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poderes do administrador unico

Nos termos do art. 409.º do CSC, para a sociedade fique vinculada perante terceiros por actos
dos administradores, é necessário e suficiente:

 Que os actos sejam praticados por gerentes, administradores ou directores;


 Em nome da sociedade;
 Dentro dos poderes que a lei lhes confere;
 Salvo se a sociedade provar que o terceiro sabia, ou não podia ignorar, tendo em conta
as circunstâncias, que o acto praticado não respeita a cláusula contratual limitativa e
desde que a a sociedade não tenha assumido o acto por deliberação dos accionistas.

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/87f06330f91aadd88025726
b003ac38e?OpenDocument

A sociedade não pode sequer opor as limitações resultantes do objecto social, a não ser ao
terceiro que as conheça ou as possa ignorar, atentas as circunstâncias.

Consequentemente, os poderes dos administradores incluem a pratica de quaisquer actos


para que a sociedade tenha capacidade negocial de exercício.

Isto é, incluem todos os actos relativos a direitos e obrigações «necessários ou convenientes à


prossecução do seu fim, exceptuados aqueles que lhe sejam vedados por lei ou sejam
inseparáveis da personalidade singular» (cit. n.º 1 do art. 6.º do CSC).

Incluem mesmo os relativos a liberalidades usuais (cit. n.º 2 do art. 6.º).

Apenas não incluem «a prestação de garantias reais ou pessoais a dívidas de outras entidades,
salvo se existir justificado interesse próprio da sociedade garante ou se se tratar de sociedade
em relação de domínio ou de grupo (cit. n.º 3 do art. 6.º)

Para que o acto não seja assumido pela sociedade este deve ser bem explicado ao 3ª de que
está a actuar em nome próprio .

O objectivo das normas indicadas – arts. 260.º, n.º 4, e 409.º, n.º 4, do CSC – é o de conseguir
uma distinção clara entre os actos escritos que vinculem as pessoas a título individual e
aqueles que vinculem a sociedade em nome de quem porventura essas pessoas intervenham,
permitindo destrinçar as esferas jurídicas dos sujeitos em que os efeitos jurídicos dos actos
praticados se vão repercutir.
IV - Sempre que a intervenção da pessoa em concreto permita percepcionar, com segurança
bastante, que o acto praticado é da sociedade, e não da pessoa singular, esse acto
efectivamente repercutir-se-á naquela, vinculando-a, não exigindo a lei um procedimento
estandardizado para se concluir por essa vinculação, a qual, aliás, se pode inferir tacitamente.

http://www.dgsi.pt/jstjf.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/2d0da9ec03c3c91c80257b
900033ed0e?OpenDocument

ora sociedade não pode negar a terceiro que aquele acto está a vincular a sociedade salvo se
fizer prova que o 3º sabia que essa não era a vontade da sociedade .

pode é depois entre o administrador e a sociedade existir processo de responsabilidade…