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PASSOS PARA ENCORAJAR SEU


FILHO SEM ELOGIAR

Por Vanessa Galvani

Por Vanessa Galvani


A criança é um ser social e exatamente por
isso, sua maior motivação é o senso de
pertencimento.
Sua segurança ou falta dela depende de quanto a criança se sente pertencente
a um grupo (família) – e esse é um requerimento básico, ou seja, tudo o que
ela faz é uma tentativa de encontrar formas eficientes de conseguir se sentir
parte da família.

E quando ela não se sente pertencente ela se “comporta mau”. Esse


comportamento é como se a criança estivesse dizendo para o adulto que ela
não está conseguindo se sentir aceita e importante, e que ela tem uma crença
equivocada sobre como conseguir isso.
É como se seu filho chegasse para você com
uma placa em um chapéu escrito:

“EU SOU UMA CRIANÇA E SÓ QUERO SER


ACEITA”

Qual seria sua reação se ao invés de ver o mau comportamento do


seu filho, você visse essa placa?

Quando a criança se comporta mau, na verdade, ela está dizendo


que está desencorajada...
“CRIANÇAS PRECISAM DE ENCORAJAMENTO,
ASSIM COMO AS PLANTAS PRECISAM DE
ÁGUA”

Rudolf Dreikurs
Mas o que é encorajamento?
“É o ato de dar coragem,
ânimo, estímulo, incentivar!”
Você também confunde encorajar com elogiar?
Quando você elogia, você avalia e julga a criança, já quando
você encoraja você reforça o esforço e a ação da criança.

Enquanto o elogio nutre o egocentrismo às custas dos outros,


o encorajamento foca no interesse pessoal sem magoar os
outros.

Enquanto o elogio foca no produto final, o encorajamento foca


no processo.

Você só consegue elogiar uma criança quando ela faz


algo bom, mas você pode (e DEVE) encorajar a criança
quando ela alcança o sucesso ou o fracasso.

MAS VANESSA, COMO ENCORAJAR?

Agora vou te dar os 13 passos para que você consiga


encorajar seu filho:
#1 - MOMENTO CERTO

Durante um momento de conflito ou uma situação de mau comportamento, é muito difícil


para ambas as partes encorajar (fazer ou receber).

Por isso, é muito importante que o encorajamento aconteça no momento certo, ou seja,
quando tanto pai ou filho consigam se perceber mais calmos.

#2 - RESPEITO MÚTUO

Respeito mútuo é constituído por atitudes de:

• CRENÇA - Fé nas suas habilidades e nas dos outros;


• EMPATIA - Interesse no ponto de vista dos outros tanto quanto em seu próprio;
• AUTORESPONSABILIDADE - Vontade de assumir responsabilidade e consciência de sua
própria contribuição para o problema.

Lembre-se que pode levar um tempo até que as crianças confiem em nós quando
mudamos o nosso comportamento.
A MELHOR MANEIRA DE
ENSINAR VALORES E
ATITUDES PARA AS CRIANÇAS
É SENDO UM EXEMPLO PARA
ELAS!
#3 - MELHORIA, NÃO PERFEIÇÃO

Reconhecimento de melhoria é
encorajador e inspira a criança a
continuar com seus esforços!
#4 - ÊNFASE NOS PONTOS FORTES

O que você vê é o que você leva!


Quando a gente foca somente nos pontos negativos da criança, estamos focando na minoria,
mas se você foca nos pontos positivos, logo você estará colhendo resultados positivos.

É encorajador para você mesmo e para os outros quando você põe o foco no lado positivo.

PROCURE OS PONTOS FORTES EM TODOS OS


COMPORTAMENTOS DA CRIANÇA

#5 - REDIRECIONAMENTO

Quando você consegue identificar e reconhecer os pontos fortes da criança, fica fácil
redirecionar o mau comportamento.
#6 - REPARAR

Fazer reparações é parecido com redirecionar o comportamento, mas deixa as crianças


envolvidas no processo de solução de problemas.

Quando as crianças fizerem algo irresponsável ou desrespeitoso, dê-lhes a oportunidade


de consertar fazendo algo que deixe a pessoa ofendida se sentir melhor.

Fazer reparações é encorajador porque ensina responsabilidade social – as crianças se


sentem melhor sobre si mesmas quando estão ajudando os outros.

Fazer reparações é encorajador quando usado de uma maneira NÃO punitiva porque as
crianças experimentam a oportunidade de aprender com seus erros e corrigir qualquer
problema decorrente.

Fazer reparações é encorajador porque as crianças aprendem que elas podem ser
responsáveis por seu comportamento sem medo de sentir culpa, vergonha ou dor.
#7 - EVITAR PRESSÃO SOCIAL

É possível que você sinta que sua eficiência como pai ou mãe pode ser julgada quando
está sendo observado.

Porque muitas vezes, os observadores (amigos, vizinhos, parentes) geralmente esperam


uma perfeição imediata e nesse caso você pode se sentir tentado a usar punição para
satisfazer aos observadores, já que isso parece alcançar um resultado mais rápido.

EVITE A PRESSÃO SOCIAL!


Quando sobre pressão social, saia de perto do público. Saia de cena ou peça
respeitosamente que os outros saiam, para que você possa resolver o problema com
privacidade.
#8 - TEMPO ESPECIAL

UMA DAS COISAS MAIS ENCORAJADORAS QUE OS PAIS PODEM


FAZER PARA SEUS FILHOS É DEDICAR REGULARMENTE UM
TEMPO ESPECIAL PARA PASSAR COM ELES.

TEMPO ESPECIAL É DIFERENTE DE TEMPO OBRIGATÓRIO OU


TEMPO CASUAL.

TEMPO ESPECIAL É UM TEMPO EXCLUSIVO,


TEMPO DE PRESENÇA !
QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO?

• CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS


Requerem muito tempo e não tem idade suficiente para compreender “tempo
especial”;

• CRIANÇAS ENTRE 2 A 6 ANOS


Precisam de pelo menos 10 minutos por dia (mais tempo é melhor!);

• CRIANÇAS ENTRE 6 A 12 ANOS


Podem não necessitar de tempo especial todo dia (você que avalia), mas elas
gostam de contar com pelo menos meia hora por semana.
PORQUE O TEMPO ESPECIAL É TÃO
ENCORAJADOR?

As crianças se sentem que são aceitas e que são importantes quando podem contar
com um tempo especial com você. ELAS SENTEM QUE SÃO IMPORTANTES PARA
VOCÊ!

Tempo especial programado é um lembrete para você sobre porque você teve filhos
em primeiro lugar – para curtí-los!

Quando você está ocupado e seus filhos querem sua atenção, é mais fácil para eles
aceitarem que você não tem tempo quando diz: “Querido, eu não posso agora, mas
estou ansioso pelo nosso tempo especial as 16:30!
OUTRAS DICAS PARA O TEMPO ESPECIAL

• Combine com a criança um sinal não verbal para que vocês dois possam lembrar
desse tempo sem ter que ficar falando a todo momento (Por exemplo: piscar os
olhos);

• Pergunte para o seu filho o que ele gostaria de fazer/ir nesse momento;

• Pratique a presença e desligue completamente seu celular.


#9 - ENCORAJE A AUTOAVALIAÇÃO

FOQUE PRIMEIRAMENTE NOS PONTOS FORTES E PEÇA


PARA A CRIANÇA AVALIAR O ERRO POR CONTA PRÓPRIA

Quando você aponta para a criança o que foi bem feito, geralmente elas querem
continuar a fazer bem ou ainda melhor!
#10 - TEMPO PARA TREINAMENTO

Como tudo na vida, precisamos de tempo e prática para conseguirmos fazer algo ou
aprimorar uma habilidade.

Os pais esperam que as crianças limpem e organizem seus quartos, mas nunca os
ensinaram como fazer!

Ao pedir que a criança faça algo, certifique-se que ela saiba o que aquilo significa para
você.

Dedique tempo para treinamento. Pode brincar de faz de conta e “praticar” brincando
as novas habilidades.

Uma vez que você já sente que houve tempo para treinamento adequado, confirme
perguntando para a criança “O que você precisa fazer para__________?”.

Reconheça sem elogiar: “Ótimo, estou feliz por termos um entendimento”.


#11 - ERROS COMO OPORTUNIDADES

Compartilhar seus erros com


seus filhos é uma das coisas
mais encorajadoras que você
pode fazer!
#12 - PERGUNTAR

Perguntas que estimulam a curiosidade ajudam as crianças a explorar as


consequências de suas escolhas.

Você vai conseguir maior participação e compreensão e criar uma atmosfera mais
respeitosa se fizer perguntas que estimulam a curiosidade das crianças em vez de
fazer afirmações (geralmente na forma de exigência ou sermão).
#13 - CONEXÃO

TENTE UM ABRAÇO!

Lembre-se do momento certo – às vezes o abraço não funciona porque a criança


está muito irritada para dar ou receber o abraço, ou qualquer tipo de
encorajamento.
Quer saber mais sobre como praticar essas orientações ou entender a razão
por traz de cada uma delas?

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www.vanessagalvani.com.br
contato@vanessagalvani.com.br

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