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DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

Corte Internacional de Justiça


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CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA

ANTECEDENTES

A Corte Internacional de Justiça tem o seu estatuto anexo à Carta da ONU e


faz parte do sistema das Nações Unidas. Tem responsabilidade na manutenção
da paz, já que, na solução pacífica de controvérsias, o papel da Corte em con-
seguir servir de foro para os Estados resolverem seus conflitos é fundamental.
O artigo 38 cita as fontes e dispõe que a Corte aplica o direito internacional nas
controvérsias que lhes são submetidas pelas partes. Antes da Corte Internacional de
Justiça, como antecedente direto havia a Corte Permanente no âmbito da Liga das
Nações, que foi extinta junto com a Liga das Nações e a Corte assumiu suas funções.

• Corte Permanente de Justiça Internacional (1922-1946) – Liga das Nações.


• Composição da Corte: 15 juízes.

COMPETÊNCIAS DA CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA

Existem Estados que são soberanos e que aquiesceram a criação de uma


jurisdição que não fosse capaz de impor coisas que eles não desejassem. Por
isso, a arbitragem acabou por ser a inspiração do formato de estabelecimento
da competência da Corte.
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A Corte Internacional de Justiça tem a competência de afirmar se é compe-


tente ou não em determinado caso, e não atua ex officio, e sim a partir da procura
das partes. É um foro provocado nos seus dois formatos de jurisdição: consultivo
e contencioso.
Jurisdição consultiva: na jurisdição consultiva, há um diferencial de com-
portamento das partes que estão envolvidas, e nela existe a apresentação de
questões. Essas questões são respondidas pelas cortes em um parecer que
não tem força vinculativa, mas é a opinião jurídica da principal corte interna-
cional. Quem pode solicitar esse parecer são as organizações internacionais
com seus órgãos, desde que a questão apresentada esteja no seu âmbito de
competência. Os Estados podem participar da jurisdição consultiva, prestando
informações e esclarecimentos.
Jurisdição contenciosa: Estados apenas podem figurar no polo passivo ou
ativo da ação, nesse caso defendendo interesse próprio ou interesse de seus
nacionais, via endosso.
• Compulsória (previamente ao conflito)
–– Acordos atributivos de competência. Ex.: cláusula de foro.
–– Cláusula facultativa de jurisdição obrigatória.
• Facultativa
–– Compromisso.
–– Forum prorrogatum (Prorrogação de foro).

 Obs.: Nenhum Estado é obrigado a ter o exame de sua questão no âmbito da


Corte Internacional de Justiça. O Estado tem que ter manifestado a sua
vontade. Na jurisdição compulsória, o consentimento foi construído pre-
viamente ao conflito.
Obs.: Em relação à cláusula facultativa de jurisdição obrigatória, a Corte per-
mite que os Estados entreguem uma declaração em sua Secretaria, indi-
cando que desejam estar submetidos à jurisdição obrigatória da Corte.
Essa cláusula é tomada em base de reciprocidade. Ela é facultativa, pois
é possível escolher fazer, mas uma vez feita, há a jurisdição obrigatória
nas formas delimitadas.
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Parecer

É uma opinião jurídica emitida pela Corte.

Sentença

Tem efeito inter pars, da qual não cabe recurso, salvo uma revisão seme-
lhante à ação rescisória, em virtude de algum fato novo que não era sabido no
momento em que houve a controvérsia.

Execução da sentença

• Autossatisfação: ela é muito evitada no direito internacional, inclusive por


que ela pode ser um pouco beligerante.
• Cooperação de outros Estados: o Estado pode contar com a cooperação
de outros Estados dentro de uma organização ou de outros Estados que
façam uma parceria com ele, ou mesmo de uma ação de uma organização
internacional em seu favor.
• Tribunais internos: não seria o ideal, mas tribunais internos poderiam fazer essa
satisfação. Seria o Estado estrangeiro entrando no tribunal interno do Estado
que está devendo, procurando uma satisfação daquela determinada decisão.
• Ação de instituições internacionais (ex.: art. 94 da Carta da ONU):
o artigo 94 da Carta da ONU indica que o Conselho de Segurança pode
adotar medidas para executar o arresto da Corte Internacional de Justiça.

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL

Essa jurisdição penal está vinculada à violações que se relacionam com a


guerra. Nesse âmbito há muitos crimes relacionados à violação do direito huma-
nitário, que é um ramo dos direitos humanos que se aplica num espaço temporal
e físico específico, que diz respeito aos eventos belicosos.
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Antecedentes

Julgamentos ad hoc

• 1474 – Peter Von Hagenbach.


• Guerra Franco Prussiana (1860) – Gustave Moynier.

CONVENÇÕES DE HAIA DE 1899 E 1907

 Obs.: As convenções de Haia estabelecem limitações ao exercício da guerra.

• Guerra nos Balcãs (1903).


• Conferência de Paz de Paris (1919)
• Kaiser Guilherme II.
• Julgamentos de Leipzig.

�Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Cursos Online, de acordo com a
aula preparada e ministrada pela professora Blenda.
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