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Introducao

Projecto pedagógico

O referencial pedagógico consiste basicamente em provar um plano individual de


enriquecimento para cada criança identificada, de acordo ao trabalho da escola regular.

O sistema regular de educação, através das escolas, é envolvido na acção principalmente


por duas vias:

 Observação das crianças em situação de sala de aula, levando a indicação das


que revelam sinais de talento, potencial ou capacidade geral acima da população
comparável, dentro do âmbito da atitude e vivencia escolar.
 Trabalho integral ao do facilitador responsável pelo acompanhamento daquela
escola, em contactos semanais, planos e avaliação conjunta escolar e co-
responsabilidade pela sequência do atendimento oferecido as crianças.

Envolvimento da comunidade

A comunidade tem respondido de maneira louvável ao chamado principalmente


voluntariando par realizar actividades directas com as crianças na orientação de grupos
de interesse, projectos individuais, ou realizando actividades nos encontros mensais.
Ajuda também possibilitando autorização para visitas, uso de facilidades e instalações,
como laboratórios, quadra de exporte, auditórios, salas para reuniões.

Associação dos pais

A associação dos pais e amigo de apoio ao trabalho, entidade executória do centro, tem
sido a companheira de todas as crianças, facilitadoras escolares. Já reconhecida de
utilidade politica por lei municipal, congregando um bom número de associados, e tem
sido o alicerce que sustenta a estabilidade na comunidade. Com a dinamização fica
estabelecido o tripe de apoio ao centro: escola, família, comunidade.

Documentação de pesquisa e intercâmbio

Fiel ao seu abjecto de manter a atitude científica como base da prática educativa, tem
realizado alguns estudos e pesquisas de maior porte, publicações e encontros de estudo.
No que se refere a intercâmbio, tem buscado diálogo com entidades que se ocupam de
interesse e actividades comuns, mas não tivemos sorte no intercâmbio com crianças,
porque não encontramos, um centro que trabalha em nossa linha de interesse, ou seja,
um trabalho com crianças e escolas regulares, em um projecto comum.

Momento actual

Plano para o futuro

Os planos de futuro, actualmente, ressaltam o esforço em busca do aumento de


qualidade e sedimentação de metodologias de trabalho. Tudo indica que a organização
pedagógica através de área de concentração do enriquecimento e a metodologia de
trabalho centrada no plano individual é uma boa maneira de estimular o
desenvolvimento de criança e adolescentes. Mas precisamos ainda estudar mais,
sedimentar meios as nossas bases, e realizar alguns estudos sérios para se colocar a
avaliar melhor os resultados a que se tem chegado.

No plano material estamos envolvidos, em parceria e sob a direcção, na campanha para


a construção de nova sede. No plano filosófico, maior parte, gostaria de exercer uma
influência positiva, e servir de campo de estudo para outras comunidades
compartilhando nossas experiencias com outros grupos de educadores que estejam
interessados em trabalhar com suas crianças bem-dotadas e talentosas.

Instalando um programa na escola

Feita uma operação pós começar um programa para desenvolver capacidades e talentos
das crianças bem-dotadas na própria escola regular, e preciso ter em mente as
características especificas do programa que se desenvolve, da escola que vai organizar e
dinamizar a estrutura desse programa, e da comunidade na qual ele vai ser desenvolvido
e inserido. Qualquer que seja a situação haverá sempre uma vantagem para o programa
na escola, pela oportunidade para melhor integração entre o trabalho pedagógico
destinado a desenvolver o talento e potencial só alunos e o projecto pedagógico
educacional da própria escola.

Por outro lado haverá também uma desvantagem, que e a limitação da oportunidade
para instalação das crianças e jovens bem-dotados com outros bem-dotados, uma vez
que cada criança, continuando no mesmo ambiente da escola, terá provavelmente que
conviver e integrar com os seus próprios colegas e professores, com quem já convive no
dia-dia.

Assim pode ser um pouco mais difícil dissolver concepções e barreiras já existentes no
ambiente, diminuir o alcance dos apelidos, da atribuições e papeis já fixados, mudar
imagens externas já formadas, ou desmanchar preconceitos que possam existir. Em
razão dessa dificuldade, os educadores terão que exercer redobrada vigilância e envidar
todos os esforços para corrigir e amenizar possíveis problemas, e dar perfil diferente a
área das interacções.

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Se tal não acontecer pode-se corres o risco de formar ali um grupo separado, na melhor
das hipóteses ignorando, e na pior ate mesmo antipatizado, dentro da escola, o que
precisa ser evitado bem de todos os envolvidos.

Procurando e identificando os participantes

Vai ser necessário haver na escola uma atença especial e procura cuidadosa, para se
localizar entre as crianças com sinais de talento e maior capacidade, que irão participar
do programa. O esclarecimento e participação dos professores será o mesmo que se faz
na formação de um centro, pois a primeira reacção do professor de sala de aula será,
provavelmente, negra e existência de qualquer criança mais capaz ou talentosa na sua
turma, e achar que estão todos bem, são todos normais, e nenhum precisa de mais
atenção do que esta recebendo.

O maior problema inicial e vencer essa barreiram e para isso e aconselhado,


principalmente, não fazeres ao professor perguntas que envolvem julgamento quanto
aos alunos sob sua responsabilidade, por exemplo, perguntas do tipo: quais são os
alunos talentosos na sua turma? O aconselhável seria dizer: vamos localizar na sala
quais são as crianças com potencial e talento maior que a média dos nossos alunos.

Uma vez motivados os docentes podem se decidir sobre algum estilo de observação
sistematizada, ou pelo emprego de algum instrumento, algo que seja do domínio da
equipe participada na fare de planeamento do programa, ou com assistência dos
consultores e assessores que estiverem ajudando a instalar e dinamizar o programa. Essa
observação deve ser exercida sobre todos os alunos, por todos os professores, de todas
as áreas, incluindo áreas do currículo diferenciado, como artes, ginástica ou língua
estrangeira.

Se os professores não ficarem entusiasmados com a ideia de observação, pode-se chegar


a identificação de um grupo muito grande de alunos, acima da proporção prevista,
provavelmente incorporando crianças medias, ou m pouco acima da média do grupo,
que de fato não necessitam mais que uma boa pedagogia e boa metodologia de trabalho
escolar.

Agrupando os alunos identificados

Na logica da organização das escolas, o primeiro agrupamento deve ser por turno
escolar. Assim cada turno terá o seu grupo de crianças identificado e dentro de cada
turno pode-se, então definir outros agrupamentos. Um deles seria por serie, ou ano de
escolaridade, o que acompanha de perto a distribuição por faixa etária. No caso da
criança bem-dotada, a faixa etária e de fato mais útil do que a serie escolar, porque pode
haver crianças mais envolvidas e mais adiantadas do que a serie em que estão
matriculadas.

 Em escola regular, atendendo crianças desde a pré-escola ate a 8ª serie, poderá


se separar em grupos etários, por exemplo:
 De 6-8 anos de idade constituíram um grupo, que pode ser chamado das crianças
menores.
 De 9-11 anos, quando já apresentam um certo grau de maturidade e capacidade
para trabalho independente, formam outro grupo.
 De 12-14 anos, reunindo os adolescentes de cada turno em outro grupo.
 De 15 Anos ou mais, formando o grupo das crianças maiores.

Feita essa organização ´por idade e por turno, o terceiro agrupamento a ser configurado
será aproximado os alunos por interesse, orientação do potencial, ou tipo de talento
demonstrado, o que vai formar a base para a programação das actividades. O
agrupamento que de ser sempre flexível, e não deve demorar mas do que um mês, e uma
vez instalado regularmente o programa em definitivo, não se deve mais que uma ou
duas semanas no máximo, para que o grupo de alunos já esteja identificado e
razoavelmente agrupado em uma configuração manejável.
Dinâmica de atendimento

A essa altura e necessário que esteja definida a pessoa responsável pela coordenação
geral do programa e que deve ter recebido preparação especial. O coordenador, como
responsável, terá a tarefa de dar forma e ordem ao trabalho dos outros profissionais e
outros colegas que vão trabalhar com criança:

 Medir os contactos;
 Prover o material e sistematizar os processos;
 Assistir, acompanhar e avaliar o processo.

Assegurar as condições de trabalho satisfatório para a equipe que vai agir directamente
com a criança. O profissional encarregado da responsabilidade de coordenação do
programa terá como tarefa principal ajudar, assistir, acompanhar, apreciar, e introduzir
modificações julgadas necessárias no trabalho que e feito co as crianças, em todos os
níveis se actividade, e durante todas as fases. Por isso e necessário que seja essa a
pessoa da equipe melhor preparada em relação a área da educação de bem-dotados e
talentosos, pois todos os outros componentes e membros da equipe estão contando com
a ajuda que ela lhes vai dar.

Como regra geral, deve haver um responsável pelo atendimento em cada turno, medida
da maior importância para o desenvolvimento do programa, com a vantagem de ir a
cessando membros a equipe central.

A vantagem de se ter alguém encarregado da supervisão do trabalho das crianças em


cada turno, e talvez, o facto de não precisar haver contratação de pessoal pára o
programa, pois pode-se perfeitamente combinar a orientação das crianças bem-dotadas
com outras tarefas que o profissional já exerça na escola.

Organizando e planejando

A primeira tarefa organizacional dessa equipe será listar inventariar os recursos da


escola que podem vir a ser utilizados unidos para subsidiar o trabalho de equipamento,
não apenas recursos materiais, mas também recursos humanos que vão ser chamados de
ajuda quando for necessário. Na área dos recursos matérias, arrolar todos os recursos
possíveis, não ficando somente no costumeiro computador, vídeos, enciclopédias e
laboratórios, por mais importante que sejam.
É necessário pensar em todas as situações de aprendizagem e enriquecimento, tao tao
ricas e reais em uma organização como é a instituição escolar, onde bons projectos de
enriquecimento podem ser vividos, tais como: a directoria da escola, portaria, secretaria,
horta, jardins, patios e quadras de esportes, enfermaria, gabinetedentario, biblioteca,
cantina, almoxarifado, enfim onde for que exista alguma atividade humana, e alguma
coisa acontecendo regularmente, há ali o buscar como experiencia educativa para uma
criança capaz e interesada.

A pergunta basica aqui se colaca ee: que pessoas, materiais, situaçaoe, sectores tarefas
exiatem na vida regular da escola, cujo conteudo educativo pode ser aproveitado para a
estimulaçao e experiencia util a educaçao e desenvolvimento daquelas crianças mais
capaes e talentosas que venham a demonstrar interesse, inclinaçoes ou curiosidade. De
alguma forma relacionados a essas areas de actividade, ocupaçoes tarefas, ou pessoas,
ou que se beneficiariam palça vivencia dessas situaçoes.

Configurando o estilo de trabalho

Em geral um programa funcionado em uma escola regular precisa imprimir uma


metodologia de trabalho que seja interesante diversificada e flexivel, pos quanto mais
variado for o elenco de actividades realisadas, maior sera o interesse e participaçao do
grupo de crianças. Assim deve haver provisoes tanto para o trabalho dentro da sala de
aula, supervisionando e orientado pelo professor daquela area, e para actividades fora de
sala de aula, ainda dentro do ambito fisico e psicologico da escola, como extençao que o
dia-a-dia de uma comunidade oferece.

O trabalho dentro da escola, mas fora da sala de aula, pode ser realizado no proprio
turno em que a criança estuda, ocupando tempos livres que ela tenha, ou possa vir a tar,
ou pode ser em periodos não escolares, quando ela volta a escola para sua familia. Já o
trabalho na comunidade tem sempre que ser realizado em horario não escolar, o que
certamente exige um tipo diferente de organisaçao, mediaçao e acompanhamento.

A comunidade ao redor da escola pode ser um excelente acervo de vivencia educativa,


mas sempre exige um tipo difernte de organisaçao de seu potencial. Como primeiro
estagio, cumpre carterisar essa comunidade:

- ee uma cidade considerada ´pelos habitos que ali vivem como uma cidade grande ou
como uma cidade pequena.
- que recursos estao ali disponivel e que a escola pode incluir como meios educativos no
seu programa de desenvolvimento de talento.

- quel a distancia fisica entre o local onde esses recursos são disponiveis e a escola ou
residencia das crianças.

- que condicoes preciam ser estudadas e avaliadas, no sentido de se prever alguma


situaçao potencialmente precisa, ou na idade em que participam do programa.

A organisaçao de um programa especial para estimular e desenvolver o talento,


potencial e capacidades de jovens e crianças, sob a direçao de uma escola regular, ee
uma iniciativa que envoln=ve muito conhecimento, muitas pessoas, muitas atividades e
muitas decisoes, e tudo tem que ser coordenado de maneira coerente, educativa e
satisfatoria para todos os participantes, crianças e adultos.quanto melhor for a
organisaçao interna melhor sera a saldo educativo auferido pela crianças.
Conclusao
Referencias bibliograficas