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ESTUDO DOS REIS DE JUDÁ

EZEQUIAS - RESTAURANDO OS VALORES ESPIRITUAIS PERDIDOS

2a Parte

2 Cr 29.18

Nesse texto vemos a restauração dos valores espirituais perdidos. Eles restauraram: “Já
purificamos toda a Casa do SENHOR”. Para entendermos isso precisamos saber que Acaz
mudou toda a ordem de culto que DEUS estabeleceu por meio de Moisés - (2 Rs 16.10-20). Ele
removeu o “altar” que espiritualmente tipificava a cruz de CRISTO.

Restaurar o sentido espiritual da Casa do SENHOR significa que temos que remover tudo que
foi introduzido pelo homem, com o propósito de gerar satisfação de DEUS.

A CENTRALIDADE DA CRUZ

Precisamos restaurar o lugar da cruz em nossa comunhão como Igreja. Nesse texto de Crônicas
capítulo 29 e o versículo 18, nos mostra a seriedade disso. Quando estudamos este assunto na
sua sequência, sabemos que esse povo não se arrependeu, e como resultado, eles foram
levados para o cativeiro da Babilônia por setenta anos. Depois, o SENHOR levantou Zorobabel,
Esdras para restaurarem Sua casa. Quando você estuda esse assunto, você ver claramente que
a primeira coisa ali restaurada na casa de DEUS foi o “altar” – (Ed 3.2,3). Esse altar fala da
centralidade da cruz de CRISTO.

O Evangelho que pregamos é o Evangelho da cruz. Se não experimentamos o seu poder, jamais
conseguiremos com que as pessoas conheçam o poder transformador da cruz. O apostolo
Paulo viveu uma vida crucificada porque viu o poder e o valor da cruz em todos os aspectos do
seu viver. Compreender o sentido prático da cruz em nós é a chave para o viver cristão
adequado.

Quero ressaltar alguns princípios fundamentais acerca da cruz de CRISTO:

1º.Cada experiência de cruz tem o objetivo de levar-nos a participação mais plena da vocação
cristã e da nossa herança entre os santos.
2º.A cruz sempre foi um princípio eterno em DEUS. Ela não é uma alternativa posterior ou um
acidente no universo;

3º.Nunca podemos pensar na cruz unicamente como uma medida que DEUS encontrou para
realizar a redenção, porque assim, perdemos de vista o propósito mais amplo de DEUS.

4º.Desde o início o Pai desejava Ter uma família de filhos que abraçassem o mesmo princípio
de cruz o qual eternamente governou o seu coração.

5º.Era intenção de DEUS que essa cruz fosse gravada de tal forma em seus filhos que ela se
tornasse seu objetivo de vida.

O PERIGO DE IGNORARMOS A CENTRALIDADE DA CRUZ

No livro de Josué no capítulo 22 temos um episódio que nos ensina acerca da CENTRALIDADE
DA CRUZ. Para compreendermos claramente esse capítulo é importante lermos Números 32.1-
15 e Dt 3.12-14. Aqui, as tribos de Rúben e Gade pedem a Moisés que lhe dêem a terra de
Gileade que estava a leste do Jordão, uma região apropriada para criação de gado. Moisés
temia que isso trouxesse divisão entre as tribos de Israel. Mas essas tribos se comprometeram
em lutar e depois voltariam para habitar essa terra.

Quando chegamos ao capítulo 22 do livro de Josué, vemos uma lição solene do Perigo de
ignorarmos a centralidade da cruz. O capítulo 32 de Números constrói para nós todo o
contexto desse capítulo 22 de Josué.

Lá no capítulo 32 de Números vemos que essas tribos ganharam muitos despojos de guerra, e
eles preferiram ficar antes do Jordão porque aquela terra era boa para criar gado e ovelhas,
eles preferiram àquela terra do que entrar na terra prometida, aquele lugar que DEUS já tinha
falado que ali deveria ser o destino deles. Depois que Moisés advertiu os filhos de Rúben, Gade
e a meia tribo de Manasses, eles resolveram entrar na terra, mesmo deixando para trás suas
esposas e filhos, e só voltarem depois de lutar com seus irmãos e conquistar aquela terra.

Vamos extrair algumas lições aqui:

1ª.Essas duas tribos e a meia tribo de Manassés estavam com seus olhos apenas nas coisas
materiais, preocupados com o gado, ovelhas e com os verdes pastos. Lucas 17.30-33: “Assim
será no dia em que o Filho do Homem se manifestar. Naquele dia, quem estiver no eirado e
tiver os seus bens em casa não desça para tirá-los; e de igual modo quem estiver no campo
não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á;
e quem a perder de fato a salvará”. Em Gênesis 19.26 diz que a mulher de Ló “olhou para
trás”; essa frase é importante nesse contexto porque se voltarmos ao versículo 17 desse
mesmo capítulo de Gênesis, vemos que o anjo do SENHOR lhes advertiu: “Livra-te, salva a tua
vida; não olhes para trás”. E nesse sentido, vemos que o trabalho da cruz opera em nosso
coração tratando com as coisas materiais. O apego as coisas que ocupam nosso coração. No
Evangelho de Mateus o SENHOR JESUS disse: “porque, onde está o teu tesouro, aí estará
também o teu coração” – (Mt 6.21). Esta é a razão pela qual a cruz tem que trabalhar em
nosso homem interior, para que nossos valores sejam os mesmos valores de DEUS.

2ª.Escolheram habitar em um lugar onde não havia a arca da aliança que tipificava o
testemunho do SENHOR entre eles. Veja que o inimigo preparou um ambiente propício para
que eles fossem distraídos, e por isso não perceberam a sutileza do fracasso espiritual. Isso nos
fala do perigo da sedução do mundo. Paulo diz em Gálatas 6.14: “Mas longe esteja de mim
gloriar-me, senão na cruz de nosso SENHOR JESUS CRISTO, pela qual o mundo está crucificado
para mim, e eu, para o mundo”. Temos que entender que a expressão mundo nos fala de uma
“entidade espiritual”. O SENHOR JESUS orou ao Pai e disse: “Eu lhes tenho dado a tua palavra,
e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que
os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” - (Jo 17.14,15). O sentido da palavra “mal” é
perversidade e iniquidade. Lá cruz o SENHOR JESUS se entregou ao Pai sem reservas; Ele
colocou de lado todos os seus direitos e insígnias celestes; renunciou a tudo para morrer em
nosso lugar. Quando Paulo diz “gloriar-me senão na cruz” ele está dizendo que esse é o único
caminho para vencermos o poder do mundo sobre nós. Só há glória na cruz se o mundo estiver
crucificado para nós.

3ª.Como é perigoso edificar coisas para DEUS mesmo que isto não seja o propósito de DEUS e
nem para a glória de DEUS. O versículo 10 de Josué 22 diz que eles levantam um altar de
grande aparência e seus irmãos ficam preocupados, porque só existia um altar e um
tabernáculo; então que altar era este? Este era o altar da ignorância e da divisão. Aquele
grande altar não ajudava a mostrar a unidade do povo e sim a sua divisão. Assim também é
hoje. Altares majestosos foram e estão sendo erguidos pela cristandade, prédios de grande
aparência onde nossos irmãos tem chamado de Igreja. Também estamos divididos por
verdades bíblicas, mas isso não ajuda a mostrarmos a unidade do povo de DEUS, apenas a sua
divisão.

CONSAGRAÇÃO – O CAMINHO PARA DEUS

O texto ainda diz:“nem ofereceram holocausto”. A oferta de holocausto é também chamada


de oferta queimada. Essa oferta aponta para a entrega total de CRISTO ao Pai. No aspecto
espiritual da vida cristã, essa oferta fala da nossa consagração a DEUS.

Ao receber a oferta o sacerdote a examinava detalhadamente, e de acordo com o memorial


estabelecido, ele realizava o sacrifício. O animal era oferecido no altar e se tornava uma oferta
de cheiro suave.

Há três princípios importantes que temos que observa:


1.o ato da oferta;

2.o sacrifício;

3.e o resultado.

Vamos observar alguns princípios do Holocausto: As três etapas deveriam estar de acordo com
a vontade de DEUS, para que o ofertante seja aceito diante de DEUS. Cada etapa deveria ser
cumprida adequadamente conforme o princípio estabelecido por DEUS. Cada etapa só poderá
ser realizada depois de cumprida a primeira, e assim sucessivamente. Ninguém podia
prosseguir em sua oferta sem a aprovação de DEUS, para não ferir Sua vontade. O que
aprendemos aqui é o caminhar progressivo da vida crista na base da cruz.

No holocausto vemos três aspectos da cruz em nossa vida.

Primeiro nível – terreno. O animal era trazido pelo ofertante andando, e assim, era entregue
nas mãos do sacerdote. Há quatro passagens que nos ajudarão a entender essa verdade:

1.Mt 10.34-39 – A cruz precisa trabalhar em nossas afeições naturais.

2.Mt 16.21-26 – A cruz tem que trabalhar nossa auto-piedade.

3.Lc 17.26-33 – A cruz nos separa do amor do mundo. o que vemos nessa passagem que todas
as coisas são legítimas, mas são coisas que se não forem trabalhadas pela cruz poderão nos
corromper. Aqui temos a cruz nos libertando de tudo que é terreno e material, e que o inimigo
sistematizou para nos aprisionar.

4.Jo 12.20-25 – A cruz nos separa da glória pessoal.

Segundo nível – o altar (Rm 12.1,2). O animal era entregue ao sacerdote, que depois de imolá-
lo o colocava sobre o altar. Aqui temos um processo mais elevado da obra da cruz em nós. A
cruz trabalha a nossa entrega total a DEUS. Aqui é onde vemos que só há glória na cruz se a
cruz for à nossa glória - (Gl 2.19; 6.14).

Terceiro nível – Cheiro Suave. A fumaça penetrava nas alturas. Crucificado na cruz CRISTO
morreu, e em seguida, Ele foi sepultado, ressuscitado, e finalmente Ele ascendeu-se aos mais
altos céus, como diz Paulo em Efésios 5.2: “e andai em amor, como também CRISTO nos amou
e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a DEUS, em aroma suave”. Creio
que esse último aspecto do holocausto, nos ensina sobre o viver prático, que participamos
desta obra elevada da cruz em nossa vida. Nesse terceiro nível temos o viver adequado que
agrada a DEUS – cheiro suave. A única frase que pode nós revelar o que significa viver uma
vida como sacrifício agradável a DEUS, esta na frase que Paulo usou cento e sessenta e quatro
vezes em seus escritos, que é “em CRISTO”. Paulo usou um termo em algumas das suas
epístolas para mostrar-nos e sentido desse assunto na vida cristã; o termo é euarestos, que
significa: “aceitável”, “apropriado”. Em Filipenses Paulo nos dá uma definição exata do
significado dessa palavra, vejamos: “Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde
que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como
sacrifício aceitável e aprazível a DEUS” – (Fp 4.18). Leiamos alguns textos onde ele usou esse
termo:

Rm 12.1: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de DEUS, que apresenteis o vosso corpo
por sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o vosso culto racional”.

Rm 14.18: “Aquele que deste modo serve a CRISTO é agradável a DEUS e aprovado pelos
homens”.

2 Co 5.9: “É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe
sermos agradáveis”.

Quero mostrar-lhe a realidade contextual de cada um desses textos, para que possamos
extrair suas riquezas. Em Romanos 12.1, temos um apelo do apóstolo em uma tônica solene
para que tenhamos uma vida de consagração a DEUS; que nosso corpo que é o templo do
ESPÍRITO SANTO seja um culto aceitável a DEUS. Quando chegamos no capítulo 14 e o verso 18
de Romanos, é importante sabermos que o contexto inicia no versículo 13. Paulo exorta os
cristãos quanto ao zelo que devemos ter uns com os outros; para que nossa vida não seja um
tropeço aos nossos irmãos. O assunto aqui é o amor fraternal; e o apóstolo diz que aquele que
anda e não escandaliza seu irmão serve a CRISTO e isto é aceitável diante de DEUS. Quando
chegamos ao capítulo 5 da Segunda carta aos Coríntios, vemos o assunto acerca da eternidade
como uma realidade presente, e a redenção do nosso corpo.

Postado por Luiz Fontes às 04:47

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3 comentários:

LUCAS TITO10 de fevereiro de 2010 às 15:17

Olá irmão,

A centralidade da Cruz de Cristo tem sido gradualmente revelada na minha vida pelo Espírito
Santos, e mais acentuadamente nestes últimos dias, quando, juntamente com os meus irmão
da minha congregação, aqui em Salvador, temos estudado o livro "O Mensageiro da Cruz" do
irmão Wathman Nee.

Deus o abençoe