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Questão: Ao iniciar o cumprimento de sentença envolvendo obrigação de pagar, o

credor pretende que seja penhorado um bem imóvel do devedor, avaliado em R$


1.000.000,00 (um milhão de Reais), para pagamento de uma dívida de apenas R$
10.000,00 (dez mil Reais). O devedor, por meio do seu patrono, peticiona ao juízo
informando que possui um veículo automotor avaliado em R$ 30.000,00 (trinta mil
Reais), valor que é mais compatível com o do débito, requerendo a substituição do
bem penhorado em atenção ao princípio do menor sacrifício ao executado. Indaga-
se: deve ser deferido o pleito do executado?

Consagrado no art. 805 do CPC, o princípio da execução menos gravosa ao


executado:
“Quando po r vários mei os o credor puder promover a execução, o juiz
mandará que se faça pelo
modo menos gravoso para o devedor”. A opção pelo meio menos gravos o,
pressupõe que os
Diversos meios considerados sejam igualmente eficazes. Assim, havendo vários
meios executivos aptos à tutela adequada e efetiva do direito de crédito,
escolhe-se a via menos onerosa ao executado. Portanto o pleito deve ser deferido.

No curso de uma ação de indenização e antes da sentença de 1o grau, o réu


vendeu seus dois únicos imóveis por R$ 100.000,00 (cem mil reais), os quais
constituíam a totalidade de seu patrimônio. Julgado procedente o pedido, com
sentença transitada em julgado, o autor pretende receber o valor da indenização
fixado pelo Juiz, ou seja, R$ 100.000,00 (cem mil reais). Considerando o enunciado
acima, distinga os institutos da fraude à execução e da fraude contra credores, e,
num segundo momento, indique os caminhos processuais adequados para que o
exequente, na prática, possa receber seu crédito

A S UM 375 /STJ, dispõe que o reconhecimento d a fraude à exe cução


depende do registro da penhora
do be m alienado, o q ue não é o caso, po is ainda não havia a sentença e
consequentemente o devedor
não havia sido citado para a execução.
No caso, ocorreu a fraude contra credores conforme o art. 790, inciso VI, do
NCPC. O reconhe cimento
da fraude contra credores, com a consequente anulação da a lienação ou
gravação d o bem, demanda
ação próp ria, de ampla dilação probató ria insuscetível, portanto, de ser
alegada exclusivamente no
processo de execução ou na fa se do cumprimento da se ntença. A
necessidade de ação própria para o
reconhecimento da fraude co ntra credores o caput do art. 79 9, inciso IX, do
NCPA, su gere que o
credor, para realmente p recaver-se contra a fraude, teria de procede r a
duas averbações sucessivas.
Uma da propositu ra da execução (art. 799, IX), outra, ato contínuo à propositura,
de que a execução foi
admitida pelo juiz (art. 828, caput)
A S UM 375 /STJ, dispõe que o reconhecimento d a fraude à exe cução
depende do registro da penhora
do be m alienado, o q ue não é o caso, po is ainda não havia a sentença e
consequentemente o devedor
não havia sido citado para a execução.
No caso, ocorreu a fraude contra credores conforme o art. 790, inciso VI, do
NCPC. O reconhe cimento
da fraude contra credores, com a consequente anulação da a lienação ou
gravação d o bem, demanda
ação próp ria, de ampla dilação probató ria insuscetível, portanto, de ser
alegada exclusivamente no
processo de execução ou na fa se do cumprimento da se ntença. A
necessidade de ação própria para o
reconhecimento da fraude co ntra credores o caput do art. 79 9, inciso IX, do
NCPA, su gere que o
credor, para realmente p recaver-se contra a fraude, teria de procede r a
duas averbações sucessivas.
Uma da propositu ra da execução (art. 799, IX), outra, ato contínuo à propositura,
de que a execução foi
admitida pelo juiz (art. 828, caput)
A S UM 375 /STJ, dispõe que o reconhecimento d a fraude à execução
depende do registro da penhora do bem alienado, o que não é o caso, pois
ainda não havia a sentença e consequentemente o devedor não havia sido
citado para a execução. No caso, ocorreu a fraude contra credores conforme o
art. 790, inciso VI, do NCPC. O reconhecimento da fraude contra credores,
com a consequente anulação da alienação ou gravação d o bem, demanda
ação própria, de ampla dilação probatória insuscetível, portanto, de ser
alegada exclusivamente no processo de execução ou na fase do cumprimento
da sentença. A necessidade de ação própria para o reconhecimento da fraude
contra credores o caput do art. 79 9, inciso IX, do NCPA, su gere que o
credor, para realmente precaver-se contra a fraude, teria de procede r a duas
averbações sucessivas. Uma da propositura da execução (art. 799, IX), outra, ato
contínuo à propositura, de que a execução foi admitida pelo juiz (art. 828, caput)

Semana 3
Não, em tese cabe ri a arbitramento para que em te se um terceiro expert no
assunto indicasse o valor in de ni zatóri o,contudo, em have ndo ne ce ssi dade de
novas pro vas, ca be ria l iqui dação pel o procedimento comum, com a p rodução
de provas supe rve nie nte s a s e ntença. Não, a úni ca manei ra de se ve r i sso
é pel o artigo 966 do CPC.

b) Como deve rão procede r as partes caso di scordem do val or apurado na l


iquidação?

Se as parte s não concordarem com o valor fixado na se nte n ça de li qui d ação


cumpri rá a el as i ngre ssar com agravo de in strume nto, artigo 1015, PU, CPC

Semana 4

Caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias na liquidação,


no cumprimento de sentença, na execução e no inventário são ata cadas via
agravo de inst rumento, no s termos do art. 1.015, parágrafo único, do NCPC

Semana 5

Com base no art. 914, § 1°, do NCPC, o executado , ind ependentemente de


penh ora, depó sito ou caução, poderá se op or à execução p or m eio d e e
mbargos. Os embargos à execução serão distr ibuídos po r dependência,
autuados em apartado e instruídos com cópias das peças processuais
relevantes, que poderão ser declaradas a utênticas pelo própr io adv ogado,
sob sua responsabilidade pessoal. Conforme o art. 919, do NCPC, os em bargos
à execuç ão não terão efeito suspensiv

Semana 6

O magistrado deve decidir conforme o art. 896, do NCPC, que dispõe sobre
imóvel de incapaz que não alcança pelo meno s 80% (oitenta po r cento) da
av aliação, onde o jui z confiará o b em à guarda e administração de
depositário idô neo, adiando a aliena ção por praz o não superior a 1 ano.
Portant o, a arrematação não foi v álida.
Semana 7

Quando o executado não possuir bens penhor áveis, suspende - se a execu


ção (art. 9 21, III, do NCPC) pelo prazo de 1 ano (art. 9 21, § 1°, do NC PC).
Passado 1 ano, e não for encontra do bens penhoráveis (art. 921, § 2°, do
NCPC), o juiz orde nará o arquivamento do s autos, que serão desarquiv ados para
prosseguim ento da execução se a qualquer tempo for encontr ado bens
penhoráveis ( art. 921, § 3°, do NCPC). Passado 1 ano sem a manifest ação
do e xequente, começ a a correr o pr azo de presc rição int ercorrente (art. 9
21, § 4°, do NCPC) que é, aque la que se op era mesmo n a fluên cia do
procedimento juri sdicion al, nos casos d e inércia
do titular do direito nos termos dos artigos 921, §4º, combinado com a rt.
924, V, ambo s do NCPC. T rata -se de uma sentença com resolução de m érito
de acordo com o art. 487, I, do NCPC

Semana 8

Considerando a f inalidade
da multa, no sentido de
pressionar o dev edor ao
cumpriment o da
prestação, a
sua eficácia imediata é
manifestament e adequada.
Seguind o entendimento já
consolidado em nosso
sistema
processual o valo r fixad o
na multa ou a sua p
eriodicidade pode rão ser
alterados d e ofício pelo
jui z ou a
requerimento da pa rte
credora qu ando esta s e
mostrar insuf iciente ou
ex cessiva, ou ainda n os
casos em
que ocorrer o cump
rimento parci al e prov
eitoso d a obrigação ou
justa causa para o seu
descumprimento.
O julgador poderá tamb ém
v islumbrar a presença de
outros motiv os suficient es
para justificar a modi
ficação
dos parâmetros fixados n a
multa, sempr e levando em
consid eração a orient ação
jurisprudencial do ST J no
sentido de ev itar a
prolif eração d a ch amada
indústria das ast reintes.
A qu antia resultante da
apli cação da
multa cominada ao dev
edor reverterá em favor da
o utra parte.
Considerando a f inalidade da multa, no sentido de pressionar o dev edor ao
cumpriment o da prestação, a sua eficácia imediata é manifestament e
adequada. Seguind o entendimento já consolidado em nosso sistema processual o
valo r fixad o na multa ou a sua p eriodicidade pode rão ser alterados d e
ofício pelo jui z ou a requerimento da pa rte credora qu ando esta s e mostrar
insuf iciente ou ex cessiva, ou ainda n os casos em que ocorrer o cump
rimento parci al e prov eitoso d a obrigação ou justa causa para o seu
descumprimento. O julgador poderá tamb ém v islumbrar a presença de outros
motiv os suficient es para justificar a modi ficação dos parâmetros fixados n a
multa, sempr e levando em consid eração a orient ação jurisprudencial do ST J no
sentido de ev itar a prolif eração d a ch amada indústria das ast reintes. A
qu antia resultante da apli cação da multa cominada ao dev edor reverterá em
favor da o utra parte.
Caso concreto feito por Adriana Bernardes Gonçalves

Caso Concreto (Aula 5) - No curso de uma ação de indenização e antes da


sentença de 1º
grau, o réu vendeu seus dois únicos imóveis por R$ 100.000,00, os quais
con stituíam a
totalidade do seu patrimônio. Julgado procedente o pedido, com sentença
transitada em
julgado, o auto r pretende receber o valor da in denização fixado pelo ju iz,
ou seja, R$
100.000,00. Distinguindo, p reviamente, os institutos da fraude à execução e
da fraude
contra credores, o cand idato deverá indicar os camin hos processuais adequ
ados para que o
autor, na prática, possa receber a indenização.
A S UM 375 /STJ, dispõe que o reconhecimento d a fraude à exe cução
depende do registro da penhora
do be m alienado, o q ue não é o caso, po is ainda não havia a sentença e
consequentemente o devedor
não havia sido citado para a execução.
No caso, ocorreu a fraude contra credores conforme o art. 790, inciso VI, do
NCPC. O reconhe cimento
da fraude contra credores, com a consequente anulação da a lienação ou
gravação d o bem, demanda
ação próp ria, de ampla dilação probató ria insuscetível, portanto, de ser
alegada exclusivamente no
processo de execução ou na fa se do cumprimento da se ntença. A
necessidade de ação própria para o
reconhecimento da fraude co ntra credores o caput do art. 79 9, inciso IX, do
NCPA, su gere que o
credor, para realmente p recaver-se contra a fraude, teria de procede r a
duas averbações sucessivas.
Uma da propositu ra da execução (art. 799, IX), outra, ato contínuo à propositura,
de que a execução foi
admitida pelo juiz (art. 828, caput).