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MANUAL TÉCNICO ELÉTRICA
MANUAL TÉCNICO ELÉTRICA

MANUAL TÉCNICO ELÉTRICA

INFORMAÇÕES GERAIS 3

INFORMAÇÕES GERAIS

Curso: Treinamento – Técnico Elétrica

SENAI-SP, 2009

Coordenação

Marta Regina Pavelqueires (CFP – 6.02)

Elaboração e Diagramação

Orlando Gomes Junior (CFP – 6.02)

Revisão Técnica

Gislaine C. Cândido de Almeida (CFP – 6.02)

Colaboração

Marco Antonio Gobesso (Santal Equipamentos Agrícolas S.A) Antonio Carlos Vasconcelos (Santal Equipamentos Agrícolas S.A) Edgar Daniel (Santal Equipamentos S.A) Éder Rogério Daniel (Santal Equipamentos S.A)

SENAI RIBEIRÃO PRETO, TREINAMENTO – TÉCNICO ELÉTRICA, por Orlando Gomes Junior, rev, Ribeirão Preto,

2009.

SENAI

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial CFP – 6.02 Escola Engenheiro Octávio Marcondez Ferraz Setor de Treinamento Rua Capitão Salomão, 1813 – Jardim Mosteiro Ribeirão Preto – SP CEP 14085-430

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Sumário

CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE

8

GRANDEZAS ELÉTRICAS

11

ELETROMAGNETISMO

15

LEI DE OHM

16

EXERCÍCIOS

17

CIRCUITO ELÉTRICO

18

FUSÍVEL

20

INTERRUPTOR

21

RELÉ

22

DIODO

23

SOLENÓIDE

24

SIMBOLOGIA

25

UNIDADES DE MEDIDA

26

MULTÍMETRO

27

RESISTORES

30

DIAGNÓSTICO

31

SISTEMA DE CARGA E PARTIDA – BATERIA

32

SISTEMA DE CARGA E PARTIDA – ALTERNADOR

35

SISTEMA DE CARGA E PARTIDA – MOTOR DE PARTIDA

37

TESTES ELÉTRICOS

39

LINHAS DE COMANDO MAIS UTILIZADAS

41

ÁBACO PARA CÁLCULO DE CORRENTE E CABOS

42

TESTES ELÉTRICOS 39 LINHAS DE COMANDO MAIS UTILIZADAS 41 ÁBACO PARA CÁLCULO DE CORRENTE E CABOS

A SANTAL equipamentos é uma empresa brasileira que desenvolve tecnologia aplicada a

mecanização agrícola e fabrica colhedoras de cana desde 1960, data da sua fundação. Nessas cinco décadas de história, a SANTAL já produziu mais de 20.000 máquinas, sendo 665 colhedoras de cana e seus produtos estão presentes em 14 países. Parabéns você adiquiriu um produto com a tecnologia SANTAL. Temos a certeza que escolheu o que há de melhor em colheita mecanizada de cana de

açúcar.

A melhor garantia para quem precisa de um equipamento bem projetado para a colheita de

cana de açúcar.

A colhedora SANTAL TANDEM é sua aliada para manter seus lucros e sua produtividade

em seu ponto mais alto. Para quaisquer outras informações, consulte-nos:

MATRIZ E FÁBRICA:

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CONCEITOS BÁSICOS DE ELETRICIDADE

Matéria

O estudo da matéria e sua composição são fundamentais para a compreensão da teoria eletrônica. Por isso, estudaremos o arranjo físico das partículas que compõem o átomo e a maneira como essas partículas se comportam. Isso facilitará muito o estudo dos fenômenos que produzem a eletricidade.

Composição da matéria

Matéria é tudo aquilo que nos cerca e que ocupa um lugar no espaço. Ela se apresenta em porções limitadas que recebem o nome de corpos. Estes podem ser simples ou compostos. Observação:

Existem coisas com as quais temos contato na vida diária que não ocupam lugar no espaço, não sendo, portanto, matéria. Exemplos desses fenômenos são o som, o calor e a eletricidade. Corpos simples são aqueles formados por um único átomo. São também chamados de elementos. O ouro, o cobre, o hidrogênio são exemplos de elementos. Corpos compostos são aqueles formados por uma combinação de dois ou mais elementos. São exemplos de corpos compostos o cloreto de sódio (ou sal de cozinha) que é formado pela combinação de cloro e sódio, e a água, formada pela combinação de oxigênio e hidrogênio. A matéria e, consequentemente, os corpos compõem-se de moléculas e átomos.

Molécula

Molécula é a menor partícula em que se pode dividir uma substância de modo que ela mantenha as mesmas características da substância que a originou. Tomemos como exemplo uma gota de água: se ela for dividida continuamente, tornar-se-á cada vez menor, até chegarmos à menor partícula que conserva as características da água, ou seja, a molécula de água. Veja, na ilustração a seguir, a representação de uma molécula de água.

a seguir, a representação de uma molécula de água. As moléculas se formam porque, na natureza,
a seguir, a representação de uma molécula de água. As moléculas se formam porque, na natureza,

As moléculas se formam porque, na natureza, todos os elementos que compõem a matéria tendem a procurar um equilíbrio elétrico.

Átomo

Os animais, as plantas, as rochas, as águas dos rios, lagos e oceanos e tudo o que nos cerca é composto de átomos.

O átomo é a menor partícula em que se pode dividir um elemento e que, ainda assim,

conserva as propriedades físicas e químicas desse elemento. Observação:

Os átomos são tão pequenos que, se forem colocados 100 milhões deles um ao lado do outro, formarão uma reta de apenas 10mm de comprimento.

O átomo é formado de numerosas partículas. Todavia, estudaremos somente aquelas que

mais interessam à teoria eletrônica. Existem átomos de materiais como o cobre, o alumínio, o neônio, o xenônio, por exemplo, que já apresentam o equilíbrio elétrico, não precisando juntar-se a outros átomos. Esses átomos, sozinhos, são considerados moléculas também.

Constituição do átomo

O átomo é formado por uma parte central chamada núcleo e uma parte periférica formada

pelos elétrons e denominada eletrosfera.

O núcleo é constituído por dois tipos de partículas: os prótons, com carga positiva, e os

nêutrons, que são eletricamente neutros. Veja a representação esquemática de um átomo na ilustração a seguir.

esquemática de um átomo na ilustração a seguir. Os prótons, juntamente com os nêutrons, são os

Os prótons, juntamente com os nêutrons, são os responsáveis pela parte mais pesada do

átomo.

Os elétrons possuem carga negativa. Como os planetas do sistema solar, eles giram na eletrosfera ao redor do núcleo, descrevendo trajetórias que se chamam órbitas. Os átomos podem ter uma ou várias órbitas, dependendo do seu número de elétrons. Cada órbita contém um número específico de elétrons. A distribuição dos elétrons nas diversas camadas obedece a regras definidas. A regra mais importante para a área eletroeletrônica refere-se ao nível energético mais distante do núcleo, ou seja, a camada externa: o número máximo de elétrons nessa camada é de oito elétrons. Os elétrons da órbita externa são chamados elétrons livres, pois têm certa facilidade de se desprenderem de seus átomos. Todas as reações químicas e elétricas acontecem nessa camada externa, chamada de nível ou camada de valência. A teoria eletrônica estuda o átomo só no aspecto da sua eletrosfera, ou seja, sua região periférica ou orbital.

Fundamentos da Eletrostática

Quando ligamos um aparelho de televisão, rádio ou máquina de calcular estamos utilizando eletricidade e, como vimos no capítulo anterior, a eletricidade é uma forma de energia que está presente em tudo o que existe na natureza. Para compreender o que são os fenômenos elétricos e suas aplicações, estudaremos o que

é eletricidade estática; o que é tensão, suas unidades de medida e as fontes geradoras de tensão. Para estudar este capítulo com mais facilidade, você deve ter bons conhecimentos anteriores sobre o comportamento do átomo e suas partículas.

Tipos de eletricidade

A eletricidade é uma forma de energia que faz parte da constituição da matéria. Existe, portanto, em todos os corpos. O estudo da eletricidade é organizado em dois campos: a eletrostática e a eletrodinâmica.

Eletrostática

Eletrostática é a parte da eletricidade que estuda a eletricidade estática. Dá-se o nome de eletricidade estática à eletricidade produzida por cargas elétricas em repouso em um corpo. Na eletricidade estática, estudamos as propriedades e a ação mútua das cargas elétricas em repouso nos corpos eletrizados. Um corpo se eletriza negativamente (-) quando ganha elétrons e positivamente (+) quando perde elétrons. Entre corpos eletrizados, ocorre o efeito da atração quando as cargas elétricas têm sinais contrários. O efeito da repulsão acontece quando as cargas elétricas dos corpos eletrizados têm sinais iguais.

elétricas dos corpos eletrizados têm sinais iguais . No estado natural, qualquer porção de matéria é

No estado natural, qualquer porção de matéria é eletricamente neutra. Isso significa que, se

nenhum agente externo atuar sobre uma determinada porção da matéria, o número total de prótons

e elétrons dos seus átomos será igual. Essa condição de equilíbrio elétrico natural da matéria pode ser desfeita, de forma que um corpo deixe de ser neutro e fique carregado eletricamente.

Descargas elétricas

Sempre que dois corpos com cargas elétricas contrárias são colocados próximos um do outro, em condições favoráveis, o excesso de elétrons de um deles é atraído na direção daquele que está com falta de elétrons, sob a forma de uma descarga elétrica. Essa descarga pode se dar por contato ou por arco. Quando dois materiais possuem grande diferença de cargas elétricas, uma grande quantidade de carga elétrica negativa pode passar de um material para outro pelo ar. Essa é a descarga elétrica por arco. O raio, em uma tempestade, é um bom exemplo de descarga por arco.

Grandezas elétricas Tensão Elétrica: Para que haja movimento de elétrons através de um condutor, é

Grandezas elétricas

Tensão Elétrica: Para que haja movimento de elétrons através de um condutor, é necessário que alguma força ou pressão faça com que os elétrons se movimentem. Esta pressão, (pressão ou força) é denominada Diferença de Potencial (d.d.p), Força Eletromotriz (f.e.m) ou simplesmente tensão.

Força Eletromotriz (f.e.m) ou simplesmente tensão. Essas são fontes geradoras, que produzem uma força

Essas são fontes geradoras, que produzem uma força eletromotriz (f.e.m.), a qual provoca o deslocamento dos elétrons, de um para o outro extremo do material. Força eletromotriz - é a força que movimenta os elétrons. Como certos átomos são forçados a ceder elétrons e outros a receber elétrons, é possível produzir uma transferência de elétrons de um corpo para outro. Quando isso ocorre, a distribuição igual das cargas positivas e negativas em cada átomo deixa de existir. Portanto, um corpo conterá excesso de elétrons e a sua carga terá uma polaridade negativa (-). O outro corpo, por sua vez, conterá excesso de prótons e a sua carga terá polaridade positiva (+). Quando um par de corpos contém a mesma carga, isto é, ambas positivas (+) ou ambas negativas (-), diz-se que eles apresentam cargas iguais. Quando um par de corpos contém cargas diferentes, ou seja, um corpo é positivo (+) e o outro é negativo (-), diz-se que eles apresentam cargas desiguais ou opostas. A quantidade de carga elétrica que um corpo possui, é determinada pela diferença entre o número de prótons e o número de elétrons que o corpo contém.

A tensão é a grandeza representada pela letra “E ou U” e sua unidade de
A tensão é a grandeza representada pela letra “E ou U” e sua unidade de

A tensão é a grandeza representada pela letra “E ou U” e sua unidade de medida é o Volt, simbolizada pela letra “V”.

unidade de medida é o Volt, simbolizada pela letra “V”. A tensão é medida em VOLT

A tensão é medida em VOLT com o uso de um Voltímetro.

A tensão é medida em VOLT com o uso de um Voltímetro. A tensão elétrica pode

A tensão elétrica pode ser comparada ao sistema hidráulico, onde a tensão seria a altura da caixa d’ água em relação à saída da mesma.

Corrente Elétrica: É a quantidade de cargas elétricas (elétrons) que circula por um condutor em um determinado intervalo de tempo.

por um condutor em um determinado intervalo de tempo. A corrente seria o fluxo de água

A corrente seria o fluxo de água através do cano, que por sua vez seria o condutor e a

resistência seria o pequeno diâmetro do cano ou eventuais obstruções à passagem de água.

A esse fluxo de elétrons dar-se-á o nome de Carga Elétrica, cuja unidade de medida será o

Coulomb (C). 1 Coulomb é igual a 6,25 x 10 18 de elétrons ou 6 250 000 000 000 000 000 (seis quintilhões e duzentos e cinquenta quatrilhões) de elétrons. Quando circularem 6,25 x 10 18 de elétrons por um condutor, dizemos que está circulando uma corrente elétrica de 1 Coulomb.

O Coulomb não é, porém, uma unidade muito prática, pois podemos constatar uma carga

elétrica com uma intensidade de 1 Coulomb percorrendo um condutor em um segundo.

de 1 Coulomb percorrendo um condutor em um segundo. 1 Coulomb em 1 seg Ou a

1 Coulomb em 1 seg

Ou a mesma intensidade percorrendo outro condutor em 10 segundos:

1 Coulomb em 10 seg
1 Coulomb em 10 seg

Então, para se poder realmente medir e comparar a corrente elétrica houve a necessidade de se medir a intensidade da corrente em relação ao tempo.

A corrente elétrica ou intensidade da corrente é representada pela letra “I” e sua unidade de

medida é o Ampère, simbolizada pela letra “A”.

A corrente elétrica é medida em AMPERES com o uso de um Amperímetro, ligado em

A corrente elétrica é medida em AMPERES com o uso de um Amperímetro, ligado em série, ou seja, abrindo o circuito.

Sentido da Corrente:

Eletrônico ou Real – Movimento dos elétrons do polo negativo para o polo positivo da

bateria.

Convencional – Cada elétron atraído pelo polo positivo da bateria cria um “vazio”. Por sua vez, outro elétron pode se deslocar e ocupar este “vazio” e assim sucessivamente. Estes “vazios” são chamados de lacunas, as quais se deslocam do polo positivo para o polo negativo da bateria. A este movimento denominamos sentido convencional.

Resistência Elétrica: É a dificuldade que um condutor oferece a passagem da corrente elétrica.

que um condutor oferece a passagem da corrente elétrica. A resistência elétrica em um condutor é

A resistência elétrica em um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à área da secção transversal, isto é, quanto mais longo for o condutor, maior será a sua resistência e quanto maior for o seu diâmetro, menor será o valor da resistência. A resistência elétrica é representada pela letra “R” e sua unidade de medida é o Ohm, representada pela letra grega Omega (). O instrumento de medida é o Ohmímetro. Resumindo: Quanto mais se eleva a caixa d’ água mais temos força de água, ou seja, se aumentarmos a tensão, aumentamos a corrente. Se colocarmos um cano muito longo, a própria extensão do cano aumenta a resistência ao óleo, a mesma coisa acontece com a eletricidade, se aumentamos o comprimento de um cabo, aumentamos a resistência. Se colocarmos uma torneira no final do nosso cano teremos uma resistência a saída da água, desta forma, controlamos essa mesma saída, ou seja, se colocarmos uma resistência variável, podemos controlar a passagem da corrente.

Eletromagnetismo

Uma corrente elétrica pode ser produzida pelo movimento de uma bobina em um campo magnético fato este de maior importância na eletricidade. Como o magnetismo pode gerar eletricidade, bastaria um pouco de imaginação para que se fizesse uma pergunta: será que a eletricidade pode gerar campos magnéticos? A seguir, veremos que isto realmente acontece. Observamos anteriormente que a corrente elétrica é o movimento de elétrons no circuito. Analisemos agora as linhas de força eletrostática e as linhas magnéticas ao condutor, produzidas pelo elétron imóvel e em movimento

ao condutor, produzidas pelo elétron imóvel e em movimento O elétron parado contém linhas de força

O elétron parado contém linhas de força eletrostática no sentido radial.

contém linhas de força eletrostática no sentido radial. Quando o elétron percorre um condutor, ele cria

Quando o elétron percorre um condutor, ele cria um campo magnético concêntrico ao

condutor, cujas linhas de força giram no sentido dos ponteiros do relógio, quando o sentido do movimento do elétron é da direita para a esquerda.

O

elétron em movimento tem dois campos: o elétrico e eletromagnético.

O

espaço em que atuam as forças de atração e repulsão tem o nome de “campo de força”,

assim, tem-se um “campo eletrostático” ou simplesmente “campo elétrico”

tem o nome de “campo de força”, assim, tem-se um “campo eletrostático” ou simplesmente “campo elétrico”

Lei de Ohm

As grandezas que dependem umas das outras obedecem a uma relação matemática que pode ser colocada sob forma de uma fórmula. Algumas vezes essas relações são denominadas “leis”. É o caso da lei de Ohm, cujo nome foi dado em homenagem a um físico que a estudou pela primeira vez. Essa lei diz que, em determinado circuito ou parte dele, a tensão aplicada é igual ao produto da resistência pela intensidade da corrente. Assim:

produto da resistência pela intensidade da corrente. Assim: Se, no mesmo circuito, aumentarmos a tensão, a

Se, no mesmo circuito, aumentarmos a tensão, a corrente aumentará proporcionalmente. Se ao contrário, diminuirmos a tensão a corrente diminuirá proporcionalmente. A fim de facilitar a memorização, a fórmula poderá ser gravada de forma diferente, como

segue:

fórmula poderá ser gravada de forma diferente, como segue: Potência elétrica: Potência elétrica é o trabalho

Potência elétrica: Potência elétrica é o trabalho realizado em um determinado intervalo de tempo. Uma lâmpada que brilha mais tem mais potência. Um motor tem mais potência quando gira mais rápido. A potência elétrica dissipada em um circuito ou fornecida pela fonte é diretamente proporcional à tensão e a corrente em circulação. Em outras palavras, a potência é igual ao produto da tensão pela corrente.

tensão e a corrente em circulação. Em outras palavras, a potência é igual ao produto da

ou

tensão e a corrente em circulação. Em outras palavras, a potência é igual ao produto da

Exercícios:

1- Calcule o valor da resistência de um circuito, sabendo que o mesmo é alimentado com 12 Volts e a corrente que circula por ele é de 4 Ampères.

2- Qual é a resistência de um circuito alimentado com12 Volts que apresenta uma corrente de 3 Ampères?

3- Qual a tensão de alimentação de um circuito que apresenta uma resistência de 4 Ohms e uma corrente de 3 Ampères?

4- Calcule o valor de resistência de um circuito alimentado com 12 Volts e que apresenta uma potência de trabalho de 24 Watts.

5- Qual a corrente de um consumidor de 60 Watts, alimentado com uma tensão de 12 Volts?

6- Calcule a tensão de um componente cuja resistência é de 3 Ohms e a corrente de 4 Ampères.

7- Calcule a corrente de um componente cuja tensão é 12 Volts e a resistência de 4 Ohms.

8- Calcule a potência de um componente cuja tensão é de 12 Volts e a corrente de 27 Ampères.

9- Calcule a corrente cuja tensão é de 12 Volts e a potência de 300 Watts.

10- Calcule a tensão de um componente cuja potência é de 120 Watts e a corrente de 6 Ampères.

Respostas:

Circuito elétrico

Circuito: É todo percurso que representa um caminho fechado. Vamos acompanhar o percurso da corrente elétrica ao ligar um aparelho? Para facilitar, vamos observar um “rádio de pilha” aberto, para você ver o caminho por onde passa à corrente.

aberto, para você ver o caminho por onde passa à corrente. Variações do Circuito Elétrico A

Variações do Circuito Elétrico

A Corrente Elétrica:

- Sai da pilha;

- Passa pelo condutor de saída;

- Passa pelo interruptor;

- Caminha pelos componentes do rádio;

- Retorna à pilha pelo condutor de entrada;

- Continua o percurso, num processo contínuo.

1 – Circuito Aberto – É o que não tem continuidade, onde o consumidor não funciona;

2 – Circuito Fechado – É o que tem continuidade. Por ele a corrente pode circular;

3 – Circuito Desligado – É o que o dispositivo de manobra (interruptor) está na posição desligado;

4 – Circuito Desenergizado – É o que a fonte geradora está desconectada do circuito ou não funciona.

geradora está desconectada do circuito ou não funciona. Circuito em Série: Diz-se que dois ou mais
geradora está desconectada do circuito ou não funciona. Circuito em Série: Diz-se que dois ou mais
geradora está desconectada do circuito ou não funciona. Circuito em Série: Diz-se que dois ou mais
geradora está desconectada do circuito ou não funciona. Circuito em Série: Diz-se que dois ou mais

Circuito em Série: Diz-se que dois ou mais consumidores estão ligados em série quando se encontram instalados em linha, um após o outro e a corrente que circula por todos os consumidores é a mesma.

se encontram instalados em linha, um após o outro e a corrente que circula por todos
se encontram instalados em linha, um após o outro e a corrente que circula por todos
Circuito em Paralelo: Componentes são ligados em paralelo quando ligados ao mesmo ponto do circuito.
Circuito em Paralelo: Componentes são ligados em paralelo quando ligados ao mesmo ponto do circuito.

Circuito em Paralelo: Componentes são ligados em paralelo quando ligados ao mesmo ponto do circuito. As lâmpadas e consumidores de um sistema elétrico veicular enquadram-se neste caso.

ao mesmo ponto do circuito. As lâmpadas e consumidores de um sistema elétrico veicular enquadram-se neste
ao mesmo ponto do circuito. As lâmpadas e consumidores de um sistema elétrico veicular enquadram-se neste
ao mesmo ponto do circuito. As lâmpadas e consumidores de um sistema elétrico veicular enquadram-se neste

Circuito Misto: Caracterizam-se pela presença dos dois tipos anteriores de circuitos em um mesmo sistema. Num circuito veicular, os fusíveis são ligados em série com os consumidores e em paralelo entre si.

em série com os consumidores e em paralelo entre si. Fusível É um componente que tem

Fusível

É um componente que tem por função proteger a instalação elétrica e impedir, desta forma, a ocorrência de acientes. Fundem-se quando a corrente circulante atinge um limite acima do tolerável, interrompendo (abrindo) o circuito. Ao dimensionar o fusível, deve-se conhecer a corrente que circulará no circuito e instalar um fusível com capacidade de 25 a 50% maior. Ex. Qual fusível será instalado no circuito?

12V

maior. Ex. Qual fusível será instalado no circuito? 12V I = P/U 48W + 48W =
maior. Ex. Qual fusível será instalado no circuito? 12V I = P/U 48W + 48W =

I = P/U

48W + 48W = 96W I = 96W : 12V It = 8A I = 4A (por lâmpada)

25% de 8A = 2A 50% de 8A = 4A

It = 8A I = 4A (por lâmpada) 25% de 8A = 2A 50% de 8A

8A + 2A = 10A 8A + 4A = 12A

Fusível a ser utilizado = de 10 a 12A

I = 4A (por lâmpada) 25% de 8A = 2A 50% de 8A = 4A 8A

Interruptor

Trata-se de um dispositivo que basicamente permite ou não a passagem de corrente elétrica, geralmente é acionado mecanicamente. Na figura abaixo, podemos ver 3 interruptores e 2 lâmpadas, vamos imaginar todos os interruptores fechados e as lâmpadas acesas.

todos os interruptores fechados e as lâmpadas acesas. Ao abrir B1 – apagam as lâmpadas H1
todos os interruptores fechados e as lâmpadas acesas. Ao abrir B1 – apagam as lâmpadas H1

Ao abrir B1 – apagam as lâmpadas H1 e H3;

Ao abrir B2 – apaga a lâmpada H1;

Ao abrir B3 – apaga a lâmpada H3.

Relés

É um eletroimã usado como dispositivo de ligação em circuitos elétricos.

Relés É um eletroimã usado como dispositivo de ligação em circuitos elétricos. Esquema Elétrico 22

Esquema Elétrico

Relés É um eletroimã usado como dispositivo de ligação em circuitos elétricos. Esquema Elétrico 22
Relés É um eletroimã usado como dispositivo de ligação em circuitos elétricos. Esquema Elétrico 22
Diodo Os diodos são componentes semicondutores que se comportam como válvulas eletrônicas. Um diodo conduz

Diodo

Os diodos são componentes semicondutores que se comportam como válvulas eletrônicas. Um diodo conduz a corrente elétrica quando se aplica positivo em seu anodo, e negativo em seu catodo. Quando isso acontece, se diz que o diodo está polarizado em sentido direto ou em direção de condução. Se invertermos a polaridade, o diodo não deixa passar a corrente elétrica. Desta forma, se tivermos uma tensão alternada (U~) e a fizermos passar através de um grupo de diodos (denominado retificador), obteremos na saída uma tensão contínua (U=). A isto chamamos de retificador de onda completa.

Anodo Catodo Sentido Direto
Anodo
Catodo
Sentido Direto

O diodo somente permite a passagem de corrente elétrica em um sentido, por isso nos circuitos abaixo, somente um deles terá a lâmpada acesa, pois o outro diodo bloqueia a passagem de corrente elétrica.

terá a lâmpada acesa, pois o outro diodo bloqueia a passagem de corrente elétrica. Lâmpada apagada

Lâmpada apagada

terá a lâmpada acesa, pois o outro diodo bloqueia a passagem de corrente elétrica. Lâmpada apagada

Lâmpada acesa

Solenóide

Solenóide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras.

O

campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente uniforme.

O

termo solenóide passou então a designar qualquer instrumento constituído por um fio

metálico condutor, enrolado em hélice com um determinado número de espiras (voltas) circulares, todas com a mesma área e percorridas pela mesma corrente elétrica. Dentro do solenóide os campos magnéticos produzidos pelas espiras reforçam-se enquanto por fora se verifica o oposto.

espiras reforçam-se enquanto por fora se verifica o oposto. Montagem do Mecanismo Bobina Batente de Parada
Montagem do Mecanismo Bobina Batente de Parada Êmbolo Carcaça Solenóide Tipo Puxar
Montagem do
Mecanismo
Bobina
Batente de Parada
Êmbolo
Carcaça
Solenóide Tipo Puxar

Simbologia

Simbologia 25
Simbologia 25

Unidades de medida

 

Símbolo

Unidade de

Símbolo

Múltiplos e Sub- Múltiplos

 

Instrumento

GRANDEZA

da

medida

da unid.

Equivalência

de medição

grandeza

de medida

 
       

Quilovolt

(kV)

1

000 V

 

Tensão

U ou E

Volt

V

Milivolt

(mV)

0,001 V

Voltímetro

       

Quiloampére (kA)

1

000 A

 

Corrente

I

Ampére

A

Miliampére (mA)

0,001 A

Amperímetro

       

Quilohm

(k)

1

000

 

Resistência

R

Ohm

Miliohm

(m)

0,001

Ohmímetro

       

Quilowatt

(kW)

1

000 W

 

Potência

P

Watt

W

Miliwatt

(mW)

0,001 W

Wattímetro

Frequência

f

Hertz

Hz

Quilohertz

(kHz)

1 000 Hz

Frequencímetro

Milihertz

(mHz)

0,001 Hz

Isolantes

São materiais que oferecem grande dificuldade à passagem da corrente elétrica, em virtude da pequena quantidade de elétrons livres em sua estrutura molecular. Ex.: Vidro, borracha, plástico, etc.

Condutores

São materiais que facilitam a passagem da corrente elétrica, em virtude da grande quantidade de elétrons livres em sua estrutura molecular. Ex.: Ouro, cobre, prata, alumínio, etc.

virtude da grande quantidade de elétrons livres em sua estrutura molecular. Ex.: Ouro, cobre, prata, alumínio,

Instrumento de Medição – Multímetro

É um instrumento de medição que permite a verificação (medição) das principais grandezas elétricas e também permite, em alguns modelos, outras verificações tais como: diodos, rotação do motor (RPM), temperatura, etc Existem várias marcas e modelos no mercado.

88 DC 0 2 4 6 8 10 2 4 6 8 20
88
DC
0
2
4
6
8
10
2
4
6
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Mi_meter_01_f

Medindo a Tensão

Para medir a tensão de um componente é necessário colocar o Multímetro em paralelo ao componente, ou seja, as pontas de prova devem estar uma em um dos terminais deste componente e a outra ponta na outra extremidade. Sempre com o circuito ligado. Obs. Com o Multímetro digital, podemos inverter o cabo vermelho com o preto na ligação, neste caso, somente irá aparecer o sinal negativo antes do valor. Se for um Multímetro analógico este procedimento danificará o aparelho.

analógico este procedimento danificará o aparelho. Tensão Alternada: Neste caso, vemos um exemplo da escala de

Tensão Alternada:

Neste caso, vemos um exemplo da escala de tensão alternada, porém é mais utilizada em eletricidade residencial.

porém é mais utilizada em eletricidade residencial. Tensão Contínua: Neste caso, vemos um exemplo da escala

Tensão Contínua:

Neste caso, vemos um exemplo da escala de tensão contínua, esta escala é muito utilizada em eletricidade veicular.

Medindo a Corrente Para se medir a corrente elétrica que passa em um componente, necessitamos
Medindo a Corrente Para se medir a corrente elétrica que passa em um componente, necessitamos

Medindo a Corrente

Para se medir a corrente elétrica que passa em um componente, necessitamos interceptar este cicuito e ligar o Multímetro em série com o componente, pois toda a corrente precisa passar pelo componente e pelo aparelho. Assim colocamos uma ponta do cabo do Multímetro no componente e a outra ponta no cabo que retiramos deste mesmo ponto.

e a outra ponta no cabo que retiramos deste mesmo ponto. Podemos verificar as escalas de

Podemos verificar as escalas de medição de corrente contínua e alternada, porém a prática de medição de corrente não é muito comum. Visto que é necessário “abrir” o circuito.

porém a prática de medição de corrente não é muito comum. Visto que é necessário “abrir”

Medindo a Resistência

A resistência elétrica é representada pela letra “R” e sua unidade é o ohm “ ”.

pela letra “R” e sua unidade é o ohm “ ”. O Ohmímetro é utilizado para

O Ohmímetro é utilizado para medir resistência de componentes elétricos, estes sempre devem estar sem alimentação no momento da medição.

devem estar sem alimentação no momento da medição. Circuito Aberto e Fechado Indicações que aparecem no

Circuito Aberto e Fechado

Indicações que aparecem no visor quando o circuito/componente está sendo verificado.

OL

Over Limited

I

Infinite

Circuito Aberto

000

Circuito Fechado

Resistores

Resistores 30
Resistores 30

Diagnóstico

Muitos defeitos em sistemas elétricos podem ser causados por conectores, fios (chicote) ou terminais (pinos). Verifique detalhadamente se os conectores estão soltos ou mal encaixados, se a conexão está correta, se o chicote não está retorcido, corroído, contaminado por produtos químicos e deteriorado.

Procedimento para inspeção de conectores

contaminado por produtos químicos e deteriorado. Procedimento para inspeção de conectores Teste de continuidade 31
contaminado por produtos químicos e deteriorado. Procedimento para inspeção de conectores Teste de continuidade 31
contaminado por produtos químicos e deteriorado. Procedimento para inspeção de conectores Teste de continuidade 31
contaminado por produtos químicos e deteriorado. Procedimento para inspeção de conectores Teste de continuidade 31

Teste de continuidade

Sistema de Carga e Partida – Bateria

Sistema de Carga e Partida – Bateria SEGURANÇA Recomenda-se o uso de óculos de segurança Mantenha
Sistema de Carga e Partida – Bateria SEGURANÇA Recomenda-se o uso de óculos de segurança Mantenha
Sistema de Carga e Partida – Bateria SEGURANÇA Recomenda-se o uso de óculos de segurança Mantenha

SEGURANÇA

Recomenda-se o uso de óculos de segurança

Mantenha fora do alcance de crianças

Evite chamas e faíscas próximo ao produto

de crianças Evite chamas e faíscas próximo ao produto Cuidado: Líquido corrosivo. Pode causar queimaduras graves
de crianças Evite chamas e faíscas próximo ao produto Cuidado: Líquido corrosivo. Pode causar queimaduras graves
de crianças Evite chamas e faíscas próximo ao produto Cuidado: Líquido corrosivo. Pode causar queimaduras graves
de crianças Evite chamas e faíscas próximo ao produto Cuidado: Líquido corrosivo. Pode causar queimaduras graves

Cuidado: Líquido corrosivo. Pode causar queimaduras graves e cegueira

Risco de explosão

Produto reciclável:

Devolva ao ponto de venda no ato da troca

Não descartar no lixo comum! Contém substâncias tóxicas (Chumbo)

Vazamento de Ácido

Quando ocorre um vazamento de ácido devemos:

Isolar a área e não tocar o material sem proteção;

Conter o derramado com areia ou terra;

Neutralizar com bicarbonato de sódio ou cal;

Lavar com muita água para diluição.

de sódio ou cal; Lavar com muita água para diluição. Bateria: A bateria é um dos

Bateria: A bateria é um dos componentes elétricos mais importantes do veículo. Seu perfeito estado contribui de forma essencial para o funcionamento de todo circuito elétrico do veículo. Além da função destinada à partida do motor, a bateria do veículo também assume as funções de armazenar e fornecer energia elétrica para os sistemas eletroeletrônicos do veículo. A bateria do veículo é formada por uma série de acumuladores. Isso significa que está em condições de absorver energia elétrica, armazená-la e disponibilizá-la posteriormente de acordo com as necessidades.

de absorver energia elétrica, armazená-la e disponibilizá-la posteriormente de acordo com as necessidades. 33
Conjunto de Placas Positivas (Dióxido de Chumbo – PbO 2 ) Separador (Tipo bolsa de
Conjunto de Placas Positivas
(Dióxido de Chumbo – PbO 2 )
Separador (Tipo bolsa
de Polietileno)

Bloco de Placas (Célula)

Eletrólito (Solução de Ácido Sulfúrico H 2 SO 4 )

Conjunto de Placas Negativas (Chumbo Poroso – Pb)

Eletrólito (Solução): O eletrólito é composto de ácido sulfúrico diluído. Em média, quando a bateria está totalmente carregada é constituído de 36% de ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e 64% de água destilada (H 2 O) possuindo, desta forma, uma densidade de 1,26 g/cm 3 a uma temperatura de 26,5 0 C.

Funcionamento da Bateria: As reações químicas que ocorrem entre o dióxido de chumbo das placas positivas, o chumbo das negativas e o eletrólito provocam um desequilíbrio de cargas entre as placas. Dessa forma elas ficam carregadas, uma positivamente e outra negativamente, e assim permanecem até que haja equilíbrio por meio da ligação a um circuito externo.

2,1V 2,1V 2,1V 2,1V
2,1V
2,1V
2,1V
2,1V
2,1V 2,1V
2,1V
2,1V
que haja equilíbrio por meio da ligação a um circuito externo. 2,1V 2,1V 2,1V 2,1V 2,1V

2,1V x 6 = 12,6V

que haja equilíbrio por meio da ligação a um circuito externo. 2,1V 2,1V 2,1V 2,1V 2,1V

Alternador

O alternador é uma máquina elétrica giratória que transforma a energia mecânica fornecida

pelo motor de combustão interna, através de correia, em energia elétrica.

Sua finalidade é fornecer energia elétrica necessária para recarregar a bateria e alimentar os consumidores.

O alternador gera uma corrente alternada, que é retificada logo em seguida para poder ser

utilizada pelo equipamento.

logo em seguida para poder ser utilizada pelo equipamento. Funcionamento do Alternador: Baseia-se no princípio do

Funcionamento do Alternador: Baseia-se no princípio do eletromagnetismo. Quando um condutor movimenta-se dentro de um campo magnético, cortando suas linhas de força ou sendo cortado por elas, aparece neste condutor uma força eletromotriz (f.e.m) ou tensão induzida. No alternador o campo magnético é produzido no rotor, que é composto de um eixo em torno do qual há uma bobina de excitação. Duas metades polares tipo garras envolvem esta bobina. As garras dos pólos se acoplam umas nas outras.

bobina. As garras dos pólos se acoplam umas nas outras. Conjunto Rotor Quando uma corrente elétrica

Conjunto Rotor

Quando uma corrente elétrica percorre a bobina de excitação, também chamada bobina de campo, surge ao redor desta um campo magnético que enlaça os pólos. Assim, o conjunto de garras de um dos lados se torna pólo norte, enquanto o outro conjunto se torna pólo sul.

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Motor de Partida Os motores de combustão interna necesitam de uma energia externa para que

Motor de Partida

Os motores de combustão interna necesitam de uma energia externa para que possam ser colocados em funcionamento. O sistema de partida tem a finalidade de vencer as resistências mecânicas do motor, como a inércia das partes móveis e a taxa de compressão, dando início ao movimento e atingindo um número de rotações suficiente para que o motor possa se manter em funcionamento sem ajuda externa. O motor de partida é um motor de corrente contínua, capaz de desenvolver alta potência durante um curto períoo de tempo. Sua finalidade é transformar a energia elétrica proveniente da bateria em energia mecânica, que será transmitida à cremalheira do volante do motor fazendo girar a árvore de manivelas, colocando em funcionamento o motor térmico.

à cremalheira do volante do motor fazendo girar a árvore de manivelas, colocando em funcionamento o

Esquema elétrico

Esquema elétrico Funcionamento do Motor de Partida: Posição de repouso Posição de engrenamento dos dentes (dente

Funcionamento do Motor de Partida: Posição de repouso

Funcionamento do Motor de Partida: Posição de repouso Posição de engrenamento dos dentes (dente com dente)

Posição de engrenamento dos dentes (dente com dente)

Funcionamento do Motor de Partida: Posição de repouso Posição de engrenamento dos dentes (dente com dente)

Posição de partida (dente coincide com vão)

Posição de partida (dente coincide com vão) Testes Elétricos - Como realizar um teste de FUGA

Testes Elétricos

- Como realizar um teste de FUGA DE CORRENTE?

Mesmo quando todos os consumidores elétricos do veículo estão desligados, existem alguns equipamentos que permanecem em constante funcionamento. É o caso de alarmes, memórias do sistema de injeção eletrônica, computador de bordo e solenóides de travas elétricas. Para testar a fuga de corrente:

• Desligue o motor e todos os acessórios elétricos do veículo;

• Conecte o amperímetro do equipamento de análise do sistema elétrico na escala de mili Àmperes, ajustando-o em sua maior escala.

• Em série, com o cabo negativo da bateria e o pólo negativo da bateria - observe a polaridade;

• Ajuste a escala até obter uma leitura precisa do valor de corrente de fuga;

• Verifique o manual de serviços do veículo para determinar o valor máximo de corrente de fuga;

Obs: Valores elevados de corrente de fuga podem descarregar a bateria.

Os valores máximos para corrente de fuga são:

20

40

mili Àmperes para baterias até 45 Ah;

mili Àmperes para baterias de 46 Ah até 75 Ah;

70

mili Àmperes para baterias de 76 Ah até 180 Ah (p/ veículos sem tacógrafo);

170 mili Àmperes para baterias de 76 Ah até 180 Ah (p/ veículos com tacógrafo).

- Como testar o ALTERNADOR?

O

alternador é um componente elétrico que transforma a energia cinética em energia elétrica, isto

é,

ele é um gerador que através da rotação do seu eixo produz energia elétrica para o veículo.

Para testar o alternador:

•Com o equipamento de análise do sistema elétrico instalado, eleve a rotação do motor para uma rotação média aproximada de 2.000 rpm; •Ajuste o reostato de carvão para provocar uma descarga na bateria até que a sua tensão caia para 12,6V (para veículos 12 Volts) e 25,2V (para veículos 24V);

•O valor obtido não deve ser inferior a 90% da corrente gravada na carcaça do alternador; •Se o valor estiver fora deste limite, verifique a correia do alternador, escovas, rolamentos ou buchas, diodos de retificação e de excitação, contatos entre cabos e gerador e contatos entre bateria e cabos.

- Como testar o EQUILÍBRIO ELÉTRICO DO VEÍCULO?

O excesso de acessórios elétricos não originais no veículo prejudica o

seu equilíbrio elétrico. Neste caso o alternador fica com capacidade

insuficiente para repor a carga perdida, podendo descarregar a bateria. Para testar o equilíbrio elétrico do veículo:

• Verifique a polaridade do alicate amperímetro para evitar erros de interpretação na análise;

• Com o alicate amperímetro do equipamento de análise do sistema

elétrico “abrace” todos os cabos que saem do pólo positivo da bateria e dê a partida no veículo;

• Se não for possível “abraçar” todos os cabos que saem do pólo

positivo da bateria, conecte o alicate amperímetro nos cabos que saem

do pólo negativo;

• Com o veículo na marcha lenta (valor especificado p/ cada veículo) e todos os consumidores elétricos desligados observe se a corrente que flui para a bateria é igual a zero (0) ou positiva (+);

• Depois, repita o teste com o veículo na marcha lenta e todos os

consumidores elétricos ligados, menos pisca-pisca e o alerta, e

observe se a corrente que flui para a bateria é igual a zero (0) ou positiva (+);

• Caso a leitura seja negativa, significa que o alternador não está

conseguindo suprir todos os consumidores elétricos nesta condição.

Isto pode ocorrer porque a marcha lenta está muito baixa ou porque existem muitos consumidores elétricos instalados;

• Regule a marcha lenta do motor, conforme a especificação do

fabricante. Caso o problema não desapareça, retire o excesso de consumidores elétricos ou troque o alternador por um de maior capacidade.

- Como testar o MOTOR DE PARTIDA?

um de maior capacidade. - Como testar o MOTOR DE PARTIDA? Alicate Amperímetro O motor de

Alicate Amperímetro

O motor de partida é o componente elétrico responsável por girar o volante do motor do veículo

numa rotação mínima pré-estabelecida que garanta a explosão do motor principal. Para testar o motor de partida:

• Instale o equipamento de análise de sistema elétrico no veículo, que possua um alicate

amperímetro, e faça o ajuste de zero na escala de corrente verificando a corrente de partida. Caso

esteja fora de especificação procure por buchas ou rolamentos gastos, mau contato na fiação ou na malha terra.

• Verifique também se a potência do motor de partida está de acordo com a especificada para o veículo.

• Verifique se as escovas ou rolamentos não estão desgastados. Corrija o problema antes de prosseguir os testes.

- Como testar o REGULADOR DE TENSÃO?

O regulador de tensão é um circuito eletrônico acoplado na carcaça do alternador responsável por

garantir que a tensão do sistema elétrico do veículo fique dentro dos valores pré - estabelecidos.

Teste o regulador de tensão:

• Com o motor ligado na marcha lenta, aguarde até que a corrente de recarga na bateria esteja abaixo de 5A;

• A tensão deve ser medida primeiramente com os consumidores elétricos desligados e com o

motor em marcha lenta, e posteriormente com os consumidores elétricos ligados e com o motor

aproximadamente a 1500 rpm, comparar com os valores a seguir:

- A tensão deve ficar entre 13,5V e 14,5V (para veículos 12 Volts) e 27,0V e 29,0 V (para veículos 24,0 V);

- Caso o valor obtido esteja fora desta faixa, verifique:

- Ajuste de marcha lenta,

- Correias frouxas,

- Regulador de tensão com problema.

Corrente de recarga = Ampères

Marcha Lenta

S/C C/C

RPM 1500 RPM S/C C/C

S/C = Com os consumidores elétricos desligados. C/C = Com os consumidores elétricos ligados.

Algumas linhas de comando mais utilizadas

30

– Positivo direto da bateria;

31

– Ponto de massa negativo da bateria;

15

– Saída 12V do interruptor de partida;

85

– Entrada ou saída de comando da bobina do relé;

86

– Entrada ou saída de comando da bobina do relé;

87

– Contato de saída do relé para os consumidores;

50

– Saída do interruptor de partida para alimentar o motor de partida;

Ábaco para cálculo de corrente e cabos

Potência (W) Corrente (A) Metros Bitola
Potência (W)
Corrente (A)
Metros
Bitola

Nesta figura acima podemos verificar qual o cabo ideal para uma determinada aplicação. Exemplo:

Temos um equipamento de 120W, que será utilizado com 12V, mas teremos um cabo com 15 metros entre a fonte e o equipamento. Com a tabela podemos traçar uma reta entre os 120W e 12V, chegando na corrente que é de 10A. Dos 10A traçamos uma reta passando por 15 metros em 12V, esta chega em 10mm 2 , que é a bitola do nosso cabo.

SANTAL EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS S.A Avenida dos Bandeirantes, 384 - Ribeirão Preto/ SP - CEP: 14030 - 680 Tel.: (16) 2101-6622. Fax (16) 2101-6602. Fone 2101-6671 E-mail: santal@santal.com.br - http://www.santal.com.br

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