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org/tratamento-epilepsia

10/11/2018

Na definição da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a saúde é um estado de harmonia entre


as funções orgânicas internas e entre o ser humano e o meio ambiente onde vive. Na natureza,
os fenômenos podem ser divididos, de uma forma simplista, em dualidades opostas,
denominadas pelos antepassados chineses de ying-yang, que apresentam um estado de
equilíbrio dinâmico. Essa compreensão foi estendida ao entendimento do funcionamento dos
organismos vivos. No corpo humano o fluxo ininterrupto e suave das substâncias essenciais
mantém as funções adequadas dos órgãos internos e, conseqüêntemente, asseguram as
atividades nervosas e mentais, manifestando externamente um estado de saúde e bem estar.

A MTC se baseia em quatro grandes pilares: fitoterapia. dietoterapia, acupuntura e meditação.


A fitoterapia consiste no cuidado das doenças através do uso de plantas; a dietoterapia é o
simples uso de uma alimentação saudável e adequada; a acupuntura visa o equilíbrio da
energia (C'HI) no corpo através do acesso a pontos estratégicos com o uso de agulhas; a
meditação em todo o tratamento é de extrema importância.

Epilepsia - A epilepsia é chamada pela MTC de DIAN XIAN, que significa: "vento interno". Vento
simboliza perturbação, turbulência de algo equilibrado. Existem os ventos internos, que podem
ter origem no nascimento ou serem adquiridos ao longo da vida através de algum traumatismo
ou tumor. Existem também os chamados ventos externos, que hoje são relacionados pelas
técnicas ocidentais a vírus, bactérias e outros microorganismos presentes no ar. Para o
tratamento da epilepsia é necessário que o vento cesse. A epilepsia também tem relação com a
emoção, e são mais frequentes em períodos de estresse, que por si só provoca o desequilíbrio
do ying-yang.

O tratamento ideal para a epilepsia seria através de todas as formas, fitoterapia, dietoterapia,
acupuntura e meditação. A meditação auxiliaria no controle da aura (sensação que precede
uma crise). Visando utilizar acupuntura.

Atualmente, nos centros dedicados a epilepsia na China, usam-se concomitantemente o


conhecimento "ocidental" e a teoria chinesa tradicional para o diagnóstico e tratamento. OS
principais exames complementares, EEG e os de imagem, e a prescrição de drogas alopáticas
são partes indispensáveis na abordagem integrativa. A acupuntura associada ao uso de
medicação chinesa tradicional constitui outros componentes dessa abordagem.

Apesar de não possuir ainda uma evidência clínica consistente publicada na literatura médica
especializada, acredita-se que a abordagem integrativa usando os conceitos ocidentais e
tradicionais chineses pode contribuir no bem estar e melhora da qualidade de vida das pessoas
com epilepsia, por reduzir grau de ansiedade e promover qualidade do sono. Isso não permite
dizer que a epilepsia está sob controle, é erroneo cogitar reduzir ou retirar as medicações sem
o conhecimento do médico. Uma boa comunicação entre médico e paciente sobre utilização de
medidas convencionais é fundamental na tomada de decisão compartilhada.

Fonte: Revista Sem Crise (ASPE)

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