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Historia declividade oportunidade unicacada

As chuvas acima do considerado ‘normal’ - que é quando a


chuva causa transtornos na cidade - tem uma grande chance
de acontecer durante a madrugada entre quarta (2) e quinta
(3) e no início da tarde dequinta (3).
Nos próximos dias, o Maranhão deve ter fortes chuvas,
principalmente na região norte. O dia com mais chuva deve
ocorrer nesta quinta (3), em São Luís. A previsão é do Núcleo
de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão
(UEMA).
Alguns aparelhos são específicos para a determinação da declividade, como é o caso dos
clinômetros. Esses equipamentos permitem a determinação da declividade em graus e porcentagem
diretamente, sem a necessidade de medição de EV e EH. A Figura 2 mostra o clinômetro tipo
Abney.

DECLIVIDADE DO TERRENO O relevo influencia o escoamento das águas de chuva em


diferentes trajetórias sobre o terreno; desta forma a declividade se destaca como um dos principais
responsáveis pelas perdas de solo. Sedo assim, antes da adoção de quaisquer práticas para controle
da erosão, é importante conhecer a inclinação do terreno. A Declividade é a inclinaç

Figura 3. Esquema de determinação da declividade do terreno empregando o clinômetro tipo Abney


(fotografia). Outros equipamentos empregados para se medir a declividade do terreno são os níveis.
O nível de engenheiro ou nível ótico é empregado para grandes áreas e exige conhecimento do
aparelho e cuidados na instalação e leituras. Outro equipamento é o “nível de borracha” cuja
principal vantagem é ser de fácil construção e uso, além de ser de baixo custo, podendo ser
construído na propriedade. Ambos os níveis determinam EV e EH, sendo a declividade calculada a
partir desses parâmetros. O nível ótico funciona com uma mira (régua graduada) que geralmente

Diferentes tipos de guitarras (a partir de esquerda: ressonadora, clássica, elétrica e folk). Há também:
o centro um dulcimer e, descansados horizontalmente, uma Keytar e um bandolim.

O substantivo guitarra refere-se a uma série de instrumentos de cordas dedilhada, que


possuem geralmente de 6 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento e possuem
um corpo com formato aproximado de um 8 (embora também existam em diversos outros
formatos), além de um braço, sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante
controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de
ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância (ver: guitarra
semiacústica), mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade
sonora do instrumento.[1]
As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas, são construídas por
um luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista.
Baterista de uma banda de dança de 1935.

No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a


três percussionistas cada.[2] Um tocava o bombo, outro tocava a caixa e o outro tocava os
blocos de madeira que fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou
que uma mesma pessoa executasse todas estas funções.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910.[3] William F. Ludwig, que criou o primeiro
modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto
com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares
de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a
estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou
penduravam nos ombros com uso de correias.

Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único
baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. A peça mais nova que fez parte
do kit básico da bateria foi o hi-hat que apareceu na década de 1940. É uma peça que
utiliza dois pratos de choque, acionados com o pé. No jazz, ela tinha a função de marcar o
contratempo nas pulsações rítmicas, motivo pelo qual, em alguns lugares, esta peça
também é denominada de contratempo . E assim foi nascendo a bateria – ou trap set,
como foi chamada inicialmente.

Na década de 1980 alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros,
criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar
como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é
percutido.

Hoje,apenas por em evolução constante, a bateria um instrumento raro, recebe cada vez
mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para
desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos, usados para bater.
As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil. Entre as marcas que
fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim e a Gope (anos 60 e 70) e a Odery que hoje
é considerada uma das melhores baterias no mundo, tendo seu início como uma
Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de
ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os
cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como
a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias firmas de acessórios como a Ziltannam e
a Octagon(pratos), C.Ibanez e a Liverpool (baquetas), Evans, RMV, a Remo e Luen (peles
sintéticas), Rock Bag (cases e bags).