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SEMINÁRIO TEOLÓGICO EVANGÉLICO CONGREGACIONAL

Apologética I

Resumo: Princípios para uma cosmovisão Bíblica

Aluno:
Gilvan Santana Santos Júnior

João Pessoa
2017
Gilvan Santana Santos Júnior

Resumo: Princípios para uma cosmovisão Bíblica

Resumo realizado como


requisito da disciplina
Apologética I.
Prof. Gildelânio da Silva

João Pessoa
2017
Princípios para um Cosmovisão Bíblica

Introdução

John Mac’Arthur no livro princípios para uma cosmovisão Bíblia trabalha


elementos essenciais para um entendimento verdadeiramente bíblico acerca do
modo como o cristão ver e se relaciona com o mundo, já na introdução do livro
ele escreve sobre o fato de Jesus ter alertado a igreja que o mundo a odiaria e
que isso é devido a singularidade da mesma em não comungar com o pecado e
consequentemente com os modismos, extravagâncias, excessos, que está no
mundo (sistema maligno). O Cristão está no mundo, mas ele não faz parte nem
é absorvido pelas cosmovisões do mesmo, desse modo o Cristão tem uma
cosmovisão que se distingue de tudo aquilo que o mundo oferece.

Igreja versus Mundo

No capítulo um Mc’Arthur vai mostrar que existe uma cisão entre igreja e mundo,
esse é guiado pelo pecado, aquela é a igreja de Deus. A questão que o autor
levanta é o porquê da igreja buscar freneticamente o favor do mundo, abrindo
mão até de princípios essências para alcançar tal cortejo, como: criar um tipo de
culto que visa o entreterimento, busca na pregação da mensagem agradar os
ouvintes. O escritor chama tal atitude de “adultério espiritual” de acordo como
está escrito em Tg 4.4, a igreja não deve buscar tornar as portas do evangelho
mais largas, afinal de contas é próprio do mesmo a incompatibilidade com todas
filosofias da história, com todas as religiões do mundo e com tudo aquilo que o
mundo admira.

Ainda no capítulo um é descrita duas das ideologias que dominaram o mundo


nos últimos tempos. Primeiro é mostrado a efemeridade de quaisquer que seja
a ideologia que o mundo esteja defendendo, ela sempre passa. Depois
começando pelo modernismo e concluindo com o pós-modernismo, é
demonstrado a incredulidade no sobrenatural daquele e o relativismo deste. No
pós-modernismo é tratado ainda a ideia de “tolerância” que está por traz da
ideologia, no entanto é admitido que essa tolerância é mentirosa já que os
defensores da mesma não toleram o cristianismo por esse se dizer verdadeiro,
o autor ainda mostra que a verdadeira tolerância está no evangelho que eleva
essa palavra ao máximo a transformando em amor, amor aos inimigos estendido
na prática pelo respeito mútuo e não pela concordância com a ideologia pós-
moderna.

Objetividade

No capítulo dois o escritor começa a tratar princípios chaves para uma


cosmovisão cristã, para isso ele argumenta que vai se utilizar de palavras-chaves
para apresentar tal assunto, tais palavras vão controlar o corpo do livro até o seu
fim.

A primeira palavra é Objetividade, iniciando com versículos que declaram que a


palavra de Deus é a verdade (Cf. Jo 17.17; Sl 119.160) ele vai contrapor a
alegação de verdade da bíblia com a insistência do relativismo da pós-
modernidade desarticulando-o e mostrando a inconsistência do mesmo em
defender que cada pessoa pode criar sua própria verdade deixando bem claro
que essa é a verdadeira arrogância, pegando esse gancho ele demonstra como
é prejudicial quando tal pensamento infiltra-se na igreja na insinuação de que
cada uma pode compartilhar uma opinião do que pensa sobre versículos da
bíblia. Diante de tudo isso ele defende que a bíblia é verdade objetiva, sendo
assim é verdade por si só e dessa maneira mesmo que não existisse ninguém
ela continuaria sendo verdadeira. Os resultados práticos dessa verdade estão
no fato de que ninguém pode moldar a bíblia do jeito que quiser e que ninguém
está autorizado a pensar que a verdade pode ser procurada dentro de si mesmo.

Racionalidade
Depois de considerar a objetividade das escrituras a afirmação é que ela é
racional, isso é para interpretá-la tem que se utilizar de racionalidade. O autor
mostrar que a revelação das escrituras faz sentido perfeitamente e que em
contrapartida o pós-modernismo segue a via oposta ensinando as pessoas
abraçar a contradição em busco do subjetivo e levando seus sentimentos
subordinar o intelecto tendo como consequência produção de mentiras
confortáveis. Mac’Arthur é incisivo em respaldar biblicamente que não a
irracionalidade na revelação divina demonstrando que ela só pode ser entendida
apenas por aqueles que a abordam racionalmente, os versículos que são
usados: 2 Tm 2.13; Tt 1.2; 1 Co 14.33. Ele faz uma análise em Nm 8.1-3 para
mostrar que as escrituras interpretam as escrituras e que a mesma é apalavra
de Deus só quando interpretada corretamente e nisso está o seu poder. O
capítulo é concluído refutando a irracionalidade da neo-ortodoxia.

Veracidade

O livro segue uma ordem lógica em relação aos pontos trabalhado, depois de
considerar a objetividade e racionalidade Mac’Arthur vai considerar a veracidade
das escrituras, veracidade esta que é fruto da racionalidade e considerada pela
objetividade. O autor mostra no presente capítulo que o mais elevado padrão do
cristianismo autêntico é toda a verdade das escrituras, Deus só escreveu um
livro e nesse livro está revelado verdades que por si só como definição são
imutáveis. Tendo considerado a natureza de toda a verdade das escrituras e o
que isso significa, o escritor argumenta que a igreja deve ser cuidadosa no trato
das escrituras, usando 1 Tm 2.15 ele mostra a importância de manejar
corretamente a palavra, e depois considera a gravidade do erro, pois o erro
decorre de torcer a verdade, desse modo o dever da igreja é se importar com a
verdade e defende-la. Por fim é descrito que é condição indispensável se apegar
a verdade para alguém ser salvo e que a igreja tem a verdade não porque é
superior aos outros, mas sim porque Deus a revelou.
Autoridade

No capítulo cinco a autoridade é declarada como algo que brota das próprias
escrituras, pois se ela é revelada por Deus e desse modo verdadeira, o autor fala
que devemos proclamá-las com convicção, sem transigir e sem nos
desculparmos. A autoridade das escrituras deve nos levar a se curvar diante dela
e desconsiderar qualquer que seja as tendências da pós-modernidade em
defender uma tolerância que exige um afrouxamento de tal autoridade e rejeição
de todo conceito de autoridade divina. O escrito mais uma vez é convicto em
declarar que a igreja não deve aceitar o espírito da época e deve ir contra o
mundo negando toda ideia de diálogos com tudo que é hostil contra o
cristianismo. Esse capítulo é concluído com a observação de que como igreja
não devemos deixar ninguém nos iludir ao erro e que a pregação deve ser com
autoridade temperada com amor Cf. Ef 4.15.

Incompatibilidade

Incompatibilidade é o resultado direto da veracidade das escrituras, se ela é


verdadeira outra coisa que vai contra ela logicamente é incompatível. Para
Mac’Arthur nesse ponto não há diálogo e não deve haver tolerância com
qualquer que seja a mentira contra a bíblia, ele também diz que esse é um dos
principais motivos de a igreja não ser tolerada pelos pós-modernistas que é o
fato da igreja não se misturar com nenhuma outra filosofia que não provenha da
verdade, fortes contrastes são usados para expor tal verdade, com o da luz e
das trevas deixando bem claro que não existe compatibilidade contra os
mesmos. Ele conclui esse capítulo dando uma aval bíblica contra todo falso
mestre que se insira no seio da igreja, esses são anátemas, não deve ser
recebidos nas casas dos fieis e para tais ensino não deve restar nenhuma
tolerância.

Integridade
Integridade é o ultimo capítulo desse livro de tanta profundidade, é claramente
importante observar que o autor estava caminhando em direção a esse tópico
na sequência que ele estava seguindo, todos eles são importantes, no entanto
aqui vemos um ponto que amarra na vida de um indivíduo cristão todas as
verdades que foram expostas anteriormente.

John Mac’Arthur coloca a integridade como uma qualidade essencial para todo
ministério e a integridade é que encabeça todas as outras qualidades de um
ministro sem ela ninguém está apto para o ministério. A integridade traz como
resultado a buscar de fazer tudo de acordo com a palavra e firmeza em não
transigir com os princípios bíblicos, ela é decisiva em momentos difíceis em que
escolhas acirradas devem ser tomadas a favor da vontade de Deus.

O autor termina o livro dando o ultimato para a igreja receber a cura de todo
relativismo, de todo movimento de entreterimento que a igreja tem aberto as
portas. A atitude da igreja é rejeitar definitivamente o pós-modernismo e se voltar
para os princípios bíblicos que ele apresentou durante todo o livro.