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ADORAÇÃO, LINGUAGEM DO CÉU

NA TERRA

“E, no mesmo instante, apareceu com o


anjo uma multidão dos exércitos celestiais
louvando a Deus, e dizendo: Glória a
Deus nas alturas (…) ausentando-se deles
os anjos para o céu…” Lucas 2.13-15

Não existe passagem bíblica que informe tão


claramente sobre a linguagem do céu na terra. É um
dos registros bíblicos mais impressionantes a respeito
do instante em que a terra é poderosa e
sobrenaturalmente visitada pelos céus.

O nascimento de Jesus provocou essa visitação bendita


e trouxe aos homens a revelação da linguagem do
coração de Deus:

“Voltaram os pastores glorificando e


louvando a Deus por tudo o que tinham
ouvido e viso, com lhes fora anunciado”
(Lc 2.20).

Que noite maravilhosa aquela! Estava oficialmente


instituído o idioma do céu entre os homens, a partir do
Senhor Jesus! A semente da adoração e do louvor
celestial fora lançada na terra para provocar toda sorte
de milagres (v.13).

De acordo com o verso 18, todos se maravilharam:


Simão louvou a Deus e profetizou (vs. 28, 34-35), José e
Maria também ficaram maravilhados (v.33), a profetisa
Ana agradecia a Deus (v.38).

Quando o céu visita a terra, passamos a conviver com


milagres, uma grande alegria nos invade e o ambiente
em que estamos é transformado. Adoração é a
linguagem do céu que transporta o homem para o
mundo de Deus fazendo com que ele tenha uma vida
vitoriosa a cada dia.

Linguagem do céu

“…e não descansavam nem de dia nem de


noite, dizendo: Santo, santo, santo é o
Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e
que é. e que há de vir” (Ap 4.8).

O céu é um lugar de adoração, contínua e incansável


adoração. Aqueles que se destinam ao céu terão como
atividade única adorar, prostrar-se e cantar um cântico
novo ao que está assentado sobre o trono:

“…e quando tomou o livro, os quatro


seres viventes e os vinte e quatro anciãos
prostraram-se diante do Cordeiro, tendo
cada um deles uma harpa e taças de ouro
cheias de incenso, que são as orações dos
santos, e entoavam um novo cântico,
dizendo: Digno és de tomar o livro e de
abrir-lhes os selos, porque foste morto e
com o teu sangue compraste para Deus os
que procedem de cada tribo, língua, povo
e nação…” (Ap 5.8-9).

A mente humana é incapaz de conceber uma situação


tão sublime quanto a que o texto nos oferece. Talvez
nos perguntemos como é possível ficar dia e noite
adorando ao Senhor. Será que nã teremos outra
atividade além dessa? Contudo, há que se considerar
uma outra realidade, outra dimensão. É o mundo de
Deus, a eternidade, o corpo glorificado não mais sujeito
ao cansaço e às limitações humanas; e, acima de tudo,
trata-se de estar na presença daquele que era, que é, e
que há de vir, o Todo-Poderoso.

Nós não sabemos o que significa estar diante do


Senhor, longe do pecado, das doenças e dos demônios,
o que é comum aqui na terra. Imagine contemplar o
Senhor face a face, olhar para o Cordeiro que nos amou
e em cujo sangue nos lavou dos nossos pecados:

“…e da parte de Jesus Cristo, a fiel


testemunha, o primogênito dos mortos, e
o soberano dos reis da terra. Aquele que
nos ama, e pelo seu sangue nos libertou
dos nossos pecados…” (Ap 1.5). Com
certeza será algo indescritível, um gozo
indizível nos invadirá e só nos restará
prostrarmo-nos e, dia e noite,
proclamarmos: “Digno é o Cordeiro, que
foi morto, de receber o poder, e riquezas,
e sabedoria, e força, e honra, e glória, e
ações de graças” (Ap 5.12).
O céu é um lugar de adoração, e um lugar para
adoradores. O Senhor trouxe para a terra a linguagem
do céu, ensinou-a aos homens, e ao céu os levará,
onde, por toda a eternidade adorarão o Leão da tribo
de Judá, a Raiz de Davi, que venceu!

Linguagem do céu na terra

“O meu louvor virá de ti… (…) …encha-se


a minha boca do teu louvor…” (Sl 22.25;
71.8).

A Palavra de Deus afirma que o trono do Senhor está


nos céus (Sl 11.4). O próprio Deus diz através do
profeta:

“…o céu é o meu trono, e a terra o


escabelo dos meus pés…” (Is 66.1).

Através do texto dá para se imaginar a grandeza de


Deus. Ele é tão tremendo que os céus não são
suficientes para contê-lo. Todavia, apesar do seu trono
nos céus, há outro trono onde nosso Deus também se
assenta:

“Contudo tu és Santo, entronizado entre


os louvores de Israel” (Sl 22.3).

Sabemos pelas Escrituras que o Senhor está nos céus,


mas também está na terra:

“Se subo aos céus, lá estás; se faço a


minha cama no mais profundo abismo, lá
estás também; se tomo as asas da
alvorada e me detenho nos confins dos
mares…” (Sl 139.8-9); “E clamavam uns
para os outros, dizendo: Santo, santo,
santo é o Senhor dos Exércitos; toda a
terra está cheia da sua glória” (Is 6.3).

Davi tinha ciência disto e Isaías tinha percepção da


presença gloriosa do Senhor em toda a terra. Nos
nossos dias não é diferente. Deus quer que tenhamos
uma visão dele no trono e de sua presença em nós e ao
redor de nós.

É meio difícil explicar, mas a realidade é que o mesmo


Deus grandioso que está no trono é atraído pelos
nossos louvores. A linguagem da adoração é uma
linguagem que interessa ao Pai:

“Mas vem a hora, e já chegou, quando os


verdadeiros adoradores adorarão o Pai
em espírito e em verdade; porque são
estes que o Pai procura para seus
adoradores” (Jo 4.23). É a linguagem do
seu reino, a linguagem do amor de Deus,
que, portanto, se expressa através deste
sentimento: “Ora, a esperança não
confunde, porque o amor de Deus é
derramado em nossos corações pelo
Espírito Santo que nos foi outorgado”
(Rm 5.5).

Assim como o amor de Deus é derramado em nossos


corações, o meu louvor também vem do alto, vem do
Senhor. Creio que temos um fato novo, no sentido de
uma experiência que provavelmente pouco
conhecemos.

Experiência com a palavra


Há algum tempo atrás fui tocado poderosamente por
um texto que provocou uma revolução em
minha vida(Salmo 22.25). Embora já o tivesse lido em
outras ocasiões, naquela manhã foi
surpreendentemente novo para mim, pois deixou no
meu coração um tremendo desafio e o desejo de
adorar ao Pai com o louvor que vem dele.

Tive a clara impressão de que se tratava de um nível


mais profundo de adoração. Passei a crer na
possibilidade de louvar ao Pai com uma canção vinda
do céu. No dia seguinte levantei-me cedo e comecei a
orar sobre aquela idéia que ia amadurecendo em mim.
Pedia com fé ao Senhor que me desse um louvor novo,
melodias e harmonias novas. Sentia uma atmosfera
diferente em meu espírito, uma alegria nova, um amor
novo por Jesus, por minha família, etc…

Foi aí que surgiram canções novas. Sabia que algo novo


tinha acontecido comigo. As inspirações foram
produzindo canções de todo o tipo e estilo. Nunca
compus tanto em minha vida. Pude mais uma vez
constatar o poder da Palavra, pois sem ela não teria
sido tão abençoado.

Entendo melhor hoje o que o salmista quis dizer ao


declarar:

“Oh! quanto amo a tua lei! é a minha


meditação em todo o dia” (Sl 119.97).

Estou crendo mais em meu Deus e na sua Palavra. Se


antes já era bom, agora é multiplicadamente melhor.
Meu desejo é cantar este louvor que vem do céu,
servindo ao Senhor, sua Igreja, meu país, minha
geração, cada dia da minha vida.

Minha esperança é ver nosso Brasil banhado por esta


adoração do céu que manifestará a glória de Deus,
salvando vidas, destruindo as trevas e expandindo o
reino do Senhor!

adhemardecampos.com.br

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