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Arquétipo – Inconsciente coletivo

Complexo – Inconsciente pessoal > O complexo é a personalização do arquétipo, através da


minha vida/história pessoal.

A – fôrma universal que todos nós temos, vazia, que preenchemos com os conteúdos pessoais.

O complexo é a personalização do arquétipo, através da minha vida/história pessoal.

Os arquétipos, por sua vez, são manifestações do ICScol na psique.

Os arquétipos não surgem a partir da vida orgânica; eles entram em cena com a vida.

O ICScol, como reunião de todos os arquétipos, é depósito da experiência humana, desde suas
origens.

Padrão de organização psi

ARQUÉTIPOS

ICS COLETIVO

INSTINTOS

TIPOS PRINCIPAIS DE ARQUÉTIPOS

Inconsciente coletivo - Camada mais profunda do Inconsciente. - Fundamentos da Psiquê


comuns a todos os homens. - Herança comum que transcende todas as diferenças de cultura
e de atitudes conscientes.

É formado por: Arquétipos: disposições latentes para reações idênticas. - Predisposições


inconscientes. - Formas SEM CONTEÚDO que organizam e direcionam a psiquê .

“ Existem tantos arquétipos quantas as situações típicas na vida. Uma repetição infinita gravou
estas experiências em nossa constituição psíquica, não sob a forma de imagens saturadas de
conteúdo, mas a princípio somente como formas sem conteúdo que representavam apenas a
possibilidade de um certo tipo de percepção e de ação” Carl G. Jung

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Os principais arquétipos são: -Persona -Sombra -Anima/ Animus -Self -Grande mãe -
Velho sábio

Persona: é a máscara que os antigos usavam para representar no teatro. Este arquétipo está
relacionado aos diversos papéis sociais que desempenhamos na sociedade. É a maneira da
pessoa se apresentar em sociedade.

- Desempenhamos diversos papéis na sociedade que vivemos, pai, mãe, médico, professor,
pastor, líder da igreja etc. - Devemos cuidar para que não haja identificação com a persona,
ou seja, para que a pessoa não viva conforme o papel social, mas que identifique que em tal
lugar, trabalho, escola, casa etc apenas está desempenhando um papel.

Sombra: refere-s a tudo que há de sombrio, de escuro, de tenebroso em nós. São conteúdos
reprimidos, qualidades consideradas menos boas, menos desejáveis ou más.
A sombra costuma ser projetada numa figura do mesmo sexo que o indivíduo. Um dos
momentos mais difíceis na análise é quando o paciente se confronta com a sua sombra.
Quando ele reconhece nas pessoas que não gosta características que são suas, mas que não
foram aproveitadas pelo ego e caíram na sombra. O paciente deve estar preparado para fazer
essa confrontação com a sombra.

A sombra é uma imagem do ego, visto que os conteúdos pertencem a pessoa, apenas não
foram assimilados, o conteúdo não desaparece, fica na sombra. - É muito importante, para a
progressão da análise, que o analista trabalhe com o paciente os conteúdos da sombra. Para
Jung, esses conteúdos são importantes para completar o repertório da pessoa. Caso os
conteúdos sejam reintegrados, a consciência fica com um maior sentido de totalidade e mais
perto da individuação.

- Os conteúdos da sombra estão em evidente contraste com os ideais do ego.

- A sombra pode também ser projetada de forma coletiva, como nossos inimigos, ou
personificações do mal.

- Algumas das representações mitológicas da sombra são :O Dêmonio, o arquiinimigo, o


tentador, o inimigo.

-É aquilo que descobrimos estar faltando em nós.

Anima/Animus: Esses arquétipos têm a ver com os relacionamentos com pessoas de sexo
oposto. A anima representa o feminino que há dentro de cada homem. O animus representa
o masculino que há dentro de cada mulher.

Anima e animus representam idealizações inconscientes. Ou seja, modelos de perfeição ideais


para cada pessoa. Projetamos anima e animus em pessoas que gostamos, amigos, namorado,
namorada etc. Amor platônico é um exemplo de projeção da anima e animus. Não
conhecemos a pessoa, apenas nos apaixonamos por um ideal projetado. É o impulso para o
envolvimento, a conexão instintiva com outras pessoas.

- Representam também padrões de emoção. Medos, ansiedades, amores, rancores, razão etc.
- O contato e o relacionamento do bebê com pai e mãe irão direcionar como será o padrão de
anima e animus do indivíduo.

- Devemos nos conscientizar de nossas projeções e alcançar a realidade da outra pessoa, e não
ficarmos presos no mesmo ciclo de identificações com a anima e animus.

- Devemos nos conscientizar de nossas idealizações.

É fator essencial na análise a percepção do paciente que suas reações emocionais frente a
outras pessoas, na verdade, não são reações dele (ego), mas são reações pré-dispostas e
inconscientes determinadas por uma “personalidade autônoma”, que é a anima ou o animus.

- A conscientização de que nossas expectativas em relação aos outros são apenas idealizações
inconscientes é primordial para o bom desenvolvimento da análise.

34. - A integração da anima e animus alivia a pressão de tensões afetivas, depressões, estados
de ânimo e crises, além de abrir caminho para o relacionamento e de uma maior habilidade
para ver a outra pessoa como ela realmente é.

Self - Este arquétipo tem a ver com a totalidade.


- O Self é o centro regulador da psiquê.

- Para Jung o aparelho psíquico é auto-regulável e busca sempre o equilíbrio.

- O Self pode ser manifesto por símbolos organizadores ex: religião, imagem de Deus, cultos
religiosos, batismo etc.. Todos esses exemplos provocam modificações e uma realização e
organização da psiquê, logo, são manifestações do Self.

- Só é possível o desenvolvimento do Self através da transcendência. Da unificação dos


opostos, da conscientização de conteúdos reprimidos. Quem organiza isso é o Self. - O Self,
além de instância organizadora da psiquê, também é considerada um arquétipo por ser uma
tendência à organização. Ou seja, se auto-regula.

Grande mãe - Após um contato entre o ego feminino e o animus, a mulher pode vir a pensar
que superou os problemas de projeção, e que venceu os impulsos gerados pelo animus. Ela
passa então a vivenciar um novo arquétipo, o da grande-mãe. Ela se identifica com esse
arquétipo e se sente a própria bondade e compreensão em pessoa, além de ser a detentora de
todo o amor.

O ambiente que a pessoa identificada com esse arquétipo vive não a vê como a pessoa se
sente. A pessoa se percebe como influente, cheia de algo oculto e fascinante. Ela se acha
com uma força excepcional. O individuo passa a se endeusar.

Enquanto o indivíduo pensar possuir a verdade absoluta ele continuará identificado com o
arquétipo da grande-mãe. Tem de haver uma conscientização de que esse
sentimento(espírito) de grandeza é algo pertencente ao inconsciente coletivo, é um problema
atravessado por muitas pessoas, geralmente líderes, e que haja um equilíbrio entre o ego e o
inconsciente. Quando há essa consciência de equilíbrio, chega-se ao Self. Consciente e
inconsciente dialogando.

Velho Sábio - É o equivalente ao arquétipo da grande mãe, o homem, após “vencer” sua
anima, se vê como ser superior, como guia, possuidor da máxima experiência. O perigo dessa
identificação reside no indivíduo se fechar para novas experiências, pois afinal, ele já “conhece
tudo”.

- O arquétipo do Velho sábio pode ser representado em sonhos por imagens de feiticeiros,
padres, mágicos. Etc

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Imagens arquetípicas - Enquanto o arquétipo é a forma sem conteúdo, é a potencialidade, a


imagem arquetípica é o conteúdo do arquétipo, é como a pessoa direciona e enxerga uma
potência. - Cada pessoa reage e entende um estímulo de uma forma diferente. A deusa
Artemisa corresponde ao arquétipo da Mulher Selvagem