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Saúde Mental
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SEST - Serviço Social do Transporte SENAT - Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte Qualquer

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SENAT - Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte Qualquer parte dessa obra poderá ser reproduzida, desde

Qualquer parte dessa obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte.

parte dessa obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte. Fale Conosco 0800 728 2891

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Sumário   Apresentação 6 Unidade 1 | O que é Saúde Mental? 7 1. O
Sumário   Apresentação 6 Unidade 1 | O que é Saúde Mental? 7 1. O
Sumário   Apresentação 6 Unidade 1 | O que é Saúde Mental? 7 1. O

Sumário

 

Apresentação

6

Unidade 1 | O que é Saúde Mental?

7

1.

O que é Saúde Mental?

8

1.1.

Uma Definição em Andamento

8

1.1.1.

Da Possessão Demoníaca ao Alívio com Pílulas

9

1.2.

Menos Manicômios, Mais Atenção

10

1.2.1.

O Horror em Barbacena, Minas Gerais

10

1.3.

Humano, um Ser Complexo

11

1.3.1.O Grito de Munch

12

1.4.

Cuidados, as Recomendações da Saúde

13

1.4.1.

Medicamentos em Excesso

14

Glossário

16

Atividades

17

 

Referências

18

Unidade 2 | Quando Procurar Auxílio?

20

1. Quando Procurar Auxílio?

21

1.1. O Sofrimento não é uma Condenação

21

Glossário

25

Atividades

26

 

Referências

27

Unidade 3 | Principais Transtornos da Saúde Mental

28

1.

Principais Transtornos da Saúde Mental

29

1.1.

Principais Tipos de Transtorno Mental (I)

29

1.1.1.

Transtornos Mentais Orgânicos

29

1.1.2.

Transtornos do Humor

29

1.1.3.

Classificação de Consenso

30

1.2.

Principais Tipos de Transtorno Mental (II)

31

1.2.1.

Transtornos de Ansiedade

31

Consenso 30 1.2. Principais Tipos de Transtorno Mental (II) 31 1.2.1. Transtornos de Ansiedade 31 3

3

1.3. Principais Tipos de Transtorno Mental (III) 33 1.3.1. Transtornos Dissociativos 33 1.3.2. Transtornos
1.3. Principais Tipos de Transtorno Mental (III) 33 1.3.1. Transtornos Dissociativos 33 1.3.2. Transtornos
1.3. Principais Tipos de Transtorno Mental (III) 33 1.3.1. Transtornos Dissociativos 33 1.3.2. Transtornos

1.3.

Principais Tipos de Transtorno Mental (III)

33

1.3.1. Transtornos Dissociativos

33

1.3.2. Transtornos Somatoformes

33

1.3.3. Transtorno Esquizofrênico

33

1.3.4. Transtornos Alimentares

34

1.3.5. A Palavra-chave é “Misturar”

34

1.4.

Direitos

35

Glossário

37

Atividades

38

 

Referências

39

Unidade 4 | Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso e Abuso de Álcool e Outras Drogas

40

1. Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso e Abuso de Álcool e Outras Drogas

41

1.1.

Drogas, Velhas Conhecidas

41

1.2. Lícitas, mas Prejudiciais

43

1.2.1.

Direção Após Consumo de Álcool Aumenta Riscos e Gravidade de Acidentes

44

1.3.

As Mais Procuradas (I)

45

1.3.1.

Álcool

45

1.3.2.

Alucinógenos

45

1.3.3.

Anfetaminas

45

1.3.4.

Benzodiazepínicos

46

1.3.5.

Cocaína

46

1.3.6.

Guerras e Anfetaminas

46

1.4.

As mais Procuradas (II)

47

 

1.4.1. Inalantes

47

1.4.2. Maconha

47

1.4.3. Opiáceos ou Opioides

48

 

1.4.4. Nicotina

48

1.4.4.1. Opiáceos no Combate à Dor

49

Glossário

51

ou Opioides 48   1.4.4. Nicotina 48 1.4.4.1. Opiáceos no Combate à Dor 49 Glossário 51

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Atividades 52   Referências 53 Unidade 5 | O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do
Atividades 52   Referências 53 Unidade 5 | O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do

Atividades

52

 

Referências

53

Unidade 5 | O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas

55

1.

O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas

56

1.1.

Uso e Dependência

56

1.1.1.

Atenção para a Cachaça

57

1.2. Redução de Danos

58

1.3. Redução de Danos, a Melhor Opção

59

1.4. O Lugar da Família

61

1.4.1.

Crack, é Possível Vencer

62

Glossário

64

 

Referências

65

Atividades

66

Unidade 6 | Prevenção dos Transtornos Mentais

68

1.

Prevenção dos Transtornos Mentais

69

1.1.

Assunto Complicado

69

1.1.1.

Prevenção do Suicídio

69

1.1.2. Setembro Amarelo

70

1.2.

Desafio na Emergência

71

Glossário

72

Atividades

73

 

Referências

74

70 1.2. Desafio na Emergência 71 Glossário 72 Atividades 73   Referências 74 5

5

Apresentação

Prezado aluno,

Seja bem-vindo ao Curso Saude Mental!

Prezado aluno, Seja bem-vindo ao Curso Saude Mental! Neste curso você encontrará conceitos, situações

Neste curso você encontrará conceitos, situações extraídas do cotidiano e, ao final de cada unidade, atividades para a fixação do conteúdo. No decorrer dos seus estudos você verá ícones que tem a finalidade de orientar seus estudos, estruturar o texto e ajudar na compreensão do conteúdo.

O curso possui carga horária total de 20h e foi organizado em 6 unidades, conforme a tabela a seguir:

Unidade

Carga horária

1

- O Que è Saúde Mental

4 horas

3

- Principais Transtornos da Saúde Mental

4 horas

3 - Principais Transtornos da Saúde Mental 4 horas 5 - O Tratamento e a Reabilitação

5 - O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas

4 horas

Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas 4 horas Fique atento! Para concluir o curso,

Fique atento! Para concluir o curso, você precisa:

a) navegar pelos conteúdos e realizar as atividades previstas nas “Aulas Interativas”;

b) responder à “Avaliação final” e obter nota mínima igual ou superior a 60;

c) responder à “Avaliação de Reação”;

d) acessar o “Ambiente do Aluno” e emitir o seu certificado.

Este curso é autoinstrucional, ou seja, sem acompanhamento de tutor. Em caso de dúvidas entre em contato com a suporteead@sestsenat.org.br (0800 7282891).

Bom estudo!sem acompanhamento de tutor. Em caso de dúvidas entre em contato com a suporteead@sestsenat.org.br (0800 7282891).

de tutor. Em caso de dúvidas entre em contato com a suporteead@sestsenat.org.br (0800 7282891). Bom estudo!

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UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
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UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7

UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL?

UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7
UNIDADE 1 | O QUE É SAÚDE MENTAL? 7

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1 O que é Saúde Mental?

1.1 Uma Definição em Andamento

1 O que é Saúde Mental? 1.1 Uma Definição em Andamento Não existe uma definição curta

Não existe uma definição curta para saúde mental. Assim, podemos dizer:

ter saúde mental é estar de bem consigo e com os outros, aceitando as exigências da vida. É saber lidar com as boas emoções e também com as desagradáveis: alegria/tristeza; coragem/medo;amor/ódio;serenidade/ raiva; ciúmes; culpa; frustrações. É saber reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário. Essa descrição é bem ampla, não é verdade?

Essa descrição é bem ampla, não é verdade? Mas esse assunto ficará mais claro à medida que você avançar neste curso. Para começar, lembre-se de que saúde mental é o contrário de doença mental. E é bem provável que você já tenha visto doentes mentais em situação de abandono pelas ruas – são casos extremos. E talvez até parentes ou conhecidos com problemas dessa natureza.

No entanto, as doenças mentais – que muitos preferem chamar de transtornos mentais – nem sempre são fáceis de perceber, mesmo sendo graves. Por exemplo:

não se pode afirmar que alguém seja mentalmente sadio só porque vai para o trabalho todos os dias, cumpre suas funções e mantém uma rotina estável dentro e fora do lar. Essa pessoa pode estar sofrendo interiormente. Situações como essa nos impedem de chegar a uma definição que não deixe qualquer dúvida sobre o que é saúde mental.

como essa nos impedem de chegar a uma definição que não deixe qualquer dúvida sobre o

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e A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), uma entidade da ONU, evita definir o
e A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), uma entidade da ONU, evita definir o

e

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), uma entidade da ONU, evita definir o que seja saúde mental. Isso porque sabe que o comportamento das pessoas varia de acordo com a cultura de cada povo. O que é considerado “normal” por um grupo humano, pode ser visto como algo no mínimo “esquisito” por outro povo.

h

É bom lembrar que, com o tempo, também a própria cultura muda – os costumes e normas, entre outras características de uma sociedade. A OMS se preocupa mais em garantir, no mundo todo, o respeito aos direitos humanos de qualquer pessoa que sofra de transtorno mental. Tem razão, pois o sofrimento daqueles que são considerados loucos marca profundamente a história da humanidade até hoje.

1.1.1 Da Possessão Demoníaca ao Alívio com Pílulas

No passado bem distante, os chamados de loucos eram considerados possuídos pelo demônio. Ninguém os queria por perto. Até os anos 1500, esses doentes costumavam ser expulsos das cidades. Muitas vezes foram embarcados, à força, nas chamadas “naus dos loucos”, que os levavam de um lugar para outro, numa viagem praticamente sem fim.

Até que, em 1563, o médico holandês Johann Weyer acabou com a ideia de que a loucura era obra do demônio, afirmando que tinha causas naturais. E os doentes passaram a ser internados. Mas só em 1793 foi construído um hospício para que fossem separados de outras pessoas encarceradas.

ser internados. Mas só em 1793 foi construído um hospício para que fossem separados de outras

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No entanto, durante todo esse tempo, os tratamentos a que eram submetidos muitas vezes não
No entanto, durante todo esse tempo, os tratamentos a que eram submetidos muitas vezes não

No entanto, durante todo esse tempo, os tratamentos a que eram submetidos muitas

vezes não passavam de suplícios terríveis, que jamais poderiam curá-los. Desde então,

o estudo dos problemas mentais avançou bastante, por vários caminhos.

Mas, no da psiquiatria, os tratamentos só melhoraram a partir de 1950, quando surgiu

a droga clorpromazina, na França, usada ainda hoje para o tratamento da esquizofrenia

– um tipo de transtorno mental grave.

1.2 Menos Manicômios, Mais Atenção

Séculos depois de construir os primeiros hospícios, a Europa foi a primeira a começar

a derrubá-los, com o chamado “movimento antimanicomial”, iniciado na Itália, nos

anos 1970. Esse movimento não demorou a chegar ao Brasil, onde, na década de 1980, mais de 100 mil pessoas viviam internadas nos hospícios. De lá para cá, mudou muito a forma de tratar os problemas mentais no país.

Em 2001, foi sancionada uma lei que afirma os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais. Essa lei modificou o modelo de assistência em saúde mental. Assim, houve uma verdadeira reforma psiquiátrica, com o fechamento de hospitais para doentes mentais.

O objetivo dessas mudanças foi permitir aos portadores de transtornos mentais

exercerem seus direitos como cidadãos. Assim, o sistema de saúde ampliou o alcance

de sua assistência a essas pessoas, não ficando mais somente no controle dos sintomas

provocados pelos transtornos mentais. De um lado, a política de saúde mental procura

levar o interessado de volta ao convívio da comunidade. De outro, estimula a sociedade

a reconhecer a existência de pessoas “diferentes”.

1.2.1 O Horror em Barbacena, Minas Gerais

No começo do século 20, foi instalado em Barbacena, Minas Gerais, um hospício com

o nome de Colônia. Ao longo de décadas, ali foram internados à força milhares de epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e outros “indesejáveis”.

internados à força milhares de epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e outros “indesejáveis”. 10
internados à força milhares de epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas e outros “indesejáveis”. 10

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Até mesmo mulheres das quais os maridos queriam se livrar por qualquer motivo. E a
Até mesmo mulheres das quais os maridos queriam se livrar por qualquer motivo. E a

Até mesmo mulheres das quais os maridos queriam se livrar por qualquer motivo. E

a esmagadora maioria dos internados não era constituída de doentes mentais. Na

Colônia, essas pessoas foram torturadas, violentadas e sofreram carências de todo o tipo.

Estima-se que houve 60 mil mortes no hospício de Barbacena – um verdadeiro genocídio. Nos períodos de maior ocorrência de mortes, em média 16 pessoas perdiam a vida a cada dia. E uma contabilidade macabra revelou que, entre 1969 e 1980, 1.853 corpos saídos do manicômio foram vendidos a 17 faculdades de medicina do país.

1.3 Humano, um Ser Complexo

Todos nós temos uma história de vida, com experiências variadas em diversas circunstâncias. A memória do passado, tudo o que aprendemos, faz parte de nosso presente: é a partir dessa “base” que enxergamos o mundo e projetamos nosso futuro. Também temos nossa cultura, noções do que é normal e do que não é; temos atitudes frente aos problemas da vida e valores morais. A cultura determina a maneira como nos relacionamos com as outras pessoas, desempenhando vários papéis: pai, mãe, filho, filha, profissional, namorado, namorada, amiga, amigo, parente etc.

namorado, namorada, amiga, amigo, parente etc. E somos seres políticos, com direitos, obrigações e

E somos seres políticos, com direitos, obrigações e possibilidades de agir sobre o

mundo que nos rodeia e na relação com as pessoas. Temos uma vida de trabalho, que está relacionada a nosso sustento e, muitas vezes, ao de nossa família. Também temos

nossa intimidade, nosso mundo pessoal, com seus recantos secretos que nem sempre revelamos a alguém.

Portanto, nossa identidade corresponde a um conjunto de papéis. Se nossa atuação se mantém equilibrada ao longo da vida, sempre teremos a sensação de sermos os mesmos, embora possamos perceber que nos transformamos a cada dia. mesmos, embora possamos perceber que nos transformamos a cada dia.

da vida, sempre teremos a sensação de sermos os mesmos, embora possamos perceber que nos transformamos
da vida, sempre teremos a sensação de sermos os mesmos, embora possamos perceber que nos transformamos

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Se surgir um sofrimento interior muito intenso, considerado e psíquico, terá chegado a hora em
Se surgir um sofrimento interior muito intenso, considerado e psíquico, terá chegado a hora em

Se surgir um sofrimento interior muito intenso, considerado e psíquico, terá chegado a hora em que a pessoa deverá ser cuidada, deverá receber atenção.

1.3.1 O Grito de Munch

Edvard Munch (1863-1944), artista norueguês, pintou o famoso quadro O Grito – Um Retrato do Desespero, que reflete seu estado interior. Munch, quando criança, perdeu a mãe e uma de suas irmãs, tendo sido criado pelo pai, muito controlador.

Mais tarde, Laura, outra irmã, foi internada em asilo psiquiátrico. Munch, por sua vez, depois de romper com o pai, acabou por se envolver com uma mulher casada, o que só lhe trouxe mágoa e desespero. O estado de espírito que o levou a pintar o quadro está bem claro nas linhas que escreveu no seu diário, em 1883:

bem claro nas linhas que escreveu no seu diário, em 1883: O grito, Edvard Munch, 1893.

O grito, Edvard Munch, 1893. Óleo sobre tela, têmpera e pastel sobre cartão. Galeria Nacional, Oslo.

“Passeava com dois amigos ao pôr do sol – o céu ficou de súbito vermelho-sangue – eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta – havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fiorde e sobre a cidade – os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade – e senti o grito infinito da Natureza.”.

– os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade – e senti

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a O fenômeno que inspirou Munch A partir de agosto de 1883, durante bom tempo,
a O fenômeno que inspirou Munch A partir de agosto de 1883, durante bom tempo,

a

O fenômeno que inspirou Munch

A partir de agosto de 1883, durante bom tempo, os céus

do mundo inteiro passaram a apresentar uma tonalidade vermelha muito forte e brilhante ao entardecer. O fenômeno que inspirou Munch foi resultado de cinzas vulcânicas em suspensão na alta atmosfera, lançadas pelo vulcão Krakatau, da Indonésia.

1.4 Cuidados, as Recomendações da Saúde

Para atuar, as equipes do Ministério da Saúde, ligadas à saúde mental, levam em conta o fato de que cada pessoa é um conjunto de várias dimensões. A orientação que recebem é a de considerar a totalidade de cada pessoa. E nessa abordagem integral, identificar quais transformações ocorreram, o que está provocando adoecimento e o que está em vias de causar adoecimento. Assim será possível elaborar estratégias de intervenção para dissipar os fatores causadores de sofrimento e ajudar a pessoa a retomar, ou redirecionar, sua vida. Esse trabalho, feito com os usuários do sistema e seus familiares, é chamado de Projeto Terapêutico Singular.

Ou seja, um projeto terapêutico é um plano de ação compartilhado, composto por um conjunto de intervenções que objetiva proporcionar cuidado integral à pessoa. Nesse projeto, tratar das doenças não é menos importante, mas é apenas uma das ações que visam ao cuidado integral.

Um Projeto Terapêutico Singular deve ser elaborado com o usuário, a partir de uma primeira análise do profissional sobre as múltiplas dimensões do sujeito. Cabe ressaltar que esse é um processo dinâmico, uma vez que a própria relação entre o profissional e o usuário está em constante transformação.

dinâmico, uma vez que a própria relação entre o profissional e o usuário está em constante

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1.4.1 Medicamentos em Excesso

1.4.1 Medicamentos em Excesso A reforma psiquiátrica foi benéfica para a saúde mental no Brasil, mas

A reforma psiquiátrica foi benéfica para a saúde mental no Brasil, mas ainda há muito o que fazer nesse campo. Por exemplo: as pessoas com transtornos mentais foram sendo libertadas dos manicômios, mas muitas delas seguem aprisionadas em suas casas, sujeitas a tratamentos com drogas que não têm prazo para terminar.

Estudantes de medicina da Universidade de Campinas, em trabalho de campo, relataram ter encontrado pacientes que tomavam até nove diferentes medicamentos psiquiátricos ao mesmo tempo. Embora fossem epilépticas, essas pessoas nunca haviam sido examinadas por um neurologista.

pessoas nunca haviam sido examinadas por um neurologista. Esses alunos da Unicamp frequentaram um bairro pobre

Esses alunos da Unicamp frequentaram um bairro pobre de Campinas durante dois anos. No relatório que publicaram em 2014, reforçam a ideia de que os projetos terapêuticos singulares, bem elaborados e bem conduzidos, podem ser a chave para a questão.

ideia de que os projetos terapêuticos singulares, bem elaborados e bem conduzidos, podem ser a chave

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Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi
Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi

Agora é com Você!

Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi estudado nesta unidade.

• Bate Papo na Saúde. Os convidados desse Bate Papo debatem, entre

outros assuntos, os avanços da saúde mental no país, as dificuldades de acesso às regiões isoladas e a valorização do saber tradicional.

Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=HjjRTPKAT9c.

• Ciência e Letras. Nesse programa um médico e uma médica psiquiatras,

ambos professores e pesquisadores, conversam sobre o livro “Políticas e Cuidado em Saúde Mental”.

Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=MSFFaCono1I.

• Visite o site da mostra Nise da Silveira - Vida e Obra, uma retrospectiva biográfica da psiquiatra que revolucionou os métodos de atendimento ao portador de transtornos mentais no Brasil.

Disponível em http://www.ccms.saude.gov.br/nisedasilveira/index.php.

Muito bem, você concluiu o conteúdo desta unidade. Agora, você está apto para testar seus conhecimentos na bateria de questões sobre esta unidade de seu curso. Ao finalizar esta etapa, prossiga em seus estudos.

na bateria de questões sobre esta unidade de seu curso. Ao finalizar esta etapa, prossiga em

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Glossário

Dissipar: Fazer desaparecer.

Glossário Dissipar: Fazer desaparecer. Fiorde: Reentrância marítima de grande porte, maior do que a baía, sinuoso,

Fiorde: Reentrância marítima de grande porte, maior do que a baía, sinuoso, escarpado, profundo e geralmente de grande extensão.

Hospício: Hospital para loucos; manicômio.

Nau: Navio antigo.

Psiquiatria: Ramo da medicina que trata de pessoas com problemas mentais.

Suplício: Tortura.

Transtorno mental: Perturbação da saúde mental.

que trata de pessoas com problemas mentais. Suplício: Tortura. Transtorno mental: Perturbação da saúde mental. 16

16

Atividades d 1 - No passado, os chamados de loucos eram considerados possuídos pelo demônio.
Atividades d 1 - No passado, os chamados de loucos eram considerados possuídos pelo demônio.

Atividades

d

1 - No passado, os chamados de loucos eram considerados possuídos pelo demônio. Ninguém os queria por perto e esses doentes costumavam ser expulsos das cidades.

( ) Certo

(

) Errado

2 - Sobre a definição de saúde mental, é correto afirmar:

( ) Saúde mental é não possuir enfermidade alguma.

( ) Ter saúde mental é estar bem consigo e com os outros, aceitando o que a vida nos coloca.

( ) Saber lidar com emoções contraditórias não significa ter saúde mental.

( ) Saúde mental é o estado de mais completo bem-estar físico.

3 - Por que a Organização Mundial da Saúde (OMS) evita definir o que seja saúde mental?

( ) Os transtornos mentais são fáceis de perceber, mas difíceis de tratar.

( ) O comportamento das pessoas varia em diferentes

culturas, mudando com isso o conceito de normalidade.

( ) Classificar uma doença como transtorno mental piora o estado de saúde dos pacientes.

( )

trabalho.

Os

transtornos

mentais

incapacitam

a

pessoa

ao

piora o estado de saúde dos pacientes. ( ) trabalho. Os transtornos mentais incapacitam a pessoa

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Referências

Referências BRASIL. Ministério da Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php?option=com_

BRASIL. Ministério da

Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php?option=com_ content&view=article&id=11359&Itemid=693>. Acesso em: 28 abr. 2016.

2016.

Saúde.

Portal

da

Saúde.

Saúde

mental.

Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_ saude_mental.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Exposição Fotográfica Saúde Mental: Novo Cenário, Novas Imagens. Programa de Volta para Casa. Cartilha de Monitoria

Editora do Ministério da Saúde, 2009. (Série I. História da Saúde no Brasil). Disponível em <http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/exposicao_fotografica_saude_mental.pdf>. Acesso em:

29 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Assuntos Administrativos. Memória da loucura: apostila de monitoria. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. (Série I. História da Saúde no Brasil). Disponível em <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ memoria_loucura_apostila_monitoria_2ed.pdf>. Acesso em 29 abr. 2016.

BRASIL. Secretaria de Saúde do Paraná. Definição de Saúde Mental, [s.d.]. Disponível em:

<http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1059>. Acesso em:

28 abr. 2016.

DORIGATTI, A.; ESCOCIA et al. Projeto terapêutico singular no âmbito da saúde mental: uma

experiência no curso de graduação em

2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbem/v38n1/15.pdf>. Acesso em: 28 abr. 2016.

., Rio de Janeiro, v. 38, n. 1, p. 113-119, mar.

medicina.

ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. Expressionismo. Portal da internet, 2016. Disponível em:

<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo3784/expressionismo>. Acesso em: 28 abr. 2016.

FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz. Pense mais… SUS. Saúde mental. Disponível em: <http:// pensesus.fiocruz.br/saude-mental>. Acesso em: 7 mar. 2016.

GOULART, M. S. B. As raízes italianas do movimento antimanicomial. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.

OMS – Organização Mundial da Saúde. Comunicado de prensa: Informe sobre la salude en el mundo 2001. Disponível em: <http://www.who.int/whr/2001/media_centre/en/whr01_press_ release_es.pdf?ua=1> Acesso em: 7 mar. 2016.OMS – Organização Mundial da Saúde. Comunicado de prensa : Informe sobre la salude en el

em: <http://www.who.int/whr/2001/media_centre/en/whr01_press_ release_es.pdf?ua=1> Acesso em: 7 mar. 2016. 18

18

PALOMBA, G. A. Da Nau dos Loucos à Clorpromazina. Revista Ser Médico . Ed. 70,
PALOMBA, G. A. Da Nau dos Loucos à Clorpromazina. Revista Ser Médico . Ed. 70,

PALOMBA, G. A. Da Nau dos Loucos à Clorpromazina. Revista Ser Médico. Ed. 70, jan./fev./mar., 2015, págs. 22 – 25. São Paulo, Cremesp.

SABER CULTURAL. O grito. Edvard Munch. Disponível em: <http://www.sabercultural.com/ template/obrasCelebres/O-Grito-Edvard-Munch.html>. Acesso em: 28 abr. 2016.

em: <http://www.sabercultural.com/ template/obrasCelebres/O-Grito-Edvard-Munch.html>. Acesso em: 28 abr. 2016. 19

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UNIDADE 2 | QUANDO PROCURAR AUXÍLIO? 20
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1 Quando Procurar Auxílio? 1.1 O Sofrimento não é uma Condenação As pessoas são seres

1 Quando Procurar Auxílio?

1.1 O Sofrimento não é uma Condenação

As pessoas são seres complexos, com o psiquismo influenciado por suas relações com outros humanos e suas próprias ações vida afora. Uma doença, ou transtorno mental, causando sofrimento, pode quebrar a unidade/ identidade de uma pessoa. Assim, alguns critérios ajudam na decisão de quando procurar um especialista em saúde mental para tratamento.

O primeiro desses critérios é o da normalidade de nossas

ações e posturas. Normal seria o comportamento mais frequente, definido pela maioria. Mas o conceito de normalidade é bastante subjetivo e variável. Por exemplo, o comportamento dos latinos pode ser visto pelos nórdicos ou orientais como histérico ou muito expansivo e, quem sabe, anormal. Por isso, o critério de “normalidade” não pode ser absoluto.

o critério de “normalidade” não pode ser absoluto. Conseguir “funcionar” é sempre um indicador de saúde

Conseguir “funcionar” é sempre um indicador de saúde mental. E o contrário, poderá indicar que algo não está bem. A pessoa deve perguntar a si mesmo: houve mudanças nos meus hábitos e rotinas? E essas mudanças interferem e atrapalham a minha vida ou a vida dos outros, em casa, na escola ou no trabalho?

O terceiro critério é a pessoa perceber se está sofrendo. Aprender a tolerar e a

aceitar o sofrimento é importante. Mas não temos de encará-lo como se estivéssemos condenados a uma dor sem fim. Se isso acontecer, vale a pena a pessoa buscar ajuda.

de encará-lo como se estivéssemos condenados a uma dor sem fim. Se isso acontecer, vale a

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a Psicólogo ou psiquiatra? Para o tratamento de um transtorno mental, o interessado pode procurar
a Psicólogo ou psiquiatra? Para o tratamento de um transtorno mental, o interessado pode procurar

a

Psicólogo ou psiquiatra?

Para o tratamento de um transtorno mental, o interessado pode procurar um psiquiatra ou um psicólogo. O psiquiatra é

médico, tendo cursado seis anos de medicina e feito de dois

a três anos de residência em psiquiatria. O psicólogo cursa

psicologia durante cinco anos e depois se especializa em uma área, escolhendo um determinado tipo de abordagem no tratamento de seus clientes.

O psiquiatra atua primeiro identificando o transtorno mental

que afeta a pessoa examinada. Depois receita o medicamento, ou medicamentos, que julga mais adequados para o tratamento. O psicólogo não diagnostica problemas mentais. Quando cuida de uma pessoa, procura descobrir as causas, o porquê de seu adoecimento. O psicólogo trata os transtornos mentais por meio de técnicas psicoterápicas, em que o diálogo com o paciente é o recurso mais importante.

Mas a atuação de um desses profissionais nem sempre elimina

a necessidade do trabalho do outro. Principalmente nos casos

graves, nos quais o paciente faz a psicoterapia com o psicólogo

e toma os remédios receitados pelo psiquiatra.

1.2 O Diagnóstico em Psiquiatria

pelo psiquiatra. 1.2 O Diagnóstico em Psiquiatria Chegar a um diagnóstico psiquiátrico correto nem sempre

Chegar a um diagnóstico psiquiátrico correto nem sempre é fácil e pode levar tempo. Dentre as técnicas utilizadas pelos psiquiatras, a entrevista é a mais importante. Por meio das conversas com o médico, o paciente lhe contará sua história. E no decorrer desses encontros, o psiquiatra estará atento aos sinais e sintomas de transtornos mentais emitidos/ exibidos pelo doente. Além das entrevistas, o psiquiatra também poderá contar com os resultados de testes e questionários aplicados por psicólogos.

o psiquiatra também poderá contar com os resultados de testes e questionários aplicados por psicólogos. 22
o psiquiatra também poderá contar com os resultados de testes e questionários aplicados por psicólogos. 22

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Existem diversas modalidades de exames que exploram aspectos físicos do cérebro. Mas a maioria é
Existem diversas modalidades de exames que exploram aspectos físicos do cérebro. Mas a maioria é

Existem diversas modalidades de exames que exploram aspectos físicos do cérebro. Mas a maioria é de uso limitado e pouco frequente. Nesse caso, se enquadram a ressonância magnética nuclear, a tomografia cerebral e a tomografia de emissão de pósitrons. A exceção é feita pelo eletroencefalograma que, com o registro poligráfico do sono, é usado na detecção de problemas do sono, como a apneia.

A classificação internacional dos distúrbios de sono lista 85 transtornos, divididos em 8 grupos. A insônia interessa de perto à psiquiatria, pois cerca de 40% dos insones sofrem de transtornos psíquicos, com destaque para a depressão e a ansiedade. E a insônia constitui problema de saúde pública, pois afeta boa parte da população.

Paul Ferdinand Gachet (1828-1909), foi um médico homeopata h entusiasmado por psiquiatria - a sua tese de graduação em Medicina foi sobre “melancolia”. Ele tratou o famoso pintor Vincent van Gogh (1853-1890) durante os 72 dias que antecederam seu suicídio. O doutor Gachet, único médico a aceitar as pinturas de Van Gogh como remuneração pelas consultas, é citado carinhosamente em uma das cartas do pintor a seu irmão Théo. Em 4 de junho de 1890, Van Gogh escreveu:

“Ele me pareceu na verdade tão doente e perturbado quanto você e eu, e ele é mais velho e perdeu há poucos anos sua mulher; mas é muito médico e sua profissão e sua fé o sustentam, contudo. Já somos muito amigos […]” (VAN GOGH, 1997, p. 168)

médico e sua profissão e sua fé o sustentam, contudo. Já somos muito amigos […]” (VAN

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Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi
Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi

Agora é com Você!

Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi estudado nesta unidade.

• Canal Saúde Fiocruz. Programa Unidiversidade. Arteterapia.

A arte pode ser uma forma de expressar o mundo interior. Por meio dela é possível encontrar a cura e motivação para tocar a vida. Conheça mais sobre seus benefícios neste programa, que tem a participação de profissionais com diferentes formações e artesãos, proporcionando uma perspectiva complementar e interessante para a conhecimento da Arteterapia.

Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=s6Nd7CzWj3Y.

• TV Brasil. Programa Ser Saudável. Alterações do Sono.

A má alimentação, a correria do dia a dia e as preocupações da vida moderna intensificam o período de trabalho e reduzem o tempo de sono. Uma noite maldormida interfere no desempenho profissional e pessoal. É durante o sono noturno que o corpo descansa e o cérebro desempenha funções importantes. Este programa mostra que é possível tratar problemas relacionados ao sono.

Disponível em https://www.youtube.com/

watch?v=3utyQ9vqWeU&list=PL99597D7F6C553425&index=27

Ótimo, você acaba de finalizar a unidade e está apto a testar seus conhecimentos nas questões referentes a ela. Prossiga em seus estudos para concluir o restante de seu curso.

seus conhecimentos nas questões referentes a ela. Prossiga em seus estudos para concluir o restante de

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Glossário

Apneia: Suspensão momentânea da respiração.

Critério: Norma ou regra de avaliação, de escolha.

Histérico: Pessoa extremamente nervosa e exaltada.

Insone: Aquele que tem insônia, que não dorme.

exaltada. Insone: Aquele que tem insônia, que não dorme. Poligráfico: Gráfico feito por meio de um

Poligráfico: Gráfico feito por meio de um aparelho que serve para registrar simultaneamente várias funções psicológicas e fisiológicas.

Psicoterapia: Qualquer das várias técnicas de tratamento de doenças e problemas psíquicos

Psiquismo: Conjunto dos processos mentais.

Subjetivo: Válido para um só sujeito; individual, pessoal, particular.

Psiquismo: Conjunto dos processos mentais. Subjetivo: Válido para um só sujeito; individual, pessoal, particular. 25

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d 1 - Por que a doença mental, ou transtorno mental, causa sofrimento? ( (
d 1 - Por que a doença mental, ou transtorno mental, causa sofrimento? ( (

d

1 - Por que a doença mental, ou transtorno mental, causa sofrimento?

(

(

(

(

) Substitui uma certeza por muitas dúvidas.

) Ameaça quebrar a unidade/identidade da pessoa.

) O diagnóstico é muito doloroso.

) O tratamento é sempre demorado.

3 - O poligráfico é o gráfico feito por meio de um aparelho que serve para registrar simultaneamente várias funções Hepáticas e fisiológicas.

( ) Certo

(

) Errado

que serve para registrar simultaneamente várias funções Hepáticas e fisiológicas. ( ) Certo ( ) Errado

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Referências

Referências BEZERRA, A. J. C. Admirável mundo médico : a arte na história da medicina. 3

BEZERRA, A. J. C. Admirável mundo médico: a arte na história da medicina. 3 ed. Brasília: Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal, 2006.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_ atencao_basica_34_saude_mental.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem. Cadernos do aluno: saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Disponível em:

<bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/profae/pae_cad7.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2016.

FIGUEIREDO, D. O que é doença mental? Quando procurar ajuda? MultiClínica,

Portugal, 2016. Disponível em: <www.multiclinica.pt/docs/12.pdf>. Acesso em: 20 abr.

2016.

FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz. Pense mais… SUS. Saúde mental. Disponível em:

<http://pensesus.fiocruz.br/saude-mental>. Acesso em: 7 mar. 2016.

INSTITUTO DO SONO E TRANSTORNOS MENTAIS. Distúrbios do Sono. Medicina do Sono. Portal da internet, 2016. Disponível em: <http://institutosonoemente.com.br/ disturbios-do-sono>. Acesso em: 28 abr. 2016.

OMS – Organização Mundial da Saúde. Comunicado de prensa: Informe sobre la salude en el mundo 2001. Disponível em: <http://www.who.int/whr/2001/media_centre/en/ whr01_press_release_es.pdf?ua=1> Acesso em: 7 mar. 2016.

PSICOLOGIA RIBEIRÃO PRETO. Quais as diferenças entre o psicólogo e o psiquiatra? Portal da internet, 2016. Disponível em: <http://www.ribeiraopretopsicologia.com.br/ quais-as-diferencas-entre-o-psicologo-e-o-psiquiatra>. Acesso em: 28 abr. 2016.

VAN GOGH, V. Cartas a Théo. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Acesso em: 28 abr. 2016. VAN GOGH, V. Cartas a Théo . Porto Alegre: L&PM, 1997.

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UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28

UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL

UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28
UNIDADE 3 | PRINCIPAIS TRANSTORNOS DA SAÚDE MENTAL 28

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1 Principais Transtornos da Saúde Mental 1.1 Principais Tipos de Transtorno Mental (I) Cada transtorno
1 Principais Transtornos da Saúde Mental 1.1 Principais Tipos de Transtorno Mental (I) Cada transtorno

1 Principais Transtornos da Saúde Mental

1.1 Principais Tipos de Transtorno Mental (I)

Cada transtorno mental engloba um conjunto de sintomas, indicadores do sofrimento psíquico que atinge a pessoa doente. A seguir, a lista dos mais importantes.

1.1.1 Transtornos Mentais Orgânicos

São provocados por doenças ou lesões que levam a um funcionamento anormal do cérebro. A demência merece atenção especial por ser muito frequente, destacando-se nesse grupo a doença de Alzheimer. Transtornos orgânicos prejudicam a memória, o pensamento racional, as capacidades de compreensão de fatos, de aprendizagem e de orientação espacial, entre outras. As pessoas afetadas tendem a perder o controle de esfíncteres e hábitos de higiene e alimentação.

de esfíncteres e hábitos de higiene e alimentação. 1.1.2 Transtornos do Humor A depressão é o

1.1.2 Transtornos do Humor

A depressão é o mais notável, também pela frequência: atinge 20% dos que buscam auxílio. Pode ser leve, moderada ou grave. Embora deprimidas, algumas pessoas, conseguem desempenhar suas atividades cotidianas. Mas costumam reclamar da falta

Embora deprimidas, algumas pessoas, conseguem desempenhar suas atividades cotidianas. Mas costumam reclamar da falta 29
Embora deprimidas, algumas pessoas, conseguem desempenhar suas atividades cotidianas. Mas costumam reclamar da falta 29

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de ânimo e de não sentir interesse por nada. Também se queixam de distúrbios do
de ânimo e de não sentir interesse por nada. Também se queixam de distúrbios do

de ânimo e de não sentir interesse por nada. Também se queixam de distúrbios do sono e de alimentação. E podem perder a autoconfiança, acalentando ideias de culpa e inutilidade, além de visões pessimistas quanto ao futuro. No limite, chegam ao suicídio.

A mania é o oposto da depressão. E também apresenta gradações entre as formas mais

suaves e as mais graves. As pessoas atingidas agem em ritmo acelerado, falando muito

e mudando de assunto com frequência. Devido ao excesso de energia, têm dificuldade

para dormir. Eufóricas, apresentam autoestima exagerada, podendo ter a sexualidade exacerbada. Às vezes, o quadro evolui para episódios psicóticos e a pessoa passa a apresentar delírios e alucinações.

O transtorno bipolar se caracteriza ora por mania, ora por depressão. As pessoas quase

nunca apresentam apenas um quadro de mania, conforme o item anterior. Em geral intercalam episódios de mania com quadros depressivos. O transtorno bipolar também pode ser mais leve ou mais grave.

1.1.3 Classificação de Consenso

Apesar dos avanços da ciência, a mente humana e seu funcionamento continuam a ser um grande mistério. Por isso existem várias teorias para explicar os transtornos mentais, com base em fatores psicológicos, ou ambientais, ou biológicos. No entanto, qualquer que seja a orientação do psicólogo ou psiquiatra, há uma experiência acumulada no trato com os doentes que eles precisam discutir e dividir entre si.

Para criar uma linguagem comum, comissões de profissionais se reúnem de tempos em tempos para rever as classificações internacionais de doenças mentais. No Brasil, a mais utilizada é a CID-10 (Classificação Internacional de Doenças — décima revisão), da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A CID 10 classifica os transtornos mentais e de comportamento usando como critérios

os próprios sinais e sintomas de cada quadro mental. Mas não trata das causas. Para evitar a discriminação, nessa revisão o termo transtorno substituiu doença e distúrbio, que eram empregados antes. Transtorno engloba um conjunto de sintomas que geralmente causam sofrimento e interferem nas funções que a pessoa necessita exercer em sua vida.transtorno substituiu doença e distúrbio, que eram empregados antes. Transtorno engloba um conjunto de sintomas que

de sintomas que geralmente causam sofrimento e interferem nas funções que a pessoa necessita exercer em

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b Sobre Alzheimer e vários outros transtornos orgânicos vale a pena visitar o site da
b Sobre Alzheimer e vários outros transtornos orgânicos vale a pena visitar o site da

b Sobre Alzheimer e vários outros transtornos orgânicos vale a pena visitar o site da Abraz – Associação Brasileira de Alzheimer, que apresenta material de grande interesse. Disponível em http://abraz.org.br. (Acesso em 28 abr. 2016.)

1.2 Principais Tipos de Transtorno Mental (II)

1.2.1 Transtornos de Ansiedade

Os transtornos de ansiedade são os que mais levam gente aos consultórios de psiquiatras e psicólogos. Os mais importantes são listados a seguir:

O paciente com transtorno de ansiedade generalizada permanece em constante estado de irritabilidade, impaciência, apreensão. Geralmente reclama de tensão, suores constantes, tonturas, mal-estar gastrintestinal, palpitações e dificuldade para dormir.

Nos transtornos fóbico-ansiosos, os sintomas de ansiedade ocorrem diante de situações ou objetos bem definidos.

A fobia social é o medo de expor-se, mesmo para grupos pequenos, em situações informais.

As fobias específicas referem-se ao medo de objetos ou situações, tais como viagens de avião, altura, animais.

As fobias específicas referem-se ao medo de objetos ou situações, tais como viagens de avião, altura,

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A agorafobia é o medo excessivo de multidões, de espaços abertos, ou de ambientes em
A agorafobia é o medo excessivo de multidões, de espaços abertos, ou de ambientes em

A agorafobia é o medo excessivo de multidões, de espaços abertos, ou de ambientes

em que haja dificuldade de fuga (lojas, teatros, veículos de transporte coletivo, túneis

e

elevadores).

O

transtorno de pânico é aquele em que a pessoa experimenta diversos sintomas:

coração acelerado, dor no peito ou no estômago, suores, tremores, dormências, tonturas, náuseas e outros. E tem a sensação de que vai morrer ou perder totalmente o controle (ter um desmaio ou amnésia irreversível).

O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) é um transtorno de ansiedade no qual o

indivíduo desenvolve pensamentos ou ações repetitivas que não consegue controlar.

O indivíduo com TOC poderá tomar banhos longos e repetidos, por medo de ser

contaminado por bactérias existentes no ar.

O transtorno de estresse pós-traumático é típico de pacientes que sofreram algum

tipo de violência (estupro, catástrofes, sequestros). Nesses casos, a lembrança do evento traumático faz com que a pessoa desenvolva reações como entorpecimento, sonolência, perda de memória e da capacidade de concentrar-se.

h

Um sequestro sem traumas

Manter pessoas como reféns em uma ação violenta é um sequestro, tecnicamente. Foi o que aconteceu em 23 de agosto de 1973, em Estocolmo, capital da Suécia. Um assaltante entrou em um banco, armado com metralhadora e explosivos, e fez quatro funcionários reféns. A polícia não demorou a cercar o prédio, seguindo-se aquelas cenas bem típicas de filmes de ação: negociações, ameaças, exigências etc. Estavam presentes todos os elementos que poderiam desencadear uma tragédia.

Mas não foi o que aconteceu. Os reféns se tornaram amigos do sequestrador, convivendo com ele seis dias dentro do banco. Durante o cativeiro, Kristin Enmark, porta-voz dos reféns, nas conversas telefônicas mantidas com o primeiro-ministro sueco, Olof Palme, claramente tomou partido do sequestrador, que terminou por se render. Tudo terminou bem e a psicologia ganhou mais uma categoria para estudar: a “Síndrome de Estocolmo”, em que um refém (ou reféns) cria uma relação afetiva, de cumplicidade, com seu sequestrador (ou sequestradores). A partir daí, a definição se amplia para incluir também outras situações em que, baseado no episódio descrito, a vítima se identifica com seus agressores.

incluir também outras situações em que, baseado no episódio descrito, a vítima se identifica com seus
incluir também outras situações em que, baseado no episódio descrito, a vítima se identifica com seus

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1.3 Principais Tipos de Transtorno Mental (III) 1.3.1 Transtornos Dissociativos São aqueles em que o
1.3 Principais Tipos de Transtorno Mental (III) 1.3.1 Transtornos Dissociativos São aqueles em que o

1.3 Principais Tipos de Transtorno Mental (III)

1.3.1 Transtornos Dissociativos

São aqueles em que o paciente parece perder, parcial ou totalmente, o controle de algumas funções como a memória, a ideia de si mesmo e movimentos corporais. Dentre os tipos de dissociação que o paciente pode apresentar, há o transtorno de transe ou possessão – a pessoa age como que possuída por outra personalidade, espírito ou força.

1.3.2 Transtornos Somatoformes

Os portadores desse tipo de transtorno procuram constantemente os médicos, queixando-se de supostos problemas físicos, que jamais são descobertos pelos exames clínicos. Esses pacientes se sentem ofendidos e resistem quando são encaminhados para o setor de saúde mental.

1.3.3 Transtorno Esquizofrênico

A esquizofrenia é transtorno mental dos mais graves, em geral identificado com a “loucura”, por apresentar sintomas que contrariam frontalmente a ideia comum do que seria a “normalidade”. O esquizofrênico sofre alucinações: vê, ouve e sente coisas que não são reais. E sua postura é característica. Ele tanto pode ficar imóvel como balançar o corpo para frente e para trás, durante longos períodos. A comunicação com o doente é bastante complicada: ele pode se fechar em completo mutismo, ou expressar ideias pode ficar imóvel como balançar o corpo para frente e para trás, durante longos períodos. A

A comunicação com o doente é bastante complicada: ele pode se fechar em completo mutismo, ou

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incoerentes. Assim como em outros transtornos, há diferentes graus de esquizofrenia. Algumas pessoas, com o
incoerentes. Assim como em outros transtornos, há diferentes graus de esquizofrenia. Algumas pessoas, com o

incoerentes. Assim como em outros transtornos, há diferentes graus de esquizofrenia. Algumas pessoas, com o apoio da família, podem desempenhar atividades diárias e manter esse transtorno sob controle.

1.3.4 Transtornos Alimentares

O mais frequente e mais grave talvez seja a anorexia nervosa: a pessoa não consegue comer e pode chegar a uma perigosa desnutrição, necessitando de tratamento hospitalar. Com bulimia, o doente provoca vômitos após as refeições, com medo de ganhar peso. E quem sofre de hiperfagia come de forma compulsiva.

1.3.5 A Palavra-chave é “Misturar”

No Brasil, a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial briga para acabar com os hospícios e manicômios e mudar a forma de tratamento dos ditos “loucos”.

e mudar a forma de tratamento dos ditos “loucos”. Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br Foto de Valter Campanato.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Foto de Valter Campanato. Brasília, 2016

Os benefícios de se tratar os pacientes com transtornos mentais em lugares de convívio social são inúmeros. Segundo a psicóloga Deusdet do Carmo Martins, nesses locais, os pacientes têm a possibilidade de discutir de que forma gostariam de ser tratados, receber os medicamentos adequados, falar sobre suas necessidades - “serem tratados como pessoas, não como objetos” – manter o relacionamento com familiares e vizinhos,

expressar seus sentimentos por meio de oficinas, ter acesso ao lazer e participar de programas de capacitação para o trabalho.

seus sentimentos por meio de oficinas, ter acesso ao lazer e participar de programas de capacitação

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“É preciso que a sociedade respeite as diferenças. Muitas vezes, a pessoa não tem um
“É preciso que a sociedade respeite as diferenças. Muitas vezes, a pessoa não tem um

“É preciso que a sociedade respeite as diferenças. Muitas vezes, a pessoa não tem um comportamento normal como todo mundo espera – o normal estatisticamente. Se ela age de uma forma diferente, as pessoas estranham. Então, é preciso trabalhar a questão da cultura,

que a pessoa pode ser diferente e as outras conviverem com ela”, afirmou a psicóloga.

Fonte: Agência Brasil, 18/5/2004. Disponível em http://tinyurl.com/h3z7aoc . Acesso em 20 abr. 2016. (Texto com adaptações.)

1.4 Direitos

No Brasil, o Art. 2° da Lei n° 10.216/2001, prevê, em seu parágrafo único, que qualquer cidadão tem o direito de receber toda a informação sobre sua doença e seu tratamento. Assim, de acordo com essa lei, a pessoa deve:

tratamento. Assim, de acordo com essa lei, a pessoa deve: Fonte: www.conselho.saude.gov.br “I - ter acesso

Fonte: www.conselho.saude.gov.br

“I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas

necessidades;

II - ser tratado com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar

sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho

e

na comunidade;

III

- ser protegido contra qualquer forma de abuso e exploração;

IV

- ter garantia de sigilo nas informações prestadas;

V

- ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a

necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;

VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;

VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu

tratamento;

informações a respeito de sua doença e de seu tratamento; VIII - ser tratado em ambiente

VIII - ser tratado em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis;

de sua doença e de seu tratamento; VIII - ser tratado em ambiente terapêutico pelos meios

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IX - ser tratado, preferencialmente, em serviços comunitários de Saúde Mental.” Observa-se nessa lei que
IX - ser tratado, preferencialmente, em serviços comunitários de Saúde Mental.” Observa-se nessa lei que

IX - ser tratado, preferencialmente, em serviços comunitários de Saúde Mental.”

Observa-se nessa lei que a família, o trabalho e a comunidade recebem lugar de destaque, contribuindo para a inserção desse indivíduo no cenário social. Em particular, a família é levada a refletir sobre o seu papel no processo de reintegração dessa pessoa, embora existam famílias que continuem achando a internação uma solução.

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem. Cadernos do aluno: saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Disponível em http://tinyurl.com/jxzxv6h . Acesso em 20 abr. 2016.

em http://tinyurl.com/jxzxv6h . Acesso em 20 abr. 2016. Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados

Agora é com Você!

Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi estudado nesta unidade.

• TV Brasil. Programa Ser Saudável. Depressão e Transtorno Bipolar.

A depressão e o transtorno bipolar são apresentados através de histórias de pessoas comuns que superaram o problema. O tratamento e a diferença entre os dois distúrbios psíquicos são abordados por especialistas.

Disponível em http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/depressao-e-transtorno-

bipolar#media-youtube-1.

• TV Brasil. Programa Ser Saudável. Transtornos alimentares.

Especialistas explicam os perigos de uma dieta mal orientada, os perigos da bulimia e da anorexia, e o que o paciente precisa saber para evitar estes problemas.

Disponível

alimentares#media-youtube-1.

em

http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/transtornos-

• TV Brasil. Programa Ser Saudável. Esquizofrenia.

Especialistas são entrevistados para mostrar como ocorrem as alucinações no cérebro e desvendar os mitos e verdades sobre a esquizofrenia. O programa mostra também como o tratamento com auxílio de medicamentos e a participação em grupos de apoio ajudaram Leonardo no controle da doença e fez com que levasse uma vida sem privações.

Disponível

em

http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/esquizofrenia-0#media-

youtube-1.

Disponível em http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/esquizofrenia-0#media- youtube-1. 36

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Você acaba de concluir o conteúdo desta unidade. Agora, você pode prosseguir para testar o
Você acaba de concluir o conteúdo desta unidade. Agora, você pode prosseguir para testar o

Você acaba de concluir o conteúdo desta unidade. Agora, você pode prosseguir para testar o que já aprendeu até este momento de seu curso e, na sequência, avançar em seus estudos até finalizar os tópicos deste curso. Mãos à obra!

Glossário

Compulsivo: Relativo à compulsão: imposição interna irresistível que leva o indivíduo a realizar determinado ato ou a comportar-se de determinada maneira.

Consentâneo: Que cabe bem a determinado caso ou situação; apropriado, adequado, conveniente.

Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento. No texto, refere-se ao controle das funções fisiológicas básicas, a micção e a evacuação.

Eufórico: Estado caracterizado por alegria, despreocupação, otimismo e bem-estar físico, mas que não corresponde nem às condições de vida, nem ao estado físico objetivo.

otimismo e bem-estar físico, mas que não corresponde nem às condições de vida, nem ao estado

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Atividades d 1 - Assinale a alternativa correta. A Síndrome de Estocolmo” é: ( )
Atividades d 1 - Assinale a alternativa correta. A Síndrome de Estocolmo” é: ( )

Atividades

d

1

- Assinale a alternativa correta. A Síndrome de Estocolmo” é:

(

) é o nome dado a um estado psicológico particular em que um

refém (ou reféns) cria uma relação afetiva, de cumplicidade, com seu sequestrador (ou sequestradores).

( ) é o nome dado a um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso.

( ) é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de

humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos.

( ) é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), resultante de uma desordem genética, e que apresenta muitas semelhanças com relação ao autismo.

2

- São exemplos de transtornos de humor:

(

) Euforia, lesão cerebral.

(

) Depressão, mania.

(

) Falta de memória, demência.

(

) Alzheimer, mania.

lesão cerebral. ( ) Depressão, mania. ( ) Falta de memória, demência. ( ) Alzheimer, mania.

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Referências

Referências ABRAZ – Associação Brasileira de Alzheimer. Sobre Alzheimer . Portal da internet ABRAZ, 2016.

ABRAZ – Associação Brasileira de Alzheimer. Sobre Alzheimer. Portal da internet ABRAZ, 2016. Disponível em: <http://abraz.org.br/sobre-alzheimer/o-que-e- alzheimer>. Acesso em: 28 abr. 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. (Caderno Humaniza SUS; v. 5). Disponível em: <bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ saude_mental_volume_5.pdf>. Acesso em: 28 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem. Cadernos do aluno: saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Disponível em:

<bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/profae/pae_cad7.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2016.

DRAUZIO. Anorexia nervosa e bulimia. Portal da internet Dráuzio Varella, 2011. Disponível em: <http://drauziovarella.com.br/entrevistas-2/anorexia-nervosa-e- bulimia>. Acesso em: 28 abr. 2016.

EBC – Portal EBC. Agência Brasil. Entidades lutam para acabar com internação de doentes mentais em manicômios. Portal da internet EBC, 2004. Disponível em: <http://

memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2004-05-18/entidades-lutam-para-acabar-

com-internacao-de-doentes-mentais-em-manicomios>. Acesso em: 13 out. 2016.

GALENO, A. Transtornos mentais. Disponível em: <http://www.galenoalvarenga.com. br/transtornos-mentais>. Acesso em: 26 abr. 2016.

LAMELA, A. Crime que originou “Síndrome de Estocolmo” completa 40 anos. Portal da internet Exame, 2013. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/tecnologia/ noticias/crime-que-originou-sindrome-de-estocolmo-completa-40-anos>. Acesso em:

28 abr. 2016.

PSICNET. CID-10 - Classificação Internacional de Doenças. Portal da internet. 2016. Disponível em: <http://www.psicnet.psc.br/v2/site/dicionario/?cod=3>. Acesso em: 21 abr. 2016. . Portal da internet. 2016. Disponível em: <http://www.psicnet.psc.br/v2/site/dicionario/?cod=3>. Acesso em: 21

2016. Disponível em: <http://www.psicnet.psc.br/v2/site/dicionario/?cod=3>. Acesso em: 21 abr. 2016. 39

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UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
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UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E

UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 4 | TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS

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1 Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso e Abuso de Álcool e Outras Drogas
1 Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso e Abuso de Álcool e Outras Drogas

1 Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso e Abuso de Álcool e Outras Drogas

1.1 Drogas, Velhas Conhecidas

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), droga é qualquer substância química, não produzida por nossoorganismo,quetenhaacapacidade de alterar seu funcionamento. As que nos interessam agora são as chamadas drogas psicoativas, que agem sobre nosso corpo e nosso psiquismo. O álcool é um bom exemplo, até porque há quem diga que foi a primeira droga experimentada pelo ser humano, milhares de anos atrás. E todos nós conhecemos ao menos parte de seus efeitos. Por termos bebido, ou porque já vimos gente bêbada. O álcool muda nosso estado de humor, nossas percepções, sensações, nosso desempenho físico e o equilíbrio corporal.

nosso desempenho físico e o equilíbrio corporal. Por que muitas pessoas consomem tais substâncias? Porque

Por que muitas pessoas consomem tais substâncias?

Porque querem sentir seus efeitos. Mas os motivos que as levam a isso são individuais. Cada um deve fazer essa pergunta a si mesmo e procurar a resposta. Alguém já preparou uma lista de motivações, que provavelmente não é completa:

• curiosidade;

• para esquecer problemas, frustrações ou insatisfações;

• para fugir do tédio;

• para escapar da timidez e da insegurança;

do tédio; • para escapar da timidez e da insegurança; • por acreditar que certas drogas

• por acreditar que certas drogas aumentam a criatividade, a sensibilidade e a potência sexual;

e da insegurança; • por acreditar que certas drogas aumentam a criatividade, a sensibilidade e a

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• busca do prazer;

• enfrentar a morte, correr riscos;

• busca do prazer; • enfrentar a morte, correr riscos; • necessidade de experimentar emoções novas

• necessidade de experimentar emoções novas e diferentes.

necessidade de experimentar emoções novas e diferentes. e O uso de drogas vem desde a antiguidade,

e

O uso de drogas vem desde a antiguidade, em rituais, festas ou na vida social. Entre nós, a palavra droga geralmente está associada a substâncias ilegais, como a cocaína e a maconha, que causam efeitos físicos e psíquicos. Mas, nesse sentido, além do álcool, também são drogas a nicotina do cigarro e diversos medicamentos, principalmente os psiquiátricos e remédios para emagrecer. O consumo vira problema quando se torna vício. É quando o uso constante de determinada substância passa a colocar o dependente em situação de risco, ameaçando sua integridade física, suas atividades e relações com outras pessoas.

h

A cerveja no Antigo Egito

Há mais de 5.000 anos, a cerveja era consumida em quantidade no Egito, tanto por faraós como pela população em geral. Inclusive pelas crianças, pois a bebida também era considerada medicinal. Daqueles tempos, em paredes de monumentos e tumbas, ficaram hieróglifos específicos que representavam as palavras cervejeiro e cerveja. A cerveja, assim como os pães, também era ofertada aos deuses.

 

Padarias e cervejarias foram construídas nas proximidades da Grande Pirâmide, no complexo de Gizé. A produção se destinava a alimentar os trabalhadores que construíram as pirâmides. A fabricação da cerveja era simples. Os grãos de cevada, transformados em malte, eram misturados com farinha de pão e água. Seguia-se a etapa de fermentação e a posterior armazenagem. No dia a dia, para tomar a bebida, as pessoas usavam canudos: assim, deixavam os resíduos da fermentação no vaso em que a cerveja era guardada.

bebida, as pessoas usavam canudos: assim, deixavam os resíduos da fermentação no vaso em que a

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1.2 Lícitas, mas Prejudiciais

1.2 Lícitas, mas Prejudiciais No Brasil, as substâncias legais são as mais consumidas e as que

No Brasil, as substâncias legais são as mais consumidas e as que provocam maior número de problemas: álcool, a nicotina do tabaco, solventes, tranquilizantes e sedativos, remédios para emagrecimento e analgésicos fortes. Estudos mostram que mais de 70% dos acidentes com mortes no trânsito estão relacionados com as bebidas alcoólicas e a outras drogas. Há também os casos de “overdose”. E nas últimas décadas tem aumentado o consumo não autorizado de medicamentos, assim como a produção ilegal de remédios por laboratórios clandestinos.

As substâncias psicoativas são classificadas em três grupos, de acordo com a atividade que exercem sobre o cérebro:

• Depressoras da atividade do sistema nervoso central: drogas que fazem o cérebro funcionar de forma mais lenta. Essas drogas reduzem a tensão emocional, mas diminuem a atenção, a concentração e a capacidade de memorização. Produzem sonolência – por isso devem ser evitadas durante a realização de atividades de risco, como dirigir veículos ou trabalhar com máquinas operatrizes.

• Estimulantes da atividade do sistema nervoso central: drogas que fazem o cérebro funcionar de forma mais acelerada. Essas substâncias geralmente inibem a sensação de fome, cansaço e de sono, podendo produzir estados de excitação e aumento da atividade.

• Perturbadoras da atividade do sistema nervoso central: drogas que fazem

o cérebro funcionar de forma desordenada. São as drogas alucinógenas. Os

usuários podem desenvolver distúrbios alucinatórios (ouvir vozes, ver imagens)

e delirantes (mania de perseguição, delírios místicos ou religiosos e ideias de grandeza).

vozes, ver imagens) e delirantes (mania de perseguição, delírios místicos ou religiosos e ideias de grandeza).

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1.2.1 Direção Após Consumo de Álcool Aumenta Riscos e Gravidade de Acidentes “O álcool é
1.2.1 Direção Após Consumo de Álcool Aumenta Riscos e Gravidade de Acidentes “O álcool é

1.2.1 Direção Após Consumo de Álcool Aumenta Riscos e Gravidade de Acidentes

“O álcool é um dos principais fatores de risco para ocorrência de lesões e mortes no trânsito. Estudos apontam que 30% a 50% das vítimas de Acidentes de Transportes Terrestres (ATT) consumiram álcool antes do acidente. A ingestão de álcool não apenas aumenta o risco de sofrer acidentes de trânsito, como também está diretamente relacionada com a maior possibilidade de sofrer lesões traumáticas mais graves.

possibilidade de sofrer lesões traumáticas mais graves. A pessoa que ingeriu álcool é mais propensa à

A pessoa que ingeriu álcool é mais propensa à morte e a lesões graves, uma vez ocorrido o acidente, do que aquela que não consumiu álcool. Esse risco aumenta entre homens jovens. Além de provocar alterações de funções indispensáveis à segurança no trânsito, como a visão e os reflexos, o álcool diminui também a capacidade de discernimento, estando em geral associado a outros comportamentos de alto risco, como excesso de velocidade e inobservância dos equipamentos de segurança (como o cinto de segurança, capacetes e outros).”

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Campanha. Promoção da Saúde – SUS, 17 jul. 2015. Disponível em http:// promocaodasaude.saude.gov.br/promocaodasaude/assuntos/incentivo-a-reducao-do-consumo-de-alcool/noticias/ direcao-apos-consumo-de-alcool-aumenta-riscos-e-gravidade-de-acidentes.

No Brasil, morrem mais pessoas em acidentes de trânsito do que de doenças sérias que atingem nossa população. Dados do Ministério da Saúde registraram cerca de 44 mil mortos em acidentes com vítimas em 2013 (último ano disponível).

Ministério da Saúde registraram cerca de 44 mil mortos em acidentes com vítimas em 2013 (último

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1.3 As Mais Procuradas (I)

1.3.1 Álcool

1.3 As Mais Procuradas (I) 1.3.1 Álcool De início, o álcool produz euforia, relaxamento e desinibição.

De início, o álcool produz euforia, relaxamento e desinibição. Doses adicionais provocam sonolência. Algumas pessoas se tornam agressivas. O uso crônico acarreta problemas orgânicos, como a cirrose hepática, a pancreatite e a desnutrição, entre outros. No plano psíquico, o álcool produz alucinações, perda de memória e a demência alcóolica, que é o comprometimento do conjunto das funções psíquicas ao longo dos anos.

1.3.2 Alucinógenos

Como o nome diz, provocam alucinações – a percepção de coisas que não existem – e delírios – crenças sem base na realidade, por exemplo. Diversos alucinógenos são extraídos de plantas e cogumelos. Outros são produzidos em laboratório. As reações psíquicas podem ser agradáveis (“boa viagem”). A pessoa terá sua percepção mais aguda para cores e sons, por exemplo. Em outras ocasiões, poderá ocorrer uma “má viagem”, com visões aterrorizantes, sensação de morte iminente etc.

1.3.3 Anfetaminas

As anfetaminas, drogas artificiais, fazem o sistema nervoso central trabalhar mais depressa. Dessa forma, inibem o apetite, o cansaço e o sono. Por isso, são muito usadas por quem pretende emagrecer. E por aqueles que querem trabalhar muito, sem descanso – é o caso dos motoristas de caminhão, que por isso sofrem graves acidentes nas rodovias, com frequência assustadora. Doses altas de anfetaminas provocam de caminhão, que por isso sofrem graves acidentes delírios, caracterizados por ideia de perseguição, entre delírios, caracterizados por ideia de perseguição, entre outros sintomas.

Doses altas de anfetaminas provocam delírios, caracterizados por ideia de perseguição, entre outros sintomas. 45

45

1.3.4 Benzodiazepínicos

1.3.4 Benzodiazepínicos Os benzodiazepínicos são os medicamentos psicoativos mais receitados no mundo. Diminuem a

Os benzodiazepínicos são os medicamentos psicoativos mais receitados no mundo. Diminuem a atividade do sistema nervoso central, provocando a redução da ansiedade, sonolência e relaxamento muscular. Em contrapartida, agravam os problemas respiratórios de quem sofre de bronquite ou enfisema. Também afetam a memória, reduzem a capacidade de julgamento e raciocínio, podendo levar o usuário a ser agressivo.

1.3.5 Cocaína

A cocaína é um dos mais potentes estimulantes do sistema nervoso central. Dá a sensação

de bem-estar, euforia, poder, excitação e hiperatividade. Inibe a fome, o cansaço e o sono. Doses elevadas causam ansiedade, irritabilidade, desconfiança e apreensão, que podem aumentar até o aparecimento de paranoia (ideia de perseguição), alucinações

e ataques de pânico. A cocaína pode provocar derrames cerebrais e convulsões, além de muitas outras doenças, se for injetada com seringas compartilhadas por vários usuários.

Pode ser consumida na forma de pó, aspirado ou dissolvido em água e injetado na corrente sanguínea, ou sob a forma de uma pedra, o crack, que é fumado. Existem ainda a merla e o oxi, pastas menos purificadas, que também podem ser fumadas.

1.3.6 Guerras e Anfetaminas

As anfetaminas foram sintetizadas, pela primeira vez, na Alemanha, em 1887. Em 1932, com o nome de benzedrina, os franceses lançaram essa droga como descongestionante nasal. Em forma de comprimido, começou a ser comercializada a partir de 1937, para elevar o ânimo e melhorar o humor. Existem ainda a merla e o oxi, pastas menos purificadas, que também podem ser fumadas. 1.3.6

nasal. Em forma de comprimido, começou a ser comercializada a partir de 1937, para elevar o

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Na década de 1940, tropas alemãs usaram

a anfetamina durante a Segunda Guerra

Mundial, para combater o cansaço, diminuir a fome e reforçar a resistência.

Na Guerra da Coréia, na década de 1950, os soldados estadunidenses também fizeram uso dessa droga.

1.4 As mais Procuradas (II)

1.4.1 Inalantes

uso dessa droga. 1.4 As mais Procuradas (II) 1.4.1 Inalantes Os solventes ou inalantes são substâncias

Os solventes ou inalantes são substâncias que reduzem a atividade do sistema nervoso central. Causam sensação de euforia, desinibição, vertigem, ilusões e sonolência. Em contrapartida, provocam arritmias cardíacas, insuficiência renal e outras perturbações no organismo. Com o uso crônico, o consumidor pode sofrer lesão irreversível do sistema nervoso central.

1.4.2 Maconha

Das drogas proibidas, é a mais consumida. As substâncias psicoativas que se encontram nas folhas e flores da planta são chamadas de canabinoides. E a mais importante é o THC, cuja concentração varia de acordo com diversos fatores, como o solo e o clima onde a planta foi cultivada, entre outros. A maconha produz relaxamento, diminuição da ansiedade, euforia. E às vezes produz efeitos desagradáveis, como alucinações

e mal-estar. Ultimamente, o consumo da maconha tem sido legalizado em vários

países, inclusive para fins medicinais. No Brasil, a Anvisa autoriza a importação de medicamentos à base de THC.

países, inclusive para fins medicinais. No Brasil, a Anvisa autoriza a importação de medicamentos à base
países, inclusive para fins medicinais. No Brasil, a Anvisa autoriza a importação de medicamentos à base

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1.4.3 Opiáceos ou Opioides

1.4.3 Opiáceos ou Opioides Denominação dada às substâncias extraídas da papoula. O ópio, a morfina e

Denominação dada às substâncias extraídas da papoula. O ópio, a morfina e a codeína. Pequena alteração na fórmula química da morfina produz a heroína (opiáceo semissintético). Existem, ainda, substâncias produzidas em laboratório com ação semelhante à dos opiáceos, são os opioides. Opiáceos e opioides diminuem a atividade do sistema nervoso central. O consumo dessas drogas produz sensação de intenso prazer e bem-estar, assim como potente efeito analgésico. São drogas muito utilizadas no combate à dor, principalmente as que sofrem os doentes terminais de câncer. Seu inconveniente é o forte potencial viciador.

de câncer. Seu inconveniente é o forte potencial viciador. 1.4.4 Nicotina Além da nicotina, os principais

1.4.4 Nicotina

Além da nicotina, os principais componentes do tabaco são o alcatrão e o monóxido de carbono produzido pela fumaça liberada pelo fumante. No sistema nervoso central, essas substâncias intensificam o estado de alerta do indivíduo, que pode ser seguido por sensação de calma, elevação do humor e diminuição do apetite. O consumo do tabaco é problema grave de saúde pública: com exceção do álcool, o tabaco possui o mais alto custo social dentre as substâncias psicoativas. Isso porque aumenta o risco de o usuário contrair doenças, como por exemplo a pneumonia, câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, boca, estômago, entre outros), infarto do miocárdio, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrames cerebrais e úlceras digestivas.

entre outros), infarto do miocárdio, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrames cerebrais e úlceras digestivas. 48

48

1.4.4.1 Opiáceos no Combate à Dor

1.4.4.1 Opiáceos no Combate à Dor Dor é uma experiência única e pessoal. Não há linguagem

Dor é uma experiência única e pessoal. Não há linguagem padrão para descrições de dor, variando dentro de uma mesma família ou grupo cultural. Pode ser extremamente difícil para o paciente com doença avançada encontrar uma linguagem que descreva sua dor, não apenas por ser uma experiência sem semelhança com qualquer outra sensação, mas também pela presença de seus componentes emocional, social e espiritual.

Em 2002, a adoção de um conjunto de medidas abrangentes pelo Ministério da Saúde,

a fim de incrementar as políticas já implementadas nas áreas de cuidados paliativos

e de assistência aos pacientes com dor, instituiu o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos. O Ministério da Saúde adotou medidas destinadas a ampliar

o

acesso da população aos opiáceos, removendo fatores que dificultavam a prescrição

e

o acesso e viabilizando a distribuição gratuita destes medicamentos.

Assim, a morfina e outros opiáceos (codeína, tramadol, metadona, fentanil, oxicodona) podem tornar-se disponíveis aos pacientes que deles necessitam, para o adequado alívio da dor, desde que o paciente seja avaliado e acompanhado por médico.

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor. Rio de Janeiro: INCA, 2001. (Manuais técnicos). Disponível em http://faa.edu.br/portal/PDF/livros_eletronicos/ medicina/15_manual_dor.pdf. Acesso em 28 abr. 2016. (Texto adaptado.)

http://faa.edu.br/portal/PDF/livros_eletronicos/ medicina/15_manual_dor.pdf. Acesso em 28 abr. 2016. (Texto adaptado.) 49

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Agora é com Você! Assista aos vídeos indicados e descubra mais sobre o que foi
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Agora é com Você!

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destrutivo.

TV

Brasil.

Programa

Ser

Saudável.

Dependência

química,

prazer

No programa, você vai saber como acontece a dependência no organismo e quais os riscos à saúde. Você verá também depoimento de pessoas que superaram a dependência química.

Disponível

dependencia-quimica-prazer-destrutivo#media-youtube-1.

em

http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/

• Ciência e Letras. Álcool e drogas.

Conversa sobre o livro “Álcool e outras drogas - Diálogos sobre um mal estar contemporâneo”. Participam do programa Sergio Alarcon, filósofo, psiquiatra e assessor de saúde mental, um dos autores e organizadores do livro; e Francisco Inácio Bastos, médico e pesquisador, autor de um dos capítulos do livro.

Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=TDYpkRzsRaU.

Muito bem, você concluiu o conteúdo desta unidade. Agora, você está apto para testar seus conhecimentos na bateria de questões. Ao finalizar esta etapa, prossiga em seus estudos.

está apto para testar seus conhecimentos na bateria de questões. Ao finalizar esta etapa, prossiga em

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Glossário

Glossário Discernimento: Capacidade de compreender situações, de separar o certo do errado. Hieróglifos: Figura ou

Discernimento: Capacidade de compreender situações, de separar o certo do errado.

Hieróglifos: Figura ou símbolo do sistema de escrita do antigo Egito, que aparece nas inscrições sobre os monumentos.

Iminente: Que ameaça se concretizar, que está a ponto de acontecer; próximo, imediato.

Paliativo: Que tem a qualidade de acalmar, de abrandar temporariamente um mal (diz- se de medicamento ou tratamento).

Sedativo: Que seda, acalma (o que está excitado); calmante.

um mal (diz- se de medicamento ou tratamento). Sedativo: Que seda, acalma (o que está excitado);

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Atividades d 1 - Assinale a alternativa correta em relação a transtornos orgânicos. ( )
Atividades d 1 - Assinale a alternativa correta em relação a transtornos orgânicos. ( )
Atividades d 1 - Assinale a alternativa correta em relação a transtornos orgânicos. ( )

Atividades

d

1 - Assinale a alternativa correta em relação a transtornos orgânicos.

( ) A demência fica fora desse tipo de transtorno.

( ) São motivados por doenças ou lesões que provocam um funcionamento anormal do cérebro.

( ) Uma característica marcante é que esses transtornos não afetam o pensamento racional.

( ) O comprometimento do controle de esfíncteres não é próprio dos transtornos mentais orgânicos.

2 - Qual o conceito de droga, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)?

( )

organismo.

Substância

orgânica

que

provoca

alterações

no

( ) Substância química não produzida pelo organismo que altera seu funcionamento.

(

) Substância que causa dependência.

(

) Substância química que produz alucinações.

3 - Assinale a alternativa incorreta. As substâncias psicoativas são classificadas em:

(

) Perturbadoras da atividade do sistema nervoso central

(

) Depressoras da atividade do sistema nervoso central.

(

) Estimulantes da atividade do sistema nervoso central.

(

) Inibidoras da atividade do sistema nervoso central.

) Estimulantes da atividade do sistema nervoso central. ( ) Inibidoras da atividade do sistema nervoso

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Referências

Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Campanha. Promoção da Saúde – SUS. Incentivo à Redução do Consumo

BRASIL. Ministério da Saúde. Campanha. Promoção da Saúde – SUS. Incentivo à Redução do Consumo de Álcool. Disponível em: <http://promocaodasaude.saude. gov.br/promocaodasaude/assuntos/incentivo-a-reducao-do-consumo-de-alcool>. Acesso em: 30 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor. Rio de Janeiro: INCA, 2001. (Manuais técnicos). Disponível em: <http://faa.edu.br/portal/PDF/livros_eletronicos/medicina/15_manual_dor.pdf>. Acesso em: 28 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. (Caderno Humaniza SUS; v. 5). Disponível em: <bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ saude_mental_volume_5.pdf>.Acesso em: 28 abr. 2016.

Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem. Cadernos do aluno: saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Disponível em:

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Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Adolescentes e jovens para a educação entre pares. Saúde e prevenção nas escolas. Álcool e outras drogas. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. (Série Manuais n. 69). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ alcool_outras_drogas.pdf>. Acesso em: 21 abr. 2016.

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NERY FILHO, A.; TORRES, I. M. A. P. (Orgs.). Drogas: isso lhe interessa? Confira aqui. Salvador: Cetad/UfBa/CPTT/PVM; 2002. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/drogas_isso_lhe_interessa.pdf>. Acesso em: 21 abr. 2016.

PEREIRA, M. O.; VARGAS, D.; OLIVEIRA, M. A. F. de. Reflexão acerca da política do Ministério da Saúde brasileiro para a atenção aos usuários de álcool e outras drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD, Rev. Eletrônica

de álcool e outras drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD,
de álcool e outras drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD,

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Saúde Mental Álcool Drog . (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 9-16,
Saúde Mental Álcool Drog . (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 9-16,

Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 9-16, abr. 2012. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806- 69762012000100003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22 abr. 2016.

69762012000100003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22 abr. 2016. 54

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UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS

UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
UNIDADE 5 | O TRATAMENTO E A REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL DO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

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1 O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas 1.1
1 O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas 1.1

1 O Tratamento e a Reabilitação Psicossocial do Usuário de Álcool e outras Drogas

1.1 Uso e Dependência

Uma pessoa pode consumir drogas de vez em quando, ou mesmo habitualmente, sem maiores problemas. Mas o consumo às vezes se converte em algo permanente, trazendo consequências negativas muito sérias para os que se tornam dependentes. A dependência se caracteriza pelo consumo compulsivo, irresistível, de alguma substância química. E normalmente termina por dar origem a transtornos familiares, jurídicos, financeiros, físicos e psíquicos.

familiares, jurídicos, financeiros, físicos e psíquicos. De acordo com a Décima Edição da Classificação

De acordo com a Décima Edição da Classificação Internacional de Doenças (ClD-10) da Organização Mundial de Saúde, uma pessoa será considerada dependente quando, com referência ao último ano, responder afirmativamente a três ou mais dos itens abaixo:

• Teve forte desejo ou compulsão para consumir a substância;

• Teve dificuldade em controlar a intensidade do consumo, assim como o início e o fim;

• Entrou em estado de abstinência quando interrompeu ou reduziu o uso da substância;

• Percebeu que doses pequenas já não fazem efeito, aumentando as quantidades usadas;

já não fazem efeito, aumentando as quantidades usadas; • Abandonou outras fontes de prazer, consumindo mais

• Abandonou outras fontes de prazer, consumindo mais tempo para obter a droga ou para se recuperar de seus efeitos;

• Abandonou outras fontes de prazer, consumindo mais tempo para obter a droga ou para se

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• Continuou usando a substância, mesmo já sofrendo as consequências físicas do consumo persistente, como
• Continuou usando a substância, mesmo já sofrendo as consequências físicas do consumo persistente, como

• Continuou usando a substância, mesmo já sofrendo as consequências físicas do consumo persistente, como doenças do pulmão e fígado. E também na presença de problemas sociais e psicológicos que possam ser atribuídos ao uso da droga, ou exacerbados por ela.

1.1.1 Atenção para a Cachaça

No Brasil, é costume cultuar as cachaças produzidas em alambiques artesanais. Porém, as pequenas destilarias nem sempre seguem as normas técnicas que garantem a melhor qualidade possível

à bebida.

que garantem a melhor qualidade possível à bebida. E na fabricação de destilados, além do álcool,

E na fabricação de destilados, além do

álcool, os processos utilizados também produzem contaminantes. São muitos,

e vários fazem mal à saúde. Entre eles

temos, por exemplo, o metanol que, se ingerido em certa quantidade, pode cegar e até mesmo matar uma pessoa. Há também o carbamato de etila, substância cancerígena.

Como é sabido, não existe fiscalização rígida dos alambiques para evitar que a contaminação da bebida ultrapasse os níveis de segurança. E pode-se afirmar, com certeza, que a maioria dos proprietários nem sequer ouviu falar do perigo que os contaminantes representam. Tanto assim que, muitas vezes, nem a limpeza das instalações é feita como deveria. Isso também tem consequências: permite a formação do azinhavre no interior dos alambiques.

Assim, durante a destilação, o cobre do azinhavre passa para a bebida. Embora o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tenha estabelecido o teor máximo de 5 miligramas de cobre por litro de cachaça, esse limite costuma ser superado na produção. tenha estabelecido o teor máximo de 5 miligramas de cobre por litro de cachaça, esse limite

o teor máximo de 5 miligramas de cobre por litro de cachaça, esse limite costuma ser

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Apresentação do Seminário Políticas de Governo para Redução do Impacto Social das Drogas. 2015. Fonte:

Apresentação do Seminário Políticas de Governo para Redução do Impacto Social das Drogas. 2015.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Foto de José Cruz.

1.2 Redução de Danos

Até pouco tempo atrás, no Brasil,

portadores de transtornos mentais

e os usuários e dependentes de

drogas, inclusive do álcool, estavam condenados à marginalização. A regra geral era fechar todo mundo em clínicas e manicômios. E, no caso dos dependentes sob tratamento, o objetivo único a ser alcançado era a abstinência. O panorama começou a mudar a partir de 6 de abril de 2001, quando foi publicada a Lei 10.216, inaugurando a reforma psiquiátrica no

país. Com a reforma, e de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde, ficou estabelecido que os dependentes

de álcool e de outras drogas passariam a ter direito à assistência integral, por meio de

serviços localizados nas proximidades do lugar em que vivem.

Dessa forma, surgiram os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas - CAPSad, destinados a melhorar a assistência em saúde mental, visando a redução de danos. A Política Nacional atende as necessidades dos usuários, uma vez que implantou os serviços de base comunitária. E há outras iniciativas, como os investimentos em novos modelos de serviços e programas, como os consultórios de rua e as casas de passagem. A expectativa é reabilitar um maior número de pessoas e evitar que outras se tornem dependentes.

casas de passagem. A expectativa é reabilitar um maior número de pessoas e evitar que outras

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O Brasil procurou seguir políticas com enfoque semelhante h que já haviam apresentado bons resultados
O Brasil procurou seguir políticas com enfoque semelhante h que já haviam apresentado bons resultados

O Brasil procurou seguir políticas com enfoque semelhante h que já haviam apresentado bons resultados em outros países. Foi o que aconteceu na Suíça, por exemplo, que desde 1980 deixou de criminalizar o usuário de drogas. Em 1994, a Suíça partiu para a prevenção de danos.

O consumo de heroína era problema sério no país. O governo,

então, iniciou um programa de fornecimento da droga aos usuários, partindo da suposição de que se eles recebessem a

heroína legalmente, deixariam os crimes e o tráfico de drogas.

O

programa começou com 3.000 pessoas.

A

política deu certo: o mercado ilegal de heroína se inviabilizou

e

houve queda de 90% nos crimes contra a propriedade

cometidos por participantes do programa governamental. E cerca de um terço dessas pessoas abandonou a heroína por conta própria, sem ter recebido tratamentos especializados.

1.3 Redução de Danos, a Melhor Opção

No tratamento dos usuários de drogas, a estratégia de redução de danos tem apresentado bons resultados no Brasil e no mundo. E, aqui, especialistas recomendam que os CAPSad devem pôr em prática a reabilitação psicossocial e a reinserção social dos usuários de drogas, de modo o mais abrangente possível. Isso porque pessoas que estão insatisfeitas com sua qualidade de vida, que possuem problemas de saúde e que não têm informações adequadas sobre a questão do consumo de álcool e outras drogas são mais vulneráveis ao uso dessas substâncias.

adequadas sobre a questão do consumo de álcool e outras drogas são mais vulneráveis ao uso

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A situação piora se essas pessoas tiverem acesso fácil às drogas e não se integrem
A situação piora se essas pessoas tiverem acesso fácil às drogas e não se integrem

A situação piora se essas pessoas tiverem acesso fácil às drogas e não se integrem

de forma plena à comunidade em que vivem. Contudo, ao mesmo tempo, dizem os

mesmos especialistas, a esses fatores de risco se contrapõem fatores de proteção. Eles podem estar no próprio indivíduo, em sua família, em pessoas próximas, nas escolas e na comunidade.

Então, se o uso indevido de álcool

e drogas ocorre no interior da

comunidade, será nesse mesmo ambiente que terão lugar as práticas curativas, preventivas e educativas de maior impacto na remoção dos fatores de risco.

de maior impacto na remoção dos fatores de risco. Bloco Loucura Suburbana no carnaval do Rio

Bloco Loucura Suburbana no carnaval do Rio de Janeiro.

Foto de Fernando Maia/Riotur

E os CAPSad deverão oferecer atendimento diário intensivo, semi- intensivo e não-intensivo, articulados a outros organismos assistenciais em saúde mental (ambulatórios, leitos em

hospital-geral, hospitais-dia) e da rede básica de saúde (unidades básicas de saúde etc.), bem como ao Programa de Saúde da Família e ao Programa de Agentes Comunitários de Saúde.

h

Ameaça de retrocesso

As evidências indicam que o Brasil avançou muito com a reforma psiquiátrica. A legislação atual procura evitar a internação, busca o tratamento em liberdade, prioriza o cuidado em comunidade.

A legislação atual procura evitar a internação, busca o tratamento em liberdade, prioriza o cuidado em

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b Acesse o portal da Revista Fórum e procure ler, entre outros artigos, o Dependência
b Acesse o portal da Revista Fórum e procure ler, entre outros artigos, o Dependência

b Acesse o portal da Revista Fórum e procure ler, entre outros artigos, o Dependência química: internação é solução?, indicado no link a seguir: http://www.revistaforum.com.br/2013/09/30/ internacao-e-solucao/. Acesso em 2 maio 2016.

1.4 O Lugar da Família

A maioria de nós nasceu e cresceu dentro de uma família. Portanto, é na convivência

familiar que iniciamos o aprendizado das regras sociais. Em princípio, o grupo familiar deveria proporcionar às crianças um ambiente saudável para um desenvolvimento equilibrado, sob todos os aspectos. Mas, na vida real, isso nem sempre é possível, a despeito de grande número de pessoas se esforçar honestamente nesse sentido. Assim, de repente, muitas famílias descobrem que um de seus membros se tornou dependente de drogas e elas sentem o chão abrir-se sob seus pés. Resgatá-las é mais uma tarefa para os profissionais de saúde que atuam nos Centros de Atenção Psicossocial a usuários de álcool e outras drogas (CAPSad).

Isso porque tanto o usuário de drogas quanto seus familiares são estigmatizados pela sociedade. A primeira fase do trabalho consiste em fazer a família compreender que a chamada dependência química é uma doença. Uma vez resolvida essa questão, os familiares tendem a apoiar a equipe que cuida de seu parente com segurança e determinação.

A família se torna parceira da equipe de profissionais, mas, ao contrário do que ocorre

com os familiares de pessoas em tratamento de saúde por problemas físicos, ela pode ser chamada de codependente: provavelmente terá adoecido em consequência das experiências traumáticas vivenciadas com o parente usuário de drogas. E uma atitude positiva por parte do grupo familiar é muito importante, pois, a despeito dos esforços de todos, são comuns as recaídas dos pacientes e o abandono dos tratamentos.

pois, a despeito dos esforços de todos, são comuns as recaídas dos pacientes e o abandono

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De qualquer maneira, a participação de familiares em grupos de apoio promove a troca de
De qualquer maneira, a participação de familiares em grupos de apoio promove a troca de

De qualquer maneira, a participação de familiares em grupos de apoio promove a troca

de experiências com outras pessoas com problemas semelhantes. Mutuamente, eles

percebem que não estão sozinhos. Se sentem apoiados e confiantes em sua capacidade de superar as dificuldades.

1.4.1 Crack, é Possível Vencer

A diversidade de problemas trazidos pelas drogas, de

dimensões biológicas, psíquicas, sociais, culturais, constitui um grande desafio para a implementação de uma política que exige uma abordagem abrangente e o desenvolvimento de ações articuladas, que contemplem a prevenção do uso, o cuidado ao usuário e o enfrentamento ao tráfico de drogas.

Crack, é possível vencer, é um Programa do Governo Federal com a finalidade de prevenir o uso e promover a atenção integral ao usuário de crack, bem como enfrentar o tráfico de drogas. Tem por objetivo aumentar a oferta de serviços de tratamento e atenção aos usuários e seus familiares, reduzir a oferta de drogas ilícitas por meio do enfrentamento ao tráfico e às organizações criminosas e promover ações de educação, informação e capacitação.

ações de educação, informação e capacitação. Fonte: http://www.mprn.mp.br Fonte: PROGRAMA DE POLÍTICAS

Fonte: http://www.mprn.mp.br

Fonte: PROGRAMA DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS. Crack, é possível vencer. Disponível em http://www.mprn.mp.br/

portal/transformando-destinos-arquivos/cartilhas-e-materiais-para-estudo/cartilhas/3139-crack-e-possivel-vencer/

file. (Texto adaptado.)

file. (Texto adaptado.) 62

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Agora é com Você! Assista ao vídeo indicado e descubra mais sobre o que foi
Agora é com Você! Assista ao vídeo indicado e descubra mais sobre o que foi

Agora é com Você!

Assista ao vídeo indicado e descubra mais sobre o que foi estudado nesta unidade.

• TV Brasil. Programa Ser Saudável. Álcool e drogas.

Quais os riscos à saúde acarretados pela dependência? No programa, o médico e apresentador Enrique Barros acompanhou a história do cearense Renato Lima. Durante quatro anos, Renato foi dependente de craque. Com o auxílio de tratamento, hoje ele ajuda outras pessoas a superar a dependência química.

Disponível em http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/alcool-e-

drogas#media-youtube-1.

• Centro de Convivência É de Lei. O que é redução de danos?

Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=cDVR_NBAfyc

Acesse o site da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e baixe um caderno de atividades para ajudar você a mudar seus hábitos relacionados à saúde.

• Drogas: Cartilha mudando comportamentos. Disponível em http://www.

justica.gov.br/central-de-conteudo/politicas-sobre-drogas/cartilhas-

politicas-sobre-drogas.

Ótimo, você acaba de finalizar a unidade e está apto a testar seus conhecimentos nas questões referentes a ela. Prossiga em seus estudos para concluir o restante de seu curso.

seus conhecimentos nas questões referentes a ela. Prossiga em seus estudos para concluir o restante de

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Glossário

Glossário Azinhavre: Camada de cor verde que se forma na superfície dos objetos de cobre ou

Azinhavre: Camada de cor verde que se forma na superfície dos objetos de cobre ou latão, resultante da corrosão destes quando expostos ao ar úmido.

Estigmatizado: Pessoa que foi marcado com estigma, marca ou cicatriz deixada por ferida. No texto, significa marcado por algum comportamento ou característica que reforça a sua condição, mesmo que a pessoa tenha mudado.

Inviabilizar: Tornar (algo) inviável, irrealizável, que não possui condições de se realizar.

Reinserção: Ato ou efeito de reinserir. No texto, significa inserir novamente as pessoas no convívio social.

Vulnerável: Sujeito a ser atacado, derrotado; frágil, prejudicado.

inserir novamente as pessoas no convívio social. Vulnerável: Sujeito a ser atacado, derrotado; frágil, prejudicado. 64

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Atividades d 1- Qual a classificação das substâncias psicoativas, de acordo com a ação que
Atividades d 1- Qual a classificação das substâncias psicoativas, de acordo com a ação que

Atividades

d

1- Qual a classificação das substâncias psicoativas, de acordo com a ação que realizam no cérebro?

( ) Depressoras, limitadoras e tranquilizantes da atividade do Sistema Nervoso Central.

( )

atividades do Sistema Nervoso Central.

Estimulantes,

perturbadoras

e

depressoras

das

( ) Não há atividades gerais, elas agirão dependendo das condições de dependência do usuário.

( ) Estimulantes e redutoras de reflexos das atividades do Sistema Nervoso Periférico.

3 - De acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde, ficou estabelecido que os dependentes de álcool e de outras drogas passariam a ter direito à assistência integral, por meio de serviços localizados nas proximidades do lugar em que vivem, assim que surgiram os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas - CAPSad, destinados a melhorar a assistência em saúde mental, visando a redução de danos.

( ) Certo

(

) Errado

CAPSad, destinados a melhorar a assistência em saúde mental, visando a redução de danos. ( )

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Referências

Referências ALVAREZ, S. Q. et al. Grupo de apoio/suporte como estratégia de cuidado: importância para familiares

ALVAREZ, S. Q. et al. Grupo de apoio/suporte como estratégia de cuidado: importância para familiares de usuários de drogas. Rev. Gaúcha Enferm., Porto Alegre, v. 33, n. 2, p. 102-108, jun. 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v33n2/15>. Acesso em: 2 maio 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. SVS/CN-DST/AIDS. A Política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_ministerio_ saude_atencao_integ_usuarios_alcool_drogas.pdf>. Acesso em: 21 abr. 2016.

CENTRO DE CONVIVÊNCIA É DE LEI. Redução de danos sociais e à saúde associados ao uso de drogas. Portal da internet, 2016. Disponível em: <http://edelei.org/pag/ reducao-danos>. Acesso em: 2 maio 2016.

LIMA, A. de J. B. et al. Efeito de substâncias empregadas para remoção de cobre sobre o teor de compostos secundários da cachaça. Quím. Nova, São Paulo, v. 32, n. 4, p. 845-848, 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/qn/v32n4/v32n4a04.pdf>. Acesso em: 30 abr. 2016.

MELO, P. F. de; PAULO, M. de A. L. de. A importância da família na recuperação do usuário de álcool e outras drogas. Saúde Coletiva em Debate, v. 2, n. 1, p. 41-51, dez. 2012. Disponível em: <fis.edu.br/revistaenfermagem/artigos/vol02/artigo09.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2016.

NERY FILHO, A.; TORRES, I. M. A. P. (Orgs.). Drogas: isso lhe interessa? Confira aqui. Salvador: Cetad/UfBa/CPTT/PVM; 2002. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/drogas_isso_lhe_interessa.pdf>. Acesso em: 21 abr. 2016.

PEREIRA, M. O.; VARGAS, D.; OLIVEIRA, M. A. F. de. Reflexão acerca da política do Ministério da Saúde brasileiro para a atenção aos usuários de álcool e outras drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 9-16, abr. 2012. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806- 69762012000100003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22 abr. 2016. drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental

69762012000100003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22 abr. 2016. 66

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PINHO, P. H. et al. Reabilitação psicossocial dos usuários de álcool e outras drogas: a
PINHO, P. H. et al. Reabilitação psicossocial dos usuários de álcool e outras drogas: a

PINHO, P. H. et al. Reabilitação psicossocial dos usuários de álcool e outras drogas:

a concepção de profissionais de saúde. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 43, n. spe2, p. 1261-1266, dez. 2009. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/reeusp/v43nspe2/ a20v43s2.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2016.

ROUSSELET, F. Dependência química: internação é solução? Revista Fórum, 30 set. 2013. Disponível em: <http://www.revistaforum.com.br/2013/09/30/internacao-e- solucao>. Acesso em: 2 maio 2016.

Disponível em: <http://www.revistaforum.com.br/2013/09/30/internacao-e- solucao>. Acesso em: 2 maio 2016. 67

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UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68
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UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68
UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68
UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68
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UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68
UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68

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UNIDADE 6 | PREVENÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS 68

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1 Prevenção dos Transtornos Mentais 1.1 Assunto Complicado Especialistas em saúde mental não descartam ações
1 Prevenção dos Transtornos Mentais 1.1 Assunto Complicado Especialistas em saúde mental não descartam ações

1 Prevenção dos Transtornos Mentais

1.1 Assunto Complicado

Especialistas em saúde mental não descartam ações de prevenção em sua área de trabalho. Mas tais ações fogem complemente do modelo de prevenção a que estamos acostumados quando se trata de doenças do corpo. Por exemplo: no caso da dengue, o negócio é matar o mosquito. No campo da psicologia e psiquiatria não há “mosquitos” para caçar. Então, prevenir significa ampliar a rede ambulatorial de atendimento; aumentar o grau de capacitação dos profissionais – até para que identifiquem os transtornos precocemente e receitem menos medicamentos; facilitar o acesso a quem precise de atendimento, e tratar o paciente segundo um enfoque multidisciplinar.

Por que isso?

Porque não é possível estabelecer normas que determinem o que venha a ser um sujeito mentalmente saudável. Cada um de nós nasce em ambiente específico, muito diferente de onde nasce outro ser humano. Assim, somos diferentes na forma de pensar, na forma de nos relacionamos com os outros, de ganhar a vida, de resolver nossos problemas e assim por diante.

Depois, como as circunstâncias mudam na vida de cada um, praticamente a todo instante, uma forma de prevenção é atuar onde uma crise estiver acontecendo, de modo a evitar que ela tenha desdobramentos mais sérios. É o caso de ajudar psicologicamente a mãe que acaba de ver seu bebê nascer morto, ou alguém que recebeu o diagnóstico de doença grave. Por fim, restam as ações como as palestras, que podem ser ministradas nos mais diferentes locais, abordando vasta quantidade de temas.

1.1.1 Prevenção do Suicídio

Sinais no cotidiano podem mostrar à família que a pessoa planeja ou pensa na possiblidade de suicídio. Por isso, é importante que a família fique atenta aos comportamentos de alerta.

pensa na possiblidade de suicídio. Por isso, é importante que a família fique atenta aos comportamentos
pensa na possiblidade de suicídio. Por isso, é importante que a família fique atenta aos comportamentos

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QuemprecisadeatendimentoparatranstornosmentaisnoSistemaÚnicodeSaúde(SUS) pode contar com os Centros de Atenção
QuemprecisadeatendimentoparatranstornosmentaisnoSistemaÚnicodeSaúde(SUS) pode contar com os Centros de Atenção

QuemprecisadeatendimentoparatranstornosmentaisnoSistemaÚnicodeSaúde(SUS)

pode contar com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Nesses estabelecimentos,

o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência médica especializada e todo o cuidado terapêutico conforme o seu quadro de saúde. Quando recomendado pelo médico, o SUS disponibiliza gratuitamente medicamentos que podem auxiliar no tratamento dos pacientes.

Entre os fatores de risco associados com o suicídio estão transtornos mentais, como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões como isolamento social, desemprego; questões psicológicas, como perdas recentes, dinâmica familiar; e condições clínicas incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica e câncer.

Fonte: ROCHA, Gabriela. Setembro Amarelo – Prevenção do suicídio ganha destaque durante o mês. Blog da Saúde, set. 2015. Ministério da Saúde. Disponível em http://www.blog.saude.gov.br/promocao-da-saude/50187-setembro- amarelo-prevencao-do-suicidio-ganha-destaque-durante-o-mes.html. Acesso em 2 maio 2016. (Texto adaptado.)

1.1.2 Setembro Amarelo

O mês de setembro foi escolhido pela Associação Internacional de Prevenção do Suicídio para alertar sobre a importância de ações de prevenção.

O Brasil está entre os 28 países, de um universo

de mais de 160 analisados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que possui estratégia de prevenção ao suicídio. O Ministério da Saúde, por meio da rede pública, oferece atenção integral em saúde para os casos de tentativa de suicídio.

integral em saúde para os casos de tentativa de suicídio. Fonte: static5.pmcm.pr.gov.br Fonte: ROCHA, Gabriela.

Fonte: static5.pmcm.pr.gov.br

Fonte: ROCHA, Gabriela. Setembro Amarelo – Prevenção do suicídio ganha destaque durante o mês. Blog da Saúde, set. 2015. Ministério da Saúde. Disponível em http://www.blog.saude.gov.br/promocao-da-saude/50187-setembro- amarelo-prevencao-do-suicidio-ganha-destaque-durante-o-mes.html. Acesso em 2 maio 2016. (Texto adaptado.)

amarelo-prevencao-do-suicidio-ganha-destaque-durante-o-mes.html. Acesso em 2 maio 2016. (Texto adaptado.) 70

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1.2 Desafio na Emergência

1.2 Desafio na Emergência Em determinada ocasião, com dificuldade para respirar, uma mulher foi conduzida ao

Em determinada ocasião, com dificuldade para respirar, uma mulher foi conduzida ao setor de emergências de um hospital. A equipe médica decidiu fazer uma traqueostomia – um corte na garganta para a introdução de uma cânula para a passagem de ar. E acabou processada pela família: a paciente sofria de síndrome do pânico, daí sua dificuldade para respirar. E a equipe do hospital acabou “entrando em pânico” também.

Um especialista da área de saúde mental alerta: nas emergências, muitos dos pacientes são pessoas com transtornos psiquiátricos. Alcoólatras, consumidores de outras drogas, pessoas confusas por causa de complicações de saúde e alguns com ideias de suicídio.

Sendo assim, como medida de prevenção, que interessa diretamente aos médicos, convém considerar a possibilidade de se estar diante de um transtorno mental, independentemente de haver algum distúrbio nos sistemas orgânicos. A falta de atenção pode induzir a equipe a realizar procedimentos desnecessários, colocando a vida do paciente em risco.

Em tais circunstâncias, o diagnóstico correto vai depender da capacidade de observação, do bom senso e da sensibilidade dos médicos. Deixar a sensibilidade em segundo plano é correr o risco de se confundir com sintomas de insuficiência cardiopulmonar, coma e choque, comuns nos estados de grande ansiedade, típicos da síndrome de pânico e de outros transtornos mentais.

e choque, comuns nos estados de grande ansiedade, típicos da síndrome de pânico e de outros

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Agora é com você! • Conheça sete exercícios mentais que ajudam a preservar a memória.
Agora é com você! • Conheça sete exercícios mentais que ajudam a preservar a memória.

Agora é com você!

• Conheça sete exercícios mentais que ajudam a preservar a memória.

Disponível

noticia/2012/09/conheca-sete-exercicios-mentais-que-ajudam-a-

http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/

em

preservar-a-memoria-3885700.html.

• Saiba mais como prevenir alguns transtornos mentais. Faça download

da cartilha Suicídio, informando para prevenir, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Disponível

para_prevenir_abp_2014.pdf.

em

http://www.cvv.org.br/downloads/suicidio_informado_

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Glossário

Cânula: Pequeno tubo, de dimensões e materiais variados, adaptável a diversos instrumentos cirúrgicos, seringas etc.

Multidisciplinar: Que contém, envolve, distribui-se por várias disciplinas e pesquisas. Que envolve profissionais de diversas áreas de conhecimento.

distribui-se por várias disciplinas e pesquisas. Que envolve profissionais de diversas áreas de conhecimento. 72

72

Atividades d ( ( 1- É uma ação de prevenção na área da saúde mental:
Atividades d ( ( 1- É uma ação de prevenção na área da saúde mental:

Atividades

d

(

(

1- É uma ação de prevenção na área da saúde mental:

) Realizar campanhas por meio de outdoors.

) Facilitar o acesso a quem precisa de atendimento.

(

(

) Construir mais manicômios.

) Ampliar a distribuição de remédios.

, o que promove o atendimento por meio de profissionais de áreas de conhecimentos

2-Emsaúdemental,oenfoquedeveser

(

) Psiquiátrico, da saúde mental.

(

) Psicológico, diversas.

(

) Multidisciplinar, diversas.

(

) Único, específicas.

mental. ( ) Psicológico, diversas. ( ) Multidisciplinar, diversas. ( ) Único, específicas. 73

73

Referências

Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem. Cadernos do aluno: saúde mental. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Disponível em:

<bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/profae/pae_cad7.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2016.

ECOS – Comunicação em Sexualidade. Razões e emoções. Rio de Janeiro: Instituto

Promundo, s/d. (Série Trabalhando com homens jovens.). Disponível em: <http://

promundo.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2014/12/Programa-H-Trabalhando-

com-Homens-Jovens.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2016.

GALENO, A. Transtornos mentais. Portal da internet Galeano Alvarenga, 2016. Disponível em: <http://www.galenoalvarenga.com.br/transtornos-mentais>. Acesso em: 26 abr. 2016.

PEREIRA, M. O.; VARGAS, D.; OLIVEIRA, M. A. F. de. Reflexão acerca da política do Ministério da Saúde brasileiro para a atenção aos usuários de álcool e outras drogas sob a óptica da Sociologia das Ausências e das Emergências. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 9-16, abr. 2012. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_artte

PINHO, P. H. et al. Reabilitação psicossocial dos usuários de álcool e outras drogas:

a concepção de profissionais de saúde. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 43, n. spe2, p. 1261-1266, dez. 2009. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/reeusp/v43nspe2/ a20v43s2.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2016.

dez. 2009. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/reeusp/v43nspe2/ a20v43s2.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2016. 74

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Gabarito

Unidade 1

Gabarito Unidade 1 1. Resposta: Certo 2. Resposta: Ter saúde mental é estar bem consigo e

1. Resposta: Certo

2. Resposta: Ter saúde mental é estar bem consigo e com os outros, aceitando o que

a vida nos coloca.

3. Resposta: O comportamento das pessoas varia em diferentes culturas, mudando

com isso o conceito de normalidade.

Unidade 2

1. Resposta: Ameaça quebrar a unidade/identidade da pessoa.

2. Resposta: Errado

Unidade 3

1. Resposta: é o nome dado a um estado psicológico particular em que um refém

(ou reféns) cria uma relação afetiva, de cumplicidade, com seu sequestrador (ou sequestradores).

2. Resposta: Depressão, mania.

Unidade 4

1. Resposta: São motivados por doenças ou lesões que provocam um funcionamento

anormal do cérebro.

2. Resposta: Substância química não produzida pelo organismo que altera seu funcionamento.

3. Resposta: Estimulantes, perturbadoras e depressoras das atividades do Sistema

Nervoso Central.

seu funcionamento. 3. Resposta: Estimulantes, perturbadoras e depressoras das atividades do Sistema Nervoso Central. 75

75

Unidade 5 1. Resposta: Estimulantes, perturbadoras e depressoras das atividades do Sistema Nervoso Central. 2.
Unidade 5 1. Resposta: Estimulantes, perturbadoras e depressoras das atividades do Sistema Nervoso Central. 2.

Unidade 5

1. Resposta: Estimulantes, perturbadoras e depressoras das atividades do Sistema

Nervoso Central.

2. Resposta: Certo

Unidade 6

1. Resposta: Facilitar o acesso a quem precisa de atendimento.

2. Resposta: Multidisciplinar, diversas.

Unidade 6 1. Resposta: Facilitar o acesso a quem precisa de atendimento. 2. Resposta: Multidisciplinar, diversas.

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