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Automação Industrial

Sistemas Automáticos

Luís Brito Palma


LBP@fct.unl.pt

Universidade Nova de Lisboa – FCT – DEE


2013-02; v.3a
Sistemas Automáticos

Estrutura (ou arquitectura) de um Sistema Automático


Um sistema automático é constituído fundamentalmente por 2 subsistemas:
  Processo: sistema de produção
  Automatismo: sistema de controlo

Automatismo Processo

Sinalização Detecção Informação Produto


SENSORES ACTORES
Operador CONTROLADOR
INTERFACE
(comando e/ou Acção
Homem / Máquina
regulação) Ordens
MANOBRADORES ACTUADORES
Sinais de Informação
Referência e Energia

Energia

Fig. 1 – Estrutura (ou arquitectura) de um sistema automático.

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Sistemas Automáticos
Estrutura de um Sistema Automático
Um sistema automático é constituído fundamentalmente por 2
subsistemas:
  Processo: sistema de produção, que executa os objectivos do
sistema automático, através de equipamentos dedicados
devidamente accionados e controlados. Exemplos: robô,
instalação de climatização, máquina ferramenta, tapete rolante
em linha de produção;
  Automatismo: sistema de controlo, quer comando ou/e
regulação do processo, que recebe informações do operador
humano e do processo, e fornece ordens de comando ou acções
de regulação aos manobradores que alimentam os actuadores do
processo.

Estrutura do Processo
Os objectivos do sistema automático determinam os equipamentos
que os realizam tecnologicamente, em determinadas condições
no espaço e no tempo, através de dois tipos essenciais de
máquinas:
  Actores: equipamentos dedicados que realizam as operações da
instalação (exs: sistema com braço robótico, sistema de furação
com broca);

  Actuadores: equipamentos de accionamento que põem os


equipamentos de operação em movimento (exs: motores
eléctricos, transmissores de movimento) com características
adequadas de potência e velocidade.

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Sistemas Automáticos
Estrutura do Comando Automático
No controlo em anel aberto, o sistema de comando não recebe informação retroactiva do processo quanto às
características actuais de operação (velocidade de rotação, etc), e portanto não permite efectuar a eventual
correcção, mas pode receber dados de enquadramento das operações (limites de operação, etc). Por isso o
sistema de comando possui componentes que realizam as seguintes funções:
  Detecção de informação: sensores do processo (interruptor fim-de-curso, termómetro, etc) que enviam dados
para o controlador;
  Tratamento de informação: controlador de decisão que recebe dados do operador e dos sensores e envia ordens
para os manobradores;
  Manobra de actuação: manobradores de potência, que alimentam os actuadores do processo (contactor ou
variador de velocidade do motor eléctrico);
  Interacção homem-máquina (HMI): interface operador-máquina que permite ao operador humano introduzir
dados operatórios do sistema através de teclado ou botoneira, e ser informado acerca do funcionamento normal
ou eventuais falhas ou avarias (sinalização luminosa ou acústica).

Estrutura da Regulação Automática


No controlo em anel fechado, o sistema de regulação recebe informação retroactiva do processo e efectua a
correcção automática da respectiva grandeza através de um regulador ou controlador (PID ou outro tipo de
controlador).

Fig. 2 – Arquitectura de controlo em anel fechado.

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Referências
Duarte-Ramos, H. (1987), Notas de Automação – Sistema Automático, Revista
Electricidade, nº 239.