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INTEGRANTES MATRÍCULA

Giuliano Simões Rodrigues 201810095


Josequiel Rodrigues Alves 201813069
Márcio Rodrigo Bordin 201810552
Rafael Alessandro de Sá Araújo 201810558

COMPONENTES BÁSICOS DE UM COMPUTADOR

Placa-mãe:

Também conhecida como "motherboard" ou "mainboard", a placas-mãe é o principal


componente de um PC, responsável pela comunicação entre todos os componentes. Possuindo
enorme quantidade de chips, trilhas, capacitores e encaixes, é o componente mais suscetível a
defeitos, por exemplo, um slot PCI que pare de funcionar, falha de um pente de memória que
funciona em um soquete mas não em outro, etc.
Muitos problemas de instabilidade e travamentos são causados por defeitos na placa-
mãe, por isso ela deve receber especial atenção quando de sua aquisição. Vale mais a pena
investir numa boa placa-mãe e economizar em outros componentes do que o inverso. Seu
desempenho é mais importante que o do processador. Uma diferença de 20% no clock do
processador é quase imperceptível, mas travamentos e placas de vídeo sem um bom suporte
no Linux serão motivo para muita dor de cabeça.
Há algum tempo que a polêmica entre placas com ou sem componentes onboard
perdeu importância, pois hoje todas as placas-mãe trazem som e rede onboard. Alguns poucos
modelos não trazem vídeo onboard para atender a uma parcela específica do público que
prefere usar uma placa 3D offboard e opta por uma placa mais barata ou com mais slots PCI
do que com o vídeo onboard que não vai usar.
Os conectores disponíveis na placa estão muito relacionados ao nível de atualização
do equipamento. Nas motherboards atuais há conectores para diferentes tipos de periféricos,
normalmente localizados na parte traseira do gabinete. O mais comum é Universal Serial Bus
(USB), dispostas tanto na dianteira quanto na traseira do gabinete. Outras também tem
conexões para auto-falantes, juntamente com portas para FireWire, dispositivos seriais e
paralelas. Algumas têm ainda conectores add-on cards para inserção de cartões.
Há ainda pelo menos um conector de alimentação por onde entra energia vinda da
fonte de alimentação, podendo, em alguns casos, existirem outros conectores do tipo em
computadores desktop com requisitos muito elevados de energia.

Figura 1: Exemplo de placa-mãe.


Processador:

O Processador ou CPU (não confundir com Gabinete, aquela “caixa” onde ficam a
maioria dos componentes como as unidades de disco internos e externos, erroneamente
chamada assim) é o que se pode chamar de “cérebro” do computador. Trata-se de uma
espécie de microchip de silício, composto atualmente por até bilhões de transístores ligados
entre si, especializado cuja função é acelerar, endereçar, resolver ou preparar dados,
dependendo da aplicação. Pode-se dizer que é uma poderosa máquina de calcular. Ele recebe
um determinado volume de dados, orientados em padrão binário de 0 e 1 e tem a função de
responder a esse volume, processando a informação com base em instruções armazenadas em
sua memória interna.
Entre seus componentes estão:
 Unidade de Controle: é o que mais se aproxima a um “cérebro” no processador. É um
controlador que define o regime de funcionamento e da ordem às diversas tarefas do
processador.
 Cache: espaço onde as informações constantemente solicitadas são alocadas, o que
resulta em economia de tempo já que não é necessária uma varredura em disco ou na
memória RAM a cada vez que tais dados são solicitados.
 Registradores: é neles que ficam armazenadas as instruções que indicam ao
processador o que fazer com os dados recebidos: diversas regras que orientam a ULA
a calcular e dar sentido aos dados que recebe.
 Memory Management Unit (MMU): responsável pela coordenação do funcionamento
da memória. A velocidade do processador é dependente da velocidade da memória. O
MMU faz a conexão entre ambos transformando instruções lógicas (virtuais) em
endereços físicos nos bancos de memória. Quando o processador varre a memória
buscando dados e instruções é o MMU que anota onde cada informação do sistema
está hospedada nela e diz ao processador onde deve procurar.
 Clock: um dos principais critérios, mas não o único, para estabelecer a velocidade do
processador. Mede os ciclos e orienta o ritmo do fluxo de troca de informações no
processador. Pontos que entram nessa conta: interface de memória, quantidade de
cache, arquitetura e outros.

Figura 2: Dois exemplares de processadores dos principais fabricantes da atualidade.


Memória:

A memória RAM é onde são armazenados os arquivos e programas que estão sendo
executados. Seu tamanho tem grande efeito sobre o desempenho do computador. Quando
a memória RAM torna-se insuficiente, o sistema passa a usar memória SWAP, muito mais
lenta.
Uma de suas principais características é ser volátil, ou seja, a cada vez que o
computador é reiniciado tudo o que está nela contido é perdido. Daí a necessidade de se
refazer o processo de carregamento, quando o sistema operacional e aplicativos são
transferidos do HD para a memória, onde podem ser executados pelo processador.
Os chips de memória são vendidos em pentes de memória de várias capacidades,
por exemplo, 4 ou 8 GB (gigabytes). As placas-mãe normalmente possuem dois ou três
encaixes onde esses pentes podem ser colocados em diferentes combinações.
Em comparação com o processador, os chips de memória são formados pela
repetição de uma estrutura bem simples, formada por um transístor e um capacitor. Um
transístor é responsável pelo processamento de um único bit por vez e o capacitor permite
armazenar por certo tempo a informação. Essa simplicidade faz com que o custo da
memória seja muito menor do que o do processador. Em comparação: um pente de 1 GB,
composto por 8 chips, cada um com 1024 megabits (um total de 1 bilhão e 24 milhões de
transistores) custa muito menos do que Athlon 64 X2 com “apenas” 233 milhões de
transístores.
Apesar do avanço da tecnologia, a memórias RAM ainda é muito mais lentas que o
processador. Para compensar isso, são usados dois níveis de cache incluídos no próprio
processador: L1 e L2. O primeiro trabalha na frequência do processador. O segundo,
embora mais lento em termos de tempo de acesso e em largura de banda, é bem mais
econômico em termos de transístores, permitindo que seja usado em maior quantidade.

Figura 3: Alguns diferentes tipos de pentes de memória.


HD:

O HD (sigla de Hard Disk, ou em português, Disco Rígido) serve como unidade de


armazenamento permanente, onde os dados ficam guardados quando o computador é
desligado. É composto por discos magnéticos capazes de manter a gravação por anos.
Estes, giram em altíssima velocidade e em sua superfície a gravação e leitura são feitas por
um conjunto de cabeças de leitura instaladas em um braço móvel capaz de acessar
qualquer posição nos discos. É um dos poucos componentes mecânicos ainda usados nos
microcomputadores atuais. Por esse motivo, dura menos tempo, o que inspira cuidados.
A título de curiosidade temos que, até o surgimento do Knoppix, Kurumin e outras
distribuições Linux, era tradicionalmente no HD que ficava o sistema operacional antes de
ser usado. Essas distribuições criaram um conjunto de modificações que “enganam” o
sistema, fazendo com que ele use os arquivos que não precisam ser modificados
diretamente do CD-ROM e o restante a partir da RAM.
Por seu custo muito menor, o HD permite usar uma quantidade de memória muito
maior do que a RAM do computador.
Antigamente (na década de 80), se você quisesse rodar um programa com mais de
256 KB teria que comprar memória. Isso que limitava o tamanho dos programas
desenvolvidos, fazendo os programadores esforçarem-se para desenvolvê-los a fim de
usarem a menor quantidade possível de memória.
A solução para isso veio quando a Intel estava desenvolvendo o 386. Foi criado o
recurso da memória virtual, onde um espaço no HD fazia as vezes de memória RAM. Esta
memória virtual era armazenada em um arquivo especialmente formatado no HD (no caso
do Windows) ou em uma partição dedicada (caso do Linux), permitindo ao sistema continuar
funcionando mesmo com pouca memória disponível. Isso, obviamente, trazia alguma
lentidão ao sistema, já que o HD funciona muito mais lentamente que a RAM.

Figura 4: HD, Hard Dsk ou Disco Rígido – Como muitos o conhecem (esq.) e sua aparência
interna.
Placa de Vídeo:

A placa de vídeo ou GPU é um componente de hardware que transmite as imagens


para o monitor. Também chamada de processador gráfico, processa os dados e os
transforma em imagem. As placas são indispensáveis para alguns programas de edição
gráfica, e para um bom desempenho em assistir vídeos, sem contar os games, que
precisam de placas cada vez melhores para apresentarem o máximo de desempenho.
Para compreender como uma GPU trabalha, tomemos como exemplo um
computador que tenha resolução de 1366 X 768 pixels. Não importa o tamanho do monitor
ao qual se conecte este equipamento, sua imagem sempre será formada por 1.049.088
pontos, cada um deles representado por um pixel a ser iluminado. Todos tem uma
coordenada, sua própria cor e comportamento, tudo isso gerenciado pela placa de vídeo,
que coordena a constante mudança individual de cor e luminosidades ocorridas durante a
exibição de um filme ou jogo, por exemplo. Tudo ocorre em intervalos minúsculos de tempo.
Há dois tipos de placas: as embutidas, utilizadas por aqueles usuários que não
necessitam de muito processamento de vídeo e que, na verdade, não são placas
propriamente ditas, mas sim um processador gráfico acoplado à própria placas-mãe. Por
outro lado, temos as “verdadeiras” placas de vídeo, que são usadas por gamers e outros
usuários que necessitam de grande processamento de imagens para suas aplicações. Estas
possuem processador e memória próprios e têm alto custo.

Figura 4: Exemplo de placa de vídeo.

Fonte de Alimentação:

Outro componente essencial para um PC que é, muitas vezes, erroneamente


relegada a segundo plano.
Sua função é transformar a corrente alternada vinda da rede elétrica através da
tomada em corrente contínua nas tensões corretas usadas pelos componentes do
computador. É também a última linha de defesa contra picos de tensão e instabilidade na
corrente, depois do nobreak ou estabilizador.
A evolução das placas de vídeo e processadores faz os PCs consumirem cada vez
mais energia. Enquanto fontes de 200 watts eram suficientes para alimentar os antigos 486,
atualmente não há equipamentos com fontes com potência aquém de 450 watts sendo que,
em certos casos como micros com duas placas 3D de ponta em SLI, é necessário o uso de
fontes com até 1000 watts.
O uso de uma fonte subdimensionada incapaz de fornecer energia suficiente nos
momentos de pico pode causar desde erros diversos provocados por falhas no fornecimento
(travamento ao rodar um game pesado ou sempre depois de um tempo de uso) até, em
casos graves, danos aos componentes. Em casos extremos, uma fonte de má qualidade,
trabalhando além do suportado, pode explodir, danificando placas-mãe, memórias, HDs e
outros componentes sensíveis.
Figura 5: Fonte de alimentação ATX.

Software:

Os computadores são, talvez, as únicas máquinas que são inúteis se não forem
orientadas para a função que devem realizar. Enquanto outros equipamentos bastam ser
ligados para executarem a tarefa para que foram concebidos, os computadores precisam
ser guiados. E é aí que entra o software, gigantescas cadeias de instruções que permitem a
eles fazerem coisas úteis.
O primeiro e fundamental software usado por computadores modernos é o sistema
operacional que, junto a outros programas que fazem o controle da parte física dos
computadores (hardware), forma o que se chama software básico. Ele fornece a base sobre
a qual rodam os programas que utilizamos. Sua função é detectar e utilizar o hardware da
máquina de forma eficiente. É importante que seja invisível ao usuário pois, como disse
Linus Torvalds, quando você se lembra que está usando um sistema operacional, é sinal de
que alguma coisa não está funcionando como deveria.
O sistema operacional coordena o funcionamento e a interação entre os
componentes físicos do computador, como os vistos anteriormente, para que o usuário
possa se concentrar em funções práticas.
Para cumprir essa tarefa, o sistema operacional conta com os drivers, que são
pequenos programas que faz a ponte entre ele e os dispositivos.
A última camada, por assim dizer, são os softwares aplicativos, que são os que
usamos no dia-a-dia, como editores de texto, navegadores de internet, planilhas eletrônicas,
etc.

Figura 6: Tela principal do Windows 10, sistema operacional da Microsoft, exemplo de


software básico.
Figura 7: Tela de abertura do BrOffice, suíte de aplicativos equivalente ao Microsoft Office,
exemplo de software aplicativo.
CONCLUSÃO

O computador, não importa a sua configuração, possui sempre alguns componentes


básicos essenciais sem os quais não pode ser classificado como tal. Ele não é a única
máquina que processa dados, há outras que realizam tal função mas, não possuindo um ou
alguns desses componentes, não podem ser consideradas verdadeiros computadores.
Para ser um computador, o dispositivo deve, além de receber, processar e devolver
dados possuir, ao menos, os componentes básicos vistos neste trabalho.
BIBLIOGRAFIA

MORIMOTO, Carlos E. Hardware, o Guia Definitivo. Disponível em:


<https://www.hardware.com.br/livros/hardware> Acesso: 07 de abril de 2018

GARRETT, Felipe. Saiba o que é o processador e qual sua função. Disponível em:
<http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/02/o-que-e-processador.htm> Acesso: 07
de abril de 2018

BRITO, Felipe. Tudo sobre processador. Disponível em: <https://www.zoom.com.br/pc-


computador/deumzoom/tudo-sobre-processador> Acesso: 07 de abril de 2018

HAUTSCH, Oliver. O que é um transístor e porque ele é importante para o


computador?Disponível em: <https://www.tecmundo.com.br/o-que-e/3596-o-que-e-um-
transistor-e-porque-ele-e-importante-para-o-computador-.htm> Acesso: 07 de abril de 2018

GARRETT, Felipe. Para que serve a placa de vídeo. Disponível em:


<http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/02/para-que-serve-placa-de-video.html>
Acesso: 07 de abril de 2018