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A verdadeira comunicação entre pais e filhos

A verdadeira comunicação entre pais e filhos Como se comunicar quanticamente com seus filhos A n

Como se comunicar quanticamente com seus filhos

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S a i b a

O que fazer para que meu filho cresça emocionalmente saudável?

Como me comunicar de forma efetiva com as crianças?

Como ajudá-lo a se relacionar bem com as pessoas?

Como criar meu filho para ser autoconfiante?

Quais habilidades preciso estimular para que ele se torne um adulto bem sucedido?

criar meu filho para ser autoconfiante? Quais habilidades preciso estimular para que ele se torne um

Nós pais e educadores temos uma grande preocupação o futuro dos nossos filhos. Muitas vezes nos deparamos com situações que nos deixam completamente sem chão, sem saber como agir quando por exemplo o nosso filho se aproxima chorando dizendo que na escola ninguém quer ser seu amigo, ou quando a professora diz que ele não se comporta adequadamente, não está aprendendo como deveria, ou ainda quando é vítima de agressões frequentes dos colegas As nossas maiores preocupações com as crianças se resumem basicamente em três grandes setores: saúde, relacionamento e aprendizagem. Se a criança é saudável tudo está sob controle enquanto está aos cuidados exclusivo dos pais. A escola é a grande porta para as primeiras experiências sociais onde os relacionamentos vão começar a se estabelecer longe do olhar da familia. Começam os primeiros desafios de relacionamento e aprendizagem que podem ser naturalmente superados ao longo do processo ou se tornarem grandes fardos para as crianças!

e aprendizagem que podem ser naturalmente superados ao longo do processo ou se tornarem grandes fardos
e aprendizagem que podem ser naturalmente superados ao longo do processo ou se tornarem grandes fardos

Aquele filho amado, desejado, idealizado começa a dar sinais de que nem tudo é tão perfeito como a mamãe ou o papai desejavam que fosse. A tendência inicial é que queiramos encontrar culpados, terceiros responsáveis por esta situação. Acreditamos que a responsabilidade é da escola que não tem uma metodologia adequada, ou da professora que não está dando a atenção que ele merece, ou o coleguinha que é "malvado" e o persegue. Quando extrapolamos a esfera escolar passamos a buscar a área médica em busca de um papel, escrito por um especialista, com o nome do problema do nosso filho, o tão procurado "diagnóstico médico". Enfim, começamos a acreditar que existe uma patologia, já que não encontramos culpados. Será que ele tem um transtorno? É hiperativo? tem dislexia? Déficit de atenção? Transtorno opositor? Distúrbio do processamento auditivo? É autista? Tem déficit intelectual?

Déficit de atenção? Transtorno opositor? Distúrbio do processamento auditivo? É autista? Tem déficit intelectual?
Déficit de atenção? Transtorno opositor? Distúrbio do processamento auditivo? É autista? Tem déficit intelectual?

A cultura da medicalização como saída para todos os problemas tem se fortalecido grandemente nas escolas, afinal, qual o remédio vai transformar o meu filho em uma criança “normal”? Temos a falsa ideia de que uma pílula mágica vai nos devolver aquele mundo perfeito dos nossos maiores e melhores e sonhos!

mundo perfeito dos nossos maiores e melhores e sonhos! Desaprendemos a lidar com problemas, quer dizer,

Desaprendemos a lidar com problemas, quer dizer, não desaprendemos, nós simplesmente não aprendemos a

lidar com eles. Quem nos ensinou? Quem nos deu uma cartilha de como enfrentar os desafios da maternidade e da paternidade? Aprendemos na vida, na dor, na angústia de querer ajudar e proteger nossos pequenos, e, mesmo com um amor grandioso, com um desejo genuíno de contribuir, metemos os pés pelas mãos e a situação vai se agravando ainda mais. Aquilo que poderia ser um fato passageiro se transforma em algo permanente e a criança vai carregar pelo resto da vida um estigma, um peso de uma interpretação indevida ou de uma percepção distorcida do seu desenvolvimento. E mesmo quando esse diagnóstico é evidente, é legítimo, como lidamos com essa nova realidade? Como separar a criança do diagnóstico? A gente não sabe mais o que é característica da criança e o que é

do transtorno

Ela perde a identidade, afinal tudo se

justifica em função do seu “problema”.

da criança e o que é do transtorno Ela perde a identidade, afinal tudo se justifica

Como podemos lidar com os desafios de educar? Só

temos um único e exclusivo caminho

olharmos

primeiro para os nós mesmos. Identificarmos nossos medos, frustrações com clareza para lidarmos com a nova realidade que se apresenta. É muito pouco provável que nós sejamos capazes de ajudar nossas

crianças, se não mudarmos as lentes da nossa percepção. Vamos entender como os sentimentos atuam em nós inicialmente para depois pensarmos como contribuir com as crianças. Elas precisam de referenciais emocionalmente saudáveis

Onde está a sua percepção? Medo ou Amor?

Você sabia que tudo começa na percepção? Na forma como vemos e damos significado para as coisas? Quando éramos bebês enxergávamos o mundo sem os conceitos de certo e errado, bom e mau, bonito ou feio. Estávamos imersos no momento, vivendo a plenitude da presença onde todas as coisas são possíveis. A medida que fomos crescendo, nos desenvolvendo, vieram as primeiras frustrações, os primeiros medos, as primeiras restrições de afeto Fomos nos moldando de acordo com os fatos e vivências ocrridas ao longo do nosso desenvolvimento.

restrições de afeto Fomos nos moldando de acordo com os fatos e vivências ocrridas ao longo

Todas experiências negativas e positivas, foram sendo registradas a nível inconsciente e criando um programa para a interpretação das experiências posteriores. Todo significado que damos hoje às situações do dia a dia, tem um registro anterior que muito provavelmente foi construído na infância e até mesmo antes dela na vida intrauterina e nas memórias vindas de nossos antepassados. Podemos separar nossas experiências em dois grandes blocos: vivências de amor e vivências de medo. O amor e o medo são sentimentos base para todos os outros. O amor tem como frutos sentimentos positivos como a alegria, a autoconfiança, otimismo, perseverança,

bondade, gratidão

O medo é a raiz dos sentimentos

negativos como a insegurança, raiva, frustração, tristeza, inveja, ciúme Na verdade, estes sentimentos não são antagônicos como costumamos pensar, o amor é o sentimento presente em todas as situações, ele nunca desaparece. Não existe falta de amor. O medo é na verdade um amor adoecido, um amor imaturo, inseguro, que quer se proteger, mas, se tirarmos a capa do medo veremos o amor na sua essência, na sua plenitude e maturidade.

que quer se proteger, mas, se tirarmos a capa do medo veremos o amor na sua
que quer se proteger, mas, se tirarmos a capa do medo veremos o amor na sua

Vamos entender na prática. Se o seu filho tira notas ruins na escola, por exemplo, muitos sentimentos podem surgir desta situação, raiva, tristeza,

decepção

mas o verdadeiro sentimento por traz de

tudo isso é o medo: medo de que ele não tenha sucesso na vida, que não consiga o reconhecimento e a valorização das pessoas, medo que seja inferiorizado perante os colegas da turma, enfim medo de que ele não seja amado o suficiente. E assim é com todas as outras situações, na verdade a principal crença raiz, que nos tira do amor verdadeiro é o medo de não ser amado. Todos nós nascemos do amor, viemos a este mundo por causa do amor, mas as nossas interpretações distorcidas, os nossos padrões sociais, os nossos conceitos embaçam a nossa essência amorosa e nos sentimos carentes e desprotegidos. Vivemos então basicamente atendendo à nossa necessidade biológica de proteção que é desencadeada pelo instinto de sobrevivência e vamos transmitindo toda a nossa insegurança também para os nossos filhos, aprendemos a sentir medo e ensinamos nossos filhos a temerem também.

a nossa insegurança também para os nossos filhos, aprendemos a sentir medo e ensinamos nossos filhos

Como nos livrarmos das armadilhas do medo?

Pensando vibracionalmente, em termos energéticos os sentimentos negativos estão em frequências menores, mais densas, materiais, enquanto sentimentos elevados vibram em frequências maiores, mais elevadas. Quanto mais presos à matéria, às compreensões superficiais da lógica mecânica das coisas, às explicações racionalizadas e presas a julgamentos e condicionamentos mentais, mais densos, estaremos mais presos a sentimentos inferiores. Quando estamos totalmente focados nas dificuldades, nos problemas, nas limitações, mesmo que seja com as melhores intensões de resolver, estamos vibrando no medo, na escassez, na falta. Quando estamos obcecados em descobrir qual é causa das “dificuldades” da criança, estamos deixando de focar nas “possibilidades”, nas alternativas infinitas de criar oportunidades de superação. Para elevar a frequência dos nossos sentimentos e vibrarmos com mais intensidade no amor precisamos nos desprender de conceitos anteriores, de crenças limitantes através da auto observação, da percepção consciente das nossas ações fundadas no medo, para podermos alterá-las.

através da auto observação, da percepção consciente das nossas ações fundadas no medo, para podermos alterá-las.

Precisamos aprender a linguagem não local, a linguagem que vai além do tempo e do espaço e que se estabelece diretamente de coração para coração. Se aprendermos a nos comunicarmos dessa forma com nossos filhos, não vamos precisar gastar horas e horas com severos discursos para ensiná-los, não precisaremos nos desgastar com castigos e broncas, não será necessário a preocupação excessiva do medo. Quando agimos em um padrão negativado estamos atuando emotivamente, conduzidos por padrões inconscientes de fracassos e traumas do passado. Estamos agindo em frequências vibracionais mais baixas, a comunicação saudável não está acontecendo.

do passado. Estamos agindo em frequências vibracionais mais baixas, a comunicação saudável não está acontecendo.
do passado. Estamos agindo em frequências vibracionais mais baixas, a comunicação saudável não está acontecendo.

Comunicação não-local a forma efetiva de comunicação com nossos filhos

Vamos compreender o que significa comunicação não- local. A não localidade pode ser definida como:

"sistemas quânticos que afetam um ao outro instantaneamente, independentemente de sua separação espacial". Isso quer dizer que, quando dois elétrons estão interligados, a comunicação entre eles acontece mais depressa que a velocidade da luz, instantaneamente, sem importar a distância existente entre eles. Para exemplificar, o pesquisador mexicano, Jacobo Grinberg-Zylberbaum, realizou o seguinte experimento:

1. Dois voluntários meditaram lado a lado por 20

minutos com o objetivo de atingir o estado de comunicação direta.

2. Os voluntários foram colocados em gaiolas de

Faraday (blindagem eletromagnética), enquanto os dois continuam mantendo o estado de comunicação direta. Um deles foi estimulado visualmente por luzes, mas o outro voluntário não. Nem tinha conhecimento de que o

estímulo estava sendo recebido pelo outro.

por luzes, mas o outro voluntário não. Nem tinha conhecimento de que o estímulo estava sendo

3. Ficou comprovado por registros de eletroencefalogramas feitos em ambos, que, as respostas neurais foram similares, ou seja, os mesmos circuitos cerebrais que eram ativados pela pessoa que estava recebendo os estímulos visuais, eram instantaneamente ativados na pessoa que estava na outracabine com isolamento de sinais eletromagnéticos.

4. Inicialmente as duas pessoas eram separadas por três metros de distância. Em seguida foram separadas por uma distância maior de 14,5 metros, mas aumento da distância entre os voluntários não apresentou nenhuma barreira na transmissão inter-cerebral, mostrando que, a interação entre cérebros, não envolve o tempo e o espaço.

Este é um experimento revolucionário para a ampliação da nossa compreensão sobre a comunicação que estamos estabelecendo cotidianamente com as outras pessoas. Com isto fica comprovado que, duas pessoas, conectadas , afetam diretamente uma a outra independentemente das palavras. E o que é mais impactante é que essa comunicação não é feita através de ondas magnéticas ou qualquer outro tipo de sinal, é uma comunicação que acontece além do tempo e do espaço, no campo de informações de forma instantânea, imediata.

é uma comunicação que acontece além do tempo e do espaço, no campo de informações de

Um outro experimento para entendermos melhor esse tipo de comunicação é o “Experimento da Intensão” elaborado por Lynne McTaggart, autora do livro “O Campo”. Neste experimento, quando um grupo de pessoas entra em estado meditativo com o objetivo claro de influenciar positivamente outras pessoas, isso efetivamente acontece! Em um experimento realizado em Washington, em 1993, quatro mil voluntários vindo de mais de 100 países, fizeram uma meditação coletiva por longos períodos do dia e a taxa de crimes violentos na região caiu em 25%! Essa taxa só tinha alcançado níveis similares em fortes períodos de nevasca. Este é apenas um dos muitos experimentos realizados nesta perspectiva. Conhecendo o poder da comunicação invisível, a nível subatômico, podemos usá-la em benefício das nossas relações cotidianas, especialmente com os nossos filhos! Se vibramos no amor é isso que estamos comunicando não localmente a eles, se vibrarmos no medo, também!

nossos filhos! Se vibramos no amor é isso que estamos comunicando não localmente a eles, se
nossos filhos! Se vibramos no amor é isso que estamos comunicando não localmente a eles, se

Viram como é grande a nossa responsabilidade com o nosso interno? Com a qualidade das nossas emoções? Elas estão falando mais diretamente aos outros do que aquilo que racionalmente queremos transmitir pelas nossas palavras. Existe uma comunicação invisível com a qual agora estamos começando a entender e descobrir como utilizá-la de forma consciente. Quantos e quantos casos de orações a distância que curaram pessoas? Como essa comunicação se efetiva? Como, com o poder da intensão, atingimos o outro?

Vamos ver algumas dicas de como ajudar quanticamente nossos filhos, sobrinhos, alunos, a manifestarem suas potencialidades, mas antes disso vamos visualizar uma situação hipotética, um estudo de caso de uma situação bem corriqueira que vejo acontecer nas escolas:

situação bem corriqueira que vejo acontecer nas escolas: Uma mãe, que vamos chamar de Joana, tem

Uma mãe, que vamos chamar de Joana, tem um filho, Matheus. O nascimento de Matheus encheu a família de alegria, ela se orgulha das conquistas do filho no seu desenvolvimento cotidiano. Matheus é um menino criativo, dinâmico e curioso. Sempre vem com algo inusitado e diferente, gosta de se movimentar, é ativo, toma iniciativas para resolver seus conflitos, questiona algumas regras e não aceita passivamente as determinações dos adultos. Chega o momento de levar Matheus para escola. Matheus vai feliz, ama a escola, vai contente e volta contente depois de um dia de aula, está motivado e aprendendo no ritmo um pouco mais lento que as demais crianças.

Com algum tempo, Joana começa a receber frequentemente reclamações da professora em relação ao comportamento

Com algum tempo, Joana começa a receber frequentemente reclamações da professora em relação ao comportamento do seu filho. Joana começa a sentir medo e acreditar que seu filho é diferente das demais crianças, que ele pode ter algum problema de saúde ou psicológico. Por amor e pela necessidade de proteção, começa a, inconscientemente, trazer conteúdo das próprias dificuldades escolares que enfrentou na infância e afirma: “Eu também era assim, não vou permitir que meu filho sofra como eu sofri.” Passa a olhar com mais frequência para as dificuldades do filho. Pesquisa na internet o possível “problema”, leva a especialistas e por fim recebe o diagnóstico que a criança tem Transtorno de Défcit de Atenção e Hiperatividade - TDAH. Matheus começa a perder o brilho e a energia das ideias criativas que tinha, passa a se preocupar em não frustrar a mãe e não decepcionar a professora. Já não tem autonomia dos próprios pensamentos, tenta descobrir o que os adultos esperam que ele pense. Vai ficando mais agressivo pela incompreensão das pessoas ao seu redor. Matheus, hoje não tem mais uma identidade. O diagnóstico chega antes dele. Tudo que Matheus faz ou pensa passou a

ser justificado a partir do diagnóstico que ele tem. Se tira nota baixa na escola é porque ele é TDAH. Se briga com um colega, ele é TDAH, se não quer fazer a atividade, ele é

TDAH

justificando em função do “problema” que ele tem. Começa a haver uma glamorização do Diagnóstico. A mãe de Jonas vai a escola com frequência exigir os direitos do filho pois ele tem que ser tratado de forma especial,

E os comportamentos inadequados vão se

diferente. Não pode mais ser igual às outras crianças.

Nas rodas de conversa da família, de amigos, Matheus ganha mais atenção e todos passam a olhá-lo de um jeito diferente. Matheus percebe que é notado por suas fragilidades e isso vai se reforçando a cada dia. As notas escolares vão caindo, ele reprova uma, duas, três vezes. Hoje Matheus caminha com os olhos baixos, ombros caídos, não quer ir para escola, não gosta dos professores nem dos colegas de sala, tem pouca autonomia, nega arriscar-se a aprender. Inconscientemente não quer sair da postura de "não aprendizagem" pois acredita que vai deixar de ser reconhecido, protegido e amado por sua familia. A bola de neve vai só crescendo e todos se mantêm no seu papel, mãe,

filho, escola

para, em função de um amor infantil e imaturo,

seguirem amando e sendo amados.

De menino criativo, dinâmico, curioso passou a ser uma criança desobediente, indisciplinada, com dificuldades escolares. Onde tudo isso começou? Começou de uma maneira muito sutil e que pode passar desapercebida para maioria de nós. Começou na mudança de perspectiva de pais e professores. Começou com o foco nas suas limitações e incapacidades. Começou com uma expectativa de um comportamento padrão que deveria ser o modelo a ser seguido. Começou com o medo do fracasso.

com uma expectativa de um comportamento padrão que deveria ser o modelo a ser seguido. Começou

Existe em psicologia um conceito denominado “Efeito Pigmaleão” que afirma por comprovações científicas que, a expectativa que geramos dos outros interfere em seu comportamento. Um experimento desenvolvido pelo psicólogo americano Robert Rosenthal é uma das comprovações da influência deste efeito a respeito da expectativa dos professores em relação ao desempenho acadêmico dos alunos. Rosenthal testou o coeficiente cognitivo das crianças de uma escola de educação infantil e apresentou os resultados aos professores com uma listagem de nomes de crianças que possivelmente teriam altas habilidades e/ou superdotação. Ele pediu aos professores que apenas observassem o desempenho destas crianças sem interferir na postura didático-pedagógica que já vinham adotando. Depois de um tempo Robert Rosenthal e sua equipe reavaliou as crianças e ficou comprovado que as crianças indicadas na lista tinham tido um desempenho bem acima da média das demais crianças, só então o psicólogo revelou o verdadeiro teor da pesquisa: As crianças indicadas como inteligentes, na verdade tinham sido escolhidas de forma aleatória e entre elas existiam inclusive crianças com a capacidade cognitiva inferior.A grande pergunta é: Como estas crianças tiveram desempenho melhor que as demais sendo que não tinham potencial para tanto e os professores não tinham alterado suas estratégias de ensino?

as demais sendo que não tinham potencial para tanto e os professores não tinham alterado suas
as demais sendo que não tinham potencial para tanto e os professores não tinham alterado suas

A única alteração que aconteceu neste contexto foi o olhar e a expectativa do professor que foi completamente alterada. Eles passaram a acreditar incondicionalmente no potencial destes alunos já que haviam, supostamente, sido apontados como inteligentes em testes de eficácia comprovada. Aconteceu aí a comunicação não-local. Aquilo que o professor verdadeiramente acreditava internamente influenciou os resultados dos alunos. Quando entendemos melhor essa linguagem estabelecemos uma comunicação muito mais efetiva e eficaz que vai direto ao ponto e sem muito esforço conseguimos transmitir a nossa mensagem. Por isso nossa maior responsabilidade é alterar nossa crenças pois são elas que realmente expressam a nossa verdade. Veja algumas dicas quânticas de como ajudar as crianças

Veja algumas dicas quânticas de como ajudar as crianças Colocar-se no lugar de observador consciente De

Colocar-se no lugar de observador consciente

De acordo com os princípios quânticos, estabelecidos a partir do experimento da dupla venda, o observador, ou seja, a nossa consciência está se materializando o tempo todo a partir dos nossos pensamentos e sentimentos. Tudo a nível subatômico se manifesta como ondas de possibilidades. Dentre estas infinitas possibilidades, escolhemos algumas a partir do nosso foco de pensamentos e sentimentos.

Dentre estas infinitas possibilidades, escolhemos algumas a partir do nosso foco de pensamentos e sentimentos.

A possibilidade focada sai então deste universo ondulatório e passa para o mundo material a partir do colapso da função de onda. O que acontece na maioria das vezes é que estamos fazendo isso de forma inconsciente e assim vamos criando realidades que não estão alinhadas com nossos desejos expressos, mas com nossos medos e frustrações mais profundas. Colocar-se no lugar de observador significa olhar os próprios pensamentos e sentimentos de forma imparcial, sem julgamentos, críticas, conceitos pré-concebidos. Significa perceber a realidade maior do que a nossa capacidade humana de compreensão, colocando-se disponível às infinitas possibilidades. No caso de Matheus, antes de tudo, sua mãe Joana, para não entrar de forma inconsciente no medo, se colocaria no lugar de observadora. Ao perceber a preocupação com o desenvolvimento do filho, estaria consciente do seu medo, mas sem deixá-lo ser seu guia para tomar suas decisões. Ao invés de retomar as dores da sua infância olharia a situação com neutralidade se questionando: Vejo que meu filho está com dificuldades na escola, o que fazer para ajudá-lo a superar tais dificuldades? Como estimulá-lo? Ao invés de ficar focada no problema, no medo, estaria focando nas possiblidades de ação e assim estaria mais disponível para encontrar alternativas de contribuir efetivamente com o seu filho.

de ação e assim estaria mais disponível para encontrar alternativas de contribuir efetivamente com o seu
Estabelecer o estado de coerência cardíaca De acordo com pesquisas desenvolvidas pelo Instituto HeartMath, o

Estabelecer o estado de coerência cardíaca

De acordo com pesquisas desenvolvidas pelo Instituto HeartMath, o estado de alinhamento entre o nosso cérebro racional e o cérebro, emocional, ou seja, a coerência entre aquilo que pensamos e sentimos gera um estado ótimo de funcionamento do nosso organismo, onde todo o nosso corpo passa a trabalhar em equilíbrio em estado de Coerência Cardíaca. Este estado pode ser atingido através de técnicas de relaxamento, respiração e visualização. É nesse estado que vamos amplificar conscientemente a comunicação invisível; O exercício a seguir vai te ajudar a estabelecer este estado:

exercício a seguir vai te ajudar a estabelecer este estado: Sentado confortavelmente, coluna alinhada, pés no

Sentado confortavelmente, coluna alinhada, pés no chão, feche os seus olhos e tome consciência da sua respiração. Respire mais calma e lentamente do que o normal, inspirando suavemente pelo nariz e expirando calmamente pela boca. Vá relaxando gradualmente cada parte do seu corpo até perceber um bom nível de relaxamento. Defina então qual o sentimento que deseja manifestar, se é

amor, gratidão, liberdade, generosidade

visualização, imagine uma situação vivenciada por você que te trouxe este sentimento, ou crie uma situação imaginária. Imagine este sentimento como algo que vai se espalhando do coração para todo o corpo, pode visualizar através de cores,

luzes, ondas e viva-o mentalmente e emocionalmente.

Crie um quadro de

todo o corpo, pode visualizar através de cores, luzes, ondas e viva-o mentalmente e emocionalmente. Crie
Perceba no corpo a alteração do estado emocional anterior e permita que o novo estado

Perceba no corpo a alteração do estado emocional anterior e permita que o novo estado de serenidade e paz interior seja amplificado ao máximo que conseguir.

emocional anterior e permita que o novo estado de serenidade e paz interior seja amplificado ao
emocional anterior e permita que o novo estado de serenidade e paz interior seja amplificado ao
emocional anterior e permita que o novo estado de serenidade e paz interior seja amplificado ao

Esta atividade deve ser feita diariamente para que se desenvolva a habilidade de trazer conscientemente novos padrões emocionais. Este trabalho interno é o que vai gradualmente favorecer a nossa ação direcionada aos nossos filhos e/ou alunos. Criando um espaço interno de serenidade, estamos ampliando a nossa capacidade de compreensão do todo e acessando as informações necessárias para agir em alinhamento com o nosso propósito maior. Podemos também ajudar nossas crianças a acessarem esse estado de plenitudo de forma lúdica e prazerosa

maior. Podemos também ajudar nossas crianças a acessarem esse estado de plenitudo de forma lúdica e
Conecte-se energética e visualmente com a criança O bebê ao nascer busca naturalmente o leite

Conecte-se energética e visualmente com a criança

O bebê ao nascer busca naturalmente o leite materno que é o alimento físico, mas também busca o olhar da mãe que é o seu alimento de amor. Quando as crianças crescem um pouco mais começamos a negligenciar este olhar. Muitas vezes na correria do dia a dia, falamos com nossos filhos em meio as atividades que estamos realizando sem parar para, de verdade, estabelecer uma conecção mais profunda. Ficamos na superficialidade na maioria do tempo dando ordens, comandos, direcionamentos do que tem que ser feito, como tem que

ser feito ou porque não foi feito

um contato mais profundo, precisamos olhar nos olhos enquanto falamos. Antes de falar qualquer coisa, se conecte através olhar por alguns instantes. Você vai estar oportunizando que essa ligação invisível se fortaleça.Se ninguém nos olha vamos nos sentindo sozinhos, negligenciados, abandonados. E as crianças por buscarem incansavelmente este olhar, as vezes se comportam de maneira inadequada simplesmente para serem vistas, percebidas. É muito melhor dedicarmos um pouco do nosso tempo para fazermos esta ação simples, ao invés de ficarmos nos desgastando com broncas, punições e castigos pois, ao se perceberem vistas, as crianças reduzirão drasticamente os

para estabelecermos

comportamentos negativos.

pois, ao se perceberem vistas, as crianças reduzirão drasticamente os para estabelecermos comportamentos negativos.
Colocar-se em estado empático saindo do julgamento Não somos capazes de enxergar as infinitas possibilidades

Colocar-se em estado empático saindo do julgamento

Não somos capazes de enxergar as infinitas possibilidades quando entramos no julgamento. Ao julgarmos algo, alguém ou alguma situação já fizemos uma escolha. Uma escolha que limita e nos engessa pois ficamos sem alternativas. Uma mãe que acredita que o motivo para o filho ser indisciplinado na escola, por exemplo, é em função das influencias “negativas” do pai, não consegue encontrar um caminho para ajudar o próprio filho. Um pai que tem a crença de que o filho é indisciplinado porque a professora não “põe limites” também não consegue contribuir adequadamente pois, ao entrarmos no julgamento das ações dos outros, limitamos a nossa própria ação. Colocar-se de maneira empática significa então conseguir perceber o sofrimento da criança a partir da perspectiva da própria criança, validar os sentimentos dela e conduzi-la a perceber os recursos pessoais que ela mesma tem para lidar com a situação. Antes de afirmar que uma atitude da criança foi certa ou errada, ou que foi responsabilidade de um terceiro, ajude-a perceber que os resultados de sua ação estão relacionados com o seus sentimentos e pensamentos. Contribua para que ela possa dar um significado efetivo à experiência, sem culpa mas com possibilidade de alteração consciente.

para que ela possa dar um significado efetivo à experiência, sem culpa mas com possibilidade de
Identifique o sentimento por trás do comportamento É muito importante os pais estarem atentos à

Identifique o sentimento por trás do comportamento

É muito importante os pais estarem atentos à comunicação invisível que se estabelece em situações de conflito e fazer a leitura do conteúdo não dito, mas que é expresso de forma não-verbal por ela. Enxergar o sentimento por trás do comportamento vai fazer com que sejamos mais pontuais em resolver conflitos. A criança, assim como nós, tem necessidade de ser percebida, olhada, amada e na busca pela validação deste amor, encontra esse reconhecimento no enfrentamento, na birra e até mesmo na não aprendizagem, pois dessa forma mesmo que seja através da bronca, do castigo ela é notada e sente-se pertencente legitimando cada dia mais esse comportamento. Marshall Rosenberg, psicólogo que desenvolveu a metodologia da “Comunicação Não Violenta” criou técnicas e habilidades em linguagem e comunicação que fortalecem a nossa capacidade de perceber se as nossas palavras realmente estão transmitindo aquilo que queremos dizer. A grande maioria das vezes isso não acontece. Marshall diz que existem sentimentos ocultos por trás das nossas ações que precisam ser reconhecidos para que a comunicação aconteça de forma adequada. Existe uma necessidade escondida por trás de um comportamento que precisamos trazer a tona para trazer clareza à comunicação.

uma necessidade escondida por trás de um comportamento que precisamos trazer a tona para trazer clareza
Auxilie a criança a pensar antecipadamente à ação impulsiva Ajudar a criança a pensar antecipadamente

Auxilie a criança a pensar antecipadamente à ação impulsiva

Ajudar a criança a pensar antecipadamente sobre a própria ação ajuda a evitar possíveis conflitos posteriores: “se eu agir dessa maneira pode acontecer isso e aquilo, se eu agir desta outra maneira o resultado pode ser este ou aquele.” Em uma pesquisa realizada pelo psicólogo Walter Mischel a respeito de "recompensa retardada" a criança tinha que conter a vontade de comer um doce para poder receber dois doces caso conseguisse esperar por aproximadamente 15 minutos. O prosseguimento desta pesquisa revelou que as crianças que foram capazes de controlar o impulso de comer tiveram melhor desempenho escolar e tornaram-se adultos com mais capacidade em lidar com a frustração e o estresse, com carreiras e famílias mais estruturadas. Enquanto os que agiram de forma impulsiva, tiveram desempenhos acadêmicos menores, bem como se envolveram com mais frequência em situações de violência, permaneciam menos tempo em seus empregos e tinham mais dificuldade em manter relacionamentos saudáveis.O freio inibitório, que é uma função executiva que regula esse impulso, pode ser trabalhado cotidianamente em situações simples como saber esperar a sua vez, parar, respirar, conter os movimentos corpo, tudo de forma lúdica e prazerosa!

simples como saber esperar a sua vez, parar, respirar, conter os movimentos corpo, tudo de forma
Estimule a criança a desenvolver o autocontrole Quando ensinamos a criança a analisar o próprio

Estimule a criança a desenvolver o autocontrole

Quando ensinamos a criança a analisar o próprio pensamento já estamos na verdade contribuindo para que ela perceba e identifique os seus sentimentos, este é um dos primeiros passos para o desenvolvimento da inteligência emocional. A segunda etapa é perceber quais recursos ela tem disponível para lidar com a raiva,

a

frustração, a tristeza. Este processo de autodescoberta

e

desenvolvimento emocional é gradual e parte das

experiências vivenciadas pela criança. O educador, ou os pais são apenas condutores dessa autopercepção. Podemos deixar disponível recursos que ela lance mão quando necessitar se tranquilizar como o “o cantinho da tranquilidade”, a “a garrafa da calma” ou mesmo usar técnicas de respiração para relaxar.

como o “o cantinho da tranquilidade”, a “a garrafa da calma” ou mesmo usar técnicas de
como o “o cantinho da tranquilidade”, a “a garrafa da calma” ou mesmo usar técnicas de
Ressiginifique características negativas O nosso olhar de pai, mãe, educador, define em grande parte o

Ressiginifique características negativas

O nosso olhar de pai, mãe, educador, define em grande parte o papel que a criança desempenha no núcleo familiar ou escolar. A criança naturalmente se ajusta às nossas expectativas e isso foi comprovado por Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, psicólogos americanos que comprovaram a influência da expectativa do professor no rendimento acadêmico da criança. O efeito Pigmaleão é caracterizado por essa expectativa que influencia a ação do outro. Então retomamos aqui a necessidade da regulação interna de nós mesmos na orientação dos nossos filhos e/ou alunos. Vamos fazer um pequeno exercício para identificação das nossas expectativas em relação às crianças. Faça duas listas relacionando as características positivas e negativas do seu filho. Dedique tempo e atenção nesta atividade, para que ela seja o mais refinada possível. Depois foque nas características negativas para dar um novo significado a cada uma delas. Por exemplo:

Uma criança “teimosa” na verdade pode se tornar um adulto autônomo que tem ideias próprias e não é facilmente manipulado. Enquanto uma criança muito obediente pode se tornar acrítica e passiva, sempre atendendo o outro sem autonomia das próprias ideias, pode ser tornar um mero reprodutor de comportamentos.

sempre atendendo o outro sem autonomia das próprias ideias, pode ser tornar um mero reprodutor de

Então “teimoso” pode se tornar “autêntico”. Uma criança “que fala demais” pode ser um bom orador, então ela passa a ser “comunicativa”, uma criança “agitada” na verdade tem muita energia e disposição, é uma criança “ativa”, “motivada”. Depois de renomear as características passe a integrá- las ao seu vocabulário cotidiano substituindo as negativas por característica positivas ou neutras. Além de alterar na fala é necessário alterar internamente este conceito e só você pode fazer esse trabalho visualizando e acreditando nas habilidades que seu filho apresenta. Apenas no estado coerente você irá transmitir essa nova verdade a ele, então dedique-se a construir solidamente novas imagens mentas e emocionais ao seu filho.

solidamente novas imagens mentas e emocionais ao seu filho. Dê comandos positivos Podemos olhar o mundo

Dê comandos positivos

Podemos olhar o mundo e as situações com os olhos da positividade e ou da negatividade, sermos otimistas ou pessimistas. O que define o nosso olhar e o significado que damos para nossas experiências? Estas são aprendizagens que adquirimos na infância. Aquilo que seus pais te disseram que você era quando criança continua atuando dentro de você, o que você diz ao seu filho hoje vai reverberar na vida adulta dele. Por isso temos que cuidarmos das nossa ações que serão referência para os nossos filhos!

na vida adulta dele. Por isso temos que cuidarmos das nossa ações que serão referência para

Para uma educação empoderadora, devemos cuidar do que estamos expressando pela nossa fala, alinhados com os nossos melhores pensamentos e sentimentos. Ao fazermos um pedido para a criança que deixou a cama bagunçada podemos dizer: “Olha a bagunça que você deixou esse quarto, você tem que arrumar!” ou “Eu me sinto desconfortável com a sua cama desorganizada, me sentiria melhor se você arrumasse a cama com mais frequência.” Para estabelecer essa nova forma de falar, precisamos treinar, pensar sobre nossos processos e identificar as nossas reais necessidades, bem como a necessidade do outro. A comunicação não-violenta proposta por Marshal Rosenberg, traz excelentes reflexões e dicas de como alterarmos conscientemente a nossa forma naturalmente agressiva de nos expressarmos.

a nossa forma naturalmente agressiva de nos expressarmos. Se reconcilie com seus pais Existem leis ocultas

Se reconcilie com seus pais

Existem leis ocultas que regem a expressão saudável do amor. Segundo Berth Hellinger quando adotamos uma postura de reverência e respeito aos nossos pais e antepassados temos mais chances e atuar de maneira mais assertiva com nossos filhos. Se temos reclamações internas ou insatisfações em relação à nossa origem, ou a forma como nossos pais nos educaram, isso se reflete no campo sistêmico familiar e se reproduz em gerações futuras como forma de equilibração do sistema.

isso se reflete no campo sistêmico familiar e se reproduz em gerações futuras como forma de

É essencial fazer um movimento de perdão e aceitação dos pais do jeito que são! Não quer dizer necessariamente que você concorde com todas as ações deles, mas reconhece internamente o valor da vida que lhe foi dada, tendo um coração grato por todos que te precederam! Só o amor cura as feridas e preenche todas as lacunas. Os sistemas familiares se comunicam não localmente e interferem no nosso comportamento e ações. Quando curamos as nossas relações o amor pode fluir naturalmente e nossos filhos ficam livres para amar de forma saudável e expressarem a sua potencialidade!

amar de forma saudável e expressarem a sua potencialidade! Andréa Wolney Pedagogia Quântica

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©2018 Todos os direitos reservados para Pedagogia Quântica.

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