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ANDRÉ: MULTIPLICADOR DE DISCÍPULOS

JOÃO 1.45-46

INTRODUÇÃO:
A missão de multiplicar discípulos é de cada discípulo. Para multiplicar, antes é
preciso ser. Não posso reproduzir aquilo que não sou e nem faço. Assim como
ovelhas geram ovelhas que são cuidadas pelo pastor, discípulos multiplicam
discípulos que são treinados para avançar.
A reprodução faz parte da vida, desde cedo aprendemos a multiplicar, na família
vemos os efeitos da multiplicação, nos negócios também é possível multiplicar,
multiplicar é transformar o mais em muito mais.
Jesus multiplicou pães e peixes, e mais que isto, Ele multiplicou discípulos. No
começo eram 12, a estes se juntaram 70, depois 120, 500, 3 mil e muitos mais. A
ordem dele é mesma hoje: vá, ensine, batize e faça discípulos, e eles farão outros.
Discípulos que se multiplicam formam uma igreja saudável, não queremos uma igreja
cheia de membros, mas cheia de discípulos, pois estes oram, se relacionam e
cumprem a missão com novos discípulos, pois o discípulo não soma, ele multiplica.
A ideia “eu e mais um” não é uma simples adição como pode parecer. Não é 1+1= 2
- 2+1+3; - 3+1=4... onde só um se reproduz. O conceito é 1+1+2 - 2+2+4 - 4+4=8
– 8+8=16... dessa forma toda se reproduzem. Esse é o conceito de multiplicação de
discípulos que devemos seguir.
1. CARACTERÍSTICAS DO DISCÍPULO MULTIPLICADOR
André não era um grande líder como Pedro foi. Não estava sempre em destaque no
grupo dos três como Tiago e João. Não há muitos relatos sobre ele, só uma vez em
Atos (1.13). Mas ele era especial, é ainda hoje lembrado como aquele que conduzia
pessoas à Jesus – “Operação André”.
André nos ensina algumas virtudes:
Ouviu sobre o Messias (v.36,37)). João foi quem apresentou Jesus a André como o
Messias, o qual deveria ser seguido. André não descobriu isso sozinho. Todo André
precisa de um João Batista que aponte para o Salvador e não para si próprio.
Seguiu a Jesus (v.38). Era comum os alunos andarem atrás do mestre. André seguiu
fisicamente a Jesus, e essa decisão adquire níveis mais profundos de significado do
decorrer da caminhada com o Mestre (Jo 13.36-38; 21.15-22).
o Ficou com Ele (v.39). André se reporta a Jesus chamando-o de Rabi que significa
“meu mestre”, isso denota a disposição dele de ser tornar de fato um discípulo e
permanecer junto com Jesus.
o Aprendeu seus ensinos (v.42). Isso aponta para a mudança de caráter, e se
evidencia fortemente em Pedro, com a mudança do nome dele (Simão > Cefas =
Pedro.
o Compartilhou com Pedro (v.41).
· Mas a principal característica é ser um discípulo multiplicador. Além de levar o
próprio irmão – Pedro (Jo 1.42); depois levou os gregos (João 12.20-22) e também
levou o menino com os pães e peixes (João 6.8-9).

2. A VIDA DO DISCÍPULO MULTIPLICADOR


· Seguindo o exemplo de André, o discípulo cresce espiritualmente, pois ele se
dispõe a ouvir, seguir e ficar com Jesus. Ele também passa a buscar o poder do
Espírito Santo sobre sua vida, o que o levará a testemunhar e fazer discípulos.
· O seu crescimento se evidencia na sua comunhão diária com Deus pela oração;
pelo estudo pessoal e sistemático da Bíblia; pelo seu envolvimento com as atividades
materiais e espirituais da sua Igreja e por seu compromisso em cumprir a Grande
Comissão de Cristo (Mat 28.18-20).
· O discípulo maduro e consciente passa a orar por pessoas não crentes; se dedica
em fortalecer amizades com a intenção de oportunizar seu testemunho pessoal, pois
esta é a melhor forma de levar pessoas a Jesus e integrá-las na Igreja.
· Este discípulo agora ama a Cristo com amor ágape (amor incondicional e
sacrificial); ama e se importa com as pessoas por quem Ele morreu na cruz, este amor
é recompensado com poder para testemunhar para que corações sejam comovidos
por suas palavras e orações.

3. DISCÍPULO MULTIPLICADOR MULTIPLICA PESSOAS


· Quando o discípulo tem a consciência que ele deve ser um multiplicador, ele vai
agir para que pessoas sejam tocadas pelo Espírito Santo, sejam atraídas a Cristo, para
que preconceitos sejam derrubados e assim a salvação possa chegar a todos os
corações.
· Aquelas pessoas que nos cercam encontrarão respostas para suas necessidades e
vazios, elas estarão receptivas ao evangelho, sedentas por conhecer o amor de Deus
em suas vidas, isso vai proporcionar que portas nos sejam abertas e possamos levar
a graça de Jesus a elas.
· Com este mover do Espírito, as amizades serão fortalecidas de forma que o
discípulo tenha liberdade em compartilhar seu testemunho pessoal contando como
era sua vida antes de entregar-se a Jesus, como foi sua conversão e o que significa
Jesus para você hoje.
· Portas serão abertas para convidar as pessoas a participar dos cultos e
programações da Igreja, elas vão aceitar fazer estudo Bíblico pessoal, participar dos
Pequenos Grupos, e assim nossos amigos farão sua decisão por Cristo e pelo Batismo.
· Pela fé podemos contemplar os novos discípulos integrados na Igreja e sendo
relevantes, fazendo novos discípulos, se envolvendo nas atividades missionárias e de
compaixão e graça, sendo fortalecidos na Palavra e nas doutrinas bíblicas.

CONCLUSÃO:
· O discípulo multiplicador comunica o Evangelho investindo em relacionamento
discipulador com o objetivo de chamar, agregar e aperfeiçoar discípulos
multiplicadores.
· Nossa semeadura deve ser abundante. Temos que buscar evangelizar pessoas
desconhecidas, mesmo que seja algo difícil para nós.
· As pessoas com quem já travamos relacionamentos (parentes e amigos) devem
sempre ser alvo de nossa evangelização discipuladora.

· Devemos motivar que todos os membros da igreja se tornem discípulos


multiplicadores de outros discípulos.