, quer apenas ouLa a seu respeito em minha ausncia,
fique eu saendo que vocs permanecem firmes num só espírito, lutando
unSnimes pela fé evangélica, "I5M3J. Alguns versos depois, ele e;ortou os
filipensesM " completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o
mesmo amor, um só espírito e uma só atitude.Nada faLam por amiLão
egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a
si mesmos. /ada um cuide, não somente dos seus interesses, mas tamém dos
interesses dos outros. "I3M3HDJ. %ais tard e, ele ordenouHlhes que " FaLam
tudo sem quei;as nem discussYes,para que venham a tornarHse puros e
irrepreensíveis, filhos de +eus inculp!veis no meio de uma geraLão
corrompida e depravada, na qual vocs rilham como estrelas no universo
"I3M5DH5BJ. No capítulo D, ele pediu &vódia e *íntique, que, oviamente, tinha
um ponto de discórdia não resolvida ", para viver em harmonia no *enhor" Iv.
3J, e ele encora#ou toda a igre#a para " Não andem ansiosos por coisa alguma,
mas em tudo, pela oraLão e sRplicas, e com aLão de graLas, apresentem seus
pedidos a +eus. "Iv. >J. %as essas admoestaLYes são mais uma forma de
incentivo do que uma repreensão.
/omo Paulo pensou sore esta congregaLão amada a quem ele estava
escrevendo, sua alegria transordou. &le não estava pensando muito sore
suas próprias circunstSncias e sim em sua fidelidade I5,?HBJ, nao pensava
muito em suas próprias afliLYes e sim em seu amor I3M5H3J, não pensava tanto
sore o seu próprio sofrimento físico e sim em sua firmea espiritual I3M53H
5>J. Na verdade ele estava pensando na generosidade altruísta dos felipenses
em enviarHlhe apoio financeiro IDM5DH5>J. &le estava pensando sore
"progresso e alegria na fé" dos Felipos I5M3BJ, sore o seu "amados irmãos a
quem \&le ansiava] para ver, \sua] alegria e coroa" IDM5J. &le poderia,
portanto, dier com asoluta sinceridadeM " AgradeLo a meu +eus toda ve
que me lemro de vocs. " I5M?J.
&m 5M?H@ o apóstolo d! cinco elementos específicos do seu &spíritoH
alegre por estar relacionada a outros crentes. &le enfoca na alegria das
lemranLas Iv. ?J, da intercessão Iv. DJ, da participaLão Iv. BJ, da convicLao
Iv. >J, e de afeto Ivv. H@J.

A A)&1-(A +A* )&%E-AN_A*


Aradeço a eu #eu* toda e ue e (ero de oc* I5M?J
A palavra AgradeLo é uma palavra eucarística, de onde surgio a
palavra (ngls "&ucaristia", um nome freqentemente usado para representa a
/eia do *enhor. No siolismo de que os crentes dão graLas a +eus em
lemranLa do sacrifício sututivo de /risto na cru. Neste caso, Paulo d!
graLas por seus irmãos e irmãs espirituais em Filipos que, ao longo dos anos,
trou;eramHlhe nLãos aundantes e uma grande alegria.
A frase meu +eus reflete a profunda intimidade de Paulo e de sua
comunhão com o *enhor, a quem pertencia e quem serviu IAtos 3M3?J. &le
dedicava sua gratidão pelos filipenses a +eus, enfatiando tanto que o *enhor
é a fonte suprema de toda a alegria entre ele e os Filipenses " A comunhão
que eles possuiam era através de /risto, o que levou Paulo a agradecer a
+eus. Paulo e;pressa aLão de graLas semelhantes para os crentes de /orinto
I5 /or 5MD.J, &m /olossos I/ol. 5M?J, e em 7essalWnica I5 7essalonicenses
5M3U.. /f 3M5?J, e para seus amados colegas em 3 7imóteo I3 7im 5M?.J e
Filemon IFm DJ.
Paulo comeLou a recorda de Felienses em sua segunda viagem
mission!ria, quando o primeiro apóstolo chegou a Filipos. &le foi
especificamente dirigido pelo &spírito *anto para ir para a %acedWnia Ia
província em que Filipe foi localiadoJ ao invés de Eitínia, como ele e *ilas
tinha a intenLão de ir IAt 5>MH54J. No s!ado eles foram para fora da cidade
para o rio, onde esperavam encontrar adoradores #udaicos. I&videntemente,
não havia homens suficientes #udeus em Filipos para formar uma sinagoga.J
's Rnicos que estiveram presentes era um grupo de mulheres de oraLão. 8ma
das mulheres se chamava )idia, que era "mulher temente a +eus ", isto é, um
prosélito gentio ao #udaísmo. ' *enhor ariu seu coraLão a /risto. Quando
ela ouviu o evangelho, ela foi atiada #untamente com sua familia, e ela
simpatiou tanto com Paulo e com seus colegas de via#em que ela fe deles
seus convidados IAtos 5>M5?H5BJ. )idia e sua família foram os primeiros
convertidos cristãos na &uropa e tornouHse o nRcleo da primeira igre#a do
continente. A generosidade e hospitalidade era o que caracteriava a
congregaLão nos pró;imos anos.
/ertamente, tamem surgio na memoria de Paulo uma #ovem escrava
possuída por demWnios em Filipos que tinha um espírito pelo qual prediia o
futuro. &la ganhava muito dinheiro para os seus senhores com
adivinhaLYes.&ssa moLa seguia a Paulo e a nós, gritandoM "&stes homens são
servos do +eus Altíssimo e lhes anunciam o caminho da salvaLão". &la
continuou faendo isso por muitos dias. Finalmente, Paulo ficou indignado,
voltouHse e disse ao espíritoM "&m nome de $esus /risto eu lhe ordeno que
saia delaT " No mesmo instante o espírito a dei;ou." IAtos 5>M5>H5@J. &mora
)ucas não a descreva especificamente, parece prov!vel que ela, assim como
)ídia, ela tenha nascido de novo e tornouHse uma irmã em /risto, a quem
Paulo agora lemra com carinho.
Paulo tamém teria lemrado o tempo que passou na prisão em
Filipos, devido o fato dos propriet!rios da menina escrava, que perderam uma
grande fonte de renda incitaram o povo contra ele e *ilas IAtos 5>M5=H3?J.
Não só o *enhor deu a Paulo e *ilas pa e alegria, apesar de suas cadeias e,
literalmente, colocar mRsicas em seus coraLYes IAtos 5>M3BJ, mas &le
tamém usou sua prisão para traer salvaLão ao carcereiro e sua família
IAtos 5>M3> H ?DJ. Na saída da cidade depois de ser liertado da prisão, Paulo
e *ilas foram para a casa de )ídia pela Rltima ve e foram encora#ados pelos
muitos crentes de l! que vieram para vHlos fora IAtos 5>MD4J.
Paulo deve ter lemrado que muitas vees, depois que ele dei;ou
%acedónia, a igre#a de Filipos foi a Rnica que o a#udou financeiramente
IFilipenses DM5BH5>J. Aqueles crentes devotos continuaram a sua
generosidade, contriuindo para com Paulo para os crentes necessitados em
$erusalém I3 /oríntios. @M5HBJ.
Paulo decidio concentra suas recodaLoes entre a ondade e gentilea,
dese#ava o sucessos de outros mas isso não implica negar suas fraqueas e
deficincias, ele lutava constantemente contra elas. ' &spírito *anto pede que
os crestes demontre amor, generosidade e compai;ão pelos outros e esquecer
todo resto Icf. DM@U 5 /oríntios 5?MDH.J. Por outro lado, uma pessoa que
constantemente focalia os aspectos negativos, falhas, defeitos e desafetos de
outras pessoas é uma pessoa não controlados pelo &spírito *anto, e pode ate
ser um incrédulo. Amargura, ressentimento, espírito crítico, raiva, e
sentimentos semelhantes são oras da carne, não do &spírito.
1rande parte da alegria de Paulo era devido as lemranLas agrad!veis
e amorosas de crentes assim como os de Filipos, que sao consistentes e fiéis
ao *enhor, assim como para com seus companheiros, e para com ele.

A A)&1-(A +& (N7&-/&**'


E toda* a* in:a* oraç<e* e faor de oc* *e)re oro co a(eria
I5MDJ
'utro elemento indispens!vel da alegria do crente est! na intercessão
diante de +eus em nome de outros. Aqueles que são oedientes ao &spírito
*anto vai deliciarHse com o privilégio da oraLão intercessora. 8ma
(ntercessão fiel e sincera é muito mais do que uma origaLão, é uma alegria.
(ntercessores fiéis são mais preocupadas com as necessidades eo emHestar
dos outros do que seus próprios e pedem para que +eus derrame a *ua nLão
divina sore eles. 8m teste infalível da alegria piedosa é o grau em que um
crente ora mais intensamente para o enefício e nLão dos outros do que
para si próprio.
A palavra 1rega  +eesis sustantivo para IoraLãoJ,e usada duas
vees neste verso, e possui o significado !sico de um pedido, dese#o, ou
sRplica e, no Novo 7estamento, é sempre dirigida a +eus Icf. )ucas 5M5?U
BM??U -om . 54M45, 3 /oríntios 5M55U.. 0 BMU 7iago BM5>, 5 Pedro ?M53J.
/omo o apóstolo e;plica mais adiante neste capítulo Ivv. 53H35J, foi
neste momento passando por alguns dos momentos mais difíceis e dolorosas
de seu ministério. Não só por ele esta na prisão, mas algo ainda mais doloroso
para ele, e que estava sendo criticado por colegas professores e pregadores
que pretendiam "levar a \ele] angRstia em \sua] prisão" Iv. 5J. &mora ele
oviamente tivesse ficado um pouco aalado por esse comportamento in#usto
e odioso, ele estava determinado a não permitir que esses prolemas
diminuisse a sua alegria. &m ve disso, Paulo estava agradecido " %as, que
importa ' importante é que de qualquer forma, se#a por motivos falsos ou
verdadeiros, /risto est! sendo pregado, e por isso me alegro. +e fato,
continuarei a alegrarHme, "Iv. 5@J.
8ma 'raLão intercessora Vs vees envolve decepLão e dor. %ais tarde,
Nesta carta, ele aconselhou aos filipensesM " (rmãos, sigam unidos o meu
e;emplo e oservem os que vivem de acordo com o padrão que lhes
apresentamos.Pois, como #! lhes disse repetidas vees, e agora repito com
l!grimas, h! muitos que vivem como inimigos da cru de /risto.Quanto a
estes, o seu destino é a perdiLão, o seu deus é o estWmago e tm orgulho do
que é vergonhosoU eles só pensam nas coisas terrenas. "I?M5H5=J. &sses falsos
crentes não só eram caridoso ao e;tremo, mas tamém são descaradamente
mundano. &les eram "inimigos da cru de /risto." Pregavam um falso ensino
e possuiam vida imoral que ameassaria seriamente a igre#a, e esse estado de
coisas tr!gico trou;e dor para o apóstolo. Paulo lemrou a igre#a de /orinto
que "em muita triulaLão e angRstia de coraLão vos escrevi, com muitas
l!grimas, não para que vocs fiquem triste, mas para que vocs conheLam o
amor que eu tenho especialmente por vocs" I3 /or . 3MDU cf 55M3=J..
%as as oraLYes de Paulo para os filipenses foram oferecidos com
grande apreLo, gratidão e alegria. Nem os falsos professores incrédulos ,
como as que acaei de mencionar, nem os crentes riguentos, como &vódia e
*íntique IDM3J, poderia rouar Paulo da sua recordaLão feli desta amada
congregaLão . Após implorar /lement e um ancião sem nome em Filipos para
a#udar a conciliar essas duas mulheres, ele e;ultaM "AlegraiHvos sempre no
*enhorU outra ve digo, AlegraiHvosT" IDM?HDJ.
/omo Paulo, crentes que possuem a verdadeira alegria dada por +eus
não se concentrar em si mesmo, nem em sua dor ou circunstSncias difíceis.
Na verdade eles são astante preocupados com a dor de seus irmãos ", eles
senten todas dificuldades, falhas e tristeas de seus irmaos, e sinceramente
interceder por eles. &les alegremente orar para que +eus aenLoe seus irmãos
em todos os sentidos, acima de tudo ora pelo seu emHestar espiritual. %ais
tarde nesta carta Paulo e;pressa essa característica pessoal em uma
advertnciaM "Não apenas olhe para seus próprios interesses pessoais, mas
tamém para os interesses dos outros" I3MDJ.
Parece que durante a maior parte da história da igre#a apenas uma
minoria de cristãos conhecera a verdadeira alegria dada por +eus aos *eus
filhos oedientes. &ssa Falta de alegria se revela de trs maneirasM &ssas
pessoas possuem muitos Pensamentos negativos que o impedem de mante
comunicaLao com outros irmao, nao se preocupa com o pro;imio nem com o
seu emHestar e nao intercede em nome de ninguem. /rentes infelies são
egocntricas, egoístas, orgulhosos, vingativos e, muitas vees, e seu
egocentrismo, inevitavelmente, manifestaHse na oraLão.

A A)&1-(A +A /'%8N0'
)or cau*a da coo)eração ue oc* t dado ao eane(:o de*de o
)rieiro dia at= aora. I5MBJ
' terceiro elemento de alegria que +eus nos deu é a cooperaLão.
Palavra grega Goinonia IcooperaLãoJ é comumente traduida por
"coperaLão", ou "comunhão", e tem o significado da rai de compartilhar algo
em comum. X usado em v!rios locais de compartilhamento de ens ou
dinheiro. 8sando a forma veral, Paulo declara que os crentes fiéis devem
a#udar"contriuir para as necessidades dos santos" I-m 53M5?J, e mais tarde
na carta que ele usa a forma sustantiva ao falar de "uma contriuiLão para os
pores entre os santos em $erusalém "I-m 5BM3>U. cf 3 /or @MD, onde 9oinonia
é usado como." participaLão "U =M5?J. &m 5 7imóteo >M5@ a forma ad#etiva é
traduida como "pronto para compartilhar", e em 0ereus 5?M5> o sustantivo
é traduido como "partilha".
No sentido mais amplo, Paulo se alegrava que os filipenses eram
salvos e, assim, parceiros com ele na propagaLão do evangelho. *uas
participaLoes foram atraves de seu generoso apoio financeiro para com
ministerio de Paulo. %ais tarde, Nesta carta, ele lemrouHlhesM "
/omo vocs saem, filipenses, nos seus primeiros dias no evangelho,
quando parti da %acedWnia, nenhuma igre#a partilhou comigo no que se
refere a dar e receer, e;ceto vocsUpois, estando eu em 7essalWnica, vocs
me mandaram a#uda, não apenas uma ve, mas duas, quando tive necessidade.
"IDM5BH5>J.
+e longe a coisa mais importante que todos os crentes deviam
compartilham é a sua unidade espiritual, a sua participaLão no evangelho de
$esus /risto. "+eus é fiel", e;plicou Paul ", pelo qual fostes chamados V
comunhão com seu Filho, $esus /risto, nosso *enhor" I5 /or. 5M=J. Amiade
inclui a cooperaLão na pregaLão das oas novas sore a salvaLão para aqueles
que nunca ouviram falar dele, de modo que a comunhão espiritual pode ser
ampliado e traer glória ainda maior a +eus Icf. 3 /oríntios. DM5BJ. Neste
conte;to, a frase do &vangelho refereHse a todo o empreendimento do
evangelho ministérial, especialmente o de evangelismo. Assim, Paulo aqui
elogia os Filipenses por sua parceria fiel e duradoura com ele neste esforLo
supremo.
EnLão maravilhosa de Paulo em 3 /oríntios talve melhor resume a
profundidade e amplitude do cristão, GoinoniaM "A graLa do *enhor $esus
/risto, e o amor de +eus, e a comunhão \9oinonia] do &spírito *anto, se#a
com todos vós" I 3 /oríntios. 5?M5DJ. A graLa #ustificativa do Filho, o amor
eletivo do Pai e a comunhão santificadora do &spírito *anto estão
ine;tricavelmente se todas
espiritual, que inclui uniram
as na parceria
pessoas quedos
temsantos, uma vasta
a fé salvadora emirmandade
$esus /risto.
7al comunhão foi uma grande fonte de alegria para Paulo, como é para todos
os cristãos que encontrar a forLa, encora#amento, conforto, apoio e a#uda
através de sua comunhão com outros crentes.
&m seu coment!rio sore Filipenses, o famoso comentarista ^illiam
0endri9sen enumera oito aspectos ou oito tipos, de /ristYes 9oinonia Iver
coment!rio do Novo 7estamentoM &;posiLão de Filipenses \1rand -apidsM
Ea9er, 5=>3], B5HB?J. *ua lista não pretende ser arangente, e os oito aspectos
não estão necessariamente em ordem de importSncia. &les são de graLa, fé,
oraLão e aLão de graLas, amor, serviLo, contriuindo para as necessidades dos
outros, a separaLão do mundo, e guerra espiritual. X óvio que se sorepYem
em graus variados.
Primeiro e mais importante é a comunhão de graLa. &sta não é uma
natural, a comunhão do homemHfeito, mas um soeranamente conceido e
realiado por +eus através de *eu &spírito *anto. "Porque pela graLa sois
salvos mediante a fé", Paulo declarou, "e isto não vem de vós, é dom de
+eus" I&f 3M@U /f. Atos 5BM55U. -m DMBJ. 7odos os crentes foram
graciosamente escolhido por +eus para a salvaLão. Além de ter escolhido sua,
eles não poderiam ter escolhido ele. &m $oão >MDD $esus declarouM "Ninguém
pode vir a %im se nao for o Pai que me tenha enviado, & eu o ressuscitarei
no Rltimo dia" Aos -omanos Paulo escreveuM "Para aqueles que \+eus] de
antemão conheceu , tamém os predestinou para serem conformes V imagem
de *eu Filho, para que &le se#a o primognito entre muitos irmãos, e estes aos
que predestinou, tamém chamouU e estes aos que chamou, tamém
#ustificou, e estes aos que #ustificou , tamém glorificou "I-m @M3=H?4U. cf $o
5BM5>J.
Aqueles a quem +eus escolhe para a salvaLão são feitos em uma so
unidade com o Pai, o Filho eo &spírito *anto, em como uns aos outros.
Falando de si mesmo, $esus orou ao Pai, "assim como voc deu a &le \o
Filho] autoridade sore toda a carne, que a todos quem voc deu, &le pode
dar a vida eterna. &sta é a vida eternaM que te conheLam a ti, Rnico +eus
verdadeiro, ea $esus /risto a quem enviaste "I$oão 5M3H?J. Paulo resumiu
que a verdade nestas palavrasM "Aquele que se une ao *enhor é um espírito
com &le" I5 /oríntios >M5.J.
' segundo é a comunhão de fé. No plano humano, é somente a fé que
tra os pecadores V salvaLão. Paulo e *ilas disse ao carcereiro de FiliposM "/r
no
No*enhor $esus
entanto, e ser!s
como salvo, tu ea
mencionado tua casa"
acima, IAtos 5>M?5U
até mesmo a fé /f. -om. tem
humana 54M=H54J.
uma
srcem divinaM "Porque pela graLa sois salvos, mediante a fé, e isto não vem
de vós, é dom de +eus" I&f 3M@J.
A terceira é a comunhão de oraLão e aLão de graLas. Nada une os
crentes mais estreitamente do que adorar a +eus em louvor e aLão de graLas
em uma congregaLao. 's cristãos sempre \devem] sempre viver dando graLas
por todas as coisas em nome de nosso *enhor $esus /risto, para +eus, o Pai,"
I&fésios BM34J, e "o que \eles] faer em palavra ou aLão, \eles devem] faer
tudo em nome do *enhor $esus, dando por ele graLas a +eus Pai "I/l ?M5J.
&les são a "alegrarHse sempre, orar sem cessar, \e] em tudo dai graLas, porque
esta é a vontade de +eus para \eles] em /risto $esus" I5 7s BM5>H5@.J.
' quarto é a comunhão do amor, a virtude suprema que engloa todas
as outras virtudes. X mais importante do que falar em línguas, profecia, o
conhecimento teológico, a fé, a generosidade, sacrifício, e até o martírio I5
/oríntios. 5?M5H?J. Paulo passou a declarar que " amor é paciente, o amor é
ondoso. Não inve#a, não se vangloria, não se orgulha.Não maltrata, não
procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. ' amor não
se alegra com a in#ustiLa, mas se alegra com a verdade. 7udo sofre, tudo cr,
tudo espera, tudo suporta, Assim, permanecem agora estes trsM a fé, a
esperanLa e o amor. ' maior deles, porém, é o amor. "I5 /or. 5?MDH@, 5?J. '
apóstolo $oão ensinou que o amor é a marca definitiva da comunhão cristãM
"Amados, amemoHnos uns aos outros, porque o amor vem de +eus, e
qualquer que ama é nascido de +eus e conhece a +eus. Aquele que não ama
não conhece +eus, porque +eus é amor "I5 $oão DMH@J.
Quinta é o imenso de#eso de contriuir para com as necessidades dos
outros. "&nquanto tivermos oportunidade", Paulo advertiuM "faLamos o em a
todas as pessoas, e especialmente para aqueles que são da família da fé" I1l
>M54J. %esmo so a antiga alianLa, os crentes foram ordenadosM " Quanto lhe
for possível, não dei;e de faer o em a quem dele precisa, " IPv ?M3J.
*e;ta é o de promover a comunhão do evangelho, #! mencionado
acima. (sso é feito através da pregaLão, ensino, testemunho, e apoiar aqueles
que o *enhor tem chamado especialmente para os ministérios. &ssa
comunhão é claramente o cumprimento da 1rande /omissão de $esusM "Faei
discípulos de todas as naLYes, atiandoHos em nome do Pai e do Filho e do
&spírito *anto, ensinandoHos a oservar tudo quanto vos ordenei" I%t 3@ M5=H
34J.
' sétimo
/en!culo, pouco éantes
a comunhão da separaLão
de ser preso, do mundo.
$esus disse &mone
aos seus seu discípulos
discurso no
restantesM " vocs não são do mundo, mas eu os escolhi, tirandoHos do mundo
I$oão 5BM5=J. A parte negativa, mas e;tremamente importante de
companheirismo é manter "a si mesmo imaculado pelo mundo" I7iago 5M3J,
que nunca foi mais difícil do que em nossa própria época. $oão e;orta os
crentes, "Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. \&] se alguém \ama] o
mundo, o amor do Pai não est! nele. Porque tudo que h! no mundo, a
concupiscncia da carne, a concupiscncia dos olhos ea soera da vida, não
é do Pai, mas do mundo "I5 $oão 3M5BH5>J.
'itava é a comunhão na guerra espiritual. &m muitos aspectos este é
uma e;tensão do aspecto anterior. Quando um crente é realmente separado do
mundo, ele estar! so ataque do mundo. " *e vocs pertencessem ao mundo,
ele os amaria como se fossem dele ", e;plicou $esus, " 7odavia, vocs não são
do mundo, mas eu os escolhi, tirandoHos do mundoU por isso o mundo os
odeia . )emreHse da palavra que eu disse a vocs "8m escravo não é maior
do que seu mestre." *e me perseguiram, tamém vos perseguirão a vós "I$oão
5BM5=H34J. Nesta grande luta espiritual "as armas da nossa milícia não são
carnais," porque o conflito não é da carne ", mas \são] divinamente poderosa
para a destruiLão das fortaleas" I3 /oríntios. 54MDJ. Nessa guerra, os crentes
são companheiros I3 7m. 3M?J.
8m cristão que de om grado aandona a comunhão com outros
crentes, inevitavelmente, a alegria que o &spirito lhe deu nao e genuiana. X
impossível viver fielmente ou alegremente sem a comunhão com outros
crentes em /risto. %as o crente que regularmente est! na companhia de
outros irmãos em /risto, cumprindo as responsailidades que tal
companheirismo requer e fornece, assim como, inevitavelmente, vai ser cheio
de alegria divina. Para estar na companhia daqueles que são coHherdeiros com
/risto, pessoas que amam, cuidar, entender, orar e uns com os outros, que
ministram e comatem o om comate em con#unto, deve ser eneficiados de
uma alegria aundante e permanente.
&ssa é a alegria que Paulo e;pressa aqui em relaLão aos crentes de
Filipos. &les haviam servido fielmente com ele em sua igre#a, proclamou o
evangelho com ele, louvavam e adoravão com ele, e defendiam a fé #unto a
ele. &les tinham compartilhado aundantemente seus recursos materiais com
ele nao so uma ve mas uma outra ve. &les haviam sido incans!vel e
anegadamente em parceria com ele desde o primeiro dia até agora, ao longo
de um período de v!rios anos.
A A)&1-(A +A P&-F&(_'

E*tou conencido de ue aue(e ue coeçou oa ora e oc* ai
co)(et;(a at= o dia de Cri*to e*u*. I5M>J
' quarto elemento da alegria é o da PerfeiLao. Nada pode incentivar mais um
cristão doque o conhecimento de que, apesar das incerteas e dificuldades da
vida, e não importa quantas derrotas espiritual possam aparecer ao longo do
caminho, um dia ele vai ser perfeito.
A palavra convencido vem da palavra grega peitho, que aqui significa ser
persuadidos ou ter confianLa interna , quando Paulo fala estou convencido era
muito mais do que uma esperanLa humana, era a asoluta confianLa que vem
do saer e crer na prom essa de +eus que aq uele que comeLou a oa ora
em, voces \no caso +eus] a aperfeiLoar! até o dia de /risto $esus. A salvaLão
é totalmente ora de +eus, e por isso a sua conclusão é tão certa como se #!
estivesse realiado.
A Palavra b/omeLouK vem da plavra grega benarchomaiK, um vero composto
que significa "comeLa por dentro" &la é usada apenas duas vees no Novo
7estamento, nas duas vees em referncia V salvaLão. Paulo repreendeu certos
crentes nas igre#as da 1al!cia, que acreditavam que eles poderiam terminar
em seu próprio poder o que +eus tinha comeLado divinamente em suas vidas
apenas pelo poder do *eu &spírito *anto. *er! que vocs são tão insensatos
que, tendo comeLado pelo &spírito, querem agora se aperfeiLoar pelo esforLo
próprio" I1al. ?M?J. No presente te;to, o apóstolo, na verdade, responde a
essa mesma questão, garantindo aos filipenses que sua salvaLão é apenas uma
ora da graLa de +eus. +eus requer a fé para a salvaLão, mas a fé não é um
traalho meritório. A salvaLão é pelo poder de +eu s em resposta V fé , e
como #! oservado, a própria fé é ora de +eus, divinamente iniciada e
divinamente realiado I&f 3M@H=J. Apesar de )idia, a primeira convertida em
que se tornaria a igre#a em Filipos, acreditava que o evangelho de /risto,
)ucas dei;ou claro que "o *enhor ariu seu coraLão para responder Vs coisas
que Paulo diia" IAtos 5>M5DJ.
%ais tarde, na presente &pístola, Paulo enfatiou que "para voc que foi
concedido por causa de /risto, não somente crer n&le, mas tamém sofrer
por causa dele", e "pois é +eus quem efetua em vocs tanto o querer quanto o
realiar, de acordo com a oa vontade dele. "IFilipenses 5M3=U 3M5?J. "A todos
quantos ' receeram \/risto]", $ohn declarouM "deuHlhes o direito de se
tornarem filhos de +eus, mesmo para aqueles que crem no *eu nome" I$oão
5M53J. Quando "os apóstolos e os irmãos que estavam em toda a $udéia
ouviram que os gentios tamém haviam receido a palavra de +eus" através
do testemunho de Pedro, "aqueles que foram circuncidados teve prolema
com ele", acreditando que o evangelho era só para os #udeus ou para os
convertido ao #udaismo. %as depois de terem ouvido relatório de Pedro ",
eles se acalmaram e glorificaram a +eus, diendoM Eem, então, +eus
concedeu tamém aos gentios o arrependimento que condu V vida" IAtos
55M5H3,
ele nos 5@J.
gerou"No e;ercício
pela palavrada
dasua vontade,"
verdade, para7iago escreveuMcomo
que se#amos "por que
sua decisão
os
primeiros frutos de tudo o que ele criou. " I7iago 5M5@J.
/omo oservado anteriormente, a salvaLão é unicamente pela graLa de +eus.
+eus "Porque +eus nos escolheu nele antes da criaLão do mundo, para
sermos santos e irrepreensíveis em sua presenLa. " I&f 5MDJ. +eus escolheu
todos os crentes antes do tempo, muito antes de que eles poderiam escolher
ele, e para além da sua escolha deles, eles não puderam escolhHlo I$oão
>MDDJ. &le sempre foi verdade, em cada época e circunstSncia, que apenas
"tantos quantos haviam sido destinados para a vida eterna \ter]" IAtos 5?MD@J.
Paulo claramente e;presso que a verdade em -omanos BM@H54M
+eus prova o seu próprio amor para conosco, em que, quando éramos ainda
pecadores, /risto morreu por nós. %uito mais agora, tendo sido #ustificados
pelo seu sangue, seremos salvos da ira de +eus por meio dele. Pois se quando
éramos inimigos, fomos reconciliados com +eus pela morte de *eu Filho,
muito mais, estando #! reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
%ais tarde, em que a epístola de Paulo deu um paralelo com Filipenses 5M>,
notando que "aqueles que \+eus] de antemão conheceu, tamém os
predestinou para serem conformes V imagem de *eu Filho, para que &le se#a o
primognito entre muitos irmãos, e estes aos que predestinou, tamém
chamouU e estes aos que chamou, tamém #ustificou, e estes aos que
#ustificou, tamém glorificou "I-m @M3=H?4J. 7odos os escolhidos serão
glorificados. +eus vai terminar o que &le comeLou.
/ada aspecto da salvaLão é pela escolha & vontade soerana de +eus . Paulo
escreveu aos &fésios o seguinteM
+eus, sendo rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou,
quando ainda est!vamos mortos em nossos delitos, nos deu vida #untamente
com /risto Ipela graLa sois salvosJ, e nos ressuscitou #untamente com &le, e
nos assentou com &le nos lugares celestiais em /risto $esus, para que nos
séculos vindouros ele pudesse mostrar as suprema riquea da sua graLa, em
ondade para conosco, em /risto $esus. Porque pela graLa sois salvos,
mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de +eus. I&f 3MDH@U. /f 7ito ?MDH
>U 7iago 5M5@, 5 Pedro 5M3H?J
X o *enhor que comeLa a ora da salvaLão, e é o *enhor, através do *eu
&spírito *anto, que vai aperfeiLo!Hla. Aos 1!latas escreveuM "Fui crucificado
com /ristoU e #! não sou eu quem vive, mas /risto vive em mim, ea vida que
agora vivo na carne, vivo pela fé no Filho de +eus, que me amou e *e
entregou por mim "I1l 3M34J. A palavra grega &pitelej IcompletaHlaJ é um
composto, formado pela preposiLão epi eo teleo vero I"completar"J para dar
o sentido intensificado de "totalmente concluída." Paul estava asolutamente
certo de que +eus plenamente completaria a sua ora de salvaLão em
Filipenses. Não h! possiilidade de falha ou de cumprimento parcial.
A e;pressão escatológica o dia de /risto $esus não se refere ao que tanto o
Antigo e Novo 7estamentos profetia como o dia final do *enhor, ou o tempo
de #ulgamento de +eus sore o mundo pecaminoso. ' +ia do *enhor é
descrito por Paulo em 5 7essalonicensesM
Porque vós mesmos saeis muito em que o dia do *enhor vir! como um
ladrão na vir!
destruiLão noite. &nquanto
sore eles estão
eles de repente, comodiendoM
as dores "Pa e seguranLaT",
de parto sore a mulherA
gr!vida, e eles não vão escapar. %as vós, irmãos, não estais em trevas, que o
dia vos surpreenda como um ladrão. IBM3HDU para mais informaLYes sore o
+ia do *enhor, ver (sa 5?M>H33U. $oel 5M5B, 3M55, Atos 3M34U 3 7essalonicenses
5M54, "naquele dia. "3 Pedro ?M54 e Apocalipse 5H55, ' %acArthur Ne:
7estament /ommentar6 \/hicagoM %ood6, 5===], 5==H345J
%ais o dia de /risto $esus no que o te;to de refere e outra e;pressão
escatológica, na qual refereHse claramente o momento em que os crentes
serão glorificados, quando a sua salvaLão ser! completada e aperfeiLoada I5
/oríntios
menciona ?M54H5BU. 3 /or
v!rias vees B. Mtarde,
mais 54J. Xem
o mesmo que "o
Filipenses, diapara
o dia de /risto"
que osque Paulo
cristãos
devem estar preparados, vivendo com sinceridade e sem culpa I5M54J e
sempre"retendo a palavra da vida" I3 M 5>J. &m sua primeira carta V igre#a de
/orinto, o apóstolo chamou de "o dia de nosso *enhor $esus /risto" I5 /or.
5M@J, e em sua segunda carta a eles que ele chamou de "o dia de nosso *enhor
$esus" I 3 /oríntios. 5M5DJ. &m cada e;emplo, o pessoal de nomes de $esus ou
/risto são entregues Iem ve de *enhorJ, e em cada caso, a referncia é o
momento em que os crentes vão partilhar plenamente a #ustiLa perfeita do
*enhor, quando "/risto se#a formado neeles" I1l . DM5=J, e "\eles] tamém
ser!m manifestado com &le em glória" I/l ?MDJ.
's crentes são "predestinados para serem conformes V imagem do Filho \de
+eus]" I-om. @M3=J, porque " Assim como tivemos a imagem do homem
terreno, teremos tamém a imagem do homem celestial. 5 /oríntios 5BMD=, ...
\e] em um momento, num arir e fechar de olhos, ... \que] ser! alterada ....
Por isto que é corruptível se revista da incorruptiilidade, e isto que é mortal
se revista da imortalidade "I5 /or. 5BMD=, B3HB?J. "*aemos que quando
\/risto] aparece", $oão escreveuM "seremos semelhantes a &le, porque nós
vamos vH)o como &le é" I5 $oão ?M3J. Pedro escreveuM "Quando o *upremo
Pastor se manifestar, \que] vai receer a imarcescível coroa da glória" I5
Pedro BMDJ. &mora enquanto vivo o crente peque e nao se arrependa pode ser
que se#a entregue temporariamente a *atan!s para a disciplina ", o seu espírito
\vai] ser salvo no dia do *enhor $esus" I5 /or. BMBJ. ' dia de /risto $esus é o
momento da perfeiLão e glorificaLão, quando a manifestaLão gloriosa dos
filhos de +eus vai finalmente vir I-m @M5@H5=, 3?J.

Quando +eus salva, &le salva completamente e eternamente. &m termos do


convnio promissórias, para ser #ustificada deve ser santificado e glorificado.
Não h! tal coisa como tendo um desses aspectos da salvaLão sem os outros
dois. /ada um é uma parte integrante e necess!ria do continuum da salvaLão.
Porque +eus para comeLar a salvaLão na vida de uma pessoa é uma garantia
irrevog!vel de seu cumprimento. /omo ^illiam 0endri9sen oservouM "+eus
... não é como os homens. 0omens conduir e;perimentos, mas +eus leva a
cao um plano. +eus nunca fa nada pela metade "IFilipenses, BBJ.
' *enhor disse a +aviM " não afastarei dele o meu amorU #amais desistirei da
minha fidelidade " I*l @=M??U cf v. 34.J. $esus d! a cada crente a promessa
asoluta que "tudo o que o Pai me d! vir! a mim, e aquele que vem a mim de
maneira nenhuma o lanLarei fora .... &sta é a vontade daquele que me enviou,
que de tudo o que &le que me deu não se perca em nada, mas que o ressuscite
no Rltimo dia "I$oão >M?, ?=J. %ais tarde, ele reiterou essa promessa,
diendoM "%inhas ovelhas ouvem a minha vo, e eu as conheLo, e elas me
seguemU e dou a vida eterna por elas, e nunca hão de perecer, e ninguém as
arreatar! da minha mão" I$oão 54M3H3@J. Paulo declarouM "&stou
convencido de que nem morte, nem vida, nem an#os, nem principados, nem
coisas presentes, nem as porvir, nem o poder, nem altura, nem profundidade,
nem qualquer outra criatura poder! separarHnos do amor de +eus, que est! em
/risto $esus nosso *enhor "I-m @M?@H?=J. ' apóstolo escreveu a 7imóteo que
"o firme fundamento de +eus permanece, tendo este seloM ' *enhor conhece
os que são *eus" I3 7m 3M5=U.. /f $o 54M5DJ. Pedro e;ultouM
Eendito se#a o +eus e Pai de nosso *enhor $esus /ristoT /onforme a sua
grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperanLa viva, por meio da
ressurreiLão de $esus /risto dentre os mortos, para uma heranLa que #amais
poder! perecer, macularHse ou perder o seu valor. 0eranLa guardada nos céus
para vocs que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de +eus até chegar a
salvaLão prestes a ser revelada no Rltimo tempo. I5 Pedro 5M?HBU. /f $udas 3DJ
X f!cil para os crentes ficarem desencora#ados quando se concentram nos seus
prolemas e imperfeiLYes Ie os de outros crentesJ. &sses pecados não deve ser
ignorado ou minimiado, mas tamém não devem ser autoriados a ofuscar a
maravilhosa realidade da perfeiLão futura da igre#a e de cada crente
individual, como Palavra de +eus garante com tanta freqncia e clarea.
)emrando que a verdade gloriosa remove a pressão deilitante da dRvida e
fomenta a alegria triunfante, gratidão e antecipaLão. Ao faHlo, ele tamém
liera o povo de +eus para viver mais aundantemente.
No século [([ comentarista FE %e6er escreveuM
&ntramos no estRdio de um artista e encontramos l! imagens inacaadas que
coriam grandes telas, sugerindo que seriam feitos grandes pro#etos, mas que
foram inacaados, se#a porque o artista não era competente para completar o
traalho, ou possa ser que tenha parado de pinta devido a sua morte, mas
quando entramos na grande oficina de +eus nao encontramos nada que ele
nao possa ter feito nem limite de tempo que o impessa de termina, e temos a
certea de concluída.
raLo ser! que o traalho que poraos
IA &pístola suaFilipenses
graLa tenha comeLado,
\1rand -apidsMpela seu forte
Ea9er, 5=B3],
3@J
+eus não tem oras inacaadas. ' +eus que salva é o +eus que #ustifica,
santifica e glorifica. ' +eus que comeLa é o +eus que concluí. +urante a sua
encarnaLão, o *enhor deu esta garantia asoluta e inequívoca, que é uma
fonte de alegria para todos aqueles que confiam n&leM "7udo o que o Pai me
d! vir! a mim, e aquele que vem a mim certamente não o lanLarei fora "I$oão
>M?J.

A A)&1-(A +' AF&7'


> u*to ue eu a**i e *inta a re*)eito de todo* oc* ua e ue o*
ten:o e eu coração )oi* uer na* corrente* ue e )rende uer
defendendo e confirando o eane(:o todo* oc* )artici)a coio
da raça de #eu*. #eu* = in:a te*teun:a de coo ten:o *audade de
todo* oc* co a )rofunda afeição de Cri*to e*u*. I5M@J
/om esses versos a alegria de Paulo atinge o mais alto nivel quando
ele apresenta o quinto elemento da alegria, A alegria do Afeto. Não pode
haver alegria maior ou mais emocionante do que a a alegria produida por
uma profunda e permanente afeiLão genuína pelos outros.
A palavra bX $ustoK vem do grego b+i9aiosK que indica mais do que
mera convenincia. &la e;pressa retidão moral e espiritual, não apenas pelo
que é esperado, mas tamem pelo que é necess!rio. *er $usto diante dos
homens e diante de +eus era desta forma que Paulo se e;pressava aos amados
santos em Filipos.
*entir se tradu da palavra grega bPhroneoK, que tem o significado
!sico de ter uma disposiLão mental particular ou atitude. 7rataHse de um ato
de inteligncia e da vontade e Vs vees é traduida como " modo de pensar ",
como é relatada na Cersão Ging $ames. Paulo usa o vero inRmeras outras
vees nesta epístolaM duas vees em 3M3 I". &star de ... mente" iluminada
",ter... modo de pensar "J, em 3M4B e ?M5B I"ter atitude ..."JU em ?M5= I"...
con#unto de mentes"J e DM3 I"viver em harmonia," iluminado ", pensa o
mesmo".J, e duas vees em DM54 I"\tem] preocupaLão", "estavam em causa" J.
&m -omanos, ele usa uma forma de Phroneo trs vees em admoestar os fiéis
a "não pensar mais altamente de \se] que \eles] deveriam pensar, mas pensar
de modo
"I-m a ter om senso, como +eus repartiu a cada um uma medida da fé
53M?J.
'viamente, as pessoas adoram com suas mentes, o amor é antes de
tudo pensamento. %as na presente passagem Paulo e;pande esse conceito
usando a palavra coraLão, que inclui a idéia de sentimento. A mente eo
coraLão são muitas vees sinWnimos nas &scrituras. *alomão advertiuM
"Acautelai sore o teu coraLão com toda a diligncia, porque dele procedem
as fontes da vida" IPv DM3?J. ' coraLão é usado para confiar e acreditar em
+eus IProvérios ?MBU. $er 3=M5?, )ucas 3DM3B, Atos @M?JU para servir,
oedecer, e seguiH)o I+euteronWmio 55M5?U 3> M 5>U 5 -eis 3MDJ e para adorar
e louv!H)o I0 54M33J. X tamém um repositório para a Palavra de +eus I*l
55=M55J. 's crentes são ordenados a ter um coraLão puro I*l B5M54J, um
coraLão puro I%ateus BM@J, um coraLão oediente I*l 55=M?>J, um coraLão
que adorar I*almo BMJ, um coraLão que perdoe I%ateus 5@M?BJ, e um
coraLão amoroso I%ateus 33M?U 3 7essalonicenses ?MB.J.
Paulo e;pressou seu afeto, mesmo para os crentes imaturos,
egocntricos e mundanos de /orinto. "&u não falo para te condenar", disseH
lhes em sua segunda carta, " Não digo isso para conden!HlosU #! lhes disse que
vocs estão em nosso coraLão para #untos morrermos ou vivermos. "
I3 /oríntios. M?J. AfeiLão de Paulo para seus companheiros crentes, mesmo
aqueles que dolorosamente o desaponta, lhe trou;e muita alegria.
Não foi difícil para o apóstolo para acalentar os crentes amados
filipenses em seu coraLão. Por causa de tudo o que ele viveu, ele não poderia
ter pensado neles de outra maneira. Assim, ele lemraHlhes que, tanto na
minha prisão como na defesa e confirmaLão do evangelho, todos vocs são
participantes da graLa comigo. 7anto na apologia IdefesaJ e eaijsis
IconfirmaLãoJ são termos #urídicos. A palavra Apologia, na srcem do (ngls
que dir "desculpa" e "apologética", refereHse a um discurso proferido na
defesa. Eeaijsis refereHse V confirmaLão da verdade do evangelho. No
presente te;to, estas palavras aludem, quer para a fase inicial da prisão do
apóstolo e #ulgamento em -oma, durante a qual defendeu o evangelho, ou em
um sentido mais amplo para a sua defesa da fé todo o seu ministério. &m
amos os casos, Paulo afirmou que a igre#a em Filipos anegadamente e
sacrificialmente estavam com ele para dar incentivo, para a#udar a aliviar o
seu sofrimento, e para satisfaer suas necessidades de todas as maneiras que
podiam. &les eram seus parceiros espirituais, participantes mutuo da graLa, no
sentido Paulo
mais amplo.
chama a +eus como sua testemunha para atestar o seu dese#o
sincero para os filipenses com a ternura de /risto $esus. &le queria que eles
não tivessem reservas sore como plena e verdadeiramente ele os amava.
afeiLão que e a traduLao do grego splagchnon, que literalmente refereHse a
órgãos internos, especialmente os intestinos, ou intestinos. &la é usada em
sentido físico apenas uma ve no Novo 7estamento, em referncia ao suicídio
de $udas IAtos 5M5@J. &m outros lugares é usado figurativamente para
descrever o amor altruísta e compassivo. Na profecia de acarias é traduida
por "misericórdia" I)ucas 5M@J, e em /olossenses ?M53U Filemon , 53, 34 e
5 $oão ?M5, é traduido por "coraLão IsJ." &m 3 /oríntios >M53 e M5B e em
Filipenses 3M5, como no presente te;to, que é traduida como " afeiLão." '
equivalente heraico é usado com o mesmo método para descrever
sentimentos de simpatia I(saías 5> M 55U >?M5B, $er ?5M34J, de profunda
angRstia ou desespero I)am. 5M34U 3M55J, e do amor con#ugal I*ong BMDJ..
7odos os crentes de Filipos, sem e;ceLão, foram os o#etos de grande
afeto de Paulo, um afeto tão profundo e penetrante como o refletir do amor do
próprio $esus /risto. Foi aprimorado e enriquecido pela sua atenLão calorosa
e compassiva para ele que o tocou tão profundamente. Foi, de fato, uma
afeiLão sorenatural, instilada pelo *enhor, tanto em seu coraLão e no deles.
&ra nada menos que "o amor de +eus \que tinham] sido derramado em seus
coraLYes através do &spírito *anto" I-m BMBJ. Paulo escreveu sore este amor
dado por +eus aos 7essalonicensesM "Agora, quanto ao amor dos irmãos, voc
não tem necessidade de alguém para escrever para vocs, pois vocs mesmos
estais instruídos por +eus a amar uns aos outros" I5 7essalonicenses D. M =J.
' que pode roua a alegria ilica de um /ristã &m primeiro lugar, e
de longe a mais importante, é a salvaLão falsa. A igre#a sempre fala daqueles
cu#a fé não é genuína Icf. %t 5?M3DH?4, ?>HD?U. 7iago 3M5DH3>J. Porque eles
não possuem haitaLão do &spírito *anto, esses falsos professores não podem
possuir alegria ílica I1!latas BM33J. &les podem freqentar igre#as onde a
Palavra de +eus é ensinada, e eles podem ter comunhão com os crentes
genuínos. No entanto, porque eles não conhecem o *enhor, eles não podem
e;perimentar a *ua alegria. *e riem, é, infelimente, "o riso de tolo, \que] é
futilidade" I&clesiastes M>J. Por essa raão, Paulo d! o aviso somrioM
" &;aminemHse para ver se vocs estão na féU provemHse a si mesmos. Não
perceem que /risto $esus est! em vocs A não ser que tenham sido
reprovadosT "I3 /oríntios. 5?MBJ.
8m segundo
seus demWnios. "*edefator que impede
sórios, este#amaem
alegria é a advertiu
alerta", influncia de *atan!s
Pedro. e de
"' vosso
advers!rio, o diao, anda ao redor, como leão que ruge, procurando alguém
para devorar" I5 Pedro BM@J. +e muitas maneiras, incluindo os falsos mestres,
o diao tenta enganar os crentes. &mora ele não possa lhe rouarHlhes a
salvaLão, ele pode, e muitas vees rou!Hlos a alegria Ipela infliencia de seu
pecadoU.. /f *l B5M53J.
8m terceiro fator que roua os crentes de alegria é uma inadequada
compreensão da soerania de +eus. /ristãs que são muito preocupados com
suas circunstSncias e sore o que futuro lhe reserva é o mesmo que duvidar
da soerania de +eus, assim como *eu poder e amor. +eus prometeu que &le
far! com que "todas as coisas cooperam para o em daqueles que amam a
\&le], para aqueles que são chamados segundo o seu propósito" I-om. @M3@J.
' encarnado *enhor $esus /risto prometeuM "&u dou a vida eterna \As minhas
ovelhas], e nunca hão de perecer, e ninguém as arreatar! da minha mão.
%eu Pai, que lhes deu para mim, é maior que tudo e ninguém pode arreat!H
las da mão do Pai "I$oão 54M3@H3=J. No *ermão da %ontanha, $esus ordenou
que os crentes não vos inquieteis com nada I%t >M3BH?DU.. /f Fp DM>J. & talve
a promessa mais amada e querida de todos, &le disseM " Não se perture o
coraLão de vocs. /reiam em +eusU creiam tamém em mim. Na casa de meu
Pai h! muitos aposentosU se não fosse assim, eu lhes teria dito. Cou prepararH
lhes lugar. & se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim,
para que vocs este#am onde eu estiver "I$oão 5DM5H?J. Para os crentes, a
soerania de +eus é a realidade gloal e arangente que mantém tudo em
perspectiva. X por causa da *ua soerania divina que, com asoluta
confianLa, os fiéis podem "lanLar \o seu] cuidado sore o *enhor e \saemos
que] &le vai sustentar \eles, porque] &le nunca permitir! que o #usto se#a
aalado" I*l BBM33J.
Quando que a realidade é ignorada ou esquecida, a alegria ser!
perdido. Por e;emplo, quando o profeta 0aacuque esqueceu da grande
verdade, ele gritou em desespero,
Até quando, *enhor, clamarei por socorro, sem que tu ouLas Até
quando gritarei a tiM "CiolnciaT " sem que tragas salvaLão Por que me faes
ver a in#ustiLa, e contemplar a maldade A destruiLão e a violncia estão
diante de mimU h! luta e conflito por todo lado. Por isso a lei se enfraquece e
a #ustiLa nunca prevalece. 's ímpios pre#udicam os #ustos, e assim a #ustiLa é
pervertida. I0aacuque 5M3HDJ
%as noradicalmente.
tinha mudado decorre do livro e no final
Quando viu adesituaLao
sua mensagem,
atraves desuaseus
perspectiva
sentidos
espirituais, ele declarou " %esmo não florescendo a figueira, não havendo
uvas nas videirasU mesmo falhando a safra de aeitonas, não havendo
produLão de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem ois nos
est!ulos, ainda assim eu e;ultarei no *enhor e me alegrarei no +eus da
minha salvaLão. "I0c ?M5H5@J.
8m quarto elemento negativo que roua a alegria é a oraLão. 's
crentes que não conseguem orar, inevitavelmente, perdem de vista a
soerania de +eus e do *eu amor e cuidado por eles. &stes crentes, perdem a
esperanLa, como 0aacuque perdeu por um tempo, ou então procurar a#uda
de outras fontes. 0! momentos em que é apropriado chamar os líderes da
igre#a para pedir a#uda I7iago BM5DH5>J. %as isso nunca pode sustituir o
dever das oraLYes de um crente, como Paulo dei;a claro mais tarde nesta
cartaM "&m tudo, pela oraLão e sRplica, com aLYes de graLas se#am as vossas
petiLYes conhecidas diante de +eus" IDM>J.
' quinto fator que causa a falta de alegria é a ai;a emocional que
freqentemente segue depois de uma vitoria espiritual. &lias derrotou e matou
todos os profetas pagãos de Eaal I5 -eis 5@M?@HD4J, no %onte /armelo. %as
quando a rainha $eael ameaLou sua vida, &lias se via "com medo e se
levantou e correu para salvar sua vida e veio a Eersea, que pertence a $ud!, e
... veio e sentouHse deai;o de um imroU e pediu para si mesmo que ele
pudesse morrer, e disseM X o suficiente, agora, ó *enhor, a minha vida, porque
não sou melhor que meus pais "I5 -eis 5=M?HDJ. &mora nem os seus altos,
nem os seus ai;os tm sido tão radical ou dram!tica, a maioria dos crentes
tm e;perimentado tipos semelhantes de sucesso espiritual e decepLão. &sses
tempos são surpreendentes e desconcertantes, e pode rouar os crentes
desavisados de sua alegria.
8m se;to fator que faem os crentes perderem a sua alegria é
concentrandoHse nas circunstSncias. Apesar das aundantes nLãos que o
senhor concede a todos os crentes, muitos se sentem insatisfeitos com suas
circunstSncias. &les estão descontentes com as suas capacidades físicas ou
mentais, sua aparncia, ou pela falta oportunidades que vm ao seu encontro
ou por inRmeros outros fatores de necessidade, e acham que mereciam algo
melhor, $esus prometeuM " +ei;oHlhes a paU a minha pa lhes dou. Não a dou
como o mundo a d!. Não se perturem os seus coraLYes, nem tenham medo
"I$oão 5DM3J. Paulo cumpriu essa promessa constantemente em seu espírito,
nao se dei;ava
imutaveis aalar
" aprendi pelo momento
a adaptarHme e see qualquer
a toda concentrava em coisas eternas
circunstSncia. e é
*ei o que
passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver
contente em toda e qualquer situaLão, se#a em alimentado, se#a com fome,
tendo muito, ou passando necessidade. "IDM55 H 53J.
8m sétimo fator negativo que roua a alegria dos crentes é a
ingratidão. Poucas coisas são mais repugnante do que a ingratidão. Paulo
ordenou que as oraLYes e sRplicas a +eus se#am feita com aLYes de graLas
IDM>J. &m 5 7essalonicenses ele e;ortouM "&m tudo dai graLas, porque esta é a
vontade de +eus para vocs em /risto $esus" I5 7essalonicenses BM5@.J.
Pecadores reeldes são acusados e sentenciados a #ulgamento divino por
causa da sua ingratidão I-m 5M5@H35J.
8m oitava fator que causa a falta de alegria é o esquecimento.
&squecerHse do *enhor não é um sinal de inocncia, mas de infidelidade e de
pecado. +avi lemrou a si mesmo e todos os crentesM " Eendiga ao *enhor a
minha almaT Não esqueLa de nenhuma de suas nLãosT " I*l 54?M3J. A
desarmonia espiritual que causa divisão em igre#as não é incitado por novos
convertidos, mas por aqueles que dei;aram seu primeiro amor. ' *enhor
advertiu os crentes ortodo;os, traalhadores e perseverantes de XfesoM
" /ontra voc, porém, tenho istoM voc aandonou o seu primeiro amor.
)emreHse de onde caiuT ArrependaHse e pratique as oras que praticava no
princípio. *e não se arrepender, virei a voc e tirarei o seu candelaro do seu
lugar "I-ev. 3MDHBJ.
8m nono fator que leva o crente a perde sua alegria é viver por
sentimentos incontrol!veis, vivendo pela carne em ve de pelo &spírito. &m
seu livro +epressão &spiritualM *uas /ausas e /ura, +r. %art6n )lo6dH$ones
escreveM
*ugiro que o principal prolema em todo este assunto da depressão
espiritual é este, que nós permitimos que a nossa vo interna comande a nossa
atitude, em ve da nossa atitude controla a vo interna .... Coc #! perceeu
que a maioria de sua infelicidade na vida é devido ao fato de que voc  esta
ouvindo a si mesmo ao invés de falar para si mesmo ... A arte principal em
matéria de vida espiritual é saer como lidar com sigo mesmo "I\1rand
-apidsM &erdmans, 5=>B], 34H35J.
%as om falando para si mesmo não inclui egocentrismo e mórida
autoHan!lise, duas das piores pragas da psicologia moderna. Ao contr!rio do
que apregoa o mundo
de insatisfaLão continuamente, oFalar
e descontentamento. egocentrismo é o mais
corretamente a siseguro
mesmo fonte
nao
envolve uma espécie de "confissão positiva" que supostamente cria a
realidade. (sso é tolice. Falar para si mesmo sore +eus, *ua Palavra e *ua
vontade é essa a questão.
A décima e Rltima raão para falta de alegria é falta de vontade de
aceitar o perdão. Na superfície, essa atitude pode parecer refletir humildade,
mas é a coisa mais do que isso. X, de facto, um insulto ao car!ter #usto de
+eus eo ensinamento claro de *ua Palavra. Nosso *enhor dei;ou claro que,
"*e \os crentes] perdoar os outros por suas transgressYes, \seu] Pai celeste
tamém vos perdoar! \eles]. %as se \eles] não perdoar os outros, então \seu]
Pai vos não perdoar! as transgressYes \deles] "I%ateus >M5DH5BJ. +avi
declarou que, " e como o 'riente est! longe do 'cidente, assim ele afasta para
longe de nós as nossas transgressYes. " I*l 54?M53J, e $oão escreveu que, "se
confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e #usto para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda in#ustiLa "I5 $oão 5M=U. cf 3M53J. &ssa verdade
fundamental por si só é suficiente raão para o crente nunca mais ser triste.
A partir de uma perspectiva um pouco inversa, a &scritura tamém
ensina a verdade incrível e humilhante que os crentes fiéis e oedientes, não
só receer a alegria de +eus, mas tamém tm a capacidade de dar alegria a
+eus. &le est! além da compreensão de que o nosso +eus infinito, santo e
todoHpoderoso alegrarHse em *eus filhos, mas a *ua Palavra nos ensina de que
modo ele se alegra.
+eus se alegra quando os incrédulos convertem e se arrependem dos
seus pecados. $esus disseM "+igoHvos que ... haver! maior #Rilo no céu por
um pecador que se arrepende do que por noventa e nove #ustos que não
necessitam de arrependimento" I)ucas 5BMU. /f v. 54J. " Pela fé &noque foi
arreatado, de modo que não e;perimentou a morteU "ele #! não foi
encontrado porque +eus o havia arreatado", pois antes de ser arreatado
receeu testemunho de que tinha agradado a +eus. " I0 55MBJ .
+eus se alegra na oraLão e adoraLão de seus filhos e em seu
comportamento #usto. "' sacrifício dos ímpios é aominaLão ao *enhor, mas
a oraLão dos retos é o *eu deleite .... ' *enhor detesta os perversos de
coraLão, mas os de conduta irrepreensível dãoHlhe praer. " IProvérios 5BM @U
55M34J. &ntão o rei +avi disse a toda a assemléia Ide (sraelJ" *ei, ó meu
+eus, que sondas o coraLão e que te agradas com a integridade. 7udo o que
dei
comfoiquanta
espontaneamente
disposiLão oeteu
compovo,
integridade
que aquideest!,
coraLão. & agora vi com
tem contriuído. "I5alegria
/r.
3=M5, 5J. Apesar de seus muitos pecados e fracassos, mas o coraLão de +avi
estava certo, ele trou;e alegria ao *enhor. Na verdade, +eus o chamou de
"um homem segundo o *eu coraLão" I5 *am 5?M5D.J. Na par!ola dos
talentos, /risto prometeu que aqueles que vivem fielmente para &le. um dia
dar! em sua própria alegria divinaM "' senhor respondeuM b%uito em, servo
om e fielT Coc foi fiel no poucoU eu o porei sore o muito. Cenha e
participe da alegria do seu senhorT K "I%t 3BM35U. /f v. 3?J.
7udo isso leva V conclusão inevit!vel de que a comunhão do povo de
+eus deve ser uma comunhão de alegria. A alegria do nãoHcristão deve vir do
e;terior, o do cristão vem de dentro. Apesar das inevit!veis tristeas,
decepLYes e dores da vida, os crentes podem estar sempre alegre. Alegria
ílica não é aseado em circunstSncias, porque é o dom do &spírito *anto
I1l BM33J.
Princ?)io*
E**enciai* )ara o

Cre*ciento do
Aor
&'i(i)en*e* 1+9,11-
E*ta = a in:a oração+ ue o aor de oc* auente cada e ai* e
3
con:eciento e e toda a )erce)ção )ara di*cernire o ue = e(:or a
fi de *ere )uro* e irre)reen*?ei* at= o dia de Cri*to c:eio* do fruto
da u*tiça fruto ue e )or eio de e*u* Cri*to )ara (/ria e (ouor
de #eu*. I5M=55J

Pauloso
dos crentes Possuía uma grande
o seu cuidado, pai;ão
e essa pai;ãopelo desenvolvimento
não foi espiritual
apenas manifestado na
sua pregaLão, ensino ou escrita, mas tamém e;pressada vigorosamente em
sua vida de oraLão. &m &fésios, ele garantiu aos seus leitores o seguinteM
\(] não dei;o de dar graLas por vocs, mencionandoHos em minhas
oraLYes. PeLo que o +eus de nosso *enhor $esus /risto, o glorioso Pai, lhes
d espírito de saedoria e de revelaLão, no pleno conhecimento dele. I&f
5M5>H5@J
%ais tarde na mesma carta, ele acrescentou,

Por
a família nosessa raão,
céus e na a#oelhoHme diante
terra. 'ro para que,docom
Pai,asdo qual
suas recee oriqueas,
gloriosas nome toda
ele
os fortaleLa no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu &spírito, para
que /risto haite em seus coraLYes mediante a féU e oro para que vocs,
arraigados e alicerLados em amor, possam, #untamente com todos os santos,
compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, 5= e
conhecer o amor de /risto que e;cede todo conhecimento, para que vocs
se#am cheios de toda a plenitude de +eus I&f ?M5DH5=J
*eu mais profundo dese#o e o que ele pedia constantemente em suas
oraLão para o /olossenses foi que eles " vivam de maneira digna do *enhor e
em tudo possam agrad!Hlo, frutificando em toda oa ora, crescendo no
conhecimento de +eus" I/olossenses 5M54J. Afirmou o seu amor pela
7essalonicenses com a garantia de que "damos graLas a +eus sempre por
todos vós, faendo menLão de vós em nossas oraLYes" I5 7s. 5M3J. )emrouH
se de indivíduos especiais da mesma maneira, assegurando a 7imóteoM "&u
sempre lemro de voc em minha oraLYes noite e dia" I3 7m. 5M?J e Filemon,
" *empre dou graLas a meu +eus, lemrandoHme de voc nas minhas oraLYes
'ro para que a comunhão que procede da sua fé se#a efica no pleno
conhecimento de todo o em que temos em /risto"IFm D, >J.
Neste mesmo livro, em sua introduLao a Filipenses I5M5H3J ele
mencionou a sua oraLão em favor deles I5M?H@J, Paulo revelou o conteRdo
específico dessas oraLYes. /omo em todas as suas oraLYes gravadas, o
apóstolo não orar por necessidades físicas ou por crescimento da igre#a. Não
que essas coisas não fossem importantes para ele, mas para ele as questYes
espirituais eram de suprema importSncia. &le realiou milagres de cura física
IAtos 5DM@H54U 5=M55H53U 34M=H53J ele aconselhou 7imóteo "Não continue a
eer somente !guaU tome tamém um pouco de vinho, por causa do seu
estWmago e das suas freqentes enfermidades"I5 7m. BM3?J. %as o foco
principal de suas oraLYes era o emHestar espiritual dos outros.
Não h! melhor indicador que nos revele o nível de maturidade
espiritual de um cristão do que a sua vida de oraLão. Paulo possuía uma forte
vida de oraLão, e nos revela muito sore sua verdadeira espiritualidade e
muito sore a sua pregaLão, ensino e milagres tão fant!sticos e maravilhosos
que +eus pode realiar através dele, %as &le sempre orava intensamente pelo
traalho contínuo e poderoso do &spírito de +eus em seu coraLão.
/laramente, a oraLão é um dever espiritual para todo cristão. $esus
ensinou que "em todos os momentos \os fiéis] devem orar e não desanimar"
I)ucas 5@M5J. Paulo e;ortou os crentes a ser "dedicado V oraLão" I-m 53M53J
e "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oraLão e
sRplicas, e com aLão de graLas, apresentem seus pedidos a +eus" IFilipenses
DM >J. Pedro ordenou os crentes a "se#am criteriosos e sóriosU dediquemHse V
oraLão" I5 Pedro DMJ.
%as a oraLão é muito mais do que um dever, a oraLão é uma
compulsão para o cristão espiritualmente maduro. 8ma Fervorosa oraLão não
surge a partir de um mero sentido de dever, mas de um dese#o profundo. &le
não fluir de e;igncia e;terna, mas da pai;ão interna. 's dese#os mais
profundos do coraLão cheio do &spírito de +eus e e;presso natural na oraLão.

' nível
ou ela est! de maturidade
de acordo espiritual
e;ternamente de uma pessoa
ao comando nãoAé questão
para orar. o quão em ele
é como
internamente essa pessoa sente o dese#o de orar pelo o amor de +eus e pelos
outros. 's verdadeiros anseios do coraLão demonstramHse na oraLão. 8m
coraLão egoísta e superficial, focado principalmente em prolemas pessoais,
conflitos e interesses pessoais, vai produir oraLYes egoístas e superficiais.
8m coraLão focado na glória do *enhor e no *eu povo vai produir oraLYes
voltadas para a glória de +eus e para as necessidades dos outros. 8m forte
senso de dever não pode compensar um coraLão frio ou produir uma
fervorosa oraLão. )ogo no comeLo do surgimento da (gre#a, os apóstolos
definiram padrYes instruído a congregaLão para encontra homens para cuidar
das necessidades pr!ticas da igre#a. & que os apóstolos eram para se "dedicar
\Hse] V oraLão e ao ministério da palavra" IAtos >MDJ.
Paulo estava tão comprometido com o *enhor e com as almas das
pessoas que o &spírito *anto pode facilmente gerar dentro de seu coraLão
uma pai;ão por orar. 'rava constantemente, não por causa de um sentido
legalista de dever, mas por causa de seu amor verdadeiro e profundo para o
*enhor e para com as pessoas, especialmente o povo do *enhor. &le orou para
os perdidos, incluindo os governantes pagãos e despótico so o qual ele e
outros cristãos sofreram in#ustiLa tão grande e afliLão, e ele ordenou que
todos os crentes a faerem o mesmo I5 7m 3M5H3U.. /f -m 5?M5. HU 5 Pedro
3M5?H5J. &le orou com fervor especial para seus companheiros #udeus que
não foram salvos, mas o seu "dese#o de coraLão e sua oraLão a +eus \foi]pela
salvaLão deles" I-m 54M5J. 7enho grande tristea e constante angRstia em
meu coraLão. Pois eu até dese#aria ser amaldiLoado e separado de /risto por
amor de meus irmãos, os de minha raLa," I-m . =M3H?J.
Paulo no entanto orava freqentemente, pelos seus parentes espirituais
em /risto I-m 5M=U 3 7m 5M?.J. &le e;ortou aos crentes a rear
fervorosamente, como ele mesmo sempre faia "sRplica por todos os santos"
I&fésios >M5@U /f. /ol. 5M4?, 5 7essalonicenses BM5.J. "Para este fim",
lemrou o 7essalonicenses, "/onscientes disso, oramos constantemente por
vocs, para que o nosso +eus os faLa dignos da vocaLão e, com poder,
cumpra todo om propósito e toda ora que procede da fé. Assim o nome de
nosso *enhor $esus ser! glorificado em vocs, e vocs nele, segundo a graLa
de nosso +eus e do *enhor $esus /risto."I3 7s. 5M55H53J.
' presente te;to revela cinco coisas específicas pelo o qual Paulo orou
diligentemente pelos FilipensesM ele orava pelo seu crescimento espiritual no
amor, e;celncia, integridade, oas oras, e que glorificassem a +eus. &sses
são os fundamentos espirituais que +eus ordena para que todos os cristãos
devessem orar pelos os outro. Por causa do seu pecado que haita e por sua
fragilidade humana, os crentes não podem perfeitamente cumprir esses
o#etivos espirituais. %as eles devem ser os o#etivos inaal!vel de cada filho
de +eus, especialmente aqueles a quem &le chamou para a lideranLa em sua
igre#a. "Não que #! a tenha alcanLado, ou que se#a perfeitoU", o próprio
apóstolo confessa mais tarde nesta mesma carta sua imperfeiLao ", mas vou
prosseguindo, para ver se poderei alcanLar aquilo para o que fui tamém
alcanLado por /risto $esus. " I?M53J .
/omo em v!rios outros te;tos Icf. -m BM?HDU. 3 Pedro 5MBHJ, as coisas
que Paulo menciona em Filipenses 5M=H55 são seqenciais, cada edifício
acrescenta o fundamento anterior. ' Aundante amor produ e;celncia
espiritual, que produ integridade pessoal, que produ verdadeiras oas oras.
$untos eles atingem o o#etivo supremo que é o louvor e glória de +eus.
A@!%

E*ta = a in:ae oração+


con:eciento e todaue o aor de
a )erce)ção oc* auente cada e ai* e
&1+9-
Qualquer pessoa que é, no mínimo familiariado com o Novo
7estamento sae que o amor de +eus para com os homens e dos homens para
com +eus e com o seu pro;imo é o cerne do cristianismo ílico. ' +eus da
Eília não só ama, mas é amor I5 $oão DM@, 5>J. "' amor vem de +eus, e
qualquer que ama é nascido de +eus e conhece a +eus .... e aquele que
permanece no amor permanece em +eus e +eus permanece nele" I5 $oão DM,
5>J. +eus ama a humanidade caída tanto que "deu o seu Filho unignito, para
que todo aquele que nele cr não pereLa, mas que tenha a vida eterna" I$oão
?M5>J. ' amor é um atriuto asoluto e penetrante da naturea essencial de
+eus e uma realidade crítica no evangelho de $esus /risto.
Ninguém compreendeu a importSncia do amor melhor do que o
apóstolo Paulo. Porque ele amava os crentes de Filipos, ele sempre orava por
eles. 7al como acontece com todos aqueles so seu cuidado, a preocupaLão
constante do apóstolo para com esses santos era pelo seu crescimento
espiritual, e o crescimento no amor era o principal e o essencial. &le
e;pressou a mesma preocupaLão pelo crescimento espiritual em sua carta aos
1!latasM " %eus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que
/risto se#a formado em vós" I1l DM5=J. A principal responsailidade dos
apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e professores se resume nestes
versiculoM
com o fim de preparar os santos para a ora do ministério, para que o
corpo de /risto se#a edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do
conhecimento do Filho de +eus, e cheguemos V maturidade, atingindo a
medida da plenitude de /risto. Antes, seguindo a verdade em amor,
cresLamos em tudo naquele que é a caeLa, /risto "I&f DM53H5?, 5BJ .
A palavra grega agape IamorJ é usado de maneira singular no Novo
7estamento e na literatura grega antiga, mesmo a *eptuaginta Ia traduLão
grega do Antigo 7estamentoJ, esclarece pouco sore o seu significado no
Novo 7estamento. &m amos os 7estamentos, no entanto, o amor é a virtude
que supera todas os outras, na verdade, é o préHrequisito para todas os outras.
Quando um fariseu perguntou a $esusM "%estre, qual é o grande mandamento
na )ei" &le respondeu citando +euteronWmio >MB e )evítico 5=M5@. "bAme o
*enhor, o seu +eus de todo o seu coraLão, de toda a sua alma e de todo o seu
entendimentoK. &ste é o primeiro e maior mandamento. & o segundo é
semelhante a eleM bAme o seu pró;imo como a si mesmoK. +estes dois
mandamentos dependem toda a )ei e os Profetas". " I%ateus 33M?>HD4J.
Paulo tamém fala de amor nas seLYes de aertura de v!rias outras
&pistolas. &m suas cartas Vs igre#as de Xfeso, /olossos e 7essalWnica, ele
elogia os crentes pelo seu amor um para com outro e tamem para com os
crentes de toda parte I&f 5M5BU /ol. 5MDU 5 7essalonicenses 5M?U. 3 7s 5. M ?J.
%ais tarde, em /olossenses, ele fala de amor como "o perfeito vínculo de
união" I?M5DJ. &m 5 /oríntios, ele eleva o amor acima da esperanLa e até
mesmo da fé I5 /oríntios. 5?M5?J. Alguns versículos antes, ele declara que o
amor realmente engloa os outros dois, porque o amor "acredita todas as
coisas \e] tudo espera" Iv. J. Na verdade, além do amor ser divino e genuíno,
qualquer outra virtude ou atividade, não importa qual se#a se não tivermos o
amor nao valera nada Ivv. 5H?J.

No versículo presente, Paulo menciona ou descreve, pelo menos,


cinco características distintas, interHrelacionados ao cristão e o amor !gape.
&ste amor é divino, palpavel, conciente, dinSmico e perceptivel
Primeiro, A declaraLão  &sta é a minha oraLãoM Paulo descreve que
o amor é divino em sua naturea e em sua srcem. Paulo pediu a +eus para
fornecer aos Filipenses mais do amor que só vem +ele. &le claramente
concordou com seu companheiro de apóstolo $oão que "o amor vem de +eus,
e qualquer que ama é nascido de +eus e conhece a +eus. Aquele que não ama
não conhece +eus, porque +eus é amor .... Nisto consiste o amorM não em que
nós tenhamos amado a +eus, mas que &le nos amou e enviou o *eu Filho
como propiciaLão pelos nossos pecados .... Nós amamos, porque &le nos
amou primeiro "I5 $oão DMH@, 54, 5=J.
' amor divino é produido apenas pela aLão do &spírito *anto nos
coraLYes daqueles que pertencem a ele. "' amor de +eus foi derramado em
nossos coraLYes pelo &spírito *anto que nos foi dado" I-m BMBJ. X o primeiro
e mais importante do fruto do &spírito I1l BM33H3?J. 's crentes são ensinados
pelo próprio +eus a amar. "Agora Quanto ao amor fraternal," Paulo e;plicouM
"não precisamos escreverHlhes, pois vocs mesmos #! foram ensinados por
+eus a se amarem uns aos outros. &, de fato, vocs amam a todos os irmãos
em toda a %acedWnia. /ontudo, irmãos, insistimos com vocs que cada ve
mais assim procedam. "I5 7s. DM=H54J.
/omo o amor geral de +eus para a humanidade I$oão ?M5>H5J e *eu
amor eletivo para com os crentes I$oão 5M3?U 5 $oão DM5>J, o amor ílico é
uma escolha. &le se aseia unicamente na intenLão de quem ama, não em
qualquer mérito de quem a recee. A Rnica e;ceLão, é claro, é que o amor do
crente para com +eus, e o unico amor que e e;tremamente merecedor.
$esus fe uma ilustraLao do amor ilico no sermão do monte, ele
+eclarouM
"Cocs ouviram o que foi ditoM bAme o seu pró;imo e odeie o seu
inimigoK. %as eu lhes digoM Amem os seus inimigos e orem por aqueles que
os perseguem, para que vocs venham a ser filhos de seu Pai que est! nos
céus. Porque ele fa raiar o seu sol sore maus e ons e derrama chuva sore
#ustos e in#ustos. *e vocs amarem aqueles que os amam, que recompensa
receerão Até os pulicanos faem issoT I%ateus BMD?HD>J
Por isso, é claro que o amor !gape não é aseada em emoLoes ou
sentimentos , muito menos atraLão fisica. (sso não quer dier que o amor
cristão é sem emoLão ou sem sentimento. X inevit!vel que o amor dos crentes
pelo outros, mesmo por aqueles que não retriuem o amor, ir! produir uma
ligaLão emocional Icf. -m =M5HDU. 54M5J. ' amor de Paulo pelos crentes e
companheiros, especialmente aqueles que estão em filipenses, que o amavam
e cuidavão muito em dele, foi profundamente emocional. %as a atraLão
emocional não foi a ase do seu amor por eles. &m um nível volitivo, ele
tamém amava os rigYes, imaturo, e os ingratos crentes de /orinto.

&m'ssegundo
palpavel. filipenseslugar, este amor
#! estavam é o que amor
demonstrando poderia
por ser chamado
Paulo de
e para com
os outros irmãos. X por isso que o apóstolo pode dier que ele queria que o
seu amor aumentassem ainda mais. A &scritura revela que todos os cristãos
genuínos possuir o amor divino, porque o &spírito *anto coloca em seus
coraLYes Icf. -m BMBU. 1al BM33U. 5 7essalonicenses DM=H54U. 5 $oão DMH@ J.
Amor de cristãos é uma marca certea da fé salvadora. "Por isso todos
saerão que sois meus discípulos", $esus disseM "se tiverdes amor uns pelos
outros" I$oão 5?M?BJ. &;pandindo a verdade, $oão escreveu mais tardeM "Nós
saemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos.
Aquele
e odeia que
a seunão ama épermanece
irmão, mentiroso,napois
morte .... não
quem *e alguém
ama seudi, &u aamo
irmão a +eus,
quem v,
não pode amar a +eus, a quem tem não se vem "I5 $oão ?M5DU DM34J.
&m terceiro o amor genuíno é conciente. /omo mencionado acima, o
amor não se aseia em sentimentos, mas é antes uma escolha consciente e
intencional que demonstra ondade e generosidade. &m oedincia ao
mandamento do *enhor, os crentes de om grado escolhe e;pressar o amor
que &le colocou dentro deles. &les faem isso independente das pessoas ser
am!veis ou não, /rentes desinteressadamente amam os outros porque essa é a
maneira como +eus o amam e porque é assim que &le ordena a amar.
'edecendo ao mandamento do *enhor para "amar uns aos outros, assim
como eu vos amei" I$oão 5?M?DJ, os crentes se tornam "imitadores de +eus,
como filhos amados" I&f BM5J.
$esus deu esta ordem no /en!culo, não muito tempo após ter lavado
os pés dos discípulos, uma tarefa humilhante e desagrad!vel, normalmente
realiado apenas por escravos. ' *enhor continuou a e;plicarM
Cocs me chamam b%estreK e b*enhorK, e com raão, pois eu o sou.
Pois em, se eu, sendo *enhor e %estre de vocs, laveiHlhes os pés, vocs
tamém devem lavar os pés uns dos outros. &u lhes dei o e;emplo, para que
vocs faLam como lhes fi. +igoHlhes verdadeiramente que nenhum escravo é
maior do que o seu senhor, como tamém nenhum mensageiro é maior do que
aquele que o enviou. I$oão 5?M5?H5>J
$esus tamém ilustrou este amor volutario, decisivo e sacrificial na
par!ola do Eom *amaritano I)ucas 54M?4H?BJ. ' samaritano a#udou o
desconhecido
a#uda, ele não que foi espancado
o a#udou e rouado,
para sua própria porque o homem
autoHsatisfaLão, precisava ou
autoHrealiaLão, de
por que possuia um sentimento para com ele, ou pela sua autoHestima. &le
amou o seu pró;imo como a si mesmos é fa tudo o que pode para atender Vs
necessidades do seu pró;imo, da mesma forma e na mesma medida que ele
gostaria de ser tratado se estivesse passando por alguma circunstSncia
semelhante. &le aplicou a -egra de 'uroM " Assim, em tudo, faLam aos outros
o que vocs querem que eles lhes faLamU pois esta é a )ei e os Profetas". "
I%ateus M53J.
Novamente $esus é o e;emplo supremo de amor sacrificial. &m $oão
5BM53H5?
como eu os &leamei.
declarouM " ' meu
Ninguém tem mandamento
maior amor doé esteM amemHse
que aquele queuns
d! aos
a suaoutros
vida
pelos seus amigos" Portanto, se#am imitadores de +eus, como filhos amados,
e vivam em amor, como tamém /risto nos amou e se entregou por nós como
oferta e sacrifício de aroma agrad!vel a +eus. "I&f BM5H3J. %aridos receem
especificamente o mandamento de "amar suas esposas, como /risto amou a
igre#a ea si mesmo se entregou por ela" Iv. 3BJ.
Paulo d!, talve, o mais rico resumo do amor piedoso no segundo
capitulo de FilipensesM
*e por estarmos em /risto, nós temos alguma motivaLão, alguma
e;ortaLão de amor, alguma comunhão no &spírito, alguma profunda afeiLão e
compai;ão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o
mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada faLam por amiLão
egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a
si mesmos. /ada um cuide, não somente dos seus interesses, mas tamém dos
interesses dos outros. *e#a a atitude de vocs a mesma de /risto $esus, que,
emora sendo +eus, não considerou que o ser igual a +eus era algo a que
devia apegarHseU mas esvaiouHse a si mesmo, vindo a ser servo, tornandoHse
semelhante aos homens. &, sendo encontrado em forma humana, humilhouHse
a si mesmo e foi oediente até V morte, e morte de cruT I3M5H@J
&sse e o tipo de amor voluntario e humilde, um amor doador que é
muito necess!ria para igre#a de ho#e, que é muitas vees influenciada pelo
conceito corrompido do amor do mundo. As pessoas se preocupam pouco a
respeito desse tipo de amor, o amor ondoso e altruísta Ipara não mencionar o
amor divinoJU o conceito do amor do mundo é aquele que desempenha no
interesse próprio, mesmo quando promover causas que se destinam a a#udar
os outros. 7ragicamente, ate mesmo algumas pessoas da igre#a Vs vees
quando sao convidados a dar para a ora do *enhor, elas doam nao por amor
mais sim porque far! com que eles se sintam em consigo mesmas.
&m quarto lugar, o amor divino é dinSmico. &le tem a capacidade de
aumenta. ' amor não é mera emoLão ou sentimento, e ele tem a capacidade
de crescer, ele sempre se mantem em forma crescente quando o car!ter e reto
e o serviLo e feito com humildade. A palavra Aumenta vem do grego
perisseuj, que tem a idéia !sica de transordar em grande aundSncia.
Neste verso, no tempo presente indica um progresso contínuo. ' Amor
crescer e aumenta durante a vida toda do crente. $esus usou esse vero na
par!ola do semeador, e;plicando que " A vocs foi dado o conhecimento dos
mistérios do -eino dos céus, mas a eles não. A quem tem ser! dado, e este
ter! em grande quantidade. +e quem não tem, até o que tem lhe ser! tirado.
"I%ateus 5?M55H53J.
+evido V sua naturea divina, o amor dinSmico energia o
cumprimento da lei divina. $esus declarou que cumprir os dois mandamentos
supremo de amar +eus e os homens é o fundamento de toda a )ei e os
Profetas I%t 33M?HD4J. &m outras palavras similares, Paulo disseM " Não
devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que
ama seu pró;imo tem cumprido a lei. Pois estes mandamentosM "Não
adulterar!s", "não matar!s", "não furtar!s", "não coiLar!s", e qualquer outro
mandamento, todos se resumem neste preceitoM "Ame o seu pró;imo como a
si mesmo". ' amor não pratica o mal contra o pró;imo. Portanto, o amor é o
cumprimento da lei. " I-m 5?M@H54J.
*egunda a lei da termodinSmica di que toda matéria e energia no
universo est! em constante estado de entropia, um processo de degradaLão
contínua e deterioraLão. &sta lei da física tem uma caracteristica semelhante
na vida cristã. 0! um princípio residual e destrutiva de entropia espiritual que
as pessoas devido a pressYes da vida com +eus comeLam a desliar para tr!s.
Para evitar isso, os crentes devem estudar diligentemente e oedecer V *ua
Palavra, antes de vir a &le em oraLão e confiando em *ua graLa e poder
continuar a faHlos crescer em aundacia no amor.

Paulo descreveu sua própria luta contra esse princípio em -omanos


M35H3B M
Assim, encontro esta lei que atua em mimM Quando quero faer o em,
o mal est! #unto a mim. Pois, no íntimo do meu ser tenho praer na lei de
+eusU mas ve#o outra lei atuando nos memros do meu corpo, guerreando
contra a lei da minha mente, tornandoHme prisioneiro da lei do pecado que
atua em meus memros. %iser!vel homem eu que souT Quem me liertar! do
corpo su#eito a esta morte 1raLas a +eus por $esus /risto, nosso *enhorT +e
modo que, com a mente, eu próprio sou escravo da lei de +eusU mas, com a
carne, da lei do pecado..
&m &fésios ele chamou essa propensão que o leva a continua a pecar
de o "velho homem, que se corrompe por dese#os enganosos" I&f. DM33U /f.
/ol. ?M=J. Por essa raão o apóstolo lemrou a igre#a em /orinto que somente
"+eus é poderoso para faer que lhes se#a acrescentada toda a graLa, para que
em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necess!rio, vocs
transordem em toda oa ora." I3 /oríntios. 4=M4@ J. X tamém por essa
raão que ele orou pelos 7essalonicenses para que " o *enhor faLa crescer e
transordar o amor que vocs tm uns para com os outros e para com todos, a
e;emplo do nosso amor por vocs. " I5 7s ?.M 53U. cf 5 $o ?M55J.
A dinSmica do amor divino tamém é rico em conhecimento real,
conhecimento logico, o conhecimento verdadeiro e infalível que e e;pressa na
Palavra de +eus. Qualquer amor que não est! aterrada na verdade e nos
padrYes das &scrituras fica aquém do amor ílico genuíno. ' conhecimento
real é muito mais do que mera informaLão factual da Palavra de +eus, ou
mesmo o reconhecimento dele como verdadeiro e infalível. ' verdadeiro
conhecimento produ a santidade através da devoLão sincera e oedincia Vs
&scrituras infalíveis. Foi porque os crentes fiéis em -oma viviam dignamente
que Paulo podia dierHlhesM " %eus irmãos, eu mesmo estou convencido de
que vocs estão cheios de ondade e plenamente instruídos, sendo capaes de
aconselharHse uns aos outros." I-om. 5BM5DJ. A virtude est! inseparavelmente
ligada ao conhecimento IverdadeiroJ real da verdade de +eus. " pois o fruto
da lu consiste em toda ondade, #ustiLa e verdade " I&f BM=J. +a mesma
forma, Pedro declaraM " Agora que vocs purificaram as suas vidas pela
oedincia V verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem
sinceramente uns aos outros e de todo o coraLão. " I5 Pedro 5M33J. "de todo
coraLao" vem da palavra grega e9tenjs, que carrega a idéia !sica de
alongar, esticar, ou ir ao limite, e figuradamente fala de grande sinceridade,
seriedade e fervor. 'edincia V Palavra de +eus, que é a Rnica fonte do
conhecimento verdadeiro, que purifica a alma e elevar o amor até ao limite.
' amor ílico envolve oedincia V Palavra. "*e voc me ama", disse
$esus, "guardareis os meus mandamentos .... Aquele que tem os meus
mandamentos e os guarda é aquele que me ama .... *e alguém me ama,
guardar! a minha palavra e meu Pai o amar! ele, e Nós viremos a ele e
faremos nele morada .... *e guardardes os meus mandamentos, permanecereis
no meu amor, assim como eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e
permaneLo no *eu amor "I$oão 5DM5B, 35 , 3?U 5BM54U cf 5 $o ?M3DJ..
Nenhum impulso ou sentimento que nos leva a desoedecer a
&scritura pode ser aprovado e aenLoado por +eus. "Amor", não apenas não
reflete o amor divino, mas tamém é a antítese eo inimigo dele. Por e;emplo,
pessoas que tentam #ustificar um caso imoral, alegando que o *enhor levouHos
a se apai;onar por outra pessoa a Palavra de +eus repudiar. &scritura condena
claramente toda a imoralidade se;ual, sem e;ceLão, incluindo o de atraLão
romSntica.
&m quinto lugar, o amor divino é e;igente. &la não só é aundante na
vida de quem tem um conhecimento verdadeiro e e;ato da Palavra de +eus,
mas tamém o fa em todo o discernimento. Aisthesis IdiscernimentoJ é a
fonte do (ngls palavra "estética". %as o significado de aisthesis é quase o
oposto de "estética", que em grande parte tem a ver com gosto pessoal e
preferncia. Paulo convida os crentes a dei;ar de lado gostos e preferncias
pessoais e, em ve de se concentrar na otenLão de uma visão madura e
compreensão. Aisthesis aparece somente aqui no Novo 7estamento e se refere
a um alto nível de percepLão ílica, teológica, moral e espiritual. (mplica
tamém a correta aplicaLão desse conhecimento. &m outras palavras, o
discernimento é a compreensão ea apreciaLão do real conhecimento da
revelaLão de +eus que produ vida santa. Ao contr!rio do #eito que o amor
mundano é muitas vees caracteriado, o amor ílico est! longe de ser cego.
Pelo contr!rio, é s!io e #udicioso. &le entende "a mente de /risto" I5 /or.
3M5>J, tem conhecimento, e fa avaliaLYes s!ios, que fornecem diretries
claras para uma vida santa. X um amor ilicamente conhecedor e
discriminante que est! so o controlo de um menteHespírito controlada e
coraLão. X o tipo de amor que pode cumprir a admoestaLão de Paulo aos
7essalonicensesM "&;aminai tudo cuidadosamente, retende ao que é om,
asterHse de toda forma de mal" I5 7essalonicenses BM35H33J..

&[/&)N/(A
)ara ue a)roei* a* coi*a* ece(ente* I5M54aJ
7endo estaelecido a prioridade do amor no versículo =, Paulo
continua sua discussão sore os elementos do crescimento espiritual, olhando
para o segundo ponto essencial a e;celncia. &sta ligaLão entre as franses
indica que o primeiro é a ase do segundo. ' aumento do amor nos tra o
conhecimento da verdade de +eus e discernimento espiritual que por sua ve
nos leva a e;celncia, isto é, pensar e de viver ilicamente. Quando um
crente é dominado e controlado pelo amor de +eus, haver! um
correspondente dese#o de viver segundo a *ua vontade de modo honesto e
fielmente possível. &sse dese#o é aseado em parte em um senso de dever. As
escrituras ordena ao crente "ser perfeito, como \seu] Pai celeste é perfeito"
I%t BMD@J. Portanto, os crentes nunca pode cumprir plenamente o seu dever
para com +eus ou aos outros. +epois de contar uma história sore um
escravo que oedece seu mestre humano, $esus conclui diendoM "Assim
tamém vós, quando voc fa todas as coisas que vos for mandado, dieiM
*omos servos inRteis, fiemos apenas o que deveríamos ter feito "I)ucas
5M54J. ' que ele queria dier era, que se o dever a um mestre humano nunca
pode ser superado, quanto mais o dever dos crentes para com +eus
%as ter um amor genuíno e profundo por +eus e, mais ainda,
conhecer e e;perimentar *eu amor por eles aumentaHmotivaLão dos fiéis para
oedecHlo muito acima do que apenas cumprir um dever. 'edincia
motivada pelo amor de +eus não só se torna o#etivo supremo dos crentes,
mas tamém o seu praer supremo e satisfaLão.
Aprovar vem do grego do9imaj, um vero comumente usado no
Novo 7estamento que é variavelmente traduido por "permitir, e;aminar,
provar," e até "discernir". No grego cl!ssico, foi utiliado para determinar a
purea de metais e de moedas em seu teste tanto para a purea da seus metais
quanto para a sua genuinidade. &m )ucas 53MB> a palavra é traduida como
"interpretar" e é usado em referncia V previsão do tempoM "Cocs, hipócritas"
$esus disse a uma multidão que tinha vindo ouviH)o. "Cocs saem
interpretar o aspecto da terra e do céu. /omo não saem interpretar o tempo
presente " 8m pouco mais tarde, ao contar uma par!ola do reino enquanto
#antava com um grupo de líderes fariseus, &le falou de um homem que pediu
licenLa de participar de um #antar dado por um homem rico, porque ele tinha
"/omprado cinco #untas de ois, e \foi] e;periment!Hlos" I)ucas 5DM5=J.
Aprovar significa muito mais do que um simples reconhecimento ou acordo
que algo é certo ou verdadeiro. ' apelo de Paulo é para que os crentes possa
estudar, investigar e determinar as melhores maneiras possíveis para oedecer
e agradar ao *enhor, e então a viver em conformidade a ele.

/omo mencionado acima, do9imaj IaprovarJ pode significar


"discernir", que continua a chamada para o discernimento no final do
versículo =. A leitura Nova Cersão (nternacional ", capa de discernir o que é
melhor" é Rtil. Para aprovar as coisas que são e;celentes é avaliar, determinar
e identificar cuidadosamente tudo o que é melhor, o mais importante, o mais
crucial. X muito parecido com liminar depois de PauloM "Finalmente, irmãos,
tudo é verdadeiro, tudo é honesto, tudo o que é direito, que é puro, am!vel,
tudo o que é de oa fama, se h! alguma e;celncia e se alguma coisa digna de
louvor , me deruLar sore essas coisas "IDM@J. As coisas e;celentes são todas
as verdades, atitudes, pensamentos, palavras e aLYes, que são e;pressão da
vontade de +eus para o crente. &les são os elementos do pensamento,
santificado santa e viva.
Paulo não est! falando de distinguir o em do mal, que requer apenas
um conhecimento !sico da Palavra de +eus. %esmo o diao e seus
demWnios saem o que é o em eo mal, certo e errado, verdadeiro e falso.
&les saem muito em, por e;emplo, que h! um só +eus I7iago 3M5=J, e, no
início de seu ministério, eles saiam Ie mesmo confessouJ que $esus era o
Filho de +eus I)ucas DMD5, cf. vv. ?, =J. A idéia aqui é melhor, o dese#o ea
capacidade de #ustamente descorir as coisas que são e;celentes, para que os
crentes podem viver suas vidas ao mais alto nível de devoLão espiritual e
oedincia. &ssa capacidade separa o crente plenamente empenhada dos
menos comprometidos, o maduro do imaturo, o forte na fé dos fracos, e ao
servo do *enhor efica do inefica. 's cristãos que vivem na mais nore nível
de devoLão a +eus e *ua vontade são singleHminded. &les são altamente
concentrados e não ficar preocupado pelas distraLYes inRmeras que
inevitavelmente vm a caminho.
7ragicamente, muitos cristãos são facilmente levados de um lado para
o outro, saltando de um compromisso ou interesse para a outra. &les vagam,
constantemente reagindo a qualquer circunstSncia vem na sua direLão ou
qualquer idéia que vem em suas mentes. /onsequentemente, como crianLas,
eles são "#ogados aqui e ali pelas ondas e levados ao redor por todo vento de
doutrina, pelo engano dos homens, pela astRcia em conspiraLYes enganoso"
I&f. DM5DJ. %esmo quando tentam coisas que são oas e ilicamente correto,
a sua falta de discernimento e de persistncia impede o traalho de ser
verdadeiramente efica. Pior que isso, sua imaturidade impede de encontrar e
perseguir as coisas que são mais importante, mais vital e mais necess!rio para
o reino, as coisas que são e;celentes. Ao longo da história da igre#a, desde o
primeiro dia de Paulo aos presentes, cristãos com discernimento ter sido
escasso. %esmo os Filipenses amorosos e fiéis necess!rio constante
encora#amento a prosseguir os o#ectivos mais relevantes espirituais. %esmo
aqueles que se dedicam V usca da e;celncia estão em constante perigo de
perdHlo, permitindo a sua pai;ão pelo *enhor para crescer frio, como fe a
igre#a de Xfeso IApocalipse 3MDJ.
Aprovar as coisas que são e;celentes envolve a mente, que é
construído sore o "conhecimento real e toda a percepLão" Iv. =J produidos
na mente por meio da aquisiLão diligente das verdades das &scrituras.
Quando Paulo escreveuM "Nós temos a mente de /risto" I5 /or. 3M5>J, ele
estava se referindo V revelaLão divina, a &scritura, onde a mente de /risto é
revelada. 's crentes possuem a Eília, mas a maioria dos cristãos não
conhece as coisas profundas de +eus, e não pensar com a mente de /risto,
que é ter a perspectiva divina em tudo.

' cristão com discernimento não pode ser uma vítima de suas
emoLYes e impulsos pessoais, se ele é prosseguir com ;ito e alcanLar a
e;celncia espiritual. Paulo admoestou os crentes em -omaM "Não vos
conformeis com este mundo, mas transformaiHvos pela renovaLão da vossa
mente, para que voc possa provar que a vontade de +eus é, o que é om,
agrad!vel e perfeita" I-m 53M3J. /hamada de Paulo para renovar a mente
significa que o crescimento na graLa é um processo contínuo. Porque Paulo
havia conseguido tal e;celncia, ele poderia #ustificadamente apresentouHse
como um modeloM "As coisas que voc aprendeu e receestes, e ouvistes e
vistes em mim, isso praticai, eo +eus da pa estar! convosco" IFilipenses D M
=J.
Paulo lemrou aos /olossensesM "Nós proclamamos &le \/risto],
admoestando a todo homem e ensinando a todo homem em toda a saedoria,
para que apresentemos todo homem perfeito em /risto" I/olossenses 5M3@J.
&le e;ortou os efésios a "andar como filhos da lu, pois o fruto da lu consiste
em toda ondade, e #ustiLa e verdadeJ, tentando aprender o que é agrad!vel ao
*enhor" I&f BM@H54J, e aqueles em 7essalWnica para "e;aminar tudo com
cuidado, apegarHse o que é om" I5 7essalonicenses BM35.J. $ohn tinha o
mesmo o#ectivo em mente quando escreveuM "Amados, não creiais a todo
espírito, mas e;aminai os espíritos para ver se eles são de +eus, porque
muitos falsos profetas tm saído pelo mundo. Por isso, voc sae o &spírito
de +eusM todo espírito que confessa que $esus /risto veio em carne é de +eus
"I5 $oão DM5H3J. 7amém ecoando aquele o#ectivo cardeal, Pedro e;ortou os
crentes a "crescer na graLa e no conhecimento de nosso *enhor e *alvador
$esus /risto" I3 Pedro ?M5@J. ' *enhor elogiou a igre#a em Xfeso, para
colocar "V prova os que se diem apóstolos e não são, e voc achou que eles
se#am falsos" IApocalipse 3M3J.
Quando $ohn ^esle6 foi para ';ford, sua mãe piedosa, *usanna,
saiamente escreveu em uma de suas muitas cartas a eleM "7udo o que deilita
a sua raão, pre#udica a ternura da vossa conscincia, oscurece o seu senso
de +eus, ou tira o praer de coisas espirituais, o que aumenta a autoridade do
seu corpo sore sua mente, que coisa é o pecado. "
/ar!ter cristão em seu nível mais alto vem de um amor divinamente
implantado e sempre crescente. Que tanto leva, e é dirigido por, uma rica
compreensão ea oedincia fiel V verdade divina revelada nas &scrituras.

(N7&1-(+A+&
a fi de *ere )uro* e irre)reen*?ei* at= o dia de Cri*toB I5M54bJ
' terceiro ponto fundamental para o crescimento em santidade é a
integridade pessoal e relacional. /omo a frase "para que" no início do
versículo 54, a frase, a fim de ser significa uma progressão continuada.
(ntegridade espiritual aseiaHse na e;celncia espiritual assim como a
e;celncia espiritual aseiaHse em amor divino. Paulo plocama a ter tal
integridade pura e irrepreensíveis até o dia de /risto.
's eili9rinks ad#etivo IpurosJ tem dois significados possíveis. 8ma
rai possível de ad#etivo que transmite a idéia de peneiraLão, como de
passagem de grãos através de uma peneira para remover as impureas. *e
essa é a etimologia correta, o significado aqui é que de estar separado do que
é certo e do que é falso, o que é certo e do que é errado. %as derivaLão a
partir da rai outro parece mais apropriado, porque ele carrega a idéia de
testar algo pela lu solar. (sso é mais consistente com nfase anterior de Paulo
sore a aprovaLão. (sso significa tamém é consistente com a palavra latina a
partir do qual o sincero (ngls é derivado. Na -oma antiga cerSmica fina era
relativamente fino e fr!gil e rachaduras, muitas vees desenvolvidas ao ser
demitido. )o#as sem escrRpulos seria preencher as fissuras com uma cera dura
e escura, que seriam escondidos, quando o o#eto foi pintado ou vidrado, mas
que derrete quando a cerSmica foi preenchido com algo quente. Na lu
normal, a decepLão era normalmente indetect!vel, mas quando realiado até a
lu do sol foi claramente e;posto, porque a cera parecia mais escura. 's
negociantes respeit!veis, muitas vees carimar seus produtos sine cera I"sem
cera"J como uma garantia de alta qualidade.
Assim como a cerSmica como foi realiado até a lu do sol para
revelar rachaduras ou outros defeitos, o crente, fiel oediente fa questão de
e;por sua vida V lu do sol da &scritura. /omo o escritor de 0ereus
declarouM "A palavra de +eus é viva e efica e mais penetrante que qualquer
espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e espírito, #untas e
medulas, e é capa de discernir os pensamentos e intenLYes do coraLão "I0
DM53J. (nfelimente, muitas pessoas tentam corir suas falhas de v!rias
maneiras, a fim de aparecer menos espiritualmente imperfeito do que elas
realmente são. &les usam coisas como freqncia regular V igre#a, dando
generoso, atividade em funLYes da igre#a, e conversa espiritual para dar a
aparncia de integridade espiritual. %as quando eles são severamente
tentados ou perseguidos por sua fé, as rachaduras mostrar.
Porque as crianLas são pecadores caídos I*l. B5MBJ, seus pais não são
totalmente respons!veis por seu comportamento, mesmo quando eles são
pequenos. %as a integridade dos pais espiritual e moral, ou a falta dela,
sempre tem uma profunda influncia sore seus filhos. `s vees as crianLas
no reelde casas mais piedoso contra o *enhor. %ais frequentemente do que
não, porém, uma crianLa se reela errantes por causa da hipocrisia de seus
pais, saendo que a fé que professam, independentemente de como genuíno e
sincero que possa parecer aos outros na igre#a e na comunidade não é
manifestada nas suas vidas privadas . &mora isso não é desculpa pelos
pecados dessas crianLas, fa a sua parte na culpa dos pais.
&;ceto por descrenLa, $esus condenou o pecado mais do que
hipocrisia, em particular a do e;teriormente religioso, mas hipócritas, escrias
e fariseus Icf. %t MBU. 5BM4, )ucas 53MB>U 5?M5BJ . Paul tamém odiava
falsidade e engano, advertindoM "' amor se#a sem hipocrisia. Aorrecei o
malU apegaiHvos ao em "I-m 53M=J. ' apóstolo poderia honestamente
testemunhar a sua própria integridade, alegando que "não somos como
muitos, vendendo a palavra de +eus, mas a partir de sinceridade, mas a partir
de +eus, falamos em /risto aos olhos de +eus" I3 /or 3. M 5J.
&ili9rinks tamém tra as idéias de coesão, unidade e unidade. &m
uma sincera vida cristã, tudo se encai;a e traalha em con#unto. Nada nele
não est! relacionado com a fundaLão da fé salvadora e uma vida santa. As
pr!ticas, os aspectos da vida quotidiana estão em completa harmonia com
essas disciplinas espirituais, oviamente, como a leitura da Eília, da oraLão,
adoraLão, teologia, moralidade e faendo oas oras. Civer a vida sincera, a
vida de integridade, é como faer pão. Não é suficiente apenas a despe#ar
todos os ingredientes #untos em uma panela, coloc!Hlo no forno, e espero que
para produir o pão. 7odos os ingredientes devem primeiro ser
adequadamente misturado, de modo que cada ingrediente toca cada
ingrediente outro para formar uma comum, inteiro, coesa Rnico.
(ntegridade espiritual envolve tamém relaLYes com os outros. &m 3
/oríntios, Paulo afirmou que "em santidade e sinceridade de +eus, não em
saedoria carnal, mas na graLa de +eus, realiamos a nós mesmos no mundo,
e especialmente para ti" I3 /oríntios 5M53U /f. Atos 3D. M 5>J. &le #! havia
aconselhou os crentes ali para "dar nenhuma ofensa tanto para #udeus ou
gregos ou para a igre#a de +eus" I5 /or. 54M?3J, e implorou a aqueles em
-oma não "\a] #ui mais uns aos outros, mas sim determinar isso para não
colocar um ost!culo ou uma pedra de tropeLo no caminho de um irmão
"I-m 5DM5?J. ' cristão maduro determina não só para evitar o pecado em sua
própria vida, mas tamém para se certificar de que ele di ou fa nada que
possa causar outro crente tropeLar. 7udo o que pre#udica até mesmo um dos
filhos de +eus causar danos V igre#a, que é o corpo de /risto. 8ma ofensa
contra um companheiro crente é, portanto, uma ofensa contra o *enhor. &m
uma de suas advertncias mais severas, $esus disseM "Quem fier tropeLar um
destes pequeninos que crem em mim a tropeLar, seria melhor para ele ter
uma pedra de moinho pesados pendurasse ao pescoLo, e se sumergisse na
profundea do o mar "I%ateus 5@M>J.
Para ter integridade é tamém para enfrentar o mundo. $ames dei;ou
claro que "a religião pura e imaculada diante de nosso +eus e Pai é estaM
visitar os órfãos e as viRvas nas suas triulaLYes, e guardarHse imaculada pelo
mundo" I7iago 5M3J. $oão advertiuM "Não ameis o mundo nem as coisas do
mundo. *e alguém ama o mundo, o amor do Pai não est! nele "I5 $oão 3M5BJ.
& Paulo confessouM "Não vos conformeis com este mundo, mas transformaiH
vos pela renovaLão da vossa mente, para que voc possa provar que a vontade
de +eus é, o que é om, agrad!vel e perfeita" I-omanos 53M3 J.
(rrepreensíveis Iapros9oposJ e;pressa a e;tensão ea meta de
integridade. *ignifica "sem tropeLar, ou ofensa", e tem tanto a idéia de não
cair na conduta pecaminosa e de não provocar os outros para cair em
iniqidade. *er irrepreensível é o de avanLar na vida de alguém sem falha
moral. &ste não é um chamado V perfeiLão em santidade, que só é verdade de
+eus e dos santos na glória eterna, uma ve que Paulo e;ortou os /oríntios
paraM "1ive nenhuma ofensa \apros9opos] tanto para os #udeus ou gregos ou
para a igre#a de +eus" I5 /or. 54M?3J. &le convida os crentes a faer todo o
possível para dar glória a +eus e viver honradamente diante d&le e outros. 's
crentes devem viver uma vida de integridade, assim como Paulo Icf. Atos
3?M5U 3DM5>, 3 /oríntios 5M53U.. 3 7m 5M?J.
/air em pecado geralmente acontece em etapas. Primeiro, um crente
apenas tolera algo que ele sae que é pecador, talve criticando, mas não
toma posiLão firme contra ela. &m seguida, ele acomodaHlo, um pouco de
cada ve, tornandoHse cada ve menos preocupados com a sua maldade, até
que dei;a de ser um prolema. &m seguida, ele tenta legitim!Hlo, faendo
desculpas para ela e defendHla. Finalmente, e inevitavelmente, ele comeLa a
participar dele, araLandoHo como parte de seu estilo de vida normal. Calores
mundanos e as normas tornaramHse tão misturado com as ílicas que a
diferenLa #! não é perceido ou preocupava. &m seu &nsaio sore o 0omem
8m famoso, Ale;ander Pope lindamente, mas com moderaLão, e;pressa que
o padrão tr!gicoM
' vicio é um monstro de aspecto tão assustador,
&le e tão feio que não queremos olhar para ele
%as em pouco tempo se acostumamos com seu rosto
Primeiro suportamos, sentimos compai;ão, e então o araLamos.

*atan!s raramente ataca os crentes de frente. /omeLando com sua


primeira ora do mal no $ardim do Xden, ele usou a sutilea e dissimulaLão
para conduir o povo de +eus desviar I1n ?M5U Ap 53M=J. "&le foi homicida
desde o princípio", disse $esus, "e não se firmou na verdade porque não h!
verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que sua própria naturea,
pois ele é um mentiroso e pai da mentira "I$oão @MDDJ. Por isso, os crentes que
uscam a e;celncia não só deve conhecer a Palavra de +eus, mas tamém
continuamente crescer na compreensão e aplicaLão do mesmo por meio do
&spírito *anto. 7oda idéia, todo conceito, toda pr!tica deve ser realiada até a
lu divina da &scritura, pela qual eles devem ser #ulgados.
' amor divino, e;celncia e integridade não são opcionais. &les são
origatórios e permanentes, até o dia de /risto, quando &le voltar para levar
*eu povo a &le Iv. >J. X que o tempo futuro quando "todos devemos
comparecer ante o triunal de /risto, para que cada um pode ser
recompensado por suas oras no corpo, de acordo com o que ele fe, se#a
om ou mau" I3 /or B.M 54J, e onde "o traalho de cada homem se tornar!
evidente, porque o dia vai mostrar porque é para ser revelado com o fogo, eo
fogo se ir! testar a qualidade do traalho de cada homem" I5 /oríntios ?M5?J..
"Portanto, não v! #ulgar antes do tempo", Paulo advertiuM "mas espere até que
o *enhor vem, que ser! tanto traer V lu as coisas ocultas na escuridão e
divulgar os motivos do coraLão dos homens, e então o elogio de cada homem
vir! a ele por +eus "I5 /or. DMBJ. A verdade ser! revelada em nós naquele dia.

E'A* 'E-A*
c:eio* do fruto da u*tiça fruto ue e )or eio de e*u* Cri*to I5M55aJ
' essencial para o crescimento no quarto piedade é oas oras, que
Paulo aqui se refere como o fruto da #ustiLa. A progressão continua. ' amor
divino produ e;celncia espiritual, que produ a integridade, que produ
oas oras.
7endo sido preenchido tradu um particípio perfeito passivo no te;to
grego, referindoHse a algo que aconteceu no passado e continua resultados.
&m outras palavras, quando os crentes perante o *enhor no trono do #uío,
que #! ter! sido preenchida com o fruto da #ustiLa. (sto se refere a um estado
divinamente concluída, ou condiLão, de #ustiLa que se aseia no amor,
e;celncia, integridade e Paul acaa de e;plicar.
' fruto da #ustiLa é uma idéia do Antigo 7estamento, que o escritor de
Provérios fala de como "!rvore da vida" IProv. 55M?4J. ' profeta Amós
acusado de transformar o seu povo "#ustiLa em veneno eo fruto da #ustiLa em
asinto" IAmós >M53J. No Novo 7estamento, $ames refered o conceito em
relaLão Vs oas oras que são produidas pela #ustiLa de +eus na vida de um
crente. "A semente cu#o fruto é a #ustiLa", e;plicou ele, "é semeado na pa
para aqueles que promovem a pa" I7iago ?M5@J.
' fruto espiritual que o *enhor produ nos crentes inclui ganhar os
perdidos para /risto. &m -omanos 5M5? Paulo disseM "&u não quero que
ignoreis, irmãos, que muitas vees eu tenho plane#ado para chegar até voc Ie
ter sido impedido até agoraJ para que eu possa oter algum fruto entre vós
tamém, como entre o resto dos gentios. "&le enfatiou a mesma verdade em
/olossenses, e;plicando que" a palavra da verdade, o evangelho que tem
vindo a voc, assim como em todo o mundo tamém ... est! constantemente a
dar frutos e crescente "I/ol. 5MBH>J.
' fruto espiritual tamém inclui as oas oras, que é o que Paulo tem
em mente no presente te;to. &ssas oas oras comeLam sempre com atitudes
piedosas, alguns dos quais Paul enumera, em sua carta Vs igre#as da 1al!ciaM
"' fruto do &spírito éM amor, alegria, pa, longanimidade, enignidade,
ondade, fidelidade, mansidão, autoHcontrole" I1l BM33H3?J. &stas atitudes
divinamente outorgadas são pro#etados para produir divinamente capacitado
oas oras. Paulo falou dos frutos de oas oras, quando ele disse aos crentes
de /orinto que "Aquele que supre a semente ao semeador e pão para comer
vai fornecer e multiplique a vossa sementeira e aumentar! a safra \fruto] da
vossa #ustiLa" I3 /or . =M54U. cf &f BM=J.. /omo com qualquer outra coisa #usto
que o crente possui, o fruto da #ustiLa ... vem através de $esus /risto. &le não
pode ser humanamente gerado.
X propósito de +eus para produir tais oas oras, em todos os
crentes, porque "somos feitura dele, criados em /risto $esus para oas oras,
as quais +eus de antemão preparou para que and!ssemos nelas" I&f 3M54J.
$esus fe essa verdade especialmente claro no +iscurso do /en!culoM
"Permanecei em %im, e &u em vós. /omo o ramo não pode dar fruto por si
mesmo se não permanecer na videira, assim tamém vós se não
permanecerdes em mim. &u sou a videira, vós os ramosU quem permanece em
%im e &u nele, esse d! muito fruto, porque sem %im nada podeis faer
"I$oão 5BMDHBJ.

A 1)-(A +& +&8*


)ara (/ria e (ouor de #eu*. I5M55bJ
' essencial para o crescimento na quinta piedade que Paulo menciona
é de longe o mais importanteM a glória e louvor de +eus.
$esus disseM "%eu Pai é glorificado por isso, que deis muito fruto, e
assim serão meus discípulos" I$oão 5BM@J. +eus fa os crentes frutífero para o
em da *ua glória. Paulo, portanto, ordenouM "*e, então, comer ou eer ou o
que voc fier, faLa tudo para a glória de +eus" I5 /oríntios 54M?5.J, & em
outra carta e;plica que "fomos feitos heranLa, para ... a fim de que nós, que
foram os primeiros a esperanLa em /risto seria para o louvor da *ua glória.
Nele, voc tamém ... foram selados n&le com o &spírito *anto da
promessa, ... para o louvor da *ua glória "I&f 5M55H5DJ. No meio desta carta,
como se oprimido pelas maravilhosas verdades que ele tinha acaado de falar
de, ele e;ultouM "'ra, Vquele que é poderoso para faer infinitamente mais
além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que funciona
dentro nós, a ele se#a a glória na igre#a e em /risto $esus por todas as
geraLYes para todo o sempre. Amém "I&f ?M34H35J.
' o#etivo supremo e resultado da vida de amor divino, e;celncia,
integridade e das oas oras é para manifestar a glória e louvor de +eus. *ua
glória é a soma de toda a perfeiLão e *ua a honra de ser quem &le é e faer o
que &le fe, eo seu louvor é a afirmaLão de que a glória por aqueles que o
reconhecem.
A a(eria do
@ini*terio Parte
1+ A)e*ar da*
circu*tancia* e
ata(:a*
&'i(i)en*e* 1+12,18-
4
Duero ue *aia irão* ue aui(o ue e aconteceu te ante*
*erido )ara o )rore**o do eane(:o. Coo re*u(tado tornou;*e
eidente a toda a uarda do )a(cio e a todo* o* deai* ue e*tou na
)ri*ão )or cau*a de Cri*to. E a aioria do* irão* otiado* no Sen:or
)e(a in:a )ri*ão e*tão anunciando a )a(ara co aior deterinação
eria(idade
de*teor.a*
> outro*
erdadoefae
ue ade(uoa
n* ontade.
)rea E*te*
a Crio*tfae
o )or)or
inaor
e a e
*aendo ue aui e encontro )ara a defe*a do eane(:o. Aue(e*
)rea a Cri*to )or aição eo?*ta *e *inceridade )en*ando ue e
)ode cau*ar *ofriento enuanto e*tou )re*o. @a* ue i)orta !
i)ortante = ue de ua(uer fora *ea )or otio* fa(*o* ou
erdadeiro* Cri*to e*t *endo )reado e )or i**o e a(ero. #e fato
continuarei a a(erar;e I5M535@J
A medida mas segura para determina a maturidade espiritual de um
cristão é saer que nada pode rouarHlhe a alegria que lhe foi concedida pelo
&spírito
claro que. %aturidade de Paulodifíceis,
nem circunstancias é evidente no presente dolorosas,e
desagrad!veis, te;to no qualatéelemesmo
dei;a
fatais não poderia rouarHlhe a alegria, e em ve disso ela aumentaram ainda
mais sua alegria.
&mora se#a um dom de +eus para cada crente e administrado pelo
&spírito *anto I1l BM33J, a alegria não é sempre constante e plena Icf. 5 $oão
5MDJ. A Rnica causa certa para a perda de alegria na vida do crente é o pecado,
que corrompe a sua comunhão com o *enhor, que é a fonte de alegria. 7ais
atitudes pecaminosas como a insatisfaLão, amargura, mau humor, dRvida,
medo e alegria causa negativismo para ser e;ecutada. /onsequentemente, a
Rnica maneira de restaurar a alegria perdida é de se arrepender e voltar a
adoraLão adequada e oedincia a +eus.
'utra coisa que não importa o pecado não como não é difícil,
doloroso, ou decepcionante, precisa tirar a alegria do crente. No entanto,
mesmo as coisas pequenas podem faHlo se os crentes reagem
pecaminosamente para eles. A mudanLa para pior na saRde, traalho,
finanLas, relacionamentos pessoais, ou outras !reas importantes da vida pode
facilmente causar crentes a questionar o *enhor, a *ua soerana saedoria, e
*ua provisão graciosa. Quando isso acontece, a alegria é uma das primeiras
vítimas. 's crentes são especialmente vulner!veis quando essas coisas
acontecem de repente, levandoHos desprevenidos. *ua resposta é muitas vees
de raiva, dRvida, desconfianLa, medo, autoHpiedade, a ingratidão, ou
reclamando. Nesses casos, os eventos que não são pecaminosas em si levar a
respostas pecaminosas que rouam a alegria.
A Palavra de +eus dei;a claro que os prolemas nesta vida é certo
para vir Icf. $ó BMU 5DM5U. &ccl 3M3?U $oão 5>M??J. 's crentes não estão isentos
dos prolemas
tamém enfrentamcomuns e todasporassuapessoas
perseguiLão enfrentam
fé a partir dificuldades.
do sistema &les
mundo hostil.
")emraiHvos da palavra que eu disse a vocM" $esus disseM "8m escravo não é
maior do que seu mestre." *e me perseguiram, tamém vos perseguirão a vós
"I$oão 5BM34J. 8m pouco mais tarde acrescentouM "No mundo tereis afliLYes,
mas tende om Snimo, eu venci o mundo" I$oão 5>M??J. Para os cristãos
#udeus espalhados na igre#a primitiva que estavam sofrendo grande
perseguiLão, 7iago escreveuM "/onsidere que toda a alegria, meus irmãos,
quando passardes por v!rias provaLYes, saendo que a provaLão da vossa fé
produ perseveranLa. & a perseveranLa deve ter a sua ora perfeita, para que
se#ais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma "I7iago 5M3HDJ.
%as +eus pode usar até mesmo os testes mais difíceis para o nosso em e
para *ua glória.
Nenhum escritor do Novo 7estamento entendido que a verdade
melhor do que Paulo fe. &le era um modelo maior que a vida de um homem
de +eus, cu#a alegria nunca vacilou. &le resistiu qualquer coisa que ameaLou
se colocar entre ele e sua comunhão íntima com e confiar no *enhor. Paulo
certamente e;perimentou tristea e as l!grimas, sofreu tristea e decepLão, e
perturouHse por crentes pecadores, fracos, e contenciosa. No entanto, nunca
parece ter havido um momento na sua vida como um crente, quando as
circunstSncias diminuiu sua alegria. Na verdade, parece que o pior afliLão só
aumentou a pressão sore a alegria da salvaLão IFp DMD, 54H5?J.
Até o momento ele escreveu Filipenses, Paulo tinha dificuldades
sérias e;perientes de todo tipo. Quando escreveu esta epístola, ele era um
prisioneiro em -oma. &le havia muito tempo dese#ava pregar naquela grande
cidade, tendo apenas alguns anos antes escrita para a igre#a l!M
Para +eus, a quem sirvo em meu espírito, a pregaLão do evangelho do
*eu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faLo menLão de vós,
sempre em minhas oraLYes que faem pedido, se talve agora, finalmente,
pela vontade de +eus eu pode ter sucesso em chegar a voc .... &u não quero
que ignoreis, irmãos, que muitas vees eu tenho plane#ado para chegar até
voc Ie ter sido impedido até agoraJ para que eu possa oter algum fruto entre
vós tamém, como tamém entre o restante dos gentios "I-om. 5M=H54, 5?U. cf
v. 5BJ.
' apóstolo estava e;pressando mais do que um dese#o pessoal de
ministro em um lugar novo e desafiador. &le estava convencido da
importSncia de traer o evangelho naquela cidadela do paganismo e usando
-oma como
&spanha, um5BM3DJ.
-om. trampolim para
Parece o ministério
duvidoso ainda
que ele tinhamais Imesmo
em mente para a
a ministrar
em -oma como prisioneiro. Nem ele provavelmente encaramos chegando l!
só depois de enfrentar uma tempestade tempestuosa que resultou em um
naufr!gio desastroso Icf. Atos 35M??H3@M?5J. %as no entanto ele chegou l! ou
se#am quais forem as circunstSncias +epois que ele chegou, Paul
intensamente queria pregar o evangelho l! "pela vontade de +eus" I-om.
5M54J.
&mora ele não estava a escrever esta carta de uma masmorra, mas
uma residncia privada IAtos 3@M5>, ?4J, Paulo estava acorrentado noite e dia
para um soldado romano. &le não tinha nenhuma privacidade quando ele
comeu, quando ele dormia, quando escreveu, quando orava, ou quando ele
pregou, ensinou, ou conversava com algumas amigas Ivv. 5H?5J. No entanto,
para um período de dois anos esta falta de privacidade tornou impossível para
os soldados romanos que guardavamHlhe para evitar ouvir o evangelho e
testemunhar a semelhanLa de /risto not!vel Paulo. /omo os pró;imos
versículos sugere, este, aparentemente, levou alguns deles para a salvaLão
IFilipenses 5M5?H5DU. /f DM33J. Paulo regoi#ouHse por causa do ministério
para o qual o *enhor o tinha chamado e por causa do fruto espiritual que o
ministério produiu, mesmo enquanto ele estava em cadeias.
's versos 53H3> do capítulo um revelam quatro elementos da alegria
de Paulo no ministério. &le era alegre, apesar de prolemas, desde que a
causa de /risto progrediu Ivv. 53H5DJU apesar dos detratores, contanto que o
nome de /risto foi proclamada Ivv. 5BH5@J, a despeito da morte, enquanto o
*enhor foi glorificado Ivv. 5=H35J, e apesar de estar na carne, enquanto a
igre#a foi eneficiada Ivv. 33H3>J.

P-'E)&%A* N' (%P'-7A% Q8AN+' A %&**A1&% +& /-(*7',


&*7A P-'1-&+(+'

Duero ue *aia irão* ue aui(o ue e aconteceu te ante*
*erido )ara o )rore**o do eane(:o. C oo re*u(tado tornou;*e
eidente a toda a uarda do )a(cio e a todo* o* deai* ue e*tou na
)ri*ão )or cau*a de Cri*to. E a aioria do* irão* otiado* no
Sen:or )e(a in:a )ri*ão e*tão anunciando a )a(ara co  aior
deterinação e de*teor I5M535DJ

em grego,A e;pressão Quero que *aiam


que e freqentemente se tradu
encontrada de umaantigas.
em cartas e;pressão comum
&;pressYes
similares, tais como "eu quero que voc entenda isso" ou "&u quero que voc
saia isso" ho#e, são usados para chamar a atenLão para um ponto importante,
especialmente um que pode ser facilmente perdida, mal interpretado, ou
difícil de aceitar. Por outro lado, Paul muitas vees declarou que não queria
que seus leitores se#am desinformados Icf. -m 5M5?U. 55M3B, 5 /oríntios 54M5U.
53M45, 3 /oríntios 5M@U. 5 7essalonicenses D. M 5?J. No versículo presente que
ele queria que seus amados irmãos a entendessem que ele queria dier
e;atamente o que ele disse. Apesar de suas circunstSncias, Paulo não era
amargo ou desanimado, mas tinha grande motivo para se alegrar.
Aquilo que me aconteceu se tradu ta 9ata eme, que significa
literalmente "as coisas pertencentes ou relacionados a mim." &la é traduida
como "as minhas circunstSncias" em &fésios >M35. &m /olossenses DM é
traduido como "meus negócios." As circunstSncias de Paulo, e;plica ele,
terrível como eles parecem ser de uma perspectiva humana, concentraramHse
para o maior progresso do evangelho. &le não ignorar ou faer pouco caso da
sua prisão Icf. 5M, 5D, 5U /ol. DM?, 5@U. Flm =, 5?J, mas foi incidental ao seu
estado dispostos, alegres, e imensamente privilegiada como um servo de
$esus /risto I5M5J. %allon ImaiorJ é melhor traduida como "sim" IG$CJ, "na
verdade" INC(J, ou "realmente" INC(J. &m ve de dificultar e restringir o seu
ministério, circunstSncias difíceis de Paulo tinha feito e;atamente o contr!rio
Icf. 3 /or. 53M=H54J.
&ra o progresso do evangelho para o qual Paulo viveu tão
apai;onadamente. Para os anciãos de Xfeso ele declarouM "&u não considero a
minha vida de qualquer conta como preciosa para mim, para que eu possa
terminar minha carreira eo ministério que recei do *enhor $esus, para dar
testemunho do evangelho da graLa de +eus "IAtos 34M3DJ. 7udo o resto na
vida de Paulo teve uma importSncia apenas na medida em que isso afetou o
progresso do evangelho.
Paul não só se considerava a origaLão de o *enhor, mas tamém
"tanto a gregos como a !raros, tanto a s!ios como a ignorantes .... Porque
não me envergonho do evangelho, pois é o poder de +eus para a salvaLão de
todo aquele que cr, primeiro do #udeu e tamém do grego "I-m 5M5D, 5>J.
7ão forte era a origaLão que Paulo declarouHse "so compulsão, pois ai de
mim", disse ele, "se eu não anunciar o evangelho" I5 /oríntios =M5>.J. "&u
faLo tudo por causa do evangelho", e;plicou alguns versículos mais adiante
Iv. 3?J. *eu ministério e sua vida terrena, eram insepar!veis. *ua vida terrena
não seria concluído até o seu ministério estava concluído, e quando o seu
ministério estava concluído, sua vida terrena, não teria outra finalidade Icf. Fl
5M35H3>U.. 3 7m DM>H@J.
Pro9opk IprogressoJ descreve não apenas avanLar mas faHlo contra
os ost!culos. ' vero relacionado foi usado por um e;plorador ou de uma
equipe de avanLo do e;ército cortando um caminho através de !rvores e
arustos densos, avanLando lentamente e com esforLo consider!vel. A
resistncia é, portanto, inerente a esse tipo de progresso, e ninguém saia
melhor do que Paul como inevit!vel a resistncia de *atan!s I5 7s. 3M5@J eo
mundo I5 $oão 3M5BH5>J é para o progresso do evangelho . -esistncia por
-oma pagã havia colocado em sua prisão de dois anos presente, e resistncia
por líderes #udeus incrédulos tinha prenderam em /esaréia por dois anos
antes que IAtos 3DM3J. &le e;plicou aos coríntios que, emora "uma larga
porta para o serviLo efica se me ariu, ... h! muitos advers!rios" I5 /or.
5>M=J. Aos tessalonicenses, ele escreveuM "+epois que #! havia sofrido e sido
maltratados em Filipos, como saeis, tivemos a ousadia de nosso +eus falarH
lhe o evangelho de +eus em meio a muita oposiLão" I5 7essalonicenses 3M3.J.
&le encora#ou 7imóteo,
)emreHse de $esus /risto, ressuscitado dentre os descendentes, morto
de +avi, segundo o meu evangelho, pelo qual sofro mesmo a prisão como um
criminoso, mas a palavra de +eus não est! preso. Por esta raão, tudo suporto
por causa daqueles que são escolhidos, para que tamém eles alcancem a
salvaLão que est! em /risto $esus e com ele a glória eterna "I3 7m. 3M@H54J.
)onge de lamentar, ressentindoHse, ou reclamando de suas
dificuldades, Paul reconheceuHos como um elemento inevit!vel do ministério.
&m seus próprios olhos, no entanto, eles eram apenas um pequeno custo que
ele era mais do que dispostos a pagar, porque +eus usou esses estudos como
um meio de promover o progresso do evangelho.
PregaLão de $oão Eun6an era tão popular e poderoso, e tão inaceit!vel
para os líderes da (gre#a do século [C((, da (nglaterra, que ele foi preso, a fim
de silenci!Hlo. -ecusandoHse a ficar em silncio, ele comeLou a pregar no
p!tio da cadeia.
centenas &le não
de cidadãos de só teve uma
Eedford grande audincia
e arredores viria paradea prisão
presos,diariamente
mas taméme
ficar de fora para ouviHlo e;por as &scrituras. &le foi silenciado veralmente,
ao ser colocado no fundo da prisão e proiido de pregar em tudo. No entanto,
em que o silncio, ele falou mais alto de todos e para mais pessoas do que ele
poderia ter imaginado. Foi durante esse tempo que ele escreveu ' Peregrino,
o grande cl!ssico cristão, que #! ministrou o evangelho a deenas de milhYes
em todo o mundo. Por v!rios séculos, foi o livro mais lido e traduido no
mundo depois da Eília. Advers!rios Eun6an foram capaes de parar a sua
pregaLão por alguns anos, mas eles não foram capaes de parar o seu
ministério. &m ve disso, deram oportunidade para que ela se#a estendida de
dentro de uma prisão na pequena cidade de Eedford até os confins da terra.
Paulo podia dier aos seus perseguidores o que disse $osé a seus
irmãos depois que eles o venderam como escravoM "Não fostes vós que me
enviastes para c!, senão +eus, e &le me fe um pai para Faraó, e senhor de
toda a sua casa e governador de toda a terra do &gito .... /omo para voc,
intentastes o mal contra mim, mas +eus o tornou em em "I1n DBM@U B4M34J.
8m nRmero incont!vel de santos de +eus tm sido capaes de ecoar que a
verdade. $ó poderia ter e;pressado a seus consoladores "," &ster para 0aman,
$eremias para os falsos profetas e príncipes de $ud!, eo apóstolo $oão para
aqueles que o e;ilou para Patmos. /omo sempre, o *enhor pode transformar
esforLos para impedir o seu reino em meios para avanL!Hlo.
+eus supremo do ato de usar homens e esquemas malignos de *atan!s
para realiar *eus propósitos era, naturalmente, o traalho de *eu Filho para a
redenLão. Pela *ua morte e ressurreiLão, $esus /risto venceu o pecado ea
morte, derrotou *atan!s, e desde redenLão para todos em todas as épocas que
se voltam para &le em genuína fé salvífica.
Paul pró;ima focada em duas importantes conquistas de seu
ministério, em primeiro lugar sore o progresso do evangelho fora da igre#a
Iv. 5?J e, em seguida, em seu progresso dentro da igre#a Iv. 5DJ. Primeiro, ele
se alegrou de que sua prisão na causa de /risto tornouHse conhecido por toda
a guarda pretoriana todo e para todos os outros. Prisão é de desmon, que
literalmente refereHse a uma ligaLão, como o que fe com uma corrente ou
cao. Por e;tensão, o termo passou a ser usado de qualquer restriLão ou
confinamento forLado, em particular a de um prisioneiro. Falando a um grupo
de líderes #udeus em -oma, durante o tempo que ele escreveu Filipenses,
Paulo menciona "vestindo esta cadeia por causa da esperanLa de (srael" IAtos
3@M34J, e em &fésios ele falou de ser "um emai;ador em cadeias "I&f. >M34J.
Paulo "cadeias" Ide halusisJ eram um pouco mais de uma algema moderna,
cerca de 5@ centímetros de comprimento. 8ma e;tremidade foi ane;ado ao
pulso do prisioneiro, o outro para o guarda. A cadeia não foi removido do
prisioneiro enquanto estava so custódia, faendo amos fuga e privacidade
impossível. &mora o apóstolo foi autoriado a viver em quartos privados
IAtos 3@M?4J, ele foi acorrentado desta maneira a uma série de soldados por
um período de dois anos. Ao longo desses anos, é possível que v!rias deenas
de soldados diferentes foram atriuídos a guarda de Paulo, cada um tornandoH
se seu pRlico cativo. *e eles #! não estivessem conscientes disso, os soldados
logo veio a perceer que esse homem e;traordin!rio, não foi preso por
cometer um crime, mas para pregar o evangelho. *ua fidelidade V causa de
/risto logo se tornou conhecido por toda a guarda pretoriana todo e para
todos os outros. 's crentes fiéis na igre#a de -oma não tinha dRvida de longo
orou para que o *enhor arisse uma forma de testemunhar a guarda pretoriana
e influente elite. &m *ua saedoria soerana, ele respondeu que a oraLão,
faendo os memros da guarda para que cativa Paulo por dois anos.
Praitjrion Iguarda pretorianaJ srcinalmente se referia a tenda um
comandante do e;ército, então para a residncia de oficiais de alta patente
militar, e ainda mais tarde V de qualquer pessoa rica ou influente. Nos
&vangelhos, é usado da residncia do governador romano em $erusalém Icf.
%t 3M3U. %arcos 5BM5>, $oão 5@M3@, ??U 5=M=J. &m Atos 3?M?B pal!cio do
governador em /esaréia é chamado Pretório de 0erodes.
Alguns comentaristas, portanto, tomar a referncia em Filipenses 5M5?
para representar o quartel da guarda pretoriana. %as a frase seguinte Ie todos
os outrosJ indica que Paulo estava falando de pessoas, não um lugar. A
guarda pretoriana era srcinalmente composto por cerca de de mil soldados
escolhidos a dedo. &le tinha sido estaelecido por /ésar Augusto, que era
imperador no momento do nascimento de $esus I)ucas 3M5J. &stes homens
foram dispersos estrategicamente por toda a cidade de -oma para manter a
pa em geral e especialmente para proteger o imperador. %ais tarde os
imperadores aumentou muito os seus nRmeros, e 7iério construiu para eles
uma acampamento fortificado visível para se certificar de que eles tinham
uma presenLa de alto nível em -oma. 's memros da guarda pretoriana
servido para 53 Imais tarde deesseisJ anos, após o qual foram atriuídos os
maiores honras e privilégios, inclusive indeniaLão muito generoso.
&ventualmente, eles se tornaram tão poderosos que eram considerados "reiH
ma9ers", que não só protegidos, mas tamém escolheu os imperadores.
's resultados da estadia de Paulo em -oma eram previsíveis. Além de
ouvir a sua pregaLão e ensino, os soldados tamém e;perimentou em primeira
mão a sua graLa, sua pacincia e perseveranLa not!vel em grande afliLão, a
sua saedoria, suas convicLYes profundas, sua autenticidade, a sua humildade,
e seu verdadeiro amor e preocupaLão por eles. &les estavam cientes das falsas
acusaLYes feitas contra ele em /esaréia eo risco pessoal que ele tinha tomado,
apelando para /ésar. 7anto a mensagem dele e de seu personagem teve um
profundo impacto sore os soldados de elite, endurecidos e influente. /omo
muitos da guarda pretoriana se tornaram cristãos é desconhecido, mas aqueles
que fieram tornouHse evangelistas. Foi, sem dRvida, através desses homens
que os memros da própria família de /ésar foram convertidos IDM33J.
A notícia sore Paul espalhados por toda a cidade de -oma Ipara
todos os outrosJ, e por dois anos, muitos o visitou "em seus próprios quartos
alugados, \onde] foi acolhendo todos os que vieram com ele, pregando o
reino de +eus e ensino sore o *enhor $esus /risto com toda a franquea,
sem impedimento algum "IAtos 3@M?4H?5J. ' que a maioria das pessoas,
incluindo muitos cristãos, parece ter sido um completo desastre foi uma
oportunidade inigual!vel para o progresso do evangelho.
F. E. coment!rios %e6erM
`s vees, o quarto contratado seria repleta de pessoas, a quem o
apóstolo falou palavras de vida, e depois eles retiraram a sentinela se sentaria
ao lado dele, cheio de muitos questionamentos quanto ao significado das
palavras que este estranho prisioneiro falou. &m outros momentos, quando
todos tinham ido emora, e especialmente V noite, quando o luar rilhou nas
encostas distantes do *oracte, soldado e Apóstolo seria dei;ado de falar, e
naqueles escuros, horas solit!rias, o Apóstolo diria soldado depois de soldado
a história de sua própria carreira orgulho no início da vida, de sua oposiLão a
/risto, e sua conversão final, e dei;aria claro que ele estava ali como um
prisioneiro, e não para qualquer crime, não porque ele tinha levantado
reelião ou revolta, mas porque ele &le acreditava que quem os soldados
romanos haviam crucificado, so Pilatos, era o Filho de +eus e *alvador dos
homens. /omo essa notícia se espalhou, e os soldados falouHlos um com o
outro, o guarda inteira se influenciado em simpatia com o Apóstolo manso e
humilde, que sempre se mostrou tão gentilmente aos homens como eles
compartilhavam, no entanto, involuntariamente, sua prisão.
/omo asolutamente consistente o apóstolo deve ter sidoT *e
houvesse o mínimo de divergncia, dia ou noite, a partir do alto padrão que
ele defendeu, seu companheiro de soldado teria pego, e transmitiramHna aos
outros. ' fato de que muitos se tornaram cristãos fervorosos, e que a Palavra
de $esus foi largamente conhecido por toda a guarda pretoriana, indica como
asolutamente consistente a vida do Apóstolo era. IA &pístola aos Filipenses
\1rand -apidsM Ea9er, 5=B3], ?>H?J
PerseveranLa fiel de Paulo não só foi ganhando adeptos fora da igre#a,
mas tamém foi fortalecer e encora#ar os crentes dentro da igre#a. ' apóstolo
coragem e fidelidade durante seu confinamento causado a maioria de seus
irmãos companheiros, tanto em -oma e mais além, ser mais confiante no
*enhor por causa de sua prisão e ter muito mais coragem para falar a palavra
de +eus sem medo. *ua influncia foi generaliada e de longo alcance. Não
era apenas alguns crentes, mas a maioria dos irmãos, que foram incentivados
por sua prisão. Apesar de influente e perturador, os que criticaram e
caluniaram Paulo I5M5B, 5J estavam em minoria.
A implicaLão é que, antes de sua prisão, os crentes estavam com
medo, ou pelo menos relutante, para compartilhar aertamente sua fé. A
hostilidade a esta nova seita do #udaísmo, como era comumente considerado
por todo o império, foi crescendo. Não foram só os líderes #udeus
intensificam sua oposiLão e perseguiLão, mas os pagãos tamém comeLou a
ver o cristianismo como uma ameaLa tanto para a sua religião e para a sua
susistncia IAtos 5=M3?HD5J.
' e;emplo de Paulo deu seus irmãos ... muito mais coragem para falar
a palavra de +eus sem medo. /omo se viu como +eus o protegeu e aenLoou
seu ministério, apesar da perseguiLão e prisão, a sua coragem foi renovada e
sua ousadia e elo intensificada. *ua forLa se tornou a sua forLa, como o seu
e;emplo tocouHlos. Através do &spírito *anto, o impacto do que a vida fiel
revolucionou e energiado toda a igre#a. *antos companheiros do apóstolo
descoriu que, como a covardia que uma ve e;perimentado, a coragem é
contagiosa.
)ierdade para proclamar o evangelho est! compreensivelmente
estimado ho#e pelos cristãos no chamado mundo livre. %as muitos, se não a
maioria, das grandes e;pansYes da fé e reavivamentos espirituais dentro da
igre#a vieram durante os tempos de oposiLão e perseguiLão. ' cristianismo foi
proiido longo na /hina comunista e até ho#e em grande parte da naLão que a
e;pressão pRlica do cristianismo ainda é severamente restringida. No
entanto, por muitas estimativas respons!veis, h! milhYes de cristãos crentes
na Eília em que grande país. Por outro lado, na maior parte do "livre"
mundo ocidental a influncia, se não o tamanho, da igre#a evangélica tem sido
continuamente erodindo.
As circunstSncias de Paulo estavam além da capacidade da maioria
das pessoas de compreender. No entanto, ele era um modelo de alegria,
contentamento e pa. &ssas qualidades interiores, oviamente, não foram
aseadas em seu conforto físico, seus ens, sua lierdade, sua autoHsatisfaLão,
ou a sua reputaLão e prestígio. &les estavam inteiramente aseado em sua
confianLa em seu *enhor gracioso e soerano e seu praer no progresso do
evangelho.

N' (%P'-7A '* +&*7-A7'-&* ' Q8& (%P'-7A & Q8& /-(*7' &*7A
*&N+' P-'/)A%A+'

> erdade ue a(un* )rea a C ri*to )or inea e ria(idade a*
outro* o fae de oa ontade. E*te* o fae )or aor *aendo ue
aui e encontro )ara a defe*a do eane(:o. Aue(e* )rea a Cri*to
)or aição eo?*ta *e *inceridade )en*ando ue e )ode cau*ar
*ofriento enuanto e*tou )re*o. @a* ue i)orta ! i)ortante = ue
de ua(uer fora *ea )or otio* fa(*o* ou erdadeiro* Cri*to e*t
*endo )reado e )or i**o e a(ero. #e fato continuarei a a(erar;e
I5M5B5@J
/omo o *enhor durante *eu ministério terreno, Paulo teve mais do
que sua cota de detratores, a maioria deles provenientes dos estaelecimentos
#udeus e pagãos religiosos. A igre#a logo veio a ter detratores dentro de suas
próprias fileiras que caluniados os seus dirigentes, mais frequentemente do
que não aqueles que foram os mais piedosa e efica.
8ma das e;perincias mais desencora#adores para um servo de +eus é
a de ser falsamente acusado por companheiros crentes, especialmente os
colegas de traalho na igre#a. Para ser caluniado por um incrédulo é esperado,
para ser difamado por outro crente é inesperado. A dor é muito profunda
quando o ministério é caluniado, mal interpretado e in#ustamente criticado por
companheiros pregadores e professores do evangelho. &ssa é precisamente a
situaLão Paulo enfrentou em -oma, onde alguns dos líderes da igre#a, em
oposiLão a ele, estavam pregando a /risto até por inve#a e contenda.
Na igre#a em /orinto havia antiHPaul, em como proHPaul facLYes na
congregaLão. "Agora eu quero dier isso", e;plicou ele, "que cada um de
vocs est! diendo, &u sou de Paulo," e "&u, de Apolo," e "&u sou de /efas",
e "eu de /risto" I5 /or . 5M53J. Aqueles que favoreceu Apolo e Pedro I/efas,
5 /oríntios. ?M33J, sem dRvida, tinha reservas sore Paul, como aqueles que
lhe favoreceu, provavelmente, tinha sore os outros dois. ' "/risto" facLão
aparentemente se consideravam a elite espiritual e os outros como inferiores.
+etratores de Paulo, que estavam pregando a /risto até por inve#a e
contendas, não eram hereges, como os #udaiantes, mas eram teologicamente
ortodo;o. &les pregaram e ensinaram o verdadeiro evangelho de $esus /risto.
&les não estavam anunciando "outro evangelho", como alguns em /orinto e
1al!cia I3 /oríntios 55MDU.. 1al 5M>J. Nem eram "falsos apóstolos, oreiros
fraudulentos, transformandoHse em apóstolos de /risto" I3 /oríntios. 55M5?J
ou parte de "circuncisão do falso" mencionado mais tarde na presente carta
IFp ?M3J.
Para ter certea indica um tipo de parnteses, uma partida reve do
tema principal de Paulo de alegria. "&u perceo muito em," ele estava
diendo em essncia, "que nem tudo é como deveria ser na igre#a. &u não sou
ingnuo sore os motivos de alguns pastores e evangelistas. &u sei que eles
estão pregando a /risto até por inve#a e contenda. "' prolema não era
naqueles pregadores teologia, mas em seus motivos, não no que eles
pregavam, mas em saer por que eles pregaramHlo, ou se#a, de inve#a e porfia.
Phthonos Iinve#aJ é o dese#o de privar os outros do que é deles por
direito, para dese#ar que não tem ou tinha, em menor grau. Foi "por inve#a"
que a multidão
entregou $esus a#udaica
PilatosI%t
para3M5@J e os principais
ser crucificado. &ntresacerdotes I%arcos 5BM54J
as muitas características
do mal de "impiedade e in#ustiLa dos homens que detm a verdade em
in#ustiLa" I-om. 5M5@J é a inve#aH-om listado ao lado de ganSncia, homicídio,
contenda, engano, malícia, fofocas e outros pecados graves I . 5M3=U 5?M5?, 5
/oríntios 5M55U. 4?M4?, 3 /oríntios 53M34U. 1al BM5=H35U. 5. 7im >MDU 7ito ?M=J.
Paulo lemrou 7ito que "nós tamém #! fomos tolos de nós mesmos,
desoedientes, e;traviados, escravos de v!rias pai;Yes e praeres, gastando
nossa vida em malícia e inve#a, odiosos, odiandoHnos uns aos outros" I7ito
?M?J. %as os crentes possuem uma nova naturea I3 /o BM5J. & são
comandados pelo poder do &spírito para colocar "malícia de lado tudo e tudo
engano, hipocrisia, inve#a e tudo calRnia" I5 Pedro 3M5J. &scusado ser! dier
que os cristãos freqentemente dei;am de ser oediente V Palavra e sumisso
ao &spírito.
A inve#a, dese#ando outros não tm o que tm, est! intimamente
relacionado com o ciRme, que est! dese#ando ter o que outra pessoa possui. A
partir do conte;to, parece prov!vel que os detratores de Paulo eram tanto
inve#oso e ciumento do apóstolo. &les inve#avam superdotaLão Paulo, suas
nLãos, seu intelecto, sua efic!cia no ministério, e, talve principalmente, o
seu ser altamente respeitada e amada na igre#a. &les podem até ter inve#a de
seus encontros pessoais com o ressuscitado e e;altado *enhor $esus /risto
Icf. Atos =M5H>U 5@M=H55U 33M5H5@U 3?M55J. /onsequentemente, como todos
aqueles motivados pela inve#a e ciRme, eles consideravam o apóstolo de ser
uma ameaLa V sua própria proeminncia e influncia na igre#a.
*trife é de eris, que refereHse a contenLão, especialmente com espírito
de inimiade. /omo ele é usado aqui, ela é freqentemente associada com a
inve#a eo ciRme, em como com outras pai;Yes pecaminosas, como a
ganSncia ea maldade. A inve#a leva a hostilidade, competiLão, e do conflito.
' propósito de Paulo para enfrentar esta questão não era ganhar a
simpatia por si, muito menos para retaliar contra seus detratores. &le foi sim
apontar que a fidelidade no ministério inclui motivos certos, em como
doutrina certa. *empre houve aqueles cu#o serviLo na (gre#a é, em grande
medida motivado por um dese#o de ultrapassar os outros. (sso fa com que
eles se ressentem aqueles que são respeitados e cu#os ministérios são
frutíferos. 7ais pessoas, inevitavelmente criam inve#a e porfia e, assim, faer
um grande dano V igre#a de /risto.
&;atamente o que estava sendo dito sore Paulo para machuc!Hlo e
destruir sua reputaLão
as informaLYes não sãonão é revelado.'%as
importantes. porque
o#etivo do as acusaLYes
apóstolo não eram falsas,
era para ser
defensivo, mas simplesmente para dar um relato correto da situaLão. /omo
em /orinto Icf. 5 /or. 5M55H5J, é prov!vel que v!rias facLYes estavam
envolvidos, cada um. Alegando alianLas especiais, visão e autoridade Quando
os falsos mestres ganhou uma audincia em /orinto, eles impiedosamente
atacado Paulo, que escreveu 3 /oríntios para responder a esses ataques Icf. 3
/o 54M54U. 55M>J. /omo os amigos de $ó, alguns dos pregadores inve#a em
-oma pode ter alegado que a prisão de Paulo foi uma puniLão do *enhor por
algum pecado secreto Icf. $oão =M5H3J. 'utros podem ter acreditado Paulo
estava na prisão porque ele não tinha a fé vitoriosa de que teria ganho a sua
liertaLão. Na sua opinião, ele oviamente não conseguiu e;plorar
plenamente o poder do &spírito *anto. ' fato de que eles eram livres e ele
estava na prisão foi uma prova para eles que o seu poder espiritual e utilidade
eram inferiores aos deles. /aso contr!rio, por que +eus Paulo não
milagrosamente livre como &le tinha em Filipos IAtos 5>M3BH3>J
Ainda outros podem ter pensado que presunLosamente o *enhor
manteve Paulo em prisão por causa de sua pregaLão supostamente inadequada
e enganosa da Palavra de +eus. /om acesso ao apóstolo limitado, as pessoas
tinham mais oportunidade de ouvir seus advers!rios, que alegou uma
compreensão mais profunda e completa da fé. /omo alguns cristãos de ho#e,
que talve tenha sentido Paul era antiquado e que um calouro aordagem,
mais relevante foi necess!rio para atingir as pessoas sofisticadas de -oma.
'utros podem ter argumentado que, se Paulo tinha sido completamente
intransigente e fiel V fé que ele teria sido martiriado muito tempo antes.
Portanto, ele deve ter feito um acordo com os romanos para proteger sua vida
e garantir um tratamento favor!vel. 7ais especulaLYes fornecer alguma idéia
rao!vel do que estava sendo dito a respeito de Paulo.
%as alguns tamém, Paulo continua a dier com satisfaLão óvia,
pregar o evangelho de oa vontade. /omo inve#a e porfia, a oa vontade
Ieudo9iaJ refereHse a motivaLão, neste caso o motivo positivo de dese#ar o que
é melhor para os outros. 's crentes em -oma, não só não criticou Paulo, mas
tamém com entusiasmo apoiou e apreciaram seu traalho. *eus motivos
eram sem egoísmo puro. &les eram simp!ticos e gratos ao apóstolo por sua
fidelidade na proclamaLão do evangelho e para o seu ministério de amor a
eles.
Ao contr!rio dos detratores, o Rltimo Iaqueles com oa vontadeJ
pregava a /risto
igre#a rigas por amor.
e faccioso Apenas alguns
em /orinto, anos antes, em sua primeira carta V
ele escreveuM
*e eu falasse as línguas dos homens e dos an#os, mas não tiver amor,
eu me tornei um gongo ruidoso ou um címalo que tine. *e eu tivesse o dom
de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a cincia, e se eu tivesse
toda a fé, de modo a remover montanhas, mas não tiver amor, nada sou. & se
eu der todos os meus ens para sustento dos pores, e se eu entregasse o meu
corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me aproveitaria ....
'ra, a fé, esperanLa, amor, cumprir estes trs, mas o maior destes é o amor. I5
/or. 5?M5H?, 5?J
Além do espírito e motivo de amor, nada feito em nome do *enhor
não pregaLão, ensino, ou serviLo, não importa o quão ortodo;o ou
impressionante é verdadeiramente aceit!vel para ele. (sso equivale a nada.
Neste conte;to, parece que o Paul fala de amor aqui é principalmente
amor pessoal por ele. Aqueles crentes motivados pela oa vontade, sem
dRvida, amava o *enhor e uns aos outros, mas a nfase aqui é sore o seu
amor para o apóstolo. &les profundamente se preocupava com ele e estavam
preocupados com seu emHestar pessoal, em como para o impacto do seu
ministério. &les saiam que ele não estava na prisão por causa de qualquer
pecado secreto ou deficincia. &les saiam que ele não estava l! por causa de
infidelidade, mas por causa da lealdade ao *enhor, não porque o seu traalho
foi um fracasso, mas porque foi um sucesso poderoso, não porque ele estava
fora da vontade de +eus, mas porque ele estava no centro do mesmo .
Aqueles crentes saiam Paulo foi divinamente nomeado para a defesa do
evangelho Icf. Fil. 5MJ e eram gratos pela sua oedincia fiel V oedincia
que uma chamada que os trou;e a nLão espiritual rica.
Geimai InomeadoJ, que tem o significado da rai de deitado ou
reclinado, passou a ser usado de um compromisso oficial e Vs vees do
destino. Nas forLas armadas, foi utiliado de uma missão especial, como ficar
de guarda ou defesa de uma posiLão estratégica. Ao aenLoar o menino $esus,
*imeão ", disse a %aria, sua mãeM &is que este %enino est! nomeado para a
queda e ascensão de muitos em (srael, e um sinal para ser oposiLão " I)ucas
3M?DJ. 8sando o termo de uma forma mais figurativa, Paulo lemrou aos
tessalonicenses que eles não devem "ser perturado pelo \seu] afliLYes,
porque \eles mesmos saiam] que foram destinados \9eimetha] para isso" I5
7essalonicenses ?M?. J.
Paulo foi divinamente nomeado para a defesa do evangelho. $esus
declarou
perante osnagentios
conversão
e reisdoe apóstolo
os filhosPaulo que era
de (srael" "para
IAtos levar
=M5BU. /fo5?M3U
nome1al
de 5M5BH
\sua]
5>U &f ?. M>HJ. *ua prisão em -oma não era nem um acidente do destino,
nem principalmente a decisão dos homens, nem mesmo a decisão de Paulo de
apelar para /ésar IAt 3BM55J. Acima de tudo, era parte integrante da sua
missão divina para defender o evangelho. Neste caso, ele estava destinado a
ser, em que a prisão por vontade de +eus, para que ele pudesse pregar o
evangelho em -oma.
No versículo 5, Paulo refereHse novamente para seus detratores, o
primeiro grupo de crentes Iv 5BJ, que proclamam a /risto por amiLão
egoísta, e não de motivos são puros. /omo mencionado acima, não era a sua
doutrina que estava em falta, eles fieram proclamar /risto. %as eles não
estavam pregando a /risto para a *ua glória, e honra, mas por conta própria,
para cumprir a sua amiLão egoísta.
&ritheia IamiLão egoístaJ não tinha srcinalmente uma conotaLão
ruim, mas se limitou a traalhar para aluguer. &ventualmente, entretanto,
adquiriu o significado de olhar e;clusivamente para os próprios interesses,
independentemente das consequncias para os outros. &le foi usado por
profissionais de carreira que impiedosamente tentaram suir ao topo de seus
campos da maneira que podia, e de políticos que uscavam escritório a
qualquer custo.
+etratores egoisticamente amiciosos Paulo, oviamente, não pregar
por motivos puros. Não só eles eram egoístas, mas ainda pior, eles tamém
procurou faer desserviLo ao Paul, pensando em faer com que \ele] angRstia
em \sua] prisão. &les in#ustamente criticado e acusado com o propósito
malicioso de agravar e intensificar sua angRstia. &les e;iiram uma crueldade
inacredit!vel nascido do ciRme, utiliando prisão de Paulo para desacredit!Hlo
e para se promover.
%as angRstia prim!ria de Paulo não foi devido a sua afliLão, causada
por -oma ou seus companheiros crentes. &le saia que a hipocrisia e m!s
intenLYes de seus detratores estavam faendo um grande dano V causa de
/risto, e é isso que lhe causou a mais profunda tristea. /omo #! mencionado,
ele não poderia ter a#udado a ser ferido pessoalmente. %as ele não estava
procurando por simpatia ou tentando se defender. &le saia que os outros
líderes fiéis na igre#a enfrentou críticas e da oposiLão, tanto do mundo e de
outros crentes. *ua reaLão V sua situaLão atual em -oma que estaeleceu o
e;emplo para outros servos fiéis do *enhor. &les, então, seria capa de
enfrentar suas próprias
perdão, e confianLa afliLYesdacom
no triunfo a mesma
verdade paque
de +eus de ele
espírito,
e;iiu.espírito de
Paulo tinha plena conscincia de que os crentes imaturos são
propensos a "discórdia, o ciRme, temperamentos furiosos, disputas, calRnias,
fofocas, arrogSncia, distRrios" I3 /oríntios. 53M34J. &le advertiu 7imóteo a
estar em guarda contra qualquer pessoa nas igre#as que "tem um interesse
mórido em questYes polmicas e disputas sore palavras, das quais surgem
inve#a, contenda, linguagem ausiva, suspeitas malignas" I5 7m. >MDJ.
%ais importante, porém, ele viu a imagem maior. Porque esses
homens inve#osos foram realmente pregando o verdadeiro evangelho, as
pessoas iam sendo salvos. "& então", Portanto, ele perguntou retoricamente,
respondendoM *ó que em todos os sentidos, ou por prete;to ou de verdade,
/risto se#a anunciado, neste eu me alegro. *im, e eu me alegrarei. &m outras
palavras, se a causa de /risto estava sendo servido, mesmo em pretensão
pelos detratores inve#osos, ele estava feli. &mora motivo os detratores não
foi principalmente para e;altar a /risto ou para ganhar almas, mas para
e;altarHse V custa de Paulo, ele não estava amargo. &le saia que, emora &le
não honrar aqueles homens que pregavam a verdade fora de fingimento, o
+eus soerano, no entanto, honrado a sua mensagem quando /risto \foi]
proclamada. &ssa realidade muito satisfeitos Paulo.
Palavra de +eus é sempre poderoso, não importa o que os motivos de
quem o proclama. A Rltima coisa que o profeta $onas queria que acontecesse
era para Nínive se arrepender em sua pregaLão, mas a mensagem que ele deu
a partir de +eus produiu arrependimento, apesar de suas m!s intenLYes Icf.
$onas DM5H=J. %esmo um pregador ou professor que é inve#oso, ciumento,
egoísta e pode ser usado por +eus quando sua mensagem é fiel V Palavra.
+eus sempre honra *ua Palavra e *ua Palavra sempre produ frutos. "%inha
palavra ... o que sair da minha oca ... não voltar! para mim vaia, sem
realiar o que eu dese#o, e sem sucesso na matéria, para que a enviei" I(saías
BBM55J. ` medida que o século [([ escocs ministro $ohn &adie saiamente
comentouM "A virtude est! no evangelho, e não na evangelistaU na e;posiLão,
e não no e;positor" I8m /oment!rio sore o te;to grego da &pístola de Paulo
aos Filipenses \reimprimirU 1rand -apidsM Ea9er, 5==], D4J.
Na verdade remete para aqueles que estavam pregando "de oa
vontadeU ... por amor, ... \e] a partir de motivos puros" IFilipenses 5M5BH5J.
Cerdade aqui não se refere V e;atidão do que disseram, mas sim a veracidade
e integridade de seus coraLYes. &m marcado contraste com os detratores, eles
não eram hipócritasIproclamadoJ
Gatangellj pregando o evangelho
refereHse puro de motivos
a anunciar impuros.algo com
ou declarar
autoridade. *e o evangelho foi proclamado por ciRmes, pregadores
pre#udicial, ou por aqueles que eram fielmente e, humildemente, pregando o
evangelho com motivos puros, foi precisamente proclamado, que deu frutos, e
Paul poderia dei;ar de me alegrar. &le reforLou sua seriedade, acrescentando,
*im, e eu me alegrarei. *ua alegria, sua atitude graciosa, e sua compreensão
do maior prolema da verdade do evangelho não era transitória, mas eram
resolutamente permanente Icf. *l DMH@U. -om. 53M53U. 3 /oríntios >M54J.
Asolutamente nada pode rouar a alegria de Paulo dado por +eus.
&le era dispens!vel, o evangelho não era. *ua privacidade e lierdade eram
acidentais, e ele se importava nada de reconhecimento pessoal ou de crédito.
Nem as cadeias dolorosas de -oma, nem a crítica ainda mais doloroso de
cristãos poderia impediHlo de alegria, porque /risto estava sendo anunciado e
*ua igre#a foi crescendo e amadurecendo. A visão do apóstolo de sua vida e
ministério são talve melhor e;pressa em 3 /oríntiosM
& traalhando #untos com &le, nós tamém pedimos que voc não
receer a graLa de +eus em vão, pois &le diM "No tempo aceit!vel eu escutei
voc, e no dia da salvaLão te a#udei." &is, agora é " o tempo aceit!vel ", eis,
agora," o dia da salvaLão ", não dando motivo de escSndalo em cousa alguma,
para que o ministério não vai ser desacreditado, mas em tudo nos
recomendamos como ministros de +eus, na resistncia muito, nas afliLYes,
nas necessidades, nas angRstias, nos aLoites, nas prisYes, nos tumultos, nos
traalhos, nas insónias, na fome, na purea, no conhecimento, na pacincia,
na ondade, no &spírito *anto, no amor verdadeiro, na palavra da verdade ,
no poder de +eus, pelas armas da #ustiLa para a mão direita e V esquerda, por
honra e por desonra, por m!s notícias e oa fama, considerado como
enganadores e ainda verdadeirosU como desconhecido ainda em conhecidos,
como morrendo ainda contemplar , vivemos, como castigados ainda não
condenado V morte, como triste mas sempre alegres, como pores mas
enriquecendo a muitos, como não ter nada possuindo tudo. I3 /oríntios. >M5H
54J
' e;emplo de Paulo de humildade altruísta mostra que os piores
circunstSncias são, a maior alegria possível. Quando as coisas aparentemente
seguras na vida comeLa a desmoronar, quando o sofrimento ea tristea
aumento, os crentes devem ser arrastados para cada ve mais profunda
comunhão com o *enhor. X então que eles vão mais e;perimentar a alegria
duradoura,
gratificante odoapóstolo conhecia
que qualquer tão em.fuga
felicidade &sta circunstancial.
alegria é muito&maior e mais
essa alegria
pura não vem por causa das circunstSncias, mas apesar deles e através deles.
A a(eria do
@ini*terio Parte 2 +
A)e*ar #a @orte
#a Carne
5
&'i(i)en*e* 1+19,26-
)oi* *ei ue o ue e aconteceu re*u(tar e in:a (iertação raça* F*
oraç<e* de oc* e ao au?(io do E*)?rito de e*u* Cri*to. Auardo
an*io*aente e e*)ero ue e nada *erei eneron:ado. Pe(o contrrio
co toda a deterinação de *e)re ta= aora Cri*to *er
enrandecido e eu cor)o uer )e(a ida uer )e(a orteB )orue
)ara i o ier = Cri*to e o orrer = (ucro . Ca*o continue iendo no
cor)o tere i fruto do eu tra a(:o. E  não *ei o ue e*co( :erG E*tou
)re**ionado
uito do*contudo
e(:orB doi* (ado*+ de*eo
= ai* )artir e )or
nece**rio e*tarcau*a
co de
Cri*to
oc*o ue =eu
)eraneça no cor)o. Conencido di**o *ei ue ou )eranecer e
continuar co todo* oc* )ara o *eu )rore**o e a(eria na f= a fi de
ue )e(a in:a )re*ença outra e a eu(tação de oc* e Cri*to e*u*
tran*orde )or in:a cau*a. I5M5=3>J
Apesar das provaLYes, tristea e sofrimento e;perimentados por Paulo
Icf. 3 /oríntios. 55M3?H??J, seu ministério foi, no entanto, uma e;perincia
praerosa para ele. Nesta seLão de Filipenses, ele discute quatro questYes que
possam aparentemente rouaramHlhe de alegriaM prolemas, destratores, a

morte, e a \os
detratores carne. As duas que
pregadores primeiras questYes
procurou Iprolemas
elevarHse V custa \prisão de Paulo]
de Paulo]J foram e
discutidos no capítulo D deste volume. ' apóstolo agora revela que tanto a
ameaLa de morte iminente e as tristeas da vida na carne tamém foram
incapaes de rouarHlhe a sua alegria.
N' (%P'-7A A %'-7& &NQ8AN7' ' *&N0'- *&$A 1)'-(F(/A+'

)oi* *ei ue o ue e aconteceu re*u(tar e in:a (iertação raça* F*


oraç<e* de oc* e ao au?(io do E*)?rito de e*u* Cri*to. Auardo
an*io*aente e e*)ero ue e nada *erei eneron:ado. Pe(o contrrio
co toda a deterinação de *e)re ta= aora Cri*to *er
enrandecido e eu cor)o uer )e(a ida uer )e(a orteB )orue
)ara i o ier = Cri*to e o orrer = (ucro I5M5=35J

&m Rltima an!lise, não importa realmente para Paulo que ele foi
preso, caluniado, e de frente para possível e;ecuLão enquanto o evangelho
salvador de /risto estava sendo pregado. &le estava totalmente confiante de
que, apesar de suas circunstSncias negativas, a causa do *enhor triunfaria.
Portanto, ele poderia enfrentar a morte sem medo. Nos versículos 5=H35, ele
menciona cinco realidades em que essa confianLa se aseiaM os preceitos do
*enhor Iv. 5=JU as oraLYes dos santos Iv. 5=J, a provisão do &spírito Iv. 5=cJ,
o promessa de /risto Iv. 34aJ, e do plano de +eus Ivv. 34H35J.
/'NF(AN_A N' '* P-&/&(7'* +' *&N0'-

)oi* *ei ue o ue e aconteceu re*u(tar e in:a (iertação I5M5=aJ


'ida IPois seiJ significa saer algo com certea. Paulo estava
convencido de que seu sofrimento presente nas mãos de amos os descrentes
e crentes viria para a \sua] liertaLão. &le cita diretamente a partir da
*eptuaginta Ia traduLão grega do Antigo 7estamentoJ, citando resposta de $ó
a ofarM "&sta tamém ser! a minha salvaLão" I$ó 5?M5>J. 7raalho
corretamente compreendeu que seu sofrimento terrível não era castigo de
+eus pelo pecado. /omo $ó, Paulo acreditava plenamente que +eus um dia
iria entreg!Hlo, tanto de seus males físicos e das falsas acusaLYes daqueles que
erroneamente insistiu que todo o seu sofrimento foi o resultado de iniqidade.
Alguns anos antes, Paulo havia garantido os crentes em -oma que
"+eus fa todas as coisas cooperam para o em daqueles que amam a +eus,
daqueles que são chamados segundo o seu propósito" I-om. @M3@J, agora ele
aplicou essa verdade maravilhosa para sua própria vida. &le saia que sua
conscincia estava claro Icf. Atos 3?M5U 3DM5>, 3 /oríntios 5M53U. 5. 7im 5MBU
?M=U. 3 7m 5M?JU ele saia que não estava sendo divinamente castigado, e ele
estava plenamente convencido de que +eus faria com que seu sofrimento
presente para "traalhar #untos para o em."
)iertaLão é de soteria, que é comumente traduida como "salvaLão".
Alguns comentaristas, portanto, que Paulo estava se referindo a sua liertaLão
do pecado e da morte através da fé em $esus /risto. A idéia seria, então, que
estava confiante em sua seguranLa eterna. 'utros tomam esta liertaLão para
se referir a sua defesa diante de /ésar e sua conseqente lieraLão da prisão e
liertaLão de e;ecuLão. A liertaLão principal de que ele estava falando não
poderia ter sido de e;ecuLão, no entanto, porque no versículo 34 ele qualifica
sua e;pectativa com as palavras "se#a pela vida ou pela morte."
&m qualquer caso, Paulo saia que suas circunstSncias atuais eram
tempor!rios. +e uma forma ou de outra, "pela vida ou pela morte", ele seria
entregue a partir deles. Cersos 35H3B indicar a sua e;pectativa confiante de
que ele viveria. *ua salvaLão seria aperfeiLoada quando ele foi conduido V
presenLa do seu *enhor Iv. 3?J. %ais uma ve, como $ó, ele poderia declararM
"Quanto a mim, eu sei que o meu -edentor vive, e na Rltima ele tomar! sua
posiLão sore a terra. %esmo depois de minha pele é destruída, mas da minha
carne verei a +eus "I$ó 5=M3BH3>J.
C!H'IAHA H!S !%AJES #!S SAH!S
raça* F* oraç<e* de oc* I5M5= J
Paulo acreditava na soerania ilimitada de +eus e tinha perfeita
confianLa que a Palavra de +eus seria cumprida e *eu propósito realiado.
&le tamém saia que o plano soerano de +eus incorpora as oraLYes do seu
povo. &le apreciado especialmente as oraLYes da congregaLão amado em
Filipos e e;pressaHlhes suas mais profundas convicLYes e anseios pessoais.
' apóstolo saia que "a oraLão efica de um #usto pode conseguir
muito mais" I7iago BM5>J, e ele, portanto, não só orou diligentemente por si
mesmo, mas tamém continuamente incentivados outros crentes para orar
diligentemente. &nfrentando condiLYes difíceis, poucos anos antes, ele havia
apelado para a igre#a em /orinto para orar por eleM
Pois, assim como os sofrimentos de /risto são nossos em aundSncia,
assim tamém o nosso conforto é aundante em /risto .... Para nós não
queremos que ignoreis, irmãos, da nossa afliLão que nos soreveio na Zsia,
que foram onerados em e;cesso, além das nossas forLas, de modo que até da
vida desesperamos, na verdade, tivemos a sentenLa de morte dentro de nós
para que nós não confiamos em nós mesmos, mas em +eus que ressuscita os
mortosU que nos livrou de tão grande perigo de morte, e livraiHnos, &le em
quem temos a nossa esperanLa. & &le nos livrar! ainda, voc tamém se
#untar para nos a#udar através de suas oraLYes, para que graLas podem ser
dadas por muitas pessoas em nosso nome para o favor nos concedeu por meio
das oraLYes de muitos. I3 /oríntios. 5MB, @H55J
Antes de Paulo visitou a igre#a de -oma, ele havia implorado os
crentesM "-ogoHvos, irmãos, por nosso *enhor $esus /risto e pelo amor do
&spírito, para lutar #unto comigo nas vossas oraLYes a +eus por mim" I-m .
5BM?4J. +urante a prisão mesmo em que ele escreveu Filipenses admoestou
&fésiosM "/om toda oraLão e sRplica, orando em todo tempo no &spírito, e
com isso em vista, estar em alerta com toda perseveranLa e sRplica por todos
os santos, e orar em meu nome, que se#a dada para mim na aertura da minha
oca, para dar a conhecer com ousadia o mistério do evangelho "I&fésios
>M5@H5=J. Aos tessalonicenses, suplicou ele, "(rmãos, orai por nós" I5
7essalonicenses BM3B.J &, mais tardeM "(rmãos, orai por nós que a palavra do
*enhor vai se espalhar rapidamente e se#a glorificada, como fe tamém com
"I3 7s. ?M5J.
Nada é mais encora#ador para aqueles no ministério do que saer que
irmãos estão segurandoHos perante o *enhor em oraLão.
/'NF(AN_A NA P-&*7A_' +' &*P-(7'
au?(io do E*)?rito de e*u* Cri*to I5M5=cJ
A Palavra de +eus, as oraLYes dos santos, eo poder do &spírito *anto
sempre traalhar em con#unto para o enefício dos servos de +eus. $esus
prometeuM "&u rogarei ao Pai e &le vos dar! outro /onsolador, para que fique
convosco para sempre, que é o &spírito da verdade, que o mundo não pode
receer, porque não o v nem o conhece, mas vós o conheceis, porque &le
haita convosco e estar! em vós "I$oão 5DM5>H5U. cf 5BM3>, %arcos 5?M55,
)ucas 53M53U. -m @M=J. %as parece que Paulo estava falando aqui não tanto
sore a provisão de /risto do &spírito aos crentes na salvaLão como de
provisão do &spírito de poder e proteLão divina depois da salvaLão.
&pichorkgia IprovisãoJ descreve uma oferta completa, aundante e
suficiente de que é necess!rio. ' &spírito *anto é o crente recursos suficientes
para tudo o que ele precisa. &le fornece orientaLYes quando os crentes não sei
o que dier. "Não se preocupe em como ou o que voc est! a dierM" $esus
prometeuM "por isso vos ser! dado naquela hora que voc est! a dier. Pois
não é que voc falar, mas é o &spírito do vosso Pai que fala em vós "I%t
54M5=H34J. ' &spírito a#uda os crentes a rear. Quando eles são fracos e "não
saemos como orar, como \eles] deveriam, ... o mesmo &spírito intercede por
\eles] com gemidos ine;primíveis por palavras" I-m @M3>J. ' &spírito é a
fonte de poder. "-eceereis a forLa do &spírito *anto, que descer! sore vós,"
$esus prometeu, pouco antes de *ua ascensão ", e sereis minhas testemunhas
tanto em $erusalém como em toda a $udéia e *amaria, e até mesmo a mais
remota parte da terra" IAtos 5M@J. Para o Paulo escreveu &fésios que o *enhor
"é capa de faer muito mais aundantemente além daquilo que pedimos ou
pensamos, segundo o poder que funciona dentro de nós" I&f. ?M34J. %ais
tarde, em Filipenses, ele disseM "%eu +eus suprir! todas as vossas
necessidades segundo as suas riqueas na glória em /risto $esus" IFp DM5=J.
' &spírito produ na vida do crente uma aundante colheita de frutos
espirituaisM "amor, alegria, pa, longanimidade, enignidade, ondade,
fidelidade, mansidão, temperanLa" I1l BM33H3?J.
/'NF(AN_A NA P-'%&**A +& /-(*7'
Auardo an*io*aente e e*)ero ue e nada *erei eneron:ado. Pe(o
contrrio co toda a deterinação de *e )re ta= aora Cri*to
*er enrandecido e eu cor)o I5M34aJ
A idéia implícita é que a ardente e;pectativa e esperanLa de Paulo
foram cancelados na promessa do *enhor, e não no que apóstolo dese#ava.
Apo9arado9ia Iardente e;pectativaJ é uma palavra composta que,
literalmente, refereHse a esticar o pescoLo. X muitas vees foi usado em
sentido figurado de uma grande e;pectativa, ou esperanLa, uma conotaLão
reforLada pela esperanLa sinWnimo. Paul estava certo de que, aos olhos de
+eus, ele nunca seria realmente envergonhado, se diante de /ésar, o mundo,
ou a igre#a. &m Rltima an!lise, ele seria inocentado. &le e;pressou confianLa
semelhante ao /orinthians, diendoM "%esmo que eu me glorie um pouco
mais sore a nossa autoridade, que o *enhor deu para edificaLão e não para
destruíHlo, eu não ser! confundido" I3 /oríntios. 54M4@ J.
Paulo e;pressou sua alegria suprema quando ele escreveu que /risto,
mesmo agora, como sempre, engrandecido no meu corpo. *aendo que o
corpo do crente é um "templo do &spírito *anto" I5 /or. >M5=J, ele apresentou
seu corpo como "uma vida e sacrifício santo e agrad!vel a +eus, que \era seu]
culto racional" I-m 53M5J. &le levouHa em seu próprio corpo "a morte de
$esus, para que a vida de $esus tamém \seria] se manifestar no \seu] corpo"
I3 /oríntios. DM54J. *empre, incluindo as situaLYes difíceis, Paulo continuaria
a ser um instrumento para e;altar o seu *enhor por meio da oedincia, fiel
santo. &le se alegrou muito que, por causa de sua fidelidade, ele poderia
testemunhar que as igre#as da $udéia Ie em todo o impérioJ "foram
glorificando a +eus por causa de mim" I1l 5M3DJ.
/'NF(AN_A N' P)AN' +& +&8*
uer )e(a ida uer )e(a orteB )orue )ara i o ier = Cri*to e o
orrer = (ucro. I5M34 H35J
Paul não tinha certea de que o plano de +eus era para ele, se ele
continuar a servir e e;alt!Hl' através de sua vida e ministério ou por meio da
e;altaLão final da morte. +e qualquer maneira, a vontade do *enhor seria
feitoU *eu plano seria plenamente realiado.
Para os anciãos de Xfeso, que conheci na praia perto de %ileto, Paulo
declarou inequivocamente, "&u não considero a minha vida de qualquer conta
como preciosa para mim, para que eu possa terminar minha carreira eo
ministério que recei do *enhor $esus, para dar testemunho do evangelho da
graLa de +eus "IAtos 34M3DJ. Pouco tempo depois, ele disse aos crentes de
/esaréia, que estavam angustiados por profecia de Zgao de prisão iminente
de PauloM "' que voc est! faendo, chorando e magoando meu coraLão
Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas até para morrer em $erusalém
pelo nome do *enhor $esus "IAtos 35M5?J. &le lemrou aos crentes em -oma
que não "um
vivemos paradeo nós vive ou
*enhor, para
sesimorremos,
mesmo, e morremos
não morre para
para osi,*enhor,
pois se portanto,
vivemos,
se vivemos ou morramos, somos do *enhor. Pois para isto /risto morreu e
tornou a viver, para que pudesse ser *enhor tanto de mortos como de vivos
"I-omanos 5DMH=J. *e ele viveu ou morreu, o apóstolo pode dier agora
como se fosse a 7imóteo alguns anos mais tardeM "&u #! estou sendo
derramado como liaLão, eo tempo da minha partida est! pró;imo. /omati o
om comate, terminei o curso, eu guardei a fé "I3 7m. DM>HJ. +e qualquer
forma, ele seria vitorioso e /risto seria e;altado.
A frase grega traduida para viver é /risto eo morrer é lucro não
contém vero. +i te;tualmente "viver /risto, para morrer ganho". Paulo
saia que a vida é /risto, porque ele iria continuar a serviHlo, enquanto ele
vivia. &le tamém saia que morrer seria ganho, porque então ele estaria na
presenLa de +eus, capa de adorar e serviH)o em perfeiLão santo Iv. 3?J. Paul
plenamente entendido que riquea, poder, influncia, posses, prestígio,
posiLão social, oa saRde, negócios ou sucesso profissional, e todas as outras
coisas tais são transitórios. %uitos reconhecem que a verdade, mas não
muitos vivem como se ela é verdadeira. Poucos podem dier com asoluta
sinceridade de Paulo para mim, o viver é /risto eo morrer é lucro.
' apóstolo est! sendo muito estava enrolada em seu *enhor e
*alvador, $esus /risto. &le confiou, amou, serviu para testemunhou, e em
todos os sentidos foi dedicada e dependente dele. *ua Rnica esperanLa, o seu
Rnico propósito, sua Rnica raão de viver era /risto. &le via#ou para /risto,
pregado por /risto, e foi perseguido e preso por /risto. &m Rltima an!lise, ele
iria morrer por /risto. %as até mesmo a morte, pela graLa maravilhosa de
+eus, foi, finalmente, para ganho eterno de Paulo.
AP&*A- +& 7&- Q8& C(C&- N' /'-P' +& /A-N& PA-A Q8& A
A)&1-(A *&$A &[8)7A+A

Ca*o continue iendo no cor)o terei fruto do eu traa(:o. E  não *ei
o ue e*co(:erG E*tou )re**ionado do* doi* (ado*+ de*eo )artir e e*tar
co Cri*to o ue = uito e(:orB contudo = ai* nece**rio )or cau*a
de oc* ue eu )eraneça no cor)o. Conencido di**o *ei ue ou
)eranecer e continuar co todo* oc* )ara o *eu )rore**o e a(eria
na f= a fi de ue )e(a in:a )re*ença outra e a eu(tação de oc*
e Cri*to e*u* tran*orde )or in:a cau*a. I5M333>J
Adoniram $udson foi o primeiro mission!rio no e;terior enviados dos
&stados 8nidos. No início do século [([, ele e sua primeira esposa foi para a
ndia e, um pouco mais tarde, para a EirmSnia, onde traalhou por quase
quatro décadas. +epois de quatore anos, ele tinha um punhado de
convertidos e conseguiu escrever uma gram!tica da EirmSnia. +urante esse
tempo, ele sofreu uma prisão horrível para um ano e meio e perdeu sua esposa
e filhos para a doenLa. /omo Paulo, ele ansiava por estar com o *enhor, mas,
tamém como o apóstolo, ele considerava seu traalho para /risto é
infinitamente mais importante do que seus anseios pessoais. &le, portanto,
orou para que +eus lhe permitiria viver tempo suficiente para traduir toda a
Eília para o irmans e estaelecer uma igre#a l! de pelo menos uma centena
de crentes. ' *enhor concedeu esse pedido e tamém lhe permitiu compilar
irmansH(ngls e (nglsHirmanesas dicion!rios, que se tornou inestim!vel
para os traalhadores cristãos, tanto estrangeiros como EirmSnia, que o
seguiam. &le escreveuM "*e eu não tivesse tinha certea de que cada provaLão
foi ordenada pelo infinito amor e misericórdia, eu não poderia ter sorevivido
meus sofrimentos acumulados."
Parte da grandea espiritual é conhecer a /risto íntima e muito tempo
para estar com ele. %as a grandea espiritual tamém inclui ser totalmente
comprometido com o avanLo do reino e servir a /risto na terra. 7odo crente
vive em tensão tal. Paulo claramente não escapou desse dilema, que ele
e;pressou tão lindamente e pungente nos versos 33H3>. &le dese#ava estar
com o *enhor, mas se fosse a vontade de +eus para ele viver na carne, ele se
alegrou. &le saia que significaria traalho fecundo para ele a glória de +eus.
A
Icf.carne não seMB,
-m >M5=U refere
5@Uaqui para
4@M4B, a sede do M5U
3 /oríntios pecado,
54M3Ucomo em ?J,
1l ?...M outras
maspassagens
a vida
física Icf. -m 5M?U. =M?U 5 /oríntios >M5>U.. 3 /oríntios 54M?U 1al 3M34U. 5
Pedro DM5H3J.
7raalho fecundo é a ora do *enhor, que o &spírito *anto sempre
aenLoa. Quando "a palavra da verdade, o evangelho" é fielmente
proclamado que vai ser "constantemente a dar frutos e crescente"
I/olossenses 5MBH>U.. /f. Fl 5M5BH5@J. Paul não é, claro, falando de oas oras
pelas quais os homens vão a esperanLa de se redimir. 7odas as oras humanas
são impotentes para salvar e realmente viciar o traalho, gracioso redentora
de /risto I-m ?M34H33, 3@U DM5HBU. 1l 3M5>H35U. &f 3MH=J . &le é astante
falando do traalho do &spírito poder frutífero para os quais somos "criados
em /risto $esus, \o] oas oras que +eus de antemão preparou para que
and!ssemos nelas" I&f 3M54J. X o fruto de "+eus que est! no traalho em vós
tanto o querer e traalhar para a sua oa vontade" IFilipenses 3M5?J. ' fruto
espiritual engloa os motivos dirigida pelo &spírito e &spíritoHpoderes e
comportamento edificados sore o fundamento de $esus /risto I5 /or. ?M55J.
&la pode ser dividida em v!rias categorias. Fruto do /omportamento inclui o
"fruto do &spírito" I1l BM33H3?JU fruto de aLão consiste em oras de #ustiLa
Icf. Fl 5M55.JU Fruto tamém inclui convertidos Icf. -om 5M5?.J.
Paulo estava em um dilema sore sua vida e morte, confessando, eu
não sei qual escolher. 1njrij IsaerJ é usado vinte e sete vees no Novo
7estamento, mais de metade da época por Paulo. X utiliado de algo
revelador que era até então desconhecida, se pelo *enhor para os homens
Icomo em )ucas 3M5B, $oão 5BM5B, -m =M33H3?.J 'u por homens para outros
homens Icomo em Atos M 5?U. 3 /oríntios @M5U. &f >M5=, 35J. ' ponto de
Paulo parece ser que ele ainda não decidiu qual a escolher, porque o *enhor
ainda não tinha conhecido a ele que para escolher. Porque ele não tinha
certea da vontade do *enhor sore o assunto, ele não tinha certea de sua
autoria.
Não era que Paulo opWs a vontade do *enhor ou queria estar no céu se
+eus quisesse que ele continuasse seu ministério na terra. &le queria faer as
duas coisas, e os dois dese#os eram igualmente forte e adequada. X como o
dilema de uma mulher cu#o marido foi traalhar longe de casa por muitos
meses e pede a ela para visit!Hlo por um tempo. &mora ela o ama
profundamente e dese#a estar com ele, ela tamém ama seus filhos e quer
ficar perto deles.

amos /onseqentemente, Paulo


os sentidos. *unechj disse que eusignifica
IpressionadosJ sou muito pressionada
literalmente de
"para
manter unida." &le foi muitas vees utiliado de ser cercado de amos os
lados, como quando andando através de um estreito desfiladeiro. )ucas usou
a palavra para descrever a multidão da 1aliléia que foram "pressionando em"
$esus I)ucas 4@MDBJ e da advertncia do *enhorM "Porque dias virão sore ti
os teus inimigos lanLar! uma arricada contra voc, e cerc!Hlo e ainha voc
de todos os lados "I)ucas 5=MD?J.
Por um lado, Paulo e;plicou que ele tinha o dese#o de partir e estar
com /risto. Para sair é de analuj, que significa "desatar", como ser um arco
solto de suas amarras quando estiver pronto para arpar. A palavra foi
utiliada algumas vees de um prisioneiro que est! sendo lierado de suas
origaLYes, de um animal que est! sendo lierado de sua carga, ou de campo
de um destacamento militar de quera. Paul alusão ao Rltimo valor em 3
/oríntios BM5M "*aemos que se a tenda terrena que é a nossa casa é demolida,
temos de +eus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna nos céus."
Por cristãos, a morte é simplesmente querar seu acampamento tempor!rio
terrena e seguir em frente na sua eterna morada celestial. 's analusis
sustantivo relacionados foi muitas vees utiliado como um eufemismo para
a morte, o que Paulo tinha em mente no presente te;to. &m sua segunda carta
a 7imóteo alguns anos mais tarde, ele disse a seu amado filho na féM "Porque
eu #! estou sendo derramado como liaLão, eo tempo da minha partida
\analusis] chegou" I3 7im D. M >J.
Filipenses 5M3? refuta a falsa doutrina do sono da alma, o ensinamento
de que os mortos e;istem em um estado de inconscincia até a sua
ressurreiLão. Quando os crentes morrem, eles partem imediatamente para
estar com /risto, como o ladrão arrependido na cru, a quem $esus disseM
"&m verdade eu vos digo, ho#e estar!s comigo no paraíso" I)ucas 3?MD?U cf 3.
/or. BM@J. Aparncia %oisés e &lias na 7ransfiguraLão I%t 5M?J e os
totalmente conscientes crentes m!rtires da 7riulaLão IAp >M=H55J tamém
refutam o sono da alma. ' Novo 7estamento usa o sono como uma met!fora
para a morte. *tephen "chamado do *enhor e disseM *enhor $esus, recee o
meu espíritoT" &ntão, caindo de #oelhos, clamou com grande voM *enhor, não
imputes este pecado delesT "+ito isso, ele caiu adormecido "IAtos MB=H>4U cf
$oão 55M55H5D,. 5 /oríntios 55M?4U 5BM34., B5U 5 7essalonicenses DM5?H5B,.
BM54J.
A esperanLa do crente suprema é para estar com /risto por toda a
eternidade,
aventurado. e%uito
partir melhor
para estar com um
tradu &le comparativo
comeLa essa duploe;perincia emH
em grego,
e;pressando o mais alto superlativo. Portanto, tanto quanto a satisfaLão
pessoal dos crentes e alegria estão em causa, indo para o céu é, oviamente,
muito melhor do que ficar na terra.
/omo Paulo, todos os crentes devem "preferem antes estar ausentes
do corpo e estar em casa com o *enhor" I3 /oríntios. BM@J. &m seguida, eles
serão lierados a partir da dor, tristea e sofrimento da vida presente e
conduido V presenLa gloriosa do *enhor. )! eles vão e;perimentar a
lierdade maravilhosa de #ustiLa e glória eterna e
servem de dia e de noite no seu templo, e Aquele que est! sentado no
trono estender! o seu taern!culo sore eles. &les terão fome não mais, nem
mais terão sedeU nem o sol atia neles, nem calor algum, pois o /ordeiro que
est! no meio do trono os apascentar! e os guiar! para as fontes das !guas da
vidaU e +eus en;ugar! toda l!grima de seus olhos. IAp M5BH5J
's crentes não precisam mais andar pela fé, mas pela visão Icf. 3
/oríntios. BMJ. &les dei;arão de ver a +eus "através de um espelho em
enigma, mas ... cara a cara", #! não sei ", em parte, mas ... totalmente, assim
como \eles] tamém foram totalmente conhecido" I5 /oríntios 5?M53U. /f. 5
/oríntios. @M?J. Porque "são filhos de +eus, ... \que] vontade \então] ser como
&le, porque \eles] vão vHlo como &le é" I5 $oão ?M3J. /onfianLa de $ó ser!
delesM. "%esmo depois de minha pele é destruída, mas da minha carne verei a
+eus, a quem eu me verei, e que meus olhos vão ver e não outro" I$ó 5=M3>H
3U cf Pss . 5>M54H55U 5M5B, D=M5BJ.
+ese#o de Paulo para o céu não era a sua Rnica preocupaLão, no
entanto. Aos /oríntios ele escreveuM "Portanto, tamém temos a nossa
amiLão, se#a em casa \no céu com /risto] ou ausente \continuar a serviH)o
na 7erra], para ser agrad!vel a &le" I3 /oríntios. BM=J. Assim, ele poderia
dier aos Filipenses, a permanecer na carne é mais necess!rio, por amor.
&nquanto o *enhor tinha traalho para ele faer na terra, que é onde Paul
queria ser. ' apóstolo aplicou a si mesmo a advertncia de que ele tinha dado
aos crentes de /orintoM "%eus amados irmãos, sede firmes e constantes,
sempre aundantes na ora do *enhor, saendo que o vosso traalho não é
vão no *enhor" I5 /or . 5BMB@J. &mora tenha havido grande "pressão di!ria
sore \ele] de preocupaLão para todas as (gre#as" I3 /oríntios. 55M3@J, ele não
considerou que a responsailidade um fardo a ser aliviado, mas uma
oportunidade feli para servir ao *enhor através de serviHlos.
%aisdetarde,
faer nada egoísmoem ou
suavanglória,
epístola, Paulo admoestou
mas com aos filipensesM
a humildade de respeito"Não
mente
um do outro como mais importante do que vósU não se limitam a olhar para
seus próprios interesses pessoais, mas tamém para os interesses dos outros
"I3M?HDJ. &les foram
ter esta atitude na \se] que houve tamém em /risto $esus, que,
emora ele, susistindo em forma de +eus, não considerou a igualdade com
+eus uma coisa que deve ser aproveitada, mas se esvaiou, assumindo a
forma de servo, tornandoHse em semelhanLa de homens. *endo encontrado
em forma de homem, humilhou, tornandoHse oediente até V morte, e morte
de cru. ICv. BH@J
*eu e;emplo de /risto seguinte tamém faria de Paulo "alegria
completa pela \sua] ser da mesma opinião, mantendo o mesmo amor, unidos
em espírito, com a intenLão de um propósito" Iv. 3J. Foi porque ele
considerava os crentes de Filipos a ser melhor do que ele que ele poderia
dierHlhesM Para permanecer na carne é mais necess!rio, por amor. Paulo teria
o maior praer adiar suas nLãos celestiais para o em de continuar a servir
santos terrenos.
/onvencidos desta necessidade de terminar a sua ora terrena, Paul
deu a seus leitores a certea, eu sei que vou permanecer e continuar com
todos vós para vosso progresso e alegria na fé, de modo que a sua confianLa
orgulho em mim cresLa em /risto $esus por meio de minha nova ida a vós. '
apóstolo saia que os filipenses ainda precisava dele. Não era que ele se
considerava indispens!vel, mas sim que ele estava convencido de que seu
ministério para eles ainda não estava completo. Porque ele tinha acaado de
incertea e;pressa sore se ele ia viver ou morrer I5M33H3DJ, parece que ele
ser convencido reflete sua convicLão pessoal e não uma revelaLão de +eus.
*e +eus tivesse dito que ele não morreria antes de ter terminado a sua ora na
igre#a de Filipos, a sua vida ou de morte não teria sido uma questão para
discussão.
Paulo estava convencido de que a igre#a ainda precisava de sua
instruLão e lideranLa. Apesar de sua maturidade, mansidão, amor e do
espírito, Filipenses necess!rio para e;emplificar mais de humildade do seu
*enhor I3M5H@J. &les precisavam estar em guarda contra os falsos mestres
I?M3J, para oservar e seguir o e;emplo de Paulo, e para se opor aos "inimigos
da cru de /risto" I?M5H5@J. Pelo menos dois memros da congregaLão
precisava aprender "a viver em harmonia no *enhor" IDM3H?J. Alguns, talve
muitos,
nada, masforam incomodados
em tudo, pelae ansiedade
pela oraLão e precisava
sRplica, com aLYes de "estar
graLasansioso por
vamos \sua]
petiLYes se#am conhecidas diante de +eus" IDM>J. Além dessas coisas, eles
precisavam manter seu foco continuamente sore "o que é verdadeiro, tudo o
que é respeit!vel, tudo est! certo, o que é puro, tudo o que é am!vel, tudo é de
oa fama" IDM@J.
Paulo esperava para permanecer e continuar com os filipenses para
promover o progresso e sua alegria \sua] na fé. Anteriormente ele havia
falado do "progresso do evangelho" geral I5M53J. 8sando a mesma palavra
Ipro9opkJ, ele fala aqui sore a evoluLão particular dos crentes filipenses,
primeiro na sua alegria e na fé. /omo referido na an!lise de 5M53, pro9opk
tem a idéia de avanLar contra os ost!culos, de enfrentar a resistncia
contínua. Quando Paulo e Earnaé "voltaram para )istra e (cWnio e
Antioquia, fortalecendo a alma dos discípulos, incentivandoHos a
perseverarem na fé", que advertiu que "através de muitas triulaLYes nos
importa entrar no reino de +eus" IAtos 5DM 35H33J. &mora o progresso ... na
fé não vem sem um preLo, é sempre acompanhado pelo progresso na alegria.
Assim que se tradu hina, a qual, quando utiliado com um vero
su#untivo, introdu uma cl!usula finalidade. Paul est! continuando a servir a
igre#a de Filipos seria para o propósito de causar orgulho a sua confianLa nele
para aundam em /risto $esus através de sua vinda para eles novamente. No
te;to grego, a frase em /risto $esus precede a frase em mim, e que é a ordem
Paulo deve ter tido em mente, a idéia éM "a fim de que sua confianLa orgulho
cresLa em /risto $esus, como &le é visto em me. "No capítulo ? de Filipenses,
ele dei;a claro que, apesar de suas impec!veis credenciais religiosas Ivv. DH
>J,
tudo o que era lucro para mim, essas coisas que eu considerei perda
por causa de /risto. %ais do que isso, eu conto tudo para ser perda de vista
do valor sulimidade do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por
quem sofri a perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas o li;o para que eu
possa ganhar a /risto, e pode ser achado nele, não tendo a minha #ustiLa
derivada da )ei, mas a que vem pela fé em /risto, a #ustiLa que vem de +eus,
na ase da fé. ICv. H=J
&le passa então a confessarM "Não que eu #! tenha otido ou #! se
tornaram perfeito, mas prossigo para que eu possa lanLar mão do que para o
que tamém fui conquistado por /risto $esus. (rmãos, eu não me considero
como tendo
Pauloseadvertiu
apegaramosdele ainda "Ivv.
coríntios, 53H5?J.
"ninguém se glorie nos homens. Para
todas as coisas pertencem a voc, se#a Paulo, se#a Apolo, se#a /efas, ou o
mundo ou a vida ou a morte ou coisas presentes ou coisas futuras, todas as
coisas pertencem a voc, e voc pertence a /risto, e /risto é de +eus "I5 /or.
?M35H3?J. Assim, foi $esus /risto no traalho dele que faria com que a
confianLa dos crentes filipenses dos orgulhosos de aundam.
Nenhuma circunstSncia, porém graves poderia rouar a alegria de
Paulo. Nada poderia diminuir seu entusiasmo pelo ministério. Nada poderia
impediHlo de "sempre aundantes na ora do *enhor, \porque saia] que \seu]
traalho !rduo \era] não vão no *enhor" I5 /or. 5BMB@J.

Conduta idea( )ara


a Irea 6
&'i(i)en*e* 1+27,30-
Hão i)orta o ue aconteça eerça a *ua cidadania de aneira dina
do eane(:o de Cri*to )ara ue a**i uer eu  e o* ea uer a)ena*
ouça a *eu re*)eito e in:a au*ncia fiue eu *aendo ue oc*
)eranece fire* nu */ e*)?rito (utando unKnie* )e(a f=
ean=(ica *e de fora a(ua deiar;*e intiidar )or aue(e* ue *e
o)<e a oc*. Para e(e* i**o = *ina( de de*truição a* )ara oc* de
*a(ação e i**o da )arte de #eu*B )oi* a oc* foi dado o )rii(=io de
não a)ena* crer e Cri*to a* ta= de *ofrer )or e(e  ue e*tão
)a**ando )e(o e*o coate ue e ira enfrentar e aora oue
ue ainda enfrento. I5M3?4J
Paulo tinha um amor especial, respeito e valoriaLão para a igre#a em
Filipos. Foi um dos mais maduras igre#as descritas no Novo 7estamento. No
entanto, seus memros tiveram alguns prolemas, alguns deles
potencialmente grave. /omo todas as igre#as de todas as idades, que
precisavam estar em guarda contra os falsos mestres I?M3J e repudiar aqueles
na congregaLão que eram "inimigos da cru de /risto" I?M5H5@J. ' apóstolo
saia que ele não leva muito tempo até mesmo para uma igre#a fiel a cair na
indiferenLa e, eventualmente, em erro moral e doutrin!ria.
&m 5M3H?4 Paulo volta a partir da nfase autoiogr!fica da primeira
parte da carta, para concentrarHse na congregaLão de Filipos. &le convida os
filipenses a manter seu compromisso espiritual, para continuar a se comportar
de uma maneira que se#a consistente com o poder do evangelho. &le chamaH
os a olhar cuidadosamente em seus próprios coraLYes, para determinar se eles
tm integridade espiritual. &ste recurso se aplica, naturalmente, a todo
seguidor de $esus /risto em cada tempo e lugar.
Porque ele acreditava que era necess!rio para o seu emHestar
espiritual, Paulo estava confiante que o *enhor lhe permitiria "permanecer e
continuar com \eles] para \sua] progresso e alegria na fé, para que \seu]
confianLa orgulhosa em \ele] cresLa em /risto $esus por meio de \sua] vinda
de \eles] de novo "I5M3BH3>J. %as, independentemente do que aconteceu com
ele, ele implorou, Apenas conduirHvos de maneira digna do evangelho de
/risto, ... se eu vir vHlo ou permanecem ausentes. ' que realmente importava
era a sua conduta, consistente santo. %onon IapenasJ é colocado no início da
frase no te;to grego para dar nfase. Acima de tudo, Paulo queria que suas
vidas dignamente para refletir sore o evangelho de /risto. X uma verdade o
apóstolo reitera implicitamente toda a carta e e;plicitamente no pró;imo
capítulo, advertindoHlhesM "ProveHvos torneis irrepreensíveis e inocentes,
filhos de +eus acima de qualquer suspeita no meio de uma geraLão
corrompida e perversa, entre a qual aparecem como lues no mundo, retendo
a palavra da vida, para que no dia de /risto eu vou ter motivo para a glória,
porque eu não corrido em vão nem lauta em vão "I3M5BH5>J.
Politeuomai IcondutaJ é o vero principal nos versos 3H?4, que em
grego é uma Rnica frase. &la vem da rai da palavra polis IcidadeJ, que em
épocas anteriores geralmente se refere aos estados de cidade para que os
haitantes deram a sua lealdade prim!ria. ' vero tem o significado !sico de
ser um cidadão. %as, por implicaLão, que significa ser um om cidadão,
aquele cu#o comportamento tra honra ao corpo político ao qual se pertence.
Filipe teve a distinLão de ser uma colWnia romana IAtos 5>M53J, um
estado altamente privilegiada que deu os seus haitantes muitos dos direitos
dos cidadãos de -oma. &ssas colWnias se consideravam "pouco" e -omes
tinha grande orgulho de tal associaLão. &les deram a fidelidade incondicional
de -oma e ao imperador, aprovada vestido romano e nomes romanos, e falou
latim, a língua oficial de -oma.
*ociedade romana, como a sociedade grega, antes disso, era altamente
comunidade consciente. ' indivíduo era suordinado ao &stado, e as
hailidades de uma pessoa, talentos, energia e esforLos foram dedicados em
primeiro lugar aos interesses da sociedade em geral. Não era uma sumissão
forLada, como nos modernos &stados totalit!rios, mas foi aseado em um
sentido dispostos de interdependncia em que os cidadãos se orgulhava
muito. 8m cidadão respons!vel o cuidado de não faer nada que possa traer
descrédito V sua polis. & ele tentou sempre ser considerado um cidadão
honrado, de modo que ele nunca iria ser retirado da lista de cidadãos.
Paulo pode ter tido esse sentimento de dedicaLão em mente no uso do
termo politeuomai IconduirJ. *e os cidadãos de Filipos eram tão devotados V
honra de seu reino humano, quanto mais deve ser crentes dedicada ao reino
de /risto Icf. /ol. 5M53H5?J Portanto, Paulo ordenouHlhes para se
comportarem de uma maneira digna do evangelho de /risto, para viver como
cidadãos fiéis do céu Icf. ?M34J. A igre#a, emora imperfeita e temporal, é a
manifestaLão terrena de que o reino perfeito e eterno do céu na presente época
Icf. /ol. 5M5?J. /elestial conduta se caracteria por ser "irrepreensíveis e
inocentes, filhos de +eus acima de qualquer suspeita no meio de uma geraLão
corrompida e perversa, entre a qual aparecem como astros no mundo" I3M5BJ.
Para viver de modo digno do evangelho de /risto é viver uma vida
coerente com a Palavra revelada de +eus. (sso inclui uma vida que
corresponde aos cristãos de verdade divinas professam crer, pregar, ensinar e
defender. &m outras palavras, isso significa viver com integridade em todas
as facetas da vida. &ste mandato é e;presso em outras partes do Novo
7estamento como andar "de modo digno da vocaLão com que fostes
chamados" I&f DM5J, "de modo digno do *enhor, para agrad!H)o em todos os
aspectos, frutificando em toda oa ora e crescendo no conhecimento de
+eus "I/ol. 5M54J, e" de modo digno do +eus que vos chama para o seu reino
e glória "I5 7s 3M53U. cf . DM5J. *ignifica "mostrando toda a oa fé, para que
\os crentes] vai adornar a doutrina de +eus \sua] *alvador em todos os
aspectos" I7ito 3M54J, demonstrando "santo procedimento e piedade", e ser
"diligente de ser encontrado por ele em pa, sem m!cula e irrepreensíveis "I3
Pedro ?M55, 5DJ.
%aior testemunho da igre#a diante do mundo é a integridade
espiritual. Quando os cristãos vivem aai;o dos padrYes de moralidade
ílica e reverncia para com o seu *enhor, comprometer toda a verdade
ílica sore o car!cter, o plano, ea vontade de +eus. Ao faHlo, enfraquecer
seriamente a crediilidade do evangelho e diminuir o seu impacto no mundo.
' povo de +eus sempre foram em inimiade com o mundo, porque o mundo
est! em inimiade com +eus I-m 5M3@, BM54, &f 3M?U /ol. 5M35J. %as o
mundo não se pode esperar para araLar uma fé cu#os proponentes tão pouco
imitar seus padrYes de santidade e de dei;ar de manifestar o poder
transformador de /risto.
Quando o olhar incrédulo na igre#a e não ver a santidade, purea e
virtude, não parece haver nenhuma raão para crer no evangelho que
proclama. Quando os pastores cometer pecados graves e são posteriormente
restaurado para posiLYes de lideranLa na igre#a, quando os memros da igre#a
mentir, rouar, enganar, fofocas, e riga, e quando congregaLYes parecem se
importar pouco sore tal pecado e hipocrisia no meio deles, o mundo é
compreensivelmente repulsa por suas reivindicaLYes para amar e servir a
+eus. & o nome de /risto est! manchada e desonrada.
' evangelho é a oa notícia da salvaLão através de $esus /risto. X a
verdade de que "/risto morreu por nossos pecados segundo as &scrituras, e
que foi sepultado, e que &le ressuscitou ao terceiro dia, segundo as
&scrituras" I5 /oríntios. 5BM?HDJ. X a mensagem que Paulo descreve como "o
poder de +eus para salvaLão de todo aquele que cr, primeiro do #udeu e
tamém do grego" I-m 5M5>J. ' ponto aqui é que aqueles que pertencem a
/risto através da fé salvadora em *eu evangelho deve demonstrar que o poder
de suas vidas alteradas Icf. 3 /oríntios. BM5J.
Paul tinha apenas e;pressou sua e;pectativa alegre de visitar
novamente Filipos I5M3BH3>J, mas que não era sua principal preocupaLão. &le
entendeu que, como a igre#a em Xfeso, Filipenses, inevitavelmente, estaria
ameaLada por "loos cruéis" e que, mesmo de dentro de sua própria
congregaLão, os falsos mestres iriam "surgir, falando coisas perversas, para
atraírem os discípulos após si" I Atos 34M3=H?4J. &le entendeu que, apesar da
maturidade espiritual geral da congregaLão, alguns de seus memros iria
provar sua falta de fé salvadora aandonando /risto para um evangelho
diferente. 'utros, que tinham sido salvas pelo poder do &spírito *anto, seria
cair na armadilha legalista de confiar em suas próprias realiaLYes carnais
para sua santificaLão I1l 5M>U ?M?J. Quer ou não Paulo visitou sua amada
igre#a em Filipos, sua responsailidade não era dele, mas a /risto. Nem ele
nem ninguém mais foi a fonte de sua forLa espiritual. *eu apelo, portanto, era
que se era para vir vHlos ou permanecer ausente, eles foram a confiar no
*enhor e viver digno d&le.
No restante desta passagem, o apóstolo apresenta quatro
características dos crentes que vivem digno de /ristoM permanecer firmes
n&le Iv. 3J, a partilha com o outro por causa +ele Iv. 3cJU lutando #untos
em oedincia a &le I vv 3dH3@JU. e sofrimento para ele Ivv. 3=H?4J.

P&-%AN&N7&
fiue eu *aendo ue oc* )eranece fire* I5M3bJ
Firme se tradu o Rnico vero grego *7&G', que ref ereHse a
permanecer firme em seu territorio, independentemente do perigo ou
oposiLão Iv. 3@ defende a forLa em meio V oposiLãoJ. A palavra foi usada de
um soldado que defendeu a sua posiLão a qualquer custo, mesmo ao ponto de
sacrificar sua vida. Figurativamente, refereHse apegar a uma crenLa,
convicLão, ou princípio, sem compromisso, independentemente do custo
pessoal. &star firmemente fi;ada em matéria de verdade ílica e uma vida
santa est! incluído neste mandado de seguranLa.
Firmes é tanto positivo quanto negativo. X para ficar por +eus e
contra *atan!s, para defender a verdade e contra a falsidade, para ficar para a
#ustiLa e contra o pecado. 8sando uma forma imperativa do vero mesmo,
Paulo fa uma e;ortaLão semelhante mais tarde na cartaM "Portanto, meus
amados irmãos a quem eu muito tempo para ver, minha alegria e coroa, neste
firmes forma como o *enhor, o meu amado" ID M 5J. &m -omanos, ele usa a
palavra para descrever o *enhor est! permitindo que o *eu povo estar para
&le I-m 5DMDJ. &m outras cartas ele admoesta os crentes a "ficar em alerta,
firmes na fé, agem como homens, se#a forte" I5 /oríntios 5>M5?U.. /f 5 7s
?M@U. 3 7essalonicenses 3M5BJ. , para "manter firme de pé" na lierdade da
graLa e não a "ser su#eito outra ve ao #ugo da escravidão" I1!latas BM5J. &m
&fésios ele duas vees usa um vero relacionado no apelo aos crentes para
"colocar toda a armadura de +eus ... para ficar firmes contra as ciladas do
diao" e "ser capa de resistir no dia mau e, havendo feito tudo, firmes
"I&fésios >M55, 5?J. Apenas a armadura de +eus pode permitir que os crentes
a permanecerem firmes, porque eles não lutam "contra a carne eo sangue, mas
contra os principados, contra as potestades, contra as forLas deste mundo
teneroso, contra as forLas espirituais da maldade nas regiYes celestes "I&f.
>M53J.

Paul não tinha medo do ridículo, sofrimento, morte, sofrimento ou.


*uas convicLYes foram firmes e inaal!veis, de modo que ele não
comprometer a verdade divina. &m tais assuntos, ele era inaal!vel. *eu
Rnico receio era que ele seria desclassificado do ministério. Não importa o
quão oa a sua doutrina permaneceu, Paulo compreendeu que o perigo de
desclassificaLão surgiram, em grande medida, do uso indevido de seu corpo.
&le, portanto, declarou a sua determinaLão de "disciplina \seu] corpo e torn!H
la \sua] escravo" I5 /or. =M3J. ' principal, se não o uso indevido, e;clusiva
do corpo que ele tinha em mente era a imoralidade se;ual. &m termos mais
sensatos possíveis, ele disseM
Não saeis que vossos corpos são memros de /risto 7omarei, pois,
emora os memros de /risto e torn!Hlos memros de uma prostituta Que
isso nunca aconteLaT 'u não saeis que aquele que se une a uma prostituta é
um corpo com ela Pois &le diM "'s dois serão uma só carne." %as aquele
que se une ao *enhor é um espírito com ele. Fugi da prostituiLão. Qualquer
outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas os que se prostitui
peca contra o próprio corpo. 'u não saeis que o vosso corpo é templo do
&spírito *anto que haita em vós, o qual tendes da parte de +eus, e que não
sois de vós mesmos Para voc ter sido comprados por om preLoM glorificai,
pois, a +eus no vosso corpo. I5 /oríntios >M5BH34J
Novos requisitos para a lideranLa da igre#a do Novo 7estamento são
elevados, porque os líderes estão a definir o padrão para todos os crentes
como viver. &m sua primeira carta a 7imóteo, Paulo escreveuM "'s di!conos
igualmente devem ser homens de dignidade, não de língua dore, ou viciado
a muito vinho ou Amante de torpe ganSncia, mas mantendo o mistério da fé
com a conscincia limpa. &sses homens tamém deve ser testada primeiro,
então dei;!Hlos servir como di!conos se eles são irrepreensíveis .... di!conos
devem ser maridos de uma só mulher, e os ons gerentes de seus filhos e suas
próprias casas "I5 7m ?M@H54. , 53J.
As qualificaLYes para os presíteros são e;plícitos. 8m ancião
deve ser irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante,
prudente, respeit!vel, hospitaleiro, apto para ensinar, não dado ao vinho ou
elicoso, mas gentil, pacífico, livre do amor ao dinheiro. &le deve ser alguém
que gerencia em sua própria família, tendo seus filhos so controle com toda
acuidar!
dignidade Imas de
da igre#a se um homem
+eusJ, nãouma
& não saenovo
governar a sua própria
convertido, casa,
para que elecomo
não se
ensoereLa e caia na condenaLão suportadas pelo diao. & ele deve ter uma
oa reputaLão com os de fora da igre#a, de modo que ele não vai cair no
oprório e no laLo do diao. I5 7m ?M3HU.. /f 7ito 5MBH=J
X significativo que, nessas passagens, estaelecendo os requisitos para
os líderes da igre#a, Paulo menciona trs vees que os líderes deve ser
irrepreensível I5 7m ?M3U 54., 7ito 5M>J. & a sua empresa de pé na verdade e
na santidade d! o e;emplo para toda a igre#a a seguir Icf. 0e. 5?MJ.

/'%PA-7()0AN+'
e u */ e*)?rito coo u a */ a(a I5M3cJ
$unto com o pé firme na fé, deve tamém haver unidade no seio da
igre#a, uma partilha mRtua de convicLYes e responsailidades em um só
espírito, com uma só mente.
%uitos intérpretes tm argumentado que a frase deve ler em um só
&spírito, referindoHse ao &spírito *anto. Paul é, oviamente, falando do
&spírito *anto quando ele di que "por um só &spírito, todos nós fomos
atiados em um corpo, ... e todos nós fomos feitos para eer de um só
&spírito" I5 /or. 53M5?J. ' mesmo é verdadeiro quando ele oserva que
através de /risto "amos temos acesso em um mesmo &spírito ao Pai",
comandando os crentes a ser "diligente para preservar a unidade do &spírito
no vínculo da pa", porque "h! um só corpo e um só &spírito ... um só
*enhor, uma só fé, um só atismo, um só +eus e Pai de todos, que é sore
todos e por todos e em todos "I&f 3M5@U DM?H>J. %as o conte;to da passagem
atual, que incide sore as atitudes dos crentes, parece indicar que ele est!
falando do espírito humano do crente.
Psuche ImenteJ é mais freqentemente traduido como "alma". Aqui
mente parece mais apropriado, porque, como #! foi dito, Paulo est! falando de
atitudes pessoais e perspectivas. 8m espírito, com uma mente refereHse V
e;perincia de unidade, interdependncia, harmonia e. +esde o início da
igre#a era de um só espírito, com uma só mente. +entro de poucos dias depois
de Pentecostes,
todos aqueles que criam estavam unidos e tinham tudo em comum, e
eles comeLaram a vender suas propriedades e ens e os repartiam por todos,
como se poderia precisar. +ia após dia, continuando com uma mente no
templo, e partindo o pão de casa em casa, eles foram tomar as suas refeiLYes
com alegria e sinceridade de coraLão. IAtos 3MDDHD>U cf. DM?3J
No início desta carta, Paulo elogia os Filipenses por sua "participaLão
no evangelho desde o primeiro dia até agora" I5MBJ, e mais tarde ele adverteM
"*e h! alguma e;ortaLão em /risto, se houver alguma consolaLão de amor, se
h! alguma comunhão no &spírito, se qualquer afeiLão e compai;ão,
completem a minha alegria por ser da mesma opinião, mantendo o mesmo
amor, unidos em espírito, com a intenLão de um propósito "I3M5H3J. Ainda
mais tarde, ele recomenda "&vódia e *íntique ... para viver em harmonia no
*enhor" IDM3J, ao mesmo tempo, e;pressando grande apreLo por essas duas
mulheres, porque eles tinham "todos \sua] luta pela causa do evangelho "Iv.
?J.
8nidade na sua (gre#a era uma das grandes pai;Yes de $esus. Na
ltima /eia, &le disse aos *eus discípulosM "8m novo mandamento vos douM
que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei, vós tamém vos
ameis uns aos outros. Por isso todos saerão que sois meus discípulos, se
tiverdes amor uns aos outros "I$oão 5?M?DH?BJ. 8m pouco mais tarde, em *ua
oraLão sacerdotal, &le orou para que todos os que acreditam nele "todos
se#am um, como 7u, Pai, est!s em %im e &u em 7i, que eles tamém este#am
em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. A glória que me
conferiste eu dei para eles, que eles se#am um, como Nós somos um "I5M35H
33J. &ste pedido surpreendente foi respondida na unidade espiritual que
realmente e;iste no corpo de /risto. 's crentes partilham a vida eterna
concedido por +eus no novo nascimento, de modo que eles são um com o
*enhor e uns com os outros Icf. 5 /or. 54M5>H5J.
Paul dese#ado para ver o resultado pr!tico dessa verdadeira unidade
espiritual no cuidado amoroso e ministério. A unidade funciona da igre#a
tamém foi uma das grandes pai;Yes de Paulo. &le lemrou aos crentes em
-oma que, "assim como temos muitos memros em um só corpo e todos os
memros não tm a mesma funLão, assim nós, que somos muitos, somos um
só corpo em /risto, e individualmente memros uns dos outros .... *e#a da
mesma opinião em relaLão ao outro, não ser arrogante em mente, mas
associarHse com os humildes "I-om. 53MDHB, 5>J. &le implorou a igre#a
faccioso em /orintoM "&;ortoHvos, irmãos, pelo nome de nosso *enhor $esus
/risto, que todos concordam e que não ha#a divisYes entre vós, mas que se#a
completo em um mesmo pensamento e no mesmo parecer "I5 /or. 5M54J.
/ontenda (gre#a nem sempre envolve tais pecados flagrantes como
adultério, rouo, mentira, ou difamaLão. %uitas vees, é gerada por esses
"menores" pecados como rancores sore questYes menores, críticas in#ustas,
amargura, a insatisfaLão e desconfianLa. `s vees, surge a desarmonia que
não pode nem mesmo ser claramente identificado ou atriuído a qualquer
indivíduo, incidente ou prolema. ' inimigo da igre#a emHsucedida quando
o povo de +eus transformar a sua "lierdade em uma oportunidade para a
carne", esquecendoHse "através do amor servir um ao outro", e em ve disso
comeLa a "morder e devorar um ao outro", Vs vees ao ponto mesmo de ser
"consumida por um outro" I1l BM5?, 5BJ. A Rnica soluLão é a "andar pelo
&spírito, e \assim] não realiar o dese#o da carne" Iv. 5>J. &le requer a tomada
de esforLo especial para "ser gentil com o outro, compassivos, perdoandoHvos
uns aos outros, como tamém +eus em /risto vos perdoou" I&f. DM?3J.
Paul sempre teve que lidar com divisYes na igre#a entre #udeus e
gentios, escravos e livres, e homens e mulheres. &m resposta a essas questYes,
ele declarou que em /risto "não h! #udeu nem grego, não h! nem escravo
nem homem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em
/risto $esus" I1l ?M3@J . %ais uma ve, falando de #udeus e gentios, lemrava
aos &fésiosM "Agora, em /risto $esus, vós que antes est!veis longe, fostes
apro;imados pelo sangue de /risto. Porque ele é a nossa pa, que fe os dois
grupos em um Rnico e querou a arreira do muro que dividia "I&f 3M5?H5DU..
/f vv 5@H33J. "Aquele que se une ao *enhor é um espírito com &le" I5 /or
>M5U. 3 /oríntios 53M5@.J, &, portanto, deve ser de um espírito e mente com
todos os que )he pertence.
Paulo d! a chave para a verdadeira unidade da igre#a quando ele
escreve, "\ser] da mesma mente, mantendo o mesmo amor, unidos em
espírito, com a intenLão de um propósito. Não faer nada de vaidade ou
egoísmo vaio, mas com humildade de respeito mente um do outro como
mais importante do que a si mesmos, não apenas olhar para seus próprios
interesses pessoais, mas tamém para os interesses dos outros "IFilipenses
3M3HDJ . &m outras palavras, ele continua a dierM "7ende em vós o que houve
tamém em /risto $esus" Iv. BJ.

&*F'-_AN+'H*&
coatendo untaente co ua */ a(a )e(a f= do eane(:oB e ue e
nada e*tai* ateoriado* )e(o* ader*rio* o ue )ara e(e* = ind?cio de
)erdição a* )ara /* de *a(ação e i**o da )arte de #eu* I5M3d3@J
8ma terceira característica de uma conduta digna envolve crentes que
lutam #untos. *unathlej Ilutando #untosJ é uma palavra grega composta,
composto do sol preposiLão IcomJ eo athlej sustantivo, o que significa para
competir em um concurso, especialmente em um esporte como o :restling. X
o termo a partir do qual o atleta palavras (ngls e atletismo são derivadas.
&screvendo a 7imóteo, Paulo usou o vero duas vees em seu sentido literal
como uma analogia espiritual, declarando que "se alguém compete como
atleta, ele não ganhar o prmio, a menos que ele concorre de acordo com as
regras" I3 7m. 3MBJ .
Na presente passagem, lutando #untos, oviamente, é a idéia de Paulo
tem em mente, ao invés do lado oposto de lutar ou competir contra, como a
palavra tamém pode ser processado. &le est! enfatiando a atitude não de
tirar proveito de outro para enefício próprio, mas sim de sacrificar o emH
estar próprio de alguém para promover o emHestar dos outros. A idéia de
lutar contra a est! implícito, mas apenas no sentido de que a igre#a deve
tamém ser lutando #untos contra o pecado eo inimigo comum, *atan!s e seus
e;ércitos de demWnios.
Paul salienta aqui a relaLão positiva de crentes uns com os outros.
%ais de uma equipe esportiva com muitos #ogadores e;cepcionais não
conseguiu vencer um campeonato, porque a maioria desses #ogadores
concentrados no seu próprio sucesso e não do time. 8ma equipe menos
talentosos muitas vees pode vencer aquele que é mais talentoso, pois a
equipe mais fraca funciona de forma eficiente em con#unto para alcanLar um
o#etivo comum. 8m #ogador com um talento e;traordin!rio pode ser
temporariamente afastados ou mesmo adiar a equipe, porque, impressionante
como seus esforLos individuais pode ser, ele fa mal sua equipe mais do que
om.
avanLar)utando #untos
a verdade na igre#a significa #ogar como uma equipe para faer
de +eus.
8nidade genuína de qualquer tipo deve ter um propósito. 7entando
alcanLar a unidade para o em da unidade é um e;ercício de futilidade,
porque ele deve ter a motivaLão eo foco de uma causa comum e o#etiva. A
unidade da (gre#a só é verdade se aseia na fé do evangelho, que refereHse V fé
cristã. &m outros lugares, Paulo chama isso de "o evangelho de /risto" I1al.
5MJ e "o evangelho da glória do +eus endito", com a qual ele e 7imóteo,
em como todos os outros crentes, foram confiadas I5 7im . 5M55U >M34U cf
-m 5M5U... 3 7m 5M5DU cf DMJ.. $udas se refere a ela como "a fé que uma ve
por todas foi entregue aos santos" I$d ?J.
/omo #! mencionado, lutando #untos não avanLa apenas a fé do
&vangelho, mas tamém suspende o avanLo de qualquer se lhe opYe. A (gre#a
sempre enfrentou um mundo hostil. Alguns hostilidade é óvia e direta, como
a dos ateus, filósofos humanistas, e outras religiYes. 1rande parte da
hostilidade, entretanto, é indireto e sutil, que muitas vees é mais perigoso.
Falso ensino tenha encontrado o seu caminho em igre#as que antes eram
ílico e evangélico. 's defensores dos falsos evangelhos, qualquer que se#a
a forma, "distorcem ... as &scrituras, para sua própria destruiLão" I3 Pedro
?M5>J, em como V destruiLão daqueles que enganar.
&m nenhum momento na história da igre#a houve maior necessidade
de discernimento do que em nossos dias. A igre#a precisa desesperadamente a
advertncia do *enhorM "1uardaiHvos dos falsos profetas, que vm até vós
vestidos como ovelhas, mas interiormente são loos devoradores" I%t M5BU.
/f. At 34M3@H?4U $udas DJ . "Pele de cordeiro" é qualquer idéia ímpio, a
princípio, ou pr!tica que est! redigida em terminologia cristã. 7ais doutrinas
de demWnios,
os crentes alémconstantemente
devem de minucioso e;ame, parecem ser"guarda
e cuidadosamente ílico. o/omo 7imóteo,
que tem sido
confiada a \eles], evitando conversa mundana e vaia e os argumentos
contr!rios do que é falsamente chamado conhecimento" I5 7m >M34U. /f 3
7m.. 5M5DJ.
A meta positiva de lutar #untos é anunciar a fé do evangelho. No
Pentecostes, Pedro declarouM "ArrependeiHvos, e cada um de vós se#a atiado
em nome de $esus /risto para remissão dos vossos pecados, e receereis o
dom do &spírito *anto" IAtos 3M?@J. Pouco tempo depois ele testemunhou
perante os líderes #udeus naquela cidadeM
Que se#a conhecido por todos vocs e para todo o povo de (srael, que
em nome de $esus /risto, o Naareno, a quem vós crucificastes ea quem +eus
ressuscitou dentre os mortos .... &le é a pedra que foi re#eitada por vós, os
construtores , mas que se tornou a pedra angular. & não h! salvaLão em
nenhum outro, pois não e;iste deai;o do céu outro nome que foi dado aos
homens pelo qual devamos ser salvos. IAtos DM54H53J
+esde o início da pregaLão apostólica do evangelho, suas afirmaLYes
asolutas e inequívocas foram ridiculariados. Para o mundo descrente, tais
reivindicaLYes são o grande escSndalo do evangelho. %as essas verdades
Rnicas e e;clusivas são coraLão do evangelho e sustSncia. $esus declarouM
"&u sou o caminho, ea verdade, ea vida, ninguém vem ao Pai senão por mim"
I$oão 5DM>J, e que a afirmaLão é reiterada em todo o Novo 7estamento.
7ragicamente, ho#e a evangeliaLão visa eliminar o delito de pregar
sore o pecado ea santidade, arrependimento e humildade, em um esforLo
para tornar a mensagem mais aceit!vel para os caídos, a naturea humana
depravada. 8m nRmero crescente de igre#as intencionalmente #ogar para
ai;o os elementos ílicos da salvaLão e as e;igncias do verdadeiro
discipulado. Ao faHlo, o verdadeiro evangelho é analiado ou reduidos a
um nível impotente, e acondicionados em as contrafacLYes reducionistas
v!rias formas de diversão e entretenimento.
Na tentativa de tornar o evangelho atraente e aceit!vel, o ministro
muitas igre#as de maneira que efetivamente, emora não intencionalmente,,
afectam a própria Palavra de +eus que eles proclamam. X encora#ador que
ilicamente fundamentado, cuidadosamente fundamentado, e pregaLão
e;positiva teologicamente som est! faendo um retorno. %as, e grandes, mais
cultos evangélicos, aulas de escola dominical Iincluindo adultosJ, reuniYes de
#ovens e outras atividades são pro#etados principalmente para satisfaer
emocionalmente aqueles
pensativo, #untamente comque assistem.séria,
a instruLão +eus e;ortaLão
focada adoraLão, reverente,
e correLão a partir edo
^ord, é raro.
%uito louvor, como cristãos, grandes pregadores e teólogos do
passado, como 1eorge ^hitefield, $onathan &d:ards, ou /harles *purgeon, a
maioria dos memros da igre#a de ho#e não se contentar em ouvir qualquer
desses homens por mais de alguns minutos, muito menos algumas horas Io
comprimento de alguns dos seus sermYesTJ. &les afirmam que aqueles
homens eram maravilhosos instrumentos do *enhor para os seus próprios
dias, mas terrivelmente fora de contato com o local onde as pessoas são ho#e.
Paulo incentivou os crentes de Filipos estar em nenhuma maneira
alarmado com os seus advers!rios. Alarmado é de pturj, um vero usado
somente aqui no Novo 7estamento. Não significa necessariamente medo
a#eto, como a prestaLão de Ging $ames Cersion "aterroriada" poderia
sugerir. %as fe referncia V preocupaLão, medo grave. Foi usado de um
cavalo assustado que trancada, muitas vees por causa de algo perfeitamente
inofensivo, e #ogou o seu cavaleiro. /ristãos nos dias de Paulo, incluindo
aqueles em Filipos, muitas vees tinham raão humana em a ser aterroriada
com espancamentos possíveis, prisão e até mesmo e;ecuLão de opositores do
evangelho. 'utros enfrentou advers!rios um pouco menos gravesM familiares,
amigos e viinhos que ridiculariavam e renegouHlos. %as, por mais grave o
conflito pode ser, não eram para se alarmar, porque o fato de que eles
estavam sendo atacados por causa do evangelho era a prova de que seus
oponentes estavam indo para a destruiLão. %as foi tamém um sinal da
salvaLão eterna dos crentes. Amos os sinais são de +eus, o primeiro a
marcar os seus inimigos, a segunda para marcar seus filhos. +a mesma forma,
Paulo incentivou os tessalonicenses fiéis, diendoM "Nós mesmos nos
gloriamos de vós nas igre#as de +eus para a sua perseveranLa e fé no meio de
todas as perseguiLYes e as triulaLYes que suportais", e, em seguida, ele
e;plicou que "este é um indicaLão clara do #usto #uío de +eus "I3 7s 5MDHBU...
cf vv >H@J.
*inal é de endei;is, que refereHse a prova, ou depoimento, que algo é
verdade. &m outras palavras, por sua hostilidade muito aos crentes e ao
evangelho, os advers!rios do evangelho depor dupla que d! testemunho
contra eles e para os crentes.
Primeiro, o sinal mostra que os inimigos de +eus e *eu povo estão so
seu #ulgamento severo. Paulo descreve que o #ulgamento como a destruiLão,
uma
eternoreferncia para
no inferno o castigo
descrito em 3eterno, e não aniquilaLão. X que o sofrimento
7essalonicensesM
Portanto, nós mesmos nos gloriamos de vós nas igre#as de +eus para a
sua perseveranLa e fé no meio de todas as vossas perseguiLYes e afliLYes que
suportais. &sta é uma indicaLão clara do #usto #uío de +eus para que voc
ser! considerado digno do reino de +eus, para que de fato voc est! sofrendo.
Para depois de tudo isso é apenas para +eus retriuir com triulaLão aos que
vos atriulam, e dar alívio a vocs, que estão aflitos e para nós tamém
quando o *enhor $esus ser! revelado do céu com seus an#os poderosos em
fogo chame#ante, lidando a retriuiLão Vqueles que não conhecem a +eus e
Vqueles que não oedecem ao evangelho de nosso *enhor $esus. I5MDH@J
' *enhor $esus /risto se referiu a essa destruiLão no inferno como o
fogo eterno e tormento I%t 3BM?4, D5J. /omo o *almo ? dei;a claro, os
ímpios que parecem prosperar e escapar da dor e sofrimento são, de fato, em
um estado lament!vel e se dirigiu para a destruiLão.
A segunda coisa que este signo d! provas de é a salvaLão daqueles que
sofrem hostilidade dos advers!rios do evangelho. PerseguiLão por causa de
/risto prova crentes pertencem a ele. Assim, a perseguiLão que tende a ser
desanimador para os crentes devem ser uma fonte de alegria e confianLa
porque mostra que eles são salvos. Paul teve a honra de "dar no corpo \sua] as
marcas marca de $esus" I1l >M5U /f. /ol. 5M3DJ, isto é, ter sido atingidas por
aqueles que odiava /risto.
/omo a igre#a se esforLa para cumprir sua missão divina, #amais deve
ser intimidada, quer por advers!rios incrédulos no mundo ou pelos críticos de
dentro de suas próprias fileiras. 7anto a destruiLão dos seus advers!rios e sua
salvaLão são divinamente garantido, porque os resultados são de +eus.
Na ordem inversa, $esus falou a verdade mesma dupla em $oão ?M5>H
35. Nesta declaraLão poderosa e inequívoca, o *enhor afirma a condenaLão
eterna dos incrédulos, em como a certea da vida eterna para os crentes. '
aviso de condenaLão est! implícita nas frases "não pereLa" Iv. 5>cJ e "pode
ser salvo" Iv. 5cJ e, em seguida, dada especificamenteM
Aquele que não cr #! est! #ulgado, porquanto não cr no nome do
unignito Filho de +eus. &ste é o #ulgamento, que a lu veio ao mundo, e os
homens amaram mais as trevas do que a lu, para as suas oras eram m!s.
Pois todo o que fa o mal odeia a lu e não vem para a )u para que as suas
oras se#am manifestas. ICv. 5@H34J

*'F-(%&N7'
)oi* o* foi concedido )or aor de Cri*to não *oente o crer ne(e a*
ta= o )adecer )or e(e tendo o e*o coate ue  e i
tende* i*to e aora oui* ue e*t e i. I5M3=?4J
A quarta marca de conduta "digno do evangelho de /risto" é o
sofrimento dos crentes por causa de sua fé Nele. 7al como acontece com a
marca anterior, a prestaLão aqui é duplo. Pelo amor de +eus, +eus prov *eus
filhos com fé e sofrimento.
Foi concedido é de charij, que é da mesma rai que o sustantivo
charis IgraLaJ
*ua graLa e significa
soerana, +eusliteralmente
não só deu"dar, prestar ou
aos crentes dar graciosamente."
o maravilhoso dom da &m

crer n&le, mas tamém o privilégio de sofrer por *eu amor. 7al sofrimento
fornece a recompensa da glória futura I-m @M5, 5 Pedro DM53H5>J.
's crentes a primeira coisa que tenham sido concedidos por amor de
/risto é a fé salvadora para crer n&le. Através de que a fé vem a salvaLão
Paul acaa de mencionar Iv. 3@J. &m &fésios, ele e;plica mais
detalhadamente que
+eus, sendo rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos
amou, quando ainda est!vamos mortos em nossos delitos, nos deu vida
#untamente com /risto Ipela graLa sois salvosJ, e nos ressuscitou #untamente
com &le, e nos assentou com &le nos lugares celestiais em /risto $esus, para
que nos séculos vindouros ele pudesse mostrar as suprema riquea da sua
graLa, em ondade para conosco, em /risto $esus. Porque pela graLa sois
salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de +eus. I&f 3MDH@J
7udo o que é a salvaLão, incluindo a graLa ea fé, é um dom de +eus.
/omo $oão proclama na introduLão de seu evangelho, "a todos quantos o
receeram, deuHlhes o direito de se tornarem filhos de +eus, mesmo para
aqueles que crem no *eu nome" I$oão 5M53J. %ais tarde, em que o
evangelho, $esus disse V mulher samaritanaM "*e tu conhecesses o dom de
+eus, e quem é que te diM +!H%e de eer, voc teria perguntado, e &le te
daria !gua viva "IDM54J.
' segundo presente que +eus concede aos *eus filhos por amor de
/risto não é tão atraente quanto o primeiro. No entanto, é tamém parte
integrante da graLa divina. Paulo lemrou a 7imóteoM "Na verdade, todos
quantos querem
7m. ?M53J. viver
+urante *eupiedosamente em /risto
ministério terreno, $esus$esus serão
dei;ou perseguidos"
claro I3
para aqueles
que realmente procurou seguiH)o,
Cós sereis odiados por todos por causa do meu nome, mas é aquele
que perseverar até o fim quem ser! salvo .... 8m discípulo não est! acima de
seu mestre, nem um escravo acima do seu mestre. X o suficiente para o
discípulo que ele se tornou como o seu mestre e do escravo como seu mestre.
*e chamaram o chefe da casa Eeleu, quanto mais eles maligno os memros
de sua famíliaT I%at. 54M33, 3DH3BU. /f $oão 5>M3H?J
"*e alguém quer vir após mim", &le declarouM "ele deve negar a si
mesmo, tome a sua cru e sigaHme" I%arcos @M?DJ.
%as não muito tempo depois que &le disseM
&m verdade vos digo, não h! ninguém que tenha dei;ado casa, ou
irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou faendas, por minha causa e
por causa do evangelho, mas que ele, receer! cem vees tanto, #! no presente
idade, casas e irmãos e irmãs, e mães e filhos, e campos, com perseguiLYes, e
no século futuro a vida eterna. I%arcos 54M3=H?4J
&m outra ocasião, depois que &le ordenouM "7omai meu #ugo sore
vós e aprendei de mim", acrescentou logo a garantia divinaM "porque eu sou
manso e humilde de coraLão, e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu #ugo é suave eo meu fardo é leve "I%t 55M3=H?4J.
&sse é o ponto aquiM *ofrer por amor de /risto não é apenas um
comando, mas tamém um privilégio. Paulo nunca se esqueceu de prediLão
do *enhor através de Ananias que ele seria "um instrumento escolhido de
%inas, para levar o meu nome perante os gentios e reis e os filhos de (srael,"
e que "ele deve sofrer por causa do meu nome" IAtos =M 5BH5>J. %ais tarde,
em Filipenses, ele dei;a claro que, V lu das imensas riqueas eternas crentes
receem em /risto, nada nesta terra que eles aandonar por &le pode
verdadeiramente ser um sacrifício. Paulo afirma que
tudo o que era lucro para mim, essas coisas que eu considerei perda
por causa de /risto. %ais do que isso, eu conto tudo para ser perda de vista
do valor sulimidade do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por
quem sofri a perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas o li;o para que eu
possa ganhar a /risto, e pode ser achado nele, não tendo a minha #ustiLa
derivada da )ei, mas a que vem pela fé em /risto, a #ustiLa que vem de +eus,
na ase da fé. I?MH=J

não eram&ntre as imensur!veis


apenas o de saer ",nLãos
eo poderque
da havia receido pelamas
sua ressurreiLão", fé em /risto
tamém
compartilhar na "comunhão dos *eus sofrimentos, sendo conformado V *ua
morte" Iv. 54J. *ofrendo por amor de /risto não é um fardo, mas sim uma
grande honra &le graciosamente concede a *eus santos fiéis.
's crentes são, de fato, para "nos gloriamos nas triulaLYes \deles],
saendo que a triulaLão produ perseveranLaU e car!ter, perseveranLa
comprovadaU e car!ter provado, a esperanLa, ea esperanLa não desaponta,
porquanto o amor de +eus foi derramado em nossos coraLYes pelo &spírito
*anto que nos foi dado "I-m BM?HBU. cf 7iago 5M3HDJ. )emrando os crentes
de sua heranLa celestial, Pedro ecoa a admoestaLão de PauloM
Neste e;ultais, emora, por pouco tempo, se necess!rio, voc tem sido
incomodado por v!rias provaLYes, para que a prova da vossa fé, mais preciosa
do que ouro, que é perecível, emora provado pelo fogo, pode ser encontrado
redunde em louvor, glória e honra na revelaLão de $esus /risto, e que voc
não tenha visto, vocs o amam, e que voc não vHlo agora, mas acredito nele,
e;ultais com alegria indiível e cheia de glória. I5 Pedro 5M>H@U cf DM5?U. BM54,
Atos BMD5J
Quando sofrem por amor do *enhor, Paulo passa a contar a seus
leitores, eles estão enfrentando o mesmo comate que voc viu em mim, e
agora ouvis estar em mim. ' conflito que voc viu em mim se refere V
oposiLão hostil e de perseguiLão que ele e *ilas encarou quando foram presos
em Filipos IAtos 5>M5>HD4J. & agora ouvis estar em mim se refere, é claro, V
prisão presente o apóstolo, em -oma, que ele #! mencionado Ivv. 53H5@J.
X o mandato da igre#a a pé, para compartilhar, lutar e sofrer por amor
do *enhor $esus /risto. X por esta "que foram destinados" I5 7s. ?M?J.

A f/ru(a da
Lnidade E*)iritua(
7
&'i(i)en*e* 2+1;4-
Se )or e*taro* e Cri*to n/* teo* a(ua otiação a(ua
eortação de aor a(ua coun:ão no E*)?rito a(ua )rofunda
afeição e co)aião co)(ete a in:a a(eria tendo o e*o odo
de )en*ar o e*o aor u */ e*)?rito e ua */ atitude. Hada faça
)or aição eo?*ta ou )or aidade a* :ui(deente con*idere o*
outro* *u)eriore* a *i e*o*. Cada u cuide não *oente do* *eu*
intere**e* a* ta= do* intere**e* do* outro* I3M5DJ
7alve o maior perigo que a igre#a enfrenta é um ataque V sua fonte de
autoridade, isto é, a Palavra de +eus. Apatia espiritual e uma friea e
indiferenLa geral com a verdade ílica e as normas da #ustiLa de +eus
tamém representar sérios riscos. &ssa indiferenLa é normalmente negado,
muitas vees com uma aura de autoHenganador sinceridade, mas ele ataca a
espiritualidade da igre#a. (gualmente deve ser temido é o que ataca a unidade
da igre#a. 7udo isso pode atrapalhar, enfraquecer e destruir uma igre#a,
causando discórdia, desarmonia, o conflito e divisão. Quando Paulo fechou
sua Rltima carta aos /oríntios, ele e;pressou seu temor de pecados que
destroem a unidadeM "Porque eu tenho medo que talve quando eu chegar eu
possa encontr!Hlo a não ser o que eu quiser e pode ser encontrada por voc
para não ser o que dese#arU que talve haver! porfias, ciRmes, temperamentos
furiosos, disputas, calRnias, fofocas, arrogSncia, distRrios "I3 /oríntios
53M34.J. &le tamém temia pecados que destruíram a purea da igre#aM "7enho
medo que quando eu voltar, meu +eus pode me humilhar diante de voc, e eu
posso chorar por muitos daqueles que pecaram no passado e não se
arrependeram da impurea, imoralidade e sensualidade que tenham praticado
"Iv. 35J.
Aparentemente, a igre#a de Filipos enfrentava o perigo de discórdia e
divisão do conflito pessoal entre &vódia e *íntique IDM3J. A desunião é um
perigo em potencial para cada igre#a, um Paul perigo dirigida a certo ponto
em cada uma de suas cartas Vs igre#as. Para a igre#a de -oma, ele escreveuM
"'ra, o +eus que d! a perseveranLa e incentivo vos d o mesmo sentimento
uns com os outros, segundo /risto $esus, para que com um acordo que voc
pode com uma só vo glorificar o +eus e Pai de nosso *enhor $esus /risto.
Portanto, aceitar um ao outro, como tamém /risto nos receeu para glória de
+eus "I-omanos 5BMBHU. /f 53MB, 5>J. Aos /oríntios ele escreveuM "-ogoH
vos, irmãos, pelo nome de nosso *enhor $esus /risto, que todos concordam e
que não ha#a divisYes entre vós, mas que se#a completo em um mesmo
pensamento e no mesmo #uío "I. 5 /oríntios 5M54J, e" (rmãos, se alegrar, ser
completo, ser consolada, ser da mesma opinião, ao vivo em pa, eo +eus de
amor e pa estar! convosco "I3 /or 5?. M 55J. &le advertiu os g!latas, "Não
nos tornemos presunLosos, desafiando uns aos outros, inve#ando uns aos
outros" I1l BM3>U. /f >M3H?J. &le implorou os crentes em Xfeso,
Andar de modo digno da vocaLão com que fostes chamados, com toda
humildade e mansidão, com pacincia, mostrando a tolerSncia para o outro no
amor, ser diligente para preservar a unidade do &spírito no vínculo da pa. 0!
um só corpo e um só &spírito, como tamém fostes chamados em uma só
esperanLa da vossa vocaLãoU um só *enhor, uma só fé, um só atismo, um só
+eus e Pai de todos, que é sore todos e por todos e em todos. I&f DM5H>J
8nidade espiritual verdadeiro é aterrado na unidade insond!vel da
própria 7rindade.
Para o Paulo escreveu /olossenses,
/oloque em um coraLão de compai;ão, ondade, humildade,
mansidão e pacinciaU rolamento uns com os outros, e perdoandoHvos uns aos
outros, quem tem uma quei;a contra ninguém, assim como o *enhor vos
perdoou, assim tamém voc deve. Além de tudo isto sore o amor, que é o
perfeito vínculo de união. +ei;e a pa de /risto domine em vossos coraLYes,
para que de fato voc fostes chamados em um corpo, e ser grato. I/ol. ?M53H
5BJ
&le elogiou os tessalonicenses, diendoM "Agora, quanto ao amor dos
irmãos, voc não tem necessidade de alguém para escrever para vocs, pois
vocs mesmos estais instruídos por +eus a amar uns aos outrosU ... %as nós
pedimos a vocs, irmãos, para se destacar ainda mais "I5 7essalonicenses DM=H
54U... cf 3 7essalonicenses 5M?J.
A ase para a unidade dos crente s é a unidade de +eus concedida em
resposta a oraLão de $esus que o *eu povo "todos se#am um, como 7u, Pai,
est!s em %im e &u em 7i, que eles tamém este#am em nós, para que o
mundo creia que tu me enviaste "I$oão 5M35J. &ssa oraLão foi respondida
quando o &spírito *anto veio no Pentecostes e depois para haitar todos os
crentes, traendoHlhes a vida eterna em que todos os crentes são feitos
participantes Icf. 5 /or >M5, 5=U. 53M53H5DJ. Que a unidade essencial de todos
os crentes no corpo de /risto deve ser vivida na pr!tica.
A desunião entre o seu povo sofre profundamente o *enhor. +eve ser
todo do pastor, líder da igre#a, e oraLão memro da igre#a que os homens não
vão dilacerar o que +eus divinamente unidas no corpo de /risto. Porque a
(gre#a de fraturamento de /risto é um dos principais o#etivos de *atan!s, o
desafio de preservar a unidade do espírito é constante. 8ma igre#a dividida,
faccioso, e discutindo é espiritualmente fraco. X, portanto, oferece pouco
risco para as oras do diao e tem pouco poder para o avanLo do evangelho
de /risto. &mpenhado em manter, ou restaurar, a unidade espiritual de uma
congregaLão é facilmente o desafio mais premente, difícil e constante de seus
líderes.
&mora a sã doutrina, a purea moral e compromisso apai;onado ao
*enhor e V *ua ora são essenciais para o ministério efica de uma igre#a, eles
soinhos não podem garantir a proteLão da discórdia. ^illiam Earcla6
perspicamente oservou que
' perigo que ameaLava a igre#a de Filipos foi a de desunião. 0! um
sentido em que esse é o perigo de cada igre#a saud!vel. X quando as pessoas
estão realmente a sério, quando suas crenLas realmente importa para eles, que
eles estão aptos a levantarHse uns contra os outros. Quanto maior o seu
entusiasmo, maior é o perigo que eles podem colidir. X contra esse perigo
Paul quis salvaguardar os seus amigos. IAs cartas aos Filipenses, /olossenses
e 7essalonicenses -ev. ed, \)ouisville, Gentuc96M ^estminster, 5=B].., ?5J

pr!ticasAque
preocupaLão de Paulo
são claramente aqui não 7rataHse
antiHílica. se trata de
de doutrinas, idéiasnormas,
interpretaLYes, ou
interesses, preferncias e afins, que são em grande parte uma questão de
escolha pessoal. 7ais questYes não devem ser autoriados a fomentar
controvérsia dentro do corpo de /risto. Para insistir em seu próprio caminho
em tais coisas é pecaminoso, porque insensatamente divide crentes. &le
reflete um dese#o orgulhoso de promover visYes pessoais de alguém, de estilo,
ou agenda. 's crentes nunca deve, naturalmente, as doutrinas ou princípios de
compromisso que são claramente ílica. %as humildemente adiar para um
outro em questYes secund!rias é uma marca de forLa espiritual, não de
fraquea Icf. -m. 5DM45H5BM4J. X um sinal de maturidade e de amor que
+eus honra muito, pois promove e preserva a harmonia na sua igre#a.
&ssa unidade que a Palavra tão altamente e;alta é interior, não
e;terior, mas internamente é dese#ado, nem e;ternamente origado. X
espiritual, não eclesi!stica, mais sincero do que doutrin!rio. Não se aseia em
sentimentalismo, mas em oedincia cuidadoso, atencioso e determinado a
vontade de +eus. X a ligaLão &spíritoHmotivado e &spíritoHpoderes dos
coraLYes, mentes e almas dos filhos de +eus uns aos outros. & preservar a
unidade na igre#a não é uma opLão Icf. &f. DM?J.
/omo uma analogia, considere um saco cheio de olinhas de gude. 0!
muitos m!rmores de v!rias cores, tamanhos e composiLão mais pró;imas.
%as eles estão ligados e;clusivamente pelo continer. *e o saco é aerto ou
rasgado, as olinhas derrame para fora em todas as direcLYes, porque não h!
nada interno que se ligaHlos um ao outro. &m contraste, considere um ímã
colocado em uma pilha de aparas de ferro. Pela sua naturea, as aparas de
responder V potncia do magneto e são desenhados em con#unto. *e alguma
forLa e;terna fa com que se#am separadas, a forLa atractiva permanece e eles
vão reunir logo que a causa de separaLão é removido. +a mesma forma, os
fiéis cristãos que estão separados por circunstSncias alheias V sua vontade ir!
manter sua atraLão mRtua através do poder "magnético" do &spírito, que
opera dentro deles. /omo uma família unida humana que é tragicamente
dividido pela guerra ou desastre natural, que continuamente uscam se reunir
como a família espiritual que eles são. &ssa unidade divinamente capacitado
interna de espírito é essencial para a alegria da (gre#a e efic!cia.
&ssa unidade se manifestou no Pentecostes seguinte infantil da igre#a.
's milhares de novos crentes Ia maioria dos quais estrangeiros e alguns
inimigos, talve até mesmo antigosJ "& perseveravam na doutrina dos
apóstolos e na comunhão .... & todos os que criam estavam unidos e tinham
tudo em comum .... +ia por dia de continuar com uma mente no templo, e
partindo o pão de casa em casa, eles foram tomar as suas refeiLYes com
alegria e singelea de coraLão "IAtos 3MD3, DD, D>J.
&mora a sua unidade em /risto é permanente, a fragilidade humana
que os crentes estão ainda su#eitos a fa sua unidade fr!gil. X por essa raão
que Paulo aconselhou os efésios a ser "diligente para preservar a unidade do
&spírito no vínculo da pa" I&f DM?J. "+iligente" é de spoudaj, que descreve
a faer um esforLo persistente. A unidade espiritual deve ser constantemente
cultivada e preservada com anegada devoLão e energia. /omo #!
mencionado, é facilmente o maior desafio da supervisão e lideranLa espiritual
em uma igre#a.
A igre#a em Filipos foi, na maior parte teologicamente som, dedicado,
moral, amoroso, eloso, cora#oso, de oraLão, e generoso. No entanto,
enfrentou o perigo de discórdia, que muitas vees é gerado por apenas
algumas pessoas. &sses desordeiros pode agitar a disputa e conflitos que as
fraturas uma congregaLão inteira. & porque a desunião é tão tragicamente
deilitante, Paulo gentil, mas firme implora com os crentes de estar
constantemente e diligentemente em guarda contra ela. &le tinha acaado de
e;presso aos Filipenses a sua esperanLa de "ouvir de \eles] que \eles] são
firmes num só espírito, com uma mente lutando #untos pela fé do evangelho"
I5M3J.

&m 3M5HD Paulo d! o que talve se#a o ensinamento mais conciso e


pr!tico sore a unidade no Novo 7estamento. Nesses quatro versos
poderosos, ele esoLa uma fórmula para a unidade espiritual que inclui trs
elementos necess!rios em que essa unidade deve ser construídaM %otivos
certos Ivv. 5H3aJ, as marcas da unidade Iv. 3J, e os meios adequados Ivv. ?H
DJ. Através deles, ele esclarece por que os crentes devem ser de uma mente e
espírito, que se entende por uma mente e espírito, e como eles podem tornarH
se verdadeiramente de uma mente e espírito.

%'7(C'* /&-7'* PA-A 'E7&- 8N(+A+& &*P(-(78A)

Se )or e*taro* e Cri*to n/* teo* a(ua otiação a(ua


eortação de aor a(ua coun:ão no E*)?rito a(ua )rofunda
afeição e co)aião co)(ete a in:a a(eria I3M53aJ
A ediLão atualiada I5==BJ da Ne: American *tandard Eile usados
aqui inverte a ordem da prestaLão anterior de "*e, portanto." A nova ordem
de forma mais clara, portanto, liga para o que Paulo acaou de dier, que
muitos estudiosos acreditam que tenha sido sua intenLão. ' significado,
então, é que o que ele est! prestes a dier est! aterrada, pelo menos em parte,
sore o que ele acaou de dier. ' ponto é que, "Porque nós temos a ordem
divina de ser de uma mente e espírito I5M3J, devemos, portanto ..."
0! quatro "ses" no versículo 5. ' grego partícula ei IseJ é sempre
condicional quando usado com um vero indicativo. Nos escritos de Paulo,
no entanto, o vero relacionado muitas vees é apenas implícita e precisa ser
fornecida na traduLão, como é aqui Ih!J. &i aqui introdu uma cl!usula de
primeira classe condicional, que e;pressa a idéiaM "*e esta condiLão for
verdadeira, e é, então ..." /onsequentemente, a palavra pode ser melhor
traduido por "porque", "desde" ou "so" em Para dar uma idéia mais completa
de seu significado.
No conte;to atual, portanto, e se referem a duas condiLYes
intimamente relacionadas. /omo #! oservado, portanto, olha para tr!s para o
princípio de que, porque eles tm a ordem divina de ser de uma mente e
espírito I5M3J, os crentes devem ... *e olha para frente com as realidades
divinamente concedidos de encora#amento em /risto, consolaLão dos ...
amor, ... comunhão do &spírito, ... \e] afeto e compai;ão. Amos os
princípios devem motivar os crentes a dese#ar e uscar ativamente a unidade
de espírito, amor, espírito e propósito mencionado no versículo seguinte I3M3J.
Paulo não est! falando de astraLYes teológicas, mas das relaLYes pessoais
entre os cristãos. Para reforLar seu ponto, ele repete o ei IseJ antes de cada um
dos quatro realidades maravilhosas. 's dois primeiros referemHse
principalmente a /risto, o primeiro de forma e;plícita e implicitamente o
segundo. 's outros dois referemHse principalmente ao &spírito *anto, mais
uma ve o primeiro e;plicitamente e implicitamente o segundo.
A primeira realidade que motiva a união fa a e;ortaLão em /risto.
Para9lesis IincentivoJ tem o significado da rai de vir ao lado de alguém para
dar assistncia pelo conforto que oferece, conselho ou e;ortaLão. X
precisamente o tipo de assistncia e;emplificado pelo Eom *amaritano, que,
depois de faer tudo o que podia para o estrangeiro assaltado e espancado ",
tirou dois den!rios, deuHos ao estala#adeiro e disseM /uida dele, e tudo mais
voc passa, quando eu voltar eu te pagarei "I)ucas 54M?BU.. cf vv ?4H?DJ.
8sando uma palavra intimamente relacionada, $esus referiuHse ao
&spírito *anto como "outro /onsolador \para9lkton]", a quem gostaria de
pedir ao Pai que envie a todos os que n&le crem, para que "&le pode estar
com \eles] para sempre" I $oão 5DM5>J. ' estímulo mais importante e
poderosa em /risto vem diretamente do &spírito que haita. A admoestaLão
de Paulo aqui é que, V lu do que o encora#amento, o Filipenses deve
"conduir \se] de uma maneira digna do evangelho de /risto" I5M3J
esforLandoHse para ser de uma mente e espírito com o outro. &ste princípio
espiritual profunda e;ige a unidade perseguindo como uma resposta grato a
união do crente com /risto. Paulo pergunta, com efeito, "não deve influenciar
o divino de /risto em sua vida compeliHlo a preservar a unidade que é tão
precioso para &le"
A segunda realidade que motiva a unidade é a consolaLão de amor.
Paramuthion IconsolaLãoJ tem o significado literal de falar intimamente com
alguém, e com a idéia adicional de dar conforto e consolo. *eu significado
!sico é pró;imo ao de para9lesis IestímuloJ, amas as palavras envolvem
uma estreita relaLão marcada por uma preocupaLão genuína, au;ílio e amor.
' amor consolador é o que o *enhor concede aos pecadores indignos da graLa
da salvaLão. &le continuamente concede esse amor sore os crentes I-m BMBJ,
que no amor por sua ve, mostra para crentes. (sso demonstra gratidão pelo
amor de +eus para eles. Paulo disse aos coríntios que ele era o amor de /risto
por ele que o fe para ser tão dedicado ao *enhor, ea verdade a ponto de
parecer insano I3 /oríntios. BM5?H5DJ.
A terceira realidade que motiva a unidade é a comunhão do &spírito.
9oinonia IcomunhãoJ descreve parceria e partilha mRtua. &ssa comunhão é
íntima porque cada crente é um templo do &spírito *anto I5 /oríntios. >M5=J.
&le é o selo e garantia da heranLa eterna dos crentes I&f 5M5?H5DU DM?4U. 3
/oríntios 5M33J, a fonte de poder espiritual IAtos 5M@U cf -om 5BM5=.. J, os
dons espirituais I5 /o 53MDH55U.. -om 53M>H@J, e fruto espiritual I1l BM33H3?J.
7he *pirit "a#uda \nos] a nossa fraquea," e porque "não saemos orar como
deveríamos, ... o mesmo &spírito intercede por nós com gemidos
ine;primíveis por palavras" I-om. @M3>J. 's crentes devem ser
continuamente cheio do &spírito I&f BM5@J. Para iniir ou ser indiferente a
unidade espiritual é tanto entristecer o &spírito I&f DM?4J e saciar a sua ora I5
7s. BM5=J. 's novos crentes depois de Pentecostes dar o e;emplo mais vívido
no Novo 7estamento do &spírito liderada unidade IAtos 3MD5HDJ. Paulo fecha
3 /orinthians com a nLão onitaM "A graLa do *enhor $esus /risto, eo amor
de +eus, ea comunhão do &spírito *anto, se#a com todos vós" I3 /oríntios.
5?M5DJ. Anteriormente ele havia lemrado a mesma congregaLão que "por um
só &spírito, todos nós fomos atiados em um corpo, quer #udeus, quer
gregos, quer escravos ou livres, e todos nós fomos feitos para eer de um só
&spírito"
motivaLãoI5poderosa
/or. 53M5?J. A resposta
para ser adequada
"diligente dos crentes
para preservar deve do
a unidade ser&spírito",
uma
de sempre uscar a pa I&f DM?J.
A realidade que motiva quarta unidade é a de carinho e compai;ão.
&ssas qualidades caracteriam /risto, que ternamente conforta e encora#a os
fracos e oprimidos Icf. (s D3M?U.. %att 53M5@H34J. &ssas graLas tamém são
nLãos do &spírito de /risto. Afeto é de splanchna, que refereHse
literalmente para o intestino, ou vísceras, mas foi comumente usado
metaforicamente das emoLYes. Paulo elogiou a igre#a em /orinto para o seu
tratamento gracioso de 7ito e assegurouHlhes que "o seu afeto aunda ainda
mais em direLão a voc, como ele lemraHse da oedincia de vós todos,
como voc o receeu com temor e tremor" I3 /or .M 5?, 5BJ. A palavra, por
vees, foi usado em cone;ão com saudade profunda, pessoal, especialmente
para aqueles que são profundamente amados. Perto do início da presente
carta, o apóstolo especificamente usou a palavra dessa maneira, assegurando
aos filipensesM "&u dese#o para todos vocs com a ternura de /risto $esus"
I5M@J. /ompai;ão é de oi9tirmos, que Paulo usa duas vees da compai;ão
I"misericórdia"J de +eus. &le defende com os crentes ", pelas misericórdias
de +eus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e
agrad!vel a +eus, que é o vosso culto espiritual de adoraLão" I-m 53M5J, e ele
fala de +eus como "o Pai das misericórdias "I3 /oríntios. 5M?J. "/omo
aqueles que foram escolhidos de +eus, santos e amados", os crentes devem
refletir a *ua própria compai;ão, colocando "em um coraLão de compai;ão,
ondade, humildade, mansidão e pacincia" I/l ?M53J.
0! um lado negativo implícita a todos esses quatro admoestaLYes
positivas, ou se#a, que não para uscar e preservar a unidade espiritual
enfraquece a igre#a de /risto. Ainda mais significativamente, tal falha para
perseguir a unidade é um pecado. X o Rltimo ato de ingratidão para com
+eus. X que estar dispostos e ansiosos para receer todas as nLãos que o
*enhor oferece, mas dispostos a oferecerHlhe nada em troca. /omo todos os
outros pecados, que a indiferenLa é uma violaLão da Palavra revelada de
+eus. 7amém desprea a gloriosa verdade que o "*enhor $esus /risto e
+eus nosso Pai ... nos amou e nos deu uma eterna consolaLão e oa esperanLa
pela graLa" I3 7s. 3M5>J.
' apóstolo Easeia o seu fundamento principalmente na graLa e
ondade do *enhor, como evidenciado nos quatro realidades que acaamos
de mencionar. %as no início do versículo 3, ele acrescenta um dese#o pessoalM
a minha alegria completa. Para assim retriuir um servo fiel do *enhor é um
o#etivo legítimo para os crentes tm. ' Novo 7estamento dei;a claro que as
igre#as estão a amar, honrar, respeitar e apreciar os seus líderes humanos.
Paulo advertiu os tessalonicenses, "Nós pedimos de vocs, irmãos, que voc
aprecia aqueles que traalhamos diligentemente entre vós, e tem uma carga
sore vós no *enhor e darHlhe instruLão, e que voc estimaHlos muito em no
amor por causa de seu traalho" I5 7essalonicenses. BM53H5?J. ' escritor de
0ereus ordenaM "'edeLam aos seus líderes e sumeter a eles, porque velam
por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta. Que faLam isso com
alegria e não gemendo, porque isso seria inRtil para voc "I0 5?M5J. Para
amar, honrar e apreciar os pastores e outros líderes da (gre#a é perfeitamente
consonante com amor, honra e ser grato ao *enhor. Porque amos são
divinamente ordenado, o primeiro é um modo de e;pressar este Rltimo.

A* %A-/A* +A 8N(+A+& &*P(-(78A)

tendo o e*o odo de )en*ar o e*o aor u */ e*)?rito e


ua */ atitude. I3M3bJ
As nLãos espirituais Paulo enumerados e;igem uma resposta
adequada. Neste Rnico versículo Paulo d! quatro marcas essenciais da
unidade espiritual.
' primeiro est! sendo da mesma opinião. &ssa frase tradu a auto
phronkte, que literalmente significa "a pensar a mesma coisa", ou "a mesma
mentalidade." Pensar certo é essencial para a unidade espiritual que é um
tema importante de FilipensesHdas ocorrncias vinte e seis de o Phroneo vero
no Novo 7estamento, 54 encontramHse nesta carta.
Paulo não est! falando aqui sore a doutrina ou padrYes morais. Neste
conte;to, é da mesma opinião significa perseguir ativamente para alcanLar
uma compreensão comum e verdadeiro acordo. Alguns versículos adiante, o
apóstolo declara que a Rnica maneira de ter a harmonia como é "ter a atitude
de vocs que houve tamém em /risto $esus" I3MBJ. Através da Palavra de
+eus e haitaLão do &spírito *anto, os crentes podem conhecer a "mente de
/risto" muito I5 /or. 3M5>J. +epois de declarar sua determinaLão de
"pressionar para que eu possa lanLar mão do que para o qual tamém fui
alcanLado por /risto $esus ... \e] prossigo para o alvo pelo prmio da vocaLão
celestial de +eus em /risto $esus" I?M53, 5DJ, ele admoesta os crentes de
Filipos a ter a mesma atitude IFp ?M5BJ. Aqueles que tm uma atitude
contr!ria provar que "defina suas mentes nas coisas terrenas" I?M5=J. %ais
tarde, Paulo d! conselhos pr!ticos para ser da mesma opiniãoM "Finalmente,
irmãos, tudo é verdadeiro, tudo é honesto, tudo o que é direito, que é puro,
am!vel, tudo o que é de oa fama, se h! alguma e;celncia e se nada digno de
louvor, me deruLar sore essas coisas "IDM@J.
&m -omanos, Paulo d! insights adicionados sore ser da mesma
opinião. A primeira é que os crentes não devem "andar segundo a carne, mas
segundo o &spírito. Para aqueles que são segundo a carne cogitam das coisas
da carne, mas aqueles que são segundo o &spírito, das coisas do &spírito
"I-m @MDHBJ. /omo Paulo lemrou os crentes de /olossos, o conflito na igre#a
sempre vem de crentes definindo suas mentes "sore as coisas que estão na
terra" e não "sore as coisas do alto" I/l ?M3J. Notas de Paulo em -omanos
mais que um crente "não é a pensar mais alto de si mesmo do que ele deveria
pensar", que é uma opinião su#etiva e errWnea ", mas pensar de modo a ter
om senso, como +eus repartiu a cada um medida da fé "I-m 53M?J.
'edecendo aos comandos de ter uma mentalidade sore as coisas do
&spírito e de pensar com os resultados de #ulgamento de "o +eus que d!
constSncia e encora#amento" concessão crentes a capacidade de "ser da
mesma opinião uns com os outros, segundo /risto $esus" I5BM4BJ. Paul
poderia, portanto, confiadamente aconselho mesmo a igre#a, imaturo dividida
em /orinto para "alegrarHse, ser completo, ser consolada, ser da mesma
opinião, ao vivo em pa, eo +eus de amor e pa estar! convosco" I3 /or 5?. M
55J.
A segunda marca de unidade espiritual é manter o mesmo amor, que
flui para fora e aumenta o "ser da mesma opinião." Para ter o mesmo amor é
amar os outros da mesma forma. &m um nível puramente emocional, com
igual amor pelos outros é impossível, porque as pessoas não são igualmente
atractivos. Zgape IamorJ, no entanto, é o amor de vontade, não de preferncia
ou atraLão. X aseado em uma escolha intencional, consciente de uscar o
emHestar de seu o#eto. X por causa Agape IamorJ aseiaHse na vontade de
que ele pode ser comandado.

Para ter o mesmo amor é para "se dedicar um ao outro em amor


fraternal, \dando] preferncia uns aos outros em honra", e inclui o dese#o de
servir aos outros por coisas como "contriuir para as necessidades dos santos,
\e ] praticar a hospitalidade "I-m 53M54, 5?J. /omo Paulo continua a dier
nessa passagem, o amor !gape engloa os incrédulos, até mesmo aqueles que
os perseguem são para ser aenLoado e não amaldiLoado Iv. 5DJ. %as, no
presente te;to, Paulo est! se concentrando no mesmo amor especial e mRtuo
que os crentes devem ter uns pelos outros, o amor que ele fala em outra carta
como "o amor de cada um de vocs para um outro \que] se torna cada ve
maior "I3 7s. 5M?J.
&m sua primeira carta, $oão dei;a inequivocamente claro que o amor
pelos outros crentes caracteria um cristão genuínoM "Nós saemos que
passamos da morte para a vida", di ele, "porque amamos os irmãos. Aquele
que não ama permanece na morte "I5 $oão ?M5DJ. &m outras palavras, a falta
de pelo menos algum grau de !gape genuíno IamorJ para outros cristãos
e;pYe a falta de salvaLão. ' amor verdadeiro não é meramente sentimental,
mas afeto serviLos sacrificiais. "Aquele que tiver ens deste mundo e vir o
seu irmão em necessidade e fechar o seu coraLão contra ele, como o amor de
+eus permanecer nele" $ohn pergunta retoricamente Iv. 5J. 's crentes não
devem amar apenas "com a palavra ou com a língua, mas em oras e em
verdade" Iv. 5@J, que podem até mesmo e;igir "leigos \ndo] a nossa vida
pelos irmãos," como /risto "deu a sua vida por nós "Iv. 5>J.
%inds regidas pela humildade altruísta IFp 3M?J produir vidas que
transordam com o amor genuíno e pr!tico para crentes. Por outro lado,
pecaminoso, o pensamento egocntrico inie amor e unidade. +issensão e
falta de unidade na igre#a inevitavelmente resultam de falta de amor.
A terceira marca da unidade espiritual est! sendo unidos em espírito,
que est! intrinsecamente relacionado a ter a mesma mente e manter o mesmo
amor. *umpsuchos IunidosJ significa literalmente "aquele de alma" e é usado
somente aqui no Novo 7estamento. &le tem a mesma nfase que "um
espírito" de que fala 5M3. Para estar unidos em espírito é viver em harmonia
altruísta com os irmãos. Por definiLão, e;clui a amiLão pessoal, egoísmo,
ódio, inve#a, ciRme, e os males inRmeros outros que são o fruto do amorH
próprio.

/omo toda
fundamentada virtudeo#etiva
na verdade cristã da
outro, a unidade
Palavra de +eus.do%as
espírito
tamém deve
tem ser
um
aspecto su#etivo. 7al unidade envolve uma preocupaLão profunda e
apai;onada de +eus, *ua Palavra, *ua ora, *eu evangelho, e *eu povo. Não
e;istem dois cristãos, não importa o seu nível de maturidade espiritual e
conhecimento das &scrituras, vai entender tudo e;atamente iguais. %as se
eles são controlados por humildade e amor, eles serão verdadeiramente
unidos em espírito. &les não vão permitir que as diferenLas irrelevantes para
dividiHlos ou impedir o seu serviLo para o *enhor.
A quarta marca de unidade espiritual é estar com a intenLão de um
o#etivo, que é o companheiro natural de trs anterior. /om a intenLão de um
propósito tradu uma forma participial de Phroneo, que Paulo usou no início
deste verso I"o ser da mente ..."J e usa novamente no versículo B I"ter
atitude ..."J. A frase a ser en phronountes Icom a intenLão de um o#etivoJ
significa, literalmente, "pensando uma coisa" e, portanto, é praticamente
sinWnimo de ter "o mesmo espírito."
Neste versículo o apóstolo apresenta um círculo completo de unidadeH
de uma mente, a um amor, um só espírito, para um propósito, que, como #!
foi dito, refereHse asicamente de novo V mente. &stes quatro princípios são
complementares, sorepondoHse, e insepar!veis. A mesma idéia !sica é
e;pressa de quatro formas, cada uma com uma nfase um pouco diferente,
mas importante.
&m /olossenses, Paulo resume em estas marcas de unidade
espiritualM
&ntão, como aqueles que foram escolhidos de +eus, santos e amados,
de um coraLão de compai;ão, ondade, humildade, mansidão e pacinciaU
rolamento uns com os outros, e perdoandoHvos uns aos outros, quem tem uma
quei;a contra ninguém, assim como o *enhor vos perdoou, assim tamém
voc deveria. Além de tudo isto sore o amor, que é o perfeito vínculo de
união. +ei;e a pa de /risto domine em vossos coraLYes, para que de fato
voc fostes chamados em um corpo, e ser grato. Que a palavra de /risto
haite em vós, com toda a saedoria, ensinando e admoestando uns aos outros
com salmos, hinos e cSnticos espirituais, cantando com gratidão em vossos
coraLYes a +eus. I?M53H5>J

'* %&('* A+&Q8A+'* PA-A 'E7&- 8N(+A+& &*P(-(78A)


Hada faça )or aição eo?*ta ou )or aidade a*
:ui(deente con*idere o* outro* *u)eriore* a *i e*o*. Cada u
cuide não *oente do* *eu* intere**e* a* ta= do* intere**e* do*
outro*. I3M?DJ
Ao apresentar estes meios cinco, Paulo responde V questão de como a
unidade espiritual genuíno é alcanLado. +epois que ele acaou de dier em
versos 5H3, estes meios e;igem pouca e;plicaLão ou coment!rio. /omo os
quatro marcas de unidade espiritual, estes cinco meios estão interH
relacionadas e insepar!veis. 7rs são negativas e duas positivas.
Não é de estranhar que re#eitar o egoísmo é o primeiro da lista, uma
ve que é a rai de todos os outros pecados. Foi colocando sua vontade acima
de +eus que *atan!s caiu Icf. (sa. 5DM53H5J, e foi colocando suas próprias
vontades acima de +eus que Adão e &va primeiro trou;e o pecado ao mundo
I1n ?J. A vontade própria tem sido o cerne de todo pecado suseqente. Não
h! vero IfaerJ no te;to grego, mas a forma gramatical I%eden 9at eritheia,
lit., "Nada por meio do egoísmo"J e;pressa um comando negativo. &ssa
proiiLão vai muito além de mera aLãoU egoísmo é tamém a ser totalmente
e;cluídos dos pensamentos mais íntimos do coraLão.
Paulo usou eritheia IegoísmoJ no início desta carta, onde foi proferida
"amiLão egoísta" I5M5J. /omo oservado na discussão desse te;to, o termo
não tinha srcinalmente uma conotaLão negativa e se limitou a remeter para
uma diarista. %as veio a ser usado metaforicamente, e quase e;clusivamente,
de uma pessoa que procura persistentemente vantagem pessoal e de ganho,
independentemente
preservaLão e uscado de efeito sore osin#usta
autoHserviLo outros.de%uitas
cargosvees era usada
políticos. para ado
Ao tempo
Novo 7estamento, que passou a significar desenfreada, amiLão egoísta em
qualquer campo de atuaLão. Por raYes óvias, eritheia foi muitas vees
associada a rivalidade pessoal e do partido, rigas, disputas internas e
conflitos Icomo a versão do -ei $ames tornaHlo aquiJ. X geralmente realiada
a idéia de construir a si mesmo por rasgar alguém para ai;o, como em #ogos
de aar, onde o ganho de uma pessoa é derivada de perdas dos outros. A
palavra descreve com precisão alguém que se esforLa para promover a si
mesmo usando a a#ulaLão, a fraude, falsa acusaLão, contenda, e qualquer
outra t!tica que parece vanta#osa. Não é de surpreender, então, que Paulo
listas eritheia I"disputas"J como uma das oras da carne I1l BM34J.
' egoísmo é um pecado demorado e destrutivo. A primeira vítima e
inevit!vel é a pessoa que manifesta, mesmo que ninguém se#a pre#udicado.
Porque este pecado, como qualquer outro, comeLa em um coraLão
pecaminoso, qualquer pessoa pode cometHlo, independentemente de se h!
uma oportunidade para que possa ser e;pressa e;ternamente. %esmo quando
não se manifesta e;teriormente, egoísmo, raiva raLas, ressentimento e ciRme.
Nenhuma igre#a, mesmo o mais doutrinariamente e espiritualmente maduro,
est! imune V ameaLa do pecado, e nada pode mais rapidamente dividir e
enfraquecer uma igre#a. AmiLão egoísta é muitas vees vestido de retórica
piedosa por aqueles que estão convencidos de suas próprias hailidades
superiores na promoLão da causa de /risto.
A #ulgar pelo registro do Novo 7estamento, nenhuma igre#a teve um
prolema maior com esse pecado do que o de /orinto. Paulo implorouHlhesM
"&;ortoHvos, irmãos, pelo nome de nosso *enhor $esus /risto, que todos
concordam e que não ha#a divisYes entre vós, mas que se#a completo em um
mesmo pensamento e no mesmo parecer. Por eu ter sido informado acerca de
vós, meus irmãos, por familiares de /loé, que h! contendas entre vós "I5 /or.
5M54H55J. C!rias facLYes na igre#a seguida Apolo, Pedro, ou Paulo. 8m grupo,
provavelmente o mais hipócrita, alegou a seguir apenas "/risto." %as "tem
/risto est! dividido" ' apóstolo perguntou com espanto. "Paul não foi
crucificado por voc, era ele 'u fostes atiados em nome de Paulo "Ivv.
53H5?U. /f ?MDH>J. &m uma repreensão forte, mais tarde ele disseHlhesM
&u, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a
homens de carne, como a crianLas em /risto. &u lhe dei leite para eer, não
alimento sólido, pois vocs não estavam em condiLYes para receHlo. Na
verdade,
uma ve até
queagora voceainda
h! inve#a nãoentre
divisão é capa, porque
vocs, vocsainda sãocarnais,
não são carnais.ePara
voc
não est! andando como meros homens I?M5H?J
's o#etos de lealdade pessoal na igre#a de /orinto IApolo, Pedro e
PauloJ eram os líderes fiéis, que eram inteiramente digna de respeito da
congregaLão e admiraLão. +ois deles estavam levando apóstolos. %as a
verdadeira lealdade desses coríntios facciosos, mesmo que do "/risto" facLão,
era para si. As facLYes procuraram não tanto para homenagear os líderes
favorecidas como para criar cliques e;clusivos para a sua elevaLão pessoal.
/ada um dos grupos foi de autoHserviLo. Promover a causa de /risto e da
unidade de sua igre#a estavam longe de suas principais finalidades. Ao invés
de servir a /risto e outros em *eu nome, eles estavam servindoHse enquanto
estiver usando o seu nome. AmiLão egoísta é produido por uma marca e é
claro da "oras da carne" I1l BM5=H34J. &nvenena mesmo traalho feito em
nome de causas claramente ílicos. 0ipocritamente a pretensão de servir a
+eus enquanto na verdade, servindo auto marcou os escrias e fariseus Icf.
%att. 5BM5H=J.
+iscórdia e divisão são inevit!veis quando as pessoas se concentrar
em suas agendas para a e;clusão de outros na igre#a. %uitas vees, um foco
tão estreito surge da pai;ão genuína para um ministério importante. %as
ignorar de crentes, não importa o quão nãoHintencional, é um sinal de
indiferenLa, sem amor pecaminoso que produ a inve#a, discórdia, contenda, e
os outros inimigos da unidade espiritual. 'nde quer que "inve#a e espírito
faccioso", qualquer que se#a a causa ", h! desordem e toda espécie de males"
I7iago ?M5>J.
8m segundo meio para promover a unidade espiritual é aandonar a
presunLão vaia. /onceito vaio tradu a palavra grega 9enodo;ia composto,
que só aparece aqui no Novo 7estamento. X formado pelos 9enos ad#etivo
I"vaio"J e do sustantivo do;a I"glória"J, daí a Ging $ames renderiaLão
Cersion "vanglória." -efereHse a uma e;agerada autoHvie:, que nada mais é
vaidade vaia. /onsiderando que a amiLão egoísta persegue o#etivos
pessoais, vanglória usca a glória pessoal e aclamaLão. 's antigos pertence a
realiaLYes pessoais, o Rltimo a um overinflated autoHimagem.
/ompreensivelmente, uma pessoa com tal presunLão consideraHse sempre
estar certo e espera que os outros a concordar com ele. A unidade só ele
procura ou valores é centrado em si mesmo.
Canglória
I-om. 55M3BJ. 's égregos
o orgulho arrogante,
antigos ser "s!io
não admirar em sua própria
a humildade, estimativa"
pensando que era
um sinal de fraquea. %as mesmo eles reconheceram que a visão de uma
pessoa de si mesmo pode se tornar tão e;agerado a ponto de ser presunLoso e
despreível. *eu prao para o orgulho e;altado tal, uma palavra usada ainda
em ingls e em muitas outras línguas modernas, era arrogSncia. &m sua longa
lista de pecados que caracteriam descrente, a humanidade reelde, Paulo usa
uma palavra derivada de arrogSncia, que é traduida como "insolente" I-om.
5M?4J. &m sua carta Vs igre#as da 1al!cia, ele advertiuM "Porque, se alguém
pensa ser alguma coisa quando ele não é nada, ele engana a si mesmo" I1al.
>M?J. Porque vanglória é, por naturea, autoHenganosos, os crentes devem
estar em constante guarda contra ela. X um inimigo implac!vel da unidade
espiritual.
' terceiro meio de promover a unidade espiritual Paulo menciona aqui
é positivoM a humildade de espírito. X o oposto da amiLão egoísta e da
vaidade vaia e é o corretivo para eles. A humildade de espírito é o alicerce
do car!ter cristão e da unidade espiritual. Não é por acaso que a primeira
emHaventuranLa e fundacional refereHse a ser "pore de espírito" I%ateus
BM?J, que é sinWnimo de humildade de espírito.
A humildade de espírito tradu a palavra grega tapeinophrosunk, que
literalmente significa "humildade de espírito." &m Atos 34M5= e 4DM43 &fésios
ela é traduida como "humildade". Na literatura grega secular, os tapeinos
ad#etivo I"humilde"J foi usado e;clusivamente de uma forma irWnica, mais de
um escravo. &le descreveu o que foi considerado ase, comum, sem
condiLYes, e tendo pouco valor. Assim, não é surpreendente que a
tapeinophrosunk sustantivo não tem sido encontrada em qualquer literatura
e;traílica grego antes do segundo século. Parece, portanto, terHse srcinado
no Novo 7estamento, onde, #untamente com seus sinWnimos, ele sempre tem
uma conotaLão positiva. A humildade de espírito é o oposto do orgulho, do
pecado que sempre separou os homens caídos de +eus, tornandoHos, com
efeito, a seus próprios deuses.
A humildade é tamém uma virtude dominante no Celho 7estamento.
"Quando vem a soera, então vem a desonra", alerta *alomão ", mas com os
humildes est! a saedoria" IPv 55M3J. %ais tarde, ele declaraM "X melhor ser
humilde de espírito com os humildes do que repartir o despo#o com os
soeros" I5>M5=J. acarias descreve o rei de vinda messiSnica como "#usto e
dotado de salvaLão,
#umentinho, filho de humilde
#umenta"e Ic
montado num profecia
=M=J, uma #umento, %ateus
mesmo seemaplica
um
especificamente a triunfal de $esus , ainda entrada, humilde em $erusalém no
+omingo de -amos I%ateus 35MBJ.
%oisés era "muito humilde, mais do que qualquer homem que estava
na face da terra" INum. 53M?J. +avi disseM "Por que o *enhor é e;altado, &le
respeita os humildes, mas o arrogante &le conhece de longe" I*l 5?@M>J. &m
outro salmo, ele escreveuM "'s humildes herdarão a terra" I*l ?M55J, uma
passagem $esus citou nas emHaventuranLasM "EemHaventurados os mansos
\manso], porque eles herdarão a terra" I%ateus BMBJ. $esus descreveu a *i
mesmo como "manso e humilde de coraLão" I55M3=J. *em orgulho ou a
hipocrisia, Paul poderia testemunhar honesta de si mesmo aos anciãos de
XfesoM "Cós em saeis, desde o primeiro dia que entrei na Zsia, como eu
estava com voc o tempo todo, servindo ao *enhor com toda a humildade"
I Atos 34.5@H5=J. 7rs vees em dois versículos em sua primeira carta de
Pedro chama V humildadeM "7odos vocs, revestiHvos com humildade em
relaLão ao outro, porque +eus resiste aos soeros, mas d! graLa aos
humildes. Portanto, humilhemHse so a poderosa mão de +eus, que &le vos
e;alte no tempo apropriado "I5 Pedro BMBH>J.
0umildade genuína envolve crentes não pensar muito em de si
mesmo e e;ige que eles consideram um ao outro como mais importante do
que eles. -elaLão é de um vero que significa mais do que apenas ter uma
opinião. -efereHse a uma conclusão cuidadosamente pensada com ase na
verdade. (sso não significa fingir que os outros são mais importantes, mas
para acreditar que os outros realmente são mais importantes.
%ais importante tradu uma forma participial de huperechj, que
incorpora a palavra grega da qual o hiper (ngls palavra é tomada. &le
intensifica e eleva o que est! em vista, de modo que isso significa "para e;cel,
ultrapassar, ou ser superior a." &m -omanos, Paulo usa a palavra para falar da
"E/& \lit. *upreme] autoridades "para que" cada pessoa é estar em su#eiLão
"I-m 5?M5J. +a mesma forma, Pedro usa a palavra nos crentes comandando a
"enviar \si] ... para um rei como o de autoridade \lit.", /omo sendo supremo ]
"I5 Pedro 3M5?J. %ais tarde, na presente carta, Paulo usa a palavra para
descrever "a superaLão \supremo, insuper!vel] valor do conhecimento de
/risto $esus, meu *enhor" IFp ?M@J, e para proclamar que "a pa de +eus, que
e;cede \longe superior, é superior a] todo o entendimento, guardar! os vossos
coraLYesX eclaro
os vossos sentimentos
que Paulo tem emem /ristouma
mente $esus "IDMJ.
visão de outros, que não é
natural ao homem e é e;tremamente difícil, mesmo para os crentes de
alcanLar. 7alve a melhor maneira de aordar esse desafio aparentemente
irreal e impossível é para os crentes a considerar seus próprios pecados. 's
crentes saem muito mais sore seus próprios coraLYes do que com o coraLão
de ninguém. -econhecendo o pecado de seus coraLYes deve e;cluir qualquer
arrogante autoHe;altaLão. *e Paulo via a si mesmo como "o menor dos
apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo" I5 /or. 5BM=J, "o
mínimo de todos os santos" I&f ?M@J, e até mesmo o mais importante dos
pecadores I5 7m 5M5B.J, como poderia qualquer crentes honestamente pensar
em si mesmos em qualquer modo mais elevado
8m quarto meio para promover a unidade espiritual é a admoestaLão
negativa, não se limitam a olhar para seus próprios interesses pessoais.
*9opej Iolhar paraJ significa oservar algo. %as, como neste conte;to, que
muitas vees levou as idéias adicionais de dar atenLão e consideraLão
especial. Ao incluir apenas Iassim como tamém na frase seguinteJ, o
apóstolo e;clui a idéia ílica de que o ascetismo reflete um nível mais
profundo da espiritualidade e ganha aprovaLão divina especial. Pelo contr!rio,
é uma manifestaLão sutil e enganosa de orgulho legalista.
Paul cuidadosamente disciplinado de seu corpo para torn!Hlo seu
escravo, para evitar tornarHse seu escravo e, assim, desqualificandoHse para o
ministério I5 /oríntios. =M3J. &le e;perimentou o "traalho e fadigas, muitas
noites sem dormir, com fome e sede, muitas vees sem comida, frio e nude"
I3 /oríntios. 55M3J. %as ele nunca se propositadamente fome ou causou
qualquer dano autoHinfligido ao seu corpo. +urante *eu ministério terreno,
$esus nem praticou, nem aprovado de asceta autoHnegaLão. &le comia e
dormia regularmente, teve o cuidado de seu corpo, e esperava que seus
seguidores a faerem o mesmo. NoteHse que o #e#um ílico I%t >M5>H5U
=M5DH5BJ não est! a ser equacionada com dura, o ascetismo autoHdestrutivo.
's cristãos que não tomam o devido cuidado de seus corpos não
podem viver ou ministro de forma efica. 7amém não são origados a
aandonar todos os interesses pessoais em outros aspectos. ' ponto de Paulo
aqui se refere principalmente, emora não e;clusivamente, aos interesses
pessoais em servir ao *enhor. /omo #! mencionado, muitas discussYes e
divisYes em programas de igre#as preocupaLão ou políticas que podem ser
igualmente ílica e importante. 's prolemas surgem quando as pessoas
procuram
de outros. promover as suasconsiderar
Alguns podem prioridades ministeriais
pastoral #uvenilpróprios, em detrimento
mais importante do
ministério adulto. 'utros podem ver evangelismo pessoal como uma
prioridade maior do grupo de estudo ílico. As possiilidades de conflitos
são quase infinitas. %as a divisão na igre#a é destrutivo. &m todos os casos,
os melhores interesses do *enhor e os outros crentes são sacrificados.
+iscussão honesta, que procura um entendimento ílico de questYes
doutrin!rias e morais é perfeitamente legítimo e de grande importSncia. %as
mesmo o deate mais sério sore essas questYes críticas deve ser realiado
em um espírito de humildade e respeito mRtuo. 's prolemas surgem quando
a defesa da Palavra de +eus tornaHse oscurecida pela autoHdefesa.
X uma tragédia imensur!vel que a cultura moderna Iincluindo grande
parte da igre#aJ tem, em grande parte pela influncia da psicologia secular,
re#eitou os princípios divinamente ordenado de humildade e anegaLão.
Quando a virtude suprema é o amorHpróprio eo propósito supremo da vida é a
autoHrealiaLão, o respeito mRtuo é sustituído por um serviLo de desrespeito
mRtuo, pela apatia e indiferenLa, e amor mRtuo pela inimiade e ódio.
's meios quinto e Rltimo Paulo menciona aqui para promover a
unidade espiritual é o de olhar para fora tamém para os interesses dos outros.
X o lado positivo do princípio anterior, não apenas olhando para os próprios
interesses pessoais. /omo os outros, este princípio est! relacionado
principalmente Vs relaLYes entre os crentes, especialmente aqueles que
traalham #untos no ministério. X ampla e geral, sem mencionar quaisquer
interesses particulares ou sugerindo que é incluído por outros.
7al como os outros princípios mencionados aqui, olhando para os
interesses dos outros é indispens!vel para a unidade espiritual. 7amém como
eles, que e;ige um esforLo delierado e persistente para aplicar sinceramente
e incondicionalmente. &, emora o significado é óvio e f!cil de entender, é
difícil de aplicar. X o resultado pr!tico do comando e;cessivamente difícil a
considerar os outros como mais importante do que nós mesmos.
&ntre outras coisas, olhando para os interesses dos outros requer
crentes para "alegrarHse com os que se alegram e chorai com os que choram"
I-m 53M5BJ, para melhorar continuamente a "uscar as coisas que servem
para a pa ea edificaLão um do outro, "para não" comer carne ou eer
vinho ... ou ... faer alguma coisa pela qual \a] irmão tropece "I5DM5=, 35J, e
para" suportar as fraqueas dos que, sem forLa e não agradar a nós mesmos
"I5BM5J. X a "suportar cargas uns dos outros, e assim cumprir a lei de /risto"
I1al. >M3J.

L ode(o de
Lnidade E*)iritua( 8
&'i(i)en*e* 2+5;8-
Sea a atitude de oc* a e*a de Cri*to e*u* ue eora *endo
#eu* não con*iderou ue o *er iua( a #eu* era a(o a ue deia a)ear;
*eB a* e*aiou;*e a *i e*o indo a *er *ero tornando;*e
*ee(:ante ao* :oen*. E *endo encontrado e fora :uana
:ui(:ou;*e a *i e*o e foi oediente at= F orte e orte de cruG
I3MB@J
&m seu livro %ilagres, /* )e:is oferece alguns insights Rteis para a
compreensão da realidade insond!vel da encarnaLão de /ristoM
Na história cristã, +eus desce para reHascender. &le desce, desce das
alturas de ser asoluto no tempo e no espaLo, para ai;o na humanidade ....
%as &le desce para vir de novo e traer todo o mundo arruinouHse com ele.
8m deles tem a imagem de um homem forte inclinandoHse mais e mais para
oterHse deai;o algum grande fardo complicado. &le deve se inclinar, a fim
de levantar, ele deve quase desaparecem so a carga antes que ele
incrivelmente endireita as costas e caminha fora com toda a massa
alanLando em seus omros. 'u se pode pensar de um mergulhador, primeiro
reduindoHse a nude, então olhando no ar, então foi com um esguicho,
desapareceu, apressandoHse para ai;o através da !gua verde e quente em
!gua negra e fria, para ai;o através de uma pressão crescente para a região
como a morte de lodo e limo e decadncia de idade e, depois, de novo, volta
para a cor ea lu, os seus pulmYes quase estourando, até que de repente ele
quera novamente a superfície, segurando em sua mão o gote#amento algo
precioso e que ele desceu para se recuperar. &le e ela são tanto de cor, agora
que eles vieram para a luM l! em ai;o, onde estava incolor no escuro, ele
perdeu a cor tamém.
Nesta descida e suida reHtodo mundo vai reconhecer um padrão
familiarM uma coisa escrita em todo o mundo. X o padrão de toda a vida
vegetal. &le deve menosprearHse em algo duro, pequeno e mortal, deve cair
no soloM daí a nova vida reHsoe. X o padrão de toda a geraLão de animais
tamém. Não h! descida dos organismos plena e perfeita para o
espermatoóide e óvulo, e no ventre escuro ... a lenta suida para o emrião
perfeito, para a vida do e, consciente, e, finalmente, para o adulto. Assim é
tamém em nossa vida moral e emocional. 's primeiros dese#os inocentes e
espontSneas tm de apresentar para o processo mortal de controle ou negaLão
totalM mas de que h! uma reHascensão ao car!ter totalmente formado na qual a
forLa do material srcinal tudo funciona, mas de uma maneira nova. %orte e
-enascimento, descer para ir para cima é um princípio fundamental. Através
deste gargalo, este reai;amento, o highroad quase sempre se encontra.
A doutrina da &ncarnaLão, se aceita, coloca este princípio ainda mais
enfaticamente no centro. ' padrão e;iste na Naturea, porque foi o primeiro
l! em +eus. 7odas as instSncias do mesmo que mencionei vir a ser, mas
transposiLYes do tema +ivino em um tom menor. Não estou agora a referir
simplesmente V /rucificaLão e -essurreiLão de /risto. ' padrão total, de que
são apenas o ponto de viragem, é a morte real e -eHnascimentoM pois
certamente nenhuma semente nunca caiu de uma !rvore tão ela em tão
escuro e frio um solo como seria fornecer mais de uma analogia a este fraco
descida enorme e reHascensão na qual +eus dragado o sal eo fundo lamacento
da /riaLão. INe: or9M %acmillan, 5=D, 55BH5J
A &ncarnaLão é o milagre central do cristianismo, a mais grandiosa e
maravilhosa de todas as coisas que +eus #! fe. &sse milagre dos milagres é o
tema de Filipenses 3MBH@. Alguns estudiosos acreditam que essa passagem era
srcinalmente um hino, cantado pelos primeiros cristãos para comemorar e
celerar a encarnaLão do Filho de +eus. 7em sido chamado de uma #óia
cristológico, um diamante teológica que talve rilha mais rilhante do que
qualquer outro nas &scrituras. &m uma forma simples, reve, mas
e;traordinariamente profunda, descreve a condescendncia da segunda
Pessoa da *antíssima 7rindade para nascer, viver e morrer na forma humana
para proporcionar a redenLão para a humanidade caída.
No entanto, tão profundo e insond!vel como essa passagem é
teologicamente, é tamém ética. /omo as palavras introdutórias I7ende em
vós o que houve tamém em /risto $esusJ dei;ar claro, ele é pro#etado
principalmente para motivar os cristãos a viver como seu *enhor e *alvador.
Paulo não estava apenas descrevendo a &ncarnaLão para revelar suas
verdades teológicas, magníficas como essas são. &le apresenta o e;emplo,
suprema incompar!vel de humildade para servir como o motivo mais forte
para a humildade dos crentes. A &ncarnaLão convida os crentes a seguir o
e;emplo incompar!vel de amor de $esus anegaLão, doaLão, sacrifício e
anegado humilde como &le viveu a &ncarnaLão em sumissão oediente V
*ua vontade do Pai Icf. )ucas 3MD=U $oão ? M5>H5U BM?4U 53MD=, 5BM54J.

' versículo B é uma transiLão de e;ortaLão a ilustraLão, ea frase esta


atitude olha para tr!s e para frente. &le olha para tr!s com o princípio acaado
de dar, "Nada faLais por partidarismo ou vanglória, mas com a humildade de
respeito mente um do outro como mais importante do que a si mesmos, não
apenas olhar para seus próprios interesses pessoais, mas tamém para os
interesses dos outros "Ivv. ?HDJ. &le aguarda com e;pectativa a ilustraLão
desse princípio, em cumprimento perfeito de $esus, como descrito nos
versículos >H@.
' o#etivo dos crentes com esta atitude é a unidade espiritual na
igre#a, por serem "da mesma mente, mantendo o mesmo amor, unidos em
espírito, com a intenLão de um propósito" Iv. 3J. 8nidade na (gre#a só pode
vir de uma atitude de humildade genuína, dos crentes verdadeiramente sore
os outros como mais importante do que seHa atitude que foi e;tremamente
manifestada em /risto $esus durante a *ua encarnaLão. ' apóstolo $oão dei;a
claro que "aquele que di que permanece nele, \/risto] deviaHse a andar da
mesma maneira como &le andou" I5 $oão 3M>J. $esus ordenouM "7omai meu
#ugo sore vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coraLão, e
encontrareis descanso para as vossas almas" I%t 55M3=J.
+irigindoHse ao impacto ético dessa passagem, Paul -ees escreveM
"Não esqueLa", grita Paul ", que em todo esse universo amplo e em
todos os confins oscuros da história, nunca houve tal demonstraLão de autoH
apagamento humildade como quando o Filho de +eus na pura graLa desceu a
este errante planetaT )emreHse que do nunca em um milhão aeonsH&le teria
feito issointeresses
próprios se ele fosse o tipoosdeolhos
e fecha divindade
para osque parece "apenas
interesses para
de outrosT seusdeve
Coc
se lemrar, meus irmãos, que através de sua união com &le, na e;perincia de
vida, redenLão, este princípio e pai;ão pelo que &le foi movido deve tornarHse
o princípio e pai;ão pelo que voc est! aalado "I' 0omem adequadaM. Paulo
em Filipenses \^est:ood, N$M -evell, 5=BD], D?J
&m si mesmos não é dirigido a virtude pessoal do crente individual,
mas tem como alvo toda a igre#a, que é tão suscetível V divisão e conflito
produido pelo orgulho e pela autoHe;altaLão. A (gre#a deve manifestar toda a
humildade do *enhor e caeLa da igre#a. 8m dos e;emplos mais reveladores
de que a humildade
A tarefa era sua
servil de lavar lavarsu#os
os pés os pés
erados discípulos
reservado paradurante a ltima
os menores /eia.
servos.
$esus tinha acaado de ser reconhecido como o )iertador e profetiado
%essias, o "-ei de (srael", na *ua entrada triunfal em $erusalém, poucos dias
antes I$oão 53M53H5BJ. &le estava em consciente de "que o Pai lhe entregara
tudo nas *uas mãos, e que &le tinha vindo de +eus e estava voltando para
+eus" I5?M?J. No entanto, na humildade gentil &le "levantouHse da ceia, e pWs
de lado *uas vestes e, tomando uma toalha, cingiu a si mesmo. &m seguida,
deitou !gua na acia, e comeLou a lavar os pés aos discípulos ea en;ug!Hlos
com a toalha com que estava cingido "Ivv. DHBJ. &ste ato foi especialmente
pungente porque os discípulos, insensíveis ao sofrimento que vem de $esus,
estavam envolvidos em disputas uns com os outros sore qual deles seria
"maior" no reino do %essias Icf. )c 33M3DJ.
+epois o *enhor perguntouM "Coc sae o que eu fi para voc"
*aendo muito em que eles não entenderam o significado do que &le tinha
acaado de faer, &le não esperou por uma resposta, mas continuou a
e;plicarM
Cós me chamais %estre e *enhor, e dieis em, porque eu o sou. *e
eu, o *enhor eo %estre, lavei os pés, tamém vós deveis lavar os pés uns dos
outros. Porque eu vos dei o e;emplo que voc tamém deve faer como eu fi
para voc. Cerdade, em verdade vos digo, um escravo não é maior do que o
seu mestre, nem é aquele que é enviado maior do que aquele que o enviou. *e
saeis estas coisas, voc é aenLoado, se voc faHlas. I$oão 5?M53H5J
&ssa demonstraLão de humildade tão claramente e;emplifica a
atitude
muito o...apóstolo
o que houve
tinha tamém emquando
em mente /risto escreveu
$esus queesta
podepassagem.
muito em ser o
7amém
e;emplifica sua advertncia V igre#a de -oma que "nós, que somos fortes,
devemos suportar as fraqueas dos que, sem forLa e não agradar a nós
mesmos. /ada um de nós é para agradar ao seu pró;imo no que é om para
edificaLão. Porque tamém /risto não agradou a si mesmo "I-m 5BM5H?J.
Acentuando novamente a relaLão insepar!vel entre a humildade ea união
espiritual, ele acrescentouM "'ra, o +eus que d! a perseveranLa e incentivo
vos d o mesmo sentimento uns com os outros, segundo /risto $esus, para
que com um acordo que voc pode com uma só vo glorificar o +eus e Pai de
nosso *enhor $esus /risto. Portanto, aceitar um ao outro, como tamém
/risto nos receeu para glória de +eus "Ivv. BHJ.
Porque Paulo consistentemente seguido esse princípio, ele poderia
lemrar o /orinthians, "&u tamém agradar a todos os homens em todas as
coisas, não uscando o meu próprio proveito, mas o lucro de muitos", e, em
seguida, advertiHlos de "ser meus imitadores, como eu tamém sou de /risto
"I5 /oríntios 54M??H55M45U... cf 3 /or @MH=J. +a mesma forma, ele lemrou
aos tessalonicenses que "o nosso evangelho não foi a vós somente em
palavras, mas tamém no poder e no &spírito *anto e com plena convicLão,
assim como voc sae que tipo de homem que provou ser entre vós, por causa
", oferecendo a comenda encora#ador de que" voc tamém tornastes
imitadores nossos e do *enhor, ... para que voc se tornou um e;emplo para
todos os crentes na %acedónia e na Acaia "I5 7s. 5MBHJ.
' caminho da humildade não é o caminho do mundo. X especialmente
não a escolha de seus líderes honrados, que são esperados para tirar o melhor
de tudo por si. &les são conferidos os mais altos lugares de honra e respeito, e
que se espera para ser servido, ao invés de servir. $esus descreveu os escrias
e fariseus como os homens que
amarrar fardos pesados e os pYem aos omros dos homens, mas eles
mesmos não estão dispostos a movHlos com tanta coisa como um dedo. %as
eles faem todas as suas oras para serem notadas por homens, porque alargar
os seus filactérios e alongam as fran#as das suas vestes. &les adoram o lugar
de honra nos anquetes e dos assentos nas sinagogas, e respeitosas saudaLYes
nas praLas, e de ser chamados -ai pelos homens. I%ateus 3?MDHU. /f 34M3BH
3@ para uma atitude semelhante 1entileJ
A maioria dos #udeus da época de $esus, incluindo os +oe para a
maior parte de seu ministério, espera a vinda do %essias como um
conquistador, reinando, e liertador altamente honrado. /omo os #udeus, se
os cristãos eram de alguma forma por si só de imaginar um plano para a
encarnaLão do Filho de +eus, que sem dRvida seria de esperar ele nascer em
uma família proeminente e assistir Vs melhores escolas. &le seria cercada
pelas mentes mais rilhantes e a#udantes mais capaes e viver em esplendor
real, com inRmeros assistentes para faer sua oferta e satisfaer todas as suas
necessidades e dese#a. &le teria proteLão constante de perigo físico e da crítica
destrutiva. & &le merece tudo.
%as isso não era o caminho de +eus. *eu Filho 8nignito nasceu o
mais humilde das famílias mais humildes dos lugares. Aos olhos daqueles que
o cercam, inclusive sua própria família e amigos, viveu uma vida corriqueira.
's doe homens que &le escolheu para serem seus apóstolos, com a possível
e;ceLão de %ateus, os homens comuns com pouca educaLão, hailidades, ou
posiLão. &le sumeteu a cada humilhaLão ea indignidade de seus inimigos e
se recusou a se defender. ' maior de todos tornouHse o menor de todos.
'viamente, os crentes não podem seguir o e;emplo da divindade de
/risto, a encarnaLão, a perfeiLão moral e espiritual, milagres, ou ora
redentora. %as eles são ordenados a seguir o seu e;emplo de humildade
e;pressa em sua encarnaLão. &m marcado contraste com os escrias glória
amorosa e fariseus, $esus ordenou a seus seguidores a não

irmãos.ser
Nãochamados -ai, pois
chame ninguém um sódeé seu
na terra o vosso %estre,
pai, pois e vós
um só sois todos
é vosso Pai,
aquele que est! nos céus. Não ser chamados líderes, pois um só é o seu líder,
isto é, /risto. %as o maior dentre vós ser! vosso servo. Quem se e;altar ser!
humilhado, e quem se humilha ser! e;altado. I%ateus 3?M@H53J
/omo e;emplo, ele e;pWs eticamente impec!vel de $esus de
humildade, Paul tamém narrou teologicamente a descida do Filho de +eus
do céu V terra, descrevendo a posiLão e;altada que &le dei;ou, em seguida,
apresentando uma série de passos para ai;o de que a glória e honra de
sempre aumento da indignidade. &stas categorias paralelas serão tratados em
con#unto
passagem.em relaLão a cada uma das fases descendente mencionadas nesta

A P'*(_' &[A)7A+A Q8& $&*8* +&(['8


ue eora *endo #eu* I3M>aJ
' primeiro Passo para ai;o na humilhaLão de $esus foi a partir da
posiLão e;altada visto na verdade que ele, susistindo em forma de +eus.
7anto antes, durante e depois da *ua encarnaLão, &le foi, por sua própria
naturea, plena e eternamente +eus. &;istia tradu um particípio presente
ativo do vero composto huparchj, que é formado a partir hupo I"em"J e
arché I"princípio"J e denota a continuidade de um estado anterior ou
e;istncia. &le salienta a essncia da naturea de uma pessoa, o que é
asolutamente imut!vel, inalien!vel e imut!vel. ^illiam Earcla6 comenta
que o vero se refere "que parte de uma \pessoa] que, em quaisquer
circunstSncias, permanece a mesma" IAs cartas aos Filipenses, /olossenses e
7essalonicenses -ev. ed \)ouisville, Gentuc96M.. ^estminster, 5=B], ?BJ.
$esus /risto e;istiu eterna e imutavelmente, e ser! para sempre
continuar a e;istir, so a forma de +eus. %orphe IformaJ refereHse a
manifestaLão e;terior de uma realidade interior. A idéia é que, antes da
&ncarnaLão, de toda a eternidade passada, $esus pree;istia so a forma divina
de +eus, igual com +eus Pai em todos os sentidos. Por sua própria naturea e
inata sendo, $esus /risto é, sempre foi e sempre ser! totalmente divina.
' esquema palavra grega tamém é freqentemente traduido como
"forma", mas o significado é em diferente daquela de morphe. /omo
Earcla6 ressalta,
%orphe é a forma essencial que nunca se altera, o esquema é a forma
e;terior que muda de tempos em tempos e de circunstSncia para
circunstSncia. Por e;emplo, o morphe essencial de qualquer ser humano é a
humanidade e isso nunca muda, mas o seu esquema est! continuamente
mudando. 8m e, uma crianLa, um menino, um #ovem, um homem de meia
idade, um velho sempre tem a morphe da humanidade, mas as mudanLas
e;teriores esquema o tempo todo. IFilipenses, ?BH?>J
Aos /olossenses, Paulo e;pressa a verdade da divindade de /risto
com estas palavrasM "&le \$esus /risto] é a imagem do +eus invisível, o
primognito de toda a criaLão" I/olossenses 5M5BJ. Falando de /risto, $ohn
ariu seu evangelho com a declaraLãoM "No princípio era o Cero, eo Cero
estava com +eus, eo Cero era +eus. &le estava no princípio com +eus .... &
o Cero se fe carne e haitou entre nós, e vimos a sua glória, glória como do
8nignito do Pai, cheio de graLa e verdade "I$oão 5M5H3, 5DJ. $esus disse de
*i mesmoM "&m verdade, em verdade vos digoM antes que Araão e;istisse, eu
sou" I$oão @MB@J, e depois orouM "Agora, Pai, glorificaHme #unto de ti mesmo,
com aquela
que eles glória que
tamém, que me
eu tinha contigo
conferiste, antes que
este#am o mundo
comigo onde era .... Pai,para
eu estou, quero
que
ve#am a minha glória que me conferiste, porque tu me amaste antes da
fundaLão do mundo "I5MB, 3DJ. ' escritor de 0ereus nos lemra que +eus
"nestes Rltimos dias falouHnos no seu Filho, a quem constituiu herdeiro de
todas as coisas, pelo qual tamém fe o mundo. & &le é o resplendor da *ua
glória ea e;pressão e;ata de sua naturea, e sustenta todas as coisas pela
palavra do seu poder "I0 5M3H?J.
` lu da realidade profunda da plena divindade e descompromissado
de $esus, *ua encarnaLão foi a humilhaLão mais profunda possível. Para ele
mudar de qualquer forma ou em qualquer grau, ainda que temporariamente,
por decreto divino de *eu Pai, a descida necess!ria. Por definiLão, a
aandonar a perfeiLão requer uma tomada em algum tipo de imperfeiLão. No
entanto, sem aandono ou de qualquer forma diminuindo *ua divindade
perfeito ou sua santidade asoluta, de uma forma que é muito além da
compreensão humana, o /riador assumiu a forma de o criado. ' (nfinito
tornouHse finito, o (nocente tomou sore *i o pecado. ' coraLão do evangelho
da redenLão é que o Pai "fe Aquele que não conheceu pecado, o pecado em
nosso nome, para que nos torn!ssemos #ustiLa de +eus nele" I3 /oríntios.
BM35J. Apesar de que a verdade do evangelho infinitamente maravilhosa e
cardeal é impossível entender, é preciso acreditar.
' e;emplo para aqueles que tm fé salvadora em /risto é claro. Por
causa de sua relaLão com /risto, eles tm uma posiLão especial e privilégio
diante de +eus. Através de /risto, eles são filhos de +eus. "A todos quantos o
receeram, deuHlhes o direito de se tornarem filhos de +eus, mesmo para
aqueles que crem no *eu nome" I$oão 5M53J, e porque eles são seus filhos ",
quando ele se manifestar, \eles] vai ser como &le, porque \eles] vão vHlo
como &le é "I5 $oão ?M3J. &mora eles serão sempre os *eus servos, &le se
digna a cham!Hlos de seus amigosM "tenhoHvos chamado amigos, porque tudo
quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer" I$oão 5BM5BJ. 's crentes
são haitados por $esus /risto I&f ?M5J e pelo &spírito *anto I$oão 5DM5U
-m @M=, 55U.. 3 7m 5M5DJ. &nquanto na terra, eles são os templos vivos de
+eus I5 /or. >M5=J e "emai;adores de /risto" I3 /oríntios. BM34J. &les foram
divinamente "emHaventurados ... com toda sorte de nLão espiritual nas
regiYes celestiais em /risto," escolhido "nele antes da fundaLão do mundo,"
predestinada "para filhos de adoLão por $esus /risto, para si mesmo" I&fésios
5M? H BJ. &les são "os predestinou para serem conformes V imagem de *eu
Filho" I-om. @M3=J, "chamados segundo o seu propósito, ... #ustificados", e
um dia ser! glorificado I@M3@, ?4J. &les são "pedras vivas, ... edificados casa
espiritual para um sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais
agrad!veis a +eus por $esus /risto ... uma raLa eleita, sacerdócio real, naLão
santa, povo de propriedade e;clusiva de +eus" I5 Pedro 3MB, =U. cf Ap 5M4>,
BM54, 34M>J.
%as os cristãos são filhos de +eus apenas por adoLão I-m @M5BU. 1al
DMBU. &f 5MBJ, não por direito inerente. 7oda nLão maravilhosa eo privilégio
que eles tm é totalmente por causa da graLa divina, a deles por causa de sua
união com o Filho Rnico e verdadeiro +eus eterno, $esus /risto. Portanto, se
o Filho eterno de +eus humilhouHse de uma forma tão incomparavelmente
sacrificial, quanto mais deveríamos filhos adoptivos de +eus ser determinado
a viver com humildade e sacrifício
X tr!gico que, na autoHcentrada descaso tanto do ensino do seu *enhor
e e;emplo, alguns cristãos se orgulham de sua posiLão como filhos de +eus.
/omo "filhos do -ei", eles acreditam que eles merecem viver como a realea,
emora o -ei dos reis, o *enhor $esus /risto, muitas vees tinha "onde
reclinar a caeLa" I%t @M34U cf. $o .M B?H@M5J e ordena a *eus seguidores para
"tomar o meu #ugo sore vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de
coraLão" I%t 55M3=J. Não é por acaso que a primeira emHaventuranLa diM
"EemHaventurados os pores em espírito, porque deles é o reino dos céus"
I%t BM?J.

P-(%&(-' PA**'
não con*iderou ue o *er iua( a #eu* era a(o a ue deia a)ear;*e
I3M>bJ
+e sua posiLão e;altada como +eus, o primeiro passo de /risto não
era descendente de considerar a igualdade com +eus uma coisa que deve ser
aproveitada. &mora continuasse a e;istir plenamente como +eus, durante a
*ua encarnaLão &le se recusou a prender sore a seus direitos e prerrogativas
divinas. (gualdade com +eus é sinWnimo da anterior e;pressão "forma de
+eus." Ao repetir a declaraLão da verdadeira naturea de /risto e essncia,
Paulo enfatia a sua realidade asoluta e incontest!vel. X interessante que isos
IigualdadeJ é de uma forma plural I(*A, "igualdades"J, sugerindo que Paul
pode estar se referindo a todos os aspectos da divindade de $esus. ' termo
refereHse a equivalncia e;ata. 8m triSngulo isósceles tem dois lados iguais.
(sWmeros são sustSncias químicas que diferem em determinadas
propriedades e estrutura, mas são idnticos em peso atWmico. Ao se tornar um
homem, $esus não fe de forma alguma perder ou diminuir sua igualdade
asoluta com +eus.
+urante *eu ministério terreno, $esus nunca negou ou minimiado sua
divindade. &le foi inequívoca ao reconhecer sua filiaLão divina e unidade com
o Pai I$oão BM5H5@U 54M?4, ?@U 5DM=U 5M5, 35H33U 34M3@J, *ua autoridade
"sore toda a carne "energia e para" dar a vida eterna "I$oão 5M3J, e *ua
divina" glória que \&le] teve com \o Pai] antes que o mundo era "I$oão 5MBU.
cf v. 3DJ. No entanto, ele nunca usou seu poder ou autoridade para proveito
pessoal, porque tais prerrogativas de sua divindade não fosse uma coisa que
deve ser aproveitada. &ssa foi a escolha que definiu a &ncarnaLão em
movimento. &le voluntariamente sofreu a humilhaLão pior possível, e não
demanda a honra, o privilégio ea glória que era #ustamente dele. &le tamém
não usar os poderes de sua divindade intacta soerano de oporHse V finalidade
de seu Pai,
Paraporque o preLo era demasiado
ser compreendido elevado. sustantivo grego, que se
tradu os harpagmos
refere a algo que é apreendido ou levados pela forLa. Foi usado tamém Vs
vees de um prémio ou distinLão. Porque $esus #! possuía igualdade com
+eus, o sentido de que deve ser aproveitada não est! tomando conta, mas de
manterHse, nem apego V. &le tinha todos os direitos e privilégios de +eus, que
&le nunca poderia perder. No entanto, &le se recusou a egoisticamente se
apegam a sua posiLão privilegiada como o divino Filho de +eus, nem vHlo
como um em valioso para ser usado para si mesmo. &m qualquer momento
&le poderia ter apelado ao Pai e ao mesmo tempo receeu "mais de doe
legiYes de an#os" para vir em sua defesa I%t 3>MB?J. %as isso teria frustrado
plano de *eu Pai, com o qual &le concordou plenamente, e &le não faria isso.
&mora &le era, sem dRvida terrivelmente com fome depois de #e#uar por
quarenta dias no deserto, &le recusouHse a transformar pedras em pão para
alimentar a si mesmo I%t DM?HDJ. No entanto, &le graciosamente multiplicou
os pães e pei;es para a multidão faminta pode ser alimentado I%arcos >M?@H
DDU @M5H=J.
X que a atitude da doaLão altruísta de si mesmo e as posses, poder e
privilégios que devem caracteriar todos os que pertencem a /risto. &les
devem estar dispostos a afrou;ar o seu controle sore as nLãos que eles
tm, que tm apenas por causa dele. 's cristãos são separados do mundo
como filhos de +eus e coHherdeiros com $esus /risto. No entanto, eles não
devem agarrar os privilégios e nLãos. &m ve disso, como o seu *enhor,
que deve mantHlos livremente e estar disposto a sacrific!Hlos todos para o
enefício dos outros.

PA**' +'(*
a* e*aiou;*e a *i  e*o I3MaJ
Na pró;ima etapa, para ai;o, $esus continuou a não se apegam a suas
prerrogativas divinas. &m ve disso, &le esvaiouHse. A con#unLão grega alla
ImasJ significa "não este, mas que," indicando um claro contraste de idéias.
&mora fosse asolutamente "cheia" da divindade, por assim dier, &le
esvaiouHse de todas as suas prerrogativas. &svaiado é de 9enoj, o que
significa que para esvaiar completamente. X traduida como "anulada" em
-omanos DM5D e "vaio feito" em 5 /oríntios 5M5. $esus /risto se esvaiou
completamente de qualquer
valer qualquer direito divinovestígio
em seu de vantagem
próprio nome.e Aquele
privilégio,
querecusandoHse
criou tudo e a
de propriedade aandonou tudo.
+eve ser mantido sempre em mente que $esus esvaiouHse apenas de
certos aspectos das suas prerrogativas de divindade, não de sua própria
divindade. &le nunca foi nada, e nunca ser! nada, mas totalmente e
eternamente +eus, como Paulo teve o cuidado de &stado no verso anterior.
7odos os quatro &vangelhos dei;am claro que ele não aandonou o seu
divino poder de faer milagres, para perdoar pecados, ou para conhecer as
mentes e coraLYes das pessoas. &le tinha dei;ado de ser +eus Iuma
impossiilidadeJ, &le não
teria morrido na cru poderia ternamorrido
e permaneceu pelos
sepultura, pecados
sem do mundo.
poder para vencer&le
o
pecado ou a morte. /omo comenta -/0 )ens9i, "%esmo no meio de sua
morte, ele tinha que ser o +eus poderoso em ordem com a sua morte para
conquistar a morte" IA (nterpretaLão dos &pístolas de *ão Paulo aos 1!latas,
aos &fésios e aos Filipenses \%inneapolisM Augsurg, 5=>5], @3J. 'utro
estudioso, o ispo 0andle6 %oule /1, escreveM
7udo o que se entende por "feHse anular" \esvaiouHse], eauton
e9enosen, que descreve sua encarnaLão aqui, uma coisa que nunca poderia
significarHa "9enosis", que possa magoar ou distorcer a sua aptidão asoluta
para guiar e nos aenLoar quem &le veio para salvar. (sso \o esvaiamento] o
colocou de fato no nível da criatura em relaLão a realidade da e;perincia
humana de crescimento, e capacidade humana para o sofrimento. %as nunca
por um momento que, poderiaHlo, torn!Hlo diferente do %estre asoluto e
infalível e 1uia de *eus remidos. I&studos de Filipos \)ondresM Pic9ering 
(nglis, sd], ==J
' Filho de +eus se esvaiou de cinco direitos divinos. Primeiro, ele
temporariamente despo#ouHse de sua glória divina. Pouco antes de ser preso,
$esus retirou "os olhos para o céu" e implorouM "Pai, chegou a horaM 1lorifica
teu Filho, que o Filho glorifique Coc .... Agora, Pai, glorificaHme #unto de ti
mesmo, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo e;istisse "I$oão
5M5, BU. cf v. 3DJ. ' Filho de +eus aandonou o culto dos santos e an#os no
céu e sumetidos a malHentendidos, desmentidos, a incredulidade, acusaLYes
falsas e todo tipo de in#Rria e perseguiLão por homens pecadores. &le deuHse
todo o rilho reluente do céu a sofrer uma morte agoniante e ignominiosa
na cru.
Não é que ele perdeu sua glória divina, mas sim que ela foi velada,
escondida em sua humanidade I$oão MB, 3DU.. /f 3 /or DMDH>J do ponto de
vista dos homens. Cislumres dela foram vistos em seus muitos milagres, em
*uas palavras cheias de graLa, na atitude humilde que Paulo aqui chama *eus
seguidores para emular, e certamente em seu Rltimo sacrifício pelo pecado na
cru. Foi revemente e parcialmente manifestado a Pedro, 7iago e $oão no
%onte da 7ransfiguraLão I)ucas =M?5H?3U. /f 3 Pedro 5M5>H5@J. %as não foi
testemunhado novamente até sua ressurreiLão e ascensão, e em seguida
apenas por aqueles que lhe pertencia.

&m segundo lugar, $esus esvaiouHse da autoridade divina


independente. A operaLão da 7rindade é, naturalmente, um grande mistério.
+entro da +ivindade e;iste perfeita harmonia e concordSncia de toda forma
possível e para todos os graus possíveis. $esus afirmou de forma inequívoca
sua plena igualdade com o Pai, quando declarouM "&u eo Pai somos um" I$oão
54M?4U. /f 5M55, 35J. No entanto, ele tão claramente declarada durante sua
encarnaLão que "não posso faer nada por mim mesmo. /omo ouLo, assim
#ulgoU eo meu #uío é #usto, porque não usco a minha vontade, mas a vontade
daquele que me enviou "I$oão BM?4J, e" &u desci do céu não para faer %inha
vontade, mas a vontade daquele que me enviou "I$oão >M?@J. &nquanto
ensinava no templo, $esus disseM "Cocs dois me conhecem e saem de onde
eu sou, e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro,
a quem voc não conhece. &u o conheLo, porque eu sou +ele, e &le me
enviou "I$oão M3@H3=J. No $ardim do 1etsmani, na noite de *ua traiLão e
prisão, ele confessou trs veesM "%eu Pai, se for possível, dei;e este c!lice
de mim", mas &le seguiu cada pedido com a sumissa ", ainda não como eu
vontade, mas como tu queres "I%ateus 3>M?=HDDJ. ' escritor de 0ereus
oserva que, "emora fosse um filho, ele aprendeu a oedincia pelas coisas
que sofreu" I0 BM@J.
&m terceiro lugar, $esus esvaiouHse do e;ercício volunt!rio de alguns
de seus atriutos divinos, emora não a essncia de *ua divindade. &le não
dei;ou de ser onisciente, onipotente, onipresente, ou imut!vel, &le optou por
não e;ercer o limite total desses atriutos durante *ua vida terrena eo
ministério. &le, no entanto, e;ercer algum deles seletivamente e parcialmente.
*em tHlo encontrado, $esus saia omniscientl6 que Natanael era "um
verdadeiro israelita, em quem não h! dolo, porque ... &le não precisa de
ninguém para testemunhar, quanto ao homem, pois ele mesmo saia o que
havia no homem" I$oão 5MDU 3M3BJ. Através de *ua onipresenLa, &le saia
onde Natanael era antes mesmo de vHlo I45MD@J. &le confessou ainda que,
quanto ao momento e;ato do seu retorno, "+aquele dia e hora ninguém sae,
nem mesmo os an#os do céu, nem o Filho, mas somente o Pai" I%ateus
3DM?>J.
&m quarto lugar, $esus esvaiouHse de suas riqueas eternas. "Por
amor de ti se fe pore", e;plica Paul, "para que pela *ua porea nos
torn!ssemos ricos" I3 /oríntios. @M=J. &mora muitos analistas interpretaram
sua "porea" como uma referncia V sua condiLão terrena econWmico, não
tem nada a ver com isso. A questão não é que /risto deuHse riqueas da terra,
mas que &le deu riqueas do céu. /omo #! mencionado, &le aandonou a
adoraLão, adoraLão e serviLo dos an#os e os remidos no /éu, porque "o Filho
do 0omem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em
resgate por muitos" I%t . 34M3@J.
Quinto, &le esvaiouHse temporariamente de seu Rnico, intimista, e
face a face relacionamento com *ua Pai celestial, mesmo ao ponto de ser
aandonado por ele. Para cumprir o plano divino de redenLão, o Pai "fe
Aquele que não conheceu pecado, o pecado em nosso nome, para que nos
torn!ssemos #ustiLa de +eus nele" I3 /oríntios. BM35J. &ssa foi a vontade do
Pai, que $esus veio para cumprir e orou seria feito. No entanto, mesmo a
separaLão reve de *eu Pai causada por *ua sinearing fe com a chorar
"com grande vo, diendoM &li, &li, lam! saactSni" Que é, %eu +eus, meu
+eus, por que me desamparaste "I%t 3MD>J. Foi a perspectiva incrivelmente
horrível de ser alienado de *eu Pai e do pecado rolamento que lhe tinha
causado antes de suar gotas de sangue em grande agonia, estar
"profundamente entristecido, ao ponto da morte" I)ucas 33MDDU %att 3>.M ?@J.
/ristãos, oviamente, não pode esvaiarHse na medida em que o
*enhor se esvaiou, porque &le comeLou tão alto e os cristãos comeLam tão
ai;o. 's crentes tm infinitamente menos esvaiarHse de. %esmo que eles
tm é dado a eles pela *ua graLa. 's crentes são origados a seguir o e;emplo
de seu *enhor, esvaiandoHse de tudo o que iria dificultar a sua oedincia e
serviLo a ele.

Assim como $esus não dei;aria de ser +eus quando &le esvaiouHse,
nem que os cristãos dei;em de ser seus filhos quando eles esvaiarHse como
&le fe Icf. &f. BM5H3J. Assim como $esus oedincia doaLão feita &le agrada
ao Pai I%t ?M5J, assim que fa dos crentes oedincia doaLão torn!Hlos
agrad!veis a &le I3BM35, 3?J. ' crente humilde é consciente de seus direitos e
privilégios como filho de +eus, mas se recusa a se agarrar a eles. &le esvaiaH
se de todas as alegaLYes de quaisquer enefícios terrenos que esses direitos e
privilégios podem parecer a merecer.

PA**' 7-&*

indo a *er *ero I3MbJ


Na pró;ima declaraLão de sua
descendncia, como &le esvaiouHse ainda mais, $esus aandonou os plenos
direitos de senhorio, tomando a forma de um servo, um escravo. &mora
tivesse o inerente morphe IformaJ de +eus Iv. >J, &le voluntariamente tomou
sore *i a forma ImorfeJ, a própria essncia e naturea, de um servo. Assim
como certamente e completamente como &le "susistindo em forma \morphe]
de +eus", &le agora e;istia na forma de um servo. &le não se limitou a
colocar roupa de um escravo, por assim dier, &le realmente se tornou um
escravo no sentido mais amplo.
A doulos nada IservoJ de propriedade,
nem mesmo as roupas nas costas. 7udo o que ele tinha, inclusive sua vida,
pertencia a seu mestre. $esus fe próprios *uas próprias roupas, mas &le não
possuía terreno ou casa, não de ouro ou #óias. &le era dono de nenhuma
empresa, nenhum arco, e nenhum cavalo. &le teve que pedir emprestado um
urro quando &le entrou em $erusalém no +omingo de -amos, pedir uma sala
para a ltima /eia, e até mesmo foi enterrado em um tRmulo emprestado. &le
recusou qualquer propriedade, quaisquer vantagens, qualquer serviLo especial
para si. -elativo V *ua glória, o -ei dos reis e *enhor dos senhores de oa
vontade tornouHse o servo de servos. Aquele que "estava no princípio com
+eus" e através de quem "todas as coisas vieram a e;istir" I$oão 5M3H?J
reivindicado como seu próprio nada que &le havia criado. &ntre outras coisas,
um servo era origado a carregar fardos de outras pessoas. /omo o servoH
Eond supremo, $esus carregou o fardo que nenhum outro homem poderia
realiar, o pecado de encargos para todos os que crem. /omo (saías revelouM
"' *enhor fe com que a iniqidade de todos nós cair sore ele" I(saías B?M>J.
$esus veio para faer a vontade do Pai
e para servir as necessidades de seu povo em nome de seu pai. &le renunciou
completamente seus direitos como o Filho de +eus e tornouHse um servo,
tamém alegando que não h! direitos como o Filho do 0omem. /omo &le
mesmo testemunhou ao dirigir em direLão a $erusalém pela Rltima veM "'
Filho do 0omem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida
em resgate por muitos" I%ateus 34M3@J. Poucos dias depois, durante a ltima
/eia, &le perguntou aos discípulos retoricamenteM "Quem é maior, aquele que
reclina V mesa ou quem serve Não é aquele que reclina V mesa %as eu
estou entre vocs como quem serve "I)ucas 33M3J.
Através de *ua oferta de salvaLão,
$esus serviu outros mais completamente do que qualquer outro servo ou
escravo que #! viveu. %as ele tamém era um e;emplo de servidão para os
seus discípulos a seguir. &le lemrou que "um discípulo não est! acima do
seu mestre, nem um escravo acima do seu senhor" I%t 54M3DJ e que, "se eu, o
*enhor eo %estre, lavei os pés, tamém vós deveis lavar pés uns dos outros.
Porque eu vos dei o e;emplo que voc tamém deve faer como eu fi para
voc. Cerdade, em verdade vos digo, um escravo não é maior do que o seu
mestre, nem é aquele que é enviado maior do que aquele que o enviou. *e
saeis estas coisas, voc é aenLoado, se voc faHlas "I$oão 5?M5DH5J. &le
declarou que "o maior entre vós ser! vosso servo" I%t 3?M55J. No entanto,
depois de terem feito fielmente "todas as coisas que são comandados", os
cristãos devem tomar nenhum crédito para si, mas sim confessar com
humildade genuínaM "*omos escravos inRteis, fiemos apenas o que devíamos
ter feito" I)ucas 5M54J.

Q8A-7' PA**'

tornando;*e *ee(:ante ao* :oen*. I3McJ


/ontinuando o seu movimento descendente, $esus foi feito V
semelhanLa dos homens. +eus o fe assim, por *ua concepLão milagrosa eo
nascimento virginal I)ucas 5M?4H?BJ. 0omoijma IsemelhanLaJ refereHse ao
que
mas énafeito para ser$esus
realidade. comonão
qualquer
era umoutra coisa,
clone, umnão apenas na
alienígena aparnciaou
disfarLado, Iv. J,
apenas alguns facHsímile rao!vel de um homem. &le tornouHse e;atamente
como todos os outros seres humanos, tendo todos os atriutos da humanidade,
um homem genuíno entre os homens. &le era tão oviamente como os outros
seres humanos que mesmo a sua família e os discípulos não teria saido de
sua divindade não tinha os an#os I%ateus 5M34H35, )ucas 5M3>H?B, 3M=H55J,
+eus Pai I%t ?M5U 5MBJ, eo próprio $esus I$oão @MB@U 5DM5HDU 5>M5?H5BU
5M5H3>J revelou a eles. & apesar de seus inRmeros milagres, *eus inimigos
re#eitou a idéia de *ua divindade fora de mão. &m seus olhos, &le não só era
meramente humano, mas a menor espécie de humano, um lasfemador I$oão
BM5@U 54M??J.
X importante entender que $esus não se tornou o segundo, ou Rltimo
Adão I5 /or. 5BMDBJ, no sentido de ser como préHqueda a humanidade. Pelo
contr!rio, na &ncarnaLão, &le tomou sore *i todas as fraqueas, limitaLYes,
prolemas e sofrimentos que eram a heranLa da Queda, suportando todas as
terríveis consequncias terrenas.
*em um pai humano, $esus foi "nascido de mulher" I1al. DMDJ em um
"corpo carnal" I/olossenses 5M33J e, como qualquer crianLa humana, &le
precisava de atenLão e cuidados de pais amorosos I )ucas 3MD4HB5J. &;ceto
em grau, &le cresceu e se desenvolveu como as outras crianLas ", crescendo
em saedoria, em estatura e em graLa diante de +eus e dos homens" Iv. B3J.
&le tornouHse fome e sede, sofreu a dor, e senti tristea. /omo os outros
homens, &le se tornou o sono cansado e fraco e necess!rio. "8ma ve que a
quota de crianLas em carne e sangue, tamém ele participou tamém do
mesmo" I0 3M5DJ, e emora &le estava completamente sem pecado pessoal,
&le, no entanto, foi "tentado em todas as coisas como nós somos" I0 . DM5BU..
cf %t DM5H55J. /omo o escritor e;plicado anteriormente, foi porque "&le
mesmo foi tentado em que &le sofreu, \que] &le é capa de vir em au;ílio
daqueles que são tentados" I0 3M5@J.
Porque $esus foi "em semelhanLa da carne do pecado" I-m @M?J, &le
estava su#eito V morte física. Na verdade, foi apenas através de sua morte que
&le podia cumprir *eu propósito divino da redenLão. Novamente, como o
escritor aos 0ereus e;plica, $esus "tinha que ser feito como seus irmãos em
todas as coisas, para que pudesse se tornar um sumo sacerdote misericordioso
e fiel nas coisas concernentes a +eus, para faer propiciaLão pelos pecados do
povo" I3 M 5J. &le veio para morrer.
&mora $esus perdoou os pecados I%t =M3, >U )ucas MDJ e
reconheceu a propriedade de *ua sendo adorado como o Filho de +eus I%t
3@M5, $oão =M?@J, &le não pediu ou aceitar qualquer privilégio especial ou de
honra como homem. Na maior humildade conceível, &le viveu e atuou não
apenas como um homem entre os homens, mas como um servo dos servos.
&le tomou o seu lugar entre as pessoas comuns Icf. 5 /or. 5M3>H3=J.

Q8(N7' PA**'
E *endo encontrado e for a :uana I3M@aJ
A descida continuou com $esus, sendo encontrado em forma de
homem, avanLando a verdade que ele foi feito "em semelhanLa de homens."
7endo sido feito um verdadeiro ser humano pelo poder divino através da
concepLão virginal, /risto foi encontrada ou reconhecida, como um homem
por quem viu e oservouHo durante a sua encarnaLão. &squema IaparnciaJ é
a fonte do (ngls palavra "esquema". Ao contr!rio morphe I"forma", vv. >HJ
e homoijma I"semelhanLa", v. J, que se referem V naturea essencial e
!sico, esquema refereHse a forma e;terior ou forma, não para a realidade,
mas a aparncia. $esus sofreu e ainda sofre, a humilhaLão adicional de ser
considerado um mero homem. Paulo usou a palavra ao falar de "forma
IesquemaJ deste mundo \que] est! passando" I5 /or. M?5J. 7anto Paulo
quanto Pedro usou uma forma composta negativo IsuschkmatijJ nos crentes
de alerta para "não vos conformeis com este mundo" I-omanos 53M3J e "não
vos conformeis Vs concupiscncias que antes havia que eram o seu na vossa
ignorSncia" I5 Pedro 5M5DJ.
/omo (saías havia previsto alguns setecentos anos antes, o %essias
"foi despreado e aandonado pelos homens, um homem de dores e
e;perimentado no sofrimento, e como um de quem os homens escondiam o
rosto era despreado, e não fiemos dele" I (sa. B?M?J. & como $oão escreveuM
"&le estava no mundo, eo mundo foi feito por ele, eo mundo não o conheceu.
&le veio para os *eus, e aqueles que eram os seus não o receeram "I$oão
5M54H55J. &les disseramM "Não é este $esus, o filho de $osé, cu#o pai e mãe nós
conhecemos /omo é que ele agora diM "&u desci do céu " I$oão >MD3J.
(nfelimente, "nem mesmo seus irmãos criam nele" I$oão MBJ. Alguns dos
#udeus religiosos, mas descrente declarouM "Nós saemos de onde este homem
é a partir, mas quando o /risto vier, ninguém sae de onde ele é" I$oão M3J,
e "Por um om traalho não o fiermos pedra Coc, mas pela lasfmia,
porque, sendo tu homem e se apresenta como +eus "I$oão 54M??J. 'utros
ainda acusaram de ter um demWnio I$oão M34U @MD@J.

*&[7' PA**'

:ui(:ou;*e a *i e*o I3M@bJ


+ando continuidade a essa descriLão profunda da descida de /risto,
Paulo di que $esus se humilhou. A nfase aqui se move com a naturea ea
forma de $esus para que a sua atitude pessoal. &le não foi apenas humilhado
pela naturea e as circunstSncias de sua encarnaLão. 0umilhou tradu
tapeinoj, que tem a idéia de ficar por ai;o. $esus humilhou não só em
relaLão a +eus, mas tamém a outros homens.
' momento mais dram!tico e comovente de $esus autoHhumilhaLão
foi durante a prisão, crucificaLão, e;perimentaLão e. &le foi ridiculariado,
acusado falsamente, cuspido, espancado com socos, aLoitado, e teve parte de
sua ara dolorosamente arrancados. No entanto, &le nunca foi defensiva,
nunca amargo, nunca e;igente, nunca acusando. &le se recusou a faer valer
os seus direitos como +eus, nem mesmo como um ser humano.
Cendo as implicaLYes éticas desta humilhante, Paul -ees
perceptivamente escreveuM
'lhe para &le, $esus esta incrívelT &le est! a#udando $oseph faer um
#ugo na lo#a que pouco carpinteiro em Naaré. &ste é o Rnico que, além de
*eu autoHesvaiamento, poderia muito mais facilmente faer um sistema solar
ou uma gal!;ia de sistemas.
'lhe para ele de novoT Cestido como um escravo, com toalha e acia
para *eu equipamento doméstico, &le est! anhando os pés de alguns amigos
dele que, mas por sua elicosidade, deveria ter sido de lavar os pés ....
"&le humilhouHseT " Não se esqueLa disso ", grita Paulo para estes
queridos amigos da sua em Filipos. "Não se esqueLa disso quando o menor
impulso surge para se tornar autoHafirmaLão e autoHusca e, assim, querar o
vínculo da sua comunhão com o outroT" I7he %an adequadaM Paulo em
Filipenses \^est:ood, N$M -evell, 5=BD], DBHD>J

*&7(%' PA**'
e foi oediente at= F orte I3M@cJ
&m *ua pisar para ai;o, $esus estava disposto a sofrer humilhaLão e
degradaLão, mesmo a tornarHse oediente até a morte. *ua oedincia e seu
impacto sore a redenLão é o tema de -omanos BM53H5=, onde o pensamentoH
chave é "pela oedincia de um muitos serão feitos #ustos" Iv.5=J. -alph
%artin oserva com perspic!cia que
*ua oedincia é um sinal certo de *ua divindade e autoridade, para ...
apenas um ser divino pode aceitar a morte como a oedincia, para os
homens comuns, é uma necessidade. &le soinho como o Filho oediente do
Pai poderia escolher a morte como seu destino, e &le fe isso por causa do
*eu amor, um amor que foi dirigido tanto ao propósito redentor de *eu Pai e
igualmente para o mundo em que &le veio. "&u venho para faer a tua
vontade" I0 54M4 ss.J Foi o lema de te;to de sua vida inteira. IA &pístola
de Paulo aos Filipenses 76ndale Ne: 7estament /ommentaries \1rand
-apidsM &erdmans, 5=B].., 543 it!lico no srcinalJ.
Alguém poderia pensar que em algum lugar aquém do que o sacrifício
final &le teria ditoM "X o suficienteT" %as *ua perfeita sumissão levouHo até a
morte, porque essa era a vontade do Pai. %esmo em agonia, como &le
implorou a +eus no #ardim, "%eu Pai, se for possível, dei;e este c!lice de
mim", ele reconheceu que, para evitar a crucificaLão não era possível dentro
da *ua vontade do Pai como &le continuou a orar, "ainda não como eu quero,
mas como tu queres "I%ateus 3>M?=J. /ompromisso com a vontade de +eus
era a *ua vontade.
Falando de que o tempo de cortar o coraLão, o escritor aos 0ereus
di do *enhorM "Nos dias de *ua carne, &le ofereceu a amos os oraLYes e
sRplicas, com choro alto e l!grimas `quele capa de salv!Hlo da morte, e &le
foi ouvido por causa da *ua piedade. "No entanto, como ele passa a e;plicar,"
emora &le era Filho, aprendeu a oedincia pelas coisas que sofreu. & tendo
sido aperfeiLoado, tornouHse a todos aqueles que )he oedecem fonte de
salvaLão eterna "I0e. BMH=U. /f 54MJ.
%uito antes de sua prisão $esus havia declaradoM "Por isso o Pai me
ama, porque
54M5J. Pedrodou a minha
opWsHse vida para que$esus
veementemente eu possa lev!Hlo
previsão claradedenovo" I$oão
sua morte
iminente e necess!ria e foi fortemente repreendidoM "Pedro o levou V parte e
comeLou a repreendHlo, diendoM +eus não permita isto, *enhorT (sso nunca
te acontecer!. "%as &le se virou e disse a PedroM" Arreda, *atan!sT Coc é
uma pedra de tropeLo para mim, porque voc não est! definindo a sua opinião
sore os interesses de +eus, mas do homem "I%t 5>M33H3?J. Porque a mente
de $esus foi criado inteiramente em interesses de +eus, não do homem ou
*ua, de om grado e com alegria tornandoHse oediente até V morte.
"&nquanto ainda éramos fracos, no momento em que /risto morreu pelos
ímpios" I-m BM>J.
' Pai não forLar a morte sore o Filho. &ra a vontade do Pai, mas era
o Filho de sempre para oedecer ao Pai perfeitamente. &le tinha uma escolha
livre. *e não tivesse uma escolha, &le não poderia ter sido oediente.
"Ninguém tomou \%inha vida] longe de mim," ele disse, "mas eu a dou por
mim mesmo. 7enho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retom!Hla.
&ste mandamento recei de meu Pai "I$oão 54M5@J. &le foi ordenado pelo Pai,
mas não origado. /omo o amor encarnado, &le se tornou o e;emplo perfeito
da verdade que &le mesmo havia declaradoM "tem maior amor do que
ninguém que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos" I$oão 5BM5?J.

'(7AC' PA**'

e orte de cru I3M@dJ


No recurso final de sua descida e degradaLão, $esus apresentou ainda
\a] e morte de cru. 0avia muitas maneiras pelas quais &le poderia ter sido
morto. &le poderia ter sido decapitado, como $oão Eatista foi, ou apedre#ado
ou enforcado. %as &le estava destinado não apenas para qualquer tipo de
morte, mas para a morte na cru.
A crucificaLão é talve a forma mais cruel, e;tremamente doloroso e
vergonhoso de e;ecuLão #amais conceida. &le foi originalmente
desenvolvido por antigos persas ou fenícios e mais tarde aperfeiLoado pelos
romanos. Foi reservada para os escravos, o mais ai;o dos criminosos e
inimigos do &stado. Nenhum cidadão romano poderia ser crucificado, não
importa o quão notório
Farrar descreve o seu crime.
a crucificaLão como &m seu livro A Cida de /risto, Frederic9
segueM
A morte por crucificaLão parece incluir toda essa dor e morte podem
ter de o, cãiras e tonturas horrívelHmedonho, sede, fome, falta de sono, fere
traum!tica, a vergonha de pulicidade, de vergonha, duradouras de tormento,
horror de antecipaLão, a mortificaLão de destinaHse feridasHtodos intensificada
apenas até ao ponto em que eles podem ser suportado em tudo, mas todos
parando apenas curto, do ponto o que daria ao doente o alívio da
inconscincia .... A posiLão não natural feito cada movimento dolorosoU as
veias lacerados e tendYes esmagados pulsava com a angRstia incessante. ICol.
3 \Ne: or9M &. P. +utton, 5@], D4?HDJ
's #udeus consideravam a crucificaLão como uma forma de
suspensão, e aqueles que estavam penduradas para ser amaldiLoado por +eus.
A lei e;igia que o cad!ver de um homem "não deve ficar a noite toda na
!rvore, mas voc certamente enterr!Hlo no mesmo dia Ipara aquele que é
pendurado é maldito de +eusJ, de modo que voc não contamina sua terra
que o *enhor teu +eus te d! por heranLa "I+t 35M3?J. Por essa raão, a idéia
de um %essias crucificado era um loco intransponível escSndalo para os
#udeus incrédulos I5 /oríntios. 5M3?J. /omo Pedro, eles não podiam sequer
conceer o %essias ser condenado V morte, muito menos ser condenado V
morte por um ignominioso, horrível, humilhante e maldita morte de cru. A
maldiLão de +euteronWmio 35M3? significava estar fora da alianLa de +eus,
anido do *eu povo e *ua nLão. %as $esus suportou a maldiLão para os
fiéis para traHlos para +eus e para a glória.
%as no plano perfeito de +eus, a crucificaLão de *eu Filho não só era
aceit!vel, mas origatórios. "/risto nos resgatou da maldiLão da lei", e;plica
Paulo
que for", pendurado
tendoHse maldiLão por nós,
no madeiro" I1lporque
?M5?J. est! escritoM
&nquanto %aldito
Pedro todo "&le
declaraM aquele
mesmo levou os nossos pecados em *eu corpo na cru, para que possamos
morrer para o pecado e viver para a #ustiLaU por suas chagas fostes sarados" I5
Pedro 3M3DJ. Na infinita saedoria de +eus, e morte de cru era a Rnica forma
de redenLão para a humanidade caída, pecaminosa, e condenado. A
crucificaLão era sangrenta, assim como os sacrifícios do Antigo 7estamento
que prefiguravamHlo. *acerdotes no serviLo do templo eram aLougueiros,
sangue respingado em seu dever. ' /ordeiro de +eus tamém morrer uma
morte sangrenta.
+epois de refletir sore o plano divino de salvaLão para os primeiros
one capítulos de -omanos, Paulo declarou em espanto e admiraLãoM "
profundidade das riqueas, tanto da saedoria como do conhecimento de
+eusT Quão insond!veis são os seus #uíos e inescrut!veis os seus caminhosT
"I-om. 55M??J.
A Ea(tação de
Cri*to
&'i(i)en*e* 2+9;11-
9
Por i**o #eu* o ea(tou F ai* a(ta )o*ição e (:e deu o noe ue e*t
acia de todo noe )ara ue ao noe de e*u* *e dore todo oe(:o no
c=u na terra e deaio da terra e toda (?nua confe**e ue e*u* Cri*to =
o Sen:or )ara a (/ria de #e u* Pai. I3M=55J
Quando um muLulmano, com quem ele estava falando de /risto
despreado, do século [([, mission!rio 0enr6 %art6n declarou que ele não
podia suportar a e;istncia, se $esus fosse sempre desonrado I/onstance &.
Pad:ic9, 0enr6 %art6n \/hicagoM %ood6, 5=@4], 33BH3> J. *ua atitude é
uma reminiscncia de +avi, quando ele declarou que "as afrontas dos que te
afrontam caíram sore mim" I*l >=M=J. Quando o *enhor é vilipendiado e
desonrado, aqueles que ' amam sentir a dor do que in#Rria e desonra.
Nada mais na história poderia coincidir com o despreo e difamaLão
que caídos, pecadores, homens reeldes infligidas sore o Filho de +eus
durante *ua encarnaLão I3M>H@J. %as nos pró;imos trs versos, que compYem
o segundo semestre deste hino de celeraLão, o apóstolo descreve revemente
a e;altaLão magnífico e inigual!vel que o Pai deu V do Filho. Nenhuma
passagem da &scritura mais ela retrata a profundidade da condescendncia e
da altura de e;altaLão vivido por $esus /risto do que Filipenses 3MBH55. A
mensagem do evangelho não est! completo para além destas realidades
monumentais.

Foi por
despreando causa de "oe est!
a ignomínia, gooassentado
que lhe" Vque /risto
destra "suportou
do trono a cru,
de +eus" I0
53M3J. /omo e;plica Pedro, o tema dominante dos profetas do Antigo
7estamento era o sofrimento do %essias e *ua glória suseqente. &les
uscaram intensamente "para saer que pessoa ou tempo o &spírito de /risto
\%essias] dentro deles estava indicando como &le predisse os sofrimentos de
/risto e as glórias a seguir" I5 Pedro 5M55J.
&m 3M5HD, Paulo estaelece que o resultado pr!tico de crentes
seguindo o e;emplo do *enhor da humildade é a unidade na igre#a.
*e h! alguma e;ortaLão em /risto, se houver alguma consolaLão de
amor, se h! alguma comunhão no &spírito, se qualquer afeiLão e compai;ão,
completem a minha alegria por ser da mesma opinião, mantendo o mesmo
amor, unidos em espírito , com a intenLão de um propósito. Não faer nada de
vaidade ou egoísmo vaio, mas com humildade de respeito mente um do
outro como mais importante do que a si mesmos, não apenas olhar para seus
próprios interesses pessoais, mas tamém para os interesses dos outros.
A humildade é a chave para a unidade na igre#a para a qual o apóstolo
est! tão fortemente atraente. X a chave para os crentes para ser
verdadeiramente um em $esus /risto como &le é um com o Pai I$oão 5M35J.
Neste dia de vaidoso orgulho, amorHpróprio e autoHpromoLão, mesmo
entre muitos cristãos professos, é importante entender que "quem se e;alta
ser! humilhado" I%t 3?M53J. ' fariseu hipócrita que orouM "+eus, eu te
agradeLo porque não sou como outras pessoasM vigaristas, in#ustos e adRlteros,
nem ainda como este pulicano. $e#uo duas vees por semanaU eu pago o
díimo
"a +eusde tudo que
I)ucas eu receo
5@M55H53J. ", foiele
Porque meramente"
se e;altou,orando ... para
+eus iria si mesmo,
humilh!Hlo não
Iv. 5DJ.
7ão certo como +eus "d! graLa aos humildes", &le "se opYe ao orgulhoso" I5
Pedro BMBJ.
%as para aqueles que seguem o e;emplo do *enhor da humildade, que
"tm essa atitude em \Hse] que houve tamém em /risto $esus" IFilipenses
3MBJ, h! promessa de grande recompensa. /omo seu %estre, que ser! e;altado
por seu Pai celestial. /omo $esus prometeuM "Quem se e;altar ser!
humilhado, e quem se humilha ser! e;altado" I%ateus 3?M53U cf )ucas 5DM55U
5@M5D.J. -epetindo esse princípio, $ames disseM "0umilhaiHvos na presenLa do
*enhor, e &le vos
so a poderosa mãoe;altar!"
de +eus,I7iago DM54J,
que &le e PedronoescreveuM
vos e;alte "0umilhaiHvos
o om tempo "I5 Pedro
BM>J. Filipenses 3MBH55 não é simplesmente um retrato da humilhaLão e
e;altaLão do Filho de +eus. X tamém uma ilustraLão profunda de um
princípio divino que tra a nLão imensur!vel para servos oedientes e
humilde de +eus. Pela graLa incompar!vel de +eus, assim como eles são
humilhados com /risto, eles tamém serão glorificados com ele. "A glória
que me conferiste," $esus disseM "&u dei a eles, que eles se#am um, como Nós
somos um" I$oão 5M33J.
A verdade central deste hino, como nesta epístola e todo o Novo
7estamento, é o senhorio de /risto e;altado soerano. Paulo comeLa
Filipenses, proclamando a si mesmo e 7imóteo a ser "servos de ... o *enhor
$esus /risto" I5M5H3J, e ele termina a passagem ao declarar que um dia "toda
língua confesse que $esus /risto é o *enhor" I3M55J. &ssa verdade
fundamental do evangelho ser! desenvolvido mais adiante neste capítulo.
A e;altaLão de $esus /risto é nada mais do que elamente retratada no
primeiro capítulo de 0ereus.
Nestes Rltimos dias \de +eus] falouHnos no seu Filho, a quem
constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual tamém fe o mundo. & &le é
o resplendor da *ua glória ea e;pressão e;ata de sua naturea, e sustenta
todas as coisas pela palavra do *eu poder. Quando &le ter realiado a
purificaLão dos pecados, sentouHse V direita da %a#estade no alto .... & quando
&le tra o Primognito no mundo, &le diM "& todos os an#os de +eus o
adorem." ... %as do Filho diM "' teu trono, ó +eus, é para sempre e sempre,
eo cetro #usto é o cetro do seu reino. " I0 5M3H?, >, @,. cf v. 5?J
Nos Rltimos dias, só o Filho de +eus e;altado, $esus /risto, ser! digno
de receer o livro da mão direita de *eu Pai e ariHlo IApocalipse BM5HJ. &ste
deslocamento, que pode ser chamado de escritura para o universo, delineia
legítima heranLa de /risto de toda a criaLão, o que &le fe e sore a qual &le
reinar! por toda a eternidade Icf. Ap 55M5BJ. Não admira que Paulo e;ultavaM
"Porque +ele e por &le e para &le são todas as coisas. A ele se#a a glória para
sempre. Amém "I-om. 55M?>J.
' humilde, *alvador encarnado tem sido e;altado como o todoH
poderoso e soerano *enhor. Por isso, os crentes tm a garantia de que seu
resgate é certo e que o seu lugar no céu est! garantido para sempre. &le
tamém é para ser oedecida como divino *enhor, e honrado e adorado por
todo o tempo ea eternidade.
No segundo semestre deste hino, Paulo apresenta quatro aspectos da
e;altaLão do Pai do FilhoM a fonte I3M= aJ, o título I3M= J, a resposta I3M54H
55aJ, e da finalidade I 3M55 J.
A F'N7& +A &[A)7A_' +& /-(*7'
7amém por esta raão, +eus o e;altou soeranamente, I3M= aJ
Por esta raão remete V humilhaLão de $esus descrita nos versos >H@.
*ua e;altaLão foi "o con#unto de alegria diante dele" para que ele
voluntariamente suportou a cru, despreou a ignomínia, sofreu a hostilidade
dos pecadores, e foi assentado "V destra do trono de +eus" I0 53M3H? J. '
caminho para a e;altaLão é sempre através de humilhaLão. *e esse princípio
era verdadeiro para o Filho de +eus, quanto mais é verdade para os seus
seguidores
7radu e;altou o composto vero huperupsoj, composto por huper
ImaisJ e hupsoj Ipara levantar, ou elevarHseJ. +eus levantou *eu Filho amado
da forma mais magnífica possível. 7ratavaHse de quatro passos para cimaM *ua
ressurreiLão, *ua ascensão, *ua coroaLão, e sua intercessão.
&m primeiro lugar, $esus ressuscitou dentre os mortos. Quando as
mulheres foram ao sepulcro onde $esus tinha sido sepultado, o an#o disseH
lhesM "Não vos assusteisU que voc est! procurando $esus, o Naareno, que foi
crucificado. &le ressuscitou, &le não est! aqui, eis que aqui é o lugar onde o
puseram "I%arcos 5>M>J. Peter e;plicou aos seus ouvintes no Pentecostes que
"este $esus +eus ressuscitou novamente, para que todos nós somos
testemunhas" IAtos 3M?3,. /f. -om 5MDJ. %ais tarde, depois de ser liertado
da prisão em $erusalém, Pedro e outros apóstolos com ele testemunhou
perante o *inédrioM "' +eus de nossos pais ressuscitou a $esus, a quem vós
matastes, pendurandoHo numa cru" IAtos BM?4 U. cf 5?M??H?=J. %uitos anos
mais tarde, Paulo escreveu que +eus o Pai, "levantou \$esus] dentre os mortos
e faendoHo sentar V *ua direita nos lugares celestiais." I&f. 5M34J
' segundo aspecto da e;altaLão do Pai de $esus foi *ua ascensão.
Quando o *enhor apareceu a %aria %adalena após a *ua ressurreiLão &le ",
disse a elaM Pare de agarrar a mim, pois eu ainda não sui para o Pai, mas vai
a meus irmãos e dieHlhesM" *uo para meu Pai e vosso Pai, para meu +eus e
vosso +eus "" I$oão 34M5J. %ais tarde, depois de ter dado instruLYes para os
Rltimos 55 no %onte das 'liveiras, "&le foi levantado, enquanto eles estavam
olhando, e uma nuvem o encoriu dos seus olhos" IAtos 5M=, cf $oão 5DM3. U
5>MU 0 DM5DJ.. /omo Paulo e;plicou a 7imóteo, $esus foi "e;altado na
glória" I5 7m. ?M5>J.
' terceiro aspecto da e;altaLão de $esus foi sua coroaLão. Ao dar a
1rande /omissão, $esus proclamouM "7oda a autoridade foiHme dada no céu e
na terra" I%ateus 3@M5@J. 7endo ascendido, $esus "est! V direita de +eus,
tendo suido ao céu" I5 Pedro ?M33J. Pedro e os outros testemunharam o
*inédrio que "\$esus] é aquele a quem +eus o e;altou V *ua mão direita como
Príncipe e *alvador, para conceder a (srael o arrependimento eo perdão dos
pecados" IAtos BM?5J. /omo *tephen estava prestes a morrer ", estando cheio
do &spírito *anto, fitando os olhos no céu e viu a glória de +eus, e $esus em
pé V mão direita de +eus, e ele disseM &is que ve#o os céus aertos eo Filho do
homem em pé V mão direita de +eus "IAtos MBBHB>U.. cf 0 3M=U 54M53J.
+o céu, o *enhor $esus /risto para sempre reina "muito acima de todo
governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só
neste século, mas tamém no vindouro", porque o Pai "colocar todas as coisas
em su#eitou deai;o de seus pés "I&f 5M35H33U. cf DM54U P**. 3M@U @=M3, 5
Pedro ?M33 e $udas 3BJ. Por causa de *ua autoridade e poder, $esus vai para
sempre "ser *enhor tanto de mortos como de vivos", porque era "a esse fim
que /risto morreu e tornou a viver" I-m 5DM=J. /omo as "miríades de
miríades" de fiéis ao redor do trono celestial, um dia, declararM "+igno é o
/ordeiro que foi morto de receer poder, e riquea e saedoria e poder, glória
e honra e nLão .... ' reino do mundo tornouHse o reino de nosso *enhor e
do *eu /risto, e &le reinar! para todo o sempre "IAp BM55H53U 55M5BJ. Cir! o
fim ", quando ele entregar o reino ao +eus e Pai, quando houver destruído
todo domínio, e toda autoridade e poder" I5 /or. 5BM3DJ.
' quarto aspecto e final de e;altaLão de $esus é a *ua posiLão de
honra do *umo *acerdote, do qual &le continuamente intercede pelos crentes.
/risto, que morreu e ressuscitou por nós e "quem est! V mão direita de
+eus ... tamém intercede por nós" I-m @M?DU. /f v. 3>J. /omo sacerdote dos
crentes grande altaM "&le tamém é capa de salvar para sempre aqueles que
se apro;imam de +eus por meio dele, pois vive sempre para interceder por
eles. Porque convinha ", o escritor de 0ereus passa a dier", para que
tenhamos tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos
pecadores e elevado acima dos céus "I0ereus M3BH3>U cf . DM5DU BM5H>U >M34U
M35, @M5H>U =M3DJ.
Para a maior parte, a e;altaLão de $esus envolveu a restauraLão do que
&le eternamente possuía antes de sua encarnaLão. &m *ua oraLão sacerdotal,
&le implorouM "Agora, Pai, glorificaHme #unto de ti mesmo, com a glória que
tinha contigo antes que o mundo e;istisse" I$oão 5MBJ. No entanto, a partir
das passagens apenas citados, em como de muitos outros, parece claro que
em alguns aspectos que $esus receeu ainda mais em sua e;altaLão do que &le
havia se rendido em sua encarnaLão. &le não era, naturalmente, mais divina
ou perfeito. Não foi possível para ele ser mais elevada de qualquer forma,
tanto quanto a sua naturea essencial e ser são em causa. %as por causa de
*ua ora perfeita de redenLão, o Pai concedeu ao Filho até mais direitos,
privilégios, honras e as responsailidades do que tinha antes. A e;altaLão foi,
portanto, mais do que simplesmente uma inversão da &ncarnaLão. Foi o Pai
est! dando a honra Filho e triuto &le poderia receer somente após *eu
sacrifício redentor, que &le fe em oedincia V vontade do Pai.
(ncluído na autoridade de $esus eo poder é a de ser o #ui final. "Para
não a ninguém Pai, mesmo #uíes", e;plicou $esus, "mas deu todo o
#ulgamento ao Filho, para que todos honrem o Filho como honram o Pai"
I$oão BM33H3?J. Pedro declarou ao /ornelius recémHconvertido e sua família
que +eus "nos mandou pregar ao povo, e solenemente para testemunhar que
este é o Rnico que foi nomeado por +eus como #ui dos vivos e dos mortos"
IAtos 54MD3 U. cf -m 3M5>U.. 3 7m DM5J. 7odo ser humano que #! viveu vai
estar diante de $esus /risto, o $uiM
Para não a ninguém Pai, mesmo #uíes, mas deu todo o #ulgamento ao
Filho .... verdade, em verdade vos digo que, uma hora est! chegando e agora
é, quando os mortos ouvirão a vo do Filho de +eus, e aqueles que a ouvirem
viverão. Pois, assim como o Pai tem vida em si mesmo, mesmo assim ele deu
ao Filho tamém ter vida em si mesmo, e deuHlhe autoridade para #ulgar,
porque &le é o Filho do 0omem. Não vos maravilheis disto, porque vem a
hora, em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua vo e sairãoM os
que fieram as oas aLYes para a ressurreiLão da vida, aqueles que fieram o
mal para um ressurreiLão do #uío. I$oão BM33, 3BH3=J
7odo crente ir! "comparecer perante o triunal de /risto, para que
cada um pode ser recompensado por suas oras no corpo, de acordo com o
que ele fe, se#a om ou mau" I3 /oríntios. BM54J.
+e uma maneira completamente incompreensível V mente humana,
$esus /risto não apenas se tornou o homemH+eus na encarnaLão, mas
tamém ir! para sempre continuar a ser isso. /omo *umo *acerdote, &le
continuamente intercede por todos aqueles que &le salva. /omo um sacerdote
deve representar tanto a +eus e os homens, &le não poderia ter sido Priest
crentes alta V parte do *eu se dignar a se tornar um homem. *e &le nunca
havia sido tocado com os sentimentos de suas enfermidades, incluindo a ser
tentado em todos os sentidos como elas são, &le não poderia ter plenamente
identificado com eles e, assim, foi capa de incentivar, fortalecer e encora#!H
los em suas tentaLYes I0 3 M 5@, DM5B, =M3@, 5 Pedro 3M3DJ.

^illiam 0endri9sen convincentemente descreve coroaLão de $esus no


seguinte coment!rioM
Aquele que ficou condenado em relaLão V lei divina Ipor causa do
pecado do mundo que repousava sore eleJ trocou neste penal para a relaLão
#usta com a lei. Aquele que foi pores tornouHse rico. Aquele que foi re#eitado
foi aceite I-ev. 53MB, 54J. Aquele que aprendeu a oedincia entrou para a
administraLão real do poder e autoridade a ele.
/omo rei, tendo a sua morte, ressurreiLão e ascensão alcanLada e
e;iido seu triunfo sore seus inimigos, ele agora detém em suas mãos as
rédeas do universo,
5M33, 3?J. e governa
/omo profeta, todas as
ele através de coisas no interesse
seu &spírito condudea sua igre#a I&f
sua própria em
toda a verdade. & como sacerdote Ipadre de alta de acordo com a ordem de
%elquisedequeJ, ele, com ase em sua e;piaLão realiado, não apenas
intercede, mas na verdade vive para sempre para interceder por aqueles que se
apro;imam de +eus por meio dele I0 M3BJ . I/oment!rio do Novo
7estamentoM &;posiLão de Filipenses \1rand -apidsM Ea9er, 5=>3].., 55D
it!lico no srcinalJ

' 778)' +A &[A)7A_' +& /-(*7'


e (:e deu o noe ue e*t acia de todo noe I3M=bJ
'utorgado é de chariomai, que transmite a idéia de dar livre e
generosamente. ' Pai confere ao Filho o nome que est! acima de todo nome
com o amor mais divinamente perfeito. $esus tão completamente satisfeito o
Pai no cumprimento do traalho de sua encarnaLão, na prestaLão de redenLão
para os eleitos, que &le generosamente lhe concedeu o título desta e;altado.
"7endoHse tornado tão superior aos an#os," o escritor de 0ereus e;plicaM "&le
herdou mais e;celente nome do que eles" I0ereus 5MDJ.
&ste nome foi dado a &le para enfatiar a sua posiLão acima de todos
os outros seres. (sso reflete não só a essncia divina e sua naturea, mas
tamém os novos privilégios e Rnico acima mencionado que o Pai )he deu
em resposta a *ua ora redentora. &ste nome é incompar!vel, o superlativo de
superlativos.

Paulo não
nome, até revelar55,o onde
versículo nomeele
supremo,
declaraoque
nome quelíngua
"toda est! acima de todo
confesse que
$esus /risto é o *enhor" Igrifo nossoJ. *enhor é o título de ma#estade,
autoridade, soerania, honra e. 8m dia esse nome e;altado ser! e;pandido
para "-ei dos reis e *enhor dos senhores" IAp 5=M5>J. 'viamente, *enhor,
usada no sentido de autoridade soerana e definitiva de comando, ocupa mais
de todos os outros nomes. Quem é o *enhor est! sore todos os outros e que é
precisamente o ponto, na titulaLão do *alvador tem supremacia asoluta eo
direito de ser oedecido como %estre divino.
Na maravilhosa graLa de +eus, os crentes não só vai ser coHherdeiros
com $esus$oão,
apóstolo /risto,
+eusmas tamém
prometeM "'vão
quecompartilhar
vencer", isto seus nomes.
é, todo Através
o crente do
verdadeiro
I5 $oão BMDHBJM "&u o farei coluna no templo do meu +eus, e ele não vai sair
de maisU e eu escreverei sore ele o nome do meu +eus, eo nome da cidade
do meu +eus, a nova $erusalém, que desce do céu, do meu +eus, eo meu
novo nome "IApocalipse ?M 53U cf 3M5J.. Quando eles são glorificados, todos
os crentes serão carimados com o nome de +eus Pai I"%eu +eus"J, com o
nome do céu I"a cidade do meu +eus, a Nova $erusalém"J, e com o título de
/risto suprema do *enhor I"%eu nome novo"J. &sses nomes vão marc!Hlos
para fora, a marcaHlos, por assim dier, como pertencente a +eus e se
identificando com &le na forma mais completa e mais íntimo.
A %ESP!SA PA%A EMA"AN! #E C%IS!
)ara ue ao noe de e*u* *e dore todo oe(:o no c=u na terra e
deaio da terra e toda (?nua confe**e ue e*u* Cri*to = o Sen:or
I3M54H55aJ
Quando a palavra grega hina Ipara queJ é usado com um vero
su#untivo Icomo 9ampsk, se dorar! e e;omologksktai, vou confessarJ que
introdu uma cl!usula de propósito. Paulo é, portanto, diendoM "$esus é dado
o nome que est! acima de todo nome para o propósito que, ou com o
resultado que, todo #oelho se dorar!, daqueles que estão no céu e na terra e
deai;o da terra, e toda língua confessar! o nome supremo de $esus /risto,
que é o *enhor. "X fundamental compreender que esta resposta não ser! o
nome de $esus. 8ma forma de $osué Ique significa "$eov!, ou $avé salva"J,
$esus era um nome comum nos tempos do Novo 7estamento. X, oviamente,
não poderia ser o Rnico, muito menos supremo nome, querida por +eus como
um título de e;altaLão. X, antes, ao nome de $esus, isto é, em outro nome
I*enhorJ dado a $esus /risto em sua e;altaLão pelo Pai, que todo #oelho se
dorar! e toda língua confessar!.
0avia sido indicaLYes de que seu nome seria supremo. Gurios
I"senhor"J era um termo comum de respeito nos tempos do Novo 7estamento,
semelhante ao senhor palavra (ngls, mas carregando um grau muito maior de
respeito Icf. %t 54M3DH3BU. 5@M3H?DU )ucas 53 MD3HDJ. +urante *eu
ministério terreno, $esus foi, por vees, respeitosamente aordados dessa
maneira. Parece prov!vel que alguns daqueles que chamou de "senhor" não
fe, pelo menos quando se encontrou pela primeira ve dele, o considero mais
do que um grande professor Icf. $oão @M55U =M?BH?@J. %esmo +oe de
compreensão de sua verdadeira identidade foi gradual e muitas vees
hesitante. &, como o próprio $esus dei;ou claro, mesmo chamandoHlhe senhor
como um reconhecimento de sua divindade não é necessariamente evidncia
de uma relaLão salvadora com ele.
Nem todo mundo que me diM "*enhor, *enhor", entrar! no reino dos
céus, mas aquele que fa a vontade de meu Pai que est! nos céus vai entrar.
%uitos me dirão naquele diaM "*enhor, *enhor, não profetiamos em teu
nome, e em teu nome não e;pulsamos demWnios, e em teu nome não fiemos
muitos milagres" & então eu lhes direiM "&u nunca saia que vocU Afasta de
mim, voc que praticais a iniqidade "I%ateus M35H3?J.
Porque os #udeus consideravam o nome de +eus sagrado demais para
proferir, sustituíram o *enhor título no lugar de seu nome pessoal alianLa,
$avé Iou $eov!J, quando teria sido falado. IA maioria das traduLYes inglesas
modernas do Antigo 7estamento, portanto, tornar o heraico 0^0
\ah:eh] como *enhor.J Por conseguinte, +eus foi chamado tanto Adonai
I"*enhor"J, um título de autoridade divina, e 0^0 I"*enhor"J, referindoHse
*eu nome alianLa, que tem o significado !sico de "eu sou" Icf. ;. ?M5?H5BJ.
Quando a &scritura foi lido, apenas um conhecimento do te;to heraico
permitiria um ouvinte para conhecer qual o termo estava envolvido. &m
conversa pregaLão, ensino, ou ordin!rio, um ouvinte pode #ulgar apenas pelo
conte;to.
No presente te;to, *enhor, oviamente, refereHse a divindade de $esus
e da autoridade soerana, e;altada no mais alto sentido. &la representa o
título divino e nome, em como todos os direitos divinos, honras e
prerrogativas. &m Rltima an!lise, se#a por escolha ou pela forLa, toda a
criatura, humana e angelical, vai apresentar a $esus /risto como o *enhor
divino e e;altado.
No primeiro ato de homenagem, todo #oelho se dorar!, assim como
(saías profetiou cerca de sete centenas de anos antes. Através dele o *enhor
declarouM "'lhai para mim e se#am salvos, todos os confins da terra, porque
eu sou +eus, e não h! outro. $urei por mim mesmo, a palavra saiu de minha
oca na #ustiLa e não vai voltar, que a mim todo #oelho se dorar! "I(saías
DBM33H3?J. $esus /risto é o divino *alvador e *enhor, para quem todo #oelho
se dorar!.
Aqueles que se sumetem V autoridade suprema de $esus /risto ser!
composta por trs grupos. Primeiro serão aqueles que estão no céu, que
incluir! os santos an#os e os santos, os crentes remidos de todas as idades.
&sse grupo celeste, é claro, h! muito tempo adorando a $esus /risto como
*enhor Icf. 0 5M>U. 53M3?U -ev. DM@H55U BM@H5DJ.
' segundo grupo serão aqueles que estão na terra, amos resgatados e
não resgatados. 's remidos continuarão sua adoraLão a &le que comeLou
quando eles foram
santos nesse salvos.
dia," &le "Quando em
"ser admirado &letodos
vier para sercreram"
os que glorificado
I3 7s.nos seusAo
5M54J.
mesmo tempo, no entanto, emora a contragosto e em terror, o impenitente
tamém ser! forLado a dorar os #oelhos diante dele. &le ir! "\acordo] com a
retriuiLão Vqueles que não conhecem a +eus e Vqueles que não oedecem ao
evangelho de nosso *enhor $esus, \que então] vai pagar a pena de destruiLão
eterna, longe da presenLa do *enhor e da a glória do seu poder "Ivv. @H=J.
' terceiro grupo que vai adorar o *enhor e;altado serão aqueles que
estão deai;o da terra, os an#os caídos e não resgatados mortos que estão
aguardando o #ulgamento final ea puniLão eterna. Apocalipse 34M55H5?, talve
a passagem mais assustador de toda a &scritura, mostra o destino final do
impenitenteM
&ntão vi um grande trono ranco, eo que estava assentado sore ele,
de cu#a presenLa fugiu a terra eo céu de distSncia, e não se achou lugar para
eles. & vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros
foram aertos e outro livro foi aerto, que é o livro da vida, e os mortos foram
#ulgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas oras.
& deu o mar os mortos que nele havia, ea morte eo 0ades entregaram os
mortos que neles haviaU e foram #ulgados, cada um deles segundo as suas
oras.
&ste terceiro grupo ir! tamém incluir "os espíritos agora na prisão",
os demWnios #! est! ligado no aismo a quem $esus "foi e pregou" entre *ua
morte e ressurreiLão, por que &le triunfou sore eles I5 Pedro ?M5=U cf . /ol.
3M5DH5BJ.

/omo
universal (saíasdepredisse
do Filho I(saías toda
+eus e;altado, DBM3?J, na confesse
língua segunda que
etapa$esus
deste/risto
cultoé o
*enhor. 1lossa IlínguaJ é frequentemente utiliado, como aqui, para
representar um idioma. Não importa o que sua língua, cada ser humano e
angelical ir! declarar o senhorio de $esus. 's santos an#os, os santos remidos
no céu e na terra, e todos os inimigos de +eus na terra e no inferno, para
sempre confinado pelo seu poder indestrutível que os mantém na puniLão
eterna, vai dorar os #oelhos diante de *ua autoridade soerana. Até os
demWnios malditos, incluindo *atan!s, não ter! outra escolha senão concordar
com a realidade e confessar que $esus /risto é o *enhor.

&;omologej
confessar, IconfessarJ
de acordo comJ é uma
e refereHse forma
a uma intensiva
declaraLão de homologeo
aerta e pRlica. NaIa
época sore a qual Paulo est! falando aqui, no entanto, tal confissão não vai
levar a salvaLão, porque essa nLão suprema #! terão sido receidas ou
perdidas para sempre. Antes da morte ou o retorno do *enhor, a promessa é
que "se voc confessar com sua oca $esus como *enhor, e em teu coraLão
creres que +eus o ressuscitou dentre os mortos, ser!s salvo" I-m 54M=J. %as
como o apóstolo dei;a claro mais tarde na mesma carta, no dia do #uío, que a
confissão não ir! alterar o estado espiritual das pessoas que fa isso. /itando
(saías, ele diM "Porque est! escritoM" /omo eu vivo, di o *enhor, todo #oelho
se dorar! a mim, e toda língua louvar! a +eus "I-m 5DM55U.. /f (s DB M 3?J.
Nos l!ios daqueles que pertencem a +eus, esta ser! uma declaraLão,
querendo continuar, e amando de fidelidade e de adoraLão. Para aqueles que
' re#eitaram, a confissão não vão querer, mas irresistível, um reconhecimento
forLado de $esus /risto como o *enhor soerano do universo por aqueles so
seu #ulgamento imut!vel.
$esus #! possui seu título completo divino e autoridade, mas ainda não
é tempo do Pai para que a autoridade deve ser plenamente manifestada. $esus
#! se senta V direita do Pai no seu trono celeste, mas nem tudo foi ainda posto
em su#eiLão a &le Icf. 5 /or. 5BM3H3@J. &nquanto h! tempo, o *alvador
continua a chamar homens e mulheres a *i mesmo na fé salvadora, para
anunciar e receH)o como *enhor de om grado. Paulo regoi#ouHse que ele
tinha "encontrado misericórdia, para que em mim, o principal \dos
pecadores], $esus /risto pudesse demonstrar sua pacincia perfeito como um
e;emplo para aqueles que crem n&le para a vida eterna" I5 7m. 5M5>J .

No nascimento de $esus, o an#o anunciou aos pastores que "ho#e na


cidade de +avi nasceu para vocs um *alvador, que é o /risto *enhor"
I)ucas 3M55J. $esus disse aos discípulosM "Cós me chamais %estre e *enhor, e
dieis em, porque eu o sou" I$oão 5?M5?J, e depois da ressurreiLão 7homas
confessou como I34M3@ "%eu *enhor e meu +eusT" J. No Pentecostes, Pedro
proclamouM "Portanto, que toda a casa de (srael saia com certea que +eus o
fe *enhor e /risto, este $esus que vós crucificastes" IAtos 3M?>U cf. 54M?>J.
Paulo disse aos -omanosM "*e voc confessar com sua oca $esus como
*enhor, e em teu coraLão creres que +eus o ressuscitou dentre os mortos,
ser!s salvo" I-m 54M=U cf v. 53.J. %ais tarde na mesma carta, ele disseM "Pois
para isto /risto morreu e tornou a viver, para que pudesse ser *enhor tanto de
mortos como de vivos" I5DM=U. /f v. 55J. &le lemrou aos /oríntios que "h!
um só +eus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemosU e
um só *enhor, $esus /risto, pelo qual são todas as coisas, e nós e;istimos por
ele." I5 /or @ M >U cf 53M?U 5BMBJ..
Ao contr!rio do ensino popular muito e pregaLão, a &scritura em
nenhum lugar fala de uma pessoa que fa *enhor $esus. &mora muitas
pessoas que usam essa frase é apenas uma referncia a "sumissão oediente
a $esus" crentes autoridade soerana, tais e;pressYes são seriamente enganosa
e confusa. ' prolema é especialmente grave porque alguns evangélicos
afirmam que confessando $esus como *enhor não é uma parte integrante da fé
salvadora. &les mal ver isso como um opcional, emora dese#!vel passo, que
os crentes devem levar algum tempo depois de serem salvos. A idéia é que é
possível ser salvo, confessando $esus como *alvador, mas não como
comandar, governar *enhor. %as, como acaamos de citar, foi +eus o Pai,
que "o fe *enhor e /risto" IAtos 3M?>J, e, a fim de ser salvo é necess!rio
para uma pessoa para "confessar ... $esus como *enhor e crer em \seu]
coraLão que +eus o ressuscitou dentre os mortos "I-m 54M=J, uma verdade
repetida alguns versos depoisM" 7odo aquele que invocar o nome do *enhor
ser! salvo "Iv. 5?J. -econhecendo a $esus como *enhor deve incluir
sumissão e oedincia, porque, por definiLão, o título de *enhor assume.
A centralidade do evangelho do senhorio de $esus /risto é claro. No
Novo 7estamento, &le é chamado de *enhor algumas vees D. No livro de
Atos, &le é chamado de *alvador apenas duas vees, mas como *enhor =3
vees. ' credo primeiro conhecido da igre#a primitiva foi "$esus é o *enhorT"
' senhorio de $esus /risto é a própria essncia do cristianismo e da confissão
necess!ria de quem quer ser salvo. $esus freqentemente reiterou a
necessidade de oedincia como um elemento da fé salvadora I%t M33H3U
5=M35H33, )ucas 5DM3BH??, $oão @M?5U 5DM3?H3DU 5BM5DJ .
$esus é o *alvador para que &le possa ser o *enhor, e &le não vai
salvar aqueles por quem &le não pode ser o *enhor. /omo mencionado
acima, até mesmo veralmente professandoH)o como *enhor sem que &le
se#a *enhor é despreível. No início de *eu ministério, &le declarouM
Nem todo mundo que me diM "*enhor, *enhor", entrar! no reino dos
céus, mas aquele que fa a vontade de meu Pai que est! nos céus vai entrar.
%uitos me dirão naquele diaM "*enhor, *enhor, não profetiamos em teu
nome, e em teu nome não e;pulsamos demWnios, e em teu nome não fiemos
muitos milagres" & então eu lhes direiM "&u nunca saia que vocU Afasta de
mim, voc que praticais a iniqidade "I%ateus M35H3?U. cf )c >MD>HD=J.
$esus não era, naturalmente, o ensino oras de #ustiLa que a salvaLão
vem por meio da oedincia, mas que uma profissão de fé que não produ a
verdadeira oedincia ao *eu senhorio é inRtil.
' argumento de que o *enhor título refereHse apenas ao fato da
divindade de $esus é falsa ao e;tremo, rouando o termo de seu significado
essencial. Por definiLão, *enhor denota um mestre, uma autoridade suprema,
um soerano. Não só isso, mas a realidade da própria divindade
inerentemente carrega esses mesmos significados. A noLão de alguns críticos
de "salvaLão senhorio", que confessando $esus como *alvador é um ato de fé,
enquanto que confessandoHo como *enhor é uma forma de retidão de oras, é
um asurdo. Amas as confissYes de poupanLa são possíveis apenas através
da provisão graciosa e poder de +eus I&f 3M@U. 5 /oríntios 53M?J.
&u comentei sore esse requisito muito importante e, muitas vees
criticado de o senhorio de $esus em meu livro ' &vangelho *egundo $esusM
Quando chegamos a $esus para a salvaLão, chegamos Vquele que é
*enhor de tudo. Qualquer mensagem que omite esta verdade não pode ser
chamado de evangelho. X uma mensagem defeituosa que apresenta um
salvador que nãoum
sore o pecado, é omessias,
*enhor,enfraquecido
um redentor doente
que nãoque
demonstrar
não pode autoridade
comandar
aqueles que ele resgata.
' evangelho segundo $esus é nada disso. &la representa $esus /risto
como *enhor e *alvador e e;ige que aqueles que receHlo lev!Hlo por quem
ele é. Nas palavras do puritano $ohn Flavel, "A oferta evangelho de /risto
inclui todos os seus escritórios, e fé evangélica só para receeHlo, para
sumeter a ele, em como a ser resgatado por ele, a imit!Hlo na santidade de
sua vida, em como para colher as compras e frutos de sua morte. +eve ser
um receimento total do *enhor $esus /risto. "
A^ 7oer escreveu na mesma linha, "(nstar os homens e mulheres a
acreditar em um /risto dividido é mau ensino, pois ninguém pode receer
metade de /risto, ou um terLo de /risto, ou um quarto da Pessoa de /ristoT
Nós não somos salvos por crer em um escritório nem em uma ora. "
&le é o *enhor, e aqueles que se recusamHlo como *enhor não pode
us!Hlo como *alvador. 7odo aquele que o recee deve renderHse a sua
autoridade, para dier que receemos de /risto, quando na verdade nós
re#eitamos o seu direito de reinar sore nós é asurdo total. X uma tentativa
fRtil de agarrar o pecado com uma mão e tirar com a outra $esus. Que tipo de
salvaLão é se ficamos na escravidão do pecado I-ev. ed \1rand -apidsM
ondervan, 5==D]., 3?BH?>J
-A 7orre6, segundo presidente da %ood6 Eile (nstitute, reitor do
(nstituto Eílico de )os Angeles, e um evangelista proeminente, aconselhou
aqueles que testemunha de /ristoM "/humo \incrédulo] tão diretamente
como voc pode aceitar $esus /risto como *alvador pessoal , e entregar a &le
como seu *enhor e %estre "I/omo 7raalhar para /risto \'ld 7appan, N$M
-evell, nd], ?3J. ^0 1riffith 7homas, coHfundador da +allas 7heological
*eminar6, escreveuM
Nossa relaLão com /risto se aseia na *ua morte e ressurreiLão, e isso
significa que *ua *enhoria. Na verdade, o *enhorio de /risto sore as vidas
de seu povo foi o propósito para o qual &le morreu e ressuscitou. 7emos de
reconhecer /risto como nosso *enhor. Pecado é reelião, e é apenas como
nos entregamos a &le como *enhor que receemos o nosso perdão d&le como
nosso *alvador. Nós temos que admitiHlo para reinar no trono do coraLão, e é
somente quando ele é glorificado em nossos coraLYes como o rei que o
&spírito *anto entra e permanece. I&pístola de *ão Paulo aos -omanos
\1rand -apidsM &erdmans, sd], ?5J

' P-'P*(7' +A &[A)7A_' +& /-(*7'


)ara a (/ria de #eu* Pai I3M55bJ
Finalmente, como para tudo na saga de redenLão, a finalidade da e;altaLão de
$esus é a glória de +eus Pai. Para proclamar o senhorio soerano de *eu Filho
é a maior glória que pode ser dado a +eus Pai. -econhecimento universal de
/risto
supremocomo *enhor não fa
e cumprimento o Pai ciumento.
da vontade divina do&m
Paive disso,
como &leque é o o#etivo
demonstra *eu
amor perfeito para o Filho.
Aqui, é claro, é um grande mistério, um mistério que confunde todo mundo
que se atreve a entender completamente a 7rindade. As trs Pessoas são um
só +eus, totalmente unido e indivisível. &les nunca competir, discordar, ou
diferem uns com os outros em menor grau. 0omens, portanto, não são
chamados para adorar a +eus através de $esus, mas para adorar a $esus como
+eus. $esus e;plicou que "' Filho do 0omem \é] glorificado, e +eus é
glorificado nele, se +eus é glorificado nele, tamém +eus o glorificar! em si
mesmo" I$oão 5?M?5H?3U. /f 5DM5?U -om . =MB, 55M?>U 5>M3J. &le é do Pai e
do praer supremo do Filho para glorificar o outro. &m *ua oraLão sacerdotal,
$esus disseM "Pai, chegou a horaM 1lorifica teu Filho, que o Filho glorifique
Coc .... &u te glorifiquei na terra, tendo consumado a ora que me deste para
faer. Agora, Pai, glorificaHme #unto de ti mesmo, com a glória que tinha
contigo antes que o mundo e;istisse "I$oão 5M5, DHBJ. Aquele que respeita as
honras o Filho do Pai, e quem desprea os desonra o Filho do Pai I$oão BM3?J.
Por toda a eternidade, o Pai ir! continuar a dier do e;altado *enhor $esus
/ristoM "&ste é o meu Filho amado, em quem me comprao" I%t ?M5U cf
5MB.J.

#eu* raa(:a e
Ooc Parte;1+ 10
Pa)e( do Crente na
Santificação
&'i(i)en*e* 2+12-
A**i eu* aado* coo *e)re oc* oedecera não a)ena* e
in:a
e ação)re*ença )or=
a *a(ação uito
de oc* ai*
co aora
teor na  in:a
e treor au*ncia )on:a
I3M53J
+esde os primeiros dias da igre#a, a relaLão entre o poder de +eus ea
responsailidade dos crentes em viver a vida cristã tem sido deatido. X a
vida cristã, essencialmente, uma questão de confianLa passiva ou de
oedincia ativa X tudo o que +eus est! faendo, todo o crente est! faendo,
ou uma cominaLão de amos &sta não é uma pergunta incomum quando se
trata de verdade espiritual, na verdade, a mesma questão se coloca sore a
própria salvaLão. X tudo o que +eus est! faendo, ou h! uma e;igncia, por
parte do homem em resposta ao comando de crer no evangelho A &scritura
dei;a claro
lemrou aosque envolve
&fésiosM tanto apela
"Porque soerania de +eus
graLa sois eamediante
salvos, resposta humana. Paulo
a fé, e isto não
vem de vós, é dom de +eus, não como resultado de oras, para que ninguém
se glorie" I&f 3M@ H =J. &m $oão >MDD $esus declarouM "Ninguém pode vir a
%im se o Pai que me enviou não o dele"U ainda Atos 5>M?5 comandosM "/r
no *enhor $esus e ser!s salvo." A salvaLão não é por oras humanas, mas é
sempre através da fé pessoal. 'utras doutrinas tamém envolver parado;os
aparentes. Por e;emplo, $esus /risto é plenamente +eus e plenamente
homem, e enquanto a &scritura foi escrita por autores humanos, cada palavra
foi inspirada por +eus. ' evangelho é oferecido a todo o mundo, mas
aplicada somente aos eleitos. +eus eternamente assegura a salvaLão dos
crentes, mas eles são ordenados a perseverar.
/ristãos que tentam conciliar toda doutrina de uma forma
humanamente racional são inevitavelmente atraídos para e;tremos. Para
alcanLar seu o#etivo de compreensão plena, sem mistério ou parado;o
aparente, eles enfatiam uma verdade ou aspecto da Palavra de +eus V custa
de outros, que, para a mente finita, parecem contradiHla. No que di respeito
V santificaLão, a visão que enfatia o papel de +eus ao virtualmente eliminar
o envolvimento do crente é muitas vees referida como quietismo. ' e;tremo
oposto é chamado de pietismo.
' quietista v crentes como passivo na santificaLão. 8ma m!;ima
comum éM "+ei;e ir e dei;ar +eus". 'utra éM "Não posso,. +eus pode"
quietismo tende a ser mística e su#etiva, concentrandoHse em sentimentos e
e;perincias pessoais. 8ma pessoa que est! totalmente sumetido e
dependente de +eus, diem eles, ser! divinamente protegido do pecado e
levado para uma vida fiel. 7entando lutar contra o pecado ou a disciplinarHse
para produir oas oras é considerada não só inRtil, mas não espiritual e
contraproducente.
8m e;poente proeminente dessa visão de santificaLão foi o devoto
Qua9er 0annah ^hithall *mith, cu#o livro ' *egredo /ristão duma Cida
Feli foi lido por milhYes de pessoas. Nele, ela escreveM
' que pode ser dito sore a parte do homem nesta grande ora, mas
que ele deve entregarHse continuamente e continuamente a confianLa %as
quando chegamos ao lado de +eus sore a questão, o que é que não pode ser
dito como
a &le a multiplicidade
X aqui de formas,
que o crescimento vemem que &le
dentro realia odetraalho
do pedaLo confiado
arro nunca
poderia crescer em um vaso onito se ficasse no poLo de argila por milhares
de anos, mas quando ele é colocado nas mãos de um oleiro h!il que cresce
rapidamente, so a sua moldando, para dentro do vaso ele pretende que se#a.
& da mesma forma que a alma, aandonado para o funcionamento do Potter
/elestial, é feita em um vaso para honra, santificado e idWneo para uso do
%estre. I^est:ood, N$M. -evell, 5=B3, ?3 it!lico no srcinalJ.
&m resposta V pergunta sore como um cristão pode cair em pecado,
quietistas sustentam que uma pessoa oviamente não entende a questão de
entrega
perguntatotal
comoe levaHse
se +euspara fora
fosse das mãos do no
completamente 'leiro /elestial.
controle, %as uma
um crente poderia
tomarHse fora das mãos do oleiro divino. /omo não culpar a +eus por sua
deserLão de rendiLão completa
Pietistas, por outro lado, são normalmente agressivos em sua usca de
doutrina correta e purea moral. 0istoricamente, este movimento se srcinou
no século [C(( na Alemanha como uma reaLão V ortodo;ia morta de muitas
igre#as protestantes. Para seu crédito, a maioria dos pietistas colocar forte
nfase na estudo da Eília, vida santa, a autoHdisciplina, e cristianismo
pr!tico. &les enfatiam passagens como "Camos limparHnos de toda
imundície da carne e do espírito, aperfeiLoando a santificaLão no temor de
+eus" I3 /oríntios. M5J e "Assim tamém a fé, se não tiver oras, é morta em
por si mesma "I7iago 3M5J. No entanto, eles sulinham frequentemente autoH
esforLo para a virtual e;clusão de dependncia do poder divino. /omo seria
de esperar, o pietismo freqentemente leva ao legalismo, o moralismo,
hipocrisia, um espírito de #ulgamento, orgulho e hipocrisia.
&m Filipenses 3M53H5?, Paulo apresenta a resoluLão adequada entre a
parte do crente e da parte de +eus para a santificaLão. No entanto, ele não fa
nenhum esforLo para harmoniar racionalmente os dois. &le est! contente
com a incompreensiilidade e simplesmente afirma amas as verdades,
diendo, com efeito, que, por um lado, a santificaLão é de crentes Iv. 53J e,
por outro lado, é de +eus Iv. 5?J.
A mesma nfase dupla é encontrado em todo o Novo 7estamento e
uma an!lise dos te;tos pertinentes é Rtil. Pedro, em sua segunda carta, lemra
aos crentes que +eus
poder divino concedeu a tudo o que nos di respeito V vida e V
piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua própria glória e
e;celncia. Por estes &le nos deu *uas promessas preciosas e magníficas, para
que por elas vos torneis participantes da naturea divina, havendo escapado
da corrupLão que h! no mundo pela lu;Rria. I3 Pedro 5M?HDJ
/om ase nessa disposiLão divina, Peter carrega crentesM
Agora, para esta mesma raão, tamém, aplicar toda a diligncia, na
sua fé a e;celncia moral, e em sua moral e;celncia, conhecimento, e em seu
conhecimento, autoHcontrole, e no seu autoHcontrole, perseveranLa e na sua
perseveranLa, a piedade , e em sua piedade, a fraternidade, e em seu fraterno
amor, ondade. Porque, se essas qualidades são suas e estão aumentando, eles
nem torn!Hlo inRtil, nem estéreis no conhecimento verdadeiro de nosso
*enhor $esus /risto. Para quem não tem estas qualidades é cego ou míope,
terHse esquecido da purificaLão dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos,
tudo o mais diligente para ter certea sore sua vocaLão e eleiLãoU enquanto
voc praticar estas coisas, voc nunca vai tropeLar. ICv. BH54J
Paulo escreveu aos /oríntios que "pela graLa de +eus sou o que sou, e
sua graLa para comigo não vão provar", e então passou a dierM "mas tenho
traalhado mais do que todos eles, não eu , mas a graLa de +eus comigo "I5
/or. 5BM54J. Nessa declaraLão inspirada, o apóstolo dei;a claro que a graLa
divina eo poder de +eus permeando o esforLo fiel e oediente dos crentes.
*ua declaraLão de que "$! estou crucificado com /ristoU e #! não sou eu quem
vive, mas /risto vive em mim, ea vida que agora vivo na carne, vivo pela fé
no Filho de +eus, que me amou e si mesmo se entregou por mim "I1l 3M34J é
complementada pela declaraLão correspondente que" nós proclamamos,
advertindo todo homem e ensinando a todo homem em toda a saedoria, para
que apresentemos todo homem perfeito em /risto. Para este efeito, tamém
eu traalho, lutando segundo a sua potncia, que funciona dentro de mim
poderosamente "I/olossenses 5M3@H3=J. $ames primeiro advertiuM "&nviar,
portanto, a +eus", e, em seguida, "-esisti ao diao e ele fugir! de vós" I7iago
DMJ. *antificaLão dos crentes e;ige seu esforLo diligente. No entanto, é
capacitado por +eus, que, de acordo com seu poder soerano, traalha a *ua
vontade, para e em *eus filhos.
&ssa sinergia divinoHhumana de traalho dentro e através dos crentes
sempre e;istiu e é e;emplificado no Antigo 7estamento. Quando o e;ército
de Faraó ameaLado o povo de (srael, %oisés estava tão confiante no *enhor
que ele gritouM "Não tenhas medoT Fique por e vede a salvaLão do *enhor,
que &le ir! realiar para voc ho#e, porque aos egípcios que voc viu ho#e,
voc nunca vai vHlos outra ve para sempre. ' *enhor vai lutar por voc,
enquanto voc manter o silncio "I&;. 5DM5?H5DJ. %as os israelitas tamém
tinham um papel a desempenharM "' *enhor disse a %oisésM Por que vocs
estão clamando a mim +iga aos filhos de (srael para avanLar. Quanto a voc,
levante o seu pessoal e estende a mão sore o mar e dividiHlo, e os filhos de
(srael passem pelo meio do mar em terra seca "Ivv. 5BH5>J. Não era a vontade
do *enhor que o *eu povo simplesmente ficar em silncio e ser passivo, mas
que
paraeles
eles,participem
era para serativamente na realiaLão
realiado por eles. de seu propósito. *eu propósito
&sse princípio tamém pode ser visto na dedicaLão de *alomão do
templo. /omo o rei se pWs diante da assemléia de (srael, ele orou,
Eendito se#a o *enhor, que deu repouso ao seu povo (srael, conforme
tudo o que &le prometeu, nem uma só palavra falhou de todas as suas
promessas om, que &le prometeu através de %oisés, seu servo. Que o
*enhor nosso +eus se#a conosco, como foi com nossos paisU pode não dei;ar!
ou nos aandonar!, para que ele incline os nossos coraLYes, para si mesmo,
para andar em todos os seus caminhos e guardar os *eus mandamentos e os
seus estatutos e os seus ordenanLas, o qual deu aos nossos pais. & que estas
minhas palavras, com o qual fi sRplica diante do *enhor, estar pró;imo ao
*enhor nosso +eus dia e noite, para que &le possa manter a causa do seu
servo ea causa do seu povo (srael, a cada dia e;ige, para que todos os povos
da terra saiam que o *enhor é +eus, não h! mais ninguém. +ei;e seu
coraLão, portanto, ser inteiramente dedicado ao *enhor, nosso +eus, que
andes nos seus estatutos e guardar os *eus mandamentos, como se v neste
dia. I5 -eis @MB>H>5J
*alomão perceeu que o próprio +eus oferece a orientaLão e forLa
para seu povo fiel oedecer aos *eus mandamentos e para servir e ador!H)o.
/onsequentemente, nenhum crente tem uma desculpa para a desoedincia
ou falta de servir ao *enhor. Para confiar é oedecer.
/omo e;plicou $ames muitos séculos mais tarde, "mesmo assim fé, se
não tiver oras, é morta, sendo por si mesma" I7iago 3M5J. Não é,
naturalmente, que o *enhor não realiar muitas coisas para o *eu povo para
além de tudo o que faem. %as eles são ordenados a oedecer V *ua vontade.
Para não faer o que se sae deve ser feito é o pecadoM "Para quem sae a
coisa certa a faer e não faer isso, para ele é pecado" I7iago DM5J.
' ponto de tudo isso recitaLão das &scrituras não é fornecer uma
compreensão clara da "patologia espiritual" de santificaLão e de acaar com
todo o mistério, mas para dei;ar claro que o aparente parado;o é e;atamente
o que a &scritura ensina repetidamente. Assim como ele aorda o tema da
santificaLão, Paulo se concentra primeiro em papel do crente na santificaLão.
Alguns intérpretes equivocados completamente descaracteriou esta
e;ortaLão, como se disse, "traalhar para a sua salvaLão", "traalho em sua
salvaLão", ou "traalhar até a sua salvaLão." %as tanto no conte;to imediato
da presente carta eo conte;to mais amplo da Novo 7estamento, nenhuma
dessas interpretaLYes é correta. Paulo não est! falando de alcanLar a salvaLão
pelo esforLo humano ou ondade, mas de viver a transformaLão interior que
+eus graciosamente concedido.
&m -omanos, Paulo dei;ou claro que
além da )ei a #ustiLa de +eus se manifestou, tendo o testemunho da
)ei e os Profetas, mas a #ustiLa de +eus mediante a fé em $esus /risto para
todos aqueles que crem, pois não h! distinLão, pois todos pecaram e ficam
aquém da glória de +eus, sendo #ustificados gratuitamente pela sua graLa,
pela redenLão que h! em /risto $esus. I-m ?M35H3DJ
Aos efésios ele escreveu, "Porque pela graLa sois salvos, mediante a
fé,
queeninguém
isto não se
vem de vós,
glorie" I&fé3M@
domH=J.de +eus, não como resultado de oras, para
*omente a fé sempre foi o caminho da salvaLão. Foi "pela fé \que]
Ael ofereceu a +eus um sacrifício melhor do que /aim, pelo qual alcanLou
testemunho de que era #usto, dando +eus testemunho sore seus dons, e por
meio da fé, que ele est! morto, ele ainda fala" I0 . 55MDJ, e foi "pela fé \que]
&noch foi levado para cima, para que ele não iria ver a morte, e ele não foi
encontrado porque +eus o levou, porque ele oteve o testemunho de que
antes ele foi levado até ele era agrad!vel a +eus "Iv. BJ. Noé era um homem
#usto I1n >M=J pela fé I0ereus 55MJ. Araão foi salvo pela graLa de +eus
traalhando através
creditado como de sua
#ustiLa. fé pessoalM
Agora, "Araão
para aquele quecreu em +eus,
traalha, e isso não
o sal!rio lhe foi
é
creditado como um favor, mas como o que é devido. %as para quem não
traalha, mas cr naquele que #ustifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como
#ustiLa "I-m DM?HBU.. /f 0 55M@H54J. A lei dada por %oisés não alterou o
caminho da salvaLão. Foi somente pela fé que o próprio %oisés, em como
todos os outros santos do Celho 7estamento, foram salvos I0ereus 55M3?H
?@J. 7odos esses homens e mulheres crentes "oteve a aprovaLão por meio de
sua fé" Iv. ?=J, pelo qual +eus concedeuHlhes a *ua #ustiLa por conta da morte
de *eu Filho iria morrer.

/omo
+eus. %as no Paulo enfatia
versículo nose
53, ele versículo 5? na
concentra deresponsailidade
Filipenses 3, a salvaLão é de a
dos crentes
viver vidas que são consistentes com o dom divino da salvaLão. Porque "nós
vivemos pelo &spírito", isto é, ter a vida divina de /risto dentro de nós,
devemos "caminhemos tamém segundo o &spírito" I1l BM3BJ.
7udo na vida e;ige energia. X preciso energia para andar e traalhar.
X preciso energia para pensar e meditar. X preciso energia para oedecer e
adorar a +eus. ' ponto do versículo presente é que leva a energia espiritual
para crescer como um cristão, viver uma vida que é santo, frutífero e
agrad!vel ao *enhor. ' vero principal neste versículo, 9atergaomai
ItraalharJ, chama especificamente para a energia constante e esforLo
necess!rio para concluir uma tarefa. &m 3M53, as palavras de Paulo sugerem
cinco verdades que os crentes devem entender para sustentar a energia comoM
o seu e;emploU seu ser amado, a sua oedinciaU suas responsailidades
pessoais e recursos, e as conseqncias do seu pecado.

&N7&N+A ' *&8 &[&%P)'


A**i então I3M53aJ
' primeiro elemento de crentes "traalhar a sua santificaLão é
compreender o e;emplo de /risto. &ntão tradu a hoste partícula grega, que
foi usado para tirar uma conclusão a partir de uma declaraLão anterior. Aqui
ele remete ao e;emplo de $esus /risto, cu#o perfeito modelo de humildade, da
sumissão e oedincia foi descrita nos versos BH@. Na *ua encarnaLão, $esus
não se apegou V sua igualdade com +eus, o Pai, mas se esvaiou de seus
direitos e prerrogativas divinas. 7omando a forma de um humilde servo, &le
foi oediente ao Pai celestial, até mesmo ao ponto de morrer na cru como
um sacrifício pelo pecado. 7amém é verdade que o autoHesvaiamento do
Filho de +eus o colocou no papel de um servo para a vontade do Pai e do
poder do &spírito *anto. 8ma das maiores realidades da &ncarnaLão foi o fato
de que o que $esus fe, fe no poder do &spírito *anto I)ucas DM5, 5D, 5@U
BM5, Atos 54M?@,.. /f %t 53M5@, 3@ H ?3J. A essncia de viver a vida cristã é
ser oediente como &leM "Aquele que di que permanece nele, \/risto] deviaH
se a andar da mesma maneira como &le andou" I5 $oão 3M>J.

&N7&N+' Q8& C'/ X A%A+'


eu* aado*I3M53bJ
Pró;imas palavras de Paulo sugerem um segundo elemento de crentes
"traalhar a sua santificaLão compreensão que eles são muito amados. ' meu
amado era inconfundivelmente uma palavra de conforto e encora#amento. '
apóstolo saia que os filipenses enfrentaria muitas decepLYes e fracassos
como eles procuraram seguir o e;emplo do *enhor, vivendo para ele. ' amor
de Paulo por eles reflete o amor de /risto pela sua (gre#a Icf. 5M@J.
Paul estava em ciente de suas fraqueas e deficincias. &le
compreendeu os perigos enfrentados a partir de falsos mestres mundanos,
incluindo amos os legalistas #udeus e gentios liertinos. 7odos eles eram
"inimigos da cru de /risto, cu#o fim é a perdiLão, cu#o deus é o apetite, e
cu#a glória é para confusão deles, que fi;am suas mentes nas coisas terrenas"
IFilipenses ?M5@H5=J. &le saia do conflito entre &vódia e *íntique, irmãs em
/risto, a quem &le advertiu "para viver em harmonia no *enhor" IDM3J. X
prov!vel que muitos crentes na igre#a estavam inclinados a se orgulhar, daí o
apelo urgente de seguir o e;emplo de /risto de humildade I3M5H@J. Assim
como o *enhor fe com ele e fa com todos os *eus filhos, o apóstolo fe
provisão para suas falhas. &les não servir a um deus duro e implac!vel, como
fieram seus viinhos pagãos. &les serviram um misericordioso, *enhor,
perdão gracioso que estava sempre disposta a restaur!Hlos V comunhão com
&le mesmo.
Apesar de suas imperfeiLYes, os crentes de Filipos eram Paul e
amados irmãos do *enhor e irmãs, por quem ele dese#ava "com a ternura de
/risto $esus" I5M@J. &m DM45 ele duas vees fala deles como seu "amado", e
como a sua "alegria e coroa", a quem dese#ava ver e pediu para "permanecer
firme no *enhor." &le entendeu que, como ele, não tinham ainda "tornar
perfeito", que, tamém eles, estavam pressionando para "apoderarHse o que
\tinham sido] hold colocado por /risto $esus," não considerar a si mesmos
"como tendo se apegaram dele ainda, esquecendo o que ... fica para tr!s e
avanLando para as que temos pela frente ", e foram fielmente pressionando"
para o alvo pelo prmio da vocaLão celestial de +eus em /risto $esus "I?M53H
5DJ.
/arga de Paulo para que eles traalhem a sua salvaLão não era uma
directiva indiferente. &ra mais uma chamada carinhosa para seguir o e;emplo
de /risto na confianLa de *eu amor por praticar as coisas que eles haviam
"aprendido e receido e ouvido e visto" em Paulo IDM=J.

&N7&N+& 'E&+(N/(A
coo *e)re oc* oedecera I3M53cJ
' terceiro elemento de crentes "traalhar a sua santificaLão é entender
a necessidade de oedincia ao *enhor. Paulo e;orta os Filipenses para
continuar na sumissão fiel V vontade de +eus. 'edecido tradu uma forma
de hupa9ouj, um vero composto composta da preposiLão hupo eo a9ouj
vero, a partir do qual a acRstica palavra inglesa deriva. ' vero composto
tem o significado !sico de colocarHse em que foi ouvida, e, portanto, de
sumissão e oedincia. 8m crente, oviamente, deve ouvir a Palavra de
+eus se ele quiser ser oediente a ele, então isso é indiretamente um apelo
para que os crentes a continuar a estudar e oedecer as &scrituras Icf. %att.
3@M5=H34J.
)6dia oedeceu a Palavra que ouviu Paulo pregar. &la #! era um
adorador de +eus, e como ela "estava ouvindo, ... o *enhor lhe ariu o
coraLão para responder Vs coisas que Paulo diia" IAtos 5>M5DJ. Assim,
tamém, fe o carcereiro de Filipos, que pode ter sido entre aqueles a quem o
apóstolo estava escrevendo agora. +epois que Paulo e *ilas ", falou a palavra
do *enhor a ele, #untamente com todos os que estavam em sua casa, ... ele
levou aquela hora da noite e lavaram as suas feridas, e imediatamente ele foi
atiado, ele e toda a sua casa" I Atos 5>M?3H??J. Na mesma maneira, os
#udeus em Eeréia "receeram a palavra com toda a avide," porque eles
estavam "e;aminando diariamente as &scrituras para ver se estas coisas eram
assim" IAtos 5M55J.
' mandamento de +eus a Pedro, 7iago e $oão no %onte da
7ransfiguraLão é o *eu comando para todosM "&ste é o meu Filho amado, em
quem me compraoU ouviHlo" I%t 5MBJ. Para pregar o evangelho é mais do
que apenas compartilhar sua fé e oferecer um convite, é para chamar os
pecadores para oedecer a +eus ", para traer V oedincia da fé ... por amor
do *eu nome" I-m 5MBJ. Para ser salvo é a "oedecer ao evangelho de nosso
*enhor $esus" I3 7essalonicenses 5M@U. /f -m >M5U.. 5 Pedro 5M3J. 's crentes
devem "ser cuidadosos como \eles] a pé, não como homens insensatos, mas
como s!ios" I&f BM5BJ. Paulo escreveu a 7itoM "-elativamente a estas coisas
que eu quero que voc fale com confianLa, para que aqueles que acreditavam
que +eus vai ter o cuidado de se envolver em coisas oas. &ssas coisas são
oas e proveitosas para os homens "I7ito ?M@J. ' escritor de 0ereus cora
crentesM "Por isso vamos ser diligentes para entrar naquele descanso, para que
ninguém caia, seguindo através do mesmo e;emplo de desoedincia" I0
DM55J. 1rande /omissão de $esus inclui o comando para ensinar convertidos
de "todas as naLYes ... a oservar tudo quanto vos ordenei" I%t 3@M5=H34J. A
oedincia é essencial para a santificaLão, que não pode acontecer sem ela.

&N7&N+A *8A -&*P'N*AE()(+A+&* & -&/8-*'* P&**'A(*

não a)ena* e in:a )re*ença )or=  uito ai* aora na in:a


au*ncia I3M53dJ
' quarto aspecto dos crentes "traalhar a sua santificaLão é a
compreensão de suas responsailidades e recursos pessoais. Porque os
crentes são pecadores, eles tendem a ser autoH#ustificar, culpar as
circunstSncias ou outras pessoas para os seus prolemas e fracassos. Paulo
elogia os Filipenses por sua fiel padrão de oedincia a /risto, enquanto eles
estavam em sua presenLa. %as ele continua a dier que eles eram tão
origados a oedecer durante sua ausncia.
' vínculo de afeto entre Paulo ea igre#a em Filipos era
particularmente profundo e forte. &sses crentes tiveram o privilégio
inacredit!vel de ser #!ensinado
+eus que o mundo por Paulo,
viu, e;ceto para o talve
*enhoro$esus
maior/risto.
mestre%uito
da Palavra
do quede
ele pregou, ensinou e escreveu se tornaram &scritura, incluindo tree livros
do Novo 7estamento. +ificilmente poderia ter sido de outra forma que
muitos dos crentes de Filipos desenvolveu uma dependncia e;tremamente
forte nesse nore servo de +eus.
%as no momento da redaLão deste te;to, Paul era centenas de
quilWmetros de distSncia, encarcerados em -oma. 's Rnicos meios de
contato foram letras, como o presente, e relatórios ocasionais de amigos em
comum. %as, como decepcionante e desafiador como a situaLão era, Paul
lemraHlhes
*enhor. &lesque a sua aresponsailidade
estavam espiritual
oedecer ao *enhor, apesarnão
daera para ele,
ausncia de mas para o
Paulo.
' apóstolo repete uma advertncia que ele fe antesM "Andai em um
modo digno do evangelho de /risto, de modo que se eu vir vHlo ou
permanecer ausente, eu vou ouvir de vocs que estais firmes num só espírito,
com uma mente lutando #untos pela fé do evangelho "I5M3J. *eu ponto é que
nunca h! um momento em que um verdadeiro crente não é respons!vel por
oedecer ao *enhor. 's crentes nunca devem ser essencialmente dependente
de seu pastor, professor, comunidade cristã, ou qualquer outra pessoa por sua
forLa e crescimento espiritual. ' seu e;emplo supremo é o *enhor $esus
/risto, e seu verdadeiro poder vem do &spírito *anto. /rentes, com gratidão,
nunca estão sem o e;emplo de /risto e nunca sem o poder do &spírito.

&N7&N+&- A* /'N*&QN/(A* +' P&/A+'


)on:a e ação a *a(ação de oc* co teor e treor I3M53eJ
' motivo quinto para os crentes "traalhar a sua santificaLão é a
compreensão das conseqncias do pecado. &mora +eus é amoroso,
misericordioso e clemente, &le, no entanto, mantém os crentes respons!veis
por desoedincia. /omo $oão, Paulo compreendeu em que "se dissermos
que não temos pecado, estamos enganando a nós mesmos ea verdade não est!
em nós. *e nós confessarmos os nossos pecados, &le é fiel e #usto para nos
perdoar os pecados e nos purificar de toda in#ustiLa "I5 $oão 5M@H=J. *aendo
que ele serve a um +eus santo e #usto, o crente fiel viver! sempre com temor
e)ucas
tremor. %edo5 phoos
35M3>U. /oríntiostradu, que descreve
3M?J, em susto outemor
como reverente terrorIcf.
Icf.Atos
%t 5DM3>U.
3MD?U
=M?5, 3 /oríntios. BM55U M5J. 7remendo é de tromos, que refereHse a agitaLão
e é a palavra de que o tremor (ngls palavra deriva. Amos são reaLYes
apropriadas para a conscincia da própria fraquea espiritual eo poder da
tentaLão. ' *enhor procura tal atitude nos seus filhos, como *uas palavras em
(saías >>M3 indicamM "Para esse olharei, para aquele que é humilde e contrito
de espírito, e que treme da minha palavra."
8ma verdade importante 7estamento Celho é "' temor do *enhor é o
princípio da saedoria" I*l 555M54U. /f. Pv 5MU =M54J. &ste não é um medo de
ser condenado ao tormento eterno, nem um temor sem esperanLa de
#ulgamento que leva ao desespero. X sim um temor reverencial, uma
preocupaLão santo para dar a +eus a honra que &le merece e evitar a correLão
do seu desagrado. &sse medo protege contra a tentaLão e do pecado e d!
motivaLão para a vida, oediente #ustos.
/iente de sua própria fraquea pessoal, Paulo falou de seu "temor e
tremor ...", como ele ministrou V igre#a em /orinto I5 /or. 3M?J, e depois
daqueles crentes que receeram 7ito com o mesmo tipo de "medo e tremor
"I3 /oríntios. M5BJ. &ste tipo de "temor e tremor" est! intimamente
relacionada tanto a oedincia ao *enhor e ao amor e afeiLão por ele e para os
fiéis companheiros. X por isso que *alomão poderia declararM "/omo
aenLoado \feli] é o homem que teme sempre" IProv. 3@M5DJ.
&sse medo envolve autoHdesconfianLa, uma conscincia sensível, e
estar em guarda contra a tentaLão. &;ige advers!ria orgulho, e estar
constantemente conscientes do engano do seu coraLão, em como a sutilea
ea forLa da própria corrupLão interna. X um pavor que procura evitar qualquer
coisa que possa ofender e desonrar a +eus.
's crentes devem ter um sério temor do pecado e do anseio pelo que é
reto diante de +eus Icf. -om. M5D ss.J. /onsciente de sua fraquea e ao poder
da tentaLão, eles devem temer cair em pecado e, assim, de luto do *enhor.
7emor de +eus protegeHlos de influenciar indevidamente crentes,
comprometendo o seu ministério e testemunho ao mundo descrente,
suportando a correLão do *enhor, e de sacrificar a alegria.
Para ter esse temor a +eus e tremor envolve mais do que
simplesmente reconhecer a própria pecaminosidade e fraquea espiritual. X o
medo, solene e reverente que rota do profundo amor e adoraLão. &le
reconhece que todo pecado é uma ofensa contra +eus santo e produ um
dese#o sincero
por favor, para não ofender
e glorific!H)o e entristecHlo,
em todas mas para
as coisas. Aqueles queoedecer,
temem ohonrar,
*enhor
aceitar de om grado a correLão do *enhor, saendo que +eus "nos disciplina
para o nosso em, para que possamos participar de *ua santidade" I0
53M54J. &ste temor e tremor far! crentes a rear fervorosamente por a#uda de
+eus para evitar o pecado, como o *enhor lhes ensinouM "Não nos induas V
tentaLão, mas livrai \de resgate] nos do mal" I%t >M5?J. &ssa oraLão reflecte
novamente a tensão espiritual que e;iste entre o dever dos crentes e poder de
+eus.
&;erciteHse imperativo tradu uma média atual de 9atergaomai e
indica um comando que tem uma nfase contínua. A idéia éM "/ontinuar a
traalhar fora de sua conclusão, a realiaLão final." 0eautjn, aqui traduida
seu, na verdade, tem o significado mais enf!tico de "seu próprio país." '
comando é para os crentes a faer um esforLo contínuo, sustentado para
traalhar fora até a conclusão final a sua salvaLão, que foi graciosamente
concedido a eles por +eus através de sua fé em $esus /risto.
' princípio de traalhar a salvaLão tem dois aspectos. A primeira di
respeito V conduta pessoal, fiel, oediente vida di!ria. 7al oedincia,
oviamente, envolve compromisso ativo e esforLo pessoal, para que a
&scritura est! repleta de medidas liminares, tanto negativos como positivos. '
pecado em cada formul!rio deve ser renunciado e colocado fora e sustituído
pelo pensamento #usto. 's crentes devem se purificar "de toda a imundícia da
carne e do espírito, aperfeiLoando a santificaLão no temor de +eus" I3
/oríntios. M5J, definindo as suas mentes "sore as coisas do alto, não nas
coisas que estão na terra", porque morremos para o pecado e suas vidas estão
agora "escondida com /risto em +eus" I/ol. ?M3H?J. Assim como eles, uma
ve ", apresentado memros \seus] como escravos V impurea e V iniqidade,
resultando em ilegalidade ainda mais", eles deveriam "agora presente \seus]
memros como escravos da #ustiLa, resultando em santificaLão" I-m >M5=J,
andar "de modo digno da vocaLão a que \eles] tm sido chamados" I&f DM5J.
' apóstolo e;orta os coríntios a um esforLo intenso de viver a vida
cristãM
Não saeis vós que os que correm no est!dio, todos correm, mas só
um ganha o prmio /orrei de tal maneira que voc pode ganhar. 7odos os
que competem nos #ogos e;erce domínio próprio em todas as coisas. &les,
então, faHlo para receer uma coroa corruptível, mas nós uma incorruptível.
Por isso eu corro de tal forma, como não sem metaU &u cai;a de tal forma,
não comopara
escravo, atendo no ar, mas
que, depois de eueuterdisciplino o meu
pregado aos corpoeuemesmo
outros, faLo dele
nãomeu
ser
desclassificado. I5 /or. =M3DH3J
*uas palavras mais tarde na presente carta tamém e;igem vida cristã
agressivoM
Não que eu #! tenha otido ou #! se tornaram perfeito, mas prossigo
para que eu possa lanLar mão do que para o qual tamém fui alcanLado por
/risto $esus. (rmãos, eu não me considero como tendo se apegaram dele
ainda, mas uma coisa faLoM esquecendo o que fica para tr!s e avanLando para
as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prmio da vocaLão celestial de
+eus em /risto $esus. Camos, portanto, a todos quantos somos perfeitos,
tenhamos este sentimentoU e se em alguma coisa voc tem uma atitude
diferente, +eus ir! revelar que tamém a vós, no entanto, vamos continuar a
viver por esse mesmo padrão a que temos alcanLado. IFilipenses ?M53H5>J
&le e;ortou 7imóteoM "Foge dessas coisas \mal], homem de +eus, e
segue a #ustiLa, a piedade, fé, amor, perseveranLa e mansidão. /omate o
om comate da fé, toma posse da vida eterna para a qual foste chamado, e
voc fe a oa confissão na presenLa de muitas testemunhas "I5 7im >M55H
53U. /f DM5BH5>.U 0e. 53M5H?J. Para o Paul /olossenses escreveuM
Assim, aqueles que foram escolhidos de +eus, santos e amados,
colocar em um coraLão de compai;ão, ondade, humildade, mansidão e
pacinciaU rolamento uns com os outros, e perdoandoHvos uns aos outros,
quem tem uma quei;a contra ninguém, assim como o *enhor vos perdoou,
assim tamém voc deveria. & além de tudo isto sore o amor, que é o
perfeito vínculo de união. +ei;e a pa de /risto domine em vossos coraLYes,
para que de fato voc fostes chamados em um corpo, e ser grato. Que a
palavra de /risto haite em vós, com toda a saedoria, ensinando e
admoestando uns aos outros com salmos, hinos e cSnticos espirituais,
cantando com gratidão em vossos coraLYes a +eus. FaLa o que fier em
palavra ou aLão, faeiHo em nome do *enhor $esus, dando por ele graLas a
+eus Pai. I/ol. ?M53H5U.. /f vv BH55J
*e viver a vida cristã fosse apenas uma questão de rendiLão
rendimento e passiva, de "dei;ar ir e dei;ar +eus", então tais admoestaLYes
não só seria supérfluo, mas presunLoso. %as essas liminares, e muitos outros
como eles toda a Palavra de +eus, pressupYe responsailidade pessoal dos
crentes para a oedincia. &les devem escolher para viver dignamente, para
desenvolver
perceendo quesuatodo
salvaLão
o poderna
paravida
que adi!ria, enquanto
oedincia vem doao&spírito
mesmodetempo,
+eus.
' segundo aspecto de traalhar para fora a salvaLão é a perseveranLa,
de oedincia fiel até o fim. A salvaLão tem trs dimensYes de tempoM
passado, presente e futuro. A dimensão do passado é que a #ustificaLão,
quando os crentes colocaram sua fé em $esus /risto como *alvador e *enhor
e foram resgatados. A dimensão atual é a santificaLão, o tempo entre a
#ustificaLão de um crente e sua morte ou o arreatamento. ' aspecto futuro é
a glorificaLão, quando a salvaLão est! concluída e os fiéis receerão seus
corpos glorificados. 's crentes, portanto, ter sido salvas, estão sendo salvas, e
ser! salvo. &les devem uscar a santificaLão nesta vida para o tempo de
glorificaLão. &m que os crentes momento glorioso ver! o *enhor "face a face"
e conhecer plenamente mesmo quando eles são totalmente conhecidos I5 /or.
5?M53J. &les "serão como &le, porque \eles] vão vHlo como &le é" I5 $oão
?M3J. Foi por esse momento glorioso que Paulo tão profundamente dese#ava.
'lhando para a frente a esse tempo, ele e;clamouM
%ais do que isso, eu conto tudo para ser perda de vista do valor
sulimidade do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por quem sofri a
perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas o li;o para que eu possa ganhar a
/risto, e pode ser achado nele, não tendo a minha #ustiLa derivada da )ei, mas
a que vem pela fé em /risto, a #ustiLa que vem de +eus com ase na fé, para
que eu possa conhecH)o e poder da *ua ressurreiLão ea comunhão dos seus
sofrimentos, conformando a sua morteU para que eu possa chegar V
ressurreiLão dentre os mortos. Não que eu #! tenha otido ou #! se tornaram
perfeito, mas prossigo para que eu possa lanLar mão do que para o qual
tamém fui alcanLado por /risto $esus. (rmãos, eu não me considero como
tendo se apegaram dele ainda, mas uma coisa faLoM esquecendo o que fica
para tr!s e avanLando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo
prmio da vocaLão celestial de +eus em /risto $esus. IFilipenses ?M@H5DJ
Porque a realiaLão dessa esperanLa era uma certea divinamente
decretada, Paulo podia dier com total confianLa que "a salvaLão est! mais
perto de nós do que quando no princípio cremos" I-om. 5?M55J. &mora
ainda não este#a concluído, o testemunho da &scritura é de que a salvaLão de
cada crente é asolutamente segura.
No *ermão do %onte, $esus declarouM "Aquele que perseverar até o
fim, ser! salvo" I%t 3DM5?J. Paulo e Earnaé e;ortou os novos crentes em
Antioquia da Pisídia "para continuar na graLa de +eus" IAtos 5?MD?J e
encora#ou "a continuar
declarou que +eus dar!na fé" I5DM33J.
a vida &m sua
eterna "para cartaque,
aqueles V igre#a
comde -oma, Paulo
perseveranLa em
faer em, procuram glória, honra e imortalidade" I-m 3MU. /f 55M33J. &le
prometeu aos /olossenses que /risto iria apresent!Hlos diante de +eus Pai
"irrepreensível e acima de qualquer suspeitaHse de fato \eles] continue na fé
firmemente estaelecida e firme, e não se afastou da esperanLa do evangelho
que \eles] tm ouvido" I/ol. 5M33H3?J. &le advertiu a 7imóteoM "Preste muita
atenLão para si mesmo e ao seu ensinoU perseverar nessas coisas, pois quando
voc fier isso voc ir! garantir salvaLão tanto para si e para aqueles que
ouvem" I5 7im DM5>.J. ' escritor de 0ereus oservaM "Nós nos tornamos
participantes de /risto, se retivermos firmemente o princípio da nossa
confianLa até ao fim" I0 ?M5DU cf @M=U. 54M?@H?=U. /f $ames 5M33H3BJ. &m
cada uma de *uas cartas Vs sete igre#as da Zsia, o *enhor descreveu como
crentes vencedores IAp 3M, 55, 5, 3>, ?MB, 53, 35J.
A perseveranLa na fé é o dever de todo crente verdadeiro, e ainda não
o poder de sua seguranLa. X, no entanto, a prova inequívoca e inevit!vel da
operaLão poder divino na alma I/ol. 5M3=J.
's crentes perseveram porque o poder de +eus mantém sua salvaLão
segura. $esus repetidamente enfatiou que a verdade. Para as multidYes em
/afarnaum, &le declarou enfaticamente que "tudo o que o Pai me d! vir! a
mim, e aquele que vem a mim de maneira nenhuma o lanLarei fora. &sta é a
vontade daquele que me enviou, que de tudo o que ele me deu eu perder nada,
mas que o ressuscite no Rltimo dia "I$oão >M?, ?=J. %ais tarde, em
$erusalém, &le declarouM "+ouHlhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e
ninguém as arreatar! da minha mão. %eu Pai, que lhes deu para mim, é
maior que tudo e ninguém pode arreat!Hlas da mão do Pai "I$oão 54M3@H3=U
cf 5M3, 53, 3D,. 5@M4= J. Anteriormente, em Filipenses, Paulo escreveu que
estava "confiante isto mesmo, que aquele que comeLou oa ora em vós h! de
complet!Hla até o dia de /risto $esus" I5M>J. Pedro deu aos crentes uma
garantia semelhante, diendo que eles "são protegidos pelo poder de +eus
através da fé para a salvaLão preparada para ser revelada no Rltimo tempo" I5
Pedro 5MBJ.
+o comeLo ao fim, toda a ora divina da salvaLão est! so controle de
+eus. &m uma passagem emHamado Paulo escreveuM
*aemos que +eus fa com que todas as coisas cooperam para o em
daqueles que amam a +eus, daqueles que são chamados segundo o seu
propósito.
para seremPara aqueles que
conformes de antemão
V imagem de *euconheceu,
Filho, tamém
para queos &le
predestinou
se#a o
primognito entre muitos irmãos, e estes aos que predestinou, tamém
chamouU e estes aos que chamou, tamém #ustificouU e estes aos que
#ustificou, tamém glorificou. I-m @M3@H?4J
Aos efésios ele escreveu, "Porque pela graLa sois salvos, mediante a
fé, e isto não vem de vós, é dom de +eus, não como resultado de oras, para
que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em /risto $esus para
oas oras, as quais +eus de antemão preparou para que and!ssemos nelas
"I&f 3M@H54J.
Assim, a chamada para os crentes para traalhar a sua salvaLão é
encontrada por todo o Novo 7estamento. (sso é #usto e adequado, uma ve
que é uma chamada para o necess!rio empenho por parte do crente que é um
préHrequisito para as alegrias, nLãos e utilidade da santificaLão.
#eu* raa(:a e
Ooc Parte;2+ )a)e(
de #eu* na
Santificação 11
&'i(i)en*e* 2+13-
)oi* = #eu* ue efetua e oc* tanto o uerer uanto o rea(iar de
acordo co a oa ontade de(e. I3M5?J
/omo o capítulo anterior afirmou, h! dois erros iguais e opostos em
que os cristãos podem cair sore a doutrina da santificaLão. Por um lado,
quietistas salientar o papel de +eus na santificaLão, para a virtual e;clusão de
qualquer esforLo humano. Pietistas, ao contr!rio, enfatiam esforLo próprio
em detrimento da confianLa no poder de +eus. &m Filipenses 3M53H5?, o
apóstolo Paulo
verdadeira evita amos
visão equilirada os e;tremos nãoHílicos, e apresenta a
da santificaLão.
7endo apresentado a responsailidade do crente na santificaLão em
3M53, Paulo no versículo 5? focados em papel de +eus na santificaLão do
crente. &nquanto o crente est! a traalhar "fora", +eus est! traalhando
"dentro" Na verdade, para além da realidade do versículo 5?, o cumprimento
do versículo 53 seria impossível.
$esus salientou que a verdade no +iscurso do /en!culo, dado aos
seus discípulos na noite antes da *ua morteM "Permanecei em %im, e &u em
vós. /omo o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na
videira, assim tamém vós se não permanecerdes em mim. &u sou a videira,
vós os ramosU quem permanece em %im e &u nele, esse d! muito fruto,
porque sem %im nada podeis faer "I$oão 5BMDHBJ.
Neste versículo, Paulo indica a ora divina para a santificaLão,
enfatiando cinco características fundamentais a respeito de +eusM *ua
pessoa, *eu poder, *ua presenLa, *eu propósito e *ua vontade.
*8A P&**'A
)oi* = #eu* I3M5?aJ
A primeira verdade sore a parte de +eus na santificaLão dos crentes é
a sua personalidade, o que fica claro pelos pronomes pessoais que e seu e
pelos veros e vai para o traalho.
+ivindades pagãs maioria são descritos como impessoal, remoto, e
indiferente.
por homens(sso do não é surpreendente,
medo porque %esmo
e da superstiLão. os falsosaqueles
deuses são
quefaricados
possuem
características pessoais não são retratados como dese#ando comunhão com
seus adoradores. /ompreensivelmente, seus adoradores não tm dese#o de
comunhão com eles. 8ma ve que esses falsos deuses estão frentes de
demWnios, que os demWnios não representando as divindades é só m! e
pre#udicial. (sso garante que eles são adorados apenas com o o#ectivo de
apaiguamentoHnegativa para ameniar a ira das divindades e, portanto, para
evitar prolemas, e positivamente para oter enefícios de saRde,
prosperidade, energia e outros.

%as
não tenta o +eus
provar quevivo
+euse verdadeiro da porque
é uma pessoa &scritura
eleé assume
real e pessoal. A Eília
que a realidade.
&m amos os testamentos, ele é falado em termos antropomórficos Icom
aparncia humanaJ, como ter olhos e ver, de ter ouvidos e ouvir, de ter os pés
e andar, de amar e odiar, chorando e rindo, condenando e perdoando. &le
pensa, sente, age e falaHtodos os elementos da personalidade. /omo uma
pessoa, &le tem uma preocupaLão pessoal para a humanidade, e
especialmente para seus filhos. &ssa preocupaLão pessoal é visto em *ua ora
nos crentes.
' +eus da &scritura tem amor inimagin!vel para caídos, a
humanidade
desprearam. pecadora,
&le tem umque se tão
amor reelou
grandecontra ele,",lasfemavam
para eles que deu o seudele,
Filhoe
unignito, para que todo aquele que nele cr não pereLa, mas tenha a vida
eterna. Porque +eus não enviou o Filho ao mundo para #ulgar o mundo, mas
que o mundo se#a salvo por &le "I$oão ?M5>H5J. Não é a vontade do *enhor
"que nenhum pereLa, mas que todos cheguem ao arrependimento" I3 Pedro
?M=J.
Para aqueles que pertencem a &le, o +eus da &scritura tem amor ainda
maior e mais pró;imo das relaLYes pessoais. No Antigo 7estamento I(saías
>?M5>U >DM@J, e especialmente no Novo Icf. %t BM5>, DB, D@,. >M5, =U 3?M=J, &le
é referido como Pai de seu povo. Adão e &va, %oisés e muitos outros santos
do Antigo 7estamento falava com +eus diretamente. "' *enhor falava com
%oisés face a face, assim como um homem fala ao seu amigo" I&;. ??M55J. '
profeta %alaquias escreveu que
aqueles que temiam ao *enhor falavam uns aos outros, e que o *enhor
deu atenLão e ouviu, e um memorial foi escrito diante dele para aqueles que
temem o *enhor e que estima o seu nome. "&les serão %ine", di o *enhor
dos &;ércitos, "no dia em que eu preparo minha própria possessão, e eu vou
poup!Hlos como um homem poupa a seu filho que o serve." I%l ?M5>H5J
' /riador onipotente, onisciente e onipresente e *ustentador do
universo ama *eus filhos com amor eterno e ondade. +eus protegeHlos de
acordo com a *ua alianLa eterna, promessas e perdoa e purifica com a graLa
eterna através de *eu Filho, e apela, presentes, e capacitaHlos pelo *eu
&spírito para o serviLo espiritual, com um impacto eterno. &le santifica e
glorifica aqueles que &le #ustificou, traendoHos para o seu reino celestial para
viver com &le por toda a eternidade.
Não admira que Paulo e;ultavaM
 profundidade das riqueas, tanto da saedoria como do
conhecimento de +eusT Quão insond!veis são os seus #uíos e inescrut!veis
os seus caminhosT Para quem conheceu a mente do *enhor, ou que se tornou
seu conselheiro 'u quem primeiro deu a &le que poderia ser pago de volta
para ele novamente Porque dele e por meio dele e para ele são todas as
coisas. A ele se#a a glória para sempre. Amen. "I-m 55M??H?>J

*&8 P'+&-
quem efetua I3M5?bJ
A segunda verdade essencial enfatiar aqui sore a parte de +eus para
a santificaLão dos crentes é o *eu poder divino. Acima de tudo, é +eus quem
est! no traalho na vida de *eus filhos. &le chamaHos a oedecer, e, em
seguida, através de seu poder soerano, faculta a sua oedincia. &le os
chama a *eu serviLo, e depois hailita o seu serviLo. &le os chama V
santidade, e, em seguida, os hailita a uscar a santidade.
' traalho é a partir do energej vero, a fonte de energia palavra
(ngls. +eus energia *eus filhos, de oedecer e servir a +eus, seu poder
permite a sua santificaLão. /omo oservado no capítulo anterior, os crentes
não podem faer nada santo ou #usto em seu próprio poder ou recursos. Assim
como ninguém pode ser #ustificado pela ora da carne I-om. ?M34J, de modo
que ninguém pode ser "aperfeiLoado \santificado] pela carne" I1al. ?M?J.
Paulo confessou que "nada de om haita em mim, isto é, na minha carne,
para o disposto est! presente em mim, mas o de faer o em não é" I-om.
M5@J. &le confessou que "pela graLa de +eus sou o que sou, e sua graLa para
comigo não vão provar, mas tenho traalhado mais do que todos eles, não eu,
mas a graLa de +eus comigo" I5 /or . 5BM54J. &le incentivou os coríntios a
"sede firmes e constantes, sempre aundantes na ora do *enhor," porque ele
podia assegurarHlhes "que lauta \deles] não \era] em vão no *enhor" Iv. B@J.
Paulo não suestimar a importSncia da oedincia fiel. %as ele saia que,
su#acente a todo o serviLo aceit!vel é o poder da graLa de +eus. "Não é que
são adequados em nós mesmos para considerar qualquer coisa como vinda de
nós mesmos", escreveu ele, "mas a nossa adequaLão é de +eus" I3 /oríntios.
?MBJ. &le lemrava aos &fésios que ele "foi feito ministro, segundo o dom da
graLa de +eus que foi dada a \ele] de acordo com a operaLão do seu poder", e
se alegrou, "'ra, Vquele que é poderoso para faer infinitamente mais além
daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que funciona dentro de
nós, a &le se#a a glória na igre#a e em /risto $esus por todas as geraLYes para
todo o sempre. Amém "I&f ?M, 34H35J.
Antes de $esus deu a 1rande /omissão, "Faei discípulos de todas as
naLYes, atiandoHos em nome do Pai e do Filho e do &spírito *anto,
ensinandoHos a oservar tudo quanto vos ordenei, e eis que estou convosco
todos os dias, até o fim da idade ", ele lemrou aos discípulos que" toda a
autoridade \ou poder] foi dada a mim no céu e na terra "I%t 3@M5@H34J. &
antes que &le deu a chamada final para "sereis minhas testemunhas tanto em
$erusalém como em toda a $udéia e *amaria, e até mesmo a mais remota parte
da terra", &le prometeu aos discípulosM "(des receer uma forLa, a do &spírito
*anto, que descer! sore vós "IAtos 5M@J.
X importante que os crentes ministrar uns aos outros, porque essa é a
vontade de +eus I1l BM5?J. X tamém a vontade de +eus que os pregadores e
professores ministro para a igre#a I&fésios DM55H5?J. X importante que o santo
ministro an#os aos crentes, porque +eus envia esses "espíritos
ministradores ... para prestar serviLo para o em daqueles que hão de herdar a
salvaLão" I0 5M5DJ. %as acima de tudo, o próprio +eus é o recurso dos
crentes supremo e indispens!vel e poder. A maravilha de todas as maravilhas
é que é +eus quem est! no traalho em si. Paulo resumiu tudo em
/olossenses 5M3=, quando disseM "&u traalho, lutando segundo a sua
potncia, que traalha poderosamente dentro de mim."
X por essa raão que a santificaLão continuar! ao longo da vida do
crente I5M>J. Aqueles a quem +eus #ustifica &le invariavelmente santifica. &le
vai realiar a *ua vontade por salvar e preservar aqueles que vm a &le I$oão
>MD4, DDJ. +avi entendeu que grande verdade, quando escreveuM "' *enhor é
meu pastor" I*l 3?M5J. &le saia que não faltaria nada que ele precisava Iv. 5J,
que +eus iria protegHlo Iv. DJ e orient!Hlo Iv. ?J. Acima de tudo, +avi tinha a
certea divina de que ele viveria para sempre na presenLa de +eus Iv. >J.
No que talve se#a a passagem mais magnífica declarando preservaLão
de +eus dos crentes Paulo escreveuM
Que diremos, pois, a estas coisas *e +eus é por nós, quem ser!
contra nós Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas entregouH)o por
todos nós, como não tamém com &le nos dar! graciosamente todas as
coisas Quem intentar! acusaLão contra os escolhidos de +eus +eus é
aquele que #ustifica, quem é aquele que condena /risto $esus é Aquele que
morreu, sim, sim, que foi criado, que é V direita de +eus, e tamém intercede
por nós. Quem nos
ou perseguiLão, separar!
ou fome, ou do amoroudeperigo,
nude, /ristoou*er! triulaLão,
espada Assim ou angRstia,
como est!
escritoM "Por tua causa, estão a ser condenado V morte o dia todo, fomos
considerados como ovelhas para o matadouro." %as em todas estas coisas
somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou. Pois estou
convencido de que nem morte, nem vida, nem an#os, nem principados, nem
coisas presentes, nem coisas por vir, nem poderes, nem altura, nem
profundidade, nem qualquer outra criatura poder! separarHnos do amor de
+eus, que est! em /risto $esus nosso *enhor. I-m @M?5H?=J
' renascimento so o rei &equias ilustra a +eus no traalho na vida
de *eu povo. &sse traalho espiritual forte comeLou com a restauraLão do
templo. &equias corados os levitas, "santificaiHvos agora, e consagrar a casa
do *enhor, o +eus de vossos pais, e levar a imundícia para fora do lugar santo
.... %eus filhos, não se#ais negligentes, pois o *enhor te escolheu para estar
diante d&le, para ministrar a &le, e para serem seus ministros e incenso
queima "I3 /r. 3=MB, 55J. No dia seguinte, "o rei &equias se levantou cedo e
reuniu os príncipes da cidade e foi até a casa do *enhor" Iv. 34J. %ais tarde,
ele chamou toda a cidade #untos, e todos "se alegrava com o que +eus tinha
preparado para o povo" Iv. ?>J. /ontinuando sua usca de reavivamento
espiritual, "&equias enviou mensageiros por todo o (srael e $ud! e escreveu
tamém cartas a &fraim ea %anassés, para que viessem V casa do *enhor em
$erusalém para celerar a P!scoa ao *enhor +eus de (srael" I?4M 5J. 8m
decreto foi distriuído em todo o país, chamando as pessoas para a festa da
P!scoa, h! muito tempo negligenciado. ' edital incluiu uma advertncia e
uma promessaM

Não endurecer o pescoLo como vossos pais, mas renderHse ao *enhor


e entrar no *eu santu!rio que ele consagrou para sempre, e servi ao *enhor
vosso +eus, que *ua ardente ira se desvie de voc. Porque, se voc voltar
para o *enhor, vossos irmãos e vossos filhos encontrarão misericórdia perante
aqueles que os levou cativo e retornar! a esta terra. Pois o *enhor vosso +eus
é clemente e compassivo, e não vai virar o rosto para longe de voc se voc
voltar a &le "Ivv. @H=J.
As pessoas responderam favoravelmente porque "a mão de +eus
tamém estava em $ud!, para darHlhes um coraLão para faer o que o rei e os
príncipes ordenaram pela palavra do *enhor" Iv. 53J. +eus ordenou a *eu
povo a voltar para &le e, em seguida, deuHlhes o coraLão para faHlo,
graciosamente energiar o cumprimento de seu comando.

*8A P-&*&N_A
em vocês I3M5?cJ
A terceira verdade essencial sore a parte de +eus para a santificaLão
dos crentes é a *ua presenLa divina. A preposiLão em é muitas vees
caracteriado nos escritos de Paulo como ele registra a verdade amado que
$esus /risto haita nos crentes Icf. -om @M=H54U.. 1al 3M34U /olossenses
5M3J. ' próprio *enhor falou de *ua presenLa haita em $oão 5M33H3?M "A
glória que me conferiste eu dei para eles, que eles se#am um, como Nós
somos um, eu neles e tu em mim, que eles se#am perfeitos em unidade, para
que o mundo conheLa que tu me enviaste, e os amava, como tamém amaste
a mim. "
+avi entendeu e viraram com a realidade da presenLa contínua do
*enhor com eleM "Coc e;amina o meu caminho eo meu deitar, e estão
intimamente familiariado com todos os meus caminhos" I*l 5?=M?J. /omo
mencionado acima, o *enhor era o seu pastor, que nunca aandonaram ou
negligenciaramHlo ou não para protegHlo e prover aundantemente para as
suas necessidades I*almo 3?J. +e maneiras que estão muito além da
compreensão humana, +eus haita em seu povo, tanto como indivíduos e
coletivamente na igre#a. $esus prometeu aos discípulos e todos os crentes do
futuroM "&u rogarei ao Pai e &le vos dar! outro /onsolador, para que fique
convosco para sempre, que é o &spírito da verdade, que o mundo não pode
receer, porque não v &le ou conhecH)o, mas vós o conheceis, porque &le
haita convosco e estar! em vós "I$oão 5DM5>H5U. cf At 5M@J. 7alve por
causa da sua imaturidade e do mundanismo, Paulo lemrou aos coríntios de
que a verdade, pelo menos, trs vees. "Não saeis que sois santu!rio de +eus
e que o &spírito de +eus haita em vós" I5 /or. ?M5>J, ele perguntou,
retoricamente. %ais tarde, ele acrescentouM "Não saeis que o vosso corpo é
templo do &spírito *anto que haita em vós, o qual tendes da parte de +eus, e
que não sois de vós mesmos" I>M5=J. &m sua segunda epístola que ele
escreveu, "Nós somos o templo do +eus vivo, e;atamente como +eus disseM
&u vou haitar neles e entre eles andarei, e eu serei o seu +eus e eles serão o
meu povo " I3 . /or >M5>U.. cf &; 3=MDBU 0 5?MBJ..
+eus traalha incessantemente para o emHestar de seu povo I-m
@M3@J. *ua santidade, saedoria, poder, amor, presenLa e misericórdia infinita.
7endo comeLado a sua vida nova em /risto através do poder do *eu &spírito,
os crentes são aperfeiLoadas por esse mesmo poder divino. Porque alguns
crentes nas igre#as da 1al!cia estavam procurando viver por sua própria
saedoria e recursos, Paul perguntou em desesperoM "Coc é tão tolo 7endo
comeLado pelo &spírito, que est! agora a ser aperfeiLoado pela carne "I1al.
?M?J.

*8A F(NA)(+A+&
tanto o uerer uanto o rea(iar I3M5?dJ
A quarta verdade essencial enfatiar aqui, que é o cerne da ora de
+eus na santificaLão dos crentes, é o seu propósito divino. &sse propósito é
revelado pelo que &le energia os crentes a faer a vontade e ao traalho.
A frase tanto o querer e traalhar é melhor interpretado como se
referindo não V vontade de +eus e traalhar, mas para que de crentes. A
vontade de faer o que é reto diante de +eus deve preceder qualquer traalho
efica, que é feito para esse fim. 8m dese#o genuíno de faer a vontade de
+eus, em como o poder de oedecHla, se srcina com ele.
Para que é de 7helo, que se refere V escolha, pensativo proposital, para
não mero capricho ou dese#o emocional. X o que o salmista tinha em mente
quando ele orouM "(nclina o meu coraLão para os teus testemunhos" I*l
55=M?>U. /f 554M?J e que &sdras falou quando ele relatou que "os chefes das
casas paternas de $ud! e Een#amim e os sacerdotes e os levitas se levantaram,
mesmo todos aqueles cu#o espírito +eus despertou, para suirem e reconstruir
a casa do *enhor que est! em $erusalém "I&sdras 5MBU. cf M3J. %ais tarde
&sdras deu graLas que +eus tamém inclinar o coraLão do rei Arta;er;es da
Pérsia para permitir que os #udeus "para enfeitar a casa do *enhor que est! em
$erusalém" IM3J. Provérios declara que "o coraLão do rei é como canais de
!gua na mão do *enhor, &le o inclina para onde quer" IProvérios 35M5J.
+eus usa dois meios para mover vontades dos crentes. A primeira é
que poderia ser chamado descontentamento santo, o reconhecimento humilde
de que a vida de alguém sempre fica aquém do padrão de santidade de +eus.
Quando (saías viu "o *enhor sentado num trono, alto e e;altado, com o trem
de *eu manto enchendo o templo", ele só pWde e;clamar em temor
reverencial, "Ai de mim, pois estou arruinadoT Porque eu sou um homem de
l!ios impuros, e haito no meio dum povo de l!ios impuros "I(s >M5, BJ.
/omo todos os #ustos, ele estava insatisfeito com o seu estado espiritual
insatisfaLão imensamente intensificado por essa e;perincia incrível. &mora
Paulo podia dierM "&stou consciente de nada contra mim", ele foi r!pido em
acrescentar, "mas não estou por isso asolvido" I5 /or. DMDJ. /omo cuidadosa
e honestamente como ele e;aminou sua vida, ele saia que sua percepLão
finita não poderia detectar todo pecado ou falha espiritual. *eu
descontentamento santo levou a lamentar em sua carta V igre#a de -oma,
"%iser!vel homem que eu souT Quem me livrar! do corpo desta morte
"I-om. M3DJ.
' segundo meio que +eus usa para mover vontades dos crentes é a
aspiraLão santa, o lado positivo de descontentamento santo. +epois que &le
infunde um ódio genuíno do pecado, &le cultiva um genuíno dese#o de
#ustiLa. +epois que &le fa descontentamento crentes com o que são, &le d!H
lhes a aspiraLão a uma maior santidade. Acima de tudo, é o dese#o de ser
como /risto, "para serem conformes V imagem do Filho \de +eus]" I-om.
@M3=J. &m Filipenses Paulo reRne seu próprio descontentamento santo e santa
aspiraLão, quando ele confessaM
Não que eu #! tenha otido ou #! se tornaram perfeito, mas prossigo
para que eu possa lanLar mão do que para o qual tamém fui alcanLado por
/risto $esus. (rmãos, eu não me considero como tendo se apegaram dele
ainda, mas uma coisa faLoM esquecendo o que fica para tr!s e avanLando para
as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prmio da vocaLão celestial de
+eus em /risto $esus. I?M53H5DJ
*anto determinaLão leva a uma vida santa. A piedosa vai produ
traalho piedoso.
&le não pode ser suestimada que somente +eus pode produir nos
crentes a vontade ou a ora que &le comanda uma delas. Para traalhar é de
energej, que refereHse a ser energiada e ativo em um empreendimento
particular. $ames oservou que "cada coisa oa dada e todo dom perfeito vem
do alto, descendo do Pai das lues" I7iago 5M5J. /ompreender que a
verdade,
dentre osomortos
escritoro de 0ereus
Pastor escreveuM
grande "'ra,através
das ovelhas o +eusdo
de sangue
pa, quedafe suir
eterna
alianLa, $esus, nosso *enhor, vos aperfeiLoe em toda oa coisa a faer *ua
vontade, operando em nós o que é agrad!vel diante dele, por $esus /risto
"I0ereus 5?M34H35J.
Assim como os crentes não são salvos por oas oras, mas
inteiramente pela graLa de +eus traalhando através de sua fé I&f 3M@H=J,
assim tamém eles são santificados pela *ua graLa traalhando através de sua
oedincia. &les são "feitura dele, criados em /risto $esus para oas oras, as
quais +eus de antemão preparou para que \eles] se andar nelas" de +eus Iv.
54J. Assim como os crentes são soeranamente predestinou para a salvaLão,
assim tamém eles estão predestinados a santificaLão. %ais uma ve,
-omanos @ é RtilM
Para aqueles que de antemão conheceu, tamém os predestinou para
serem conformes V imagem de *eu Filho, para que &le se#a o primognito
entre muitos irmãos, e estes aos que predestinou, tamém chamouU e estes aos
que chamou, tamém #ustificouU e estes aos que #ustificou, tamém glorificou.
I-m @M3=H?4J

*&8 P-A&-
de acordo co a oa ontade de(e. I3M5?eJ
A quinta e Rltima realidade essencial sore parte de +eus na
santificaLão dos crentes é a irrefut!vel verdade de que +eus traalha em sua
santificaLão para seu próprio praer. *ua vontade para os crentes é que eles
pensam e faer o que )he agrada. Apesar de que é realiado principalmente
pelo seu próprio poder, quando *eus filhos uscar a *ua vontade e faer a
*ua ora, que tra grande praer dele. 7radu oa vontade eudo9ias, que
e;pressa um grande praer e satisfaLão. Porque +eus é infinitamente autoH
suficiente, não se pode, mas pergunto como algo ou alguém, especialmente
um ser humano pecador, pode adicionar a seu contento. No entanto, esse é
claramente o que Paulo est! diendo. %esmo quando eles eram fracos,
vacilante, e com medo, $esus garantiu aos discípulosM "Não se#a reanho,
pouco de medo, porque a vosso Pai agradou darHvos o -eino" I)ucas
53M?3J. +ar um lugar em *eu reino a *eus filhos tra a +eus grande praer.
Porque a santificaLão dos crentes traHlhe satisfaLão, +eus concedeH
lhes os recursos para perseguiHlo. Paulo escreveu aos &fésios, que "o +eus e
Pai de nosso *enhor $esus /risto ... nos tem aenLoado com toda sorte de
nLão espiritual nas regiYes celestiais em /risto ... \e tem] feHnos
conhecer o mistério da sua vontade, segundo a sua intenLão tipo que &le
propWs em /risto "I&f 5M?, =J. Aos tessalonicenses, ele acrescentou que
+eus vai "cumprir todos os dese#os de ondade e ora da fé com poder" I3
7s. 5M55J.
%esmo quando se reelar contra &le, +eus ainda dese#a aenLoar
*eu povo se vira e oedecer. (saías respondeu a estas palavras de
encora#amento para (srael desoedienteM "Euscai ao *enhor enquanto se
pode achar, invocaiHo enquanto est! perto. +ei;e o ímpio o seu caminho, eo
homem maligno os seus pensamentos, e dei;!Hlo voltar para o *enhor, e &le
ter! compai;ão dele, e nosso +eus, porque grandioso é em perdoar "I(s.
BBM>HJ. Por intermédio de 'séias, o *enhor disse a *eu povo amado,
"/omo eu posso darHte, ó &fraim /omo posso entregarHlhe, ó (srael ...
%eu coraLão é entregue dentro de mim, todas as minhas compai;Yes V uma
se acendem. &u não vou e;ecutar minha ira, não vou destruir &fraim
novamente. Pois eu sou +eus e não um homem, sou *anto no meio, e não
vou entrar em ira "I'séias 55M@H=J.
Propósito dos crentes supremo é oedecer, adorar e glorificar a
+eus, e seu cumprimento desse propósito tra praer a ele. Que a verdade
magnífica é uma das muitas realidades Rnicas do cristianismo. ' +eus
soerano do universo tem praer pessoal em que &le mesmo inspira e
capacita seus filhos redimidos de ser e faer.
7odo cristão deve entender que a santificaLão leva o seu esforLo
mais !rduo, mas ainda assim é totalmente dependente do poder de +eus.
/omo muitas outras verdades das &scrituras, essas realidades aparentemente
irreconcili!veis são difíceis de entender. 7endo feito tudo que podem, os
crentes devem dar a +eus todo o crédito. Assim como o *enhor instruiu,
depois de terem feito "todas as coisas que são comandados," eles são a
confessarM "*omos escravos inRteis, fiemos apenas o que devíamos ter
feito" I)ucas 5M54J.
Pare de %ec(aar
&'i(i)en*e* 2+14;16- 12
'aça tudo *e ueia* ne di*cu**<e* )ara ue en:a a tornar;*e
)uro* e irre)reen*?ei* fi(:o* de #eu* incu()ei* no eio de ua
eração corro)ida e de)raada na ua( oc* ri(:a coo e*tre(a*
no unier*o retendo fireente a )a(ara da ida. A**i no dia de
Cri*to eu e oru(:arei de não ter corrido ne e e*forçado
inuti(ente. I3M5D5>J
A sociedade ocidental moderna é, de longe, a cultura mais próspera na
história da humanidade. &;ceto para os muito pores, as pessoas tm tudo
que eles precisam e muito do que eles querem, mas muitos são raramente
satisfeitas. /onsequentemente, a nossa é tamém sem dRvida a sociedade
mais descontentes que nunca. ` medida que a economia tornouHse cada ve
mais rica, as pessoas parecem mais descontentamento e quei;amHse mais com
cada geraLão que passa. *omandoHse o descontentamento são os mundos de
fantasia de filmes, televisão e pulicidade. 's meios de comunicaLão, para
criar insatisfaLão, continuamente assalto com a intenLão dos sentidos com
imagens sedutoras e, muitas vees irrealistas que foram descritos como
"perfeiLão pl!stica." Alimentando esse encantamento é a convicLão firme de
que a felicidade pessoal, emora fuga e inatingível, é o o#ectivo supremo de
vida.
8ma ve ouvi um sociólogo oservar que o homem moderno típico
#ovem vive em um estado de descontentamento somrio, sempre insatisfeito
com as coisas como elas são. Parte do prolema, sugeriu ele, são famílias
pequenas, em que menos crianLas são capaes de e;igir mais atenLão de seus
pais e não tm nada para compartilhar com os irmãos e irmãs. /ominado
com a riquea e ao materialismo, essa situaLão tende a produir egoístas e
autoHindulgentes crianLas que nunca se contentam com o que tm. &m ve de
dorar para as necessidades da família, como é necess!rio em famílias de
maiores dimensYes, as curvas da família para eles. Pais ausentes, passaram a
traalhar, faer compras, e #ogar, tentar soluLYes r!pidas para as demandas de
seus filhos, geralmente dandoHlhes o que eles querem parar o conflito.
/rianLas em situaLão que tem pouco dese#o de crescer, perceendo que a
sociedade adulta não ir! atender a seus caprichos. &les querem adiar as
responsailidades de um emprego, casamento e família e outros
compromissos, tais como tempo possível, porque essas coisas e;igem um
grau consider!vel de conformidade com os outros. Quando essas crianLas se
tornam adultos e não conseguem o que querem, quando querem, aumenta
descontentamento, assim como frustraLão, raiva, ansiedade e reclamando.
' descontentamento tamém gera impacincia, outra característica
definidora de nossos tempos. &ntre as causas aparentemente infinitas de
impacincia, hostilidade e, muitas vees, são as longas filas, interrupLYes, as
pessoas falam muito, as pessoas rudes, os preLos elevados, engarrafamentos,
motoristas imprudentes e es chorando. 's dois Rltimos tm realmente
tornarHse causas graves de criminalidade. %otoristas imprudentes muitas
vees produem raiva da estrada, que, com freqncia crescente, resulta em
tiros e até mesmo assassinato. Ees chorando levaram ao auso infantil, que,
ocasionalmente, resulta no assassinato de um e indefeso.
%ontagem descontentamento através dos anos produ o trauma de
uma assim chamada "crise da meia idade." &sse fenWmeno é a realidade de
que h! menos de vida pela frente do que atr!s, e os sonhos de felicidade estão
morrendo.
's mandamentos ílicos aos crentes para não reclamar Icf. 7iago
BM=, 5 Pedro DM=J são evidncias de que a igre#a não est! imune de
descontentamento. A igre#a tem ho#e mais de sua parcela de descontentes e
quei;osos. As pessoas muitas vees dei;am uma igre#a porque seus filhos não
gostam, ou porque estão insatisfeitos com algum aspecto menor de lideranLa,
organiaLão política, ou. (gre#as que promovem a autoHestima e autoH
realiaLão alimentar o fogo do descontentamento e reclamaLYes. (gre#as
dedicadas ao entretenimento e atender Vs necessidades sentidas tamém criar
e;pectativas para a satisfaLão superficial que continuamente tm para tentar
se encontrar.
Adão foi o primeiro reclamante. (mediatamente depois que ele
desoedeceu a +eus, ele culpou &va por seu pecado, quei;andoHse ao *enhor
que "a mulher que deu para estar comigo, ela me deu da !rvore, e eu comi"
I1n ?M53J. &m ve de culpar a si mesmo, ele culpou a +eus. Alguns anos
mais tarde, seu primognito, /aim, quei;ouHse amargamente a +eus que seu
castigo por ter assassinado seu irmão Ael era muito grave IDM5?H5DJ. %oisés
reclamou ao *enhor porque &le não liertar (srael do Faraó com rapide
suficiente I&;. BM33H3?J. +epois que +eus milagrosamente os livrou por
afogamento os egípcios perseguindo no %ar Cermelho, %oisés eo povo
cantou uma mRsica gloriosa de louvor ao *enhor I;odo 5BM5H5@J. %as
depois de passar apenas trs dias para o deserto, eles se quei;aram de novo,
porque a !gua em %ara não estava apto para eer. ' *enhor respondeu
graciosamente, faendo que a !gua doce e, em seguida, levandoHos a um o!sis
de &lim, "onde havia doe fontes de !gua e setenta palmeiras data, e
acamparamHse ali, ao lado das !guas" Ivv. 3?H3U. /f 5 M5HJ. Pouco depois,
no entanto, as pessoas estavam reclamando novamente, desta ve sore uma
suposta falta de alimentos I5>M3H@J.
+epois de /ale, $oshua, e os outros homens voltaram de espiar a
terra de /anaã, /alee "calar o povo perante %oisés e disseM Nós devemos
por todos os meios suir e tomar posse dela, pois certamente ir! super!Hlo"
INm 5?M?4J. /om e;ceLão de $osué e /alee, porém, os outros espiYes
estavam com medo e sem fé, diendo seu companheiro israelitas,

"Nós não somos capaes de ir contra o povo, pois eles são fortes
demais para nós." &ntão, eles deram para fora para os filhos de (srael
infamaram a terra que haviam espiado, diendoM "A terra pela qual nós foram,
em espionagem para fora, é uma terra que devora os seus haitantes, e todas
as pessoas que vimos nela são homens de grande tamanho. 7amém vimos os
nefilins Ios filhos de Anaque são parte do NephilimJ, e tornamoHnos como
gafanhotos aos nossos próprios olhos, e assim tamém éramos aos seus olhos
"Ivv. ?5H??J.
+evido a esses infiéis homens reclamandoM "7odos os filhos de (srael
murmurou contra %oisés e Arão, e toda a congregaLão lhes disseM" ';al!
tivéssemos morrido na terra do &gitoT 'u seria que tivéssemos morrido neste
desertoT "I5DM3J. &les, então, murmurou contra +eus, diendoM "Por que nos
tra o *enhor a esta terra, para cairmos V espada Nossas mulheres e nossos
pequeninos serão por presaU Não seria melhor para nós voltarmos para o
&gito "&ntão eles disseram um ao outroM Camos nomear um líder e voltar
para o &gito" Ivv. ?HDJ. A reclamaLão se transformou em reelião aerta
como eles determinaram a pedra /alee e $osué, e talve a %oisés ea Arão,
assim Iv. 54J. &les re#eitaram o plano de +eus, os líderes escolhidos por
+eus, e +eus mesmo. &m resposta,
' *enhor disse a %oisésM "Até quando este povo me re#eitar & quanto
tempo não acreditam em mim, apesar de todos os sinais que tenho realiado
no meio deles /om certea ... todos os homens que viram a minha glória e
os meus sinais que eu realiei no &gito e no deserto, mas puseramHme V prova
estas de vees e não ouviu a minha vo, não estaelece nenhum ver! a terra
que eu #urei a seus pais, nem ninguém de quem me vHlo re#eitado .... +ieH
lhesM "&nquanto eu viver", di o *enhor , assim como voc tenho falado no
meu audincia, então eu certamente ir! faer para voc, sua cad!veres cairão
neste deserto, todos os seus homens numeradas, de acordo com o nRmero
completo de vinte anos para cima, que murmuraram contra mim .... +e acordo
com o nRmero de dias que voc espiaram a terra, quarenta dias, para cada dia
em que voc deve ter sua culpa um ano, até D4 anos, e voc vai saer minha
oposiLão. &u, o *enhor, o disse, certamente isso hei de faer a toda esta m!
congregaLão, que se sulevaram contra mim. Neste deserto eles devem ser
destruídos, e l! eles vão morrer. "Quanto aos homens que %oisés enviou a
espiar a terra e que voltou e fe toda a congregaLão resmungar contra ele,
traendo um relatório ruim sore a terra, mesmo aqueles homens que
trou;eram o relatório de muito ruim da terra morreu por uma praga perante o
*enhor. ICv. 55, 33H3?, 3@H3=, ?DH?J
)emrando que o tempo tr!gico, Asafe lamentouM "Quantas vees se
reelaram contra ele no deserto, eo ofenderam no ermoT Novamente e
novamente tentaram a +eus, e doeu o *anto de (srael "I*l @MD4HD5J. 'utro
salmista escreveuM "&les desprearam a terra apraível, pois eles não
acreditam na *ua palavra, mas resmungou nas suas tendas, eles não deram
ouvidos V vo do *enhor" I*almo 54>M3DH3BJ.
-eferindoHse a esses mesmos tempos, Paulo avisou os coríntiosM
"FaLamos \não] tentar o *enhor, como alguns deles fieram, e pereceram
pelas serpentes. Nem murmureis, como alguns deles fieram, e pereceram
pelo destruidor "I5 /or. 54M=H54J. &m resposta Vqueles que se quei;am
porque +eus soeranamente "tem misericórdia de quem &le quer, e endurece
a quem ele dese#a", e que, em seguida, presunLosamente perguntarM "Por que
+eus ainda nos culpa  Para quem resiste V sua vontade "Paulo respondeuM"
Pelo contr!rio, quem é voc, ó homem, para questionar a +eus A coisa
moldada não vai dier ao que o formouM Por que me fieste assim, "ser! que
vai 'u não tem o oleiro poder sore o arro, faer do mesmo navio fi;o um
para uso honroso e outro para uso comum "I-m =M5@H35U.. /f (s 3=M5>U
DBM= U. $er 5@M>J. $udas advertiu de apóstatas que eram "murmuradores,
censura, seguindo as suas próprias concupiscnciasU falam arrogantemente,
pessoas lison#eiras para o propósito de ganhar uma vantagem" I$udas 5>J.
Na realidade, todas as quei;as de um crente fa é contra o *enhor e é
uma das mais feio dos pecados. & reclamando contra outros crentes é
especialmente grave, uma afronta a +eus, porque esses fiéis são *eus filhos.
$ames, portanto, advertiuM "Não reclame, irmãos, uns contra os outros, para
que vocs mesmos não pode ser #ulgado, eis que o $ui est! V porta" I7iago
BM=J. +a mesma forma, Pedro advertiuM "*e#a hospitaleiro com um outro sem
reclamar. \Pelo contr!rio], como cada um receeu um dom especial, empreg!H
lo em servir uns aos outros como ons administradores da multiforme graLa
de +eus "I5 Pedro DM=H54J.
Fracasso dos crentes de oa vontade, mesmo com alegria, sumeter V
vontade de +eus providencial é um pecado profundo e sério.
+escontentamento e reclamando são atitudes que podem tornarHse tão
haitual que quase não são notados. %as esses pecados gmeos demonstram
uma falta de confianLa em *ua vontade providencial, a graLa sem limites, e
infinita saedoria e amor. /onsequentemente, esses pecados são
especialmente odioso aos seus olhos e merecer *ua disciplina. /omo Paulo
e;plicou para o /orinthians, os numerosos relatos do Antigo 7estamento de
lidar grave de +eus com quei;as de (srael no deserto foi dado "como um
e;emplo, e foram escritas para nossa instruLão" I5 /or. 54M55J. $eremias
perguntouM "Por que qualquer mortal vivo, ou qualquer homem, oferecer
denRncia em vista de seus pecados" I)am. ?M?=J. *e isso é verdade de todos,
quanto mais ela se aplicam a crentes, cu#os pecados foram perdoados
graciosamente pelo *enhor
Para lidar com os reclamantes na congregaLão de Filipos e para além
dela, Paulo primeiro lhes ordena que parar de reclamar, então d!Hlhes motivos
para oedecer a esse comando.

' /'%AN+'  PA-& +& -&/)A%A-


'aça tudo *e ueia* ne di*cu**<e* I3M5DJ
A frase refereHse todas as coisas de volta para os dois Rltimos versos
I3M53H5?J e estaelece a atitude com que os crentes devem traalhar a sua
salvaLão. 7udo envolvido no processo deve ser feito sem murmuraLYes nem
contendas. Negativamente, a atitude !sica para traalhar a salvaLão é, sem
murmuraLYes nem contendas. Positivamente, como o apóstolo enfatia toda
esta carta, é uma atitude de determinaLão de "alegrarHse sempre no *enhor"
IFp DMDU ver tamém, por e;emplo, 5MD, 5@, 3BU 3M5@U DM 5J.
-esmungando é de gongusmos, uma palavra onomatopaica que soa
como o gutural, as pessoas murmurando sons costumam faer quando estão
descontentes. X uma resposta negativa a algo desagrad!vel, inconveniente, ou
decepcionante, decorrente da noLão de autoHcentrada que é imerecida. '
vero correspondente é usado dos traalhadores ressentidos que "resmungou
ao propriet!rio" para ser pago o mesmo que aqueles que só tinha traalhado
uma hora I%ateus 34M55J. &le tamém descreve os fariseus e escrias que
"comeLaram a resmungar em \de $esus] discípulos, diendoM Por que voc
come e ee com os pulicanos e pecadores" I)ucas BM?4J. &la é usada em
$oão >M>5 de certos discípulos professos que se sentiram ofendidos quando
$esus disseM "&m verdade, em verdade vos digo que, se não comerdes a carne
do Filho do 0omem e não eerdes o seu sangue, não tereis vida em vós
mesmos "Iv. B?J. Paulo usa o termo para descrever os israelitas no deserto,
que resmungou "e foram destruídos pelo e;terminador" I5 /or. 54M54J.
/ontenda é de dialogismos, que tem o significado de ase de
raciocínio interior e é o termo a partir do qual o di!logo (ngls palavra deriva.
%as logo desenvolveu as idéias mais específicas de questionar, duvidar, ou
disputando a verdade de uma matéria. &m -omanos 5DM5, a palavra é usada
de #ulgar em opiniYes de outro crente e em 5 7imóteo 3M@ é traduida por
"divergncias". /onsiderando resmungar é essencialmente emocional,
disputando é essencialmente intelectual. 8ma pessoa que continua a
murmurar
ele. e resmungar contra +eus acaar! por argumentar e discutir com
Por tr!s desse pecado é a realidade que, emora eles são cidadãos do
céu IFp ?M34J, os crentes vivem em um mundo decaído e não resgatados em
corpos I-omanos M5@U @M3?J. ' *enhor muitas vees leva os crentes através
de momentos de provaLão e de testes I7iago 5M3H?J e avisa que eles podem
esperar ser perseguidos por causa da sua fidelidade I%t BM54H53, $oão 5BM34J.
Assim, é inevit!vel que as circunstSncias nem sempre ser! favor!vel ou
agrad!vel.
Paul havia aandonado as muitas vantagens mundanas e privilégios
que ele tinha em sua vida anterior, contandoHos como menos do que nada IFp
?MDHJ. &le contou que um grande privilégio, no entanto, ser preso por causa
de /risto, que circunstSncia "acaou para o maior progresso do evangelho",
porque "a maioria dos irmãos, confiando no *enhor por causa do \seu] prisão,
\tinha] muito mais coragem para falar a palavra de +eus sem medo "I5M53,
5DJ. ' apóstolo dese#ava conhecer a /risto cada ve mais intimamente, a
partilhar "o poder da sua ressurreiLão, ea comunhão dos seus sofrimentos",
mesmo ao ponto de ser "conforme V sua morte" I?M54J. 7odos os crentes tm
"sido concedida por causa de /risto" o mesmo privilégio maravilhoso ", não
somente crer n&le, mas tamém de sofrer por causa dele" I5M3=J.
/ada circunstSncia da vida é para ser aceito de om grado e com
alegria, sem murmurar, denRncia, ou decepLão, revolta e muito menos. Não
h! e;ceLão. Não deve nunca ser uma disputa emocional ou intelectual
reclamando. X sempre pecaminoso para os crentes para reclamar qualquer
coisa que o *enhor os chama para faer ou sore qualquer circunstSncia que
&le soeranamente permite. *e a tarefa é difícil ou f!cil, se a situaLão envolve
uma nLãomais
testemunha ou um #ulgamento,
tarde as oatitudes
nesta carta, negativas
crescimento são proiidos.
espiritual /omo
do próprio Pauloeleo
levaram a apreciar esta atitudeM "&u aprendi a viver contente em qualquer
circunstSncia eu sou. &u sei como conviver com meios humildes, e eu
tamém sei como viver em prosperidade, em qualquer circunstSncia e
qualquer que eu aprendi o segredo de estar cheio e passando fome, tanto de
ter aundSncia e sofrer necessidade "IFilipenses DM 55H53J. *eu e;emplo
mostra que o comportamento #usto é possível.

A* -A&* PA-A PA-A- +& -&/)A%A-

)ara ue en:a a tornar;*e )uro* e irre)reen*?ei* fi(:o* de #eu*


incu()ei* no eio de ua eração corro)ida e de)raada na ua(
oc* ri(:a coo e*tre(a* no unier*o retendo fireente a )a(ara
da ida. A**i no dia de Cri*to eu e oru(:arei de não ter corrido ne
e e*forçado inuti(ente. I3M5B5>J
Paulo d! trs raYes pelas quais os crentes devem parar de reclamarM para seu
próprio em, por causa de um pecador, e por causa dos pastores.
P&)' P-P-('* A%'- +'* /-&N7&*

)ara ue en:a a tornar;*e )uro* e irre)reen*?ei* fi(:o* de #eu*


incu()ei* a
I3M5B J
Assim que tradu a grego con#unLão hina, a qual, quando utiliado
com um vero su#untivo como é aqui, indica uma cl!usula finalidade. 's
crentes devem parar de reclamar para que eles possam se tornar o tipo de
filhos de +eus, &le quer que se#am, ou se#a, sem culpa e inocente. 's cristãos
são filhos de +eus pela fé I$oão 5M53U 1al ?M3>.J, Por adoLão I-m @M5B, 3?U
1al DMB.J, & pelo nascimento espiritual I$oão 5M5?U ?M ?H>U 5 Pedro 5M3?J.
Porque eles são seus filhos, eles deveriam "ser imitadores de +eus" I&f. BM5JU
cada cristão est! em processo de tornarHse mais semelhante a /risto I3
/oríntios ?M5@.J. &sse processo inclui cada ve mais irrepreensíveis e
inocentes. Para aandonar resmungando e reclamando é uma parte essencial
de avanLar nesse processo.
(rrepreensível é de amemptos, que tem o significado da rai de ser
sem defeito. ' crente deve uscar ser sem defeito moral ou espiritual.
acarias e (sael, os pais de $oão Eatista, "eram amos #ustos diante de +eus,
andando sem repreensão em todos os mandamentos e as e;igncias do
*enhor" I)c 5M>J. Aos 7essalonicenses, Paulo e;pressou seu profundo dese#o
de que +eus iria "estaelecer coraLYes \sua] irrepreensíveis em santidade
diante de nosso +eus e Pai, na vinda de nosso *enhor $esus com todos os
*eus santos" I5 7s. ?M5?J. %ais tarde, em Filipenses, ele fala de si mesmo
como tendo sido "irrepreensível" na medida em que "a #ustiLa que h! na lei"
estava preocupado IFp ?M>J. ' escritor de 0ereus coment!rios que, "se
aquele primeiro fora sem defeito \amemptos], não teria havido nenhuma
ocasião procurava por um segundo" I0 @MJ.
(nocncio é de a9eraios, que tem o significado !sico de ser pura ou
não adulterado. ' termo foi usado para descrever o vinho puro que foi
misturadas com !gua e metal puro que não estava ligado. %etaforicamente,
a9eraios foi utiliada algumas vees do que era inofensivo ou inocente. $esus
ordenou a *eus discípulos a "ser astutos como as serpentes e inocentes como
as pomas" I%t 54M5>J. +a mesma forma, Paulo admoestou os romanos "para
ser s!io no que é om e inocente no que é o mal" I-om. 5>M5=J. A vida do
crente é ser asolutamente puro, sem mistura com o pecado eo mal.
Preocupado com o emHestar espiritual dos coríntios, imaturos, Paulo
escreveuM "&stou eloso de vós com elo de +eus, porque eu prometida a um
Rnico marido, de modo que a /risto eu possa apresent!Hlo como uma virgem
pura" I3 /or 55. M 3J.
/omo filhos de +eus, os cristãos tamém devem ser irrepreensível.
Amjmos IirrepreensívelJ est! intimamente relacionado com o seu significado
para amemptos Isem culpaJ, amas as palavras descrevem o que é sem defeito
ou imperfeiLão. Amjmos é usado v!rias vees na *eptuaginta, em relaLão aos
animais de sacrifício. %oisés prescreveu que um naireu "deve apresentar sua
oferta ao *enhorM um cordeiro de um ano, sem defeito para o holocausto e
uma ovelhaHcordeiro de um ano, sem defeito como oferta pelo pecado e um
carneiro sem defeito, para oferta de pa, "e que todos" os filhos de (srael
\deve] ... traer uma novilha vermelha sem defeito, em que não é defeito e em
que uma #unta nunca foi colocado "INm >M5DU 5=M3J.
%etaforicamente, amjmos foi usado de estar sem culpa ou culpa. '
car!ter dos filhos de +eus deve estar acima de qualquer culpa legítimo, crítica
ou censura. Paulo usa a palavra duas vees em &fésios, admoestando os
crentes a "serem santos e irrepreensíveis perante \/risto] ... para que pudesse
apresentar a si mesmo igre#a gloriosa, sem m!cula, nem ruga, nem coisa
semelhante, mas que ela iria ser santo e irrepreensível "I&f 5MDU BM3U /f. /ol.
5M33J. ' escritor de 0ereus usa amjmos do *enhor $esus /risto, diendoM
"Quanto mais o sangue de /risto, que pelo &spírito eterno se ofereceu a *i
mesmo sem m!cula a +eus, purificar! a nossa conscincia das oras mortas,
para servirmos ao +eus vivo" I 0e. =M5DJ, como tamém o Pedro, que fala
de +eus como "um cordeiro sem defeito e sem m!cula" I5 Pedro 5M5=J. /omo
qualquer outra virtude espiritual, sendo acima de qualquer reprovaLão é
impossível no próprio poder de um crente. X só o /risto imaculado e
incontaminado mesmo que "é capa de manter \os crentes] de tropeLos e para
faer \eles] estão na presenLa de *ua glória irrepreensível com grande
alegria" I$udas 3DJ. 's crentes estão em posiLão irrepreensível em sua
perfeita #ustiLa e necessidade de prosseguir esse padrão santo em sua pr!tica.
&screvendo a 7ito, Paulo d! o motivo supremo para a vida, pura
irrepreensívelM
'rnamento da doutrina de +eus, nosso *alvador em todos os aspectos.
Porque a graLa de +eus se manifestou, traendo salvaLão a todos os homens,
ensinandoHnos a renunciar V impiedade e os dese#os mundanos ea viver de
forma sensata, #usta e piedosa nesta era presente, olhando para a endita
esperanLa ea manifestaLão da glória do nosso grande +eus e *alvador, $esus
/risto, que deu a si mesmo por nós para nos resgatar de toda iniqidade, e
purificar para *i um povo para sua própria possessão, eloso de oas oras.
I7ito 3M54H5DJ
Após uma reve descriLão do "dia do *enhor \que] vir! como um
ladrão, no qual os céus passarão com grande estrondo e os elementos serão
destruídos com calor intenso, ea terra e as suas oras serão queimadas", Pedro
pergunta retoricamenteM "+esde que todas estas coisas são para ser destruído,
desta forma, que tipo de pessoas deveis ser em santo procedimento e
piedade," e depois fa o mesmo ponto na forma de uma advertnciaM
"Portanto, amados, uma ve que voc olha para estas coisas, ser diligente para
ser encontrado por ele em pa, sem m!cula e irrepreensíveis "I3 Pedro ?M54H
55, 5DJ.
P'- /A8*A +'* P&-+(+'*
no eio de ua eração corro)ida e de)raada na ua( oc*
ri(:a coo e*tre(a* no unier*o retendo fireente a )a(ara da
ida. I3M5B5>aJ
A segunda raão para não reclamar é o impacto negativo que tem
sore os incrédulos, os que pertencem a uma geraLão corrompida e perversa
descriLão geraLãoHa de todo o mundo incrédulo. 1eraLão refereHse V
populaLão em termos gerais, mundo para o sistema satSnico mal pelo qual
eles conduem suas vidas. A frase inteira geraLão corrompida e perversa é
emprestado de +euteronWmio ?3MB, onde %oisés descreve (srael infiel e
reelde como um povo que se tornaram "uma geraLão perversa e depravada".
Paulo aplica essa descriLão de (srael para a humanidade, não salva corruptos.
/roo9ed é de s9olios, referindoHse ao que é torto, curvado ou torcido. A
escoliose condiLão médica envolve uma curvatura anormal e desalinhamento
da coluna. ' termo foi usado metaforicamente de qualquer coisa que se
desvia de um padrão ou norma, e na &scritura, é muitas vees usado de coisas
que são moralmente ou espiritualmente corrupto. &le é usado na *eptuaginta
Ia traduLão grega do Antigo 7estamentoJ, onde *alomão fala de "aqueles que
dei;am as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos das trevasU que se
compraem em faer o mal e se regoi#am na perversidade do mal, cu#o
caminhos são tortos Is9oliosJ, e que são desonestos em seus caminhos
"IProvérios 3M5?H5BU. cf 35M@U 3@M5@J.
Perversos tradu uma forma de particípio do vero diastrephj, que
tem a mesma idéia !sica s9olios mas de uma forma mais activa e dinSmica.
$esus falou de um "incrédula e perversa \diestrammenk] geraLão" I%at.
5M5J. A multidão que estava diante de Pilatos e pediu a crucificaLão de
$esus acusou de "enganosa \ou perverter, diastrephonta] nossa naLão e
proiindo pagar triuto a /ésar, e diendo que ele mesmo é /risto, um rei"
I)ucas 3?M3J. Na ilha de Pafos, Paulo criticou duramente o mago e falso
profeta EarH$esus Iou &limasJ, diendoM "Cocs que estão cheios de todo o
engano e fraude, filho do diao, inimigo de toda a #ustiLa, voc não vai parar
para faer torta \diastrephjn] os retos caminhos do *enhor "IAtos 5?M54J.
C!rios anos mais tarde, ele advertiu os anciãos de Xfeso que "dentre os seus
próprios homens eus irão surgir, falando coisas perversas, para atraírem os
discípulos após si" IAtos 34M?4J.
A desonestidade e perversidade do mundo moderno são tão óvias e
penetrante que os e;emplos são mal necess!rio. A maior parte da cultura
moderna mudou radicalmente distorcida e desviada dos padrYes de +eus da
verdade e da #ustiLa. 7al como acontece com a igre#a da época de Paulo, a
igre#a de ho#e não e;istir perto do mundo corrompida e perversa, mas vive
inevitavelmente em seu meio. +evido ao desenvolvimento e;pansivo da
tecnologia das comunicaLYes, os cristãos de ho#e estão continuamente e
intensamente omardeados com linguagem vil, idéias e pr!ticas a um grau
que os crentes em dias anteriores nunca encontrou.
X a partir desta geraLão corrompida e perversa que as pessoas
precisam ser salvas. &m seu sermão de Pentecostes, Pedro e;ortou seus
ouvintes "com muitas outras palavras \como] ele testemunhou solenemente e
continuou e;ortandoHos, diendoM" *er salvo desta geraLão perversaT "IAtos
3MD4J. $esus identificou os escrias e fariseus, que e;igiram um sinal para
provar sua autenticidade como o %essias, como parte da "geraLão m! e
adRltera" I%t 53M3?, ?=U. /f v. DBJ.
&m *ua oraLão sacerdotal, $esus falou do mundo como odiar aqueles
que não são parte dela, ou se#a, aqueles que crem n&le I$oão 5M5D, 5>J. No
entanto, ele perguntou ao pai não "para tir!Hlos do mundo, mas para mantHlos
do mal" I5M5BJ. &le orouM "/onsagraHos na verdadeU tua palavra é a verdade.
/omo tu me enviaste ao mundo, tamém eu os enviei ao mundo ... que eles
se#am perfeitos em unidade, para que o mundo conheLa que tu me enviaste, e
os amava, como tamém amaste a mim "I$oão 5 M5H5@, 3?J. Civer com
fidelidade e puramente é uma condiLão indispens!vel para o cumprimento do
mandato do *enhor para levar *ua mensagem divina de salvaLão para um
mundo perdido no pecado.
Na primeira parte do verso 5B, Paulo fala do car!ter cristão, o que os
crentes devem ser I"irrepreensíveis e inocentes, filhos de +eus acima de
qualquer suspeita"J. Aqui ele fala sore o que os crentes estão a dier, o
conteRdo do que eles pregam e ensinam como astros no mundo. A maneira
que os crentes vivem como filhos de +eus tem um impacto dram!tico sore
como eles influenciam o mundo sem +eus ao seu redor. %as, assim como
doutrina correta sem car!ter direita é hipócrita e inefica, por isso tamém é
certo viver inefica se os crentes não estão proclamando a verdade do
evangelho. Para efetivamente realiar a 1rande /omissão de %ateus 3@M5=H
34, os cristãos devem aparecer como lueiros no mundo, em outras palavras,
"rilhar como lues." &m seu sentido literal, phjstkr IluesJ foi o mais usado
frequentemente das estrelas . 8sando o termo metaforicamente, Paulo declara
que os cristãos devem ser luminares espirituais e morais que irradiam a
verdade de +eus, a palavra da vida, em um universo de outra forma
pecaminosamente escuro.
+eus est! chamando *eu povo para ser lu para um mundo descrente
não comeLou com a igre#a do Novo 7estamento. +aniel declarou que
"aqueles que tm uma visão rilharão intensamente, como o rilho do
firmamento do céu, e aqueles que levam a muitos a #ustiLa, como as estrelas
sempre e eternamente" I+aniel 53M?J. (saías escreveu que o %essias havia de
ser "uma lu das naLYes para que \+eus] salvaLão até V e;tremidade da terra"
I(s D=M>U. /f D3M>J. &m -omanos, Paulo dirigiu os #udeus incrédulos que
ostentar o nome "#udeu" e invocar a lei e goam em +eus, e conhece a
*ua vontade e aprovas as coisas que são essenciais, sendo instruído na lei, e
estamos confiantes de que \eles próprios] são um guia para cegos, uma lu
para aqueles que estão nas trevas, um corretor da tolice, um professor do
imaturo, tendo na lei a incorporaLão do conhecimento e da verdade. I-m
3M5H34J
&m seguida, ele adverte severamenteM "Cocs, portanto, que ensinam
outra, não te ensinar a si mesmo ... Coc que se gloriam de )ei, através de
sua transgressão da lei, voc desonrar a +eus Para ' nome de +eus é
lasfemado entre os gentios por causa de voc, como est! escrito "I-m 3M35,
3?H3DU.. /f (s B3MBJ.
&m sua profecia inspirada pelo &spírito *anto, acarias falou de $esus
como a vinda "Nascer do alto," que seria "rilhar sore aqueles que #aem nas
trevas e na somra da morte, para guiar os nossos passos no caminho da pa"
I)c 5 M@H=J. "Nele estava a vida, ea vida era a lu dos homens", declarou
$ohn. "A lu resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam" I$oão
5MDHBJ. No *ermão da %ontanha, o *enhor $esus /risto chamou os crentes "a
lu do mundo" e acusouHos de dei;ar o seu rilho "lu diante dos homens, de
tal forma que eles possam ver a \sua] oas oras e glorifiquem a \sua] Pai que
est! nos céus "I%t BM5D, 5>J. 7odos os cristãos "eram anteriormente trevas",
mas agora são "lu no *enhor" e deve, portanto, "andar como filhos da lu"
I&f BM@J, como "filhos da lu e filhos do dia" I5 7s B.M BJ.
/ristãos oedientes ter! um impacto e;traordin!rio no mundo em
torno deles. %as nem todos entram em contato com a vontade de receer a
lu do evangelho. "&ste é o #ulgamento", disse $esus, "que a lu veio ao
mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a lu, para as suas oras
eram m!s" I$oão ?M5=J. A lu da Palavra de +eus não só revela a verdade,
mas e;pYe o mal. No entanto, assim como o *enhor prometeu, alguns serão
convencidos pelo &spírito *anto, ver um crente "oas oras e glorifiquem a
\sua] Pai que est! nos céus" I%t BM5>J, isto é, ser salvo.
F. E. %e6er escreveuM
X quase terrível viver com estes pensamentos pressão sore o coraLão,
que não se pode nunca dier uma palavra, nunca transaccionar um pedaLo de
negócios, que um rosto nunca é visto iluminado com o esplendor de +eus, ou
nulado e desanimado, sem que ser mais difícil ou mais f!cil para os outros
homens para viver uma vida oa. /ada um de nós, todos os dias, assemelhaH
se $erooão, filho de Neate, que fe os homens pecam outro, ou estamos
levantando outros homens para a lu, e pa, e alegria de +eus. Nenhum
homem vive para si, e nenhum morre para si mesmo, mas a vida de cada um
est! diendo sore um nRmero cada ve maior da humanidade. ' que a solene
responsailidade que é viver "I&pístola aos Filipenses \1rand -apidsM Ea9er,
5=B3], 55>JT

A qualidade de vida de um crente, se#a fiel e oediente ou infiel e


desoediente, é a plataforma de seu testemunho. A resmungar, quei;andoHse
cristão não ter! um efeito positivo sore os outros. Por raYes óvias, os
incrédulos não são atraídos para esse tipo de vida.
AgarrarHse a partir de epechj, que é talve melhor traduida como
"retendo", como na versão Ging $ames. 's termos de Paulo normalmente
utiliadas para a idéia de faer r!pido, ou para a e;ploraLão, eram eco ou
9atechj Icf. 5 /or 55M3U. 5BM3U 5 7s BM35U 5. 7im 5M5=U ?. M =U 3 7m 5M5?J.. '
conte;to do presente te;to tamém dei;a claro que o ponto não é fiel dos
crentes restante para Iou se#a, agarrandoHseJ a verdade de +eus, mas sim a sua
partilha com os outros IsegurandoJ, a palavra redentora que tra a vida eterna.
A palavra de vida refereHse a &scritura e, mais especificamente, para o
evangelho. $esus disseM "X o &spírito que vivifica, a carne para nada
aproveitaU as palavras que eu vos disse são espírito e são vida" I$oão >M>?J.
Quando muitos seguidores professos, em seguida, virouHse, $esus perguntouM
"o 53, Coc não quer ir emora tamém, não é" Pedro respondeuM "*enhor,
para quem iremos nós 7u tens palavras de vida eterna "I$oão >M>>H>@J.
%uitos anos mais tarde, o apóstolo $oão ariu sua primeira epístola,
declarandoM "' que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com
nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam acerca do
Cero da Cida e a vida foi manifestada, e nós vimos e testemunhamos e
proclamamos a vocs a vida eterna, que estava com o Pai e foi manifestada a
nós "I5 $oão 5M5H3J. +epois que o an#o do *enhor lanLou Pedro e outros
apóstolos da prisão em $erusalém, ele instruiuHos a "ficar de pé e falar com as
pessoas no templo toda a mensagem desta Cida" IAtos BM34U. /f 5?M3>J , a
mensagem de Pedro, mais tarde chamado de "a palavra viva e permanente de
+eus" I5 Pedro 5M3?J.
P'- A%'- A'* PA*7'-&*
A**i no dia de Cri*to eu e oru(:arei de não ter corrido ne e
e*forçado inuti(ente I3M5>bJ
A terceira raão para não reclamar é por causa dos líderes da igre#a,
que deram suas vidas no ministério. /oraLão pastoral de Paulo rilha em seu
profundo dese#o de que os filipenses parar resmungando e reclamando, para
que no dia de /risto, ter! motivo de glória. &le antecipou o dia de /risto,
quando ele pessoas
irmãos. As poderia que
olhar para tr!s
serviram e nos
seria umagloriamos
fonte de na fidelidade
alegria eterna.dos amados
X importante notar que o dia de /risto não é sinWnimo de outro termo
similar, o +ia do *enhor, que incide sore o castigo dos ímpios impenitentes.
Paulo lemrou aos tessalonicensesM "Cós mesmos saeis muito em que o dia
do *enhor vir! como um ladrão na noite. &nquanto eles estão diendoM Pa e
seguranLa ", a destruiLão vir! sore eles de repente, como as dores de parto
sore a mulher gr!vida, e eles não vão escapar" I5 7s BM3H?U cf 3 7es 3...M 5H
@J. %as o dia de /risto ser! e;clusivamente para os crentes Icf. Fil. 5M>, 54J.
&mora ele tamém ser! um tempo de #ulgamento, no sentido de que os
crentes "comparecer perante o triunal de /risto", o foco ser! apenas em
recompensas, e não puniLão ", para que cada um pode ser recompensado por
suas oras no corpo, de acordo com o que ele fe, se#a om ou mau "I3
/oríntios BM54U.. cf.5 /oríntios ?M@U cf ?M5?H5DU. DMBJ.
Ao dier que ele teria raão para a glória, o apóstolo não estava
e;pressando orgulho pecaminoso em seu ministério ou uma osessão com sua
própria importSncia para o reino ou no céu eterno. ' 9auchaomai vero Ia
glóriaJ pode ter o significado de gloriarHme pecador, como ele claramente fa
em 7iago DM5>. %as tamém pode descrever alegria, como o fa no presente
te;to Ia versão Ging $ames diM "podem regoi#arHse"J. &m -omanos BM55, o
termo é traduido como "e;ultam." Paul estava ansioso para receer a alegria

que o *enhor
vocs", promete
disse $esus, a todo
"para crente alegria
que minha fiel. "&stas
este#acoisas voseatenho
em vós, vossadito a
alegria
se#a completa" I$oão 5BM55J. A alegria é um fruto do &spírito, que, como
amor, pacincia, pa, ondade, e os outros I1!latas BM33H3?J, deve ser
procurada e valoriada. $oão escreveu suas cartas, em parte, que a sua
"alegria se#a completa" I5 $oão 5MDU. /f ? $oão DJ, e ansiava por estar "cara a
cara" com aqueles a quem ele escreveu que sua alegria "\seria] se#a completa
"I3 $o 53J. +avi orouM "+evolveHme a alegria da tua salvaLão" I*l B5M53J, e
outro salmista e;ultouM "'s que semeiam em l!grimas segarão com #Rilo" I*l
53>MBJ.
/omo #! oservado, no presente te;to, Paulo est! falando
especificamente da glória, ou a alegria, ele e;perimentaria no dia de /risto
Icf. 5M>, 54J. ' apóstolo estava agora na prisão e, por tudo o que saia na
época, poder!, eventualmente, morrer ali Iver 5M5?H5D, 34H35J. /omo ele
e;pressou mais tarde nesta carta, os seus amados irmãos em Filipos eram
mesmo assim a sua "alegria e coroa" no *enhor e ele ansiava por vHlos
novamente IFp DM5J. Quer que a esperanLa foi cumprida ou não, ele saia que
ele dese#ava ter a recompensa da alegria suprema no céu para o seu ministério
fiel entre eles.
&m seu +iscurso do /en!culo, $esus disse aos discípulosM "Coc vai
chorar, mas a tristea se converter! em alegria .... eu vou te ver de novo, e
vosso coraLão se alegrar!, e ninguém vos poder! tirar a vossa alegria longe de
voc" I $oão 5>M34, 33J. Para dese#ar e antecipar a alegria não só reconhece a
promessa de $esus, mas segue o seu e;emploM "\&le] para o con#unto de
alegria diante dele, suportou a cru, despreando a ignomínia, e est!
assentado V destra do trono de +eus" I0 . 53M3J. Aos 7essalonicenses, Paulo
escreveuM "Por que é nossa esperanLa, ou alegria, ou coroa de e;ultaLão Não
é3M5=J.
vocNa mesmo,
nLãonafinal
presenLa
de suadereve
nossocarta,
*enhor $esus
$udas em *ua"'ra,
escreveuM vinda "I5 7s.
Vquele que é
poderoso para vos guardar de tropeLos e para faer voc ficar na presenLa de
*ua glória irrepreensível com grande alegria, ao Rnico +eus, nosso *alvador,
por meio de $esus /risto, nosso *enhor, se#a glória e ma#estade, domínio e
poder, antes de todos os tempos e agora e para sempre. Amém. "I$udas 3DH
3BJ.
A melhor coisa que os crentes podem faer por seus pastores é
fielmente a viver as verdades da Palavra de +eus que tem pregado e ensinado,
para que ele possa dier com Paulo, eu não correr em vão traalham nem em
vão. /ada pastor dese#a que a recompensa de seus esforLos estarão cheios,
que as pessoas so seus cuidados amar e oedecer ao *enhor sem
murmuraLYes nem reclamando e com suas vidas e palavras demonstrar
efetivamente o evangelho para ser verdade e crível. X responsailidade da
igre#a e um privilégio "apreciar aqueles que traalhamos diligentemente entre
\eles], e ter carga ao longo do \deles] no *enhor e dar \eles] instruLão" I5 7s.
BM53J. "'edeLam aos seus líderes e sumeter a eles," o escritor de 0ereus
adverte, "pois eles velam por vossas almas como aqueles que hão de dar
conta. Que faLam isso com alegria e não gemendo, porque isso seria inRtil
para voc "I0 5?M5J. A maior alegria de qualquer servo de +eus é a vida
piedosa do seu reanho. "Não tenho maior alegria do que isso", disse $oão,
"para ouvir os meus filhos andam na verdade" I? $oão DJ.

@ode(o* de u
Sero e*)iritua(
&'i(i)en*e* 2+17;30-
13
Contudo e*o ue eu e*tea *endo derraado coo oferta de eida
*ore o *eriço ue )ro= da f= ue oc* t o *acrif?cio ue oferece
a #eu* e*tou a(ere e e reoio co todo* oc*. E*tea oc*
ta= a(ere* e reoie;*e coio.
E*)ero no Sen:or e*u* eniar;(:e* i/teo reeente )ara ue eu
ta= e *inta aniado uando receer not?cia* de oc*. Hão ten:o
ninu= coo e(e ue ten:a intere**e *incero )e(o e;e*tar de oc*
)oi* todo*
@a* oc* u*ca o* *eu*
*ae ue )r/)rio*
i/teo intere**e* )orue
foi a)roado e não o**eriu
de e*u* Cri*to.
coio no
traa(:o do eane(:o coo u fi(:o ao (ado de *eu )ai. Portanto = e(e
ue e*)ero eniar tão (oo e certifiue da in:a *ituaçãoconfiando
no Sen:or ue e ree ta= )oderei ir. Contudo )en*o ue *er
nece**rio eniar;(:e* de o(ta E)afrodito eu irão coo)erador e
co)an:eiro de (uta* en*aeiro ue oc* eniara )ara atender F*
in:a* nece**idade*. Poi* e(e te *audade de todo* oc* e e*t
anu*tiado )orue ficara *aendo ue e(e e*tee doente. #e fato ficou
doente e ua*e orreu. @a* #eu* tee i*eric/rdia de(e e não *oente
de(e a* ta= de i )ara ue eu não tie**e tri*tea *ore tri*tea.
Por i**oe (oo
a(ere* o eniarei
eu ten:a eno* )ara ueE uando
tri*tea. )eço ueo oc*
ireonoaente
recea nofiue
Sen:or
co rande a(eria e :onre a :oen* coo e*te )orue e(e ua*e
orreu )or aor F cau*a de Cri*to arri*cando a ida )ara *u)rir a
auda ue oc* não e )odia dar. I3M5?4J
Qualquer um que tenha passado muito tempo nos escritos dos servos
de +eus nores desenvolve uma certa compreensão de seus coraLYes e
mentes. Normalmente, a sua qualidade mais intrigante e admir!vel é a
vontade de faer grandes sacrifícios.
' século [C(( puritano 7homas Eroo9s saiamente oservou que "o
e;emplo é a retórica mais poderoso" Icitado em (+& 7homas, um puritano de
'uro do 7esouro \&dinurghM Eanner of 7ruth, 5=], =>J. 7alve o aspecto
mais importante de lideranLa espiritual é ter uma vida piedosa para emular. '
e;emplo pessoal ilustra os princípios ílicos em aLão, mostrando como eles
deveriam ser vivida. Quando os crentes considerar cuidadosamente os
padrYes de +eus na lu dos seus pecados, defeitos, fraqueas e fracassos,
essas normas muitas vees parece impossível de alcanLar. $esus é o e;emplo
supremo do crente I5 $oão 3M>J. %as &le era o Filho, sem pecado perfeito de
+eus, eo que era possível para &le pode parecer impossível para os seus
seguidores. No entanto, quando os crentes ver outra vida cristã fora os
padrYes de +eus triunfante, eles são incentivados.
Filipenses 3M5H?4 apresenta trs homens cu#as vidas são padrYes
e;cepcionais para uma vida piedosa. &stes trsHPaulo, 7imóteo e &pafrodito,
estavam #untos em -oma neste momento. Paulo era um prisioneiro em seus
próprios quartosseu
para continuar alugados.
traalho&mora acorrentadoIAtos
sem impedimentos a um soldado, ele estava
3@M5>, ?4H?5J. livre
7imóteo,
filho do apóstolo da fé I5 7m. 5M3J, tinha estado com ele por algum tempo.
&pafrodito havia sido enviado da igre#a de Filipos para dar um apoio
financeiro para Paul e para ministrar Vs suas necessidades. 's homens
estavam unidos geograficamente, espiritualmente e ministerialmente em uma
causa comum. /ada um foi apai;onadamente devotado ao *enhor $esus
/risto, não consumido com seus próprios interesses. Por causa do *enhor,
cada um tinha arriscado sua saRde, sua lierdade, e até mesmo a sua vida.
&mora todos os trs e;emplificou as qualidades Paul #! havia
salientado, cada reflectem tamém distintas características pessoais e
espirituais. Paul poderia, portanto, ser descrito como o re#oicer sacrificial,
7imoth6 como o simpatiante singleHminded, e &pafrodito como o #ogador de
amor.

PA8)'M 8% *A/-(F(/(' &% N'%& +A A)&1-(A


Contudo e*o ue eu e*tea *endo derraado coo oferta de eida
*ore o *eriço ue )ro= da f= ue oc* t o *acrif?cio ue oferece
a #eu* e*tou a(ere e e reoio co todo* oc*. E*tea oc*
ta= a(ere* e reoie;*e coio. I3M55@J
Nada caracteria a vida de Paulo e no ministério mais do que amor
para o *enhor, *ua ora e *eu povo. &le tamém amava os não crentes,
especialmente aqueles entre seus colegas #udeus, sore quem testemunhouM
"&u não poderia dese#ar que eu me fieram an!tema, separado de /risto, por
amor de meus irmãos, meus parentes segundo a carne" I-omanos =M ?J. %as
ele tinha um amor especial para os crentes, como e;emplificado pelo seu
testemunho aos de /orintoM "Porque em muita triulaLão e angRstia de
coraLão vos escrevi, com muitas l!grimas, não para que voc seria feito triste,
mas que voc poderia conhecer o amor que eu tenho especialmente para voc
"I3 /oríntios. 3MDJ.
Que o amor compelido Paulo para servir incondicionalmente e
sacrificialmente. &le temia que, se não deu o seu m!;imo esforLo, ele seria
desclassificado e sua recompensa diminuída I5 /or. =M3DH3J. &le estava
consciente de que ele tinha uma vocaLão especial, superdotaLão, e
capacitaLão para que o *enhor iria responsaili!Hlo. &le escreveu que a
responsailidade aos /oríntiosM "Que um homem considerarHnos desta
maneira, como servos de /risto e administradores dos mistérios de +eus.
Neste caso, além disso, se requer dos administradores que um se#a encontrado
fiel "I5 /or. DM5H3J. +evido a essa responsailidade, Paul, autoHdisciplinaM
"&u disciplino meu corpo e faLo dele meu escravo, para que, depois de eu ter
pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser desqualificado" I5 /oríntios
=M3.J. &le estava confiante "que no dia de /risto \ele teria] motivo para a
glória, porque \ele] não correr em vão traalham nem em vão" IFp 3M5>J.
Não se pode dei;ar de se perguntar por que Paulo tinha confianLa tão
grande no seu próprio e;emplo. A maioria dos crentes não estariam dispostos
a oferecerHse como um e;emplo, acreditando que seria presunLoso e
arrogante. %as o &spírito *anto com poderes Paulo para que a confianLa.
Porque Paulo foi liderada pelo &spírito e oedientes, ele não tem o sentido de
autoHconsciente de inadequaLão que a maioria dos crentes possuem. &mora
ele era humilde e tinha um profundo sentimento de sua fraquea I5 7m. 5M5BJ,
ele ainda pode usarHse como um e;emplo porque seus motivos eram puros e
sua vida santa. /om tanto sinceridade e humildade genuína, portanto, ele
poderia admoestar os coríntiosM "*ede meus imitadores, como tamém eu sou
de /risto" I5 /oríntios 55M5U.. /f DM5>J. Paulo foi um e;emplo humano
porque ele seguiu o e;emplo divino, o *enhor $esus /risto. /omo o escritor
de 0ereus admoesta, Paul fi;ou seus "olhos em $esus, autor e consumador
da nossa fé" I0 53M3J.
%esmo que tradu uma cl!usula condicional de primeira classe, que
se refere a algo que é conhecido para ser verdade. A traduLão mais
apropriada, portanto, é "porque eu estou sendo derramado como uma oferta
de eida." &ssa frase tradu todo o spendj Rnica palavra grega que significa
"para ser derramado em liaLão" Icf. 3 7m. DM>J . ' e;emplo de Paulo era
evidente no preLo que estava pagando em derramar sua vida a +eus como
uma oferta de eida do Antigo 7estamento.
Ao contr!rio do que alguns intérpretes sugerem, Paulo não estava aqui
falando de seu martírio final. ' tempo presente indica claramente que ele
estava falando de sua e;perincia atual como um prisioneiro em -oma. &le
viu a sua vida, não a sua morte, como seu supremo ato de sacrifício ao
*enhor. &le era um sacrifício vivo, não um morto I-m 53M5J. *eus
coment!rios no presente carta indica que ele não previu a e;ecuLão iminente,
emora claramente entendido que isso era uma possiilidade. &le #! havia
ditoM "Para permanecer na carne é mais necess!rio, por amor. /onvencido
disso, sei que ficarei e permanecerei com todos vós para vosso progresso e
alegria na fé "I5M3DH3BJ. %ais tarde, no presente capítulo ele escreveuM "&u
confio no *enhor que tamém eu mesmo vir! em reve" I3M3DJ.
Amos #udeus e gentios teria entendido o imagin!rio implícito de uma
oferta de eida, ou liaLão, um ritual que era familiar a muitos povos antigos
Icf. )v 3?M5@, ?U 3 -eis 5>M54H5>, $er ..M 5@U. 0os =MDJ. +epois de colocar o
animal sacrificado no altar, os sacerdotes tomaria vinho Iou Vs vees de !gua
ou melJ e derram!Hlo tanto no sacrifício queima ou no chão em frente ao altar.
&sse ato simolia o nascer do sacrifício nas narinas da divindade a quem
estava sendo oferecido.
'ferta de Paulo eida tamém foi feita em nome de seus amados
irmãos em Filipos, uma oferta feita sore o sacrifício e serviLo da sua fé. &le
falou como se sua fidelidade era maior do que o seu, que ele descreveu como
sendo derramado em sua maior sacrifício e serviLo. Aqui o apóstolo reflete a
humildade sincera que marca o crente espiritualmente nore e que foi
supremamente e;emplificado pelo próprio *enhor, em *ua encarnaLão I3M5H
@J.
7husia IsacrifícioJ foi usado de sacrifícios reais I%ateus =M5?, Atos
MD5,. 5 /oríntios 54M5@, 0ereus BM5.J. Foi usado tamém em sentido
figurado, como é aqui Icf. DM5@U. -m 53M5U 0 5?M5BU. 5 Pedro 3MBJ. *erviLo
tradu leitourgia, que foi mais comumente usado de serviLo religioso e é o
termo a partir do qual a liturgia (ngls palavra deriva. &m 3 /oríntios, Paulo
usou de ofertas financeiras dadas para "suprir as necessidades dos santos" I3
/oríntios. =M53J. /omo Pedro, Paulo viu todos os crentes como sendo
sacerdotes de $esus /risto, "pedras vivas, \que] estão sendo edificados casa
espiritual para serdes sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais
agrad!veis a +eus por $esus /risto" I5 Pedro 3 M BJ.
's filipenses eram companheiros de Paulo em serviLo sacrificial a
+eus I5M3BH?4U DM54H5=J, principalmente através do ministério de &pafrodito
I3M3BH?4J. &les estavam sofrendo severamente por sua fé em um amiente
e;tremamente hostil pagã. Quanto mais a igre#a crescia, mais se ressentiram e
perseguidos. Portanto, o apóstolo admoestouHos, "\ser] em nada alarmado
com o seu advers!rio, que é um sinal de destruiLão para eles, mas de salvaLão
para voc, e que tamém da parte de +eus" IFp 5M3@J. &le passou a e;plicarM
"Para voc que foi concedido por causa de /risto, não somente crer n&le, mas
tamém de sofrer por causa dele" Iv. 3=J. *ua perseguiLão tamém refletia
sua própria, pois eles estavam "e;perimentando o mesmo conflito que \eles]
viu em \ele], e \ouviram] para a \ele]" Iv. ?4J. 7inham uma oferta comumU
Paulo derramou a sua liaLão sore o sacrifício queima da igre#a em Filipos.
Portanto, ele escreve, eu me alegro e compartilhar minha alegria com
todos vocs. ' apóstolo #! mencionou v!rias raYes para sua alegria. &le
regoi#ouHse por causa de seu amor por eles e seu amor por ele IDM5, 54J.
Easta lemrar os seus amados irmãos em Filipos era motivo de alegria I5M?H
DJ. Até mesmo suas circunstSncias aparentemente infelies em -oma havia
"virado para fora para o maior progresso do evangelho, de modo que a prisão
\sua] na causa de /risto \tinha] se tornou conhecida em toda guarda
pretoriana ea todos os demais" Ivv. 53 H5?J. A maneira pela qual ele
gentilmente aceitou que a prisão encora#ou os crentes em -oma, Filipos, e em
outros lugares "ter muito mais coragem para falar a palavra de +eus sem
medo" Iv. 5DJ. %esmo quando o evangelho foi pregado com pretensão e por
amiLão egoísta e inve#a, se alegrou Paulo Ivv. 5H5@J.
%esmo para além de tais nLãos, serviLo de sacrifício para o *enhor
é em si um privilégio e um motivo de regoi#o. 's crentes devem regoi#arHse
não apesar do seu sofrimento por /risto, mas por causa dele Icf. At BMD5J,
saendo que "todos os que querem viver piedosamente em /risto $esus serão
perseguidos" I3 7m. ?M53J. %aior alegria dos crentes vem no ponto de maior
sacrifício, pois servir a +eus é o propósito supremo de sua e;istncia. '
apóstolo escreveu anteriormente em FilipensesM "\X] a minha ardente
e;pectativa e esperanLa, que eu não se#a envergonhado em nada, mas que
com toda a ousadia, /risto ser!, mesmo agora, como sempre, engrandecido
no meu corpo, quer pela vida ou pela morte. Para mim, o viver é /risto eo
morrer é lucro "I5M34H35J. Alguns anos antes, ele escreveuM "Nenhum de nós
vive para si, e nenhum morre para si mesmo, pois se vivemos, vivemos para o
*enhor, ou se morremos, morremos para o *enhor, portanto, se vivemos ou
morramos, somos do *enhor "I-omanos 5DMH@J.
(nfelimente, muitos crentes e;perimentar a alegria em muito da
mesma forma que o mundo fa. Quando as circunstSncias são favor!veis, eles
estão felies, mas quando as circunstSncias são desfavor!veis, estão tristes e
Vs vees ressentido. As Rnicas coisas que lhes traem alegria são aqueles que
promovem seus próprios interesses e emHestar. %as quando os crentes
procuram faer a vontade do Pai e agrad!H)o, eles vem o sacrifício por &le
com alegria. A raão pela qual muitos crentes saem pouco sore naturea de
Paulo de alegria é que eles saem pouco sore o seu tipo de sacrifício.
X difícil para a autoHcentradas, crentes mundanos para entender como
os mission!rios podem viver por anos em primitivo, e;igente e muitas vees
condiLYes perigosas e ainda assim manter a sua alegria. Através de tudo isso
eles se regoi#am, porque, como Paulo e os filipenses, que oferecem suas
vidas como um contínuo sacrifício a +eus. &les aprenderam que quanto maior
o sacrifício, maior a alegria. &les tm a mesma atitude de Pedro e os outros
apóstolos que, depois de ser flagelado e ordenada "para não falar em nome de
$esus, ... seguiram o seu caminho a partir da presenLa do /onselho,
regoi#andoHse de terem sido considerados dignos de sofrer vergonha pelo
*eu nome "IAtos BMD4HD5J.
' serviLo anegado de /risto é um sacrifício só no sentido de ser uma
oferta a +eus. Nunca é um sacrifício no sentido de ser uma perda. 8m crente
pode sacrificar nada para o *enhor que não é sustituído por algo
infinitamente mais valioso e gratificante Icf. 3 /oríntios. DM5J. X sempre uma
troca do menor para o maior, levando Paulo a escreverM "&u considero tudo
como perda, tendo em conta o valor sulimidade do conhecimento de /risto
$esus, meu *enhor, por quem sofri a perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas
o li;o para que eu possa ganhar a /risto "IFp ?M@J. ' que ele dei;ou foi "li;o"
simples, o que ele ganhou foi de /risto e as nLãos imensur!veis de salvaLão
e vida eterna Ivv. =H55J. &sta realidade da #ustificaLão estendeHse até a
santificaLão.
Paulo não só é um modelo para o serviLo, anegado sacrifício, mas
tamém pela alegria que produ serviLo. /omo ele escreveu aos /oríntiosM
"&stou cheio de consolaLão, eu estou transordando de alegria em todas as
nossas triulaLYes" I... 3 /oríntios MDU cf &f ?M5?J e aos /olossensesM "Agora
me regoi#o nos meus sofrimentos por vós, e na minha carne, eu faLo a minha
parte em nome de *eu corpo, que é a igre#a, ao preencher o que falta aos
sofrimentos de /risto "I/olossenses 5M3DJ. &le assegurou aos tessalonicenses
que "por esta raão, irmãos, em toda a nossa necessidade e triulaLão ficamos
consolados com voc através de sua fé, porque agora nós realmente vivemos,
se estais firmes no *enhor. Para que aLão de graLas podemos render a +eus
por voc em troca de toda a alegria com que nos regoi#amos diante do nosso
+eus em sua conta "I5 7s. ?MH=J. +a mesma forma, $ames advertiuM
"/onsidere que toda a alegria, meus irmãos, quando passardes por v!rias
provaLYes, saendo que a provaLão da vossa fé produ perseveranLa. & a
perseveranLa deve ter a sua ora perfeita, para que se#ais perfeitos e
completos, não faltando em coisa alguma "I7iago 5M3HDJ. +a mesma forma,
Pedro aconselhou os seus leitores, "Na medida em que voc compartilhar dos
sofrimentos de /risto, manter a alegria, para que tamém na revelaLão da sua
glória vos regoi#eis com alegria" I5 Pedro DM5?J.
Assim foi com integridade e sinceridade que Paulo podia dier, eu me
alegro e compartilhar minha alegria com todos vocs. *unchairj Ipartes
alegria ...J é um composto Ie, portanto, intensificadaJ forma do vero anterior
Ichairo, alegraiHvosJ e descreve uma reciprocidade profunda de propósito e de
sentimento. Foi usado por )ucas para descrever os viinhos e parentes de
&liaeth, que "estavam se alegrando com a sua" sore o nascimento de $oão
Eatista I)ucas 5MB@J. Foi usado por $esus sore o homem que alegrou em
encontrar sua ovelha perdida I)c 5BM>J e da mulher que, da mesma forma,
alegrou em encontrar sua moeda perdida I5BM=, cf 5 /or 53..M 3>U 5?M>J. /omo
Paulo e os filipenses haviam sacrificado e servido #untos, eles foram capaes
de se alegrar #untos. 8sando a mesma palavra IsunchairjJ que ele havia usado
apenas de si mesmo, agora ele os adverte, Coc tamém, e;ortoHvos, alegraiH
vos da mesma maneira e compartilhar de sua alegria comigo.

7(%7&'M 8% *&-C' /'% 8% N(/' P&N*A%&N7'


E*)ero no Sen:or e*u* eniar;(:e* i/teo reeente )ara ue eu
ta= e *inta aniado uando receer not?cia* de oc*. Hão ten:o
ninu= coo e(e ue ten:a intere**e *incero )e(o e;e*tar de oc*
)oi* todo* u*ca o* *eu* )r/)rio* intere**e* e não o* de e*u* Cri*to.
@a* oc* *ae ue i/teo foi a)roado )orue *eriu coio no
traa(:o do eane(:o coo u fi(:o ao (ado de *eu )ai. Portanto = e(e
ue e*)ero eniar tão (oo e certifiue da in:a *ituação confiando
no Sen:or ue e ree ta= )oderei ir. I3M5=3DJ
' segundo modelo de um servo espiritual é 7imóteo, amado filho de
Paulo na fé. /omo Paulo, o seu mentor e modelo, 7imóteo é um e;emplo de
confianLa para os outros crentes para emular.
Porque sua prisão impediu Paulo de ir para Filipos, que era a sua
esperanLa no *enhor $esus Iisto é, na vontade do *enhorJ para enviar 7imóteo
h! pouco, de modo que ele tamém poderia ser encora#ado quando soue dos
filipenses "condiLão . A esperanLa do apóstolo não era um dese#o ocioso, mas
o anseio profundo de seu coraLão. Porque ele nunca quis agir
independentemente da vontade do seu %estre, sua esperanLa e e;pectativa
estava em linha para
fervorosamente com ao direLão
propósito
do do *enhor
*enhor $esus. determinado
e estava Paulo, sem dRvida,
a a#ustarorou
ou
descartar seus próprios planos, se necess!rio.
7imóteo era um nativo de )istra, na província da 1al!cia Iparte da
atual 7urquiaJ. *ua mãe, &unice, era #udia e seu pai era grego e
provavelmente um pagão. Paul levouHo a /risto I5 /o DM5U 5. 7im 5M3, 5@U..
3 7m 5M3J, provavelmente durante a visita do apóstolo a )istra em sua
primeira viagem mission!ria IAt 5DM>H3?J . 7anto a sua mãe e sua avó )oide,
eram crentes I3 7m. 5MBJ e havia instruído 7imóteo no Antigo 7estamento I3
7m. ?M5BJ. Que ele não era circuncidado como uma crianLa sugere que seu
pai tinha o educou na aprendiagem e cultura grega. $untamente com a sua
maturidade espiritual, a sua heranLa #udaica e cominado grego fe o Rnico
qualificado para ministrar o evangelho com Paulo para o mundo gentio. Para
faer 7imoth6 mais aceit!vel para os #udeus, especialmente para aqueles na
1al!cia que saia dele, Paulo circuncidouHo IAtos 5>M?J. No momento em que
Paulo escreveu Filipenses, 7imoth6 tinha sido seu companheiro quase
constante durante cerca de de anos.
/om grande afeto, Paulo falou dele como "meu filho verdadeiro na fé"
I5 7m. 5M3J, "meu filho amado" I3 7m. 5M3J, "meu amado filho e fiel no
*enhor" I5 /oríntios DM5J. ", meu companheiro de traalho" I-m 5>M35U. 5
7essalonicenses ?M3U. cf 5 /or 5>M54.J, "nosso irmão" I3 /oríntios 5M5.U . 5
7essalonicenses ?M3U.. cf 0 5?M3?J, e, na presente carta, como um
companheiro servo de /risto $esus IFp 5M5J. 7imóteo estava com Paulo em
/orinto IAtos 5@MBJ, foi enviado V %acedWnia I5=M33J, e acompanhou o
apóstolo em sua viagem de volta a $erusalém I34MDJ. &le foi associado com
Paul na escrita de -omanos I-m 5>M35J, 3 /oríntios I3 /oríntios. 5M5J,
Filipenses IFp 5M5J, /olossenses I/l 5M5J, amas as epístolas de 7essalWnica
I5 7essalonicenses 5M5U. 3 7essalonicenses 5M5.J, e Filemon IFm 5J. &le serviu
como soluLão de prolemas de Paulo em /orinto I5 /or. DM5J, 7essalWnica
I5 7s. ?M3J, Xfeso I5 7m. 5M?HDJ, e Philippi IFp 3M5=J.
7imóteo era fiel e confi!vel em todos os sentidos e claramente estava
qualificado para ser um modelo para os filipenses a imitar. &les estavam em
familiariados com ele, pois ele sem dRvida foi com Paulo, quando a igre#a ali
foi fundada Icf. Atos 5>M?, 53HD4J. X, portanto, surpreendente que o apóstolo
estava ansioso para enviar 7imóteo a eles em reve. %ais adiante neste
capítulo, Paulo e;plica o que entende por pouco tempo, diendoM "&spero que
a envi!Hlo imediatamente, assim que eu ve#o como as coisas vão comigo" Iv.
3?J. Alguns intérpretes acreditam que Paulo queria saer se ele permaneceria
na prisão, ser lierado, ou ser e;ecutado. %as seus coment!rios alguns versos
posteriores, indicam que ele esperava ser solto e para visitar a igre#a em
Filipos em pessoa I3M3DJ. Pode ter sido que 7imóteo estava a#udando com
alguma questão crucial na igre#a em -oma. &mora o apóstolo estava livre
para receer visitas e de pregar e ensinar sem ost!culos, ele não poderia
dei;ar seus quartos alugados, onde estava so vigilSncia constante IAtos
3@M5>, 3?, ?4H?5J. Pode ter sido que 7imóteo estava a#udando Paul com a
situaLão referida no 5M5BH5.
A Rnica raão específica Paul mencionado para o envio de 7imóteo
era para que ele possa ser encora#ado quando soue da filipenses condiLão.
Apesar de sua esperanLa de visitar em reve Filipos, Paulo esperava que
7imóteo a ter tempo para alcanL!Hlos e informar a sua avaliaLão da sua
condiLão antes do apóstolo foi liertado. *ua confianLa de que ele seria
encora#ado pelo que o relatório revela que ele esperava que fosse positivo.
&ra típico de Paul estar tão preocupado. No caso da igre#a de /orinto, suas
preocupaLYes eram tão profunda que ele não tinha coraLão para o ministério
até que ouviu de sua condiLão I3 /oríntios. MBH=J.
Porque ele queria que os filipenses a aceitar 7imoth6 sem hesitaLão,
Paul deuHlhes um reve perfil daquele servo dedicado de $esus /risto Ivv. 34H
3DJ. ' apóstolo destaque sete características pessoais para os filipenses a
imitarM 7imoth6 foi semelhante, simp!tica, sincera, temperada, sumisso,
sacrificial, e Rtil.

Primeiro,
apóstolo. o personagem
+e muitas maneiras,espiritual
7imóteo7imoth6
era umeraverdadeiro
semelhanteespírito
ao do do
de
parentesco com Paul. &pafrodito I3M3BH?4J e alguns pregadores e professores
em -oma eram servos fiéis do *enhor, e Paul amado e apreciado eles Icf.
5M5DH5J. ' apóstolo não estava em forma menospreando os homens, mas
não havia ninguém da estatura de 7imóteo. &le tinha sido instruído nas
&scrituras desde a infSncia por sua mãe e avó I3 7imóteo 5MBU. ?M5BJ e era
muito em visto por aqueles que o conheciam IAtos 5>M3J. No entanto, o
maior crescimento de 7imóteo espiritual comeLou quando ele comeLou a
via#ar e ministrar com Paul. &;ceto para o *enhor $esus /risto, nunca houve
um mentor espiritual, a par com Paulo. 7imóteo teve o privilégio Rnico e
inve#!vel de ser protegido do apóstolo.
8sado apenas aqui no Novo 7estamento, isopsuchos é um ad#etivo
composto, composto por isos IigualJ e psuche IalmaJ. X, literalmente,
significa "igual a alma" ou "oneHalma", referindoHse a pessoas que são como
de espírito, de alma gmea. A *eptuaginta Ia traduLão grega do Antigo
7estamentoJ usou a palavra no *almo BBM5?, onde +avid fala de "um homem
meu igual, meu companheiro e meu amigo íntimo", que tinham gravemente o
traiu.
' o#etivo do verdadeiro discipulado é a reproduLão, quando uma
pessoa est! totalmente discipulado, $esus disse, ele ser! como o seu mestre
I%ateus 54M3BJ. Ao longo do tempo, 7imoth6 chegou a pensar como Paulo,
diem respeito a crentes e não crentes, como Paulo, avaliar ideias e situaLYes,
como Paulo, a confianLa no *enhor como Paulo, e orar como Paulo. Aqueles
dois homens de +eus tinham qualidades semelhantes da alma, pai;Yes
semelhantes, o#etivos semelhantes, e elo similar. Na verdade, Paulo estava
diendo aos crentes de Filipos o que ele tinha dito Vqueles em /orinto,
poucos anos antesM "&;ortoHvos, que se#ais meus imitadores. Por esta raão,
enviou para voc 7imóteo, que é meu filho amado e fiel no *enhor, e ele vos
far! lemrar de meus caminhos que estão em /risto, assim como eu ensino
em todos os lugares em cada igre#a "I5 /or. DM5> H5J. &ntão, aqui, como em
/orinto, até que Paulo foi capa de visitar novamente Philippi, 7imóteo foi de
longe o seu melhor sustituto. &le foi o cumprimento final do dese#o do
apóstolo de que os outros crentes, imitadores fiéis, como ele era de $esus
/risto I5 /or. 55M5J. Não 7imoth6 maravilha era tão amado e querido por
Paul.
7imóteo tamém teve a virtude de ser simp!tico. /om a maior
confianLa, Paulo poderia assegurar aos filipenses que 7imoth6 vai realmente
ser causa para seu emHestar. ' merimnaj vero Ipreocupado comJ e;pressa
um sentimento forte por algo ou alguém, muitas vees ao ponto de terem que
arcar. $esus usou o vero para falar de ansiedade desnecess!ria e preocuparHse
Icf. %t >M3BH3@U. 54M5=, )ucas 54MD5J, e mais tarde na carta presente, é
traduido como "ansiosos" IDM>J. %as Paulo aqui usaHlo em um sentido
positivo para descrever grande preocupaLão de 7imóteo para o emHestar da
igre#a de Filipos. 7al como o seu *enhor, Paul tinha "preocupaLão por todas
as (gre#as" I3 /or constante. 55M3@J e estava confiante de que 7imoth6
compartilhado essa preocupaLão. &ram verdadeiros pastores, cu#a principal
preocupaLão era com o emHestar de suas ovelhas.
A terceira virtude que caracteriou 7imóteo era sua ostinaLão,
afirmou aqui indiretamente por contraste com os líderes da igre#a em -oma.
Paul lamenta a atitude egocntrica, sem amor desses líderes. Euscar tradu o
tempo presente do vero ktej e poderia ser traduida como "continuamente
uscar." &le deve ter Paul profundamente triste ter que dier deles que todas
elas uscam seus próprios interesses, e não os de /risto $esus.
&mora o evangelho estava sendo proclamado por um nRmero de
homens em -oma, foi pregado por vees de "inve#a e porfia ... \e] amiLão
egoísta, e não de motivos puros" I5M5B, 5J. Paul, no entanto, regoi#ouHse
"que em todos os sentidos, ou por prete;to ou de verdade, /risto é
proclamado" Iv. 5@J. Parece que aqueles que pregavam de oa vontade e
amor Ivv. 5BH5>J ou se foram ou ficaram em silncio. Apesar da presenLa de
Paulo, muitos pregadores tornouHse mundana e egoísta. &les não eram
apóstatas ou herético, mas, oviamente, havia dei;ado seu primeiro amor por
/risto e tornarHse autoHcentrado Icf. Ap 3MDJ. *eus interesses principais agora
#! não eram as de /risto $esus, mas a sua própria. Ao contr!rio de 7imoth6,
eles não estavam mais sincera, mas tornouHse vacilante e, portanto,
espiritualmente inst!vel I7iago 5M@J. &les foram e;emplificados por +emas,
um colega de traalho confi!vel de Paulo em -oma I/ol. DM5DU. Flm 3DJ, que
acaaria por aandon!Hlo I3 7im DM54, 5>.J. 's poucos homens fiéis com
Paulo em -oma, como )ucas e Aristarco I/ol. DM54U. Flm 3DJ, não eram,
evidentemente, disponível para via#ar para Filipos. ' apóstolo estava para
ai;o a sua colega de traalho Rltima confi!velU 7imoth6 fiéis foi a Rnica
e;ceLão de mente solit!ria em -oma. &sta foi mais uma ve situaLão de Paulo
em sua prisão final em -oma. &m sua Rltima carta a 7imóteo, ele disse,
"7odos os que estão na Zsia se afastou de mim" I3 7m 5M5B.J & pediu a
7imóteo para permanecer fiel I3 7m. 5M5?J. /omo Paulo, seus interesses
dominantes quando Paulo escreveu esta carta ainda estavam as de /risto
$esus.
Quarta, 7imoth6 era e;periente. Paulo não tem que convencer a igre#a
em Filipos de que, porque eles saiam de seu valor comprovado. /omprovada
valor tradu do9imkn, que tem o significado !sico da prova após o teste.
8sado de uma pessoa, descreveu car!ter provado ou valor testado. Paulo usou
os tempos verais formam numerosos em suas advertncias para os crentes
para "provar que a vontade de +eus é, o que é om, agrad!vel e perfeita" I-m
53M3J, e para "e;aminar \si]" I5 /or . 55M3@,.. 3 /or 5?MBU 1al >MDJ.. 's
crentes devem "e;aminar tudo com cuidado, apegarHse o que é om" I5
7essalonicenses BM35.J & "provar os espíritos para ver se eles são de +eus" I5
$oão DM5J. Paulo tamém usou o termo em relaLão ao teste do *enhor dos
crentes, notando que "assim como fomos aprovados por +eus para ser
confiada com o evangelho, assim falamos, não para agradar aos homens, mas
+eus que e;amina nossos coraLYes" I5 . 7essalonicenses 3MDU. cf 5 /or ?M5?U.
5 Pedro 5MJ. Paulo falou muito em de um irmão não identificado "o qual
muitas vees testado e diligente em muitas coisas" I3 /oríntios. @M33J, e
instruiu que os di!conos "tamém deve ser testada primeiro \para ver] se eles
são irrepreensíveis" I 5 7m. ?M54J.
7imóteo havia sido testada muitas vees em seu serviLo ao *enhor.
Quando agitadores de 7essalWnica forLou Paulo a aandonar Eerea, 7imóteo
e *ilas foram confiados a permanecer l! e continuar o traalho IAtos 5M5DJ.
+a mesma forma, "depois de ter passado pela %acedWnia e Acaia, ... \ele]
enviando V %acedWnia dois daqueles que o serviam, 7imóteo e &rasto" IAtos
5=M35H33J. 8m pouco mais tarde, 7imóteo acompanhou o apóstolo e os outros
quando eles voltaram para a %acedWnia I34M?HDJ, de que Filipos era uma
cidade chave. Paulo pode ter escrito 3 /oríntios de Filipos Icf. 3 /or 55M=U.
Phil DM5B.J & na introduLão a esta carta enviou uma saudaLão de "irmão
7imóteo" I3 /oríntios 5M5.J. A igre#a em Filipos estava em familiariado
com 7imóteo e se eneficiaram de seu serviLo fiel por muitos anos.
Cirtude quinta 7imóteo mencionado aqui era a sua sumissão. /omo
Paulo, a quem serviu com 7imóteo, o #ovem era sumisso ao *enhor.
+ouleuj IservidoJ foi usado por muitos tipos de serviLo, incluindo serviLo de
dinheiro I%t >M3DJ, um mestre humano I5 7im >M3.J, 8m pai humano I)ucas
5BM3=J, uma naLão conquistadora I Atos MU cf. $o @M??J, e serviLo dos
crentes uns aos outros I1l BM5?J.. %as foi tamém um dos veros mais
comuns usados no Novo 7estamento para o serviLo do *enhor Icf. At 34M5=,
-m 53M55U 5DM5@.U /ol. ?M3DJ, muitas vees em contraste com a de servir
outras pessoas e coisas, como a letra da lei mosaica I-m M>J, a lei do pecado
I-om. M3BJ, e dese#os pecaminosos I-m 5>M5@U 7ito ?M?J. /omo a frase
seguinte I"no progresso do evangelho"J dei;a claro, servido aqui refereHse a
servir ao *enhor.
X importante notar que Paulo não est! falando de um serviLo
personaliado de 7imóteo para ele, apesar de que foi consider!vel. 7imoth6
era completamente sumisso a Paulo, como um apóstolo, um pai espiritual, e
um modelo incompar!vel de piedade. %as Paulo dei;a claro que este serviLo
específico não era para ele, mas com ele. &les serviram ao *enhor #untos em
uma parceria amorosa e não competitivo. Paul era claramente o snior e
#Rnior 7imóteo a respeito. No entanto, os dois homens eram amos "servos de
/risto $esus" IFl 5M5J, "faendo a ora do *enhor" #untos I5 /or. 5>M54J.
7imoth6 não só foi colega de Paulo, mas tamém "traalhador de +eus
companheiro no evangelho de /risto" I5 7s. ?M3J.
*e;ta virtude de 7imóteo era a sua vontade de ser sacrifício, como se
conclui pelo seu ministério com Paul na promoLão do evangelho como um
filho servindo seu pai. A partir do momento em que o apóstolo escolheuHo
para servir ao lado dele, 7imoth6 rendeu planos pessoais que podem ter tido a
sua vida. /omeLou uma aventura nonHstop que lhe traria grande fecundidade
e satisfaLão espiritual, mas que tamém envolvem sofrimento e sacrifício.
/omo Paulo, 7imoth6 consideravaHse so a origaLão de pregar /risto
a todos, saendo que o evangelho "é o poder de +eus para salvaLão de todo
aquele que cr, primeiro do #udeu e tamém do grego" I-m 5M5DH5>J . &le
tamém estava "determinado a não sei nada ... com e;ceLão de $esus /risto e
este crucificado" I5 /or. 3M3J, estava disposto a se tornar "um espet!culo para
o mundo, tanto aos an#os e aos homens", sendo considerado um enganar "por
amor de /risto", e estava disposto a estar com fome e sede, mal vestidos,
mais ou menos tratado, semHteto, in#uriados, perseguidos e caluniados ",
como a escória do mundo, a escória de todas as coisas, até agora" I5 /or. DM=H
5?J. &le podia dier sinceramente com Paulo que "não nos pregamos a nós
mesmos, mas a /risto $esus como *enhor e nós mesmos como vossos servos
por amor de $esus", e que ele estava "aflito em todos os sentidos, mas não
desanimados, ficamos perple;os, mas não desesperadoU perseguidos, mas não
desamparadosU aatidos, mas não destruídosU traendo sempre no corpo o
morrer de $esus, para que a vida de $esus se manifeste tamém em nosso
corpo "I3 /oríntios DMB, @ H. 54J. ' *enhor tamém lhe deu o "ministério da
reconciliaLão" como um emai;ador de /risto I3 /or. BM5@, 34J. & como
Paulo, ele acaou sendo preso por sua fé I0ereus 5?M3?J. Por causa de seu
*enhor, ele dei;ou sua casa e sua mãe piedosa e avó. Não h! nenhuma
evidncia nas &scrituras de que ele nunca se casou, teve filhos, e
e;perimentado as alegrias da vida familiar. &le pode verdadeiramente
declarar como fe Paulo aos anciãos de XfesoM "&u não considero a minha
vida de qualquer conta como preciosa para mim, para que eu possa terminar
minha carreira eo ministério que recei do *enhor $esus, para dar testemunho
da evangelho da graLa de +eus "IAtos 34M3DJ.
*étimo 7imóteo virtude era que ele estava disponível, uma
característica implícita nos outros. Porque ele era tão eminentemente
qualificado para o serviLo, Paulo podia afirmar sem hesitaLão, portanto
espero envi!Hlo imediatamente. QualificaLão imediatamente, o apóstolo
e;plicou que primeiro queria ver como as coisas vão comigo. /omo
oservado na discussão do versículo 35, ele ainda precisava de a#uda de
7imóteo um pouco mais.
' conte;to dei;a claro que 7imóteo estava disposto a faer o que
Paulo lhe pedia. &le não tinha agenda própria. Para ele, estar disponível para
o *enhor essencialmente significava ser Rtil ao apóstolo do *enhor. *ua
permanncia ou saída foi inteiramente decisão de Paulo, não dele próprio.
+eve ter sido um desafio para este homem inteligente, energético, talentoso e
talentosa #ovem de ser constantemente rompendo relaLYes com a família,
amigos e colegas de traalho. Para a maioria das pessoas, especialmente
aquelas com as suas capacidades, seria impens!vel para todos, mas estar em
outra pessoa ec9 e chamada. %as 7imóteo era apenas esse tipo de servo
volunt!rio, confi!vel e alegre de Paul no seu serviLo mRtuo de $esus /risto.
&le estava pronto para gastar e ser gasto como parecia melhor para seu
querido amigo e apóstolo.
Paulo, então, acrescentou, e eu confio no *enhor que tamém eu
mesmo vir! em reve. &le não minimiar o valor que ele poderia ser para a
igre#a em Filipos por ministrar a eles em pessoa. Quer ou não fe, no entanto,
é claro que ele tinha a maior confianLa em 7imóteo.
7imóteo tinha fraqueas humanas. Apesar de sua vocaLão divina e os
dons espirituais I5 7m DM5D.J, &le aparentemente não tinha autoHconfianLa por
causa de sua #uventude I5 7m. DM53J. &le foi tentado pelas pai;Yes da
mocidade. &m sua segunda carta a ele, o apóstolo adverteM "*e alguém se
purificar destas coisas, ser! vaso para honra, santificado e Rtil ao *enhor, e
preparado para toda oa ora. Agora fugir das pai;Yes da mocidade e segue a
#ustiLa, fé, amor e pa, com aqueles que invocam o *enhor com um coraLão
puro "I3 7m. 3M35H33J. Aparentemente, 7imóteo foi, então, em um ponto
ai;o em sua vida pessoal e ministério. &le teve vitórias e derrotas, satisfaLão
e felicidade, decepLão e tristea. %as ele atendeu o conselho de PauloM
"/ontinuar nas coisas que voc aprendeu e convicLão, saendo de quem o
tens aprendido .... Prega a palavra, estar pronto a tempo e fora de tempo,
admoesta, repreende, e;orta, com muita pacincia e instruLão .... *ede sórios
em tudo, sofre as afliLYes, fae a ora de um evangelista, cumpre o teu
ministério "I3 7m ?M5DU. DM3, BJ.

&PAF-'+(7'M /'%P-'%&7(+' A7-AC&* +' A%'-


Contudo )en*o ue *er nece**rio eniar;(:e* de o(ta E)afrodito eu
irão coo)erador e co)an:eiro de (uta* en*aeiro ue oc*
eniara )ara atender F* in:a* nece**idade*. Poi* e(e te *audade de
todo* oc* e e*t anu*tiado )orue ficara *aendo ue e(e e*tee
doente. #e fato ficou doente e ua*e orreu. @a* #eu* tee i*eric/rdia
de(e e não *oente de(e a* ta= de i )ara ue eu não tie**e
tri*tea *ore tri*tea. Por i**o (oo o eniarei )ara ue uando o ire
noaente fiue a(e re* e eu ten:a eno* tri*tea . E )eço ue oc* o
recea no Sen:or co rande a(eria e :onre a :oen* coo e*te
)orue e(e ua*e orreu )or aor F cau*a de Cri*to arri*cando a ida
)ara *u)rir a auda ue oc* não e )odia dar. I3M3B?4J
' servo terceiro modelo espiritual descrito em 3M5H?4 é &pafrodito,
outro pupilo e colega de traalho de Paulo. &le não era um estadista apóstolo
e espiritual, como Paulo, ou, tanto quanto se sae, até mesmo um velho, como
7imóteo. Não h! registro de qualquer um e;celente traalho que ele realiou.
Nada se sae de sua família, sua história pessoal, sua conversão, quanto
tempo ele tinha sido um crente, ou as suas funLYes específicas nas igre#as em
Filipos, -oma, ou em outro lugar.
' &pafrodito nome significa "pertencente a", ou "favorecido por
Afrodite," a deusa grega do amor Ia quem os romanos chamavam de CnusJ,
indicando que, como 7imóteo, ele foi provavelmente nascido e educado na
cultura grega. ' nome era comum e, posteriormente, veio a significar "amor"
ou "lindo". &mora &pafrodito foi muitas vees areviado para &pafras, não
h! provas de que ele era o homem com esse nome mencionado em
/olossenses 5M e DM53. *eu nível de serviLo de sacrifício para o *enhor é
especialmente instrutivo e estimulante para o crente, para quem os e;emplos
de grandes pregadores e pastores como Paulo e 7imóteo pode parecer fora de
alcance. &le e;emplifica o espírito de sacrifício pela causa de /risto que não
envolve nenhuma aclamaLão pRlica, nenhuma proeminncia, nenhum alto
cargo, sem grandes talentos ou dons. &le não era um not!vel pregador,
professor, ou líder, portanto, o seu e;emplo parece ser mais relevante e
vi!vel.
Porque eles escolheram &pafrodito para traer o seu presente para
Paul e para ministrar a ele IFilipenses 3M3B, DM5@J, Filipenses, oviamente,
segurouHo na mais alta consideraLão e confiava nele implicitamente. &mora
ele não pode ter mantido uma posiLão oficial em sua igre#a, eles saiam que
ele conheceu o apóstolo elevados padrYes morais e espirituais. &le tinha a
alma de um servo, indo de om grado a -oma para a#udar a Paulo de
qualquer maneira que pWde, por enquanto ele era necess!rio.
Que ele estava disposto a ir a -oma, enquanto Paulo ainda estava
preso tamém mostra uma grande coragem Icf. 3 7m. 5M5>H5J. &mora o
apóstolo foi autoriado a viver em seus próprios quartos alugados e teve
lierdade ilimitada para receer visitantes IAtos 3@M?4H?5J, &pafrodito
entendido que esta situaLão pode mudar durante a noite. *e /ésar decidiu que
Paul era realmente uma ameaLa para ele como havia sido acusado, ele não
hesitaria em ordenar sua e;ecuLão imediata. (sso faria com que os associados
de Paulo em perigo de prisão, detenLão e talve e;ecuLão. &pafrodito saia
que o risco que ele estava tomando era real.
+epois de declarar sua intenLão de enviar &pafrodito de volta para
Filipos, Paulomenciona
3BJ e depois primeirov!rias
d! cinco títulos
raYes paraque revelamdecar!ter
mand!Hlo deste
volta Ivv. homem Iv.
3>H?4J.
*eus títulos
%as eu pensei que é necess!rio para enviar a vocs &pafrodito, meu
irmão e colega de traalho e outro soldado, que tamém é seu mensageiro e
ministrar a minha necessidadeU I3M3BJ
's trs primeiros títulos Iintroduido pelo meuJ referemHse a relaLão
&pafrodito para o próprio apóstolo irmão, colega, camarada. 's dois Rltimos
Iintroduido pelo seuJ diem respeito ao seu relacionamento com a igre#a em
FiliposHmensageiro, ministro.
Ao utiliar o pronome possessivo meu, Paulo manifesta um
relacionamento profundo e amoroso com este homem not!vel. ' apóstolo era
o líder mais respeitado e querido na igre#a primitiva. No entanto, ele se
dignou a chamar um crente comum e praticamente desconhecida não só seu
irmão, mas tamém sua colega de traalho e outro soldado a serviLo do
*enhor.
Acima de tudo, &pafrodito, como todos os outros crentes, era o irmão
espiritual de Paulo, uma crianLa companheiro de +eus. %as os dois homens
tamém havia se tornado irmãos, no sentido de ter um profundo afeto pessoal
para o outro. &les tinham desenvolvido uma amiade duradoura e
camaradagem como eles serviram ao *enhor #untos.
&m segundo lugar, &pafrodito foi colega de Paulo, destacando seu
esforLo espiritual comum para além da sua vida espiritual comum. *unergos
Icolega de traalhoJ é um termo distintamente Pauline. +os tree vees ele é
usado no Novo 7estamento, todos, e;ceto um I? $ohn @J são, por Paul. &m
cada caso tem a idéia de uma parceria afetiva, não apenas a de uma relaLão
impessoal oficial Icf. -m 5>M=, 35U. /ol. DM55U. 5 7essalonicenses ?M3U. Flm
3DJ. Paulo duas vees inclui especificamente as mulheres piedosas entre seus
companheiros traalhadoresHPrisca Iou Priscila, -om. 5>M?J e &vódia e
*íntique, dois piedosos mas os memros rigando da igre#a em Filipos que
havia compartilhado "luta pela causa do evangelho" de Paulo IFilipenses DM3H
?J. &m 5 /oríntios, ele chama todos os crentes "de +eus colegas de traalho"
I5 /or. ?M=J.
&m terceiro lugar, &pafrodito era soldado do companheiro de Paulo,
sugerindo suas lutas con#untas contra inimigos comuns espirituais. *oldado
companheiro tradu os compostos sustratijtks sustantivo grego Iusado
apenas duas vees no Novo 7estamentoU.. /f Flm 3J., Que é formado a partir
de domingo
4@M4= U 3@M53,I"com"J e stratiotes,
$oão 5=M3, 3?U Atosa54MU
palavra comum
53M>J. Paulopara soldado
estava Icf. %t a
acorrentado
uma stratiotes em -oma quando escreveu Filipenses IAtos 3@M5>J. 8sando a
palavra metaforicamente, Paulo admoestou 7imóteo a sofrer dificuldades com
ele "como om soldado de /risto $esus" I3 7m. 3M?J. ' apóstolo olhou em
&pafrodito não como um suordinado, mas, com humildade, como um
guerreiro espiritual no serviLo do *enhor $esus /risto.
No segundo con#unto de títulos, &pafrodito é chamado seu messenger
e ministrar a minha necessidade. /omo mencionado acima, a palavra indica o
seu relacionamento com a igre#a em Filipos e v seu traalho a partir de sua
perspectiva. Paulo agora #ulgou necess!rio para enviar de volta para Filipos o
amado irmão, colega de traalho, e outro soldado que tinha tanto amor lhe
enviou.
Apostolos pode se referir a um mensageiro comum, como ele
claramente fa aqui. ' termo é usado para o cargo de apóstolo, realiada
pelos +oe Iinclusive %atias, Atos 5M35H3>J e Paulo Icf. -m 5M5U.. 1al 5M5,
5=U. &f 5M5J . &ram homens que tinham visto o *enhor ressuscitado e que
foram diretamente escolhidos por ele. +e uma forma completamente srcinal,
$esus é "o Apóstolo \apostolon] e *umo *acerdote da nossa confissão" I0
?M5J. Apostolos tamém pode se referir a mensageiros especiais que foram
escolhidos e enviados pelas igre#as Icf. Atos 5DM5DU. 3 /oríntios @M3?J.
/laramente &pafrodito era um mensageiro, enviado a -oma pela igre#a em
Filipos.
&pafrodito foi tamém um ministro enviado de Filipe para atender a
necessidade de Paulo. )eitourgos é uma das v!rias palavras gregas traduidas
por vees ministro no Novo 7estamento. Novamente, é o termo a partir do
qual é derivado liturgiaU mas tem uma ampla gama de significados e
aplicaLYes. Foi usada pelos antigos gregos de um funcion!rio pRlico que foi
tão apai;onadamente dedicados a suas funLYes que desempenharam V sua
própria custa. A palavra muitas vees descrita faendo um serviLo que tinha
uma aura de importSncia especial, e um leitourgos foi, portanto, altamente
respeitado e homenageado pelos seus concidadãos. Paulo refereHse aos
governantes humanos em geral como "servos \leitourgoi] de +eus" I-m
5?M>J, que devem ser respeitados e oedecidos Ivv. 5HB, J.
No Novo 7estamento, leitourgos foi mais comumente usado de
serviLo ao *enhor. Paulo falou de si mesmo como "um ministro de /risto
$esus para os gentios, ministrando como sacerdote o &vangelho de +eus"
I-m 5BM5>J.
I0 5MJ e até'mesmo
autor de 0ereus
se refere chama
a $esus de an#os
/risto comode"um
+eus "*eus do
ministro ministros"
santu!rio
e do taern!culo verdadeiro" I@M3J. Para Paulo para chamar &pafrodito um
ministro era um grande elogio, de fato. &pafrodito era ele mesmo o presente
mais valioso que veio a Paulo de Filipos, uma autoHdoaLão, servo, incans!vel
sacrificial, e humilde de mais alto calire.
Por esse motivo, deve ter sido e;tremamente difícil para Paul para
enviar de volta para eles este querido irmão, colega de traalho, e outro
soldado. & porque a igre#a enviou &pafrodito para ficar com o apóstolo
indefinidamente e servir as suas necessidades, Paulo sentiuHse origado a
e;plicar por que ele estava enviando de volta. &le articula essas raYes nos
versículos 3>H?4.
%'7(C'* Q8& F(&-A% PA8)' &NC(A +& C')7A &PAF-'+(7'
Poi* e(e te *audade de todo* oc* e e*t anu*tiado )orue ficara
*aendo ue e(e e*tee doente. #e fato ficou doente e ua*e orreu. @a*
#eu* tee i*eric/rdia de(e e não *oente de(e a* ta= de i
)ara ue eu não tie**e tri*tea *ore tri*tea. Por i**o (oo o eniarei
)ara ue uando o ire noaente fiue a(ere* e eu ten:a eno*
tri*tea. E )eço ue oc* o recea no Sen:or co rande a(eria e
:onre a :oen* coo e*te )orue e(e ua*e  orreu )or aor F cau*a
de Cri*to arri*cando a ida )ara *u)rir a auda ue oc* não e
)odia dar. I3M3>?4J
Não que &pafrodito estava cansada de servir Paul. &le não era apenas
saudade ou agitado para uma mudanLa de traalho ou de cen!rio. Nem era
medo do mal que possa acontecer a ele se ele ficasse mais tempo. 's títulos
Paul deuHlhe mostrar que ele era um traalhador fiel, que #amais dei;aria um
traalho incompleto e um soldado leal que nunca iria dei;ar o cargo em face
do perigo.
%as &pafrodito estava com saudades de seus companheiros crentes de
Filipos, e estava angustiado porque eles ouviram que ele estava doente. &le
não era de todo angustiado com sua própria condiLão ou emHestar, mas
apenas cerca de Filipenses. 7radu uma forma participial afligidas do
adkmonej vero, que refereHse a profunda angRstia, ansiedade ou agitaLão
emocional. 7anto %ateus e %arcos usou para descrever a angRstia de $esus
como &le orou no $ardim do 1etsmani. &le se tornou tão "triste e angustiado
\adkmonein]" que &le clamou a Pedro, 7iago e $oão, "%inha alma est!
profundamente triste, a ponto da morte" I%ateus 3>M?H?@U cf %c 5D.M ??H?DJ.
&le orou com agonia tão intensa que "seu suor tornouHse como gotas de
sangue, caindo sore a terra" I)ucas 33MDDJ.
AngRstia &pafrodito não era que e;tremo, mas era, no entanto, muito
real e profundo. &le pode, acidentalmente, tornaramHse distraídos a ponto de
ser menos Rtil para Paulo. *eu coraLão doía, porque ele tinha aprendido que
os crentes de Filipos tinha ouvido falar que ele estava doente e estavam
preocupados com ele. &le não estava apreensivo sore sua doenLa com risco
de vida, mas foi afligido pela sua angRstiaT Asthenej Iestava doenteJ tradu
um vero composto
literalmente composto
"sem forLa". &le pela
foi negativa e sthenos
usado para I"forLa"J
descrever e significa
as fraqueas de
diversos tipos e graus variados. *ustantivos relacionados foram utiliados de
fraquea física geral I3 /oríntios. 53M54J, em como de fraquea espiritual
I%t 3>MD5J. Paulo mesmo usado asthenej para descrever a fraquea, por
causa do pecado da carne I-m @M?J, da )ei %osaica para produir #ustiLa.
%as asthenej foi mais comumente usado de doenLa física. Foi usado
no Novo 7estamento para descrever doenLas milagrosamente curada por
$esus Icf. %arcos >MB>, )ucas DMD4, $oão BM?U 55M3H?J, os discípulos I%t
54M@J, e os apóstolos depois de Pentecostes Icf. At =M?U 5=M53J.
's filipenses tinham oas raYes para estar preocupado com a saRde
&pafrodito, porque ele tinha estado doente a ponto de morte. *e não tivesse
+eus teve misericórdia dele, ele teria morrido. X interessante notar que,
emora ele #! tivesse e;ercido o dom da cura Icf. Atos 3@M@J, Paul
evidentemente não us!Hlo para curar &pafrodito, talve porque a era do
miraculosos sinais apostólicos estava quase no fim Icf. 3 7m. DM34J.
Quando +eus poupa uma pessoa da morte é sempre um refle;o de *ua
misericórdia, porque "o sal!rio do pecado é a morte" I-m >M3?J e cada ser
humano é um pecador I-om. ?M3?J. 's dois homens cegos que pediam $esus
para restaurar a visão perceeu que sua Rnica esperanLa era através da *ua
misericórdia. *eu grito inicial, na verdade, foi por misericórdia, não tem cura
I%t =M3J. +a mesma forma, os de leprosos primeiro clamar ao *enhor foiM
"$esus, %estre, tem misericórdia de nós" I)ucas 5M53H5?J. +a mesma forma,
a mulher cananéia I%ateus 5BM33J, o homem com o filho demente I%t 5M5BJ,
e os Eartimeu mendigo cego I%arcos 54MD, )ucas 5@M?=J tudo foi ter com
$esus perguntar
A cura deprimeiro
+eus depor misericórdia.
&pafrodito não foi apenas do enefício óvio para
ele, mas tamém para Paulo, que oserva que +eus teve misericórdia ... não
somente dele, mas tamém em mim. $unto com os filipenses, ele teria tristea
sore tristea e;periente tinha &pafrodito morreu. Paulo não ficaria triste
como faem os incrédulos, "que não tm esperanLa" I5 7s. DM5?J, mas sua
tristea pela morte de &pafrodito o que no entanto ter sido real, profundo e
duradouro.
Apesar da perda pessoal, ele iria e;perimentar, enviandoHlhe de volta,
Paul escreveu praer, Por isso eu mandeiHo mais ansiosamente para que
quando voc vHlo novamente, voc pode se alegrar e posso estar menos
preocupado com voc. 's filipenses não pediu que &pafrodito ser enviado de
volta para eles. *eu retorno foi idéia de Paulo e foi realiada e;clusivamente
por sua iniciativa. &le saia que a sua perda seria seu ganho. %as sua
felicidade em ter &phaphroditus de volta em sua olsa traria alívio Paulo. 7al
é o poder not!vel e recompensa do amor altruísta. Paulo, &pafrodito, e os
crentes de Filipos eram de fato "da mesma mente, mante ndo o mesmo amor,
unidos em espírito, com a intenLão de um propósito," faer "nada de egoísmo
ou vanglória, mas com a humildade de espírito" quanto "um outro como mais
importante "do que eles, e" não apenas olhar \ing] para fora \deles] próprios
interesses pessoais, mas tamém para os interesses dos outros "IFilipenses
3M3HDJ. Paulo e;ortou os Filipenses desinteressadamente, receeHo, em
seguida, no *enhor com toda a alegria.
Prosdechomai IreceerJ refereHse a aceitaLão favor!vel e feli. 's
fariseus e os escrias usado pe#orativamente de $esus "receer e comer com
aqueles que consideram pecadores vil I)ucas 5BM3J. A rai IdechomaiJ tem a
mesma conotaLão. $esus usou para descrever a maneira que os crentes
humildes, infantil I%t 5@MBJ, pregadores fiéis do &vangelho I%t 54M5DJ, e do
próprio evangelho I)ucas @M5?U /f. Atos @M5DU 5M55J deve ser receido.
Prosdechomai descreve como Phoee, a irmã de Paulo no *enhor e um
au;iliar de muitos", era para ser receidos pela igre#a em -oma I-omanos
5>M5H3J e como a igre#a em Filipos foi agora para receer os ilustres
&pafroditoH no *enhor com toda a alegria. %ais do que isso, os filipenses
estavam a deter homens como ele em alta conta, porque ele chegou perto da
morte para a ora de /risto, arriscando a sua vida, como ele sacrificialmente
procurou completar o que era deficiente, ou se#a, ainda não concluído, no
serviLo de Filipos igre#a de Paul.

significaArriscando tradu
literalmente uma deforma
"#ogar participial
lado." &la falade deparaoleuomai,
uma arriscandoque
voluntariamente o emHestar e, assim, se e;por ao perigo. &la foi utiliada
algumas vees do #ogo, e é por essa raão que o título desta seLão refereHse a
&pafrodito como "o #ogador amoroso." /om total despreo para seu emH
estar próprio, ele sempre colocou sua vida em risco para a ora de /risto .
)ogo após tempos do Novo 7estamento, um grupo de cristãos se
uniram em uma associaLão que chamaram Paraolani, que significa "os
#ogadores." )evando &pafrodito como seu modelo, eles visitaram os
prisioneiros e ministrados aos doentes, especialmente aqueles com doenLas
transmissíveis perigosas quem ninguém mais poderia a#udar. &les
cora#osamente proclamou o evangelho de $esus /risto onde quer que fossem
I^illiam Earcla6, As /artas aos Filipenses, /olossenses e 7essalonicenses
\ed rev, )ouisville, Gentuc96M.. ^estminster, 5=B], B4J.
Quando a cidade de /artago, na costa mediterrSnea da Zfrica do
Norte, sofreu uma praga grave no ano 3B3, os haitantes pagãos eram tanto
medo de cont!gio que se recusavam a tocar os corpos dos mortos ainda para
enterr!Hlos. /ipriano, ispo da igre#a de l!, levaram os cristãos na tarefa !rdua
e perigosa de ministrar aos doentes e moriundos e de enterrar os milhares de
cad!veres. A influncia espiritual de que o testemunho silencioso, mas
poderoso em seu incrédulos e os viinhos hostis, sem dRvida, antigamente era
imensur!vel IEarcla6, B4J.
7alve Paul estava aqui #ogando no &pafrodito nome, que, como
mencionado acima, significa "favorecido por Afrodite." Porque ela era a
deusa do #ogo, em como do amor, os homens muitas vees gritam
"&pafrodito", como eles #ogou os dados, na esperanLa de ser favorecido por
ela. &m contraste com esses homens, amado irmão Paulo, oper!rio
companheiro, e colega soldado estava arriscando sua vida por algo
infinitamente mais valioso do que dinheiro. *ua vida de riscos associados,
mas não era #ogo. *em reserva, ele poderia sinceramente testemunhar com
Paulo que "tudo o que eram ganho para mim, essas coisas que eu considerei
perda por causa de /risto. %ais do que isso, eu conto tudo para ser perda de
vista do valor sulimidade do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por
quem sofri a perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas o li;o para que eu
possa ganhar a /risto "IFilipenses ?MH@J.
Paulo, 7imóteo e &pafrodito havia trs pessoas muito diferentesM
Paulo o líder cora#oso, destemido, 7imoth6 seu assistente, tranquila
consagradoU
entanto, todosdiligentes uma &pafrodito,
os trs manifestaram traalhadormais
a característica por importante
tr!s das cenas. No
de uma
vida piedosa líderHum patrimWnio imitando.

Dua(idade* ue
caracteria o* 14
Oerdadeiro*
Crente*
&'i(i)en*e* 3+1;3-

'ina(ente eu* irão* a(ere;*e no Sen:orG E*creer;(:e* de noo


a* e*a* coi*a* não = can*atio )ara i e = ua *eurança )ara
oc*. Cuidado co o* cãe* cuidado co e**e* ue )ratica o a(
cuidado co a fa(*a circunci*ãoG Poi* n/* = ue *oo* a circunci*ão n/*
ue adorao* )e(o E*)?rito de #eu* ue no* (oriao* e Cri*to e*u* e
não teo* confiança a(ua na carne I?M5?J
A oa notícia do perdão e vida eterna é o coraLão do Novo
7estamento. %ateus, %arcos, )ucas e $oão registro do ministério de /risto,
que veio para "uscar e salvar o que estava perdido" I)ucas 5=M54J. Atos
registra a propagaLão do evangelho em todo o mundo romano. As epístolas
desdorar rico conteRdo do evangelho teológico. &les tamém e;ortar os
crentes V santidade pr!tica que o evangelho e;ige. Apocalipse registra o
triunfo final do evangelho na consumaLão da história humana.
%as #unto com a apresentaLão do evangelho é um tema intimamente
relacionado com uma preocupaLão crítica. 7endo claramente estaelecida a
verdade do evangelho, os escritores do Novo 7estamento estão preocupados
que as pessoas não se engane sore a autenticidade de sua salvaLão. Assim, o
Novo 7estamento desafia constantemente crentes professos se e;aminar e se
certificar de que sua fé é genuína.

no NovoA preocupaLão
7estamento com
pelo aprecursor
autenticidade
do, de salvaLão
%essias foi Eatista.
$oão pela primeira
&m umve
movimento que parece chocante no nosso dia de "userHfriendl6" aordagens
para apresentar o evangelho, $oão cora#osamente enfrentou os falsos crentes
de sua épocaM "Quando viu muitos fariseus e saduceus que vinham ao
atismo, disseHlhesM "-aLa de víoras, quem vos ensinou a fugir da ira
vindoura Portanto dar frutos dignos de arrependimento "I%t ?MH@J.
&m uma das passagens mais sérias na Eília, $esus advertiu,
"Nem todo aquele que me diM *enhor, *enhor entrar! no reino dos
céus, mas aquele que fa a vontade de meu Pai que est! nos céus vai entrar.
%uitos me dirão naquele diaM *enhor, *enhor, não profetiamos em teu
nome, e em teu nome não e;pulsamos demWnios, e em teu nome não fiemos
muitos milagres & então eu lhes direiM &u nunca saia que vocU Afasta de
mim, voc que praticam a iniquidade "I%t M35H3?J.

%ais tarde, $esus reiterou que a advertncia de uma par!olaM


"&is que o semeador saiu a semear e quando semeava, algumas
sementes caíram V eira do caminho, e vieram as aves ea comeram. 'utras
caíram em lugares pedregosos, onde não havia muita terra, e logo nasceu,
porque não tinha profundidade do solo. %as quando o sol se ergueu, foram
queimadas, e porque não tinha rai, secouHse. 'utras caíram entre os
espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaramHna para fora. & outra caiu em
oa terra e deu fruto, um a cem, outro a sessenta e outro trinta. Quem tem
ouvidos, ouLa. "I%ateus 5?M?H=J
/omo e;plicou a par!ola em particular aos seus discípulos, o seu
ponto tornouHse inequivocamente claraHnão todos os que responderem ao
evangelho são verdadeiramente salvosM
"&scuta, portanto, a par!ola do semeador. Quando alguém ouve a
palavra do reino e não a entende, o %aligno vem e lhe arranca o que foi
semeado no seu coraLão. &ste é aquele a quem foi semeado V eira da estrada.
Aquele a quem foi semeado nos lugares pedregosos, este é o homem que
ouve a palavra e logo a recee com alegria, ainda que não tem rai firme em
si mesmo, mas é apenas tempor!ria, e quando a afliLão ou a perseguiLão por
causa da palavra, logo se escandalia. & aquele a quem foi semeado entre os
espinhos, este é o homem que ouve a palavra, ea preocupaLão do mundo ea
seduLão da riquea sufocam a palavra, e ela fica infrutífera. & aquele a quem
foi semeado em oa terra, este é o homem que ouve a palavra ea entendeU que
d! fruto e produ, um a cem, outro a sessenta e outro trinta "I%ateus 5?M. 5@H
3?J
*imão, o %ago é um e;emplo cl!ssico de um crente falso. &le ouviu a
proclamaLão de Filipe do evangelho e parecia acreditarM
Agora havia um homem chamado *imão, que anteriormente estava
praticando magia na cidade e surpreendente o povo de *amaria, diendo ser
alguém grande, e todos eles, do menor para o maior, estavam dando atenLão a
ele, diendoM "&ste homem é o que é chamado o 1rande Poder de +eus. "&
eles foram dandoHlhe atenLão, porque ele teve durante muito tempo
surpreendeuHlos com suas artes m!gicas. %as, quando creram em Filipe,
pregando as oas novas do reino de +eus e do nome de $esus /risto, eles
foram atiados, tanto homens como mulheres. %esmo o próprio *imão,
creram, e depois de ser atiado, ele continuou com Felipe, e como ele
oservou sinais e grandes milagres acontecendo, ele estava constantemente
espantado. IAtos @M=H5?J
Por todas as indicaLYes e;teriores de conversão de *imão era real. &le
fe uma profissão de fé, pulicamente identificado com $esus /risto no
atismo, e até mesmo "continuou com Philip" IAtos @M5?J. %as nem tudo era
como parecia, como encontro mais tarde com *imão Pedro e $oão revelaM
Agora, quando os apóstolos em $erusalém ouviram que *amaria
receera a palavra de +eus, enviaram l! Pedro e $oão, que desceu e orou para
que eles pudessem receer o &spírito *anto. Para &le ainda não tinha caído
sore nenhum deles, pois eles haviam apenas sido atiados em nome do
*enhor $esus. &ntão eles comeLaram colocando suas mãos sore eles, e eles
receeram o &spírito *anto. Agora, quando *imão viu que o &spírito foi
concedido através da imposiLão das mãos dos apóstolos, ofereceuHlhes
dinheiro, diendoM "+ a esta autoridade para mim tamém, para que todos a
quem eu impuser as mãos recea o &spírito *anto. "%as Pedro disseHlheM"
Que sua prata perecer com voc, porque voc pensou que poderia oter o
dom de +eus com dinheiroT Coc não tem nenhuma parte ou porLão nesta
matéria, para o seu coraLão não é reto diante de +eus. Portanto se arrepender
dessa maldade de vocs, e roga ao *enhor que, se possível, a intenLão do seu
coraLão pode ser perdoado. Pois ve#o que voc est! no fel da amargura e do
cativeiro da iniquidade. "%as *imon respondeu, e disseM" 're ao *enhor para
meHvos, portanto, nada de que o que voc disse pode vir em cima de mim.
"IAtos @M5DH3DJ
7ragicamente, até mesmo pedido de *imão Pedro que reem por ele
não revelar um coraLão arrependido. &le não estava uscando o perdão Iou
ele teria orado por ele mesmoJ, mas apenas o alívio das consequncias
temporais de seu pecado. (gre#a primitiva tradiLão *imon nomes como o
fundador do que mais tarde se tornou o gnosticismo, e relata sua afirmaLão
lasfema V divindade I$' 0arold Ero:n, 0eresias \1arden /it6, NM
+ouleda6, 5=@D], B4J.
's escritores das epístolas tamém alertou as pessoas para não ser
enganado sore a realidade de sua salvaLão. Paulo e;ortou os /oríntios,
"7estHse para ver se voc est! na fé, e;aminarHseT 'u voc não reconhece isso
sore si mesmos, que $esus /risto est! em vós, a menos que de fato voc
falhar no teste "I3 /oríntios 5?MBU... /f 5 /or 55M3@J. &le advertiu seu amado
filho na fé 7imóteo sore os "sustentando uma forma de piedade, emora
tenham negado o seu poder" I3 7m ?MB.J. &screvendo para um outro #ovem
pastor, 7ito, Paulo advertiu de pessoas que "professam conhecer a +eus, mas
pelas suas oras o negam, sendo aomin!veis e desoedientes e sem valor
para qualquer oa ora" I7ito 5M5>J. $udas escreveu sore "pessoas ímpias \na
(gre#a] que transformam a graLa de nosso +eus em liertinagem e negam o
nosso Rnico *oerano e *enhor, $esus /risto" I$udas DJ. ' *enhor $esus
/risto advertiu a igre#a apóstata de )aodicéiaM "Porque és morno, e nem frio
nem quente, vou vomitarHte da minha oca" IAp ?M5>J. Amos $ames Icf. 5M3H
53, 5?H5@, 5=H3, 3M5H5?, 5DH3>U ?M5H53, 5?H5@U DM5H53, 5?H5U B M5H55, 5?H5@J
e 5 $oão Icf. 5M>U 3M?HD, =H55, 5BH5U ?M?H54, 5?H5B, 5@, 5=, 3?H3D U DMH@U BM3J
marcas lista de genuína fé salvífica.
(nfelimente, apesar dos avisos claros das &scrituras, muitos são
enganados sore a sua verdadeira condiLão espiritual. &mora eles pensam
que estão no caminho estreito que leva ao céu, eles são realmente no caminho
largo que condu ao inferno. &les aseiam sua falsa seguranLa de salvaLão de
uma série de provas que, na realidade não provam nada. IPara uma discussão
mais ampla de provas falsas de salvaLão, ver %atthe: %ead, ' Quase
/ristão +escoerto \-eprintU Eeaver Falls, na PensilvSniaM *oli +eo 1loria,
sd]U 1ardiner *pring, os traLos que distinguem do car!ter cristão \-eprintU
Phillipsurg, N$ M Presiteriana e -eformada, sd]U $ohn %acArthur, '
&vangelho *egundo $esus \rev ed, 1rand -apidsM.. ondervan, 5==D]U $ohn
%acArthur, oras a féM ' &vangelho *egundo os Apóstolos \+allasM ^ord,
5==?]. J
%uitas pessoas descansar a sua esperanLa de salvaLão em um evento
passado. &les podem ter orado para receer /risto como uma crianLa,
avanLou em resposta a uma chamada de altar, assinaram uma carta, ou um
compromisso em um retiro. `s vees, pessoas emHintencionadas incentivar
essas falsas esperanLas, oferecendo o que se pode chamar &les apresentam o
seguinte silogismo aparentemente plausível para aqueles que ream para
receer a /risto "garantia silogística."M "$oão 5M53 di que" todos quantos o
receeram, aos deuHlhes o direito de se tornarem filhos de +eus, mesmo para
aqueles que crem no seu nome ", voc só receeu a /risto, por isso voc se
tornou um filho de +eus" (nfelimente, esse silogismo só é verdade se a
premissa menor I"voc. /risto acaa de receer "J é verdadeira. & esse é o
ponto em questão. /omo oservado anteriormente, $esus ensinou na par!ola
dos solos que uma profissão de fé infrutífera não prova nada. A fé genuína
inevitavelmente produir transformaLYes na vida de uma pessoa, a fé falsa ou
mortos não vontade Icf. 7iago 3M5DH3>J. &scritura nada aponta as pessoas de
volta para uma e;perincia de conversão para validar a sua salvaLão, a
questão é uma vida transformada. *imão, o %ago não só fe uma profissão de
fé, mas tamém foi atiado e continuou com Felipe por um tempo. No
entanto, como sua conduta indica ainda, que ele nunca foi salvo IAtos @M35H
3?J.
8m segundo não prova da fé salvadora é uma vida superficialmente
moral. X certamente verdade que a nova naturea rompe o padrão de
constante pecado Icf. 5 $oão ?M=J, e que todos os cristãos devem viver uma
vida de crescente purea moral Icf. %t BMD@U. 5 Pedro 5M5D H 5>J. ' inverso
não é verdadeiro, no entanto, todos os que vivem a vida e;teriormente morais
não forem resgatados. %uitos incrédulos são honestos, generosos, e procuram
viver de acordo com padrYes éticos elevados. 7al comportamento é louv!vel,
mas não di nada sore o seu estado espiritual. Pode impressionar "homem"
que "olha para o e;terior," mas não vai enganar "o *enhor", que "olha para o
coraLão" I5 *am 5>MU... /f Pv 35M3J. $esus denunciou severamente os líderes
mais e;teriormente morais religiosos de *eus diasM "Ai de vós, escrias e
fariseus,
realmentehipócritasT Para sois semelhantes
parecem formosos, aos sepulcros
mas interiormente caiados,
estão cheios deque pordefora
ossos
mortos e de toda imundícia. &ntão voc tamém e;teriormente pareceis #ustos
aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqidade
"I%ateus 3?M3H3@J.
Pessoas não salvas podem se comportar de acordo com padrYes
morais, por muitas raYes. Alguns o faem porque tm medo de +eus. 'utros
sentem a pressão dos colegas para se conformar com os padrYes e
e;pectativas de seu grupo de pares. As crianLas muitas vees levam vidas
morais para agradar seus pais e evitar a puniLão. & o mais tr!gico de tudo,
muitas pessoas acreditam que viver uma vida moral vai usc!Hlos ao céu. *e#a
qual for a motivaLão, moralidade e;terna não salva ninguém, uma ve que
aos olhos de +eus "todos nós somos como o imundo, e todas as nossas oas
oras são como uma roupa su#a, e todos nós murcharão como uma folha, e as
nossas iniqidades, como o vento nos arreatam "I(s >DM>J, e" pelas oras da
lei nenhuma carne ser! #ustificada diante dele "I-om. ?M34U. /f. 1l 3M5>J.
' e;emplo do #ovem rico mostra que viver uma vida moral não pode
salvar ninguém. &le alegou ter mantido Ipelo menos aparentementeJ os +e
%andamentos I%ateus 5=M34J. %as a sua pergunta a $esusM "%estre, que
coisa oa que devo faer para que eu possa oter a vida eterna" I%t 5=M5>J,
revela que saia que ele não tenha a vida eterna. /oment!rios *tephen
/harnoc9,
A opinião de ganhar a vida eterna pela oservaLão de fora da lei, vai
aparecer muito insatisfatória para uma conscincia inquisidora. &ste
governante afirmou, e certamente se confiantemente crer, que ele havia
cumprido a lei Iv. 34JM "7udo isso tenho oservado desde a minha #uventude,"
ainda não tinha nenhuma satisfaLão completa em sua própria conscinciaU sua
misgave coraLão, e comeLou em cima de alguns sentimentos dentro de si, que
algo mais era necess!rio, e que ele havia feito pode ser muito fraco, muito
curta para filmar loqueio do céu para ele. & a esse propósito, ele vem para
/risto, para receer instruLYes para o remendarHse de tudo que estava com
defeito. IA e;istncia e atriutos de +eus \-eprintU 1rand -apidsM Ea9er,
5==], 3M353J
&sse fato foi confirmado por sua recusa em seguir $esus I%t 5=M35H
3>J.
'utro equívoco comum é que um mero conhecimento dos fatos do
evangelho é uma evidncia da salvaLão. %as, mesmo "os demWnios crem \a
verdade], e tremem" I7iago 3M5=J. %uitas pessoas saem a verdade do
evangelho, mas permanecem sem perdão e so condenaLão eterna. 7eólogos
lierais tm muitas vees detalhada conhecimento das verdades da &scritura,
mas critic!Hlos e se recusam a acreditar neles. ' escritor de 0ereus di de
tais pessoas, "A palavra que ouviram não lhes aproveitou, porque não estava
unida pela fé naqueles que a ouviram" I0 DM3J. Ninguém, é claro, pode ser
salvo a menos que ele conhece os fatos do evangelho, que +eus é santo, que
ele é um pecador por quem /risto morreu uma morte sustitutiva na cru, e
que a salvaLão é unicamente pela graLa mediante a fé. %as mero
assentimento intelectual a essas verdades não é igual fé salvadora, que inclui
confianLa e compromisso. Para saer a verdade, mas se recusam a agir sore
ela apenas resulta em maior condenaLão I)ucas 53MDHD@J, e não a salvaLão.

's escrias religiosos e morais e fariseus, depois de oservar a vida de


/risto, ouviHlo falar, e vendo os *eus milagres, concluiu que $esus "e;pulsa
os demWnios só por Eeleu o governante dos demWnios" I%t 53M3DJ. +esde
que tinham delieradamente se recusou a acreditar na verdade, $esus declarou
a respeito delesM "Por isso vos digo que, qualquer pecado e lasfmia serão
perdoados pessoas, mas a lasfmia contra o &spírito não ser! perdoada.
Quem disser uma palavra contra o Filho do homem, isso lhe ser! perdoado,
mas quem falar contra o &spírito *anto, não lhe ser! perdoado, nem neste
mundo nem no porvir "I%ateus 53M?5H?3 J. 's escrias e fariseus ouviram a
verdade, mas eles o re#eitaram e foram condenados eternamente. /omo os
escrias e fariseus, $udas viu os milagres de $esus e ouviu a *ua pregaLão.
%as, apesar de trs anos em sua presenLa, ele tamém re#eitou a verdade,
traiu $esus, e est! perdido para sempre.
' escritor de 0ereus tamém alertou sore falsos crentes apóstatasM
Pois, no caso daqueles que uma ve foram iluminados, e provaram o
dom celestial, e se tornaram participantes do &spírito *anto, e provaram a oa
palavra de +eus e os poderes do mundo vindouro, e depois se afastaram , é
impossível renov!Hlos novamente para arrependimento, visto que de novo
crucificando para si mesmos o Filho de +eus e coloc!Hlo para arir vergonha.
I0ereus >MDH>J
Nem é a prova de atividade religiosa da salvaLão. %uitos dos que
estão no caminho largo que condu ao inferno fielmente V igre#a, são
atiados, a comunhão, e participar dos outros rituais de sua igre#a. "%anter a
aparncia de piedade, emora tenham negado o seu poder" I3 7m ?MB.J, &stão
tragicamente enganados a pensar que sua atividade religiosa prova que eles
são salvos. &les são como os apóstatas de (srael, de quem +eus declarouM
"&ste povo se apro;ima com suas palavras e me honra com seu serviLo de
ordo, mas eles removem seus coraLYes longe de mim, e sua reverncia para
mim consiste em tradiLão aprendidas de cor" I(saías 3=M5?U /f. B@M5HDJ.
As virgens loucas da par!ola de $esus representam essas pessoas.
&mora na aparncia eles não eram diferentes das virgens prudentes Ique
representam os remidosJ, eles realmente representam pessoas não
regeneradas, que não estar! pronto para o retorno de /risto I%t. 3BM5H5?J.
Ananias e *afira parecia não ser diferente dos outros memros da igre#a de
$erusalém, até que sua ganSncia ea hipocrisia eram desmascarados IAtos BM5H
55J. ' *enhor $esus /risto declarou V igre#a de *ardes, "/onheLo as tuas
orasM tens fama de estar vivo, mas est!s morto" IAp ?M5 NC(J. 8ma forma
e;terna da religião sem a realidade para dentro da salvaLão resultar! em
condenaLão eterna.
A Rltima prova não de salvaLão é o serviLo em nome de /risto. X uma
dura realidade que muitos que pregam o evangelho não são salvos. %esmo
$udas, o filho da perdiLão I$oão >M4H5U 5M53J, pregou o evangelho I%ateus
54MDHJ. "%uitos \essas pessoas] dirão \$esus] naquele diaM *enhor, *enhor,
não profetiamos nós em teu nome, e em teu nome não e;pulsamos
demWnios, e em teu nome não fiemos muitos milagres & então \&le ] lhes
direiM Nunca vos conheciU apartaiHvos de mim, vós que praticais a iniqidade
"I%t M33H3?J.
&m Filipenses ?M5H? Paulo acrescenta que o ensino ílico sore a
questão da distinLão entre a fé genuína e falso. 7anto por implicaLão e
e;plicitamente, ele apresenta cinco qualidades de verdadeiros crentesM eles se
regoi#am no *enhor, o discernimento e;ercício, a adoraLão no &spírito,
glória em /risto $esus, e não confiamos na carne.

C&-+A+&(-'* /-&N7&* A)&1-A-&( N' *&N0'-


'ina(ente eu* irão* a(ere;*e no Sen:orG I?M5aJ
Finalmente Ipara loiponJ é melhor traduida como "além disso",
"assim, então," ou "agora então." X uma palavra de transiLão não, a
conclusão, uma ve que metade dos Filipenses segue. $o6 é um tema
importante, tanto em Fl Icf. 5MD, 5@, 3B, 3M3, 5H5@, 3@H3=U DM5, D, 54J e no
resto do N7, onde ela aparece em sua sustantivo e formas verais cerca de
5B4 vees. Aqui, como em DMD, 54 Icf. )ucas 5MDJ, Paul liga para alegrar um
relacionamento, comandando os crentes a se alegrar no *enhor. A esfera em
que a alegria e;iste é na sua relaLão com o *enhor $esus /risto.
A alegria de que Paulo escreve não é o mesmo que a felicidade Ia
palavra relacionada ao "acaso" praoJ, o sentimento de alegria associada com
eventos favor!veis. Na verdade, a alegria persiste em face da fraquea, dor,
sofrimento, até mesmo a morte Icf. 7iago 5M3J. Alegria ílica produ uma
profunda confianLa no futuro que se aseia na confianLa no propósito de
+eus e poder. (sso resulta na ausncia de qualquer medo final, uma ve que a
relaLão em que se aseia é eterna e inaal!vel I*l 5>M55U. $ohn 5>M33J. Nem é
uma emoLão humana produidaU que os comandos de Paulo mostra que
alegria é um ato da vontade em escolher oedecer a +eus. ' resultado é uma
emoLão sorenatural produido, fruto de andar no &spírito I-m 5DM5U 1al
BM33.J. Assim, regoi#andoHse marcas de verdadeiros crentes Icf. Pss =M5DU.
5?MBU ?3M55U ??M5, 35U ?BM=U D4M5>U B5M53U 4MD, )ucas 54M34U $oão 5BM55U
5M5?, -m 5BM5?U. 5 7essalonicenses BM5>J..

C&-+A+&(-'* /-&N7&* P-A7(/A% ' +(*/&-N(%&N7'


E*creer;(:e* de noo a* e*a* coi*a* não = can*atio )ara i e =
ua *eurança )ara oc*. Cuidado co o* cãe* cuidado co e**e* ue
)ratica o a( cuidado co a fa(*a circunci*ãoG I?M53J
+epois de comandar os filipenses a alegrarHse, Paulo se volta para o seu
pró;imo tema importante na epístola. *ua advertncia forte e direto implica
uma outra marca distintiva dos verdadeiros crentesM a sua capacidade de
discernir. Ninguém pode ser salvo, que não entende as verdades fundamentais
do evangelho I-m >M5U 54M5D, 5J. %as desde que o discernimento, como a
fé, precisa crescer e amadurecer, pastores e presíteros devem alertar a igre#a
de falsos mestres I&f DM55H5DJ. Assim, para Paulo a escrever as mesmas
coisas de novo não era prolema para ele, porque era uma salvaguarda
necess!ria para a Filipenses. 's falsos mestres, anunciando a salvaLão através
do ritual, o legalismo cerimWnia, e, representa uma séria ameaLa para eles.
*alvaguarda IasphalksJ significa, literalmente, para não tropeLar, tropeLar, ou
ser derruado. Paul advertiu fielmente os filipenses para que eles não tropeLar
Icf. Atos 34M?5J.
A frase para escrever as mesmas coisas novamente indica que Paulo est!
prestes a elaorar sore algo que ele tenha mencionado anteriormente. '
apóstolo, sem dRvida, tem em mente a sua e;ortaLão em 5M3H3@M
/onduirHse de um modo digno do evangelho de /risto, de modo que se
eu vir vHlo ou permanecer ausente, eu vou ouvir de vocs que estais firmes
num só espírito, com uma mente lutando #untos pela fé do evangelhoU em
nada alarmado com o seu advers!rio, que é um sinal de destruiLão para eles,
mas de salvaLão para voc, e que tamém da parte de +eus.
Nesta passagem, Paulo disse aos filipenses não devem se alarmar com os
seus advers!riosU na presente passagem, ele diHlhes como reconhecHlos. &le
descreve esses falsos mestres que se opunham ao evangelho por meio de trs
termos, cada um introduido por uma forma imperativa do vero lepj
IcuidadoJ.
Paulo primeiro descreve os falsos mestres como cães. Ao contr!rio dos
cães de estimaLão I9unarionJ descritos em %ateus 5BM3>H3, Guon IcãesJ
refereHse aos catadores selvagens que assolaram cidades antigas. &sses
canalhas vagavam em andos, alimentandoHse de li;o I&;. 33M?5U 5 -eis
5DM55U 5>MDU 35M3?H3DJ e, ocasionalmente, atacar seres humanos. Foram
despreados, e "cão" era frequentemente usado como um termo depreciativo
Icf.
-ev.+t33M5BJ.
3?M5@U+e
5 *m 5MD?,
fato, 3DM5DUnos
os #udeus 3 *am =M@Uílicos
tempos 5>M=U 3 -eis @...M 5?U.chamado
comumente *l 33M5>U
com despreo para os gentios como cães.
*urpreendentemente Paulo, um #udeu, chamou a estes #udeus Iver a
discussão aai;oJ cães falsos professores. &le advertiu os filipenses a tomar
cuidado com aqueles que chamam outros cães, mas na realidade são cãesHse.
A descriLão do apóstolo é montagem. *ão cães imundos e su#os Assim são
os falsos mestres. *ão cães feroes e perigosos, e devem ser evitados Assim
são os falsos mestres. Assim são todos aqueles que ensinam a salvaLão pelas
oras.
As palavras de Paulo parecem duras e sem amor no actual clima de
tolerSncia e diversidade. %esmo muitos na igre#a consider!Hlo sem amor e de
divisão de apontar o erro doutrin!rio. No entanto, verdade e amor não são
mutuamente e;clusivas, e os crentes são chamados a amos I&f. DM5BJ, em
como ao discernimento Icf. $ohn %acArthur, Faith -ec9lessM Quando a (gre#a
perde a sua vontade de +iscernir \^heaton, (llinois M /ross:a6, 5==DJ. A
&scritura ensina que a salvaLão é pela graLa somente através da fé I&f 3M@H=J.
Aqueles que ensinam o contr!rio são voraes, loos selvagens I%ateus M5B,
Atos 34M3=J, provedores de doutrinas de demWnios I5. 7im DM5J, que as
pessoas usher na estrada ampla para o inferno I%t M5? J. Pastores e
presíteros devem advertir seus reanhos contra eles. Qualquer desvio da
verdadeira doutrina de /risto deve ser evitado I3 $oão =H55J.
&mora os falsos mestres se orgulhavam de sua #ustiLa supostamente, eles
estavam em maus oreiros realidade. Normalmente, os envolvidos na
e;ternos, rituais, religiYes cerimoniais verHse como faendo +eus om e
agrad!vel. ' próprio Paulo foi uma ve orgulhoso de "avanLar no #udaísmo
ultrapassava a muitos dos contemporSneos de \sua] entre compatriotas \sua],
sendo mais e;tremamente eloso \sua] tradiLYes ancestrais" I1l 5M5DJ. +epois
de sua conversão, o apóstolo perceeu que todas as suas oas oras eram
inRteisM "7udo para mim era lucro, essas coisas que eu considerei perda por
causa de /risto. %ais do que isso, eu conto tudo para ser perda de vista do
valor sulimidade do conhecimento de /risto $esus, meu *enhor, por quem
sofri a perda de todas as coisas, e cont!Hlos, mas o li;o para que eu possa
ganhar a /risto "IFilipenses ?MH@J. &m ve de ver a si mesmo como faer o
em aos olhos de +eus, Paulo, no final de seu ministério, senti que ele era de
fato o lugar dos pecadores I5 7m. 5M5BH5>J.
*omente os crentes controlados pelo &spírito *anto pode faer
verdadeiras
's incrédulosoas orasfaer
podem I&f 3M54U
coisas/ol. 5M54U.
ruins 3 7imóteo
por raYes ruins.3M35U
&les?M5, 7itopodem
tamém 3M5DJ.
faer coisas oas, mas só por orgulho egoísta, não para a glória de +eus.
*omente os redimidos pode faer oas aLYes motivadas por um dese#o de
glorificar a +eus. 's falsos mestres que assola os filipenses se viam como
agradar a +eus, ganhando seu favor Ie sua salvaLãoJ através de seu elo pela
lei. %as Paulo e;pWs para os traalhadores orgulhosas maus que eram.
+escrevendoHos como a circuncisão falsa, Paulo claramente identificados
esses falsos mestres como seus advers!rios perenes, os #udaiantes. &sses
#udeus legalistas negado o evangelho da graLa, ensinando que a circuncisão e
guardar a )ei de %oisés eram necess!rias para a salvaLão IAtos 5BM5J. '
/oncílio de $erusalém condenou os seus ensinamentos heréticos IAtos 5BM5H
3=J, assim como Paul Ipor e;emplo, 1al 5M>H=U 3M5>H35U ?M3H5D, 33H3BU BM5 H.
D, 55H5DJ. A salvaLão é pela graLa somente através da fé.
A circuncisão tem sido sempre essencial para o povo #udeu, uma ve que
é a marca distintiva da alianLa de +eus com o seu antepassado, Araão I1n
5M55, Atos M@J. 7ão de perto que eles se identificam com a circuncisão que
se refere a #udeus como a circuncisão ou os circuncidados IAtos 54MDBU -om
5BM4@UU 55M3.. 1al 3MU &f 3M55U. /ol. ? M 55, DM55U gentios 7ito 5M54J, e como a
incircuncisão ou os incircuncisos I$ 5DM?, 5BM5@U 5 *m 5DM>U 5M3>U ?5MD, 3
*am. . 5M34U Atos 55M?U 1al 3MH=U &f 3M55U. /olossenses ?M55J. &m
oedincia ao mandamento de +eus, todo menino #udeu era Ie éJ
circuncidado ao oitavo dia após seu nascimento I1n 5M53U. )ev 53M?J. A
circuncisão foi tão significativa que não circuncisados homens #udeus
estavam a ser cortado da comunidade da alianLa I1n 5M5DJ. &mora a
circuncisão tem, através dos séculos, desde proteLão contra algumas doenLas,
que não era o propósito principal de +eus em ordenarHlo. /ircuncisão
graficamente ilustrada depravaLão do homem, que se manifesta em nenhum
lugar mais do que no ato procriador, porque é então que a naturea do pecado
é passada para uma nova geraLão I*l B5MBU B@M?J. A circuncisão era um
símolo, retratando a necessidade do homem de ser purificados do pecado, a
rai mais profunda do seu ser. ' derramamento de sangue envolvido no ato
físico da circuncisão poderia simoliar a necessidade de um sacrifício para
realiar essa limpea.
/omo o atismo na Nova AlianLa, a circuncisão era para refletir uma
realidade interior. +eus ordenou aos israelitasM "/ircuncidaiHvos ao *enhor e
remover os prepRcios do vosso coraLão" I$r DMDU. /f =M3>U. )ev 3>MD5U +t
54M5>U.
tornado?4M>, &. DDM,
um mero ritual=J. (nfelimente,
e;terior, peladecircuncisão
destituído Pauloespiritual
seu significado do dia tinhaHse
a que
se destinaM
Pois de fato a circuncisão tem valor se voc praticar a lei, mas se voc é
um transgressor da lei, a tua circuncisão se tornou incircuncisão. Portanto, se
o homem não circuncidado mantém as e;igncias da )ei, não ser! a sua
incircuncisão ser considerada como circuncisão & aquele que é fisicamente
incircuncisos, se ele continuar a )ei, ele não vai #ulg!Hlo que apesar de ter a
letra da lei e circuncisão és transgressor da lei Porque não é #udeu quem o é
apenas e;teriormente, nem é circuncisão a que o é e;teriormente na carne.
%as ele é um #udeu que é interiormente, e circuncisão a que é que é do
coraLão, pelo &spírito, não pela letra, eo seu louvor não é de homens, mas de
+eus. I-m 3M3BH3=J
' povo #udeu elosamente oservada e;teriores cerimWnias religiosas,
mas seu coraLão havia se tornado tão separou de +eus que a sua "circuncisão
\tinha] tornado em incircuncisão." &m outras palavras, o símolo isolado da
realidade não tem sentido. &m seguida, Paulo acrescentouM "Aquele que est!
fisicamente incircuncisos, se ele continuar a )ei, ele não vai #ulg!Hlo que
apesar de ter a letra da lei e circuncisão és transgressor da lei" +eus, o
apóstolo declarou, prefere não circuncidados, mas oediente gentios para
#udeus circuncidados, mas desoediente. 7rue "a circuncisão é o que é do
coraLão, pelo &spírito." No ritual nãoHcircuncisão, atismo, comunhão, ou
qualquer outro, pode transformar o coraLão. & apenas aqueles com coraLYes
transformados podem agradar a +eus.
's #udaiantes se viam como consagrado a +eus, ea sua circuncisão como
emlem!tico dessa realidade. %as a deles era uma circuncisão falso.
Gatatomk Icircuncisão falseJ significa literalmente "mutilaLão", a *eptuaginta
Ia traduLão grega do Antigo 7estamentoJ usou o vero relacionado 9atatemnj
para descrever religioso pagão mutilaLão em )evítico 35MB e 5 -eis 5@M3@.
(ndiciamento do apóstolo dos #udaiantes é chocante. Porque não reflete um
coraLão limpo, sua circuncisão foi tão sem sentido quanto a mutilaLão ritual
nas religiYes pagãs.
&m 1!latas BM53 Paulo e;pressa esta verdade muito ainda maisM "&u
gostaria que aqueles que estão incomodando voc ainda se mutilam."
Apo9optj I"mutilam"J é um termo ainda mais forte do que 9atatomk. No seu
7estamento usa outra Nova é traduida como "cortar" ou "cortar" I%arcos
=MD?, DBU $oão 5@M54, 3>U Atos 3M?3J. %as, em e;traHílica literatura grega,
apo9optj
F. ^ilur tamém
1ingrich,foium
usado de 1regoH(ngls
lé;ico castraLão I^alter Eauer,
do Novo ^illiam F.e literatura
7estamento Arndt e
cristã 'utros precoce \/hicagoM. 8niv of /hicago , 5==], =?J, e que é o
sentido em que Paulo usou em 1!latas. Ponto do apóstolo é que, se os
#udaiantes acreditavam que o mero ritual da circuncisão fora agrada a +eus,
por que não tomar essa devoLão ao seu e;tremo Rltimo e castrarHse
A circuncisão Iou qualquer ritual ou cerimWnia e;ternaJ tem sentido se
não reflete um coraLão transformado. Aqueles que ensinam o contr!rio não
são pessoas louv!veis religiosos faendo seu melhor para agradar a +eus.
&les são fornecedores de doutrinas de demWnios I5 7m. DM5J, que detm "a
uma forma de piedade, emora tenham negado o seu poder" I3 7m. ?MBJ. 's
crentes devem "evitar tais homens" I3 7m ?MB.J.
Ao contr!rio dos #udaiantes, o 9atatomk, a circuncisão falsa, os crentes
são a peritomk, a verdadeira circuncisão. &les tm uma purificaLão interior
espiritual, não uma marca de sentido para fora. 7rs qualidades e;plícitas no
versículo ? identificar crentes como a verdadeira circuncisão

C&-+A+&(-'* /-&N7&* A+'-A% N' &*P-(7'


n/* ue adorao* )e(o E*)?rito de #eu* I?M?aJ
A primeira qualidade de um crente genuíno é um coraLão que transorda
com a adoraLão. A srcem desse culto é sorenatural, porque o &spírito de
+eus gera. 7rataHse de adoraLão e louvor a +eus, e transcende rituais e;ternos
ou cerimWnias. 's seres humanos são adoradores inveterados. %as adorar
solicitado pela cultura, tradiLão culpa, medo, dese#o de aceitaLão e
popularidade, ou para ganhar nLãos, é inaceit!vel a +eus. A haitaLão
&spírito *anto pede adoraLão verdadeira e aceit!vel por amor do *enhor.
8ma ve que &le haita somente os cristãos I-m @M=J, só eles podem
verdadeiramente adorar seu *alvador.
Falando a uma mulher samaritana I$oão DM5H3>J, $esus claramente
definida a verdadeira adoraLão e aceit!vel. /hocado com a sua e;posiLão
onisciente de sua vida dissoluta Ivv. 5>H5@J, ela tentou mudar de assuntoM
"*enhor, ve#o que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vocs
diem que é em $erusalém o lugar onde se deve adorar "Ivv. 5=H34J. &m
resposta, $esus declarouM "%ulher, crHme, uma hora vem, quando nem neste
monte nem em $erusalém adorareis o Pai" Iv. 35J. A verdadeira adoraLão
acontece no coraLão, e não em um local sagrado.
' *enhor revelou então uma segunda verdade sore a verdadeira
adoraLãoM "Cós adorais o que não sei, nós adoramos o que conhecemos,
porque a salvaLão vem dos #udeus" Iv. 33J. AdoraLão aceit!vel é aseado nas
verdades da salvaLão revelado nas &scrituras, que foram dadas ao povo #udeu
I-m ?M3J. Não é para ser realiada de acordo com os caprichos dos
adoradores. &ntão $esus deu a definiLão mais clara de adoraLão em todas as
&scriturasM "%as vem a hora, e agora é, quando os verdadeiros adoradores
adorarão o Pai em espírito e verdade, pois são estes que o Pai procura para
seus adoradores. +eus é espírito, e aqueles que o adoram o adorem em
espírito e verdade "Ivv. 3?H3DJ. A frase repetida duas vees "em espírito e
verdade", define a essncia da verdadeira adoraLão.
+eus
\que] salva oosPai
adorarão crentes para ador!H)o.
em espírito *ão esses
e em verdade" que "verdadeiros
"o Pai procuraadoradores
para seus
adoradores." 's verdadeiros cristãos são aqueles que adoram a +eus de
coraLão, em oedincia V *ua Palavra. No *almo 3=M3 +avi e;ortaM "7riutai
ao *enhor a glória devida ao *eu nome, adorai o *enhor vestidos de tra#es
santos." *almo =BM> acrescentaM "Cinde, adoremos e prostremoHnos, vamos
nos a#oelhar diante do *enhor . nosso /riador "A adoraLão é mais elevado
dever da humanidadeU nas palavras do /atecismo %enor de ^estminster," '
fim principal do homem é glorificar a +eus e go!Hlo para sempre ".
)atreuo IadoraLãoJ poderia ser melhor traduida como "para prestar um
serviLo espiritual e respeitosa". A verdadeira adoraLão vai além de louvar a
+eus, cantando hinos, ou participar de um culto de adoraLão. A essncia da
adoraLão é viver uma vida de serviLo oediente a +eus. "Não negligencie
faendo o em e partilha", recomenda o escritor aos 0ereus, "porque com
tais sacrifícios +eus se agrada" I0 5?M5>J. A verdadeira adoraLão envolve
cada aspecto da vida.
C!rias características marcam os verdadeiros adoradores. Primeiro, eles
amam a +eus. (sso est! em contraste gritante com os incrédulos, que o
odeiam. $esus declarou em $oão M, "' mundo não vos pode odiar, mas ele
me odeia, porque dele testifico que as suas oras eram m!s." &m -omanos
5M?4 Paulo descreve os incrédulos como "inimigos de +eus" Icf. Nm . 54M?BU
+t M54U. 3 /rWnicas 5=M3U.. *l @5M5B, $oão 5BM3?H3DJ, enquanto em -omanos
@M, o apóstolo ressalta que "a mentalidade da carne é hostil para com +eus.
"amor dos cristãos a +eus nunca vai ser perfeito neste mundo, mas estar!
sempre l!.
Porque os verdadeiros adoradores amam a +eus, eles encontram nele sua
fonte de INeemias
\deles]" alegria e praer. &les "cantam
@M54J. &les reconhecem que "ano
de alegria alegria do *enhor
*enhor" é a/fforLa
I*l ??M5U. Pss
@DM3U. =3MDU =BM5U =@MDJ, porque eles estão cheios ", com a alegria do &spírito
*anto" I5 7essalonicenses 5M>U. cf -om 5DM5..J. /omo o salmista, que
encontram em "+eus \seu] grande alegria" I*l D?MDJ. Cerdadeiro adoradores
"praer de reverenciar nome \dele]" INeemias 5M55J, e atender a e;ortaLão de
+avi, "+eleitaHte tamém no *enhor" I*l ?MDJ. A contemplaLão da glória ea
ma#estade de +eus e que &le tem feito em suas vidas, é a sua suprema alegria
e praer.
's verdadeiros adoradores tamém tm uma relaLão de confianLa
confiante em +eus que produ pa. Que a pa não se aseia em suas
circunstSncias, mas em sua relaLão com +eus. &les podem e;clamar com os
salmistasM "/omo suspira a corLa pelas rieiros de !gua, assim suspira a
minha alma por ti, ó +eus" I*almo D3M5J, e "Quem mais tenho eu no céu
senão a 7i & além de ti, não dese#o nada na terra "I*l ?M3BJ. &sta "pa de
+eus, que e;cede todo o entendimento" IFp DMJ vem apenas para aqueles que
"procuram primeiro o seu reino ea sua #ustiLa" I%t >M??J.
A verdadeira adoraLão est! no poder do &spírito de +eus, porque somente
&le pode produir o amor, alegria e pa que caracteriam os verdadeiros
adoradores Icf. 1al. BM33J. Aqueles que adoram na carne "apro;imarHse com
suas palavras e honra \+eus] com o seu serviLo de ordo, mas eles removem
seus coraLYes longe de \ele], e sua reverncia por \ele] é composto por
tradiLão aprendidas de cor" I(s 3=M5?J.
's verdadeiros adoradores são dedicados a +eus, &le não tem rival para o
seu afeto. "Adoram o *enhor \seu] +eus e serviH)o somente" I%t DM54J,
saendo que &le "não vai dar \*eu] glória para outro" I(saías D3M@U D@M55J.
&les afirmam declaraLão de $esus que "aquele que ama seu pai ou sua mãe
mais que a mim não é digno de mim, e quem ama o filho ou filha mais do que
a mim não é digno de mim" I%t 54M?J. *egurando nada de volta, eles
"presente corpos \seu] um sacrifício vivo e santo e agrad!vel a +eus, que é
\seu] culto racional" I-m 53M5J.
's verdadeiros cristãos não são simplesmente marcado por freqentar a
igre#a ou de e;ecutar tarefas religiosas, mas por um coraLão adorer

'* C&-+A+&(-'* A+'-A+'-&* *& 1)'-(A% &% /-(*7' $&*8*

ue no* (oriao* e Cri*to e*u* I?M?bJ


Gauchaomai IglóriaJ descreve ostentando com alegria e;ultante sore
o que uma pessoa é mais motivo de orgulho. X um termo favorito de PauloU
?B de seus trinta e sete apariLYes no Novo 7estamento são em suas epístolas.
&le pode ser usado em um sentido negativo para descrever orgulhoso,
ostentando inadequado I-om por e;emplo, 3M5, 3?U.. 1al >M5?J. Gauchaomai
tamém é usado, no entanto, para descrever a alegria dos crentes em /risto
e;ultando Ipor e;emplo, -m BM3, 55U. 5 /oríntios 5M?5U.. 1al >M5DJ, como é
aqui. 's verdadeiros cristãos dar o crédito por tudo o que somos e temos para
o *enhor $esus /risto. /om Paul eles declaramM "Pela graLa de +eus sou o

que sou" I5
encontrei /oríntios
motivo para5BM54U...
#actSncia/fem
Filcoisas
?M@H=Jrelativas
e "Por isso, em "I-om.
a +eus /risto $esus eu
5BM5J.
&les oedecem a ordem ílica "Aquele que se gloria, glorie no *enhor" I5
/or 5M?5U. 3 /oríntios 54M5U. /f Pss 34MU.. ?DM3U $eremias =M3?H3D. U 1al
>M5DJ..
&m contraste, falsos crentes "vangloriar segundo a carne" I3
/oríntios. 55M5@J, acreditando que suas oas oras e atividades religiosas eles
ganham graLa diante de +eus. %as a salvaLão é "pela graLa ... mediante a
féU ... é dom de +eus", "não é ... um resultado de oras, para que ninguém se
glorie" I&f 3M@H=U.. /f. -m ? M 3J. &ra a verdade ílica de que os homens
pecadores não podem faer nada para merecer a salvaLão que levou os
reformadores a ensinar que a salvaLão é sola fide Isomente pela féJ e sola
gratia Isomente pela graLaJ. Aqueles que pensam que podem ganhar a graLa
de +eus por suas próprias oras dão evidncia de que lhes falta a fé
salvadora.

'* C&-+A+&(-'* A+'-A+'-&* N' +&P'*(7A% /'NF(AN_A NA


/A-N&

e não teo* confiança a(ua na carne I?M?cJ


A carne representa homem caído humanidade, não redimido, que
retrata a capacidade humana para além de +eus. Ao contr!rio do "muitos
\que] ostentam segundo a carne" I3 /oríntios. 55M5@J, os verdadeiros cristãos
não confiamos nele. &les entendem que "é o &spírito que vivifica, a carne
para nada aproveita" I$oão >M>?J, e concorda com a declaraLão de PauloM
"Porque eu sei que nada de om haita em mim, isto é, na minha carne" I-m .
M5@J. Porque é caído e sem soluLão, a carne não pode faer nada para agradar
a +eus, que serve apenas a lei do pecado Iv. 3BJ. Portanto, é uma
característica distintiva dos remidos que eles "não andam segundo a carne,
mas segundo o &spírito" I@MDJ, porque "a mentalidade da carne é a morte" Iv.
>U. /f v. 5?J e "os que estão na carne não podem agradar a +eus" Iv. @J.
Por causa da influncia difusa da carne do pecado Io que os teólogos
chamam de depravaLão totalJ, ninguém pode, em qualquer salvaLão mérito
caminho. *omente aqueles que se afastam pecaminosas autoHesforLo e
araLar a verdade da salvaLão pela graLa através da fé que estão salvos. Que
marca o arrependimento genuíno que é um elemento necess!rio da fé
salvadora Icf.5M?4,
BM?5 U 55M5@U %arcos 5M5B,3>M34U.
34M35, )ucas BM?3, 5?M?,3MD,
-omanos BU 5BM, 54U 3DMD,
3 /oríntios Atos
M54U.. ?M5=U
3 7m
3M3BU 3 Pedro ?M=J. ' verdadeiro arrependimento envolve tristea sore o mal
de atos pecaminososU falso arrependimento envolve apenas tristea sore suas
nefastas conseqncias. ' falso arrependimento se preocupa com a condutaU
verdadeiro arrependimento com a condiLão interior do homem. Falsas
promoLYes arrependimento com os sintomas, o verdadeiro arrependimento
com a doenLa. *omente o verdadeiro arrependimento, o que coloca nenhuma
confianLa na carne, não condu V salvaLão.

Perdendo )ara
$an:ar
&'i(i)en*e* 3+4;11- 15
eora eu e*o tie**e ra<e* )ara ter ta( confiança. Se a(u= )en*a
ue te ra<e* )ara confiar na carne eu ainda ai*+ circuncidado no
oitao dia de ida )ertencente ao )oo de I*rae( F trio de enai
erdadeiro :ereuB uanto F (ei fari*euB uanto ao e(o )er*euidor da
ireaB uanto F u*tiça ue : na (ei irre)reen*?e(. @a* o ue )ara
i era (ucro )a**ei a con*iderar )erda )or cau*a de Cri*to. @ai* do
ue i**o con*idero tudo coo )erda co)arado co a *u)rea
randea do con:eciento de Cri*to e*u* eu Sen:or )or cua cau*a
)erdi toda* a* coi*a*. Eu a* con*idero coo e*terco )ara )oder an:ar a
Cri*to e *er encontrado ne(e não tendo a in:a )r/)ria u*tiça ue
)rocede da (ei a* a ue e ediante a f= e Cri*to a u*tiça ue
)rocede de #eu* e *e a*eia na f=. Duero con:ecer a Cri*to ao )oder da
*ua re**urreição e F )artici)ação e *eu* *ofriento* tornando;e
coo e(e e *ua orte )ara de a(ua fora a(cançar a re**urreição
dentre o* orto*. I?MD55J
&sta passagem autoiogr!fica apresenta o testemunho da salvaLão
mais dram!tica e convincente no Novo 7estamento, a do apóstolo Paulo. X
tamém uma das declaraLYes mais significativas da doutrina da salvaLão nas
&scrituras, revelando o traalho interno de +eus em um pecador
verdadeiramente arrependido e crente. ' apóstolo di que estava acontecendo
em sua mente quando ele conheceu o /risto ressuscitado no caminho de
+amasco. Atos =M5H= fornece o registro histórico da dram!tica conversão de
PauloM
Agora *aul, ainda respirando ameaLas e morte contra os discípulos do
*enhor, dirigiuHse ao sumo sacerdote, e pediu cartas dele para as sinagogas de
+amasco, de modo que, se encontrasse alguns pertencentes ao /aminho,
homens e mulheres, ele os conduisse presos a $erusalém. /omo ele estava
via#ando, aconteceu que ele se apro;imava de +amasco, suitamente uma lu
do céu rilhou ao seu redor, e ele caiu no chão e ouviu uma vo que lhe diia,
e "*aulo, *aulo, por que me persegues" ele disseM "Quem és 7u, *enhor" &
&le disseM "&u sou $esus a quem tu persegues, mas levantarHse e entrar na
cidade, e isso ser! dito o que voc deve faer." 's homens que via#avam com
ele pararam espantados, ouvindo a vo mas não vendo ninguém. *aulo
levantouHse no chão e, emora seus olhos estavam aertos, ele não conseguia
ver nada, e guiandoHo pela mão, levaramHno a +amasco. & esteve trs dias
sem ver, e não comeu nem eeu.
%as desde que o relato de )ucas de que o incidente não revela
surpreendente a transformaLão no pensamento de Paulo, em Filipenses ?MDH55
o apóstolo se fornece os detalhes da ora do &spírito no seu coraLão. A
salvaLão é um ato soerano de +eus em que &le invade a escuridão pecadores
"com a lu gloriosa de *ua verdade, e redimeHlos. Paulo descreve o milagre
do interior que transformouHo do arco perseguidor dos cristãos em seu líder
mais amado. Naquele dia, na &strada de +amasco o /risto vivo atravessou a
cegueira espiritual dos soeros, fariseu hipócrita, *aulo de 7arso. /omo
resultado, sua confianLa em suas realiaLYes religiosas foi querado, ea rai
de sua autoHconfianLa foi para sempre desenraiados como convicLão e
verdade inundou sua alma escura.
Nesta passagem, Paulo fala da salvaLão como uma operaLão ou de
uma troca. &le ainda usa a terminologia de empresas e contailidade nos
versículos  e @, que formam o coraLão da passagem. Gerdos I"ganho"J
descreve o que est! na coluna do lucroU kmia I"perda"J que est! na coluna
perdaU ". +e contar" hkgeomai significa "contar", ou Paul passou a vida
acumulando o que ele imaginava era pessoalmente ganhou #ustiLa que iria
alcanLar a salvaLão. %as quando ele conheceu /risto, o apóstolo perceeu
que todas essas coisas eram realmente na coluna perda. 7rocouHlos todos para
a #ustiLa que vem de +eus, na ase da fé. &sse intercSmio é o tema desta
passagem.
$esus descreveu a salvaLão como uma troca ou transaLão, na verdade,
uma troca de tudo o que o pecador é para todos que /risto é. &m %ateus
5>M3BH3> &le disseM "Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdHla, mas
quem perder a sua vida por minha causa a encontrar!. Pois que aproveita ao
homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma  'u que dar! o homem
em troca da sua alma "&m %ateus 5?, $esus contou duas par!olas que
ilustram a troca envolvida na salvaLãoM

' reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que


um homem achou e escondeu novamente, e de alegria sore ele, vai, vende
tudo o que tem e compra aquele campo. IC. DDJ
Novamente, o reino dos céus é semelhante a um negociante que usca
oas pérolas finas, e ao encontrar uma pérola de grande valor, foi, vendeu
tudo o que tinha e comprouHa. ICv. DBHD>J
Amas as par!olas imaginar pessoas que acumularam riquea
terrena. %as eles encontram no reino dos céus Ia esfera da salvaLão regras
onde +eusJ um tesouro muito mais valioso. &les, então, de om grado vender
tudo o que tem que ter esse tesouro. &ntão deve pecadores aandonar tudo
por /risto.
Paulo interrompe seu testemunho aqui para reforLar o ponto que ele
fe no versículo ?, que os crentes "são a verdadeira circuncisão, que adoram
em &spírito de +eus e de glória em /risto $esus e não confiamos na carne."
&les não confiam em sua autoH#ustiLa para ganhar a salvaLão. %as como
oservado no capítulo anterior deste volume, os filipenses estavam sendo
agredidos pelo grupo herético conhecido como os #udaiantes. &les eram
#udeus legalistas falsos mestres que ensinavam que a circuncisão e oedincia
V )ei de %oisés eram necess!rias para a salvaLão. Paulo advertiu os
Filipenses contra os #udaiantes, em termos inequívocos, sem rodeios
denunciandoHos como "cães", "maus oreiros", ea "circuncisão falso" ou
mutilaLão I?M3J.
+epois de ter desmascarado os #udaiantes no versículo 3 e cristãos
definida como a "verdadeira circuncisão" no versículo ?, Paulo antecipa
resposta aos #udaiantes ". &les, sem dRvida, argumentar que os filipenses,
sendo gentios, não entendi a rica heranLa do #udaísmo. %as o mesmo não se
pode dier do apóstolo Paulo. *uas credenciais eram #udeus impec!vel,
facilmente igualando ou superando os dos #udaiantes. &le saia em primeira
mão tudo o que o #udaísmo tinha para oferecer. +escrevendo sua vida antes
de sua conversão, Paulo escreveuM "&u estava avanLando no #udaísmo
ultrapassava a muitos dos meus contemporSneos entre os meus compatriotas,
sendo mais e;tremamente eloso minhas tradiLYes ancestrais" I1l 5M5DJ. No
#argão de ho#e, ele "esteve l! ... feito isso."
*e alguém poderia ter alcanLado a salvaLão por esforLo próprio, que
teria sido Paulo. *uas credenciais impressionantes lhe permitiu declarar
enfaticamente que eu poderia até confiar na carne. *e alguém tem uma mente
que confiar na carne, eu muito mais. Paulo não fe essa declaraLão
aparentemente orgulhosa para aumentar o seu ego, ou para reivindicar
superioridade espiritual sore os outros. &le entendeu a tolice de se gaar, e
fe isso somente para fins de argumentaLão. Assim como fe na situaLão em
/orinto Icf. 3 /oríntios. 55M5>H4M45J, Paulo e;pYe suas próprias credenciais
para contrariar argumentos de seus oponentes tolos.
' testemunho de Paulo pode ser dividida em duas partes, com ase na
terminologia contailiaLão em versos  e @ oservado anteriormente. '
primeiro apóstolo enumera as coisas que ele #! imaginou estar na coluna de
lucro espiritual, comprando a vida eterna para ele, mas que na realidade eram
na coluna perda, condenandoHo. &ssa coluna pode ser intitulado "créditos
religiosas que não impressionam a +eus." A coluna de lucro espiritual
verdadeira pode ser dirigido "os enefícios ultrapassam de conhecer a /risto."
/-X+(7'* -&)(1('*'* Q8& N' (%P-&**('NA% A +&8*

circuncidado no oitao dia de ida )ertencente ao )oo de I*rae( F trio


de enai erdadeiro :ereuB uanto F (ei fari*euB uanto ao e(o
)er*euidor da ireaB uanto F u*tiça ue : na (ei irre)reen*?e(.
I?MB>J
Paulo relaciona sete itens que ele #! colocou em sua coluna proveito
espiritual, mas agora coloca em sua coluna perda. Quando ele entendeu o
evangelho
realiaLYes,de /risto, oe direitos
privilégios apóstolonão
perceeu que todos
valiam nada. Paulo essas credenciais,
não est! diendo
que eles não são de nenhum valor social, cultural, educacional, ou histórico.
&m ve disso, ele est! diendo que eles não são de nenhum valor salvífica,
que não podiam salv!Hlo ou qualquer outra pessoa.

*A)CA_' N' X P'- -(78A)

circuncidado no oitao dia de ida I?MBaJ


Paulo comeLa com a circuncisão, porque essa era a principal questão
para os #udaiantes Icf. Atos 5BM5U. 1al >M53H5?J. ' apóstolo passou por
definir o rito do #udaísmo I1en. 5M54H53U. )ev 53M?J, quando ele foi
circuncidado ao oitavo dia após seu nascimento. ' te;to grego di
literalmenteM "no que di respeito V circuncisão uma +a6er oitava." Ao
contr!rio de alguns dos #udaiantes, Paulo não era um prosélito gentio ao
#udaísmo. &le era um #udeu de nascimento e seguiu os rituais #udaicos desde o
início. No momento adequado, ele tinha ido a cerimWnia que iniciouHo em o
povo da alianLa. &le, assim como a maioria dos #udeus, tinha esquecido h!
muito tempo que a circuncisão era retratar de forma dram!tica como pecador
e precisa de limpea são as pessoas, e tinha feito a cirurgia um emlema da
#ustiLa.
No entanto, Paulo inclui a circuncisão, o rito mais importante no
#udaísmo, em sua coluna perda espiritual. A salvaLão não vem por qualquer
ritual ou cerimWnia, se a circuncisão #udaica, a missa católica romana, crianLa
ou o atismo de adultos, ou a oservSncia protestante da /eia do *enhor.
*A)CA_' N' X P'- -A_A

)ertencente ao )oo de I*rae( I?MBbJ


+eclaraLão de Paulo de que ele era da naLão de (srael apoia a ideia de
que alguns dos #udaiantes eram gentios convertidos ao #udaísmo. %as Paul
era por nascimento memro do povo escolhido de +eus, de quem +eus
declarouM "Coc só eu escolhi entre todas as famílias da terra" IAmós ?M3U.. /f
&; 5=MBH>U. *l 5D M5=H34J. &le herdou todas as nLãos de ser parte da naLão
alianLa. &screvendo aos -omanos, o apóstolo delineadas algumas dessas
nLãosM
&ntão, que vantagem tem o #udeu 'u qual é a utilidade da
circuncisão 1rande em todos os aspectos. &m primeiro lugar, que lhe foram
confiados os or!culos de +eus. I-m ?M5H3J
Porque eu poderia dese#ar que eu me fieram an!tema, separado de
/risto, por amor de meus irmãos, meus parentes segundo a carne, que são
israelitas, a quem pertence a adoLão de filhos, ea glória, e os convnios e
entrega da lei e do culto, e as promessas, quais são os pais, e de quem é o
/risto segundo a carne, que é sore todos, +eus endito para sempre. Amen.
I-m =M?HBJ
Paulo era um descendente físico de Araão, (saque e $acó, uma
heranLa que o povo #udeu invocados, #untamente com a circuncisão, para a
salvaLão. %as heranLa racial, como a circuncisão, é incapa de salvar
ninguém, nenhuma posiLão diante de +eus é adquirida por nascimento.
*A)CA_' N' X P'- (%P'-7AN/(A

F trio de enai I?MBcJ


'utra das credenciais aparentemente impressionantes de Paulo é que
ele era um memro da trio de Een#amin, uma das trios mais proeminentes

em (srael.
favorito deEen#amin era o&le
$acó, -achel. mais novo foi
tamém dosodois filhos
Rltimo dosnascidos
filhos dede mulher
$acó para
nascer eo Rnico nascido na 7erra Prometida. *aul, primeiro rei de (srael, era
um memro da trio de Een#amin I5 *am =M35U. 54M35, Atos 5?M35J. Quando
a 7erra Prometida foi dividida entre as doe trios, a cidade santa de
$erusalém foi incluída no território de Een#amim I$ 5M35J. Quando o reino
dividido após a morte de *alomão, só Een#amin e $ud! permaneceu leal V
dinastia davídica. ' grande líder %ordecai, usado por +eus #unto com &ster
para salvar os #udeus do genocídio, tamém era da trio de Een#amin I&st.
3MBJ. Assim, a trio de Een#amim foi um dos mais nores de (srael.
+urante o dia de Paulo, muitos #udeus #! não saia a que trio a que
pertenciam. /asamentos durante os anos de e;ílio turva as linhas triais. %as
a família de Paulo Een#amim permaneceram puros. Que novamente elevou
acima alguns dos #udaiantes, que provavelmente não saiam sua
descendncia trial. %as o status privilegiado de Paulo como homem de
Een#amim não impressionam a +eus. *ituaLão familiar nada tem a ver com a
salvaLão.

*A)CA_' N' X P'- 7-A+(_'

Oerdadeiro :ereu do* :ereu*B I?MBdJ


Paulo não contriuir pessoalmente qualquer coisa para ganhar os trs
primeiros privilégios na sua lista, mas os herdou de seus pais. 's quatro
Rltimos são coisas que ele próprio alcanLados. A afirmaLão do apóstolo para
ser um hereu de hereus é melhor entendida como uma declaraLão de que V
medida que crescia para a idade adulta Paulo estritamente mantida heranLa
tradicional da sua família #udia. &le nasceu em 7arso, uma cidade na Zsia
%enor, e não em (srael. %as ao contr!rio de muitos #udeus na di!spora
IdispersãoJ, Paulo permaneceu firmemente comprometidos com a linguagem
IAtos 35MD4J, as tradiLYes ortodo;as, e os costumes de seus antepassados. &le
não se tornou um #udeu heleniado Icf. Atos >M5U =M3=J, aquele que havia sido
assimilado a cultura grecoHromana. &m ve disso, ele dei;ou 7arso para
$erusalém para estudar com o famoso raino 1amaliel IAtos 33M?U 3>MDJ.
/om tanta forLa que Paulo se apegam V sua heranLa #udaica que ele poderia
declarar com confianLa, "&ntão, todos os #udeus conhecem meu modo de vida
desde a minha #uventude, que desde o início foi gasto entre o meu povo e em
$erusalém" IAtos 3>MD J. +evoLão elosa Paulo a sua heranLa #udaica era
muito conhecido. No entanto, depois que ele viu a glória de /risto, tornouHse
apenas mais um item transferido do ganho para a coluna de perda.
*A)CA_' N' X P'- -&)(1('

uanto F (ei fari*eu I?MBeJ


Paulo e;ercia a sua heranLa #udaica ao e;tremo. &le era tão elosos da
lei que ele se tornou um fariseu. Para o *inédrio Paulo declarouM "(rmãos, eu
sou fariseu, filho
testemunhouM "&udevivia
fariseus"
comoIAt
um3?M>J. Naconforme
fariseu sua audiLão perante
a mais Agripa,
severa seita Paulo
da
nossa religião" IAtos 3>MBJ. Para se tornar um fariseu era alcanLar o maior
nível em devoto, o #udaísmo legalista. 's fariseus foram supremamente
devotado V )ei, incluindo o Antigo 7estamento e todas as tradiLYes que
haviam sido adicionadas a ela. Na verdade, a palavra fariseu provavelmente
deriva de um vero heraico "separar", significando que eles foram separados
para o +ireito. A )ei termo não se limita ao Pentateuco ou Celho 7estamento,
mas inclui todo o sistema raínico de prescriLYes. $esus disse que eles tinham
realmente sustituído essas tradiLYes para a )ei de +eus I%ateus 5BM5H=J.

A origem
provavelmente surgiudos fariseus não
formalmente se osae
durante ao certo,
período mas a seita&le
intertestament!rio.
vinha se desenvolvendo desde a época de &sdras, quando a preocupaLão com
a lei de +eus foi revivida INeemias @M5H@J. Apesar de relativamente poucos
em nRmero Io primeiro do século escritor #udeu Fl!vio $osefo estimada seu
nRmero em >.444J, que teve a maior influncia religiosa sore as pessoas
comuns. Para ser um fariseu era para ser um memro de um grupo de elite,
influente e altamente respeitado de homens que viveram meticulosamente a
conhecer, interpretar, guarda, e oedecer V lei.
&stado querido Paulo como um fariseu era apenas mais um item em
sua coluna perda espiritual. Nenhum sacerdote, monge, estudioso teológica,
ou memro de uma seita devoto pode alcanLar a salvaLão por esse
envolvimento.
*A)CA_' N' X P'- +&+(/A_A'

uanto ao e(o )er*euidor da irea I?M>aJ


/omo outra prova de seu elo pela sua heranLa #udaica, Paulo
confessou que tinha sido um perseguidor da igre#a. 's #udeus visto elo,
como a suprema virtude religiosa. X uma moeda de duas facesU um lado é o
amor, o ódio aos outros. Para ser eloso é amar a +eus e odiar o que ofende.
Amor eloso, mas equivocada de Paulo de +eus o levou a odiar e perseguir o
cristianismo.
A intensidade do seu elo pode ser visto no grau em que perseguiu a
igre#a. +epois do martírio de &stvão, Paulo "comeLou a devastar a igre#a,
entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres fora, ele iria coloc!Hlos
na prisão" IAtos @M?J. &ntão devastadoramente efica foi a perseguiLão que a
(gre#a de $erusalém se espalhouM "Portanto, aqueles que foram dispersos iam
por toda parte pregando a palavra" IAtos @MDJ. %ais tarde, "*aulo \Paulo],
respirando ainda ameaLas e mortes contra os discípulos do *enhor, dirigiuHse
ao sumo sacerdote, e pediu cartas dele para as sinagogas de +amasco, de
modo que, se encontrasse alguns pertencentes ao /aminho, tanto homens e
mulheres, os conduisse presos a $erusalém "IAtos =M5H3J. *ua perseguiLão
foi tão violento que, após a conversão de Paulo "toda a audiLão daqueles ele
continuou a se surpreender, e diiamM Não é este o que em $erusalém
destruído os que invocavam este nome, e que tinha vindo aqui com o
propósito de traHlos vinculado aos principais sacerdotes "IAtos =M35J. &le
lemrou a multidão enfurecida, em $erusalém, "& persegui este caminho até V
morte, prendendo, e pondo homens e mulheres em prisYes, como tamém o
sumo sacerdote e todo o conselho dos anciãos podem testemunhar. A partir
deles que tamém recei cartas para os irmãos, e comeLou a +amasco, a fim
de traer até mesmo aqueles que estavam l! para $erusalém como prisioneiros
de ser punida "IAtos 33MDHBJ. +escrevendo a sua perseguiLão aos cristãos em
sua defesa perante Agripa, Paulo declarouM
&ntão, pensei para mim mesmo que eu tinha que faer muitas coisas
hostis ao nome de $esus de Naaré. & este é apenas o que eu fi em
$erusalém, não só eu loquear muitos dos santos nas prisYes, havendo
receido autoriaLão dos principais dos sacerdotes, mas tamém quando eles
estavam sendo condenados V morte eu dava o meu voto contra eles. & como,
castigandoHos muitas vees por todas as sinagogas, eu tentei forL!Hlos a
lasfemarU e sendo furiosamente furioso com eles, eu continuei perseguindoH
os até nas cidades estrangeiras. IAt 3>M=H55J
A vergonha do que tinha feito ficou com Paul para o resto de sua vida.
&m 5 /oríntios 5BM4=, disseM "Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou
digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a (gre#a de +eus". Aos
1!latas ele escreveuM "Porque voc #! ouviu falar da minha modo de vida
anterior no #udaísmo, como eu costumava perseguir a igre#a de +eus além da
medida e tentou destruíHlo "I1l 5M5?J. No final de sua vida, ele confessou a
7imóteoM "&u antigamente era um lasfemo, perseguidor, e um agressor
violento. No entanto, eu alcancei misericórdia, porque agi por ignorSncia, na
incredulidade "I5 7m 5M5?.J.
&m termos de elo, Paulo foi um dos #udaiantes melhor. &les só
proselitismo da (gre#a, ele havia perseguidoHlo. *eu elo por +eus levouHo a
implacavelmente, ine;oravelmente, e impiedosamente tentar acaar com o
cristianismo. Paulo era sincero, mas errado. ' mundo est! cheio de pessoas
que, como ele, são sinceros em suas crenLas religiosas. &les vão faer
qualquer esforLo, pagar qualquer preLo, e sacrificar algo em suas tentativas de
agradar a +eus. &les podem ser devotos, #udeus ortodo;os, fiéis católicos
romanos que assistir V missa regularmente, ou mesmo os protestantes que
estão envolvidos em cultos e cerimWnias. &les podem orar, #e#uar, ou viver na
porea, e procurar faer o em humano. %as o elo religioso não garante
nada. &ssas pessoas podem estar asolutamente errado. Quando Paulo
enfrentou a realidade de $esus /risto, o eloso perseguidor da igre#a perceeu
que sua pai;ão desvairada era um assassino espiritual e pertencia na coluna
perda espiritual.
*A)CA_' N' X P'- $8*7(_A )&1A(*
uanto F u*tiça ue : na (ei irre)reen*?e(. I?M>bJ
Antes de sua conversão, Paulo e;teriormente conformes V #ustiLa que
h! na lei. Novamente, Paulo usa a )ei no sentido amplo da tradiLão #udaica,
não apenas o Antigo 7estamento. Aqueles que oservaram a sua vida teria
encontrado o seu comportamento irrepreensível. &le não era, naturalmente,
negando que ele pecou. (sso seria uma contradiLão, tanto a teologia #udaica e
seu testemunho em -omanos MH55M
Que diremos, pois X a lei pecado Que isso nunca aconteLaT Pelo
contr!rio, eu não teria chegado a conhecer o pecado senão pela lei, porque eu
não teria saido sore a coiLa se a lei não tivesse dito, mas o pecado,
tomando ocasião pelo mandamento, produiu em "Não coiLar!s". me coiLa
de todos os tipos, para além do pecado lei é morta. /erta ve eu estava vivo
além da )ei, mas quando veio o mandamento, o pecado reviveu e eu morri, e
este mandamento, que viria a resultar na vida, provou resultar em morte para
mim, porque o pecado, tomando uma oportunidade através do mandamento ,
enganouHme e por isso me matou.
%as por todas as aparncias, Paulo foi para as pessoas que o
conheceram um #udeu que viveu modelo pela lei #udaica. &le não foi, no
entanto, como acarias e (sael, que "eram amos #ustos diante de +eus,
andando sem repreensão em todos os mandamentos e as e;igncias do
*enhor" I)c 5M>J.
Paul aparentemente tinha tudo. &le tinha sofrido os rituais
apropriados, ele era um memro do povo escolhido de +eus, ele era de uma
trio favorecida em (srael, ele tinha escrupulosamente mantido sua heranLa
ortodo;a, ele foi um dos legalistas mais devotos do #udaísmo, ele era eloso
ao ponto que ele perseguia os cristãos, e ele rigidamente conformados com as
e;igncias e;ternas do #udaísmo. No entanto, ele viu que como inRteis para a
salvaLão ea realidade da salvaLão pela graLa mediante a fé em $esus /risto foi
revelado a ele. ' apóstolo não veio a acreditar que essas coisas eram oas,
mas /risto
mortais, era melhor,
porque em ve
o enganou em disso,
pensarele
queviueletodos elescerto
estava tão ruim. &les eram
com +eus. A
religião falsa engana a mente e, consequentemente, condena a alma.

'* E&N&F/('* +& P'**8(- ' /'N0&/(%&N7' +& /-(*7'


@a* o ue )ara i era (ucro )a**ei a con*iderar )erda )or cau*a de
Cri*to. @ai* do ue i**o con*idero tudo coo )erda co)arado co a
*u)rea randea do con:eciento de Cri*to e*u* eu Sen:or )or
cua cau*a )erdi toda* a* coi*a*. Eu a* con*idero coo e*terco )ara
)oder an:ar a Cri*to e *er encontrado ne(e não tendo a in:a )r/)ria
u*tiça ue )rocede da (ei a* a ue e ediante a f= e Cri*to a
u*tiça ue )rocede de #eu* e *e a*eia na f=. Duero con:ecer a Cri*to
ao )oder da *ua re**urreição e F )artici)ação e *eu* *ofriento*
tornando;e coo e(e e *ua orte )ara de a(ua fora a(cançar a
re**urreição dentre o* orto*. I?M55J
A declaraLão, mas qualquer coisas eram ganhar para mim, essas coisas
que eu considerei perda por causa de /risto resume a mudanLa dram!tica que
ocorreu na perspectiva de Paulo, quando conheceu /risto. 7odos os tesouros
estimados em sua coluna ganho de repente tornouHse déficits. %as pela graLa
maravilhosa de +eus, as coisas que ele erroneamente imaginado lhe daria a
vida eterna foram sustituídos por cinco enefícios incompar!veis que eram
seu em /risto.
/'N0&/(%&N7'

@ai* do ue i**o con*idero tudo coo )erda co)arado co a *u)rea
randea do con:eciento de Cri*to e*u* eu Sen:or )or cua cau*a
)erdi toda* a* coi*a*. Eu a* con*idero coo e*terco )ara )oder an:ar a
Cri*to e *er encontrado ne(e I?M@=aJ
A frase forte mais do que isso é uma seqncia de cinco intraduível
partículas grego Iliteralmente, "mas de fato, portanto, pelo menos, mesmo"J.
&le enfatia o contraste entre os créditos religiosas que não impressionam a
+eus e os enefícios incalcul!veis de conhecer a /risto. No versículo ,
Paulo contou os créditos religiosas nos versículos B e > como perda, aqui ele
se e;pande
valor essa convicLão
sulimidade e declara de
do conhecimento todas as coisas
/risto $esus.para ser perda
' vero de vista
traduido comodo
"eu ter contado" no versículo  est! no tempo perfeito, o mesmo vero
traduido aqui eu conto est! no tempo presente. (sso indica que todas as oras
meritórias que Paul havia contado para ganhar o favor de +eus, e qualquer
que ele poderia faer no presente ou futuro, mas são perdas.
Paul aandonou seus Rltimos sucessos religiosos tendo em vista o
valor sulimidade do conhecimento de /risto $esus. ' huperchon particípio
Io valor superandoJ se refere a algo de valor incompar!vel. A palavra
conhecer no te;to grego não é um vero, mas uma forma de sustantivo a
gnose, a partir do ginos9o vero, que significa conhecer e;perimentalmente
ou e;perimentalmente pelo envolvimento pessoal. ' conhecimento superando
de /risto que Paulo descreve aqui é muito mais do que mero conhecimento
intelectual dos fatos sore ele.

' Novo 7estamento freqentemente descreve os cristãos como


aqueles que conhecem a /risto. &m $oão 54M5D $esus disseM "&u sou o om
Pastor, e conheLo as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecemH%e." &m
$oão 5M? &le definiu a vida eterna como conhecH)oM "&sta é a vida eterna,
para que saiam Coc, o Rnico +eus verdadeiro, ea $esus /risto a quem
enviaste. "aos /oríntios, Paulo escreveuM" Porque +eus, que disseM ")u deve
rilhar para fora das trevas", é quem rilhou em nossos coraLYes, para o )u
do conhecimento da glória de +eus na face de /risto "I3 /oríntios. DM>J,
enquanto em &fésios 5M5 ele orou" que o +eus de nosso *enhor $esus /risto,
o Pai da glória, vos d a . um espírito de saedoria e de revelaLão no pleno
conhecimento dele "&m sua primeira epístola $oão declarouM" & saemos que
o Filho de +eus veio e nos deu entendimento para que possamos saer o que
é verdadeiro, e nós estamos naquele que é verdadeiro, em *eu Filho $esus
/risto. &ste é o verdadeiro +eus ea vida eterna "I5 $oão BM34J. A salvaLão
envolve um conhecimento pessoal, relacional do *enhor $esus /risto.
Para os gregos, a gnose poderia descrever secreta, culto, comunhão
mística com a divindade. Aqueles que foram iniciados no mistério alegou ter
suido além do conhecimento mundano possuída pelas massas. &les
imaginaram que só eles desfrutado alguma e;perincia pessoal de sua
divindade. 's gregos sempre uscou um estado tão elevado através de folia
ado. No segundo século, a perigosa heresia do gnosticismo tentou
sincretiar o conceito grego de gnose e da verdade cristã. /omo suas
contrapartes pagãos, os gnósticos afirmaram um maior conhecimento, mais
verdadeiro de +eus que o cristão comum e;perimentado. %as Paulo usa
gnose aqui para descrever a comunhão com /risto transcendente que toda a
e;perincia verdadeiros crentes.
0! tamém um conte;to do Antigo 7estamento para gnose. ' vero
foi usado na *eptuaginta Ia traduLão grega do Antigo 7estamentoJ para
traduir a palavra heraica 6ada. ada muitas vees denotado um
conhecimento íntimo, até mesmo uma união ou vínculo de amor. &la foi
utiliada algumas vees nas &scrituras como um eufemismo para o ato se;ual
Ieg, 1en. DM5, 5, 3BU 5=M@U 3DM5>U NRmeros ?5M5H5@, ?BU.. $ 35M55H53 U 5
*am 5M5=J.. &le tamém descreveu vínculo de amor de +eus íntima com
(sraelM "Coc só tem eu souesse de todas as famílias da terra" IAmós ?M3
NC(J. Assim, a palavra pode ter a conotaLão tanto de um conhecimento
transcendente e um vínculo de amor íntimo.
Adicionando calor pessoal para o conceito teológico do conhecimento
de /risto $esus, Paulo descreveHlo como meu *enhor. &ssa tríplice descriLão
arange trs escritórios de /risto de profeta, rei, sacerdote e. /risto vH)o
como o %essias, o mensageiro ou profeta de +eus. $esus vH)o como
*alvador, enfatiando seu papel como *acerdote dos crentes grande alta.
*enhor vH)o como -ei soerano sore toda a criaLão.
A salvaLão vem somente através do conhecimento profundo de amor e
união íntima com $esus /risto que +eus nos d! pela graLa mediante a fé.
/omentando sore o conhecimento do crente de /risto, FE %e6er escreveuM
Podemos conhecHlo pessoalmente intimamente face a face. /risto
não vive nos séculos, nem em meio Vs nuvens do céuM &le est! perto de nós,
conosco, compassing nosso caminho na nossa deitado, e conheces todos os
nossos caminhos. %as não podemos conhecH)o nesta vida mortal, e;ceto
através da iluminaLão e do ensino do &spírito *anto .... & nós certamente deve
conhecer a /risto, não como um estranho que se transforma em visitar
durante a noite, ou como o rei e;altado dos homensHl! deve ser do
conhecimento interno como daqueles a quem &le conta *eus próprios amigos
familiares, a quem &le confia com seus segredos, que comem com ele do *eu
próprio pão.
Para conhecer a /risto na tempestade da atalha, para conhecH)o, no
vale da somra, para conhecHlo quando a lu solar irradia nossas faces, ou
quando eles estão oscurecidos com o desapontamento e tristea, para saer a
doLura de *eu trato com canas queradas e pavio que fumegaU saer a ternura
de sua simpatia e forLa de sua mão direita, tudo isso envolve muitas
variedades da e;perincia de nossa parte, mas cada um deles, como as facetas
de um diamante vai refletir a elea prism!tico de *ua glória a partir de um
novo Sngulo. IA &pístola aos Filipenses \1rand -apidsM Ea9er, 5=B3], 5>3H
>?J
Para o inestim!vel privilégio de conhecer $esus /risto, Paulo
alegremente sofreu a perda de todas as coisas pelas quais ele poderia ter
pedido para ganhar a salvaLão fora de /risto. ' apóstolo foi tão longe como a
cont!Hlos, mas o li;o para que ele pudesse ganhar Ipessoalmente o casoJ
/risto. 7odos os esforLos para oter a salvaLão através da realiaLão humana
são li;o, tanto quanto o pior vício. *9ualon Ili;oJ é uma palavra muito forte,
que poderia tamém ser traduida como "desperdício" esterco "," "chorume",
ou mesmo "e;cremento". Paulo e;pressa na linguagem mais forte possível
seu despreo asoluto para todos os créditos religiosos com os quais ele tinha
procurado para impressionar o homem e +eus. 7endo em vista o valor
sulimidade do conhecimento de /risto, eles são inRteis. Paul teria de coraLão
endossou declaraLão de (saías que "todos nós somos como o imundo, e todas
as nossas oas oras são como uma roupa su#a, e todos nós murcharão como
uma folha, e as nossas iniqidades, como o vento, levaHnos longe "I(s >DM>J.

A frase nele e;pressa a verdade Pauline familiar que os crentes estão


em /risto, um conceito encontrado mais de setenta e cinco vees em suas
epístolas. 's crentes são ine;tricavelmente ligados com /risto em uma vida
íntima e amor vínculo. "$! estou crucificado com /risto", escreveu Paulo aos
1!latas, "e #! não sou eu quem vive, mas /risto vive em mim, ea vida que
agora vivo na carne, vivo pela fé no Filho de +eus , que me amou e *e
entregou por mim "I1l 3M34J.

$8*7(_A

não tendo a in:a )r/)ria u*tiça ue )rocede da (ei a* a ue e
ediante a f= e Cri*to a u*tiça ue )rocede de #eu* e *e a*eia na f=.
I?M=bJ
Paulo passou sua vida adulta tentando inutilmente oter uma #ustiLa de
seu próprio derivado de manter a lei. Que a #ustiLa e um de autoHesforLo, a
moralidade e;terna, ritual religioso, e as oras morais, todos produidos pela
carne tinha sido um fardo esmagador, insuport!vel Icf. %t 3?M4DU Atos 5BM54U.
)ucas 55MD> J. &mora Paul fe o seu melhor, ele ficou muito aquém do
padrão de +eus Icf. -om ?M3?J., Que ninguém pode responderM "Agora
saemos que tudo o que a lei di, ele fala para aqueles que estão deai;o da
)ei, para que toda a oca este#a fechada e todo o mundo pode tornarHse
respons!vel perante +eus, porque pelas oras da lei nenhuma carne ser!
#ustificada diante dele, porque pela lei vem o conhecimento do pecado "I-m
?M5=H34 U. cf Atos 5?M?=U. 1al 3M5>U ?M54H5?U BMDU. &f 3M@H=J. &le era como o
resto de seus compatriotas que, "não saer sore a #ustiLa de +eus e
procurando estaelecer a sua própria, não se su#eitaram V #ustiLa de +eus"
I-m 54M?J.
&m -omanos M=H5?, Paulo amplia o despertar em seu coraLãoM
/erta ve eu estava vivo além da )ei, mas quando veio o
mandamento, o pecado reviveu e eu morri, e este mandamento, que viria a
resultar na vida, provou resultar em morte para mim, porque o pecado,
tomando uma oportunidade através do mandamento , enganouHme e por isso
me matou. &ntão, a lei é santa, eo mandamento é santo, #usto e om. Assim
fe o que é om se tornar uma causa de morte para mim Que isso nunca
aconteLaT Pelo contr!rio, foi o pecado, a fim de que possa ser mostrado para
ser pecado efetuando minha morte através do que é om, para que através
mandamento o pecado se tornaria totalmente pecaminosa.
8ma ve que, emora dedicado V lei do #udaísmo, ele foi viver e
pensar para além da lei de +eus. Quando ele enfrentou a verdadeira lei divina,
ele se via como um pecador morto em pecado e se dirigiu para a morte eterna.
A lei do #udaísmo deuHlhe vida, pensou. A lei de +eus o matou. Quando ele
viu a si mesmo como asolutamente pecaminosa, ele renunciou oras de
#ustiLa de sua própria aLão e aceitou o dom gratuito da #ustiLa de +eus pela
graLa.
Paulo, trocou alegremente a carga de hipocrisia legalista para a #ustiLa
que é pela fé em /risto, a #ustiLa que vem de +eus, na ase da fé. A fé é a
confissão, confiante contínuo de total dependncia e confianLa em $esus
/risto para os requisitos necess!rios para entrarmos no reino de +eus.
&nvolve mais do que mero assentimento intelectual da verdade do evangelho,
a fé salvadora inclui a confianLa no *enhor $esus /risto e se entregar ao *eu
senhorio. X com ase na fé que a #ustiLa ... vem de +eus para os pecadores
arrependidos.
$ustiLa é direito de pé diante de +eus e aceitaLão por ele. Que os
pecadores arrependidos tm o seu pecado imputado a /risto e *ua #ustiLa
imputada a eles é o coraLão do evangelho. &m 3 /oríntios BM35, Paulo
declarou que +eus "fe com que &le \/risto] que não conheceu pecado,
pecado em nosso nome, para que nos torn!ssemos #ustiLa de +eus nele." Paul
praer lanLar o manto esfarrapado da sua própria #ustiLa e estendeu as mãos
vaias para receer o glorioso manto real da #ustiLa de +eus em /risto. &sta
doutrina é o cerne do evangelho. Na cru, +eus #ulgou $esus como se ele
tivesse cometido pessoalmente cada pecado cometido por cada pessoa que
sempre acreditou verdadeiramente. Quando um pecador araLa $esus como
*enhor e confia apenas em *eu sacrifício pelo pecado, +eus trata o pecador
como se ele viveu a vida sem pecado de /risto Icf. (s B?,. 3 /oríntios BM35U. 5
Pedro 3M3DJ.
P'+&-

Duero con:ecer a Cri*to ao )oder da *ua re**urreição I?M54aJ


Paulo #! havia mencionado o conhecimento profundo e vivencial de
$esus /risto que vem a salvaLão Iv. @J. %as ainda o clamor de seu coraLão era
para que eu possa conhecH)o. &sse conhecimento poupanLa inicial de /risto
se tornou a ase de usca ao longo da vida de Paulo de um conhecimento
sempre mais profundo de *eu *alvador. &specificamente, Paul dese#ou
e;perimentar o poder da *ua ressurreiLão. &le saia que não havia poder na
lei. &le tamém saia que não havia poder em sua carne para vencer o pecado
ou servir a +eus Icf. -om. M5@J. %as porque ele saia que /risto e teve sua
#ustiLa imputada a ele, Paulo havia receido o &spírito *anto eo mesmo poder
espiritual que ressuscitou $esus dentre os mortos.
*ua ressurreiLão foi a maior demonstraLão do poder de /risto.
-essuscitar dentre os mortos Icf. $o 3M5=H35U 54M5H5@J revelou *eu poder
asoluto sore os dois reinos, os físicos e espirituais Icf. /ol. 3M5DH5B, 5
Pedro ?M5@H34J . Paulo e;perimentou o poder da ressurreiLão de /risto de
duas maneiras. Primeiro, foi esse poder que o salvou, uma verdade, afirmou
em -omanos >MDHBM "Portanto, fomos sepultados com &le pelo atismo na
morte, assim como /risto foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do
Pai , assim tamém nós possamos caminhar em novidade de vida. Porque, se
temos sido unidos com &le na semelhanLa da *ua morte, certamente seremos
tamém na semelhanLa da *ua ressurreiLão. "Na salvaLão, os crentes são
identificados com /risto em *ua morte e ressurreiLão. %as mais do que isso,
é o poder da ressurreiLão de /risto que santificou ele Ie todos os crentesJ para
derrotar a tentaLão e ensaios, levar uma vida santa, e com ousadia e
frutuosamente proclamar o evangelho. Paulo, trocou alegremente a sua
impotncia para poder da ressurreiLão de /risto, e pediu para e;perimentar a
sua plenitude.
/'%8N0'

e F )artici)ação e *eu* *ofriento* tornando;e coo e(e e *ua


orte I?M54bJ
A salvaLão nLão quarto trou;e Paul era comunhão com $esus /risto.
' apóstolo fala aqui especificamente da comunhão dos seus sofrimentos.
/omo ele acaou de referir, Paul foi conformado V *ua morte na salvaLão Icf.
-om. >MDHBJ. %as ele tem algo mais em mente aqui, uma parceria profunda e
comunhão com /risto no sofrimento. Quando ele conheceu /risto, Paul
ganhou um companheiro
perseguiLão muito mais para ficare com
intenso ele em do
sofrimento seuque
sofrimento
qualquer8m que pessoa
outra sofreu
que #! viveu, tudo isso imerecida.
's mais profundos momentos de comunhão espiritual com o /risto
vivo são em momentos de intenso sofrimento, sofrimento crentes unidades a
ele. &les encontram nele um misericordioso *umo *acerdote, um amigo fiel
que sente sua dor, e um companheiro simp!tico que enfrentou todas as
provaLYes e tentaLYes que enfrentam I0. DM5BJ. &le é, portanto,
singularmente qualificada para a#ud!Hlos em suas fraqueas e enfermidades
I0 3M5J. &ssa aenLoada, confortando verdade levou Paulo a e;clamarM
"Portanto, eu estounas
nas perseguiLYes, muito contente com
dificuldades, por fraqueas, nas in#Rrias,
causa de /risto, nas angRstias,
pois quando sou
fraco, então sou forte" I3 /oríntios. 53M54J.
1)'-(F(_'

)ara de a(ua fora a(cançar a re**urreição dentre o* orto*. I?M55J


A final e consumado enefício otido Paul quando ele conheceu
/risto era a garantia de sua futura ressurreiLão, quando ele iria partilhar a
glória de /risto. A frase grega se tradu NA*E a fim de que realmente l "se
de alguma forma." No entanto, isso não e;pressar dRvida da parte de Paulo,
mas sim a humildade. *entido de Paulo de indignidade nunca o dei;ou. &m 5
/oríntios 5BM4=, ele escreveuM "Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não
sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a (gre#a de +eus." &m
&fésios ?M4@ ele se descreveu como "o mínimo de todos os santos. "Paulo
estava confiante que iria chegar V ressurreiLão dentre os mortos e
compartilhar a glória de /risto.
A frase da ressurreiLão dos mortos é Rnico nas &scrituras. +i
te;tualmente "a ressurreiLão dentre os mortos." /rentes alcanLar! a que a
ressurreiLão no Arreatamento, quando "nós nem todos dormiremos, mas
todos seremos transformados, num momento, num arir e fechar de olhos, ao
a Rltima trometaU porque a trometa soar!, e os mortos ressuscitarão
incorruptíveis, e nós seremos transformados. Por isto que é corruptível se
revista da incorruptiilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade "I5
/or. 5BMB5HB?J. 's crentes serão retirados entre o resto dos cad!veres, que
não serão levantadas até o final do reino milenar, e transformado na imagem
de /risto.
Paul odiava a fraquea de sua carne e dese#ava se livrar dele. Porque
ele se viu como miser!vel I-om. M3DJ, ele escreveu aos romanosM "Nós
mesmos, tendo os primeiros frutos do &spírito, mesmo tamém nós gememos
dentro de nós mesmos, esperando ansiosamente nossa adoLão como filhos, a
redenLão do nosso corpo "I-om. @M3?J. A redenLão do corpo na ressurreiLão é
outro dos enefícios sulimidade do conhecimento de /risto.
' que os crentes ganhar com a sua união com /risto ' conhecimento
de /risto em sua identificaLão com &le, a #ustiLa de /risto imputada a eles na
#ustificaLão, o poder de /risto para sua santificaLãoU participaLão nos
sofrimentos de /risto, e partilhando a glória de /risto na sua glorificaLão.
Não admira que Paulo alegremente trocaram os créditos religiosos em sua
coluna perda para os enefícios sulimidade do conhecimento de /risto.
%ateus 5= registros da história de outro homem que veio a
encruilhada mesmas Paulo. &m resposta V sua pergunta sore como oter a
vida eterna, $esus disseHlhe para oedecer V lei. &m resposta, "o #ovem disseH
lheM 7odas estas coisas que tm mantido, o que eu estou ainda falta" I%t
5=M34J. &le tamém tinha sua coluna proveito espiritual cheio de autoHesforLo
ritual, religioso, e funciona a #ustiLa. %as ao contr!rio de Paul, contou as
coisas que ganho e re#eitaram a /risto. Paul contou perda e ganho de /risto.
7odo mundo est! numa encruilhada mesmos. As pessoas podem se
apegar aos seus créditos religiosas e seguir o #ovem rico para o caminho largo
que leva V destruiLão eterna. 'u eles podem aandon!Hlos em favor dos
enefícios sulimidade do conhecimento de /risto e de Paulo no caminho
estreito que condu V vida eterna.

A(cançando o Prio
Parte;1+ !* )r=;
reui*ito*
&'i(i)en*e* 3+12;16- 16
Hão ue eu  ten:a otido tudo i**o ou ten:a *ido a)erfeiçoado a*
)ro**io )ara a(canç;(o )oi* )ara i**o ta= fui a(cançado )or Cri*to
e*u*. Irão* não )en*o ue eu e*o  o ten:a a(cançado a* ua
coi*a faço+ e*uecendo ;e da* coi*a* ue ficara )ara tr* e aançando
)ara a* ue e*tão adiante )ro**io )ara o a(o a fi de an:ar o )rio
do c:aado ce(e*tia( de #eu* e Cri*to e*u*. odo* n/* ue a(cançao*
a aturidade deeo* er a* coi*a* de**a fora e *e e a(u a*)ecto
oc* )en*a de odo diferente i**o ta= #eu* (:e* e*c(arecer.
ão;*oente iao* de acordo co o ue  a(cançao*.. I?M535>J
A #ulgar pelo uso freqente de met!foras esportivas em seus escritos,
o apóstolo Paulo deve ter sido um fã de esportes. Falando de seu dese#o de ser
efica em sua vida cristã, Paulo escreveuM "&u cai;a de tal forma, não como
atendo no ar" I5 /or. =M3> J. &le descreveu a vida cristã aos &fésios como
uma luta "\p!lido, um comate de :restling ou luta] ... não é contra carne e
sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra as forLas deste
mundo teneroso, contra as forLas espirituais do maldade nas regiYes celestes
"I&fésios >M53J. No que pode ser considerado o seu epit!fio, Paulo declarou,
triunfante, "/omati o om comate" I3 7m DMU... /f 5 7m >M53J. &m uma
alusão aos $ogos stmicos Irealiada em /orinto e em segundo em
importSncia apenas para os $ogos 'límpicosJ, ele lemrou aos /oríntiosM
"7odos os que competem nos #ogos de e;ercícios autoHcontrole em todas as
coisas. &les, então, faHlo para receer uma coroa corruptível, mas nós uma
incorruptível "I5 /or. =M3BJ.
%as met!fora favorita de Paulo atlético é o de uma corrida. &le
declarou aos anciãos de XfesoM "%as eu não considero a minha vida de
qualquer conta como preciosa para mim, para que eu possa terminar minha
carreira eo ministério que recei do *enhor $esus, para dar testemunho do
evangelho da graLa de +eus "IAtos 34M3DJ. Para os romanos, ele escreveuM
"Assim, pois, não depende do que quer, ou o homem que corre, mas em +eus
que tenha misericórdia" I-m =M5>J. )emrando aos /oríntios dos atletas
dedicados que competiram nos $ogos stmicos, o apóstolo escreveuM "Não
saeis que aqueles que correm no est!dio, todos correm, mas só um ganha o
prmio /orrei de tal maneira que voc pode ganhar .... Por isso eu corro de
tal forma, como não sem o#etivo "I5 /or. =M3D, 3>J. &m 1!latas 3M43 Paulo
e;pressou seu "medo de que \ele] pode ser e;ecutado, ou não tivesse corrido
em vão", enquanto em 1!latas BM4, lamentou aos 1!latasM "Coc estava
correndo em, quem vos impediu de oedecer a verdade "No fim de sua
vida, Paul poderia declararM" &u terminei o curso, eu guardei a fé "I3 7m.
DMJ. X que a met!fora da vida cristã como uma corrida, e;pressa no verso
familiariado [(C I"&u prossigo para o alvo pelo prmio da vocaLão celestial
de +eus em /risto $esus"J, que é o tema de Filipenses ?M53 H35. A passagem
revela interesse apai;onado de Paulo para o crescimento espiritual.
A passagem anterior I?MDH55J descreveu a transformaLão de Paulo
quando ele encontrou /risto ressuscitado no caminho de +amasco e
compreendeu o evangelho. Nessa passagem, poderosa e comovente, o
apóstolo recitou suas impressionantes credenciais religiosas. &ntão,
dramaticamente, ele declarou que, em comparaLão com o valor eminente
cincia de $esus /risto, com as realiaLYes foram apenas li;o. Paul trocaram
seus inRteis realiaLYes humanas para o conhecimento, poder, #ustiLa,
fraternidade, ea glória do *enhor $esus /risto.
Alguns em Filipos poderia ter assumido erroneamente que, tendo
ganho os enefícios maravilhosos, Paulo havia atingido a perfeiLão espiritual.
's #udaiantes tamém pode ter ensinado aos Filipenses que a perfeiLão
espiritual foi possível por ser circuncidados e guardar a lei. 0avia tamém os
hereges Iprecursores dos gnósticos do século ((J, que ensinou que a perfeiLão
espiritual aguardava aqueles que atingiram um certo nível de conhecimento.
Para comater essas idéias falsas, Paulo rapidamente acrescenta essa
passagem, que é uma declaraLão forte de perfeiLão espiritual. &mora fosse
uma nova criatura I3 /oríntios BM5.J, /om um novo coraLão I& ?>M3>J, uma
nova disposiLão que a santidade fortemente dese#ado I-om. M33, 3 /oríntios
DM5>U. &f. ?M5>J, foi unido com /risto I1l 3M34J, possuía uma mente renovada
I-m 53M3U. &f DM3?J, tinha a mente de /risto I5 /o 3M5>J, tinha. pé direito
diante de +eus I-m @M5J, havia sido #ustificado I-m BM5J, haviam sido
perdoados I&fésios 5MJ, teve a #ustiLa de /risto imputada a ele I3 /oríntios.
BM35J, e foi haitado pelo &spírito *anto I-m @M=, 55, 5 /oríntios ?M5>,.. 3 7m
5M5DJ, Paulo não era perfeito. &le ainda estava su#eito V tentaLão, ainda
possuía sua carne não redimida, e ainda era um pecador Icf. -m M5DH3BU 5.
7im 5M5B.J. )onge de ter otido a perfeiLão, ele estava perseguindoHo com
toda a forLa. /omo Pedro, Paulo compreendeu que a vida cristã é um
processo ao longo da vida de "crescer \ndo] na graLa e no conhecimento de
nosso *enhor e *alvador $esus /risto" I3 Pedro ?M5@U. /f 5 Pedro 3M5H3J.
&sta passagem é um golpe devastador para a falsa doutrina do
perfeccionismo que ainda prevalece em algumas denominaLYes e igre#as.
Perfeccionismo é o ensinamento que os crentes podem chegar a um lugar de
perfeiLão espiritual e moral nesta vida. 's perfeccionistas ensina que em uma
segunda ora da graLa, os crentes podem instantaneamente ser feita sem
pecado. Alguns vão mesmo ao ponto de ensinar a erradicaLão da naturea
pecaminosa. %as o apóstolo Paulo, sem dRvida, o mais empenhado, dedicado,
cristão espiritualmente maduro que #! viveu, confessou praer que ele falhou
em alcanLar a perfeiLão espiritual de trinta anos após sua conversão. & que a
confissão era uma evidncia clara de sua verdadeira espiritualidade e madura.
Quem, então, poderia faer uma reivindicaLão legítima de ter feito isso Para
manter a ficLão de que eles tenham alcanLado a perfeiLão sem pecado, os
perfeccionistas são forLados a faer uma distinLão ílica entre o pecado
intencional e "erros." %as a &scritura ensina que qualquer violaLão da lei de
+eus, qualquer que se#a a intenLão é pecado. Nenhum cristão nunca vai se
tornar perfeito nesta vida, que espera a redenLão do corpo I-omanos @M3?J. A
perfeiLão nesta vida ser! sempre uma meta, nunca uma conquista. *e
dissermos que não pecamos, faemos de +eus um mentiroso, porque &le di
o que faemos I5 $oão 5MH=J.
Alguns podem questionar por que eles deveriam se preocupar em
uscar o crescimento espiritual. Afinal, os crentes são prometeu "uma heranLa
que é imperecível e imaculado e não vai desaparecer, reservada nos céus para
\eles]" I5 Pedro 5MDJ. %as essa questão é um ponto discutível. Filhos
espirituais, como as crianLas físicos, não pode dei;ar de crescer Icf. 5 Pedro
3M5H3J, pois eles tm um dese#o interno e unidade para o crescimento.
Além disso, e;istem v!rias raYes que os cristãos devem crescer
espiritualmente. Primeiro, ele glorifica a +eus. &m segundo lugar, fornece
evidncias de que sua salvaLão é genuína. &m terceiro lugar, adorna e fa
com que a verdade visível de +eus aos outros Icf. 7ito 3M54J. &m quarto
lugar, ele tra a certea da salvaLão. &m quinto lugar, ele preserva os crentes
da tristea e do sofrimento associado com imaturidade espiritual. *e;ta,
protege a causa de /risto de reprovaLão. *étimo, que produ alegria na vida
dos crentes. &m oitavo lugar, que os prepare para o ministério aos outros no
corpo de /risto. Finalmente, realLa o seu testemunho ao mundo perdido.
Na passagem seguinte I?M5H35J, Paulo d! instruLYes específicas sore
como uscar o prmio de perfeiLão espiritual, que é /risto. %ais tarde, em
sua epístola, Paulo lemrou aos Filipenses que "a nossa p!tria est! nos céus,
de onde tamém aguardamos um *alvador, o *enhor $esus /risto, que
transformar! o corpo da nossa humilhaLão, para ser conforme ao corpo da
*ua glória, pelo e;ercício do poder que &le tem até su#eitar todas as coisas
para si mesmo "IFilipenses ?M34H35J. ' apóstolo $oão ecoou esse
pensamentoM "Amados, agora somos filhos de +eus, e isso não se manifestou
ainda o que seremos. *aemos que quando ele se manifestar, seremos
semelhantes a &le, porque nós vamos vH)o como &le é "I5 $oão ?M3J.
*emelhanLa de /risto é o prmio que deve ser perseguido, apesar de que o
prmio não ser! alcanLada deste lado do céu. %as antes de Paul escreve sore
a perseguiLão, ele primeiro estaelece seis préHrequisitos necess!rios para a
efetiva luta pelo prmio de /risto. ' esforLo e;ige do crente uma conscincia
própria, um esforLo m!;imo, uma concentraLão focada, uma motivaLão
adequada, um reconhecimento adequado, e uma conformidade adequada.

PA-A A)/AN_A- ' P-%(' & P-&/(*'


7&- 8%A /'N*/(N/(A $8*7A

Hão ue eu  ten:a otido tudo i**o ou ten:a *ido a)erfeiçoado I?M53aJ

7odos os crentes são agora, em /risto e desfrutar para sempre no céu


é eternamente fi;ado pelo propósito da graLa de +eus Icf. 5 Pedro 5MDJ. &ssa
realidade espiritual e promessa não pode ser melhorado, mas a virtude dos
crentes na vida presente pode e deve ser. *aendo que não somos agora o que
deveríamos ser, e aquilo que um dia ser! de glória, não deve produir a apatia
ea indolncia, mas um elo para se movendo na direLão do prmio. (sso é
ora do &spírito em nós I3 /oríntios. ?M5@J eo anseio da alma regenerada. A
conscincia da necessidade de melhorar a condiLão espiritual de uma pessoa é
um préHrequisito necess!rio V prossecuLão do prmio de perfeiLão espiritual.
Paulo tinha essa conscincia, e e;pressou isso com uma das duas
palavras que comeLam versículo 53, que não. &le ainda não tinha otido Ia
partir de lamanjU "para receer", "adquirir", ou "atingir"J o prmio
perseguiu, ele ainda não tinha se tornar perfeito Ide teleiojU "para atingir a
perfeiLão", "alcanLar um o#etivo", ou "realiar"J. A palavra repetida duas
vees #! indica que Paulo era ainda imperfeita, quando ele escreveu esta
epístola.
Apesar de as ricas nLãos que eram seu em /risto, o apóstolo saia
que ele não era perfeito. *eu conhecimento de /risto ainda estava incompleto
I5 /or. 5?M53J. A #ustiLa de /risto tinha sido imputada a ele I3 /oríntios.
BM35J, mas ele ainda precisa "limpar \Hse] de toda a imundícia da carne e do
espírito, aperfeiLoando a santificaLão no temor de +eus" I3 /oríntios. M5J .
Paulo tinha o poder de /risto no traalho em si I5 /oríntios 5BM54U. /ol.
5M3=J, mas que o poder ainda funcionava por meio de sua fraquea I3
/oríntios 53M=.J. A comunhão com /risto rica que ele e;perimentou tamém
era imperfeita, ele ainda não saia como orar como deveria, e dependia do
&spírito *anto para interceder por ele I-m @M3>H3J. &nquanto seu corpo era o
templo do &spírito *anto que haita glorioso ele I5 /oríntios. >M5=J, Paulo
ansiava pelo dia em que /risto "transformar! o corpo da \sua] humilhaLão,
para ser conforme ao corpo da sua glória" IFilipenses ?M35J.
'viamente, perseguindo o prmio de perfeiLão espiritual comeLa
com a insatisfaLão com a atual condiLão espiritual. Aqueles que pensam que
tm atingido a perfeiLão espiritual, não ver! a necessidade de uscar uma
condiLão melhor, por que eles deveriam perseguir algo que eles acreditam
que #! tem 7ais pessoas complacentes, satisfeitos estão em grave perigo de
tornarHse insensível a seu pecado e cego para as suas fraqueas. X somente
aqueles que são conscientes da sua necessidade desesperada espiritual que
vm a /risto para a salvaLão I%t BM>J. & é só aqueles que continuam a
reconhecer a necessidade de eliminar o pecado e cultivar a santidade que vai
progredir na vida cristã. &ssa usca pelo poder do &spírito santificador
produ uma freqncia decrescente do pecado e do amor cada ve maior para
a santidade, o que torna menos pecado sentir mais. ' verdadeiramente
maduro e piedoso tem a conscincia mais sensível de seus pecados, e são
humildes diante de +eus por causa disso.

PA-A A)/AN_A- ' P-%(' & P-&/(*'


FA&- ' %Z[(%' &*F'-_'
a* ou )ro**euindo )ara er *e )oderei a(cançar aui(o )ara o ue f ui
ta= a(cançado )or Cri*to e*u*. I?M53bJ
's verdadeiros crentes não prosseguir! o prmio de perfeiLão
espiritual até que eles reconhecem a necessidade de melhorar a sua condiLão,
mas a conscincia da necessidade não é suficiente, deve haver tamém uma
usca diligente. Prossigo meios "para e;ecutar" ou "se depois." &la fala de
um esforLo agressivo, enérgico. Paulo perseguiu o prmio espiritual com toda
sua forLa, forLando cada mRsculo espiritual enquanto corria para vencer I5
/or. =M3DJ.
' "dei;ar ir e dei;ar +eus" mentalidade era estranho para Paul. &le
era totalmente dependente da energia de traalho em sua vida de +eus I3 /o
53M=U. /ol. 5M3=J. No entanto, ele tamém descreveu a vida cristã como
"traalho e esforLo" I/ol. 5M3=J, e "luta do em da fé" I5 7m >M53U. /f 3 7m
DM..J. &le ensinou que "através de muitas triulaLYes nos importa entrar no
reino de +eus" IAtos 5DM33J, e reiterado a inevitailidade do sofrimento na
vida cristã Ipor e;emplo, -m @M5U.. 5 7essalonicenses ?MDU 3 . 7im 5M@U
?M53J.
A frase um tanto enigm!tica para que eu possa lanLar mão do que para
o que tamém fui conquistado por /risto $esus declara o o#etivo de !rduos
esforLos de Paulo. ' vero traduido eu possa lanLar mão deU fui conquistado
de poderia ser traduida como "para ultrapassar", "aproveitar", ou "pegar"
Paul estava correndo espiritualmente para pegar a coisa pela qual /risto $esus
veio depois dele.. &m outras palavras, o o#etivo de Paulo na vida era
consistente com o o#etivo de /risto em salv!Hlo.
Qual era o o#etivo de /risto para salvar Paul ' apóstolo afirmou
que em -omanos @M3=M "Porque os que de antemão conheceu, tamém os
predestinou para serem conformes V imagem de *eu Filho, para que &le se#a o
primognito entre muitos irmãos." +eus escolheu Paulo, como &le fe tudo
crentes, para faHlo como $esus /risto. &sse propósito para o qual +eus nos
salvou tamém é o propósito para o qual vivemos. "Foi por isso que &le te
chamou pelo nosso evangelho", escreveu Paulo aos 7essalonicenses ", que
voc pode ganhar a glória de nosso *enhor $esus /risto" I3 7s. 3M5DJ. A vida
cristã é uma perseguiLão ao longo da vida de /risto. &ssa era a meta do
*enhor na poupanLa Paulo e era o seu o#etivo na resposta.
PA-A A)/AN_A- ' P-%(' & P-&/(*'
7&- F'/'
Irão* não )en*o ue eu  e*o  o ten:a a(cançado a* ua coi*a
faço+ e*uecendo;e da* coi*a* ue ficara )ara tr* e aançando )ara
a* ue e*tão adiante I?M5?J
8m esforLo m!;imo sem concentraLão focada é inRtil. 7odo atleta
sae que os corredores em uma corrida deve fi;ar os olhos na frente deles,
aqueles que oservam a multidão ou seus próprios pés tendem a tropeLar e
cair. Para faer um esforLo m!;imo em qualquer esforLo atlético requer que
os participantes se concentrar em um ponto a frente.
Paulo se dirige aos Filipenses com os gentis e afetuosos íntimos,
irmãos prao para mover seus coraLYes longe dos #udaiantes e em direLão a
ele. Pela terceira ve nesta passagem, Paulo acrescenta o aviso que eu não me
considero como tendo se apegaram dele ainda. A intenLão do apóstolo é
polmico. &le est! dirigindo o seu argumento para aqueles que estavam
ensinando erro, e ele quer faer a verdade claro. Apesar das reivindicaLYes
dos professores False para a perfeiLão, ao contr!rio espiritual não é possível
nesta vida.
&mora Paulo não tivesse alcanLado a perfeiLão espiritual, ele tinha
que o descontentamento
ele havia aenLoado
se tornado a usca que odemotivou
uma parte a perseguiHlo.
sua vida, e;pressa na Na verdade,
frase, mas
uma coisa eu faLo. &u não est! no te;to grego, mas foi adicionado pelos
tradutores, porque est! implícita. No te;to grego Paulo comunica a sua
ostinaLão em staccato, reve, a maneira apai;onada quase arupto. ' foco
do apóstolo em seu o#etivo era total, o seu nível de concentraLão aguda.
X um povo tão singularmente focadas que conseguem no atletismo e
em outras atividades da vida. %uitas pessoas se envolver em muita coisa, mas
ter sucesso em nada. Apesar de toda a energia que gastam, que realiam
pouco. *uas vidas estão cheias de som e fRria, significando nada. $ames
chamou de essa
Para evitar "vacilante
falta de...foco
inst!vel em todos
o salmista os "8na
orouM sentidos
meu\deles]"
coraLãoI7iago 5M@J.do
ao temor
teu nome" I*l @>M55J, e *alomão aconselhouM "+ei;e seus olhos olhar
diretamente V frente e dei;e o seu olhar fi;ado na frente de voc. Assista a
vereda de teus pés e todos os seus caminhos ser! estaelecida. Não vire para a
direita nem para a esquerda "IProvérios DM3BH3J. Quando os crentes tm
uma compulsão de conduLão, para ser como /risto, eles vão se mover em
direLão V perfeiLão espiritual.
7al concentraLão possui tanto um negativo e um aspecto positivo.
Negativamente, Paulo manteve seu foco, esquecendo o que est! por tr!s. 8m
corredor que olha para tr!s, corre o risco de ser passado. Nem o desempenho
de um corredor em corridas passadas garantir o sucesso ou o fracasso nas
corridas atuais ou futuros. ' passado não é relevante, o que importa é faer o
m!;imo esforLo no presente, de modo a sustentar o momento no futuro. 's
perfeccionistas e legalistas olhar para as realiaLYes do passado para validar
seu status supostamente espiritual. 's #udaiantes procurou iludir os 1!latas,
no passado, o que levou Paulo a escreverM "%as agora que voc chegou a
conhecer +eus, ou melhor, sendo conhecidos por +eus, como é que voc liga
de volta para as coisas fracas e sem valor elementares , para o qual voc
dese#a ser escraviado novamente "I1al. DM=J.
Paulo fe uma ruptura com tudo em seu passado, om e mau.
-ealiaLYes religiosas, atos virtuosos, grandes sucessos do ministério, em
como pecados, oportunidades perdidas e desastres devem todos ser esquecido.
&les não controlam o presente ou o futuro. 's crentes não podem viver em
vitórias passadas, nem devem ser deilitados pela culpa dos pecados
passados.
(gre#as estão cheias de alei#ados espirituais, paralisado pela rancor,
amargura, pecados e tragédias do passado. 'utros tentam soreviver no
presente por reviver sucessos do passado. &les devem romper com esse
passado para que possam uscar o prmio espiritual. +eus est! interessado no
que os crentes faem agora e no futuro. "Ninguém", declarou $esus, "depois
de colocar a mão no arado e olha para tr!s é apto para o reino de +eus"
I)ucas =M>3J. A visão mais clara pertence Vqueles que esquecem o passado.

Positivamente,
AvanLando tradu umaPaulo
formamanteve seu foco,
de particípio avanLando
do vero paraum
epe9teinj, o futuro.
vero
composto composta de duas preposiLYes adicionados ao teinj vero
I"esticar"J. &le descreve um estiramento muscular ao seu limite, e imagens de
um corredor forLando cada mRsculo para alcanLar a linha de chegada.
/omo #! mencionado, o o#etivo no qual os crentes devem concentrarH
se é ser como $esus /risto. Foi tamém a meta do ministério de Paulo para
"apresentar todo homem perfeito em /risto" I/olossenses 5M3@J. &le tamém
e;pressou essa meta aos &fésiosM
& ele mesmo deu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para
evangelistas e outros como pastores e mestres, para o aperfeiLoamento dos
santos para a ora do ministério, para edificaLão do corpo de /risto, até que
todos cheguemos V unidade da fé e do conhecimento do Filho de +eus, para
um homem adulto, V medida da estatura que pertence V plenitude de /risto.
/omo resultado, #! não estamos a ser filhos, #ogou aqui e ali pelas ondas e
levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens, pela
astRcia em conspiraLYes enganoso. I&f DM55H5DJ
Aos 1!latas escreveu que estava "em traalho de parto até que /risto
se#a formado em vós" I1l DM5=J. &le e;ortou os coríntios a "ser completo" I3
/oríntios. 5?M55J, e seu colega de traalho &pafras orou para que os
colossenses que "firmes, perfeitos e plenamente seguros em toda a vontade de
+eus" I/olossenses DM53J. Prosseguindo a semelhanLa de /risto aqui e agora,
até que são feitos como &le em glória, define o progresso da vida cristã ea
meta do ministério.

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7&- %'7(CA_' A+&Q8A+A

)ro**io )ara o a(o a fi de an:ar o )rio do c:aado ce(e*tia( de


#eu* e Cri*to e*u*. I?M5DJ
/omo oservado anteriormente, este versículo é o coraLão da
passagem. ' vero tempo presente traduido prossigo esforLo contínuo
denota Paulo para perseguir o "sonho impossível" e derrotar o "inimigo do
imatível." ' significado da rai da preposiLão 9ata IdireLãoJ é "para ai;o".
Paulo e;pressou novamente seu foco singleHminded , diendoM "&u sempre
carregar para ai;o na meta Is9oposU" uma marca em que para fi;ar os olhos
"J."
&sse prmio foi o que o motivou a correr para vencer I5 /or. =M3DJ.
's crentes não receer! o prmio Ia semelhanLa de /risto, com todos os seus
enefícios eternosJ, até a chamada Ilit. "acima", denotando tanto a srcem da
chamada e para onde ele levaJ para cima de +eus em /risto $esus inauguraH
los em gloriosa presenLa de +eus no céu. /omo mencionado acima, a
perfeiLão não é atingível nesta vida. A linha de chegada é o limiar do céu,
onde as recompensas serão entregues Icf. %t BM53U. )ucas >M3?U. 5 /oríntios
?M53H5BJ. Não é até que /risto "aparece, \que] nós seremos semelhantes a &le,
porque nós vamos vH)o como &le é" I5 $oão ?M3J.
/omo um corredor triunfante omeamento seu punho no ar, como
ele se apro;ima da linha de chegada, Paulo declarou, no final de sua vida,
"/omati o om comate, terminei o curso, eu guardei a féU, no futuro, é
reservada para mim a coroa da #ustiLa que o *enhor, #usto #ui, me dar!
naquele dia "I3 7m. DMH@J. Apenas "no futuro" no céu que Paulo receer! "a
coroa da #ustiLa" Ia #ustiLa de /risto aperfeiLoados neleJ, e somente então ele
iria receer o prmio que ele tão diligentemente perseguido.

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7&- 8% /'N0&/(%&N7' /'--&7'
odo* n/* ue a(cançao* a aturidade deeo* er a* coi*a* de**a
fora e *e e a(u a*)ecto oc* )en*a de odo diferente i**o
ta= #eu* (:e* e*c(arecer. I?M5BJ
Paulo não estava na corrida espiritual soinho, que inclui todos os
cristãos, descritos aqui pela frase quantos são perfeitos Icf. 0 54M5DJ.. '
apóstolo não est! falando de perfeiLão pr!tica, que estaria em contradiLão
com o que ele disse no início da passagem. PerfeiLão pr!tica não vem até os
crentes são glorificados. Pelo contr!rio, em um #ogo de palavras, ele descreve
os crentes como aqueles que estão posicionalmente perfeito em /risto. 8ma
ve que esta é uma passagem polmica dirigida contra aqueles que ensinou
que a perfeiLão é inatingível nesta vida, o uso de Paulo da perfeita pode ser
um pouco de dois gumes, com um tom de sarcasmo. &sses falsos mestres não
eram perfeitos, na pr!tica, e tamém não eram perfeitos na posiLão.
7odo verdadeiro cristão deve ter a mesma atitude que Paulo tinha.
Phroneo Iter esta atitudeJ significa literalmente "a pensar assim", "estar atento
a isso", ou "para definir a mente sore este assunto." &la pode ser traduida
como "continuamente pensar assim." /omo Paulo, os crentes devem ser
totalmente focado em faer o m!;imo esforLo para uscar o prmio de /risto.
*aemos como /risto pensa, porque a &scritura nos d! a *ua mente I5 /or.
3M5>J. Quando pensamos ílicos, pensamentos divinos, vendo toda a vida do
ponto de vista do *enhor, os pensamentos vão mudar o nosso comportamento
para se tornar semelhante ao seu Icf. /ol. ?M5>J.
%as Paul era um pastor e;periente e saia que nem todos os crentes
iriam compartilhar a forLa ea implacailidade de seu foco na usca do
prmio. Para eles,+eus
atitude diferente, Paulo
ir! di que,que
revelar se tamém
em qualquer
a vós.coisa queque
Aqueles voc ter uma
se recusam
a ouvir a mensagem de Paulo vai ouvir a mesma mensagem de +eus. &le vai
corrigiHlos através da *ua Palavra, o *eu &spírito, ou através de correLão.
+eus far! o que for preciso para faer os crentes reconhecem sua necessidade
de prosseguir o prmio de /risto. &le tamém ir! fornecer os recursos
necess!rios para faer isso I3 Pedro 5M?J.

PA-A A)/AN_A- ' P-%(' & P-&/(*'


7&- 8%A C(+A $8*7A
ão;*oente iao* de acordo co o ue  a(cançao*.. I?M5>J
Plen Ino entantoJ tamém poderia ser traduida como "mais uma
coisa." &le é frequentemente usado para e;pressar um pensamento final. &ste
Rltimo préHrequisito para a prossecuLão do prmio tamém pode ser descrito
como a consistncia. 7endo desenvolvido uma conscincia própria, esforLo,
foco, motivaLão e reconhecimento, os crentes devem sempre continuar a
viver por esse mesmo padrão a que tenham alcanLado. *toichej Icontinuar a
viverJ significa "alinhar", ou "a seguir na linha." 's crentes devem manter o
caminho espiritual que eles tm vindo a seguir. Para usar a met!fora de uma
corrida, eles devem continuar a correr na sua pista.
Quatro recursos divinamente fornecidos a#ude os crentes a sempre
uscar o prmio de /risto. A primeira é a Palavra de +eus. Pedro escreveuM
"/omo crianLas recémHnascidas, por muito tempo para o leite puro da
palavra, para que por ele vos se#a dado crescimento no que di respeito V
salvaLão" I5 Pedro 3M3J. *egunda é a oraLão. Paulo orou para que o
/orinthians iria "ser completo" I3 /oríntios. 5?M=J. &m terceiro lugar est! a
seguir um e;emplo piedoso. Paulo e;ortou os coríntiosM "*ede meus
imitadores" I5 /or DM5>U.. /f 55M5U Phil ?M5U. 5 7essalonicenses 5M>U. 3
7essalonicenses ?M, =U. 5 7m. DM53U. 0 5?MU 5 Pedro BM?J. Finalmente, +eus
usa para moldar ensaios crentes na imagem de $esus /ristoM "+epois de ter
sofrido um pouco, o +eus de toda graLa, que vos chamou V sua eterna glória
em /risto, &le mesmo ir! aperfeiLoar, confirmar, fortalecer e estaelecer vós
"I5 Pedro BM54U. cf 7iago 5M3HDJ.
Ao pé de um dos Alpes suíLos é um marcador de honrar um homem
que caiureveM
epit!fio para a"&le
morte de tentar
morreu a suida. '
de escalada." ' marcador
epit!fio ded!cada
o seu nomedeve
cristão e este
ser
que eles morreram escalando o caminho ascendente em direLão ao prmio de
/risto.

A(cançando o Prio
Parte;2+ ! Proce**o
&'i(i)en*e* 3+17;21- 17
Irão* *ia unido* o eu ee)(o e o*ere o* ue ie de acordo
co o )adrão ue (:e* a)re*entao*. 18 Poi* coo  (:e* di**e
re)etida* ee* e aora re)ito co (ria* : uito* ue ie coo
iniio* da cru de Cri*to. 19 Duanto a e*te* o *eu de*tino = a )erdição
o *eu deu* = o e*tQao e t oru(:o do ue = eron:o*oB e(e* */
)en*a na* coi*a* terrena*. 20 A no**a cidadania )or= e*t no* c=u*
de onde e*)erao* an*io*aente u Sa(ador o Sen:or e*u* Cri*to. 21
Pe(o )oder ue o ca)acita a co(ocar toda* a* coi*a* deaio do *eu
do?nio e(e tran*forar o* no**o* cor)o* :ui(:ado* )ara *ere
*ee(:ante* ao *eu cor)o (orio*o. I?M535J
As pessoas que faem um impacto no mundo, invariavelmente, tm
um compromisso Rnico de espírito para alcanLar seus o#etivos. *e esses
o#etivos são conquistar o mundo, ter sucesso nos negócios, ou ganhar um
campeonato, eles estão dispostos a faer renRncias que são necess!rias para
alcanL!Hlos. Por outro lado, aqueles que são consumidos com as suas próprias
necessidades e conforto raramente conseguir muito mais.
' mesmo acontece na vida cristã. Não h! segredos escondidos,
truques, ou atalhos para uma vida que fa um impacto sore o mundo para a
verdade de $esus /risto. &ssas vidas são o resultado direto de um esforLo
m!;imo para alcanLar os o#etivos espirituais da semelhanLa de /risto na
vida e ministério. %uitos nores servos de +eus sofreram muito para atingir
essas metas. %uitos ainda pagaram com suas vidas. 7odos tinham uma coisa
em comumM o seu próprio conforto era menos importante para eles do que ser
como o *enhor $esus /risto neste mundo. &les dei;aram sua marca na igre#a
através de sua devoLão eterna com &le e seus esforLos incans!veis para o *eu
evangelho.
(nfelimente, poucos na (gre#a ho#e tm esse nível de compromisso
com a causa de /risto. 0! muitas raYes para isso, não menos do que é a
psicologia humanista devastador impacto fe na igre#a. 8m dos pressupostos
!sicos da psicologia moderna é que as pessoas e;istem para sua própria
satisfaLão. ' principal o#etivo da vida, então, é que as pessoas tm todas as
suas necessidades e dese#os atendidos. *ó então eles vão ser felies, contentes
e satisfeitos.
ApresentaLYes contemporSneas do evangelho muitas vees refletem
essa filosofia humanista. +eus tornouHse uma espécie de gnio utilitarista, que
e;iste para conceder as pessoas o que for preciso para torn!Hlos felies e
realiados. &scritura apresenta $esus /risto como soerano *enhor e
*alvador, diante do qual todo #oelho se dore em asoluta sumissão e
oedincia IFp 3M54J. %as apresentaLYes gospel contemporSneo oferecerHlhe
como a cura r!pida para todos os prolemas da vida, apesar da *ua própria
advertnciaM "No mundo tereis afliLYes" I$oão 5>M??U cf Atos 5DM33U. 5
7essalonicenses ?MDU 3. 7im. ?M53J. ' e;emplo mais flagrante da aordagem
centrada no homem atual é o evangelho da prosperidade, com a sua usca
descarada das coisas do mundo. &ssas atitudes de satisfaLão egoísta são o
oposto da atitude da verdadeira espiritualidade, que é humilde, discreto
conscincia do pecado e profunda gratidão pelo menor e;pressão da graLa de
+eus.
' narcisismo que permeia o cristianismo contemporSneo tamém
corrompido a doutrina da santificaLão. $esus ensinouM "*e alguém quer vir
após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cru e sigaH%e" I)ucas =M3?J. &m
contraste, a nfase ho#e é na satisfaLão das necessidades das pessoas e
satisfaLão de seus dese#os. *ó então, argumentaHse, eles podem ser cristãos
eficaes. &ste é o foco de muita pregaLão, ensino e escrita.
/omentando sore este novo paradigma para a vida cristã, 7on6
^alter escreve,
&st! na moda a seguir a opinião de alguns psicólogos que o auto é um
con#unto de necessidades e de que o crescimento pessoal é o negócio da
progressivamente atender a essas necessidades. %uitos cristãos ir #unto com
essas crenLas ....
8ma marca do sucesso quase total desta nova moralidade é que a
(gre#a cristã, tradicionalmente
em crucificar necessidades do interessados
eu em usca em mortificar
de \a os dese#os
semelhanLa da carne,
de /risto], foi
avidamente adotaram a língua das necessidades por si mesma. Nós agora ...
ouvir que "$esus vai atender todas as suas necessidades", como se &le fosse
uma espécie de psiquiatra divina ou detergente divino, como se +eus fosse l!
simplesmente para atender a nós. IPrecisaM A Ne: -eligion \+o:ners 1rove,
(llinoisM (nter Carsit6, 5=@B] Pref!cio, BJ
AdoLão da igre#a da mentalidade necessidade da psicologia humanista
leva a uma teologia centrada no homem, um homem centrado quaseHsalvaLão,
e um sustituto centrada no homem para a santificaLão. Para muitos, o
o#etivo da vida cristã est! tendo suas necessidades atendidas, sendo
cumprida, ser feli, ter uma oa autoHimagem, e eliminando todos os
prolemas da vida. ' foco est! nas pessoas, e não /risto.
%as o suHcristã "teologia necessidade" é diametralmente oposta ao
que a Eília ensina. A satisfaLão das necessidades humanas não é o o#etivo
de salvaLão ou santificaLão. ' o#etivo da salvaLão é para os crentes para
serem conformes V imagem do Filho de +eus I-omanos @M3=J. Assim, a
santificaLão cristã olha para fora, para /risto, não para dentro, para as
necessidades dos crentes sentiram. ' o#etivo da vida cristã não é a satisfaLão
dos crentes, mas de +eus. Na verdade, os crentes prosperar quando eles estão
sorecarregados com fraquea I3 /oríntios. 53M=H54J.
Que os cristãos devem ser como $esus /risto é a verdade simples que
tende a ser oscurecida pela multiplicidade de teologias, semin!rios, livros,
fórmulas, e as fitas que se propYem a desvendar o segredo do crescimento
espiritual. Algumas dessas ofertas podem ser Rteis, mas apenas na medida em
que equipar os crentes para se tornar mais parecido com $esus /risto.
' comando repetido do *enhor $esus /risto, "Follo: %e" I%t DM5=U.
@M33U =M=U 5>M3D, 5=M35J, não foi sustituído ou melhorado. X a origaLão
mais !sica de um crente. Paulo e;pressou esta mesma verdade aos 1!latasM
"%eus filhos, com quem eu sou novo em traalho de parto até que /risto se#a
formado em vós" I1l DM5=J e aos /oríntiosM "*ede meus imitadores, como eu
tamém sou de /risto "I5 /or. 55M5J. ' apóstolo $oão ensinou que "aquele
que di que permanece nele, esse deveHse a andar da mesma maneira como
&le andou" I5 $oão 3M>J.

Quando
ele reduiu Paulo
a vida cristãdisse
paraaos
essefilipensesM
o#ectivo."8ma coisa queoseu
Por e;emplo, faLo" são
cristãos I?M5?J,
para
glorificar a +eus, mas só pode faHlo na medida em que eles são como $esus
/risto. Quando eles evangeliar os perdidos, eles estão imitando o *enhor,
que veio para "uscar e salvar o que estava perdido" I)ucas 5=M54J. /omo
crentes amadurecer espiritualmente eles "crescer na graLa e no conhecimento
da \sua] *enhor e *alvador $esus /risto" I3 Pedro ?M5@J. Quando eles "morrer
para o pecado e viver para a #ustiLa" I5 Pedro 3M3DJ eles se tornam mais e
mais como $esus ", que não conheceu pecado" I3 /oríntios BM35U.. /f 0
M3>U 5. Pedro 3M33, 5 $oão ?MBJ.
0! simultaneamente um o#ectivo e um recurso su#etivo para
perseguir o prmio de /risto. ' recurso o#etivo é a Palavra de +eus. A
Eília é a revelaLão de /risto ", no qual estão escondidos todos os tesouros da
saedoria e do conhecimento" I/l 3M?J. Quando Paulo escreveu que os crentes
tm "a mente de /risto" I5 /or. 3M5>J, ele estava se referindo V revelaLão da
&scritura dado pelos apóstolos e os escritores do Novo 7estamento que lhes
estão associados.
' poder su#etivo para se tornar mais parecido com $esus /risto é a
ora do &spírito *anto. &le usa o conhecimento de /risto recolhida a partir
das &scrituras para mudar progressivamente os crentes V imagem de /risto I3
/or. ?M5@J. ' Novo 7estamento é claro que os resultados de crescimento
cristãos de estudo da &scritura e sumissão ao &spírito *anto.
Nesta passagem, Paulo d! trs elementos pr!ticos de uscar a
semelhanLa de /ristoM seguirHe;emplos, fugindo dos inimigos, e centrado nas
e;pectativas.

*&18(N+' E'N* &[&%P)'*

Irão* *ia unido* o eu ee)(o e o*ere o* ue ie de acordo


co o )adrão ue (:e* a)re*entao*. I?M5J
Pela terceira ve neste capítulo Paulo carinhosamente trata dos
Filipenses, como a irmãos Icf. vv. 5, 5?J. A frase #untarHse em seguir o meu
e;emplo literalmente l no te;to grego "ser imitadores companheiros
comigo." Paulo e;ortou os Filipenses a imitar a maneira como ele viveu. &le
não estava se colocando em um pedestal de perfeiLão espiritual Icf. a
discussão de vv. 53H5> no capítulo anterior deste volumeJ. &m ve disso, ele
estava encora#ando os filipenses a seguiHlo, um pecador imperfeito, como ele
perseguiu o o#etivo de /risto.
Falhas do Novo 7estamento registros de Paulo, em como seus
triunfos. (ndignado com o tratamento ausivo nas mãos do sumo sacerdote,
ele gritouM "+eus vai golpear, parede ranqueadaT Coc senta para tentar me
de acordo com a )ei, e em violaLão da ordem )ei que eu se#a ferido "IAtos
3?M?JHuma e;plosão para que ele prontamente pediu desculpas IAtos 3?MBJ.
Por causa de sua luta com orgulho, o *enhor deu a Paulo um espinho na carne
I3 /oríntios. 53MJ. 7rs décadas depois de sua conversão, ele ainda pensava
de si mesmo como o principal dos pecadores I5 7m 5M5B.J.
*e ele tivesse sido perfeito, Paulo não teria sido um e;emplo crentes
poderia seguir. Precisamos seguir alguém que não é perfeito para que
possamos ver como superar as nossas imperfeiLYes, alguém que pode nos
mostrar como lidar com as lutas da vida, suas decepLYes e seus ensaios,
alguém que pode nos mostrar como lidar com o orgulho, a resistir tentaLão, e
colocar pecado para a morte. /risto é o padrão perfeito, modelo e padrão para
os crentes para emular. %as /risto nunca perseguiu a perfeiLãoU &le sempre
foi perfeito. Paul era um companheiro de viagem no caminho para a perfeiLão
inatingível espiritual, e, portanto, um modelo para os fiéis a seguir. &le
modelou moralidade virtude, superando a carne, a vitória sore a tentaLão, a
adoraLão, o serviLo de +eus, pacincia do sofrimento, lidar com posses, e das
relaLYes de manipulaLão.
%ovendo além de si mesmo, Paulo ordenou aos filipenses tamém
para oservar aqueles que andam de acordo com o padrão que voc tem em
nós. *9opej IoservarJ é a forma veral do sustantivo traduido como
"meta" no versículo 5D, e poderia ser traduida como "fi;ar o olhar em." Paul
est! em vigor, diendoM "/oncentreHse aqueles cu#a caminhada Iconduta
di!riaJ é de acordo com a Hpadrão correto que voc tem em nós. "(sso
incluiria 7imóteo e &pafrodito, a quem os filipenses saia, assim como os
ispos e di!conos em Filipos Icf. 5M5J. A palavra nos, no entanto, é mais
prov!vel um plural liter!ria, uma forma humilde para Paulo para se referir a si
mesmo.
' e;emplo de Paulo estava disponível para os Filipenses em
impressão, assim como é para os crentes ho#e. %as eles tamém haviam
oservado a sua vida em primeira mão durante a sua estadia em Filipos. 's
crentes tm sempre necess!rios e;emplos de vida piedosa como padrYes.
&sses e;emplos são os pastores e presíteros da igre#a, que são para "mostrar
\próprios] e;emplos daqueles que crem" I5 7m DM53J. Pela humildade de
modelagem, serviLo altruísta, disposiLão para sofrer, a devoLão a /risto,
coragem, e dedicaLão para o crescimento espiritual.
Aqueles que ensinar e pregar a Palavra deve segur!Hlo com precisão.
(sso é especialmente importante ho#e, quando a correta interpretaLão das
&scrituras tem sido irremediavelmente emaLada e, aparentemente, qualquer
ponto de vista é tolerada. Paulo e;ortou a 7imóteoM "Procura apresentarHte a
+eus aprovado, como oreiro que não precisa estar envergonhado,
e;atamente manipulaLão a palavra da verdade" I3 7m. 3M5BJ. %as o ensino
precisa da verdade deve ser apoiada por uma vida piedosa.

F81(N+' +'* (N(%(1'*


Poi* coo  (:e* di**e re)etida* ee* e aora re)ito co (ria* :
uito* ue ie coo iniio* da cru de Cri*to. Duanto a e*te* o *eu
de*tino = a )erdição o *eu deu* = o e*tQao e t oru(:o do ue =
eron:o*oB e(e* */ )en*a na* coi*a* terrena*. I?M5@5=J
' apóstolo advertiu que, na usca do prmio espiritual da semelhanLa
de /risto é preciso reconhecer que h! muitos e;emplos a serem evitados. 's
inimigos da qual Paulo advertiu não parecem ter sido aertamente hostis V fé
cristã. /omo seu mestre do mal, *atan!s, que eram enganosas, disfarLandoHse
como mensageiros de /risto, an#os de lu, e funcion!rios da #ustiLa I3
/oríntios. 55M5?H5BJ. &les se tornaram parte da (gre#a, possivelmente, até
mesmo em papéis de lideranLa. *ua sutilea fe e;cepcionalmente perigosa.
' Novo 7estamento constantemente alerta para o perigo representado
por
dos falsos
falsos mestres.
profetas,Noque
*ermão
vmdaaté%ontanha, $esus advertiuM
vós vestidos "1uardaiHvos
como ovelhas, mas
interiormente são loos devoradores" I%ateus M5BJ. No *ermão do %onte
&le acrescentouM "Cede que ninguém engane vocs. Porque muitos virão em
meu nome, diendoM &u sou o /risto, e enganarão a muitos "I%ateus 3DMDHBJ.
Atos registra os falsos mestres *imão, o %ago IAtos @M=H3DJ e &limas IAt
5?M@H55J, enquanto Paulo lidou com 0imeneu e Ale;andre, em Xfeso I5 7m
5M34.J. ' apóstolo advertiu tanto 7imóteo I5 7m. 5MDJ e 7ito I7ito ?M=J para
evitar falsos mestres que se envolveu em mitos e genealogias. 7anto Pedro I3
PedroJ e $ude escreveu sore o perigo dos falsos mestres. $ohn tamém
alertou seus leitores a terem cuidado com os falsos mestresM
Amados, não deis fé a qualquer espírito, mas e;aminai os espíritos
para ver se eles são de +eus, porque muitos falsos profetas tm saído pelo
mundo. Por isso, voc sae o &spírito de +eusM todo espírito que confessa que
$esus /risto veio em carne é de +eus, e todo espírito que não confessa a $esus
não procede de +eus, este é o espírito do anticristo, do qual voc tem ouvi
dier que ele est! chegando, e agora #! est! no mundo. I5 $oão DM5H?J
&m sua segunda epístola, ele acrescentouM "%uitos enganadores
saíram pelo mundo, aqueles que não reconhecem $esus /risto veio em carne e
osso. &ste é o enganador eo anticristo "I3 $oão J.
(nfelimente, por causa da apatia para a verdade e conhecimento
ílico superficial, a igre#a de ho#e carece de discernimento. X surpreendente
e preocupante ver as coisas cristãos acreditam e as pessoas que eles seguem.
A falta de informaLYes consistentes e de longo prao precisa e;posiLão
ílica do pRlpito
discernimento. levou atr!gico
' resultado uma éfalta de pensamento
a vitimiaLão ílicodapreciso
generaliada (gre#a e
pelos inimigos da cru de /risto. IPara uma discussão mais aprofundada da
falta de discernimento na igre#a, ver $ohn %acArthur, Faith -ec9lessM Quando
a (gre#a perde a sua vontade de +iscernir \^heaton, (llinoisM /ross:a6,
5==D].J
Ao contr!rio dos e;emplos piedosos do verso 5, a caminhada
Iconduta di!riaJ dos falsos mestres não é para ser imitado. Alguns vem a
frase de quem repetidas vees vos disse como uma referncia a 5M3@. %ais
prov!vel, no entanto, refereHse Vs advertncias Paul deu V (gre#a de Filipos,
quando eleigre#a
anciãos da estavadecom eles em pessoa. &le deu um aviso semelhante aos
XfesoM
&star em guarda para vós e para todo o reanho, entre os quais o
&spírito *anto vos constituiu ispos, para apascentardes a igre#a de +eus que
&le adquiriu com o *eu próprio sangue. &u sei que depois da minha partida,
loos feroes penetrarão no meio de vós, que não pouparão o reanhoU e entre
seus próprios homens eus irão surgir, falando coisas perversas, para atraírem
os discípulos após si. Portanto, este#a em alerta, lemrando que dia e noite por
um período de trs anos não cessei de admoestar cada um com l!grimas.
IAtos 34M3@H?5J
Paulo advertiu aos filipenses que os falsos mestres são inimigos da
cru de /risto. %as fHlo não com alegria, mas com choro. &ste é o Rnico
lugar no Novo 7estamento que Paulo fala de si como chorando no tempo
presente. &le era um homem sensível, apai;onado, eo sofrimento dos
pecadores perdidos ou a ameaLa a suas congregaLYes amados, muitas vees o
levou Vs l!grimas Icf. Atos 34M5=, ?5U -m =M3U.. 3 /or 3MDJ. Paul estava de
coraLão partido quando ele reconheceu a destruiLão dos falsos mestres
poderia causar na igre#a de Filipos. &le, sem dRvida, tamém chorou sore o
destino dos falsos mestres dos Icf. -om. =M3J. A condenaLão dos inimigos da
cru, o seu impacto destrutivo sore a igre#a, ea repreensão que trou;e a causa
de /risto causou Paulo tristea.
Paulo descreveu os falsos mestres como inimigos da cru de /risto. A
cru termo não se limita ao instrumento real de madeira de morte I5 /o 5M5H
5@, 3?U. 3M3U 1l ?M5U. >M5DU. &f 3M5>U /ol. 5M34 , 3M5D, 5 Pedro 3M3DJ, mas
significa a morte e;piatória de /risto em todos os seus aspectos. 's falsos
mestres eram contra a salvaLãoT
Paulo não rotular os inimigos específicos da cru de /risto que
estavam incomodando os filipenses. &;istem, no entanto, apenas duas opLYesM
eram #udeus ou gentios, ou amos. 's mestres #udeus falsos que se
identificavam com a (gre#a eram conhecidos como os #udaiantes Icf. Atos
5BJ. &les argumentaram que o evangelho por si só era insuficiente para salvarU
circuncisão e guardar a )ei tamém eram necess!rias. Paul vigorosamente os
denunciou em ?M3 como "cães, ... traalhadores mal", e "circuncisão do
falso." &mora eles pensavam de si mesmos, como ovelhas no pasto de +eus,
os #udaiantes eram realmente sarnento, mestiLos scroung6. *eus
descendentes espirituais de aqueles que adicionar oras para a salvaLãoHpraga
a igre#a até ho#e.
8ma ve que Paulo não especificamente identificar esses inimigos da
cru como #udaiantes, eles podem ter sido gentios. Alguns professores
gentios falsos realiada V filosofia dualista predominante no pensamento
grego contemporSneo. &sses hereges, precursores do perigoso do segundo
século heresia conhecida como gnosticismo, ensinava que o espírito era om
ea matéria era mau. +esde que o corpo é feito de matéria, é intrinsecamente
mau. *alvaLão, em Rltima an!lise resgate envolve não o do corpo, mas a
liertaLão a partir dele. Assim, uma ve que o corpo é mal incur!vel, não
importa o que se fa com ele. *eus dese#os podem ser saciados, uma pessoa
pode ser um glutão, um ado, um homosse;ual, ou adRltero. 7odas essas
coisas, ensinou os hereges, eram inconsequentes, uma ve que eles afetaram
apenas o corpo, não o espírito. 's #udaiantes adicionado ao evangelho, os
gentios professores falsos sutraído dela.
&sse mesmo espírito de liertinagem antinomiano vive ho#e. 0!
aqueles na igre#a contemporSnea que ensinam que a fé salvadora não precisa
resultar em uma vida de santidade. +esde a morte pagou por crentes $esus
pecados, argumentam eles, não importa como eles vivem. Alguns até mesmo
ensinam que todos os que professam a fé em /risto são salvos, mesmo que
mais tarde se tornar ateus.
Paulo deu quatro marcas dos inimigos da cru no versículo 5=.
' +&*7(N' Q8& &)&* (-A% &NF-&N7A%
Duanto a e*te* o *eu de*tino = a )erdição I?M5=aJ
7endo re#eitado a verdade Rnica e da salvaLão, a cru de /risto, todos
os falsos mestres enfrentar o mesmo destino. ' seu fim Ia palavra grega telos
se refere aqui ao seu destino finalJ ser! a destruiLão eterna Icastigo tormentoJ,
no inferno I%t 3BMD>U. 3 7essalonicenses 5M=J. 's #udaiantes merecia esse
destino porque eles adicionaram oras humanas para a cru de /risto. A
acreditar que a verdade sore ele, mas tamém acreditar que as oras
humanas são necess!rias para a salvaLão deve ser condenado para sempre. 's
hereges gentios merecido o seu destino, porque tiraram a cru de /risto do
seu poder de transformar vidas. ' resultado é uma fé morta, incapa de salvar
I7iago 3M5DH3>J.

A +(C(N+A+& Q8& *&-C&%

o *eu deu* = o e*tQao I?M5=bJ


Appetite tradu 9oilia, que refereHse anatomicamente ao adome,
particularmente o estWmago. Aqui ele é usado metaforicamente para se referir
a todos sem restriLYes sensuais, dese#os carnais, corporais Icf. 5 /or. >M5?J.
's falsos mestres foram condenados porque não adorar a +eus, mas inclinouH
se aos seus impulsos se;uais. Poderia ser uma referncia a nfase os
#udaiantes dos em manter as leis dietéticas #udaicas. 'u se os falsos mestres,
tendo em vista que eram gentios, ele poderia se referir a sua usca
desenfreada de praeres sensuais. $ude descrito tais pessoas como "homens
ímpios, que transformam a graLa de nosso +eus em liertinagem e negar a
Rnico *oerano e *enhor, $esus /risto" I$udas DJ.
A +&*1-A_A Q8& &)&* /A--&1A%
e t oru(:o do ue = eron:o*oB I?M5=cJ
*urpreendentemente, os falsos mestres ostentava nas mesmas coisas
que trou;eram vergonha. &sta é a forma mais e;trema de maldade, quando a
conduta mais miser!vel do pecador diante de +eus é o seu ponto mais alto de
autoHe;altaLão. 's #udaiantes se vangloriou no seu "li;o" I?M@J, como o
próprio Paulo havia feito antes, ele aprendeu a contar tudo o que ", como
perda
de suapor causalierdade
suposta de /risto" I?MJ.
para 's liertinos
perseguir dese#os gentios
sensuais.tamém se orgulhava
&les eram os mais
orgulhosos de suas piores perversYes Icf. 5 /or. BM5H3J.

A %'7(CA_A' Q8& &)&* 7-AN*%(7&%


e(e* */ )en*a na* coi*a* terrena*. I?M5=dJ
*eu foco terrena oferece evidncias de que os falsos mestres não
foram salvos. $ames perguntouM "Coc não sae que a amiade do mundo é
inimiade contra +eus Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo
constituiHse inimigo de +eus "I7iago DMDJ. "*e alguém ama o mundo, o amor
do Pai não est! nele" I5 $oão 3M5BJ. 's #udaiantes focado em cerimWnias,
festivais, festas, sacrifícios, novaHluas "coisas que são uma mera somra do
que h! de vir, mas a sustSncia pertence a /risto" I/olossenses 3M5J. 's
liertinos focada nos praeres passageiros sensuais do mundo.
's inimigos da cru, se adicionar o evangelho ou tomar longe dele,
devem ser evitados, nunca imitados.

%AN7&N+' N'**A* &[P&/7A7(CA*

A no**a cidadania )or= e*t no* c=u* de onde e*)erao*


an*io*aente u Sa(ador o Sen:or e*u* Cri*to. Pe(o )oder ue o
ca)acita a co(ocar toda* a* coi*a* deaio do *eu do?nio e(e
tran*forar o* no**o* cor)o* :ui(:ado* )ara *ere *ee(:ante* ao
*eu cor)o (orio*o. I?M3435J
A motivaLão su#acente para a prossecuLão semelhanLa de /risto é a
esperanLa do retorno de $esus /risto. 8ma ve que /risto est! no céu, aqueles
que o amam devem estar preocupados com o céu, ansiando por /risto para
voltar e lev!Hlos para estar com &le I5 7ess. DM5J.
Paulo tinha pouco interesse em os confortos e praeres deste mundo,
como as seguintes passagens indicamM
*omos atriulados por todos os sentidos, mas não desanimados,
ficamos perple;os, mas não desesperadosU perseguidos, mas não
desamparadosU aatidos, mas não destruídosU traendo sempre no corpo o
morrer de $esus, para que a vida de $esus tamém podem ser manifeste em
nosso corpo. I3 /oríntios. DM@H54J
&m tudo nos recomendamos como ministros de +eus, na resistncia
muito, nas afliLYes, nas necessidades, nas angRstias, nos aLoites, nas prisYes,
nos tumultos, nos traalhos, nas insónias, na fome, na purea, no
conhecimento, na pacincia, na ondade, no &spírito *anto, no amor
verdadeiro, na palavra da verdade, no poder de +eus, pelas armas da #ustiLa
para a mão direita e V esquerda, por honra e por desonra, por m!s notícias e
oa fama, considerado como enganadores e ainda verdadeiroU como
desconhecido, mas em conhecida, como morrendo ainda, eis que vivemosU
como castigados ainda não condenado V morte, como entristecidos mas
sempre alegres, como pores mas enriquecendo a muitos, como nada tendo e
possuindo tudo. I3 /oríntios. >MDH54J
*ão ministros de /ristoHFalo como se insano, eu mais ainda, em
traalhos muito mais, nas prisYes muito mais, atido vees sem nRmero,
muitas vees em perigo de morte. /inco vees recei dos #udeus ?= aLoites.
7rs vees fui flagelado com varas, uma ve fui apedre#ado, trs vees
naufraguei, uma noite e um dia passei no aismo. &u estive em viagens
freqentes, em perigos de rios, perigos de salteadores, perigos dos meus
compatriotas, perigos dos gentios, perigos na cidade, perigos no deserto,
perigos no mar, perigos entre falsos irmãosU &stive em traalhos e fadigas,
através de muitas noites sem dormir, com fome e sede, muitas vees sem
comida, frio e nude. Para além de tais coisas e;teriores, h! a pressão di!ria
em mim de preocupaLão para todas as igre#as. Quem é fraco sem o meu ser
fraco Quem é levado ao pecado sem a minha preocupaLão intensa I3
/oríntios. 55M3?H3=J
&ssa visão levou V convicLão de que o levou a escreverM "&u sou muito
pressionada de amos os sentidos, tendo dese#o de partir e estar com /risto,
por que é muito melhor" I5M3?J.
X consistente para que os crentes tm um foco celeste, porque a nossa
p!tria est! nos céus. Politeuma IcidadaniaJ aparece somente aqui no Novo
7estamento, emora Paulo usou o vero relacionado em 5M3. -efereHse ao
lugar onde se tem um estatuto oficial, a comunidade onde o próprio nome est!
gravado no registo dos cidadãos. &mora os crentes vivem neste mundo, eles
são cidadãos do céu. &les são memros do reino de /risto, que não é deste
mundo I$oão 5@M?>J. *eus nomes estão registrados no céu I)ucas 54M34U. /f.
Fl DM?U.. 0 53M3?U -ev. 5?M@U 35M3JU seu *alvador est! l! IAtos 5M55U 5 7s.
DM5>J, os seus
Pedro 5MDJU suasantos companheiros
recompensa estão
est! l! I%t l! I0
BM53J, 53M3?JU
e seu suaest!
tesouro heranLa est!
l! I%t l! I5
>M34J.
&mora eles ainda não vivem no céu, os crentes vivem no reino
celestial I&f 3M>JU eles e;perimentam em algum grau a vida celeste aqui na
terra. &les tm a vida de +eus dentro deles, estão so o domínio do rei do céu,
e viver por causa do céu.
A referncia de Paulo V cidadania pode ter sido especialmente
significativa aos Filipenses, uma ve que Filipos era uma colWnia romana. 's
filipenses eram cidadãos romanos, emora oviamente vivendo fora de
-oma, assim como os crentes são cidadãos de viver o céu na terra.
X do céu que aguardamos um *alvador, o *enhor $esus /risto. Para os
discípulos que assistiram como /risto suiu ao céu os an#os disseramM
"0omens da 1aliléia, por que estais olhando para o céu &sse $esus, que foi
levado de vocs para o céu, h! de vir e;atamente da mesma maneira como
voc tem visto ele ir para o céu "IAtos 5M55J. &m $oão 5DM3H? ' próprio $esus
prometeuM "Na casa de meu Pai h! muitas moradas, se assim não fosse, eu vos
teria dito, pois vou prepararHvos lugar. *e eu for e preparar um lugar para
voc, eu voltarei e vos receerei para mim mesmo, para que onde eu estou,
este#ais vós tamém. "Por causa dessas promessas, os crentes devem ser"
aguardando vós a revelaLão de nosso *enhor $esus /risto "I5 /or. 5MJ, e"
para esperar o seu Filho do céu, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, que
é $esus, que nos livra da ira vindoura "I5 7s. 5M54J. Até &le voltar, os crentes
"gememos em \si], esperando ansiosamente para \sua] a adoLão de filhos, a
redenLão do \o] corpo" I-om. @M3?J.
A esperanLa do retorno de /risto oferece aos crentes motivaLão,
seguranLa, responsailidade e. Neste promessa h! motivaLão positiva para ser
encontrado fiel quando &le voltar para recompensar os crentes, para prestar
contas a +eus por viver uma vida que produem ouro, prata e pedras
preciosas em ve de madeira, feno e palha I5 /oríntios ?M53. J. 0! uma
realidade negativa correspondente, como $oão escreveuM "AcautelaiHvos, que
voc não perder o que temos feito, mas que voc pode receer uma
recompensa completa" I3 $oão @J. Finalmente, a promessa do retorno de
/risto oferece seguranLa, #! que $esus prometeuM "&sta é a vontade daquele
que me enviou, que de tudo o que ele me deu eu perder nada, mas que o
ressuscite no Rltimo dia. Porque esta é a vontade de meu Pai, que todos os que
v o Filho e cr nele tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no Rltimo dia
"I$oão >M?=HD4J.
's crentes
resignaLão passivanãooudevem esperar por
desinteresse volta de &m
e