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EMT- 061 – METALURGIA FÍSICA

LISTA DE EXERCÍCIOS – NUCLEAÇÃO E CRESCIMENTO

1) Na formulação da expressão para cálculo da variação da energia livre (ΔG) durante o


processo de nucleação, normalmente, considera-se que os núcleos apresentam formato esférico.
No entanto, é possível usar o mesmo raciocínio para encontrar expressar a variação da energia
livre para núcleos com diferentes formatos.
a) Encontre uma expressão para a variação da energia livre (ΔG) na transformação
vapor→líquido para embriões na forma de cubos com aresta ‘a’. Explique o significado de cada
variável da expressão.
b) Calcule a aresta do embrião (a*) e variação da energia livre ((ΔG* em J) críticos para
ocorrência de nucleação homogênea neste material com núcleos cúbicos.
c) Qual o volume de um embrião cúbico quando sua aresta a = a*?
d) Qual o volume de um embrião esférico quando se raio r = r*?
e) Encontre a razão entre a variação da energia livre de Gibbs crítica de um embrião cúbico e
esférico e responda qual formato dos embriões implica em menores energias de ativação para
nucleação na transformação vapor→líquido.

2) O cobre (metal CFC) possui uma temperatura de fusão de 1356 K e um calor latente de
fusão (L) , em módulo, igual a 2,117 x 105 J/kg. Este metal apresenta densidade (ρ) igual a 8,35
kg/m3, uma massa atômica (A) de 0,06355 kg/mol e uma energia de superfície (γ) igual a 0,177
J/m2 para a interface líquido/sólido.
a) Calcule o volume ocupado por cada átomo de cobre no estado sólido (vs em m3/atm).
b) Determine a variação de entalpia por átomo de cobre (Δhls em J/atm) na transformação
líquido→sólido. Haverá aumento ou redução de entalpia nesta transformação? Explique.
c) Em seu estado líquido o cobre foi vertido em um molde metálico de forma a apresentar uma
temperatura de super-resfriamento ΔT = 50 K. Encontre a variação da energia livre por átomo
(Δgls em J/atm) associada à transformação líquido→sólido do cobre para esta condição de
super-resfriamento.
d) Calcule o raio do embrião (r*) e variação da energia livre ((ΔG* em J) críticos para ocorrência
de nucleação homogênea do cobre. Considere que o embrião possui formato esférico.

3) A taxa de nucleação do cobre durante a transformação líquido→sólido varia de acordo com


o grau de super-resfriamento.
a) Esboce uma curva representando a variação da taxa de nucleação homogênea da fase
sólida com a temperatura durante o resfriamento do cobre líquido em condições isotérmicas.
Explique as razões metalúrgicas que justificam o comportamento da curva esboçada.
b) Adicione ao gráfico elaborado no item anterior uma curva representando a variação da taxa
de nucleação heterogênea do cobre líquido em condições isotérmicas e explique sua diferença em
relação à curva para a nucleação homogênea.
c) Represente esquematicamente o formato e tamanho relativo dos grãos de cobre
hipoteticamente obtidos através de resfriamento instantâneo da fase líquida em um molde metálico
até (i) a temperatura da máxima taxa de nucleação homogênea ou (ii) até a temperatura da máxima
taxa de nucleação heterogênea após o término da solidificação. Justifique.
d) Ilustre esquematicamente o formato, tamanho e distribuição dos grãos caso fosse adicionada
uma quantidade considerável de inoculantes durante a solidificação do cobre em condições
favoráveis à nucleação heterogênea. Justifique sua escolha.
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LISTA DE EXERCÍCIOS – NUCLEAÇÃO E CRESCIMENTO

4) A fabricação de perfis estruturais da liga Al-Cu é normalmente realizada através do processo


de fabricação conhecido como extrusão. Neste processo, o tarugo, constituído de uma liga de
alumínio endurecível por precipitação, é inicialmente aquecido até uma temperatura de ~520 ºC na
qual todos o cobre encontra-se em solução sólida. Em seguida, o tarugo é pressionado por um
pistão contra uma matriz de modo adquirir o formato desejado. O material é então resfriado por
meio de jatos de água imediatamente após passar pela matriz e, após ser cortado nas dimensões
estabelecidas pelo cliente, é novamente aquecido só que nesta etapa em temperaturas próximas
a ~150 ºC em um tratamento térmico conhecido como envelhecimento artificial.
a) Qual a importância do resfriamento rápido da liga Al-Cu imediatamente após a deformação
a quente? Por que não se optou por resfriar o material lentamente, em condições de equilíbrio?
b) Esboce a microestrutura do produto extrudado (i) imediatamente após o resfriamento por
jatos de água e (ii) após a finalização do tratamento térmico de envelhecimento. Indique no esboço
os contornos de grão e precipitados, caso os mesmos existam na condição avaliada e explique as
razões que o levaram à escolha de tal representação
c) Represente esquematicamente a microestrutura da liga de alumínio caso o resfriamento
após a passagem pela matriz de extrusão ocorresse lentamente. Justifique.

5) No cálculo da variação da energia livre do sistema em transformações de fase no estado


sólido, além da variação da energia livre relacionada ao aumento da área das superfícies da nova
fase e seu aumento de volume, existe um fator adicional que contribuirá de forma a atrasar a
cinética de crescimento da fase termodinamicamente estável.
a) Do que se trata o termo referido? Explique por que este fator não está presente em reações
vapor→líquido e líquido→sólido.
b) Observa-se experimentalmente para ligas Al-Sc que precipitados (Al3Sc) inicialmente
esféricos crescem e perdem sua coerência com a matriz caso o material seja mantido na
temperatura de envelhecimento por longos períodos de tempo. Além disso, esta fase metálica
assuma o formato de ripas. Justifique as razões para as mudanças observadas tendo em vista os
valores relativos dos termos presentes na expressão da variação da energia livre de Gibbs do
sistema em reações no estado sólido.

6) Qual a importância das (i) lacunas, (ii) deslocações e (iii) contornos de grão no tocante ao
fenômeno de nucleação e crescimento de precipitados formados a partir de soluções sólidas
supersaturadas?

H vol  A h ls  T
H vol  L  Tm  S vol h ls  g ls 
6,023  10 23 T0

4 g  2v 4r 2
(embriões esféricos) G  r 3  4r 2  r*  ΔG * 
3 v g 3
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   A      A  
    g a  
2       g a   
   T 2
    N n  exp    
T
I hom   N  exp I het
  kT    kT 
     
     