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MANUAL TÉCNICO HIDRÁULICA
MANUAL TÉCNICO HIDRÁULICA

MANUAL TÉCNICO HIDRÁULICA

MANUAL TÉCNICO HIDRÁULICA
INFORMAÇÕES GERAIS 3
INFORMAÇÕES GERAIS 3

INFORMAÇÕES GERAIS

Curso: Treinamento em Mecânica – Técnico Hidráulica

SENAI-SP, 2009

Coordenação

Marta Regina Pavelqueires (CFP – 6.02)

Elaboração e Diagramação

Orlando Gomes Junior (CFP – 6.02)

Revisão Técnica

Gislaine C. Cândido de Almeida (CFP – 6.02)

Colaboração

Marco Antonio Gobesso (Santal Equipamentos Agrícolas S.A) Antonio Carlos Vasconcelos (Santal Equipamentos Agrícolas S.A) Edgar Daniel (Santal Equipamentos S.A) Éder Rogério Daniel (Santal Equipamentos S.A)

SENAI RIBEIRÃO PRETO, TREINAMENTO EM MECÂNICA – TÉCNICO HIDRÁULICA, por Orlando Gomes Junior, rev, atua, Ribeirão Preto, 2009.

SENAI

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial CFP – 6.02 Escola Engenheiro Octávio Marcondez Ferraz Setor de Treinamento Rua Capitão Salomão, 1813 – Jardim Mosteiro Ribeirão Preto – SP CEP 14085-430

Telefone

(16) 3632-6900

FAX

(16) 3632-6900

E-mail

senairibeiraopreto@sp.senai.br

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www.sp.senai.br

Sumário

CONCEITOS BÁSICOS DE HIDRÁULICA

8

COMPONENTES DO SISTEMA HIDRÁULICO

10

INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

13

TUBULAÇÕES E CONEXÕES

14

VEDAÇÕES

16

FLUÍDOS HIDRÁULICOS

17

BOMBAS E MOTORES HIDRÁULICOS

18

BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO

19

ATUADORES HIDRÁULICOS – CILINDROS

20

VÁLVULAS

22

TABELA PARA FATORES DE CONVERSÃO

24

SIMBOLOGIA HIDRÁULICA

25

CIRCUITOS HIDRÁULICOS

32

MOTORES SAUER-DANFOSS

39

INVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO DOS MOTORES

47

DESMONTAGEM E MONTAGEM DO CILINDRO HIDRÁULICO

49

39 INVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO DOS MOTORES 47 DESMONTAGEM E MONTAGEM DO CILINDRO HIDRÁULICO 49

A SANTAL equipamentos é uma empresa brasileira que desenvolve tecnologia aplicada a

mecanização agrícola e fabrica colhedoras de cana desde 1960, data da sua fundação. Nessas cinco décadas de história, a SANTAL já produziu mais de 20.000 máquinas, sendo 665 colhedoras de cana e seus produtos estão presentes em 14 países.

Parabéns você adiquiriu um produto com a tecnologia SANTAL. Temos a certeza que escolheu o que há de melhor em colheita mecanizada de cana de

açúcar.

A melhor garantia para quem precisa de um equipamento bem projetado para a colheita de

cana de açúcar.

A colhedora SANTAL TANDEM é sua aliada para manter seus lucros e sua produtividade em

seu ponto mais alto. Para quaisquer outras informações, consulte-nos:

MATRIZ E FÁBRICA:

Av: Dos Bandeirantes, 384 – Vila Virgínia CEP: 14030-680 – Cx. Postal 730 Ribeirão Preto – SP, BABX (16) 2101-6622 FAX/VENDAS (16) 2101-6622 FAX/DIRETORIA (16) 2101-6600 E-Mail: santal@santal.com.br Home Page: http://www.santal.com.br

REPRESENTANTE SUL: CANAMAQ:

Rua Comendador José Zilio, 341. CEP: 19800-000 – Cx. Postal 251 Assis – SP, PABX (18) 3322-8960 FAX (18) 3324-1120. E-Mail: santal@canamaq.com.br

REPRESENTANTE: AM2 REPRES. LTDA Av. Independência, 3320 – sala 05 Cond. Salas Executivas – Alto da Boa Vista CEP: 14025-230 – Ribeirão Preto – SP PABX (16) 3620-2840, FAX (16) 3620-2319 E-Mail: am2.santal@yahoo.com.br

REPRESENTANTE NE: NORDESTE IMPLEMENTOS LTDA:

Distrito Industrial Governador Luiz Cavalcanti Q.15 – Tab. Martins – Maceió – AL. CEP: 57082-000 Tel.: (82) 3324-3041, FAX (82) 3324-3941. E-Mail: santaldn@uol.com.br

REPRESENTANTE: NOROMAQ COM. DE MÁQ. LTDA:

Rua Clibas de Almeida Prado – Pq. Industrial CEP: 16058-510 – Araçatuba – SP PABX (18) 3441-2300, FAX (18) 3441-2300 E-Mail: santal@noromaq.com.br

CONCEITOS BÁSICOS DE HIDRÁULICA

CONCEITO DE PRESSÃO

A física nos ensina que pressão é a força distribuída por unidade de área, ou seja:

P = F A
P =
F
A

No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade de força é o Newton (N) e a unidade de área é o Metro Quadrado (m 2 ). Então, no SI a unidade de pressão é o N/m 2 , que recebe o nome de Pascal (Pa). Porém na literatura industrial, ainda são utilizadas outras unidades de pressão, tais como:

Atmosfera (atm), Torricelli (torr), Quilograma-força por centímetro quadrado (kgf/cm 2 ), Milímetro de mercúrio (mm Hg), Bar, Libra força por polegada quadrada (lbf/pol 2 ) também chamada de PSI (pound per square inch), etc. A fórmula de pressão nos informa que a pressão é inversamente proporcional a área, isto é, quanto menor a área de atuação da força, maior será a pressão.

CONCEITO DE VAZÃO

Vazão (Q) é o volume (V) de um fluído que passa na secção transversal de uma tubulação num certo intervalo de tempo (t). Matematicamente temos:

Q = V t
Q = V
t

No Sistema Internacional de Unidades (SI), a vazão é expressa em m 3 /s. Outras unidades de vazão são: L/min, L/s e cm 3 /s.

PRINCÍPIO DE PASCAL

A palavra hidráulica provém do grego: Hydra significa Água e Aulos significa Cano. A hidráulica consiste no estudo e uso dos fluídos confinados. No século XVII, o ramo da hidráulica começou a ser utilizada. Baseava-se no princípio descoberto por Pascal e consistia no uso confinado para transmitir e multiplicar forças. Podemos resumir a Lei de Pascal em: A pressão exercida em qualquer ponto de um líquido estático é a mesma em todas as direções e exerce forças iguais em áreas iguais.

1-Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual é, praticamente, incompressível. 2-Se aplicarmos uma
1-Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual é, praticamente, incompressível. 2-Se aplicarmos uma
1-Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual
é, praticamente, incompressível.
2-Se aplicarmos uma força de 10kgf numa rolha de 1cm 2
de área
o 3-
resultado
será
uma
força
de
10kgf
em
cada
centímetro quadrado das paredes da garrafa.
4-Se o fundo da garrafa tiver uma área 20cm 2 e cada
centímetro estiver sujeito a uma força de 10kgf,
teremos, como resultante, uma força de 200kgf aplicada
ao fundo da garrafa.

A pressão é transmitida em todos os sentidos de um fluído confinado. Durante a Revolução Industrial, um mecânico chamado Joseph Bramah veio a aperfeiçoar a descoberta de Pascal, aplicando o princípio da Força x Área. Este princípio é utilizado em um macaco hidráulico ou uma prensa hidráulica.

1-Uma força de 10kgf aplicada em um pistão de 1cm 2 de área 2- desenvolverá
1-Uma força de 10kgf
aplicada em um pistão de
1cm 2 de área
2-
desenvolverá
uma
pressão
de
10kgf/cm 2
(10atm)
em
todos
os
sentidos
dentro
deste
recipiente
3-
esta
pressão suportará
um
peso
de
100kgf
se
tivermos uma
área
de
10cm 2
4-As forças são proporcionais às áreas dos pistões
ENTRADA
10kgf
=
100kgf
SAÍDA
1cm 2
10cm 2

O QUE É PRESSÃO?

A pressão é resultado da resistência ao fluxo de óleo. A resistência ocorre em função de:

Carga de um atuador (ex: cilindros e motores);

Restrição na tubulação ou mangueira.

e motores); ∑ Restrição na tubulação ou mangueira. COMPONENTES DO SISTEMA HIDRÁULICO Reservatório de Fluído

COMPONENTES DO SISTEMA HIDRÁULICO

Reservatório de Fluído Hidráulico:

Reservatório é um depósito de fluído hidráulico a ser utilizado no sistema, além desta função primordial o reservatório possui outras funções, tais como: ajudar no resfriamento do fluído e na precipitação (decantação) das impurezas contidas no fluído hidráulico. É construído no chassi da própria máquina, possui um engate rápido para abastecimento do fluído hidráulico, tampa de inspeção e limpeza por ocasião da troca do fluído e dreno para esgotar o fluído hidráulico. Os acessórios que um reservatório deve ter:

Visor de nível: controla os níveis mínimo e máximo;

Engate rápido para abastecimento: serve para fazer o abastecimento do reservatório.

Visores de nível Engate rápido para abastecimento Tanque Hidráulico Inferior Tanque Hidráulico Superior 11

Visores de nível

Visores de nível Engate rápido para abastecimento Tanque Hidráulico Inferior Tanque Hidráulico Superior 11

Engate rápido para abastecimento

Visores de nível Engate rápido para abastecimento Tanque Hidráulico Inferior Tanque Hidráulico Superior 11
Visores de nível Engate rápido para abastecimento Tanque Hidráulico Inferior Tanque Hidráulico Superior 11

Tanque Hidráulico Inferior

Visores de nível Engate rápido para abastecimento Tanque Hidráulico Inferior Tanque Hidráulico Superior 11

Tanque Hidráulico Superior

Filtros:

Filtros são dispositivos que tem a função de reter por meio de material poroso (elemento filtrante), as impurezas sólidas do fluído hidráulico, para evitar o desgaste prematuro dos componentes do sistema (bombas, válvulas, cilindros, etc).

componentes do sistema (bombas, válvulas, cilindros, etc). Caixa de Filtros da Colhedora Indicação das entradas do
componentes do sistema (bombas, válvulas, cilindros, etc). Caixa de Filtros da Colhedora Indicação das entradas do

Caixa de Filtros da Colhedora

válvulas, cilindros, etc). Caixa de Filtros da Colhedora Indicação das entradas do óleo Indicação das saídas

Indicação das entradas do óleo

cilindros, etc). Caixa de Filtros da Colhedora Indicação das entradas do óleo Indicação das saídas do

Indicação das saídas do óleo

1 2 3
1
2
3

Na figura acima, em destaque o Tanque Hidráulico Superior (1), Tanque Hidráulico Inferior (2) e a Caixa de Filtros (3).

INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

Manômetros:

Com os manômetros, podemos indicar e medir as pressões do equipamento. Na foto abaixo temos um manômetro utilizado na Colhedora Tandem. Quando a pressão aumenta a agulha move-se no sentido horário, quando a pressão cessa a agulha volta a sua posição de repouso.

aumenta a agulha move-se no sentido horário, quando a pressão cessa a agulha volta a sua
aumenta a agulha move-se no sentido horário, quando a pressão cessa a agulha volta a sua

Vacuômetro:

O vacuômetro pode indicar se os filtros hidráulicos estão ou não em bom estado e dar alguns indícios sobre o que está errado.

O vacuômetro pode ter escala numerada, zonas pintadas com cores diferentes ou

combinações de números e cores.

As unidades de depressão da máquina (vácuo parcial) são dadas em polegadas de mercúrio

(in Hg). Quando temos na máquina mais do que 5” Hg (polegadas de mercúrio), temos um vácuo parcial muito grande na entrada das bombas, isso pode causar uma falta de alimentação e causar sobre aquecimento e também falta de lubrificação das bombas podendo causar fundição dos eixos e buchas das bombas.

TUBULAÇÕES E CONEXÕES

Tubulações:

As tubulações hidráulicas podem ser do tipo:

TUBULAÇÕES RÍGIDAS: Feitas em tubos de aço;

tipo: ∑ TUBULAÇÕES RÍGIDAS: Feitas em tubos de aço; ∑ TUBULAÇÕES FLEXÍVEIS: Feitas com mangueiras e

TUBULAÇÕES FLEXÍVEIS: Feitas com mangueiras e borracha com reforços.

FLEXÍVEIS: Feitas com mangueiras e borracha com reforços. Para a tubulação flexível (mangueiras), a correta

Para a tubulação flexível (mangueiras), a correta instalação das mangueiras deve ser conforme as orientações do quadro abaixo, se a instalação for feita incorretamente as mangueiras poderão sofrer rompimento.

2 3 1 5 6 4 7 8 9 10 11 12
2
3
1
5
6
4
7
8
9
10
11
12

1, 2, 3, 7, 8 e 9 – Maneiras incorretas de montagem de mangueiras;

4, 5, 6, 10, 11 e 12 – Maneiras corretas de montagem de mangueiras;

Conexões:

As conexões para tubulações hidráulicas mais usuais são do tipo de anel de penetração. Estas conexões são bastante usadas devido as suas facilidades de instalação, manuseio e excelente vedação. São fabricadas para atender ligações entre tubos e estes com os componentes do sistema e estão disponíveis para reposição como: cotovelos, curvas, etc.

entre tubos e estes com os componentes do sistema e estão disponíveis para reposição como: cotovelos,

Vedações:

As

vedações

são

componentes hidráulicos.

VEDAÇÕES

elementos

destinados

a

não

permitir

vazamentos

do

fluído

nos

ESTÁTICAS: Vedam a passagem do fluído entre superfícies fixas. Ex. tampa de válvulas;

DINÂMICAS: Vedam a passagem de fluído entre superfícies em movimento. Ex. cilindros.

Tipos:

Anel

“O” (“O”

Ring): São anéis com

empregados em vedações estáticas.

Ring): São anéis com empregados em vedações estáticas. a seção transversal circular. Os anéis “O” são

a seção transversal circular. Os anéis “O” são

a seção transversal circular. Os anéis “O” são ∑ A n e l “Copo”: O anel

Anel “Copo”: O anel tipo “Copo” é usado em muitos êmbolos de cilindros. Ele atua por pressão e a vedação é efetuada forçando-se o lábio do corpo contra a parede da camisa do cilindro.

o lábio do corpo contra a parede da camisa do cilindro. ∑ Retentor: Os retentores são
o lábio do corpo contra a parede da camisa do cilindro. ∑ Retentor: Os retentores são

Retentor: Os retentores são usados em dinâmicas rotativas. Deve-se sempre considerar as características do projeto.

Retentor: Os retentores são usados em dinâmicas rotativas. Deve-se sempre considerar as características do projeto. 16
Retentor: Os retentores são usados em dinâmicas rotativas. Deve-se sempre considerar as características do projeto. 16

FLUÍDOS HIDRÁULICOS

Fluídos Hidráulicos:

As principais características de um fluído hidráulico são:

Transmissão de energia;

Lubrificar peças móveis;

Vedar folgas;

Resfriar e dissipar calor.

E as características complementares:

Anti-espumante;

Anti-oxidante;

Anti-desgastante;

Detergente;

Viscosidade relativamente estável a variações de temperatura;

Longevidade com baixo custo de troca.

Tipos:

Óleo Mineral: Para máquinas e equipamentos que trabalham em temperatura ambiente; São derivados de petróleo e aditivados para corresponder as características do equipamento. São utilizados na maioria das máquinas e equipamentos, pois trabalham em temperatura ambiente.

Fluídos Resistentes ao Fogo ou Sintéticos: Para máquinas e equipamentos que trabalham a quente. São os fosfatos de ésteres e cloridratos de hidrocarbonetos, que devido as suas estruturas químicas oferecem resistência ao fogo. Ex. Siderúrgica.

de hidrocarbonetos, que devido as suas estruturas químicas oferecem resistência ao fogo. Ex. Siderúrgica. 17

BOMBAS E MOTORES HIDRÁULICOS

Bomba de Engrenagens: Ao girar as engrenagens, o óleo é arrastado da câmara de sucção, através dos vãos dos dentes, para o interior da câmara de pressão.

vãos dos dentes, para o interior da câmara de pressão. Bomba de Pistões: As bombas de
vãos dos dentes, para o interior da câmara de pressão. Bomba de Pistões: As bombas de

Bomba de Pistões: As bombas de pistões axiais trabalham, com os pistões paralelos, são acionados pelo eixo motriz. O giro do eixo motriz transmite o movimento de rotação ao bloco que, por sua vez, arrasta os pistões consigo provocando assim o movimento de vai e vem dos pistões. Desta maneira os cilindros são cheios na câmara de sucção e esvaziados na câmara de pressão. A placa inclinada possui um ponto de articulação e é mantida totalmente desinclinada pela ação das molas.

e é mantida totalmente desinclinada pela ação das molas. Motores Hidráulicos: A construção do motor hidráulico

Motores Hidráulicos:

desinclinada pela ação das molas. Motores Hidráulicos: A construção do motor hidráulico é semelhante à

A construção do motor hidráulico é semelhante à construção da bomba. A diferença é que a bomba empurra o fluído enquanto que o motor é empurrado por ele. O motor, a partir disso, desenvolve torque e movimento rotativo contíno por meio de engrenagens, rotores e pistões. O motor hidráulico transforma a energia hidráulica em energia mecânica de movimento rotativo desenvolvendo torque.

BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas
BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas
BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas
BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas
BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas

BOMBAS HIDRÁULICAS – CAVITAÇÃO E AERAÇÃO

Cavitação e Aeração são anormalidades que acontecem nas bombas hidráulicas devido a erros de concepção (projeto), montagem, manutenção e falta de limpeza no filtro de sucção. A cavitação e aeração danificam a bomba como veremos a seguir:

Cavitação:

Cavitação é a presença de espaços vazios (vácuo) no fluído devido à deficiência de alimentação da bomba. Como o fluído vaporiza no vácuo e submetido à pressão implodem provocando arranque de material das partes rodantes da bomba. As crateras formadas têm a superfície da cor do material. Causas prováveis:

Fluído muito viscoso;

Rotação da bomba acima do permitido;

Diâmetro da tubulação de sucção insuficiente;

Filtro de sucção saturado.

Sintomas: Aumento do nível de ruído como se fossem esferas soltas dentro da tubulação.

Aeração:

A aeração é a ingestão de ar pelo fluído hidráulico. Quando temos a presença de ar no fluído, a bomba será danificada por falta de refrigeração (falta de óleo) e o aquecimento provoca fusão nas partes rodantes da bomba. As crateras formadas têm a superície escura. Causas prováveis:

Baixo nível do reservatório;

Conexão de sucção mal fixada (apertada);

Óleo hidráulico de má qualidade.

Sintomas: Ruído semelhante ao de uma metralhadora quando o sistema está pressurizado e

quando o sistema está despressurizado ouve-se o ruído somente do motor.

ATUADORES HIDRÁULICOS (Cilindros Hidráulicos)

Atuadores Lineares:

Os cilindros hidráulicos são formados por um tubo cilíndrico (camisa) e um êmbolo. Sua função é transformar energia de pressão do líquido em energia mecânica. Todas as formas de construção dos cilindros hidráulicos podem-se resumir em duas formas básicas:

Cilindros de simples ação;

Cilindros de dupla ação.

Atuadores de Simples Ação:

Neste tipo de construção o êmbolo é submetido à ação do fluído sob pressão apenas de um lado. Por isso, ele exerce força em apenas um sentido. Quando o êmbolo alcança seu final de curso, deverá retornar a sua posição inicial mediante força externa (peso da máquina, elevador, etc.) e o fluído deverá sair da câmara do cilindro.

inicial mediante força externa (peso da máquina, elevador, etc.) e o fluído deverá sair da câmara
inicial mediante força externa (peso da máquina, elevador, etc.) e o fluído deverá sair da câmara

Atuadores de Dupla Ação:

Neste tipo de construção, o êmbolo é submetido à ação do fluído hidráulico sob pressão de um lado ou de outro alternadamente. Na máquina são utilizados cilindros de dupla ação no flap, na direção, etc.

cilindros de dupla ação no flap, na direção, etc. Atuadores de Dupla Ação com Amortecimento: Em
cilindros de dupla ação no flap, na direção, etc. Atuadores de Dupla Ação com Amortecimento: Em

Atuadores de Dupla Ação com Amortecimento:

Em cilindros que desenvolvem velocidades muito altas e com cargas muito pesadas (elevador), é necessário impedir o choque mecânico do êmbolo contra os cabeçotes nos fins de curso para não danificar o cilindro. Neste caso, os mesmos são dotados de amortecimento, isto é, no final do curso do êmbolo o fluído que está saindo livremente para o tanque é desviado a passar por uma válvula de estrangulamento e com isto haverá redução na vazão para o reservatório e redução da velocidade do cilindro. A baixa velocidade, o choque contra o cabeçote é menor. Uma válvula de retenção é incorporada para que na partida do cilindro o fluído hidráulico atue na área total do êmbolo, assim o cilindro terá toda a força.

que na partida do cilindro o fluído hidráulico atue na área total do êmbolo, assim o

Válvula de Retenção:

VÁLVULAS

A válvula de retenção é usada nos circuitos hidráulicos para permitir a passagem do fluído

num determinado sentido e fazer seu bloqueio no sentido oposto. No equipamento esta válvula é utilizada no cicuito da máquina principalmente nos motores dos extratores (primário e secundário), para evitar que os mesmos ao serem desligados fiquem girando sem a lubrificação correta.

desligados fiquem girando sem a lubrificação correta. Válvula Limitadora de Pressão Máxima (Válvula de

Válvula Limitadora de Pressão Máxima (Válvula de Alívio):

A finalidade dessa válvula é limitar a pressão máxima de trabalho a um determinado valor

ajustado. Com uma válvula limitadora de pressão protegemos a instalação contra pressões excessivas do fluído. Essa válvula abre-se quando se passa a pressão ajustada. É constituído de um corpo (1), um parafuso de ajuste (2), uma mola (3) e um cone ou esfera (4).

A válvula permanece fechada até que a força (F) supere a força da mola (3). Se a pressão do

fluído aumenta, a válvula abre-se e o fluído flui para a tubulação de retorno (T) até que a presão

diminua e a força da mola feche a válvula novamente.

Válvula de Sequencia: A válvula de sequencia é usada em sistemas para acionar os cilindros

Válvula de Sequencia:

Válvula de Sequencia: A válvula de sequencia é usada em sistemas para acionar os cilindros em

A válvula de sequencia é usada em sistemas para acionar os cilindros em uma determinada ordem e também manter uma pressão mínima pré-determinada na linha de saída. Essa operação serve, por exemplo, para o movimento da direção da máquina no qual um cilindro deve começar a atuar primeiro para que o outro também começe a girar, ou seja, se um cilindro começar a virar o outro deve ter uma contra pressão na saída para que este não esvazie rapidamente durante a operação.

a virar o outro deve ter uma contra pressão na saída para que este não esvazie
a virar o outro deve ter uma contra pressão na saída para que este não esvazie

TABELA PARA FATORES DE CONVERSÃO

TABELA PARA FATORES DE CONVERSÃO 24

REPRESENTAÇÃO BÁSICA – SIMBOLOGIA HIDRÁULICA

REPRESENTAÇÃO BÁSICA – SIMBOLOGIA HIDRÁULICA 25
26
27
28
29
30
31

CIRCUITOS HIDRÁULICOS

85A ROLO PICADOR

CIRCUITOS HIDRÁULICOS 85A ROLO PICADOR 32

85B DIREÇÃO

85B DIREÇÃO 33

85C ELEVADOR

85C ELEVADOR 34

85D CILINDROS

85D CILINDROS 35

85E BOMBAS DE TRANSMISSÃO

85E BOMBAS DE TRANSMISSÃO 36

85F ROLOS, DIVISORES DE LINHA, CORTADORES LATERAIS, DESPONTADOR E MOTOR DO TROCADOR DE CALOR

85F ROLOS, DIVISORES DE LINHA, CORTADORES LATERAIS, DESPONTADOR E MOTOR DO TROCADOR DE CALOR 37

CIRCUITO HIDRÁULICO COMPLETO

CIRCUITO HIDRÁULICO COMPLETO 38

MOTORES SAUER-DANFOSS

OMS200 – OMS250 – OMS315 – OMS400 – 10.000

Ferramentas:

Dispositivo de Impacto

DATM018

Dispositivo de Montagem do Retentor (Bucha)

DATM019

Dispositivo de Montagem do Retentor (Eixo)

DATM020

Dispositivo de Giro do Eixo Motor OMS315 Soquete 5/8” encaixe 1/2" Cabo de força 1/2” Torquímetro até 150 Nm Chave estrela 1-1/2”

DATM021

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Antes de remover o motor hidráulico para uma bancada, a máquina deverá estar limpa, ou seja, isenta de resíduos, também deverá estar devidamente calçada, aumentando a segurança. Caso

a máquina ou local do componente a ser removido não estejam limpos, ocorrerá à entrada de

“Contaminantes”, comprometendo a durabilidade do sistema hidráulico em geral. A proteção ao Meio Ambiente sempre deve ser respeitada, desta maneira, o técnico utilizará recipiente adequado para coleta de qualquer tipo de vazamento de óleo que essa operação de remoção poderá causar. O descarte deste óleo, também será em local correto. Vale lembrar que ao trabalhar com equipamentos hidráulicos, o laboratório, a bancada de trabalho e as ferramentas deverão estar livres de material contaminante (resíduos de terra, sujeira, etc). Para isso, após retirar o motor hidráulico da máquina, utilize tampas plásticas vedando a entrada e a saída de óleo e em seguida lave o motor externamente antes de desmontá-lo. Este

processo, além de evitar a contaminação, auxilia o técnico em prováveis diagnósticos.

Sequencia de Desmontagem:

em prováveis diagnósticos. Sequencia de Desmontagem: 1º Passo: Identificação do motor. 2º Passo: Posicionar e

1º Passo: Identificação do motor.

2º Passo: Posicionar e fixar o motor em uma morsa.
2º Passo: Posicionar e fixar o motor em uma
morsa.
3º Passo: Utilizando um cabo de força, soltar os parafusos de fixação das carcaças. 4º

3º Passo: Utilizando um cabo de força, soltar os parafusos de fixação das carcaças.

de força, soltar os parafusos de fixação das carcaças. 4º Passo: Retire o corpo de entrada

4º Passo: Retire o corpo de entrada e saída de óleo.

4º Passo: Retire o corpo de entrada e saída de óleo. 5º Passo: Preparar para desmontar

5º Passo: Preparar para desmontar o corpo de entrada e saída de óleo.

para desmontar o corpo de entrada e saída de óleo. 6º Passo: Utilize um calço de

6º Passo: Utilize um calço de madeira macia para desmontar o corpo de entrada e saída de óleo.

macia para desmontar o corpo de entrada e saída de óleo. 7º Passo: Impactar o conjunto

7º Passo: Impactar o conjunto para desmontá-lo.

saída de óleo. 7º Passo: Impactar o conjunto para desmontá-lo. Detalhe da Flange Distribuidora Móvel, Pino

Detalhe da Flange Distribuidora Móvel, Pino e Mola.

8º Passo: Retire o Flange Distribuidor Móvel. 9º Passo: Retire a Luva Estriada Sincronizadora. 10º

8º Passo: Retire o Flange Distribuidor Móvel.

8º Passo: Retire o Flange Distribuidor Móvel. 9º Passo: Retire a Luva Estriada Sincronizadora. 10º Passo:

9º Passo: Retire a Luva Estriada Sincronizadora.

Móvel. 9º Passo: Retire a Luva Estriada Sincronizadora. 10º Passo: Retire o corpo intermediário- dreno. 11º

10º Passo: Retire o corpo intermediário- dreno.

10º Passo: Retire o corpo intermediário- dreno. 11º Passo: Retire o Corpo Intermediário Gerotor e corpo

11º Passo: Retire o Corpo Intermediário Gerotor e corpo de saída.

Retire o Corpo Intermediário Gerotor e corpo de saída. 12º Passo: Retire o Eixo Acionador. 13º

12º Passo: Retire o Eixo Acionador.

e corpo de saída. 12º Passo: Retire o Eixo Acionador. 13º Passo: Retire o Corpo Intermediário.

13º Passo: Retire o Corpo Intermediário.

o Eixo Acionador. 13º Passo: Retire o Corpo Intermediário. 14º Passo: Inverter a posição do conjunto

14º Passo: Inverter a posição do conjunto na morsa e com o dispositivo de impacto, remova o conjunto/eixo do Flange.

Detalhe da desmontagem do conjunto/eixo do Flange. Sequencia da posição das peças do motor. Sequencia

Detalhe da desmontagem do conjunto/eixo do Flange.

Detalhe da desmontagem do conjunto/eixo do Flange. Sequencia da posição das peças do motor. Sequencia de

Sequencia da posição das peças do motor.

Sequencia de Montagem

Proceder a limpeza de todas as peças a serem reutilizadas. O produto utilizado para limpeza (lavagem) das peças, deverá ser biodegradável, ou seja, a preocupação com o meio ambiente deve ser constante. Limpeza é fundamental em Hidráulica.

deve ser constante. Limpeza é fundamental em Hidráulica. 1º Passo: Preparar o Kit de vedação SANTAL.

1º Passo: Preparar o Kit de vedação SANTAL.

Estas vedações deverão ser substituídas em todas as remanufaturas de motores hidráulicos.

em todas as remanufaturas de motores hidráulicos. 2º Passo: Montar o retentor no Flange utilizando o

2º Passo: Montar o retentor no Flange utilizando o dispositivo de montagem

o retentor no Flange utilizando o dispositivo de montagem 3º Passo: Inverter a posição do Flange

3º Passo: Inverter a posição do Flange e com o dispositivo, montar o retentor guarda-pó.

a posição do Flange e com o dispositivo, montar o retentor guarda-pó. Detalhe do dispositivo para

Detalhe do dispositivo para montagem do eixo.

4º Passo: Montar o dispositivo no eixo. 5º Passo: Fixe o Flange na morsa, encaixe

4º Passo: Montar o dispositivo no eixo.

4º Passo: Montar o dispositivo no eixo. 5º Passo: Fixe o Flange na morsa, encaixe o

5º Passo: Fixe o Flange na morsa, encaixe o conjunto Eixo com dispositivo para não danificar o Retentor.

Eixo com dispositivo para não danificar o Retentor. 6º Passo: Com o dispositivo de impacto, montar

6º Passo: Com o dispositivo de impacto, montar o conjunto Eixo no Flange, verificando o encaixe correto.

o conjunto Eixo no Flange, verificando o encaixe correto. 7º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e

7º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e sólida o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento.

o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento. 8º Passo: Montar o Defletor no

8º Passo: Montar o Defletor no Bloco de dreno.

montar em seu alojamento. 8º Passo: Montar o Defletor no Bloco de dreno. Detalhe da posição

Detalhe da posição correta do Defletor.

montar em seu alojamento. 8º Passo: Montar o Defletor no Bloco de dreno. Detalhe da posição

9º Passo: Montar Bloco de Dreno no conjunto Eixo/Flange.

9º Passo: Montar Bloco de Dreno no conjunto Eixo/Flange. 10º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e

10º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e sólida o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento.

o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento. 11º Passo: Montar o eixo intermediário.

11º Passo: Montar o eixo intermediário. Este eixo não possui posição específica de montagem.

Este eixo não possui posição específica de montagem. Detalhe do eixo intermediário montado. 12º observando a

Detalhe do eixo intermediário montado.

de montagem. Detalhe do eixo intermediário montado. 12º observando a posição do entalhado para cima e

12º

observando a posição do entalhado para cima e alinhamento do furo de dreno.

Gerotor,

Passo:

Montar

bloco

e alinhamento do furo de dreno. Gerotor, Passo: Montar bloco 13º Passo: Montar 2 parafusos para

13º Passo: Montar 2 parafusos para ajustar o sincronismo com o auxílio da chave estrela 1-1/2”, conforme figura acima.

o auxílio da chave estrela 1-1/2”, conforme figura acima. 14º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e

14º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e sólida o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento.

15º Passo: Montar a Luva estriada sincronizadora, observando o corpo estriado maior voltado para cima.

15º Passo: Montar a Luva estriada sincronizadora, observando o corpo estriado maior voltado para cima.

observando o corpo estriado maior voltado para cima. 16º Passo: Montar o Bloco Intermediário alinhando o

16º Passo: Montar o Bloco Intermediário alinhando o furo de dreno.

Montar o Bloco Intermediário alinhando o furo de dreno. Detalhe do alinhamento dos furos. 17º Passo:

Detalhe do alinhamento dos furos.

alinhando o furo de dreno. Detalhe do alinhamento dos furos. 17º Passo: Lubrificar com vaselina neutra

17º Passo: Lubrificar com vaselina neutra e sólida o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento.

o anel de vedação, em seguida montar em seu alojamento. 18º Passo: Montar o Flange Distribuidor

18º

Passo:

Montar

o

Flange

Distribuidor

Móvel,

alinhando furação com

defesagem

anti-horária.

alinhando furação com defesagem anti-horária. 19º Passo: Montar as esferas nos respectivos alojamentos.

19º Passo: Montar as esferas nos respectivos alojamentos.

19º Passo: Montar as esferas nos respectivos alojamentos. 20º Passo: Montar os anéis de vedação no

20º Passo: Montar os anéis de vedação no Flange Distribuidor Móvel, lubrificar com vaselina sólida e neutra.

21º Passo: Montar a Mola do Flange Distribuidor no corpo de entrada/saída. 22º Passo: Montar

21º Passo: Montar a Mola do Flange Distribuidor no corpo de entrada/saída.

a Mola do Flange Distribuidor no corpo de entrada/saída. 22º Passo: Montar o Flange Distribuidor Fixo

22º Passo: Montar o Flange Distribuidor Fixo alinhando com o pino elástico (cuidado ao enaixar a peça).

alinhando com o pino elástico (cuidado ao enaixar a peça). 23º Passo: Montar o pino central,

23º Passo: Montar o pino central, lubrificando com vaselina sólida.

Montar o pino central, lubrificando com vaselina sólida. 24º Passo: Montar o corpo entrada/saída, observando o

24º Passo: Montar o corpo entrada/saída, observando o alinhamento entre as roscas e furo de dreno (na mesma face).

alinhamento entre as roscas e furo de dreno (na mesma face). 25º Passo: Montar os parafusos

25º Passo: Montar os parafusos fechando o conjunto. Torque especificado:

Duas etapas: 1 0 – 50 Nm (5 kgfm); 2 0 – 80 Nm (8 kgfm).

Torque especificado: Duas etapas: 1 0 – 50 Nm (5 kgfm); 2 0 – 80 Nm

Detalhe do motor montado.

INVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO

Caso exista a necessidade de inverter o sentido de rotação, proceder sincronizando defasagem da flange distribuidora móvel, 15 0 Passo, com sentido horário, invertendo entrada de alimentação para o ponto “B”.

Dados complementares referentes a montagem do motor Sauer OMS315

O processo de desmontagem e montagem dos motores SAUER-DANFOSS são similares, porém, algumas informações complementares serão apresentadas a seguir.

informações complementares serão apresentadas a seguir. Placa de identificação do motor OMS315 Observar o furo de

Placa de identificação do motor OMS315

a seguir. Placa de identificação do motor OMS315 Observar o furo de dreno no lado oposto

Observar o furo de dreno no lado oposto a rosca externa de dreno (ver bujão)

dreno no lado oposto a rosca externa de dreno (ver bujão) Observar entalhes para alinhamento e

Observar entalhes para alinhamento e encaixe dos parafusos de fixação do Flange.

alinhamento e encaixe dos parafusos de fixação do Flange. Detalhe do alinhamento do furo de dreno

Detalhe do alinhamento do furo de dreno nas peças do motor.

Detalhe do alinhamento do furo de dreno nas peças do motor. Detalhe do sincronismo do conjunto

Detalhe do sincronismo do conjunto Gerotor utilizando dispositivo para eixo motor

OMS315

Gerotor utilizando dispositivo para eixo motor OMS315 Detalhe do alinhamento dos furos de dreno na posição

Detalhe do alinhamento dos furos de dreno na posição de montagem.

Detalhe da montagem do Flange Distribuidor Móvel com atraso anti-horário em relação a furação da

Detalhe da montagem do Flange Distribuidor Móvel com atraso anti-horário em relação a furação da flange espaçadora entre o conjunto gerotor e o corpo de entrada e saída.

entre o conjunto gerotor e o corpo de entrada e saída. Anotações: Detalhe da montagem alinhando

Anotações:

Detalhe da montagem alinhando os furos de dreno.

Detalhe da montagem alinhando os furos de dreno. Detalhe da montagem completa do motor OMS315. Observe

Detalhe da montagem completa do motor

OMS315.

Observe o alinhamento dos furos do corpo de entrada/saída de óleo em relação as roscas de dreno externa. A rosca de dreno próximo a flange de fixação do motor não é utilizada.

DESMONTAGEM E MONTAGEM DE CILINDROS HIDRÁULICOS

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Antes de remover o cilindro da máquina, o mesmo deve estar limpo e acioná-lo para abrir a haste favorecendo a desmontagem na bancada. Antes de soltar as mangueiras, providenciar um recipiente adequado para coletar o óleo e descartá-lo em local apropriado. Este óleo não poderá ser despejado diretamente no solo. Caso o cilindro esteja com sua haste fechada, o técnico deverá abrir a mesma antes de remover o guia da haste.

Sequencia de Desmontagem e Montagem

remover o guia da haste. Sequencia de Desmontagem e Montagem 1º Passo: Posicionar o cilindro em

1º Passo: Posicionar o cilindro em um suporte seguro e adequado, em seguida, soltar os 4 parafusos de fixação do Guia da Haste.

soltar os 4 parafusos de fixação do Guia da Haste. 2º Passo: Remover os parafusos/porcas. Utilizar

2º Passo: Remover os parafusos/porcas. Utilizar um pino encaixando-o no olhal da haste e com o auxílio de um martelo macio aplicar golpes para deslocar a haste para fora do cilindro.

3º Passo: Remover a haste do cilindro. Utilizar recipiente apropriado para coletar o óleo que está no interior do cilindro.

Não deixe o óleo cair no piso deixando-o escorregadio, pois haverá risco de acidente.

deixando-o escorregadio, pois haverá risco de acidente. Êmbolo e Guia da Haste. 4º Passo: Posicionar a

Êmbolo e Guia da Haste.

pois haverá risco de acidente. Êmbolo e Guia da Haste. 4º Passo: Posicionar a Haste no

4º Passo: Posicionar a Haste no suporte apropriado, soltar a porca de fixação do Êmbolo com ferramenta correta, ou seja, soquete e cabo de força.

Haste fixada em suporte adequado sem o Êmbolo e Guia de Haste. Guia da Haste.

Haste fixada em suporte adequado sem o Êmbolo e Guia de Haste.

fixada em suporte adequado sem o Êmbolo e Guia de Haste. Guia da Haste. Êmbolo. NOTA:

Guia da Haste.

adequado sem o Êmbolo e Guia de Haste. Guia da Haste. Êmbolo. NOTA: Ao remover o

Êmbolo.

NOTA: Ao remover o kit de vedação interno do Guia da Haste, devemos tomar o cuidado no manuseio de ferramentas cortantes ou pontiagudas, pois, do contrário haverá o risco de acidentes.

pois, do contrário haverá o risco de acidentes. Kit de vedação do Êmbolo. Kit de vedação

Kit de vedação do Êmbolo.

haverá o risco de acidentes. Kit de vedação do Êmbolo. Kit de vedação interna do Guia

Kit de vedação interna do Guia da Haste.

Kit de vedação do Êmbolo. Kit de vedação interna do Guia da Haste. Kit de vedação

Kit de vedação Guia da Haste/Cilindro.

Anel “O” de vedação Haste/Êmbolo. 5º Passo: Substituir o Êmbolo caso apresente risco (conforme foto

Anel “O” de vedação Haste/Êmbolo.

Anel “O” de vedação Haste/Êmbolo. 5º Passo: Substituir o Êmbolo caso apresente risco (conforme foto acima).

5º Passo: Substituir o Êmbolo caso apresente risco (conforme foto acima). Este risco é causado por contaminantes (sujeiras) que penetram no cilindro através do Anel Raspador.

que penetram no cilindro através do Anel Raspador. 6º Passo: Verificar o encaixe perfeito do Anel

6º Passo: Verificar o encaixe perfeito do Anel de Compressão em sua canaleta.

o encaixe perfeito do Anel de Compressão em sua canaleta. 7º Passo: Substituir o Guia da

7º Passo: Substituir o Guia da Haste caso apresente riscos profundos (conforme foto acima).

8º Passo: Montar o conjunto Guia da Haste e Êmbolo na Haste do cilindro.

9º Passo: Aplicar Trava Rosca 277 na porca de fixação do Êmbolo.

10º Passo: Torquear a porca. Torque especificado:

Aproximadamente 300 Nm (30 kgfm).

11º Passo: Remover a Haste do suporte na bancada e posicionar o Cilindro neste suporte.

do suporte na bancada e posicionar o Cilindro neste suporte. 12º Passo: Encaixar a Haste no

12º Passo: Encaixar a Haste no Cilindro tomando o cuidado de não danificar o Anel de Compressão (branco).

13º Passo: Montar a placa de fechamento do Cilindro com o Guia da Haste.

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Tel.: (16) 2101-6622. Fax (16) 2101-6602. Fone 2101-6671 E-mail: santal@santal.com.br - http://www.santal.com.br