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13/05/2018

13/05/2018 Professora: Sheila C. M. Pereira MONTES CLAROS - 2018 - A construção civil é uma
13/05/2018 Professora: Sheila C. M. Pereira MONTES CLAROS - 2018 - A construção civil é uma

Professora: Sheila C. M. Pereira

MONTES CLAROS - 2018
MONTES CLAROS - 2018
Professora: Sheila C. M. Pereira MONTES CLAROS - 2018 - A construção civil é uma importante

- A construção civil é uma importante atividade para o desenvolvimento econômico e social.

atividade para o desenvolvimento econômico e social. Fonte: Disponível em

Fonte: Disponível em http://www.setorvidreiro.com.br/o-que- procura/detalhe.php?id=313&pg=13 Acesso em: 20 abr., 2015

-Desconhecimento e gestão inadequada dos RCC pelos Engenheiros Civis.

- Boa parte dos materiais que entram em uma obra, acabam saindo como RS. Resíduo conhecido pela população como entulho: há menções a mais de 30% de perdas. (BARROS, 2012)

- Os RCC são destinados de forma

incorreta na maioria das cidades brasileiras por não haver nessas cidades um local para destinação correta ou uma Usina de Reciclagem de resíduos classe A, impossibilitando o cumprimento da Resolução Conama.

correta ou uma Usina de Reciclagem de resíduos classe A, impossibilitando o cumprimento da Resolução Conama.

13/05/2018

13/05/2018 FONTE: SHEILA PEREIRA (2012) FONTE: SHEILA PEREIRA (2012) Resíduos da Construção Civil  Estimula o
FONTE: SHEILA PEREIRA (2012)
FONTE: SHEILA PEREIRA (2012)
FONTE: SHEILA PEREIRA (2012)
FONTE: SHEILA PEREIRA (2012)
FONTE: SHEILA PEREIRA (2012) FONTE: SHEILA PEREIRA (2012) Resíduos da Construção Civil  Estimula o lançamento

Resíduos da Construção Civil

Estimula o lançamento de outros resíduos;

Criatórios de animais peçonhentos e vetores transmissores de doenças;

Compromete a rede de drenagem pluvial;

Afeta a estabilidade de encostas;

Diminui a vida útil dos aterros sanitários;

Maiores custos à administração pública para correção dos pontos de disposição clandestina e controle de doenças.

custos à administração pública para correção dos pontos de disposição clandestina e controle de doenças. 2
custos à administração pública para correção dos pontos de disposição clandestina e controle de doenças. 2

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13/05/2018 Fonte: Karpinsk et al. (2009) Fonte: Karpinsk et al. (2009) 3
Fonte: Karpinsk et al. (2009)
Fonte: Karpinsk et al. (2009)
13/05/2018 Fonte: Karpinsk et al. (2009) Fonte: Karpinsk et al. (2009) 3
Fonte: Karpinsk et al. (2009)
Fonte: Karpinsk et al. (2009)

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13/05/2018  O setor da construção civil brasileiro é estimado em consumir 210 milhões de toneladas

O setor da construção civil brasileiro é estimado em consumir 210 milhões de toneladas por ano de agregados naturais para a produção de concretos e argamassas (JOHN, 2000 apud KARPINSK, 2009).

A geração de resíduos acompanha o desenvolvimento

econômico no país.

O modelo econômico brasileiro estimula a busca por recursos naturais e o desenvolvimento atual é insustentável.

naturais e o desenvolvimento atual é insustentável.  A composição dos RCC é diferente em cada
naturais e o desenvolvimento atual é insustentável.  A composição dos RCC é diferente em cada

A composição dos RCC é diferente em cada etapa da obra, mas sempre há um produto que sobressai, o qual é diferente em cada país, devido às diferentes tecnologias utilizadas.

A composição dos RCC nas construções convencionais, está

relacionada com os desperdícios. E segundo Medeiros (2002),

os RCC correspondem a 60% dos resíduos urbanos.

Nos estados brasileiros há carência de informações dos RCC, aparecendo como predominantes em suas composições os resíduos domésticos.

dos RCC, aparecendo como predominantes em suas composições os resíduos domésticos. Fonte: Karpinsk et al. (2009)

Fonte: Karpinsk et al. (2009)

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13/05/2018  A composição do entulho que sai do canteiro de obras é composta segundo Camargo

A composição do entulho que sai do canteiro de obras é composta segundo Camargo (1995) por 64% de argamassa, 30% de componentes de vedação (tijolo maciço, tijolo furado e blocos de concreto), e 6% por outros materiais (concreto, pedra, areia, metais e plásticos). (KARPINSK et al., 2009) Existem outros dados de pesquisa, e devemos ser criteriosos em divulgar informações. Passaram-se 20 anos da informação anterior.

informações. Passaram-se 20 anos da informação anterior. A pesquisa de Naime (2002) – 83% dos RCC
informações. Passaram-se 20 anos da informação anterior. A pesquisa de Naime (2002) – 83% dos RCC
A pesquisa de Naime (2002) – 83% dos RCC tem potencial de reciclagem.
A pesquisa de Naime (2002) – 83% dos RCC tem
potencial de reciclagem.

Fonte: Karpinsk et al. (2009)

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13/05/2018 Estimativa internacional sobre a geração de RCC – 130 kg/hab.ano a 3000 kg/hab.ano (PINTO, 1999).

Estimativa internacional sobre a geração de RCC 130 kg/hab.ano a 3000 kg/hab.ano (PINTO, 1999).

Fonte: Karpinsk et al. (2009)

kg/hab.ano (PINTO, 1999). Fonte: Karpinsk et al. (2009)  Segundo a Abrelpe (2010) foram coletados 30.998.000

Segundo a Abrelpe (2010) foram coletados 30.998.000 t de RCC no Brasil em 2010 e 28.530.000 t em 2009, tendo um aumento de 8,6% e quase a metade é proveniente da região sudeste (BARROS, 2012).

No Brasil, até 2002 não existiam leis para os RCC. Uma legislação municipal de São Paulo proibia a destinação desses resíduos em vias e logradouros públicos, atribuindo ao gerador a responsabilidade pela sua remoção e destinação (SCHNEIDER; PHILIPPI, 2004 apud karpinsk, 2009).

ao gerador a responsabilidade pela sua remoção e destinação (SCHNEIDER; PHILIPPI, 2004 apud karpinsk, 2009). 6

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13/05/2018 Tabela 3 – Desperdício de materiais em processos construtivos convencionais em 12 estados Fonte: Júnior

Tabela 3 Desperdício de materiais em processos construtivos convencionais em 12 estados

em processos construtivos convencionais em 12 estados Fonte: Júnior (2007) Tabela 4 – Levantamento do custo
em processos construtivos convencionais em 12 estados Fonte: Júnior (2007) Tabela 4 – Levantamento do custo

Fonte: Júnior (2007)

convencionais em 12 estados Fonte: Júnior (2007) Tabela 4 – Levantamento do custo da gestão corretiva

Tabela 4 Levantamento do custo da gestão corretiva em alguns municípios de São Paulo

da gestão corretiva em alguns municípios de São Paulo Ação corretiva baseada em remover os resíduos

Ação corretiva baseada em remover os resíduos das áreas de bota-foras.

de São Paulo Ação corretiva baseada em remover os resíduos das áreas de bota-foras. Fonte: Júnior

Fonte: Júnior (2007)

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13/05/2018  “Resíduos da construção civil: os gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de

“Resíduos da construção civil: os gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil,

incluídos os resultantes da preparação e escavação de terrenos

para obras civis”.

Estão sujeitos à elaboração de Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos as empresas da construção civil.

de Resíduos Sólidos as empresas da construção civil.  Classe IIB – inertes: “são resíduos que,
de Resíduos Sólidos as empresas da construção civil.  Classe IIB – inertes: “são resíduos que,

Classe IIB inertes: “são resíduos que, submetidos ao teste de

solubilização, não tiveram qualquer de seus componentes

solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água”.

Classe I perigosos: corrosividade, toxicidade.

superiores aos padrões de potabilidade da água” .  Classe I – perigosos: corrosividade, toxicidade. 8

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13/05/2018  Tabela 5 – Levantamento de Normas Técnicas relacionadas à construção dos dispositivos que fazem

Tabela 5 Levantamento de Normas Técnicas relacionadas à construção dos dispositivos que fazem parte da Gestão Diferenciada dos RCC

dispositivos que fazem parte da Gestão Diferenciada dos RCC Fonte: Júnior (2007)  Facilitar a disposição

Fonte: Júnior (2007)

parte da Gestão Diferenciada dos RCC Fonte: Júnior (2007)  Facilitar a disposição final: pontos de

Facilitar a disposição final: pontos de entrega voluntária (PEVs) para receber os resíduos de pequenos geradores e áreas licenciadas para receber os resíduos transportados pelos geradores e provenientes dos PEVs.

Segregação na geração: Criação de procedimentos e regras que visem a segregação de resíduos no local de geração. Regras para o recebimento dos resíduos nos locais licenciados.

Reciclagem para alteração da destinação: Criação de áreas para o recebimento dos RCC substituindo-se o aterramento pela reciclagem de resíduos, utilizando-se a sustentabilidade como princípio.

de resíduos, utilizando-se a sustentabilidade como princípio. Fonte: Modificado de Pinto (1999) apud Júnior (2009) 9

Fonte: Modificado de Pinto (1999) apud Júnior (2009)

13/05/2018

13/05/2018 Resolução Conama n° Resolução CONAMA n° 307/2002 Diretrizes, critérios e procedimentos para a
Resolução Conama n° Resolução CONAMA n° 307/2002 Diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos
Resolução Conama n°
Resolução CONAMA n°
307/2002
Diretrizes, critérios e
procedimentos para a gestão
dos RCC
348/2004
Altera a Res Conama 307,
incluindo o amianto na classe
dos resíduos perigosos
431/2011
Altera a Res Conama 307,
estabelecendo nova
classificação para o gesso
448/2012
Altera os artigos 2°, 4°, 5°, 6°,
8°, 9°, 10 e 11 da Resolução
307

Resíduos da Construção Civil

Resolução CONAMA n° 307/02

Art. 3°: Classificação dos resíduos em classes A, B, C e D

Art. 4°: Priorizar o princípio da não geração de resíduos;

§ 1° proíbe a disposição em aterro de RSU, em áreas de bota fora”, em encostas, corpos d’água, lotes vagos e em áreas protegidas por Lei;

Art. 5°: Municípios elaborarão o Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil;

Art. 7°: Pequenos geradores, os municípios são os responsáveis pela elaboração, implementação e coordenação do Programa Municipal de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil;

Art. 8°: Os Projetos de GRCC serão elaborados e implementados pelos geradores não enquadrados no artigo anterior, que terão que estabelecer o manejo e a destinação adequada.

pelos geradores não enquadrados no artigo anterior, que terão que estabelecer o manejo e a destinação

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Classe Destinação Final A – são os reutilizáveis ou recicláveis como os agregados reutilizados ou
Classe
Destinação Final
A – são os reutilizáveis ou
recicláveis como os
agregados
reutilizados ou reciclados na forma
de agregados, ou encaminhados a
aterros de construção civil
(utilização ou reciclagem futura)
B – recicláveis para outras
destinações:plásticos,
papel/papelão, vidro
Reutilizados, reciclados ou
encaminhados a áreas de
armazenamento temporário
(utilização ou reciclagem futura)
C – não foram desenvolvidas
tecnologias para
reciclagem/recuperação
(gesso)**
Armazenados, transportados,
reutilizados e destinados em
conformidade com as normas
técnicas específicas
D – perigosos oriundos da
construção:tintas, solventes,
Armazenados, transportados e
destinados em conformidade com as
normas técnicas específicas
óleos,
telhas e demais que
contenham amianto
,
** Gesso possui nova classificação
telhas e demais que contenham amianto , ** Gesso possui nova classificação Fonte: Spadotto; Vecchia e
telhas e demais que contenham amianto , ** Gesso possui nova classificação Fonte: Spadotto; Vecchia e
Fonte: Spadotto; Vecchia e Carli (2012)
Fonte: Spadotto; Vecchia e Carli (2012)

13/05/2018

13/05/2018  O que contribui para o controle dos RCC em alguns países é a legislação

O que contribui para o controle dos RCC em alguns países é a legislação mais fundamentada com punições severas e a cobrança da taxa para a disposição irregular (SPADOTTO, VECCHIA e CARLI, 2012).

No Brasil, até 2002 não existiam leis para os RCC. Uma legislação municipal de São Paulo proibia a destinação desses

resíduos em vias e logradouros públicos, atribuindo ao gerador

a responsabilidade pela sua remoção e destinação (SCHNEIDER; PHILIPPI, 2004 apud karpinsk, 2009).

(SCHNEIDER; PHILIPPI, 2004 apud karpinsk, 2009).  http://www.abrecon.org.br/  surgiu das necessidades
(SCHNEIDER; PHILIPPI, 2004 apud karpinsk, 2009).  http://www.abrecon.org.br/  surgiu das necessidades

surgiu das necessidades das empresas recicladoras de entulho de mobilizar e sensibilizar governos e sociedade sobre a problemática do descarte irregular dos resíduos da construção e oferecer soluções sustentáveis para a construção civil em um dos momentos mais importantes da história para o setor produtivo.

sustentáveis para a construção civil em um dos momentos mais importantes da história para o setor

13/05/2018

13/05/2018  Desmontec – São Paulo/SP (bica corrida e rachão)  Eco-X – Guarulhos/SP (Recebe: Resíduos

Desmontec São Paulo/SP (bica corrida e rachão)

Eco-X Guarulhos/SP (Recebe: Resíduos classe A. Oferece:

Areia, pedrisco, brita, rachão e bica corrida).

Foccus Gerenciamento de Resíduos Praia Grande/SP (Recebe: classe A e B. Oferece: Areia, pedriscos, Pedra 1 e bica corrida).

Instituto Nova Ágora de Cidadania Osasco/SP (Recebe:

classe A e B. Oferece: Areia, brita, pedriscos e rachão).

Morada do Sol Ambiental: Araraquara/SP (Bica corrida e cavaco de madeira).

Ambiental: Araraquara/SP (Bica corrida e cavaco de madeira). Fonte: ABRECON (2015)  Premiado pela ONU entre

Fonte: ABRECON (2015)

(Bica corrida e cavaco de madeira). Fonte: ABRECON (2015)  Premiado pela ONU entre as 100

Premiado pela ONU entre as 100 melhores práticas para a melhoria da qualidade de vida.

Premiado pela CAIXA entre as 10 melhores práticas para o desenvolvimento urbano.

“Reciclagem de entulho para a produção de materiais de construção”. Salvador (2001)

de materiais de construção” . Salvador (2001) Fonte:

Fonte: https://pt.scribd.com/doc/70253833/Projeto-Entulho-Bom

13/05/2018

13/05/2018 ABRECON – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO.

ABRECON ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO. Disponível em: http://www.abrecon.org.br/ Acesso em: 20 abr., 2015.

BARROS, R. T. de V. Elementos de gestão de resíduos sólidos. Belo Horizonte: Tessitura, 2012.

CABRAL, A. E. B.; MOREIRA, K. M. de V. Manual sobre os resíduos sólidos da construção civil. Sinduscon CE, 2011. Disponível em: http://www.sinduscon-ce.org/ce/downloads/pqvc/Manual-de-Gestao-de-Residuos- Solidos.pdf Acesso em: 24 abr., 2015.

JÚNIOR, G. T. A. P. Avaliação dos resíduos da construção civil (RCC) gerados no município de Santa Maria. 75f. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Santa Maria, 2007.

KARPINSK, L. A. et al. Gestão diferenciada de resíduos da construção civil: Uma abordagem ambiental. Porto Alegre: ediPUCRS, 2009.

SPADOTTO, A.; VERCCHIA, L. F. D.; CARLI, C. de. Avaliação dos resíduos da construção civil em Xanxerê :

Possibilidades para um fim mais sustentável. In: VIII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO. 8 e 9 de junho de 2012.

para um fim mais sustentável. In: VIII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO. 8 e 9