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Conceito de tensões:

Na mecânica dos meios contínuos, tensão é uma medida da intensidade das forças
internas agindo entre as partículas de uma seção transversal imaginária de um corpo de
material deformável. Essas forças internas são forças de reação contra as forças externas
aplicadas no corpo. Forças externas são ou forças de superfície ou forças de campo [2].
Como o corpo deformável carregado é admitido como contínuo, as forças internas são
distribuídas continuamente por dentro do volume do corpo material, ou seja, a distribuição
de tensões é expressa com uma função contínua de coordenadas espaciais e temporais.

Tensões devido a esforço normal:

A tensão normal tem a direção perpendicular à seção de referência e o seu efeito é o de


provocar alongamento ou encurtamento das fibras longitudinais do corpo, mantendo-as
paralelas. Costuma-se medir a deformação de peças sujeitas a tensão normal pela deformação
específica longitudinal (ε). 1. É a relação que existe entre a deformação medida em um corpo e
o seu comprimento inicial, sendo as medidas feitas na direção da tensão.

Tensões devido a cisalhamento

A tensão de cisalhamento ou tensão tangencial é um tipo de tensão gerada por forças


aplicadas em sentidos opostos, porem em direções semelhantes no material analisado. Neste
caso surgem forças internas atuando na seção T chamadas forças cortantes. A distribuição das
tensões de cisalhamento não pode ser assumida como uniforme já que esta distribuição varia
de zero na superfície da barra até um valor máximo no centro do corpo.

Análise de estruturas simples

Componentes de tensões

Observando-se um sistema de eixos ortogonais, passando por um determinado ponto, as


componentes de tensão ficam definidas por 9 parcelas:

Tensões atuantes versus tensões admissíveis


No método das tensões admissíveis as cargas de projeto são determinísticamente admitidas
como os valores máximos concebidos para atuarem ao longo da vida útil da estrutura. As
máximas tensões que poderão ocorrer na estrutura não devem ultrapassar o valor das
correspondentes tensões de ruptura ou de escoamento dos materiais, divididas por um
coeficiente de segurança interno, γi, maior que a unidade. O quociente da tensão de ruptura,
ou de escoamento do material pelo coeficiente de segurança interno é denominado tensão
admissível.

Coeficientes de segurança

O engenheiro responsável pelo projeto de elementos estruturais ou mecânicos deve restringir


a tensão do material a um nível seguro, portanto, deve usar uma tensão segura ou admissível.

Consiste na relação entre a carga de ruptura e a carga admissível. Podem ser considerados
como reserva estratégica. Coeficientes de segurança são empregados para prevenir incertezas
quanto a propriedades dos materiais, esforços aplicados, variações, etc. Depende então de
uma série de requisitos, entre os principais o tipo de carregamentos e o modo de utilização.

Teorias de resistência dos materiais

Abordagem mais física e menos matemática de problemas envolvendo peças lineares. - Por
considerar domínios com geometria simples, é possível generalizar a análise para
comportamentos reológicos mais variados (elasticidade não linear, plasticidade etc). Em
resumo, é o capítulo da Mecânica dos Corpos Sólidos no qual se estuda o equilíbrio dos
referidos corpos, considerando os efeitos internos, produzidos pela ação das forças externas.

Propriedades de materiais dúcteis e frágeis

Materiais dúcteis são aqueles que apresentam grandes deformações antes de se romperem
como, por exemplo, o aço, borracha, alumínio. A madeira pode ser considerada como um
material moderadamente dúctil, pois suas características variam muito de uma espécie para
outra.

Sendo que é a tensão de ruptura do material, é a tensão de resistência do material, que indica
o limite de resistência, é a tensão de escoamento, que indica o final do regime elástico do
material, e a tensão de proporcionalidade, que indica o fim do regime elástico linear do
material. A proporcionalidade entre a tensão  e a deformação  nesse regime é dada pelo
módulo de elasticidade E. O comportamento elástico é caracterizado pelo fato de que uma
carga aplicada ao material que não exceda do valor de , não provoca deformações irreversíveis
no material, ou seja, assim que a carga para de ser aplicada, o material retorna ao seu formato
original. A região de escoamento é caracterizada por uma deformação permanente do
material, que se desenvolve sem o acréscimo da tensão. A partir da tensão de escoamento, o
material passa a trabalhar no regime plástico.

Materiais frágeis são aqueles que se rompem bruscamente apresentando pequenas


deformações como, por exemplo, o concreto. Outra característica é que não possuem tensão
de ruptura à tração bem definida e sua resistência a esse esforço normalmente é baixa. Essa
indefinição é causada pela existência de imperfeições e microtrincas no material. A
consequência é que o aparecimento de trincas iniciais seja bem aleatório. Essas imperfeições
ou microtrincas são próprias da natureza do material.
As características do diagrama tensão-deformação do concreto, por exemplo, dependem
principalmente da mistura água, areia, brita e cimento, da duração e temperatura da cura
(endurecimento do concreto). Limite elástico do concreto é caracterizado pela tensão , no
entanto não possui a propriedade da proporcionalidade, como no caso do aço. No entanto,
para se obter uma proporcionalidade aproximada, utiliza-se a inclinação da reta secante que
passa pela origem e pelo ponto final do regime elástico. Em qualquer outro ponto da curva,
pode-se estimar a relação da tensão com a deformação através da reta tangente ao ponto
analisado da curva, inclusive no ponto inicial.

Relações constitutivas elásticas e elasto-plásticas

Ensaios de corpos de prova em laboratório

Quando o concreto é recebido na obra, são coletadas amostras para realizar ensaios de resistência
e verificar se o material está adequado para uso. Os corpos de prova são moldados segundo
padrão e ordens específicas. No formato cilíndrico, os moldes mais utilizados possuem dois
tamanhos: 100 mm x 200 mm, preenchidos com concreto em duas camadas sucessivas, cada
uma delas recebendo 12 golpes com a haste de socamento, e 150 mm x 300 mm, em que são
aplicados 25 golpes em cada uma de suas três camadas de preenchimento.

Em geral, são moldados 4 corpos de prova por carga de concreto, para os ensaios que serão
realizados após 7, 14, 21 e 28 dias, períodos correspondentes às diversas etapas da cura. Os
testes de resistência são realizados pela concreteira, mas é desejável que a construtora recolha
amostras para realizar testes com laboratórios independentes.

Deformações axiais
As deformações axiais, ou estiramento, são oscilações radiais das distâncias
entre os núcleos enquanto as deformações angulares envolvem mudanças dos
ângulos entre as ligações ou, como no modo de deformação assimétrica fora
do plano, alterações do ângulo entre o plano que contém as ligações e um
plano de referência.
Conceito:

Tensão desenvolvida no plano da seção de referência tendo o efeito de provocar corte ou

cisalhamento nesta seção. Distorção Específica ( γ ) Medida de deformação de corpos


submetidos a tensões tangenciais, sendo representada pela letra grega γ .

Lei de Hooke
Robert Hooke em 1678 enunciou a lei que leva o seu nome e que é a base de funcionamento
dos corpos em regime elástico. "As tensões desenvolvidas e suas deformações específicas
consequentes são proporcionais enquanto não se ultrapassa o limite elástico do material."

Constantes elásticas (coef. Poisson, módulo de Young, Módulo de Corte),

Estudos realizados por POISSON determinam que ao mesmo tempo em que as tensões
normais provocam deformação em sua direção também o fazem em direções perpendiculares
a sua. Além disso, os estudos de Poisson conduzem a uma proporcionalidade entre as
deformações longitudinais e transversais, definindo a constante µ chamada de coeficiente de
Poisson, e se constituindo na terceira constante elástica de um material, também determinada
experimentalmente.

O módulo de Young ou módulo de elasticidade é um parâmetro mecânico que


proporciona uma medida da rigidez de um material sólido.