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TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST)

REGIMENTO INTERNO DO TST - TEORIA E EXERCÍCIOS ANALISTA E TÉCNICO – TODOS OS CARGOS, EXCETO AJAJ AULA 2

PROF: RICARDO GOMES

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST) REGIMENTO INTERNO DO TST - TEORIA E EXERCÍCIOS ANALISTA E TÉCNICO

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST)

Chegamos ao nosso 2º encontro neste Curso do Regimento Interno do TST!

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REGIMENTO INTERNO DO TST – AJAJ;

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DIREITO PROCESSUAL CIVIL P/ O TRE/RJ - AJAA;

Ademais, disponibilizamos Cursos para o TRE/RJ e TJDFT.

 

Prof. Ricardo Gomes

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“O homem não é outra coisa senão seu projeto, e só existe à medida que se realiza”. - Jean Paul Sartre

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REGIMENTO INTERNO DO TST - TEORIA E EXERCÍCIOS ANALISTA E TÉCNICO – TODOS OS CARGOS, EXCETO AJAJ AULA 2

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QUADRO SINÓPTICO DA AULA:

Da Presidência e da vice-presidência;

Da Corregedoria-geral da justiça do trabalho;

Da Polícia do tribunal;

Da organização e da competência.

1. Da presidência e da vice-presidência.

Disposições Gerais.

O VICE-Presidente exercerá as atribuições do Presidente quando substituí-lo nos casos de férias, ausências e impedimentos eventuais. Ademais, o Presidente poderá delegar atribuições ao VICE.

Atribuições do Presidente. São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

  • 1. representar o Tribunal perante os Poderes Públicos e demais autoridades, incumbindo-lhe, no exercício da

representação, observar fielmente as diretrizes estabelecidas pelo Órgão Especial;

  • 2. corresponder-se, em nome do TST, com quaisquer autoridades, observada a hierarquia de funções;

  • 3. encaminhar

ao

Presidente

da

República

as

listas

(tríplices) para preenchimento de vaga de Ministro do

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“O homem não é outra coisa senão seu projeto, e só existe à medida que se realiza”. - Jean Paul Sartre

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Tribunal;

4.

enviar ao Congresso Nacional, após aprovação pelo

Órgão Especial, projetos de lei de interesse da Justiça do

Trabalho em matéria de sua competência constitucional;

 

5.

submeter ao TCU a tomada de contas do TST;

 

6.

solicitar

 

aos

Órgãos

fazendários

a

liberação

do

numerário correspondente às dotações orçamentárias do TST;

7.

editar, no início das atividades judiciárias de cada ano,

o ato de composição do Tribunal e dos órgãos judicantes, cabendo-lhe, ainda, dar-lhe publicidade, quando renovada a direção da Corte, ou alterada sua composição;

8.

apresentar ao Órgão Especial, 1 VEZ por ANO, na

quinzena do mês seguinte ao término de cada ano de seu

mandato, a resenha dos trabalhos realizados no ano anterior

e,

até

30

de

junho, o

Relatório

Geral

da

Justiça

do

Trabalho;

 

dar publicidade, todo mês, no órgão oficial, dos dados estatísticos relativos às atividades jurisdicionais do TST e dos

9.

Ministros;

  • 10. zelar pelas prerrogativas e pela imagem pública do TST

e dos Ministros e pelo bom funcionamento da Corte e dos órgãos da Justiça do Trabalho, expedindo atos, portarias, ordens e instruções (competência Regulamentar do Presidente), adotando as providências necessárias ao seu cumprimento;

  • 11. praticar, ad referendum (com posterior aprovação ou

confirmação) do Pleno do TST ou do Órgão Especial, os atos urgentes;

  • 12. editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e

à polícia do Tribunal, determinando as providências atinentes ao resguardo da disciplina, da ordem e da integridade

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“O homem não é outra coisa senão seu projeto, e só existe à medida que se realiza”. - Jean Paul Sartre

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universal

da

Corte,

na

sede

ou

nas

dependências,

requisitando,

quando

necessário,

o

auxílio

de

outras

autoridades – o Presidente

do

TST detém

o

Poder de

Polícia máximo do Tribunal, determinar providências;

podendo editar normas

e

  • 13. manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar

os que a perturbarem e os que faltarem com o devido

respeito, e mandar prender os desobedientes, fazendo lavrar

o

respectivo

Polícia);

auto

(+

uma

regra acerca

do

Poder de

14.

instaurar

Inquérito

Penal

quando

caracterizado

infração de lei penal na sede ou nas dependências do TST;

  • 15. comunicar ao Membro do Ministério Público a ocorrência

de desobediência

a ordem emanada

do

TST

ou

de

seus

Ministros, encaminhando os elementos de que dispuser para a propositura de ação penal (Ação Penal por crime de desobediência);

  • 16. impor penas disciplinares aos servidores, quando

essas excederem a alçada do Diretor-Geral da Secretaria do TST – o Regimento não trata especificamente acerca da competência para aplicação das diversas penas disciplinares dos servidores (advertência, suspensão e demissão). Apenas prevê que os servidores poderão ser punidos pelo Presidente e pelo Diretor-Geral da Secretaria, bem como que o Presidente poderá demitir e exonerar servidores do Tribunal. Ademais, o Regimento prevê que é competência administrativa do Órgão Especial nomear, promover e demitir servidores do Quadro de Pessoal do Tribunal.

Portanto, somente um regulamento próprio do TST é que define a efetiva competência para aplicação das penalidades disciplinares, ficando, pelo Regimento, a competência concorrente entre o Presidente e o Órgão Especial.

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17.

dar

POSSE

aos

regimentais estudadas.

Ministros do TST nas hipóteses

Os Ministros são nomeados pelo Presidente da República, após a sabatina do Senado. Contudo, a POSSE dos Ministros será concedida pelo:

Tribunal Pleno - sessão Plenária de toda a Corte do TST. A sessão de posse será SOLENE. Esta é a regra.

Presidente do TST – durante as férias coletivas ou

no

recesso judiciário (o ato de posse deverá ser ratificado pelo

Pleno do TST). Esta é a exceção.

  • 18. dar POSSE ao Diretor-Geral da Secretaria do TST e

ao

Secretário-Geral

da

respectivos substitutos;

Presidência

e

designar seus

  • 19. nomear os servidores para os cargos em comissão e

designar

os

servidores

para

o

exercício

de

funções

comissionadas nos Gabinetes de Ministro – portanto, formalmente, para conseguir ser nomeado ou designado para um Cargo em Comissão ou Função de Confiança no TST

deve-se receber a “mão” do Presidente do Tribunal;

  • 20. conceder

licença

e

férias ao Diretor-Geral da

Secretaria do TST, ao Secretário-Geral da Presidência e aos servidores de seu Gabinete;

  • 21. expedir

atos

 

(regular)

concernentes às relações

 

jurídico-funcionais dos Ministros e servidores e decidir

seus

requerimentos

sobre

assuntos

de

natureza

administrativa;

  • 22. movimentar os recursos orçamentários e financeiros

à disposição do TST, autorizar despesas e expedir ordens de

pagamento, observadas as normas legais específicas;

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23.

autorizar

e homologar

as

licitações e

ratificar

as

 

contratações

 

por

dispensa

ou

inexigibilidade

de

licitação de convite;

valor superior

ao

limite

estipulado para

o

24.

conceder diárias e ajuda de custo, observados os

 

critérios estabelecidos pelo Órgão Especial;

 

25.

determinar a distribuição dos processos, segundo as

 

regras regimentais e resoluções administrativas, aos Ministros do Tribunal, e dirimir as controvérsias referentes à distribuição;

26.

despachar as desistências dos recursos e das ações,

 

quando se referirem a processo pendente de distribuição na

Corte, bem

como

os demais incidentes processuais

suscitados;

 

27.

designar as sessões ordinárias e extraordinárias do

 

Tribunal

Pleno,

do

Órgão

Especial

e

das

Seções

Especializadas,

podendo

convocar,

durante

as

férias

coletivas, com antecedência de

48

HORAS,

sessões

extraordinárias para julgamento de ações de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve ou a situação de relevante interesse público que requeiram apreciação urgente;

Nesse sentido, a convocação de sessão extraordinária

durante

as

férias

coletivas

será

realizada

em caráter

extraordinário pelo Presidente do TST ou pelo seu eventual

substituto, com antecedência mínima de 48 HORAS.

 

A sessão extraordinária somente poderá ser convocada especificamente para julgamento de ações de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve e que requeiram apreciação urgente.

28.

dirigir os trabalhos do TST e presidir as sessões do

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Tribunal

Pleno,

do

Órgão

Especial

e

das

Seções

Especializadas;

 

29.

decidir

os

efeitos

suspensivos, os pedidos de

 

suspensão de segurança (PSS) e os pedidos de suspensão de decisão proferida em ação cautelar inominada e em tutela antecipada;

30.

despachar os documentos e os expedientes que lhe

 

sejam submetidos, inclusive as cartas precatórias, de ordem

e rogatórias;

 

31.

decidir, durante as

férias

e

feriados, os pedidos de

 

LIMINAR em mandado de segurança, em ação cautelar e sobre outras medidas que reclamem urgência;

32.

delegar ao VICE, ao Corregedor-Geral da Justiça

 

do Trabalho ou a Ministros do TST atribuições as quais

esteja impossibilitado de cumprir ou que a conveniência administrativa recomende a delegação;

33.

delegar ao Secretário-Geral da Presidência, ao

 

Diretor-Geral da Secretaria, ao Secretário do Tribunal Pleno e ao Secretário Judiciário atribuições para a prática

de atos judiciários e administrativos, quando a conveniência administrativa recomendar;

34.

praticar atos de gestão necessários ao funcionamento

 

dos serviços, encaminhando ao Órgão Especial as questões de caráter relevante;

35.

nomear, promover, demitir, exonerar e conceder

 

aposentadoria a servidores do Tribunal, bem como pensão

aos beneficiários de Ministro ou servidor; e

 

36.

decidir sobre cessão de servidores do TST para outros

 

órgãos, observado o disposto em ato normativo do Órgão Especial, bem como sobre requisições de servidores de

outros órgãos.

 

37.

excepcionalmente, convocar audiência pública, de

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ofício

ou

a

requerimento

de

cada

uma

das

Seções

Especializadas ou de suas Subseções, pela maioria de seus integrantes, para ouvir o depoimento de pessoas com experiência e autoridade em determinada matéria, sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato, subjacentes a dissídio de grande repercussão social ou econômica, pendente de julgamento no âmbito do Tribunal.

  • 38. decidir, de forma irrecorrível, sobre a manifestação de

terceiros, subscrita por procurador habilitado, em audiências públicas.

Atribuições do VICE-Presidente.

O VICE também participa das Sessões dos órgãos judicantes do TST (ex: Órgão Especial, Seções), salvo apenas das TURMAS. Com isso, o VICE NÃO participará das TURMAS!

O VICE não recebe processos decorrentes de distribuição (VICE não concorre à distribuição).

São as seguintes as atribuições do VICE-Presidente do TST:

  • 1. substituir o Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho nas férias, ausências e impedimentos;

  • 2. cumprir as delegações do Presidente;

  • 3. designar e presidir audiências de conciliação e instrução de dissídio coletivo de competência originária do TST;

  • 4. exercer

o

juízo

extraordinários;

de

admissibilidade

dos

recursos

  • 5. examinar os incidentes surgidos após a interposição de recurso extraordinário; e

  • 6. apreciar ação cautelar incidental a recurso extraordinário.

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2. Da corregedoria-geral da justiça do trabalho.

Disposições Gerais.

O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho também NÃO recebe processos por distribuição, mas participa das sessões dos órgãos judicantes da Corte COM direito a VOTO, quando não estiver ausente em função corregedoria. O Corregedor-Geral só não participa de sessões de TURMAS.

Atribuições do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho.

As atribuições do Corregedor-Geral são definidas no Regimento Interno da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho.

As decisões do Corregedor-Geral são recorríveis mediante Agravo Regimental para o Órgão Especial do TST, incumbindo ao próprio Corregedor determinar a inclusão em pauta de julgamento o Agravo Regimental.

O

Agravo

Regimental

é

um

Recurso

que

ataca

decisão

unipessoal (de um único Ministro), para que um Colegiado de Ministros

decida a questão.

O Corregedor-Geral deve apresentar ao Órgão Especial do TST Relatório circunstanciado das atividades da Corregedoria-Geral durante o ano anterior, na última sessão do mês seguinte ao do término de cada ano de sua gestão.

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3. Da polícia do tribunal.

O Presidente

do

TST

detém

o

Poder de Polícia máximo do

Tribunal, podendo editar normas e determinar providências. Nesse sentido, o Presidente poderá editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal, determinando as providências atinentes ao resguardo da

disciplina,

da

ordem e

da integridade universal da Corte, na sede ou nas

dependências,

requisitando,

quando

necessário,

o

auxílio

de

outras

autoridades.

 

Ademais, o Presidente deve manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar os que a perturbarem e os que faltarem com o devido respeito, e mandar prender os desobedientes.

O Presidente do TST deverá instaurar Inquérito Penal quando caracterizado infração de lei penal na sede ou nas dependências do TST. Caso a infração penal não seja praticada na sede ou nas dependências do TST, o Presidente poderá ainda assim instaurar o Inquérito ou solicitar a instauração pela Autoridade Policial competente (Delegado de Polícia).

As Sessões de cada órgão judicante (Ex: Turma, Órgão Especial, etc) serão policiadas pelos Presidentes das respectivas Sessões.

Representação por Desobediência ou Desacato.

Em caso de desobediência à ordem ou desacato do TST ou de seus Ministros, o Presidente comunicará o fato ao Ministério Público, para propositura da ação penal.

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4. DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA

Organização do TST.

O TST funcionada pelo Tribunal PLENO (todos os Ministros reunidos no Plenário) ou em órgãos menores, que facilitam o cumprimento da missão judicante (Órgão Especial, Seções e Subseções Especializadas e Turmas), nos seguintes termos didáticos:

  • 1. Tribunal PLENO;

  • 2. Órgão Especial;

  • 3. Seção Especializada em Dissídios Coletivos;

  • 4. Seção Especializada em Dissídios Individuais, dividida em 2 Subseções;

  • 5. TURMAS;

Em paralelo ao TST funcionam os seguintes órgãos:

Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de

Magistrados do Trabalho – ENAMAT; e Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT.

A composição de

cada órgão

do TST será realizada levando em

consideração

os

critérios

de

antiguidade

e

as

ressalvas

previstas

no

Regimento Interno. Contudo, os

Ministros poderão escolher a Seção

Especializada e a Turma que desejarem integrar, desde que seja respeitada a antiguidade. Ademais, os Ministros poderão realizar permutas, salvo os Presidentes de Turma. Neste caso, o Presidente de Turma que deseje permutar com outra Turma deverá renunciar antecipadamente à Presidência da Turma.

Cada

um

dos

27

Ministros do TST somente poderá compor

1

ÚNICA Seção Especializada. O Ministro “novo na Casa”, que acabou de tomar posse no TST, não

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poderá escolher o órgão de que fará parte. Neste caso, integrará os Órgãos do Tribunal onde se deu a vaga ou ocupará aquela resultante da transferência de Ministro (remoção).

Tribunal Pleno.

O Tribunal PLENO é constituído por TODOS os Ministros da Corte. O quorum inicial para iniciar Sessão do Tribunal Pleno é de 14 MINISTROS (maioria dos membros).

Será exigido o voto da maioria absoluta dos Membros do TST para deliberação das seguintes matérias:

escolha dos

integrarão a lista destinada

nomes que

ao

preenchimento de vaga de Ministro do Tribunal;

 

aprovação de Emenda Regimental;

 

eleição

dos

Ministros

para

cargos

os

de

direção

do

Tribunal;

aprovação, revisão ou cancelamento de Precedente Normativo; e

Súmula

ou

de

declaração

inconstitucionalidade

de

de

lei

ou

de

ato

normativo do poder público.

Órgão Especial.

O Órgão Especial do TST foi constituído para julgamento das matérias jurídicas mais relevantes da Corte, que não demandam o Tribunal Pleno. O Órgão Especial de qualquer Tribunal é uma representação, em menor tamanho, de todo o Tribunal.

O fato de integrarem o Órgão Especial não impedem os Ministros de integrarem as Seções do TST.

No TST, o Órgão Especial detém a seguinte formação:

• Presidente;
Presidente;

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VICE-Presidente do Tribunal ,

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

4 Ministros + ANTIGOS

7 Ministros ELEITOS pelo Tribunal PLENO.

 

O quorum inicial

para iniciar Sessão do Órgão Especial

é

de

8

MINISTROS (maioria dos membros). Quorum Qualificado do Órgão Especial do TST:

 
 

voto da maioria absoluta

de

seus Membros - quando

a

deliberação tratar de disponibilidade ou aposentadoria de

Magistrado.

voto de 2/3 de seus Membros - para deliberação preliminar referente à existência de relevante interesse público que fundamenta a proposta de edição de Súmula, dispensadas as exigências regimentais.

Seção Especializada em Dissídios Coletivos.

O quorum inicial para iniciar Sessão da Seção Especializada em Dissídios Coletivos é de 5 MINISTROS (maioria dos membros).

A Seção Especializada em Dissídios Coletivos detém a seguinte configuração:

Presidente; VICE-Presidente do Tribunal , Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, 6 Ministros

Seção Especializada em Dissídios Individuais.

O quorum inicial para iniciar Sessão da Seção Especializada em Dissídios Individuais é de 11 MINISTROS (maioria dos membros), sendo que

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as deliberações poderão ocorrer pelo voto da maioria absoluta dos integrantes da Seção (pelo menos 11 VOTOS!).

A Seção Especializada em Dissídios Individuais é composta por 21 MINISTROS, detendo a seguinte configuração:

Presidente;

VICE-Presidente do Tribunal ,

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

18 Ministros

A

Seção

Especializada

em

Dissídios

Individuais

funciona

em

composição PLENA ou dividida em 2 Subseções para julgamento dos processos de sua competência.

As 2 Subseções da Seção Especializada em Dissídios Individuais têm as seguintes formações:

SUBSEÇÃO 1 – formada por 14 MINISTROS, com funcionamento mínimo de 8 MINISTROS:

 
 

Presidente; VICE-Presidente do Tribunal , Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

 

11 Ministros –

preferencialmente

os

Presidentes

de

 
Turmas.
Turmas.

SUBSEÇÃO 2 – formada por 10 MINISTROS, com funcionamento mínimo de 6 MINISTROS:

 

Presidente;

VICE-Presidente do Tribunal,

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

7 Ministros.

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Turmas.

As TURMAS do TST são compostas por 3 MINISTROS. A Turma será presidida pelo Ministro + ANTIGO do colegiado. O

Os julgamentos proferidos pelas Turmas exigem a presença de 3 Magistrados (composição completa)

O Regimento prevê que, de cada TURMA do TST, haverá 1 ou 2 Membros do respectivo colegiado compondo a Subseção 1 da Seção Especializada em Dissídios Individuais.

Competência dos Órgãos do TST.

Competências genéricas do TST (processar, conciliar e julgar, em grau originário ou recursal ordinário ou extraordinário):

o

as

demandas

individuais

e

os

dissídios coletivos que

o

excedam a jurisdição dos TRTs, os conflitos de direito sindical,

o outras controvérsias decorrentes de relação de trabalho,

o

e

os

litígios relativos ao

cumprimento de

suas

próprias

decisões, de

laudos arbitrais e

de convenções e

acordos

coletivos.

 

Competência do Tribunal Pleno. Competências do PLENO do TST:

1. ELEGER, por escrutínio secreto, o Presidente e o VICE do TST, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, os 7 Ministros para integrar o Órgão Especial, o Diretor, o Vice- Diretor e os membros do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do

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Trabalho – ENAMAT, os Ministros membros do Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT e respectivos suplentes e os membros do Conselho Nacional de Justiça;

  • 2. dar POSSE aos membros eleitos para os cargos de direção do TST, aos Ministros nomeados para o Tribunal (regra, salvo quando for o próprio Presidente), aos membros da direção e do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT;

  • 3. escolher os integrantes das listas para preenchimento das vagas de Ministro do Tribunal;

  • 4. deliberar sobre prorrogação do prazo para a posse no cargo de Ministro do TST e o início do exercício;

  • 5. determinar a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do TST;

  • 6. opinar sobre

propostas

de

alterações da legislação

trabalhista, inclusive processual, quando entender que deve

manifestar-se oficialmente;

  • 7. aprovar, modificar ou revogar, em caráter de urgência e com

 

preferência

na

pauta,

SÚMULA da Jurisprudência

predominante em Dissídios Individuais e os Precedentes Normativos da Seção Especializada em Dissídios Coletivos;

julgar

  • 8. os

Incidentes

de

Uniformização

de

Jurisprudência;

  • 9. decidir sobre a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público, quando aprovada a argüição pelas Seções Especializadas ou Turmas; e

    • 10. aprovar e emendar o Regimento Interno do TST.

Competências

Especial.

Judiciárias

e

Administrativas

do

Órgão

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Competências do Órgão Especial em matéria Judiciária:

  • 1. julgar mandado de segurança impetrado contra atos do Presidente ou de qualquer Ministro do TST, ressalvada a competência das Seções Especializadas;

  • 2. julgar os recursos interpostos contra decisões dos TRTs em mandado de segurança de interesse de Juízes e servidores da Justiça do Trabalho;

  • 3. julgar os recursos interpostos contra decisão em matéria de concurso para a Magistratura do Trabalho;

  • 4. julgar os recursos ordinários em agravos regimentais interpostos contra decisões proferidas em reclamações correicionais ou em pedidos de providências que envolvam impugnações de cálculos de precatórios;

O Agravo Regimental é um Recurso que ataca decisão unipessoal (de um único Ministro), para que um Colegiado de Ministros decida a questão.

  • 5. julgar os recursos ordinários interpostos contra agravo regimental e mandado de segurança em que tenha sido apreciado despacho de Presidente de TRT em precatório;

  • 6. julgar os agravos regimentais interpostos contra decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho;

7. deliberar

sobre

as

demais matérias jurisdicionais NÃO

incluídas na competência dos outros Órgãos do Tribunal (competência jurisdicional RESIDUAL).

Competências do Órgão Especial em matéria Administrativa:

  • 1. à

proceder

abertura

e

ao

encerramento

do

semestre

judiciário;

  • 2. eleger os membros do Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho e os das Comissões;

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  • 3. aprovar e emendar o Regulamento Geral da Secretaria do TST, o Regimento da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, o Regulamento da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, os Estatutos da Escola Nacional de

Formação

e

Aperfeiçoamento

de Magistrados do

Trabalho – ENAMAT e o Regimento Interno do Conselho

Superior da Justiça do Trabalho – CSJT;

  • 4. propor ao Poder Legislativo, após a deliberação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, a criação, extinção ou modificação de TRTs e Varas do Trabalho , assim como a alteração de jurisdição e de sede destes;

5. propor

ao

Poder

Legislativo

a

criação,

extinção

e

transformação de cargos e funções públicas e a fixação

dos respectivos vencimentos ou gratificações;

  • 6. escolher, mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros, Juízes de TRT para substituir temporariamente Ministro do TST;

  • 7. aprovar a lista dos admitidos na Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho;

  • 8. aprovar a lotação das funções comissionadas do Quadro de Pessoal do Tribunal;

  • 9. conceder licença, férias e outros afastamentos aos membros (Ministros) do Tribunal;

10.

fixar

e

rever

as diárias

e

as

ajudas de custo

do

Presidente, dos Ministros e servidores do Tribunal;

  • 11. designar as comissões temporárias para exame e elaboração de estudo sobre matéria relevante, respeitada a competência das comissões permanentes;

  • 12. aprovar as instruções de concurso para provimento dos cargos de Juiz do Trabalho Substituto;

  • 13. aprovar as instruções dos concursos para provimento

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dos cargos do Quadro de Pessoal do Tribunal e homologar seu resultado final – a definição das regras do concurso de vocês e a futura homologação são de responsabilidade do Órgão Especial;

  • 14. nomear, promover e demitir servidores do Quadro de Pessoal do Tribunal;

  • 15. julgar os recursos de decisões ou atos do Presidente do Tribunal em matéria administrativa;

  • 16. julgar os recursos interpostos contra decisões dos TRTs em processo administrativo disciplinar envolvendo magistrado, estritamente para controle da legalidade; e

  • 17. examinar as matérias encaminhadas pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

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EXERCÍCIOS COMENTADOS

QUESTÃO 31: TST – Analista Judiciário – Área Judiciária - 2007.

44 O corregedor-geral

da

Justiça do

Trabalho

não concorre

à distribuição de

processos, embora, quando não estiver ausente em função corregedora, participe, com direito a voto, de sessões de órgãos judicantes do TST dos quais integre a

composição.

COMENTÁRIOS:

O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho também NÃO recebe processos por distribuição, mas participa das sessões dos órgãos judicantes da Corte COM direito a VOTO, quando não estiver ausente em função corregedoria. O Corregedor-Geral só não participa de sessões de TURMAS.

RITST

Art. 38. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho não concorre à distribuição de processos, participando, quando não estiver ausente em função corregedora, das sessões dos órgãos judicantes da Corte, exceto de Turmas, com direito a voto.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 32: TST – Analista Judiciário – Área Judiciária - 2007.

45 Durante o período de férias, o presidente

do TST ou seu substituto poderá

convocar, com antecedência de 24 horas, sessão extraordinária do órgão competente

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para julgamento de ações de dissídio coletivo, de mandado de segurança e de ação declaratória alusiva a greve que requeiram apreciação urgente.

COMENTÁRIOS:

Compete

ao

Presidente

do

TST

designar

as

sessões

ordinárias

e

extraordinárias

do

Tribunal

Pleno,

do

Órgão

Especial

e

das

Seções

Especializadas, podendo

convocar,

durante

as

férias coletivas, com

antecedência de 48 HORAS, sessões extraordinárias para julgamento de ações de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve ou a situação de relevante interesse público que requeiram apreciação urgente.

Nesse sentido, a convocação de sessão extraordinária durante as férias coletivas será realizada em caráter extraordinário pelo Presidente do TST ou pelo seu eventual substituto, com antecedência mínima de 48 HORAS.

A sessão extraordinária somente poderá ser convocada especificamente para julgamento de ações de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve e que requeiram apreciação urgente.

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 33: TST – Técnico Judiciário – Área Administrativa - 2007.

43 Na hipótese de desobediência a ordem emanada do TST ou de seus ministros, no exercício da função, ou desacato ao TST ou a seus ministros, o presidente desse tribunal comunicará o fato ao órgão competente do

Ministério Público, provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal.

COMENTÁRIOS:

Em caso de desobediência à ordem ou desacato do TST ou de seus Ministros, o Presidente comunicará o fato ao Ministério Público, para

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propositura da ação penal.

RITST

Art. 45. Na hipótese de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros, no exercício da função, ou desacato ao Tribunal ou a seus Ministros, o Presidente comunicará o fato ao órgão competente do Ministério Público, provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 34. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST poderá delegar atribuições ao Vice-Presidente, além das competências previstas no Regimento.

COMENTÁRIOS:

Sim. O VICE-Presidente exercerá as atribuições do Presidente quando substituí-lo nos casos de férias, ausências e impedimentos eventuais. Ademais, o Presidente poderá delegar atribuições ao VICE.

RITST

Art. 34. O Presidente do Tribunal exercerá o cargo com a colaboração do Vice-Presidente, que desempenhará as atribuições a ele delegadas e aquelas previstas nos casos de substituição em razão de férias, ausências e impedimentos eventuais.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 35. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Presidente do TST encaminhar ao Presidente da República as listas com os nomes dos candidatos ao cargo de Ministro do Tribunal, bem como

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encaminhar ao Congresso Nacional, diretamente, projetos de lei de interesse da Justiça do Trabalho em matéria de sua competência constitucional.

COMENTÁRIOS:

São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

1. encaminhar ao Presidente da República as listas (tríplices) para preenchimento de vaga de Ministro do Tribunal;

2. enviar ao Congresso Nacional,

após aprovação

pelo Órgão Especial, projetos de lei de interesse da

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Justiça do Trabalho em matéria de sua competência constitucional;

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 36. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

As Contas do TST são submetidas ao Tribunal de Contas da União pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho.

COMENTÁRIOS:

São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

1. submeter ao TCU a tomada de contas do TST;

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 37. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST detém o poder de polícia do tribunal, inclusive poderá instaurar diretamente inquérito para apurar ilícitos penais praticados nas

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dependências do Tribunal.

COMENTÁRIOS:

Sim. São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

  • 1. editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal, determinando as providências atinentes ao resguardo da

disciplina, da ordem e da integridade

universal da

Corte,

na

sede

ou

nas

dependências,

requisitando,

quando

necessário,

 

o

auxílio

de

outras

autoridades – o Presidente

do TST

detém o

Poder de

Polícia máximo do Tribunal, podendo editar normas e determinar providências;

  • 2. manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar os que

a

perturbarem e

os

que faltarem com o devido

respeito, e mandar prender os desobedientes, fazendo lavrar o respectivo auto (+ uma regra acerca do Poder de Polícia);

  • 3. instaurar Inquérito Penal quando caracterizado infração de lei penal na sede ou nas dependências do TST;

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 38. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

É competência do Presidente do TST dar posse aos Ministros do TST, salvo durante as férias coletivas ou no recesso judiciário. Ademais, o Presidente do TST dar posse ao Diretor Geral da Secretaria do Tribunal e ao Secretário-Geral da Presidência.

COMENTÁRIOS:

São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

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1. dar POSSE aos Ministros do TST nas hipóteses regimentais estudadas.

Os Ministros são nomeados pelo Presidente da República, após a sabatina do Senado. Contudo, a POSSE dos Ministros será concedida pelo:

Tribunal Pleno - sessão Plenária de toda a Corte do TST. A sessão de posse será SOLENE. Esta é a regra.

Presidente do TST – durante as férias coletivas ou

no

recesso judiciário (o ato de posse deverá ser ratificado pelo

Pleno do TST). Esta é a exceção.

2. dar

POSSE ao

Diretor-Geral da Secretaria do

TST

e

ao

Secretário-Geral da Presidência e designar seus respectivos

substitutos;

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 39. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Cabe ao Presidente do TST decidir os efeitos suspensivos, os pedidos de suspensão de segurança e os pedidos de suspensão de decisão proferida em ação cautelar inominada e em tutela antecipada.

COMENTÁRIOS:

Entre as atribuições do PRESIDENTE do TST, consta a de decidir os efeitos suspensivos, os pedidos de suspensão de segurança (PSS) e os pedidos de suspensão de decisão proferida em ação cautelar inominada e em tutela antecipada.

RESPOSTA CERTA: C

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QUESTÃO 40. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST só tem competência para decisão de liminar em mandado de segurança durante o ano judiciário.

COMENTÁRIOS:

Entre as atribuições do PRESIDENTE do TST, consta a de decidir, durante as férias e feriados, os pedidos de LIMINAR em mandado de segurança, em ação cautelar e sobre outras medidas que reclamem urgência .

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 41. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Presidente do TST convocar audiência pública em caráter excepcional, para ouvir o depoimento de pessoas com experiência, entre outros, acerca de dissídio de grande repercussão social ou econômica. Além disso, o próprio Presidente também decidirá acerca de manifestação de terceiros em tais audiências, sendo esta decisão irrecorrível.

COMENTÁRIOS:

São as seguintes as atribuições do PRESIDENTE do TST:

1. excepcionalmente, convocar audiência pública, de ofício

ou a requerimento

de

cada

uma

das

Seções

Especializadas ou de suas Subseções, pela maioria de seus integrantes, para ouvir o depoimento de pessoas com experiência e autoridade em determinada matéria, sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato, subjacentes a dissídio de grande repercussão social ou econômica, pendente de julgamento no âmbito do Tribunal.

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2. decidir, de forma irrecorrível, sobre a manifestação de

terceiros,

subscrita

por

audiências públicas.

procurador

habilitado, em

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 42. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral participam normalmente do julgamento dos órgãos judicantes do TST, salvo apenas das respectivas Seções Especializadas. Em todo caso, eles não se submetem à distribuição de processos.

COMENTÁRIOS:

O VICE também participa das Sessões dos órgãos judicantes do TST (ex: Órgão Especial, Seções), salvo apenas das TURMAS. Com isso, o VICE NÃO participará das TURMAS!

O VICE não recebe processos decorrentes de distribuição (VICE não concorre à distribuição).

O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho também NÃO recebe processos por distribuição, mas participa das sessões dos órgãos judicantes da Corte COM direito a VOTO, quando não estiver ausente em função corregedoria. O Corregedor-Geral só não participa de sessões de TURMAS.

RITST

Art. 37. O Vice-Presidente participa das sessões dos órgãos

judicantes do Tribunal, distribuição de processos.

exceto de

Turma, não concorrendo à

Art. 38. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho não concorre à distribuição de processos, participando, quando não estiver ausente em função corregedora, das sessões dos órgãos judicantes

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da Corte, exceto de Turmas, com direito a voto.

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 43. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Entre outras competências, cabe ao Vice-Presidente do TST exercer o juízo de admissibilidade dos recursos extraordinários e apreciar a ação cautelar incidental a recurso extraordinário.

COMENTÁRIOS:

São as seguintes as atribuições do VICE-Presidente do TST:

  • 1. substituir o Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho nas férias, ausências e impedimentos;

  • 2. cumprir as delegações do Presidente;

  • 3. designar e presidir audiências de conciliação e instrução de dissídio coletivo de competência originária do TST;

  • 4. exercer

o

juízo

extraordinários;

de

admissibilidade

dos

recursos

  • 5. examinar os incidentes surgidos após a interposição de recurso extraordinário; e

  • 6. apreciar ação cautelar incidental a recurso extraordinário.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 44. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

As decisões do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho são recorríveis por meio de Agravo Regimental para o Órgão Especial do TST.

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COMENTÁRIOS:

As decisões do Corregedor-Geral são recorríveis mediante Agravo Regimental para o Órgão Especial do TST, incumbindo ao próprio Corregedor determinar a inclusão em pauta de julgamento o Agravo Regimental.

O

Agravo

Regimental

é

um

Recurso

que

ataca

decisão

unipessoal (de um único Ministro), para que um Colegiado de Ministros

decida a questão.

RITST

Art. 40. Das decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho caberá agravo regimental para o Órgão Especial, incumbindo-lhe determinar sua inclusão em pauta.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 45. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST detém o poder de polícia do tribunal, podendo determinar providências para o resguardo da disciplina, ordem e integridade universal da Corte. Em todo caso, será Presidente da Turma, da Seção e do Órgão Especial o Presidente do TST.

COMENTÁRIOS:

O Presidente do TST detém o Poder de Polícia máximo do Tribunal, podendo editar normas e determinar providências. Nesse sentido, o

Presidente poderá editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal, determinando as providências atinentes ao resguardo da

disciplina,

da

ordem e

da integridade universal da Corte, na sede ou nas

dependências,

requisitando,

quando

necessário,

o

auxílio

de

outras

autoridades.

 

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Ademais, o Presidente deve manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar os que a perturbarem e os que faltarem com o devido respeito, e mandar prender os desobedientes.

O Presidente do TST deverá instaurar Inquérito Penal quando caracterizado infração de lei penal na sede ou nas dependências do TST. Caso a infração penal não seja praticada na sede ou nas dependências do TST, o Presidente poderá ainda assim instaurar o Inquérito ou solicitar a instauração pela Autoridade Policial competente (Delegado de Polícia).

As Sessões de cada órgão judicante (Ex: Turma, Órgão Especial, etc) serão policiadas pelos Presidentes das respectivas Sessões.

RITST

Art. 44. A polícia das sessões e das audiências compete ao seu Presidente.

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 46. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

São órgãos do TST o Plenário (tribunal pleno), o órgão especial, as turmas e o conselho superior da justiça do trabalho (CSJT).

COMENTÁRIOS:

O TST funcionada pelo Tribunal PLENO (todos os Ministros reunidos no Plenário) ou em órgãos menores, que facilitam o cumprimento da missão judicante (Órgão Especial, Seções e Subseções Especializadas e Turmas), nos seguintes termos didáticos:

  • 1. Tribunal PLENO;

  • 2. Órgão Especial;

  • 3. Seção Especializada em Dissídios Coletivos;

  • 4. Seção Especializada em Dissídios Individuais, dividida em

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2 Subseções; 5. TURMAS;

Em paralelo ao TST funcionam os seguintes órgãos:

Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de

Magistrados do Trabalho – ENAMAT; e Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT.

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 47. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O quorum para início da sessão no Tribunal Pleno é de quatorze ministros, sendo exigida a maioria absoluta de votos para a aprovação de emenda regimental e para cancelamento de súmula do tribunal.

COMENTÁRIOS:

O Tribunal PLENO é constituído por TODOS os Ministros da Corte. O quorum inicial para iniciar Sessão do Tribunal Pleno é de 14 MINISTROS (maioria dos membros).

Será exigido o voto da maioria absoluta dos Membros do TST para deliberação das seguintes matérias:

escolha dos

integrarão a lista destinada

nomes que

ao

preenchimento de vaga de Ministro do Tribunal;

 

aprovação de Emenda Regimental;

 

eleição

dos

Ministros

para

cargos

os

de

direção

do

Tribunal;

aprovação, revisão ou cancelamento de Precedente Normativo; e

Súmula

ou

de

declaração

inconstitucionalidade

de

de

lei

ou

de

ato

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normativo do poder público.

RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 48. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O quorum inicial para votação no órgão especial é de oito ministros, sendo necessária a votação da maioria absoluta de votos para deliberação acerca da disponibilidade ou aposentadoria de magistrado.

COMENTÁRIOS:

No TST, o Órgão Especial detém a seguinte formação:

Presidente;

VICE-Presidente do Tribunal ,

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

4 Ministros + ANTIGOS

7 Ministros ELEITOS pelo Tribunal PLENO.

 

O quorum inicial

para iniciar Sessão do Órgão Especial

é

de

8

MINISTROS (maioria dos membros). Quorum Qualificado do Órgão Especial do TST:

 
 

voto da maioria absoluta

de

seus Membros - quando

a

deliberação tratar de disponibilidade ou aposentadoria de

Magistrado.

voto de 2/3 de seus Membros - para deliberação preliminar referente à existência de relevante interesse público que fundamenta a proposta de edição de Súmula, dispensadas as exigências regimentais.

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RESPOSTA CERTA: C

QUESTÃO 49. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

A Sessão Especializada em Dissídios Individuais é formada por duas subseções, cada uma com onze ministros.

COMENTÁRIOS:

O quorum inicial para iniciar Sessão da Seção Especializada em Dissídios Individuais é de 11 MINISTROS (maioria dos membros), sendo que as deliberações poderão ocorrer pelo voto da maioria absoluta dos integrantes da Seção (pelo menos 11 VOTOS!).

A Seção Especializada em Dissídios Individuais é composta por 21 MINISTROS, detendo a seguinte configuração:

Presidente; VICE-Presidente do Tribunal , Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, 18 Ministros

A

Seção

Especializada

em

Dissídios

Individuais

funciona

em

composição PLENA ou dividida em 2 Subseções para julgamento dos

processos de sua competência.

As 2 Subseções da Seção Especializada em Dissídios Individuais têm as seguintes formações:

SUBSEÇÃO 1 – formada por 14 MINISTROS, com funcionamento mínimo de 8 MINISTROS:

Presidente;

VICE-Presidente do Tribunal , Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,

11 Ministros –

preferencialmente Presidentes de os
preferencialmente
Presidentes
de
os

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Turmas.

 

SUBSEÇÃO 2 – formada por 10 MINISTROS, com funcionamento mínimo de 6 MINISTROS:

• • • • Presidente; VICE-Presidente do Tribunal, Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, 7 Ministros.
Presidente;
VICE-Presidente do Tribunal,
Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho,
7 Ministros.

RESPOSTA CERTA: E

QUESTÃO 50. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Plenário do TST julgar os recursos de decisões administrativas do Presidente e contra as decisões dos TRTs em processo administrativo disciplinar envolvendo servidores públicos.

COMENTÁRIOS:

Competências do Órgão Especial em matéria Administrativa:

1. julgar os recursos de decisões ou atos do Presidente do Tribunal em matéria administrativa;

2. julgar os recursos interpostos contra decisões dos TRTs em processo administrativo disciplinar envolvendo magistrado, estritamente para controle da legalidade; e

RESPOSTA CERTA: E

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EXERCÍCIOS COM GABARITO

QUESTÃO 31: TST – Analista Judiciário – Área Judiciária - 2007.

44 O corregedor-geral

da

Justiça do

Trabalho

não concorre

à distribuição de

processos, embora, quando não estiver ausente em função corregedora, participe, com direito a voto, de sessões de órgãos judicantes do TST dos quais integre a

composição.

QUESTÃO 32: TST – Analista Judiciário – Área Judiciária - 2007.

45 Durante o período de férias, o presidente do TST ou seu substituto poderá convocar, com antecedência de 24 horas, sessão extraordinária do órgão competente para julgamento de ações de dissídio coletivo, de mandado de segurança e de ação declaratória alusiva a greve que requeiram apreciação urgente.

QUESTÃO 33: TST – Técnico Judiciário – Área Administrativa - 2007.

43 Na hipótese de desobediência a ordem emanada do TST ou de seus ministros, no exercício da função, ou desacato ao TST ou a seus ministros, o presidente desse tribunal comunicará o fato ao órgão competente do

Ministério Público, provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal.

QUESTÃO 34. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST poderá delegar atribuições ao Vice-Presidente, além das competências previstas no Regimento.

QUESTÃO 35. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Presidente do TST encaminhar ao Presidente da República as listas com os nomes dos candidatos ao cargo de Ministro do Tribunal, bem como encaminhar ao Congresso Nacional, diretamente, projetos de lei de interesse da Justiça do Trabalho em matéria de sua competência constitucional.

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QUESTÃO 36. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

As Contas do TST são submetidas ao Tribunal de Contas da União pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho.

QUESTÃO 37. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST detém o poder de polícia do tribunal, inclusive poderá instaurar diretamente inquérito para apurar ilícitos penais praticados nas dependências do Tribunal.

QUESTÃO 38. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

É competência do Presidente do TST dar posse aos Ministros do TST, salvo durante as férias coletivas ou no recesso judiciário. Ademais, o Presidente do TST dar posse ao Diretor Geral da Secretaria do Tribunal e ao Secretário-Geral da Presidência.

QUESTÃO 39. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Cabe ao Presidente do TST decidir os efeitos suspensivos, os pedidos de suspensão de segurança e os pedidos de suspensão de decisão proferida em ação cautelar inominada e em tutela antecipada.

QUESTÃO 40. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST só tem competência para decisão de liminar em mandado de segurança durante o ano judiciário.

QUESTÃO 41. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Presidente do TST convocar audiência pública em caráter excepcional, para ouvir o depoimento de pessoas com experiência, entre outros, acerca de dissídio de grande repercussão social ou econômica. Além disso, o próprio Presidente também decidirá acerca de manifestação de terceiros em tais audiências, sendo esta decisão irrecorrível.

QUESTÃO 42. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral participam normalmente do julgamento dos órgãos judicantes do TST, salvo apenas das respectivas Seções Especializadas. Em todo caso, eles não se submetem à distribuição de processos.

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QUESTÃO 43. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Entre outras competências, cabe ao Vice-Presidente do TST exercer o juízo de admissibilidade dos recursos extraordinários e apreciar a ação cautelar incidental a recurso extraordinário.

QUESTÃO 44. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

As decisões do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho são recorríveis por meio de Agravo Regimental para o Órgão Especial do TST.

QUESTÃO 45. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O Presidente do TST detém o poder de polícia do tribunal, podendo determinar providências para o resguardo da disciplina, ordem e integridade universal da Corte. Em todo caso, será Presidente da Turma, da Seção e do Órgão Especial o Presidente do TST.

QUESTÃO 46. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

São órgãos do TST o Plenário (tribunal pleno), o órgão especial, as turmas e o conselho superior da justiça do trabalho (CSJT).

QUESTÃO 47. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O quorum para início da sessão no Tribunal Pleno é de quatorze ministros, sendo exigida a maioria absoluta de votos para a aprovação de emenda regimental e para cancelamento de súmula do tribunal.

QUESTÃO 48. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

O quorum inicial para votação no órgão especial é de oito ministros, sendo necessária a votação da maioria absoluta de votos para deliberação acerca da disponibilidade ou aposentadoria de magistrado.

QUESTÃO 49. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

A Sessão Especializada em Dissídios Individuais é formada por duas subseções, cada uma com onze ministros.

QUESTÃO 50. (Regimento do TST – Ricardo Gomes).

Compete ao Plenário do TST julgar os recursos de decisões administrativas do Presidente e contra as decisões dos TRTs em processo administrativo

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disciplinar envolvendo servidores públicos.

GABARITOS OFICIAIS

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